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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4694 | 29 de Outubro de 2019

COPEL: Investimentos de R$ 2,1 bilhões irão modernizar rede de distribuição de energia rural do Paraná

1copel 29 10 2019O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou, na manhã desta terça-feira (29/10), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, do lançamento do Programa Paraná Trifásico. A partir de 2020, a Copel fará investimentos de R$ 2,1 bilhões no aumento de 25 mil quilômetros de redes trifásicas de energia em todo o Paraná, no lugar das monofásicas. O programa vai até 2025, é o maior do Brasil. Na prática, a espinha dorsal da rede de distribuição no campo será trifaseada, substituindo a tecnologia monofásica hoje existente. Isso, além de garantir energia de mais qualidade e com maior segurança, vai proporcionar o acesso do produtor rural à rede trifásica a um custo muito inferior ao atual.

Eficiência - “Este investimento vai beneficiar o agronegócio, levar ainda mais qualidade de vida ao campo e, para a Copel, vai garantir ganho de eficiência”, afirmou o presidente da Copel, Daniel Slaviero. Com o Programa Paraná Trifásico, a Copel vai garantir melhoria da qualidade no fornecimento de energia para o campo. Vai, ainda, renovar seus ativos e prover mais segurança aos seus empregados e à população. Os novos cabos serão todos protegidos, com nível de resistência reforçado quando atingidos por galhos de árvores ou outros objetos. “Um estado que investe em infraestrutura como o Paraná, precisa de uma energia de qualidade. Nosso agronegócio cresceu e se desenvolveu e precisa desses investimentos para poder continuar produzindo com excelência”, frisou Pimentel.

Cooperativas e G7 - Ricken, que falou na solenidade em nome do sistema cooperativista e do G7, grupo de entidades do setor produtivo, parabenizou a Copel e o governo pelo programa. “Esses investimentos, além de necessários e urgentes para nossas cooperativas e agroindústrias, estão entre as reinvindicações que vêm sendo apresentadas há tempos pelo setor”. No dia 07 de fevereiro deste ano, dirigentes cooperativistas da região Oeste estiveram reunidos no Show Rural Coopavel com o presidente da Copel e, na ocasião, falaram dos principais entraves que impedem o crescimento, entre os quais, a falta de investimentos na expansão e modernização das redes. “Ainda hoje existem linhas de distribuição monofásicas que não comportam a demanda das propriedades rurais, devido ao aumento de tecnologia nas atividades pecuárias e a presença de pequenas agroindústrias”, lembrou Ricken.

Redes interligadas- A novas redes de distribuição também vão permitir redundância no fornecimento de energia, pois, com o trifaseamento, haverá interligação entre elas. Isto é, redes que hoje estão próximas, porém não se “conversam”, passarão a ser interligadas. Assim, se acabar a energia em uma ponta, a outra fornece o abastecimento. Em caso de desligamentos, os produtores rurais terão o restabelecimento da energia mais rápido.

Agilidade - “Os custos e tempo de manutenção serão reduzidos com a nova rede trifásica. Além disto, ela vai permitir que tecnologias avançadas sejam instaladas e integradas ao restante das redes da Copel”, explicou o diretor de Distribuição da Copel, Maximiliano Orfali. A implantação das redes trifásicas começará ano que vem. Antes disto, a Copel vai colher sugestões de entidades que representam o setor rural sobre as regiões com mais necessidades.

Insumo fundamental - O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, comentou a importância do Paraná Trifásico para a agricultura paranaense. “Não existe agricultura competente, de resultados, não existe produção de frango, porco, peixe, tabaco, leite e tantos outros produtos sem energia de qualidade”, salientou. “A energia elétrica é um insumo fundamental para as atividades rurais e agroindustriais.”

Click Rural - O governador Ratinho Júnior afirmou que nesses 65 anos de história da Copel, é a segunda revolução que acontece no campo paranaense. “A primeira, realizada na década de 1980, pelo então governador José Richa, através do Programa Click Rural, levou energia monofásica para milhares de produtores. Hoje estamos dando continuidade a este programa com os investimentos que serão realizados até 2025. E o Paraná não teria o desenvolvimento que tem hoje no campo, se não fossem esses investimentos do passado e pelo trabalho das pessoas que passaram para Copel nesses anos todos. Damos hoje um grande salto para o desenvolvimento econômico e social, como aconteceu na semana passada com o anúncio de que o Paraná busca o status de livre de febre aftosa sem vacinação”, destacou o governador.

Novas tecnologias - O Programa Paraná Trifásico também será a base para levar novas tecnologias às redes de energia rurais. Um exemplo é a automação que a Copel vem implantando em todo o Estado, como os religadores automáticos. Outra novidade de impacto é o controle da rede à distância, por meio de Centro de Operações centralizado da Copel, instalado em Curitiba.

Investimentos - A Copel está realizando, a partir de 2019, o maior investimento na área de distribuição de energia da sua história. Ao todo, são R$ 2,6 bilhões entre 2019 e 2021, além dos R$ 2,1 bilhões que serão investidos no Paraná Trifásico entre 2020 e 2025. O planejamento é de peso. São 42 novas subestações, mais de 7 mil quilômetros de linhas de distribuição de alta e média tensão e milhares de novos religadores, chaves, reguladores de tensão e transformadores de potência. (Com informações da assessoria de imprensa da Copel)

 

OUTUBRO ROSA: Funcionários do Sistema Ocepar participam de roda de conversa sobre câncer de mama

Enfrentar o câncer de mama não é fácil. Seja paciente, parente ou amigo de alguém que luta contra essa doença, é difícil lidar com a situação e saber o que falar ou fazer para que o enfrentamento seja mais leve. Refletir sobre a forma como as pessoas encaram o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama foi o foco da roda de conversa promovida, na tarde desta segunda-feira (28/10), pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) do Sistema Ocepar. Para contar suas experiências, participaram do bate-papo Giane Silva, professora e ainda em tratamento, Delma Fritoli, auditora fiscal e que venceu o câncer há 4 anos, e Elisete Lombardo, enfermeira que, por conta do histórico familiar, teve câncer em 2008, e hoje vive a experiência como mãe de paciente, já que sua filha também enfrenta o problema. Participaram também Samantha Peixoto, enfermeira do Programa de Saúde Empresarial da Unimed Curitiba, e a psicoterapeuta Loryse Maura Petterle.

Prevenção - No Brasil, a cada ano, são registrados 60 mil novos casos de câncer de mama. “A ideia de que essa doença atinge, em sua predominância, mulheres acima dos 50 anos ou por fatores genéticos, está mudando. Hoje, o câncer de mama deve ser uma preocupação em faixas etárias mais novas e até mesmo em homens, pois esse público também pode desenvolver a doença”, alertou a enfermeira Samantha Peixoto. Em sua fala, Samantha destacou os fatores de risco e a importância do autoexame. “A informação que se tem é que 70% dos casos de câncer ocorrem por fatores genéticos e 30% por fatores que podem ser evitados ou controlados. Então, quanto mais cedo o câncer foi descoberto, maiores são as chances de tratamento”, reforçou. 

Encarando a doença - “Receber o diagnóstico é algo que nos tira o chão”, afirmou Giane Silva, ao contar sua história. Mesmo enfrentando os efeitos colaterais do tratamento, como dores e fraqueza muscular, Giane decidiu não se entregar à doença. “Nunca quis e nem quero ser tratada como doente. Não sou a primeira mulher com câncer, não sou a única e não serei a última”, disse. “Temos que ter um propósito que, no meu caso, foi minha família”, contou Elisete Lombardo, ao lembrar que encarou o tratamento com a firmeza de quem é mãe e precisa se manter forte por aqueles que ama. “O apoio de quem está perto é fundamental. Minha família e meus amigos foram e são essenciais”, completou Délia Fritoli. 

Vamos falar de câncer - O mês de outubro é o período de conscientização e combate ao câncer de mama. Um assunto que deve ser levado muito a sério, já que n ⅓ dos casos de câncer que podem ser evitados, de acordo com dados Instituto Nacional de Câncer (Inca). O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos.

O que aumenta o risco - O câncer de mama não tem somente uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco da doença são:

  • Fatores ambientais e comportamentais:
  • Obesidade e sobrepeso após a menopausa;
  • Sedentarismo (não fazer exercícios);
  • Consumo de bebida alcoólica;
  • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X);
  • Fatores da história reprodutiva e hormonal;
  • Primeira menstruação antes de 12 anos;
  • Não ter tido filhos;
  • Primeira gravidez após os 30 anos;
  • Não ter amamentado;
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos;
  • Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona);
  • Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos.
  • Fatores genéticos e hereditários;*
  • História familiar de câncer de ovário;
  • Casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos;
  • História familiar de câncer de mama em homens;
  • Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.

*A mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/ hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver câncer de mama.

Como prevenir - Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como:

  • Praticar atividade física regularmente;
  • Alimentar-se de forma saudável;
  • Manter o peso corporal adequado;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Amamentar

Sinais e Sintomas - É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano). Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:

  • Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
  • Alterações no bico do peito (mamilo);
  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido dos mamilos;
  • As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama. (Com informações do Inca)

Mais fotos do evento estão disponíveis no Flickr

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SEMINÁRIO INTERNACIONAL: Workshop da ONU debate ações sustentáveis

 

seminario internacional 29 10 2019Enquanto o mundo segue cada vez mais acelerado, as inovações para o desenvolvimento buscam o equilíbrio com a preservação dos recursos naturais. Para discutir como o modelo de negócios cooperativista tem contribuído para a geração de uma economia mais sustentável, o Sistema OCB realiza até quarta-feira (30/10), em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), o Seminário Internacional Cooperativismo e os ODS, iniciado nesta segunda-feira (28/10).

 

Aliadas naturais - A gerente-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem em Cooperativismo (Sescoop), Karla Oliveira destacou que, por essência, as coops são aliadas naturais da ONU na erradicação da pobreza extrema no mundo, conforme prevê sua Agenda 2030. “Um dos propósitos do cooperativismo, senão o maior propósito, é tornar o mundo um lugar mais justo e equilibrado e com melhores oportunidades para todos. Sem dúvida alguma, esse grande propósito é totalmente convergente com a agenda de desenvolvimento sustentável”, afirmou a gerente-geral do Sescoop, Karla Oliveira.

 

Alinhamento - “Temos buscado, nos últimos anos, trabalhar de forma cada vez mais alinhada com esse tema, adensando essa parceria especial com a ONU. Para nós, não há dúvidas: as cooperativas já trabalham para que essa transformação ocorra”, concluiu Karla. A representante do Sistema OCB também adiantou que a entidade passa por um processo de reformulação de suas estratégias de atuação, onde as metas de desenvolvimento sustentável terão uma marca ainda mais forte.

 

Debate - Nesse primeiro dia de debates, foram discutidas a parceria entre a OCB e o PNUD e a contribuição que o cooperativismo tem apresentado para que sejam alcançadas as metas de desenvolvimento sustentável.

 

Urgência - Esse é um momento chave da implementação da Agenda 2030 e seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, segundo o coordenador-residente da ONU no Brasil, o embaixador Niky Fabiancic. “Teremos somente uma década para reduzir significativamente a pobreza e a fome, promover o crescimento econômico justo e sustentável, criar condições mais igualitárias para o pleno desenvolvimento de todos os seres humanos e desenvolver sistemas de produção que aproveitem tudo o que o planeta nos oferece sem que esses recursos se esgotem”, alertou Fabiancic.

 

Intensificação - Segundo o embaixador, as ações devem, portanto, ser intensificadas e tratadas com urgência para que as metas sejam alcançadas; e o Sistema OCB tem atuado nas mais diversas esferas para promover cada vez mais a produção sustentável.

 

Dia C - Por meio de ações como o Dia de Cooperar, conhecido como Dia C, as unidades estaduais e as cooperativas levam às comunidades onde estão inseridas atividades que destacam, por exemplo, como ter uma produção geradora de riquezas, mas ao mesmo tempo que respeite o meio ambiente. Além disso, o Dia C também estimula o desenvolvimento de iniciativas voluntárias, transformadoras e que reflitam o interesse das cooperativas com a comunidade local.

 

Cooperação - O Acordo de Cooperação Técnica assinado entre o Ministério da Agricultura e o Sistema OCB foi apresentado como uma das estratégias de atuação que visa, por meio da intercooperação e da internacionalização, promover o crescimento das cooperativas. O programa, segundo o diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados do Mapa, Márcio de Andrade Madalena, está alinhado aos ODS.

 

Papel relevante - “O papel do Brasil como fornecedor de alimentos, fibra, energia, fitofármacos, por exemplo, é um papel relevante. Uma discussão de uma nova economia”, afirmou o coordenador de Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Kleber Santos. Essa economia, segundo ele, cresce cada vez mais forte e é importante que siga por um caminho mais sustentável.

 

Ações - Após conhecerem um pouco mais sobre como está estruturado o modelo de negócio cooperativo no Brasil e as ações alinhadas com a Agenda 2030, os representantes de organizações cooperativistas da Mongólia, Paraguai e da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI) apresentaram suas principais ações.

 

Participação internacional - Além de representantes de Botsuana, China, Colômbia, Congo, Guiné Bissau, Mongólia, Nepal, Paraguai, Quênia, Uganda, Uruguai, Tadjiquistão e Zimbábue, participaram do primeiro dia do worshop o representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Carlos Arboleda; o coordenador de Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Kleber Santos; o diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados do Mapa, Márcio de Andrade Madalena; o representante da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), André Barros; e o coordenador-residente da ONU no Brasil, o embaixador Niky Fabiancic. (Informe OCB)

FIEP: Com foco total na indústria, nova diretoria é empossada

fiep 29 10 2019Com o compromisso de que as ações do Sistema Fiep terão foco total na indústria paranaense, foi empossada, na noite desta segunda-feira (28/10), em Curitiba, a nova diretoria da Federação das Indústrias do Paraná. A solenidade, que contou com a presença de mais de 600 convidados, incluindo o governador Carlos Massa Ratinho Junior e outras autoridades, marcou o início da gestão que comandará a entidade pelos próximos quatro anos. A nova diretoria é liderada pelo presidente Carlos Valter Martins Pedro, que substitui Edson Campagnolo no cargo, e conta com industriais de todas as regiões do Estado.

Missão e razão - “A nossa missão e a razão de nossa atuação é única e exclusivamente promover ações e prestar serviços que agreguem valor para a indústria”, afirmou Carlos Valter em seu discurso. “Tudo o que fazemos deve ser voltado para o benefício de todos os industriais, de todos os setores e de todas as regiões do nosso Estado. Em cada projeto, em cada serviço ou ação que Fiep, Sesi, Senai e IEL promoverem dentro de suas missões, vamos buscar atender as reais necessidades das indústrias. Esse é o compromisso que assumimos, em prol de uma indústria mais produtiva e competitiva”, completou. Outro compromisso assumido pela nova diretoria é com o fortalecimento dos sindicatos industriais filiados à Fiep.

Parceria - Carlos Valter também afirmou que a entidade está à disposição para atuar em parceria com o governo estadual em ações que promovam o desenvolvimento da indústria. “O governo foi eleito pelo povo paranaense para gerir o Estado. Uma boa gestão, o sucesso da sua administração e os resultados positivos que forem alcançados trarão benefícios para o setor produtivo e para toda a sociedade paranaense. Principalmente no que tiver relação com a evolução da nossa indústria e da nossa economia, podem contar com o total apoio desta casa e desta diretoria”, declarou, acrescentando que o Sistema Fiep também está aberto a colaborar com os poderes Legislativo e Judiciário no que estiver a seu alcance.

G7 - O novo presidente afirmou ainda que pretende intensificar a atuação em conjunto com outras instituições da iniciativa privada. Entre elas, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as Federações das Indústrias estaduais e o G7, grupo que reúne as principais entidades representativas do setor produtivo paranaense. “Ressalto que a missão da Fiep é atuar na defesa dos interesses da indústria. Mas, como integrantes do G7, queremos unir cada vez mais as forças de nossas entidades para a defesa de temas que sejam transversais a toda a classe produtiva de nosso Estado”, disse.

Aprendizado - Já o ex-presidente Edson Campagnolo, que transmitiu o cargo a Carlos Valter, destacou que seus oito anos de gestão foram um período de muito aprendizado e de muitas turbulências, superadas com a união do setor produtivo de todo o estado do Paraná. “Mesmo com as dificuldades que o país enfrentou ao longo desse tempo, a indústria do Paraná conseguiu se sobressair. Chegando em 2019, a gente percebe que toda a persistência do industrial paranaense tem trazido resultados, apesar ainda de uma instabilidade na economia que não é a ideal”, disse. “Espero que o presidente Carlos Valter consiga fazer melhor do que nós fizemos”, completou.

Autoridades - Ao saudar a nova diretoria da Fiep, o governador Retinho Junior ressaltou que a Fiep é fundamental para colaborar com o bom momento que o Paraná vive. “Temos que remar para a mesma direção para que o Paraná continue sendo o Estado mais moderno do país, evoluindo cada vez mais”, disse. “Desejo ao Carlos Valter e à nova diretoria uma boa sorte. O desafio de substituir o Campagnolo e sua equipe não é fácil, mas tenho certeza que a sua experiência como empresário, conhecedor da indústria paranaense, sem dúvida alguma vai fazer com que o Paraná, junto com a Fiep, alce voos ainda mais altos”, acrescentou.

Prefeito - Já prefeito de Curitiba, Rafael Greca, destacou as ações em parceria que o Sistema Fiep desenvolve com o município. “A Federação das Indústrias é uma grande parceira de Curitiba no programa dos Liceus de Ofício, que ensinam profissões, e também na causa da inovação, da geração de empregos novos com a economia disruptiva”, declarou. “Carlos Valter vai continuar, com brilhantismo, o trabalho de inovação do presidente Edson Campagnolo”, concluiu.

CNI - O vice-presidente executivo da CNI, Glauco José Côrte, que representou a entidade na solenidade, afirmou que Carlos Valter assume a presidência da Fiep em claro compromisso com o associativismo empresarial. “Nossos sindicatos são a célula-mãe do associativismo. É salutar ver em seu programa de gestão o compromisso com os interesses da indústria do Paraná. O senhor e sua diretoria contam com o apoio de seus companheiros da CNI”, ressaltou.

Presenças - Entre outras autoridades, também participaram da posse o secretário especial de Relacionamento Externo da Casa Civil do governo federal, Abelardo Lupion; o senador Flávio Arns; e o presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano. Estiveram presentes ainda diversos deputados estaduais e federais, secretários de Estado, prefeitos, vereadores e lideranças do setor produtivo paranaense. (Agência Fiep de Notícias)

 

SICREDI: Inspirados em Da Vinci, professores refletem sobre desafios da educação

 

Artista, matemático, cientista, inventor e arquiteto, Leonardo Da Vinci aperfeiçoava suas habilidades a partir da curiosidade em busca por conhecimento. Legado que será referência no Summit Educação – Programa A União Faz a Vida, encontro promovido pela Central Sicredi PR/SP/RJ, na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), nos dias 29 e 30 de outubro, e que vai reunir cerca de 600 educadores do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. A iniciativa é voltada aos profissionais que participam do Programa, principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi. “Por meio de uma metodologia ativa ajudamos a despertar o interesse das crianças com as expedições investigativas que permitem o estudo fora da sala de aula. Essa concepção de aprendizagem se aproxima muito das características do artista italiano”, analisa o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

 

Desafios e reflexão - O encontro irá promover discussões importantes sobre os desafios da educação no país, e trará uma reflexão sobre um momento relevante para o Programa A União Faz a Vida (PUFV), visto que serão apresentados os resultados atingidos em 2019 pelos projetos desenvolvidos nas escolas. No ano passado, somente a Central Sicredi PR/SP/RJ teve mais de 2,8 mil projetos realizados nas diversas instituições de ensino parceiras. Desde que foi implantado, o PUFV já beneficiou 285 mil crianças e adolescentes, de mais de 1,9 mil escolas em 369 cidades de sete estados, contando com o trabalho de quase 25 mil educadores.

 

Momentos de troca - “Quando se trabalha com educação é importante propiciar esses momentos de troca, como o Summit Educação. Eles se refletem na formação continuada dos professores e educadores. As discussões sobre os projetos, metodologia, criatividade e inovação são importantes para que possamos realizar ações cada vez mais significativas nas comunidades”, afirma Dasenbrock.

 

Exposição Da Vinci - Além da reflexão sobre as perspectivas da educação e a formação continuada de professores, o evento também traz para Curitiba a exposição Leonardo Da Vinci – 500 Anos de Legado. Na mostra, exclusiva para os participantes do Summit, estarão expostas 50 peças entre pinturas e códigos, máquinas e desenhos. As réplicas interativas do que foi produzido por Da Vinci ajudam a demonstrar como o artista explorou diversas áreas do conhecimento servindo de inspiração até os dias atuais. “A exposição é um presente para os participantes que poderão observar na prática a importância da inquietude no processo de aprendizagem. Com Da Vinci queremos inspirar ainda mais os professores que participam do Programa A União Faz a Vida”, explica o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ. 

 

Programação - O jornalista Marcos Piangers, especialista em novas tecnologias, criatividade e inovação – além de autor do livro O Papai é Pop, tornando-se uma das referências sobre paternidade no país – será o responsável pela abertura, na noite do dia 29.

 

Dinâmica - No dia 30, será realizada uma dinâmica com a Escola de Criatividade, empresa que oferece cursos, palestras e oficinas com foco em resgatar a capacidade de criação e inovação de cada pessoa. A companhia também assumirá as atividades no encerramento do evento. A programação contempla ainda um debate entre Jean Sigel, da Escola de Criatividade, e a pedagoga, psicopedagoga, especialista e mestre em Educação, Laura Monte Serrat Barbosa.

 

Temas - O vice-presidente de Educação da Pearson Brasil, Juliano Costa, vai abordar temas como as transformações sociais e tecnológicas, e a necessidade de os profissionais e os estudantes se adaptarem a um novo modelo que exige a capacidade de lidar com a volatilidade e a incerteza. Outro tema de destaque será o debate com o educador Miguel Thompson sobre a Base Nacional Comum Curricular.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

{vsig}2019/noticias/10/29/sicredi/{/vsig}

SICREDI VALE DO PIQUIRI I: Programa Crescer reúne cerca de 17 mil associados para ensinar sobre cooperativismo

 

O Programa Crescer, iniciativa da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, vem criando ao longo dos anos várias oportunidades para os associados conhecerem melhor o modelo de negócio cooperativo. O movimento é realizado nos módulos Boas-Vindas, onde novos associados recebem informações básicas sobre as diferenças entre as instituições financeiras cooperativa e bancária, e nos encontros do Programa Crescer, módulo presencial que reúne associados para uma conversa mais aprofundada sobre as características do empreendimento cooperativo. Até o fim de outubro, os dois projetos já receberam em torno de 17 mil associados somente neste ano.

 

Dez eventos - Só na última semana, dez eventos do módulo presencial do Programa Crescer reuniram mais de 500 associados em seis diferentes cidades. No total, foram cinco reuniões em São Paulo (SP), nas agências da Avenida Paulista, Lapa, Faria Lima, Vila Maria e na sede da Associação Comercial (ACSP), além de outras cinco no Paraná, em Campina da Lagoa, Farol, Janiópolis, Assis Chateaubriand e Esperança Nova.

 

Vida dos cooperados - De acordo com a Gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Cláudia Bonatti, o Crescer acompanha diretamente a vida dos associados e apresenta informações que mostram a transparência do modelo de negócios, o que comprova ainda mais a credibilidade e a transparência da Cooperativa.

 

Conversa - “O Crescer completou dez anos e tem o objetivo de conversar com os associados e mostrar o porquê somos diferentes. Durante a reunião, o associado pode conhecer em detalhes o que significa fazer parte de um sistema cooperativo, como acompanhar o dia a dia da Instituição, e ainda temos a oportunidade de responder questões. Para nós, é importante que a nossa Cooperativa cresça com qualidade e segurança, então precisamos formar pessoas na cultura do cooperativismo. Estamos fazendo um forte trabalho nas agências para aumentarmos ainda mais o nosso de número de participantes”, avaliou.

 

Alegria - Em uma semana intensa de reuniões do Crescer, o assessor de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Adriano Gil Fernandes, destacou a alegria em fazer parte do programa, onde os aspectos sociais e econômicos caminham juntos. “É uma experiência incrível. As reuniões são uma grande oportunidade para conhecermos melhor os nossos associados, fomentar e desenvolver a economia, além da valorização local. Os associados se sentem parte, contam suas histórias. Este movimento está proporcionando algo muito grande e tende a crescer ainda mais”, frisou Adriano.

 

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri é uma cooperativa com 31 anos de história, mais de 136 mil associados, distribuídos em 77 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná e Capital e Abcd Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

{vsig}2019/noticias/10/29/sicredi_vale_piquiri_I/{/vsig}

SICREDI VALE DO PIQUIRI II: Campanha sorteia carros e prêmios de cinco mil reais

 

A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP está sorteando mais de R$ 230 mil em prêmios na Campanha Investir e Ganhar. A cada mês, são três sorteios no valor de R$ 5 mil cada um. Ao final da promoção, mais dois grandes prêmios: um Ford Ka e um Jeep Compass. O objetivo é instruir o associado a economizar parte dos recursos para a realização dos sonhos. Além disso, a Cooperativa contribui com a sociedade ao apresentar todas as possibilidades de investimento que oportuniza.

 

Participação - Para participar é muito simples. A cada aplicação de R$ 100 nos produtos participantes da Campanha, o associado recebe um número da sorte e acumula as chances de ganhar. A promoção é válida até o dia 31 de dezembro e todas as 78 agências da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP estão participando.

 

Ganhadores - Os ganhadores dos dois primeiros sorteios são associados de São Paulo (SP), Goioerê (PR), Quarto Centenário (PR), Campina da Lagoa (PR), Altônia (PR) e Rancho Alegre D’Oeste (PR). O próximo sorteio será no dia 9 de novembro.

 

Mais informações - Para mais informações, acesse www.meusicredi.com.br/investireganhar

 

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri é uma cooperativa com 31 anos de história, mais de 136 mil associados, distribuídos em 77 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná e Capital e Abcd Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

{vsig}2019/noticias/10/29/sicredi_vale_piquiri_II/{/vsig}

SICOOB UNICOOB: Presente no Congresso Empresarial Paranaense da Faciap

 

sicoob unicoob 29 10 2019Nos dias 24 e 25 de outubro, foi realizada em Foz do Iguaçu (PR) mais uma edição do Congresso Empresarial Paranaense pela Faciap (Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná). 

 

Novo momento - O encontro, que reuniu lideranças empresariais, grandes gestores e nomes que são referência em economia, inovação e tecnologia, debateu o novo momento do empreendedorismo. Para isso, tratou de temas como o avanço do varejo, os desafios que a modernidade impõe aos empreendedores e os caminhos que estão sendo traçados para o mundo dos negócios nos próximos anos. 

 

Feira de Negócios - Além da programação técnica com palestras e oficinas, o encontro teve ainda uma Feira de Negócios com expositores estratégicos para todos os tipos de empresa, entre eles, o Sicoob Unicoob. O espaço serviu como ponto de encontro para os participantes, que puderam tomar um café, tirar dúvidas e conhecer os produtos e serviços oferecidos pela cooperativa.

 

Origem - Em visita ao stand, o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Central Unicoob, Wilson Cavina, relembrou que o Sicoob teve início dentro das associações comerciais e por isso, estar presente na Faciap é tão importante. “Queremos manter e fortalecer essa parceria com a Federação e as associações comerciais. Está no nosso DNA e não podemos mudar isso, além de ser uma união muito virtuosa para os dois lados”, explica. 

 

Parceiras - Já o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, destacou que as associações comerciais são grandes parceiras desde a primeira cooperativa constituída pelo sistema. “A Faciap também sempre esteve junto com o Sicoob, desde o início. Por isso, nada mais justo do que abrilhantar e marcar presença em um evento tão importante”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB ALIANÇA I: Palestras sobre cooperativismo e educação financeira já impactaram mais de mil pessoas

 

Durante todo o mês de outubro, o Sicoob Aliança está realizando palestras sobre cooperativismo e educação financeira nos municípios de sua área de atuação. Até agora, mais de mil pessoas já foram impactadas. 

 

Locais - Os eventos acontecem em escolas, empresas, associações, abrangendo diversos tipos de públicos. A organização é feita pelos colaboradores que atuam como voluntários do Instituto Sicoob, com o apoio da Pessoa de Apoio Estratégico (PAE) da singular, Jaimes Martins Tempesta.

 

Entendimento - Segundo Jaimes, é muito importante que todos entendam como guardar e investir o dinheiro da forma mais adequada. “Além disso, as palestras cooperativistas promovem uma interação entre os presentes e mostram que pessoas com interesses comuns podem alcançar maiores benefícios juntos”, explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB ALIANÇA II: Professores de Carlopólis participam de palestra com o doutor em educação, Nélio Spréa

 

Com o objetivo de motivar os professores da rede municipal de ensino de Carlopólis (PR) participantes do Programa Cooperjovem, o Sicoob Aliança promoveu a palestra “Ninguém é igual a ninguém. Ainda bem”, ministrada pelo doutor em educação, Nélio Spréa.

 

Interação - O evento, que aconteceu no dia 14 de outubro e foi realizado em parceria com o Sescoop/PR, promoveu a interação entre os professores e a reflexão sobre dois aspectos inerentes ao processo de desenvolvimento humano: a socialização e a singularização do indivíduo.

 

Sensibilização - Por meio de vídeos, histórias e canções, o palestrante sensibilizou o público sobre a necessidade de acolher e valorizar as diferenças pessoais, de modo que a demarcação de limites e regras seja também uma conquista afetuosa e mútua entre professores e alunos ou entre pais e filhos.

 

Participação - Segundo o Pessoa de Apoio Estratégico (PAE) do Instituto Sicoob na cooperativa, Jaimes Martins Tempesta, a participação dos professores nesses encontros é muito importante. “É uma oportunidade para que os educadores troquem experiências, conhecimentos metodológicos e aprimorem nossos valores cooperativistas”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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BOM JESUS: Ciclo de palestras trata sobre a cultura do feijão

 

Ao longo de 67 anos de história na região da Lapa, a Cooperativa Bom Jesus promove ações que visam estruturar cada vez mais as cadeias produtivas de grãos. A soja é protagonista nos tempos atuais e sua ascensão aconteceu a partir de 2010, na qual ultrapassou o milho em recebimento de cereais dentro da cooperativa. O milho, por sua vez, esteve por 20 anos como o principal produto a ser trabalhado dentro da cooperativa, isso a partir dos anos 90. Mas antes disso, o carro chefe dos produtores regionais era o feijão e a cooperativa fazia o fomento dessa cultura. Mesmo com várias mudanças históricas no ciclo de plantio da região, o feijão continua como uma importante cultura regional, pois devido ao clima mais ameno e impossibilitando o plantio no mesmo ano de culturas com o ciclo de em torno 120 dias (por exemplo soja e milho), o feijão auxilia para a produção de duas culturas de verão no mesmo ano agrícola.

 

Variedades - Para melhor qualidade de produção com manejo consciente e discutir diversas variedades que essa cultura pode propor, a Cooperativa Bom Jesus em parceria com empresas parceiras como a Brandt, Syngenta e Timac, trouxeram para a região o engenheiro agrônomo e especialista na cultura do feijão, Antônio Marques “Brasinha”. Foram realizadas 4 palestras com o pesquisador nas cidades de Balsa Nova, Irati, Antonio Olinto e na Lapa.

 

Escada da Produção Potencial - Com o foco em melhor produção da cultura na região, Brasinha destacou que “para produzir mais e com qualidade, precisamos obedecer a Escada da Produção Potencial, passando pela correção do solo, sistema de produção, plantio, cuidados com ervas daninhas, cuidados relativos a pragas e doenças, adubação foliar e colheita”. Cada etapa é muito importante já que essa cultura pode ser mais suscetível a estresse considerando o fator clima, mas de acordo com a Escada de Produção Potencial, são vários manejos que estão na mão do produtor para melhor condução da cultura. “Feijão perde para erva daninha, baixa tolerância a seca, exige conhecimento, competência e bom senso. Com isso, assistência técnica é primordial”, completa Brasinha.

 

Ervas daninhas - O agrônomo chamou a atenção para as ervas daninhas. “Hoje temos na região um grande cuidado em relação a buva, mas o produtor precisa ficar atento em relação ao caruru que já aparece em algumas áreas do centro oeste e sul”. Outro ponto que chamou a atenção foram as variedades de feijão que o Brasil produz, com destaque na exportação do produto para mercados asiáticos e crescimento no mercado interno.

 

Melhores opções - Com esse intuito, de apresentar soluções aos produtores locais, a Bom Jesus busca melhores opções de variedades para a região e manejos diferenciados para maiores produtividades. (Imprensa Bom Jesus)

 

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AGRÁRIA: Cooperativa e Colégio Imperatriz planejam Curso Técnico Cervejeiro

 

agraria 29 10 2019Da cevada plantada no campo ao líquido gelado no copo, a cerveja percorre um longo caminho. Saber qual a matéria-prima adequada para cada receita, o processo de produção indicado e como se dá o controle de qualidade de uma das bebidas mais apreciadas em todo mundo desperta o interesse de muitas pessoas. 

 

Formação técnica com excelência - Pensando nisso, a Cooperativa Agrária, através do Colégio Imperatriz, está desenvolvendo o Curso Técnico Cervejeiro. A inciativa nasceu para oferecer ao público formação técnica com a excelência já comprovada da instituição de ensino, utilizando a estrutura ímpar presente na Agrária. “Temos profissionais altamente competentes à disposição, por isso entendemos que seria uma grande oportunidade em termos de educação, além de indiretamente divulgar tanto o Colégio quanto a Agrária para clientes do setor cervejeiro, que muitas vezes têm dificuldade em buscar este tipo de qualificação, já que a maioria dos cursos está fora do país”, explica Josiane Richter, Diretora Educacional do Imperatriz. 

 

Avaliação e aprovação - As ementas do curso já foram formatadas e o projeto encaminhado para a Secretaria Estadual de Educação do Paraná, onde está em fase de avaliação e aprovação. A intenção é realizar aulas em período integral, de segunda à sexta-feira, ocasionalmente com atividades aos sábados. Os conteúdos serão ministrados por professores do Colégio, já com experiência no ensino técnico, e colaboradores da Agrária que têm vínculo direto com a cadeia produtiva do Malte, que receberão formação específica para atuar em sala de aula. 

 

Turmas - A ideia é compor turmas com no máximo 25 alunos, para que haja o uso apropriado dos laboratórios e demais espaços utilizados para as aulas. Para isso, o intuito é promover um teste seletivo para escolha dos estudantes, onde serão cobrados conhecimentos básicos referentes à atividade cervejeira e nível intermediário da língua inglesa, pois a maior parte da bibliografia sobre o tema é neste idioma. Noções ou domínio da língua alemã também serão diferenciais. 

 

Conclusão - A proposta é que os alunos concluam o curso em um ano. Além dos créditos, eles deverão cumprir um período de estágio, que poderá ser realizado na própria Agrária ou em empresas parceiras. A previsão é que os primeiros egressos iniciem os estudos em agosto de 2020 ou fevereiro de 2021. (Imprensa Agrária)

COAMO: Lançados novos sabores de misturas para bolo

 

Os Alimentos Coamo lançam em novembro quatro novos sabores de misturas para bolos: fubá, neutro cenoura e milho cremoso. Os novos produtos da marca Coamo Linha Fácil trazem o verdadeiro sabor do bolo caseiro, com o conceito simples e prático que já conquistou milhares de clientes e consumidores. Para preparar um bolo delicioso é preciso adicionar apenas ovos e leite às pré-misturas da Coamo. Além dos novos sabores a Coamo já conta com as misturas de chocolate, aipim, coco, laranja, pão de ló e baunilha, em embalagens de 5kg.

 

Demanda do mercado - Os novos sabores vieram de uma demanda do mercado. “Nossos clientes e consumidores gostaram tanto das nossas Misturas de Bolos, que solicitaram mais sabores. Estamos sempre atentos às tendências de mercado e, por isso, investimos em pesquisas e desenvolvimento para atender as necessidades do nosso consumidor”, afirma o gerente Comercial dos Alimentos Coamo, Wagner Schneider.

 

Diferenciais - Com relação aos novos sabores, o superintendente Industrial da Coamo, Divaldo Correa, revela os diferenciais de cada um. “Todos mantêm o estilo de bolo caseiro. O bolo de milho tem base cremosa e na sua formulação contém fubá integral, com aromas de milho que remetem ao bolo de milho caseiro “milho verde”.  Para o bolo de fubá, optamos por compor a formulação com fubá tipo Italiano, que possui uma granulometria maior que o fubá integral e é perceptível a sua presença, pois dá um aspecto de arenoso e “estalinhos” na mastigação. No bolo de cenoura, contém o legume desidratado em pó que contribui com a cor do bolo pronto e perfeito para combinar com o aroma. Recomendamos a combinação com cobertura de chocolate para degustação.”

 

Produção - As misturas de bolos da Coamo Linha Fácil são produzidas no Moinho de Trigo da cooperativa, com alta tecnologia e controle de qualidade. “Com base em sua visão e valores, a Coamo desenvolve vários processos operacionais e industriais que resultam em certificações, que atestam que os alimentos foram produzidos dentro dos requisitos exigidos de qualidade, tais como a implementação da FSSC 22000 (Food Safety System Certification)”, afirma Correa.

 

Origem - Os Alimentos Coamo são fruto do trabalho que começa nos campos dos mais de 28 mil associados da Coamo e, por esta razão, o superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni, acrescenta que a origem é outro diferencial de toda a linha de alimentos da cooperativa. “No campo começa a cadeia produtiva dos alimentos, com segurança e dentro dos parâmetros de qualidade exigidos pelas certificações, por isso, os Alimentos Coamo têm origem, já que a matéria-prima é produzida pelos donos da Coamo. É um trabalho focado na produção da matéria-prima, no processo industrial, no cliente e no consumidor, para entregar um produto diferenciado com qualidade e sabor, que diariamente surpreende os consumidores.”

 

Informações e consulta técnica - Para outras informações e consulta técnica de cada alimento, acesse os sites da cooperativa: www.coamo.com.br ou www.alimentoscoamo.com.br. Curta também a fan page dos Alimentos Coamo, onde você encontra deliciosas receitas de família para curtir e compartilhar. Se cadastre também na newsletter dos Alimentos Coamo e receba dicas e receitas incríveis. (Imprensa Coamo)

 

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COPAGRIL I: Reuniões dos núcleos cooperativos começam dia 4 de novembro

 

copagril I 29 10 2019Entre os dias 4 e 22 de novembro deste ano serão realizadas as reuniões dos Núcleos Cooperativos da Copagril. Os encontros fazem parte do modelo de gestão cooperativista com características de participação democrática do quadro social, no qual os representantes nas coordenações dos núcleos compõem o grupo representativo de todas as áreas de ação da Copagril.

 

Primeira - A primeira reunião será em Novo Horizonte, distrito de Marechal Cândido Rondon, no dia 4, às 14 horas, no Pavilhão Comunitário da localidade. A sequência de encontros contemplará outras regiões, que ao total são 16 núcleos cooperativos, e será finalizada com duas reuniões no dia 22, às 9h30, na Casa do Agricultor em Maracaju dos Gaúchos e, às 14 horas, na Sala Catequética, em Dr. Oliveira Castro, ambos no município de Guaíra.

 

Participação importante - A participação dos cooperados e familiares é importante para o desenvolvimento das atividades, uma vez que durante as reuniões de Núcleos são explanadas as ações realizadas em todos os segmentos de negócios da cooperativa. E ainda, durante os encontros serão indicados os candidatos que posteriormente serão postulantes ao colegiado que definirá os membros do Conselho Fiscal para a gestão 2020. (Imprensa Copagril)

COPAGRIL II: Diversão e confraternização marcam o Encontro Anual dos Comitês Femininos

 

Alegria, diversão e confraternização, assim foi o sábado (26/10) em Margarida, distrito de Marechal Cândido Rondon, com a realização do Encontro Anual dos Comitês Femininos da Copagril, o qual reuniu mais de 300 mulheres. O evento realizado no Clube Corinthians também marcou a coroação da Rainha e Princesas da ACFC, que são classificadas por meio das disputas do bolãozinho.

 

Ação tradicional - O encontro é uma ação tradicional da Associação dos Comitês Femininos da Copagril (ACFC) para celebrar as atividades realizadas pelos comitês e também promover a integração entre os diferentes grupos, das diversas localidades de atuação da cooperativa. Neste ano, o evento em Margarida foi sediado pelos comitês Renascer (Margarida), União e Progresso (São Roque) e Flor do Campo (São Cristóvão). Todos os comitês integrantes da ACFC estiveram presentes com representantes e o Encontro ainda contou com a presença de mulheres cooperadas e familiares de cooperados da Copagril.

 

Atividades - O diretor vice-presidente da Copagril, Elói Darci Podkowa, acompanhou o evento e ressaltou a sobre as atividades realizadas pelos comitês em conjunto com a cooperativa. “São várias atividades realizadas durante o ano e esse encontro é especial para reunir as mulheres de várias regiões fomentando a integração entre os grupos”, descreve.

 

Programação - A programação do dia teve recepção, café da manhã e almoço. Começou com os desfiles dos clubes e uma palestra sobre autoestima com a palestrante Ana Maria Canton, além de uma apresentação especial dos comitês anfitriões. Ainda houve as disputas do bolãozinho, jogos de canastra, atividades recreativas como o jogo de argolas, chute ao gol, jogo de dardos e também o bingo, assim como os espaços especiais de maquiagem e beleza. Tudo com muita camaradagem acompanhada por um bom chimarrão ou tereré.

 

Envolvimento - Marlene Scharnetzki, presidente do comitê Renascer explicou que o encontro foi organizado por meio do trabalho de todos os comitês, com especial trabalho dos grupos anfitriões e o resultado foi um dia de muita animação. “As mulheres vieram, participaram, confraternizaram e ficamos felizes pelo envolvimento de todas”, destaca Marlene.

 

Sucesso - A presidente da ACFC, Eleane Hartmann Knaul, confirmou que o evento foi um sucesso, destacou a organização dos comitês e ressaltou a participação das mulheres no evento. “Estamos muito felizes, as mulheres receberam o convite e estiveram presentes. Foi um dia muito especial de jogos, amizade e confraternização”, completa.

 

Representantes - As representantes premiadas do dia foram:

Rainha: Clarice Beatriz Fietz – Comitê Raio de Luz

I Princesa: Raquel Bohrer Soares – Comitê Renascer

II Princesa: Cleci Kholm Wickert – Comitê Horizonte

 

2020 - Para 2020 o encontro será organizado pelos comitês Raio de Luz e 28 de Março. (Imprensa Copagril)

 

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INSUMOS: Aumento à vista nos custos dos fertilizantes

 

Em vigor desde 1997, o Convênio 100 deverá ser extinto em abril de 2020. O acordo permitiu a redução da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na movimentação interestadual de insumos agropecuários como fertilizantes, defensivos e sementes, e autorizou que os Estados concedessem incentivos nas operações dentro de suas fronteiras - por meio de isenção, redução ou diferimento da cobrança do imposto.

 

Sinalização - No afã de aumentar a arrecadação e mitigar problemas financeiros, Estados como Santa Catarina já sinalizaram que não pretendem renovar o pacto, o que vem acontecendo há 22 anos, e que deverá aumentar os custos para os agricultores e, no longo prazo, provocar mudanças no mapa da distribuição dos insumos no país.

 

Percentual - Firmado por todos os Estados do país após a entrada em vigor da Lei Kandir, em 1996, o Convênio 100 reduziu para entre 4,9% e 8,4% o ICMS incidente sobre o movimento interestadual de insumos agropecuários como fertilizantes, defensivos e sementes, e zerou a alíquota para o transporte desses produtos dentro dos Estados.

 

Alta - Caso as expectativas se confirmem e o pacto não seja renovado, as alíquotas para o movimento entre as unidades da federação subirão para entre 7% e 12% e dentro de um mesmo Estado as taxar aumentarão para entre 17% e 18%. Clusters locais de distribuição dos insumos, portanto, certamente serão prejudicados.

 

Estudo - No caso específico dos fertilizantes, estudo recém-concluído pela Agroconsult mostra que o aumento de custos derivados do fim do acordo deverá ficar entre 11,3% e 16% - o “teto” será alcançado caso não haja uma reorganização dos fluxos logísticos definidos a partir de investimentos bilionários realizados por empresas do ramo nas últimas décadas para fazer valer as vantagens do Convênio 100.

 

Panorama atual - No panorama atual, calcula a Agroconsult, o custo total dos fertilizantes adquiridos pelos produtores chega a R$ 46,7 bilhões. Na pior das hipóteses, esse valor poderá saltar para R$ 54,2 bilhões. Os valores incluem o preço da matéria-prima, a logística (custos portuários, fretes rodoviários), as margens das misturadoras e a alíquota do ICMS em si).

 

Impacto - “Além desse aumento de custos, que será direto - e também será observado em sementes e defensivos, em alguma medida -, o fim do Convênio 100 tende a provocar uma reorganização do segmento de fertilizantes. Nesse processo, muitos clusters locais, que demandam grandes investimentos, serão prejudicados”, afirma Marcos Rubin, sócio analista da Agroconsult.

 

Polos de misturadoras - Dependente de fertilizantes importados, o Brasil, com o Convênio 100, estimulou o desenvolvimento de polos de misturadoras próximos a grandes áreas de produção agrícola. É nessas unidades que são misturadas as matérias-primas (fosfato, potássio e nitrogênio, basicamente), em formulações específicas de acordo com cultura e região, e fabricados os produtos finais usados para adubar as lavouras.

 

Problemas - A Agroconsult evita elencar os clusters que poderão ser mais afetados pelo fim do Convênio 100, mas quem conhece a lógica do segmento diz que polos mato-grossenses como o de Rondonópolis, por exemplo, terão problemas. “Em muitos casos, valerá mais a pena para o produtor trazer o fertilizante de uma misturadora localizada em outro Estado”, diz Rubin.

 

Fluxo - Conforme o estudo da consultoria, atualmente o fluxo de fertilizantes já misturados dentro dos Estados do país chega a 33,2 milhões de toneladas, e outras 3,4 milhões são movimentadas entre Estados. Sem o Convênio 100, a situação tende a se inverter.

 

Mais compensador - O aumento relativamente maior das alíquotas internas tornará mais compensador trazer fertilizantes de outros Estados, mesmo que isso resulte em mais custos de transporte. Essa reorganização implica num aumento de 22% na distância média percorrida entre o polo de mistura e a região de consumo dos fertilizantes, com impacto direto sobre o custo”, afirma o estudo.

 

Incentivo - Como mais de 80% da demanda brasileira por fertilizantes é atendida por importações, Rubin acredita que a extinção do Convênio 100 poderá incentivar investimentos em mais unidades de mistura próximas aos portos de desembarque das matérias-primas. “É mais uma mudança de regras que, para quem quer investir, acontece sob a égide da insegurança”, conclui Cleber Vieira, diretor comercial da Agroconsult. (Valor Econômico)

 

insumos 29 10 2019

PARANAGUÁ: Capacidade do Corredor de Exportação do porto vai dobrar

A mudança do conceito do projeto de modernização do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá aumentará a capacidade operacional do complexo em 100%. A ideia inicial era ampliar em 33%. A novidade foi comunicada nesta segunda-feira (28/10) pelo diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, durante reunião mensal entre a empresa pública e os representantes da Associação dos Terminais do Corredor de Exportação de Paranaguá (Atexp).

Na frente - “O porto sai na frente porque a gente não está olhando o agora, nem daqui cinco ou dez anos. Estamos olhando para os próximos cinquenta anos, onde, sem dúvida, a gente consegue incrementar e dar essa tranquilidade operacional para aqueles interessados em repotenciar seus ativos”, diz Garcia.

Capacidade atual - O diretor-presidente explica que a capacidade produtiva atual em cada berço de atracação do Corredor é de carregar de até 3 mil toneladas por hora de granel, distribuídas em dois equipamentos existentes em cada berço. Quando a ideia de ampliar a potência do complexo surgiu, havia se pensado elevar essa produtividade para 4 mil toneladas/hora.

Longo prazo - Porém, destaca Garcia, planejando mais a longo prazo, considerando a potência dos shiploaders (equipamentos carregadores) e a demanda de mercado, será possível investir já neste projeto para chegar ao volume de até 18 mil toneladas por hora, ou seja, 6 mil toneladas/hora em cada berço de atracação.

Transparência - “Faremos isso tudo com os terminais. Nada que a gente faça será feito de forma isolada. A transparência, a divisão de opiniões e a busca de um consenso, sem dúvida, é o melhor caminho”, garante o Garcia.

Modernização - O projeto para remodelação e modernização do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, sistema por onde são movimentados grãos e farelos, foi apresentado em agosto, já com o lançamento da licitação do projeto básico das obras. O certame foi realizado no último dia 24. Apenas uma empresa apresentou proposta, que está em análise pela Comissão Permanente de Licitação e Cadastro (CPLC) da Portos do Paraná.

Projeto básico - O projeto básico para as obras de repotenciamento do complexo será a base para o projeto executivo e também das obras que dobrarão a capacidade de embarque de grãos e farelo pelos três berços exclusivos do Corredor (212, 213 e 214). O objetivo é elevar a produtividade para reduzir o tempo de operação, aumentar a rotatividade das embarcações e diminuir o custo de toda a cadeia.

Novo sistema - A proposta é desenvolver um novo sistema com a instalação de seis novas correias transportadoras e a aquisição de novos equipamentos eletromecânicos. As novas correias serão enclausuradas – protegidas de modo a evitar perdas na carga, sujeira da cidade e prejuízo à qualidade do ar e ao meio ambiente como um todo em função do pó. No mesmo projeto estão previstas todas as obras necessárias para que o Corredor de Exportação opere em plena capacidade.

Desenvolvimento - “A Appa hoje nos mostrou, sinalizou, que está no caminho do desenvolvimento e com olhar muito focado em infraestrutura e longo prazo”, disse o diretor do Conselho de Administração da Atexp, André Maragliano, também gerente da Cargill em Paranaguá.

Moega exclusiva de descarga para vagões - Outro assunto abordado na reunião foi o projeto que tem o objetivo de concentrar a descarga ferroviária dos granéis sólidos no Corredor de Exportação em uma moega exclusiva para o modal.

Análise - Depois de três meses de análise da proposta apresentada pela Diretoria de Engenharia e Manutenção, em parceria com a Rumo, os operadores portuários do complexo se mostram interessados em avançar para consolidar a proposta.

Considerações - O diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, já recebeu algumas considerações, mas os terminais se comprometeram em reunir suas equipes técnicas, com a Diretoria de Engenharia da empresa pública e a Rumo, para definir como seriam feitas as conexões aéreas (por correias) ao novo “moegão”, as conexões ferroviárias, a melhor localização e posição do terminal ferroviário e, ainda, as regras de operacionalização do novo equipamento do Corredor.

Recepção ferroviária - “Se a gente quer crescer, como indicam as previsões, a gente precisa ter uma adequada recepção ferroviária. É um segmento modal importante que hoje, no porto, ainda é subaproveitado. A hora que a gente capacita e melhora o ferroviário, ganha o conjunto logístico do porto”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná.

Projeto - O projeto foi apresentado pela Portos do Paraná aos representantes dos Terminais do Corredor de Exportação de Paranaguá durante a reunião mensal da Atexp, em julho.

Exclusiva - A proposta é a construção de uma moega (instalação para receber e destinar graneis sólidos às correias transportadoras) exclusiva para a descarga dos trens no Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. Os granéis sólidos, como soja, milho e farelo, vindos pela ferrovia chegariam nesta estrutura e seguiriam aos terminais por correias transportadoras.

Linhas independentes - Em princípio, seriam três linhas independentes de correias. Cada uma com capacidade para receber carga de até 60 vagões de produtos diferentes, simultaneamente. Essas correias transportadoras seriam conectadas com os terminais arrendados pela Portos do Paraná e os demais terminais poderiam se interligar ao sistema ou operar em conjunto.

Cadeia logística - O projeto beneficia toda a cadeia logística – portos, operadores, transportadores – com o aumento da capacidade de descarga e redução dos custos, e também para toda a comunidade.

População - Para a população, as melhorias imediatas geradas com essa reorganização da descarga ferroviária no Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá serão a eliminação das interferências rodoferroviárias; aumento da segurança; fluidez na circulação urbana; e a redução de ruídos, principalmente os gerados pelas buzinas dos trens.

Perspectiva - De acordo com o diretor do Conselho de Administração da Atexp, André Maragliano, também gerente da Cargill, em Paranaguá, com a descarga ferroviária anual ampliada, a perspectiva é aumentar ainda mais a movimentação pelo Corredor. “Hoje já estamos batendo na casa das 20 milhões de toneladas. O projeto permite que avancemos para algo em torno de 23 a 25 milhões de toneladas, sem outros investimentos, sem aumento de novos terminais”, afirma.

Devolutiva - Uma nova reunião, já com essa devolutiva dos terminais interessados, ficou marcada para 28 de novembro. “Agora vamos sentar, todos juntos, terminais, Rumo e Appa, para buscar o melhor layout que atenda à necessidade de todos, que vai possibilitar que esse moegão e as correias que vão ligá-lo a todos os terminais seja o mais viável possível, eficiente e produtivo”, diz o operador. (Agência de Notícias do Paraná)

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COMÉRCIO EXTERIOR: Mercosul deve concluir acordos com Canadá, Coreia e Cingapura

 

comercio exterior 29 10 2019O Secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, informou nesta segunda-feira (28/10) que o Mercosul deve concluir até o fim do ano que vem acordo comerciais com Canadá, Coreia do Sul e Cingapura. Ferraz detalhou ainda que o bloco deve iniciar negociações para o estabelecimento de acordos de livre comércio com Estados Unidos, México, Japão e Vietnã no primeiro semestre de 2020.

 

Seminário - Ferraz fez as afirmações no Seminário do Brics sobre Governança de 2019, que acontece no Rio de Janeiro, com a presença de autoridades dos países membros do grupo: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

 

Agenda comercial - Ferraz disse que o calendário de acordos faz parte da agenda comercial "muito ambiciosa" do governo brasileiro, e afirmou que o país faz esforços para modernizar o bloco sul-americano. Em sua fala em discurso no evento, proferida em inglês, ele não citou proposição de cortar à metade a Tarifa Externa Comum (TEC) do bloco.

 

Imposto - A TEC é o imposto de importação cobrado de bens de terceiros países para entrar nos territórios de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. O Valor mostrou neste mês que simulações sobre o assunto já foram apresentadas aos demais países que integram o Mercosul.

 

Exemplos - Como exemplos de sucesso da agenda de comércio exterior do governo brasileiro, Ferraz citou o desfecho do acordo comercial com a União Europeia após 20 anos de negociações e a atualização do acordo automotivo com a Argentina, que prevê o livre comércio de peças e veículos até 2029.

 

Nova conjuntura - Um dos principais negociadores do Brasil no Mercosul, Ferraz observou que a nova conjuntura do comércio exterior, marcada por abordagens unilaterais e protecionistas, rebaixou a expectativa de crescimento da economia global. Mas, na análise do secretário, podem ter seus efeitos atenuados pelo avanço da governança dentro de blocos como os Brics.

 

Troca de serviços - Nesse sentido, disse que a troca de serviços têm crescido mais rápido que o comércio de bens, embora o ônus fiscal sobre serviços seja menor, o que pressupõe a necessidade de um olhar atento à revisão de marcos regulatórios nesse campo.

 

Revolução digital - Em sua fala no evento, ele também disse que, com a revolução digital, a destruição de postos de trabalho tem sido mais acelerada que o surgimento de novas funções, o que exige políticas de emprego de curto prazo, sem explicitá-las.

 

Negociações multilaterais - Ao fim do discurso, Ferraz defendeu negociações multilaterais, a cooperação dentro das regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e a participação do Brasil em debates dentro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e do G20. Ele disse que a recusa do Brasil a participar desses foros “não terá como resultado a retomada do crescimento, a geração de mais empregos ou a redução da pobreza”. (Valor Econômico)


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