Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4711 | 22 de Novembro de 2019

RAMO CRÉDITO: Ricken realiza palestra no Conecti CBIC 2019

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, foi um dos palestrantes do Congresso Nacional de Engenharia, Construção, Tecnologia e Inovação (Conecti CBIC 2019), na manhã desta sexta-feira (22/11), em Maringá, Noroeste do Paraná. O evento teve a participação de mais de 400 empresários e dirigentes do setor. Ricken foi um dos integrantes do painel sobre cooperativismo de crédito, que contou também com as presenças dos cooperativistas maringaenses, Luiz Lourenço e Jeferson Nogarolli. O Congresso é realizado pelo Sindicato da Construção Civil do Paraná (Sinduscon/PR-Noroeste) e pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Durante o Conecti, vão ocorrer ainda a reunião do Conselho de Administração da CBIC e a entrega do Prêmio Sinduscon, que completa dez anos.

{vsig}2019/noticias/11/22/palestra/{/vsig}

PRC100: Cooperativas discutem sobre compartilhamento de soluções de TI

Vinte profissionais de treze cooperativas agropecuárias paranaenses estiveram reunidos, na sede do Sistema Ocepar, nesta quinta-feira (21/11), em Curitiba, para discutir a possibilidade de avanços nos estudos visando o compartilhamento de soluções em Tecnologia de Informação (TI), projeto que faz parte do PRC100 – Plano Paraná Cooperativo. A abertura do evento foi realizada pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. “Precisamos ser cada vez mais competitivos em todas as áreas. Para isso, precisamos nos encontrar para conversar, trocar ideias. Verificar o que é viável realizarmos juntos”, destacou Ricken. O dirigente lembrou que, isoladamente, cada cooperativa às vezes não consegue fazer grandes investimentos em tecnologia. “Juntos podemos avançar. A área de TI necessita uma atenção especial, por ser um setor que muda muito rápido. E a presença de todos aqui é um indicativo de que nossas cooperativas veem esta iniciativa de forma oportuna e que fortalece um dos pilares do Planejamento Estratégico do Cooperativismo Paranaense, o PRC100”, destacou ele. 

Programa - Na oportunidade, foram apresentadas soluções de compartilhamento em TI, para que as cooperativas possam se posicionar quanto ao futuro dessa área em suas organizações. Os trabalhos foram iniciados com uma palestra de Carlos Piazza e Gustavo Torrente, da Faculdade de Tecnologia (Fiap), com o tema “Futuro dos negócios diante da transformação que a inovação e a tecnologia vêm gerando”. A seguir, Flávio Teixeira e Danilo Filho da Falconi e Rafael Paiva, da Eteg, falaram sobre as “Tendências e novas soluções para TI em cooperativas”. Além dos debates sobre os temas apresentados, os participantes puderam trocar suas experiências com cases de compartilhamento já existentes no sistema.

{vsig}2019/noticias/11/22/prc100/{/vsig}

FORMAÇÃO: Fórum de RH discute conceitos e metodologias de gestão de pessoas

O Sistema Ocepar reuniu profissionais de Recursos Humanos das Cooperativas Paranaenses em Guarapuava, num fórum para discutir conceitos e metodologias de gestão de pessoas. O evento teve início nesta quinta-feira (21/11), com a presença de 50 participantes de cooperativas dos ramos agropecuário, crédito, saúde e transporte, e , também, do Sescoop/PR e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Programação – No primeiro dia foi realizado, na parte da manhã, um workshop em Learning Agility, que tratou de conceitos e aplicação na gestão de talentos, com a instrutora Tania Mara Lopes. “O Learning Agility surge como um conceito relativamente novo, com variáveis vinculadas que podem explicar a diferença individual entre as pessoas que aprendem com suas experiências e aplicam prontamente esse conhecimento para se destacar em novas situações ou trabalhos. É um conjunto de competências essenciais para os líderes do futuro”, esclarece o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

Cases – À tarde, houve a apresentação de cases de três startups, com a presença de representantes da Madeira Madeira, Adeido Nascimento; Ebanx, Debora Kretzer, e da RH Digital / Forbiz, Diego Santana.

Lean Office – O Fórum prosseguiu, na manhã desta sexta-feira (22/11), com uma palestra sobre Lean Office, com Alexandre Andrioli Iwankio. “Por conta do papel central do RH, enquanto fornecedor interno de serviços, treinamentos e propagador da cultura organizacional, é fundamental adotarmos a metodologia lean para reforçar essa mudança. Essa atuação pretende otimizar seus processos administrativos e eliminar os desperdícios relacionados a esses processos”, ressalta Macioski.

{vsig}2019/noticias/11/22/formacao/{/vsig}

 

COOPERATIVISMO: OCB defende intercooperação em Conferência da ACI Américas

cooperativismo 22 11 2019Ao lado de representantes de cooperativas de diversos países, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) apresentou, na Conferência Internacional da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas, as ações realizadas graças a parcerias internacionais para promover o desenvolvimento sustentável por meio do cooperativismo.

ODS - As parcerias internacionais são um meio de implementar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 17 (ODS 17), da Organização das Nações Unidas (ONU), que foi tema de um dos painéis de debates da Conferência Regional da ACI. O evento que começou na segunda-feira (18/11), terminou nesta quinta (21/11), na Costa Rica, e contou com a participação de mil dirigentes, representando 30 países.

Atividades - Entre as atividades de intercooperação com países em desenvolvimento – modalidade de conhecida como Cooperação Sul-Sul – foram detalhadas as ações promovidas junto com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores.

ABC - A OCB executa dois projetos de cooperação financiados pela ABC, um deles em Botsuana, e outro na Argélia. As iniciativas têm o objetivo de promover o cooperativismo como forma de crescimento econômico e social nos dois países.

OCPLP - No âmbito da Organização das Cooperativas de Países de Língua Portuguesa (OCPLP), uma consultoria prestada pela OCB resultou na aprovação da Lei de Cooperativas pelo parlamento de Moçambique. A norma foi elaborada com inspiração na Legislação brasileira.

ONU - Além disso, a OCB também detalhou a parceria com a ONU na realização de workshops para a promoção dos 17 ODS. Também, relatou sobre o trabalho de cooperação implementado no âmbito do Mercosul por meio da Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul, grupo que visa a integração dos movimentos cooperativistas do Cone Sul.

Mercosul - O organismo internacional sul-americano tem trabalhado o aspecto comercial na organização de missões conjuntas a outros países. Também analisam a criação de um estatuto de cooperativas do Mercosul, unificando a legislação voltada para cooperativas e permitindo que seus representantes possam ser membros de cooperativas nos quatro países, nas regiões de fronteira.

OCB na ACI - Membro da Aliança Cooperativa Internacional há 30 anos, a OCB participa de eventos e projetos internacionais buscando representar os interesses do cooperativismo brasileiro no cenário internacional. A OCB também apoia a expansão do modelo cooperativista em outros países como forma de promover o desenvolvimento internacional. (Informe OCB)

 

FRIMESA: Cooperativas são atualizadas sobre projeto que pretende ligar a região Oeste ao Porto de Paranaguá

O Conselho de Administração da Frimesa recebeu, na quarta-feira (20/11), representantes da mesa diretora e da Câmara Técnica de Infraestrutura e Logística do Programa Oeste em Desenvolvimento (POD), o diretor-presidente da Ferroeste, Andre Luiz Gonçalves, representante da Secretaria de Estado do Planejamento, Luiz Henrique Fagundes, assessor especial, Claudinir Franco, além de representantes de entidades regionais para esclarecer o andamento do projeto da Nova Ferroeste.

Explanação - Além da importância do projeto, que visa aumentar a competividade produtiva e ser o fio condutor da região Oeste com o porto de Paranaguá, foi explanado sobre o apoio dos governos estaduais e federais, após a visibilidade obtida pela carta de reinvindicações assinada por vários líderes do agronegócio, incluindo presidentes das cooperativas do Oeste. “Queremos promover o Paraná como malha ferroviária competente nas áreas de tarifas, cargas e qualidade dos serviços. O projeto é para o setor produtivo, mas todos saem ganhando”, reforça Gonçalves.

Maior desafio - O maior desafio atual está nos investimentos em infraestruturas, principalmente na região Oeste, até Foz do Iguaçu com a integração multimodal: fluvial, rodoviário (segunda ponte) e ferroviário. A Nova Ferroeste terá 1.370 quilômetros, movimentará 40 milhões de toneladas e 4 bilhões de dólares com ligação direta ao Porto de Paranaguá. Atualmente apenas 20% da produção vai de trem. “É o maior projeto ferroviário do Brasil com programação inicial de implantação do projeto em fevereiro de 2020. “Temos uma grande batalha em prol do desenvolvimento da região. Serão novos investimentos, fomentará vários setores, e isso quem diz, é o mercado”, reforça, o presidente do POD, Danilo Vendrusculo.

Estratégia de longo prazo - A estratégia é de longo prazo para integração com o futuro Corredor Bioceânico, atuando como porta de entrada até o Chile e conector com futuro trecho ferroviário Dourados – Cascavel – Guarapuava – Paranaguá.

Salto - Para o presidente da Frimesa, Valter Vanzella, a Nova Ferroeste representará um grande salto para a economia do Paraná, um novo ciclo de desenvolvimento, mas é preciso cautela, e se envolver diretamente nas decisões. “Precisamos aproveitar esse meio de transporte que, além do desenvolvimento, trará economia e mais investimentos nas empresas”, avalia.

Integrantes - O Conselho de Administração da Frimesa é formado pelos presidentes de cooperativas: Ricardo Silvio Chapla (Copagril), Irineo da Costa Rodrigues (Lar), Alfredo Lang (C.Vale), Valter Pitol (Copacol), Ilmo Werle Welter (Primato). (Imprensa Frimesa)

{vsig}2019/noticias/11/22/frimesa/{/vsig}

COAMO: Cooperativa inaugura segunda-feira (25) novas indústrias em Dourados (MS)

As novas indústrias de óleo e refinaria de óleo de soja construídas na margem da BR 163, entre Dourados e Caarapó, no Mato Grosso do Sul, serão inauguradas na próxima segunda-feira (25). Foram investidos mais de R$ 780 milhões na planta industrial que tem capacidade para processamento de 3.000 toneladas/dia de soja, produção de farelo de soja e uma refinaria para 720 toneladas/dia de óleo de soja, equivalente a 15 milhões de sacas. Com as indústrias de Dourados, somados aos outros dois parques industriais, a Coamo amplia a capacidade de processamento de soja para 8.000 toneladas/dia e a de refino para 1.440 toneladas/dia de óleo de soja refinado.  

Aprovação - As novas indústrias foram aprovadas pelos associados em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná), em 23 de março de 2016, e em 06 dezembro do mesmo ano, foi lançada a pedra fundamental, com a presença de autoridades da Coamo, do município, deputados e do governador do Estado, Reinaldo Azambuja. As obras foram iniciadas em 2017, em uma área construída de 92 mil metros quadrados. Os trabalhos de construção e montagem foram realizados por 1.600 colaboradores diretos e indiretos, integrantes de dezenas de empresas contratadas.

Necessidade - O presidente da Coamo José Aroldo Gallassini, destaca a necessidade da construção das novas indústrias e a escolha da região de Dourados para instalação. “O volume de soja recebido pela Coamo no Mato Grosso do Sul comporta perfeitamente a instalação de uma moderna indústria esmagadora de soja e de uma refinaria de óleo de soja em Dourados, justificando plenamente a redução de custo com o transporte do produto já industrializado ao invés de transportá-lo in natura para a industrialização em Campo Mourão ou em Paranaguá”.

Elogio - O governador do Mato Grosso do Sul e, também, cooperado da Coamo, Reinaldo Azambuja, elogia a visão e a iniciativa da diretoria da Coamo e destaca a importância da unidade industrial em Dourados. “A Coamo potencializou investimento no MS, isso é uma prova real de confiança e de cumplicidade nossa, para dar uma mais competividade à economia e diversificação da produção”, argumenta, lembrando ainda que, “A região de Dourados está com uma bela e moderna edificação, um cartão postal na entrada da cidade. Aplaudo a decisão da Coamo por este investimento e pelos excelentes resultados alcançados ano após ano.”

Orgulho - De acordo com a prefeita de Dourados, Délia Razuk, o empreendimento traz orgulho e expectativa de mais desenvolvimento, não só para o município como, também, para toda a região. “Estou muito feliz e orgulhosa. Vivemos um grande momento”, diz.

Crescimento - A prefeita lembra que a instalação da Coamo em Dourados movimenta vários segmentos da economia local, impulsionando o crescimento do município. Antes mesmo da inauguração da indústria, registrou-se um aumento considerável no movimento na rede hoteleira, restaurantes, imobiliárias e postos de combustíveis. “Muitas pessoas vieram para cá. (Imprensa Coamo)

{vsig}2019/noticias/11/22/coamo/{/vsig}

COPAGRIL: Jovens da cooperativa participam de viagem de imersão em cooperativismo

Aprender e vivenciar o cooperativismo pode ser divertido, emocionante e ter muita adrenalina. Assim foi viagem de imersão em cooperativismo que os jovens da Copagril participaram no último fim de semana (15 e 16/11). A programação contou com gincanas, esportes radicais e visitas, integrando um roteiro de incentivo ao conhecimento e aplicação do cooperativismo, realizada por meio da parceria entre a cooperativa e Sescoop/PR.

Princípios e ensinamentos - Patrícia Carine Thomaz, da assessoria de Cooperativismo da Copagril, explica que a viagem tem o objetivo de trabalhar os princípios e ensinamentos do cooperativismo, mas de formas diferentes dos modelos tradicionais. “Realizamos várias atividades e entre elas alguns esportes de aventura, tudo com o propósito de trabalhar a importância do cooperativismo e toda a dimensão deste sistema nas relações do nosso dia a dia”, descreve.

Primeira parada - A primeira parada da viagem de imersão foi em Prudentópolis, onde o grupo realizou rapel, tirolesa e várias atividades em uma gincana de conhecimento e integração. Também passaram em Castrolanda, no município de Castro, para uma visita turística e de muito aprendizado. “Foi a oportunidade de conhecer uma cultura e uma história diferente da nossa região, agregando muito para todos”, destaca Patrícia.

Visita - A programação ainda contou com a visita ao Parque Guartelá, em Tibagi, onde foi realizada uma trilha e rafting - esporte de aventura que usa botes para descer corredeiras. “Muitos enfrentaram os medos para participar do rafting e tudo isso colaborou para o espírito de equipe e de amizade, reforçando e incentivando o cooperativismo em cada ação”, complementa a assessora.

Participação - “Foram dois dias muito bons, com a participação e colaboração de todos. Agradecemos aos jovens e àqueles que aceitaram o convite para participar desta grande aventura”, finaliza Patrícia. (Imprensa Copagril)

{vsig}2019/noticias/11/22/copagril/{/vsig}

COCAMAR I: Campeões de produtividade recebem troféus

Os cooperados vencedores do Concurso Cocamar de Produtividade de Soja e Milho receberam seus troféus no final da manhã de quinta-feira (21/11), durante reunião entre dirigentes, equipe de gestores e integrantes dos Conselhos de Administração, Fiscal e Consultivo da cooperativa.

Soja - Em relação à soja, safra 2018/19, período em que as regiões da Cocamar (norte e noroeste do Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo) foram castigadas pela estiagem e tiveram redução média de produtividade de 40%, o concurso apresentou números que mostram como o manejo adequado do solo e a aplicação de tecnologias, podem fazer a diferença.

ILPR - Antonio César Fomighieri venceu na categoria Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) com a média de 184 sacas por alqueire (4.572kg por hectare) em sua propriedade no município de Maria Helena (PR), assistido pelo engenheiro agrônomo Luiz Augusto Magnossão.

Geral - Na categoria geral, Vanderlei Leonardi, de Jaguapitã (PR), obteve o primeiro lugar registrando a média de 214 sacas por alqueire (5.295kg por hectare), sob a orientação técnica do engenheiro agrônomo André Bartchechen. O segundo colocado Paulo Alexandre Gonçalves Piassa, de Tuneiras do Oeste (PR), colheu 213 sacas por alqueire (5.269 por hectare), orientado pelo engenheiro agrônomo Wagner Pratis Freire Decleva.

Prêmio - Como prêmio, os ganhadores e os respectivos técnicos viajaram aos Estados Unidos, no final de agosto, para visitar lavouras no Meio-Oeste e participar da Farm Progress Show, uma das mais importantes feiras tecnológicas do agronegócio em todo o mundo.

Milho - São de Floresta (PR) o primeiro e o segundo lugares na categoria Regiões 1, 2 e MS, respectivamente Wilson Antonio Palaro (que colheu 401 sacas por alqueire – 9.942kg/hectare -, orientado pelo engenheiro agrônomo Cristiano Pan) e Osvaldo Guedes de Souza (386 sacas por alqueire – 9.570 kg/hectare – recebendo assistência técnica do engenheiro agrônomo Renan Vinícius Valdez).

Região 3 e SP - Já na categoria Região 3 e SP, o ganhador, João Paulo Rossi, de Sertanópolis (PR), alcançou a média de 360 sacas por alqueire – 8.925kg/hectare – orientado pelo engenheiro agrônomo Renan Wilson Caetano. A segunda colocação ficou com Lauro Gessner de Apucarana (PR), que colheu 359 sacas por alqueire – 8.900kg/hectare – sob a orientação do engenheiro agrônomo Danilo Lomba.

Avançar mais - Ao falar sobre os resultados, o presidente da Cocamar, Divanir Higino, explicou que o concurso demonstra ser possível avançar muito mais em produtividade. “Num ano extremamente difícil, em que a média geral das lavouras de soja nas regiões da Cocamar foi de apenas 84 sacas por alqueire, vemos produtores obtendo médias de um ano normal, o que se deve muito à maneira como conduzem as suas lavouras”, destacou. Da mesma forma, as marcas conquistadas no milho se igualam às dos Campos Gerais, onde os produtores são considerados uma referência no Paraná.

Práticas - Entre as práticas comuns adotadas pelos vencedores do concurso de produtividade de soja está o cultivo de capim braquiária no inverno. Com o seu enraizamento, o capim atua na reestruturação física do solo e a sua palhada é decisiva para a retenção de umidade na superfície, criando um ambiente mais favorável ao desenvolvimento das plantas. (Imprensa Cocamar)

{vsig}2019/noticias/11/22/cocamar_I/{/vsig}

COCAMAR II: Finalistas do Chefs do Campo são homenageadas

cocamar II 22 11 2019As cinco produtoras finalistas do Festival de Sabores Chefs do Campo Cocamar foram homenageadas no final da manhã de quinta-feira (21/11) pela cooperativa, durante evento que reuniu dirigentes, equipe de gestores e integrantes dos Conselhos de Administração, Fiscal e Consultivo na Associação Cocamar.

Presentes - Elas receberam presentes e lembranças pela participação e, acompanhadas de seus maridos ou um familiar, foram convidadas a representar a Cocamar no dia 6 de dezembro durante o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses a ser promovido pelo Sistema Ocepar em Medianeira, oeste do estado, tendo entre os destaques um show com Michel Teló.

Almoço - No almoço servido durante a reunião, os participantes tiveram a oportunidade de saborear os pratos vencedores, preparados com capricho pelo chef Eduardo Pinheiro, do Haddock Buffet, com base nas seguintes receitas: a galinhada, especialidade de Sandra Mara Calvi Baulli, de Doutor Camargo; a costelinha suína com creme de milho e farofa de pimentão, de Sueli Aparecida Zandomeneghi, de Sabáudia; a canjiquinha com bacon e calabresa, de Alinne Arruda Marques da Silva, de Assaí; o cupim ao forno recheado com bacon e acompanhado de batatonese, de Giani Érica Deganutti, de São Jorge do Ivaí; e, a única receita doce, de Solange de Santa da Cunha, de Cambé: pasteizinhos de amendoim, que foram oferecidos com sorvete, na sobremesa.

Agradecimento - Em sua saudação às finalistas, o presidente da Cocamar, Divanir Higino, agradeceu a participação delas e disse que “o compartilhamento de receitas de pratos tão tradicionais e apreciados em suas famílias, é mais uma ação que acentua o envolvimento cooperativista”.

Proposta - Na sua quarta edição, o Festival tem a proposta de resgatar a memória da gastronomia tradicional das famílias rurais como fator cultural e de congraçamento entre seus integrantes e a comunidade.

Novidade - Uma das novidades do concurso deste ano foi a realização de oficinas baseadas no aproveitamento de alimentos regionais, conduzidas pelo chef e cooperado Elsio Brazão, de Cambé, com a participação de mais de 150 produtoras.  

Receitas - As receitas serão publicadas nas edições mensais do Jornal de Serviço Cocamar. (Imprensa Cocamar)

 

COPROSSEL: Unidade de Beneficiamento de Sementes será inaugurada dia 29 de novembro

coprossel 22 11 2019

A Cooperativa Coprossel vai inaugurar, no dia 29 de novembro, às 9h, em Laranjeiras do Sul (PR), uma nova Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), considerada uma das mais modernas do Brasil. O complexo será apresentado aos associados nesse dia. As confirmações de presença devem ser efetivadas até esta sexta-feira (22/11), quando será entregue um cartão que dará acesso ao local.

PROGRAMAÇÃO

8h30 minutos - Recepção

9h - Cerimônia de inauguração

10h - Visita ao complexo da UBS Coprossel

 

SICREDI: Entre as 150 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil

sicredi 22 11 2019Pelo nono ano consecutivo, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados pelo país, foi classificado no ranking das “150 Melhores Empresas para Trabalhar” no Brasil. A lista, divulgada na terça-feira (19/11), é resultado da pesquisa realizada pela revista Você S/A, da Editora Abril, em parceria com a Fundação Instituto Administração (FIA), com mais de 250 mil trabalhadores de cerca de 500 empresas e instituições, incluindo o Sicredi, nas cinco regiões do país.

Indicadores - As notas são utilizadas pelos organizadores do ranking para calcular dois indicadores: o Índice de Qualidade no Ambiente de Trabalho (IQAT), que é baseado na visão dos colaboradores, no qual o Sicredi atingiu 92,3, e o Índice de Qualidade na Gestão de Pessoas (IQGP), que é a avaliação feita pela publicação, em que a instituição financeira figura com 62,7. Os dois indicadores formam o Índice de Felicidade no Trabalho (IFT), onde o Sicredi atingiu a marca de 81,9.

Classificação setorial - Na classificação setorial de Serviços Financeiros, o Sicredi foi destaque, ocupando o 2º lugar e tendo como pontos positivos enfatizados a criação de um grupo de diversidade, a adoção de um assistente virtual, chamado Hugo, para interpretação de libras, além de aulas da linguagem para os funcionários.

Destaques - Entre os indicadores usados para compor os índices, destacarem-se no IQAT “Employer Branding”, com nota 98,0; “Sustentabilidade e Diversidade”, (97,3); “Estratégia e Objetivos” (95,4); “Processos e Organização”, (94,8); “Comunicação Interna” (94,6) e “Participação e Autonomia” (92,9). Já nos índices relativos ao IQGP, os destaques foram “Processos e Organização”, que recebeu nota 92,3; “Estratégia e Objetivos”, (84,8); “Participação e Autonomia”, (76,5); “Relações Interpessoais”, (74,5); “Comunicação Interna”, (70,1); além de “Employer Branding”, que atingiu o índice 66,2.

Essência - Segundo Rodrigo Wegener, superintendente da área de Gestão de Pessoas do Sicredi, o bom desempenho no ranking deste ano e de anos anteriores reflete a essência da instituição. “As pessoas são o centro da nossa atuação e com os nossos colaboradores, que também são associados, não poderia ser diferente. Por isso, buscamos atrair pessoas que se identifiquem com a causa do cooperativismo e nos preocupamos em oferecer as melhores condições para que elas exerçam suas atividades”, afirma.

Números - Atualmente o Sicredi tem com mais de 28 mil colaboradores, que atuam em 112 cooperativas espalhadas por 22 estados e no Distrito Federal. Em 2017, a instituição deu início a um processo de transformação no seu modelo de organização interna, adotando metodologias ágeis e proporcionando ainda mais autonomia aos colaboradores.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO: Programa A União Faz a Vida capacita gestores escolares em Maringá

A Formação de Gestores Escolares PUFV 2019, da Sicredi União PR/SP, contou com cerca de 150 gestores de escolas de 13 cidades da região de Maringá que desenvolvem o Programa A União Faz a Vida (PUFV). O projeto inovador de capacitação foi realizado no Hotel Metrópole, em Maringá, na quarta-feira (19/11). Nesta quinta (21/11), também ocorreu em Cianorte, das 8h às 16h30, no Hotel Diamond.

Participações - Participam do evento diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e também secretários municipais de Educação que, em Maringá, assistiram a palestras e compartilharam experiências em atividades de vivências de integração, nas quais puderam debater assuntos como relações interpessoais, gestão organizacional e inovação, comunidade de aprendizagem, entre outros.

Oficina - Na oficina ‘Currículo em ação’, ministrada pelos assessores pedagógicos do PUFV, Silvio Munari e Luiz Medrano, por exemplo, foram destacados os benefícios de ensinar o conteúdo do currículo escolar por meio de projetos. “Ao inserir métodos diferentes, que exploram o saber da experiência, é possível colocar o currículo em movimento, facilitando o processo de aprendizagem dos alunos. E os gestores educacionais têm papel fundamental no incentivo de práticas criativas e diferenciadas”, explica Munari.

Palestra - Já na palestra ‘Derrubando Muros’, o professor Braz Rodrigues Nogueira compartilhou a experiência exitosa de quando atuou como diretor da Escola Municipal Presidente Campos Salles, que fica no bairro de Heliópolis, em São Paulo. “Inovamos a educação ao tornar o aluno protagonista no processo de aprendizagem. Portanto, é possível fazer a diferença apesar das dificuldades, do sistema tradicional de ensino e da falta de recursos. Basta os profissionais de educação acreditarem nessa mudança”, enfatiza.

Propósito - Nogueira explicou ainda que o PUFV segue o mesmo propósito de inovação e, neste processo de dar mais autonomia aos alunos, ele ressalta que o professor não perde em importância, pelo contrário, é aquele que apresenta recursos mais atrativos e que incentivam o gosto pelo aprendizado. “É preciso estimular o aluno a encontrar o seu próprio caminho de aprendizagem, porque é isso que terá de fazer ao longo da vida e não só no período escolar”, frisa.

Subsídios - A coordenadora pedagógica do Centro Municipal de Educação Infantil Menino Jesus, de Floraí, Glaucia Oler de Novaes Grigoleto, participou do encontro. Ela conta que apesar de a escola já atuar com o PUFV há sete anos, a capacitação garantiu subsídios para melhor orientar os professores. “O programa da Sicredi União fez muita diferença na nossa escola, agora os pais estão muito mais participativos e os alunos mais motivados, principalmente com as experiências que os levam para além da escola”, comenta.

Implantação - Na área de atuação da Sicredi União PR/SP (Norte e Noroeste do Paraná, Leste e Centro-Leste Paulista), o PUFV foi implantado há 11 anos e hoje está em 75 municípios, envolvendo 4.200 professores e 35 mil alunos. Em 2019, foram desenvolvidos, nesses 75 municípios, 2.100 projetos. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

{vsig}2019/noticias/11/22/sicredi_uniao/{/vsig}

AGRICULTURA I: Ministério é autorizado a nomear 100 auditores fiscais até o fim do ano

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está autorizado a nomear 100 candidatos aprovados e não convocados no concurso público realizado em 2017 para o cargo de Auditor Fiscal Federal Agropecuário – Médico Veterinário. As nomeações deste ano são excedentes, pois a seleção de 2017 ofereceu 300 vagas que já foram preenchidas em 2018.

 

Nomeações - As nomeações foram autorizadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, a título de provimento adicional. A portaria foi publicada nesta quinta-feira (21/11) no Diário Oficial da União e estabelece que a nomeação deverá ocorrer até 31 de dezembro de 2019.

 

Solicitação - A convocação dos aprovados foi solicitada ao Ministério da Economia pela ministra Tereza Cristina, em março deste ano. O pedido da ministra se baseou no decreto 6944/09, que permite a nomeação de até 50% do total de vagas originais ofertadas pelo edital.

 

Condição - O provimento está condicionado à existência de vagas na data da nomeação e à declaração da secretaria executiva do Mapa sobre a adequação orçamentária e financeira das novas despesas com a Lei Orçamentária Anual e sua compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, com a demonstração da origem dos recursos. (Mapa)

AGRICULTURA II: Em Nova York, ministra assina memorando para emissão de títulos verdes

 

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) assinou, nesta quinta-feira (21/11), o memorando de entendimento com a organização não-governamental Climate Bonds Initiative (CBI) para desenvolvimento do mercado de títulos verdes do setor agropecuário brasileiro. Com este ato, o Ministério da Agricultura busca estimular novas fontes de financiamento da agropecuária brasileira, promovendo práticas e tecnologias sustentáveis.

 

MP do Agro - Este tipo de iniciativa é possível a partir da edição da Medida Provisória do Agro (MP 897/2019), que estabelece mecanismos para investimento no setor rural brasileiro. A MP está tramitando no Congresso. “Esta medida provisória também contribuirá para intensificar o segmento das finanças verdes no Brasil, com destaque para investimentos em Green e Climate Bonds”, disse a ministra, em discurso no encontro sobre oportunidades de investimento na agricultura brasileira, em Nova York.

 

Investimento - Conforme dados da Climate Bonds Initiative e Green Bond Data, no ano passado, foram investidos US$ 167 bilhões de títulos verdes. A ministra citou uma usina de São Paulo que será a primeira empresa no mundo a emitir títulos de dívida verdes certificados para bioenergia. Está prevista a emissão de cerca de US$ 50 milhões títulos recebíveis do agronegócio (CRA), certificados pela CBI, que deve atrair investidores interessados em elevar sua participação em projetos limpos.

 

Impulso- “O Ministério quer impulsionar essa agenda. O memorando de entendimento com a Climate Bonds Initiative certamente trará importantes resultados para o segmento”, afirmou a ministra.

 

Melhorias - No encontro, Tereza Cristina apresentou as melhorias adotadas no setor agropecuário brasileiro com a edição da MP do Agro. Entre elas, a possibilidade de emissão de título em moeda estrangeira para investidores não residentes, o que possibilita maior facilidade para o investimento no Brasil. Para a ministra, há no Brasil “um enorme potencial para este tipo de investimento”.

 

Reforço - “Reforço o compromisso do governo de continuar fomentando um ambiente de negócios saudável, com a simplificação da burocracia, maior facilidade de acesso ao crédito, melhoria da infraestrutura e atenção às necessidades do produtor rural, independentemente de seu tamanho”, afirmou.

 

Ampliação - Após citar acordos que vêm sendo negociados pelo governo brasileiro com outros países e blocos econômicos, a ministra disse que o Mapa trabalha para ampliar a participação da agropecuária brasileira no mundo. Destacou ainda que o Ministério da Agricultura está aberto a parcerias que contribuam para alcançar esse propósito.

 

Confiança - “Tenho confiança de que, juntos, continuaremos a construir uma agropecuária que traga prosperidade para toda a sociedade brasileira e para nossos parceiros ao redor do mundo”, disse Tereza Cristina, acrescentando que o país busca construir “uma agropecuária inovadora, dinâmica, lucrativa e sustentável”.

 

Títulos Verdes - Os títulos verdes são títulos de dívida que só podem ser usados para implantar ou refinanciar investimentos sustentáveis, capazes de trazer benefícios ao meio ambiente e contribuir para amenizar os efeitos das mudanças climáticas. Ao optar pela emissão dos títulos verdes, a empresa deve comprovar que o projeto gera impactos ambientais positivos.

 

Exemplos - Entre os títulos que se enquadram nesses parâmetros estão debêntures, debêntures de infraestrutura, Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). (Mapa)

 

{vsig}2019/noticias/11/22/agricultura_II/{/vsig}

TRABALHO I: Caged registra criação de 70,8 mil postos em outubro

 

trabalho I 22 11 2019Beneficiada pelo comércio e pelos serviços, a criação de empregos com carteira assinada atingiu, em outubro, o sétimo mês seguido de crescimento. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 70.852 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

 

Melhor nível - Esse foi o melhor nível de abertura de postos de trabalho para outubro desde 2016, quando as admissões superaram as dispensas em 76.599. A criação de empregos totaliza 841.589 de janeiro a outubro, 6,45% a mais que no mesmo período do ano passado. A geração de empregos atingiu o maior nível para os dez primeiros meses do ano desde 2014, quando tinham sido abertas 912.287 vagas no acumulado de dez meses.

 

Setores - Na divisão por ramos de atividade, cinco dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em outubro. O campeão foi o comércio, com a abertura de 43.972 postos, seguido pelos serviços, 19.123 postos. Em terceiro lugar, vem a indústria de transformação com a criação de 8.946 postos de trabalho.

 

Construção civil - O nível de emprego aumentou na construção civil com a abertura de 7.294 postos e na indústria extrativa mineral, 483 postos. No entanto, três setores demitiram mais do que contrataram: agropecuária, com o fechamento de 7.819 postos; serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento, 581 postos, e administração pública, 427 postos.

 

Mais baixa - Tradicionalmente, a geração de emprego é mais baixa em outubro. O mês costuma ser marcado pelo reforço no comércio para as contratações de fim de ano. No entanto, a indústria, que reforçou a produção em agosto e em setembro por causa do Natal, desacelera. A agropecuária também dispensa empregados por causa do fim da safra de diversos produtos, como a cana-de-açúcar e café.

 

Destaques - No comércio, a criação de empregos foi puxada pelo segmento varejista, com a abertura de 36.732 postos formais. O comércio atacadista gerou a abertura de 7.240 vagas. Nos serviços, os destaques foram venda e administração de imóveis, com 14.040 postos; transportes e comunicações, 4.348 postos, e serviços médicos, odontológicos e veterinários, 3.953 postos.

 

Transformação - Na indústria de transformação, a criação de empregos foi impulsionada pela indústria de produtos alimentícios e de bebidas, com 3.344 postos; pela indústria de calçados, 1.890 postos, e pela indústria madeireira e de móveis, com 1.166 postos de trabalho.

 

Regiões - Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em outubro. O Sul liderou a abertura de vagas, com 27.304 postos, seguido pelo Sudeste com 21.776 postos e pelo Sudeste com 15.980 postos. O Norte criou 4.315 postos de trabalho e o Centro-Oeste abriu 1.477 postos formais no mês passado.

 

Unidades da Federação - Na divisão por unidades da Federação, 23 estados geraram empregos no mês passado. As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em Minas Gerais com a abertura de 12.282 postos; São Paulo, 11.727 postos; Santa Catarina, 11.579 postos, e Rio Grande do Sul, 8.319 postos de trabalho. As unidades da Federação que registraram o fechamento de vagas formais foram Rio de Janeiro, 9.942; Distrito Federal, 1.365; Bahia, 589, e Acre, 367. (Agência Brasil)

 

TRABALHO II: Paraná amplia criação de empregos pelo sétimo mês consecutivo

 

trabalho II 22 11 2019O Paraná confirmou a onda de crescimento e pelo sétimo mês consecutivo apresentou saldo positivo na geração de empregos. De acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira (21/11) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério da Economia, o Estado abriu 7.406 postos de trabalho no mês passado. Foi o melhor outubro desde 2013, marcando uma evolução de 7% em relação ao mesmo período de 2018 (6.937).

 

Acumulado do ano - No acumulado do ano são 66.901 novas vagas. O Estado está entre os que mais geraram oportunidades de trabalho no País neste ano, junto com São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.

 

Novos investimentos - O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou o bom momento econômico do Paraná, aliando investimento em desenvolvimento regional à atração de novos investimentos. “São quase R$ 20 bilhões em investimentos privados apenas neste ano. Organizamos o Estado para facilitar a vida de quem quer gerar emprego e renda”, afirmou o governador.

 

Carências - Ratinho Junior lembrou que o Paraná atua para corrigir carências no setor de infraestrutura com foco no desenvolvimento regional. O governador citou o investimento em reforma e duplicação de rodovias, ampliação de aeroportos e da capacidade do Porto de Paranaguá. “Criamos um ambiente favorável para investimentos”, disse.

 

Reflexo - Para o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, esse índice é motivo para se comemorar, já que reflete, também, os esforços do Departamento do Trabalho. “Todas as ações da Secretaria são voltadas para acelerar a colocação dos trabalhadores no mercado e diminuir o desemprego”, afirmou Leprevost.

 

Lançamento - Ele lembrou que foi lançado recentemente o Emprega Mais Litoral, com foco nas contratações temporárias para a temporada de verão nas praias paranaenses. “Ainda em outubro o Paraná liderou o ranking nacional de quantidade de vagas ofertadas nas Agências do Trabalhador. Somos hoje o único estado do país com mais vagas disponíveis nas agências do que trabalhadores inscritos para se colocar no mercado”, enfatizou.

 

Setores - Os setores de comércio (3.199) e serviços (2.488) e foram os que mais empregaram em outubro, puxados pelo aquecimento da economia com a aproximação do fim do ano. “O comércio está sentindo o impacto das festas de fim de ano, vendendo mais e contratando mais”, explicou Suelen Glinski, economista do Departamento do Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho.

 

Destaque - No acumulado do ano, destaque para a retomada da construção civil. De janeiro a outubro o setor criou 10.656 pontos, crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. “Essa retomada é importante porque mostra a confiança dos empresários do ramo, criando um ambiente favorável e expectativa futura”, disse a economista.

 

Indústria de transformação - O terceiro setor que mais contratou foi a indústria de transformação, evidência que já havia sido detectada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que destacou o Paraná com o maior índice de crescimento na atividade industrial do País entre janeiro e agosto, com 6,7%. Em outubro foram 1.271 novas vagas no setor.

 

Subsetores - Os subsetores que mais contrataram no mês de outubro na indústria foram produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico (423), mecânica (413) e metalúrgica (248).

 

Cidades - Curitiba lidera a criação de vagas nos dez primeiros meses de 2019, com saldo de 22.256, seguida por Maringá (5.217), São José dos Pinhais (3.528), Cascavel (3.375) e Pato Branco (2.374).

 

Capital - No mês de outubro, o destaque também ficou para a capital, com a abertura de 2.559 postos, acompanhado por São José dos Pinhais (533), Cascavel (470), Toledo (433) e Maringá (335). “Os grandes centros urbanos, que sofreram muito com a longa crise, estão dando sinais de recuperação, o que é muito importante para a economia como um todo”, afirmou Suelen Galinski.

 

Região - A região Sul foi quem apresentou melhor resultado no mês passado, com a geração de 27.304 novas vagas. O Nordeste teve 21.776, o Sudeste 15.980, a região Norte registrou 4.315 e o Centro-Oeste, 1.477.

 

Estados - Entre os estados, 23 tiveram variação positiva, com destaque para Minas Gerais com 12.282 vagas; São Paulo (11.727) e Santa Catarina (11.579). Já o saldo foi negativo no Rio de Janeiro (-9.942), o Distrito Federal (-1.365), Bahia (-589) e Acre (-367).

 

Brasil - O País também obteve resultado positivo pelo sétimo mês consecutivo na geração de empregos formais. O saldo registrado é de 70.852 novas vagas, resultado de 1.365.054 admissões e 1.294.202 desligamentos no período.

 

Carteira assinada - O Paraná é o estado do Sul com maior número de trabalhadores com carteiras assinadas até 31 de outubro deste ano. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o estoque paranaense é de 2.670.695 pessoas, contra 2.546.066 do Rio Grande do Sul e 2.090.400 de Santa Catarina.

 

Impacto direto - Para a economista Suelen Glinski, do Departamento do Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, o número é importante devido ao impacto direto nos mais diversos setores da economia. “É algo muito relevante, por representar contratações com melhores salários, geração de impostos e consequentemente o desenvolvimento do Estado”, afirmou.

 

Estoque - No país, o estoque total de empregos em 39,252 milhões, superior aos 38,695 milhões registrados em outubro de 2018. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: Bancos anunciam mutirão para renegociação de dívidas em dezembro

 

economia I 22 11 2019O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, assinaram nesta quinta-feira (21/11) um acordo de cooperação técnica para promover ações coordenadas na área de educação financeira e de renegociação de dívidas. O acordo foi assinado no início da tarde desta quinta, em São Paulo.

 

Mutirão - A primeira ação do acordo será a realização de um mutirão para renegociação de dívidas, marcado para ocorrer entre os dias 2 e 6 de dezembro. Neste mutirão, participarão os bancos Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander e Banrisul. Uma novidade será que a renegociação de dívidas poderá ser feita nas próprias agências, de forma personalizada. Ao todo, 261 agências bancárias participarão do mutirão.

 

Horário estendido - As agências deverão ficar abertas até as 20h para isso. A lista com as agências participantes da ação será divulgada na próxima segunda-feira (25/11), no site Papo Reto, da Febraban.

 

Educação financeira - Durante o mutirão, disse o presidente da Febraban, também serão dadas orientações sobre educação financeira aos clientes. Cada um dos bancos envolvidos vai definir os valores e a forma de negociação. “Os bancos vão oferecer as condições mais vantajosas para a renegociação. Cada banco tem sua política própria de renegociação de dívida que vão desde o parcelamento e a troca por outra dívida, até descontos”, disse Amaury Oliva, diretor de Autorregulação e Relações com os Clientes da Febraban.

 

Outras ações - O acordo prevê ainda outras três ações. Uma delas é a criação de uma plataforma online de educação financeira que, segundo Amaury Oliva, deve ter início no próximo ano.

 

Concurso - Também estão previstos, segundo Luis Gustavo Mansur, chefe do Departamento de Promoção e Cidadania Financeira do BC, a promoção de um concurso nacional que premiará ações e iniciativas sobre educação financeira, com edital previsto inicialmente para maio do próximo ano; e ações para a Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF), que geralmente ocorre no mês de maio. “Essas iniciativas podem alcançar um público vasto: cerca de 144 milhões de brasileiros adultos, com relacionamento bancário”, disse o presidente do Banco Central.

 

Duração - O acordo não envolve a transferência de recursos financeiros entre as instituições e tem vigência de 60 meses. O plano inicial de trabalho, que prevê a realização das quatro ações (mutirão, plataforma online, concurso e apoio à Semana Nacional de Educação Financeira), terá duração de 24 meses. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: Com demanda ainda fraca, inflação segue abaixo da meta

 

A inflação ao consumidor segue em níveis baixos, refletindo em boa parte uma demanda fraca, ainda que a economia tenha dado sinais de recuperação um pouco mais firmes nos últimos meses. Itens que reagem mais ao ritmo da atividade econômica continuam extremamente comportados, como fica claro pelo resultado do núcleo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que reúne serviços, alimentos e bens industriais mais sensíveis ao ciclo econômico.

 

IPCA EX2 - Conhecido como IPCA EX2, esse núcleo está em alta de apenas 2,4% nos 12 meses até outubro, abaixo dos 2,75% do piso da banda de tolerância da meta deste ano. As cotações dos produtos industriais também mostram o efeito da fraqueza da economia. Em 12 meses, sobem apenas 1%. O grupo desses bens inclui artigos de higiene pessoal, de limpeza e vestuário, além de itens como automóveis, eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

 

Ociosidade - A grande ociosidade na economia, evidenciada pelos níveis ainda muito altos de desemprego, contribui para segurar os preços, devendo levar o IPCA a fechar pelo terceiro ano seguido abaixo da meta perseguida pelo Banco Central (BC), de 4,25% em 2019. As previsões do mercado apontam para um indicador na casa de 3,3% neste ano. Nos 12 meses até outubro, a alta é de 2,54%, mas haverá uma alta nessa base de comparação em novembro e dezembro, segundo as previsões dos analistas. Para 2020, a expectativa que aparece no Boletim Focus do BC é de um IPCA de 3,6%, também inferior ao alvo do ano que vem, de 4%.

 

Desemprego - No terceiro trimestre, a taxa de desemprego ficou em 11,8%, o equivalente a 12,5 milhões de pessoas. Além da desocupação elevada, grande parte das vagas tem surgido no setor informal. São empregos de pior qualidade, que deixam o consumidor menos confiante para gastar.

 

Demanda fraca - A economista Basiliki Litvac, da MCM Consultores, diz que alguns núcleos em níveis muito baixos refletem justamente a demanda ainda fraca. “É uma economia que ainda não ganhou mais tração”, afirma ela. “Isso segura uma série de preços.”

 

Exemplo - Basiliki cita como exemplo o núcleo IPCA EX3, que inclui apenas os serviços e bens industriais que mais reagem à atividade, diferindo do IPCA EX2 por não englobar alimentos. Nos 12 meses até outubro, o IPCA EX3 está em alta de 2,7%. Para ela, o IPCA deve fechar 2019 entre 3,3% e 3,4%, encerrando 2020 em 3,5%.

 

Câmbio - O economista Márcio Milan, da Tendências Consultoria, ressalta que a inflação segue comportada mesmo com o câmbio mais pressionado - e por um período relevante. Desde o começo de fevereiro, o dólar subiu 14,5%, oscilando na casa de R$ 4 nos últimos três meses. O ponto é que a demanda fraca dificulta o repasse da desvalorização do real e de eventuais aumentos de custos para o preço final, diz ele.

 

Fatores - Basiliki e Milan apontam ainda outros dois fatores que contribuem para a inflação continuar baixa. Segundo eles, uma ajuda importante a conter os preços tem sido a inércia, o fenômeno pelo qual a inflação passada alimenta a futura. Com o IPCA abaixo da meta desde 2017, indicadores modestos de um ano colaboram para que os índices se mantenham baixos no ano seguinte.

 

Expectativas de inflação - Outro aspecto é o comportamento das expectativas de inflação, dizem os dois economistas. As projeções dos analistas para a inflação de 2019 e 2020 estão abaixo das metas perseguidas pelo BC, de 4,25% e 4%, e exatamente nos alvos de 2021 e 2022, de 3,75% e 3,5%, segundo o Boletim Focus. Expectativas sob controle facilitam o cumprimento das metas. “Inércia favorável, expectativas ancoradas e elevada capacidade ociosa da economia seguem exercendo pressões baixistas na inflação”, resumiu a economista Julia Passabom, do Itaú Unibanco, em relatório sobre o resultado do IPCA de outubro.

 

Espaço - Com um IPCA tranquilo, o BC tem espaço para promover mais cortes dos juros, devendo mantê-los baixos por um tempo considerável. A grande ociosidade existente permite que a atividade possa acelerar nos próximos trimestres sem pressionar a inflação - a aposta da maior parte dos economistas é de que o PIB cresça em torno de 1% neste ano e 2% ou um pouco mais no ano que vem, sem que isso exija elevações dos juros básicos em 2020.

 

Consenso - O consenso de mercado é de que a Selic, hoje em 5% ao ano, terminará 2019 em 4,5% e cairá mais 0,25 ponto percentual em 2020, encerrando o ano que vem em 4,25%. Há quem ainda veja um corte adicional de 0,25 ponto, o que levaria a taxa para 4%. Com isso, o juro real (descontada a inflação) ficaria perto de zero.

 

Pressão - Nas últimas semanas, a alta das cotações de proteínas no atacado pressionou um pouco os preços ao consumidor, mas a tendência não é preocupante, segundo analistas. (Valor Econômico)

 

 

economia II 22 11 2019

IPCA-15 Prévia da inflação em novembro é a menor taxa para o mês em 21 anos

 

ipca 22 11 2019O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial do país, registrou 0,14% em novembro deste ano. O índice é superior ao observado em outubro (0,09%), mas inferior ao de novembro de 2018 (0,19%).

 

Menor - Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa é a menor taxa para meses de novembro desde 1998, quando houve deflação (queda de preços) de 0,11%.

 

Taxas - O IPCA-15 acumula taxas de 2,83% no ano e de 2,67% em 12 meses. A taxa acumulada em 12 meses é menor que a registrada em outubro (2,72%).

 

Grupos - Três dos nove grupos de despesas tiveram deflação e contribuíram para que esse fosse o mês de novembro com menor alta de preços dos últimos 21 anos, com destaque para habitação (-0,22%), influenciada pela redução média do custo da energia elétrica (-1,51%). Também tiveram deflação os artigos de residência (-0,06%) e comunicação (-0,02%).

 

Alta - Seis grupos tiveram alta de preços, com destaque para vestuário (0,68%), transportes (0,30%) e despesas pessoais (0,40%). No vestuário, destacam-se os itens de roupa masculina (1,15%), roupa infantil (0,65%) e roupa feminina (0,49%).

 

Transportes - Nos transportes, os principais aumentos vieram da gasolina (0,80%), etanol (2,53%), óleo diesel (0,58%), gás veicular (0,10%) e passagens aéreas (4,44%).

 

Alimentos e bebidas- Os alimentos e bebidas também tiveram alta de preços (0,06%), puxadas pela alimentação fora de casa (0,12%) e pelas carnes (3,08%). Outros grupos com inflação foram: saúde e cuidados pessoais (0,20%) e educação (0,04%). (Agência Brasil)

 

INFRAESTRUTURA: Receita de concessões divide o governo

 

infraestrutura 22 11 2019O projeto de uma nova lei geral de concessões abre a possibilidade de o dinheiro que as concessionárias pagam para operar o serviço não seja mais direcionado para o caixa da União. A proposta é considerada polêmica e divide o governo: enquanto integrantes do Ministério de Infraestrutura veem uma oportunidade para ampliar os investimentos no setor, a área econômica desaprova a iniciativa.

 

Relatório - O relatório do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania), apresentado nesta semana, propõe instituir na legislação o conceito da “outorga carimbada”. Isso quer dizer que o edital pode estipular que esse que esse dinheiro será direcionado a investimentos em obras públicas, aplicado diretamente pela iniciativa privada. Na prática, o chamado valor da outorga não entra na contabilidade da União e foge de “amarras” orçamentárias.

 

Medida - A medida é considerada um contrassenso com a proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, de dar mais poder ao Congresso sobre o Orçamento. A crítica é de que existem falhas no texto que acabam atendendo a interesses das empresas que vão construir e operar os serviços ofertados pelas concessões.

 

Embates - O Estadão/Broadcast apurou que a discussão do tema dentro da equipe causou embates. Integrantes do Ministério da Economia ouvidos reservadamente pela reportagem desaprovam a iniciativa. Um deles destaca que, ao impedir que esses recursos entrem no Orçamento, o dinheiro “foge do olhar” do Legislativo, indo diretamente para o privado sem que haja possibilidade de o Congresso se manifestar.

 

Demanda antiga- Essa possibilidade é uma demanda antiga do setor, principalmente da Infraestrutura, mas desagrada quem está debruçado sobre o lado fiscal do governo. O montante hoje pago pela concessionária vai para a conta do Tesouro e ajuda o governo a fechar as contas públicas. Há ainda a preocupação de se dar esse poder à iniciativa privada. Apesar de ser a administração pública quem vai definir o destino do dinheiro, na prática, é a empresa quem vai executá-lo.

 

Possibilidade - Segundo o diretor jurídico do escritório Jacoby Fernandes e Reolon, Murilo Jacoby, o dispositivo incluído pelo relator cria a possibilidade de se utilizar o dinheiro da outorga para uma finalidade específica. “Com isso, eu posso na concessão pagar a execução do projeto, ou pagar a empresa que faz a terceirização da mão de obra, ou pagar por outros projetos.” O texto define também que o pagamento poderá envolver situações que não tenham relação com a prestação do serviço público.

 

Flexibilidade - O deputado Arnaldo Jardim defendeu a iniciativa como forma de flexibilizar a destinação do dinheiro pago pelas concessionárias. Para ele, essa receita não deve ter como prioridade ser um instrumento de equilíbrio das contas do governo, mas sim ser uma ferramenta para incentivar o ciclo de investimentos.

 

Destino - “Nós propomos flexibilizar o seu destino. Em vez de simplesmente ir para o poder público, se cria a oportunidade de, a critério do poder concedente, dar outra destinação à outorga. É ele próprio quem vai determinar para onde vai o dinheiro. É uma possibilidade que se abre para não ter o engessamento da destinação”, disse Jardim.

 

Vínculo direto - Favorável ao dispositivo, Jacoby acredita que, com a inovação, é possível criar um vínculo mais direto entre concessão e investimentos, e melhorar o nível de infraestrutura no Brasil. “Olha, concessão de rodovia o dinheiro tem de ir em infraestrutura logística, por exemplo. Nosso País está atrasado. Acho que é uma demanda antiga, vejo como muito necessária”, disse.

 

Resistência - Por outro lado, ele reconhece que poderá haver resistência por parte do Ministério da Economia. “Tem de ser feita com cuidado, até para definição disso, com a fiscalização dos órgãos de controle para evitar que tenha uma evasão fiscal, uma fuga de dinheiro federal”, observou o advogado, lembrando ainda da necessidade desses recursos serem acompanhados rigorosamente pelos órgãos de controle. “Eles têm de fiscalizar esse recurso como se público fosse”, disse.

 

Nota - Em nota, o Ministério de Infraestrutura afirmou que o governo federal analisa a situação e ainda não emitiu manifestação sobre o assunto. Já o Ministério da Economia disse que não se manifestaria. (O Estado de S.Paulo)

 

SAÚDE: Vírus do sarampo está ativo em 29 municípios paranaenses

saude 22 11 2019A Secretaria de Estado da Saúde informa que já são 429 os casos confirmados de sarampo em 29 municípios paranaenses. Após 20 anos sem registro da doença, o primeiro caso foi constatado em uma paciente moradora da Região Metropolitana de Curitiba, que viajou a São Paulo e não estava vacinada.

 

Cadeias de transmissão - As cadeias de transmissão já identificadas indicam que as contaminações ocorreram em São Paulo, Santa Catarina e também nos próprios municípios paranaenses, já com vínculos secundários, ou seja, de pessoas que viajaram, tiveram a doença e passaram para outras nas cidades em que residem. Por isso é importante notificar o serviço de saúde para que seja feito o bloqueio vacinal com os contatos do paciente para evitar novos casos.

 

A doença

- O sarampo é uma doença de fácil transmissão e que se espalha rapidamente. Nas treze semanas de monitoramento, o crescimento do número de confirmações e locais de ocorrência é grande. Somente na última semana 61 pacientes foram constatados com o sarampo, um crescimento de 17%.

 

Alerta - O secretário estadual da saúde, Beto Preto, chama a atenção para o grande número de confirmações na faixa de idade de jovens adultos. “Nosso levantamento aponta que 227, dos 429 casos confirmados, são de pessoas na faixa etária entre 20 e 29 anos. São os nossos jovens, que não sabem se tomaram a vacina ou acreditam que não ficam doentes”, disse. “A vacina é uma forma de bloqueio do vírus. Se todos forem imunizados não teremos sarampo, podemos chegar novamente ao patamar que estávamos anteriormente”, afirmou.

 

Vacinação - A segunda fase da campanha está acontecendo e segue até o fim do mês. O secretário lembra que há um grande público para atingir. “O Ministério da Saúde estimou que há quase 800 mil jovens sem vacina. Esta segunda etapa de vacinação é voltada a este público, jovens entre 20 e 29 anos. Precisamos aumentar a cobertura especialmente nessa faixa de idade porque eles representam mais do que a metade dos casos no Paraná”.

 

Campanha - A campanha segue até o dia 30 (sábado), quando será realizado o dia D da vacina, em que os postos de saúde ficam abertos para que mais pessoas possam receber a dose da vacina.

 

Municípios - Curitiba é o município que apresenta maior quantidade de casos confirmados, são 278. Na região metropolitana ainda temos outros 112: 7 em Almirante Tamandaré; 3 em Araucária; 2 em Balsa Nova; 2 em Campina Grande do Sul; 3 em Campo do Tenente; 10 em Campo Largo; 26 em Colombo; 3 em Fazenda Rio Grande; 1 em Itaperuçu, 1 na Lapa; 1 em Mandirituba; 19 em Pinhais; 12 em Piraquara; 1 em Quatro Barras; 6 em Rio Branco do Sul; 15 em São José dos Pinhais.

 

Interior - No interior do estado as confirmações são: 2 em Castro; 1 em Ponta Grossa; 2 em Irati; 1 em General Carneiro; 3 Paulo Freitas; 8 em União da Vitória; 2 em Maringá; 8 em Londrina; 1 em Rolândia; 6 em Carlópolis; 4 em Jacarezinho; 1 em Toledo.

General Carneiro, Paula Freitas, Toledo tiveram os primeiros casos confirmados nesta última semana.

 

Link - Confira o boletim no link

http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=3473

 

(Agência de Notícias do Paraná)

 


Versão para impressão


RODAPE