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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4701 | 07 de Novembro de 2019

ENCONTRO ESTADUAL: Painel com autoridades vai abrir oficialmente o evento

O Painel com autoridades vai abrir oficialmente o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, no dia 6 de dezembro, em Medianeira, no Oeste do Paraná. Representantes do executivo federal e estadual, do legislativo e de entidades parceiras estão sendo convidados a participar do evento, que é promovido pelo Sistema Ocepar com o propósito de celebrar as conquistas alcançadas pelo setor ao longo do ano. E, pela primeira vez, o tradicional Encontro, que sempre foi realizado em Curitiba, vai ocorrer no interior do Estado, no Lar Centro de Eventos. Mais de 1600 inscrições já foram efetivadas.

Programação – Após o Painel, a programação terá continuidade com a apresentação sobre a Cooperativa Lar, anfitriã do Encontro. “Improviso e criatividade” e “A arte de viver a transformação” são os temas das palestras que serão apresentadas, na sequência, pelo ator, diretor e dramaturgo, Márcio Ballas, e pelo doutor em Psiquiatria e Psicologia Médica e professor Pedro Calabrez, respectivamente. O evento será encerrado com uma grande atração: um show com o cantor medianeirense Michel Teló, que irá animar o público no período da tarde.

Inscrições – O Encontro Estadual é destinado a cooperados, colaboradores, dirigentes, demais lideranças ligadas ao cooperativismo paranaense, seus familiares e convidados. As inscrições ao evento devem ser efetivadas até dia 2 de dezembro, por meio do agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa ou no Sistema Ocepar (inscricoes@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1105).

 

encontro estadual folder 07 11 2019

C.VALE: Agroindustrialização marca 56 anos da cooperativa

A diversificação de atividades é a fórmula que a C.Vale desenvolveu para criar oportunidades de melhoria das condições de vida de associados, funcionários e das comunidades, e também para ganhar solidez financeira. Os investimentos na industrialização de frangos, peixes, mandioca e o incentivo à produção de leite e suínos criaram alternativas de renda aos produtores e resultaram na abertura de 6.800 vagas nas indústrias da cooperativa. Para o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, a estratégia não beneficiou apenas quem passou a se dedicar às novas atividades.

Ampliação - Ele explica que, para garantir o abastecimento dos sistemas de integração foi necessário ampliar a área de atuação para assegurar volumes de matéria-prima para a produção de rações. “A C.Vale passou a agregar valor ao milho e à soja, passando a comercializar carnes, que garantem maior rentabilidade. Com isso, ela se fortaleceu e os produtores de grãos se beneficiaram do aumento da competitividade e da segurança gerada pela cooperativa.” Lang fez o comentário em referência aos 56 anos de atividades da C.Vale. A fundação ocorreu em 7 de novembro de 1963.

Evolução - Depois de começar a atuar com apenas 24 associados, a C.Vale chegou à condição de segunda maior cooperativa do Brasil entre as que operam diretamente com produtores rurais. Lang entende que a cooperativa precisa crescer continuamente porque enfrenta gigantes globais do agronegócio e tem que ser cada vez mais competitiva para garantir seu espaço no mercado. No entanto, diz ele, a busca por resultados é a fórmula para continuar gerando benefícios sociais, como empregos, tributos e oportunidades de negócio para que as comunidades consigam progredir.

2020 - Para 2020, o principal investimento da C.Vale será a construção de um hipermercado em Assis Chateaubriand, no PR. O empreendimento está orçado em R$ 49 milhões e vai gerar 220 empregos. A cooperativa também vai seguir ampliando as produções de frangos e de peixes no próximo ano. (Imprensa C.Vale)

Raio X da C.Vale

Associados - 21.800

Funcionários – 10.500

Atuação: RS, SC, PR, MT, MS e Paraguai

Soja: 43 milhões de sacas

Milho: 19 milhões de sacas

Frangos: 580 mil por dia

Peixes: 80 mil por dia

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LAR: 5ª edição do Fórum Lar Agro atrai mais de 1.200 pessoas

 

O conhecimento entrou em campo, no dia 30 de outubro, no 5º Fórum LAR AGRO + Soja. Com palestrantes de renome, a Lar Cooperativa trouxe para Medianeira, no Oeste do Paraná, temas como mercado agrícola, sustentabilidade, inovação digital e tecnológica, aumento da produtividade e correção de solos, além do concurso de produtividade. O evento foi realizado no Lar Centro de Eventos e teve a participação de aproximadamente 1.200 pessoas, entre dirigentes da cooperativa, técnicos e produtores associados.

 

Abertura - Na abertura do Fórum, o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues destacou que a equipe técnica da Lar promoveu um “dia muito especial”. Especial porque, segundo o dirigente, os produtores devem estar preparados para “enfrentar uma frustração da safra, como ocorreu com a soja no ano passado, e problemas na de milho, mas, este ano, tudo indica que teremos uma grande safra”. O superintendente de Negócios Agrícolas, Vandeir Conrad destacou que o Fórum é uma oportunidade para se pensar “na viabilidade da propriedade rural através do manejo do solo, controle fitossanitário, inovação, e, estar atento as cotações do mercado agrícola.

 

Palestra - O engenheiro agrônomo Breno Araujo, consultor da Rehagro, fez palestra sobre “Manejo de Solos para Altas Produtividades. “Inovações Tecnológicas na Agricultura”, foi o tema apresentado pelo engenheiro agrícola, Paulo Hermann, presidente da John Deere do Brasil. Hermann traçou um esboço histórico do desenvolvimento e da evolução da agricultura nos últimos 40 anos. Destacou que o Brasil ampliou em 500% a sua produção agrícola com aumento de 70% em extensão de área plantada. Herrmann em uma fala dinâmica e envolvente afirmou com convicção ao público que a vocação do Brasil é ser destaque no agro e que “ a soja já é o grande motor da economia”. Ele ressaltou três diferentes aspectos: a segurança física; a segurança cibernética e a segurança alimentar. 

 

Mercado agrícola - O economista Alexandre Mendonça de Barros falou sobre “Mercado Agrícola”. Focou na volatilidade dos preços agrícolas, especialmente da soja e do milho e dos impactos que a guerra comercial entre China e EUA podem afetar o Brasil. Mostrou-se preocupado com a “Peste Suína” que comprometeu em 40% o rebanho de animais na China, “ que vai demandar menos oferta de farelo de soja”, mas favorece a exportação de carnes do Brasil, inclusive do frango. 

 

Campeão - Gilberto Pedro Pivotto, 54 anos, morador da comunidade Morro da Salete, Medianeira (PR) foi o grande campeão de produtividade de soja, safra/2018/19, com a produtividade de 185 sacas por alqueire (76 sacas/há), variedade M5947IPRO na área de 5 hectares inscrita para o concurso.  O segundo lugar ficou com o associado de Santa Terezinha de Itaipu, Arnaldo Gamba, com uma produtividade de 177 sacas/alqueire. Ele plantou a variedade M5947 IPRO.

 

Milho - Uma produtividade de 461 sacas/alqueire 190/há, variedade AS1777PR03, levaram o associado Sandro Scheffer, 45 anos, residente em São Miguel do Iguaçu (PR) a ser o grande campeão de produtividade na categoria milho. O segundo colocado foi o produtor Aléssio Luiz Groth, residente no município de Itaipulândia que obteve a produtividade 396 sacas/alqueire (163/ha). Plantou a variedade Status VIP3. Os vencedores – primeiro lugar – ganharam uma viagem de uma semana às praias do Nordeste. (Imprensa Lar)

 

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COPAGRIL: Seminário Anual reúne mais de 450 produtores de suínos

O Seminário Anual de Produtores de Suínos da Cooperativa Agroindustrial Copagril reuniu mais de 450 pessoas na tarde desta quarta-feira (06/11), no Pavilhão de Eventos da Comunidade Católica de Marechal Cândido Rondon (PR). O encontro contou com palestras sobre a normativa de biosseguridade, cenário nacional e internacional da carne suína e assuntos relacionados ao manejo na suinocultura e, ainda, a premiação dos melhores produtores.

Importância - A diretoria executiva da Copagril participou do evento e durante a abertura o diretor-presidente, Ricardo Sílvio Chapla, ressaltou a importância da suinocultura para a cooperativa e lembrou que a proposta de criação da Copagril veio por meio da união dos produtores de suínos. “Nossa história conta com a suinocultura e buscamos o trabalho conjunto entre produtores e cooperativa a cada dia. Cada vez mais devemos cuidar e estar atentos, a biosseguridade se faz nas ações do dia a dia. Somos em grande parte pequenos produtores rurais, mas isso não pode impedir uma grande produção”, reforçou Chapla ao falar do comprometimento com a qualidade e responsabilidade na cadeia de produção.

Biosseguridade - O médico veterinário, Loreno Tafarel, da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) falou com os produtores sobre a Normativa 265 da Adarpar, a qual trata sobre as práticas de biosseguridade. Ele explicou que a normativa foi elaborada por meio de um trabalho conjunto entre os órgãos representativos da cadeia de produção e isso reflete uma evolução para o setor, onde o objetivo é fomentar boas práticas de produção. “Temos o exemplo da avicultura, que é mais recente e já tem estabelecidas as práticas adequadas. O objetivo da normativa é reforçar as práticas de biosseguridade na produção de suínos com ações de manejo adequadas que refletirão em melhores resultados para o produtor e também mais segurança alimentar para toda a cadeia de produção e comercialização da carne suína”, reforçou o fiscal da Adapar.

Palestra - A tarde ainda contou com a palestra do professor Geraldo Alberton, da Universidade Federal do Paraná (UFPR – Campus Palotina), o qual falou sobre o cenário atual do mercado nacional e internacional da carne suína e manejo básico para melhor ganho financeiro com a suinocultura. “Temos uma oportunidade internacional com o mercado asiático, especialmente o Chinês, mas devemos ser cautelosos com os efeitos a médio e longo prazo. Temos uma retomada do crescimento a boas expectativas, mas o cuidado começa lá na base, com os detalhes, muitas vezes de coisas simples, que interferem significativamente na conversão alimentar e ganho de peso, por conseguinte no resultado do produtor e na qualidade da carne”, descreveu.

Premiados - Durante o encontro também foram premiados os produtores destaque da Copagril, nos últimos 12 meses, nas categorias terminação, creche e UPL, considerando também a fidelização. Confira os ganhadores:

Terminação

Menor percentual de mortalidade: Clair Paulo Coldebella

Melhor conversão alimentar: Neldo Hasper

Creche

Menor percentual de mortalidade: Claudiomar Gartner

Melhor conversão alimentar: Heriberto Conrat

UPL – Leitões desmamados/porca/ano

1º - Cesar Luiz Petri

2º - Granja Tigrinho - Cesar Luiz Scherer

3º - Granja Vô Manzke – Cesar Luiz Scherer

(Imprensa Copagril)

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COOPAVEL: Tema do Show Rural 2020 é incentivo para agricultor se reinventar

 

coopavel 07 11 2019O Show Rural Coopavel é conhecido como uma espécie de universidade a céu aberto. São 720 mil metros quadrados de área tomados por experimentos e novidades dos mais diversos segmentos da cadeia do agronegócio, uma das mais decisivas para a economia brasileira. 

 

Tema - O tema da edição de 2020, de 3 a 7 de fevereiro, em Cascavel (PR), é Reinvente sua vida no campo, uma mensagem que convida o produtor rural a refletir e a redefinir metas e projetos para a sua propriedade. No Show Rural Coopavel estão as respostas que o agricultor precisa por reunir o que há de melhor em novidades, tendências e orientações para que ele possa produzir ainda mais, com qualidade superior e reduzindo custos.

 

Números - O coordenador-geral do Show Rural Coopavel, o agrônomo Rogério Rizzardi, informa que os números mostram que o evento cumpre com o seu papel de transmissor de informações capazes de transformar a realidade do campo. “Até a década de 1980, as novidades eram levadas aos produtores por meio das equipes técnicas de empresas e cooperativas, mas devido às exigências e demora desse sistema, os resultados demoravam muito a aparecer”.

 

Resposta - O Show Rural Coopavel, que começou como um dia de campo, foi a resposta que a cooperativa buscava para acelerar o processo de transmissão de novos conhecimentos aos agricultores, de forma rápida e eficiente. “No evento, o agricultor e o pecuarista têm à sua disposição a tecnologia e a novidade já com o resultado prático, além de pessoas altamente capacitadas para, no mesmo instante, esclarecer qualquer dúvida ou aprofundar a orientação desejada”, diz o presidente da cooperativa Dilvo Grolli.

 

Conhecimento - A produtividade das principais commodities da região Oeste, soja e milho, tiveram aumento de produtividade de 300% nas mais de três décadas de realização do evento de tecnologia. “Mas mesmo que os resultados sejam bons eles ainda estão muito distantes do que os campos experimentais alcançam no Show Rural. Com os cuidados que adotamos aqui, perfeitamente possíveis para qualquer propriedade, a produtividade pode aumentar muito mais. Por isso, reinventar-se quer dizer não acomodar-se jamais”, afirma Rogério Rizzardi.

 

Produtividade média - A produtividade média de soja no Brasil, na safra 2018/2019, foi de 3.208 quilos por hectare. No Paraná, foi de 2.989 e no Show Rural Coopavel há cultivares que já alcançam 6.345 quilos por hectare. No milho, a média nacional é de 5.730 quilos por hectare, no Oeste do Paraná é de 11 mil e no Show Rural há híbridos que atingem a marca de até 18.302 quilos por hectare. “São dados que comprovam que com a informação certa e com as tecnologias hoje disponíveis é possível produzir muito mais e obter rentabilidades elevadas”, diz Rizzardi. (Imprensa Coopavel)

COCARI: Cooperativa inaugura loja de produtos agropecuários em Mandaguari

 

cocari 07 11 2019A Cocari se preocupa em estar cada vez mais próxima da comunidade, colaborando para seu desenvolvimento e atendendo as demandas das áreas onde atua. Pensando nisso, para facilitar ainda mais a vida de seus cooperados e clientes, a cooperativa vai inaugurar a Loja Cocari neste sábado (09/11), em Mandaguari (PR).

 

Estacionamento - A Loja de produtos agropecuários conta com estacionamento próprio, sendo localizada na Avenida Amazonas, 2211, centro, com horário de funcionamento das 8 às 12 horas. O gerente da Loja Cocari, Diogo Suguita, convida a todos para visitarem a loja. “Venham para tomar um café e conhecer o portfólio de produtos que foi pensado para atender os clientes da melhor maneira”, convidou.

 

Diferencial - O diferencial da Loja Cocari é que, além de disponibilizar uma linha completa de produtos agropecuários de qualidade, será oferecida também uma série de utensílios de uso doméstico, de lazer, além de produtos para piscina. (Imprensa Cocari)

 

 

SICOOB OURO VERDE I: Finalizado o ciclo anual de formação continuada do Programa Cooperjovem

 

No mês de outubro, o Sicoob Ouro Verde finalizou os módulos de reciclagem do Programa Cooperjovem nos municípios de Rolândia, Jataizinho, Bandeirantes, Santo Antônio da Platina e Guapirama.

 

Encontros - Ao longo do ano, foram realizados três encontros em cada cidade, que contaram com a participação de professores da rede municipal de ensino e representantes da Secretaria Municipal de Educação. Os últimos encontros aconteceram nas cidades de Guapirama e Jataizinho, nos dias 28 de setembro e 26 de outubro, respectivamente.

 

Aprendizado - Por meio dos temas abordados pelos instrutores do Sescoop, o público participante aprendeu mais sobre o cooperativismo, pode expor seus projetos, discutir melhorias, elaborar novas propostas, analisar as transformações causadas pelas suas realizações e compreender os impactos do programa na escola, nas famílias e na comunidade. Ao todo, foram beneficiados cerca de 187 profissionais, que atuam diretamente com os projetos educacionais cooperativistas voltados a mais de 3 mil alunos.

 

Cooperjovem - O objetivo do Programa Cooperjovem é promover o intercâmbio entre as escolas municipais e cooperativas, inserindo a educação cooperativa no cotidiano escolar. Coordenada pelo Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e fomentada pelo Instituto Sicoob, a iniciativa é desenvolvida em 322 escolas de 38 municípios em três estados, reunindo mais de 40 mil alunos e 1.600 professores capacitados.

 

Integração - O Cooperjovem proporciona aos educadores a vivência do trabalho coletivo e a identificação de práticas educacionais pautadas na cultura da cooperação, formando cidadãos mais solidários, participativos, autônomos e comprometidos com um futuro socialmente justo, democrático e sustentável. A integração escola-família e comunidade é incentivada e promove a construção coletiva de soluções às demandas educacionais. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB OURO VERDE II: Presente no ranking das 500 maiores empresas do Sul do país

 

sicoob ouro verde II 07 11 2019A Revista Amanhã, em parceria com a PwC, divulgou, no último dia 30, o ranking com as 500 maiores empresas, públicas e privadas do Sul do Brasil. Entre elas, está o Sicoob Ouro Verde, que estreou este ano na lista, ocupando a 399ª posição.

 

Definição - O ranking é definido partir do VPG (Valor Ponderado de Grandeza), que leva em consideração o patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo), receita líquida (40% de peso) e lucro líquido ou prejuízo (10%) de cada empresa. Em outras palavras, o VPG mostra o tamanho e o desempenho de cada companhia durante o ano.

 

Comemoração - Para o diretor-presidente, Elisberto Torrecillas, figurar nessa lista é motivo de comemoração para o Sicoob Ouro Verde e é fruto do trabalho exemplar do cooperativismo financeiro que é exportado pelo Paraná. “A busca por alternativas que atendam aos anseios das pessoas, com um relacionamento mais humano e sem perder a solidez e agilidade no atendimento, faz do Sicoob uma empresa que integra, que agrega e que traz resultados para a comunidade onde atua. Esse é o nosso jeito de ser”, afirma.

 

Resultados positivos - A expansão do Sicoob Ouro Verde é reflexo de uma trajetória de sucesso e do bom desempenho registrado pela cooperativa ao longo dos anos. Atualmente, a singular conta com 36 agências, 40 mil cooperados e mais de 400 colaboradores. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIMED: Participantes do RD Summit são desafiados na busca por mais qualidade de vida

 

unimed 07 11 2019Após impactar mais de 15 milhões de pessoas, com cerca de 1.200 experiências realizadas em todo o País, o Movimento Mude1Hábito leva sua causa ao maior evento de marketing e vendas da América Latina, o RD Summit, que ocorre entre 6 e 8 de novembro, em Florianópolis (SC). Em um dos principais polos de inovação brasileiros, sendo a segunda cidade do Brasil em concentração de startups por habitante, segundo o estudo Tech Report, a iniciativa conduzida pela Unimed aborda a importância da busca pela melhor versão de si a partir da mudança de pequenos hábitos em um espaço totalmente personalizado, com imersões interativas.

 

Espaço - Os participantes que forem ao espaço Mude1Hábito no evento podem conhecer de perto o Movimento e curtir atrações como jogos de realidade virtual, bike suco (pedalar para preparar um suco natural de frutas), bike ranking (competição de quem pedala mais), bioimpedância, massagem, parede de escalada com realidade aumentada e cordas de slackline. Quem participar das atividades soma um ponto para cada ação realizada, podendo concorrer a diversos brindes. Além disso, o ambiente conta ainda com estrutura para descanso, redário e balanças. 

 

Reflexo - A parceria da Unimed com o RD Summit reflete o interesse da marca de estar vinculada ao que há de mais atual nas discussões de mercado, acompanhando de perto tendências de marketing, a fim de expandir o Mude1Hábito, impactar novos públicos e estar posicionada sempre na vanguarda das discussões sociais, segundo a gerente de Comunicação e Marketing da Unimed do Brasil, Aline Cebalos.

 

Relacionamento - “Temos trabalhado para reforçar o relacionamento da Unimed com a sociedade e com diversos públicos de relacionamento que são importantes para nosso negócio, modernizando e até rejuvenescendo uma marca tradicional, que já conta com uma história de sucesso inquestionável. O Movimento Mude1Hábito nos tem permitido fazer isso em alinhamento com nossa vocação para cuidar de pessoas e ajudá-las a serem mais saudáveis, aproveitando sempre os bons momentos e transformando positivamente tudo ao seu redor. Queremos que os participantes do RD Summit façam justamente isso: interajam com a gente e encontrem na Unimed uma aliada conectada com suas necessidades”, explica a executiva. 

 

Dimensão ampliada - Lançado como campanha institucional pela Unimed em 2017 para encorajar a melhoria de qualidade de vida das pessoas a partir de pequenas mudanças, o Mude1Hábito logo ampliou sua dimensão na estratégia de marca da Unimed, tornando-se um movimento nacional do Sistema Unimed. 

 

Compromisso - “Somos uma cooperativa de médicos e temos como compromisso o cuidado com a saúde e bem-estar das pessoas. O Mude1Hábito, que cresce a cada ano em iniciativas e representatividade, é um bom exemplo disso”, afirma Darival Bringel de Olinda, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil.

 

Incentivo - O Movimento visa incentivar práticas mais saudáveis e criar uma onda de cuidados em todo o País. Para isso, desenvolve uma série de atividades em diversos Estados, oferecendo ações em três frentes: Equilíbrio, Movimento e Alimentação. Seguindo estes pilares, as comunidades podem contar, por exemplo, com iniciativas de estímulo à leitura, prática de ioga, conscientização sobre a importância da dedicação de mais tempo à família e amigos, destinação correta do lixo, além de parcerias com teatros e cinemas, academias ao ar livre, passeios ciclísticos, corridas e caminhadas, quitandinhas de frutas, bike suco e incentivo às trocas saudáveis na alimentação.

 

Conceito - O conceito do Mude1Hábito se baseia em resultados de uma pesquisa da Duke University, dos Estados Unidos, que demonstra que cerca de 40% de tudo que fazemos cotidianamente não são decisões de fato, mas repetições de hábitos que já estamos acostumados a fazer. Sendo assim, conclui-se que mudar esses comportamentos, geralmente automáticos e inconscientes, é importante para a adesão a um novo estilo de vida, mais voltado à saúde e ao bem-estar. 

 

Mais informações -  Para mais informações sobre o Movimento Mude1Hábito, acesse www.mude1habito.com.br.

 

Sobre a Unimed - A Unimed, maior sistema cooperativo de saúde do mundo, possui 52 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 344 cooperativas médicas, com assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País. Entusiasta do movimento SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Unimed conta com mais de 115 mil médicos, 119 hospitais próprios e 2.506 hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias para garantir a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas. Sua marca é ratificada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) como de alto renome por seu grande nível de conhecimento pelo público, autoridade incontestável e fama que ultrapassa os limites do segmento de saúde. (Imprensa Unimed do Brasil)

UNIMED LONDRINA: Unimed Inspira Cultura será dia 17 de novembro

 

unimed londrina 07 11 2019A Unimed Londrina programou uma nova data para a realização do Unimed Inspira Cultura. O evento será no próximo dia 17 de novembro, a partir das 16h, no Aterro do Lagoa Igapó II. A iniciativa precisou ser adiada por conta da previsão de chuva. A programação trará diversas atrações culturais gratuitas para toda a família! 

 

Pré-inscrição - Para evitar filas no dia do evento, os interessados podem fazer a pré-inscrição no link http://unimed.me/1008L8 até às 12h do dia 14 de novembro. Após esta data, o cadastro precisará ser feito no local da iniciativa.

 

Programação - Na edição deste ano, a programação conta com oficina de batuque do grupo Sigma, graffiti, apresentações do Grupo Sansey e Plantão Sorriso, contação de histórias e cinema ao ar livre, com a exibição do filme Viva! A Vida é Uma Festa (Disney, 2018).

 

Brindes - O evento vai oferecer brindes para quem participar das atividades recreativas, como a roleta Mude1Hábito, na qual o participante que fizer o exercício sugerido ganha um prêmio, caça ao tesouro e Jogos de Sustentabilidade (Jogo de Argolas e Quantos lacres têm na garrafa?).

 

Espaço Saúde - Haverá também o Espaço Saúde, onde equipes assistenciais da Unimed Londrina farão aferição de pressão, teste de glicemia e orientações de medicina preventiva.

 

Distribuição gratuita - Ainda no evento serão distribuídos gratuitamente pipoca, frutas, picolés, água e água de coco. (Imprensa Unimed Londrina)

SOJA: Paraná prorroga prazo para o plantio da cultura

 

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) publicou, nesta quarta-feira (06/11), nova norma que prorroga o prazo para a semeadura de soja no Estado. A portaria nº 342/2019, que estabelece o período de vazio sanitário e outras medidas para o controle da ferrugem asiática no Estado, substitui a nº 202/2017, que determinava 31 de dezembro como data limite para o plantio. A nova norma não define a data final para a semeadura.

 

Limite - No entanto, o produtor tem até o dia 15 de maio como limite para colheita ou interrupção do ciclo da cultura.

 

Solicitação - A prorrogação foi uma solicitação dos produtores paranaenses, já que fatores climáticos têm atrasado o plantio da soja, especialmente nas regiões Sul e Sudoeste. Eles argumentam que as características distintas do clima nas regiões do Estado dificultam o cumprimento do calendário.

 

Justificativa - Outra justificativa é que o Estado de Santa Catarina, que faz divisa com o Paraná, permite o plantio até 10 de fevereiro, o que tem exigido harmonização de procedimentos em algumas propriedades.

 

Reunião - A decisão pela mudança aconteceu após reuniões entre a Secretaria da Agricultura, produtores e entidades do setor. “A soja tem uma importância socioeconômica expressiva para o Paraná, que é o segundo maior produtor brasileiro. A decisão dará mais segurança para os produtores, considerando as diferenças climáticas no Estado”, diz o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara.

 

Planejamento - Para os agricultores, a medida garante maior capacidade de planejamento. “Agora temos condição de produzir soja durante o mês de janeiro. Ela oferece mais estabilidade para os produtores, ao contrário do feijão, por exemplo, que oscila muito, a ponto de perdermos a produção por causa da chuva”, diz o presidente do Sindicato Rural de Pato Branco, Oradi Francisco Caldato. “Haverá mais planejamento nas lavouras. Além disso, a área de milho na primeira safra tende a aumentar, porque será possível plantar soja um pouco mais tarde. É uma vitória de todo o Estado, e sem prejuízo às questões sanitárias”, acrescenta.

 

Sanidade vegetal - A nova norma também reforça medidas fundamentais para a sanidade vegetal no Estado. A prática do vazio sanitário, adotada de 10 de junho a 10 de setembro de cada ano como estratégia para retardar o aparecimento e diminuir o número de pragas responsáveis pela ferrugem asiática, continua garantida. Nesse período é proibido cultivar, manter ou permitir a existência de plantas vivas de soja, emergidas, em qualquer estágio vegetativo. “A Adapar está alinhada com o Programa Nacional de Controle de Ferrugem Asiática da Soja do Ministério da Agricultura. Assim, segue o fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja com a defesa sanitária vegetal”, diz o diretor-presidente da Adapar Otamir Cesar Martins.

 

Alerta - “É importante ressaltar que é proibido o plantio de soja seguido de outro na mesma área, em um mesmo ano agrícola. Vamos seguir acompanhando o andamento da aplicação da medida e orientar os agricultores e cooperativas para que possamos obter os melhores resultados possíveis”, diz o presidente do sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

 

Acesso  - A portaria, que entra em vigor nesta quarta, pode ser acessada no Sistema Estadual de Legislação www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/listarAtosAno.do?action=exibir&codAto=228621&indice=1&totalRegistros=329&anoSpan=2019&anoSelecionado=2019&mesSelecionado=0&isPaginado=true ou pelo site da Adapar www.adapar.pr.gov.br/modules/faq/

(Agência de Notícias do Paraná)

 

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TRIGO: Brasil vai importar 750 mil toneladas por ano com alíquota zero

trigo 07 11 2019O governo brasileiro implementou o compromisso assumido na Organização Mundial do Comércio (OMC) de estabelecimento de quota de importação de 750 mil toneladas de trigo por ano com alíquota zero, por prazo indeterminado. A medida foi aprovada em reunião do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex) realizada na terça-feira (05/11), em Brasília. A proposta foi encaminhada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 

Países - As importações de todos os países serão beneficiadas, exceto as provenientes de países com os quais o Brasil possua acordo comercial que estabeleça o livre comércio para o produto. A quota representa 6% do consumo brasileiro em 2018.

 

O Comitê- Atualmente, o Comitê Executivo da Camex é presidido pelo ministro da Economia. O colegiado é composto por representantes dos ministérios da Economia, da Agricultura, das Relações Exteriores e da Casa Civil da Presidência da República. (Mapa)

LEGISLAÇÃO: Produtor rural pode incluir todas as dívidas em recuperação judicial

legislacao 07 11 2019Os produtores rurais conseguiram na terça-feira (05/11) romper uma barreira importante no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Obtiveram decisão favorável dos ministros da 4ª Turma para que as dívidas constituídas como pessoa física possam ser incluídas nos processos de recuperação judicial. Foi a primeira vez que a Corte analisou o tema.

Marco - O julgamento está sendo considerado como um marco para o setor. A questão foi definida no último voto e gerou discussões acaloradas entre os ministros. O placar final ficou em três a dois.

Código Civil - A questão é importante e gerou muito debate porque o Código Civil permite aos produtores rurais atuar como pessoa física ou empresa. Só que a Lei de Recuperação Judicial e Falências (nº 11.101, de 2005) tem como regra geral que somente aqueles com cadastro na Junta Comercial e no mínimo dois anos de atividade podem ter acesso ao processo de reestruturação.

Minoria - Uma minoria de produtores, no entanto, atua como empresa. De acordo com o IBGE, em 2017 apenas 97,5 mil de um total de 5 milhões de produtores rurais no país tinham CNPJ. O caso analisado pela 4ª Turma envolve o Grupo JPupin, de Mato Grosso (REsp nº 1800032). A empresa pediu para entrar em recuperação judicial no ano de 2015 - poucos dias depois do cadastro na Junta - e não conseguiu. O pedido foi aceito em uma segunda tentativa, no ano de 2017, depois de passados os dois anos exigidos de inscrição.

Discussão - Restou, no entanto, a discussão se as dívidas que foram contraídas como pessoa física poderiam ser incluídas no processo. As dívidas da empresa somam cerca de R$ 1,3 bilhão e praticamente tudo foi constituído quando José Pupin, um dos maiores produtores de algodão do país, e a sua esposa, Vera Lucia, exerciam a atividade como pessoa física.

Julgamento - O julgamento foi iniciado em junho e retomado na terça-feira, com o voto-vista do ministro Luis Felipe Salomão. Havia, até então, somente o voto do relator, Marco Buzzi, e do ministro Raul Araújo.

Pedido negado - O relator havia negado o pedido do JPupin e limitado o processo de recuperação ao cadastro na Junta Comercial. Um dos argumentos foi o de que a partir desta data teria sido criado um novo regime jurídico, com condições diferentes das estabelecidas na época em que credor e devedor - na condição de pessoa física - fecharam negócio.

Entendimento - Já o ministro Raul Araújo entendeu diferente. Ele abriu divergência para permitir a inclusão de todas as dívidas no processo. Para Araújo, o registro na Junta é “meramente declaratório”. A atividade econômica, frisou, permaneceu a mesma antes e depois do cadastro. Ou seja, quem emprestou dinheiro, mesmo que na condição de pessoa física, sabia que estava tratando com um produtor rural.

Divergência - O ministro Luis Felipe Salomão proferiu um longo voto na sessão desta terça e acompanhou a divergência. Ele abordou os princípios e a finalidade da recuperação judicial e tratou sobre a atividade do produtor rural. Para ele, a Lei de Recuperação estabelece como requisito o cadastro na Junta Comercial somente como critério de acesso ao processo.

Argumento - “Não exige a inscrição na Junta pelo prazo de dois anos, apenas que exerça a atividade de forma regular por dois anos”, disse, acrescentando que, no seu entendimento, o cadastro, por si só, não efetiva a qualidade do comerciante. “Empresa é quem promove a circulação de bens e serviços.”

Ameaça - Salomão classificou ainda como “terrorista” a ameaça de bancos e tradings que financiam o agronegócio e que vinham afirmando nos últimos dias que decisão favorável aos produtores poderia diminuir o crédito e elevar as taxas de juros.

Debate acalorado - O voto do ministro Luis Felipe Salomão acabou provocando um debate acalorado com o ministro Marco Buzzi. O relator disse que o Grupo JPupin procurava “malabarismo interpretativo” e que o STJ não podia praticar o que chamou de “ativismo judicial”. “Não se pode permitir ao grande devedor que se valha dos dois mundos. Os benefícios da pessoa física para atrair o crédito e mais adiante utilizarse da proteção da pessoa jurídica”, afirmou.

Revide - Luis Felipe Salomão não gostou do que ouviu e revidou. “Malabarismo a quem? Por qual ângulo? Eu não fiz malabarismo. Aqui tem uma posição que defende exclusivamente bancos e tradings e outra que defende o direito subjetivo conquistado pela lei para se obter a recuperação, que é um benefício que faz preservar empregos e o sistema da agricultura”, disse.

Empate - A ministra Isabel Gallotti votou na sequência e acompanhou o voto do relator - provocando um empate de dois a dois e deixando o julgamento ainda mais tenso. A decisão se deu, então, com o último voto, proferido pelo ministro Antonio Carlos Ferreira, que acompanhou a divergência e formou a maioria para permitir a inclusão de todas as dívidas no processo de recuperação do Grupo JPupin.

Pacificação - Representante da empresa no caso, o advogado José Luis Finocchio Junior, do escritório Finochio & Ustra, afirmou ao Valor, no fim do julgamento, que ficou claro com a decisão do STJ “que o fato de o produtor atuar como pessoa física não significa que ele não seja empresário”. “O STJ vem pacificar as diversas divergências que existem nos tribunais estaduais. Em São Paulo, por exemplo, já temos decisões favoráveis aos produtores. Mas em outros Estados não”, afirmou. (Valor Econômico)

 

AGRONEGÓCIO: Fim da Lei Kandir ainda preocupa exportador

 

agronegocio 07 11 2019Sem a Lei Kandir, que desde 1996 garante a isenção de ICMS sobre produtos primários e semielaborados exportados, a produção brasileira de soja, carro-chefe do agronegócio no país, seria 34% menor, bem como o valor dessa produção, as exportações e a geração de empregos no segmento, segundo estudo do economista Alexandre Mendonça de Barros, sócio diretor da consultoria MB Agro, apresentado nesta quarta-feira (06/11) em audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.

 

Radar - A possível revogação do benefício para o setor permanece no radar das principais lideranças, embora posicionamentos recentes indiquem que a agropecuária deverá ser poupada no caso do fim da Lei Kandir.

 

PEC - A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Pacto Federativo apresentada nesta quarta pelo governo federal pode ajudar a pôr fim ao impasse entre União e Estados sobre a compensação pelas desonerações nas exportações, já que propõe o repasse de entre R$ 400 bilhões e R$ 500 bilhões nos próximos 15 anos aos entes da federação e aos municípios com recursos dos royalties e participação especial do petróleo.

 

Sem taxação - Durante a audiência, o líder da maioria na Câmara dos Deputados e relator da PEC 45/2019 da Reforma Tributária, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), voltou a afirmar que não haverá taxação das vendas externas do agronegócio brasileiro na discussão da matéria.

 

Pressuposto - “Um dos pressupostos básicos é o de que não se exporta tributos para nenhum setor. Para deixar claro, na PEC 45 estamos mantendo esse princípio. Não há exportação de tributos nem taxação do que é produzido para exportação”, disse ele.

 

Angústia - Mesmo assim, o diretor-executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Márcio Portocarrero, afirmou que o setor continua angustiado com a questão. Segundo ele, é preciso que a regulamentação dos repasses e a efetiva manutenção da isenção de ICMS seja feita com clareza para que a “ameaça” não retorne nos próximos anos.

 

Prejuízos - Segundo Portocarrero, a oneração das exportações causaria prejuízos de R$ 2,3 bilhões por ano à cadeia produtiva do algodão e uma redução da margem do cotonicultor de 46%. Quarto maior produtor mundial e segundo exportador, o Brasil vende para outros países 61% da sua produção da pluma. O PIB anual da cadeia, pelos dados da associação, é de US$ 74 bilhões.

 

Custos de produção - Já o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antônio Galvan, informou que a possível volta da incidência do ICMS nas exportações agropecuárias aumentaria custos de produção e inviabilizaria as atividades de parte dos produtores. No caso da soja, acrescentou Galvan, a elevação de custos em Mato Grosso, que lidera a produção nacional, seria de até 7 sacas por hectare.

 

Exclusão - Na semana passada, deputados e senadores da bancada ruralista convenceram o senador Veneziano Vital do Rego (PSB-PB) a excluir o setor da proposta mais clara que pretende taxar as exportações em tramitação no Congresso, a PEC 42/2019. Rego é relator e afirmou que vai manter a tributação apenas para o setor mineral. 

 

Perigosa - O coordenador do Núcleo Econômico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Renato Conchon, avaliou como “perigosa” a medida, já que abriria precedente de tributação. “Vai bater à nossa porta de novo”, disse.

 

Possibilidade - Segundo o deputado federal Neri Geller (PP-MT), o envio da proposta de Pacto Federativo cria mais uma possibilidade de solucionar o tema. Mas ele lembrou que o assunto pode ser trabalhado em outras frentes. “A regulamentação (pode ser feita) dentro da reforma tributária ou de projeto específico, que poderia ser o PLP 511/2018, hoje no plenário. Isso cria um ambiente para avançar na Reforma Tributária, mas o setor tem que ser ouvido. O mais viável é fazer um debate alinhado com o governo dentro da PEC 45 ou dentro do pacote apresentado nesta quarta, um trabalho convergente”, finalizou. (Valor Econômico)

CARNES: China deve habilitar mais frigoríficos

 

carnes 07 11 2019Os exportadores brasileiros estão animados com a possibilidade de que a China habilite mais uma leva de frigoríficos para exportar ao país. No setor privado, a expectativa é que um anúncio ocorra ainda no curto prazo. Companhias como BRF, JBS e Aurora devem aparecer na nova lista do país asiático.

 

Inspeção - Na semana passada, autoridades chinesas inspecionaram, por meio de videoconferência, abatedouros de frangos, suínos e bovinos do Brasil, disseram quatro fontes ao Valor.

 

Perto de serem habilitadas - Conforme uma das fontes, as indústrias avícolas mais perto de serem habilitadas por Pequim pertencem à Seara, da JBS, à Zanchetta e à Unitá, sociedade entre as cooperativas Copacol, Coagru e Cooperflora. No caso da carne suína, Aurora, BRF e Seara estariam bem posicionadas.

 

Cúpula - O otimismo com a ampliação do acesso ao mercado chinês coincide com a proximidade da cúpula dos Brics, que ocorrerá na semana que vem em Brasília. O presidente chinês, Xi Jinping, virá ao país para o encontro. Na avaliação de uma fonte, o mandatário poderá chegar ao Brasil já com o presente anunciado.

 

Mapa - No Ministério da Agricultura, a ordem tem sido evitar previsões sobre os anúncios de Pequim. Assim, evita-se transmitir às autoridades chinesas a impressão de que Brasília estaria fazendo pressão.

 

Julho - Em julho, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Marcos Montes, chegou a prever, em entrevista ao Valor, que a China liberaria dezenas de frigoríficos em “dez dias”, o que não se confirmou.

 

Documento - À época, Pequim chegou a enviar um documento criticando a pressão. O episódio atrasou o anúncio para setembro, quando o país asiático finalmente habilitou 25 plantas do Brasil - 17 de carne bovina, seis de frango, uma de suíno e uma de jumento. Na terça-feira (05/11), a China liberou a exportação de miúdos suínos de sete unidades catarinenses.

 

Ansiedade - Na indústria frigorífica, as habilitações chinesas geram ansiedade devido ao imenso potencial de vendas. Em outubro, o primeiro mês completo após a China liberar as exportações de mais 17 abatedouros de bovinos, as exportações de carne do país registraram o melhor desempenho da história, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

 

Epidemia - Em razão da epidemia de peste suína africana que dizimou o plantel chinês - o país responde por 50% do consumo global de carne suína -, a demanda da China está aquecida. De acordo com um executivo de uma das maiores agroindústrias exportadoras, o preço médio de alguns cortes de suínos com embarque para a China programado para dezembro saem por US$ 5 mil a tonelada. Há um ano, esses itens eram vendidos por US$ 2 mil.

 

Genética avícola - Paralelamente às habilitações de frigoríficos, o governo brasileiro busca abrir o mercado chinês à genética avícola. Desde a última segunda-feira, uma comitiva de técnicos chineses está no Brasil para inspecionar estabelecimentos de produção de material genético. O grupo fará uma série de vistorias a quatro empresas até dia 11.

 

Roteiro - O roteiro dos quatro auditores também inclui visitas a um laboratório oficial do Ministério da Agricultura e a uma unidade da Vigiagro (Unidade de Vigilância Agropecuária).

 

Expectativa - Nesse caso, a expectativa do setor produtivo nacional é que a China possa abrir seu mercado principalmente para a importação de ovos férteis produzidos no Brasil. Com eles, os chineses podem produzir matrizes e aumentar o plantel. O Brasil goza de credibilidade genética e sanitária porque é o único grande produtor sem registros de gripe aviária. “A parte genética e sanitária é a melhor do mundo, igual ou melhor que da Europa e dos Estados Unidos”, avaliou Érico Pozzer, ex-presidente Câmara Setorial de Aves e Suínos do Ministério da Agricultura. (Valor Econômico)

IPCA: Inflação de outubro é a menor para o mês desde 1998

ipca 07 11 2019O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro ficou em 0,10%. O índice, que é usado como referência para a inflação oficial, foi divulgado nesta quinta-feira (07/11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o menor resultado para um mês de outubro desde 1998, quando o IPCA ficou em 0,02%.

Acumulado - No acumulado do ano, o IPCA está agora em 2,60%. E, nos últimos 12 meses, a variação é de 2,54%, abaixo do índice de 2,89%, encontrado nos 12 meses anteriores.

Grupos - Três grupos pesquisados apresentaram deflação: habitação (-0,61%), artigos de residência (-0,09%) e comunicação (-0,01%).

Energia elétrica - A queda no grupo de habitação foi puxada pelo item energia elétrica, com 3,22% negativos.

Altas - As altas ficaram por conta de vestuário (0,63%), transportes (0,45%) e saúde e cuidados pessoais (0,40%). A maior alta em vestuário foi atribuída a roupas femininas: 0,98%. Embora a energia elétrica tenha sido uma das responsáveis por puxar o índice para baixo em outubro, o gerente do IPCA, Pedro Kislanov, prevê uma alta para este mês.

Bandeira - Ele explica que, em outubro, as contas pagas pelos consumidores estavam com bandeira amarela, que adicionava R$ 1,50 a cada 100km/h consumidos.

Vermelha - Para novembro, a variação do item será regida pela bandeira vermelha, que aumentou de R$ 4 para R$ 4,16 a cada 100kw/h consumidos. “Provavelmente deve ter uma alta de energia elétrica em novembro”, disse o economista do IBGE. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Poupança tem menor retirada líquida para outubro em cinco anos

 

economia 07 11 2019Aplicação financeira mais tradicional do país, a caderneta de poupança registrou a menor retirada líquida para meses de outubro em cinco anos. No mês passado, os saques superaram os depósitos em R$ 247,2 milhões, informou nesta quarta-feira (06/11) o Banco Central. Este é o melhor resultado para o mês desde outubro de 2014, quando a poupança tinha registrado captação líquida (depósitos menos saques) de R$ 540,3 milhões.

 

2018 - Em outubro do ano passado, os correntistas tinham retirado R$ 2,71 bilhões a mais do que tinham depositado. De janeiro a outubro, os brasileiros retiraram R$ 6,31 bilhões a mais do que depositaram na caderneta. O desempenho está pior do que em 2018. No mesmo período do ano passado, as captações (depósitos) tinham superado as retiradas em R$ 22,96 bilhões.

 

Mais depósitos - Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

 

2015 - Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018 – captação líquida de R$ 38,26 bilhões. (Agência Brasil)

CÂMBIO: Dólar tem maior alta em sete meses e fecha em R$ 4,08

 

cambio 07 11 2019Num dia marcado por tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana teve a maior alta diária em sete meses, e a bolsa de valores caiu. O dólar comercial fechou esta quarta-feira (06/11) vendido a R$ 4,082 - com alta de R$ 0,089 (+2,22%).

 

Maior cotação - Essa foi a maior alta para um dia desde 27 de março, quando a divisa tinha subido 2,27%. O dólar está na maior cotação desde 21 de outubro, quando o valor era de R$ 4,131.

 

Ações - No mercado de ações, o dia também foi marcado por oscilações. O índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou o dia com queda de 0,33%, aos 108.360 pontos. O indicador começou o dia em alta, chegando a romper a barreira dos 109 mil pontos, mas inverteu a tendência e passou a cair no fim da manhã.

 

Leilão - O dólar passou a subir, e a bolsa a cair depois da divulgação do resultado do leilão do excedente da cessão onerosa do pré-sal. Previsto para arrecadar R$ 106,55 bilhões, o leilão terminou com arrecadação de R$ 69,96 bilhões. Dois campos, Sepia e Atapu, não atraíram interessados. Os outros dois campos, Búzios e Itapu, foram arrematados em oferta única e sem ágio.

 

Cenário internacional - No cenário internacional, um possível adiamento de um acordo comercial entre Estados Unidos e China, as duas maiores economias do planeta, impactou as bolsas internacionais. Os índices Dow Jones e Nasdaq, de Nova York, fecharam em queda. (Agência Brasil)

IBGE: Pobreza extrema no Brasil atinge maior nível em 7 anos

A crise econômica que se acentuou em 2015 fez o Brasil terminar o ano passado com 13,5 milhões de pessoas em condição de extrema pobreza. O contingente é o maior da série histórica, iniciada em 2012, e indica que 6,5% da população brasileira vive com menos de R$ 145 por mês - o equivalente a US$ 1,90 diário por paridade de poder de compra (PPC). Em 2017, eram 13,3 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mercado de trabalho - A crise também cobrou seu preço no mercado de trabalho, com avanço da informalidade e da desigualdade da renda, com efeitos sobretudo para os mais pobres, mulheres, pretos e pardos.

Critérios - Os critérios de extrema pobreza são os definidos pelo Banco Mundial, e o IBGE ressalta que os 13,5 milhões de brasileiros nessa situação significam um contingente maior que a população de países como Bolívia, Bélgica, Cuba, Grécia e Portugal.

Crescimento - Desde 2014, mais 4,5 milhões de pessoas passaram a viver sob estas circunstâncias. “A linha de extrema pobreza mostra uma queda entre 2012 e 2014 e, desde então, registra um crescimento, chegando em 2018 no maior valor da série, sem uma variação significativa em relação a 2017”, disse o gerente do estudo, André Simões.

Percentual - Em 2012, no início da série história, o percentual da população que vivia com menos de US$ 1,90 por dia era de 5,8%, caindo para 4,5% em 2014, o menor patamar até então. A partir de 2015 passou a subir, chegando a 6,5% no ano passado – mesmo patamar de 2017.

Cuidados maiores - Simões lembrou que esse grupo necessita de cuidados maiores como políticas públicas de transferência de renda e de dinamização do mercado de trabalho. Hoje, o valor do indicador de pobreza do Bolsa Família é R$ 89. Em 2011, era de R$ 70, compatível com o valor global da época para definir a extrema pobreza, de US$ 1,25 por dia.

Conectar - “Não adianta a economia ser uma locomotiva a velocidade de cruzeiro. É preciso conectar os vagões dos mais pobres”, afirmou o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, citando, por exemplo a necessidade de se pensar o Bolsa Família com inclusão produtiva dos mais pobres.

Recuo - O trabalho do IBGE identificou que 1 milhão de pessoas deixaram a linha de pobreza - rendimento diário inferior a US$ 5,50, medida adotada pelo Banco Mundial. No entanto, apesar do recuo, significa que 1 em cada 4 brasileiros ainda vivia com menos de R$ 420 per capita por mês.

Empregados formais - No ano passado, a parcela de empregados formais na população ocupada mostrou menor nível em sete anos. Ao mesmo tempo, a fatia de trabalhadores sem carteira assinada e de empregados por conta própria mostrou maior nível no mesmo período. Para o instituto, a inclusão de mais trabalhadores sem carteira ou por conta própria sinaliza que o mercado de trabalho no país “tende a se tornar mais informal”. Em 2018, ano em que o país ainda caminhava para sair da crise econômica iniciada em 2015, a fatia de empregados com vínculo formal de trabalho na população ocupada ficou em 47,4%, o mais baixo resultado em sete anos. Em 2012, essa parcela era de 50,3%.

Renda - Segundo o IBGE, até 2015, houve redução da desigualdade da renda do trabalho. A razão entre o rendimento médio de todos os trabalhos dos 10% com os maiores rendimentos e os 40% com os menores rendimentos era de 12% naquele ano – ante 12,9% em 2012. Em 2018, porém, essa proporção saltou para 13%, resultado mais alto da série. (Valor Econômico)

ibge 07 11 2019

 

PREVIDÊNCIA: Davi Alcolumbre marca promulgação da reforma para terça-feira

previdencia 07 11 2019O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, convocou deputados e senadores para uma sessão solene na terça-feira (12/11), às 10 horas, para promulgar a reforma da Previdência (Emenda Constitucional 103), oriunda da proposta de emenda à Constituição 6/19.

Câmara - A Câmara dos Deputados concluiu em agosto a votação da reforma da Previdência. Na nova regra geral para servidores e trabalhadores da iniciativa privada que se tornarem segurados após a promulgação das mudanças, fica garantida na Constituição somente a idade mínima (65 anos para homens e 62 anos para mulheres).

Tempo de contribuição- O tempo de contribuição exigido e outras condições serão fixados definitivamente em lei. Até lá, vale uma regra transitória.

Objetivo - O objetivo da reforma, segundo o governo, é conter o déficit previdenciário – diferença entre o que é arrecado pelo sistema e o montante usado para pagar benefícios. Em 2018, o déficit previdenciário total da União, que inclui os setores privado e público mais militares, foi de R$ 264,4 bilhões. (Agência Senado)

Veja o que muda na aposentadoria com a promulgação da reforma da Previdência

 

ENERGIA ELÉTRICA: Copel vai destinar R$ 100 milhões a projetos de eficiência energética

energia eletrica 07 11 2019A Copel vai destinar um valor recorde de R$ 100 milhões a projetos de eficiência energética apresentados por consumidores de sua área de concessão, no Paraná. Lançada nesta semana, a Chamada Pública 002/2019 receberá propostas de projetos em instalações de consumidores até o dia 10 de fevereiro de 2020.

Participação - Podem apresentar projetos condomínios residenciais, consumidores industriais, entidades assistenciais e filantrópicas, instalações do poder público, pontos de comércio e consumidores rurais.

Modalidades - Os consumidores podem pleitear recursos em duas modalidades – contrato de desempenho ou a fundo perdido – dependendo da natureza das suas atividades. Os projetos com maior potencial de redução de consumo serão classificados e contemplados após análise técnica da Copel.

Cadastro - Toda a documentação referente ao projeto deve ser submetida eletronicamente. O edital da chamada pública com os requisitos de participação pode ser consultado no endereço www.copel.com, onde também se encontra o formulário para cadastro de projetos.

PEE - A chamada integra o Programa de Eficiência Energética (PEE) da Copel, uma obrigação regulatória estabelecida pela Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel, que prevê a destinação de 0,4% da receita líquida anual da empresa a projetos de redução do desperdício de energia. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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