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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4696 | 31 de Outubro de 2019

GPTW: Doze cooperativas paranaenses estão entre as melhores empresas para trabalhar

 

Durante evento realizado na noite desta quarta-feira (30/10), em Curitiba, foram reconhecidas as 70 melhores empresas para trabalhar no Paraná, entre as quais, 12 são cooperativas. Este reconhecimento ocorre pelo Programa de Certificação Great Place to Work (GPTW), que permite, por meio da ferramenta on-line de pesquisa e diagnóstico do clima organizacional, a medição de forma prática da percepção dos funcionários em relação à empresa. Entre as empresas certificadas neste ano, 10 são de porte grande, 45 de porte médio e 15 de porte pequeno. A edição do 10ª do Ranking Paraná contou com 207 empresas inscritas - uma procura 6% superior em relação aos inscritos de 2018 -, representando 104.484 funcionários. "É gratificante atingir a marca de mais de 100 mil funcionários ouvidos. Começamos o ranking com 25 empresas e hoje são 70, inclusive cooperativas o que, para nós, é motivo de orgulho", afirma Hilgo Gonçalves, diretor da regional do Paraná da GPTW.

 

Cooperativas - Na relação das empresas reconhecidas e que receberam certificado e troféu, estão as cooperativas: C.Vale, Cresol, Integrada, Sicoob Central Unicoob,  Sicoob Metropolitano, Sicoob Integrado, Sicoob Ouro Verde, Sicoob Três Fronteiras, Sicoob Credicapital, Sicredi Vale Do Piquiri ABCD PR/SP, Unimed Paraná e Unimed Curitiba com o Laboratório Unimed. O Sistema Ocepar foi representado no evento pelo coordenador de Comunicação Social, Samuel Milléo Filho.

 

C.Vale - O presidente da C.Vale, com sede em Palotina, Alfredo Lang, disse que recebeu a notícia desta certificação com surpresa, pois foi o primeiro ano que a cooperativa participou da pesquisa. “Percebemos que os funcionários, ao tomar conhecimento da notícia, ficaram felizes e a repercussão também foi positiva fora, na comunidade, afinal a C.Vale é uma das principais geradoras de emprego do município e da região. Esta certificação comprova de que estamos no caminho certo com relação a gestão dos funcionários. Sempre procuramos valorizá-los e criar um clima de trabalho comprometido com o bem-estar, desempenho e crescimento”, lembrou.

 

Orgulho - Segundo o presidente do Sicredi Vale do Piquiri, ABCD PR/SP, “receber a premiação e estar entre as melhores empresas para trabalhar pela GPTW é motivo de muito orgulho. Somos gratos pelo reconhecimento ao trabalho e as práticas de gestão desenvolvidas pela cooperativa. Ter este ótimo ambiente de trabalho reflete num melhor atendimento ao associado e consequente no desenvolvimento da cooperativa que, através do relacionamento agrega renda e contribui para a melhoria da qualidade de vida dos associados e comunidade. Parabéns aos colaboradores e associados pela conquista, frisou.

 

 

Perfil das premiadas - As empresas paranaenses premiadas pelo GPTW possuem, em média, 28 anos de existência. Das 70 empresas, 15 empregam funcionários fora do Brasil, totalizando 213 brasileiros que atuam no exterior. Em média, as empresas premiadas estão em quatro unidades federativas. No quesito desenvolvimento dos funcionários, 36% das empresas premiadas oferecem verba extra para programas de evolução profissional dos trabalhadores - e eles podem utilizar da maneira que bem entenderem. Outro dado é que 59% das premiadas oferecem universidade interna. Das melhores, 57% oferecem bolsa de estudos para cursos de idiomas, 79% oferecem bolsas de estudos para cursos de graduação ou pós-graduação e 69% oferecem programas de coaching (e 57% de mentoring).

 

Admissões e demissões - A taxa de saída voluntária das empresas premiadas gira em torno de 5%. Já a rotatividade voluntária representou, no período, cerca de 25% do total das demissões. Além disso, 44% das pessoas que compõem os quadros de funcionários das empresas premiadas foram admitidas no último ano. Sobre a faixa etária dos funcionários, 35% das premiadas têm colaboradores entre 26 e 34 anos e 26% entre 35 e 44 anos. No quesito escolaridade, 72% dos colaboradores têm ensino médio completo ou menos; 20%, ensino superior completo; e 7% pós-graduação completa.

 

Setores - As premiadas são de 15 setores diferentes: varejo, produção e manufaturas, hotéis e restaurantes, agricultura, silvicultura e piscicultura, serviços financeiros e seguros, construção, infraestrutura e imobiliário, mídia, educação e treinamento, telecomunicações, serviços de saúde, biotecnologia e farmacêutico, serviços profissionais, tecnologia da informação, transportes, organizações não governamentais e filantrópicas.

 

Mulheres são minoria - Entre as premiadas, somente 13% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, enquanto 87% são dominados por homens. Em cargos de média liderança esse número cresce para 33%, enquanto 67% das posições são masculinas. Nas ocupações classificadas como "gerais", 61% são homens e 38% mulheres. A idade média dos CEOs é de 50 anos e o tempo médio que estão no cargo é de onze anos.

 

Comunicação em alta - Os números da pesquisa 2019 do GPTW Paraná mostram que a comunicação entre líderes e colaboradores é importante. Quanto maior o número de feedbacks dados aos funcionários, maior é o índice de confiança. Cerca de 55% dos funcionários das empresas premiadas receberam mais de três feedbacks no ano.

 

Regras - Para participar do GPTW é preciso ter no mínimo 30 funcionários e concorrer com um CNPJ registrado no Paraná. Hoje, o estado tem 170 empresas certificadas, com avaliações acima de 70/100 pelos seus colaboradores. O GPTW Paraná representa 12% do número de empresas certificadas pelo GPTW Brasil. O GPTW foi fundado nos Estados Unidos e está presente em 61 países. A primeira lista das melhores empresas no mundo feita no Brasil foi em 1997. (Com informações da Gazeta do Povo)

 

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MISSÃO ECONÔMICA: Delegação paranaense prospecta mercados para os produtos das cooperativas no Japão

 

Uma delegação paranaense, comandada pelo deputado federal Luiz Nishimori, participa, nesta semana, de uma missão econômica no Japão, com o objetivo de prospectar novos mercados para os produtos das cooperativas. O grupo embarcou no final da semana passada e, desde segunda-feira (28/10), está realizando visitas a órgãos oficiais do governo japonês e empresas multinacionais em Tokyo, Hamamatsu, Kobe, Kyoto e Osaka. Também estiveram em uma das maiores centrais de cooperativas do mundo, a Zennoh. A viagem prossegue até sábado (02/11).

 

Embaixada - Na terça-feira (29/10), houve um encontro com o embaixador do Brasil no Japão, Eduardo Saboia. “Tivemos a oportunidade de entregar ao embaixador uma menção honrosa, pela grande contribuição no fortalecimento da relação bilateral entre o Brasil e o Japão. Realizamos a missão em um momento muito importante para a consolidação de novas oportunidades de negócios, devido à grande preocupação com doenças, como a febre africana de suínos, que atingiu a China e outros fornecedores, mas não o Brasil. Somos fortes candidatos a fornecer nossos produtos, principalmente quando obtivermos o status de área livre de febre aftosa”, afirmou Nishimori.

Integrantes - Entre os representantes do cooperativismo paranaense que fazem parte da missão estão: o superintendente da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Nelson Costa, o diretor-presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, o diretor da Coopavel, Erwin Soliva, o diretor-executivo da Frimesa, Elias Zydec, o diretor da Castrolanda, Mark Allen Harvey, e a gerente de mercado internacional da Lar, Giovana de Fátima Leite Rosas.

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EXCELÊNCIA DA GESTÃO: Fórum vai discutir Compliance e Lei Geral de Proteção de Dados, em Curitiba

 

Compliance e Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) são os dois temas que estarão no centro dos debates do Fórum de Excelência da Gestão que o Sistema Ocepar promove, no dia 12 de novembro, na sede da entidade, em Curitiba, das 9h às 17h. O evento é destinado a profissionais das cooperativas paranaenses que atuam nas áreas jurídica, tecnologia da informação, gestão, recursos humanos, compliance, auditoria e demais interessados. A programação contempla apresentação de palestras com especialistas nos assuntos e de cases: um da BRF e outro da Unimed Belo Horizonte.

 

Informações e inscrições - Mais informações com Daniely Silva (daniely.andressa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200 1149) e Alfredo Souza (alfredo.souza@sistemaocepar.coop.br / 41 3200 1144). Inscrições com Esdras Silva (esdras.silva@sistemaocepar.coop.br / 41 3200 1159).

 

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IC AGRO: Índice segue em alta no 3º trimestre e marca 115,1 pontos

 

ic agro 31 10 2019O agronegócio brasileiro encerrou o 3º trimestre com confiança em alta. O Índice de Confiança (IC Agro) do setor subiu 3,8 pontos, fechando o período em 115,1 pontos e retornando a um patamar muito próximo ao recorde do final do ano passado (115,8 pontos). Esse é o quarto trimestre consecutivo em que o indicador supera os 110 pontos, a sequência mais positiva da série histórica.

 

Otimismo - Segundo a metodologia do estudo, os resultados indicam otimismo quando ficam acima de 100 pontos – abaixo disso, o sinal é de pessimismo. O IC Agro é um indicador medido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

 

Entusiasmo - Em relação ao trimestre anterior, cresceu o entusiasmo em todos os segmentos pesquisados. Pesaram para isso o ressurgimento de boas expectativas para a economia brasileira e fatores diretamente associados ao agronegócio, como o aumento nos preços das commodities, impulsionado pelo câmbio, e as melhores condições de crédito. As entrevistas foram realizadas entre o fim de agosto e setembro, em um momento que boa parte do agronegócio – em especial a indústria Pós Porteira – demonstrou retomar o ânimo com a perspectiva geral da economia brasileira e do negócio em geral.

 

Indústria - A confiança das indústrias ligadas ao agronegócio chegou a 118,7 pontos, alta de 6,0 pontos em relação ao trimestre anterior e o melhor resultado da série histórica. O maior aumento ocorreu entre as empresas situadas no Pós Porteira, que praticamente igualaram o nível de otimismo que já era demonstrado pela indústria Antes da Porteira no trimestre anterior.

 

Antes da porteira - Na indústria antes da porteira (insumos agropecuários), as empresas mantiveram a confiança que vem sendo apresentada nos últimos trimestres. Seu Índice subiu 0,8 ponto, para 119,2 pontos. O otimismo nesse segmento da indústria foi alimentado pelo comportamento do mercado de insumos – especialmente de fertilizantes – que avançou de julho a setembro, recuperando-se de uma certa letargia nas negociações ao longo do trimestre anterior.

 

Depois da porteira - Dentre todos os segmentos pesquisados, o das empresas do agronegócio situadas Depois da Porteira foi o que apresentou o maior aumento no nível de otimismo no 3º trimestre do ano. Sua confiança chegou a 118,4 pontos, alta de 8,3 pontos. Houve melhora na percepção dos executivos dessas indústrias com relação às condições gerais da economia brasileira. No momento em que as entrevistas para o estudo foram realizadas, esperava-se a aprovação da reforma da Previdência no Senado e se acreditava em avanços na reforma tributária ainda neste ano.

 

Outros aspectos - Deve-se também levar em conta outros aspectos específicos que influenciam o setor, como, por exemplo, a melhora nos indicadores de emprego e receita de venda dos hipermercados e supermercados, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. “Outro exemplo relevante vem do crescimento das exportações de café e grãos de janeiro a setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, além das carnes, cujas vendas externas foram, em parte, impulsionadas pela Peste Suína Africana, na China. Somados, esses aspectos ajudam a explicar por que aumentou a confiança das empresas tanto em relação às expectativas para o futuro, quanto às condições atuais”, avalia Roberto Betancourt, diretor-titular do departamento do agronegócio da Fiesp.

 

Produtores - Quanto aos Produtores Agropecuários, os ânimos se mantiveram em patamares elevados (alta de 0,7 ponto), chegando a 110,2 pontos. É o segundo maior resultado da série histórica, atrás apenas do recorde do 4º trimestre de 2018, que registrou 113,8 pontos.

 

Agricultores - O otimismo no âmbito dos produtores agrícolas, que cresceu 0,5 ponto no 3º trimestre do ano, para 112,2 pontos, veio de várias frentes. A disponibilidade de crédito rural, por exemplo, aumentou: para ilustrar, o desembolso para o custeio das culturas de soja e milho chegou a R$ 34,1 bilhões de janeiro a setembro de 2019, 11% acima do mesmo período do ano passado – as taxas de juro também caíram, facilitando o financiamento da produção.

 

Preços dos grãos - De acordo com Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB, destaca-se também o aumento dos preços dos grãos, sustentados principalmente pela taxa de câmbio. “A relação de troca entre a produção e o pacote de insumos melhorou do ponto de vista dos produtores, o que refletiu em mais otimismo com relação aos custos. As cotações internacionais dos principais fertilizantes demonstraram tendência de queda, o que cria expectativas favoráveis para os agricultores”, complementa.

 

Produtividade - A confiança em relação a produtividade se mantém alta, apesar de ter recuado um pouco em relação ao trimestre anterior. Esse último aspecto pode ser atribuído à relativa demora na regularização das chuvas no período inicial de plantio em algumas das principais regiões produtoras.

 

Faixa - Entre os pecuaristas, a faixa de confiança se mantém por quatro trimestre consecutivos, sequência inédita na série histórica para o segmento, que era notadamente pessimista até o final do ano passado. Os resultados se sustentaram pelos bons ânimos relacionados ao crédito, à produtividade e aos preços – o que é, nesse último caso, corroborado pelos indicadores de mercado tanto para a carnes quanto para o leite.

 

Custos de produção - Ocorreu, no entanto, uma perda de confiança relacionada aos custos de produção. Uma das razões para isso está nos preços do milho, que se mantiveram em alta mesmo durante a entrada da produção da safrinha no mercado – o crescimento nas exportações acabou enxugando o mercado e retirando pressões baixistas. Além disso, aumentaram os preços médios do bezerro, que compõem os custos da pecuária de corte. (Informe OCB)

COOPERATIVISMO: Setor debate exportação de lácteos para China

 

O governo federal tem trabalhado na prospecção de mercados para os lácteos brasileiros. A China é um exemplo disso. Além disso, há ainda a expectativa de como será o mercado de lácteos, quando da entrada em vigor do acordo da União Europeia com o Mercosul. E para debater sobre a possibilidade de acordos comerciais entre Brasil e esses países, representantes dos produtores, de cooperativas, da indústria e do governo federal participaram na terça-feira (29/10), de uma audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, em Brasília.

 

Convocação - A audiência pública foi convocada pelo deputado Celso Maldaner (SC), membro da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), contou com a participação de representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Também estiveram presentes especialistas do Ministério da Agricultura, da Embrapa, da Apex-Brasil, da Confederação Nacional da Agricultura, da Associação Brasileira dos Produtores de Leite, da Associação Brasileira de Laticínios e da Associação Brasileira das Pequenas e Médias Cooperativas e Empresas de Laticínios.

 

Papel da Câmara - O deputado Celso Maldaner disse que acredita que a Câmara tem papel importante na melhoria de competitividade. “Temos que sensibilizar o Governo para ter uma política de mais suporte, principalmente na área de assistência técnica e infraestrutura, e dar mais apoio ao nosso produtor de leite”, argumenta.

 

Dever de casa - De forma geral, todos os elos do setor lácteo se mostraram satisfeitos com o empenho do governo em ampliar os mercados, especialmente considerando a China e a União Europeia. Entretanto, foram unânimes em ressaltar a necessidade de, antes de atuar com foco no mercado externo, é preciso fazer um grande dever de casa antes.

 

Políticas - Fernando Pinheiro, analista técnico e econômico da OCB, explicou que é preciso trabalhar no desenvolvimento de políticas para lidar com o excesso de produção, ao contrário do que ocorria no passado quando o Brasil era dependente das importações de lácteos. “Atualmente, aumentos de 2% na produção são suficientes para influenciar no mercado de lácteos”, explica.

 

Políticas - Na visão da OCB, a implementação de políticas para o desenvolvimento da competitividade do setor, passa, necessariamente pela desoneração tributária da cadeia produtiva, por investimentos em infraestrutura e comunicação e pela adoção de práticas que assegurem a prática leal do comércio internacional.  

 

Condições - “Sabemos produzir e temos todas as condições para isso. Um exemplo é que só no primeiro semestre deste ano, a produção cresceu 5%. Mas, e o consumo? Os números mostram que o consumo, atual, está nos níveis de 2012, ou seja, 166 litros/habitante/ano. Só dá pra pensar em mercado externo, quando toda a cadeia estiver, internamente, não só organizada, mas fortalecida”, conclui.

 

Oportunidade - Para o representante do Ministério das Relações Exteriores Alexandre Ghisleni, com o devido investimento e apoio governamental, quando o acordo estiver plenamente válido, o setor lácteo poderá estar muito diferente e talvez até ter subido na posição entre os maiores produtores e consumidores de laticínios. Hoje, estamos entre os cinco maiores.

 

Cota para queijos - Contudo, para o analista Técnico e Econômico da OCB, a cota para os queijos prevista no acordo, quando de sua plena entrada em vigência, gera preocupação, pois está muito próxima do que realizamos hoje apenas com o MERCOSUL. Embora a cota seja recíproca para o Mercosul, a exportação para a União Europeia não é a melhor oportunidade para os produtores brasileiros.

 

Números - Em todo o mundo, o mercado de leite e derivados tem 1,4 bilhão de consumidores. Só de leite em pó, a China importa 800 milhões de toneladas por ano – mais do que toda a produção brasileira, que é de 600 milhões de toneladas. O Brasil é o terceiro maior produtor de leite no mundo, com 33,8 bilhões de litros. A Organização Mundial de Saúde preconiza uma média de consumo estimada em 200 litros de leite, por habitante, por ano. Na China, esse consumo é alcança apenas ¼ dessa estimativa. No Brasil, segundo dados do IBGE, existem 1.170 mil produtores de leite. (Informe OCB)

 

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DEFESA AGROPECUÁRIA I: Produtor precisa atualizar o cadastro de todos os animais

 

defesa agropecuaria I 31 10 2019Todos os animais que transitam pelo Estado do Paraná com interesse econômico, necessitando portanto da Guia de Trânsito Animal (GTA), precisam ter o cadastro atualizado até 30 de novembro. A atualização do rebanho é um procedimento obrigatório, previsto no Decreto Estadual n.º 12.029/2014, e que era feito para o rebanho bovino e bubalino no período da vacinação da febre aftosa.

 

Processo - Com a suspensão da vacina (Instrução Normativa n.º 47), o processo semestral de atualização do rebanho continua para esses pecuaristas e se estende para outros produtores de animais.

 

Procedimento - “O procedimento deve ser feito por todos os produtores de animais com interesse econômico, independentemente de ter ou não bovino na propriedade”, afirmou o gerente de Saúde Animal e fiscal de Defesa Agropecuária da Adapar, Rafael Gonçalves Dias. “Se não tiver o cadastro atualizado, ele não conseguirá movimentar os animais”, acrescentou. Além disso, a legislação prevê penalidades, entre elas o pagamento de multa. Entre os animais que precisarão ser cadastrados estão bois, búfalos, cabras, ovelhas, suínos, cavalos, jumentos, mulas, galinhas e peixes

 

Rastreabilidade - De acordo com Gonçalves Dias, que também é médico veterinário, o objetivo é ter informações precisas de tudo o que existe de animal na unidade epidemiológica. “Nossos objetivos são garantir a rastreabilidade e a sanidade de todo o rebanho paranaense”, salientou. “Nós precisamos saber de onde o animal vem e para onde vai. Em casos de foco, pesquisamos a movimentação de pelo menos seis meses antes da notificação da doença, tanto as entradas como as saídas de animais da propriedade rural. Isso permite que possamos identificar as possíveis origens de foco e, principalmente, os possíveis destinos de animais oriundos dessa propriedade”.

 

Outras doenças - O gerente da Adapar reforçou, ainda, que o interesse da vigilância animal não é apenas em relação à febre aftosa, mas se estende para todas as possíveis doenças. Ele alertou todos os produtores para que fiquem sempre atentos a qualquer alteração no cotidiano dos animais, como uma maior mortalidade, salivação excessiva, postura diferente do normal, diarreia em aves e suínos, hemorragias, sinais nervosos e outros sintomas.

 

Comunicação - “Produtores e responsáveis técnicos estão em contato com os animais quase que diariamente. A qualquer sinal de doenças infecciosas, é necessário a comunicação à Adapar, para que possamos fazer uma investigação inicial e análises laboratoriais se for o caso”, disse Dias. Para as doenças cujo combate é previsto em programa estadual, a investigação e análise laboratorial não têm custo ao produtor.

 

Interação - Para o gerente de Saúde Animal, a interação entre produtores, indústrias e o serviço veterinário oficial precisa ser cada vez mais fortalecida. “É um desafio importante para toda a cadeia pecuária que precisa ter em vista sempre a qualidade e a excelência exigidas pelo mercado nacional e internacional”, disse. “Uma doença não deixa de existir apenas porque não é notificada. Pelo contrário, quanto antes agir da maneira correta, maiores são as chances de controlá-la”.

 

Cadastro - A atualização cadastral e do rebanho deve ser feita pelo produtor rural. Pode ser de forma online ou diretamente nas unidades locais da Adapar, sindicatos rurais autorizados ou em escritório de atendimento municipal.

 

Online - Se for online, é preciso, primeiramente, cadastrar-se na Central de Segurança do Estado do Paraná. O próprio site da Adapar possibilita essa ação, clicando no banner Campanha de Atualização Cadastral. Deve-se escolher a opção Quero me Cadastrar, informar o CPF e nome, preencher os dados e criar login e senha. Caso a pessoa já esteja cadastrada na Central de Segurança do Estado, deve clicar no banner da campanha e acessar o caminho Já sou cadastrado.

 

Login e senha - Depois disso, é preciso preencher os espaços com o login e senha e clicar em Prosseguir.

 

Mais - Na página que se abre, deve-se selecionar a propriedade que estiver com pendência de comprovação de rebanho, escolher a espécie e preencher com os dados pedidos. Em seguida, clicar em Comprovar. O último procedimento deve ser repetido para cada uma das espécies com pendência.

 

Manual - Se o proprietário preferir atualizar o cadastro de forma manual, precisará comparecer a um escritório da Adapar, sindicato rural ou unidade de atendimento municipal para pegar o formulário, que deve ser preenchido e entregue no mesmo local. O prazo para o cadastro será de 1.º a 30 de novembro de cada ano. O procedimento deverá ser repetido entre os dias 1.º e 31 de maio de cada ano. (Agência de Notícias do Paraná)

DEFESA AGROPECUÁRIA II: Senado aprova crédito de US$ 195 milhões para investimentos na área

 

defesa agropecuaria II 31 10 2019A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciou, nesta quarta-feira (30/10), durante a reunião do Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri), a aprovação pelo Senado de um empréstimo de US$ 195 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para investimentos no sistema brasileiro de defesa agropecuária.

 

Boa notícia - “Ontem eu tive a boa notícia, sofrida, suada, mas conseguimos finalmente aprovar um financiamento no Senado de US$ 195 milhões para ajudar a defesa sanitária brasileira”, informou aos secretários estaduais reunidos na sede do Mapa, em Brasília. “Não é a fundo perdido, mas é a juros baratos, e isso é importantíssimo para organizar o sistema sanitário como um todo”, completou a ministra. “Vamos agora lutar no Ministério da Economia para esse dinheiro vir (logo) para cá”.

 

Pedido - Tereza Cristina pediu aos secretários de Agricultura que alertem os  governadores sobre a importância da questão sanitária. “Precisamos  trabalhar na mesma régua. Não podemos ter dois Brasis em sanidade”, alertou a ministra.  “Está na nossa mão trazer renda e novos investimentos. Temos de pensar grande”, afirmou, referindo-se à possibilidade de todos os estados brasileiros exportarem seus produtos agropecuários, em especial para a China, hoje nosso principal parceiro comercial.

 

Crescer mais - “Estamos montando aqui no Ministério um núcleo China que vai trabalhar num fuso meio de dia e meio de noite para atendê-los, para a gente ter o que entregar”, informou. Tereza Cristina relatou que, durante a reunião na semana passada, em Pequim, o presidente da China, Xi Jinping, pediu ao presidente Jair Bolsonaro para ajudar a resolver o problema deles (de abastecimento de proteína animal, causado pela dizimação de parte do rebanho atingido pela peste suína africana).

 

Mais plantas - “Ele (o presidente chinês) pediu para o Brasil habilitar mais plantas para exportar carne para a China; nós conseguimos habilitar 25 frigoríficos; eles querem mais”, destacou. ”Nós podemos crescer muito mais, em outras cadeias, além de carne, soja, milho, algodão - e não só para a China”, acrescentou Tereza Cristina. A ministra informou ainda que os chineses querem importar café do Brasil. “Nos ajudem a trazer mais café para a China. Foi o que ouvi”, relatou.

 

Proativos - “Está na nossa mão ser proativos”, alertou a ministra. “Não adianta pensar que os chineses precisam da nossa proteína animal e vegetal, se não tivermos sanidade. Não adianta ter boa produção e boa higiene, se não respondermos os questionários (sanitários, exigidos para exportação). Deixaremos espaço para outros que sabem preencher papel melhor do que nós; me ajudem nisso”, apelou aos secretários de Agricultura.

 

Diário Oficial - A autorização do Senado para o governo brasileiro contratar operação de crédito externo, no valor total de até US$ 195 milhões com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta. Os recursos da operação de crédito destinam-se a financiar parcialmente o Programa de Modernização e Fortalecimento da Defesa Agropecuária - ProDefesa. (Mapa)

AGROPAR: Cooperativa promove palestras sobre tecnologia e cooperativismo

 

Na noite de 22 de outubro, a Agropar (Cooperativa Agroindustrial do Médio Oeste do Paraná), promoveu, em sua sede, em Assis Chateaubriand, jantar de congraçamento e repasse de informações ao quadro social. Cerca de 200 cooperados e familiares participaram do evento, no qual foram realizadas as palestras “A importância do cooperativismo e a fidelização do quadro social”, ministrada pelo coordenador de Desenvolvimento Humano do Sistema Ocepar, João Gogola Neto, e “Parceria Estratégica para Geração de Valor, por meio da Tecnologia da Informação”, apresentada pelos profissionais da empresa de software Datacoper, Samuel Citon Fadanelli e Ederson Luís Dellalibera.

 

Valorização - Para o vice-presidente da Agropar, Armando Romão, além da valorização do cooperado, o encontro foi também uma confraternização do quadro social da cooperativa. O dirigente agradeceu a presença de todos, em especial os parceiros do evento, e anunciou novos investimentos visando melhorias na infraestrutura da cooperativa. Na opinião do cooperado Lucas Pegoraro, o encontro foi importante pois promoveu a interação entre os associados, com o foco na busca de mais desenvolvimento na produção agrícola. “Como não se pode mais desmatar, temos que preservar e produzir mais num espaço menor, e isso exige conhecimento e tecnologia”, afirmou.

 

Fortalecimento - Segundo João Gogola Neto, o objetivo da palestra foi esclarecer dúvidas e demonstrar aos cooperados a importância da fidelidade para o fortalecimento e crescimento da cooperativa. “Quanto mais o cooperado opera com a cooperativa, mais chances ela tem de crescer e obter bons resultados. Por outro lado, é muito importante a participação do cooperado nas reuniões, encontros técnicos e dias de campo, para que a cooperativa possa passar informações e conhecimentos e ele alcance melhores resultados em sua propriedade, além de poder acompanhar a evolução da cooperativa”, explicou.

 

Projetos - Na última parte do evento, o gerente da Agropar, Carlos Maurício Simão, apresentou os projetos: “Cuide-se Mais” (Alimentação Saudável) e “Cozinha Brasil” que serão praticados pela Cooperativa em 2020, em parceria com o Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo).

 

A Agropar - Fundada em 30 de junho de 1995, a Agropar reúne cerca de 4.500 produtores rurais, entre associados e terceiros que realizam negócios com a cooperativa. Sediada em Assis Chateaubriand, ela opera com uma capacidade de armazenamento total de 71 mil toneladas de grãos, sendo 12 mil toneladas em armazém tipo V e 59 mil toneladas em silos metálicos, com sistema de termometria e aeração, além de contar com todos os equipamentos necessários para a padronização dos cereais.

 

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SICREDI FRONTEIRAS: Economista-chefe ministra palestra em Santa Izabel do Oeste

 

A palestra com o economista-chefe do Sicredi, Pedro Ramos, ocorreu na quarta-feira (23/10), na Casa da Cultura, em Santa Izabel do Oeste/PR. A preleção intitulada “Cenário Econômico e Perspectivas” fez parte da programação da III Semana Empresarial de Santa Izabel do Oeste e reuniu cerca de 300 pessoas.

 

Questões - Pedro Ramos esclareceu para o público algumas questões sobre a agenda de reformas que permeiam o cenário econômico, e elencou as atitudes que devem ser tomadas para a retomada do crescimento econômico do país, como por exemplo: o ajuste das contas públicas, a redução da taxa de desemprego e a melhora do ambiente de negócios, para, consequentemente gerar mais oportunidades ao brasileiro. 

 

Projeções - Segundo a diretora executiva da cooperativa Sicredi Fronteiras, Adriana C. Barros Mees, Pedro Ramos é uma pessoa extremamente acessível, com uma grande inteligência e capacidade de repassar facilmente as informações e dados econômicos ao público, sem usar o famoso “economês”. “Pedro conseguiu apresentar as projeções que se tem para o país nos próximos anos através de suas análises realizadas no Banco Cooperativo Sicredi. Após a palestra, associados, empresários e jovens tiveram a oportunidade de fazer perguntas e esclarecer dúvidas”, comenta Adriana.

 

Top 5 - Conforme ela, a área econômica do Banco Cooperativo Sicredi está sempre nos top 5 no ranking do Banco Central do Brasil. “A participação da cooperativa nos municípios onde ela atua, promove a informação e a educação das pessoas. É deste modo que trabalhamos para a construção de um mundo melhor”, finaliza a diretora.

 

Sobre Pedro Ramos - Pedro Lutz Ramos tem experiência de mais de dez anos na construção de cenários e projeções econômicas. Desde 2011, vem contribuindo para que a Gerência de Análise Econômica do Banco Cooperativo Sicredi seja premiada como uma das áreas econômicas do país com maior precisão em suas projeções, segundo a Bloomberg, o Banco Central do Brasil e o Grupo Estado de São Paulo. Possui experiência como professor de Econometria em programas de MBA e tem artigos publicados em periódicos nacionais e em congressos de economia.

  

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI UNIÃO: Evento beneficente encerra Outubro Rosa, em Maringá

 

sicredi uniao 31 10 2019A 3ª edição do Power Pink será realizada nesta quinta-feira (31/10), às 19h30, no Moinho Vermelho de Maringá. O evento beneficente deve reunir cerca de 400 mulheres com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância da prevenção do câncer de mama, além de arrecadar fundos para a Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC).

 

Patrocínio - Realizado pela Amici & Co, empresa filiada ao Maringá e Região Convention & Visitors Bureau (MRCVB), o evento conta com o patrocínio da Sicredi União PR/SP, Opção Imóveis, A. Yoshii, Coopercard, Usaflex, entre outros. A iniciativa também é apoiada pela Cless Models, Iluminasom, Gráfica Regente, Moinho Vermelho, fotógrafo Jackson Yonegura e outros.

 

Boa reversão - De acordo com a sócia da Amici e também vice-presidente para assuntos de comunicação e pesquisa do MRCVB, Danielle Cenerini, todos os anos o evento consegue boa reversão de verba para a rede feminina. “Tudo indica este ano vamos superar as nossas expectativas”, diz.

 

Conscientização - Durante o evento, as convidadas assistem a apresentação de conscientização sobre a importância da luta contra o câncer de mama e da prática de atividade física como um dos métodos de prevenção. “Tenho certeza de que todas vão sair de lá motivadas e dispostas a cuidar mais da saúde”, afirma Danielle ao acrescentar que também será servido jantar e, para encerrar, haverá o show do Edson Galhardo, cover do Elvis Presley.

 

Origem - A analista de Sustentabilidade da Sicredi União PR/SP, Gabriela Ottoboni, conta que o Power Pink nasceu no Comitê Mulher da instituição financeira cooperativa, por meio das empresárias Mari Shiozaki e Danielle Cenerini. “A ideia surgiu em troca de ideias durante uma capacitação e a Sicredi União se tornou parceira desde o início tanto pela causa de disseminação de informações sobre autocuidado quanto por apoiarmos iniciativas lideradas por mulheres da comunidade”.

 

Continuidade - A gerente da RFCC, Janaina Mantovani, reforça que eventos como esse garantem não só visibilidade para a entidade e para a causa, mas também recursos que contribuem significativamente para a continuidade dos projetos da entidade nas áreas da assistência social, saúde e valorização humana. “Nossa missão é prover qualidade de vida enquanto houver vida”, afirma.

 

Atendimento - Com mais de 30 anos, a RFCC Maringá atende cerca de 266 famílias e 45 crianças e adolescentes com câncer da região, e também disponibilizam a Casa de Apoio, que oferece hospedagem enquanto a pessoa fizer tratamento de quimioterapia e radioterapia em Maringá. “São pacientes que recebem apoio e benefícios de acordo com suas necessidades, todos comprovadamente em situação de vulnerabilidade social”, explica. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SERVIÇO

Power Pink

31 de outubro

Moinho Vermelho – Av. Colombo, saída para Paranavaí

Mais informações - (44) 3028-7277 (RFCC)

SICOOB INTEGRADO: Diplomas são entregues a participantes de MBA em Liderança e Gestão Organizacional

 

sicredi integrado 31 10 2019Pensando na capacitação de seus colaboradores, o Sicoob Integrado proporcionou aos gerentes de agências e gestores da Unidade Administrativa da cooperativa um MBA Executivo em Liderança e Gestão Organizacional.

 

Diplomas - Promovido em parceria com a Franklin Covey, uma das maiores empresas globais na formação de líderes, o curso teve início em maio de 2017. No último dia 24, os participantes comemoraram a conclusão do MBA e receberam seus diplomas durante um jantar realizado no Restaurante Strapazzon, em Coronel Vivida (PR).

 

Importância - Durante o evento, o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Integrado, Alcir Luiz Freisleben, ressaltou a importância de especializar e habilitar os gerentes. “Nesse momento de expansão da cooperativa, é importante que eles estejam preparados para atender e compartilhar os conhecimentos com colaboradores e cooperados”.

 

Troca de conhecimentos - Segundo o gerente de Mercado, Laudier Sinhorin, além de colaborar com o dia a dia na cooperativa, a participação no curso também contribuiu muito para a troca de experiências e autoconhecimento. “É muito mais fácil atuar na gestão do negócio e das pessoas quando se tem um bom embasamento técnico e teórico", comenta.

 

Presenças - Também estiveram presentes no jantar e receberam seus diplomas o diretor Superintendente, Clevi Deitos e o diretor Administrativo e Financeiro, Marcos Antonio Francescon. (Imprensa Sicoob Unicoob)

CRESOL: Presente no US Money 20/20, em Las Vegas

cresol 31 10 2019A Cresol participou, até esta quarta-feira (30/10), da Conferência US Money 20/20, em Las Vegas, nos Estados Unidos. O vice-presidente da Cresol Confederação, Adriano Michelon, e o diretor de Tecnologia da instituição, Leonardo Sant’Anna, acompanharam as discussões sobre pagamentos, comércio e serviços financeiros. Também estiverm no evento Pablo Guancino, diretor de Negócios da Cresol Baser, Jaap Van Doorn, assessor de relações internacionais da Cresol Baser, e Adinan Kielb, diretor administrativo da Cresol Baser.

O evento - O US Money 20/20 é realizado desde 2012 e reúne o ecossistema de pagamentos, bancos, fintechs e serviços financeiros com a intenção de apresentar diferentes soluções para pessoas e empresas.

Reflexões - Para o vice-presidente da Cresol Confederação, Adriano Michelon, a ida ao US Money 20/20 trouxe reflexões e a certeza dos caminhos escolhidos para a evolução do Sistema Cresol. “Nossa participação em um dos mais importantes eventos voltados para os serviços financeiros nos fez perceber mais uma vez que estamos em constantes mudanças, e a Cresol está preparada para os desafios e também para aproveitar as oportunidades que estão por vir no mundo dos negócios. Foram dias de muita informação e novidades que farão com que o Sistema Cresol possa crescer e se fortalecer ainda mais".

Participantes - Na edição deste ano do Money 20/20, mais de 2,3 mil pessoas de 88 países participaram dos quatro dias do evento. (Imprensa Cresol)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Projeto Linda de Lenço recebe homenagem na Assembleia Legislativa do Paraná

 

unimed ponta grossa 31 10 2019A idealizadora do Projeto Linda de Lenço, da Unimed Ponta Grossa, a radiologista Lucimara Maeda, recebeu, na última terça (29/10), uma menção honrosa na Assembleia Legislativa do Paraná. Na ocasião, foi apresentada a introdução do vídeo que ganhou as redes sociais e no qual a médica conta a história que inspirou o projeto. Em seguida, Lucimara finalizou a história pessoalmente aos presentes na sessão.

 

Emoção - “É emocionante ver o reconhecimento e a repercussão do Projeto Linda de Lenço. Gratidão a todos que apoiaram o projeto e entenderam a nossa mensagem”, ressaltou a médica.

 

Proposição - A menção honrosa foi proposta pelo deputado Coronel Lee, junto com a Câmara da Indústria e Comércio Brasil-Japão no Paraná. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

SEGURO RURAL: Governo libera mais recursos em 2019

 

seguro rural 31 10 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta quarta-feira (30/10) a Resolução nº 69 do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), que trata do aumento do orçamento destinado para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e a distribuição dos recursos.

 

Descontingenciamento - A medida foi possível em função do descontingenciamento de R$ 50 milhões em recursos da pasta, o que permitirá apoiar a contratação de aproximadamente 12 mil novas apólices. Do total desbloqueado, cerca de R$ 30 milhões serão destinados para os grãos (soja, milho 1ª safra, feijão, arroz), R$ 10 milhões para as frutas, R$ 300 mil para a pecuária e o restante para as demais culturas.

 

Março - Em março deste ano, houve o contingenciamento de R$ 70 milhões de recursos do Ministério, o que impactou o orçamento de R$ 440 milhões para R$ 370 milhões em 2019 para o custeio das despesas com o PSR.

 

Demonstração - Para o diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola, o governo tem demonstrado que o seguro rural é um dos mais importantes instrumentos da política agrícola, que contribui com a estabilidade econômico-financeira dos produtores em situações de adversidades climáticas.

 

Fomento - “Com o fomento do PSR, já temos 14 companhias seguradoras credenciadas no programa ofertando produtos aderentes à realidade do campo. Entre 2018 e 2019, os produtores receberam mais de R$ 3,2 bilhões em indenizações dessas empresas”.

 

Possibilidade - Segundo ele, existe ainda a possibilidade de liberação de mais R$ 20 milhões no PSR para subvencionar o prêmio do seguro rural, o que contemplaria todo o orçamento aprovado para 2019 (R$ 440 milhões).  “Para o próximo ano, está previsto o recurso de R$ 1 bilhão para o PSR, que depende ainda de aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2020, em tramitação no Congresso Nacional”, complementa. (Mapa)

ECONOMIA I: País deve crescer entre 2% e 2,5% em 2020, diz Guedes

 

economia I 31 10 2019O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (30/10) que a economia brasileira já voltou a crescer e o ritmo deve acelerar entre este e o próximo ano, num ciclo mais autossustentável. Segundo Guedes, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve avançar entre 2% e 2,5% em 2020, mais do que o dobro da taxa a ser observada em 2019.

 

Comparação - Comparando a economia brasileira a uma baleia ferida, o ministro disse que o governo está “tirando os arpões e ela está voltando a se mexer”. Enquanto a agenda de reformas dará sentido de consolidação ao regime fiscal, a economia já está crescendo mais do que antes e deve acelerar ainda mais, afirmou. Com os “descaminhos” produzidos pelo passado de descontrole de gastos, é ingenuidade achar que o Brasil vai passar a crescer a taxas mais robustas, entre 4% e 5%, da noite para o dia, mas o crescimento já está voltando, ponderou. Guedes falou nesta quarta no Estadão Summit, evento do qual participou num painel com outros economistas, em São Paulo.

 

Juros - Ao mesmo tempo, a taxa neutra de juros da economia brasileira, que permite que a atividade cresça sem pressionar a inflação, também é mais baixa do que no passado recente, o que, por consequência, reduz as despesas do governo com os juros da dívida, acrescentou o ministro. “Teremos um círculo virtuoso”, comentou, respondendo pergunta sobre quando a economia vai voltar a crescer. Do lado fiscal, a reforma da Previdência coloca a principal despesa do governo federal sob controle, acrescentou.

 

Aceleração autossustentável - De acordo com Guedes, pela primeira vez em oito anos, a aceleração da atividade econômica no país é “autossustentável”, e não induzida pelo Estado. Mesmo a liberação de saques de contas ativas e inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a criação do saque-aniversário, na visão do ministro, foram um “empurrãozinho autossustentável”. “Foi criado um 14º salário permanente. Tem muita coisa andando e acho que vamos sentir já, já o bafo da recuperação econômica”, reforçou.

 

Energia barata - O ministro mencionou novamente o esperado choque de “energia barata” que vai decorrer da quebra de monopólio de exploração de gás, que, em sua avaliação, vai trazer reindustrialização ao país. Ainda no setor de infraestrutura, citou a MP do Saneamento, que deve resultar em uma nova onda de investimentos no setor. “A privatização vai trazer saneamento para cidades brasileiras.”

 

Repercussões - Guedes ainda buscou minimizar eventuais repercussões de vídeo postado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta semana, em que o mandatário se compara a um leão atacado por hienas - que seriam partidos políticos (PT, PSDB, PDT e PSL), a Organização das Nações Unidas (ONU), o Supremo Tribunal Federal (STF) e veículos de imprensa. Para o ministro, é preciso diferenciar a forma do conteúdo das falas presidenciais. “O presidente às vezes é desafortunado em sua forma de expressão, mas gostaria de ver como alguém reagiria ao bombardeio que esse homem é submetido há dois ou três anos.”

 

Estilo - O ministro afirmou que o ruído provocado por essas e outras declarações é “perturbador”, mas se disse conformado com esse estilo. “O presidente não muda”, disse ele, ressaltando que deveria existir respeito maior entre o presidente e seus interlocutores.

 

Chile - Para o ministro, também não é possível comparar a situação do Brasil com a do Chile, que adotou o mesmo receituário liberal nas últimas décadas que é agora bandeira do governo brasileiro e hoje enfrenta pressão popular em protestos históricos.

 

Questionamento - “Como negar 30 anos de acerto no Chile por que houve uma manifestação?” Na sexta-feira (25/10), a capital chilena, Santiago, foi palco de protestos que reuniu 1,2 milhão segundo a mídia local, os maiores desde a redemocratização no país sul-americano.

 

Falhas - Guedes voltou a dizer que, apesar da ênfase do Estado brasileiro na questão social nos últimos 30 anos, houve falhas na condução dessa política. “As legítimas aspirações sociais pedem solidariedade, mas chegamos em outro extremo que está tudo carimbado”, disse o ministro. Segundo ele, o erro foi ter “lançado os cobertores na área social” sem privatizar e transformar o Estado. “Vamos privatizar e abrir o investimento para o setor privado.” (Valor Econômico)

ECONOMIA II: Governo Central tem menor déficit para setembro em quatro anos

 

economia II 31 10 2019Com a ajuda dos dividendos de bancos públicos, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) obteve, em setembro, o menor déficit primário em quatro anos. No mês passado, as contas ficaram negativas em R$ 20,372 bilhões. O resultado foi 14% melhor que o do mesmo mês do ano passado, já descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

 

Melhor para setembro - Para meses de setembro, o resultado foi o melhor desde 2015, quando o Governo Central tinha registrado déficit de R$ 7,182 bilhões. Nos nove primeiros meses do ano, o Governo Central acumula déficit primário de R$ 72,469 bilhões. Esse é o melhor resultado para o período desde 2015 (déficit de R$ 24,564 bilhões).

 

Déficit primário - O déficit primário é o resultado negativo nas contas do governo desconsiderando o pagamento de juros da dívida pública. O resultado veio melhor que as expectativas dos analistas de mercado. Na pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todo mês pelo Ministério da Economia, as instituições financeiras estimavam déficit primário de R$ 22,4 bilhões para setembro.

 

Orçamento Geral - O Orçamento Geral da União deste ano estabelece que o Governo Central fechará 2019 com déficit primário de R$ 139 bilhões. Para alcançar essa meta, o governo teve de contingenciar (bloquear) R$ 30 bilhões do Orçamento no fim de março. Nos últimos meses, a equipe econômica liberou recursos, graças aos dividendos de estatais e a recursos do petróleo. O total contingenciado em outubro estava em R$ 17,111 bilhões.

 

Dividendos - Em setembro, as receitas subiram R$ 3,6 bilhões acima da inflação na comparação com o mesmo mês do ano passado. O principal motivo foi o pagamento de R$ 5 bilhões de dividendos de bancos oficiais – R$ 3 bilhões da Caixa Econômica Federal e R$ 1,8 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

Parcela do lucro - Os dividendos são a parcela do lucro que as empresas pagam aos acionistas. No caso das estatais federais, o principal acionista é o Tesouro Nacional, que recebe os recursos e reforça o caixa.

 

Nova política - Pela nova política de pagamento, os bancos públicos passaram a recolher os dividendos no próprio ano, baseados no lucro do primeiro semestre. Segundo o Tesouro, a mudança não representa uma antecipação porque a política se tornará permanente, com os bancos submetidos a um limite máximo de dividendos que podem repassar à União.

 

Ajuste - No acumulado do ano, o ajuste fiscal está ocorrendo pelo lado dos gastos. Até setembro, as receitas líquidas subiram 0,5% descontando a inflação oficial pelo IPCA. As despesas totais acumulam queda de 1,1% também descontando a inflação. As maiores reduções de gastos foram registradas nas despesas discricionárias (não obrigatórias), com queda de R$ 15 bilhões descontado o IPCA, nos subsídios e subvenções (R$ 3,2 bilhões) e na compensação da desoneração da folha de pagamento (R$ 2,9 bilhões). As despesas com o funcionalismo subiram R$ 2 bilhões acima da inflação, mas a maior alta ocorreu nos gastos com a Previdência Social, com alta de R$ 12,5 bilhões acima do IPCA.

 

Previdência - A Previdência Social registrou déficit recorde de R$ 165,254 bilhões de janeiro a setembro. O déficit foi parcialmente compensado pelo superávit de R$ 93,166 bilhões do Tesouro Nacional. O Banco Central teve déficit de R$ 381 milhões, resultando no superávit primário de R$ 72,469 bilhões do Governo Central acumulado do ano.

 

Despesas - Em relação às despesas, os gastos de custeio (manutenção da máquina pública) caíram 7% nos nove primeiros meses do ano, descontada a inflação. O maior recuo, no entanto, foi registrado nos investimentos federais (obras públicas e compra de equipamentos), que somaram R$ 27,351 bilhões de janeiro a setembro, com queda de 17% em relação ao mesmo período do ano passado, descontada a inflação.

 

Estatísticas - O Tesouro voltou a divulgar as estatísticas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Nos nove primeiros meses do ano, o programa executou R$ 13,913 bilhões, com retração de 16,5% em valores corrigidos pelo IPCA. (Agência Brasil)

SELIC: Copom reduz juros básicos para 5% ao ano, o menor nível da história

 

selic 31 10 2019Pela terceira vez seguida, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 5% ao ano, com corte de 0,5 ponto percentual. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

 

Menor nível - Com a decisão desta quarta-feira (30/10), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho deste ano.

 

Reformas estruturais - Em comunicado, o BC reiterou a necessidade de continuidade nas reformas estruturais da economia brasileira para que os juros permaneçam em níveis baixos por longo tempo. O texto indicou que uma nova redução de 0,5 ponto deverá ocorrer antes do fim do ano. “O Comitê avalia que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir um ajuste adicional, de igual magnitude”, destacou o texto. A próxima reunião do Copom está marcada para 10 e 11 de dezembro.

 

Inflação - A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em setembro, o indicador fechou em 2,89% no acumulado de 12 meses. No mês passado, o IPCA registrou deflação de 0,04%, o menor percentual para meses de setembro desde 1998.

 

Meta - Para 2019, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu meta de inflação de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não poderá superar 5,75% neste ano nem ficar abaixo de 2,75%. A meta para 2020 foi fixada em 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

 

Estimativa - No Relatório de Inflação divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2019 em 3,3%, continuando abaixo de 4% até 2022. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,29%.

 

Crédito mais barato - A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC projetava expansão da economia de 0,9% para este ano e de 1,8% em 2020.

 

Mercado - A expectativa está em linha com as do mercado. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos preveem crescimento de 0,91% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2019.

 

Utilização - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. (Agência Brasil)

EUA: Fed reduz taxa e sinaliza pausa em ciclo

 

eua 31 10 2019O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) cortou as taxas de juros pela terceira vez neste ano e começou a minimizar as expectativas de novos cortes por enquanto. No comunicado, divulgado após a reunião desta quarta-feira (30/10), sinalizou um “limite mais alto” para novas reduções, depois de anunciar um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de referência, para um intervalo entre 1,5% e 1,75% anuais.

 

Expressão - Os diretores do Fed removeram do comunicado uma expressão usada em junho, julho e setembro, quando o comitê que define as taxas informou que “agiria conforme fosse apropriado” para sustentar a expansão econômica. Eles substituíram essa frase por uma alternativa mais branda: segundo o comunicado, “o comitê continuará a monitorar as implicações das informações que chegam sobre as perspectivas econômicas para avaliar o caminho apropriado” para a taxa de juro.

 

Votos - Oito dos dez integrantes do comitê votaram a favor de reduzir a taxa de referência. Os presidentes regionais do Fed Eric Rosengren (Boston) e Esther George (Kansas City) prefeririam deixar as taxas de juros inalteradas. As duas autoridades disseram que a boa saúde geral da economia não justifica cortes nas taxas, apesar da opinião de seus colegas de que as reduções eram necessárias para sustentar a expansão em meio aos riscos associados a tensões comerciais e desaceleração do crescimento global.

 

Proteção - O Fed reduziu sua taxa de referência três vezes desde julho para proteger a economia contra uma desaceleração nos investimentos empresariais amplificada pelo conflito comercial entre os EUA e a China. No ano passado, o banco elevou as taxas quatro vezes.

 

Sem outras mudanças - O comunicado não trouxe quase nenhuma outra mudança. O Fed observou que os gastos das famílias têm subido a um ritmo forte, enquanto o investimento das empresas e as exportações continuaram fracos. As maiores dúvidas logo antes da reunião de dois dias desta semana eram sobre se e como o presidente do Fed, Jerome Powell, e seus colegas indicariam a possibilidade de uma pausa nos cortes do banco central.

 

Pergunta - A primeira pergunta feita para Powell na entrevista coletiva após a reunião de ontem foi se este corte era “tudo”, ou seja, se o ciclo de quedas de juros havia terminado. Powell respondeu que “enquanto as perspectivas econômicas não mudarem, as taxas de juros atuais são apropriadas”.

 

Apólice de seguro - Os dirigentes do Fed compararam as medidas que vêm sendo tomadas com uma apólice de seguro destinada a compensar o risco de que a guerra comercial entre EUA e China e uma desaceleração mundial mais profunda levem a uma forte retração econômica - em oposição a uma campanha mais agressiva de corte da taxa provocada por sinais de recessão iminente.

 

Razões - Os dirigentes citaram três razões para os cortes das taxas deste ano: enfraquecimento do crescimento mundial, aumento da incerteza das políticas comerciais e inflação moderada. O conflito comercial entre EUA e China piorou logo depois que o Fed fez o primeiro corte nas taxas, em julho, mas o governo do presidente Donald Trump tomou medidas no início deste mês para retomar as negociações com o gigante asiático.

 

Cenário misto - Os dados econômicos dos EUA mostram um cenário misto. O Departamento de Comércio informou ontem que os gastos das empresas se contraíram pelo segundo trimestre consecutivo, mas foram compensados pelos gastos robustos dos consumidores e por uma melhora modesta no setor imobiliário, que é sensível às taxas. As contratações desaceleraram neste ano, mas para níveis que ainda são fortes o suficiente para conter o desemprego.

 

Divulgação - Mais dois relatórios sobre emprego serão divulgados antes da última reunião do Fed deste ano, marcada para 10 e 11 de dezembro. Um deles reúne os dados do Departamento do Trabalho sobre o cenário de contratações de outubro, a ser divulgado sexta-feira.

 

Pressões contidas - De seu lado, as pressões inflacionárias continuam contidas. Elas ficaram abaixo da meta do banco central para este ano, de 2%, e as medições das expectativas dos consumidores e das empresas sobre a inflação futura caíram nos últimos meses. Os dirigentes do Fed prestam muita atenção às expectativas de inflação porque elas podem ser autorrealizáveis. Sem contar os preços voláteis de alimentos e energia, os preços subiram 1,8% em relação ao ano anterior em agosto, de acordo com o indicador preferido do Fed.

 

Melhor - Powell disse nesta quarta que a inflação tem sido fraca em todo o mundo, mas está se mantendo melhor nos EUA do que em outros lugares. “É claro que assistimos à situação no Japão e agora na Europa. Observamos que há pressões desinflacionárias significativas em todo o mundo”, afirmou. “Se você olhar para o nosso atual desempenho da inflação, não foi nada parecido com o que vimos nesses outros lugares.”

 

Próximo ano - As mudanças na meta de inflação do Fed provavelmente não serão implementadas até meados do próximo ano, disse Powell. O banco central americano vem realizando uma revisão de sua estrutura de política monetária. “Meu pensamento ainda é que isso ocorrerá em meados do próximo ano”, disse ele. “Essas mudanças nas estruturas de política monetária não acontecem muito rapidamente.” (Valor Econômico)

IBGE: Taxa de desemprego no Brasil cai para 11,8%

ibge 31 10 2019A taxa de desocupação no Brasil fechou o trimestre móvel encerrado em setembro em 11,8%, uma leve queda em relação tanto ao trimestre anterior, finalizado em junho, quando 12% da população estavam sem trabalho, quanto ao trimestre que acabou em setembro do ano passado (11,9%).

Dados - Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (31/10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

Desocupados - O contingente de desocupados soma 12,5 milhões de pessoas, uma diminuição de 251 mil pessoas. Já a população ocupada atingiu 93,8 milhões, um aumento de 459 mil pessoas.

Fora da força de trabalho - A população fora da força de trabalho permaneceu estável, com 64,8 milhões de pessoas. Já a taxa de subutilização ficou em 24%, uma redução de 0,8 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, somando 27,5 milhões de pessoas que gostariam de trabalhar mais horas do que atualmente.

Desalentada - A população desalentada, que são pessoas que desistiram de procurar trabalho, soma 4,7 milhões de pessoas, um recuo de 3,6%. (Agência Brasil)

 

PARANÁ: Fazenda lança boletim com dados da economia do Estado

 

parana 31 10 2019A Secretaria de Estado da Fazenda lançou um boletim mensal reunindo os indicadores econômicos, que vai permitir o acompanhamento dos dados e a observação das tendências da economia paranaense. Com isso, fica mais claro medir os rumos e o ritmo dos acontecimentos.

 

Atores externos-  Segundo técnicos da Secretaria, para os atores externos, conhecer o Estado do Paraná complementa o planejamento de longo prazo. Por mais que se conheçam os costumes e comportamentos locais, compilar os indicadores existentes em um documento estabelece um marco de informações que ajuda na elaboração de qualquer plano de longo prazo.

 

Oportunidades - A ideia é expor os indicadores para que as oportunidades possam ser melhor aproveitadas.

 

Publicação - O Boletim Econômico vai ser publicado sempre na última semana do mês, na página da Secretaria da Fazenda, e pode ser acessado no menu da Transparência, no item Economia do Paraná ou acessando o link http://www.fazenda.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=582

 

Dados - O boletim traz dados sobre a atividade econômica, indústria, comércio, agropecuária, serviços, trabalho, inflação, crédito e comércio exterior. Futuramente também no Portal da Transparência.

 

PLOA - A Secretaria da Fazenda lança também um infográfico com o resumo visual das principais informações do Orçamento 2020, contidas no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), entregue pelo Governo do Estado para apreciação da Assembleia Legislativa no dia 30 de setembro.

 

Outras publicações - De acordo com os técnicos, a ideia é divulgar neste espaço, além do boletim mensal, outras publicações, informes e estudos, estabelecendo uma cultura de avaliação da economia e do setor público estadual paranaense, de modo que os gestores públicos e, principalmente, o cidadão consigam acompanhar os rumos do Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

SAÚDE: População deve manter medidas para prevenir a gripe

 

saude 31 10 2019O Boletim da Gripe divulgado nesta quarta-feira (30/10) pela Secretaria de Estado da Saúde registra mais dois óbitos pelo vírus da Influenza A (H1N1) no Paraná. São 122 mortes desde o início do ano.

 

Não vacinadas - Os óbitos confirmados referem-se a duas pessoas não vacinadas: um homem, morador de Curitiba, de 57 anos, que apresentava como fator de risco a obesidade, e uma mulher, moradora de Ivaiporã, também de 57 anos, com diabetes, cardiopatias e obesidade.

 

Casos - São 639 casos de gripe no Estado – 86,1% provocados pelo vírus H1N1. O informativo da secretaria estadual registra ainda 1.617 casos de síndromes respiratórias graves provocadas por outros vírus respiratórios.

 

Reforço - “Os casos reforçam que as medidas preventivas para a gripe devem continuar sendo adotadas pela população mesmo com as temperaturas elevadas desta época do ano”, explica a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Acácia Nasr.

 

As medidas - As medidas de prevenção são a frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento; cobrir nariz e boca com a dobra do braço quando espirrar ou tossir; não compartilhar objetos de uso pessoal como talheres, pratos e copos; e manter os ambientes sempre ventilados. “O consumo de alimentos saudáveis também faz parte da prevenção e ainda a ingestão de líquidos, principalmente, muita água”, ressalta a coordenadora.

 

Gripe - Os sintomas da gripe são febre alta, com início repentino, calafrios, tosse seca, dor de garganta e mal-estar. “Diante dos sintomas orientamos a busca por atendimento médico”, alerta o chefe da Divisão de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Renato Lopes. (Agência de Notícias do Paraná)


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