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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4716 | 29 de Novembro de 2019

ENCONTRO ESTADUAL: Evento de celebração da família cooperativista paranaense deve reunir duas mil pessoas em Medianeira

Duas mil pessoas, entre cooperados, colaboradores, dirigentes, demais lideranças ligadas ao cooperativismo paranaense, seus familiares e convidados, são esperadas em Medianeira, na região Oeste, no dia 6 de dezembro, no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses. O evento é promovido pelo Sistema Ocepar com o propósito de celebrar as conquistas alcançadas pelo setor ao longo do ano. Pela primeira vez o Encontro Estadual será realizado no interior do Estado. As edições anteriores ocorreram em Curitiba.

Painel com autoridades - A programação será aberta oficialmente com o Painel com autoridades, que terá a presença de representantes do executivo, legislativo e entidades parceiras.

Programação - Depois, haverá a apresentação sobre a Cooperativa Lar, anfitriã do Encontro. “Improviso e criatividade” e “A arte de viver a transformação” são os temas das palestras que serão apresentadas, na sequência, pelo ator, diretor e dramaturgo, Márcio Ballas, e pelo doutor em Psiquiatria e Psicologia Médica e professor Pedro Calabrez, respectivamente. O evento será encerrado com uma grande atração: um show com o cantor medianeirense Michel Teló, que irá animar o público no período da tarde.

Inscrições - As inscrições para o Encontro devem ser efetivadas até 2 de dezembro, por meio do agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa ou no Sistema Ocepar (inscricoes@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1105).

Cooperativismo - Atualmente são 215 cooperativas de sete ramos (agropecuário, crédito, saúde, infraestrutura, consumo, transporte, trabalho, produção de bens e serviços) registradas no Sistema Ocepar. Em 2018, elas atingiram faturamento de R$ 83,7 bilhões e fecharam o ano com 1,7 milhão de cooperados e 101 mil colaboradores. As exportações somaram US$ 3,5 bilhões. No evento de Medianeira serão apresentados os resultados preliminares alcançados pelo setor em 2019.

encontro estadual folder 29 11 2019

 

SISTEMA OCEPAR: Lei Geral de Proteção de Dados é tema de palestra para colaboradores

O consultor e responsável pela área de Riscos e Compliance do Sistema Fiep, André Luiz Gusi Rosa, apresentou, na manhã desta sexta-feira (29/11), em Curitiba, palestra para os colaboradores do Sistema Ocepar sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020. “A LGPD trata da proteção de dados pessoais, e isso vai além de dados como nome, idade, endereço e CPF. É tudo aquilo que pode identificar um indivíduo perante o grupo – convicção religiosa, características físicas, raça, etnia, condição de saúde, preferências políticas, preferências sexuais, entre outras informações”, explica.

Atenção redobrada - O consultor afirma que as organizações deverão ter atenção redobrada com os dados pessoais que coletam. “Todas as empresas, independentemente do porte, estão suscetíveis a vazamento de informações de seus funcionários, clientes, fornecedores, parceiros, entre outros públicos com os quais atuam”, reforça Rosa. Por isso, é preciso adotar ações preventivas e de acompanhamento em relação à privacidade e à segurança.

Profissional especializado - Com a nova legislação, todas as companhias deverão especificar os dados pessoais coletados – quais são, por que os coletam e com qual finalidade –, bem como contar com um DPO (Data Protection Officer, ou encarregado de dados, em tradução livre). Esse profissional, que pode ser da própria empresa ou um consultor externo, é responsável por administrar o fluxo de informação nas organizações, desde sua coleta até seu tratamento. “Outras ações necessárias são ter um plano de crise para o caso de vazamento de informações e treinar todos os colaboradores, para que evitem vazamentos e saibam lidar com essas situações”, completa Rosa.

Punição - Segundo ele, as empresas que não se adequarem às novas exigências, descumprindo os requisitos, podem sofrer autuações que, se não atendidas, podem resultar em multas de até 2% do faturamento bruto anual, limitadas a R$ 50 milhões por infração. Ele citou como exemplos vazamentos de dados recentes em empresas que atuam com vendas pela internet e que foram penalizadas no país em R$ 2,5 milhões, mesmo antes de uma lei específica. “Nossa lei é uma cópia das regras que são utilizadas na Comunidade Europeia, através da General Data Protection Regulation (GDPR). A França aplicou uma multa de R$ 860 milhões no Google por vazamento de dados de milhões de franceses”, disse.

Avanços - Não há dúvidas de que as novas tecnologias trouxeram diversos avanços à sociedade. Ao mesmo tempo, a conectividade gerou problemas de privacidade e sigilo, a exemplo de diversos vazamentos de dados pessoais provocados por empresas. Prova disso é o fato do Brasil ser o segundo país com o maior número de crimes cibernéticos no mundo, conforme relatório da Symantec, de 2017. (Com informações assessoria Sistema Fiep)

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FORMAÇÃO I: Profissionais da Uniodonto Maringá participam de treinamento em gestão

Um grupo formado por dentistas cooperados da Uniodonto Maringá está participando do Treinamento em Gestão Administrativa e Financeira em Negócios Odontológicos, nesta quinta e sexta-feira (28 e 29/11), na sede da Associação Comercial de Maringá (Acim), no Noroeste do Estado. A formação, promovida pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), foi aberta pelo presidente da Uniodonto Maringá, Vampré Luiz Cardoso Oliveira, e pelo analista do Sescoop/PR, Fernando Mendes. As orientações estão sendo repassadas pelo professor Pedro Salanek Filho.

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FORMAÇÃO II: Curso de Analista de Treinamento é realizado em Maringá, dentro do Programa de Formação de Agentes

1formacao II 29 11 2019Está sendo concluído, nesta sexta-feira (29/11), o Curso de Analista de Treinamento que está em andamento desde quarta-feira (27/11), na sede da Cooperativa Cocamar, em Maringá, Noroeste do Paraná. A formação irá somar 24 horas/aula e está sendo conduzida pela instrutora Dirce Conte. Estão participando 15 profissionais que atuam como agentes de Desenvolvimento Humano e tem entre as suas atribuições fazer o levantamento das demandas de formação profissional das cooperativas do Paraná e repassá-las ao Sescoop/PR.

Programa de Formação - Esse mesmo treinamento já foi realizado em Cascavel e deverá ocorrer em Curitiba, ainda neste mês. Trata-se de uma das atividades do Programa de Formação de Agentes executado pelo Sescooo/PR, com apoio das cooperativas. “Nosso objetivo é dar continuidade aos cursos no ano que vem, com a capacitação de novas turmas”, informou o analista do Sescoop/PR, Fernando Mendes, que acompanha a formação em Maringá.

 

COOPERATIVISMO: OCB leva propostas para o Ministério do Meio Ambiente

 

cooperativismo 29 11 2019O cooperativismo busca alinhar cada vez mais o desempenho no setor produtivo com a agenda ambiental e, assim, promover uma economia mais sustentável. Com esse objetivo, o presidente do Sistema OCB apresentou ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, as propostas do setor para o avanço na política ambiental do país.

 

Temas - Em reunião realizada na sede da pasta, em Brasília, Márcio Lopes de Freitas falou dos temas com impacto para o setor que estão em debate nos Três Poderes, como é o caso da bioeconomia, geração de energia renovável, licenciamento ambiental e o Programa de Regularização Ambiental (PRA).

 

Contribuição - O presidente reforçou que o cooperativismo está à disposição para contribuir na construção de uma política ambiental sustentável e fortalecida que atenda a todos. Para isso, a entidade tem estudos e documentos técnicos que congregam a realidade das 6.848 cooperativas brasileiras, presentes tanto na zona rural quanto urbana.

 

Desenvolvimento sustentável- “O modelo econômico cooperativo compreende que para se ter uma produção geradora de riquezas é preciso estimular o desenvolvimento sustentável, que respeite o meio ambiente. E nós estamos nos aprofundando nesse propósito, com a busca de novas parcerias para que, juntos, possamos implementar ações eficazes nesse sentido”, comentou Márcio de Freitas.

 

Compromisso - As ideias foram recebidas por Salles, que se assegurou à liderança cooperativista o compromisso em analisá-las. (Informe OCB)

FRENCOOP: Sérgio Souza quer sustar efeitos da Cosit 11

frencoop 29 11 2019O deputado federal Sérgio Souza (PR) apresentou, na terça-feira (26/11), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 709/2019 para sustar a aplicação da Solução de Consulta, Cosit 11, da Receita Federal. A medida tenta evitar injustiças na cobrança previdenciária, parte do conhecido Funrural, dos produtores rurais associados em cooperativas.

 

Pagamento a mais - Pela interpretação da Receita Federal às regras atuais, o produtor rural cooperado/integrado pode estar pagando até 10 vezes mais que deveria de Funrural. Isto porque, hoje, o cálculo é feito sobre o valor da produção entregue pelo associado à cooperativa. Na avaliação de Sérgio Souza, essa conta deveria ser feita levando-se em conta os gastos dos insumos fornecidos pela cooperativa ao cooperado (pinto de um dia, ração, vacinas e outros, por exemplo).

 

Modificação - Secretário-geral da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Sérgio Souza tem trabalhado desde o início para modificar o entendimento da Receita sobre o tema. A Cosit 11, que foi publicada em 2017, entende que as cooperativas não são sociedade empresarial (Sadia, Perdigão, BRF, etc) e que, portanto, não têm direito à redução da contribuição previdenciária abatidos os valores dos insumos fornecidos.

 

Desequilíbrio - “Com esta resposta da consulta, há um desequilíbrio grande que penaliza todo o sistema cooperativo. Já tivemos na Receita Federal várias vezes para tratar do assunto, acompanhado pela ministra Tereza Cristina (Agricultura) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras”, afirmou o parlamentar.

 

Possibilidade - Em sua justificação para o PDL, o deputado defende que a Lei 13.288/16 prevê a possibilidade de utilização de contrato de integração vertical por cooperativas. Sendo assim, "a integração vertical entre cooperativas e seus associados ou entre cooperativas constitui ato cooperativo, regulado por legislação específica aplicável às sociedades cooperativas".

 

Interpretação - No entanto, de acordo com interpretação da Receita Federal, as trocas efetuadas nos contratos de integração vertical derivariam de uma relação jurídica de natureza contratual entre os parceiros.

 

Dispositivo - "O dispositivo contido na Lei 5.764/71 enumera a prestação de serviços de assistência ao cooperado como o fato distintivo entre a cooperativa e os demais arranjos contratuais, impedindo a aplicação da Lei 13.288/16". Esta interpretação faz com que os cooperados tenham que pagar alíquota maior de Funrural que grandes empresas do setor.

 

Proposta - Para acabar com o imbróglio, Sérgio Souza propôs o PDL 709/2019 para sustar os efeitos da Cosit 11. E assim, dar um fim à insegurança jurídica que hoje assombra as cooperativas integradoras do Brasil. (Assessoria de Imprensa do deputado federal Sergio Souza / OCB)

COPROSSEL: Cooperativa inaugura UBS com capacidade para beneficiar mais de 500 mil sacas de sementes

A Coprossel (Cooperativa de Produtores de Sementes) inaugurou, na manhã desta sexta-feira (29/11), em Laranjeiras do Sul (PR), a Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), considerada uma das mais modernas do Brasil. A cooperativa investiu R$ 28 milhões no empreendimento, que tem capacidade para processar 300 mil sacas de sementes de soja, 150 mil de trigo e 60 mil de feijão. A nova planta vai gerar 60 empregos diretos e amplia a escala e a competitividade da cooperativa num mercado que traz melhor remuneração à produção dos cooperados. A solenidade de inauguração reuniu cooperados e familiares, colaboradores, autoridades locais e representantes do setor cooperativista, dentre eles o presidente da Coprossel, Paulo Pinto de Oliveira Filho, e os superintendentes da Ocepar e da Fecoopar, Robson Mafioletti e Nelson Costa.

Capacidade - De acordo com o presidente da cooperativa, Paulo Pinto de Oliveira Filho, a Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) é o maior projeto da Coprossel até hoje e vai aumentar a escala de produção e comercialização. “Vamos atender aos mercados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná, e também já temos diversas parcerias com outras empresas que antes não podíamos atender e agora poderemos em função do aumento da capacidade de produção”, comemora. O presidente enfatiza que são produzidas sementes com a melhor genética, no que existe de mais moderno nesse aspecto. “Sem sombra de dúvidas é a maior e melhor UBS que está sendo construída no Paraná e América do Sul no último ano”, conclui.

A cooperativa - A Coprossel foi fundada em 1991 e reflete no nome, sua expertise em produção e beneficiamento de sementes. Atualmente conta com mais de mil associados e 230 colaboradores diretos. Sua capacidade instalada de armazenamento é de 43.1 mil toneladas, distribuídas nas unidades dos municípios de Laranjeiras do Sul (sede e filial), Rio Bonito do Iguaçu, Nova Laranjeiras e Virmond. Os associados também contam com o moinho Coprossel, o qual processa a farinha da cooperativa que é comercializada por todo o território brasileiro. (Com informações do jornal Correio do Povo do Paraná)

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FRIMESA: Central lança Canal de Denúncias

 

A Frimesa deseja cada vez mais desenvolver um trabalho ético, transparente e confiável. Para isso, melhorar os sistemas de controle de riscos é prioridade no ambiente corporativo, principalmente para atrair consumidores. A Central lançou, em 19 de novembro, o Canal de Denúncias, com acesso online e também por telefone, disponível 24 horas por dia, preparado para receber manifestações dos seus colaboradores e terceiros. 

 

Conformidade - Localizado no endereço www.frimesa.com.br/canaldedenuncias ou pelo 0800 645 50 40, esse espaço foi criado para relatos para garantir que os mais diversos processos da cooperativa estejam sendo realizados de acordo com todos os requisitos legais, princípios éticos, missão e valores da empresa, de acordo com os fundamentos corporativos. Isso inclui o relacionamento com consumidores, fornecedores, colaboradores e também com os cidadãos e consumidores finais.

 

Melhoria - Desenvolvido pela Frimesa em parceria com a empresa Ernst Young, o canal melhorará os processos, amadurecimento e evolução constante das normas e ambiente de trabalho saudável.  

 

Legislação - De acordo com o executivo da Ernst Young, Gustavo Nadalin, esse espaço cumprirá toda a legislação relacionado a cooperação, anonimato, sigilo, não retaliação e responsabilidade. “É fundamental a aplicação dos programas de conformidade porque garante a todos a conduta ética, transparente, cumprimento da lei garantindo um ambiente interno mais íntegro”, afirma. A denúncia tem origem anônima ou não.

 

Manifestações - Para o presidente da Frimesa, Valter Vanzella, as manifestações sempre existiram por cartas, mas, agora, melhorando os processos. “A ferramenta de contato é aberta a todas as manifestações e poderão ser anônimas. As informações serão avaliadas por uma empresa terceirizada e especializada, depois passará pelo Comitê de Ética. Os participantes terão um código para acompanhar todo o processo com transparência”, explica o presidente.  

 

Questões - O Canal de Denúncias Frimesa pode ser utilizado para reportar: conflito de interesses, imagem e reputação, saúde e segurança, relação com pessoas, fraude, violência física, violação de legislações, violação do Código de Ética, vazamento e/ou uso indevido de informações, destruição ou dano de bens da instituição, denúncia relacionada ao diretor executivo/presidente, denúncia relacionada ao Conselho de Administração, denúncia relacionada à equipe de auditoria, denúncia relacionada à gestores/coordenadores, reporte de brindes, presentes, doações, dúvidas e sugestões. (Imprensa Frimesa)

 

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COPAGRIL: Conhecimento e magia marcam evento anual de encerramento do Cooperjovem na cooperativa

 

A noite de quarta-feira (27/11) foi de muito conhecimento, emoção e mágica para os professores do programa Cooperjovem desenvolvido em parceria com a Cooperativa Agroindustrial Copagril. O evento, realizado no Salão Social da Associação Atlética e Cultural Copagril (AACC), em Marechal Cândido Rondon (PR), marcou o encerramento do ano e contou com as palestras de Eliseu Hoffmann e do mágico Marco Zanqueta, que abordaram os temas cooperação e educação.

 

Integração e valorização - Com a presença de educadores de vários municípios de atuação da Copagril, o evento busca a integração e a valorização dos profissionais que atuam no Cooperjovem – um programa da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e que conta com o apoio das cooperativas, entre elas a Copagril. O programa é desenvolvido junto com professores e profissionais de educação com o apoio da Copagril em seus municípios de abrangência, trabalhando principalmente com alunos dos 4º e 5º anos do ensino fundamental.

 

Presenças - Entre os presentes, o diretor vice-presidente da Copagril, Elói Darci Podkowa, e o diretor-secretário da Copagril, Márcio Buss. Em sua palavra de abertura, Elói destacou a importância do projeto e da educação cooperativa para as crianças e agradeceu a presença e o fundamental trabalho dos educadores neste processo. 

 

Palestras - A assessora de Cooperativismo da Copagril, Patrícia Carine Thomaz, explicou que a proposta do encontro é fechar o ano de trabalho com um evento para os educadores, para falar sobre o cooperativismo, compartilhar experiências e reforçar as práticas educacionais com o propósito de fortalecer a consciência cooperativa em educadores e por conseguinte em alunos. 

A noite começou com uma palestra especial com Eliseu Hoffmann, com o tema intitulado “Despertando e Motivando para novos tempos” ele falou sobre a profissão do educador e sobre o comportamento humano, descrevendo sobre a cooperação e o trabalho do dia a dia, a fim de dar “um gás” para os projetos e ações do próximo ano. “O mundo pede por mais cooperação. A competição gerou uma situação onde um ganha e outro perde, mas na cooperação todos ganham juntos e isso parte de uma mudança de valores e cultura”, descreveu Hoffmann.

 

Magia - E, ainda, houve muita magia na apresentação do palestrante e mágico Marco Zanqueta. Com a apresentação “É lúdico, mas o papo é sério” ele chamou a atenção dos presentes para os vários aspectos da educação e a interação com os alunos. “A vida de um mágico é como a de um professo. O professor é o protagonista, ele é um agente de transformação. O professor e o mágico precisam acreditar naquilo que ninguém acredita e através da cooperação, que foi o grande tema da noite, a gente pode envolver o aluno mostrando que a cooperação traz um grande resultado”, completou o mágico.

 

Mascotes - E a noite ainda contou com presentes especiais aos participantes e a presença das mascotes do cooperativismo paranaense, o Pinho e a Pinha. 

 

Cooperjovem na Copagril - A assessoria de Cooperativismo da Copagril trabalha em conjunto com as secretarias de educação, escolas e educadores para fomentar as práticas cooperativistas por meio de atividades educacionais, que incentivam o desenvolvimento das crianças e jovens no trabalho em cooperação em todos os momentos da vida. (Imprensa Copagril)

 

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SICREDI: Fundo de investimento da instituição cooperativa está entre os 10 mais rentáveis do país

 

sicredi 29 11 2019Um mundo até então desconhecido para a maioria dos brasileiros, a Bolsa de Valores tem sido a alternativa para muitas pessoas que buscam resultados mais robustos com investimentos. De acordo com a B3, responsável pela Bolsa de Valores no Brasil, em setembro, o número de pessoas com ações ultrapassou 1,4 milhão e bateu recorde. Confiança que pode aumentar ainda mais com o recente anúncio do Banco Central sobre o corte na taxa básica de juros, reduzindo a Selic para 5% ao ano. 

 

Alternativas - Quem pretende entrar nesse mercado pode comprar ações individualmente, investir no índice ou aplicar no fundo de ações. “Investimentos de renda variável possuem maior volatilidade e, por isso, é necessária mais cautela dos investidores, que precisam conhecer o seu perfil de investidor e ter uma visão mais a médio e longo prazo”, explica a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França. 

 

Destaque - A primeira instituição financeira cooperativa do Brasil tem se destacado no setor. Recentemente, o fundo Schroder Sicredi Ibovespa FIA ficou entre os 10 mais rentáveis fundos de ações com gestão ativa, de acordo com publicação Valor Investe. Considerados uma alternativa de investimento menos arriscada, os fundos de gestão ativa contam com análises dos ativos da carteira e dos diferentes cenários realizados por especialistas da área. 

 

Desmistificando o mercado - Com mais de 4 milhões de associados em todo o país e solidez no mercado financeiro, o Sicredi vem se destacando com diversas opções de investimentos. A instituição financeira cooperativa administra mais de R$ 109 bilhões em ativos e conta com a segurança do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito sobre os depósitos. Possui classificação excelente na Moody’s, S&P Global e FitchRatings, que são os principais ratings do setor, e administra mais de R$ 33 bilhões em fundos próprios de investimentos, além de produtos de parceiros.

 

Hotsite - De olho nesse mercado e nas necessidades dos associados em diversificar investimentos, em novembro, o Sicredi lançou o hotsite Investindo Juntos, com objetivo de tirar dúvidas dos associados sobre as opções mais adequadas a cada perfil, além de incentivar a realização de um teste que indica, por meio de perguntas rápidas, perfil do investidor: conservador, moderado ou arrojado. Com base nesta identificação fica mais fácil tomar a decisão sobre qual produto contratar. “No cooperativismo temos como premissa o relacionamento próximo e a oferta adequada de soluções financeiras para nossos associados, por isso a importância de qualificar a informação oferecida”, explica Adriana. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

UNIPRIME PIONEIRA DO PR: Cooperativa inaugura primeira agência fora do Estado

 

Fronteira não é sinônimo de limitação, especialmente para a Uniprime Pioneira do Paraná que avançou sua área de atuação para o Estado do Mato Grosso do Sul ao inaugurar, no dia 22 de novembro, a agência na cidade de Mundo Novo. A aposta no potencial daquela terra e de seu povo encorajou a realização desse projeto, idealizado há anos e concretizado em uma sala de aproximadamente 145 metros quadrados, localizado em uma das principais avenidas da cidade sul mato-grossense. 

 

Estrutura - Uma estrutura digna da receptividade e acolhimento da comunidade local. “Apostamos no sucesso deste empreendimento e esse grande passo, fora do Estado do Paraná, nos serve também como estímulo para continuarmos com o nosso processo de expansão”, declara o presidente da Uniprime Pioneira do Paraná, Orley Campagnolo. 

 

Felicidade - Cooperada da Uniprime há muitos anos, porém, sendo atendida na cidade vizinha de Guaíra, Rosimeire Garboza aguardava com ansiedade a instalação da agência em Mundo Novo. “A Uniprime sempre foi minha cooperativa e agora, estando aqui, na minha casa, é sinônimo de muita felicidade”, enaltece. 

 

Projeção - O conselheiro e coordenador da agência de Guaíra, Paulo César de Miranda relata que há mais de dez anos cooperados de Mundo Novo eram atendidos em Guaíra, localizada há 24 quilômetros de distância. “Abrimos a agência nova já com um número substancial de cooperados e com a projeção de fazer dela uma grande unidade”, anseia. 

 

Crescimento - Para o diretor superintendente da Uniprime Pioneira do Paraná e também diretor financeiro da Uniprime Central Interestadual. Hiroshi Nishitani, a conquista de um novo território é carregada de grandes expectativas de seu crescimento. “É como aguardar a chegada de um filho, com grandes projeções e anseios de seu desenvolvimento”. 

 

Inauguração e celebração - A chegada da 10ª agência da singular Pioneira do Paraná foi marcada por uma cerimônia festiva, que contou com a presença de autoridades locais, da Uniprime Centro Oeste do Brasil, com sede em Campo Grande, cooperados e colaboradores. “É um empreendimento que vem para crescer junto da nossa cidade. Com esse investimento, temos a certeza que estamos no caminho certo”, destacou o prefeito de Mundo Novo, Valdomiro Sobrinho. 

 

Bem-estar e bons negócios - A unidade de Mundo Novo busca proporcionar bem-estar e satisfazer os cooperados, tanto na estrutura física quanto no atendimento. O espaço está localizado em área estratégica da cidade, bem no centro, próxima a estabelecimentos comerciais importantes. Deste modo, o cooperado pode aproveitar sua ida à agência para resolver outros compromissos em seguida, como ir ao supermercado, igreja, farmácia, restaurante, Correios ou lojas em geral. Além disso, a Prefeitura Municipal executou mais um estacionamento perto da Uniprime para aumentar o número de vagas disponíveis para veículos e, assim, garantir maior comodidade aos usuários. 

 

Ambiente interno - Quanto ao ambiente interno, a agência de Mundo Novo foi projetada de forma a garantir conforto, segurança e privacidade aos cooperados e colaboradores, priorizando a boa iluminação e o melhor aproveitamento do espaço disponível. Ela conta com ambientes agradáveis para a espera, com mesas, cadeiras e sofá, onde os cooperados possam se sentir à vontade para tomar um café, assistir televisão, fazer uma leitura e/ou usar a internet Wi-fi enquanto aguardam para ser atendidos. Ainda, a unidade possui dois guichês de caixas a fim de agilizar o atendimento, isolados por vidros para maior privacidade.

 

Negócios - Com relação aos atendimentos de negócios, o espaço dispõe das práticas mesas redondas com divisórias em vidro (características das agências de layout novo), que aproximam cooperado do colaborador e facilitam a conversa. E, caso se deseje um atendimento privativo ou realizar uma reunião de negócios, há também uma sala de reuniões equipada com televisor para apresentações multimídia. 

 

Café - Ademais, o grande diferencial é o local para o café que, aliado ao espaço amplo da agência, chama a atenção logo na entrada: ele contém um painel de televisão com bancadas em uma agradável combinação de cores e detalhes em MDF, iluminação em LED e floreiras com plantas naturais. Aliás, na agência foram colocados diversos vasos de plantas em locais estratégicos, nas áreas internas e externas, para embelezar, colorir e ajudar a purificar o ar dos ambientes. (Imprensa Uniprime Pioneira do Paraná)

 

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SICOOB UNICOOB: Cooperativas recebem workshops sobre relacionamento com os cooperados

 

A equipe da Unidade de Desenvolvimento Cooperativo (UDC) tem marcado presença nas cooperativas do Sicoob Central Unicoob para realizar os workshops dos Programas Integrar e Desenvolver, eventos que, desde agosto, têm mostrado aos colaboradores os objetivos e o papel de cada um na execução dos projetos. 

 

Participantes - Desta vez, foram os integrantes das cooperativas Sicoob Ouro Verde (14/10), Sicoob Horizonte (15/10), Sicoob Ouro Branco (17/10), Sicoob Arenito (19/10) e Sicoob Médio Oeste (24/10), que participaram dos workshops e tiveram a oportunidade de entender como funcionarão os programas que, além de aprimorar o relacionamento com os cooperados e fortalecer o sentimento de pertencimento, também visam a aproximação, manutenção, desenvolvimento, fidelização dos sócios e  a criação de um padrão sistêmico de excelência no atendimento.

 

Etapa - De acordo com a analista da Unidade de Desenvolvimento Cooperativo, Vanessa Floriano, a realização do workshop é uma etapa do Programa Integrar, que como as demais, depende muito do envolvimento e comprometimento dos colaboradores. “Entendemos que, para alcançar os resultados almejados pelos programas, os funcionários precisam ter um papel de protagonistas. Por isso, nesse workshop, cada colaborador tem voz ativa e participa da construção de um modelo que será aplicado por ele mesmo no dia a dia.”

 

Resgate da essência - Um dos resultados esperados pela equipe da UDC é que, por meio dos programas Integrar e Desenvolver, as cooperativas do Sicoob Central Unicoob consigam resgatar os valores essenciais do cooperativismo. Por isso, durante o evento, os colaboradores participaram de um momento em que analisam os diferenciais de uma cooperativa de crédito em relação aos bancos e, juntos, sugerem ações que podem mudar a relação com os cooperados e dar a eles o sentimento de pertencimento. 

 

Sentimento cooperativista - “Precisamos ter inserido em nosso dia a dia o sentimento cooperativista para poder passar com mais segurança e clareza para o nosso cooperado o diferencial de nossa instituição. A partir do momento que conseguirmos passar para ele essa importância, conseguiremos nos aproximar mais deles e isso naturalmente será revertido em resultados”, destaca a gerente de negócios do departamento de Agronegócios do Sicoob Ouro Verde, Nadia de Castro Silveira Lovetro. 

 

Estreitamento - Para a analista de risco do Sicoob Horizonte, Paula DOS Santos Duarte, a implantação dos programas é uma grande possibilidade de estreitar o relacionamento entre cooperativa e os públicos interno e externo, além de dar importância para cada colaborador dentro do processo. “As ações planejadas nos aproximam de uma realidade que sempre almejamos, um relacionamento contínuo e, respectivamente, a fidelização dos nossos cooperados. Cada colaborador terá um papel determinante para o sucesso, e ter a oportunidade de contribuir com essa construção, é gratificante.”

 

Padronização e excelência - Em relação à criação de um padrão sistêmico de relacionamento com os cooperados e excelência no atendimento, o gerente de desenvolvimento humano e organizacional do Sicoob Ouro Verde, Julio Cezar Cruz da Trindade, destaca que o Integrar e o Desenvolver vão unificar o que muitas cooperativas já fazem. “Com certeza os programas serão meios formais para que nossas equipes atuem de forma mais estruturada e até mesmo padronizada, pois hoje já fazemos muito em relação ao tema, mas cada um faz do próprio jeito. Agora vamos resgatar e valorizar o que de fato nos diferencia das outras instituições financeiras.”

 

Inovação faz parte da essência - Para o diretor superintendente do Sicoob Horizonte, Eduardo Oliveira Pereira, o resgate de valores que os programas vão proporcionar é de extrema importância, pois privilegia a relação entre cooperativa e cooperado, um diferencial que o sistema cooperativista carrega desde o surgimento. “Falamos muito de inovação nos dias atuais, mas o cooperativismo é inovador desde a existência. É importante sempre relembrarmos nossas razões de existir, nossos princípios e que a prioridade é o cooperado. É preciso reestabelecer essa relação de confiança entre a cooperativa e os sócios, pois esse é o caminho para enfrentarmos a acirrada concorrência do mercado financeiro.”

 

Total - Ao todo, os cinco workshops realizados reuniram 657 colaboradores.  

 

Programas Integrar e Desenvolver - Criados pela UDC do Sicoob Central Unicoob, os programas têm o objetivo de integrar e desenvolver os cooperados, estimulando uma aproximação e contato mais frequente com as cooperativas, não relacionado diretamente aos produtos e serviços.

 

Foco - O programa Integrar trabalhará a entrada, manutenção e a fidelização dos associados na cooperativa por meio de ações de inclusão, no intuito de compartilhar informações sobre a cultura cooperativista e apresentar as diferenças em relação às instituições financeiras tradicionais, ou seja, trabalhar a aderência do cooperado apresentando trilhas de desenvolvimento para que ele entenda que o Sicoob é a casa dele.

 

Representatividade - No Desenvolver o objetivo é ampliar a representatividade nos comitês e conselhos dentro das singulares, capacitando cooperados para integrarem o Conselho de Orientação Estratégica (COE) e o colégio de delegados até chegar à formação de futuros dirigentes cooperativos. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Sétima agência é inaugurada em Foz do Iguaçu

 

sicoob tres fronteiras 29 10 2019O Sicoob Três Fronteiras inaugurou, na noite de terça-feira (26/11), a sétima agência em Foz do Iguaçu e a nova Unidade Administrativa, ambas situadas na sede do Centro Integrado de Desenvolvimento Regional (CID).

 

Presenças - A cerimônia de inauguração contou com a presença de cooperados, colaboradores, autoridades da cooperativa, do Sicoob Central Unicoob e de instituições como a Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (Acifi) e a Oeste em Desenvolvimento.

 

Retorno - A singular, que foi fundada por empresários ligados à Acifi, retorna após 18 anos ao prédio onde nasceu a ideia de trazer o Sicoob a Foz do Iguaçu. 

 

Boas-vindas - Em seu discurso, o presidente da Acifi, Faisal Ismail, desejou as boas-vindas ao Sicoob e falou sobre a importância da cooperativa para a comunidade. "O cooperativismo é um dos ciclos mais virtuosos para a sociedade, porque recebe dela, mas também a devolve", afirmou.

 

Alegria - "Como cidadão de Foz, é uma alegria poder comemorar esta inauguração e retornar ao prédio onde tudo começou. As energias daquela época ainda estão aqui", comentou o Presidente do Oeste em Desenvolvimento e cooperado, Danilo Vendruscolo.

 

Projeto de expansão - As inaugurações representam e consolidam o projeto de expansão idealizado pela cooperativa para a região Oeste do Paraná e região Metropolitana de Porto Alegre. No mês de setembro, foram abertas agências em Canoas e Gravataí, no estado gaúcho.

 

Difícil - "O começo da cooperativa foi difícil, mas a união e a garra dos cooperados a mantiveram forte e a colocaram no patamar que está hoje", ressaltou o cooperado, Elias João Dandolini, que está no Sicoob Três Fronteiras desde o início. (Imprensa Sicoob Unicoob)

UNIMED LONDRINA: Cooperativa realiza Passeio Ciclístico no Lago Igapó

 

unimed londrina 29 11 2019A Unimed Londrina convida toda a comunidade para tirar a bike de casa e dar uma volta num dos principais pontos da cidade. No dia 15 de dezembro, no Aterro do Lago Igapó, a cooperativa realiza o Passeio Ciclístico Unimed Inspira. O evento começará às 7h30, quando serão entregues os kits dos participantes. A largada será às 9h. 

 

Movimento nacional - A gerente de Marketing e Comunicação da Unimed Londrina, Dayane Santana, explica que o evento integra um movimento nacional organizado pela Unimed do Brasil. "A ideia é fortalecer a cooperativa como promotora de saúde e cuidado, ainda mais estimulando as pessoas a adotarem um hábito saudável em sua rotina", destaca a gerente ao citar a campanha Mude1Hábito. A iniciativa propõe a troca de uma ação por outra mais saudável, como reduzir uma colher de açúcar no café, substituir 1 hora de navegação no celular por leitura ou descer do ônibus um ponto antes do habitual.

 

Percurso - O percurso programado para o passeio ciclístico será de 10 km, em torno do lago. Além do passeio, a organização oferecerá na arena serviços de aferição de pressão, teste de glicemia e orientações de saúde gratuitamente. Clientes Unimed Londrina poderão se vacinar de graça contra a gripe mediante a apresentação do cartão do plano de saúde.

 

Inscrição - Os interessados devem fazer a inscrição gratuitamente no link https://www.centraldacorrida.com.br/passeio-ciclistico-unimed-inspira-2019/payments/identification até o dia 13 de dezembro. Estão disponíveis 600 vagas. Os inscritos também devem levar 5 kg de alimentos não perecível (exceto sal) no dia do evento.

 

Detalhes - A organização orienta os participantes a se preocuparem com alguns detalhes: levar água, utilizar o protetor solar, revisar a bike, usar capacete e chegar alguns minutos antes da entrega do kit.

 

Mais informações - Para mais informações, acesse a página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/2831889393566902/. (Imprensa Unimed Londrina)

GOVERNANÇA COOPERATIVA: Evento reforça a importância de advocacia especializada para uma gestão eficiente

 

A importância da consultoria jurídica especializada em modelos de gestão executiva em relação à legislação que rege o setor cooperativo e o mercado de maneira geral foi reconhecida pelos participantes do evento “Governança Cooperativa: responsabilidade civil dos administradores”, promovido pelo escritório Assis Gonçalves - Kloss Neto Advogados Associados, na noite de 21 de novembro, em Curitiba.

 

Apresentações - O encontro contou com apresentação dos advogados Paulo Sergio Nied e Micheli Mayumi Iwasaki, respectivamente, presidente e membro da Comissão de Direito Cooperativo da OAB Paraná, e do presidente executivo da Capal Cooperativa Agroindustrial, Adilson Roberto Fuga.

 

Conceito e princípios - A advogada Micheli Mayumi Iwasaki iniciou o evento apresentando o conceito e governança e sua relação com os princípios do cooperativismo. Fez observações sobre a estruturação da governança cooperativa e abordou ainda as premissas da Gestão Democrática e os conflitos de interesses de ordem legal sob a ótica da Lei Geral das Sociedades Cooperativas. Por fim comentou brevemente os novos desafios impostos pela Lei Anticorrupção e a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD.

 

Cooperados - Em sua exposição, Micheli Iwasaki indicou que as boas práticas de governança estão fundamentadas nos valores e princípios cooperativistas. Explicou que a atuação dos conselheiros e diretores deve garantir a consecução dos objetivos sociais e assegurar a gestão da cooperativa de modo sustentável e em consonância com os interesses dos cooperados.

 

Princípios - Neste contexto, a advogada ressaltou dois princípios que influenciam diretamente à governança: o da dupla-qualidade, em que a doutrina trata da particularidade em que o cooperado é ao mesmo tempo sócio e usuário ou cliente da sociedade; e o da gestão democrática valor universal característico das cooperativas, em que a condição de igualdade entre os associados, aumenta a complexidade da governança pela diversidade de atores envolvidos.

 

Responsabilidades dos administradores - No evento, o advogado Paulo Sergio Nied expôs em linhas gerais as responsabilidades dos administradores de cooperativa. Como a matéria é muito extensa, concentrou sua apresentação no que prevê a Lei das Sociedades Anônimas (Lei 6.404/1976) e a Lei Geral das Sociedades Cooperativas (Lei 5.764/1971), afirmando que é necessário um norte que deve pautar a prática dos atos dos gestores e, assim, evitar a responsabilização. 

 

Conduta - Além disso, é importante avaliar a conduta dos administradores considerando a especificidade de cada cooperativa, recomendou. “Os valores e princípios cooperativistas sinalizam para a adoção de modelos de governança cooperativa alinhados com a sua própria identidade e realidade concreta”, destacou o advogado. Cabe lembrar que se considera boa prática a segregação entre propriedade e gestão, adotando um modelo de governança estruturado sob a forma de Conselho de Administração ou Diretoria e Gestão Executiva, observou Paulo Nied. 

 

Equiparação - Disse que o artigo 53 da Lei Geral das Sociedades Cooperativas equipara os componentes da Administração e do Conselho Fiscal das cooperativas aos administradores das Sociedades Anônimas para efeito de responsabilização criminal, mas não para efeito de responsabilização civil. Ponderou, no entanto, que mesmo para efeito de responsabilização civil, é salutar que se observem as regras gerais de conduta dos administradores de Sociedades Anônimas. Paulo Nied finalizou sua apresentação, comentando sobre os deveres dos administradores previstos e o procedimento legal para a responsabilização que estão previstos na Lei 6.404. 

 

Case Capal - O presidente executivo da Capal, Adilson Fuga, apresentou um vídeo institucional e fez um breve relato sobre a atuação da cooperativa e a estrutura operacional. Detalhou o modelo de gestão executiva da empresa, cujo início se deu em um momento de crise econômica há 25 anos. Afirmou que a profissionalização é fundamental para a gestão eficiente da cooperativa. 

 

Experiências e desafios - O executivo contou sua experiência e desafios enfrentados desde a sua chegada à Capal, quando a cooperativa passava por sérias dificuldades. Tratou ainda sobre as atribuições do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva. “Por meio deste sistema, a cooperativa retomou sua rota de crescimento e hoje tem destaque no ranking nacional cooperativo e do agronegócio, bem como uma sólida situação financeira”. Ressaltou que a Capal teve uma movimentação financeira no último exercício de R$ 1,4 bilhão no último exercício.  Frisou a importância de um sistema contábil eficiente e uma gestão profissional em qualquer atividade, bem como a presença de um setor jurídico atualizado e capacitado para contribuir com uma gestão transparente e proba. 

 

Intercooperação - Adilson Fuga finalizou sua exposição comentando sobre a intercooperação, modelo de negócio que garante alianças estratégicas em investimentos, além de oferecer ao cooperado uma alternativa rentável e estruturada no mercado, em conformidade com o princípio do cooperativismo de mesma denominação. Assim, as cooperativas operam em conjunto e ganham escala de produção e força nos mercados regional, nacional e internacional como é a união das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal e que resultou na marca institucional Unium. (Assessoria de Imprensa)

 

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SANIDADE: Adapar prorroga prazo para cadastro de animais

sanidade 29 11 2019A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) prorrogou, nesta sexta-feira (29/11), a atualização do cadastro de animais para até o dia 20 de dezembro (Portaria nº 366). Os pecuaristas que não cumprirem o novo prazo estarão sujeitos a multa e podem ter a Guia de Trânsito Animal (GTA) bloqueada. A atualização é obrigatória (Decreto Estadual 12.029/2014) para os produtores rurais que detêm sob sua responsabilidade animais de interesse econômico de qualquer espécie, como bovinos, bufalinos, cabras, ovelhas, suínos, cavalos, jumentos, mulas, galinhas, peixes e abelhas.

Campanha - A campanha começou em 1º de novembro e encerraria neste sábado (30/11). “Nós decidimos estender o período de campanha para garantir o cumprimento da meta de 243,1 mil produtores cadastrados, o que deve fortalecer a transparência e controle do trânsito de animais no Paraná”, diz o gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias.

Cadastro - Para fazer a atualização cadastral, basta acessar o site www.produtor.adapar.pr.gov.br/comprovacaorebanho ou comparecer às unidades locais da Adapar, escritórios de atendimento do município ou sindicatos rurais. Dúvidas podem ser esclarecidas por meio do link “Fale Conosco” no site www.adapar.pr.gov.br/modules/contato ou na unidade mais próxima. Esse banco de dados auxilia na rastreabilidade e sanidade do rebanho, prevenindo diversas doenças. “Precisamos ter em vista a qualidade e a excelência exigidas pelo mercado”, afirma Dias.

Portaria - A portaria pode ser acessada no link www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/listarAtosAno.do?action=exibir&codAto=229385&indice=1&totalRegistros=361&anoSpan=2019&anoSelecionado=2019&mesSelecionado=0&isPaginado=true. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CAR: Proprietários precisam acompanhar Cadastro Ambiental Rural

 

car 29 11 2019O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) alerta os proprietários e possuidores de imóveis rurais (donos que não residem no local) para acompanharem o seu Cadastro Ambiental Rural (CAR). O órgão faz a análise dos cadastros e em muitos casos retorna com pedidos de complementação para conclusão do processo.

 

Finalização - A finalização do cadastro deve ser feita por meio da Central do Proprietário/Possuidor em http://www.car.gov.br/#/central/acesso. O não atendimento das notificações poderá implicar no cancelamento do CAR.

 

Corrigir - As informações do CAR são declaratórias e compete ao IAP a verificação e validação destas informações por meio do Módulo Análise do Sistema de Cadastro Ambiental Rural.

 

Fase de análise - “A fase de análise é momento em que o IAP solicita ao proprietário ou possuidor para complementar as informações ou corrigir possíveis inconsistências identificadas que podem ter sido inseridas no momento da inscrição”, explica o chefe do departamento de Monitoramento da Vegetação do IAP, Pedro Gomes Bernardino.

 

Criação do cadastro - Ele explica que após ter em mãos o recibo de inscrição no CAR é necessário criar o cadastro na Central do Proprietário/Possuidor. “Caso alguma informação tenha sido declarada errada no CAR é necessário realizar a retificação do cadastro”, complementa Bernardino.

 

Real situação - A análise do CAR permitirá que os imóveis estejam corretamente cadastrados, sem sobreposições e com informações ambientais consistentes que reflitam a real situação em campo, de acordo com a legislação vigente, garantindo a segurança jurídica ao proprietário/possuidor.

 

Resultados - Os resultados das análises são enviados via Central do Proprietário/Possuidor. Este o canal para o envio e atendimento das notificações. Elas podem ser enviadas também via correios com aviso de recebimento, por entrega presencial nos escritórios regionais ou por publicação em diário oficial.

 

CAR - O Cadastro Ambiental Rural é um registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais, instituído pela Lei Federal nº 12.651/12.

 

Total de imóveis - O Paraná possui cerca de 450 mil imóveis rurais com CAR e que estão registrados no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar), correspondendo a 16 milhões de hectares.

 

Prazo - A Lei n° 13.887, de 17 de outubro de 2019, estabeleceu prazo indeterminado para aderir o CAR. Portanto, atualmente todo imóvel rural deve estar cadastrado no SICAR.

 

Regularização ambiental - O Programa de Regularização Ambiental (PRA) compreende o conjunto de ações ou iniciativas a serem desenvolvidas por proprietários e/ou possuidores rurais com o objetivo de adequar e promover a regularização ambiental de seus imóveis rurais, com vistas ao cumprimento do disposto no Capítulo XIII da Lei nº 12.651/2012.

 

PRA - Realizada a inscrição no CAR, os proprietários ou possuidores de imóveis rurais com passivo ambiental relativo à supressão irregular de remanescentes de vegetação nativa, ocorrida até 22 de julho de 2008, em Áreas de Preservação Permanente (APP), de Reserva Legal (RL) e de uso restrito (AUR), poderão solicitar a adesão ao PRA para proceder à regularização ambiental de seus imóveis rurais.

 

Regularização - A regularização poderá ser efetivada mediante recuperação, recomposição, regeneração ou compensação. A compensação aplica-se exclusivamente às RL suprimidas até aquela data. (Agência de Notícias do Paraná)

PROAGIR: Mapa lança programa que integra ações de gestão de risco climático

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou nesta quinta-feira (28/11) o Programa Agro Gestão Integrada de Riscos, o Proagir.  O objetivo é integrar todas as ações relacionadas à gestão de risco climático e também difundir a importância da contratação de um seguro rural. Em 2020, o Governo Federal destinará R$ 1 bilhão para subvencionar a contratação de apólices, o maior montante desde a criação do seguro rural, em 2004.

 

Visão integrada - "Queremos dar uma visão integrada para a gestão do seguro rural no Brasil", afirmou o secretário de Política Agrícola do Mapa, Eduardo Sampaio, que fez o lançamento do programa. 

 

Reestruturação - O Proagir prevê reestruturação e aperfeiçoamento das seguintes ações: Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), Garantia-Safra e Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc).

 

Presenças - Participaram do lançamento o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa e gestor do Proagir, Pedro Loyola; o presidente da Embrapa, Celso Moretti; e o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile. 

 

Vigência - O programa tem vigência até 2022 com entregas graduais.

 

Projeto estratégico - Veja abaixo os sete projetos estratégicos do Proagir:

 

1) Promoção do Seguro Rural

A ideia é disseminar o Programa de Subvenção ao Seguro Rural em todo o país e entre as culturas com baixa cobertura (baixo índice de contratação do seguro), além de atrair novas seguradoras. Hoje, a maioria das apólices é contratada por produtores de soja, milho, trigo, uva e maçã, nas regiões Sudeste e Sul. Eduardo Sampaio citou que já há conversas para seguro de arroz e setor aquícola. 

Outro objetivo é ampliar a cobertura nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. O seguro minimiza os riscos de prejuízo para o produtor, contribui para estabilidade da renda, permanência na atividade e reduz a chance de endividamento. "Tem que ter mais gente falando de seguro no Brasil e atrairmos mais seguradoras", disse o secretário Eduardo Sampaio, que representou a ministra Tereza Cristina na cerimônia. 

No programa de seguro rural, o produtor adquire uma apólice para a lavoura/atividade com o auxílio financeiro do governo federal. Em caso de quebra da safra por causa de evento climático adverso (seca ou excesso de chuvas, por exemplo) ou variação de preços, as obrigações financeiras do produtor são pagas pela seguradora.

 

2) Reestruturação do Garantia-Safra

Reestruturar metodologia, sistemas e ampliar a eficiência do programa, que atende em torno de 900 mil produtores da agricultura familiar.  O programa apoia os agricultores familiares de municípios com histórico de perda da safra por causa da seca ou excesso de chuvas, principalmente no Nordeste e no norte dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. 

Atualmente, o programa utiliza quatro índices diferentes (laudos, Inmet, Cemaden e LSPA/IBGE) para calcular as perdas do produtor e no município onde vive. A ideia é criar um índice único, sem a necessidade de um perito ir a campo para checar as perdas, com uso de informações de satélite, tecnológicas e meteorológicas. 

"Por meio deste índice, teremos condições de informar de forma mais rápida ao produtor se ele irá receber o benefício ao final da safra", explica o diretor de Gestão de Riscos do Mapa e gestor do Proagir, Pedro Loyola. O índice será desenvolvido pela Embrapa, com apoio do Cemaden e Inmet, e deve ser concluído em um prazo de dois anos. 

Outro estudo é em relação ao pagamento. Hoje, o produtor com direito ao Garantia-Safra recebe o valor de R$ 850, dividido em cinco parcelas. "Vamos fazer também a simplificação do pagamento para evitar que a pessoa tenha que ir cinco vezes ao município para receber", disse o secretário Eduardo Sampaio. 

Na safra 2019/2020, serão disponibilizados R$ 468 milhões da União para o Garantia-Safra. O público-alvo é formado por agricultores com renda familiar mensal de no máximo um salário mínimo e meio e que plantam de 0,6 a 5 hectares de feijão, milho, arroz, mandioca e algodão. O benefício é pago quando o município comprova perda de, pelo mesmo, 50% da produção agrícola. 

 

3) Grupo de Trabalho de Agrometeorologia

Elaborar diagnóstico das ações prioritárias que podem ser desenvolvidas pelo Mapa no âmbito dos serviços de meteorologia agrícola e monitoramento climático. Dentro do trabalho do grupo, o Inmet lançou o novo Boletim Agroclimatológico.

 

4) Modernização do Zarc

Aperfeiçoar e modernizar a metodologia dos estudos do Zoneamento Agrícola de Risco Climático, criando plataforma digital para divulgar os resultados e evoluções do aplicativo Plantio Certo. Outro objetivo é a inclusão de novas culturas no zoneamento. Hoje, são 44 cadeias produtivas com zoneamento agrícola. 

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados a problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos. "Com o zoneamento agrícola de risco climático, um dos pilares do Proagir, tornamos essa situação de risco cada vez menos problemática para o produtor rural", destacou o presidente da Embrapa, Celso Moretti.  

O sistema considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude). Os agricultores são obrigados a seguir as indicações do Zarc para contratar recursos do crédito rural, da agricultura familiar e do seguro rural.

A partir da safra 2019/2020, o Zarc está disponível em aplicativo para tablets e smartphones: o Zarc Plantio Certo, tornando a consulta mais fácil e ágil.

 

5) Digitalização dos processos da Comissão Especial de Recursos do Proagro

Tornar digital e eletrônico todo o processo de recebimento e a análise dos recursos apresentados por produtores rurais, visando entregar os resultados com maior agilidade aos produtores. O Proagro atende aos pequenos e médios produtores que têm a colheita ou o rebanho prejudicados por fenômenos naturais, como enchentes ou secas, pragas e doenças.

Esses produtores ficam desobrigados de liquidar as operações de crédito rural para custeio, na forma estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Ao ter um processo de comunicação de perdas indeferido nas instituições financeiras, o produtor tem direito a recorrer administrativamente, o que é analisado e julgado pela CER-Proagro

 

6) Qualificação dos Peritos Agrícolas

Criar o Cadastro Nacional de Encarregados de Comprovação de perdas (peritos agrícolas) do Proagro, Garantia-Safra e do Programa de Subvenção do Seguro Rural (PSR), integrando as ações de supervisão, capacitação, controle de qualidade, cadastro de peritos e gestão da rede. Os peritos passarão por capacitação e certificação até 2022. As seguradoras têm até junho de 2020 para cadastrar os peritos.

Após essa data, a capacitação será iniciada. "Hoje temos muitos peritos especializados em grãos e frutas. Vamos capacitar peritos para seguros da área aquícola e de produtos florestais", disse o diretor Pedro Loyola. 

De acordo com o diretor, serão estabelecidas normas para punição em casos de irregularidades ou fraudes de perícias. 

 

7) Inovação na Gestão de Riscos

Garantir a constante evolução dos programas de Gestão de Riscos com a utilização de pesquisa aplicada e acesso à informação aliados à inovação tecnológica. (Mapa)

 

Confira aqui a apresentação do Proagir

 

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ECONOMIA I: Superávit do Governo Central cai em outubro e chega a R$ 8,7 bilhões

 

economia I 29 11 2019Influenciado pela queda nos royalties de petróleo e na arrecadação de tributos ligados ao consumo, o superávit do Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – caiu em outubro. Segundo números divulgados na tarde desta quinta-feira (28/11) pelo Tesouro, o resultado positivo chegou a R$ 8,673 bilhões no mês passado, contra R$ 9,509 bilhões em outubro de 2018.

 

Esforço fiscal - O esforço fiscal foi 11% inferior ao superávit de outubro do ano passado, descontando a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De acordo com o Tesouro, o superávit foi semelhante à previsão dos analistas de mercado. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, realizada pelo Ministério da Economia, as instituições financeiras projetavam superávit primário de R$ 8,6 bilhões para outubro. Essa previsão leva em conta o critério da mediana, valor central em torno do qual uma medida oscila.

 

Outubro - Com o resultado de outubro, o déficit primário caiu para R$ 63,796 bilhões no acumulado de 2019, contra déficit de R$ 72,256 bilhões no mesmo período do ano passado. O resultado primário representa o superávit ou déficit nas contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.

 

Receitas menores - Segundo o Tesouro Nacional, o resultado de outubro foi influenciado pela queda de R$ 1,1 bilhão nas receitas líquidas em relação ao mesmo mês do ano passado. O maior fator para a queda foi a redução de R$ 3 bilhões na arrecadação da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), pela queda de R$ 1,6 bilhão no pagamento de royalties de petróleo e na redução de R$ 1,5 bilhão em concessões e permissões.

 

Fatores estatísticos - Fatores estatísticos também influenciaram a queda nas receitas. Isso porque, em outubro do ano passado, o governo havia recebido R$ 1,7 bilhão do leilão da 4ª rodada de partilha do pré-sal. Neste ano, os leilões do excedente da cessão onerosa e da 6ª rodada de partilha ocorreram no início de novembro, o que impactou a comparação mês a mês.

 

Folga na meta - Segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o Governo Central precisa fechar 2019 com déficit primário de R$ 139 bilhões. Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o déficit primário deverá encerrar o ano em torno de R$ 80 bilhões. O leilão da cessão onerosa e o pagamento de impostos decorrente de privatizações de subsidiárias de estatais propiciarão o resultado.

 

Empoçamento - Uma das explicações, de acordo com a Secretaria do Tesouro, é o empoçamento de recursos para os ministérios, que acumulou R$ 9,4 bilhões de janeiro a outubro e pode crescer nos dois últimos meses do ano. O empoçamento representa as verbas empenhadas (autorizadas) para serem gastas, mas que não chegam a ser executadas por causa da rigidez do orçamento.

 

Vinculação - A vinculação de despesas a determinadas receitas, explicou o Tesouro, prejudica o remanejamento de verbas entre os ministérios. Além disso, vários ministérios subvinculam recursos internamente. Ao seguirem fórmulas fixas para distribuírem as verbas, as unidades de cada ministério não conseguem remanejar dinheiro entre si.

 

Emendas impositivas - O crescimento das emendas parlamentares impositivas também leva ao empoçamento de recursos. Isso porque o governo é obrigado a empenhar (autorizar) as verbas, mas não gasta o dinheiro por causa de obras inacabadas e serviços não executados dentro do prazo. Mesmo com o atraso, os recursos não podem ser usados para outras finalidades. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Gastos com investimentos federais acumulam queda de 16,3% no ano

economia II 29 11 2019Em meio ao crescimento de gastos obrigatórios, os investimentos – gastos com obras e compra de equipamentos – acumulam queda em 2019. Segundo números divulgados nesta quinta-feira (28/11) pelo Tesouro Nacional, os investimentos totalizam R$ 30,888 bilhões de janeiro a outubro, recuo de 16,3% em relação ao mesmo período do ano passado, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 

 

PAC - Os gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) somaram R$ 16,095 bilhões de janeiro a outubro, retração de 18,9% em relação aos mesmos meses do ano passado, descontada a inflação. As despesas do Minha Casa, Minha Vida, no entanto, subiram 2,6% acima do IPCA, atingindo R$ 3,178 bilhões nos dez primeiros meses do ano. 

 

Receitas líquidas - De janeiro a outubro, as receitas líquidas acumulam alta de 0,3% acima do IPCA. As despesas totais, em contrapartida, caíram 1% descontada a inflação. Os gastos com a Previdência Social subiram 3% além da inflação, contra alta de 1,1% (também acima da inflação) dos gastos com pessoal. 

 

Despesas obrigatórias - As demais despesas obrigatórias, no entanto, acumulam queda de 5,9% descontada a inflação, por causa principalmente de gastos que ocorreram ano passado, mas não se repetiram neste ano, como o pagamento das compensações da Lei Kandir e os gastos com financiamento de campanha eleitoral. Também caíram as despesas com o Fundo de Financiamento Estudantil (-48,1%), a desoneração da folha de pagamento (-27,6%), e com subsídios (-26,9%) 

 

Custeio - As despesas de custeio (manutenção da máquina pública) acumulam queda de 7,2% descontada a inflação nos dez primeiros meses do ano. A queda decorreu do contingenciamento (bloqueio) de recursos que vigorou durante boa parte do ano. 

 

Verbas contingenciadas - Na semana passada, o governo liberou todas as verbas contingenciadas em 2019. A liberação foi possível porque o governo obteve receitas extraordinárias com tributos sobre a venda de subsidiárias de estatais e pelos leilões do excedente da cessão onerosa e da partilha do pré-sal. (Agência Brasil)

BNDES: Banco abre consulta para criar política de dados abertos

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES) abriu uma consulta pública para definir os dados que serão disponibilizados em formato aberto à população. A medida faz parte da Política Nacional de Dados Abertos do governo federal. A sondagem do banco ficará disponível em site específico criado para essa finalidade até 31 de janeiro de 2020.

 

Lista - A equipe da instituição listou 56 bases de dados que abarcam desde as operações realizadas, como instrumentos de financiamento e empresas contempladas, até a execução orçamentária e ações envolvendo a gestão de seus recursos, como contratos, licitações e outras modalidades de despesa.

 

Prioritárias - Deste total, a consulta pede aos interessados que elenquem as 10 prioritárias. Além das contribuições, também serão consideradas as buscas feitas no portal do banco, a complexidade da abertura e de que maneira o acesso ao dado favorece o controle social.

 

Política Nacional - A Política Nacional de Dados Abertos foi criada em 2016. Entre seus objetivos está fomentar uma cultura de transparência por parte destes órgãos juntamente à sociedade e oferecer informações aos cidadãos para que estes possam acompanhar a atuação do Poder Público na esfera federal.

 

Órgãos vinculados - Entre as ações da Política Nacional está a criação pelos órgãos vinculados ao Executivo de planos de dados abertos. Segundo balanço do Painel Monitoramento de Dados Abertos, mantido pela Controladoria-Geral da União (CGU), até a publicação da matéria 84 órgãos já publicaram seus planos, enquanto outros 136 ainda não haviam concluído esses instrumentos, caso que contempla o BNDES.

 

Situação - No site é possível verificar a situação de cada órgão e quais bases foram abertas por essas instituições. Se tomadas as bases de dados, das 4.200 previstas para abertura, 3.133 (75%) já foram disponibilizadas, enquanto outras 1.067 ainda estavam classificadas como “previstas” ou “em atraso”. (Agência Brasil)

SISTEMA FINANCEIRO: Regra para cheque especial mostra BC disposto a intervir

 

As novas regras do cheque especial devem provocar redução de cerca de 3%, ou R$ 6 bilhões, no lucro dos grandes bancos de capital aberto em 2020. O maior impacto da medida, porém, não é financeiro. A mensagem principal é que o Banco Central (BC) está disposto a fomentar a competição e a intervir nos casos em que a considera insuficiente para reduzir preços.

 

Sinalização importante - Essa sinalização é ainda mais importante num momento em que o regulador dá os primeiros passos concretos para a implantação do open banking no país. O BC colocou ontem em consulta pública a minuta de resolução para adotar o modelo, que obrigará as instituições financeiras a abrir à concorrência dados de seus clientes quando estes o solicitarem. O texto veio com um viés fortemente pró-consumidor e limita o espaço para os bancos dificultarem o processo de abertura das informações.

 

Cheque especial - Na noite de quarta-feira (27/11), o Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou um novo modelo para o cheque especial. Os bancos poderão cobrar tarifa dos clientes que quiserem o produto, como vinham defendendo. Em contrapartida não poderão cobrar taxa de juros superior a 8% ao mês - abaixo da média de 12,4% ao mês praticada atualmente.

 

Surpresa - A imposição do teto pegou os bancos de surpresa e deixou entre executivos do setor a sensação de que o BC poderá estipular limites em outras áreas. O rotativo e as tarifas de intercâmbio dos cartões de crédito são apontadas como algumas delas. “O Banco Central está realmente impondo uma agenda dura para os bancos líderes”, afirmaram analistas do Bradesco BBI em relatório a clientes.

 

Febraban - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou nota em que elogiou iniciativas que permitam a redução de subsídios cruzados no sistema de crédito, mas criticou o teto dos juros. “Preocupa (...) a adoção de limites oficiais e tabelamentos de preços de qualquer espécie. Medidas para eliminar custos e burocracia e estimular a concorrência são sempre mais adequadas aos interesses do mercado e dos consumidores”, disse.

 

Ação adequada - Para um ex-executivo de banco, o BC agiu adequadamente ao impor um teto, já que o cheque especial não tem se mostrado uma linha muito sensível a preços. Os clientes entram porque precisam, independentemente da taxa, observa. “Não ia mudar sem intervenção”, afirmou.

 

Questionamento - Outra fonte do setor questionou, sob a condição de anonimato, se a decisão foi tomada pelo BC ou se houve interferência do governo. A jornalistas, o presidente Jair Bolsonaro disse não ter sido consultado sobre a medida, mas a elogiou. “Nesse cheque especial, é uma crítica há muito tempo que as taxas são abusivas”, disse. O diretor de regulação do BC, Otávio Damaso, afirmou em entrevista que o cheque especial foi alterado porque não estava atendendo “as condições de competição necessárias”.

 

Impacto - Um pouco mais cedo, o presidente do Banco do Brasil (BB), Rubem Novaes, disse que as mudanças devem ter impacto negativo, mas minimizou a medida dizendo que “o cheque especial não tem esse significado todo no resultado dos bancos”.

 

CMN - Questionado sobre sua visão a respeito da nova regra, Novaes disse que tem uma posição como economista liberal, “mas o fato é que como presidente do banco tem de acatar a decisão de CMN”. O Conselho Monetário Nacional é composto pelo presidente do BC, Roberto Campos, pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo secretário-especial da Fazenda, Waldery Rodrigues Jr.

 

Produto rentável - Na visão de Jairo Saddi, advogado e professor da FGV, definir uma taxa máxima não é o ideal, mas o limite de 8% ao mês é alto só suficiente para que o cheque especial se mantenha como um produto rentável para os bancos.

 

Pregão - As ações dos bancos abriram o pregão da B3 em forte queda, mas quase todas recuperaram boa parte das perdas conforme saíram relatórios apontando que o impacto financeiro da medida é limitado.

 

Efeito negativo - O teto deve ter um efeito negativo de R$ 2 bilhões a R$ 6 bilhões no resultado combinado de Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e BB, o que corresponde a algo entre 1% e 3% do lucro líquido estimado para 2020, segundo o Credit Suisse. Nos cenários traçados, eles consideraram a redução da taxa de juros e a cobrança de tarifa de 0,25% sobre o limite do cheque especial que superar R$ 500. O impacto ficará mais próximo do piso dependendo da liberação de capital alocado no limite de cheque especial para outras linhas de crédito.

 

Redução do lucro - Para o Itaú BBA, as novas normas podem reduzir o lucro dos grandes bancos em 3%, mas o impacto no retorno sobre patrimônio líquido (ROE) será marginal. Segundo os analistas da casa, a cobrança de tarifa vai atenuar entre 15% a 25% a queda de receita com a limitação de juros.

 

Total - O BC estima um total de R$ 350 bilhões em limites aprovados para o cheque especial, com uso efetivo de R$ 26 bilhões. “Em nossas estimativas, os limites não usados de R$ 324 bilhões poderiam recuar para R$ 100 bilhões e os principais bancos reduziriam os limites na mesma proporção”, destacou o Itaú BBA. (Valor Econômico)

 

sistema financeiro quadro 29 11 2019

COMÉRCIO EXTERIOR: Secex revisa dado da balança e causa surpresa

 

comercio exterior 29 11 2019A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia revisou nesta quinta-feira (28/11) os dados da exportação em novembro, até a quarta semana. Com a revisão, a exportação do período passou de US$ 9,6 bilhões para US$ 13,498 bilhões. As importações não foram revistas. Como resultado, o déficit de US$ 1,099 bilhão nas quatro semanas se transformou em superávit de US$ 2,717 bilhões. A magnitude da revisão surpreendeu e a falta de explicações mais detalhadas deu origem a críticas de especialistas em comércio exterior.

 

Impacto - José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior (AEB), ilustra o impacto da revisão. “As minhas projeções de superávit comercial para o ano chegavam ao máximo de US$ 34 bilhões. Depois da revisão, a estimativa sobe para US$ 42 bilhões”, diz ele. Castro lembra que o resultado maior da balança comercial tem impacto também nas estimativas de balança de pagamentos.

 

Inédita - De acordo com Castro, uma revisão desse tamanho no lado das exportações é inédita. “O que se espera é que essa revisão possa ficar mais clara quando os dados da balança do mês de novembro forem divulgados na próxima semana.” A expectativa, segundo ele, é entender em quais produtos os valores de embarques foram revisados.

 

Média diária - Com a revisão, a média por dia útil exportada passou de US$ 645 milhões para US$ 899,9 milhões em novembro, até a quarta semana. A média diária em novembro de 2018 foi de US$ 1,05 bilhão. Castro lembra, porém, que o ano passado representa base alta de comparação, já que as exportações para a China cresceram como resultado do conflito do país asiático com os Estados Unidos. “Havia em novembro do ano passado exportação atípica mais forte de minério e soja”, diz ele, lembrando que novembro é período de entressafra do grão. Em novembro de 2017, a média por dia útil foi de US$ 834,2 milhões em exportações.

 

Dados anteriores - Os dados anteriores de balança até a quarta semana de novembro foram divulgados na segunda e revisados por meio de nota da Secex nesta quinta. Segundo a secretaria, foram constatadas “inconsistências” nos números de exportação registrados anteriormente. A própria secretaria destacou que os valores dos embarques foram alterados “significativamente”. Com a revisão, a balança passou a acumular superávit de US$ 37,638 bilhões até a quarta semana de novembro.

 

Evento não usual - Na nota, a secretaria diz que a magnitude da alteração foi ocasionada por “um evento não usual”, sem detalhar que evento foi esse. Procurada, a Secex não deu informações adicionais. A secretaria também ressalta que os dados semanais da balança são preliminares e passam por revisão natural no decorrer do mês. “Neste sentido, foram detectadas inconsistências relacionadas à transmissão e à recepção dos dados para processamento das estatísticas de comércio exterior. As equipes responsáveis estão mobilizadas para apurar se as inconsistências identificadas também impactaram os dados divulgados para o mês de outubro”, informou a Secex.

 

Impressão - Flavio Serrano, economista-chefe do banco Haitong, diz que a revisão apaga a impressão de que o déficit comercial estava se deteriorando muito rapidamente na passagem de outubro para novembro, o que lançava certa apreensão sobre os próximos números da conta-corrente.

 

Déficit - Os números anteriores indicavam a possibilidade de um déficit na balança comercial no mês de novembro. O último saldo negativo mensal da balança é de fevereiro de 2015, quando registrou-se déficit de US$ 2,85 bilhões. Especificamente para o mês de novembro, o último resultado negativo foi em 2014, com déficit de US$ 2,43 bilhões.

 

Críticas - A revisão dos números da Secex gerou críticas de gestores. Segundo eles, os números piores que o antecipado podem ter pesado em boa parte na disparada mais recente do dólar.

 

Erro humano - Fontes que conhecem o sistema de dados de comércio exterior explicam que a Secex tem dados diários dos registros de exportação e que a soma dos valores pode ser feita de forma automática. Um erro humano poderia ter causado a inconsistência apontada pela Secex. Poderia ter ocorrido erro em alguma parametrização de cálculo, por exemplo. “Seria um evento raro, mas que poderia acontecer”, diz a fonte. A magnitude do valor chama a atenção, declara, e por isso suscita necessidade de maiores detalhamentos pelo governo. (Valor Econômico)

OPINIÃO: Finanças de final de ano, como usar o 13º de forma consciente

 

opiniao 29 11 2019*Everton Lopes

 

É chegada a época do ano de muitas festas e confraternizações. Período em que muitos param para refletir e programar o próximo ano, momento de celebrar as conquistas e planejar os próximos desafios. É nesta época que, com a entrada do 13º salário, muitos brasileiros têm o mesmo desejo, o de fazer compras, mas antes é importante focar em uma tarefa nem tão prazerosa: quitar as dívidas! 

 

De acordo com pesquisa realizada pela empresa de informações de crédito Boa Vista Serviços, mais de 70% da população brasileira estava com a renda comprometida para o pagamento de dívidas no primeiro semestre de 2019, número muito superior aos 56% no mesmo período de 2018. Nesse cenário, o 13º salário é um valioso aliado para quitar dívidas, principalmente no cartão de crédito e no cheque especial, que têm maiores taxas de juros. Nos casos em que o recurso não é suficiente para acertar as contas, é importante priorizar o pagamento das dívidas com a maior taxa, sendo fundamental renegociar as dívidas com parcelas que caibam no orçamento.  

 

Para aqueles que não estão endividados, a recomendação é utilizar o dinheiro extra para começar uma reserva financeira ou reforçar seus investimentos, caso já possuam. Vale lembrar que o primeiro passo para poupar é viver dentro da sua realidade financeira, ou seja, seguir a premissa básica das finanças pessoais, gastando menos do que ganha e investindo com qualidade a diferença.

 

Guardar parte ou todo o 13º salário pode ser o pontapé inicial para se ter uma vida financeira saudável. E, para alcançar esse objetivo, existem muitas formas. As pessoas podem, por exemplo, estabelecer um percentual do salário mensal que ficará guardado todo o mês. É importante que essa quantia não comprometa as finanças do mês, para que fique confortável e seja um valor possível de guardar. Esse valor deve ser retirado logo ao receber o salário, antes mesmo de começar a pagar suas despesas, para garantir que o dinheiro seja poupado. 

 

Existem também alternativas, como programar esse percentual de retirada do salário em débito em conta assim que for depositado, destinando para um investimento apropriado. Para ajudar quem não sabe identificar boas opções de investimentos, existem ferramentas gratuitas como o Investindo Juntos (www.investindojuntos.com.br), que desmistifica o mercado de investimentos e auxilia as pessoas a encontrar a opção mais indicada para o seu perfil. 

Planejamento e organização são as chaves para tudo, inclusive para poupar. Por isso, este é o momento de pensar no 13º salário como um benefício, não só imediato, mas a longo prazo também.

 

*Everton Lopes é economista e especialista em Educação Financeira da Fundação Sicredi 


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