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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4704 | 12 de Novembro de 2019

COOPERATIVISMO: OCB sedia reunião de diretoria da Ocepar

Trabalhar pelo coletivo e construir um cooperativismo forte e sólido. Essa foi a premissa defendida pelo presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, durante a reunião de Diretoria da Ocepar, nesta terça-feira (12/11), na Casa do Cooperativo, em Brasília.

Primeira vez - É a primeira vez que o encontro de diretores da Ocepar ocorre na sede da unidade nacional. A iniciativa simboliza o sentimento de união e integração, o que foi comemorado por todos os presentes. “É isso o que nos dá a certeza da representatividade, da legitimidade. Quem não tem conexão com a base perde essa legitimidade”, afirmou Márcio Freitas, que se disse honrado pela iniciativa.

Presenças - Além de todo o corpo diretivo da Ocepar, também participaram da reunião, a gerente geral da OCB, Tânia Zanella, a gerente Técnica e Econômica, Clara Maffia, a assessora jurídica da OCB, Ana Paula Andrade Ramos Rodrigues, conselheiros do Sescoop/PR e diretores da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar).

Representação - A atuação do Sistema OCB junto aos Três Poderes foi elogiada pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. “Nós somos um sistema só. E o Sistema OCB começa lá nas cooperativas. Nós sabemos que só estamos bem se estivermos bem representados. E este é o caso”, destacou.

Atuação - Logo após a abertura da reunião, Tânia Zanella discorreu sobre a atuação da OCB focada em temas essenciais para o setor, em especial no que diz respeito ao ambiente das reformas que vem ocorrendo no âmbito do governo federal. Segundo ela, a OCB tem 39 propostas prioritárias de atuação junto ao Legislativo. Mas esse trabalho se estende, alcançando mais de 1,1 mil proposições em debate na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Ela explicou que, atualmente, a entidade tem colhido os frutos dessa atuação. Outro destaque apresentado é que a OCB tem entrado como amicus curiae, no Judiciário, em diversas ações de interesse das cooperativas. “Todo o nosso esforço é para assegurar que as cooperativas tenham sempre o melhor cenário para se desenvolver cada vez mais”, comenta a gerente geral da OCB.

Lei Kandir - Entre os temas de maior impacto, a OCB tem dedicado atenção especial à Lei Complementar 130/2009, às propostas que sugerem a recuperação judicial do produtor rural como pessoa física, à Solução de Consulta Cosit nº 11/2017, à proposta de revogação da Lei Kandir (PEC 42/2019), e à Reforma Tributária.

Cenário político - Foram recebidas as sugestões dos diretores e conselheiros e, após o detalhamento dessas ações, Márcio de Freitas comentou um pouco sobre o cenário político. De acordo com o presidente, “a economia dá os primeiros sinais de melhoria, o que dá esperança de que, com um pouco de sorte, teremos um Natal mais movimentado e, aos poucos, as coisas vão voltar ao normal”, afirmou.

Reunião conjunta - Conforme a agenda repassada pelo presidente da Ocepar, ao longo do dia, os dirigentes participarão ainda uma reunião conjunta dos Conselhos do Sescoop/PR e da Fecoopar. A Direção da Ocepar também participa, a convite.

Debate - Em seguida, serão debatidos registros de cooperativas; o balancete acumulado até 31 de outubro de 2019; a data base dos funcionários do Sistema Ocepar; além de demandas de reuniões anteriores.

Executivo e Judiciário - Está previsto ainda na programação, um encontro entre os paranaenses com a diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e, ainda, duas audiências: uma com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e, outra com representantes do Banco Central. (Assessoria OCB)

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VISITA: Fundo chinês tem U$S 1 bilhão para investir em projetos de infraestrutura no Brasil

Representantes do fundo chinês de investimentos OneComprador estiveram na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, nesta segunda-feira (11/11), para conhecer o cooperativismo do Paraná e prospectar negócios com o setor. A visita foi intermediada pela deputada federal Aline Sleutjes, com o objetivo de buscar sinergias e possibilidades de parcerias em projetos voltados à área de infraestrutura, em especial nos setores de transporte e logística, saneamento e energias renováveis. O OneComprador tem cerca de US$ 1 bilhão em recursos para investir no Brasil. Participaram da reunião, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, o gerente técnico Flavio Turra, e o analista técnico Moisés Knaut Tokarski.

Capacidade tecnológica - Segundo o analista Tokarski, os representantes do grupo afirmaram que a China, nos últimos cinco anos, investiu US$ 1,7 trilhão em sua infraestrutura de transporte e logística, US$ 400 bilhões no desenvolvimento de energias renováveis e US$ 100 bilhões em saneamento básico. “Desta forma, o país asiático dispõe de uma elevada capacidade de produção construtiva e tecnológica. Para evitar a ociosidade de parte desta estrutura, os chineses querem utilizá-la em projetos em outros países. Esse é o objetivo principal também do fundo OneComprador”, explicou.

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INTERCÂMBIO: Brasil busca exemplos de inovação na Alemanha

intercambio 12 11 2019om frequência, falamos sobre a velocidade com que os avanços tecnológicos chegam em nossos lares e o impacto que provocam em nosso modo de vida. Na agricultura, não é diferente. Num cenário onde o Brasil desponta como um dos principais produtores de alimentos, é importante que as cooperativas se fortaleçam em inovação. E a intercooperação é um caminho para isso.

Missão técnica - Para facilitar esse processo, o Sistema OCB participa, de 10 a 16 de novembro, de uma missão técnica na Alemanha, com o objetivo de conhecer as estratégias implementadas por cooperativas agropecuárias alemãs e, quem sabe, transferir essas ideias para o Brasil.

Visitas - Ao longo da semana, os participantes vão fazer visitas técnicas a algumas cooperativas, além de reuniões com representantes da plataforma de comércio eletrônico Raiffeisen Networld e, também, com especialistas do Sistema de ERP compartilhado. Na sexta (15/11), a Missão Técnica vai conhecer a feira Agritechnica. Realizada a cada dois anos, ela é uma das maiores exposições de máquinas agrícolas do mundo. O evento também é palco para a apresentação de produtos de fertilização e proteção das lavouras.

Participantes - O grupo brasileiro é composto pelo diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Márcio de Andrade Madalena, pelo superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, e pela gerente de Relações Institucionais, Fabíola Nader. Além deles, a equipe verde-e-amarelo também conta com representantes de unidades estaduais, cooperativas e federações do Ramo Agropecuário. O Sistema Ocepar está sendo representado pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

Inovação - No Brasil, a transformação para o digital ainda é um desafio. Por isso, entre os pontos a serem observados nas visitas estão o tipo de liderança e gestão empregadas pelas cooperativas e qual a realidade tecnológica delas. A partir disso, o Sistema OCB deve fortalecer a parceria com a Confederação das Cooperativas Alemãs (DGRV) e somar conhecimento para incentivar e apoiar a implementação de projetos semelhantes em cooperativas brasileiras. (Com informações da OCB)

Foto: Pixabay

 

RAMO CRÉDITO: Terceiro Fórum Conjunto começa nesta terça-feira

ramo credito 12 11 2019Debater temáticas de monitoramento e supervisão das cooperativas de crédito, além de questões relacionadas à educação financeira do brasileiro. Esse é o objetivo da terceira edição do Fórum Conjunto, realizado pelo Banco Central do Brasil, OCB e Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). O evento ocorre na sede do Banco Central, em São Paulo, nestas terça e quarta-feira (12 e 13/11). Confira abaixo a programação:

 

 

 

TERÇA-FEIRA (12/11)

10h30: Abertura

10h50: Monitoramento e supervisão de cooperativas de crédito: inovações e resultados.

10h50: Entidades de Auditoria Cooperativa: resultados preliminares 2019 e Agenda 2020.

12h15: Intervalo

14h: Monitoramento: apresentação do novo modelo de monitoramento e do termo de cooperação para troca de informação com confederações, centrais e cooperativas singulares não filiadas.

16h: Intervalo

16h30: Apresentação dos resultados de políticas e normas da assistência financeira.

18h: Fim do primeiro dia

QUARTA-FEIRA (13/11)

9h: Clientes cooperativos: serviços financeiros e vantagens competitivas em cooperativas de crédito.

9h50: Princípios para a promoção da educação financeira pelas instituições financeiras.

10h30: Intervalo

11h: Painel: O protagonismo das cooperativas de crédito na promoção da cidadania financeira.

Caso 1: Central Ailos

Caso 2: Sicoob Credichapada

Caso 3: Sicoob Creditapiranga

12h15: Encerramento

(Informe OCB)

 

FORMAÇÃO I: Pós-graduação em Gestão Estratégica do Agronegócio inicia com 35 participantes da Castrolanda

Trinta e cinco pessoas, entre cooperados, filhos de cooperados e empregados da Castrolanda, cooperativa com sede em Castro, na região paranaense dos Campos Gerais, iniciaram, no dia 8 de novembro, o curso de pós-graduação em Gestão Estratégica do Agronegócio. A formação é promovida pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Aula inaugural - A aula inaugural ocorreu no Hotel Borgen, em Castro. A abertura foi feita pelo diretor-secretário da Castrolanda, Willem Berend Bouwman, e pela representante da PUCPR, Daniele Farfus. Na oportunidade, o analista técnico do Sescoop/PR, Fernando Mendes, fez uma breve apresentação sobre os números do cooperativismo paranaense.

Objetivo - O curso visa capacitar os participantes com conhecimentos que possibilitem a ampliação da visão sistêmica do empreendimento cooperativo, considerando os aspectos de coordenação da cadeia de valor do agronegócio, a fim de desenvolver competências técnicas e comportamentais para a entrega de resultados estratégicos. Ao todo, serão realizados 22 módulos, totalizando 380 horas de formação. A PUCPR é responsável pela instrutoria e condução da pós-graduação.

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FORMAÇÃO II: Cooperados e colaboradores da Unimed Curitiba participam de Especialização em Gestão de Negócios em Saúde

O decano da Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Bruno Henrique Rocha Fernandes, o presidente da Unimed Curitiba, o médico-cirurgião Rached Hajar Traya, e o analista técnico do Sescoop/PR, Fernando Mendes, realizaram, no dia 25 de outubro, em Curitiba, a abertura do curso de pós-graduação em Gestão de Negócios em Saúde, que teve ainda a presença de profissionais da PUCPR que coordenam a especialização. Participam do curso 40 pessoas, entre as quais 80% são médicos cooperados e 20% colaboradores da Unimed Curitiba.

Parceria - A especialização é fruto de parceria entre o Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), e PUCPR. O primeiro módulo tratou sobre a gestão em saúde no Brasil. No total, serão realizados 23 módulos em 18 meses. O segundo módulo vai abordar estratégias e cenários para a área de saúde, no dia 29 de novembro. As aulas são ministradas na PUCPR.

Objetivo - O curso tem o objetivo de capacitar os participantes para a atuação com excelência nos serviços de saúde, visando tornar a qualidade dos serviços prestados um diferencial para o desenvolvimento e crescimento da cooperativa nas diversas áreas.

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SICREDI: Centro de Estudos de Governança em Cooperativas será criado em parceria com a Fundação Dom Cabral

sicredi 12 11 2019O Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, anuncia a assinatura de um Termo de Cooperação Técnica com a Fundação Dom Cabral, reconhecida como uma das melhores escolas de negócios do mundo, para criação do Centro de Estudos FDC/Sicredi de Governança em Cooperativas. O objetivo do núcleo será desenvolver conteúdos e aplicar pesquisas que possam contribuir para o fortalecimento do cooperativismo de crédito no Brasil, um modelo de negócio que cresce continuamente e que, de acordo com o Banco Central, já soma mais de 11 milhões de adeptos no país.

Primeira ação - A primeira ação do Centro de Estudos FDC/Sicredi será a aplicação da pesquisa Eficiência dos Conselhos de Administração de Cooperativas de Crédito, com a proposta de entender como a dinâmica de funcionamento dos Conselhos influencia o processo de tomada de decisão de uma cooperativa e de mapear a eficiência desses órgãos e os seus principais desafios. O estudo terá início no final de 2019, finalizando com a apresentação dos resultados no 1º Summit de Conselheiros do Sicredi, a realizar-se em 3 e 4 de junho de 2020, em Brasília.

Bem estruturado e seguro - “O cooperativismo de crédito no Brasil é um segmento muito bem estruturado e seguro, mas ainda carente de estudos e informações públicas. Acreditamos que esses dados poderão contribuir muito para a evolução de ações em áreas de governança, estratégia, inovação e compliance, por exemplo. Vemos a criação do Centro de Estudos como um passo importante para uma construção ainda maior, continuando nossa parceria com a Fundação Dom Cabral, de uma base muito valiosa para o futuro do segmento”, explica Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente do Conselho de Administração da Sicredi Participações, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, sigla em inglês para o Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito.

Conhecimentos relevantes - Segundo Dalton Sardenberg, professor de governança e diretor do FDC Governança, “o Centro de Estudos FDC/Sicredi tem o objetivo de produzir conhecimentos relevantes que possam contribuir para o aperfeiçoamento da governança das cooperativas no Brasil e, ao mesmo tempo, ampliar o reconhecimento internacional do cooperativismo brasileiro. Por meio da realização de pesquisas aplicadas, pretende-se gerar know-how nacional para apoiar o desenvolvimento de conselheiros, diretores, associados e de todos os atores envolvidos no tema governança e, além de propor e disseminar práticas, ferramentas e processos que contribuam para o avanço dos sistemas cooperativos.”

Comitê de Apoio - A estrutura do Centro de Estudos conta com um Comitê de Apoio, formado por representantes de cada uma das Centrais regionais do Sicredi, além de suporte do Centro Administrativo Sicredi. Por parte da Fundação Dom Cabral, o grupo é formado por três professores pesquisadores e dois especialistas em coleta, análise e manutenção de dados, além de equipe na HEC Montreal, universidade canadense de renome mundial, que aporta tecnologia e conhecimento aprofundado sobre o tema, pois já realizou pesquisa semelhante no sistema canadense de cooperativas de crédito Desjardins.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

AGROBIT 2019 I: Sicredi União e Cocamar terão programação especial no evento

Importante evento de tecnologia voltada ao agronegócio, o Agrobit 2019 será realizado na terça e quarta-feira (12 e 13/11) no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina, e logo no primeiro dia terá uma programação especial oferecida pelas cooperativas de crédito Sicredi União PR/SP e a agrícola Cocamar para seus associados.

Convidados As duas cooperativas receberão convidados para o painel “Agricultura baseada em dados de máquina agrícola para incentivo financeiro”, que terá como mediadores o gerente de Crédito Rural da Sicredi União, Vitor Pasquini; o gerente de Agricultura de Precisão da Cocamar Máquinas (Concessionária John Deere), Elizeu Fernandes; e o engenheiro agrônomo da Cocamar José Luiz Sossai. Também irão participar produtores rurais convidados para relatar suas experiências. O painel será realizado em seguida à abertura, na Arena Agroconexão (Pavilhão Internacional).

Programação - O convite das cooperativas é extensivo à abertura do Agrobit Brasil, para a qual estão sendo esperadas as presenças da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, e do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes; e às demais programações do evento para o dia 12. Os convidados da Sicredi União e Cocamar também participarão de um almoço e, ao final da programação, será feita uma foto com todos os participantes.

Serviço- A programação completa e detalhada do Agrobit pode ser acompanhada pelo aplicativo do evento, disponível para Android e IOS. Também está disponível no site www.agrobitbrasil.com.br. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

AGROBIT 2019 II: Ministra da Agricultura assina memorando de entendimento de novo projeto da Embrapa

agrobit II 12 11 2019A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina assinou, na amanhã desta terça-feira (12/11), depois da abertura do Agrobit 2019,  um memorando de entendimento de um novo projeto da Embrapa Soja (Coalizão Soja 4.0) que tem o objetivo de acelerar o processo de inovação e transformação digital na cadeia produtiva da soja. A Embrapa Soja lança ainda a 2ª edição do Soja Open Innovation - edital que busca parcerias público-privadas para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis para o sistema de produção de soja, na quarta-feira (13/11), às 8h30, na Arena Agroconexão, durante o AgroBit Brasil 2019 – evento que será realizado nos dias 12 e 13 de novembro, no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina (PR).

Plot experimental - Além disso, a Embrapa Soja e a Sociedade Rural do Paraná montaram, pela primeira vez, no Agrobit um plot experimental dedicado à apresentação de projetos inovadores desenvolvidos por startups. “Nosso o objetivo é colaborar com a apresentação de iniciativas que aceleram processos, resultados e mostram novas perspectivas de inovação que podem contribuir para melhorar a rentabilidade do produtor”, explica o pesquisador Samuel Roggia, da Embrapa Soja, que ao lado dos pesquisadores Adilson de Oliveira e Fernando Henning, conduziram a área de demonstração.

Painéis - Os painéis e talks shows do AgroBit abordarão temas com assuntos como mecanização, inteligência artificial, propriedade intelectual, legislação tecnológica, conectividade no campo, ecossistema da cadeia do leite, agregação de valor na pecuária, biotecnologia, entre outros. No programa, vários palestrantes da Embrapa, entre eles, o pesquisador Alexandre Nepomuceno, o chefe da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, a pesquisadora Fabiana Villa da Embrapa Gado de Corte, o diretor de Inovação e tecnologia da Embrapa, Cleber Soares.  Confira a programação: https://agrobitbrasil.com.br/

Hackathon Agroclimático - O AgroBit também sediará o Hackathon Agroclima, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que reunirá ideias inovadoras com foco em mudanças climáticas. A Embrapa Soja participa do evento com a indicação de mentores.

Fórum de Inovação do Mapa - O ministério da agricultura realiza, com o apoio do Sebrae, o Fórum de Inovação, no dia 13 de novembro, das 14h às 17h. O evento tem o objetivo de mapear demandas de inovação para o ministério e criar conexões entre atores.

Apoio - A Embrapa Soja é uma das apoiadoras institucionais do evento que deverá reunir mais de dois mil produtores, profissionais e líderes do agronegócio com discussões, demonstrações para integrar os elos da cadeia agro. Além da Embrapa Soja, estarão presentes outras unidades da Embrapa, como Embrapa Gado Leite e Embrapa Agroenergia. (Assessoria de Imprensa da 

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Arábia Saudita habilita oito novos frigoríficos brasileiros para exportação de carne bovina

comercio exterior 12 11 2019A autoridade sanitária saudita - SFDA (Daudi Food and Drug Authority) - habilitou oito novos estabelecimentos para a exportação de carne bovina brasileira e seus produtos para a Arábia Saudita. Em setembro deste ano, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, esteve naquele país negociando a abertura de mercado para produtos agropecuários brasileiros.

Empresas - Foram habilitados: Frigorífico Fortefrigo (Paragominas, Pará), Frigorífico Better Beef (Rancharia, São Paulo), Rio Grande Comércio de Carnes Ltda (Imperatriz, Maranhão), Plena Alimentos (Pará de Minas, Minas Gerais), Indústria e Comércio de Alimentos Supremo (Ibirité, Minas Gerais), Frigol (São Félix do Xingu, Pará), Maxi Beef Alimentos do Brasil (Carlos Chagas, Minas Gerais) e Distriboi - Indústria, Comércio e Transporte de Carne Bovina (Ji-Paraná, Rondônia).

Resultado - Segundo a ministra, a habilitação de novos frigoríficos é resultado da recente viagem do presidente Jair Bolsonaro à Arábia Saudita. “Isso faz parte de toda a abertura que o Ministério da Agricultura vem fazendo juntamente com o governo federal”, disse Tereza Cristina, acrescentando que “essa é uma ótima notícia para começar bem a semana”.

Exportações - Em 2018, as exportações de produtos agropecuários brasileiros para a Arábia Saudita renderam US$ 1,7 bilhão. Foram mais de 2,9 milhões de toneladas. A carne de frango representou 47,4% do valor vendido (US$ 804 milhões e 486 mil toneladas). Os principais produtos exportados para os sauditas são carne de frango (in natura), açúcar de cana (bruto), carne bovina (in natura), soja (grão e farelo), milho, açúcar refinado e café (solúvel e verde). (Mapa)

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Balança comercial tem superávit de US$ 14 mi até 2ª semana de novembro

comercio exterior II 12 11 2019Nas duas primeiras semanas de novembro, com apenas seis dias úteis, a balança comercial brasileira registrou um superávit de apenas US$ 14 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 4,230 bilhões e importações de US$ 4,216 bilhões, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, nesta segunda-feira (11/11). A corrente de comércio no período totalizou US$ 8,446 bilhões.

Queda - Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de novembro de 2019 (US$ 705,0 milhões) com a de novembro de 2018 (US$ 1,047 bilhão), houve queda de 32,6%, em razão da redução nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (-41,0%, de US$ 421,4 milhões para US$ 248,7 milhões), por conta de laminados planos de ferro/aço, partes de motores e turbinas para aviação, tratores, autopeças, polímeros plásticos, motores para veículos automóveis e suas partes; semimanufaturados (-28,3%, de US$ 128,4 milhões para US$ 92,1 milhões), por causa, principalmente, de semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles, açúcar de cana em bruto e ferro-ligas, e básicos (-26,7%, de US$ 496,7 milhões para US$ 364,2 milhões), por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, soja em grão, café em grão, fumo em folhas.

Outubro - Em relação a outubro, houve diminuição de 11,1%, em virtude da redução nas vendas de produtos básicos (-16,4%, de US$ 435,8 milhões para US$ 364,2 milhões), semimanufaturados (-11,0%, de US$ 103,5 milhões para US$ 92,1 milhões) e manufaturados (-1,8%, de US$ 253,4 milhões para US$ 248,7 milhões).

Importações - Nas importações, a média diária até a 2ª semana de novembro/2019, de US$ 702,7 milhões, ficou 16,7% abaixo da média de novembro/2018 (US$ 843,1 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com veículos automóveis e partes (-23,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (-17,2%), combustíveis e lubrificantes (-13,9%), adubos e fertilizantes (-12,8%), equipamentos eletroeletrônicos (-5,4%).

Diminuição - Ante outubro, registrou-se diminuição de 5,1%, pelas reduções nas compras de cobre e suas obras (-23,1%), veículos automóveis e partes (-15,1%), equipamentos mecânicos (-12,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (-12,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (-9,9%). (Valor Econômico)

 

GESTÃO DE RISCOS: Propriedades beneficiadas pelo Proagro serão fiscalizadas no RS, PR e em SE

gestao riscos 12 11 2019Este mês e em dezembro, propriedades rurais beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e de Sergipe serão fiscalizadas.

Monitoramento- A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá monitorar o programa in loco, com visitas aos empreendimentos, contatos com produtores, funcionários dos agentes financeiros, movimentos sociais, técnicos e empresas encarregadas de comprovação de perdas. Técnicos da companhia vão percorrer as lavouras para conferir os dados declarados pelos peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas nas áreas amparadas pelo programa.

Processo de verificação - A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento monitora o processo de verificação de perdas feito por peritos agrícolas do Proagro.

Capilaridade - Segundo o diretor de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola, desde setembro, a Conab tem feito a verificação. “A fiscalização é realizada pela Conab devido à sua capilaridade, recursos técnicos, humanos e o seu vínculo com o Mapa, mediante a assinatura de um Termo de Execução Descentralizada (TED). Procedimento similar já é realizado no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)”, informou.

Proagro - O Proagro oferece cobertura abrangente e requer um processo criterioso desde o enquadramento das operações até a concessão de pedidos de cobertura, com o pagamento de indenizações pelas perdas comprovadas. “As fiscalizações serão rigorosas e é importante o produtor permitir o acesso e fornecer as informações solicitadas pelos técnicos”.

Recursos - O Programa é custeado por recursos alocados pela União, além de recursos provenientes da taxa paga pelo produtor rural para aderir ao Proagro. O objetivo é garantir a amortização ou liquidação de custeios agrícolas objeto de financiamento, na proporção das perdas apuradas e permitir o recebimento dos recursos próprios comprovadamente aplicados na lavoura.

Custeio agrícola - Nas operações de custeio agrícola, são cobertas lavouras que sofreram prejuízos por: chuva excessiva, geada, granizo, seca, variação excessiva de temperatura, ventos fortes, ventos frios, doença ou praga sem método difundido de combate, controle ou profilaxia, técnica e economicamente exequíveis.

Custeio pecuário - Nas operações de custeio pecuário, são amparadas as perdas decorrentes de doenças sem método de combate, controle ou profilaxia.

Formação - O Proagro é formado pelo Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), denominado de Proagro Mais, que conta com mais de 270 mil operações que garantem o financiamento do Pronaf em caso de perdas de produção por problemas climáticos, e pelo Proagro Tradicional, com cerca de 30 mil operações de produtores que não estão enquadrados no Pronaf e que contratam crédito de custeio de até R$ 300 mil. Esses são instrumentos de política para a agricultura familiar que proporcionam garantia de renda. Na safra 2018/2019, foram 300 mil operações contratadas por agricultores familiares em mais de 3 mil municípios, com um valor segurado total superior a R$ 13 bilhões. (Mapa)

 

VERDE AMARELO: Governo tem expectativa de gerar 1,8 milhão de empregos com programa

verde amarelo 12 11 2019O Contrato Verde e Amarelo, lançado nesta segunda-feira (11/11) pelo governo federal, tem a expectativa de gerar cerca de 1,8 milhão de empregos de até 1,5 salário mínimo até 2022. O público-alvo são jovens entre 18 e 29 anos que não têm experiência formal de trabalho.

Medidas - O pacote de medidas prevê, entre outros pontos, a flexibilização do trabalho aos sábados e domingos e a desoneração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para empregadores. Segundo o governo, com o pacote haverá redução em cerca de 30% dos custos para o empregador.

Juventude - O pacote de medidas para a juventude determina que as empresas que aderirem ao programa poderão ter até 20% de seus funcionários nessa modalidade. Os novos contratos poderão ser firmados de 1º de janeiro de 2020 até e 31 de dezembro de 2022.

Prazo - O prazo dos contratos será de até 24 meses, mesmo que o final do contrato ultrapasse a data de encerramento do programa. Ao final de cada ano, haverá um acordo extrajudicial de quitação de obrigações.

Isenção - As empresas que aderirem ao Contrato de Trabalho Verde e Amarelo ficam isentas da contribuição previdenciária, do salário-educação e da contribuição social destinada ao Sistema S.

Seguro - O empregador poderá acordar com o trabalhador a contratação de seguro privado de acidentes pessoais, com cobertura para morte acidental, danos corporais, estéticos e morais, no tocante ao pagamento de adicional de periculosidade.

Pagamento imediato - O empregado receberá mensalmente o pagamento imediato, além do equivalente ao pagamento do proporcional a 1/12 do décimo terceiro salário e das férias, com acréscimo de um terço.

Projeto-piloto - O Secretário Especial de Trabalho, do Ministério da Economia, disse que a iniciativa é um projeto-piloto, por isso o governo focou na faixa da juventude, por ser a mais vulnerável ao desemprego. “Esse programa é um piloto e por tal tivemos que fazer uma opção”, disse.

Impacto fiscal - Segundo Marinho, o impacto fiscal das desonerações para o empresariado será de cerca de R$ 10 bilhões. “O custo da desoneração ao longo de cinco anos é em torno de R$ 10 bilhões e a compensação é em torno de R$ 11 bilhões a 12 bilhões”, disse.

Seguro-desemprego - Entre as medidas que vão gerar essa compensação para os cofres do governo está a alteração nas regras do seguro-desemprego. A metodologia proposta pelo governo prevê que quem receber o seguro deverá pagar uma contribuição mínima para o INSS de 7,5%. Como contrapartida, o governo propõe contar o período do seguro-desemprego para a aposentadoria.

Parcelas - “As cinco parcelas mínimas do seguro-desemprego seriam contadas como período passível, ao longo de 30 anos de trabalho laboral, seria contado como contribuição”, disse Marinho. “Vamos levar o seguro-desemprego para fins de contagem para aposentadoria”.

Trabalho aos domingos - O pacto do governo também propõe alterar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para permitir o trabalho aos domingos e feriados. A proposta de mudar a CLT chegou a constar na Medida Provisória da Liberdade Econômica, mas foi derrubada no Senado.

Repouso semanal - Pela proposta, quem trabalhar aos domingos ou em feriados tem direito ao seu repouso semanal remunerado compensatório em qualquer outro dia da mesma semana. A intenção do governo é que essa autorização não tenha que passar mais pelos acordos trabalhistas. O governo acredita que, com a alteração, 500 mil empregos serão gerados na indústria e varejo até dezembro de 2022.

Microcrédito - O pacote de medidas também inclui outros pontos, como o incentivo ao microcrédito. A proposta é endereçada para as pessoas de baixa renda. Estimativa do governo diz que apenas 6,7 milhões de um total de 38,6 milhões de indivíduos do Cadastro Único do governo para os programas sociais possuem empréstimos ativos e que, entre a população que recebe até 1 salário mínimo por mês, os tomadores de crédito representam 11%.

Revisão - O pacote prevê a revisão de regras para que o microcrédito alcance 10 milhões de pessoas que não possuem conta bancária, o que, segundo o governo, colocaria R$ 40 bilhões disponíveis para crédito.

Reabilitação profissional - Outra frente é a da reabilitação profissional. Uma das propostas visa reinserir no mercado de trabalho 1 milhão de pessoas afastadas por incapacidade. De acordo com o governo, hoje menos de 2% das pessoas que recebem benefício por incapacidade são reabilitadas no Brasil.

Pessoas com deficiência - Também haverá o incentivo para a contratação de pessoas com deficiência, visando o preenchimento de mais de 380 mil postos de trabalho. (Agência Brasil)

 

PREVIDÊNCIA: Promulgada Emenda Constitucional da reforma

previdencia 12 11 2019O Congresso Nacional promulgou, nesta terça-feira (12/11), a Emenda Constitucional 103/2019, que altera o sistema de Previdência Social. Apresentada pelo governo em fevereiro, a PEC 6/2019 tramitou por seis meses na Câmara e quase três no Senado. O objetivo da medida, segundo o Executivo, é reduzir o deficit nas contas da Previdência Social. A estimativa de economia é de cerca de R$ 800 bilhões em 10 anos.

Dia histórico - O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, classificou o dia como histórico e destacou o esforço coletivo dos parlamentares para aprovação da matéria. Davi explicou que o Senado, como Casa da Federação, tinha o dever de promover ajustes nas contas da União, dos Estados e municípios. E adiantou que a atenção, agora, deve se voltar às demais reformas propostas pelo Poder Executivo.

Responsabilidade - “Temos consciência do tamanho da nossa responsabilidade. O Senado Federal e a Câmara dos Deputados estão construindo um caminho para unirmos as forças do Parlamento, com a participação do governo federal, para realizarmos também uma reforma Tributária onde o grande beneficiado será o povo brasileiro”, declarou. (Agência Senado)

 

ECONOMIA: Bancos começam a enviar dados de clientes para cadastro positivo

Nesta segunda-feira (11/11), os bancos e as demais instituições financeiras começaram a enviar automaticamente informações dos clientes para as gestoras de bancos de dados financeiros que vão operar o cadastro positivo, uma lista de bons pagadores. A expectativa é que até a próxima semana, todos os brasileiros que não optaram por estar fora da lista estejam incluídos no cadastro positivo.

Autorização - Há um mês, o Banco Central (BC) autorizou quatro gestoras de bancos de dados a operar. Os registros foram dados à Serasa, à Gestora de Inteligência de Crédito (Quod), à Boa Vista Serviços e à Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL – SPC Brasil).

Notificação - Até 30 dias depois da inclusão dos dados, a gestora responsável deverá informar ao cliente de que seus dados estão no cadastro positivo. A notificação pode ser enviada por correio, por e-mail ou por SMS. O procedimento é semelhante ao usado para notificar clientes na lista de maus pagadores.

Primeira etapa - Na primeira etapa, os bancos e as casas de crédito vão abastecer o cadastro positivo. Nos próximos meses, prestadoras de serviço com conta fixa, como companhias de água, luz, gás e telefone, passarão a enviar as informações. O cadastro será estendido posteriormente às redes de varejo, que compartilharão o histórico de pagamento dos clientes ao banco de dados.

Inversão - Uma lista de bons pagadores que podem ter acesso a crédito mais barato, o Cadastro Positivo começou a funcionar em 2013, mas com uma lógica invertida em relação à atual. O cliente que quisesse ser incluído no cadastro tinha que comunicar ao banco. A nova legislação tornou automática a inclusão e o processamento dos dados dos clientes.

Aviso - Quem não quiser entrar no Cadastro Positivo é que deve avisar a instituição financeira. Os bancos identificarão os bons pagadores com base num sistema de pontuação, sem terem acesso direto à movimentação financeira do cliente. Cada cliente receberá uma nota de 0 a 1 mil. Quanto mais alta a nota, melhor a qualidade do pagador e menores as taxas de juros a que eles terão direito.

Regulamentação - Aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em julho, a regulamentação das gestoras iguala o tratamento das empresas administradoras de banco de dados ao das instituições financeiras. Os controladores e diretores deverão ter reputação ilibada (sem suspeitas) e terem o currículo avaliado pelo Banco Central. Em relação à proteção das informações, o decreto estabeleceu padrões de segurança, como diretorias separadas para a gestão dos cadastros e para a segurança da informação e patrimônio líquido mínimo de R$ 100 milhões para cada empresa poder operar. (Agência Brasil)

BC: Banco Central estuda tarifa mensal para reduzir juros do cheque

bc 12 11 2019O Banco Central (BC) prepara mudanças no cheque especial para induzir a redução na linha de crédito mais cara do país, com taxa de juros de 307,6% ao ano em setembro. A proposta que vem sendo discutida com o setor financeiro prevê que os bancos poderão cobrar uma tarifa mensal dos clientes que quiserem ter acesso a um limite emergencial, apurou o Valor.

Queda - Nesse cenário, a taxa de juro do cheque especial para pessoas físicas poderia cair do patamar atual de cerca de 12% ao mês para algo em torno de 7,5% ao mês, segundo estimativa preliminar de fonte que acompanha o assunto. Ainda assim, continuaria sendo uma modalidade de custo alto. A Selic — um dos componentes dos juros cobrados do consumidor — foi reduzida em outubro para 5% ao ano.

“Seguro” - Conforme o modelo em estudo, o novo cheque especial funcionará como um “seguro”. Os clientes que optarem por ter esse colchão à disposição vão pagar uma tarifa todos os meses, inclusive naqueles em que o limite não for usado.

Sem proteção - Quem não quiser o produto não pagará nada, mas não terá a proteção caso entre no vermelho. Hoje, os clientes não precisam pagar para ter acesso ao cheque especial. Porém, arcam com juros altíssimos quando recorrem à linha, que tem inadimplência muito elevada.

Dois formatos - O Valor apurou que foram discutidos dois formatos para a tarifa. Um deles é que o cliente pague um percentual do limite que terá à sua disposição — de 0,1% a 1%, dependendo do tamanho da linha. Quanto maior o volume disponível para aquele correntista, maior o percentual.

Valor fixo - A outra possibilidade é que seja estabelecido um valor fixo, da ordem de R$ 20 para cima, conforme o limite oferecido. Não está claro qual caminho vai prevalecer, mas a ideia é que clientes de menor renda paguem menos. Tomadores com renda de até cinco salários mínimo representam 77% dos usuários do cheque especial. (Valor Econômico)

 

FAZENDA: Retirada da substituição tributária deve reduzir preços de produtos

fazenda 12 11 2019A retirada de 60 mil itens do setor de alimentos do regime de Substituição Tributária (ST), embora tenha entrado em vigor no dia 1º deste mês, já está sendo comemorada em vários setores do empresariado. “Apesar do pouco tempo, já causou uma baixa nos preços”, diz o presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Gláucio Geara.

Arrecadação escalonada - Com alteração do regime, milhares de produtos que eram tributados na origem passaram a ter a arrecadação escalonada dentro cadeia comercial. A mudança na cobrança do ICMS, que deixou de ser antecipado, garante mais competitividade a empresas paranaenses, argumenta o presidente do Sindicato do Comércio Atacadista e vice-presidente da Federação do Comércio do Estado do Paraná (Fecomércio), Paulo Pennacchi.

Condições de igualdade - “Agora podemos competir em condições de igualdade”, ressalta o empresário, que considera “uma decisão sábia” a retirada definida pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Trabalho integrado - Segundo ele, como Santa Catarina já não usava esse sistema, os principais clientes do atacado, as microempresas, estavam se abastecendo no Estado vizinho. “O Paraná não podia ficar numa ilha”, completa o vice-governador Darci Piana, pontuando que a conquista é fruto de um trabalho integrado entre governo e o setor privado.

Indústria - “A indústria sempre defendeu mudanças no regime de substituição tributária que, por antecipar a cobrança do ICMS, muitas vezes comprometia o fluxo de caixa das empresas”, explica o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Carlos Valter Martins Pedro.

Impacto efetivo - Ele afirma que impacto efetivo da medida sobre a indústria deverá ser sentido nos próximos meses. “Mas o fato é que, agora, a tributação sobre esses 60 mil itens abrangidos, que será calculada sobre o real valor agregado aos produtos, torna-se menos imprecisa. Com isso, ganha também o consumidor, que pagará um preço mais justo por esses produtos”, avalia.

Resultados positivos - Geara diz que a ACP fez uma consulta informal a vários atacadistas que mostrou que os resultados da medida já são muito positivos. “Era uma penalidade sobre os nossos produtos”, afirma ele. “O comerciante estocava imposto”, comenta ao explicar que o empresário tinha de antecipar o pagamento do imposto e deixar a mercadoria na prateleira.

Lista - Saíram da lista, entre outros itens, biscoitos, bolachas, massas, waffles, pizzas, azeites de oliva, margarinas, óleos refinados, frutas e vegetais congelados, conservas de produtos hortícolas, doces, geleias e também vinhos. O volume de operações abrangidas é calculado em R$ 4,4 bilhões anuais.

Pequenos negócios - Segundo o vice-governador Darci Piana, a iniciativa do governo estadual beneficia diretamente os pequenos negócios num primeiro momento e a tendência é de que a medida seja estendida progressivamente para outros segmentos econômicos, conforme o desempenho da arrecadação.

Vinho - Outra área que comemora a saída do regime de Substituição Tributária é a de vinhos. O empresário Luiz Groff conta que depois que o sistema foi adotado, em 2013, até mesmo algumas lojas e restaurantes fecharam as portas ou deixaram de oferecer a bebida aos clientes. “A retirada foi vital”, afirma, até porque ele avalia que o encarecimento dos vinhos por conta da Substituição Tributária abriu caminho para a concorrência desleal e o contrabando de bebidas.

Capital de giro - Desobrigados de antecipar o pagamento do ICMS sobre o produto, que comprometia o capital de giro das empresas, importadores de vinho avaliam que o preço da bebida pode cair até 15% nos próximos meses. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA I: Movimentação de contêineres cresce 15% no Porto de Paranaguá

infraestrutura I 12 11 2019A movimentação de contêineres no Porto de Paranaguá aumentou 15%. De janeiro a outubro deste ano, 726.393 unidades (TEUs) chegaram e saíram pelo terminal paranaense. No mesmo período, em 2018, foram 633.710.

Crescimento - De acordo com o diretor de Operações da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, a demanda do setor produtivo do Estado e as boas condições operacionais do Terminal de Contêineres de Paranaguá contribuem para esse crescimento nas movimentações no segmento. “Dia a dia, com novos investimentos, o terminal vem se aparelhando para receber a demanda do Estado e da região de influência dos Portos do Paraná”, diz Teixeira.

Comércio - No sentido importação, foram 365.786 TEUs movimentados, 16% a mais que os 316.125 importados no ano passado, nos primeiros dez meses. Outras 360.607 unidades saíram do porto com carga, um crescimento 14% na comparação com as 312.585 unidades exportadas no mesmo período de 2018.

Carne de frango - O produto exportado em maior volume, em contêineres, é a carne de frango. Segundo a Divisão de Estatística da Diretoria de Operações da Portos do Paraná, 1,76 milhão de toneladas saíram pelo terminal de janeiro a outubro desse ano, quantidade 9% superior à movimentada no ano passado (1,62 milhão de toneladas).

Estrutura - “O Terminal de Contêineres de Paranaguá possui uma das maiores infraestruturas para contêineres frigorificados. E o Estado do Paraná é o principal produtor de frango do Brasil. Esta combinação possibilita que essa demanda seja direcionada ao nosso porto”, explica o diretor.

Origem - Mais da metade, 64,2%, do frango exportado, tem o Paraná como principal origem, seguido dos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Santa Catarina. Os principais destinos da carne das aves exportadas pelo terminal paranaense são, respectivamente, China, Japão, Emirados Árabes, Arábia Saudita e Hong Kong.

Carne - Apesar de ser movimentada em menor volume – de janeiro a outubro deste este ano foram 255.633 toneladas – as exportações da carne em contêineres registram aumento de 41%, em relação às 181.017 toneladas exportadas no ano passado. A carne de boi exportada por Paranaguá vem, principalmente, do Mato Grosso, Minas, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Os principais destinos são a China, Hong Kong, Egito, Irã e Emirados Árabes.

Movimento - O total de cargas que passou pelos Portos do Paraná, nos dois sentidos, exportação e importação, já soma 44,7 milhões de toneladas nesses dez meses. O volume é 0,6% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Carga geral - Apenas de carga geral, segmento dos contêineres e outras, foram 9,36 milhões de toneladas movimentadas de janeiro a outubro, este ano. O volume é 7% maior que o registrado em 2018 (8,74 milhões).

Demais segmentos - Nos demais segmentos, o movimento de granéis sólidos chegou a 29,6 milhões de toneladas, volume quase igual ao registrado no ano passado, e 5,7 milhões de toneladas dos granéis líquidos, 5% menos que o registrado em 2018. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA II: Empresários russos conhecem os projetos da Nova Ferroeste

infraestrutura II 12 11 2019Os projetos do Corredor Oeste de Exportação - Nova Ferroeste, que deverá ligar Maracaju (MS) ao Porto de Paranaguá, incluindo o ramal Cascavel a Foz do Iguaçu, foram apresentados aos empresários da RZD International, uma operadora do sistema ferroviário russo.

Apresentação - A apresentação foi feita pelo representante da Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, na área de parcerias, Luiz Henrique Fagundes, na sexta-feira (08/11), no Palácio Iguaçu. Participaram o diretor-geral de Desenvolvimento da RZD International, Sergey Stolyarov, e o diretor para América Latina da RZD International, Andree Grebenyuk.

Apoio - Fagundes explicou que o Paraná já tem o apoio do Governo Federal para tocar o projeto. Ele mostrou o potencial de carga da Nova Ferroeste, detalhou o ramal Foz do Iguaçu – Cascavel, considerado o hub Logístico da América do Sul, apresentou o cronograma estimado para execução. Ele disse que o Corredor Oeste de Exportação é o maior desafio ferroviário do Brasil.

Capacidade de investimento - “O projeto ferroviário que conectará o setor produtivo do Oeste do Paraná, o Mato Grosso do Sul e Paraguai ao Porto de Paranaguá exige empresas com alta capacidade de investimento, grande capacitação em engenharia e experiência ferroviária. A RZD sem dúvida preenche estes requisitos”, destacou Fagundes.

Presenças - Estiveram presentes na reunião o diretor de Produção da Ferroeste, Gerson Almeida, e o assessor na área de parcerias da Secretaria do Planejamento, Claudinir Franco; o superintendente do Programa Estruturante da Casa Civil, João Schneider, e o gerente dos Conselhos Temáticos e Setoriais da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), João Arthur Mor.

Modal - “O modal ferroviário é mais barato, eficiente, economiza energia e combustível, emite menos carbono do que o modal rodoviário e elimina o grande fluxo de caminhões nas estradas, reduzindo o número de acidentes”, disse João Arthur Mor. Ele é bom no ponto de vista econômico, social e ambiental, e esse interesse dos russos em vir conhecer e estudar os projetos, mostra a viabilidade da Nova Ferroeste’, ressaltou.

Experiência - A RZD International já construiu 85 mil quilômetros de trilhos (o Brasil possui uma rede de cerca de 30 mil quilômetros de extensão). Ela oferece serviços e tecnologias para construção de ferrovias, desde estudos de pré-viabilidade até o detalhamento do projeto e comissionamento de projetos turnkey.

Oportunidade - “Foi uma ótima oportunidade para tomar conhecimento das iniciativas de aumento da capacidade de transporte de carga do Paraná, através do desenvolvimento da infraestrutura ferroviária”, disse Sergey Stolyarov. “Temos grande interesse em participar do plano de desenvolvimento do Estado que é aumentar a capacidade de transporte e do aumento de eficiência da infraestrutura logística rumo a Paranaguá”, comentou.

Nova ferrovia - O Governo do Paraná já deu o primeiro passo para elaboração de um estudo ferroviário que contemplará 1.370 quilômetros. Em setembro, foi publicado no Diário Oficial da União, o aviso de manifestação de interesse de empresas nacionais e internacionais para contratação dos serviços de elaboração dos estudos de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Jurídica dos projetos: Nova Ferrovia - Paranaguá a Maracaju (MS) e do Ramal Ferroviário Cascavel a Foz do Iguaçu. (Agência de Notícias do Paraná)

 

BRICS: Países do bloco buscam investimentos privados para infraestrutura

brics 12 11 2019Memorando de entendimento foi assinado nesta segunda-feira (11/11), no Rio de Janeiro, entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e os bancos de desenvolvimento dos demais países que compõem o Brics, formado, além do Brasil, pela Rússia, Índia, China e África do Sul. Segundo o BNDES, o objetivo é mobilizar investimentos privados em projetos de infraestrutura nos países do bloco.

Grupo de trabalho- As instituições deverão criar um grupo de trabalho para avaliar experiências concretas de aplicação de recursos privados em projetos de infraestrutura. Os resultados deverão ser apresentados aos dirigentes das entidades em 2021. “A ideia é que sejam apresentadas iniciativas como soluções financeiras, modelagens para concessões e parcerias público-privadas (PPPs), bem como propostas de aperfeiçoamento dos marcos legais e regulatórios aplicáveis”, informou o BNDES.

Etapa seguinte- Na etapa seguinte, com base nas conclusões do grupo de trabalho, os bancos de desenvolvimento do Brics poderão avaliar a implementação de instrumentos que tenham possibilidade de atrair recursos privados.

Renovação - Ainda de acordo com o BNDES, os bancos de desenvolvimento dos países do bloco manifestaram interesse em renovar, em abril de 2020, o memorando de cooperação estabelecido em 2010 e reeditado em 2015, que constitui o marco inicial de aproximação entre tais instituições. O memorando, que serviu de base para a criação do New Development Bank (Banco do Brics), estabelece os termos básicos de cooperação entre as entidades envolvidas, concluiu o BNDES. (Agência Brasil)

 


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