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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4695 | 30 de Outubro de 2019

ENCONTRO ESTADUAL: Evento já tem mais de 1600 participantes confirmados

 

Mais de 1600 inscrições já foram efetivadas para o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses que o Sistema Ocepar promove, no dia 6 de dezembro, em Medianeira, no Oeste do Estado. Todos os anos, a entidade reúne a família cooperativista paranaense para celebrar as conquistas alcançadas pelo setor ao longo do ano. E, pela primeira vez, o tradicional evento, que sempre foi realizado em Curitiba, vai ocorrer no interior do Estado, no Lar Centro de Eventos.

 

Programação – A programação contempla o Painel com autoridades, seguido de apresentação sobre a Cooperativa Lar, anfitriã do Encontro. “Improviso e criatividade” e “A arte de viver a transformação” são os temas das palestras que serão apresentadas, na sequência, pelo ator, diretor e dramaturgo, Márcio Ballas, e pelo doutor em Psiquiatria e Psicologia Médica e professor Pedro Calabrez, respectivamente. O evento será encerrado com uma grande atração: um show com o cantor medianeirense Michel Teló, que irá animar o público no período da tarde. 

 

Inscrições – O Encontro Estadual é destinado a cooperados, colaboradores, dirigentes, demais lideranças ligadas ao cooperativismo paranaense, seus familiares e convidados. As inscrições ao evento devem ser realizadas até dia 2 de dezembro, por meio do agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa ou no Sistema Ocepar ( inscricoes@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1105).

 

 

encontro estadual folder 30 10 2019

 

 

 

 

DIREITO COOPERATIVO: Seminário reúne cerca de 100 profissionais em Florianópolis

Com o objetivo integrar os profissionais da área jurídica e discutir temas relevantes, nacional e regionalmente, foi realizada a terceira edição do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, em Florianópolis (SC). O evento, organizado pelo Sescoop/SC (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), em parceria com a Ocesc (Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina), contou com a participação de mais de 100 de profissionais dos três Estados do Sul do Brasil. As atividades iniciaram na noite de segunda-feira (28/10) e prosseguiram até esta terça-feira (29/10).

Abertura - Na cerimônia de abertura, que teve a presença de representantes das Organizações Estaduais de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, autoridades e profissionais da área, o Presidente da Ocesc e do Sescoop/SC, Luiz Vicente Suzin, destacou a importância do evento para o cooperativismo. “Este Seminário nasceu de uma demanda da área jurídica. Ao longo destes três anos, percebemos a importância dessa integração e intercooperação com os nossos Estados vizinhos. Afinal, a área jurídica do cooperativismo está em constante mudança e, por meio da discussão e do debate, é possível trazer mais inovação e segurança para o dia a dia das nossas cooperativas”, enfatizou Suzin.

Fortalecimento - Para Ana Paula Andrade Ramos, Gerente Jurídica da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), o Seminário é fundamental para o fortalecimento de teses e estratégias. “É o momento ideal para discutir ideias e unificar estratégias. Percebemos que todos os processos e as ideias nascem na base, assim, podemos trabalhar com mais qualidade as teses nos tribunais superiores nacionais”, disse, reafirmando o compromisso da OCB na representação do cooperativismo.

Parceria - O Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul é resultado de uma parceria entre a Ocesc, a Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) e a Ocergs (Organização das Cooperativas do Estado Rio Grande do Sul). A primeira edição ocorreu no Rio Grande do Sul, em 2017, e a segunda no Paraná, em 2018.

Assuntos relevantes - O evento discutiu assuntos relevantes para a área jurídica do cooperativismo, como o direito em sociedades digitais, sociedades cooperativas, questões atuais de tributação das cooperativas e a conjuntura econômica e política do país. Além disso, também contou com palestras sobre as matérias de interesse do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional e sobre os desafios do cenário trabalhista e sindical para o cooperativismo. O seminário contou com a participação dos profissionais do Sistema Ocepar, Rogério Croscato, coordenador jurídico da Ocepar, Marlon Dreher, advogado da Ocepar, e Daniely Andressa da Silva, assessora jurídica do Sescoop/PR. (Com informações da Assessoria de Comunicação da Ocesc)

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SISTEMA OCB: Jovens líderes aterrissam em Recife

sistema ocb 30 10 2019As lideranças cooperativistas do futuro começaram, na segunda-feira (28/10), a desenvolver as competências essenciais para assumirem a função de líder. O grupo do programa Somos Líderes está em Pernambuco participando de uma série de atividades ligadas a temas como: liderança, protagonismo, transformação digital, conhecimento de si mesmo, dentre outros. O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, participou das atividades de segunda-feira.

Realização - O programa é realizado pelo Sistema OCB e foi criado para formar uma liderança cooperativista comprometida e engajada em defender a bandeira do setor em toda a sociedade. Essa primeira turma é formada por jovens moradores das cinco regiões do país, com idades entre 21 e 35 anos, recém-graduados ou cursando o último ano do curso superior de qualquer área.

Aulas - Até abril de 2020, eles terão aulas virtuais e presenciais de assuntos como Tendência, Inovação e Liderança; Liderança no contexto cooperativista; Liderança no contexto organizacional; Liderança no contexto social; e Liderança no contexto político. Cada um desses módulos conta com metodologia inovadora, conteúdo via podcasts e encontros virtuais em webnários.

Quem sabe ensina - Um diferencial do curso é que todos os alunos terão acompanhamento feito por mentores, escolhidos entre os dirigentes das cooperativas reconhecidas pelo Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão. Essa orientação personalizada continua por até dois anos após a conclusão do curso.

Outros módulos - Além de Recife, os jovens também participarão de módulos presenciais em Chapecó (SC), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF). E para potencializar o aprendizado, estão previstas visitas técnicas a instituições e organizações que implantaram soluções que mostram na prática os conteúdos trabalhados durante o programa. (Informe OCB)

 

COAGRU: Encontro reúne mais de 850 mulheres em Ubiratã

No dia 24 de outubro, a Coagru realizou o XVII Encontro de Mulheres Cooperativistas. O evento contou com a participação do ex-presidente do Sistema Ocepar e palestrante, João Paulo Koslovski, do presidente da Coagru, Áureo Zamprônio, do vice-presidente, Cavalini Carvalho e do diretor-secretário, Marcos Antonio Rossetto, além de mulheres que representam a liderança feminina na cooperativa, Neusa Pontelo, conselheira de administração; Sonia de Campos Junes, conselheira fiscal e a coordenadora-geral do Coopermulher, Margarida Tchens de Melo.

Recepção - Na chegada ao Centro de Treinamentos da Coagru, em Ubiratã (PR), as mulheres foram recepcionadas pelas integrantes dos Grupos Femininos, que conscientizaram as participantes sobre a prevenção do câncer de mama, uma campanha adotada pela cooperativa em apoio ao Outubro Rosa.

Vídeo, reflexão e palestra - Para iniciar o evento, que contou com aproximadamente 850 participantes, assistiram a um vídeo com depoimentos de diversas mulheres vinculadas à cooperativa, retratando a força feminina e o apoio da Coagru à mulher cooperativista. Na sequência, houve um momento de reflexão com a oração inicial e a palestra com o tema "A Importância da Mulher no Cooperativismo". João Paulo Koslovski ressaltou a autonomia e a capacidade da mulher em gerir os negócios. Durante a explanação, houve vários momentos de reflexão com foco no fortalecimento das práticas de cooperação e liderança.

Crescimento - Em suas palavras, o presidente Áureo frisou o crescimento da participação da mulher no quadro social da cooperativa. “Precisamos valorizar e dar condições para que esse modelo de gestão possa ser aprimorado cada vez mais. Na Coagru temos avançado muito, graças ao talento, ao trabalho e à liderança da mulher no meio cooperativista”, frisou.

Dedicatória - Dando continuidade, o vice-presidente Cavalini leu a dedicatória feita por Koslovski às mulheres da Coagru, em seu livro: "Organização do Quadro Social". "A participação da mulher nos negócios e na cooperativa é muito importante e a Coagru está focada em fortalecer a atuação feminina no cooperativismo, prova disso são os inúmeros incentivos oferecidos para o desenvolvimento da mulher", afirmou.

Fotos e autógrafos - Ao final do encontro, Koslovski participou de uma seção de fotos e distribuiu autógrafos para as mulheres. (Imprensa Coagru)

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COCAMAR I: Soja e café altamente produtivos em Cambé

Muito capricho e o uso das melhores tecnologias. É dessa maneira que a propriedade mantida pelo agricultor Dagoberto Gorni, em Cambé, vem se destacando na região. São 20 alqueires (48,4 hectares) mantidos com soja, milho e trigo e 5 (12,1 hectares) de café. O Rally Cocamar de Produtividade passou por lá na manhã de terça-feira (29/10).

Vertical - Se as dimensões do sítio são consideradas pequenas, o jeito é crescer verticalmente e isto Dagoberto, de 57 anos e servidor municipal aposentado, tem sabido fazer muito bem. Ele conta com a orientação técnica do engenheiro agrônomo Marcos Zorzenon Alteia, da unidade local da Cocamar. E tem um filho, Otávio, também graduado em agronomia, que trabalha em uma empresa do agro, mas, quando pode, participa do andamento das atividades.

Médias altas - Na safra de soja 2018/19, castigada por uma seca severa em praticamente todo o estado, a média de produtividade de soja de Gorni foi de 180 sacas por alqueire (74,3 sacas/hectare), que regula com a dos anos anteriores. Em alguns talhões, ele chegou a colher 215 e até 238 sacas por alqueire. Sérgio Viúdes, conselheiro da Cocamar e dono de maquinário, é quem faz a colheita para o produtor e confirma suas médias.

Reter umidade - Gorni disse que não é possível fazer chover, mas há providências que podem ser tomadas no sentido de reter umidade no solo e, com isso, minimizar os efeitos de uma estiagem. Ele faz correção mediante análise e, entre outras medidas, investe em adubação diferenciada que inclui cama de frango. E, pelo segundo ano, realiza consórcio milho de inverno x braquiária para ter palhada para o plantio direto.

Sente menos - “Em um solo em boas condições, corrigido, saudável e protegido, a lavoura vai demorar pelo menos uma semana a mais até começar a sentir”, observou, lembrando ainda que as perdas são, geralmente, mais suaves no comparativo com uma lavoura onde o solo não recebe o mesmo tratamento.

Café - Com relação ao café, sua expectativa de produtividade para a safra a ser colhida em 2020 é de 250 sacas beneficiadas por alqueire ou 100 sacas por hectare. São 50 mil plantas no total. Marcos, o mesmo engenheiro agrônomo da cooperativa que o assiste na soja, também tem especialização em café. Depois de colher uma safra nos mesmos volumes no ciclo 2017/18, Gorni promoveu o esqueletamento dos cafeeiros (um tipo de poda drástica para que as plantas, mediante nutrição adequada, rebrotem com mais vigor).

Referência - Com isso, o produtor de Cambé se firma como uma referência, também, em diversificação de culturas. Segundo ele, a receita líquida proporcionada pelo café – que produz de dois em dois anos - é o dobro quando comparada à soja e, pela fórmula que adota, os custos acabam diluídos e a propriedade tem maior fluxo de caixa.

Sobre o Rally Cocamar de Produtividade - Com o patrocínio das empresas masters Zacarias Chevrolet, Basf, Spraytec e Sicredi União PR/SP, o patrocínio institucional de Texaco Lubrificantes, Sancor Seguros, Cocamar TRR, Elanco e Altofós Suplemento Mineral Cocamar, e com o apoio do Cesb, Unicampo e Aprosoja-PR, o 5º Rally Cocamar de Produtividade tem o objetivo de valorizar as boas práticas agrícolas. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Em Cambé, uma fazenda que alia tradição aos negócios

História é o que se percebe, logo ao chegar, na Fazenda Ipoméia, município de Cambé (PR), visitada na manhã de terça-feira (29/10) pela equipe do Rally Cocamar de Produtividade. São inúmeras construções que remontam aos tempos do café, entre casas de colônia, sede, clube, capela e barracões. E, claro, o sino, que desde 1954 repica em alguns horários, numa tradição mantida pelo proprietário, o engenheiro mecânico João José Rezende Paiva, de 71 anos. Segundo ele, até mesmo propriedades vizinhas se orientam pelo estridente e nostálgico badalar que ecoa da Ipoméia.

Café - A fazenda, que está desde 1951 em poder de sua família – oriunda de São Sebastião do Paraíso (MG) - já chegou a ter mais de 500 trabalhadores e viveu o seu apogeu em 1965, quando da colheita da maior de todas as safras de café.

Mudança - Com o passar do tempo, o ouro verde foi perdendo lugar para as culturas mecanizadas de grãos, uma mudança que se observou em todo o norte do Paraná. Atualmente com 6 funcionários, a fazenda é produtora de soja, milho e laranja.

Soja - São 165 alqueires (399 hectares) cultivados com grãos, e 20 (48 hectares) de citricultura. A soja, o carro-chefe, apresenta uma produtividade média de 150 sacas por alqueire (61,9/hectare).

Falta chuva - As precipitações mal distribuídas e o calor forte têm preocupado o proprietário. No dia anterior à visita do Rally havia chovido bem na cidade, cerca de 50ml, mas na Ipoméia a média não passou de 2ml. “Completamos o plantio e estamos aguardando pelas chuvas, tomara que venham logo”, disse.

Levantamento - Com seus controles bem organizados, a fazenda mantém anotações dos níveis pluviométricos desde 1974. A cada chuva, os valores são registrados na média de vários pontos da propriedade. Depois de imprimir o levantamento, o produtor mostrou que 1978 foi o ano menos chuvoso em toda a série histórica, totalizando apenas 867 ml, quase a metade em comparação aos 1.515ml acumulados no ano anterior. O mais chuvoso foi 2009, quando as precipitações somaram 2.419ml (quase o triplo de 1978).

Cocamar - A Cocamar tem tido uma participação importante nas atividades da fazenda, por meio da sua unidade local. A orientação técnica nas lavouras, por exemplo, é prestada pelo engenheiro agrônomo Gustavo Martins e a cooperativa é onde o produtor João José Rezende Paiva adquire todos os seus insumos e entrega as safras. Segundo o agrônomo, 75% das lavouras de soja se encontram semeadas no município e o desenvolvimento é normal.

Confiança - Paiva citou que a cooperativa, com seu trabalho e transparência, soube conquistar a confiança dos agricultores, inspirando-lhes segurança. “A cooperativa se tornou a nossa referência”, disse, mencionando também a qualidade do atendimento. E, segundo ele, a Cocamar se fortaleceu ainda mais, em toda a região, depois de adquirir a concessão John Deere para o norte do Paraná.

Rally - Em seu 5º ano de realização, o Rally Cocamar de Produtividade conta com os seguintes patrocinadores: Basf, Sicredi União PR/SP, Spraytec e Zacarias Chevrolet (masters), Sancor Seguros, Cocamar TRR, Texaco Lubrificantes, Elanco e Altofós Suplemento Mineral Cocamar (institucionais) e o apoio do Cesb, Aprosoja (PR) e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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UNIMED CASCAVEL: Entre as vencedoras do Prêmio de Excelência na Jornada do Cliente

A vocação da Unimed é cuidar de pessoas. Isso está na essência da maior cooperativa de saúde do mundo. É por essa vocação que a Unimed Cascavel busca sempre oferecer o melhor e o mais humanizado atendimento aos pacientes. O Prêmio de Excelência na Jornada do Cliente, promovido pelo Sistema Unimed, tem como finalidade reconhecer e estimular práticas que ofereçam experiências positivas aos beneficiários. Na tarde de segunda-feira (28/10), a singular de Cascavel recebeu o troféu de 1º lugar na categoria Médio Porte, durante o 2º Encontro Nacional de Mercado, Marca e Desenvolvimento do Sistema Unimed. A cooperativa foi representada pelo gerente de Mercado, Marcio Fonseca.

Satisfação - A satisfação dos beneficiários é um dos principais indicadores monitorados pela Unimed Cascavel durante a construção do Mapa Estratégico da gestão 2018/2021. “Procuramos nos dedicar a cada ser humano que vem até aqui. É uma atenção constante à estrutura física agradável, à melhoria dos processos e, principalmente, à interação entre beneficiários e colaboradores. Esses profissionais são treinados para expandir a cultura do cuidado e olhar para cada beneficiário como uma pessoa única, proporcionando um atendimento personalizado, o que confirma a certeza de que a Unimed é realmente uma marca que cuida de pessoas em todas as fases da vida”, explica Cristiane Ezequiel, gerente de Promoção e Assistência à Saúde.

Reconhecimento - Para a gerente, a conquista do 1º lugar na categoria Médio Porte confirma algo de grande importância: “Isso nos certifica de que nossas ações estão bem avaliadas perante os beneficiários e o sistema Unimed. Também faz com que a determinação pela melhoria contínua permaneça. É muito gratificante poder mostrar a Unimed Cascavel de forma tão positiva nesse cenário nacional. Esse é o mérito de um trabalho em equipe, em que cada um entente a importância da própria função e se compromete em atingir as metas diárias. É um orgulho imenso”, comemora. (Imprensa Unimed Cascavel)

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SICREDI FRONTEIRAS I: Cerca de mil pessoas participam do ciclo de palestras com Dalmir Sant’Anna

sicredi fronteiras I 30 10 2019A cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, através do Programa “A União Faz a Vida”, promoveu um ciclo de palestras com o mágico, professor e palestrante Dalmir Sant’Anna. Participaram três cidades da área de atuação da cooperativa: Itupeva/SP, no dia 01 de outubro, Ampére/PR, no dia 22 de outubro, e Capanema/PR, cidade sede da Sicredi Fronteiras, no dia 23 de outubro.

Mil pessoas - Cerca de mil pessoas, entre professores, pais, e alunos, participaram da palestra nos três municípios. Juntamente com a palestra, houve uma mostra dos projetos realizados este ano pelos alunos no decorrer do programa.

Sociedade mais justa - A Sicredi, em conjunto com os educadores, pretende através do Programa A União Faz a Vida unir a comunidade escolar, os pais e professores da escola, trabalhando a educação, informação e cooperação para a construção de uma sociedade mais justa.

Maior desafio - De acordo com Dalmir Sant’Anna, o maior desafio educacional da atualidade é transformar a sala de aula em objeto de desejo dos alunos. “Não há como você prender a atenção do aluno se você não estabelecer uma aproximação entre o seu plano de aula e o que o aluno vive. Não há como você ter uma escola diferenciada e participativa se os pais não colaborarem e não cooperarem com essa grande transformação”.

Metodologia - O Programa A União Faz a Vida apresenta uma metodologia de ensino diferenciada, que visa transformar crianças, jovens e adultos em cidadãos mais cooperativos e humanos. A mostra de projetos durante as palestras levou aos pais e comunidade um pouco de tudo o que o programa consegue realizar em conjunto com os professores e alunos. “Percebe-se nas apresentações das mostras que foram apresentadas que o Programa A União faz a Vida extrapolou os muros da escola, envolveu a comunidade e através da expedição investigativa oportunizou que as crianças vivenciem a metodologia de projetos”, comenta Dalmir.

Presença - O presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, José César Wunsch, esteve presente nas palestras em Ampére e Capanema. Ele comenta que o Programa A União Faz a Vida é o maior programa de responsabilidade social do Sicredi e que a Sicredi Fronteiras foi a cooperativa pioneira a implementá-lo no estado do Paraná. “As crianças que têm em média cinco meses, já saem dos braços da mãe e vão para o braço dos professores, nos CMEI’S, onde temos o Programa A União Faz a Vida e ali permanecem de quatro a cinco horas por dia. Imagine o quanto nos responsabilizamos em formar essa criança, em transformá-la em um cidadão na comunidade onde mora. Não podemos atribuir essa responsabilidade apenas para os pais, família ou escola. É necessário que a comunidade inteira se envolva”, afirma Wunsch.

Mão amiga - Dalmir define o Programa como “uma mão amiga na educação”. “É uma cooperativa que faz uma parceria com o Instituto Maurício de Sousa e usa várias dinâmicas para incitar a criança a pensar. Nós podemos fazer esse aluno ser mais criativo, e nós como pais, avós, tios e educadores, conseguimos trabalhar a criatividade na criança, conseguimos tornar essa pessoa quando adulta, empreendedora e uma pessoa que consegue superar desafios”, finaliza o professor.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI FRONTEIRAS II: Bragança Paulista e Itatiba ganham 2ª agência

sicredi fronteiras II 30 10 2019A Sicredi Fronteiras PR/SC/SP inaugura nesta semana mais duas agências no Estado de São Paulo. Nesta quarta-feira (30/10), a agência inaugurada será na cidade de Bragança Paulista e na quinta-feira (31/10), em Itatiba.

Estruturas amplas - Com estruturas amplas, as agências de Itatiba, com 999m², e Bragança Paulista, com 1038m², trazem um conceito mais moderno, com espaços de interação social, além dos tradicionais caixas eletrônicos e guichês de gerentes para um atendimento personalizado. A ideia é que o diferencial de ser cooperativa seja também estendido à experiência de um atendimento mais humano, simples e ativo.

Honra - Para o presidente José César Wunsch, é uma honra para a Sicredi Fronteiras continuar o processo de expansão de agências nos municípios onde a cooperativa já está presente. “Nós somos uma instituição feita para todos. Se nós nos desenvolvemos, é porque estamos crescendo juntos com os associados. Importante lembrar que independente do ramo de atividade, seja pessoa física ou jurídica, o Sicredi possui soluções financeiras completas para o seu desenvolvimento”, declarou o presidente.

Horário e endereço - Veja abaixo o horário e endereço de cada agência:

Agência de Bragança Paulista

Endereço: Rua Cândido Rodrigues, nº 179.

Horário de funcionamento: das 10h às 16h

Agência Itatiba

Endereço: Rua Jorge Tibiriçá, nº 56.

Horário de funcionamento: das 10h às 16h

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI INTEGRAÇÃO I: Agência em Quintandinha é reinaugurada

 Pensando na relação ainda mais colaborativa e integrada com o associado, a agência de Quitandinha, no Paraná, foi reinaugurada na segunda-feira (28/10). Para garantir mais conforto e comodidade aos associados, a unidade de atendimento mudou de endereço e traz ambientes alinhados ao novo layout e ambientação da marca, com grande foco nas áreas de relacionamento.

Reformas e inaugurações - “Para fortalecer cada vez mais o atendimento aos associados, a cooperativa vem realizando uma série de reformas e inaugurações. Esse plano é resultado de um dos pilares do cooperativismo de crédito, que é o fomento da comunidade local, ou seja, os recursos financeiros ficam na região onde foram gerados”, ressalta o presidente da Sicredi Integração PR/SC, Luiz Roberto Baggio.

Localização - O novo espaço, que conta 470m², está localizado na Av. Fernandes Andrade, 1111 - Centro. A agência já está atendendo aos moradores da região com horário de funcionamento das 10h às 15h e no autoatendimento das 6h às 20h.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Integração PR/SC)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI INTEGRAÇÃO II: Cooperativa cria comitê para incentivar lideranças femininas

Auxiliar no desenvolvimento da gestão das comunidades em que atuam. Esse é o objetivo do Comitê Mulher implantado pela Sicredi Integração PR/SC, em outubro, reunindo associadas e conselheiras da cooperativa. O trabalho de formação do grupo começou em abril deste ano e, nesse primeiro momento, conta com oito integrantes.

Desafios - “A formação de um grupo estratégico formado por mulheres é fundamental para a discussão dos desafios do cooperativismo. Queremos promover ainda mais a atuação junto às comunidades auxiliando o desenvolvimento da cooperativa e contando com a contribuição de nossas associadas”, afirma o presidente da Sicredi Integração PR/SC, Luiz Roberto Baggio.

Iniciativas - Ao longo dos anos, o Sicredi vem desenvolvendo iniciativas inspiradoras que têm encorajado mulheres no aprimoramento profissional e na atuação junto ao cooperativismo. Em 2018, foram implementados 20 comitês Mulher nas cooperativas que integram a Central Sicredi PR/SP/RJ.No mesmo ano, a instituição foi reconhecida internacionalmente com o Athena Award pelo desenvolvimento de lideranças femininas no cooperativismo de crédito.

Participação- O evento de implementação do Comitê Mulher da Sicredi Integração PR/SC contou com a presença da assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo, Alyne Lemes, além do presidente e diretores da cooperativa.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Integração PR/SC)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI UNIÃO PR/SP I: Programa A União Faz a Vida é levado a Sabáudia

sicredi uniao I 30 10 2019O Programa A União Faz a Vida chega a mais um município atendido pela Regional Norte da Sicredi União PR/SP. A agência da cooperativa de crédito da cidade assinou convênio com a Prefeitura, em outubro, e o programa já terá início, no próximo ano, nas quatro unidades municipais da cidade. De acordo com a secretária de Educação do Município, Maria Benedita Masquete, as unidades atendem em torno de 1.200 alunos e são cerca de 70 professores.

Aprendizagem - “Há tempos vínhamos querendo implantar o “A União faz a Vida” em Sabáudia e agora tivemos a oportunidade de assinar o convênio,” comenta a secretária. A expectativa, segundo ela, é em decorrência das oportunidades de aprendizagem que o programa apresenta, tanto para os alunos quanto para os professores.

Projetos sociais - O gerente da agência da Sicredi União PR/SP em Sabáudia, Ronaldo Garcia, informa que, além do “A União Faz a Vida”, a cooperativa desenvolve outros dois projetos no município: O Centro de Inclusão Digital, em que a comunidade recebe aulas, gratuitamente, de informática; e a “Arvore Solidária”, realizado todos os anos, arrecadando diversos produtos que são destinados a entidades que trabalham com pessoas necessitadas.

Responsabilidade social - O programa “A União Faz a Vida” é a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi e contribui para a educação integral de crianças e adolescentes, com base nos princípios da cooperação e da cidadania. Por meio de uma metodologia de projetos, os estudantes deixam o papel de receptores de conhecimento e tornam-se protagonistas do processo de aprendizagem.

Educação cooperativa - O Programa foi desenvolvido para ampliar o conhecimento das comunidades sobre o cooperativismo e a natureza das sociedades cooperativas. Sua proposta foi construída a partir de exemplos internacionais e da parceria com o Centro de Desenvolvimento e Pesquisa sobre Cooperativismo da Universidade do Vale do Rio do Sinos (Unisinos – São Leopoldo/RS). Os projetos cooperativos são desenvolvidos pelos alunos nas escolas, com o apoio de educadores, pais e da comunidade.

Rompendo limites - As expedições investigativas são o ponto de partida da metodologia do Programa. Com a participação de educadores, os estudantes percorrem os locais onde vivem, rompendo os limites da escola. A partir disso, são definidos os temas que serão trabalhados em sala de aula, alinhados ao currículo escolar e com a comunidade de aprendizagem. E começa a ser construída, de forma colaborativa, uma nova maneira de ver o mundo e de agir coletivamente.

Formação dos educadores - O Programa A União Faz a Vida também promove a formação continuada dos educadores, por meio de encontros orientados pelas assessorias pedagógicas e intensificadas, no universo educacional do município, com as práticas de cooperação e cidadania. A proposta está alicerçada em uma rede de compromisso atuante, formada pelo Sicredi, prefeituras, assessoria pedagógica e apoiadores e pela comunidade. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Carteira de crédito de consórcio cresce 12%

De janeiro a setembro, a Sicredi União PR/SP alcançou R$ 831 milhões de crédito de consórcio, o que corresponde a um crescimento de 12% em comparativo ao mesmo período de 2018. A cooperativa disponibiliza consórcios de serviços, imóveis, automóveis, motocicletas, tratores e utilitários, sustentáveis, drones e móveis planejados.

Imóvel e serviços - Os consórcios de imóvel e serviços são os que tiveram maior crescimento nos nove primeiros meses do ano, ambos com aumento de 15%. A carteira de imóvel atingiu R$ 290 milhões e a de serviços aproximadamente R$ 61 milhões.

Destaque - O consórcio de serviços ganhou destaque, uma vez que permite a realização de qualquer tipo de serviço, dentre eles cirurgias estéticas, viagens e reformas residenciais.

Acumulado do ano - No acumulado do ano o segmento mais vendido foi o de automóveis, com R$ 47 milhões, seguido do de imóvel, que alcançou R$ 41 milhões. Considerando a comercialização em número de cotas, os destaques são para os segmentos de serviços, automóveis e imóveis. Neste período, a Sicredi União PR/SP comercializou mais de 4 mil cotas.

Contemplações - Mensalmente, o consorciado tem duas formas de ser contemplado: por meio do sorteio nas assembleias ou ofertando um lance, com antecipações de parcelas. Ao ser contemplado, o consumidor pode usar parte da carta de crédito para pagamento do lance e depois tem a opção de adquirir bem novo ou usado.

Nove primeiros meses - Nos nove primeiros meses de 2018 a Sicredi União PR/SP contemplou, por sorteio e por lance, 2.410 consorciados. No mesmo período de 2019 o número cresceu para 2.824, com R$ 97 milhões em créditos contemplados, R$ 13 milhões a mais que o ano anterior.

Novos segmentos - Em janeiro, a instituição lançou o consórcio para a aquisição de móveis, com 48 meses para pagar. E em maio lançou o Consórcio Fidelidade, que permite ao consorciado que quitou a cota adquirir uma nova cota em um período de até 180 dias, em qualquer segmento, com taxas de administração mais baixas (descontos de até 20%). (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa abre as portas de sua nova agência em Sorocaba

Desde o dia 10 de outubro, a cooperativa de crédito Sicoob Metropolitano está recebendo o público em sua primeira agência em Sorocaba (SP), que fica na Avenida General Carneiro, 2.227. Com foco em serviços para clientes do varejo e micro pequenas empresas, a cooperativa oferece taxas mais competitivas, além de produtos, benefícios e serviços exclusivos. Instalada em uma área de 700m², com espaço de atendimento, café, espaço kids e um coworking, o layout da agência foi pensado para oferecer conforto e comodidade ao público, pois no Sicoob o cooperado é dono da instituição financeira.

Abrangência - De acordo com Ideval Luis Curioni, diretor-presidente do Sicoob Metropolitano, a cooperativa tem uma grande abrangência no Paraná e agora está expandindo sua área de atuação para o estado de São Paulo. “Escolhemos Sorocaba pela pujança da cidade, por seu pioneirismo e pela forma como essa cidade cresce e se desenvolve. Isso tudo tem muito a ver com o Sicoob Metropolitano, pois nossa cooperativa quer fazer a diferença no dia a dia da população sorocabana, pois temos o firme propósito de humanizar as relações financeiras e olhar para nosso cooperado de uma maneira próxima, olho no olho”, afirma Curioni.

Receptividade- Segundo o gerente da Agência Sorocaba do Sicoob Metropolitano, Luiz Roberto Mathias Junior, a receptividade tem sido muito boa e somente na primeira semana mais de 100 pessoas conheceram a agência e muitas delas estão no processo de abertura de conta. “Além da rotina diária de uma agência bancária, essa unidade disponibiliza aos nossos cooperados e sócios um espaço exclusivo para coworking, que visa estimular a geração de negócios, em um ambiente formal, mas confortável e moderno. Esta é uma agência modelo e nosso objetivo é construir ao nosso redor uma rede que irá ajudar no desenvolvimento da cidade, com o cooperativismo financeiro e social.”

Prêmio - O gerente lembrou ainda que o Sicoob Metropolitano foi premiado pelo GPTW (Great Place to Work) como uma das melhores instituições financeiras para trabalhar no Brasil. “Ficamos à frente de vários players do mercado, o que foi motivo de grande comemoração, pois já possuímos o titulo das 10 melhores empresas médias de todos os segmentos, e agora o prêmio de segunda melhor entre as Instituição Financeiras Cooperativas”, diz.

Ofertas de negócios - Luiz Mathias observa também que os clientes se surpreendem quando conhecem as ofertas de negócios da cooperativa. “Quando eles comparam o que eles têm hoje com o que podemos oferecer em termos de emissão de boleto, sistemas de meios de pagamento, manutenção de conta, crédito consignado, taxas de empréstimos pessoais, capital de giro, entre outros, eles ficam empolgados com os diferençais do Sicoob Metropolitano”, enfatiza.

Taxas atrativas - Para o diretor da Flash Engenharia, Carlos Alberto Reis, o que mais chamou atenção no Sicoob Metropolitano foram as taxas atrativas e as linhas de crédito que beneficiam tanto as empresas que desejam alavancar seus negócios, como as que precisam de fluxo de caixa para desenvolver um grande projeto. “No início deste ano fiz uma viagem para Israel com um grupo de empresários e conheci o presidente e fundador do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, uma pessoa extremamente visionária que a todo tempo está buscando novas tecnologias para levar para as agências da cooperativa. Acredito muito no projeto do Sicoob aqui na nossa região e por isso decidi me tornar um cooperado, juntamente com minhas empresas e sócios, pois sou bastante empreendedor e é muito importante poder contar com o apoio de uma instituição séria e que oferece todos os benefícios que um grande banco tem, com a vantagem de ter a proximidade com o seu gerente”, observa Reis.

Cooperativismo financeiro - Fundado em 1997, o Sistema de Cooperativas de Crédito (Sicoob) é o maior sistema financeiro cooperativo do país. Composto por cooperativas financeiras e empresas de apoio, que em conjunto oferecem aos associados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, entre outros, o sistema conta com mais de 4,3 milhões de cooperados, 2,8 mil pontos de atendimento, distribuídos em todo país.

Origem - Completando 20 anos no próximo mês, o Sicoob Metropolitano foi fundado por empresários da Associação Comercial de Maringá (PR) com a proposta de ser um veículo de transformação e desenvolvimento econômico para empresários das áreas urbana e rural da cidade e passou a fazer parte deste Sistema. Hoje o Sicoob Metropolitano tem mais de 59 mil cooperados e mais de R$ 108 milhões em capital social, 510 colaboradores e 50 agências nos estados do Paraná e São Paulo, além de um ponto de atendimento digital. E com programação de abertura de novas agencias ainda este ano em Sumaré, Americana, Limeira, Guarulhos e mais uma unidade em Campinas. (JE Online, com informações da Assessoria de Imprensa)

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LEGISLATIVO: Comissão da MP do Crédito Rural aprova plano de trabalho de Lupion

A comissão mista da medida provisória nº 897/2019, que trata de alterações no crédito rural, aprovou, por unanimidade, o plano de trabalho do deputado Pedro Lupion (DEM-PR), relator da proposta enviada pelo Poder Executivo.

Audiências públicas - O plano prevê a realização de três audiências públicas na comissão, nos dias 6, 13 e 20 de novembro, além de outras reuniões de trabalho a ocorrerem nos estados.

Convidados - Entre os convidados previstos, estão instituições ligadas ao agronegócio brasileiro, como a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). Além disso, representantes do setor financeiro, da B3 - Bolsa de Valores nacional -, o BNDES, Ministério da Economia e Banco Central também devem ser chamados aos debates.

Leitura - Pedro Lupion marcou a leitura do relatório e início da deliberação para o dia 27 de novembro: "É um prazo razoável para que possamos resolver todos os eixos que envolvem essa medida provisória. Precisamos tomar muito cuidado para não perdermos o objeto principal da MP, que é crédito agrícola. Ela é ampla, mas não trata do agronegócio como um todo".

Linhas de ação - Os principais eixos da MP nº 897, que trata do crédito rural, são os ajustes e adequações, além da criação de linhas de fomento; o Patrimônio de Afetação, que permite aos produtores dar parte, e não toda, a propriedade como garantia para obter crédito; mudanças no registro das Cédulas de Produto Rural; a criação Fundo de Aval Fraterno, para garantir operações firmadas entre produtores e instituições financeiras; e a subvenção econômica para os cerealistas. (Assessoria de Imprensa do deputado federal Pedro Lupion)

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SANIDADE: Seguro avícola inédito é assinado no Ministério da Agricultura

O Mato Grosso é o primeiro estado brasileiro a contar com um seguro para cobrir as atividades dos avicultores. Cerca de 120 milhões de aves no estado serão seguradas.

Assinatura - O seguro foi assinado nesta terça-feira (29/10) pela Associação Matogrossense de Avicultura (Amav/Fesavi), as seguradoras Proposta e FairFax e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O evento ocorreu na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com a participação da ministra Tereza Cristina.

Programa - A apólice faz parte do Programa de Seguro Sanitário para a Avicultura do Mato Grosso: Influenza Aviária e Doença de Newcastle. Com um sistema verticalizado em um modelo integrado de produção, o Brasil é o único dentre as grandes nações produtoras que nunca registrou focos de influenza aviária em seu território. É, também, livre da Doença de Newcastle.

Importância - Segundo a ministra Tereza Cristina, a iniciativa mostra a importância que o setor avícola dá à questão sanitária. “Acho que vocês estão inaugurando uma época nova, mostrando que a iniciativa privada está preocupada com a segurança alimentar, para quem ela vai fornecer, e com a segurança também do seu estado. Então, eu vejo isso como uma iniciativa importantíssima, claro que todos os estados deveriam seguir esse exemplo”.

Regulamentação - A ministra disse ainda que o Mapa vai apoiar e regulamentar o sistema, “pois quem produz não é o ministério, e sim os produtores rurais em seus estados”.

Tranquilidade - Segundo o secretário executivo da Amav, médico veterinário Lindomar Rodrigues, o seguro dará tranquilidade aos criadores em relação à presença de aves migratórias no estado. De acordo com ele, os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás demonstraram interesse no seguro avícola. Rodrigues adiantou que existem estudos para implantação de seguros sanitários de bovinos e suínos.

Plano de proteção - Na prática, além da modalidade convencional de apólices ou certificados emitidos para cada produtor, foi desenhado um plano de proteção destinado exclusivamente aos fundos indenizatórios, que cobrem eventuais perdas dos criadores com doenças. O seguro vai garantir aos fundos a capacidade financeira para indenizar os criadores também em caso de emergências sanitárias. A reserva inicial do fundo será de R$ 20 milhões, mas o setor trabalha com uma necessidade de R$ 320 milhões.

Vanguarda - Para a ABPA, a criação de um seguro sanitário específico para o setor em relação à influenza aviária e Doença de Newcastle coloca o país na vanguarda de uma medida protetiva fundamental, já amplamente aplicada em outros setores.

Participantes - Além da ministra, participaram os secretários executivo Marcos Montes; de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal; o diretor de Relações Institucionais da ABPA, Ariel Mendes; o presidente da Amav, Tarcísio Schroeter; o diretor da Fairfax, Fabio Damasceno; e o diretor da Proposta, Ricardo Sassi.

Avicultura - Com um PIB de mais de R$ 50 bilhões e 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos no setor, o Brasil é o segundo maior produtor mundial de carne de frango. Anualmente, são produzidas 12,86 milhões de toneladas nas granjas do país, conforme dados de 2018 da ABPA.

Mercado interno - Do total, cerca de 68,1% da produção são consumidos no mercado interno. Cada brasileiro consome, em média, 42 quilos per capita por ano de carne de frango.

Internacional - No mercado internacional, o Brasil é líder com exportação de 4,1 milhões de toneladas para mais de 150 países (dados de 2018). São quase US$ 7 bilhões em receitas com as vendas externas.

Mato Grosso - O Mato Grosso é um dos mais expressivos produtores e exportadores. Sétimo no ranking dos maiores estados em volume produtivo, é responsável por 4,2% do total produzido nacionalmente. Mais de 2% de tudo o que o país exporta vêm das granjas do estado. (Mapa)

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ECONOMIA: Subocupação chega a 37% das vagas abertas em quatro trimestres

economia 30 10 2019Das 2,4 milhões de vagas criadas entre o segundo trimestre do ano passado e igual período deste ano, 892 mil, ou 37,2%, foram ocupados por pessoas que trabalham menos do que gostariam. Em seis das 27 unidades da federação - Amapá, Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Rondônia e Sergipe -, o número de subocupados supera o de demais trabalhadores entre os postos gerados. No Rio, 90,7% das vagas abertas no período recente eram subocupadas.

Pnad - Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e foram levantados para o Valor por Thiago Xavier, Rayne Santos e Lucas Assis, da Tendências Consultoria.

Insuficiente - “Os dados mostram o quanto a taxa de desemprego é insuficiente para compreender o mercado de trabalho, que foi profundamente afetado pela crise longa e profunda e pelo contexto atual, de reação muito limitada”, diz Xavier, lembrando ainda dos desalentados - pessoas que desistiram de procurar emprego -, da informalidade e dos trabalhadores ocupados em posições abaixo de sua formação educacional.

Subocupados - Os subocupados - pessoas que trabalharam menos de 40 horas na semana e gostariam de trabalhar mais - somavam 7,4 milhões no segundo trimestre deste ano, 3 milhões a mais do que no mesmo período de 2014, antes de a crise chegar com força ao mercado de trabalho.

Parcela - Eles representavam no segundo trimestre deste ano 7,9% da população ocupada total (93,3 milhões). Esse percentual sobe a 12,9% entre trabalhadores por conta própria, 14,7% entre empregados do setor privado sem carteira assinada e 19,1% entre trabalhadores domésticos.

Menos ocupada - Jaqueline Gomes, de 37 anos, moradora de Osasco, na Grande São Paulo, é uma dessas trabalhadoras domésticas que está menos ocupada do que gostaria. “Há um ano, eu trabalhava todos os dias da semana, de segunda a sábado”, conta. “Agora deu uma caída e eu trabalho três dias.”

Diárias - Além da redução no número de dias, Jaqueline conta que também não tem conseguido fechar diárias pelos R$ 150 que cobrava antes. Agora, chega a aceitar faxinas por até R$ 100. “Eu conseguia tirar R$ 2.500 por mês, hoje consigo fazer R$ 1.200, R$ 1.300, chorando. E nisso vão R$ 400 só de passagem”, diz a diarista, mãe de dois filhos.

“Ocupações elementares” - Do total de subocupados, 31% trabalham nas chamadas “ocupações elementares”, como profissionais de limpeza, alimentação, construção e manutenção. Outros 26% são trabalhadores de serviços e vendedores do comércio. Cerca de 66% são pretos ou pardos e 54% são mulheres.

Rendimento médio - O rendimento médio dos subocupados era de R$ 826 no segundo trimestre, abaixo do salário mínimo (R$ 998) e menos da metade da renda média dos trabalhadores em geral (R$ 2.290). “A subocupação tende a estar relacionada com ocupações de menor produtividade agregada”, observa Rayne. “São ocupações que em geral demandam menor qualificação, em termos de anos de escolaridade, e trabalhadores que têm maior dificuldade de se inserir no mercado de trabalho e de trabalhar as 40 horas desejáveis.”

Elemento conjuntural - Além dessa característica estrutural, há um elemento conjuntural na subocupação observada no mercado de trabalho. Embora sejam menos de 10% do total de ocupados, os subocupados chegaram a representar a totalidade das vagas geradas durante a crise e mais de 90% dos postos criados no início da recuperação, a partir do terceiro trimestre de 2017. Agora, esse percentual está em 37,2%, ainda acima do período pré-recessão.

Incerteza - “Estamos ainda num momento de muita incerteza no mercado de trabalho”, afirma Maria Andreia Lameiras, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). “A economia está numa rota de crescimento, mas o empregador ainda não vê demanda suficientemente forte para colocar o trabalhador numa jornada maior.”

Legislação - Entre os trabalhadores domésticos, a mudança de legislação no setor – que estimulou a troca de mensalistas por diaristas - e o orçamento ainda restrito das famílias explicam o crescimento da subocupação, diz a economista. Já para os trabalhadores por conta própria, o empreendedorismo por necessidade explica muitas vezes as poucas horas trabalhadas.

Exemplos - “É o auxiliar de pedreiro que só está trabalhando quando aparece trabalho, a dona de casa que está vendendo bolo no fim de semana, porque não tem demanda para vender a semana toda”, exemplifica a técnica do Ipea.

Morosidade da economia - Fruto da atividade ainda fraca, a subocupação acaba retroalimentando a morosidade da economia. “Quem trabalha menos do que poderia gera uma renda menor, contribuindo para uma redução do consumo e isso se reflete diretamente sobre a economia local”, diz João Saboia, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Serviços - Ele explica que, no caso do Rio, contribuem para o elevado nível de subocupação entre as vagas abertas no período recente uma economia muito dependente do setor de serviços e que perdeu investimentos no setor de petróleo, além do efeito da crise fiscal sobre um Estado com grande número de servidores públicos. “É uma economia que vem muito mal há alguns anos, não é surpresa que só consiga gerar empregos precários.”

Intermitentes - Para Maria Andreia, embora uma parcela dos subocupados possa ser composta por trabalhadores intermitentes, a criação dessa categoria pela reforma trabalhista não explica o elevado percentual de pessoas trabalhando menos do que gostariam entre as vagas geradas no momento atual. “A reforma trabalhista simplesmente trouxe alguns desses trabalhadores da informalidade para a formalidade, mas eles já trabalhavam menos horas, mesmo antes da reforma”, afirma.

Opção - Saboia lembra que, entre os intermitentes, há os que trabalham assim por opção e aqueles que tiveram que aceitar uma vaga sob essa condição porque foi o que apareceu, mas gostariam de trabalhar mais horas - apenas estes são considerados subocupados.

Volume pequeno - Além disso, segundo o professor da UFRJ, o volume de intermitentes ainda é relativamente pequeno. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), das 777,1 mil vagas com carteira criadas desde novembro de 2017 - mês em que a reforma trabalhista entrou em vigor - 108,2 mil são intermitentes, ou 14% do total.

Queda - Embora a subocupação ajude a reduzir a taxa de desemprego, ela também deve contribuir para que esse indicador continue a cair muito lentamente. “Mesmo que a economia comece a crescer de forma mais rápida, primeiro o trabalhador subocupado vai passar a trabalhar mais horas, para depois o empregador abrir uma nova vaga de trabalho”, diz Maria Andreia.

Avaliação semelhante - Essa também é a avaliação da Tendências. “O mercado tem que gerar ocupação para quem está trabalhando menos do que gostaria, para quem está na fila do desemprego e para quem está em casa, mas vai voltar à fila do desemprego, isso limita a queda da taxa de desocupação”, diz Xavier. Ele estima que a taxa de desemprego média deverá ser de 11,8% neste ano, caindo a 11,7% em 2020. (Valor Econômico)

economia quadro 30 10 2019

 

INFRAESTRUTURA: Setor elétrico terá reforma por medidas infralegais

infraestrutura 30 10 2019O governo pretende implementar a reforma do setor elétrico por meio de projetos de lei já em trâmite no Congresso. A estratégia foi detalhada nesta terça-feira (29/10) durante a apresentação do relatório final do grupo de trabalho criado para estudar a reforma do setor elétrico, no Rio. Baseada na proposta elaborada durante a gestão de Michel Temer, o novo plano contém medidas infralegais e pautas que precisam de aprovação em âmbito legislativo.

Dependência - “Se existe uma atualização, modernização ou aperfeiçoamento do marco legal, nós dependemos do Congresso Nacional”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. “Logo chegamos à conclusão também no decorrer desse grupo que aquilo que existia no Congresso Nacional já atendia o que nós vislumbrávamos que teria que ser aperfeiçoado no marco legal.”

Temas - Segundo a secretária-executiva da pasta, Marisete Pereira, basicamente, os temas que precisam de mudança legislativa são a separação da contratação de lastro (capacidade) e energia; a abertura do mercado para consumidores residenciais; sistema de formação de preço; e retirada de subsídio. Elaborado em 180 dias, o documento propõe um plano de ação desdobrado em 15 frentes de atuação com 88 ações.

Comitê - Com o fim do grupo de trabalho, o ministro assinou nesta terça portaria criando o “Comitê de Implementação da Modernização do Setor Elétrico”, que ficará responsável pelo acompanhamento da adoção das medidas da reforma do setor. O comitê terá vigência de dois anos, prorrogável por mais um.

Implementação - “A partir de amanhã [hoje] se inicia outro desafio, de implementar todas as soluções previstas no plano”, disse o ministro, acrescentando ter o compromisso de implementar as medidas ainda neste governo.

Medidas transitórias - O ministério também anunciou medidas transitórias. Uma delas é a possível realização de um leilão para contratar capacidade de usinas para suprir o déficit de potência estimado para 2024 e 2025. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), em um cenário de crescimento do PIB de 3% ao ano, o déficit estimado para 2024 é de 3.873 megawatts (MW). Se a economia crescer 2,1% ao ano, o déficit previsto para aquele ano é de 787 MW. Para 2025, esse número pode variar de 2.447 MW a 6.165 MW, dependendo do crescimento do PIB.

Consulta pública - O objetivo MME é lançar este ano uma consulta pública para discutir a realização do leilão e ter uma solução definida até o fim do ano.

Leilão de térmicas - Com isso, o governo vai esperar o leilão de térmicas a gás e carvão, marcado para março de 2020, para avaliar se haverá déficit para 2024 e 2025. Caso se confirme o déficit, será feito o leilão de capacidade.

Áreas petrolíferas - Em relação aos leilões de áreas petrolíferas na semana que vem, o governo federal não trabalha com a hipótese de o vazamento de óleo no Nordeste prejudicar o desempenho dos certames. Fundamentais para as contas do governo, o megaleilão do excedente da cessão onerosa e a 6ª Rodada do Pré-Sal poderão resultar em quase R$ 115 bilhões de arrecadação em bônus de assinatura.

Acidentes - “Não é por conta de exploração de campos de petróleo das nossas riquezas que foi motivado esse acidente. Como sabemos, esse óleo que foi encontrado nas praias do Nordeste não é de origem brasileira. Não tem nada a ver com a atividade de óleo e gás da indústria brasileira. Não tem nada a ver com os leilões de petróleo e gás. Eles [leilões] vão continuar sendo realizados normalmente dentro do planejamento que nós temos”, disse ontem o ministro de Minas e Energia. Ele também disse não ver prejuízo político para o governo decorrente do vazamento de óleo. (Valor Econômico)

 

RELAÇÕES EXTERNAS: Brasil e Arábia Saudita fecham parcerias para investimentos

relacoes externas 30 10 2019O Brasil e a Arábia Saudita fecharam parcerias em investimentos que podem resultar no desenvolvimento de projetos de até US$ 10 bilhões, benéficos para os dois países. O Fundo de Investimento Público saudita (PIF) explorará oportunidades em parceria com o governo brasileiro.

Assinatura - O acordo foi assinado nesta terça-feira (29/10) pelo presidente Jair Bolsonaro, que está em visita à Arábia Saudita, e pelo príncipe Mohammed bin Salman. Após a assinatura do acordo, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo concederam entrevista coletiva à imprensa.

Conselho - "Vamos organizar um conselho de cooperação entre os dois governos, com a iniciativa privada dos dois países para fazer a definição em que áreas e em que velocidade esses recursos vão ser aplicados no Brasil", disse Onyx. "Ao chegar ao Brasil vamos organizar o conselho, foi inclusive uma sugestão das autoridades árabes", acrescentou, Onyx para quem o conselho deve ser formado em cerca de três semanas.

Compromisso - O Brasil expressou o compromisso de trabalhar em conjunto com o fundo saudita para facilitar investimentos sauditas no país, prestando esclarecimentos sobre o marco legal e institucional para investimentos na economia brasileira.

Reformas - Segundo o Ministério das Relações Exteriores brasileiro, representantes dos dois países fizeram referência às reformas econômicas promovidas pelo governo para aprimorar o ambiente de negócios e tornar o Brasil mais atrativo a investidores estrangeiros. Tanto o Brasil como a Arábia Saudita ressaltaram que as concessões inseridas no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) representam oportunidades para investimentos expressivos e com retornos atrativos para o mercado.

Simplificação - O chanceler Araújo disse que, durante o encontro, também foi discutida a simplificação de vistos de turismo e de negócios entre cidadãos dos dois países, buscando aumentar o fluxo de turistas e de empresários tanto no Brasil como na Arábia Saudita. (Agência Brasil)

 

CEPAL: Exportações da América do Sul terão queda de 6,7%neste ano

cepal 30 10 2019O fluxo comercial de bens no mundo fechará o ano no menor nível desde a crise financeira de 2008, pressionado pela desaceleração da atividade global em meio à escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, aponta a Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) em seu informe anual.

Repercussão - A entidade ainda destaca a repercussão do impasse comercial sobre os preços das commodities, que recuaram diante do menor dinamismo global.

Desempenho pior - Nesse contexto, a América do Sul deverá apresentar um desempenho bem pior do que as demais regiões analisadas, com queda de 6,7% nos embarques. América Central, Caribe e México deverão ter altas de 2,6%, 3,7% e 2,8%, respectivamente. No agregado, haverá queda de 2,0% nas exportações da América Latina e Caribe, prevê a Cepal.

Importações - As importações da América do Sul, por sua vez, deverão cair 6,9% neste ano, quanto as da América Latina cederiam 3%, afirma o relatório.

Motivo - O desempenho enfraquecido das exportações sul-americanas, diz a Cepal, é um dos motivos pelos quais a região tem projeção modesta de expansão de Produto Interno Bruto (PIB) para este ano, de 0,2%.

China - Para o encarregado de assuntos econômicos na divisão de comércio internacional e integração da Cepal, Sebastián Herreros, o que explica essa queda mais acentuada na América do Sul é o fato de esses países dependerem mais de exportações de matérias-primas, que têm como principal destino a China.

Demanda menor - A demanda chinesa vem diminuindo frente às tensões comerciais com os EUA, que estão desacelerando sua economia. "Além disso, o preço da maior parte desses produtos primários – como açúcar, soja, banana, carvão, petróleo, cacau – tiveram queda. Os únicos que escapam a esse padrão são ouro, carne de vaca e minério de ferro, que beneficia o Brasil. São os únicos 3 produtos que tiveram aumento neste ano", diz Herreros.

Produtos básicos - A secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena, também lembra que “a região é muito dependente das exportações de produtos básicos e tem infraestrutura deficiente” e propõe uma maior integração comercial entre os países sul-americanos como alternativa à desaceleração global.

Repensar - “A região tem que repensar seu papel no comércio mundial de bens. Temos um padrão exportador obsoleto, que deve se adequar aos desafios tecnológicos, logísticos e de sustentabilidade. É uma região que não aumenta sua inovação”, ressalta. “Temos que repensar o comércio intrarregional. Sei que há muitas disputas na América do Sul, mas também há grandes oportunidades”, diz Bárcena.

Pressão - Ainda segundo a secretária-geral da Cepal, “a demanda global de bens primários e intermediários está pressionada, não só pela disputa comercial entre as potências econômicas – que influencia as cadeias produtivas em nível global –, mas também por um processo de substituição cada vez maior das importações pela China”.

Transformação - “A China está transformando sua estrutura industrial de tal forma a substituir importações e, assim, passa a produzir bens intermediários”, explica Bárcena. “Verificamos uma desaceleração do investimento estrangeiro direto, que ocorre em linha com queda nos volumes de produção.”

Outro problema - Herreros ainda destaca outro problema: "As exportações da América Latina para o mundo devem cair 2,1%, mas as que têm como destino países da região cairão 10%. E isso é terrível porque trata-se do comércio de bens de maior valor agregado, como manufaturas, importante para as pequenas e médias empresas".

Economias regionais - No ano que vem, afirma Herreros, o crescimento das economias regionais não deverá ser muito maior do que em 2019, o que exige acordos para frear a escalada da guerra comercial. O cenário de queda da corrente comercial também conta com influência de novas tecnologias, constata a Cepal. (Valor Econômico)

 


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