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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4687 | 18 de Outubro de 2019

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Reuniões com lideranças cooperativistas do PR iniciam na segunda-feira

encontros nucleos destaque 18 10 2019Inicia, na segunda-feira (21/10), mais uma rodada dos Encontros de Núcleos Cooperativos promovidos pelo Sistema Ocepar. A primeira reunião será realizada em Prudentópolis. Depois, ocorrem em Cascavel, Francisco Beltrão e Mandaguari, na terça, quarta e quinta-feira (22,23 e 24/10), respectivamente. Os eventos terão como cooperativas anfitriãs o Sicredi Centro Sul, na região Centro-Sul; a Coopavel, Cotriguaçu, Credicoopavel e a Credicapital, no Oeste; a Cresol, no Sudoeste; e a Cocari e Rodocoop, no Norte/Noroeste. Todas farão uma apresentação no início de cada reunião.

Pesquisa - A programação contempla ainda a participação do diretor do Grupo Datacenso, Cláudio Shimoyama, que irá mostrar o resultado da segunda pesquisa sobre a imagem e o posicionamento das marcas das cooperativas do Paraná. Desta vez, a coleta de dados ocorreu entre os meses de junho e julho, quando foram entrevistados 1.015 consumidores, na capital e no interior do Estado, 10 diretores de cooperativas e 50 profissionais responsáveis pela aquisição das mercadorias nos supermercados. As conclusões deste trabalho têm sido utilizadas pelo Sistema Ocepar e cooperativas como subsídio para direcionar as estratégias de divulgação e promoção dos produtos e serviços ofertados pelo setor à comunidade. A primeira pesquisa foi realizada em 2017.

Mais - O Programa Trabalho Seguro e Sustentabilidade será outro tema tratado nos Encontros de Núcleos Cooperativos. Quem vai discorrer sobre o assunto é o advogado Ernesto Emir Kugler Batista Junior. Na sequência, a diretoria da Ocepar irá fazer um relato sobre o PRC100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, e apresentar o Programa Cooper Universitário lançado em Maringá, no dia 10 de setembro, com o objetivo de disseminar os princípios cooperativistas no ensino superior, por meio da interação entre cooperativas e universidades.

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COOPERJOVEM: Projeto Fazendo Arte será ampliado em escolas municipais de Curitiba

O projeto “Fazendo Arte – Cooperando com a Vida”, uma ação do Programa Cooperjovem que já beneficiou dez escolas municipais de Curitiba, deve ser ampliado para outras unidades, preferencialmente as que têm Faróis do Saber e as que desenvolvem o programa Comunidade Escola, com atividades para a população aos sábados. “Recebi um caprichado relatório do que já foi feito e gostaria que essa iniciativa se estendesse”, afirmou o prefeito Rafael Greca, durante reunião, na tarde desta quinta-feira (17/10), com o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. Também participaram do encontro, na sede da Prefeitura, a secretária municipal da Educação, Maria Sílvia Bacila, a coordenadora de Projetos da Educação de Curitiba, Andréa Barletta, a gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Maria Emilia Pereira Lima, o coordenador de Cooperativismo do Sescoop/PR, Humberto Bridi, e os diretores da Unicultura, Ricardo Trento e Cibele Lunkes.

Resultados - O presidente do Sistema Ocepar entregou ao prefeito publicações relatando os resultados do projeto “Fazendo Arte – Cooperando com a Vida”, as demais ações do Programa Cooperjovem em dezenas de municípios do Paraná, além da revista Paraná Cooperativo, edição de setembro, que mostra a trajetória do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), em 20 anos de atuação no estado. “Sabemos que o prefeito é um semeador de ideias e por isso acreditamos nesta parceria”, comentou Ricken. Para o dirigente, o projeto Fazendo Arte é um difusor da cultura da cooperação. “As cooperativas têm forte ligação com o desenvolvimento de muitas regiões do estado, onde há, naturalmente, maior conhecimento sobre os princípios e valores do cooperativismo. Pretendemos expandir essa percepção também na capital do Paraná, em especial junto às novas gerações de curitibanos”, afirmou.

Valores e princípios - O Fazendo Arte aplica os valores e princípios do cooperativismo - como ajuda mútua, responsabilidade, democracia, solidariedade, honestidade, igualdade, entre outros – em atividades com estudantes da rede municipal do 4º ao 5º ano. Ao final do trabalho, com a orientação de artistas, os estudantes pintam painéis. O projeto teve início em abril, por meio de parceria entre a Secretaria Municipal da Educação, o Sescoop/PR e a Unicultura.

Programa Cooperjovem - Disseminar a cultura da cooperação no ambiente escolar é o objetivo do Programa Cooperjovem, desenvolvido pelo Sescoop/PR, em parceria com cooperativas agropecuárias, educacionais e de crédito. Este programa nacional tem forte atuação no Paraná: 31.387 alunos envolvidos, 1.762 professores, 370 escolas e 68 municípios abrangidos. Com o projeto Fazendo Arte, Curitiba passou também a fazer parte da rede de municípios com ações do Cooperjovem, que tem foco em estudantes do Ensino Fundamental.

Educar para a cooperação - “Ações como essa desenvolvem habilidades nos estudantes, como o trabalho em equipe”, explicou a secretária municipal da Educação, Maria Sílvia Bacila. Foram contempladas as escolas Wenceslau Braz, Irati, Papa João XXIII, Alencar Furtado, Jaguariaíva, Herley Mehl, Júlio Moreira, Dona Lulu, Nansyr Cecato e Guilherme Butler. “Aqui queremos educar para o empreendedorismo e o cooperativismo”, acrescentou o prefeito, que agradeceu a parceria e presenteou Ricken com um exemplar do seu livro “Curitiba, Luz dos Pinhais”. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Curitiba)

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FÓRUM DE MERCADO: Evento vai debater acordos comerciais, mercado de grãos e clima, em Campo Mourão

No dia 31 de outubro, o Sistema Ocepar realiza mais uma edição do Fórum de Mercado do Cooperativismo Paranaense. Será na sede da Cooperativa Coamo, em Campo Mourão, na região Centro-Oeste do Estado, das 9h às 12h30. “Nesta reunião, iremos trazer a temática do cenário de acordos comerciais para o Brasil, as perspectivas para o mercado de soja, milho e trigo, e as projeções climáticas para a safra 2019/2020”, esclarece o analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico, Maiko Zanella.

Abertura e palestrantes – O evento será aberto pelos presidentes da Coamo, José Aroldo Gallassini, e do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Entre os palestrantes estarão o diretor da Agroconsult, André Pessôa, o meteorologista Luiz Renato Lazinski, que trabalhou durante anos no Instituto Nacional de Meteorologia INMET/Mapa, na área de agrometeorologia, e representantes da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura.

Confirmação de presença – O Fórum é destinado a profissionais que atuam nas cooperativas do Paraná. Os interessados devem confirmar presença até o dia 15, com Jessica Cosa (41 3200-1133 / jessica.costa@sistemaocepar.coop.br) ou Maiko Zanella (41 3200-1115 / maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br).

 

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DIREITO COOPERATIVO: Seminário tem inscrições abertas até esta sexta-feira

 

Vem aí mais um encontro para debater os temas mais relevantes do direito cooperativo. Com inscrições abertas até esta sexta-feira (18/10), o III Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul terá painéis sobre direito digital, ato cooperativo, conjuntura econômica e política. A assessora Jurídica da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Ana Paula Andrade Ramos, e a gerente sindical da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), Jucelia Santana Ferreira, estão entre os convidados do evento, que ocorre nos dias 28 e 29 deste mês, em Florianópolis (SC).

 

União - A cada dia, o cooperativismo comprova que quando há união na busca de um propósito as chances de sucesso são maiores. Por isto, o Sistema OCB acompanha constantemente os debates acerca do movimento no Legislativo, no Executivo e no Judiciário. E a oportunidade de compartilhar conhecimentos é agora, com a realização do seminário.

 

Presença - A OCB também esteve presente nas edições anteriores do seminário. “Pela OCB Nacional, enxergamos com muito entusiasmo essa iniciativa conjunta das assessorias jurídicas dos estados que compõem determinada região se unirem para discussão e capacitação de pautas jurídicas comuns e a Região Sul foi pioneira nisso”, explica Ana Paula Ramos.

 

Na pauta - Em sua apresentação, Ana vai explicar o andamento dos principais Projetos de Lei que contam com o apoio da Assessoria Jurídica da OCB (Asjur/OCB) em sua elaboração e a atuação da entidade como amicus curiae em ações no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Profundidade - São temas importantes de serem debatidos com profundidade pelo setor. Por exemplo, por meio de emendas às Propostas de Emenda à Constituição de nº 45/2019 na Câmara dos Deputados e 110/2019 no Senado Federal, o Sistema OCB tem construído um diálogo junto aos parlamentares para que a Reforma Tributária mantenha a garantia do adequado tratamento tributário aplicado às cooperativas.

 

Aprovação - Devido a uma forte atuação da OCB, no dia 9 de outubro, a Comissão de Agricultura na Câmara dos Deputados aprovou o PL 3351/2019, que adequa a incidência do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido em aplicações financeiras feitas por coops de crédito. A tramitação da pauta segue em monitoramento.

 

STF - Além disso, as contribuições da OCB alcançam ações que correm no STF sobre Código Florestal, o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, alterações do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza para cooperativas de Saúde e Crédito, e a proibição da participação de cooperativas em licitações. Todas essas também serão explicadas durante o seminário.

 

Cenários - Já a gerente do CNCoop, Jucelia Ferreira, vai relatar os cenários trabalhistas e sindical e os desafios para a categoria econômica das cooperativas. “As relações de trabalho estão se aperfeiçoando e mudando com rapidez. Nesse contexto, as sociedades cooperativas, na qualidade de categoria econômica, precisam identificar as oportunidades e os desafios que se apresentam nos cenários sindical e coletivo do trabalho. Ao mesmo passo, o fortalecimento do Sistema Sindical Cooperativista irá propiciar ganhos de qualidade e segurança jurídica nas relações entre as cooperativas e os seus empregados”, explicou Jocelia.

 

Inscrições - O III Seminário de Direito Cooperativo é realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SC) em parceria com a Organização das Cooperativas no Estado de Santa Catarina (Ocesc). Os debates vão ocorrer no Hotel Canasvieiras Internacional, em Florianópolis (SC). Para participar, basta fazer a inscrição no site do Sescoop/SC. (Informe OCB)

 

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RECONHECIMENTO: Sistema Ocesp homenageia Américo Utumi

 

A história do cooperativismo paulista mistura-se à história de Américo Utumi. O assessor especial da presidência da Ocesp, que por três vezes foi presidente da instituição, além de conselheiro da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), decidiu, aos 85 anos, aproveitar mais tempo com a família e se dedicar à vida pessoal. E, para celebrar essa carreira de muito sucesso, na quarta-feira (16/10), a Casa do Cooperativismo Paulista recebeu um evento em sua homenagem, prestigiado por toda a diretoria do Sistema Ocesp e pelos membros dos Conselhos do Sescoop/SP e da Ocesp. 

 

Agradecimento - Foi uma tarde de muitas homenagens, que começou com o presidente do Sistema Ocesp, Edivaldo Del Grande, subiu ao palco para agradecer a grande contribuição de Américo à instituição e ao cooperativismo brasileiro, entregando a ele um troféu de reconhecimento. Del Grande foi seguido pelo embaixador mundial do cooperativismo, Roberto Rodrigues, que também subiu ao palco para homenagear o amigo com uma placa comemorativa. Foram ainda apresentados vídeos dos superintendentes do Sistema Ocesp, Aramis Moutinho Jr. e Flavio Bersani, além de materiais produzidos por diversos colaboradores da instituição.

 

Família - Para encerrar com ainda mais emoção, subiu ao palco Luis Felipe, neto de Américo, seguido de toda a família do cooperativista, com destaque para os filhos, Fábio e Marcelo - o último vive nos Estados Unidos e veio ao País de surpresa para a homenagem.

 

Karaokê - Exemplo de bom humor e vitalidade, Américo encerrou o evento com uma sessão de karaokê, cantando "New York, New York" e animando todos os colaboradores - o assessor é conhecido por todos por seus dons musicais e pela preocupação com a saúde e qualidade de vida: Américo joga tênis todos os finais de semana e com frequência é visto pelas escadas do Sistema Ocesp, já que faz questão de se exercitar subindo os 10 andares da sede. 

 

Trajetória - Filho de imigrantes japoneses, Américo formou-se advogado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco e iniciou sua carreira na Cooperativa Agrícola de Cotia (CAC), organização já consolidada, formada por descendentes de japoneses. Começou como auxiliar de contabilidade e com o avanço nos estudos do Direito passou a ajudar os cooperados que não falavam bem o português e que muitas vezes não tinham como pagar pelo serviço jurídico.

 

Referência - Tornou-se referência entre eles e acabou por ser eleito pelos cooperados para assumir posto na diretoria. Em pouco tempo, tornou-se vice-presidente e contribuiu para a expansão da Cooperativa e para o desenvolvimento de regiões antes consideradas pobres ou até inóspitas.

 

Sistema cooperativista - Américo contribuiu também para o desenvolvimento do Sistema Cooperativista em São Paulo e no Brasil. Ao lado de líderes cooperativistas como Antoninho Rodrigues e João Alckmin, Américo ajudou na conciliação de entidades divergentes que representavam as cooperativas. Foi um trabalho árduo e desgastante, com muita habilidade política, para convencer os dirigentes, fazendo com que as entidades se unissem para a formação de um sistema único e fortalecido de representação: Ocesp em São Paulo, OCB no Brasil. Fruto direto desse trabalho, em 1971 foi promulgada a Lei Nacional do Cooperativismo, vigente até hoje.

 

Ocesp - Ele foi três vezes eleito presidente da Ocesp nos anos 80 e 90: foi ele quem conseguiu comprar a primeira sede própria para a Ocesp, no bairro do Paraíso. 

 

Ganhos - O sucesso à frente de uma Ocesp que se destacava diante das entidades de representação e ganhava o apoio de mais e mais autoridades, trouxe muitos ganhos para as cooperativas e rendeu, ao próprio Américo, alguns convites importantes: foi superintendente e vice-presidente da OCB, conselheiro da Organização das Cooperativas da América e secretário de Abastecimento de São Paulo, na gestão do prefeito Paulo Maluf.

 

ACI - No final da década de 90, funcionava dentro da Ocesp o escritório regional da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), órgão mundial do cooperativismo. O presidente da ACI à época era Roberto Rodrigues, que confiou a ele a chefia do gabinete regional aqui no Brasil. Em 2001, ao final de sua gestão, Roberto lançou Américo como candidato ao Conselho da ACI e Américo foi eleito e reeleito mais duas vezes, atuando pela ACI até 2013.

 

Assessoria - Depois que deixou a ACI, passou a assessorar a presidência da Ocesp. Como é conhecido e querido dentro do movimento cooperativista, é chamado com frequência pelo presidente Del Grande para representar a Ocesp em eventos e reuniões. (Assessoria de Imprensa da Ocesp)

 

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CRESOL: Cooperativa celebra o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito

 

A Cresol celebra o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (DICC) lembrando suas conquistas ao longo dos 24 anos de história. Nascida em Francisco Beltrão, no Paraná, considerado o berço do cooperativismo solidário, a Cresol mantém sua sede nacional no interior do estado com o propósito de não perder sua essência. Hoje considerado um dos prédios mais modernos e inovadores do Paraná, a sede da Cresol é altamente sustentável e possui ambientes que integram seus colaboradores.

 

Diferença - Com foco voltado ao relacionamento com o cooperado, a Cresol é uma instituição financeira que se diferencia no mercado por proporcionar um crédito humanizado, que permite personalizar o atendimento e oferecer produtos e serviços específicos a cada cooperado com uma atenção especial para que todos realizem seus sonhos, propósitos e negócios. 

 

Presença - Presente hoje em dez estados brasileiros e com expansão para novas áreas, a Cresol leva desenvolvimento econômico e social para municípios e comunidades muito além da região sul do País, onde a cooperativa nasceu. Com o projeto de expansão do cooperativismo, desenvolvido pela Cresol com o apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Sistema expandiu para os estados fora do Sul – São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Rondônia e Amazonas – com o objetivo de fornecer acesso ao crédito e levar desenvolvimento a quem mais precisa. 

 

Codajás - Em Codajás, no Amazonas, a Cresol é a única instituição financeira cooperativa do município que hoje conta com 28 mil habitantes e está localizado a cerca de 300 km da capital Manaus, com deslocamento de seis horas de barco pelo Rio Solimões. “Nascemos com o compromisso de proporcionar crédito e levar desenvolvimento econômico e social às pessoas e às comunidades, valorizando o relacionamento e personalizando o atendimento de acordo com a realidade de cada cooperado que possui necessidades específicas”, lembra o superintendente da Cresol, Adriano Michelon, que também destaca a atuação do Sistema no Amazonas: “a expansão  da Cresol para Codajás foi um marco, pois somos uma cooperativa que sempre priorizou a excelência em atendimento aos nossos cooperados, seja com os agricultores ou público urbano, buscando desenvolver aquele que deseja investir no seu negócio”, disse. 

 

Importância - Alzimiro Thomé, presidente do Sistema Cresol, destaca a importância do cooperativismo de crédito para o desenvolvimento das regiões onde ele está inserido. “São mais de 260 milhões de pessoas envolvidas em todo mundo com o cooperativismo de crédito e nesta data paramos para celebrar e reafirmar nossos votos diante dos Princípios Cooperativistas. A Cresol está há mais duas décadas trabalhando para tornar realidade os sonhos pessoais e profissionais de seus cooperados e hoje celebramos o crescimento desse Sistema que leva desenvolvimento para muitas regiões do País”, complementa Thomé.

 

Data - O Dia Internacional das Cooperativas de Crédito é comemorado sempre na terceira quinta-feira do mês de outubro. Ele busca enfatizar o movimento global das cooperativas de crédito e o impacto que exercem em seus cooperados e na comunidade. Atualmente a sociedade cooperativista financeira mundial é composta por 260 milhões de associados em 89 mil cooperativas financeiras espalhadas por 117 países. (Imprensa Cresol)

 

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AGRÁRIA: Sistemas com cultivo de trigo têm maior produção de grãos por área e por ano

 

Um dos destaques do 16º WinterShow, que ocorreu nesta semana em Entre Rios, Guarapuava (PR), é o cultivo do trigo. Cereal de inverno com potencial de grandes produções no município, desempenha papel estratégico e é a principal cultura de grãos de inverno no Sul do Brasil.

 

Estudos - Estudos realizados na região pela Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária- e Fapa - Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária - demonstram que os sistemas de produção com cultivo de trigo no inverno apresentam maior quantidade de grãos por área e por ano. Além disso, o cultivo gera maior disponibilidade de recursos e distribuição da receita ao longo do ano em relação ao uso de aveia preta em sucessão com a cultura da soja, contribuindo diretamente para a sustentabilidade da propriedade agrícola.

 

Diluição de custos - “Somado a isso, a produção de grãos no inverno contribui para diluir os custos fixos da propriedade e aumentar o retorno financeiro da cultura de verão, a qual, do contrário, teria que arcar com todos os custos da propriedade no ano”, explicou a Pesquisadora da Embrapa Vladirene Macedo Vieira.

 

Vantagens - Apesar de em algumas safras poder haver frustações, assim como para a maioria das culturas, considerando o sistema de produção no longo prazo, o cultivo do trigo agrega muitas vantagens. “Diluição dos custos fixos da propriedade, melhoria na distribuição da receita e maior produção de grãos por área e por ano nos sistemas de produção são alguns dos benefícios agronômicos e econômicos do cultivo do trigo”, assegurou a pesquisadora.

 

Do escritório para o campo - Os representantes da Arcor do Brasil, Sergio Eduardo Della Graça e Rafael Eiji Hamaguchi, trocaram o ambiente de trabalho nesta semana: do escritório em Campinas, São Paulo, para os campos agrícolas da Fapa, em Entre Rios. A convite da Cooperativa Agrária, eles estão participando do WinterShow e conhecendo, entre outros pontos, a produção de trigo.

 

Panetones - A Arcor compra farinha da Agrária para produção de panetones. “É a primeira vez que estamos participando e estamos achando muito interessante. Saímos de uma rotina diária de escritório direto para o campo, recebendo muitas informações técnicas, e esse conhecimento vai fazer a diferença para entendermos e fazermos ainda melhor o nosso trabalho”, disse Della Graça, que é Gerente de Suplementos da Arcor. 

 

Enriquecedor - “A nossa região é muito forte na produção de açúcar, então vir até aqui conhecer a produção de trigo é muito enriquecedor”, afirmou Rafael, Comprador Corporativo da Arcor do Brasil.

 

Aprendizado - Durante uma atividade no campo, eles puderam aprender sobre as variedades do grão e o que cada uma delas pode fornecer como produto final, por exemplo. (Imprensa Agrária)

 

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COCAMAR: Antes desassistida, região celebra o cooperativismo

 

Produtores rurais dos municípios de Cafeara, Lupionópolis e Santo Inácio, localizados num raio de 35km na transição do norte para o noroeste do Paraná e na divisa com o estado de São Paulo, se sentem agora mais seguros e confiantes para investir em seus negócios.  

 

Impulso - O sistema cooperativista de produção ganhou impulso e musculatura com a chegada da Cocamar em 2018 a Centenário do Sul, nas imediações. A cooperativa, que mantinha desde 2016 instalações em Lupionópolis, num espaço alugado, adquiriu ali uma estrutura mais ampla no ano passado. 

 

Sustentável - Também para fortalecer o cooperativismo na região, a cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP, parceira da Cocamar, inaugurou em 2018 em Cafeara uma agência Smart, com funcionamento eletrônico e sem o uso de dinheiro em espécie. Totalmente sustentável e inovadora, a unidade foi adaptada em dois contêineres instalados na praça da igreja, oferecendo toda a linha de serviços financeiros aos moradores.  O Rally Cocamar de Produtividade passou na terça-feira (15/10) por Cafeara e Lupionópolis para ver isto de perto. 

 

Sem queixas - Se até pouco tempo a população dessas cidades se sentia esquecida e desassistida, agora ela não tem do que se queixar. A Cocamar entrou para valer na orientação técnica aos produtores, além de regular o mercado com estrutura para o recebimento das safras de grãos e fornecimento de insumos. 

 

Nova realidade - Por sua vez, o Sicredi popularizou rapidamente o uso de cartões de crédito entre os associados locais e espalhou maquininhas pelo comércio. Com isso, quem achava que não seria viável trabalhar sem dinheiro vivo, adaptou-se logo à nova realidade.

 

Protagonismo - “O cooperativismo assumiu protagonismo na economia da região”, resume a gerente da Cocamar em Centenário do Sul, engenheira agrônoma Tatiele Rodrigues. 

 

Modernidade - Do lado do Sicredi, o gerente em Cafeara, Éder Romeiro da Silva, ressalta que a população do município, atendida em suas demandas por uma agência Smart, “deu um salto de modernidade”. Com sua proposta e ineditismo, a agência até já foi apresentada em reunião da ONU e passou a ser visitada por cooperativistas do ramo financeiro de várias partes do país, interessados em conhecer e adotar aquele modelo.    

 

Reivindicavam - Em Cafeara, o produtor Marcos Salviano, que cultiva 90 alqueires (217,8 hectares) de grãos ao lado do pai João e do irmão Maurício, conta que ele e outros colegas reivindicavam há tempos a presença da Cocamar na região. Antigamente eram atendidos pela Cofercatu, de Porecatu, que entrou em dificuldades e, por anos, os produtores se sentiram desamparados. Segundo Marcos, “a Cocamar é atuante na orientação técnica, está sempre atenta e nós nos sentimos seguros em trabalhar com ela”. 

 

Safra - Na sexta-feira (11/10), os Salviano se animaram a comercializar uma parte da safra, na cooperativa, por R$ 80,00 a saca. “Travamos uma parte dos custos” [da safra de soja 2019/20], diz Marcos, mencionando que a expectativa dele e dos familiares é começar a semear no período de 20 de outubro a 20 de novembro, como fazem todos os anos.  

 

Produz bem - A segurança foi também a palavra citada por Luiz Rogério Augusto, de Lupionópolis, ao se referir à Cocamar. Ele cultiva 50 alqueires (121 hectares) em companhia do filho Ivan. E, a exemplo dos Salviano, investe no solo e nos cuidados com a lavoura para garantir boas médias. “O clima nesta região é mais difícil que em outras, mas o solo é bom e produz bem. Se chover normalmente, a colheita é garantida”, afirma. 

 

Muito melhor - A respeito da agência do Sicredi em Cafeara, onde é associado, Marcos Salviano explica que faz ali o custeio, financiamentos e o seguro da lavoura. “Ficou muito melhor e mais ágil, para nós, do que trabalhar com outros bancos, que ficam em cidades vizinhas”, comenta o também associado Luiz Rogério Augusto, lembrando que relutava em fazer seguro da lavoura por causa da burocracia imposta pelas instituições. “Com o Sicredi, tudo ficou mais fácil, nos sentimos em casa e não deixamos de fazer seguro”, finaliza. 

 

O Rally - Em seu quinto ano de realização, o Rally Cocamar de Produtividade tem a finalidade de valorizar as boas práticas agropecuárias, acompanhando a safra de soja do pré-plantio à colheita.Patrocinam a realização: Sicredi União PR/SP, Zacarias Chevrolet, Basf e Spraytec (principais), Elanco, Altofós Suplemento Mineral Cocamar, Cocamar TRR, Texaco Lubrificantes e Sancor Seguros (institucionais), com o apoio do Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), Aprosoja/PR e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

 

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COPAGRIL: Produtores de suínos no sistema creche participam de bate-papo sobre manejo

Produtores da Cooperativa Agroindustrial Copagril participaram na quarta-feira (16/10) de um encontro técnico em Marechal Cândido Rondon PR), realizado na Associação de Técnicos Agrícolas. Os participantes, integrados no sistema de parceria para produção de suínos em creche, conversaram com representantes da cooperativa e do parceiro Agroceres Multimix sobre as atividades de manejo, do alojamento até a entrega dos animais.

Dois encontros - O encarregado do Fomento Suínos da Copagril, Francis Kummer, explica que foram realizados dois encontros durante o dia, um pela manhã e outro a tarde, para proporcionar a participação dos produtores integrados. Conforme ele, o bate-papo teve por objetivo trabalhar sobre os manejos da atividade em creche, alinhar as informações e reforçar as ações do dia a dia. “Foi explanado sobre atender o bem-estar animal. Falamos sobre limpeza e desinfecção, hidratação e uniformização do lote. E ainda, como a soma de todas as ações contribui para um resultado melhor para o produtor, em remuneração e também qualidade de trabalho”, explica Francis.

Manejos básicos - Ele reforça que, independente da tecnologia empregada na granja, os manejos básicos, como limpeza, qualidade e disponibilidade de água, qualidade do alimento e qualidade da instalação, são indispensáveis para o conforto dos animais. “Fazer o básico bem feito é fundamental e igual em qualquer granja. As tecnologias vêm para auxiliar no atendimento das necessidades básicas dos animais e fazer com que possamos observar e acompanhar melhor”, complementa ao falar da importância nas ações diárias de manejo.

Cartilhas - Durante as reuniões os produtores também receberam as cartilhas de orientação e puderam conversar com os técnicos. “Essa é mais uma oportunidade para orientação. Além do atendimento técnico contínuo nas propriedades, pretendemos fazer mais encontros e reuniões para conversar sobre a atividade”, completa Francis. (Imprensa Copagril)

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COOPAVEL: Colaboradoras participam de ações de prevenção ao câncer

 

Colaboradores de várias áreas da Coopavel participam, neste mês, de atividades relativas ao Outubro Rosa, que orienta sobre prevenção ao câncer. As ações estão ligadas à campanha do Inca (Instituto Nacional de Câncer) e são organizadas pelo setor médico da cooperativa.

 

Atividades - A enfermeira do trabalho Giane Quinhones Dalla Costa informa que entre as atividades desenvolvidas estão exames de Papanicolau, de pele, mamografia e PSA. Também foi feita a aferição de sinais vitais e palestra sobre Doenças crônicas degenerativas. O assunto foi apresentado pela nutricionista Sabrine Zambiazi da Silva.

 

Incorporação - A Coopavel há anos realiza ações ligadas à prevenção a partir da medicina do trabalho e incorporou, com isso, atitudes de orientação ao câncer, a doença que ainda mais mata no Brasil e no mundo. “Quanto mais as pessoas souberem sobre ela e o que fazer para prevenir ou para detectar potenciais focos da doença precocemente, melhor”, segundo Giane.

 

Tema - Câncer de mama: juntos, sem medo é o tema da campanha que o Inca desenvolve em todo o território nacional em 2019. A finalidade das ações, que são diversas, é fortalecer recomendações do Ministério da Saúde para rastreamento e diagnóstico precoce do câncer de mama. “Um dos desafios é orientar e mostrar os avanços da medicina e dos tratamentos para desconstruir o medo que grande parte das mulheres têm da doença”, diz a enfermeira Giane.

 

Registros - No Brasil, são registrados 59,7 mil casos de câncer de mama por ano, o que corresponde a 25% de todos os diagnósticos positivos da doença. O risco estimado é de 56 casos para cada grupo de cem mil mulheres. Uma das orientações do Inca é que as mulheres fiquem alerta a qualquer possível alteração nas mamas. O Instituto reforça solicitação também a gestores e a profissionais de saúde para que os encaminhamentos para investigação diagnóstica de casos suspeitos ocorram o mais rapidamente possível. (Imprensa Coopavel)

 

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RODOVIAS: Governo instaura novos processos contra concessionárias

 

rodovias 18 10 2019A Controladoria-Geral do Estado (CGE) instaurou mais dois processos administrativos contra concessionárias de rodovias do Paraná e estuda medidas para impedi-las, até a apuração de responsabilidades, de assinar contratos com a administração pública. As empresas, indiferentemente de ter processos abertos, podem propor acordos de leniências à CGE.

 

Processos - Os processos instaurados são contra a Ecovia, Ecocataratas e Rodonorte, conforme cronograma, adotado pela CGE, com as empresas que já reconheceram a prática de atos de corrupção. “Embora tenham celebrado acordo de leniência com o Ministério Público Federal, onde reconheceram a prática de atos lesivos à administração pública, as empresas não comunicaram os termos do acordo à CGE, descumprindo, assim, cláusula proposta no próprio acordo de leniência do Ministério Público Federal”, afirmou o controlador-geral Raul Siqueira.

 

Sanções - Ele explicou que o acordo celebrado com o MPF não impede que o Poder Executivo Estadual faça a investigação e a definição de responsabilidades em desfavor das concessionárias. A CGE entende que, possivelmente, os valores dos acordos de leniência firmados com o MPF são inferiores aos efetivamente devidos.

 

Estudo - “Está sendo realizado um estudo, com outros órgãos, agências reguladoras, enfim, um levantamento de todo o Estado, com o objetivo de se apurar o justo e correto valor eventualmente desviado dos cofres públicos. Vamos apurar o mais importante: o dano à população” afirmou o controlador-geral do Estado.

 

Medidas - O diretor de Inteligência e Informação da CGE, Daniel Berno, disse que podem ser adotadas medidas que se disponham a impedir que novas contratações gerem prejuízo aos cofres públicos e garantam o ressarcimento dos valores desviados por corrupção e improbidade administrativa.

 

Benefícios e vantagens - “Os acordos de leniência trazem benefícios e vantagens tanto para as empresas quanto para o Estado do Paraná, e podem ser propostos a qualquer momento, independentemente de ter em aberto processos administrativos de responsabilização ou não”, acrescentou Berno. (Agência de Notícias do Paraná)

CAGED I: Setembro tem a maior criação de emprego formal para o mês desde 2013

 

economia I 18 10 2019Beneficiada pelos serviços e pela indústria, a criação de empregos com carteira assinada atingiu, em setembro, o maior nível para o mês em seis anos e o sexto mês seguido de crescimento. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 157.213 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

 

Última vez - A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível foi em setembro de 2013, quando as admissões superaram as dispensas em 211.068. A criação de empregos totaliza 761.776 de janeiro a setembro, 6% a mais que no mesmo período do ano passado.

 

Setores - Na divisão por ramos de atividade, sete dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. O campeão foi o setor de serviços, com a abertura de 64.533 postos, seguido pela indústria de transformação (42.179 postos). Em terceiro lugar, vem o comércio (26.918 postos).

 

Aumento - O nível de emprego aumentou na construção civil (18.331 postos); na agropecuária (4.463 postos), no extrativismo mineral (745 postos) e na administração pública (492 postos). O único setor que demitiu mais do que contratou foram os serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento, com o fechamento de 448 postos.

 

Tradicional - Tradicionalmente, a geração de emprego é alta em setembro, por causa da produção da indústria para o natal e do aquecimento do comércio e dos serviços para as festas de fim de ano. Na agropecuária, o início da safra de cana-de-açúcar é a principal responsável pela geração de empregos, principalmente no Nordeste.

 

Regiões - Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em setembro. O Nordeste liderou a abertura de vagas, com 57.035 postos, seguido pelo Sudeste (56.833 vagas) e pelo Sul (23.870 vagas). O Centro-Oeste criou 10.073 postos, e o Norte abriu 9.352 vagas formais no mês passado.

 

Estados - Na divisão por estados, todas as 27 unidades da Federação geraram empregos no mês passado. As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em São Paulo (abertura de 36.156 postos), em Pernambuco (17.630), em Alagoas (16.529) e no Rio de Janeiro (13.957).

 

Melhor resultado - Pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro comentou que se trata do melhor resultado para o mês em seis anos. "Estamos mudando o Brasil para melhor", afirmou. 

 

Rais - O Ministério da Economia também divulgou os números da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2018. O ano passado fechou com 46, 63 milhões de vínculos, 349,52 mil a mais do que em 2017, o que corresponde a um aumento de 0,8% nos postos com carteira assinada no país.

 

Iniciativa privada - No ano passado, foram abertos na iniciativa privada 371.392 postos de trabalho com carteira assinada, 1,02% a mais do que em 2017. Houve crescimento em quatro das cinco regiões do país, com liderança para o Nordeste, onde a oferta de vagas subiu 1,21%. A segunda maior alta foi registrada no Sul (1,1%), seguido pelo Norte (0,96%) e pelo Sudeste (0,67%). Apenas no Centro-Oeste, houve fechamento de postos de trabalho, com queda de 0,52%.

 

Desempenho positivo - Das 27 unidades da federação, 19 fecharam com desempenho positivo no emprego formal – principalmente Maranhão, Mato Grosso, Amapá, Santa Catarina e Amazonas.

 

Faixa etária - O aumento no emprego foi maior na faixa de trabalhadores de 40 a 49 anos, com a abertura de 258 mil vagas. Em segundo lugar, vieram os empregados de mais de 50 anos (153 mil vagas), seguido pela faixa de 30 a 39 anos (83 mil vagas). A diferença entre homens e mulheres diminuiu levemente, com o emprego feminino subindo de 40% em 2017 para 40,1% dos postos de trabalho em 2018.

 

Escolaridade - Em relação à escolaridade, o maior crescimento foi registrado entre os trabalhadores com ensino superior completo (458 mil vagas), seguido pelos que têm o ensino médio (373 mil) e o superior incompleto (69 mil). Nos demais níveis de educação, houve fechamento de vagas. (Agência Brasil)

CAGED II: Paraná abre mais de 59 mil novas vagas de emprego no ano

caged II 18 10 2019O Paraná criou 59.295 vagas formais de emprego entre janeiro e setembro de 2019, de acordo com levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta quinta-feira (17/10). O Estado está entre os que mais geraram oportunidades de trabalho no País neste ano, junto com São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. Houve crescimento de 2,28% no número de vagas abertas no mercado paranaense em relação ao mesmo período de 2018.

Novas vagas - Em setembro, o Paraná registrou 9.218 novas vagas. Com ajuste sazonal, também nesse índice o Estado registrou crescimento em relação ao mesmo mês do ano passado e em relação a agosto deste ano, que teve 8.726 contratações.

Resultados - Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, os resultados estão na esteira de um panorama econômico mais favorável ao Paraná. “Organizamos a máquina pública, pacificamos o ambiente de negócios e conseguimos atrair mais de R$ 16 bilhões de investimentos privados neste ano. Também destravamos o processo de abertura de empresas”, afirmou, ressaltando diversas medidas para modernizar a infraestrutura.

Políticas - O secretário de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, reforçou que as políticas adotadas no Estado a partir deste ano têm como foco ampliar as oportunidades de emprego e renda para os paranaenses. Ele destaca que o Estado também reforçou os atendimentos nas Agências do Trabalhador para intermediar as contratações. “Seguimos uma linha constante de crescimento. Estamos mergulhados em uma ação proativa nas Agências do Trabalhador para intermediar mão de obra para as empresas e na missão de qualificar cada vez mais os trabalhadores paranaenses”, apontou.

Parceria - Leprevost também afirmou que a secretaria trabalha em parceria com a Volkswagen e o Senai para dobrar o número de trabalhadores qualificados pelas Carretas do Conhecimento em 2020. O programa, lançado neste ano, percorre 46 cidades do Estado e prevê formar 2,5 mil pessoas.

Setores - O principal impulsionador do emprego no Estado no ano foi o setor de serviços, com saldo de 36.343 novos empregos, crescimento de 3,5% em relação ao mesmo período de 2018 – em setembro deste ano foram 4.341 contratações. A construção civil também indica sinais de plena retomada com crescimento de 8,21% no ano, o que representa 9.883 novas vagas.

Indústria de transformação - O terceiro setor que mais contratou foi a indústria de transformação, evidência que já havia sido detectada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que destacou o Paraná com o maior índice de crescimento na atividade industrial do País entre janeiro e agosto, com 6,5%. No consolidado do ano foram 7.565 novas vagas no setor, aumento de 1,19% em relação a 2018.

Subsetores - Os subsetores que mais contrataram na indústria foram química de produtos farmacêuticos, veterinários, perfumaria (1.570); produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico (1.464); têxtil do vestuário e artefatos de tecidos (1.457); mecânica (1.256); e metalúrgica (1.124).

Cidades - Curitiba lidera a criação de vagas em 2019, com saldo de 19.697, seguida por Maringá (4.888), São José dos Pinhais (2.972), Cascavel (2.930), Pato Branco (2.472) e Londrina (1.624). Com os dados apenas de setembro, os maiores crescimentos foram de Curitiba (1.984), Maringá (741), São José dos Pinhais (389), Londrina (344) e União da Vitória (322).

Região - A região Sul acumula 150.587 novas vagas formais entre janeiro e setembro, segundo melhor resultado do País, atrás apenas do Sudeste (398.867). O Paraná representa 39,3% do total de vagas criadas em toda a região. Se computados os resultados de setembro, o Sul ficou em terceiro no ranking do País, com 23.870 novas vagas, atrás do Nordeste (57.035) e do Sudeste (56.883).

Brasil - O País abriu 157.213 postos de trabalho em setembro, equivalente à variação de 0,40% em relação ao estoque no mês anterior. No acumulado do ano, foram criados 761.776 empregos, com variação de 1,98% em relação ao período de janeiro a setembro de 2018. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: Governo adia reforma tributária e prioriza redução de R$ 30 bi em gastos

 

economia II 18 10 2019O governo vai deixar para depois o envio da proposta de reforma tributária e focar sua ação no Congresso Nacional para aprovar um pacote de redução de cerca de R$ 30 bilhões de despesas. O desenho de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) Emergencial está sendo fechado para garantir o cumprimento do teto de gastos (mecanismo que limita o crescimento de despesas à inflação) nos próximos dois anos.

 

Dificuldade - Com dificuldade para articular uma ampla agenda de reformas até o fim do ano, agravada pelo racha no único partido que compõe oficialmente a base do governo, o PSL, a equipe econômica decidiu enxugar o pacote de medidas estruturais que será enviado ao Congresso após a aprovação da Previdência, prevista para a próxima terça-feira (22/10).

 

Segundo momento - Uma das principais apostas para destravar a economia, a simplificação dos impostos vai ficar para um segundo momento. E, mesmo assim, o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve enviar a reforma tributária fatiada. A primeira fase vai focar na fusão do PIS e Cofins.

 

Reforma administrativa - Além da PEC Emergencial, a tributária foi ultrapassada na lista de prioridades pela reforma administrativa – mudanças nas carreiras e salários dos servidores. A ideia é flexibilizar a regra de estabilidade para permitir demitir com mais facilidade os novos servidores.

 

MP - O governo também vai disparar um conjunto de ações por medida provisória (MP). Como revelou o Estadão/Broadcast, a equipe econômica vai acabar com multa adicional de 10% sobre o FGTS em demissões sem justa causa (o valor é arrecadado pelo governo e transferido ao fundo, o que consumiria R$ 6,1 bilhões dentro do limite de despesas da União), congelar as progressões de servidores do Executivo nas carreiras (com economia de R$ 2 bilhões), redirecionar os recursos do Sistema S para bancar despesas de qualificação e suspender novas contratações do Minha Casa Minha Vida.

 

Ajuste - A PEC Emergencial deverá contar com um ajuste da regra de ouro (instrumento que impede o governo de se endividar para pagar despesas correntes, como salários) e a suspensão dos repasses constitucionais do Fundo de Amparo ao Trabalhador ao BNDES. A proposta conterá medidas de ajuste (chamadas de gatilhos) a serem disparadas por um período de dois anos depois da sua aprovação.

 

Pacto Federativo - A PEC do Pacto Federativo – uma proposta para tirar as “amarras” do Orçamento – apelidada de “DDD” vai desvincular (retirar os carimbos), desindexar (remover a necessidade de conceder automaticamente reajustes) e desobrigar gastos no Orçamento. As duas vão tramitar em Casas diferentes. Uma para Câmara e outra para o Senado. Mas diante da crise no PSL a expectativa é que a PEC DDD não tenha condições de avançar, porque mexe em temas sensíveis e impopulares.

 

Câmara - O governo chegou a indicar que enviaria a PEC Emergencial por meio de um senador, mas agora ela pode entrar pela Câmara. O deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), autor de uma proposta semelhante que já tramita na Casa, alerta que um texto duro como esse só tem chances de ser aprovado na Câmara. “Em ano de eleições municipais, quem é próximo a prefeito e vereador, são os deputados.”

 

Relevantes - “Não tem ordem, todas são relevantes. Precisa de solução para tudo e esperamos que Câmara e Senado em conjunto possam colaborar”, avisou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que se reuniu com Guedes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para discutir a agenda que será enviada.

 

Falta de acordo - Maia ainda rebateu o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, que disse que a reforma tributária não seria aprovada rapidamente por falta de acordo no setor produtivo. “Peço desculpas ao meu amigo Mansueto, mas ele está errado. O acordo que a gente precisa é com a sociedade. O setor produtivo é parte do sistema, mas as pessoas precisam entender que há uma distorção muito grande, sendo que alguns setores não pagam imposto e outros pagam demais”, disse. (Agência Estado)

ECONOMIA II: Bolsonaro assina lei para repartir dinheiro de leilão de petróleo

 

economia III 18 10 2019O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (17/10) a Lei da Cessão Onerosa. A lei, aprovada no Senado na última terça-feira (15/10), define o rateio entre estados e municípios de parte dos recursos do leilão de petróleo dos excedentes de barris de petróleo do pré-sal, a ser realizado no próximo dia 6 de novembro.

 

Acordo - Conforme a lei sancionada nesta quinta, dos R$ 106,56 bilhões que serão pagos pelo bônus de assinatura do leilão do excedente da cessão onerosa, R$ 33,6 bilhões ficarão com a Petrobras em razão de acordo com a União para que as áreas sob seu direito de exploração possam ser licitadas. Do restante, um valor estimado em R$ 72,9 bilhões, 15% ficarão com estados, 15% com os municípios e 3% com o Rio de Janeiro, estado produtor.

 

Contrato - Firmado entre a Petrobras e a União em 2010, o contrato de cessão onerosa garantia à estatal explorar 5 bilhões de barris de petróleo em áreas do pré-sal pelo prazo de 40 anos. Em troca, a empresa antecipou o pagamento de R$ 74,8 bilhões ao governo.

 

Excedentes - Os excedentes são os volumes descobertos de petróleo que ultrapassam os 5 bilhões de barris inicialmente estipulados e, segundo estimativas, podem chegar a 15 milhões de barris de óleo equivalente. Desde 2013, o governo vem negociando um aditivo do contrato, depois que a Petrobras pediu ajustes, devido à desvalorização do preço do barril no mercado internacional. (Agência Brasil)

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA: Ministra Tereza Cristina dá posse a novo presidente do Incra

 

regularizacao fundiaria 18 10 2019O economista Geraldo de Melo Filho tomou posse nesta quinta-feira (17/10) na presidência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Ao empossar o presidente, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) desejou sucesso à nova gestão.

 

Caminho de tranquilidade - “Que o Incra entre em um caminho de tranquilidade para que a gente possa fazer o trabalho que o Brasil espera do Incra. Podem ter certeza de que terão todo o meu apoio. Vamos olhar para a frente e resolver esse problema tão grave e que tantos pequenos produtores anseiam por isso”, disse a ministra, reforçando a necessidade de avançar no processo de regularização fundiária. A posse ocorreu no final da tarde de hoje, no gabinete da ministra. 

 

Principal desafio - O novo presidente do Incra disse que seu principal desafio no comando da instituição será levar adiante a regularização fundiária no país, prioridade do atual governo.

 

Efetivo - “O grande desafio é destravar esse processo e fazer com que ele seja efetivo e que a família que faz jus, ou seja, que tem direito a ser titulada, efetivamente receba [o título] e possa ser integrada na condição de pequeno ou médio produtor ao nosso meio de produção agropecuária”, afirmou.

 

Andamento - Melo disse que, depois de tomar posse, vai avaliar o andamento das ações de regularização fundiária e dar continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido. “Vamos tomar pé de tudo e ver como estão os programas, o andamento das ações e dar continuidade ao que vinha sendo feito”, destacou. Segundo ele, “os assuntos fundiários sempre foram relevantes para a tranquilidade do setor e para dar condições efetivas de produção”.

 

Agilidade - Conforme o presidente do Incra, algumas ações foram estruturadas nestes primeiros meses de governo e agora serão agilizadas. “O governo tem uma linha de priorização na parte de regularização fundiária. Vamos fazer um levantamento da situação dos assentamentos, da qualidade no atendimento dessas famílias que estão na ponta e precisam de atendimento, mas atacar a questão da regularização fundiária, que é uma prioridade do governo”, destacou.

 

Experiência - O novo presidente tem uma vasta experiência no setor agropecuário. “Sou de uma família que tem tradição de trabalhar com o campo e trabalho com isso praticamente desde que nasci”, contou. Melo trabalhou com cadeias agroindustriais na Confederação Nacional da Indústria, foi superintendente-geral da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) no Paraná. Em agosto passado, foi nomeado para a assessoria da Casa Civil. (Mapa)

SAÚDE: Sábado será "Dia D" de vacinação contra o sarampo

 

saude 18 10 2019Neste sábado (19/10), será realizado em todo o país o “Dia D de Vacinação contra o Sarampo”. A data é uma mobilização para estimular pessoas a se imunizarem contra a doença, cujos casos vêm crescendo no país nos últimos meses. Postos de saúde estarão abertos para receber os interessados em se proteger contra o sarampo ou que não tenham tomado todas as doses.

 

Campanha Nacional - O “Dia D” faz parte da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, lançada no dia 7 de outubro pelo Ministério da Saúde, em parceria com secretarias estaduais e municipais.

 

Primeira fase - A mobilização nacional deste sábado integra a primeira fase da campanha, até 25 de outubro, voltada a crianças com idade entre seis meses e 4 anos. Os bebês de até um ano apresentam coeficiente de incidência da doença de 92,3 a cada 100 mil habitantes, 12 vezes maior do que as demais faixas.

 

Segunda etapa - Na segunda etapa, programada para o período entre 18 e 30 de novembro, o foco será em pessoas de 20 a 29 anos. Essa faixa inclui a maioria do número de casos confirmados da doença, com 1.694, embora com coeficiente menor (13,2 casos a cada 100 mil habitantes) devido ao número de brasileiros nessa faixa de idade.

 

Bebês - Devem ser vacinados os bebês de seis meses a 1 ano, que tomarão a chamada “dose 0”. As crianças de 1 a 5 anos devem receber duas doses, uma aos 12 meses e outra aos 15 meses. Em caso de aplicação de apenas uma das doses, é preciso se dirigir aos postos para realizar o complemento da segunda.

 

Objetivos - O objetivo é vacinar 39 milhões de pessoas ao longo da campanha, cerca de 20% dos brasileiros. Foram disponibilizadas neste ano 60,2 milhões de doses da tríplice viral, que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola. Para o próximo ano, o ministério anunciou a aquisição de mais 65,2 milhões de doses. O público-alvo será ampliado, abrangendo também as faixas de 50 a 59 anos.

 

Casos - Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre Sarampo, de janeiro até outubro deste ano já haviam sido confirmados 6.640 casos e seis mortes. No período de 7 de julho a 29 de setembro, foram registrados 5.404 casos confirmados, enquanto 22.564 ainda estão em investigação. Outras 7.554 suspeitas foram descartadas. O período concentrou 81% dos casos confirmados neste ano.

 

Unidades da Federação - Esses episódios ocorreram em 19 unidades da Federação, sendo a quase totalidade em São Paulo, com 5.228 casos (96,74%), em 173 cidades, principalmente na região metropolitana da capital paulista. Em seguida vêm o Paraná (39 casos, em 10 cidades), o Rio de Janeiro (28, em 9 municípios), Minas Gerais (25, em 8 localidades) e Pernambuco (24, em 8 cidades).

 

Informações - Como os registros estão em municípios específicos, quem quiser mais informações deve buscar a Secretaria de Saúde do estado para saber se a sua cidade está entre os locais de ocorrência da doença. Entre as mortes, cinco foram em São Paulo e uma em Pernambuco.

 

Sarampo - Causado por vírus, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre por via aérea, ou seja, quando a pessoa infectada tosse, fala ou respira próximo de outras pessoas.

 

Sequelas - Mesmo quando o paciente não morre, há possibilidade de a infecção ocasionar sequelas irreversíveis. Quando a doença ocorre na infância, o doente pode desenvolver pneumonia, encefalite aguda e otite média aguda, que pode gerar perda auditiva permanente.

 

Sintomas - Os sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza (nariz escorrendo ou entupido) e mal-estar intenso. Quando o quadro completa de três a cinco dias, podem aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas.

 

Prevenção - A prevenção ao sarampo, feita por meio da vacinação, é fundamental, já que não há tratamento para a doença. O tipo de vacina varia conforme a idade da pessoa e a situação epidemiológica da região onde vive, ou seja, é necessário levar em conta a incidência da doença no local. Quando há um surto, por exemplo, a dose aplicada pode ser do tipo dupla viral, que protege contra sarampo e rubéola.

 

Variedades - Existem ainda as variedades tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela, mais conhecida como catapora). As vacinas estão disponíveis em unidades públicas e privadas de vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece doses gratuitamente em mais de 36 mil salas de vacinação, localizadas em postos de saúde de todo o Brasil.

 

Recomendação - O governo brasileiro recomenda que pessoas na faixa de 12 meses a 29 anos de idade recebam duas doses da vacina. Para a população com idade entre 30 a 49 anos, a indicação é de uma dose.

 

Certificação - Recentemente, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença. Na semana passada, passaram a apresentar semelhante condição quatro países da Europa: o Reino Unido, a Grécia, República Tcheca e Albânia. De acordo com o ministério, no primeiro semestre deste ano, o Cazaquistão, a Geórgia, Rússia e Ucrânia concentraram 78% dos casos registrados na Europa. (Agência Brasil)

 


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