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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4700 | 06 de Novembro de 2019

FORMAÇÃO: Treinamento em Maringá vai orientar sobre Proagro, crédito e seguro rural

Proporcionar a formação e a atualização sobre o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), o Manual de Crédito Rural (MCR) e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Essa é a proposta do treinamento que o Sistema Ocepar vai promover, no dia 12 de novembro, no anfiteatro da Cooperativa Unicampo, em Maringá, no Noroeste do Paraná, das 9h às 17h.

Público-alvo – O evento é destinado a gerentes, analistas e profissionais de campo das cooperativas paranaenses que trabalham na elaboração ou análise de projetos ligados aos temas do curso. As palestras serão ministradas pelos especialistas Luiz Antonio Digiovani, que falará sobre seguro rural, e Ademiro Vian, que vai tratar a respeito de Proagro e crédito rural.

Inscrições – As inscrições devem ser efetivadas por meio do agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa ou com Jessica Costa (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

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FÓRUM: Energia e conectividade no campo estarão em debate, em Curitiba

No dia 13 de novembro, o Sistema Ocepar realiza do Fórum de Energia e Conectividade, no Hotel San Juan, em Curitiba, das 9h às 17. O evento inicia com a palestra “Agro 4.0 – conectividade no campo”, ministrada por Hélio Fonseca, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação. Na sequência, Alberto Barreto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), apresenta um estudo da entidade sobre a cobertura de internet no meio rural. Os participantes terão ainda a oportunidade de conhecer um case de sucesso, com a apresentação do Projeto Tim no Campo – Conectar Agro, que será feita por Leandro Guerra, com participação de Marco Olivio Morato de Oliveira, da OCB, e Silvio Krinski, da Ocepar.

Copel e mercado livre – No período da tarde, o Fórum prossegue com a presença de Julio Omori, que trará detalhes sobre o programa de investimentos da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel). Depois, haverá um painel para debater o mercado livre de energia no Brasil, com Sergio Altieri, da Engenho Consultoria, que vai falar sobre o futuro da matriz energética; Davi Morgado, da Comerc Energia, que discorrerá sobre PLD horário; Felipe Leal, da CPFL Energia, que abordará a questão da modulação de carga; e Roberto Correa Neto, da Cogecom, que tratará sobre geração distribuída.

Inscrições e informações – O público-alvo do Fórum são os profissionais das cooperativas do Paraná. As inscrições devem ser feitas até o dia 11 de novembro, com Jessica Costa (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133) ou Moisés Knaut (moises.knaut@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1111).

 

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AGRONEGÓCIO: Evento apresenta as oportunidades de negócios e financiamentos no Reino Unido

O Comitê de Agronegócio da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham) promove, no dia 8 de novembro, um evento para discutir as oportunidades de negócios e financiamentos existentes para os brasileiros no Reino Unido, no segmento agropecuário. Será na sede da Associação Comercial do Paraná (ACP), em Curitiba, das 8h30 às 12h. A iniciativa conta com apoio do Sistema Ocepar.

Palestrantes – Christopher Sabatini, do Chatham House, Michael Haverty, do The Andersons Centre, e Justin Macrae, do Fortunis Capital Ltd, são os palestrantes convidados a fornecer os detalhes aos participantes. Haverá tradução simultânea do conteúdo. As inscrições devem ser feitas com Gabriella Rangel (mfo@britcham.com.br / 41 3021-2100).

 

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EXECUTIVO: Coops têm muito a comemorar nos 300 dias do governo Bolsonaro

 

executivo 06 11 2019O presidente Jair Bolsonaro participou, nesta terça-feira (05/11), da cerimônia no Palácio do Planalto para marcar os 300 dias à frente do governo do país. Foi feito um balanço das ações implementadas no período e de propostas entregues ou que ainda serão enviadas ao Congresso, como o pacote anticrime do ministro Sérgio Moro e a reforma administrativa.

 

Agradecimento - O presidente da República destacou o avanço do Brasil com relação à sua imagem enquanto player internacional e agradeceu à sua equipe de ministros por acreditarem no Brasil. “Tudo o que queremos é fazer o bem ao próximo. Muito obrigado por terem ajudado o país a sair da crise”, comentou.

 

Cooperativismo - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, participou da cerimônia. Para ele, as cooperativas do país têm muitas conquistas a celebrar. “O Sistema OCB atua em prol do nosso setor, apresentando os impactos positivos que geramos, sugerindo ações e com participação em reuniões e grupos de trabalho no âmbito do governo. As conquistas deste ano merecem ser celebradas, sim, pois representam um reconhecimento ante a nova administração. Continuaremos trabalhando para que os próximos 300 dias tragam mais e mais resultados para as nossas cooperativas”, declarou o presidente do Sistema OCB.

 

Conquistas das coops - Dentre as principais conquistas do cooperativismo, ao longo desses 300 dias, estão:

 

DAP

• 7 de fevereiro: o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ampliou para dois anos o prazo de validade das Declarações de Aptidão (DAP) do Programa Nacional da Agricultura Familiar, garantindo a continuidade do acesso a milhões de pequenos produtores e suas cooperativas a políticas de promoção da agricultura familiar.

 

SELO AGRO+INTEGRIDADE

• 15 de fevereiro: Após atuação da OCB, as cooperativas agropecuárias poderão obter o Selo Agro+ Integridade (edição 2019-2020), criado com o objetivo de reconhecer iniciativas do agronegócio detentoras de práticas de governança e gestão capazes de evitar desvios de conduta e de fazer cumprir a legislação de compliance. Além disso, a Organização das Cooperativas Brasileiras foi incluída na composição do Comitê Gestor do Selo Agro+ Integridade.

 

CRÉDITO RURAL

• 26 de abril: O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu que as cooperativas singulares de crédito poderão solicitar autorização para captar depósitos de poupança rural. O objetivo da medida é ampliar as fontes de recursos para o crédito rural e aumentar a competição nesse segmento, por meio da ampliação da autonomia de captação das cooperativas e, ainda, do aproveitamento da capilaridade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.

 

ICMS

• 27 de maio: O Sistema OCB foi convidado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para participar das reuniões que tratam sobre a revisão do Convênio ICMS 100/97, que reduz a base de cálculo do ICMS sobre a comercialização de insumos agropecuários. Na oportunidade, o sistema apresentou a defesa do setor cooperativista, evidenciando que o fim do convênio poderá resultar no aumento significativo dos custos dos produtores. As reuniões prosseguem com vistas a reduzir ao máximo o prejuízo à agricultura brasileira.

 

AGENDA BC#

• 29 de maio: O cooperativismo foi incluído como parte importante da estratégia do Banco Central do Brasil (BCB) para fortalecer o sistema financeiro do país. Assim, o BCB atuará, em conjunto com as cooperativas, em três grandes vetores: 1) Fomento de atividades e negócios; 2) Aprimoramento da organização sistêmica e promoção do aumento da eficiência do segmento; e 3) Aprimoramento da gestão e da governança. Entre as ações previstas da Agenda BC#, está a modernização da LCP 130/09, sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.

 

PLANO SAFRA

• 18 de junho: Após construção conjunta entre o Governo Federal, o Sistema OCB e diversas outras entidades do setor agropecuário foi lançado o Plano Safra 2019/2020, contando, inclusive, com discurso do Presidente Márcio Lopes de Freitas na cerimônia, em reconhecimento à participação do setor cooperativista. Essa é a primeira vez, em 20 anos, que o governo une numa mesma política pública os planos Safra da Agricultura Familiar e o Agrícola e Pecuário.

 

PRONAF

• 3 de julho: O Mapa atualizou as a forma de cálculo para concessão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) para ampliar o acesso às cooperativas agropecuárias com perfil do programa. De acordo com a nova regra, para que uma cooperativa singular possa ser beneficiária da DAP Jurídica, o quadro de cooperados deve ser constituído por mais da metade de agricultores familiares com DAP ativa.

 

BR+COOPERATIVO

• 4 de julho: inspirado no documento de prioridades do cooperativismo para o novo governo, o Mapa criou o programa para apoiar o cooperativismo e o associativismo rurais brasileiros através da oferta de assistência especializada, da promoção da intercooperação, da formação técnica e da qualificação de processos de gestão, produção e comercialização nos mercados institucionais e privados. No âmbito do programa, foi assinado Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre Mapa e OCB com foco em ações conjuntas.

 

SELO ARTE

• 18 de julho: foi assinado o decreto que regulamenta o Selo Arte, responsável por identificar os produtos artesanais (primeiramente os derivados de leite), no processo de comercialização em todo o território nacional. O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, participou da solenidade, junto com o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Evair de melo (ES), autor da Lei 13.680/18 que desburocratiza a produção e a venda desses alimentos, ampliando o mercado para o setor.

 

COMBUSTÍVEL SOCIAL

• 24 de julho: Portaria publicada pelo Mapa possibilitou aos agricultores familiares associados às cooperativas agropecuárias não detentoras de DAP Jurídica comercializarem sua matéria-prima no âmbito do Selo Combustível Social, que auxilia a inclusão produtiva e social dos agricultores familiares fornecedores de matéria-prima para a produção de biodiesel.

 

IOF CÂMBIO

• 25 de julho: a Receita Federal do Brasil (RFB) revisou o entendimento anterior sobre câmbio exportação e reconheceu a aplicação da alíquota zerada do Imposto sobre Operações000 Financeiras (IOF) mesmo quando os recursos forem mantidos no exterior. Essa revisão era um pleito das cooperativas exportadoras e contou com forte atuação da OCB.

 

LAVRA GARIMPEIRA

• 8 de agosto: A OCB foi convidada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) a contribuir com o grupo de trabalho criado para a discutir o regime de exploração mineral de Permissão de Lavra Garimpeira (PLG). Além de conhecer mais de perto o cooperativismo mineral, foi solicitada à OCB uma lista de prioridades para atualização do regime de PLG.

 

TRANSPORTE DE CARGAS

• 15 de agosto: Soluções para o transporte de cargas: a OCB foi incluída como ator-chave pelo Ministério de Infraestrura (MInfra) na discussão sobre soluções para o transporte autônomo de cargas. O cooperativismo foi colocado pelo governo como uma das soluções para garantir um mercado mais saudável para demandantes e ofertantes do serviço no país. Esse entendimento é compartilhado também por embarcadores e transportadores autônomos, que ficaram interessados em conhecer mais sobre o cooperativismo.

 

AGRO 4.0

• 16 de agosto: OCB foi incluída no Conselho Superior da Câmara do Agro 4.0, criada pelo Mapa e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com objetivo promover ações de expansão da internet no campo e a aquisição de tecnologias e serviços inovadores no ambiente rural.

 

AGRONORDESTE

• 10 de outubro: A OCB foi incluída no Comitê Central de Coordenação do Plano de Ação para o Nordeste, ou Plano Agronordeste, juntamente com Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Sebrae, CNA/Senar e Aneel. A OCB participou da elaboração do plano, cujo objetivo é criar soluções para os entraves que comprometem a competitividade do setor produtivo nos estados nordestinos com potencial de desenvolvimento.

 

PRONAF

• 25 de outubro: O CMN promoveu quatro ajustes nas normas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Dentre as mudanças, inclui-se a elevação do limite individual para pessoa física e para associado de cooperativa em financiamentos da linha de crédito de industrialização para a agroindústria familiar, que passou de R$ 12 mil para R$ 45 mil. Essa era uma demanda antiga da OCB junto ao Mapa.

 

CENSO AGRO

• 25 de outubro: A OCB participou ativamente do planejamento e entregas do Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que levantou informações importantíssimas sobre os produtores rurais brasileiros associados às cooperativas agropecuárias. 

 

NO LEGISLATIVO

 

PREVIDÊNCIA

• 23 de outubro: Durante toda a tramitação da PEC 6/2019 (Reforma da Previdência), no Senado, a OCB atuou para adequar o texto da proposta conforme as especificidades do cooperativismo. Dentre as principais alterações efetivadas no texto final, destacam-se:

- CSLL de cooperativas de crédito: Alíquota de 15% de CSLL para as cooperativas de crédito. No caso dos bancos, a alíquota foi ampliada para 20%.

- FAT ao BNDES: Manutenção da redução de 40% para 28% dos recursos do FAT ao BNDES, para garantir a continuidade dos programas de desenvolvimento do setor produtivo financiados pelo banco.

- Aposentadoria rural: Idade mínima de 60 anos para homens e 55 anos para mulheres. E mais: tempo de atividade rural será reconhecido para concessão de aposentadoria de acordo com as regras vigentes à época do exercício da atividade.

- Imunidade tributária das exportações: Retirado dispositivo que colocava fim à imunidade das exportações para os setores que participam da desoneração da folha e que pagam a tributação pela receita bruta (aves e suínos, por exemplo).

- Funrural: Retirado dispositivo que vedava qualquer nova remissão ou prorrogação de dívidas fora da folha de pagamento, dentre elas, o Funrural.

 

CAR

• 17 de outubro: A OCB foi um dos atores-chave para a aprovação e sanção da medida provisória que instituiu o Cadastro Ambiental Rural (CAR) permanente, para que este cumpra sua função pública de reunir informações de monitoramento ambiental das propriedades atualizado. A lei estabelece prazo máximo de dois anos para inscrição dos produtores rurais no Programa de Regularização Ambiental (PRA), caso estes queiram ter acesso aos benefícios da política pública. Para a OCB, a matéria é importante para o país, uma vez que consolida a possibilidade de o novo Código Florestal cumprir todo o ciclo de monitoramento e regularização dos imóveis rurais pretendido desde a sua edição, indo ao encontro da preservação e recuperação ambiental do país.

 

LIBERDADE ECONÔMICA

• 20 de setembro: Durante toda a tramitação da Lei nº 13.784, de 2019 (MPV 881/2019), a OCB atuou para simplificar e desburocratizar o registro de cooperativas. Para que a medida seja efetiva, a OCB está trabalhando em conjunto com o DREI para elaboração dos documentos padronizados, que têm como base cases de sucesso das unidades estaduais. Outros pontos trazidos pela Lei:

- Substituição do eSocial por novo sistema simplificado;

- Extinção de alvarás e licenças para atividades de baixo risco;

- Preservação da autonomia da vontade, prestigiando atos e contratos dos particulares, ou seja, segurança jurídica nas relações e intervenção mínima do Estado;

- Afastamento de normas infralegais desatualizadas;

- Efeito vinculante em decisões administrativas de liberação e in dubio pro libertate, com regra de interpretação;

- Proibição de exigências, como definição de preços, sem previsão em lei;

- Vedação de emissão de certidões com prazo de validade sobre fatos imutáveis;

- Positivação de conceitos afetos à desconsideração de personalidade jurídica;

- Carteira de trabalho digital;

- Imunidade burocrática para atividade econômica de inovação;

- Vedação da emissão de certidões com prazo de validade sobre fatos imutáveis;

- Afastamento do abuso regulatório; e

- Obrigatoriedade de Análise de Impacto Regulatório (AIR) para novos normativos.

 

AGÊNCIAS REGULADORAS

• 25 de junho: A OCB acompanhou a tramitação da Lei nº 13.848/2019 (SCD 10/2018) — Lei das Agências Reguladoras, tendo em vista a busca de maior eficiência e transparência das agências reguladoras em seu papel de fiscalização e regulamentação de diversos ramos de atividade cooperativismo. Segundo texto do relator, a proposta é garantir maior eficiência orçamentária, financeira e administrativa a esses órgãos, unificando as regras sobre gestão e governança, e dando maior autonomia e transparência ao controle social das agências reguladoras, além de estabelecer novas regras para a indicação de diretores. O texto também prevê a elaboração de Plano Estratégico (com duração quadrienal) e de Plano de Gestão Anual que contemplará ações, para que atos normativos sejam precedidos de Análise de Impacto Regulatório (AIR). (Informe OCB)

SICREDI I: Destaque em premiações nacionais

 

sicredi I 06 11 2019O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – foi destaque em duas importantes premiações organizadas por veículos de comunicação em outubro deste ano.

 

Empresa Mais - No anuário Empresas Mais, do jornal O Estado de S. Paulo, que reconhece as companhias com os melhores resultados financeiros do Brasil, o Sicredi ficou em segundo lugar no ranking geral da categoria Governança Corporativa de empresas de capital fechado. O ranking é organizado pelo jornal em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) e a Austin Rating.

 

Época Negócios - Já no anuário Época Negócios 360°, que elegeu as 300 melhores empresas do Brasil neste ano com base em seis dimensões (Desempenho Financeiro, Governança Corporativa, Inovação, Pessoas, Sustentabilidade e Visão de Futuro), o Sicredi ocupa a 73ª colocação no ranking geral. No guia, realizado pela revista em parceria com a Fundação Dom Cabral, a instituição financeira cooperativa figurou também a 9ª posição na categoria das Melhores da Região Sul.

 

Bancos - No ranking setorial de Bancos, o Sicredi se destacou no 1º lugar em Desempenho Financeiro, 4ª colocação em Pessoas e a 5ª posição em Governança Corporativa. Ainda no ranking, a instituição aparece no 8ª lugar em Visão de futuro, 9ª em Inovação e 12ª colocação em Sustentabilidade.

 

Entre os 100 Maiores - Na lista dos 100 Maiores Bancos do guia, o Sicredi aparece no 6ª lugar na categoria Bancos e ocupa a 7ª colocação nas categorias Maiores Bancos Por Lucro Líquido e Maiores Bancos Por Depósitos, enquanto que em Maiores Bancos Por Patrimônio Líquido, o Sicredi ocupa a 8º colocação e a 10ª posição em Maiores Bancos Por Ativo Total.

 

Melhores nas Práticas - Para complementar, ainda na lista dos 100 Maiores Bancos, a instituição ocupa o 90º lugar na categoria Melhores nas Práticas, a 105º colocação em Melhores em Desempenho Financeiro e a 28º posição em Abertura: Capital Fechado.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI II: Projeto de educação A União Faz a Vida chega ao Haiti

 

Demonstrar uma forma diferente de ensinar e aprender, baseada nos conceitos de cooperação e cidadania. Essa é a motivação do Sicredi que, durante o mês de setembro, esteve no Haiti em uma missão especial para promover a educação integral no País. Os colaboradores embarcaram rumo à capital Porto Príncipe levando na bagagem a metodologia do Programa A União Faz a Vida (PUFV), principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil. O programa, que no ano passado, impactou mais de 284 mil crianças e adolescentes em todo o território brasileiro realizou sua primeira incursão fora do país pela iniciativa da Sicredi Centro Oeste Paulista, com apoio da Central Sicredi PR/SP/RJ e da Fundação Sicredi. 

 

Metodologia - Na missão no Haiti os colaboradores apresentaram a metodologia do Programa para os religiosos, professores e funcionários da escola Institution Sacré Coeur de Jésus, em Porto Príncipe. A instituição, ligada à Sagrado Rede de Educação, oferece ensino de excelência e refeições diárias para mais de 270 crianças que vivem em condições de vulnerabilidade social na capital do Haiti. “Mostramos como funciona o programa de formação de professores dentro da metodologia que desenvolvemos. Entendemos que por meio da educação podemos transformar a vida das pessoas e esperamos que essa iniciativa traga bons frutos”, comenta a assessora pedagógica do Programa A União Faz a Vida, Sabrina Conde.

 

Histórico - A iniciativa possui um longo histórico de atuação e bons resultados no Brasil. O Programa A União faz a Vida iniciou suas atividades em 1995, no município de Santo Cristo, interior do Rio Grande do Sul, e atualmente é realizado em mais 1,9 mil escolas em mais de 360 municípios de todo o Brasil. Com uma metodologia própria, o programa propõe uma aprendizagem participativa tendo o diálogo como premissa básica. O sucesso do projeto está aliado ao engajamento de vários atores da rede de compromisso. Além do Sicredi, gestor do programa, são protagonistas nesta iniciativa: educadores, assessoria pedagógica, parceiros, apoiadores, gestores das escolas, todos juntos buscando fazer a diferença na vida de crianças e adolescentes por meio da educação.

 

Expedições investigativas - A vivência da metodologia com os alunos inicia com as expedições investigativas, que são o ponto de partida para a definição dos temas dos projetos cooperativos. Os educadores formulam questões que orientam a visita ao território da investigação e os estudantes vão para a comunidade para observar, experimentar e descobrir o ambiente a sua volta. Após a expedição, os alunos definem democraticamente o projeto a ser realizado, escolhendo o tema sobre o qual querem conhecer mais. 

 

Intercâmbio com o Haiti - Consolidado no Brasil, o PUFV extrapolou fronteiras e chegou ao Haiti por meio do trabalho desenvolvido por uma das cooperativas filiada à Central Sicredi PR/SP/RJ, que compõem o Sicredi. Atuando no interior de São Paulo, a Sicredi Centro Oeste Paulista já desenvolve ações do Programa A União Faz a Vida nos municípios de Dracena e Pompeia, com o envolvimento de escolas participantes. Em Bauru,Marília e Adamantina, também no interior paulista, o programa deverá ser implementado em 2020, mas a atuação da cooperativa no ambiente escolar, com oficinas de educação financeira e peças teatrais chamaram a atenção das religiosas  e gestoras executivas que mantêm a Sagrado Rede de Educação – instituição educacional que desenvolve o projeto no Haiti. 

 

Proximidade - Com a proximidade de intenções pela educação de qualidade, surgiu a parceria e a possibilidade de levar para a instituição de Porto Príncipe um novo olhar sobre educação. “Soubemos que no Haiti a percepção de educação era muito diferente do que estávamos acostumados, mas sabemos que o ensino de qualidade é a chave para o desenvolvimento das comunidades. Acreditamos nisso e estamos muito felizes por levarmos nossa experiência a um País ainda mais carente que o Brasil”, explica o presidente da Sicredi Centro Oeste Paulista, João Alberto Salvi.

 

Doações - O projeto, que tem a colaboração como inspiração, contou com doações que possibilitaram o envio de 270 uniformes esportivos para as crianças da instituição. Os integrantes da missão brasileira foram como voluntários e levaram  todo material de apoio ao projeto, como livros traduzidos para o francês, língua falada no país caribenho. “Exercer o voluntariado é uma forma de se tornar próximo aos outros e representa muito o espírito de equipe do Sicredi. Levar uma metodologia educacional a um país em reconstrução foi uma maneira de reafirmarmos nosso compromisso com a comunidade, mesmo que se tenha que extrapolar fronteiras, já que o Programa “A União Faz a Vida” possui números e histórico suficiente para exportar conhecimento”, finaliza o assessor de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Centro Oeste Paulista, Marcello Zanluchi. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Parceria é firmada com entidades do comércio em Ribeirão Preto (SP)

 

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP firmou recentemente uma parceria com o Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto (Sincovarp), a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL Ribeirão Preto) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP).

 

Necessidades - Por meio da aliança, se buscou conhecer as reais necessidades das empresas do comércio varejista de Ribeirão Preto e região, do ponto de vista de serviços financeiros. A partir desta análise, a cooperativa desenvolveu linhas de crédito, produtos e serviços voltados especificamente para este público. 

 

Propósito - A parceria vai ao encontro com o propósito do Sicredi, de oferecer soluções financeiras de acordo com as reais necessidades de seus associados, com o diferencial de priorizar o relacionamento e o bom atendimento.

 

Sindicatos e entidades - As empresas ligadas aos sindicatos e entidades terão a oportunidade de impulsionar seus negócios por meio do acesso a produtos e serviços alinhados com sua estrutura e realidade de mercado.

 

Três agências - Em Ribeirão Preto, a Sicredi Parque possui três agências: Centro, Alto da Boa Vista e Campos Elísios.

 

Lançamento - O evento de lançamento da parceria foi realizado recentemente no Paddock Restaurante, e contou com a presença de lideranças locais, convidados e colaboradores da cooperativa. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Agência sem dinheiro é alternativa para municípios de pequeno porte

 

Em Ourizona, município paranaense de 3,5 mil habitantes, os caixas eletrônicos deram vez a mesas de atendimento. É que na agência da Sicredi União PR/SP há cerca de um ano não circula mais dinheiro em espécie. Trata-se de uma agência smart, modelo que tem sido adotado pela instituição financeira cooperativa em municípios de pequeno porte. O primeiro a adotar foi a pequena Cafeara e depois Ourizona e Guaravera, distrito de Londrina. Nenhuma delas tem mais do que cinco mil habitantes.

 

Contratação - Na agência smart, os associados podem contratar seguros, consórcios, linhas de crédito e outros produtos. A única diferença é que lá não circula dinheiro físico. Para isso, a cooperativa adota estratégias para incentivar o uso de cartão de crédito e débito entre a comunidade. Em Ourizona cerca de 90% dos estabelecimentos comerciais têm máquina de cartão, cuja taxa de manutenção é isenta. Bares, lanchonetes, lojas de tecidos, revendedores de semijoia… quase todo empreendedor aceita cart& atilde;o. 

 

Aplicativo - Os associados também são incentivados a fazer operações bancárias por meio de aplicativo. Que o diga o aposentado Denilson Marques. Até poucos meses ele nunca tinha feito uma operação bancária por celular. Hoje reconhece que é uma facilidade e só faz compra com cartão de crédito. “Nossa cidade tem que se modernizar”, defende ele, que centraliza todas as movimentações financeiras na Sicredi.

 

Benefícios - O prefeito Rodrigo Amado conta que quando a agência comunicou que lá não circularia mais dinheiro em espécie houve gente contrária, mas o modelo trouxe benefícios. “Não temos risco de sofrer assalto nem explosão de caixa eletrônico. Eu sempre dizia para a população: o banco não fechou, a cooperativa adotou um modelo mais moderno e fez um trabalho de conscientização junto à população. Meu pai mesmo confere todo dia as finanças pelo celular, já o vi até de madrugada olhando o aplicativo”, conta. Lá at& eacute; os impostos municipais podem ser pagos com cartão de crédito.

 

Prático - O comerciante aposentado Manoel Amado Neto, pai do prefeito, reconhece que o aplicativo é prático. Foram os colaboradores da agência que o ensinaram a usar a ferramenta. Hoje ele ainda vai com frequência à agência, “mas para conversar e tomar um café com os colaboradores”, conta. 

 

Única diferença - O gerente Victor Granzotto diz que a única diferença é que não há mais caixa eletrônico, diminuindo os riscos e custos em relação à segurança. Lá os três colaboradores atendem das 10 às 12 horas e das 13 às 15 horas. A agência ganhou mobiliário e mesas de atendimento de acordo com o novo leiaute do sistema Sicredi.

 

Alternativa - “As agências smart são uma alternativa para a bancarização dos municípios de pequeno porte, já que a operação é mais barata e os riscos de roubo e explosão de caixa eletrônico são menores”, explica o diretor executivo da Sicredi União PR/SP, Rogério Machado. Esse modelo de agência foi apresentado a representantes da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, em julho. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

COOPAVEL: Catorze entidades já preparam a vitrine tecnológica de agroecologia

 

coopavel 06 11 2019Uma área de 4,4 mil metros quadrados que apresenta o melhor da agroecologia vai ser uma das sensações da 32ª edição do Show Rural Coopavel, agendada para 3 a 7 de fevereiro de 2020 em Cascavel, no Oeste do Paraná. Catorze entidades já trabalham na preparação da Vitrine Tecnológica de Agroecologia, ambiente que a cada ano atrai um número maior de visitantes e de interessados nas tecnologias alternativas apresentadas.

 

Novidades - As novidades serão inúmeras, mas três delas deverão chamar mais atenção: a criação de um espaço para a comercialização de produtos orgânicos, bioconstruções e horta caseira sustentável. O coordenador da Vitrine é Luiz Carlos Hartmann, do Capa (Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia), Núcleo de Marechal Cândido Rondon. Segundo ele, o tema já está definido “Cooperação e integração para a agroecologia”, e apresentará aos visitantes um conjunto de técnicas e tecnologias de manejo e conhecimentos que os parceiros acumulam.

 

Aumento - Para acomodar novidades desenvolvidas pelas 14 entidades, a área destinada à Vitrine Tecnológica foi aumentada consideravelmente. “A direção do Show Rural Coopavel entende a importância da agroecologia, e gentilmente nos cedeu espaço a mais para abrigar, entre outras estruturas, um ambiente destinado a vender itens que os consumidores mais exigentes já encontram nas gôndolas dos supermercados”, diz Luiz Carlos. Mas ao contrário do que ocorre nessas empresas, no evento de fevereiro a variedade de produtos tende a ser muito maior.

 

Bambu - O bambu é um dos exemplos de materiais empregados nas chamadas bioconstruções, estruturas rústicas e confortáveis que darão um toque especial à Vitrine Tecnológica de Agroecologia. A Horta Mandala também promete atrair muitos olhares. De acordo com o coordenador, o sistema chama atenção pela beleza estética e diversidade de plantas e a disposição dos caminhos, enriquecidos com uma ponte em arco sobre o lago e uma ampla pérgula sombreada. 

 

Necessidade - Considerando a necessidade de inserir um espaço para roda de conversas dentro da área, conforme Luiz Carlos, foi construído um pergolado que passou a ocupar um quarto da área total da Mandala. E também uma ponte em arco sobre o reservatório de água a fim de melhorar o fluxo de visitantes e fornecer sombra aos peixes. Um sistema de irrigação por gotejamento foi instalado nos canteiros, além de um mecanismo alternativo. Foram trocadas as mangueiras e as garrafas e ampliado o sistema de irrigação para outro elo da estrutura. Sessenta e cinco espécies diferentes serão cultivadas, propiciando aos visitantes um espaço de resgate ancestral de espécies, diversidade e interação.

 

Entidades - As entidades parceiras na Vitrine Tecnológica de Agroecologia são Coopavel, Biolabore, Capa, Gebana, Unioeste, CPRA, Emater, Iapar, UFRF, Itaipu Binacional, Embrapa, Pedra da Mata, UFFS e Ecovida. (Imprensa Coopavel)

COCAMAR I: Cooperativa participa do 2º Encontro sobre ILPF em Presidente Prudente

 

O 2º Encontro Sobre Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) realizado na noite de segunda-feira (04/11) em Presidente Prudente (SP), contou com 250 participantes, incluindo dirigentes, técnicos, colaboradores e produtores associados da Cocamar. O presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Luiz Lourenço, um dos principais incentivadores da ILPF no país, estava entre as lideranças especialmente convidadas pela Sementes Soesp, organizadora do evento.  

 

Oportunidade - Nas palestras proferidas pelo gerente executivo técnico, Renato Watanabe, e o cooperado Igor Uehara, de Cianorte (PR), ambos da Cocamar, foi dada ênfase ao declínio da pecuária tradicional e a oportunidade que surge para uma guinada na atividade, com a integração. “Quando o pecuarista tradicional mantém o foco no extrativismo, sem devolver nada ao solo, a produção vai diminuindo gradativamente”, explicou Watanabe, enfatizando que a tendência é o empobrecimento. A visão é a mesma de Uehara que, na propriedade da família, procurava meios de baratear a produção da arroba da carne – “a conta não fechava” - e fazer com que a pecuária se tornasse viável outra vez. 

 

Retorno - Watanabe apresentou vários exemplos de produtores que fazem ILPF no Paraná, ressaltando a importância de que eles sigam orientação técnica especializada. Entre os pioneiros da integração em solos arenosos, a performance de César Formighieri, dono de propriedade em Maria Helena, região de Maringá, revela o quanto é possível obter de retorno mesmo em períodos de clima adverso. Sua média, nos últimos anos, de 50,7 sacas por hectare, é comparável à de Maringá, enquanto a produção pecuária alcança, igualmente, alta produtividade. No entanto, segundo o gerente executivo técnico da cooperativa, a integração exige recursos físicos, financeiros, administrativos, tecnológicos e humanos. “Vale a pena”, disse: “pecuária com alta produtividade dá mais lucro que a soja e valoriza a propriedade”. 

 

Satisfeito - Uehara comentou que em seu primeiro ano fazendo integração, em 2018, depois de muito pesquisar, realizar visitas e convencer o pai, não conseguiu o retorno financeiro esperado, em razão de estiagens nas safras de verão e inverno. Contudo, ele elevou os níveis de ocupação dos pastos e, na soja, teve uma média de 42 sacas por hectare, ao passo que a vizinhança não foi além de 33 sacas/hectare. “Mesmo assim, eu fiquei satisfeito com os primeiros resultados e sei que esse é o caminho.” 

 

Preparo - Falando aos participantes, o presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, disse que a cooperativa está preparada para prestar atendimento especializado e de qualidade aos produtores que queiram conhecer e dar os primeiros passos na integração. 

 

O caminho - Para o diretor da Sementes Soesp, Itamar Alves Oliveira Júnior, o agronegócio, que tem feito a diferença na economia brasileira, representa uma oportunidade para o desenvolvimento da região de Presidente Prudente, com os projetos integrados. “Acompanhamos várias propriedades de referência, há anos, e não temos dúvida de que esse é o caminho”, salientou. (Imprensa Cocamar)

 

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COCAMAR II: Cooperativistas do Mato Grosso são recepcionados em Maringá

 

Durante três dias, 44 alunos do curso de Pós-Graduação em Gestão de Cooperativas - Turma 21ª - Cuiabá, realizado pelo Sistema OCB/MT, saíram da sala de aula em seu estado e vieram ‘estudar’ no Paraná. O roteiro do Módulo Vivências em Cooperativismo, realizado de 27 a 30 de outubro, cumpriu uma extensa agenda por terras paranaenses e incluiu a Cocamar em Maringá.  

 

Experiências - “Nosso objetivo é possibilitar que os alunos aprofundem os estudos realizados em sala de aula e conheçam os modelos de organizações cooperativas de outras regiões. Eles puderam vivenciar experiências cooperativas de diversas realidades do Brasil. A educação não pode ser só teórica, temos que oportunizar a vivência e assim promovemos a intercooperação do conhecimento”, disse o presidente do sistema OCB/MT, Onofre Cezário de Souza Filho, que participou da viagem.

 

Temas - A intercooperação de conhecimento realmente foi grande. No dia 28, a primeira ‘aula’ foi na Cocamar, onde a equipe, recepcionada pela área de cooperativismo, assistiu a uma apresentação sobre governança, gestão, o trabalho com núcleos femininos, jovens, o preparo para sucessão, a participação dos associados nas tomadas de decisões, e o programa de Inovação, que conta com o envolvimento direto dos cooperados e funcionários para geração de 

ideias e desenvolvimento de novos sistemas.

 

Vivências - O Professor Roberto Morais, Vice-diretor de Pós-graduação e Pesquisa da Faccat, que acompanhou seus alunos, disse que “essa experiência traz uma vivencia especial, que vale não só para a vida profissional, que ultrapassa a sala de aula, e leva para vida. Ultrapassa o ambiente teórico e vai para a prática. O nome da disciplina diz tudo, vivências. Nós somos marcados por diversas experiências no decorrer de nossas vidas, que vão se tornando ao logo do tempo, quase que um hábito. Aproveitamos essas experiências para nos tornarmos cada vez mais pessoas diferentes, protagonistas de nossos ambientes de trabalho”. (Com informações do Sistema OCB/MT

 

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FINANCIAMENTO: Contratações de crédito rural entre julho e outubro têm alta de 4%

 

financiamento 06 11 2019As contratações das operações de crédito rural da safra 2019/2020 no período de julho a outubro deste ano somaram R$ 77,35 bilhões, alta de 4% na comparação com a safra anterior (2018/2019). As operações de custeio alcançaram R$ 46,1 bilhões (+ 6%), investimento, R$ 17,5 bilhões (+8%), comercialização, R$ 8 bilhões (-26%) e as de industrialização, R$ 5,5 bilhões (+62%).

 

Balanço - Os números fazem parte do Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2019/2020, divulgado nesta terça-feira (05/11) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base nos dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central. 

 

Investimento - Em relação às contratações de investimento, houve destaque para os programas Inovagro (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária), com desembolso de R$ 855 milhões (97%) e Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) com aplicação de R$ 1 bilhão (+ 51%).

 

Custeio - O número de contratos de custeio formalizado nesses quatro meses pelo Pronamp teve alta de 18%, alcançando 69.754 contratos. De acordo com a SPA, esse incremento foi em decorrência do aumento da subexigibilidade de aplicação dos recursos dos Depósitos à Vista no Pronamp, que passou de 15%, para 25%, aumentando o acesso dos médios produtores rurais aos recursos obrigatórios.

 

Recursos livres - Nesse primeiro quadrimestre da safra atual, a participação dos recursos livres no financiamento da agricultura, especialmente da fonte LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) aumentou de 18% para 21% e atingiu R$ 16,5 bilhões, sendo R$ 9,7 bilhões referentes à contribuição da LCA. (Mapa)

MERCADO: "Decepcionada", Tereza Cristina avalia se reunir com secretário americano para tratar de carne bovina

 

mercado 06 11 2019A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou nesta terça-feira (05/11) à imprensa que ficou “um pouco decepcionada” com a negativa dos Estados Unidos em reabrir o mercado para a carne bovina in natura brasileira. Ela disse vai avaliar a necessidade de pedir uma reunião para tratar do assunto com o secretário de Agricultura americano, Sonny Perdue, em viagem que fará aos EUA no dia 17.

 

Barrada - A carne bovina in natura do Brasil está barrada nos EUA há mais de dois anos, por causa da detecção de carregamentos do produto com abscessos (inflamações). A decisão de manter o veto foi resultado de uma inspeção técnica realizada pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) em unidades brasileiras de produção de carne cujo relatório foi entregue ao Ministério da Agricultura na quinta-feira (31/11) da semana passada.

 

Etapas cumpridas - “Fiquei um pouco decepcionada, achei que tínhamos cumprido todas as etapas. Mas isso é mercado internacional, é assim que funciona. Manda quem está comprando. Vamos ver o que poder ser feito e revisto", afirmou.

 

Especulação - A ministra não comentou a especulação de que a reabertura está condicionada à implementação, pelo Brasil da cota para a importação de 750 mil toneladas de trigo de fora do Mercosul sem tarifa, o que deve beneficiar os EUA.

 

Nova inspeção - A ministra não confirmou se haverá uma nova inspeção americana a frigoríficos brasileiros, mas destacou que é preciso cumprir as exigências feitas pelos compradores. “Eles querem rever alguns pontos. Como eu já estava com uma viagem marcada para os Estados Unidos, vou ver exatamente se é necessário ou não ter uma conversa com o secretário de Agricultura americano para a gente ver isso. Os Estados Unidos são um excelente mercado, vamos reabrir sim. Vamos ver o que está precisando do dever de casa, o que faltou”, disse Tereza na saída de um evento para gestores da agropecuária em Brasília.

 

Continuidade - Em comunicado, a Associação dos Criadores de Gado de Mato Grosso (Acrimat) defendeu a continuidade das negociações com os EUA. 

 

Atraso - A ministra mencionou que o atraso na reabertura não significa uma “catástrofe”, porque hoje o Brasil vive uma “euforia nas exportações de carnes para a China”. Em outubro, lembrou a Acrimat, as exportações de carne bovina in natura alcançaram 160,1 mil toneladas, um novo recorde mensal. A receita atingiu US$ 716,1 milhões. (Valor Econômico)

LEGISLATIVO: Senado recebe pacote do governo para mudar pacto federativo e regras fiscais

 

legislativo 06 11 2019O presidente Jair Bolsonaro entregou nesta terça-feira (05/11) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, parte de um pacote de propostas elaboradas pela equipe econômica do governo para reformar o Estado brasileiro. São três propostas de emenda à Constituição (PECs): a emergencial, que pretende reduzir gastos obrigatórios, a do pacto federativo, que muda a distribuição de recursos entre União, estados e municípios, e a que revisa fundos públicos.

 

Medidas - O conjunto de medidas (Plano Mais Brasil), que serão detalhadas pela equipe econômica, é a prioridade do governo após a aprovação da reforma da Previdência (PEC 6/2019). Um dos objetivos é pôr em prática o princípio do “mais Brasil, menos Brasília”. Ou seja: descentralizar o dinheiro que fica com a União, aumentando a autonomia de estados e municípios, uma das bandeiras de campanha de Bolsonaro durantes as eleições. O presidente apontou que as propostas deverão ser aperfeiçoadas por deputados e senadores e disse esperar que a votação das medidas se encerre até “meados do ano que vem”.

 

Melhor - “Sempre ouvi nesta Casa que gostaríamos de continuar recebendo visitas de prefeitos e governadores a título de visita apenas, mas não para nos pedir algo orçamentário. Isso estando garantindo nesta emenda, eles decidirão o que fazer melhor porque eles vivem isso no dia a dia”, disse o presidente.

 

Reconhecimento - A iniciativa de Jair Bolsonaro, de levar pessoalmente as propostas ao Senado, foi classificada por Davi Alcolumbre como um reconhecimento ao trabalho do Parlamento na aprovação da reforma da Previdência. “Sua presença aqui hoje, da sua equipe, é a presença do respeito à política. É um gesto de aproximação com a política e com os políticos”, disse o presidente do Senado.

 

Fazer acontecer - Ao receber as propostas, Davi Alcolumbre disse que “este Parlamento foi eleito para fazer as coisas acontecerem”. Afirmou que o atual Congresso será “o mais reformista” da história e enfatizou que propostas do governo conciliam-se com o que a Casa pensa. “A gente não precisa concordar com tudo, mas precisa buscar conciliação, porque o Brasil espera da gente essa conciliação”, disse.

 

Construção - Davi destacou que os textos foram construídos “por várias mãos” e afirmou que pretende reunir os senadores e avaliar com líderes partidários qual tramitação dará a essas matérias.

 

Transformação - O ministro Paulo Guedes e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, acompanharam o presidente Jair Bolsonaro na entrega das propostas nesta terça. Elas serão analisadas inicialmente pelo Senado e, se aprovadas, seguirão para a Câmara. As três propostas são assinadas pelo líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), e pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Segundo Paulo Guedes, o governo está propondo uma transformação do Estado brasileiro em várias dimensões.

 

Consolidação - “Tem a consolidação de uma cultura fiscal, uma cultura de austeridade de sustentabilidade fiscal. Na verdade, nós vamos garantir finanças sólidas para a República brasileira e ao mesmo tempos estamos descentralizando recursos para estados e municípios”, disse o ministro da Economia.

 

Transferência de recursos maior - Paulo Guedes estima que as mudanças no pacto federativo aumentarão a transferências de recursos a estados e municípios em cerca de R$ 400 bilhões a R$ 500 bilhões. “O dinheiro tem que estar na ponta, tem que estar onde o povo está. Tem que estar na base e é isso que o presidente está fazendo”, assinalou.

 

Corpo - Onyx Lorenzoni reforçou que a tese construída na eleição, de "Mais Brasil, menos Brasília", começa agora a ganhar corpo. “Um novo tempo virá para estados e municípios”, disse.

 

Propostas - A PEC Plano Mais Brasil traz mudanças na divisão de recursos de União, estados e municípios, o chamado pacto federativo. O texto prevê, entre outros pontos, a descentralização de recursos do pré-sal, a criação de um Conselho Fiscal da República que se reunirá a cada três meses para avaliar situação financeira dos estados e medidas de desvinculação, desindexação e desobrigação do Orçamento.

 

Percentuais fixos - A PEC propõe, por exemplo, mudanças na regra que hoje destina percentuais fixos da receita com gastos em saúde e educação, permitindo que gestores públicos tenham mais flexibilidade para escolher o que é prioridade.

 

Gatilhos - Já a PEC emergencial institui gatilhos para conter gastos públicos em caso de crise financeira na União, estados e municípios. A proposta traz uma espécie de regra de ouro para os estados, instrumento que proíbe o endividamento público para pagar as despesas correntes, como os salários do funcionalismo público, benefícios de aposentadoria, contas de energia e outros custeios. Entre as medidas, está a possibilidade de redução de jornadas e salários de servidores públicos.

 

Despesas obrigatórias - O governo aponta que a PEC emergencial é fundamental para reduzir despesas obrigatórias e abrir espaço já no Orçamento de 2020 para realizar os investimentos que resultem em maior benefício para a população.

 

Fundos constitucionais - A terceira PEC vai propor ampla revisão dos fundos constitucionais e infraconstitucionais para liberar mais de R$ 200 bilhões hoje travados nesses fundos para abater a dívida pública.

 

Outras medidas - Enquanto senadores discutem essas propostas, deputados deverão se debruçar sobre outras medidas, como a PEC da reforma administrativa, que muda as regras do serviço público. O texto deve ser encaminhado à Câmara nos próximos dias. (Agência Senado)

RELAÇÕES EXTERNAS: Líderes mundiais terão encontro com Bolsonaro este mês

 

relacoes externas 06 11 2019Para debater temas políticos e econômicos, o presidente Jair Bolsonaro receberá o presidente da China, Xi Jinping, na manhã de 13 de novembro, quarta-feira. À tarde, no mesmo dia, no Palácio do Planalto, ele receberá os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e o primeiro ministro da índia, Narendra Modi.

 

Brics - Os quatro líderes políticos chegarão ao Brasil no dia 12 para participar da 11ª Cúpula do Brics, grupo de países integrado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul. No dia 13, os líderes visitantes participarão do encerramento do Fórum Empresarial do Brics, que reunirá 500 empresários, e à noite serão homenageados com jantar no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

 

Cúpula - A maior parte da programação do Brics ocorrerá na quinta-feira, dia 14. Haverá um encontro dos líderes do Brasil, da China, Índia, África do Sul e Rússia com os empresários que compõem o conselho da organização e também com a diretoria do Novo Banco de Desenvolvimento, a instituição financeira fundada pelo Brics. Às 13h, haverá o almoço de encerramento da cúpula no Palácio do Itamaraty.

 

Cooperação - O grande tema a ser discutido na Cúpula do Brics será a cooperação a ser feita entre o Brasil, China, Índia, África do Sul e Rússia na área de ciência, tecnologia e inovação. "A agenda é densa e substantiva", disse o secretário de Comércio Exterior e Assuntos Econômicos do Itamaraty, embaixador Norberto Moretti.

 

Declaração dos Líderes - O tema, segundo o diplomata, constará da Declaração dos Líderes, que será divulgada no encerramento do evento no dia 14, documento que abrirá aos países oportunidades de cooperação para o desenvolvimento de parques tecnológicos e incubadoras e a formação de pesquisadores.

 

Combate à corrupção - Também constarão da declaração a cooperação dos cinco países no combate à corrupção e ao terrorismo, intercâmbio de boas práticas e desenvolvimento de medicamentos contra a tuberculose. Haverá ainda um item dedicado ao aleitamento humano, como prevenção de enfermidades.

 

Conselho Empresarial - O Conselho Empresarial do Brics (Cebrics) foi criado em 2013 na 5ª Cúpula do bloco em Durban, na África do Sul. Constituído para fortalecer e promover os laços econômicos, comerciais, de negócios e investimentos entre as comunidades empresariais dos países que compõem o grupo, o conselho tem também a missão de assegurar o diálogo regular entre os setores empresariais e os governos, além de identificar os problemas e gargalos no âmbito de comércio e investimentos nas suas relações.

 

Missão - Composto por 25 membros e assessorado por nove grupos de trabalho que atuam em uma instância de consulta, o conselho tem como missão assegurar que as principais prioridades do setor privado sejam efetivamente comunicadas aos líderes do governo no Brics durante a cúpula. (Agência Brasil)

INTERNACIONAL: EUA consideram retirar tarifas sobre produtos chineses

 

internacional 06 11 2019Autoridades do governo de Donald Trump estão debatendo se devem remover algumas tarifas existentes sobre produtos chineses como uma concessão para selar um acordo parcial que interromperia a guerra comercial com Pequim no início deste mês.

 

Possibilidade - De acordo com cinco fontes consultadas, a Casa Branca está considerando a possibilidade de reverter impostos sobre US$ 112 bilhões em importações chinesas - incluindo roupas, eletrodomésticos e monitores de tela plana - que foram taxadas em 15% em 1º de setembro.

 

Demanda central - A iniciativa dos EUA atenderia a uma demanda central de Pequim, já que os negociadores das duas maiores economias do mundo elaboram os termos de um cessar-fogo para ser assinado nas próximas semanas pelo presidente americano, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping.

 

Troca - Mas Washington provavelmente esperaria algo em troca, incluindo disposições reforçadas sobre proteção de propriedade intelectual para empresas americanas, maior certeza na escala das compras chinesas de produtos agrícolas dos EUA e uma cerimônia de assinatura do acordo em solo americano.

 

Suspensão - Washington já suspendeu um aumento planejado nas tarifas de US$ 250 bilhões em mercadorias, de 25% para 30%, que entraria em vigor em 15 de outubro, após uma visita dos principais negociadores chineses à capital americana no início de outubro.

 

Bens de consumo - As autoridades americanas também sugeriram que Pequim poderia evitar a imposição planejada de tarifas sobre US$ 156 bilhões em bens de consumo, em grande parte devido ao impacto que isso traria no auge da temporada de férias, em 15 de dezembro, caso um acordo seja selado com Washington.

 

Passo adiante - Autoridades em Pequim têm exigido que Washington dê um passo adiante e reduza algumas sobretaxas impostas sobre produtos chineses pela primeira vez desde o início da guerra comercial entre os dois países, no início de 2018, à medida que o acordo limitado se aproxima. Autoridades do governo americano vinham resistindo até então.

 

Assinatura - Uma fonte familiarizada com o assunto alertou que, embora tenha havido consenso crescente dentro do governo Trump de que eles precisam fazer uma concessão sobre as tarifas existentes, não estava claro se o próprio presidente dos EUA assinaria - o que faria a reversão não se concretizar.

 

Cancelamento de evento - Os planos de Trump e Xi para assinar o que o presidente dos EUA chamou de “primeira fase” do acordo na cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) no Chile, em 17 de novembro, foram suspensos dado o cancelamento do evento por conta dos protestos no país. Desde então, as autoridades têm se esforçado para encontrar locais alternativos, como o Brasil e os EUA, considerados as opções mais prováveis até agora.

 

Sem comentários - A Casa Branca se recusou a comentar. O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) e o Departamento do Tesouro americano também se recusaram a comentar. (Valor Econômico)

SAÚDE: Mesmo com alerta, aumenta o número de cidades em epidemia

 

saude 06 11 2019O Governo do Estado iniciou uma nova campanha de prevenção da dengue destacando que a eliminação da doença depende, principalmente, da mudança de hábitos e atitudes. “Onde tem água parada pode ter dengue e a doença pode matar”, afirma a coordenadora da Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual da Saúde, Ivana Belmonte.

 

Veiculação - A campanha de prevenção da dengue está sendo veiculada em todos os veículos de comunicação e redes sociais. “Nosso apelo é para que a população adote medidas preventivas para acabar com os criadouros do mosquito”, reforça Ivana Belmonte.

 

Aumento - Mesmo com os alertas, o número de cidades com epidemia da doença aumentou. Os municípios de Nova Cantu, na região Centro-Oeste, e Uniflor, no Noroeste, entraram nesta semana em epidemia de dengue. A informação está no Boletim Epidemiológico divulgado nesta terça-feira (05/11) pela Secretaria de Estado da Saúde.

 

Cinco - Agora são cinco municípios nesta situação, o boletim anterior já trazia as cidades de Quinta do Sol, Inajá e Santa Isabel do Ivaí. Para ser considerado em epidemia, o município deve registrar, proporcionalmente, acima de 300 casos por 100 mil habitantes.

 

Alerta - O Paraná também apresenta 10 municípios em situação de alerta, quando são apresentados entre 100 e 300 casos por 100 mil habitantes. Neste patamar estão: Lindoeste, Juranda, Douradina, Indianópolis, São Carlos do Ivaí, Floraí, Flórida, Florestópolis, Uraí e Ângulo.

 

Casos confirmados - O Boletim Epidemiológico registra 925 casos confirmados de dengue no estado. São 106 casos a mais que na semana anterior. Do total, 732 são casos autóctones e indicam que a contaminação aconteceu na cidade de residência. 

 

Notificações - O Paraná apresenta 8.311 notificações para a dengue em 239 municípios. Os municípios com maior número de casos suspeitos notificados são Londrina, Foz do Iguaçu e Maringá. Os números são referentes ao monitoramento que teve início em agosto deste ano. (Agência de Notícias do Paraná)


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