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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4708 | 19 de Novembro de 2019

PR COOPERATIVO: Suspensão da vacina contra aftosa no Paraná é tema da reportagem de capa

 

destaque pr cooperativo 19 11 2019“Defesa sanitária: um passo decisivo.” Esta é a chamada de capa da edição 175 da revista Paraná Cooperativo, produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar. A reportagem especial traz em destaque a suspensão da vacinação contra a febre aftosa no Estado, autorizada pelo Ministério da Agricultura, em 15 de outubro. “Nesse dia, o Paraná deu um passo decisivo para a conquista de um novo status sanitário. Em solenidade no Palácio Iguaçu, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, assinou a Instrução Normativa nº 47, que proíbe a comercialização e o uso da vacina contra aftosa no estado. Com a medida, 9,2 milhões de bovinos e bubalinos deixarão de ser vacinados, o que vai representar uma economia de R$ 30 milhões aos produtores rurais. Com isso, cumpre-se mais uma etapa do processo de reconhecimento do Paraná como área livre da febre aftosa sem vacinação, o que deverá ser ratificado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em maio de 2021”, afirma José Roberto Ricken, na seção Palavra do Presidente. Ele lembra ainda que tem havido uma intensa mobilização para que esse fato se concretize. “Esse momento importante na história da agropecuária paranaense tornou-se realidade por conta da intensa união de forças do setor produtivo, incluindo entidades como a Ocepar, Faep e Fetaep, do governo estadual e do Ministério da Agricultura. É um trabalho contínuo que vem sendo realizado há muitos anos”, acrescentou.

 

Entrevista – O presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/PR), Ágide Meneguette, é o entrevistado desse número. De acordo com ele, a suspensão da vacinação contra febre aftosa abre uma “porteira” de oportunidades.

 

Mais – A publicação traz ainda matérias sobre a segunda rodada dos Encontros de Núcleos Cooperativos de 2019, promovida pelo Sistema Ocepar no mês de outubro, com a presença de mais de 380 lideranças de 57 cooperativas paranaenses; sobre as cooperativas do Estado que conquistaram o Prêmio Excelência de Gestão de 2019, sobre o mercado de carnes e a safra de grãos, e muito mais.

 

Clique aqui para conferir na íntegra a edição 175 da revista Paraná Cooperativo

 

COOPERATIVISMO: Estreia nesta terça-feira, no Jornal da Band, a série de reportagens “Cooperar é Preciso”

 

cooperativismo 19 11 2019A partir desta terça-feira (19/11), o Jornal da Band exibe a série de reportagens especiais “Cooperar é Preciso”. Em tempos de crise, o cooperativismo virou uma alternativa que hoje emprega meio milhão de brasileiros. Nos mais diversos setores, profissionais se unem para prestar serviços e compartilhar riscos e lucros. No Rio Grande do Sul, as cooperativas agrícolas movimentam as cidades. São mais de 1.600 cooperativas agrícolas em todo o Brasil. Juntas, elas têm aproximadamente um milhão de associados. No Rio de Janeiro, o público poderá conhecer uma cooperativa de pescadores e outra de músicos. Em São Paulo, destaque para o lixo que vira lucro com a reciclagem feita pelas cooperativas. As reportagens são de Mariana Procópio, Sônia Blota e Ticiano Kessler. A série especial “Cooperar é Preciso” será exibida entre os dias 19 e 22 de novembro, a partir das 19h20, no Jornal da Band.

 

Clique aqui para conferir a chamada para a série de reportagens especiais sobre o cooperativismo

FÓRUM: Corpo de Bombeiros vai orientar cooperativas sobre segurança na operação e armazenagem de grãos

Palestras sobre segurança na operação e armazenagem de grãos serão apresentadas por profissionais do Corpo de Bombeiros no Fórum Técnico que o Sistema Ocepar vai promover, no dia 27 de novembro, no campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em Toledo, Oeste do Paraná.

Programação - O evento será realizado das 9h às 16h. A primeira palestra vai abordar o tema “Riscos de pós combustíveis, normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e suas consequências”, com o médico Antony Brow. Na sequência, o engenheiro mecânico Flávio Cavalcante irá discorrer sobre os riscos de explosões em armazenagem, transporte e processamento de grãos e seus meios de proteção. O capitão Zarpellon e a equipe do Corpo de Bombeiros de Toledo falará sobre engolfamento.

Presença - O Fórum é destinado a profissionais das cooperativas agropecuárias paranaenses. Os interessados em participar devem confirmar presença até o dia 25 de novembro por e-mail ou telefone com Jessica Costa (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200 1133) e Jhony Moller (jhony.moller@sistemaocepar.coop.br / 41 3200 1113). 

forum 19 11 2019

RAMO TRANSPORTE: Cooperativas debatem melhorias com ANTT

 

transporte 19 11 2019A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) apresentou propostas de melhorias para o cooperativismo de Transporte de passageiros durante reunião participativa, realizada pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), no dia 13 de novembro, em Recife (PE). Itens considerados como entraves devem ser retirados do texto da nova resolução que regulamenta o serviço de transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros sob regime de fretamento.

 

Itens - São eles: a obrigatoriedade de realização do serviço em circuito fechado; o prazo de até 24 horas para cadastramento de empresa; a criação, em 2020, de Painel Nacional de Fretamento; e a desvinculação do SAC do serviço de fretamento.

 

Quarta reunião - Essa foi a quarta reunião promovida pela agência reguladora, que tem visitado as diversas regiões do país com o objetivo de colher sugestões para promover uma adequada revisão da regulamentação. A ANTT estuda a possibilidade de realização de mais uma reunião participativa, contudo a data ainda não foi definida.

 

Presenças - Além de gestores da ANTT e de representantes da OCB, participaram das discussões profissionais de cooperativas e empresas. Todos os pleitos foram colhidos pelo superintendente da Supas/ANTT, João Paulo de Souza, e serão levadas a conhecimento das demais instâncias da autarquia.

 

Subsídios - Com base nessas informações, a agência vai produzir um relatório que servirá de subsídio para que empresas e cooperativas de transporte de fretamento atuem com uma regularidade mais simplificada. A OCB está atenta ao debate e se mantém atuante junto à ANTT, para garantir que as alterações promovidas atendam às particularidades do cooperativismo. (OCB, com informações do Sistema OCB/PE)

MEIO AMBIENTE: Frísia e Alegra são premiadas na 5º edição do Selo Clima Paraná

 

A 5º edição do Selo Clima Paraná, iniciativa do Governo do Estado, premiou 36 empresas que realizaram ações com o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, causadores do aquecimento global e das mudanças climáticas. A solenidade de premiação ocorreu no dia 7 de novembro, em cerimônia realizada na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em Curitiba. Entre as premiadas estão a Frísia Cooperativa Agroindustrial, com sede em Carambeí, e a Alegra, indústria de carne suína instalada em Castro, que concorreu pela primeira vez ao prêmio e já conquistou o selo.

 

Compartilhamento - O analista ambiental da marca, Torbim de Geus, explica que, para participar, as empresas precisam compartilhar os dados ambientais. “A divulgação é voluntária. As empresas preenchem um inventário com todas as emissões atmosféricas durante o ano e enviam para a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo”, explica. Segundo ele, para que a empresa conquiste a chancela é preciso estar em dia com todas as conformidades ambientais. “Há uma consulta no CNPJ da empresa e, caso haja alguma pendência, ela não recebe o selo”, completa o analista. 

 

Preocupação - Para a Alegra, que já conta com o selo de bem-estar animal, concedido pela NAMI (North American Meat Institute), o novo reconhecimento demonstra a preocupação na marca com questões ambientais. “O selo demonstra a idoneidade da empresa, que está seguindo a legislação ambiental, e apresenta transparência em todo o seu processo”, celebra Torbim. 

 

Sobre a Alegra - A indústria de alimentos Alegra, sediada em Castro (PR), é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

 

Reconhecimento internacional - Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br (Com informações do site Click Paraná)

 

Clique aqui para conferir a lista completa das empresas contempladas 

 

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COPAGRIL: Cooperativa renova certificação internacional de qualidade e segurança de alimentos

 

A certificação na Norma Global de Segurança dos Alimentos do BRC - British Retail Consortium (Consórcio de Varejo Britânico) foi, mais uma vez, renovada para a Unidade Industrial de Aves da Cooperativa Agroindustrial Copagril, em Marechal Cândido Rondon (PR). A certificação é reconhecida mundialmente pelos mais exigentes varejistas, fabricantes e empresas de serviços de alimentação ao avaliar a capacidade de seus fornecedores quanto à produção de alimentos seguros e gerenciamento da qualidade.

 

Processo de renovação - A Copagril é certificada na norma BRC desde 2011 e a cada ano passa pelo processo de renovação, o qual foi realizado neste mês de novembro, quando obteve mais uma vez o certificado com ótima classificação. A auditoria externa foi realizada por auditores da SGS do Brasil, que avaliaram com abrangência e profundidade toda a estrutura da indústria, documentos, fluxos de processos e o plano de segurança dos alimentos produzidos, recursos disponibilizados e treinamentos do quadro funcional. Na apresentação do resultado, realizada na última quinta-feira (14/11), a auditora Michaela Knorr destacou o alto padrão exigido pelo BRC. “Essa é uma das normas mais críticas e completas de avaliação, uma certificação reconhecida pelo mundo em relação aos parâmetros de qualidade dos alimentos”, confirmou.

 

Equipe - Sobre a renovação do certificado na categoria A, o diretor-secretário da Copagril, Márcio Buss, reforçou a atuação das equipes de trabalho e a importância para o mercado nacional e internacional. “Esse resultado reflete no trabalho de todos dentro e fora do frigorífico, onde nosso propósito é fazer sempre o melhor e cada vez com mais qualidade. A certificação do BRC é um fator muito importante na avaliação de compra dos principais parceiros nacionais e também dos outros países, por isso essa renovação é fundamental para as nossas atividades comerciais”, revelou.

 

Satisfação - O anúncio realizado para diretores, superintendentes, gerentes, supervisores e lideranças foi recebido com satisfação e também reforçou o comprometimento com a produção de alimentos com excelência, conforme explicou o superintendente de operações da Copagril, José Aparecido de Lima (Lima). “A renovação da certificação BRC remete ao compromisso da Copagril em produzir alimentos com qualidade, seguros e cumprindo as legislações. O rigor e alto padrão requerido pelos principais países está ligado aos resultados desta avaliação na Unidade Industrial de Aves Copagril e reforça nossa atuação, tanto em relação ao mercado brasileiro como mercado internacional”, concluiu.

 

Qualidade e segurança - A renovação da certificação BRC em conjunto com outras habilitações, como é o caso da habilitação para o Abate Halal, confirma as ações de alto padrão em qualidade e segurança de alimentos na gestão da cooperativa e assim, o compromisso com os consumidores de todo o mercado brasileiro e dos mais de 60 países que são atendidos com a carne de frango Copagril. (Imprensa Copagril)

 

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COCAMAR I: Signatária dos ODS, cooperativa é homenageada

cocamar I 19 11 2019 Em solenidade promovida durante o Summit Pacto Global Signatários, na noite de segunda-feira (18/11), na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), evento que reuniu dirigentes da entidade e dezenas de convidados, a Cocamar foi uma das organizações locais homenageadas com o Prêmio Sesi ODS 2019 na categoria Indústria, fazendo jus a uma menção honrosa.

Reconhecimento - Entregue ao presidente da cooperativa, Divanir Higino, a distinção é um reconhecimento prestado a indústrias, empresas, instituições de ensino, públicas e organizações da sociedade civil que atuam em prol dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). A cooperativa foi uma das apoiadoras do Summit, que contou, na abertura, com uma apresentação do Coral Cocamar, regido pelo maestro Valdemar Moura Júnior.

Engajamento - A realização assinala o 10º ano do engajamento das empresas da cidade nos trabalhos voltados aos ODS, coordenado pelo movimento “Nós Podemos Maringá” que tem a participação de vários setores da sociedade civil.

Palestra - Uma palestra do representante do Pacto Global Brasil, Marcelo Linguite, completou a agenda. Segundo ele, os ODS estão focados em parcerias, no trabalho conjunto. “Sem parceria, não se chega a lugar nenhum”, disse ele, mencionando que a sociedade, como um todo, precisa estar envolvida em um programa duradouro de desenvolvimento sustentável. “Os atuais modelos de governança estão exigindo outros níveis de consciência”, afirmou Linguine, destacando que “nada é tão forte quanto as parcerias para o desenvolvimento”.

Abrangência - O Pacto Global, de acordo com o palestrante, já abrange 160 países, 80 redes locais com empresas e organizações e mais de 13 mil membros. No Brasil, são 830 signatários, sob a liderança do Estado de São Paulo, seguido pelo Paraná. De acordo com Linguine, a cidade de Maringá, com seu grande número de signatários, está à frente de vários países. A Agenda 2030, observou ele, está composta por 17 ODS que são “integrados e indivisíveis”. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Paixão pela terra move fazenda em Astorga

Na Fazenda Camargo de Anchieta, em Astorga (PR), as boas médias de produtividade podem ser atribuídas aos cuidados com a adoção de tecnologias e novos conhecimentos, em especial a adubação diferenciada das lavouras e também ao capricho em relação ao complemento foliar.

Média - A soja atinge média de 160 sacas por alqueire, enquanto o milho, no inverno, não menos de 280 sacas, período em que o cereal divide espaço com o trigo.

Produtividade - Os níveis de produtividade de soja foram mantidos mesmo na problemática safra 2018/19 em que houve redução de 40% na média das regiões da Cocamar, devido a problemas climáticos.

Visita - Incluindo Astorga em seu roteiro na quinta-feira (14/11), o Rally Cocamar de Produtividade visitou o local, onde a equipe foi recebida por Mariluce Teixeira de Anchieta - esposa de Frederico, um dos filhos do proprietário Samuel de Anchieta, que reside em Birigui (SP). Acompanharam o Rally o gerente de produção Roberto Zucoli e o engenheiro agrônomo Jacson Bennemann, ambos da unidade da Cocamar em Sabáudia, município vizinho, e o engenheiro agrônomo Leonildo Tiago, da empresa Spraytec.

Da cidade para o campo - Mariluce explicou que há cerca de 15 anos o marido, técnico em administração, e ela, formada em administração de empresas, aceitaram o desafio de fazer a gestão da propriedade, em processo de sucessão familiar. “Tivemos que aprender muito, eu principalmente”, dizendo não ter sido fácil trocar a vida de moradora na cidade, onde se dedicava à atividade comercial da família no interior paulista, pela de empresária rural no Paraná.

Paixão pela terra - O tempo fez com que Mariluce se apegasse ao novo trabalho, mesmo desdobrando-se nos cuidados diários com o casal de filhos e a sua casa. E, na parceria com o marido, acabou descobrindo a paixão pela terra e a vontade de continuar evoluindo. Tanto que, interessada em aprimorar-se cada vez mais, participa dos eventos da Cocamar e passou a fazer parte de um grupo de empresárias rurais do norte do Paraná, com as quais se reúne periodicamente para a troca de informações.

Referência - Há cinco anos, a fazenda recebe a orientação técnica do engenheiro Jacson Bennemann, da Cocamar. Segundo ele, “a propriedade é uma referência regional pela atenção que dispensa ao solo e às novas tecnologias, seguindo às recomendações técnicas, o que se reflete nas boas médias de produtividade”.

Semeadura - No dia que em o Rally passou por lá, a semeadura da soja estava sendo finalizada e o restante da lavoura, de acordo com Bennemann, apresentava desenvolvimento satisfatório e dentro da normalidade.

Veja na TV - Assista a reportagem sobre a Fazenda Camargo de Anchieta no domingo (24/11), a partir das 9h, no Programa RIC Rural, apresentado pela RIC TV em todo o Paraná.

Sobre o Rally de Produtividade - Valorizar as boas práticas agrícolas é o objetivo do Rally Cocamar de Produtividade que conta com os seguintes patrocinadores: Spraytec, Basf, Sicredi União PR/SP e Zacarias Chevrolet (principais), Sancor Seguros, Texaco Lubrificantes, Cocamar TRR, Elanco e Altofós Suplemento Mineral Cocamar (institucionais) e o apoio do Cesb (Comitê Estratégico Soja Brasil), Aprosoja (Associação de Produtores de Soja e Milho do Estado do Paraná) e cooperativa Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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CAPAL/CERAL: Palestra motivacional “Pra Valer” será realizada em Arapoti, no dia 3 de dezembro

 

capal ceral 19 11 2019Que tal passar momentos de inspiração e ajudar crianças e adolescentes? No dia 3 de dezembro, será possível fazer as duas ações ao assistir à palestra “Pra Valer”, ministrada por Maurício Louzada, em Arapoti (PR), numa realização das cooperativas Capal e Ceral. A expectativa é ter um público de 500 pessoas, que poderão acompanhar o evento trocando cada ingresso por um litro de leite longa vida.

 

Apresentação dinâmica - Em dias em que as palavras “ética” e “responsabilidade” são mais citadas no cotidiano das pessoas, Louzada – um dos palestrantes mais famosos do Brasil – fará uma apresentação dinâmica, inspirada em uma história real vivida pelo palestrante em 1998. Naquele ano, ele e mais quatro amigos ficaram perdidos por 44 horas em uma das maiores cavernas do Brasil.

 

Fatos - Louzada narra os fatos ocorridos e traz conceitos aplicáveis na vida de qualquer indivíduo, principalmente na superação de desafios.

 

Ingressos - Os ingressos poderão ser retirados antecipadamente na loja Ceral, na loja agropecuária Capal e no posto de combustível Capal. As arrecadações serão doadas para o Programa de Assistência à Criança e Adolescente de Arapoti (Pacaa).

 

Apoio - O evento tem o apoio da Faculdades FatiFajar e da rádio Jovem Pan FM Arapoti.

 

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3 mil associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho, café e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 9 milhões de litros, proveniente de 360 produtores com uma média de produção de 2,5 mil litros por dia. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 27 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

 

SERVIÇO

Palestra “Pra Valer”, com Maurício Louzada

Data: 3 de dezembro (terça-feira), às 19h30

Local: Salão Padre José Pytel, Praça Romana Duarte, Centro, Arapoti

Entrada: 1 litro de leite longa vida (trocado por ingressos antecipadamente)

SICREDI: Experiências compartilhadas inspiram empoderamento feminino

Mulheres reais compartilhando histórias e experiências, narrando como a trajetória de vida, as escolhas, dificuldades e a persistência foram determinantes para o sucesso. Desta forma, o 3°Summit Comitês Mulher apresentou para mais de 200 participantes exemplos de inspiração para o desenvolvimento de lideranças femininas. O evento, promovido pela Central Sicredi PR/SP/RJ, nos dias 12 e 13 de novembro, em Curitiba, reuniu representantes dos Comitês Mulher desenvolvidos em 24 cooperativas que atuam nos três estado, encorajando mulheres a buscarem seu espaço no âmbito profissional.

Coragem e confiança - Logo na abertura do evento, a diretora executiva da Confederação Asiática de Cooperativas de Crédito (ACCU), Elenita San Roque, compartilhou a sua trajetória profissional relembrando que, ao se deparar com a oportunidade de liderança, chegou a duvidar se estava pronta. “É preciso ser corajosa e ter confiança. Quando aceitamos um cargo assumimos um propósito que é maior que nós mesmas e, no cooperativismo, temos essa oportunidade de mudar a vida das pessoas”, comentou - destacando também como a ACCU trabalha para o empoderamento político e econômico das mulheres visando a redução da pobreza.

Conquistas- Em seguida, o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, falou sobre as conquistas da instituição no quesito igualdade de gênero e as iniciativas focadas para o cumprimento do quinto Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que trata do tema. “O sentimento é muito positivo pelo engajamento e principalmente pelo patrocínio da liderança nas cooperativas. O Sicredi está assinando o Pacto Global da Agenda 2030, da ONU, para darmos a nossa contribuição para igualdade de gênero”, destacou.

Estímulo - Espaço de liderança que a presidente da Sicredi Rio, Denise Damian, a presidente da Sicredi Nossa Terra PR/SP, Maura Carrara, a diretora executiva da Sicredi Noroeste SP, Cassia Capriolli, e a conselheira de Administração da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, Márcia Piatti, conhecem bem. Em suas falas, elas destacaram a importância do estímulo à participação da mulher no ambiente corporativo. “Cheguei até aqui graças a muita luta e perseverança. Nem sempre estava preparada, mas não me faltou coragem para assumir os desafios”, afirmou a Maura.

Bate-papo - O bate-papo mediado pela representante do Sicredi no Global Women’s Leadership Network (GWLN), Gisele Gomes, também contou com a participação da corredora Tatielle Carvalho. A atleta patrocinada pela Sicredi União PR/SP falou sobre sua história de perseverança com o esporte, que resultou na conquista do Sulamericano sub-23 e também a respeito dos objetivos dela para as próximas Olimpíadas.

Superação - Sentimentos de superação e persistência que também foram demonstrados pela presidente do grupo Europa de Purificadores de Água, Manuella Curti. Ainda durante o primeiro dia de evento, contou como enfrentou tristezas familiares e desafios profissionais no processo de sucessão da empresa, aos 26 anos. Iniciou sua fala relembrando uma provocação de seu pai, o fundador da Europa Purificadores de Água e grande inspirador: “Eles nunca vão te ouvir, minha filha. Você não é vendedora, você é jovem, você é mulher e ainda é bonita”. Relembrando essa provocação durante os anos que está à frente da empresa, Manuella foi demonstrando para o público como a busca pelo conhecimento, o tempo e a convivência foram fundamentais para conquistar respeito no meio empresarial.

Autoconhecimento e autoestima - Na abertura do segundo dia de reflexões, a jornalista e co-fundadora da Escola de Você, Natalia Leite, levantou a questão da autoestima para as mulheres. “As lideranças são aquelas pessoas que conseguem inspirar e motivar e isso só é possível com autoconhecimento e confiança”. Destacando a importância de repensar a maneira como meninos e meninas são educados, a comunicadora também falou sobre a necessidade de quebrar estereótipos e buscar conexões dentro e fora do círculo de trabalho.

Experiência colaborativa - Os convidados ainda puderam participar de uma experiência colaborativa, com o workshop ministrado pela diretora executiva da Coíris Transformação Humana, Heloisa Biscaia. Por meio de dinâmicas e interações, os participantes foram incentivados a exercer o dom da escuta e a refletir sobre o que vão levar da experiência vivenciada em Curitiba para as regiões onde atuam.

Reflexão - O presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares, também fez uma reflexão durante o evento, que foi finalizado com a palestra do editor-chefe do site Papo de Homem, Guilherme Valadares, que ponderou sobre a sensibilidade ainda silenciada em muitos homens e a necessidade de encarar mudanças. “Os homens precisam ter autorresponsabilidade, agir de uma forma diferente dentro de casa, nas empresas e conversar mais. Acredito que agindo, mesmo que com pequenas atitudes, podemos mudar o mundo e torná-lo muito melhor para todos”, analisou.

Poesia - E, como última surpresa do evento, as convidadas foram homenageadas com uma poesia sobre as potencialidades e singularidades das mulheres, escrito e declamado pela poetisa Jaqueline Mancebo.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB UNICOOB: UDC realiza capacitação com delegados do Sicoob Credicapital

sicoob unicoob 19 11 2019Dando continuidade à capacitação de delegados do sistema, entre os dias 12 de setembro e 4 de outubro, a Unidade de Desenvolvimento Cooperativo (UDC) do Sicoob Central Unicoob promoveu um treinamento na área de atuação do Sicoob Credicapital. Ao todo, participaram 103 pessoas que integram o grupo responsável por representar os outros associados nas decisões durante as assembleias.

Qualificação - A capacitação tem como objetivo qualificar os delegados para que possam exercer o mandato que lhes foi confiado de forma plena e eficiente, decidindo sobre os rumos e o futuro da cooperativa. Para isso, o treinamento abordou temas como o panorama atual da economia, a história do cooperativismo, função, deveres e obrigações dos delegados, entre outros assuntos.

Representante máximo - Segundo o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Credicapital, Guido Bresolin Junior, o delegado é o representante máximo do cooperado, por isso, precisa conhecer todo o funcionamento da cooperativa, suas oportunidades e desafios. “Nosso dever como liderança é ter delegados cada vez mais qualificados, pois só com a devida formação eles conseguem efetivamente participar da cooperativa. Assim como em uma sociedade de pessoas, a cooperativa só tem sustentabilidade quando todos participam”, explica.

Aprendizado - Para o empresário e delegado da agência de Capitão Leônidas Marques (PR), Andrey dos Anjos, a capacitação foi ótima para tirar dúvidas e conhecer ainda mais o cooperativismo. “Tudo que aprendemos aqui vai contribuir muito para o dia a dia da cooperativa, ajudando a melhorar a qualidade dos serviços oferecidos pela singular”, ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

PARANAGUÁ: Porto faz novo embarque recorde de grãos em um único navio

 

paranagua 19 11 2019O Porto de Paranaguá faz nesta semana a segunda maior operação de granéis de sua história em um único navio. Serão 89 mil toneladas de farelo de soja, carregadas no Kang Xin Hai, que tem 254 metros de comprimento e segue para o porto de Amsterdã, na Holanda. A operação movimenta o equivalente a 3 mil caminhões de produto e o embarque durará sete dias.

 

Carregamento - Com bandeira panamenha, o gigante atracou no dia 13 desse mês, vindo de Cingapura. Até o final da manhã desta segunda-feira (18/11), haviam sido carregadas 50.581 toneladas de grãos. A expectativa é de que o navio zarpe nessa terça (19/11).

 

Capacidade e agilidade - “A escolha de Paranaguá para uma movimentação deste porte considera que temos capacidade e agilidade de escoamento. Não se trata apenas de receber o navio e ter estrutura de cais, mas também toda a parte de armazéns, esteiras de transporte, chegada organizada dos caminhões e qualidade na classificação dos produtos”, destaca o diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira.

 

Super berço 2014 - O carregamento é realizado no super berço 2014, que opera no sistema em pool, único no Brasil que permite que um mesmo navio receba mercadorias de diferentes produtores. A carga que vai encher os porões do Kang Xin Hai sairá de três terminais: Cotriguaçu (25 mil toneladas), Coamo (48,5 mil toneladas), Cargill (15,5 mil toneladas).

 

Histórico - Em maio deste ano, o Porto de Paranaguá recebeu o navio chinês Lan Hua Hai, também com 254 metros de comprimento – o equivalente a dois campos de futebol como o do Estádio Maracanã. A diferença entre o navio chinês e o panamenho está no embarque. O primeiro embarcou 90 mil toneladas, uma a mais que aquele que atracou na semana passada. (Agência de Notícias do Paraná)

INFRAESTRUTURA I: Nova lei dá prazo ao TCU e busca atenuar ‘apagão das canetas’

 

infraestrutura I 19 11 2019O Tribunal de Contas da União (TCU) terá 120 dias como limite para deliberar sobre estudos de viabilidade e minutas de edital das concessões - principalmente na área de infraestrutura - a serem leiloadas pelo governo federal. Se não houver análise dentro do prazo, os estudos e editais ficarão automaticamente aprovados.

 

Artigo - Esse é um dos 231 artigos que constam de relatório do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) para o novo marco legal das concessões e parcerias público-privadas (PPPs). O texto, obtido pelo Valor, será apresentado hoje à comissão especial criada

na Câmara para debater o assunto.

 

Objetivo declarado - Com o objetivo declarado de buscar mais segurança jurídica para gestores públicos e empreendedores, Jardim resolveu atuar em duas frentes. De um lado, ele obriga que todos os contratos de concessão tenham prazo de resposta para pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro feitos pelas empresas à frente dos projetos. Caso isso não esteja explicitado, o prazo será de 180 dias (com a possibilidade de 180 de extensão). Assim, evita-se que divergências entre governo e concessionária se estendam indefinidamente.

 

Conforto - De outro lado, o deputado pretende dar mais conforto para a tomada de decisões sensíveis por diretores de agências reguladoras. Eles poderão contar com seguros de responsabilidade civil oferecidos pelas próprias agências e com a garantia de defesa jurídica da Advocacia-Geral da União (AGU), mesmo depois de deixarem seus cargos, por atos assinados durante os mandatos.

 

Pontos mais criticados - Dessa forma, pretende-se atacar um dos pontos mais criticados pelo setor privado: a demora dos agentes públicos em decidir efetivamente. Esse fenômeno até ganhou um apelido no mercado - “apagão das canetas” - para refletir o suposto receio das autoridades em assinar documentos que mais tarde possa comprometê-las pessoalmente, com o CPF, perante a Justiça. Depois da Lava-Jato, que afetou inúmeros contratos de infraestrutura e implicou empresas reguladas pelas agências, o medo só aumentou.

 

Nuances - Obviamente há nuances. No caso do TCU, a contagem do prazo de 120 dias é interrompida sempre que houver solicitação de documentos ou informações complementares ao poder concedente. A AGU não defenderá diretores de agências quando constarem provas de atos ilícitos dolosos. E uma concessionária poderá pagar multa de 1% a 10% do valor pedido como reequilíbrio econômico-financeiro se pleitear um valor “expressivamente” superior ao devido, formular pretensão destituída de fundamento ou produzir provas inúteis - casos, segundo o relator, de nítida má-fé nos pedidos.

 

Segurança jurídica - “O projeto visa dar mais segurança jurídica, estabelecer regras precisas que estimulem o uso de arbitragem e evitem judicialização, procedimentos para o poder concedente e para as concessionárias”, disse o relator. “Queremos relações de efetiva parceria.”

 

Resistências - Jardim admite que o projeto deverá encontrar algumas resistências, como a do TCU, mas ressalta: “Não podemos deixar o tribunal de contas ficar sentado indefinidamente em cima de alguns procedimentos”. Procurado, o órgão de controle preferiu não fazer comentários. Na semana retrasada, por exemplo, completou um ano no órgão de controle o processo sobre renovação antecipada do contrato de concessão da Rumo Malha Paulista.

 

Trabalhos - Os trabalhos da comissão especial tiveram início em agosto e foram impulsionados pelo próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que vinha apontando a necessidade de atualizar o marco regulatório das concessões (criado em 1995) e das PPPs (de 2004). Houve audiências públicas com associações empresariais, e a Casa Civil enviou um extenso relatório, antecipado pelo Valor, com contribuições para a nova “Lei Geral das Concessões”.

 

Contribuição - Uma das contribuições incorporadas ao texto é a ampliação, de 5% para 15%, do limite da receita corrente líquida que Estados e municípios podem comprometer com PPPs. A ideia é que governadores e prefeitos possam ter mais parcerias para serviços como creches, presídios, iluminação pública, unidades básicas de saúde sem estourar esse teto.

 

Concessões simplificadas - Também se introduz o mecanismo das concessões simplificadas: com estudos menos detalhados, consulta pública feita em ambiente virtual, com dispensa de fixação de valor mínimo de outorga ou cálculo de referência de tarifa. O mecanismo poderá ser usado em projetos com valor total inferior a R$ 50 milhões e receita anual média de até R$ 5 milhões - concessões de creches, escolas e iluminação pública são potenciais beneficiárias.

 

Tarifas dolarizadas - Outra novidade é a permissão para que contratos tenham pelo menos parte de suas tarifas dolarizadas. Essa possibilidade poderá ocorrer em concessões de ferrovias, energia, portos e aeroportos quando o usuário for exportador. Com receitas calculadas em moeda estrangeiras, pode-se diminuir a necessidade de proteção cambial. À primeira vista, é algo que serviria perfeitamente para a Ferrogrão - ferrovia entre Mato Grosso e portos do Pará.

 

Validade - Para evitar qualquer insegurança jurídica, segundo Jardim, os dispositivos da Lei Geral de Concessões só vão valer para novos contratos ou para aqueles que tenham aditivos incorporando especificamente seus termos. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA II: Leilão de rodovias entra na fase “híbrida”

 

O governo Jair Bolsonaro deve inaugurar uma nova fase do programa de concessões de rodovias federais em 2020. A mudança virá com ajustes no critério de apresentação de lances durante o leilão, modelo chamado de “lances híbridos”. Na disputa, as empresas vão apresentar propostas com descontos sobre a tarifa teto de pedágio. Ao atingir o percentual máximo de deságio por mais de um concorrente, a disputa passa a ser pela oferta do maior valor de outorga.

 

Inovação - A inovação no programa de concessões de rodovias chegará com dois leilões programados para o próximo ano. Um deles é a concessão do trecho da BR-381/262 que liga as cidades mineiras de Governador Valadares, João Monlevade e Belo Horizonte ao município capixaba de Viana. O certame está previsto para junho de 2020.

 

Segundo leilão - O segundo leilão envolve o contrato de concessão da BR-153/414/080, que conecta Aliança do Tocantins (TO) a Anápolis (GO). A concorrência está prevista para agosto do que vem.

 

Terceira etapa - A estratégia surge como mais uma lição da terceira etapa de concessões, promovida pelo governo Dilma Rousseff (PT). O modelo de lance híbrido é defendido pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. A ideia é evitar que o interesse desproporcional de algumas empresas coloque em risco o equilíbrio dos contratos no longo prazo.

 

Nova configuração - A nova configuração de disputa não havia ficado pronta a tempo de ser levada para a próxima concessão de rodovia, o trecho de 220 quilômetros da BR-101, entre as cidades catarinenses de Paulo Lopes e São João do Sul. O edital já está na praça e o leilão marcado para 21 de fevereiro.

 

Primeiras experiências - Nas duas primeiras experiências de leilões com lance híbrido, o limite de desconto sobre a tarifa de pedágio pode ficar em 12%. Este percentual foi apresentado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), na consulta pública. O valor definitivo será indicado na versão final do edital. Na prática, a segunda fase da disputa, com oferta de lances pela outorga, funcionará como critério de desempate entre empresas.

 

Equilíbrio financeiro - O presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), César Borges, disse ao Valor que a iniciativa do governo ajuda a manter o equilíbrio financeiro do contrato ao longo dos 30 anos da concessão. Outra vantagem, destacada pelo executivo, é a possibilidade de “modular” os preços de pedágios entre rodovias integradas.

 

Valor das tarifas - “O governo terá a oportunidade de aproximar o valor das tarifas. Quando existe uma variação muito grande, a concessão com tarifa maior pode ser inviabilizada”, disse Borges. Segundo ele, o governo pode aumentar ou diminuir o limite de desconto para aproximar os valores e evitar a percepção negativa sobre a concessão de novos trechos com pedágio um pouco mais caro.

 

Marca - Borges, que foi ministro dos Transportes na gestão Dilma, considera que o lance híbrido pode ser uma marca do atual governo no programa de rodovias federais. Ele frisou que Fernando Henrique (PSDB), pela necessidade de gerar caixa para o governo, priorizou disputas pelo maior valor de outorga. Isso elevou o custo dos pedágios a patamares maiores.

 

Inversão - Houve uma inversão da lógica de gerar maior arrecadação nos governos petistas. Tanto o ex-presidente Lula como Dilma preferiram estimular a cobrança reduzida nas praças de pedágio.

 

Emblemático - O caso mais emblemático de frustração pelos deságios muito agressivos ocorreu na concessão da BR-040, em 2013. O grupo Invepar propôs um desconto superior a 60% na ligação Brasília-Juiz de Fora (MG). Hoje, a concessionária tenta devolver a concessão por não conseguir honrar os compromissos de investimento.

 

Proteção - Na gestão Michel Temer, houve o esforço para proteger os contratos de investidores “aventureiros”. Os editais definiram que, para cada novo desconto, o futuro concessionário deveria se comprometer a integralizar capital nas sociedades de propósito específico (SPEs), responsáveis por administrar as estradas.

 

Regra - A regra do governo anterior foi aplicada à Rodovia de Integração do Sul (RIS), que liga Rio Grande do Sul a Santa Catarina e à BR-364/365 entre Jataí (GO) e Uberlândia (MG), leiloada no fim de setembro. O parâmetro também valerá para o trecho catarinense da BR-101 que será ofertado no início de 2020.

 

Análise - O modelo de lance híbrido ainda será analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Ele incorpora outros avanços defendidos pelo ministro da Infraestrutura. Um deles está relacionado à outorga variável, que permite o pagamento parcelado ao governo em valores compatíveis ao fluxo de caixa e à variação do câmbio com proteção ao investidor estrangeiro. Também inova ao trazer a tarifa dinâmica, que mantém reduzido o valor do pedágio nos trechos sem duplicação. (Valor Econômico)

 

infraestrutura II 19 11 2019

ECONOMIA I: Atividade econômica cresce 0,91% no terceiro trimestre

 

economia I 19 11 2019A atividade econômica registrou crescimento no terceiro trimestre neste ano, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta segunda-feira (14/11) pelo Banco Central (BC).

 

Terceiro trimestre - No terceiro trimestre deste ano, o índice apresentou alta de 0,91% comparado ao período anterior. O resultado considera dados dessazonalizados, ajustados para o período.

 

Comparação - Na comparação entre o terceiro trimestre deste ano e o mesmo período de 2018, o crescimento foi de 0,99%.

 

Setembro - Em setembro, na comparação com agosto, houve expansão de 0,44 %. Na comparação com setembro de 2018, a alta ficou em 2,11%. Em 12 meses, terminados em setembro de 2019, houve expansão de 0,99%.

 

Evolução mensal - O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução mensal da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

 

Tendência - O índice foi criado pelo BC para mostrar a tendência de evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial da economia é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado trimestralmente. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Governo oficializa descontingenciamento do Orçamento de 2019

 

economia II 19 11 2019Quase uma semana depois de abrir o espaço fiscal, o governo oficializou o descontingenciamento (desbloqueio) de R$ 13,976 bilhões do Orçamento de 2019 que ainda estavam bloqueados, anunciaram nesta segunda-feira (18/11) os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

 

Receitas extraordinárias - Segundo Paulo Guedes, a liberação total dos recursos que ainda estavam contingenciados foi possível porque o governo obteve receitas extraordinárias com a venda de ativos de estatais, que rendeu Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido sobre o ganho de capital das empresas, e pelos leilões do excedente da cessão onerosa e da partilha do pré-sal.

 

Arrecadação - Realizado no início do mês, o leilão da cessão onerosa arrecadou R$ 69,96 bilhões, dos quais o Tesouro pagará R$ 34,6 bilhões à Petrobras e R$ 11,67 bilhões a estados e municípios, ficando com R$ 23,69 bilhões.

 

Situação melhor - “Chegamos ao final do ano numa situação bastante melhor. Primeiro, porque tivemos muitas receitas extraordinárias que vieram das nossas próprias atitudes, andamos desmobilizando bastante, desinvestindo, e tivemos receitas com imposto de renda sobre ganho de capital, que obtemos desinvestindo. Segundo, porque nós acabamos descontingenciando o que havíamos preventivamente contingenciado, de forma a acabar tendo um ano bastante dentro das expectativas de gastos dos ministérios”, disse Guedes.

 

Crescimento - O ministro acrescentou que os contingenciamentos realizados no início do ano foram realizados porque o Orçamento de 2019 previa crescimento de 2,5%, enquanto a economia deve encerrar o ano com crescimento de 0,92%, segundo o Boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central. Com o crescimento menor que o previsto, o governo arrecadou menos que o projetado, levando ao contingenciamento.

 

Ano difícil - “Este foi um ano difícil porque havia expectativas embutidas no Orçamento que herdamos de crescimento acima de 2%. Fomos forçados, pela evolução da receita abaixo do que estava embutido na taxa de crescimento, tivemos de fazer contingenciamentos. Chegamos ao fim do ano com resultado melhor”, disse Guedes. Ele acrescentou que, ao longo do ano, o governo não cedeu às pressões para flexibilizar o teto de gastos, para dar sinal de comprometimento com a austeridade fiscal.

 

Teto de gastos - “Como não abrimos mão do teto de gastos, apesar das pressões, queríamos mostrar que nosso governo iria reverter trajetória descontrolada dos gastos públicos nas últimas décadas”, declarou.

 

Prudência - Lorenzoni afirmou que o governo optou por ser rígido na execução do Orçamento, para só poder liberar recursos depois de receber garantias de que as receitas extraordinárias iriam entrar. “Em nenhum momento, flexibilizamos. Começamos reduzindo o tamanho do governo. Desestatizando, desmobilizando e buscando receitas extraordinárias. É importante lembrar que, até outubro, vivemos da incerteza da realização da cessão onerosa”, disse Lorenzoni.

 

Gastos discricionários - Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, o contingenciamento de parte dos gastos discricionários (não obrigatórios), no início do ano, representou uma medida de precaução. “A razão de termos chegado ao final do ano para pode fazer, neste momento, o anúncio do completo descontingenciamento é a vitória de um governo que foi, primeiro, cauteloso. A viagem estava no início, precisamos encerrar o ano com condições de executar nosso objetivo”, disse.

 

Cronologia - Em março, o governo contingenciou R$ 29,6 bilhões do Orçamento. Considerando as reservas no Orçamento, o bloqueio subiu para R$ 31,7 bilhões em maio, R$ 34 bilhões em julho. Em setembro, os recursos retidos caíram para R$ 21,6 bilhões. Em outubro, com a confirmação do leilão da cessão onerosa, o Orçamento passou a ter folga de R$ 37,7 bilhões, subindo para R$ 54,5 bilhões no relatório divulgado hoje.

 

Repartição - Com a repartição dos recursos da cessão onerosa para estados e municípios e o pagamento à Petrobras pelos barris excedentes de petróleo na camada pré-sal, o Orçamento de 2019 fechará o ano com reserva de R$ 18,12 bilhões. Segundo o secretário de Orçamento Federal, George Soares, parte dessa reserva será usada para pagar créditos extraordinários, mas a maioria ajudará a diminuir o déficit primário – resultado negativo das contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública. (Agência Brasil)

CÂMBIO: Dólar ultrapassa R$ 4,20 e fecha no maior valor desde criação do real

 

cambio 19 11 2019Em um dia de oscilações no mercado financeiro, a moeda norte-americana teve uma pequena alta e fechou no maior valor da história. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (18/11) vendido a R$ 4,206, com alta de R$ 0,013 (0,3%). Esse foi o maior valor nominal, sem considerar a inflação, desde a criação do real, em julho de 1994.

 

Estabilidade - O dólar operou todo o dia próximo da estabilidade. Apesar de estar em baixa ao longo de quase toda a sessão, a cotação reverteu a tendência na hora final de negociação, até fechar próxima da máxima. A moeda acumula valorização de 4,91% no mês. O euro comercial fechou em R$ 4,66, com alta de 0,46%, também no maior nível da história.

 

Bolsa - No mercado de ações, o dia também foi marcado pela instabilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia em baixa de 0,27%, aos 106.269 pontos. O indicador operou em alta durante quase toda a sessão, mas, assim como o dólar, reverteu a tendência na última hora de negociação e passou a cair.

 

Turbulências - Nos últimos dias, o mercado financeiro tem sido afetado pelas turbulências em países da América Latina. Diversos países da região enfrentam problemas políticos, que pressionam investidores estrangeiros. As incertezas em relação ao fechamento de um acordo entre Estados Unidos e China, que enfrentam tensões comerciais, também têm contribuído para a instabilidade nos mercados globais. Principalmente depois de declarações de autoridades chinesas de que um acordo está cada vez mais difícil. (Agência Brasil, com informações da PBS, televisão pública dos Estados Unidos)

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem déficit de US$ 482 milhões na 3ª semana de novembro

 

comercio exterior 19 11 2019A balança comercial registrou déficit de US$ 482 milhões na terceira semana de novembro, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia nesta segunda-feira (18/11). Com o segundo déficit semanal, o saldo comercial em novembro está negativo em US$ 430 milhões. No ano, o superávit acumulado é de US$ 34,491 bilhões, valor 34,4% inferior a igual período do ano passado, considerando a média diária.

 

Resultado - O déficit na terceira semana de novembro é resultado de exportações no valor de US$ 2,786 bilhões e de US$ 3,268 bilhões em importações. Pelo critério de média diária, os embarques caíram 32,6% em novembro, até a terceira semana, puxados por manufaturados. 

 

Queda - As vendas ao exterior no segmento caíram 42,3%, para US$ 243,1 milhões, por conta de produtos laminados planos de ferro ou aço, partes de motores e turbinas para aviação, veículos de carga, óleos combustíveis, máquinas e aparelhos para terraplenagem. 

 

Semimanufaturados - A exportação de semimanufaturados recuou 31,4% para US$ 88,1 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, açúcar em bruto, couros e peles, e dos básicos caiu 24,7% para US$ 374,2 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, soja em grãos, café em grãos e fumo em folhas.

 

Média diária - A média diária de importações até a 3ª semana de novembro caiu 11,2% para US$ 748,4 milhões. Nesse comparativo, decresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (-33,4%), adubos e fertilizantes (-12,6%), veículos automóveis e partes (-11,9%), químicos orgânicos e inorgânicos (-9,7%) e equipamentos eletroeletrônicos (-2,9%). (Valor Econômico)

COMBUSTÍVEL: Petrobras reajusta gasolina em 2,8% nas refinarias

combustivel 19 11 2019A Petrobras reajustou, nesta terça-feira (19/11), no Rio de Janeiro, o preço da gasolina em 2,8% em suas refinarias. O último aumento do combustível ocorreu em 29 de setembro. Também houve reajuste de 1,2% no preço do óleo diesel.

Consumidor - O aumento foi no combustível vendido nas refinarias para os distribuidores, ou seja, os postos de gasolina. O valor final que o motorista pagará para abastecer seu carro dependerá de cada posto.

Preço médio - Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina cobrado nos postos era de R$ 4,407 por litro, na última semana.

Alta acumulada - O valor teve majorações consecutivas nas últimas três semanas e acumula uma alta de 0,66% no período. (Agência Brasil)

 

SAÚDE I: Iniciada segunda etapa da vacinação contra sarampo

 

saude I 19 11 2019O objetivo da segunda etapa da campanha é aumentar a cobertura vacinal contra o sarampo na faixa etária de 20 a 29 anos, que apresenta maior frequência de casos. Uma estimativa do Ministério da Saúde, disponível no Boletim Epidemiológico nº 34, mostra que 783.501 jovens paranaenses possivelmente não estão vacinados contra o sarampo. A vacina contra o sarampo está disponível gratuitamente o ano todo nas unidades básicas de saúde.

 

Paraná - No Paraná, entre os 368 casos confirmados na última semana, 195 estão na faixa de idade entre 20 e 29 anos, conforme o informe divulgado na quinta-feira (14/11).

 

Primeira etapa - A primeira etapa de vacinação foi para crianças de seis meses e cinco anos incompletos, que são mais vulneráveis às complicações do sarampo. Esta segunda etapa é de suma importância para interromper a cadeia de transmissão do sarampo para reduzir o risco da doença e imunizar não vacinados ou com esquema incompleto para o sarampo.

 

Preocupação - “Estamos verdadeiramente preocupados com a situação do sarampo. Precisamos que todos que estão em dúvida ou que não tomaram a vacina sejam vacinados, é a única maneira de prevenir o sarampo”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

 

Doença - O sarampo é totalmente evitável com duas doses da vacina, que é segura e altamente eficaz. Altas taxas de cobertura vacinal — ou seja, 95% no país e dentro das comunidades — são necessárias para garantir que o sarampo não seja contido.

 

Maiores surtos - De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os maiores surtos estão em países que têm atualmente ou tiveram no passado baixa cobertura vacinal, deixando muitas pessoas vulneráveis.

 

Razões - As razões para as pessoas não serem vacinadas variam significativamente entre comunidades e países, incluindo falta de acesso a serviços de saúde ou vacinação de qualidade; conflito e deslocamento; desinformação sobre vacinas ou pouca conscientização sobre a necessidade de vacinar. Em vários países, o sarampo está se espalhando entre crianças, jovens e adultos que não se vacinaram no passado.

 

A vacina - A vacina é feita de vírus vivo enfraquecido, estimula o sistema imunológico a desenvolver anticorpos para combater os vírus causadores de doenças. A aplicação da vacina é por injeção subcutânea. A vacina faz efeito em aproximadamente 15 dias. (Agência de Notícias do Paraná)

SAÚDE II: ANS disponibiliza nova versão do D-TISS

 

saude II 19 11 2019A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) atualizou o D-TISS, ferramenta que permite consultar a quantidade e o valor médio dos procedimentos (consultas, exames e cirurgias) realizados pelos beneficiários de planos de saúde. Os dados contemplam as informações assistenciais de natureza ambulatorial e hospitalar recebidas através do Padrão de Troca de Informações da Saúde Suplementar (TISS).

 

Nova versão - A nova versão do painel foi disponibilizada na quinta-feira (14/11) no portal da ANS e possibilita explorar e visualizar, de forma ágil e intuitiva, as informações assistenciais e financeiras consolidadas nos atendimentos da saúde suplementar. Além das melhorias técnicas efetuadas no sistema e do aprimoramento do formato de apresentação, a ANS atualizou os dados, disponibilizando informações relativas aos anos de 2015 a 2018. 

 

Visualização - O D-TISS permite visualizar as quantidades e os valores médios, por Unidade Federativa (UF), faixa etária, sexo e porte da operadora, de honorários praticados em procedimentos ambulatoriais (médicos, laboratórios, clínicas) e em procedimentos realizados em ambiente hospitalar nos estabelecimentos que prestam serviço às operadoras de planos de saúde. A nova versão do painel também passa a informar o número de prestadores de serviços que realizaram os procedimentos.

 

Clique aqui para acessar o painel.

 

Transparência - “O D-TISS é uma ferramenta que amplia a transparência no setor de saúde suplementar. Os dados disponibilizados são úteis tanto para pesquisadores e gestores de sistemas e serviços de saúde como para o próprio cidadão, que passa a ter acesso aos valores médios praticados no setor, reduzindo a assimetria de informação e possibilitando melhores escolhas”, avalia o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar. 

 

Estruturação - “O novo painel está melhor estruturado e a organização das informações mais intuitiva, facilitando a consulta aos procedimentos. Além disso, permite a visualização dos dados através de gráficos e mapas, melhorando muito a experiência do usuário”, complementa Rodrigo, destacando que as melhorias só foram possíveis graças ao aprimoramento do próprio TISS.

 

Base de atendimentos - O novo D-TISS foi estruturado a partir de uma base de atendimentos realizados na saúde suplementar aplicando-se uma metodologia específica. Foram excluídos, por exemplo, procedimentos com valores atípicos, com dados inconsistentes e referentes a operadoras que enviaram para a ANS volume insuficiente de informações. Os dados serão atualizados periodicamente na ferramenta.

 

Sobre o Padrão TISS - A Troca de Informações na Saúde Suplementar (TISS) foi estabelecida como um padrão obrigatório para as trocas eletrônicas de dados assistenciais dos beneficiários de planos de saúde entre os agentes da saúde suplementar. O objetivo é padronizar as ações administrativas, subsidiar as ações de avaliação e acompanhamento econômico, financeiro e assistencial das operadoras e compor o Registro Eletrônico de Saúde. 

 

Possibilidades - A disponibilidade dos dados permite a interoperabilidade entre os sistemas de informação em saúde preconizados pela ANS e pelo Ministério da Saúde, e ainda a redução da assimetria de informações para o beneficiário de plano de saúde.  (ANS)

 

Saiba mais sobre o TISS.

 


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