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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4690 | 23 de Outubro de 2019

ENCONTRO DE NÚCLEOS: Evento com 70 participantes é realizado na Central Cresol, em Francisco Beltrão

Com a presença de 70 participantes, de 15 cooperativas de cinco ramos (agropecuário, crédito, saúde, transporte e educacional), é realizada, nesta quarta-feira (23/10), em Francisco Beltrão, na sede da Central Cresol Baser, a terceira reunião dos Encontros de Núcleos Cooperativos do Sistema Ocepar. Além da Cresol, o evento tem como anfitriãs o Sicoob Vale Sul e a Evolua, cooperativa de crédito com origem em Santa Catarina e que pertencem ao Sistema Ailos.

Abertura - Fizeram uso da palavra, durante a abertura o presidente da Sicredi Parque das Araucárias, Clemente Renosto, que é diretor da Ocepar e coordenador do Núcleo Sudoeste, o presidente da Central Cresol, Alzimiro Thomé, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken e o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.

Anfitriãs - Os presidentes da Cresol, Sicoob e Evolua, Alzimiro Thomé, João Batista Manfroi e Jerson Vivian, respectivamente, fizeram uma rápida apresentação sobre suas cooperativas, os principais números e áreas de atuação.

Cresol - Alzimiro Thomé, presidente da Central Cresol Baser, afirmou que receber pela primeira vez na sede da cooperativa o Encontro de Núcleos é uma satisfação. “Nos filiamos recentemente à Ocepar e hoje estamos integrados ao sistema efetivamente. Agora, através da nossa Confederação estamos buscando o registro a nível nacional, na OCB. Entendo que a força do cooperativismo está neste processo de intercooperação e nas parcerias que firmamos com várias outras instituições”, lembrou. A Cresol surgiu em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, onde também está instalada a sede da Central Cresol Baser. Hoje, o Sistema tem uma área de abrangência com postos de atendimento, além do Paraná nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro e Amazonas, com expansão para novas áreas.

SomosCoop - Para o coordenador do Núcleo Sudoeste do Sistema Ocepar, Clemente Renosto, na região, o cooperativismo é muito forte, com presença praticamente em todos os ramos. “Esta é uma oportunidade para discutirmos os principais assuntos de interesse das cooperativas e fortalecer o movimento SomosCoop, liderado pela OCB e que vem para nos auxiliar numa comunicação direta com nossos cooperados, colaboradores e população de uma forma geral. E como representante do Sistema Ocepar na região, nossa missão é fortalecer cada vez mais a integração das cooperativas aqui no Sudoeste, despertar a intercooperação como necessidade. Ver o crédito apoiando as cooperativas de produção, as de saúde apoiando de transporte e assim por diante. Assim, todos poderão crescer e a sociedade ter produtos e serviços de qualidade”, lembrou.

Programação - Durante o evento, o diretor do Grupo Datacenso, Cláudio Shimoyama, apresentou o resultado da segunda pesquisa sobre a imagem e o posicionamento das marcas das cooperativas do Paraná. Na sequência, o gerente da Fecoopar, Anderson Lechechem apresentou o Programa Trabalho Seguro e Sustentabilidade. A programação continuou com as participações de Ricken, Nobile e dos superintendentes, Robson Mafioletti e Leonardo Boesche, da Ocepar e do Sescoop/PR, respectivamente.

Mais - Nesta quinta-feira (24/10), o Sistema Ocepar promove a quarta e última reunião desta segunda rodada dos Encontros de Núcleos Cooperativivos de 2019, em Mandaguari. As duas primeiras reuniões ocorreram em Prudentópolis e Cascavel, na segunda e terça-feira (21 e 22/10).

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INFRAESTRUTURA I: Setor produtivo discute propostas para a malha ferroviária do Paraná

Representantes do setor produtivo do Paraná se reuniram, na manhã desta terça-feira (22/10), na sede do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), em Curitiba. Em discussão, o transporte de cargas por meio de ferrovias, modal que responde por 20% das cargas transportadas até o Porto de Paranaguá, principal via de saída dos produtos paranaenses para o mercado externo. “Por solicitação do governador, Carlos Massa Ratinho Júnior, vamos estruturar propostas para compor o Plano Ferroviário Paranaense, com visões de curto, médio e longo prazos”, disse o superintendente da Federação das Cooperativas do Paraná, Nelson Costa, ao explicar os motivos da reunião promovida pelo G7 (grupo formado pelas principais entidades representativas do setor produtivo do estado), em conjunto com o Conselho Temático de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). 

Planos de investimentos - Participaram o secretário estadual do Planejamento, Valdemar Bernardo Jorge, o diretor-presidente da Administração do Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Fernando Garcia da Silva, o diretor-presidente da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.), além de representantes da Rumo Logística, da Agência Paraná Desenvolvimento e do Instituto de Engenheiros do Paraná (IEP). Na ocasião, tanto a Rumo Logística quanto a Secretaria de Planejamento apresentaram seus planos de melhoria para a malha ferroviária paranaense. Também o Porto de Paranaguá trouxe números, dando uma dimensão do quanto o embarque de cargas aumentou nos últimos anos. Em 2018, os embarques somaram 53 milhões de toneladas, sendo que até agosto deste ano, já são 31 milhões de toneladas. Porém, a estrutura física do Porto, mesmo com investimentos em melhorias, permanece a mesma.

Demanda - Segundo Nelson Costa, a região Oeste do Paraná tem sido a principal prejudicada no transporte de cargas até o Porto de Paranaguá porque a capacidade de operação do ramal de Ponta Grossa até Cascavel está bastante aquém da necessidade. “Hoje são transportadas em torno de 800 mil toneladas/ano, mas a demanda existente é de no mínimo 5 milhões de toneladas/ano. Por este motivo trouxemos esse assunto para discussão hoje e depois vamos levá-lo para discutir regionalmente e, então, encaminhar uma proposta do G7 para o governo que seja assertiva”, completou Costa.

União - “A gente percebe a união do setor produtivo e a disposição em pensar junto com o Estado uma maneira de construir um novo modelo modal ferroviário no Paraná”, afirmou o secretário Valdemar Bernardo. Na sua opinião, o diálogo promovido pelo G7 e o Conselho Temático da Fiep foi importante porque possibilitou “ouvir as demandas do setor produtivo e os investimentos no Porto para facilitar a descarga dos vagões”. “Também fomos informados sobre os investimentos que a Rumo fez em locomotivas e ouvimos o pessoal da Ferroeste, empresa que fez um belíssimo trabalho nos últimos 10 meses, superando uma situação deficitária e aumentando sua capacidade de transporte. Hoje já não precisamos mais colocar dinheiro para custear o transporte ferroviário”, afirmou.

Curto prazo - Para o secretário, a curto prazo tão importante quanto aumentar a capacidade de transporte ferroviário é garantir uma tarifa competitiva para o setor produtivo. “A gente não pode ter tarifas elevadas que irão prejudicar cada vez mais o setor produtivo. Então, o objetivo, nesse momento, é reduzir tarifa e aumentar a capacidade de transporte”, disse o secretário lembrando que hoje há uma necessidade de resolver o problema da ferrovia em Guarapuava, onde é preciso fazer o transbordo de cargas. “Isso representa um custo muito alto para o setor produtivo e encarece o custo Brasil. Então, a ideia no curto prazo é encontrar uma forma que a gente possa, junto com a malha da Rumo e a malha da Ferroeste, evitar esse transbordo, aumentando a capacidade da Ferroeste de quase em 1 milhão de toneladas/ano para quase 3 a 4 milhões de toneladas”, concluiu.

Potencial de crescimento - Atualmente o modal ferroviário do Paraná transporta 10 milhões de toneladas de carga/ano, contra 43 milhões de toneladas transportadas por caminhões, o que mostra o desequilíbrio no escoamento.  Com melhorias nas malhas da Rumo e da Ferroeste (linha permanente e material rodante), projetos para descarga de volume adicional via ferrovias (Moegas), bem como a atualização de projetos já existentes, a exemplo do trecho Guarapuava-Ipiranga e Cascavel-Foz do Iguaçu, a expectativa é de uma migração de 40 milhões de toneladas/ano de cargas transportadas de rodovias para as ferrovias, o que irá representar uma economia total de R$ 1,2 bilhão por ano.

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INFRAESTRUTURA II: Logística interna de circulação e descarga no Porto precisa de melhorias

 

“O Porto cresceu, a cidade cresceu, então precisamos trabalhar num espaço físico menor. Não podemos manter a matriz logística de 80% caminhão e 20% trem. Para atender a maior demanda e diminuir o conflito Porto-Cidade, a gente precisa readequar esse sistema ferroviário”, disse o presidente da Portos Paraná, Luiz Fernando Garcia, na reunião que discutiu a construção de um novo plano para o modal ferroviário do Paraná, realizada na manhã desta terça-feira (22/10), no Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), em Curitiba.

 

Investimentos - De acordo ele, existe a necessidade de investimentos e melhorias para manter o atendimento com qualidade. É o que a empresa pública vem fazendo, através de projetos como o de uma moega exclusiva para descarga de vagões no Corredor de Exportação e, em parceria com a Rumo, com a modernização e ampliação da frota.

 

Polos de discussão - O dirigente da Portos do Paraná acredita que encontros como esse, na Ocepar, sejam importantes polos de discussão. “A nossa gestão trabalha com a comunidade, nunca vamos trabalhar de maneira isolada. A gente coloca o nosso planejamento e busca a aprovação. Nossos clientes estão sempre junto conosco e eles podem ter outra percepção. Precisamos dessas opiniões para validar o nosso planejamento”, afirmou.

 

Melhorias - O G7, grupo formado pelas principais instituições representativas do setor produtivo paranaense, vê com bons olhos a postura da atual administração dos portos do Paraná. “A vinda do Porto foi importante porque de nada adianta melhorar a chegada dos trens se não melhorarmos a logística interna de circulação e descarga no Porto. As duas coisas estão intimamente ligadas”, avaliou Nelson Costa, superintendente da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar).

 

Propostas - Ele espera que as reuniões e discussões em torno do tema possam contribuir com soluções para modernizar o modal ferroviário o mais rápido possível. “O G7 está finalizando o estudo e, após discutir as propostas regionalmente com o setor produtivo, iremos apresentar ao governador Carlos Massa Ratinho Júnior. Ou seja, nós estamos na fase de estruturar uma proposta e levar ao governador para equacionar para a logística ferroviária do Paraná”, acrescentou.

 

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FÓRUM DE MERCADO: Debate sobre acordos comerciais, mercado de grãos e clima será dia 31 de outubro

 

No dia 31 de outubro, o Sistema Ocepar realiza mais uma edição do Fórum de Mercado do Cooperativismo Paranaense. Será na sede da Cooperativa Coamo, em Campo Mourão, na região Centro-Oeste do Estado, das 9h às 12h30. “Nesta reunião, iremos trazer a temática do cenário de acordos comerciais para o Brasil, as perspectivas para o mercado de soja, milho e trigo, e as projeções climáticas para a safra 2019/2020”, esclarece o analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Maiko Zanella.

 

Abertura e palestrantes – O evento será aberto pelos presidentes da Coamo, José Aroldo Gallassini, e do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Entre os palestrantes estarão o diretor da Agroconsult, André Pessôa, o meteorologista Luiz Renato Lazinski, que trabalhou durante anos no Instituto Nacional de Meteorologia INMET/Mapa, na área de agrometeorologia, e representantes da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura.

 

Confirmação de presença – O Fórum é destinado a profissionais que atuam nas cooperativas do Paraná. Os interessados devem confirmar presença com Jessica Cosa (41 3200-1133 / jessica.costa@sistemaocepar.coop.br) ou Maiko Zanella (41 3200-1115 / maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br).

 

forum mercado folder 23 10 2019

DENTAL UNI: Cooperativa recebe prêmio por sucesso na recuperação de crédito de inadimplentes

“Unir pessoas pelo sorriso”. Com esse propósito, a Dental Uni ganhou mais um prêmio, o “Sucesso em Recuperação de Créditos”, da Associação Comercial do Paraná (ACP), na categoria Cooperativa. O prêmio, entregue na última sexta-feira (18/10), na sede administrativa da Dental Uni, em Curitiba, destacou que a empresa teve o melhor resultado em recuperação de crédito em valores absoluto e percentual no 1º semestre de 2019.

Atendimento - Mesmo com 28% dos consumidores paranaenses com dívidas em atraso e 10% sem condições de pagar, de acordo com levantamento divulgado, em julho deste ano, pela Fecomércio PR (Federação de Bens, Serviços e Turismo do Paraná) – a Dental Uni conseguiu recuperar o crédito junto aos seus clientes inadimplentes. De acordo com o presidente da cooperativa, Luiz Humberto de Souza Daniel, isso deve-se ao fato de atenderem todos da mesma forma, com uma ótima experiência até na hora da cobrança.

Boa relação - Devido à crise econômica do país, desemprego e até problemas, a Dental Uni entende que muitas vezes é difícil pagar uma conta, declara o presidente da cooperativa. “Por isso, temos uma boa relação com nossos clientes, renegociando sempre e oferecendo um financiamento que eles possam pagar suas parcelas tranquilamente”, pontua.

Propósito - A redução da taxa de inadimplência, e consequentemente o prêmio, é parte do propósito da Dental Uni, explica Luiz Humberto. “A Dental Uni busca unir as pessoas pelo sorriso através da venda de planos odontológicos. Esse sentimento de felicidade é o que nós queremos transmitir para nossos beneficiários!”, finaliza. (Imprensa Dental Uni)

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FRÍSIA: Pavilhão AgroTech apresenta plataforma inovadora para o agronegócio

frisia 23 10 2019A Fundação ABC, em parceria com a Frísia, apresentará, a partir desta quarta-feira (23/10) no estande no Pavilhão AgroTech, o sigmaABC - plataforma lançada na feira Digital Agro 2019 e que reúne diversas informações geradas nas propriedades agropecuárias. O Pavilhão AgroTech é uma das atrações da Feira Paraná, exposição que acontece no Centro de Eventos e Centro Agropecuário de Ponta Grossa.

Integração de informações - O sigmaABC tem como objetivo integrar as informações dos agricultores (fazendas, talhões, máquinas e implementos, custos de produção), das cooperativas e de seus engenheiros agrônomos. “Com base na localização de áreas informadas pela geolocalização, a plataforma reúne dados coletados em campo, levantamentos do solo, dados fitotécnicos, estações meteorológicas automáticas, radar e satélite, previsão de tempo, modelos de simulação (doenças, pragas, plantas daninhas, água no solo, produtividade potencial) e modelos de potencial produtivo (índices de vegetação)”, afirma Fabio Crestani Pereira, gerente de Vendas e Projetos da Frísia.

Computador e celular - A plataforma pode ser utilizada no computador e no celular (com ou sem internet). “Até agora está composta de 16 módulos funcionais, na primeira versão, de um total de 30 módulos, que permitirá a integração com laboratórios, prestadores de serviços e sistemas, como o de gestão agronômica, por exemplo”, explica Pereira. O projeto foi desenvolvido pela Fundação ABC em parceria com o Instituto de Pesquisas Eldorado e as cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal.

E-commerce - Além da sigmaABC, a Frísia dará destaque ao e-commerce Supercampo, comunidade virtual desenvolvida pela cooperativa e que oferece opções diversificadas para atender às demandas do consumidor por itens agropecuários de forma rápida, eficiente e com qualidade. O SuperCampo tem segurança de pagamento e garantia de entregas.

Palestra - No Pavilhão AgroTech, dia 24, às 14h, será ministrada a palestra de Luis Rasquilha, com o tema “Inovação no Agronegócio”. Rasquilha é autor de 18 livros e referência em marketing, comunicação e inovação. O evento será gratuito mediante inscrição antecipada pelo site Sympla.

Feira Paraná - A Feira Paraná, que vai até o dia 27 de outubro, incorporou a 41ª edição da Exposição e Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Ponta Grossa (Efapi). A entrada, exceto para shows e rodeios, é gratuita.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

COCAMAR: Para facilitar a colheita, citricultor idealiza a “sacola de metro”

Um dos mais antigos cooperados da Cocamar ainda em atividade, Teruo Watanabe, cadastrado com o número 469, completou 87 anos no dia 12 de outubro. Morador em Maringá (PR) e dono de propriedade rural em Rondon, a 85km, ele foi um dos primeiros a apostar no plantio comercial de pomares de laranja no noroeste do estado, depois de convencido pela cooperativa.

Bom negócio - Segundo se recorda o produtor, o técnico insistiu tanto na época, explicando que seria um bom negócio investir na citricultura, que ele acabou aceitando, não sem impor antes uma condição: muito apegado ao café, disse que plantaria sim, mas só se fosse no meio do cafezal.

Não se arrependeu - Claro que Teruo fez tudo como mandava o figurino, seguiu as orientações técnicas da cooperativa e não se arrependeu: com o tempo, formou um pomar de referência e até já foi um dos campeões de produtividade entre os cooperados.

A família - Atualmente são 21 mil pés conduzidos com capricho e o acompanhamento direto da esposa Regina e da filha Júlia. Graduada em farmácia, Júlia dedicou-se por muitos anos ao seu ramo e, depois de formados os filhos, deixou o negócio para “aprender com o pai”. São quatro irmãos, dos quais ela e Eurico participam da gestão da atividade rural (ele na propriedade de café da família em Minas Gerais).

Se destaca - Nascido em Lins (SP) e desde 1953 em Maringá, cidade para onde os pais se mudaram com a finalidade de fazer a vida produzindo café, Teruo Watanabe não é um produtor comum. Ele se diferencia por estar sempre imaginando soluções para aprimorar o trabalho no campo. Conta que quando se depara com uma situação que possa ser melhorada, põe a cabeça para matutar e não descansa até alcançar o seu objetivo.

Ideia - Foi assim que, neste ano, depois de observar o desgaste dos colhedores de laranja ao longo de um dia de trabalho, subindo e descendo inúmeras vezes com suas sacolas a escada utilizada no pomar para alcançar os frutos mais altos, que ele teve uma ideia.

Sem peso - Imaginou que a sacola poderia ser estendida até o chão, perto do beg onde são acumuladas as laranjas, evitando assim que o trabalhador tenha que ficar suportando o peso da sacola até enchê-la, o que dá 25 kg. Melhor: ele poderia apanhar os frutos sem a necessidade de ficar descendo a escada toda vez que ela estiver cheia.

De metro - Nasceu, assim, a “sacola de metro”, como Teruo denominou, a qual se semelha, na verdade, a um cano costurado em lona, com seis metros de comprimento. À medida que vai apanhando as laranjas, o trabalhador as deposita no interior da “sacola de metro” e elas deslizam suavemente pelo cano até o nível do chão. Ao atingir uma determinada quantidade, o apanhador desce para recolher os frutos no beg.  

Teste - A filha Júlia comenta que o funcionário da propriedade, Sérgio de Azevedo Silva, se incumbiu de testar a novidade, a exemplo do que faz sempre que o proprietário aparece com uma de suas soluções criativas. “Ele dá palpites para melhorar e é um grande incentivador”.

Vantagens - De acordo com Teruo, com a “sacola de metro” (cujo desenho industrial já foi registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial), o trabalhador não carrega peso e executa o serviço de maneira mais confortável. Ele lembra que era comum ver apanhadores colocando espumas sob as alças da sacola tradicional, nos ombros, por ficar pesada. Da mesma forma, há diminuição do sobe e desce na escada (o que torna o trabalho mais seguro) e estima-se que a produtividade da equipe de colheita, com a adoção dessa sacola, tenha aumentado em pelo menos 20%. “O resultado tem sido bom”, resume o produtor.

“Minhocão”- Júlia informa que a mãe é quem costurou a lona para fazer a sacola idealizada pelo marido. No primeiro protótipo, foi usado plástico de sacaria (ráfia), que não deu certo. Diante da repercussão positiva dos trabalhadores com o modelo atual, o qual chamaram de “minhocão”, o Instituto Cocamar tomou conhecimento da novidade e, autorizado pelo idealizador, mandou fazer 100 unidades para que fossem testadas em outras propriedades.

Funciona bem - O técnico em segurança da cooperativa Coopsoli, Rodrigo Toledo, avalia que a “sacola de metro” vem tendo boa aceitação junto aos trabalhadores. “Ela funciona melhor para as colheitas em plantas altas, mas no caso de plantas baixas é possível adaptar o comprimento”, afirma. Fundada no ano passado, a Coopersoli integra citricultores credenciados a produzirem laranjas destinadas ao mercado justo, o que ainda não é o caso dos Watanabe.

Tentativas - Animado, Teruo faz planos de expandir entre os citricultores a utilização de sua “sacola de metro”. Aliás, desenvolver ou adaptar soluções para melhorar a rotina na propriedade e o bem-estar dos trabalhadores, tem sido uma característica do produtor. Antes de chegar à “sacola de metro”, ele havia tentado adaptar um gancho para a colheita das laranjas, sem que o apanhador tivesse que subir em escada, mas a iniciativa não apresentou o resultado que se esperava.

Agradecido - Religioso, Teruo diz que foi iluminado por Nossa Senhora Aparecida (o dia da padroeira é celebrada na mesma data do seu aniversário, 12/10). E agradece à Cocamar por ajudá-lo a levar adiante a sua ideia, em especial o gerente técnico Robson Ferreira e o técnico Rodrigo Toledo. (Imprensa Cocamar)

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SICREDI FRONTEIRAS I: Cooperativa acompanha tendência econômica e reduz taxas de juros a seus associados

sicredi fronteiraas 23 10 2019A Sicredi Fronteiras PR/SC/SP reduziu as taxas de juros praticadas nos empréstimos para pessoas físicas (PF) e jurídicas (PJ), acompanhando a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, de baixar a taxa Selic de 6% para 5,5% ao ano. O objetivo é de reforçar sua política de atuação cooperativa voltada ao desenvolvimento regional. A redução das taxas abrange todos os produtos de crédito comercial, aplicando diferenças impactantes na vida financeira dos associados.

Simulações - As taxas de juros tiveram redução significativa, chegando a mais de 30% em alguns produtos. Por esse motivo, é importante que o associado consulte o seu gerente de negócios na agência e faça simulações. “As cotações tiveram uma grande variação após as novas taxas definidas, refletindo na renda do associado, que gasta menos com crédito e tem sobras para comprar e investir, gerando desenvolvimento econômico para toda comunidade. Além disso, é importante que o associado compare o custo final da operação de crédito e não leve em consideração apenas a taxa de juros praticada, pois muitas instituições financeiras incluem custos de liberação e seguros sem que seu cliente perceba”, afirma o gerente de desenvolvimento de crédito, Fernando De Conti. Ele observa que a medida tem o objetivo de agregar mais renda.

Energia fotovoltaica - A Sicredi Fronteiras está fomentando investimentos em energia fotovoltaica, com condições diferenciadas na taxa de juros e com até 120 meses para pagar. “No Sicredi, você coopera com o meio ambiente, adquirindo tecnologia para utilização de uma fonte de energia renovável em sua residência, empresa ou propriedade rural. É a eletricidade eficiente do futuro”, destaca o presidente da Cooperativa, José César Wunsch.

#você de carro novo - Buscando estimular o financiamento de veículos que historicamente crescem no último trimestre dos anos, a cooperativa Sicredi Fronteiras disponibiliza a seus associados a promoção: #você de carro novo. Financie seu Veículo no Sicredi e ganhe a transferência. Esta promoção consiste em ressarcir exclusivamente as taxas de transferência do veículo junto ao Detran. Esta modalidade de crédito tem taxas diferenciadas, com até 60 meses para pagar. No caso de produtores rurais, as parcelas podem ser pagas de forma semestral.

Mais informações - Para maiores informações, entre em contato com a Sicredi Fronteiras. Encontre a agência mais próxima de você em: https://www.sicredi.com.br/site/localizar-agencia. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

SICREDI FRONTEIRAS II: Projeto incentiva conhecimento sobre o cooperativismo e premia alunos do Paraná

A Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP realizou, no dia 17 de outubro, a etapa final do projeto “Escrevendo com o Sicredi”, em Realeza/PR. Mais de 480 alunos, dos 5ºs e 9ºs anos, participaram desta segunda edição.

Objetivo - A proposição do projeto tem como principal objetivo incentivar o gosto à leitura, correta utilização da língua portuguesa na comunicação, tanto nas produções orais como nas escritas, estimulando o espírito competitivo entre os alunos, promovendo assim, uma competição saudável e geradora de aprendizagem.

Primeira fase - A primeira fase ocorreu em sala de aula, já a final foi disputada diante de um público que lotou a Casa de Cultura de Realeza, e contou com a presença de autoridades, pais, professores e colegas de classe.

Ganhadores do 5º Ano – Escolas Municipais.

1º Lugar – Amanda Gatti Solivo

Escola Municipal Menino Jesus

2º Lugar – Dafne Eduarda Wilbert

Escola Municipal Greuza Dal Molin

3º Lugar – Eduardo Schmatz de Moraes

Escola Municipal Santo Antônio

Ganhadores do 9º Ano – Escolas Estaduais.

1º Lugar – Maria Eduarda Matter Carmargo

Escola Estadual Dom Carlos Eduardo

2º Lugar – Brenno Iury Linden Baldissera

Escola Estadual Dom Carlos Eduardo

3º Lugar – Karina de Bairros Furtado

Escola Estadual João Paulo II

Princípios - O Sicredi tem como parte dos seus princípios apoiar a educação, o conhecimento e promover a cultura do cooperativismo. Objetivos esses promovidos há mais de 23 anos, por meio do programa “A União faz a vida”.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Novo espaço de atendimento é aberto em parceria com a Associação Comercial de São Paulo

A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) abriram as portas de mais um espaço de atendimento para os empreendedores. A nova unidade, instalada na distrital da ACSP da Mooca, foi inaugurada na noite de segunda-feira (21/10), e contou com a presença do presidente da cooperativa, Jaime Basso, do presidente da ACSP, Alfredo Cotait, além de outras autoridades.

Continuidade - A inauguração deu continuidade à entrega dos espaços exclusivos do Sicredi na Associação Comercial de São Paulo, que oferecem soluções financeiras cooperativas exclusivas aos associados da ACSP. Com a nova unidade, são seis pontos de atendimento abertos – considerando as distritais Penha, Centro – Liberdade, Ipiranga, Sudeste – Vila Mariana e Pinheiros. No total, serão 15 espaços para atender empresários da capital paulista, que contam ainda com um ponto na sede na ACSP, no centro da cidade.

Alegria - “É uma alegria estar aqui em mais uma entrega tão importante para a sociedade e para o cooperativismo. Agradeço a Associação Comercial de São Paulo pelo movimento que permitiu ao Sicredi essa parceria tão importante, pois, em conjunto, nós trabalhamos para atender a demanda dos empresários. Por meio do associativismo e do cooperativismo, faremos um mundo melhor para se viver”, destacou o presidente do Sicredi, sr. Jaime Basso.

Importância - O presidente da ACSP, Alfredo Cotait, também frisou a importância da abertura de mais um espaço de atendimento. “A ACSP e o Sicredi estão trabalhando juntos em prol da economia liberal, fazendo a diferença e olhando pelos empresários. É uma parceria que pode melhorar a vida dos empreendedores”.

Pontos de atendimento - Com a entrega do novo espaço, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/AP passa a contar com 30 pontos de atendimento abertos na grande São Paulo (Capital e ABCD). Para conhecer outros endereços ou saber mais sobre o Sicredi, acesse www.sicredi.com.br.

Localização - O novo espaço de atendimento está localizado na Rua Madre de Deus, 222, Mooca, em São Paulo (SP).

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri é uma cooperativa com 31 anos de história, mais de 136 mil associados, distribuídos em 77 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná e Capital e Abcd Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB MERIDIONAL: Financiamento é opção para quem deseja economizar com energia solar

A procura pelos sistemas fotovoltaicos tem aumentado em todo o Brasil. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apontam que só nos seis primeiros meses de 2019, o número de instalações já é equivalente ao total de projetos realizados em todo o ano passado. Diversos fatores podem ser apontados para este aumento significativo. Entre eles, está o crescimento da oferta de linhas de financiamento em energia solar.

Linha específica - No Sicoob Meridional, por exemplo, é possível contar com uma linha específica para a aquisição de máquinas e equipamentos utilizados na geração ou utilização de energia renovável. O financiamento pode ser contratado tanto por pessoa física quanto pessoa jurídica.

Condições - A cooperativa, que tem sede em Toledo (PR), mas atende também em diversos munícipios do Rio Grande do Sul, oferece linha pós fixada com taxa de 0,30% a.m + CDI. Além disso, o cooperado pode parcelar em até 120 meses e ainda tem carência de três a seis meses para o pagamento da primeira parcela.

Atrativa - “Considerando a crescente preocupação com a sustentabilidade e a busca das famílias e empresas com a redução da conta de energia, acredito que essa linha de financiamento a longo prazo é muito atrativa, pois cumpre justamente essa função, reduzir custos e ser sustentável ao mesmo tempo”, explica a gerente comercial de Lajeado (RS), Vanessa Bazzanella.

Interesse - O cooperado Eder Capalonga, de Lajeado (RS), conta que o interesse em energia renovável começou cerca de um ano antes da contratação do financiamento. Foi então que ele começou a pesquisar e tirar dúvidas a respeito. “Com certeza, trazer uma redução significativa na conta de energia e, principalmente, colaborar com o meio ambiente foram fatores determinantes. Tínhamos uma conta em torno de R$ 1.500 e agora fica em torno de R$300. Percebi que valeu a pena financiar. Além disso, a operação realizada junto com o Sicoob Meridional foi acertada, já que foi fácil, ágil e tivemos muito a ajuda dos colaboradores para que desse tudo certo”, relata.

Dúvidas - Para tirar dúvidas e conhecer as condições da linha de financiamento para energia fotovoltaica do Sicoob Meridional, procure a agência localizada na Av. Senador Alberto Pasqualini, 336. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB OURO BRANCO I: Sicoob Noroeste do Paraná inicia atuação em SP e adota nome novo nome

sicoob ouro branco I 23 10 2019Quando foi criado, em 2003, o Sicoob Paranavaí recebeu este nome devido a sua atuação local. Com o passar dos anos, a cooperativa expandiu sua rede de atendimento e passou a abranger outras cidades da região. Com isso, passou a se chamar Sicoob Noroeste do Paraná.

Nova mudança - Recentemente, com autorização do Banco Central para ampliação da base territorial para o Estado de São Paulo, surgiu a necessidade de uma nova mudança no nome. Em pesquisa realizada com os colaboradores, conselheiros e diretores, alguns nomes foram propostos e analisados por uma comissão nomeada pelo presidente. Depois de apresentados em Assembleia Geral Extraordinária para votação entre os delegados, o nome escolhido foi Sicoob Unicoob Ouro Branco.

Escolha - Segundo o presidente, Rafael Benjamim Cargnin Filho, a escolha por Ouro Branco remete às culturas tradicionais da região de origem da cooperativa, como algodão, mandioca e o rebanho nelore. Além disso, o metal ouro tem no ouro branco o seu referencial de pureza e valor. “O mais importante não é o nome, mas a continuidade de um trabalho de crescimento do sistema, rompendo barreiras e elevando o nome da região”, explica.

Inaugurações - Com a expansão, o Sicoob Ouro Branco já inaugurou cinco agências em território paulista, nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul e Guarulhos. Em breve, novas unidades entrarão em funcionamento. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB OURO BRANCO II: Espetáculo teatral é apresentado para 120 crianças em Paranavaí

O Sicoob Ouro Branco e a Casa da Criança de Paranavaí promoveram, no dia 10 de outubro, em Paranavaí (PR), o espetáculo “A Pequena Grande História”, interpretado pelo artista Sérgio Torrente, que já fez apresentações em várias partes do Brasil.

Plateia - A plateia foi formada por cerca de 120 crianças, dentre elas, os membros da Cooperativa Mirim que desenvolvem suas atividades cooperativistas na instituição. A peça teve brincadeiras populares, cantigas e até fantoches. Na ocasião, o ator também falou sobre o livro “Caio achou uma moedinha”, que é o primeiro da Coleção Financinhas, uma iniciativa do Sicoob para incentivar jovens e crianças a conhecerem o universo das finanças de forma simples e divertida.

Contação de histórias - Além de comemorar o Dia das Crianças, a proposta do espetáculo foi valorizar a contação de histórias como ferramenta de aproximação familiar e comunitária. Além disso, buscou transmitir às crianças a necessidade e importância de saber suas próprias histórias.

Incentivo - “Incentivar a leitura e a economia compartilhada com essas crianças pode tornar o mundo um lugar mais justo e igualitário”, comenta o presidente do Sicoob Ouro Branco, Rafael Benjamim Cargnin Filho

Realidade - Para o presidente da Cooperativa Mirim, Yuri Kenki Hieda, poder compartilhar experiências vividas na cooperativa, como essa do espetáculo, pode ajudar a mudar a realidade de muitas crianças. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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PESQUISA: Embrapa realiza ações para popularizar a ciência junto à comunidade

pesquisa 23 10 2019Em comemoração à 16ª Semana de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), a Embrapa Soja promoveu, nesta terça-feira (22/10), na sede da Embrapa Soja, uma palestra seguida de visita ao Laboratório de Biotecnologia Vegetal. O evento dirigido a estudantes de nível técnico e graduação contou com 35 inscritos. O pesquisador da Embrapa Soja, Adeney de Freitas Bueno, ministrou a palestra sobre produção sustentável com ciência. Na sequência, os estudantes tiveram a oportunidade de visitar as instalações Embrapa Soja.

Bate-papo - Nesta quarta-feira (23/10), está programado um bate-papo entre cientistas e a comunidade, a partir das 19h, no Cheers Irish Pub. No “Papo com ciência” - Insetos do Bem: um novo olhar para nossa agricultura a professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Silvia Helena Sofia, irá destacar o papel das abelhas como agentes polinizadores em agroecossistemas e o risco do mau uso dos agrotóxicos. Em seguida, o pesquisador da Embrapa Soja Adeney de Freitas Bueno, irá apresentar a importância da ciência na produção de alimentos. A proposta do encontro é aproximar os cientistas da comunidade e esclarecer questões relacionadas à produção científica.

Semana - A Semana de C&T ocorre de 21 a 27 de outubro, em nível nacional, a Embrapa Soja e Universidade Estadual de Londrina (UEL) promovem atividades em Londrina (PR), relacionadas a mobilizar a população, em especial os jovens, para atividades científico-tecnológicas. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

Evento: Agricultura movida à ciência

Data: 22 de outubro

Horário: 13h30 às 16h

Local: Embrapa Soja – Londrina (PR)

Inscrição aqui: https://www.sympla.com.br/agricultura-movida-a-ciencia__671886

Evento: “Papo com ciência” - Insetos do Bem: um novo olhar para nossa agricultura

Data: 23 de outubro

Horário: 19h

Local: Cheers Irish Pub - Rua Alagoas, 1005 – Londrina (PR)

Promoção: Embrapa Soja e UEL

Entrada gratuita

 

PRÊMIO QUALIDADE: Melhor café do Paraná será conhecido nesta quinta, em Ivaiporã

premio qualidade 23 10 2019Serão anunciados, nesta quinta-feira (24/10), em Ivaiporã, região central do Paraná, os vencedores da 17ª edição do prêmio Café Qualidade Paraná. Chegaram à etapa final 55 lotes, de um total de 120 que iniciaram a disputa, informa o economista Paulo Sérgio Franzini, coordenador do certame e integrante da Câmara Setorial do Café do Paraná.

Categorias - Os concorrentes podem disputar nas categorias cereja descascado ou “via úmida” – a polpa do grão maduro é retirada para diminuir o tempo no terreiro – e natural ou “via seca”, que é a forma mais comum de processamento, em que o grão vai inteiro para secagem.

Inscrição - O cafeicultor interessado em participar do certame faz a inscrição em um escritório da Emater-PR. São aceitos até dois lotes por produtor, um em cada categoria, com o mínimo de uma e o máximo de cinco sacas de 60 quilos do produto beneficiado. Este ano, apenas a região Oeste não inscreveu concorrente.

Avaliação - Os lotes passam pelo crivo de uma comissão de classificadores para avaliação física de acordo com a Classificação Oficial Brasileira (COB). Os aprovados seguem para o julgamento final, conduzido por outro grupo de provadores – eles utilizam a metodologia SCAA (sigla em inglês para Associação Americana de Café Especiais) para avaliar os quesitos aroma, doçura, acidez, corpo, sabor, gosto remanescente e balanço da bebida.

Prêmios - Franzini explica que os cinco primeiros classificados de cada categoria têm garantida a compra pelos patrocinadores do certame, ao valor praticado pela BM&F no dia 23 de outubro acrescido de 30%. Ao fazer a inscrição, o cafeicultor pode também optar por uma avaliação da sustentabilidade da produção de seu lote, e terá então sua propriedade auditada por um profissional da Emater-PR. As três propriedades mais bem avaliadas no quesito sustentabilidade também são premiadas.

Finalistas - Em ordem alfabética, são finalistas:

CEREJA DESCASCADO

Cornelia Margot Gamerschlag (Santa Mariana)

Donizetti Soares (São Jerônimo da Serra)

Evilasio Shigueaki Mori (Cambira)

Fábio Dória Scatolin (Ribeirão Claro)

Guilherme Henrique Fiorucci (Cambira)

José Sendeski Neto (Iguaraçu)

Juarez Colatino de Barros (São Jerônimo da Serra)

Leandro Cézar Soares (São Jerônimo da Serra)

Maria Aparecida Maciel (Japira)

Maristela Fátima da Silva Souza (Tomazina)

Orlando von der Osten (Cornélio Procópio)

Pabro Ribeiro dos Santos (Congonhinhas)

Pâmela Ribeiro Mateus (Congonhinhas)

Renee Von Der Goot (Carlópolis)

Ricardo Batista dos Santos (Congonhinhas)

Rogério Peres Penha (Ibaiti)

Sandra Aparecida de Freitas Godoi (Tomazina)

Sirlei de Fátima da Cruz Carvalho (Siqueira Campos)

Vagner de Freitas Gonçalves (Tomazina)

Valdeir Luiz de Souza (Tomazina)

Valdir Constantino da Silva (São Jerônimo da Serra)

Vanessa Rosa de Souza (Tomazina).

CAFÉ NATURAL

Aldenice da Silva Soares (São Jerônimo da Serra)

Amarildo Estevam Barbosa (Jardim Alegre)

Antonio Ronaldo da Silva (Apucarana)

Claudeir Marcos de Souza (Pinhalão)

Claudinei de Carvalho Nunes (Congonhinhas)

Edson Messias de Carvalho (Joaquim Távora)

Eloir Inocência Nogueira de Souza (Tomazina)

Evilasio Shigueaki Mori (Cambira)

Fábio Dória Scatolin (Ribeirão Claro)

Fernando Lopes (Mandaguari)

Giovani Rosseto (Mandaguari)

Glaucia Daniela Mendes Oliveira (Joaquim Távora)

Guilherme Henrique Fiorucci (Cambira)

Jorge Souza Augusto (Cambira)

José Eduardo Correa Ferraz (Ribeirão Claro)

José Sendeski Neto (Iguaraçu)

Marcia Cristina da Silva Costa (Tomazina)

Marcio de Godoi (Tomazina)

Marcio Rosa Fávaro (Ivaiporã)

Maristela Fátima da Silva Souza (Tomazina)

Mauro Kiniti Sato (Apucarana)

Pabro Ribeiro dos Santos (Congonhinhas)

Paulo Sérgio Lopes (Mandaguari)

Renee Von Der Goot (Carlópolis)

Ricardo Batista dos Santos (Congonhinhas)

Rogério Lopes (Mandaguari)

Rosa Moreira do Carmo dos Santos (Cambira)

Tumoru Sera (Congonhinhas)

Valdeci Siqueira Teixeira (Ivaiporã)

Valdecir de Souza (Ivaiporã)

Walter Marcomini (Ivaiporã)

Welliton Nelson Sgorlon Marques (Pitangueiras).

Realização - Uma realização da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina, Câmara Setorial do Café do Paraná, Prefeitura de Ivaiporã e Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab) – por intermédio de suas vinculadas Emater-PR e Iapar –, o concurso Café Qualidade Paraná recebe o patrocínio da Bratac, BRDE, Cooperativa Integrada, Crea-PR, Faep/Senar, Fetaep, Fortaleza Coffee, Sebrae, Sicredi e Sistema Ocepar. Conta ainda com o apoio da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), Cocamar, Cocari, Copacol, Equipamentos Probat Leogap e Sociedade Rural do Paraná (SRP). (Assessoria de Imprensa do Iapar)

SERVIÇO

Solenidade de premiação do concurso Café Qualidade Paraná 2019

Data: 24 de outubro (quinta-feira)

Horário: 9 horas

Local: Scaramal Eventos | Estrada Ouro Verde, km 1 | Ivaiporã - PR

 

 

SOJA: Plantio evolui e atinge média histórica

O tempo seco em setembro dificultou o início do plantio da atual safra de grãos de verão e chegou a gerar preocupação aos produtores sobre a janela ideal de trabalho para o cultivo de milho de inverno do ano que vem. Mas São Pedro ajudou e, após um período chuvoso no Centro-Sul na semana passada, a semeadura de soja evoluiu e chegou à média histórica no Brasil.

Área plantada - Conforme a AgRural, 21% da área plantada de soja estimada para este ciclo 2019/20 (36,5 milhões de hectares) foi semeada até o dia 17 de outubro, em linha com a média dos últimos cinco anos. Uma semana antes, eram 11%, o que significava que os trabalhos estavam atrasados. Nos cálculos da consultoria Safras & Mercado, o ritmo já superou à média para o período, de 18,2%, e o percentual atingiu 19,5% da área total projetada (36,9 milhões de hectares).

Aumento - Apesar de as estimativas de área das duas consultorias serem levemente diferentes, ambas preveem aumento de 1,5% em relação à temporada 2018/19. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a semeadura de soja se espalhará por 36,6 milhões de hectares em 2019/20, 1,9% mais que em 2018/19, e a colheita somará 120,4 milhões de toneladas, um aumento de 4,7% ante ao ciclo anterior.

Ritmo - Embora tenha chegado à média dos últimos cinco anos, o ritmo na safra atual permanece abaixo do observado na temporada passada, o mais acelerado já registrado. Segundo a AgRural, nesta época de 2018 a semeadura já havia alcançado 34% da área prevista, e de acordo com a Safras o percentual estava em 27,5%.

Mato Grosso - As duas consultorias apontaram que a evolução observada foi puxada por Mato Grosso, que lidera a produção de grãos do país e onde metade da área de soja em 2019/20 foi semeada até quinta-feira. “Embora as chuvas ainda estejam irregulares em alguns pontos do Estado, volumes e cobertura melhoraram na primeira quinzena de outubro, permitindo que os produtores superassem o atraso inicial observado em setembro”, diz nota da AgRural.

Percentual - Na sexta-feira (18/10), o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea/Famato) informou que o plantio de soja no Estado havia alcançado 41,8% da área esperada - avanço de 23 pontos percentuais em uma semana, mas ainda um atraso de 9,2 pontos ante o mesmo período do ciclo passado.

Paraná - Também houve avanço no Paraná, segundo maior Estado produtor de grãos, mas o plantio segue atrasado porque o clima permanece seco. Até quinta-feira (17/10), 33% da área paranaense de soja foi semeada, o índice mais baixo para esta época desde o ciclo 2011/12, segundo a AgRural.

Replantio - “Não bastasse o atraso, parte dos produtores do oeste do Estado vai precisar replantar”, informa a consultoria. “Se as chuvas não melhorarem na segunda quinzena de outubro, o plantio da segunda safra de milho deverá enfrentar problemas em 2020, já que a janela ideal no oeste paranaense se fecha em meados do mês de fevereiro”.

Dos EUA à China - A China ofereceu para empresas locais e multinacionais cotas livres de tarifa para a importação de 10 milhões de toneladas de soja dos EUA, disseram duas fontes à agência Reuters. A informação confirma o que disse ao Valor o consultor Steve Cachia. A cota foi definida em um encontro promovido pela agência chinesa de planejamento, que veio após o presidente americano, Donald Trump ter afirmado que a China concordou em comprar até US$ 50 bilhões em produtos agrícolas dos EUA. (Valor Econômico)

soja 23 10 2019

PREVIDÊNCIA: Aprovado o texto-base da reforma; Senado vota últimos destaques nesta quarta

previdencia 23 10 2019O Plenário do Senado Federal aprovou em segundo turno nesta terça-feira (22/10), com 60 votos favoráveis e 19 votos contrários, a reforma da Previdência (PEC 6/2019). Mas ficaram pendentes de votação um destaque apresentado pelo PT e outro pela Rede, que serão votados na quarta-feira (23/10).

Principal medida - A principal medida da reforma da Previdência é a fixação de uma idade mínima (65 anos para homens e 62 anos para mulheres) para a aposentadoria, extinguindo a aposentadoria por tempo de contribuição. O texto também estabelece o valor da aposentadoria a partir da média de todos os salários (em vez de permitir a exclusão das 20% menores contribuições), eleva alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS (hoje em R$ 5.839,00) e estabelece regras de transição para os trabalhadores em atividade.

Percentual - Cumprida a regra de idade, a aposentadoria será de 60% com o mínimo de 15 anos de contribuição. Cada ano a mais eleva o benefício em dois pontos percentuais, chegando a 100% para mulheres com 35 anos de contribuição e para homens com 40.

Objetivo - O objetivo com a reforma, segundo o governo, é reduzir o rombo nas contas da Previdência Social. A estimativa de economia com a PEC 6/2019 é de cerca de R$ 800 bilhões em 10 anos. O Congresso ainda vai analisar uma segunda proposta (PEC 133/2019) que contém alterações e acréscimos ao texto principal, como a inclusão de estados e municípios nas novas regras previdenciárias.

Primeiro turno - A reforma foi aprovada em primeiro turno no início de outubro, com 56 votos favoráveis e 19 contrários — são necessários pelo menos 49 votos para a aprovação de uma PEC. Os senadores derrubaram um dispositivo do texto que veio da Câmara dos Deputados: as novas regras do abono salarial. Como se trata de uma supressão, essa mudança não provocará o retorno da PEC 6/2019 à Câmara dos Deputados.

Ministro - Antes de anunciar o resultado da votação principal, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, registrou a presença em Plenário do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Maturidade - “O Senado da República, o Congresso Nacional e a Câmara dos Deputados enfrentaram, este ano, uma das matérias mais difíceis, mas, ao mesmo tempo, mais importantes para a nação brasileira. O Parlamento mostra maturidade política, mostra responsabilidade. O Congresso Nacional cumpre com as suas responsabilidades. O Parlamento brasileiro entrega a maior reforma da previdência da história deste país para o Brasil e para os 210 milhões de brasileiros. Obrigado a todos os senadores pela paciência. Hoje o Senado Federal demonstra grandeza com a votação desta matéria. Parabéns a todos e a todas!”, disse Davi.

Destaques rejeitados - Em votações no painel eletrônico, os senadores rejeitaram dois destaques apresentados por partidos da oposição para modificar o texto da reforma. Outros dois não foram votados.

Revogação - Por 57 votos a 20, o Plenário rejeitou o destaque apresentado pelo senador Weverton (PDT-MA) que retiraria da reforma a revogação de regimes de transição que ainda existem frutos de reformas de governos anteriores.

Insalubridade - Já o destaque do senador Telmário Mota (Pros-RR) foi rejeitado por 57 votos a 19. A intenção era beneficiar trabalhadores na comprovação de tempo de serviço com insalubridade.

Votação suspensa - Devido a dúvidas de senadores sobre o teor das mudanças na Constituição, os destaques apresentados por Humberto Costa (PT-PE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) tiveram suas votações adiadas para a quarta-feira (23/10). A dúvida dos senadores é se o texto da reforma pode ou não atingir direitos de quem trabalha em atividade periculosa.

Prejuízos - O destaque do PT visa diminuir os prejuízos na aposentadoria de trabalhadores que exercem atividades com efetiva exposição a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos. O destaque da Rede trata da idade mínima desses mesmos trabalhadores.

Suspensa - Defendido em discurso do senador Paulo Paim (PT-RS), o terceiro destaque acabou por ter a votação suspensa. Após questão de ordem do senador Eduardo Braga (MDB-AM), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, suspendeu a votação dos destaques, marcando para esta quarta-feira (23/10), a sessão para continuar a análise do texto.

Razão - Eduardo Braga explicou a razão de os senadores estarem em dúvida sobre a votação dos últimos destaques. “Hoje, o trabalhador brasileiro tem direito à aposentadoria por periculosidade? A informação que circula aqui no Plenário é que, em 1995, uma Emenda Constitucional retirou a periculosidade da Previdência. Eu indago à Mesa: essa informação procede?”, disse Braga.

Correto - Davi Alcolumbre respondeu que o teor do discurso de Paim estava correto e leu o texto constitucional, que será modificado pela PEC 6/2019: "§ 1º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social, ressalvados os casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física e quando se tratar de segurados portadores de deficiência, nos termos definidos em lei complementar."

Ressalva - O presidente do Senado ressalvou, porém, que o líder do governo, Fernando Bezerra, se comprometeu a atender posteriormente, em lei complementar, os trabalhadores que pudessem ser prejudicados. Mas diante do impasse, Davi preferiu suspender a votação.

Redação - O texto aprovado é o mesmo confirmado mais cedo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sob a relatoria do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), com modificações redacionais. Ele acatou emenda do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) para ajustar a cláusula de vigência relativa a mudanças nos regimes próprios de servidores públicos nos estados, Distrito Federal e municípios.

Revogados - A PEC 6/2019 revoga alguns dispositivos constitucionais das regras de transição de reformas anteriores e condiciona a entrada em vigor desses trechos, para esses entes federados, à aprovação de legislação local ratificando a mudança. Para Bezerra, porém, a redação atual da proposta poderia levar à interpretação de que todas as mudanças relativas a servidores públicos previstas na reforma da Previdência só vigorariam após a aprovação de lei local referendando aqueles dispositivos.

Ajuste redacional - O próprio relator sugeriu ajuste redacional para harmonizar as expressões “benefício recebido que supere” e “proventos de aposentadorias e pensões recebidos que superem” ao longo do texto em trechos como o que trata das alíquotas previdenciárias aplicadas aos proventos de servidores, escolhendo a última expressão.

Emenda - Tasso Jereissati também acatou emenda do senador Paulo Paim (PT-RS) para ajustar a redação das regras de transição aos segurados do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), com a aplicação do regime de pontos 86/96. A redação da PEC 6/2019 deixava de mencionar dispositivo que assegura a apuração de idade e tempo de contribuição em dias para o cálculo do somatório de pontos e aplicação da regra.

Expressão - Outra emenda acatada foi a 585, também de Paim, que acrescenta a expressão “no mínimo” antes da quantidade de anos de exercício necessários de atividade em área com exposição a agentes nocivos à saúde.

Mudanças feitas pelo Senado - Durante as votações na CCJ e em Plenário, os senadores promoveram alterações no texto que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados. Uma das mudanças feitas pelo relator na CCJ, e aprovada pelos senadores, foi suprimir do texto a possibilidade de que a pensão por morte fosse inferior a um salário mínimo.

Trabalhadores informais - Tasso ainda acolheu outras mudanças como a que acrescentou os trabalhadores informais entre os trabalhadores de baixa renda, com direito ao sistema especial de Previdência. O relator também eliminou, por completo, qualquer menção ao Benefício da Prestação Continuada (BPC). Ou seja, as regras atuais ficam mantidas e esse benefício não passará a ser regulamentado pela Constituição.

Transição - Outra mudança feita pelo Senado foi a supressão de parte da regra de transição para os profissionais expostos a agentes nocivos, como os mineiros de subsolo, que elevava progressivamente os requisitos para que esses trabalhadores conseguissem a aposentadoria.

Dispositivo eliminado - Durante a tramitação no Senado também foi eliminado um dispositivo que poderia prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens que variam de acordo com o desempenho no serviço público. A emenda foi considerada de redação pelos senadores, em acordo.

Nova redação - A nova redação foi negociada com o Ministério da Economia e com representantes de servidores públicos interessados. A intenção é permitir que funcionários remunerados com gratificações por desempenho que já estavam no serviço público até o fim de 2003, consigam levar para a aposentadoria integral o salário baseado nesse extra. (Agência Senado)

 

PL 487: Senado trabalha em substitutivo ao projeto do novo Código Comercial

pl 23 10 2019O polêmico projeto do novo Código Comercial, que tramita desde 2013 no Senado, será substituído por um novo texto. Apesar de ter sido aprovado em comissão especial em 2018 e em tese estar pronto para ser levado à votação em Plenário, os parlamentares decidiram trabalhar uma nova versão. Uma nova comissão especial para tratar do tema realiza nesta quarta-feira (23/10) a primeira reunião para discutir a proposta do substitutivo ao Projeto de Lei nº 487.

Texto-base - A relatora, senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), já tem o que seria um texto-base. É uma proposta bem mais enxuta que a original. A versão elaborada por sua equipe tem 173 artigos - a original conta com quase mil. “No substitutivo estão pontos urgentes”, diz o professor Fábio Ulhoa Coelho, que integra a equipe de juristas que auxilia a senadora.

Minuta - O Valor teve acesso, com exclusividade, à minuta. O texto estabelece os princípios do direito comercial, trata da organização, deveres e obrigações das empresas - incluindo o direito societário.

Novidade - Uma das principais novidades seria a possibilidade de o empresário individual exercer sua atividade em “regime fiduciário”, que seria uma espécie de blindagem ao patrimônio pessoal. A medida prevê a criação de um patrimônio separado e exclusivo à atividade empresarial. Hoje não há essa separação. O empresário ao assumir obrigações, as dívidas contraídas podem afetar o patrimônio pessoal.

Lei da Liberdade Econômica - Advogados afirmam, no entanto, que a Lei da Liberdade Econômica (nº 13.874), publicada em setembro, tratou sobre isso, em parte. Criou a figura da sociedade limitada unipessoal. Ao ser constituída, adquire patrimônio próprio e exclusivo ao exercício da atividade econômica - da mesma forma como pretende, para o empresário individual, a minuta de substitutivo do novo Código Comercial.

Versão - A versão elaborada pela equipe da senadora Soraya Thronicke também prevê a sociedade limitada unipessoal. E vai um pouco mais longe: cria a sociedade anônima unipessoal. O texto, além disso, prevê a extinção da Empresa Individual de Responsabilidade Ilimitada (Eireli).

Esvaziamento - “A Lei da Liberdade Econômica já esvaziou a Eireli”, diz um advogado. “A unipessoal oferece segurança e, diferentemente da Eireli, não exige capital social mínimo. Mesmo que não seja extinta vai acabar caindo em desuso.”

Divulgação - A minuta de substitutivo ao PL nº 487 foi divulgada pela equipe da senadora em um grupo de WhatsApp em que participam cerca de 90 advogados. Os profissionais, segundo instruções que foram passadas nesse grupo, têm até o dia 28 para enviar sugestões e no dia 8 de novembro haverá uma reunião presencial, às 14h, no Senado.

Apresentação - Há um burburinho entre os profissionais de que a versão final do substitutivo será apresentada nesta data. A senadora, no entanto, não confirma. Soraya Thronicke afirmou ao Valor que “o direito empresarial é vasto” e que a sua equipe está trabalhando “de forma otimizada e acelerada, mas com a cautela necessária”.

Ruído - Mas há um certo ruído entre os senadores que fazem parte da comissão instalada para tratar do assunto. Alguns deles veem a criação do grupo de WhatsApp como uma ação paralela ao trâmite legislativo. “Tudo o que ela está fazendo não existe de forma oficial”, diz uma fonte. “Não há apoio dos senadores”, acrescenta.

Cronograma - O presidente da comissão, senador Angelo Coronel (PSD-BA), pretende propor, na reunião desta quarta, um cronograma dos trabalhos - o procedimento das reuniões e a data de uma possível audiência pública. Ele entende como “prematuro” falar sobre as mudanças no texto agora e diz não ter conhecimento da minuta que foi elaborada pela relatora.

Afogadilho - “Não podemos fazer nada de afogadilho”, afirma. “Para mim é novidade ter texto pronto. Texto pronto é quando é levado para apreciação do Plenário. Não adianta ter pressa.” Para o senador, as propostas devem ser discutidas em grupo. “Se fosse só para uma pessoa fazer e aprovar não precisaria de comissão. Não será uma comissão do ‘amém’”, frisou ele, que conta com assessoria de cinco advogados.

Versão original - O projeto que será descartado foi apresentado ao Senado em 2013 e a versão original tem a autoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL). A comissão especial foi instalada somente em 2017 e o texto foi aprovado com mudanças em cerca de 20 pontos em dezembro do ano passado. A criação de um novo código é permeada de polêmicas. Nunca teve a unanimidade do empresariado. Quem é contra argumenta, principalmente, que as empresas já estão adaptadas às leis atuais e uma mudança traria altos gastos desnecessários.

Dom Pedro II - O Código original é da época de Dom Pedro II, promulgado em 1850. Tratava, além das relações comerciais, de falências e direito marítimo. Com o passar do tempo, partes foram revogadas ou substituídas. Hoje não existe mais um código exclusivamente comercial. Parte das questões é tratada no Código Civil e há outras em leis esparsas. Todo o trecho relacionado ao direito marítimo - que não está na minuta do substitutivo -, porém, ainda corresponde às normas da época do império. (Valor Econômico)

 

SEMINÁRIO INTERNACIONAL: Câmara debate sistema de cuidados integrados para pessoas idosas

A Câmara dos Deputados realizou, nesta terça-feira (22/10) o Seminário Internacional sobre Sistemas de Cuidados para Pessoas Idosas. Promovido pela Cidoso (Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa), o objetivo do seminário será debater perspectiva e desafios para criação e implementação de um sistema de cuidados para a pessoa idosa no Brasil. A deputada federal Leandre Dal Ponte, autora do requerimento para a realização do seminário, participou da mesa de abertura e também foi mediadora de um debate sobre iniciativas governamentais e legislativas para a criação de um sistema de cuidados.

Experiências exitosas - De acordo com Leandre, o evento traz experiências internacionais exitosas na criação e implementação de políticas de cuidado. “Nós estivemos, com a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, em alguns países, conhecendo os sistemas integrados na Espanha, em Portugal, no Uruguai. E conhecemos personalidades, que inclusive participam do seminário, para discutir conosco, com os Brasileiros, a implementação de uma Política Nacional do Cuidado no nosso País”, afirmou.

Embasamento - A deputada paranaense acrescenta que o seminário servirá de embasamento para os parlamentares na hora de debater a criação de uma Política Nacional do Cuidado. “Eu tenho um projeto de lei que trata sobre este assunto. Tivemos no passado outros projetos. Temos uma PEC em tramitação dentro da Casa, onde o sistema de cuidado o direito ao cuidado é o quarto pilar da seguridade social. Isso é algo, extremamente importante, para que a gente possa atender as pessoas”, pontuou. “No âmbito das reformas que estamos discutindo para o Brasil, a reforma na área social também é, extremamente, necessária”, acrescentou.

Política Nacional -Dados da Organização Mundial de Saúde indicam que, em 2050, haverá dois bilhões de pessoas com 60 anos ou mais no mundo. O Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos. No Paraná, segundo projeções do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados este ano, a população de pessoas idosas cresceu 44% nos últimos 10 anos e, este ano, representam quase 15% da população do Estado.

Mudanças - Leandre destaca que, nas últimas décadas, houve mudanças no perfil sociodemográfico brasileiro e ampliação da participação feminina no mundo do trabalho. Assim, o modelo que cabia à família — geralmente às mulheres — a responsabilidade pelo cuidado de pessoas dependentes, é cada vez menos viável, cabendo uma divisão de responsabilidades pelos idosos entre família, estado e sociedade.

Constituição - “Tudo isso está previsto nos artigos 229 e 230 da Constituição Brasileira. E por isso que destacamos a necessidade de um sistema integrado de cuidados. Não é só o poder público que precisa trabalhar esta questão. Precisamos trabalhar, solidariamente, com a família, com as instituições sem fins lucrativos, com a sociedade, e com a iniciativa privada”, concluiu. (Assessoria de Imprensa da deputada federal Leandre Dal Ponte)

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ENERGIA ELÉTRICA: Bandeiras tarifárias da Aneel deixam de ter adicional arredondado em novembro

energia eletrica 23 10 2019A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu, nesta terça-feira (22/10), não aplicar mais o sistema de arredondamento dos valores adicionais cobrados no sistema de bandeiras tarifárias a partir de novembro.

Resposta - A mudança dos critérios veio em resposta à demanda de deputados federais da Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados. Conforme já noticiado pelo Valor, os parlamentares ameaçaram impor, por medida legislativa, o fim do arredondamento de valores ao órgão regulador.

Validade - Para atender aos anseios da CME, a decisão da Aneel passa a valer já a partir do próximo mês, em caráter extraordinário. A regra deve ser aplicada de forma definitiva após audiência pública aprovada nesta terça, que colherá informações sobre o tema entre 23 de outubro e 9 de dezembro.

Cobrança - O valor adicional é cobrado nas cores de bandeira amarela e vermelha (Patamar 1 e 2). No caso da amarela, a Aneel havia arredondado o valor para R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A bandeira vermelha Patamar 1 conta com o valor adicional arredondado para R$ 4,00/100 kWh e a do Patamar 2 para R$ 6,00/100 kWh.

Consumidor - O diretor da Aneel, Sandoval Feitosa, assegurou que o arredondamento não trazia qualquer prejuízo para o consumidor. "A incerteza do comportamental das variáveis é esperada e a metodologia empregada pelas superintendências visa mitigar os desvios que por ventura ocorrerem", disse, durante a reunião pública da diretoria.

Indicação - Em outubro, as contas de luz indicam a bandeira amarela. A cor de novembro deverá ser anunciada pela agência até o fim deste mês. (Valor Econômico)

Foto: Pixabay

 

TRANSPORTE: Novos voos regionais alavancam o desenvolvimento no interior

transporte 23 10 2019Dois potentes jatos de água batizaram simbolicamente as primeiras aeronaves que partiram com voos de Curitiba para o Interior do Estado inaugurando oficialmente, nesta terça-feira (22/10), o programa Voe Paraná. O voo 5545 partiu às 12h15 com destino à Guaíra, na região Oeste. O 5555 foi para União da Vitória, no extremo sul do Paraná. Antes disso, uma aeronave saiu de Campo Mourão, no Centro-Oeste, rumo à capital.

Outros deslocamentos - Outros seis deslocamentos, com partidas também de Francisco Beltrão e Paranaguá, marcaram o primeiro dia do programa. O governador Carlos Massa Ratinho Junior acompanhou a estreia no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, recepcionando os primeiros passageiros com destino ao Interior do Estado.

Fortalecimento - Ele ressaltou o fortalecimento do desenvolvimento regional que o programa levará às regiões dos 12 municípios credenciados a integrar o Voe Paraná. “É muito importante para o Paraná devido ao potencial comercial e turístico do nosso Estado. Estamos conectando o Interior às principais cidades do País e, também, dando a oportunidade para o Brasil vir ao Interior do Estado, contribuindo com a economia regional”, afirmou o governador.

Novo patamar - Ratinho Junior destacou, ainda, que o programa coloca o Paraná em um novo patamar, com o maior programa de aviação regional do País sob a coordenação da companhia aérea Gol, em parceria com a empresa Two Flex. “Demonstra que o Paraná está em um caminho inovador, com um novo fazer e um novo pensar. Buscando o desenvolvimento, você melhora a economia, e automaticamente amplia o número de empregos”, acrescentou.

Cidades - Além de Guaíra, União da Vitória, Paranaguá, Campo Mourão e Francisco Beltrão, todos com deslocamentos nesta terça-feira (22), Arapongas, Paranavaí, Cianorte, Guarapuava, Telêmaco Borba, Apucarana e Cornélio Procópio também integram o Voe Paraná. Os voos são feitos por aeronaves Cessna Grand Caravan de até 9 lugares, com média de três a quatro voos semanais, dependendo da cidade.

Parceria - Secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, disse que a parceria com os municípios foi fundamental para o sucesso do projeto. “Renovou a autoestima de muitas cidades, ligando municípios que não tinham essa opção. São 500 mil passageiros a mais voando pelo Estado do Paraná. Isso significa mais conectividade, mobilidade e integração”, afirmou.

Passagens - Alberto Fajerman, assessor da presidência da Gol, confirmou que a companhia já vendeu aproximadamente mil passagens, com deslocamentos marcados até junho de 2020. “É a maior rede regional que a Gol faz no Brasil. O Paraná foi o Estado que mostrou o maior apetite para consolidar esse programa”, ressaltou.

Segundo dia - Nesta quarta-feira (23/10) haverá a estreia das linhas Curitiba-Arapongas (ida e volta); Curitiba-Paranavaí (ida e volta); Curitiba-Campo Mourão (ida); Telêmaco Borba-Cornélio Procópio (ida e volta); Telêmaco Borba-Curitiba (ida) e Curitiba-Cianorte (ida).

Voos semanais - Ao todo, serão 67 voos semanais ofertados pela Gol, inicialmente para 10 cidades do interior. Os aeroportos de Apucarana e Guarapuava se encontram em fase final de adequação para também integrarem o projeto. Todas as cidades contam com população variando entre 32 mil e 155 mil habitantes.

Rede - Os avanços conquistados nos últimos meses consolidam o Paraná como uma das maiores redes do País em volume de decolagens domésticas por semana. O Estado é o terceiro maior mercado da Azul e o quarto para a Gol e para a Latam. Para ampliar as frequências, o governo reduziu a alíquota do ICMS da querosene de aviação de 18% para 7%.

Novidade - A companhia Azul confirmou na segunda-feira (21) a implatação do voo direto entre Guarapuava e o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). As passagens já estão à venda. A operação será, inicialmente, com um voo semanal aos sábados, a partir de 07 de dezembro.

Ampliação- Após os órgãos competentes certificarem o aeroporto paranaense para operações por instrumentos, a Azul tem a expectativa de ampliar sua oferta de voos com cinco operações semanais na cidade dentro de um prazo de 90 dias após essa homologação.

Número de cidades atendidas - A companhia já operava em Curitiba, Maringá, Foz do Iguaçu, Londrina, Cascavel, Ponta Grossa, Pato Branco e Toledo. Com a inauguração da base, o Paraná iguala Minas Gerais no número de cidades atendidas pela Azul, ficando atrás apenas de São Paulo.

Últimos detalhes - O Governo do Estado e a área acertam, ainda, os últimos detalhes para abrir a linha Umuarama-Curitiba. É a terceira nova rota dentro do Estado apenas neste ano. Assim que o aeroporto ficar pronto, ele será certificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a intenção da companhia é começar a operação em até 60 dias.

Latam - A Latam anunciou a abertura de 71 novos voos semanais no Estado no primeiro semestre. A frequência passou de 198 para 290 por semana, aumento de 17%. A companhia já operava outras rotas regulares em Curitiba, Foz do Iguaçu e Londrina e, agora, Maringá se transformou na quarta base paranaense, o que encerra uma espera de 11 anos.

Presenças - Participaram da inauguração do programa o prefeito de Guaíra, Heraldo Trento; os deputados estaduais Hussein Bakri, líder do governo na Assembleia Legislativa, e Galo; Antonio Pallu, superintendente do Aeroporto Afonso Pena; e o presidente da Two Flex, Rui Aquino.

Estreia - O economista Inácio Pereira, 40 anos, era um dos primeiros na fila do check in da Gol nesta terça-feira (23/10), no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais. Ele iria se descolar para Francisco Beltrão, com escala em União da Vitória, no voo que saía às 12h15 de Curitiba. “Estou muito feliz e otimista. Isso vai agilizar muito a nossa vida”, disse.

Viagens mensais - Pereira costuma fazer o deslocamento de 470 quilômetros entre Francisco Beltrão e Curitiba mensalmente. De acordo com ele, mesmo comprando a passagem perto do dia do embarque, vale a pena trocar o carro pelo avião. “A logística sempre foi muito difícil. Entendo que os voos vão agilizar processos e levar desenvolvimento a médio e longo prazo para a nossa região”, afirmou. “Os cidadãos precisam usufruir do serviço para fazer valer todo esse esforço do Governo do Estado”, completou. (Agência de Notícias do Paraná)

 

 

 

SAÚDE: Paraná confirma 730 casos de dengue e os primeiros de Zika Vírus

saude 23 10 2019O boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (22/10) pela Secretaria da Saúde do Paraná registra os primeiros casos de Zika Vírus no Estado. São 3 casos, registrados em Foz do Iguaçu. Todos são autóctones, o que significa que a doença foi contraída na cidade de residência da pessoa. Os casos aconteceram no mês passado. A confirmação saiu agora, depois de análises laboratoriais. As pessoas foram medicadas e passam bem. O boletim epidemiológico é sobre Dengue, Chikungunya e Zika. O Zika é um arbovírus transmitido pela picada do “Aedes Aegypti”, o mesmo mosquito que transmite a dengue e a chikungunya.

Infecção - Na maioria dos casos a infecção por Zika Vírus acontece de forma branda, com sintoma febril que permanece entre três a sete dias. Mas, no caso de infecção em gestantes, a transmissão do vírus para o feto pode desenvolver complicações neurológicas e uma das principais é a microcefalia, com lesões cerebrais irreversíveis e deformação dos ossos da cabeça do bebê.

Capacitação - “O Governo do Estado vem capacitando profissionais para o manejo clínico da dengue, chikungunya e zika junto às 22 Regionais de Saúde e secretarias municipais de Saúde”, afirma o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

Diagnóstico e tratamentos - “Nosso objetivo é que o diagnóstico e o tratamento sejam seguros e eficientes. Mas é preciso a colaboração de todos os paranaenses na adoção de medidas preventivas de combate ao Aedes aegypti. Precisamos eliminar os criadouros que se formam nos recipientes que acumulam água parada nos quintais, empresas e terrenos vazios”, enfatiza o secretário.

Dengue - O informe semanal da Secretaria da Saúde totaliza ainda 730 casos confirmados de dengue no Paraná, do final de julho até agora. O aumento em relação à semana anterior é de 7%, com 48 casos a mais.

Sintomas - As três arboviroses – dengue, chikungunya e zika – se manifestam com febre, dores do corpo e nas juntas e dor de cabeça. O que difere é a intensidade dos sintomas.

Prevenção - O período de maior transmissão no Paraná começa agora, a partir da primavera, e se intensifica no verão. Dias quentes e úmidos favorecem a proliferação. “Recomendamos à população uma vistoria nos quintais e a retirada de recipientes que possam acumular água parada, como os pratos de vasos de planta, garrafas, pneus, sucatas e lixo, entre outros”, explica a coordenadora da Vigilância Ambiental, Ivana Belmont.

Ano inteiro - “Esta medida preventiva vale para o ano inteiro. São muitas pessoas infectadas e isso não precisava estar acontecendo, pois o cuidado principal vem da conscientização. O cuidado com o nosso quintal e nossa casa é fundamental neste combate ao Aedes aegypti e deve ser feito diariamente”, complementa. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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