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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4703 | 11 de Novembro de 2019

SANIDADE: Informalidade não combina com proteína animal, nem com o mercado, diz Ricken

sanidade 11 11 2019O Paraná está avançando no processo de obter a condição de área livre de febre aftosa sem vacinação. Na avaliação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a suspensão da vacinação contra a doença no Estado, autorizada pelo Ministério da Agricultura no dia 15 de outubro, representa uma grande conquista. Porém, os cuidados com a sanidade do rebanho paranaense devem ser redobrados. “Os cuidados têm que ser maiores agora. Na medida que você deixa de vacinar, é preciso ter um controle mais adequado. A informalidade na produção de proteína animal não é compatível. Não dá mais para viver no passado. A informalidade não combina com proteína animal e nem com o mercado”, afirmou o dirigente cooperativista em entrevista ao repórter Jurandir Ambonatti, coordenador de rádio da Agência de Notícias do Governo do Paraná.

Medidas - “Agora, nós temos que rastrear, ter um controle de circulação, fazer a identificação dos animais. Não é uma questão de simplesmente por brinco ou não nos animais. Hoje há tecnologia que permite fazer o rastreamento desde o nascimento até chegar à mesa do consumidor. Isso é fundamental para termos qualidade”, acrescentou Ricken. Nesse sentido, ele destacou a importância dos produtores rurais fazerem a atualização cadastral dos rebanhos bovinos e bubalinos, cujo prazo encerra no dia 30 de novembro. “Atualizar o cadastro para termos um número real do rebanho é o ponto em que há condição de avançar mais”, ressaltou.

Integração - Na entrevista, Ricken também destacou a importância do trabalho integrado entre as instituições públicas e privadas no movimento paranaense de alcançar o status de área livre de febre aftosa sem vacinação. “Temos que estar juntos: produtor, indústria, mercado e governo. O objetivo é único: ter uma produção mais adequada, com cada vez melhor qualidade e que atenda à demanda do mercado, que é grande. Estamos no momento certo, fazendo as ações que são necessárias e isso vai gerar desenvolvimento para o Paraná. É isso que nós precisamos”, finalizou.

Foto: Faep

 

Clique aqui para conferir na íntegra a entrevista do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken ao repórter Jurandir Ambonatti

 

GETEC: Informe nº 52 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 11 11 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (11/11), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado da semana

 

NOVEMBRO AZUL: Sistema Ocepar veste azul em adesão à campanha de prevenção ao câncer de próstata

Os profissionais do Sistema Ocepar vestiram azul nesta segunda-feira (11/11) para expressar seu apoio à campanha Novembro Azul, voltada para reforçar a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata e incentivar os homens a cuidarem da própria saúde. A mobilização foi coordenada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), com o apoio do Sistema Ocepar. Como parte das ações alusivas à campanha, a Cipa tem divulgado internamente informações sobre grupos de riscos, prevenção e tratamento do câncer de próstata, que é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. 

Incidência - De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), até o final do ano, a estimativa é que mais de 68 mil casos da doença sejam diagnosticados no Brasil. Apenas no Paraná, dados preliminares mostram 990 mortes causadas por câncer de próstata em 2018. Em sua fase inicial, o câncer da próstata tem evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite). Na fase avançada, pode provocar dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Fatores de risco - A idade é um fator de risco importante, uma vez que tanto a incidência quanto a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos. Porém, há outras causas que podem desencadear a doença. Confira:

- Histórico familiar: pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias.

- Obesidade: excesso de gordura corporal aumenta o risco de câncer de próstata avançado.

Prevenção - Entre os fatores que mais ajudam a prevenir o câncer de próstata estão:

- Ter uma alimentação saudável.

- Manter o peso corporal adequado.

- Praticar atividade física.

- Não fumar.

- Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

(Com informações Inca)

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SIMPÓSIO: Cooperativas debatem agricultura digital

 

simposio 11 11 2019Quais as demandas e oportunidades da Agricultura 4.0 para as cooperativas? A resposta é o tema de um dos painéis do Simpósio Nacional de Instrumentação Agropecuária, a ser realizado entre os dias 3 a 5 de dezembro, em São Carlos (SP). O evento é promovido pela Embrapa Instrumentação e conta com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

 

Debate - O fórum se propõe a discutir a interface entre a ciência, inovação e mercado em temas que estão na fronteira do conhecimento, como agricultura de precisão, nanotecnologia, automação, bioeconomia e agricultura digital, com palestrantes convidados do Brasil e do exterior, como o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues.

 

Programação - Durante três dias, os participantes terão acesso a uma programação que envolve palestras, mesas-redondas e ao “Business Day”, durante o qual serão realizadas demonstrações de tecnologias inéditas, com representantes dos setores público e privado, investidores (venture capitals) e profissionais de comunicação.

 

Mesa redonda - É justamente nesse dia dedicado ao mercado que o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, vai coordenar a mesa-redonda. Já estão confirmados como debatedores o presidente da Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus), Fernando Degobbi, e do superintendente Frísia Cooperativa Agroindustrial, Emerson Moura.

 

Competitividade - “O contexto da agricultura 4.0 está se consolidando no exterior, e o Brasil para manter sua competitividade e sustentabilidade como um dos grandes players do agro mundial tem que avançar rapidamente”, explica Ladislau Martin Neto, diretor de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa entre 2012 e 2017 e coordenador do evento.

 

Sinergia - “Nesse sentido, o Siagro 2019 pretende promover um ambiente de sinergia entre a comunidade científica, produtores rurais, empresários, novos empreendedores (startups), investidores e lideranças do agro, daí a importância da participação das cooperativas com papel de protagonismo na programação”, acrescenta Martin Neto. Os interessados podem acessar a página do evento na internet http://www.cnpdia.embrapa.br/siagro/ para mais detalhes. (Embrapa Instrumentação / Informe OCB)

FRÍSIA: A 19ª maior organização do Paraná, segundo ranking da revista Amanhã

 

frisia 11 11 2019A Frísia conquistou o 19º lugar no ranking das 100 Maiores Empresas do Paraná, realizado pelo Grupo Amanhã com o apoio técnico da PwC Brasil. A cooperativa teve uma elevação do Valor Ponderado de Grandeza (VPG) de 2018 (ano de análise) sobre 2017, de quase 155%.

 

Faturamento - Com faturamento de R$ 2,669 bilhões, a Frísia é uma das mais tradicionais cooperativas agroindustriais do Brasil, atuando nos segmentos de leite, grãos e carne suína. Ano passado, o índice VPG foi de R$ 1.503,73 bilhão, superior a R$ 1.348,99 bilhão de 2017. O VPG calcula a soma de patrimônio (com peso de 50%), receita líquida (40%) e resultado líquido do exercício (10%).

 

Sul - Além da posição no ranking estadual, a cooperativa alcançou a 51ª colocação entre as 500 Maiores do Sul. Esta é 29ª edição do principal levantamento das organizações da região. “Esse índice alcançado é resultado do empenho e da dedicação dos cooperados, colaboradores e da diretoria da Frísia. Trabalhamos para fazer o melhor, prezando a qualidade, com respeito ao meio ambiente, bem-estar animal e entrega de produtos com alto padrão”, afirma o superintendente Emerson Moura. 

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

CAPAL: Cooperativa ocupa a 38ª posição entre as 100 maiores do Estado

 

capal 11 11 2019A Capal está entre as maiores empresas do Paraná, conforme divulgou o Grupo Amanhã no ranking das 100 Maiores do Estado. O índice, que tem o apoio técnico da PwC Brasil, é o principal da Região Sul e apresentou um salto na colocação da cooperativa sediada em Arapoti. Em 2018, ano da análise, a Capal ficou em 38º lugar, subindo oito posições comparado a 2017. O ranking tem como base o Valor Ponderado de Grandeza (VPG), índice que calcula a soma de patrimônio (com peso de 50%), receita líquida (40%) e resultado líquido do exercício (10%). 

  

Crescimento - O VPG da cooperativa em 2018 foi de R$ 765,9 milhões, um aumento de 115% sobre o ano anterior. A receita da Capal naquele ano foi de R$ 1,4 bilhão. Além da posição no ranking estadual, a cooperativa alcançou a 96ª colocação entre as 500 Maiores do Sul, um salto de 14 posições sobre o índice de 2017. Essa é 29ª edição do principal levantamento das organizações da região. 

 

Coroamento - “Essa subida no ranking coroa todo um trabalho que realizamos, da terra ao consumidor final. Estamos no caminho certo e temos certeza que preparados para produzir mais e melhor”, destaca o presidente-executivo da Capal, Adilson Fuga.

 

Maior variação - Com R$ 1,422 bilhão em faturamento no ano passado, a cooperativa cresceu 18% sobre 2017, a maior variação em quase 60 anos de história. 

 

Outros rankings - A cooperativa também se destacou em outros rankings. A edição Exame Melhores & Maiores apresentou as 400 maiores organizações do agronegócio por vendas líquidas. A Capal teve crescimento em 2018 (ano de análise do ranking), saindo de 131ª posição (2017) para 123ª, com um aumento em vendas líquidas de 14,2%. Em relação às 1.000 maiores, também na edição da Exame, a cooperativa saiu da posição 533ª (2017) para 501ª (2018). 

 

Valor 1000 - Já o ranking Valor 1000 também apontou evolução pela Capal. Em 2018, a cooperativa chegou à 424ª posição, subindo 22 colocações sobre o ano anterior. Entre os destaques dessa evolução, no setor agropecuário, a Capal está em sexto lugar pela medida do crescimento sustentável, ou seja, a variação da receita líquida sobre a variação do patrimônio ajustado. Além disso, ela também se apresenta na oitava colocação quando o assunto é cobertura dos juros, isto é, Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) sobre despesas financeiras. (Imprensa Capal)

UNIMED CURITIBA: Cooperativa é a maior empresa de saúde do Paraná

 

unimed curitiba 11 11 2019A Unimed Curitiba está mais uma vez entre as “500 Maiores do Sul”, no tradicional ranking divulgado pela Revista Amanhã. Entre as instituições de saúde, a cooperativa conquistou a primeira posição no Paraná e a segunda de toda região sul. 

 

Classificação - Na 29ª edição do ranking, considerada a mais importante classificação regional de empresas do Brasil, a cooperativa ficou na 25ª colocação entre as 100 maiores empresas do Paraná. Nesta classificação, somente três singulares do Sistema Unimed aparecem na lista: Unimed Curitiba, Maringá e Londrina, respectivamente. E cresceu sete posições em relação ao ano anterior e agora ocupa a 60ª colocação entre as maiores empresas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

 

Critérios - Para definir a classificação das empresas no ranking, o Grupo Amanhã, com apoio técnico da PWC (PricewaterhouseCoopers), utiliza os balanços das empresas avaliados segundo o índice Valor Ponderado de Grandeza (VPG), que calcula a média ponderada entre a receita líquida, patrimônio líquido e resultado.

 

Resultado - “Este crescimento é resultado de um trabalho árduo e transparente e é uma grande conquista para a Unimed Curitiba. Ser a maior empresa de saúde do Paraná e estar entre as maiores da Região Sul reforça a grandeza e a importância da cooperativa para o setor”, Rached Hajar Traya, diretor-presidente da Unimed Curitiba. (Imprensa Unimed Curitiba)

INTEGRADA: Sipat reforça a importância da prevenção de acidentes no agronegócio

 

integrada 11 11 2019A atenção com a segurança de quem trabalha em unidades de recebimento de produção agrícola deve ser uma constante. Na Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho (Sipat), que será realizada nesta semana, a Cooperativa Integrada reforça o seu compromisso com a segurança dos colaboradores.

 

Preparo - Em uma cooperativa agrícola, o trabalho de prevenção de acidentes, principalmente em espaços confinados como silos e moegas, por exemplo, requer muito preparo da equipe. Alex Leite, engenheiro de segurança do trabalho da cooperativa, explica que a Integrada tem intensificado cada vez mais os procedimentos de segurança e a orientação da equipe.

 

Nova metodologia - Nesta edição da Sipat, a Integrada lança uma nova metodologia que complementa à prática de treinamento dos colaboradores. A novidade é o uso da tecnologia de realidade virtual. Por meio de óculos, o profissional poderá vivenciar sem sair do lugar os cuidados com a segurança em trabalhos em altura e em espaços confinados. 

 

Foco - O presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) na Integrada, Pedro Malanga (foto), explica que o foco desse dispositivo é sensibilizar as pessoas sobre os riscos que elas correm quando estão trabalhando em um ambiente confinado ou em altura. Outro ponto é propiciar aos colaboradores que exercem outras funções na cooperativa, a experiência de como é trabalhar em altura ou em ambientes confinados.

 

Passo a passo - Com os óculos, explica Malanga, é apresentado para o colaborador o passo a passo do trabalho realizado nestes ambientes. “Os óculos ajudam a fazer a correta utilização dos equipamentos de proteção”. 

 

Monitoramento - Além dos óculos de treinamento, a Integrada investe em tecnologias para prevenção de acidentes. Uma delas é o monitoramento de detecção de gás em ambientes confinados. O engenheiro de segurança do trabalho, Alex Leite, explica que, em áreas confinadas, como poço de elevador de grãos, os produtos e resíduos que ficam armazenados na base do poço, em contato com a umidade, sofrem decomposição, gerando gases tóxicos e explosivos, reduzindo também o nível de oxigênio. Isso torna o local altamente perigoso. Devido a isso, a Integrada adota todos os procedimentos de segurança necessários para o desenvolvimento de trabalho seguro, fazendo uso de equipamentos detectores de gases que possibilitam a avaliação e o monitoramento desses espaços.

 

Requisitos - Leite reforça também que todos os colaboradores, incluindo terceiros, só podem exercer o trabalho em espaços confinados ou em altura, mediante aos cumprimentos de requisitos exigidos pelas Normas Regulamentadoras (NRs), tais como capacitação, treinamento e aptidão em ASO (Atestado de Saúde Ocupacional). “As capacitações e os treinamentos são constantes aqui na cooperativa”, destaca o engenheiro do trabalho.

 

Áreas - Os treinamentos que a Integrada promove envolvem serviços e segurança nas áreas de eletricidade, espaços confinados, primeiros socorros, trabalho em altura, entre outros. (Imprensa Integrada)

COPACOL: Um dia especial para gestores e alunos da Apae

 

copacol 11 11 2019Na manhã de sexta-feira (08/11), 10 gestores de diversas áreas da Cooperativa Copacol tiveram uma surpresa e uma tarefa mais que especial. Eles foram os padrinhos de alunos da Apae de Cafelândia (PR) e apresentaram suas áreas e o dia a dia de vários locais como abatedouro, manutenção, logística e transporte, bem como contabilidade, financeiro, gestão de pessoas e integrações. 

 

Sensibilização - A ação foi desenvolvida pelo DGP (Departamento de Gestão de Pessoas) da Copacol com o objetivo de sensibilizar os colaboradores e oferecer novas experiências, como destaca Vânia Elaine Granemann, Supervisora de Gestão de Pessoas. 

 

Valores - “Pautados nos valores da cooperativa de respeitar as diferenças, o DGP promoveu esta ação para sensibilizar os gestores e suas equipes a vivenciarem momentos especiais e fora das suas rotinas, além de promover a inclusão dessas pessoas com necessidades especiais”, explicou Vânia. 

 

História - Para o gerente da integração de aves, Douglas da Silva, foi importante a visita dos alunos, porque os colaboradores tiveram a oportunidade de conhecer um pouco da história de vida de cada um. “Foi muito bom receber o carinho dessas pessoas e ver o quanto eles gostam da Cooperativa, como eles veem o nosso trabalho e a atenção que todos têm com as pessoas. Esta visita foi um aprendizado para nós”, disse. 

 

Espaço Cultural - Os alunos ainda conheceram o Espaço Cultural Padre Luis Luise e um pouco da história da cooperativa, assistiram ao vídeo institucional e finalizaram a visita com o almoço no refeitório industrial junto aos gestores. 

 

Sonho - Pâmela Baldusse, assistente social da Apae, disse que todos os alunos gostaram de conhecer a Copacol e que o sonho deles é trabalhar na cooperativa. “Alguns já trabalham na Copacol e são exemplos de motivação para os outros alunos. Através destas visitas e esse contato com outras áreas ensinam os alunos sobre cooperação e fazem com que eles se sintam valorizados”, afirma Pâmela. 

 

Projeto - De acordo Vânia, esta ação realizada junto aos alunos da Apae fortalecem as ações de sensibilização com os colaboradores, que teve início na 37ª Sipat realizada na semana passada, quando os participantes tiveram a oportunidade de sentir a realidade dos desafios enfrentados no dia a dia por uma pessoa com necessidades especiais, por meio de experiências como assinar uma lista com olhos vendados, andar em cadeira de rodas e simular percas auditivas na cabine de audiometria. (Imprensa Copacol)

COCAMAR I: Grãos e abacate, uma dobradinha lucrativa

Imagine uma lavoura de soja com centenas de abacateiros plantados nas curvas de nível. É assim a propriedade da família Castro, em Assaí, a 40km de Londrina. São cerca de 700 pés em diferentes idades, desde os mais antigos até os que foram plantados recentemente.

Pioneiro - Pioneiro no cultivo comercial da fruta no município há cerca de 25 anos, o cooperado Wilson Fernandes de Castro, 53, colhe agora – literalmente – os frutos de sua decisão acertada. Na propriedade de 40 alqueires (96,8 hectares), os 700 pés respondem por 40% do faturamento e os 60% restantes ficam por conta da soja. Passando na sexta-feira (8/11) por Assaí, o Rally Cocamar de Produtividade foi visitar o local.

Valorização - Com mercado garantido, o abacate é uma das frutas que mais se valorizaram nos últimos anos, por ser versátil na gastronomia, saudável e saborosa. Diante do rendimento alcançado por Wilson, vários outros produtores da região se animaram a apostar na cultura. Mas não é tão simples.

Excelente negócio- “Para o pequeno produtor é um excelente negócio”, afirma Wilson, assinalando que há vários pontos a serem observados para que o investimento dê certo. Ele começou plantando 300 abacateiros e, motivado pelo retorno, foi ampliando o pomar e sua meta é chegar a mil pés nos próximos anos.

Lucro - Os números demonstram o quanto um pomar de abacates é lucrativo. Cabem 100 árvores em um hectare, no espaçamento 10 x 10m; a produção inicia no quinto ano e atinge a fase plena no oitavo, quando se colhe em média 15 caixas (400 quilos) por pé, cotados atualmente a R$ 1,20 o quilo. Corroboram para a rentabilidade o baixo custo de produção – que exige apenas uma adubação normal a cada ano - e o controle rotineiro de antracnose e da broca da fruta, os problemas mais comuns.

Autodidata - Segundo Wilson, por falta de orientação técnica especializada, ele teve que aprender com as próprias experiências, no dia a dia.

Plantio - Uma recomendação sua é que, apesar de ser uma árvore rústica, o abacateiro requer alguns cuidados, a começar pelo plantio, em que as mudas precisam ser protegidas do ataque de formigas cortadeiras e lebres. Além disso, são vulneráveis ao sol forte e 50% acabam perecendo depois de plantadas.

Enxertia - Para tentar evitar a perda dos materiais com a insolação, Wilson produz as próprias mudas e faz também a enxertia, recorrendo a mudas de abacateiros rústicos para servirem de porta-enxerto, plantadas com antecedência para que se adaptem ao ambiente. A enxertia é feita com quatro variedades: geada, de ciclo precoce (produz de dezembro a fevereiro), quintal, a preferida do mercado (com colheita de fevereiro a maio), breda (colhida no final de maio) e margarida, a mais tardia (cujos frutos amadurecem de junho a agosto). Outra recomendação: ao planejar o pomar, o ideal é que ele fique próximo à casa do morador, para inibir furtos.

Herbicida e solo - De acordo com Wilson, mesmo as árvores maiores apresentam sensibilidade ao herbicida 3.4D e o pomar pode ser contaminado se um vizinho aplicar o produto costumeiramente. Outras limitações para o abacateiro, segundo o produtor, está no tipo de solo, que precisa ser profundo e de qualidade, sem pedras nas camadas inferiores, para o desenvolvimento do sistema radicular. Por fim, na colheita, evitar que os frutos sofram danos para que não sejam rejeitados pelos compradores.

Cotação - Wilson lembra ainda que a cotação do quilo do abacate oscila bastante, mas o pomar não deixa de ser rentável em razão do seu baixo custo. O abacateiro resiste bem a secas e geadas e possibilita produção ao longo de 25 anos, quando a árvore entra em declínio e deve ser substituída. As floradas acontecem nos meses de setembro e outubro.

Destino - Quase sempre, metade da produção de Wilson segue para uma rede de supermercados e a outra metade para o Ceasa, em Curitiba. Nas gôndolas, um quilo de abacate pode sair a R$ 8,00 para o consumidor.

Soja - Em relação à soja, a produção média tem ficado ao redor de 140 sacas por alqueire (57,8/hectare). (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Rally visita a Expotec em Assaí (PR)

Centenas de alunos do Centro Estadual de Educação Profissional Maria Lydia Cescato Bomtempo, de Assaí (PR), participaram, na sexta-feira e no sábado (dias 08 e 09/11), da Expotec, uma feira técnica e científica promovida pelo quarto ano seguido naquela cidade. Grande parte dos estudantes – que cursam agronegócio, eletroeletrônica, mecânica e edificação - é formada por filhos de produtores rurais, muitos deles associados da Cocamar, apoiadora do evento. Em visita à região na sexta-feira, o Rally Cocamar de Produtividade foi até lá.

Companhia - Na viagem a Assaí, o Rally foi acompanhado do gerente de Cooperativismo João Sadao e, na cidade, contou com o apoio do gerente da unidade da Cocamar, Gustavo Severiano, e do engenheiro agrônomo Augusto César Gasparetto.

Destaques - Milhares de pessoas passaram pela feira onde o aluno Sérgio Gomes Neves, de 19 anos, do terceiro ano de agronegócio, demonstrava a maquete de uma estufa para produção sustentável de frutas. Filho do produtor Jiovelino Neves, ele estuda pela manhã e ajuda os pais à tarde na propriedade onde residem e se dedicam a produzir grãos.

Estufa - Sérgio dividia o espaço com a colega Alessandra Flamia, de 16, que também mora na área rural, onde o pai Walmir e o avô Enildo são produtores de grãos. Além da tecnologia envolvida, como os controles automáticos, um dos destaques da estufa que eles idealizaram, segundo Alessandra, é a produção de variedades de melão e melancia de tamanhos menores.

Reciclagem - Reciclagem de papéis para a produção de embalagens destinadas a diversos fins, foi o trabalho a equipe que contou com a participação de Cecília Pereira da Silva, 19 anos, do segundo ano de agronegócio. Ela mora no sítio, onde o pai, Cícero, produz grãos.

Monitor de plantio - Sete estudantes do curso de eletroeletrônica, entre eles Gilmar Santos Júnior, de 34 anos, e Marco Antonio, de 19, trabalharam no desenvolvimento de um monitor de plantio que denominaram de Simp (Sistema Inteligente de Monitoramento de Plantio). “Facilita muito a vida do agricultor”, conta Gilmar, que se anima com a possibilidade de encontrar uma empresa interessada e colocar o produto em escala comercial.

Controle de voz - Outro aluno de eletroeletrônica, Gabriel Galassi, de 17 anos, apresentava aos visitantes o funcionamento de uma cadeira de rodas movida por controle de voz que já está sendo utilizada por alguns pacientes do Hospital do Câncer de Londrina. Morador na área rural, Gabriel também explicava aos interessados sobre um mecanismo de acionamento de iluminação e ar refrigerado de uma residência, por meio da internet.

Plantio direto - E, entre muitas outras atrações, Caio Caetano Odilon, de 15 anos, estudante de agronegócio, mostrava em companhia dos colegas os benefícios assegurados pelo plantio direto na palha, em contraponto ao modelo convencional. O pai dele, Valdeci, também é associado da cooperativa.

Potencial - Presente na solenidade de abertura da Expotec, na manhã de sexta-feira, o fomentador AgTech e ex-secretário estadual da Agricultura, George Hiraiwa, conversou com a equipe do Rally Cocamar. Segundo Hiraiwa, a feira está consolidada e, mesmo numa cidade pequena, de 17 mil habitantes, oferece muitas inovações, o que atribui à união do setor da educação com outros segmentos do município, incluindo a iniciativa privada. “É importante que empresas acreditem no potencial dessa garotada”, resumiu, elogiando a Cocamar por ser uma das parceiras do Ceep, onde será promovido no início de dezembro, pelo segundo ano consecutivo, um hackaton (maratona em que estudantes se prontificam a desenvolver soluções para desafios).  

Sobre o Rally Cocamar de Produtividade - São patrocinadores masters do Rally – que tem a finalidade de conhecer e valorizar as boas práticas agrícolas - as empresas Basf, Spraytec, Zacarias Chevrolet e Sicredi União PR/SP. Patrocinam o circuito, também, Sancor Seguros, Texaco Lubrificantes, Cocamar TRR, Elanco e Altofós Suplemento Mineral Cocamar. Apoiam a realização: Unicampo, Cesb e Aprosoja-PR. (Imprensa Cocamar)

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SICOOB: Campanha nacional do reforça os valores da cooperativa

 

sicoob 11 11 2019O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, apresenta seu novo posicionamento em uma campanha nacional assinada pela agência Moringa. Com o conceito ‘Somos Feitos de Valores’, as peças exploram os princípios da instituição financeira: o pertencimento, a cooperação, a justiça financeira e a responsabilidade social. A campanha estreou no horário mais nobre da TV aberta, no intervalo do Fantástico, no dia 3 de novembro, e pode ser conferida no link https://www.youtube.com/watch?v=51g3xVOmQtg.

 

Veiculação - A veiculação contempla TV aberta e fechada, rádios, mídias digitais e um hotsite, bem como ativações nas cooperativas do Sicoob em todo Brasil, ao longo de dois meses. Em situações do dia a dia, a campanha apresenta aspectos inerentes ao Sicoob como decisões financeiras tomadas em conjunto para dar voz a todos; a divisão dos resultados; a oferta de tarifas mais justas e até 50% menores; a tecnologia vanguardista; os investimentos em inovação; o relacionamento próximo entre instituição e cooperados; além da alta capilaridade da rede de atendimento por todo território nacional.

 

Soluções - O head de Comunicação e Marketing do Sicoob Confederação, Marcelo Vieira, explica que o consumidor contemporâneo busca soluções alinhadas à economia compartilhada e demanda propostas mais conscientes em todos setores. “Há mais de duas décadas entregamos serviços e produtos financeiros com responsabilidade socioeconômica. Esta é nossa natureza e a campanha demonstra como a metodologia cooperativista aplicada a finanças caminha ao lado dos novos movimentos econômicos e culturais desejados pela sociedade atual”, conta o Vieira.

 

Aliado - Com uma comunicação integrada, a campanha reflete como o sistema é aliado dos seus mais de 4,5 milhões de cooperados rumo à prosperidade econômica. E, para impactar o público em geral, o material publicitário ressalta o Sicoob como a melhor escolha como Instituição Financeira, ressaltando seu funcionamento, principais diferenciais e valores.

 

Dono - “Ser cooperado é ser dono. A campanha demonstra isto e é rica de significados que nos trouxeram ao patamar de 6ª maior instituição financeira e a de maior sistema cooperativo financeiro do Brasil. É a soma de nossos valores, pessoas, histórias e aprendizados de um sistema financeiro sólido com R$ 95,6 bilhões de ativos totais e carteira de crédito de R$ 50 bilhões”, complementa Francisco Reposse Junior, diretor de Desenvolvimento e Supervisão do Sicoob Confederação.

 

A campanha - A campanha abrange filme principal de 60” com redução de 30’’ e quatro cortes de 15” para TV, spots de rádio com três versões de 15’’ e uma de 30’’ e um hotsite educativo sobre educação financeira, o Sicoob e seus produtos, até dezembro. Já as ações para redes sociais serão trabalhadas até abril de 2020.

 

Rede de atendimento - No posto de quinta maior rede de atendimento do país, a instituição inaugurou no 1º semestre de 2019, 150 pontos, investindo mais de R$ 500 milhões nas novas unidades, bem como na ampliação e modernização dos PAs já estabelecidos. O Sicoob reúne mais de 4,5 milhões de cooperados e está presente em 1.728 municípios brasileiros, com mais de 3.100 agências, 4.844 postos de atendimento eletrônicos e em mais 20 mil pontos da Rede Banco24Horas. Destaca-se, ainda, como a única instituição financeira em 270 cidades do país, sendo a única marca a prestar serviços financeiros a estas comunidades.

 

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,5 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 420 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quinta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3,1 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Portal do Cooperativismo do Crédito)

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Summit Mulher promove debate sobre empoderamento feminino

 

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP promoveu, na noite do último dia 1º de novembro, a primeira edição do Summit Mulher, evento promovido com o objetivo de estimular o empoderamento feminino. 

 

Palestrantes - O Summit aconteceu no anfiteatro da UTFPR, em Pato Branco (PR), e contou com três palestrantes e a participação especial de Antonia Vaz, mais conhecida como vó Antonia, associada da cooperativa que, aos 107 anos, mantém uma vida ativa e se destaca pela disposição e bom humor. Em um vídeo gravado para a ocasião, Antonia falou sobre seu cotidiano, o prazer em andar de motocicleta e de avião, e sobre as transformações da mulher na sociedade ao longo de sua vida. 

 

Avanço - Antonia classificou como um avanço o fato de as mulheres não serem mais subjugadas ao pai ou ao marido, e terem hoje a liberdade de poder construir sua independência pessoal e profissional. Torcedora do Palmeiras, Antonia ganhou de presente da cooperativa uma camisa autografada pelos jogadores máster do clube.  

 

Arrecadação de alimentos - Além de promover o empoderamento feminino, o Summit Mulher também contribuiu para o Grupo de Apoio a Mama (Gama), por meio da arrecadação de alimentos para a casa de apoio mantida pela entidade, que abriga pacientes em tratamento do câncer e seus familiares. Também foram recebidos lenços, destinados a pacientes em tratamento da doença. O Coral Superação, ligado ao grupo Gama, se apresentou na abertura do evento. 

 

Experiências - O Summit Mulher contou com três palestrantes, que apresentaram ao público suas histórias de vida. Apesar de conviver com um hemangioma, a professora universitária e contadora Luciana Kele Dorini não deixou de realizar seus objetivos de vida. Aos 21 anos de idade, uma hemorragia quase pôs em risco sua participação na formatura do curso de ciências contábeis, solenidade em que seria a oradora da turma. Encorajada por uma amiga, Luciana esteve em sua formatura e representou seus colegas.

 

Desafios - A professora contou as participantes sobre os desafios que enfrentou ao longo da vida por conta dos tratamentos, e de como manteve o otimismo e a autoestima para seguir em frente e concretizar sonhos, como conhecer a Europa. Ela conta suas histórias no blog eutenhoumhemangiomaedai.com. 

 

Ascensão profissional - Também esteve no evento a diretora-executiva da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, Adriana Conceição Barros Mêes, que falou sobre sua trajetória e ascensão profissional. A diretora começou a trabalhar ainda adolescente como revendedora de cosméticos, foi frentista em um posto de combustíveis, participou da fundação da cooperativa e hoje ocupa um dos cargos mais importantes dentro da governança da instituição. 

 

Lideranças pública - Por fim, a deputada federal pelo Paraná, Leandre Dal Ponte, compartilhou sua história enquanto liderança pública, falou sobre a importância da participação da mulher na política e sobre os desafios de legislar em um ambiente ainda predominantemente masculino, como a Câmara dos Deputados.  

 

Carreira - Leandre foi secretária de saúde do município de Saudade do Iguaçu (PR), e fundadora de uma casa de apoio em Curitiba, que oferece abrigo para pacientes vindos do interior do estado em busca de tratamento para várias doenças. Em sua fala, ela destacou o trabalho das parlamentares mulheres. “No último mandato, entre mais de 500 deputados cerca de 50 eram mulheres. E ainda assim fomos as que mais produzimos”, relatou. 

 

Bate-papo - Após as apresentações, foi realizado um bate-papo entre as participantes e o público, mediado pela jornalista Adriana Loduvichak. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

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TECNOLOGIA: Embrapa Soja terá ampla participação no AgroBit 2019

 

Atecnologia 11 11 2019 Embrapa Soja lança a 2ª edição do Soja Open Innovation - edital que busca parcerias público-privadas para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis para o sistema de produção de soja, no dia 13 de novembro, às 8h30, na Arena Agroconexão, durante o AgroBit Brasil 2019 – evento que será realizado nesta terça e quarta-feira (12 e 13/11), no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina (PR). 

 

Plot experimental - Além disso, a Embrapa Soja e a Sociedade Rural do Paraná montaram, pela primeira vez, no Agrobit um plot experimental dedicado à apresentação de projetos inovadores desenvolvidos por startups. “Nosso o objetivo é colaborar com a apresentação de iniciativas que aceleram processos, resultados e mostram novas perspectivas de inovação que podem contribuir para melhorar a rentabilidade do produtor”, explica o pesquisador Samuel Roggia, da Embrapa Soja, que ao lado dos pesquisadores Adilson de Oliveira e Fernando Henning, conduziram a área de demonstração.

 

Diferentes condições de campo - Roggia explica que a área foi montada para apresentar diferentes condições de campo para que startups possam demonstrar seus produtos. Essa área também será apresentada para a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. Durante a visita, a ministra participará da assinatura de um memorando de entendimento de um novo projeto da Embrapa Soja (Coalizão Soja 4.0) que tem o objetivo de acelerar o processo de inovação e transformação digital na cadeia produtiva da soja.  

 

Painéis - Os painéis e talks shows do AgroBit abordarão temas com assuntos como mecanização, inteligência artificial, propriedade intelectual, legislação tecnológica, conectividade no campo, ecossistema da cadeia do leite, agregação de valor na pecuária, biotecnologia, entre outros. No programa, vários palestrantes da Embrapa, entre eles, o pesquisador Alexandre Nepomuceno, o chefe da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, a pesquisadora Fabiana Villa da Embrapa Gado de Corte, o diretor de Inovação e tecnologia da Embrapa, Cleber Soares.  Confira a programação: https://agrobitbrasil.com.br/

 

Hackathon Agroclimático - O AgroBit também sediará o Hackathon Agroclima, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que reunirá ideias inovadoras com foco em mudanças climáticas. A Embrapa Soja participa do evento com a indicação de mentores. 

 

Fórum de Inovação do Mapa - O ministério da agricultura realiza, com o apoio do Sebrae, o Fórum de Inovação, no dia 13 de novembro, das 14h às 17h. O evento tem o objetivo de mapear demandas de inovação para o ministério e criar conexões entre atores. 

 

Apoio - A Embrapa Soja é uma das apoiadoras institucionais do evento que deverá reunir mais de dois mil produtores, profissionais e líderes do agronegócio com discussões, demonstrações para integrar os elos da cadeia agro. Além da Embrapa Soja, estarão presentes outras unidades da Embrapa, como Embrapa Gado Leite e Embrapa Agroenergia. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

PREVIDÊNCIA: Congresso promulga reforma nesta terça-feira

 

previdencia 11 11 2019A Emenda Constitucional da reforma da Previdência será promulgada em sessão solene, no Congresso Nacional, nesta terça-feira (12/10), às 10h. A PEC 6/2019 da Presidência da República foi apresentada ao Congresso em fevereiro e tramitou durante oito meses. O objetivo, segundo o governo, é reduzir o déficit nas contas da Previdência Social. A estimativa de economia com a PEC 6/2019 é de cerca de R$ 800 bilhões em 10 anos.

 

Principal medida - A principal medida da reforma da Previdência é a fixação de uma idade mínima (65 anos para homens e 62 anos para mulheres) para a aposentadoria. O texto também estabelece o valor da aposentadoria a partir da média de todos os salários (em vez de permitir a exclusão das 20% menores contribuições), eleva alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS (hoje em R$ 5.839,00) e determina regras de transição para os trabalhadores em atividade.

 

Contribuição - Cumprida a regra de idade, a aposentadoria será de 60% do valor recebido com o mínimo de 15 anos de contribuição. Cada ano a mais de trabalho eleva o benefício em dois pontos percentuais, chegando a 100% para mulheres com 35 anos de contribuição e 40 anos para homens.

 

Tramitação - O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em agosto, quando encaminhada ao Senado. A PEC foi analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com relatoria do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Para não atrasar a aprovação da reforma, a o relator propôs a criação de uma segunda proposta, a PEC 133/2019, a PEC Paralela, que foi desmembrada do primeiro texto e ainda tramita na Casa. A PEC Paralela inclui estados e municípios na reforma; prevê novas receitas para a Previdência; e faz uma uma revisão das intervenções da PEC 6/2019 sobre benefícios assistenciais.

 

Texto-base - O texto-base da PEC 6/2019 foi publicado pela CCJ no início de setembro, quando começou a análise no Plenário. A reforma foi aprovada em primeiro turno no início de outubro, com 56 votos favoráveis e 19 contrários — são necessários pelo menos 49 votos para a aprovação de uma PEC. O segundo turno da votação aconteceu no final de outubro, mais uma vez a PEC foi aprovada com 60 votos a favor e os mesmos 19 votos contra.

 

Mudanças feitas pelo Senado - Durante as votações na CCJ e em Plenário os senadores fizeram alterações no texto que havia sido aprovado na Câmara. Foi retirada do texto qualquer menção ao Benefício da Prestação Continuada (BPC). Ou seja, as regras atuais ficam mantidas e esse benefício não passará a ser regulamentado pela Constituição. ​

 

Enquadramento - Outra das mudanças, na forma de destaque apresentado pelo PT e aprovado por unanimidade, regulamenta quais atividades devem ser enquadradas como perigosas, o que deve diminuir a insegurança jurídica e a briga na Justiça por esse direito.

 

Serviço público - Durante a tramitação no Senado também foi eliminado um dispositivo que poderia prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens que variam de acordo com o desempenho no serviço público. Outra alteração suprimiu do texto a possibilidade de que a pensão por morte fosse inferior a um salário mínimo. (Agência Senado)

PRIMEIRA INFÂNCIA: Seminário debate ações intersetoriais em favor de políticas para as crianças

 

primeira infancia 11 11 2019A Frente Parlamentar Mista da Primeira Infância do Congresso Nacional realiza, nesta semana, o VII Seminário Internacional do Marco Legal da Primeira Infância. De acordo com a presidente da frente, deputada Leandre Dal Ponte (PV-PR), este ano o desafio do evento é debater a intersetorialidade do tema. O seminário será realizado nesta terça e quarta-feira (12 e 13/11), no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados. 

 

Sétima edição - “O seminário chega a sétima edição, com a missão de discutirmos a participação dos vários atores sociais, como governo, sociedade civil, empresas, universidades e sistema de justiça, para alcançarmos a prioridade absoluta nas políticas públicas para o período da primeira infância", afirmou Leandre. 

 

Práticas - Durante os dois dias do evento, serão apresentadas práticas interinstitucionais relacionadas à aplicação da lei do Marco Legal da Primeira Infância (Lei Nº 13.257), além de experiências nacionais e internacionais para o desenvolvimento infantil. Também faz parte da programação do evento uma Sessão Solene, no dia 13 de novembro, às 9h, em homenagem aos 30 Anos da Convenção da Criança, com a participação do ministro da Cidadania, Osmar Terra.  

 

Destaques - “Serão apresentadas boas práticas e ações intersetoriais que se destacaram nas cinco regiões do Brasil. Esperamos que estas ações sejam amplamente divulgadas e que sirvam de inspiração para elaboração de novos projetos, programas e políticas públicas para a Primeira Infância”, complementou a presidente da frente, deputada Leandre. 

 

O que é o marco legal? - É uma lei federal que garante às crianças o direito de brincar, de ser cuidadas por profissionais qualificados em primeira infância, de ser prioridade nas políticas públicas, de receber cuidados médicos. Garante aos pais o direito de licenças (maternidade e paternidade) justas, por exemplo. E impõe ao Estado e, solidariamente, à sociedade civil e à família, o dever de promover de forma integral e integrada a proteção das crianças, especialmente nos primeiros anos de sua vida.

 

Realização - O VII Seminário Internacional do Marco Legal da Primeira Infância é uma realização do Câmara dos Deputados, do Senador Federal, do Unicef, do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), da UCB (Universidade Católica de Brasília), OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), OMS (Organização Mundial da Saúde), Unesco, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, do Ministério da Cidadania, do Ministério da Mulher, Da Família e dos Direitos Humanos, com apoio do Governo do Distrito Federal, Fundação Abrinq, FAPDF (Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal), 70EI, e Alana. (Assessoria de Imprensa da deputada federal Leandre Dal Ponte)

INDÚSTRIA: Com alta de 6,7%, produção do Paraná é a maior do País

 

industria 11 11 2019A produção industrial do Paraná é a maior do Brasil neste ano. A taxa de crescimento foi de 6,7% até setembro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira (08/11). É o melhor resultado desde 2011. No País, o índice ficou negativo em 1,4%.

 

Desempenho - O desempenho paranaense é quase cinco pontos percentuais maior em relação aos números alcançados pela indústria estadual entre janeiro e setembro de 2018, quando o setor cresceu 1,8%. O parque industrial paranaense também registrou variação positiva em outros indicadores: alta de 7,4% no comparativo entre os meses de setembro de 2019 e do ano passado; crescimento de 5,2% em doze meses e de 1,3% de agosto para setembro deste ano.

 

Automotivo e alimentos - No ano, o Paraná liderou a produção nacional nos segmentos automotivo e de alimentos. No setor de veículos automotores, reboques e carrocerias a alta foi de 26,2%; máquinas e equipamentos, de 16,1%; fabricação de produtos de metal, de 12,5%; e produtos alimentícios, como carnes e miudezas de aves congeladas, rações, açúcar cristal e carnes de bovinos congeladas, de 7,8%.

 

Moderna e diversificada - Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o Paraná já conta com uma indústria moderna e diversificada, mas o Estado trabalha para ampliar o número de empresas e empregos. “Neste ano, já são quase R$ 18 bilhões em novos empreendimento produtivos, que deverão gerar 14 mil empregos”, ressaltou.

 

Bom momento - Júlio Suzuki Júnior, pesquisador do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), também avalia que o bom momento do setor industrial do Estado, em contraponto ao quadro nacional, é um espelho da confiança do setor empresarial nas políticas de desenvolvimento do Estado. “Estamos mantendo a dinâmica de crescimento desde o início do ano, com um incremento que não é concentrado apenas em um setor industrial", acrescentou.

 

Variação trimestral - O IBGE também divulgou o crescimento da variação trimestral em relação a 2018. O Paraná tem trajetória ascendente e cresceu 7,9% no 1º trimestre em comparação com os três primeiros meses do ano passado, 7,5% no 2º trimestre e 4,9% no trimestre encerrado em setembro. O comportamento nacional é inverso, com recuos de 1,2%, 0,8% e 2,1%, respectivamente.

 

Variação mensal - Na série com ajuste sazonal entre agosto e setembro de 2019, dez dos 15 locais pesquisados mostraram taxas positivas, acompanhando o crescimento (0,3%) da indústria nacional. O Paraná cresceu (1,3%), ao lado de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará e região Nordeste.

 

Um ano - Na comparação com setembro de 2018, a indústria nacional mostrou crescimento de 1,1% no mesmo mês de 2019, com seis dos 15 locais pesquisados apontando resultados positivos. Nesse comparativo, o Paraná alcançou alta de 7,4%. Os destaques do Estado foram veículos automotores (46,7%), produtos de metal (19,3%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (11,6%).

 

Aquecimento da economia - O Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná cresceu 1,05% no segundo trimestre de 2019, em comparação com os três primeiros meses do ano, segundo o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). É a maior taxa de crescimento em dois anos e o dobro do resultado nacional, que teve alta de 0,44% no mesmo trimestre. O desempenho paranaense decorreu principalmente dos bons resultados no setor agropecuário e da indústria, o que estimula o otimismo com o aquecimento da economia. 

 

Vagas formais - O Paraná também criou 59.295 vagas formais de emprego entre janeiro e setembro de 2019, de acordo com levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Houve crescimento de 2,28% no número de vagas abertas no mercado paranaense em relação ao mesmo período de 2018. O Estado está entre os que mais geraram oportunidades de trabalho no País neste ano, junto com São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.

 

Serviços - O principal impulsionador do emprego no Estado no ano foi o setor de serviços, com saldo de 36.343 novos empregos, crescimento de 3,5% em relação ao mesmo período de 2018 – em setembro deste ano foram 4.341 contratações. A construção civil também indica sinais de plena retomada com crescimento de 8,21% no ano, o que representa 9.883 novas vagas.

 

Índice - O Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central, importante indicador econômico conjuntural, aponta que o Paraná evoluiu 2,4% no acumulado de janeiro a agosto de 2019, muito acima do percentual de -3,1% registrado em 2015, no pior ano da crise econômica, e de 2018 (1%).

 

Empresas - Em oito meses, a Junta Comercial do Paraná (Jucepar) registrou a abertura de 129.728 novas. O número é 6% maior do que o mesmo período do ano passado (121.834), reforçando o índice de criação de postos de trabalho no Estado. Sociedades empresariais limitadas, empresas individuais e Eirelis (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) puxaram a fila das inscrições. No ano, o saldo entre aberturas e fechamentos é positivo no Estado: 77.870 novos negócios.

 

Pessoas ocupadas - Segundo o IBGE, no segundo trimestre de 2019, o número de pessoas ocupadas no Paraná totalizou 5,53 milhões, o que correspondeu a um acréscimo de 130 mil trabalhadores em relação ao segundo trimestre do ano passado. Esse resultado (130 mil), nessa base de comparação, é o melhor desde o terceiro trimestre de 2013. (Agência de Notícias do Paraná)

INFRAESTRUTURA I: Ministério estuda fusão entre três estatais da área de transporte

 

infraestrutura I 11 11 2019O Ministério da Infraestrutura iniciou estudos sobre a viabilidade de fundir três de suas empresas: a Infraero, a Valec e a Empresa de Planejamento em Logística (EPL), mais conhecida como a estatal do trem-bala. Se ocorrer, o enxugamento não será feito de imediato, mas até 2022, informou fonte ao Valor.

 

Fundos - Outro plano em andamento, esse de mais curto prazo, é reunir em um só os fundos hoje existentes na pasta. A mudança ocorreria na esteira da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 187, que autoriza o governo a utilizar o saldo financeiro dos 280 fundos da administração federal, cerca de R$ 220 bilhões, para pagar juros da dívida.

 

Dois anos - Essa mesma PEC diz que os fundos terão dois anos para terem sua existência confirmada por lei complementar. Do contrário, serão extintos. É nesse processo que a Infraestrutura pretende reunir seus fundos em um só. A proposta em elaboração pretende que esse “fundão” possa utilizar seus recursos para pagar despesas e também para conceder empréstimos, como ocorre hoje com o Fundo da Marinha Mercante (FMM).

 

Contratos em andamento - Há, inclusive, contratos em andamento com recursos do FMM. Mesmo assim, será possível extinguir o fundo, informou um técnico da área econômica. Nesse caso, as ações em andamento seriam transferidas para o Orçamento da União até sua conclusão.

 

Diferentes cenários - Questionado sobre a fusão de empresas, o Ministério da Infraestrutura informou que “estuda diferentes cenários de médio e longo prazos envolvendo a sua estrutura”, mas “não tem nenhuma formalização concreta envolvendo Infraero, Valec e EPL”.

 

Mira - Não é de hoje que as empresas vinculadas à pasta da Infraestrutura estão na alça de mira do ministro Tarcísio Gomes de Freitas. No fim de 2018, ele já falava em extinguir as três. A ideia ficou em suspenso, assim como o projeto de fundir a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

 

Diretriz - A hipótese de fusão se alinha à diretriz da área econômica de eliminar ao máximo a quantidade de empresas estatais. Levantamento divulgado em outubro indica que há 133 delas na estrutura federal. O ministro da Economia, Paulo Guedes, acha que o governo deve se concentrar em saúde, educação e saneamento e deixar para as empresas tarefas como “fazer aço, perfurar poços e entregar cartas”.

 

Enxugamento - A fusão teria a vantagem de enxugar a estrutura do ministério sem passar pelos demorados processos de liquidação. Permitiria conservar os quadros mais qualificados. E, mais importante, resultaria em uma empresa superavitária.

 

Iniciativa privada - No fim de 2018, Tarcísio acreditava que a Infraero deveria acabar porque o governo pretende entregar para a iniciativa privada, até 2022, os 43 aeroportos administrados pela estatal. Depois, ao longo de 2019, constatou-se que a Infraero teria um papel importante em administrar aeroportos regionais e prestar serviços de gestão aeroportuária.

 

Valec - Outra empresa que terá seu papel redesenhado é a Valec. Atualmente, sua principal função é administrar a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia. No entanto, a pasta da Infraestrutura acredita que a empresa pode aproveitar melhor seu conhecimento. Quando for aprovado o projeto de lei que permite construir ferrovias sob regime de autorização, a Valec poderá prestar consultorias.

 

EPL - A EPL, por sua vez, tem exercido uma tarefa importante. Criada originalmente para administrar a tecnologia que o Brasil esperava receber da empresa internacional que construiria o trem de alta velocidade, a estatal foi convertida numa estruturadora de projetos logo após o fracasso do leilão.

 

Estudos importantes - Atualmente, ela administra a elaboração de estudos importantes, como a nova concessão da Dutra, a cargo do International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial. Seu trabalho é contratar a elaboração de estudos para concessões e montar o projeto a ser oferecido à iniciativa privada. Quando o projeto é leiloado, o concessionário ressarce a EPL por seu trabalho. Com isso, a estatal tem gerado lucro. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA II: Espera para atracar nos portos paranaenses cai 26%

 

infraestrutura II 11 11 2019O tempo de espera para atracar nos portos paranaenses reduziu 26% de janeiro a outubro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2018. Em 2019, em média, os navios aguardaram quatro dias entre o momento que anunciaram a chegada até encostar no cais. Nos dez primeiros meses do ano passado esse tempo era de 5,4 dias.

 

Eficiência portuária - O diretor de Operações da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, explica que o principal fator para redução no tempo de espera é a eficiência portuária. “A partir do momento em que o porto consegue regularidade e segurança no ritmo da operação possibilita ao usuário programar a sua chegada ao porto com mais agilidade”, afirma.

 

Programação - Ainda de acordo com o diretor, quando há um ritmo contínuo de operação e boa produtividade, o usuário pode se programar para aguardar o mínimo possível. “Isso evita custos de demurrage (sobreestadia), apoio portuário, entre outros”, destaca Teixeira.

 

Paranaguá - No Porto de Paranaguá, o berço que mais reduziu o tempo de espera para atracação foi o 209. O local é prioritário para as operações de descarga de fertilizantes. Porém, quando não há anúncio de navios carregados com esses granéis sólidos de importação, outros tipos de produtos, como carga geral e veículos, podem movimentar pelo local.

 

Total - De janeiro a outubro deste ano, 67 navios atracaram nesse berço – 61 de fertilizantes, quatro de veículos e dois de carga geral. Em média, as embarcações esperaram 8,12 dias. No mesmo período, em 2018, foram 50 navios a atracar, todos de fertilizantes, aguardando em média 21,95 dias. A redução na espera foi de 63%.

 

Direto - “Pelo berço 209, tanto se pode descarregar direto através de caminhões para armazéns da retaguarda, como através das correias transportadoras, direto para o armazém alfandegado. Esta versatilidade proporciona uma ótima produtividade, que faz essas operações serem mais rápidas”, explica o diretor.

 

Movimentação - Enquanto o tempo de espera está menor, a movimentação pelo berço 209 só aumenta. De janeiro a outubro deste ano foram 1,74 milhão de toneladas movimentadas pelo local, 8% a mais que as 1,61 milhão de toneladas no mesmo período de 2018. (Agência de Notícias do Paraná)

INFRAESTRUTURA III: Governo lança licitação de projeto de duplicação da PR-151

 

infraestrutura III 11 11 2019O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) publicou o edital de licitação para contratar a empresa que vai elaborar o projeto executivo de engenharia de duplicação e ampliação da capacidade da PR-151, entre Ponta Grossa e Palmeira, na região dos Campos Gerais. O orçamento previsto para o projeto é de R$ 5 milhões.

 

Outras melhorias - Além da duplicação, o projeto prevê terceira faixa, acostamentos, restauração, viadutos, marginais, acessos, pontes alargadas, ciclovias, calçadas e passarelas. “Ele será extenso, detalhado e muito cuidadoso. Vamos buscar todas as soluções necessárias para garantir que a PR-151 fique nas melhores condições para que a população de Ponta Grossa e Palmeira transite se forma segura e confortável”, disse o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

 

Contorno de Palmeira - Ele destacou, ainda, a inclusão do Contorno de Palmeira, que também está previsto no projeto e deve cruzar a BR-277, tirando o tráfego mais pesado do Centro da cidade.

 

Na prática - O projeto tem início na interseção com a BR-376, em Ponta Grossa. Dali até o entroncamento com a PR-438 será realizada a restauração e duplicação da rodovia, em uma extensão de 6,8 quilômetros. Neste primeiro subtrecho também estão previstas a implantação de vias marginais em dois trechos mais urbanizados de Ponta Grossa, interseções em desnível no acesso ao bairro Cará-Cará e no entroncamento com a PR-438, além de adequações no acesso ao aeroporto, no viaduto sobre a linha férrea e na ponte sobre o Rio Tibagi.

 

Segundo subtrecho - No segundo subtrecho, da PR-438 até Palmeira, em uma extensão de 33,31 quilômetros, será restaurado o pavimento e ampliada a capacidade da rodovia. Isso pode incluir acostamentos, terceira faixa, interseções, acessos e outras soluções que serão definidas no projeto de engenharia. Também serão avaliadas e adequadas as pontes sobre o Rio Caniú e sobre o Rio Forquilha.

 

Perímetro urbano - No perímetro urbano da Colônia Lago e de Palmeira será estudada a necessidade de implantação de vias marginais, calçadas, ciclovias, passarelas e outras soluções para melhorar o tráfego e garantir a segurança dos pedestres. Em Palmeira, especificamente, deve ser construída uma interseção em desnível no acesso ao Centro da cidade e interseções em nível nos cruzamentos com vias mais movimentadas.

 

Terceiro subtrecho - No terceiro subtrecho será estudada a construção de um contorno em Palmeira, com início no quilômetro 371 da PR-151, cruzando a BR-277 com uma interseção em desnível, e término no quilômetro 381 da própria PR-151, em uma extensão de pouco mais de nove quilômetros.

 

Detalhamento - “Além de todas as obras de restauração, duplicação e ampliação que deverão ser detalhadas no projeto de engenharia, também será estudada a implantação do Contorno de Palmeira. Para concluir todos os estudos e levantamentos necessários estamos prevendo um período de execução de 18 meses para este projeto”, explica o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.

 

Extensão total - A extensão total prevista no projeto para os três subtrechos é de 49,11 quilômetros.

 

Edital - A licitação acontece na modalidade Seleção Baseada na Qualidade e Custo (SBQC), em que empresas pré-selecionadas são convidadas a apresentar propostas técnicas e de preço. Elas deverão ser entregues em envelopes lacrados diretamente no DER/PR, em Curitiba, até 10 de dezembro, com a abertura dos envelopes agendada para o dia seguinte, e transmitida pela internet. Todos os documentos e informações sobre esta licitação podem ser acompanhados na página Compras Paraná.

 

Análise - A empresa ou consórcio será declarado vencedor de acordo com análise de suas propostas. No caso das propostas técnicas são avaliados três critérios: experiência prévia; adequação da metodologia e plano de trabalho ao proposto no edital; e qualificação dos profissionais participantes na elaboração do projeto. Nas propostas de preço o critério é o menor valor oferecido.

 

Financiamento - A elaboração do projeto de engenharia é financiada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e acontece dentro do Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transportes do Paraná. O programa tem valor previsto de US$ 435 milhões para as obras e elaboração de projetos, sendo US$ 235 milhões de recursos do financiamento com o BID.

 

Base - Assim que estiver pronto e for aprovado pelo DER/PR, o projeto será utilizado como base para o edital de licitação de execução das obras. (Agência de Notícias do Paraná)

EMPREGO: Governo lança nesta segunda pacote de incentivo à contratação de jovens e trabalhadores acima de 55

 

emprego 11 11 2019O governo lança nesta segunda-feira (11/11), sua maior ofensiva para a criação de empregos. Batizado de “Programa Verde Amarelo”, será anunciado com pompa pelo presidente Jair Bolsonaro em evento no Palácio do Planalto, às 17h, do qual também participarão ministros.

 

Foco - Como mostrou o Estadão/Broadcast, o novo programa terá foco em jovens de 18 a 29 anos e trabalhadores acima de 55 anos e prevê a redução de encargos trabalhistas para os empregadores. O governo espera criar 4 milhões de empregos nos próximos três anos com os benefícios e a estimativa é que o custo de contratação seja reduzido em 32%.

 

Medida provisória - O programa deverá ser criado por medida provisória, que passa a valer imediatamente, mas ainda passará pelo crivo do Congresso Nacional. Pelas regras, as empresas não pagarão a contribuição patronal para o Instituto Nacional do Seguro Social (de 20% sobre a folha), as alíquotas do Sistema S, do salário-educação e do Incra.

 

FGTS - Além disso, a contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) cairá de 8% para 2%. O valor da multa será de 20% sobre o saldo em caso de demissão sem justa causa, ante 40% para os outros contratos.

 

Limite - Para evitar que as empresas substituam funcionários de outra faixa etária pelos da idade prevista no programa, o benefício será limitado a trabalhadores com remuneração de até 1,5 salário mínimo, ou R$ 1.497. Haverá ainda uma limitação no número de funcionários que poderão ser contratos por empresa com os benefícios.

 

Validade - As novas regras só valerão para a ampliação da força de trabalho e, para evitar que as empresas substituam os atuais funcionários, haverá um período de carência para recontratação, pelas novas regras, de um empregado que for demitido.

 

Desoneração - A desoneração total da folha valerá por até dois anos. Depois desse período, caso a empresa mantenha o profissional, poderá haver uma “escada” para que as contribuições aumentem aos poucos.

 

Piloto - O “Verde Amarelo” é uma espécie de programa piloto da desoneração ampla da folha de pagamentos, defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Nas discussões da reforma tributária, a ideia era recriar uma contribuição nos moldes da CPMF para compensar a desoneração, mas acabou esbarrando na oposição do presidente Jair Bolsonaro ao tributo e foi enterrada depois da demissão do ex-secretário da Receita Federal Marcos Cintra.

 

Iniciativa - Ao desonerar a folha de pagamentos, o programa repete uma iniciativa adotada nos governos petistas. Se nos anos anteriores foram “eleitos” setores para a desoneração, a adoção de uma faixa de idade é alvo de críticas agora por incentivar um tipo específico de contratação, o que poderá criar distorções no mercado. Estudos mostraram que a desoneração no governo petista representou um alto custo para os cofres públicos e não contribuiu para aumentar o número de empregos.

 

Dificuldade - As novas medidas têm como alvo um público que hoje está com mais dificuldade para achar trabalho. De acordo com o IBGE, 7,966 milhões de pessoas acima de 60 anos estavam na força de trabalho no 2º trimestre de 2019, 450 mil a mais do que em igual período de 2018. A taxa de desemprego desse grupo etário, porém, passou de 4,4% entre abril e junho de 2018 para 4,8% no segundo trimestre deste ano.

 

Vagas geradas - Entre 18 e 24 anos, o número de vagas geradas foi suficiente para reduzir a taxa de desemprego de 26,6% para 25,8% no mesmo período. O IBGE, porém, capta a abertura de postos tanto formais quanto informais. Isso significa que nem sempre o emprego gerado é com carteira assinada.

 

Incentivo - A intenção do governo é tentar, por meio da desoneração das empresas, incentivar a formalização do emprego, para que o trabalhador tenha acesso à aposentadoria do INSS, 13º salário e do FGTS, ainda que menor. (O Estado de S.Paulo)

ECONOMIA: Brics fomenta cooperação entre economias emergentes há 13 anos

 

economia 11 11 2019O que nasceu como um apelido do mercado financeiro ganhou fôlego e virou um mecanismo de cooperação que reúne 3,1 bilhões de pessoas e equivale a 41% da população mundial. Junção das iniciais de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (em inglês), o Brics é formado pelas cinco principais economias emergentes do planeta e promove, nesta quarta (13/10) e quinta-feira (14/10), a 11º reunião de cúpula em Brasília.

 

Símbolo - Em 2001, o economista britânico Jim O’Neill, então chefe de Pesquisas Econômicas Globais do banco de investimentos Goldman Sachs, cunhou o termo Bric (ainda sem a África do Sul) para simbolizar o crescimento de quatro economias em desenvolvimento. Segundo ele, ao longo do século 21, esses países passariam a dividir o poder econômico global com o G7, grupo das economias mais ricas do planeta.

 

2006 - O Bric, no entanto, só nasceu em 2006, quando os ministros de Relações Exteriores dos quatro países se encontraram em Nova York, num evento paralelo à Assembleia Geral das Nações Unidas. O grupo foi formalizado no primeiro encontro oficial de chefes de Estado, em junho de 2009, em Ecaterimburgo, na Rússia.

 

Mecanismo de cooperação - Na ocasião, os presidentes do Brasil, da Rússia, da Índia e da China concordaram em desenvolver um mecanismo de cooperação entre as quatro economias. Os governos se ajudariam mutuamente para melhorar a situação econômica global após a crise de 2008 e ampliar a participação de países emergentes em instituições financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

Segunda reunião - Na segunda reunião de cúpula, em abril de 2010, em Brasília, o então presidente sul-africano, Jacob Zuma, compareceu como convidado. A África do Sul juntou-se ao grupo na terceira reunião de cúpula, em abril de 2011 em Sanya (China). A partir daí, a sigla ganhou uma letra e virou Brics.

 

Participação fundamental - Em 2010, o Bric teve participação fundamental na aprovação da reforma que ampliou a cota de economias emergentes no FMI. O acordo só entrou em vigor em dezembro de 2015, quando o poder de voto dos países em desenvolvimento passou de cerca de 39,4% para 44,7%. O total de cotas brasileiras no capital do Fundo Monetário passou de 1,78% para 2,32%, com o Brasil subindo da 14ª para a 10ª posição como acionista.

 

Iniciativas - Os países do Brics estreitaram os laços em 2011, com a criação do Fórum do Brics, organização internacional independente que busca estimular cooperações políticas, comerciais e culturais entre os membros. Na reunião de 2013, em Durban (África do Sul), os governos concordaram em criar uma instituição financeira conjunta. Também conhecido como Banco do Brics, o Novo Banco de Desenvolvimento foi oficializado no encontro de 2014, em Fortaleza.

 

Banco - Com sede em Xangai (China), o banco nasceu em 2015, com o objetivo de atender ao problema global da escassez de recursos para o financiamento de projetos de infraestrutura e constituir-se em uma alternativa ao FMI e ao Banco Mundial. Cada um dos cinco países contribuiu com US$ 10 bilhões para formar o capital da instituição financeira.

 

Arranjo - Em outra iniciativa, os países do Brics concordaram em formar o Arranjo Contingente de Reservas, um fundo conjunto com parte das reservas internacionais de cada país, para ajudar países que passem por dificuldades nas contas externas. Com US$ 100 bilhões, o fundo tem US$ 41 bilhões da China; US$ 18 bilhões do Brasil, da Índia e da Rússia (cada um) e US$ 5 bilhões da África do Sul. O acordo não envolveu a transferência de reservas internacionais. Cada país se comprometeu a emprestar esses recursos para um membro em caso de necessidade.

 

Novas áreas - Desde 2015, os países do Brics têm buscado ampliar as áreas de cooperação. Entre os setores considerados prioritários para o Brasil, estão saúde, ciência, tecnologia, inovação, economia digital, combate ao crime transnacional e aproximação entre o Novo Banco de Desenvolvimento e as empresas. Como preparação para a 11ª cúpula, em Brasília, os ministros de Comunicações do Brics assinaram uma carta conjunta, em agosto deste ano, com o objetivo de instituir a cooperação no setor de tecnologia da comunicação e de informação. (Agência Brasil)


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