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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4720 | 06 de Dezembro de 2019

ENCONTRO ESTADUAL I: Cooperativas do PR ultrapassam R$ 85 bi de faturamento em 2019 e projetam investir R$ 3,8 bi a partir de 2020

As 216 cooperativas paranaenses vinculadas ao Sistema Ocepar seguem apresentando resultados positivos a cada e ano e em 2019 não foi diferente, de acordo com o levantamento preliminar apresentado pela entidade no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, na manhã desta sexta-feira (06/12), em Medianeira, no Oeste do Estado. “Apesar das adversidades climáticas vivenciadas no início de 2019, das quais ninguém esteve imune, as cooperativas do Paraná devem confirmar um crescimento no seu faturamento, ultrapassando R$ 85 bilhões, com resultados positivos na ordem de R$ 3,5 bilhões e R$ 2,6 bilhões em impostos arrecadados”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, em pronunciamento no evento. Em relação à 2018, o faturamento alcançado pelo setor registrou crescimento de 1,67%, já que no ano passado a movimentação econômica atingiu R$ 83,7 bilhões. Atualmente, as cooperativas do Paraná possuem mais de dois milhões de cooperados e 107 mil profissionais contratados.

Investimentos - Ainda de acordo com ele, o cooperativismo também deve elevar, a partir de 2020, o montante relativo aos investimentos. “Temos convicção de que, para a viabilização do plano safra ainda é fundamental e estratégica a disponibilização de linhas de crédito rural para investimentos de longo prazo e custeio a juros compatíveis com a atividade produtiva. Neste contexto, as cooperativas do Paraná demandam o equivalente a R$ 3,8 bilhões para projetos de agroindústrias, armazenamento, tecnologia, infraestrutura e distribuição, para atender quase 60% da produção agropecuária que passam por nossas cooperativas no Estado”. Em 2018, as cooperativas do Paraná contabilizaram R$ 1,95 bilhão em investimentos, o que significa que o novo valor projetado pelo setor em melhorias representa um aumento de mais de 70% em relação ao ano passado.

PRC 100 - O presidente do Sistema Ocepar também destacou que, dando continuidade ao Plano Paraná Cooperativo (PRC100), o planejamento do setor, as cooperativas do Paraná mantêm o propósito de atingir R$100 bilhões de movimento econômico ao ano. Ele ressaltou ainda que a opção do setor sempre foi pelo desenvolvimento das pessoas, cooperados, cooperativas e comunidades. “Esse é o nosso compromisso. Sempre com organização econômica e responsabilidade social”, acrescentou.

Expectativas - Ricken disse ainda que o momento reserva boas expectativas. “Governos novos, sinais de retomada econômica, grande demanda por investimentos, principalmente em relação à infraestrutura e maior acesso a mercados. Enfim, há sinais que nos animam e nos levam a acreditar no futuro. Para o cooperativismo paranaense, o ano de 2019 foi positivo, nos mantivemos firmes na estratégia de investimento e busca de novos mercados”, disse.

Alimentos - Ele avalia que, em âmbito mundial há grandes oportunidades para o Brasil, devido à demanda por alimentos, especialmente proteína animal. “Cabe a nós identificá-las, contratá-las e nos organizar para atendê-las com muita competência. No passado, a lógica era produzir mais e buscar mercado. Agora, o nosso desafio é identificar mercados e atendê-los com profissionalismo e qualidade. O mundo sabe do potencial do nosso País. Gradativamente, o Brasil vai conquistando liderança na oferta de muitos produtos no mercado internacional. Temos que saber lidar com essa nova realidade e valorizar nossos produtos, combatendo falsas informações que circulam a nosso respeito, alimentadas pela concorrência comercial que se estabeleceu no mundo. Para sobreviver a isso, nunca foi tão importante estreitar relações com os consumidores dos alimentos que ofertamos”, frisou. “Com a coordenação do Ministério da Agricultura, haveremos de conquistar os avanços necessários na sanidade agropecuária. A condição de área livre de aftosa sem vacinação e a segregação do Paraná do grupo de 14 Estados sem peste suína clássica são medidas importantes para a conquista de mais espaço para nossas carnes no mercado mundial”, acrescentou.

Reforma tributária - Ricken lembrou também da necessidade de implantação de medidas que possibilitem às cooperativas recuperar créditos tributários acumulados. “Precisamos encontrar formas junto ao governo federal, no âmbito da reforma tributária, para a recuperação dos créditos tributários acumulados nos balanços das cooperativas referente às exportações, que poderiam alavancar projetos de inovação, tão necessários para nosso setor. Sabemos da complexidade do assunto, mas nos colocamos a disposição para estudar formas para solucionar a questão. É importante observar que o setor cooperativo opera com produtos de grande demanda por financiamento, baixa rentabilidade e grande risco climático. Em média, as margens não ultrapassam de 2 a 4% sobre o movimento econômico. Nos causa grande preocupação a iniciativa de algumas Unidades Federativas que defendem a revogação da Lei Kandir e a tributação sobre as exportações. Isso já foi testado em países vizinhos e causou enormes prejuízos aos produtores e cooperativas”, afirmou.

Cosit - Segundo o presidente do Sistema Ocepar, a questão que mais preocupa as cooperativas atualmente e que poderá comprometer a estratégia de investimento do setor é o adequado enquadramento na Lei 13.288/2016, que trata da relação entre integradores e produtores integrados na produção animal. “Ocorre que a Receita Federal, em entendimento de Solução de Consulta de Integração – Cosit 11/2017, não reconhece a relação vertical entre cooperativas e cooperados, concluindo que toda a produção entregue à cooperativa é sujeita à incidência do Funrural, enquanto as outras integradoras recolhem, no máximo, a 10% do valor do produto, apenas sobre a parte efetiva do produtor”

Mudanças - Ricken também destacou a necessidade de solucionar diversos outros gargalos, com o propósito de elevar a competividade do Brasil. “Nosso desejo é que sejam implementadas as reformas condizentes com a realidade do País, que equacionem as deficiências estruturais existentes, principalmente em relação à demanda por investimentos em infraestrutura, tais como portos, ferrovias, rodovias, energia, dentre outras, que são a origem dos custos elevados da logística e têm penalizado a nossa competitividade, em especial nas comunidades mais distantes dos centros consumidores”, disse ainda Ricken.

Clique aqui para conferir na íntegra o pronunciamento do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken

Clique aqui para conferir os indicadores do cooperativismo paranaense

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ENCONTRO ESTADUAL II: Centro de Eventos da Lar recebe dois mil cooperativistas de todo o Estado

Pela primeira vez, as caravanas de cooperativistas de todo o Paraná se dirigiram a uma cidade do interior para participar do tradicional Encontro Estadual que, desde a década de 1970, quando foi criado, vinha sendo realizado apenas em Curitiba. Nesta sexta-feira (06/12), os grupos foram recebidos no Centro de Eventos da Cooperativa Lar, em Medianeira, na região Oeste. Cerca de 40 ônibus se deslocaram para lá para levar cerca de duas mil pessoas, entre cooperados, colaboradores, dirigentes, demais lideranças ligadas ao cooperativismo paranaense, seus familiares e convidados. “Queremos, com isso, valorizar a ação das nossas cooperativas em todas as regiões e junto às comunidades”, disse o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.Promovido pelo Sistema Ocepar para celebrar as conquistas do setor ao longo do ano, o evento também foi prestigiado por autoridades, parlamentares e representantes de entidades parceiras.

Autoridades– Entre as autoridades presentes no evento estiveram: a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, os secretários de Agricultura Familiar e Cooperativismo e de Defesa Agropecuária do Mapa, Fernando Shwanke e Elton Massarollo, respectivamente, o governador Ratinho Junior, os secretários estaduais da Agricultura, Norberto Ortigara, do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes, o prefeito e o vice-prefeito de Medianeira, respectivamente, Ricardo Endrigo e José Vani Graci.

Cooperativismo – Entre as lideranças do cooperativismo, marcaram presença o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, diretores da Ocepar e conselheiros do Sescoop/PR.

Parlamentares – O Encontro teve ainda a participação de representantes do legislativo, como os deputados federais Pedro Lupion e Evandro Roman, e o deputado estadual Marcel Micheletto. O deputado federal Sérgio Souza foi representado pelo assessor Eliezer José Fontana, e o deputado estadual Evandro José da Cruz Araújo pelo assessor Adriano Both.

Entidades parceiras– Entre os representantes de entidade parceiras, estiveram os presidentes da Adapar, Otamir Cesar Martins, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Natalino Avance de Souza, e da Faep, Ágide Meneguete, o superintendente federal da Agricultura no Estado do Paraná, Cleverson Freitas, o diretor superintendente do Sebrae/PR, Vítor Tioqueta, o diretor de pesquisa do Iapar, Rafael Fuentes, Sebastião Julião Alves, representando o presidente da Unicafes PR, Evori Fernandes.

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ENCONTRO ESTADUAL III: Estratégia voltada para a sanidade animal abrirá mais e importantes mercados para o PR

Da agenda da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, nesta sexta-feira (06/12), em Medianeira (PR), constou a assinatura da Instrução Normativa nº 63, que separou o Paraná da Zona Livre de Peste Suína Clássica (PSC) formada por outros 13 estados do sudeste, centro-oeste, incluindo alguns do nordeste e de parte do Amazonas. “O Paraná foi retirado desse grupo, porque está fazendo o dever de casa. Estivemos aqui há pouco mais de um mês formalizando a suspensão da vacinação contra a febre aftosa do rebanho bovino. Então, saindo deste bloco (da PSC) ele fica sozinho em busca do reconhecimento da OIE, no caso da condição de área livre de aftosa sem vacinação. Assim que tivermos isso, o estado vai ter todos os benefícios provenientes desse status”, enfatizou.

Ganhos - Tereza Cristina citou, entre os benefícios que virão em decorrência da comprovação de sua condição sanitária, a exportação para muitos países, não só de carne suína, mas de bovina também. “Por exemplo, o Japão diz que vai importar, mas não importa, porque quer comprar de estados que também estejam livres de aftosa sem vacinação. Isso dá um ‘upgrade’ ao estado do Paraná, que tem feito o dever de casa e que o Ministério da Agricultura tem apoiado”, acrescentou.

Prestígio - A ministra disse que, em quase um ano do novo governo do Brasil, “trabalhamos muito junto com as cooperativas e fizemos muitas coisas interessantes para o setor no brasil, e para o Paraná, que tem o cooperativismo em seu DNA. Por isso, eu não poderia deixar de estar aqui com todo o sistema cooperativista do estado nessa reunião tão importante. Então, eu fico muito feliz de passar pouco mais de uma hora aqui com vocês para dizer que este é o sistema que dá certo. Então, temos de prestigiar o que está dando certo e trabalhar para que ele continue crescendo não só no Paraná, mas que possamos levar o cooperativismo que dá certo para todo o Brasil”. 

Condição - Por intermédio da Instrução Normativa nº 25, de 25 de julho de 2016, a OIE reconheceu que o Paraná, Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e parte do Amazonas como livre da febre suína clássica. O setor produtivo paranaense, por meio de suas entidades e do próprio governo estadual, se mobilizou para se desmembrar do bloco. A medida se justifica porque o grupo faz fronteira com regiões que ainda enfrentam problemas com a presença do vírus de PSC. E, caso ocorra uma reintrodução da doença no norte da zona livre, o Paraná perde o status, mesmo tendo uma estrutura sanitária efetiva contra a doença.

Próximo passo - O gerente de Desenvolvimento de Técnico da Ocepar, Flávio Turra, disse que no dia 13 de dezembro próximo, deverá ser oficializado, por intermédio do Ministério da Agricultura, o pleito do Paraná junto à OIE para reconhecimento do desmembramento do estado do grupo livre de PSC, do qual fazia parte. Isso deve ocorrer em maio de 2020, durante reunião extraordinária da entidade internacional. O Paraná integra a região sul que responde por 90% do mercado de carne suína no país. E 95% dos volumes exportados de carne suína têm origem nesta região.

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ENCONTRO ESTADUAL IV: Sanidade estimulará investimentos e destacará o estado no país

A medida assinada pela ministra Tereza Cristina foi considerada pelo presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir Martins, uma grande conquista do estado na questão de sanidade, resultado de intensa mobilização de lideranças, através da Ocepar, da Faep, Fetaep. “Novamente, o agronegócio se mobilizou, conversou com a ministra Tereza Cristina que, hoje assinou a instrução que desmembrou o Paraná do bloco dos outros estados e, com isso, se houver algum foco da doença em outros estados do bloco, não seremos afetados no acesso ao mercado externo”, acrescentou.

Estímulo à atividade – Martins enfatizou ainda que o momento já é favorável para a expansão da suinocultura, mas, com o reconhecimento da OIE, “possivelmente vamos conquistar a condição de sermos o principal estado na questão de suinocultura no Brasil. Caminhamos para isso, considerando ainda os grandes investimentos que as cooperativas e as agroindústrias estão fazendo. Então, realmente é um feito histórico que representa um passo muito importante que o Paraná vai dar em relação à questão da suinocultura”. 

ENCONTRO ESTADUAL V: O cliente exige produtos com garantia de sanidade

encontro estadual V 06 12 2019O diretor-executivo da Cooperativa Frimesa, Elias Zydek, disse que a assinatura do documento pela ministra da Agricultura traz muitos benefícios ao Paraná, que está batalhando em várias frentes para ter uma proteção sanitária e permitir que a carne suína paranaense atinja todos os mercados. “Hoje, 65% do mercado ainda estão fechados para nós. Tivemos uma batalha em resolver a questão da febre aftosa. Em decorrência disso, há um protocolo que, em abril de 2021, estaremos livres da doença, sem vacinação. Agora, com a separação do Paraná do grande bloco livre da peste suína clássica, ficamos mais protegidos e podemos cuidar melhor das fronteiras do estado para evitar possibilidades de entrada da doença. Portanto, é uma conquista importante que elevará o status sanitário das cadeias produtivas de carnes paranaenses, com reflexos enormes a toda a cadeia produtiva de suínos”, avaliou

Questão de valor“Sanidade é o que tem valor”, conceituou Zydek. “Quando vendemos carne suína, temos de garantir a sanidade. Então, essa é uma condição essencial para acessarmos mercados. Por isso, essa luta, juntando todas as entidades e o governo, para dar os passos necessários e atingir os status que são indispensáveis para os objetivos do setor”, completou, ao acrescentar que, “quem compra nossos produtos, quer segurança alimentar. E isso nós temos obrigação de garantir ao nosso cliente”.

InvestimentoA Frimesa, que é integrada pelas Cooperativas Lar, C.Vale, Copacol, Copagril e Primato,  nos últimos dois anos, diminuiu o ritmo de investimento na construção do frigorífico de suínos em Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná, em função da circunstância econômica do mercado brasileiro. “Por isso, tiramos um pouco o pé do acelerador. Agora, com a abertura de novas áreas para a exportação de carne suína e com a economia brasileira saindo da inércia vamos acelerar o projeto, a partir de fevereiro do ano que vem. Então, em dois anos previmos concluir a primeira fase do projeto”, disse,

Empreendimento Zydek esclareceu que o projeto do frigorífico foi dividido em quatro grandes etapas, com intervalos de quatro anos: cada uma terá capacidade para abater 3.750 suínos por dia. Na primeira etapa, serão investidos R$ 500 milhões, gerando 2,8 mil empregos diretos e mais quatro mil indiretos. “No final do projeto, estimamos abater 15 mil cabeças por dia  e seremos o maior frigorífico de suínos da América Latina, com 6,8 mil empregos diretos e nove mil empregos indiretos. Isso vai impactar a economia, não só de Assis Chateaubriand, mas de todo o oeste do estado, afinal é um projeto que demandará R$ 1 bilhão nas quatro fases e o sistema produtivo vai investir mais R$ 1,5 bilhão nas granjas, nas fábricas de ração para atender a demanda”, afirmou.

 

ENCONTRO ESTADUAL VI: Ratinho Junior comemora decisão que “isola” o Paraná como estado livre de peste suína clássica

O governador do Paraná, Ratinho Junior, comemorou a assinatura da instrução normativa n° 63, que “isolou” o estado como área livre de peste suína clássica (PSC). A medida retirou o Paraná de bloco que incluía outros 13 estados, alguns deles próximos a locais onde foram registrados focos da doença. A decisão do Ministério da Agricultura (Mapa) evita que a incidência de PSC em outros estados, cause restrições à comercialização de produtos paranaenses. “É uma medida importante estrategicamente para o Paraná, que é o segundo maior produtor de carnes suínas do Brasil, muito perto de se consolidar também como líder nesta cadeia produtiva”, afirmou, durante entrevista coletiva no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, nesta sexta-feira (06/12), no Centro de Eventos da Lar, em Medianeira. “É uma chancela que contribui para os negócios das cooperativas e com a venda de seus produtos, já que o mundo, principalmente a China, está comprando muitos alimentos do Brasil e do Paraná. A medida colabora para que os produtores paranaenses possam ser os grandes protagonistas da produção de alimentos do planeta”, disse.

Investimentos - O governador também enfatizou a importância do anúncio das cooperativas do Paraná, que estimam investimentos de R$ 3,8 bilhões a partir de 2020. Para Ratinho Junior, ao ampliar o volume de recursos destinados, principalmente, a projetos agroindustriais, armazenagem e logística, o setor demonstra seu potencial como gerador de renda e empregos em todas as regiões do estado. “Das dez maiores cooperativas da América Latina, seis são paranaenses. Além delas, existem mais de 200 médias, micro e pequenas cooperativas, que ajudam a industrializar alimentos, ampliam o valor agregado da produção de associados e impulsionam a nossa economia”, enfatizou. Segundo Ratinho Junior, o estado está num patamar diferenciado de crescimento. “Até novembro, o Paraná gerou 66 mil novos empregos com carteira assinada. Os investimentos privados vão fechar o ano acima de R$ 22 bilhões, e a indústria paranaense vai crescer 6,7%, maior do que a estimativa de expansão da China, estimada em 5,5%”, concluiu.

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ENCONTRO ESTADUAL VII: Normativa sobre peste suína clássica garante ciclo de investimentos no Paraná, afirma Ortigara

encontro VII 06 12 2019Na avaliação do secretário Estadual de Agricultura, Norberto Ortigara, a Instrução Normativa n° 63, assinada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, é um indicativo de credibilidade e segurança ao mercado, e vai garantir a continuidade dos projetos agroindustriais da suinocultura paranaense. “É uma medida salutar para o futuro da pecuária, pois existem megainvestimentos em execução, alguns deles realizados por cooperativas, que vão ter seguimento e trarão oportunidade de renda para milhares de produtores, com a transformação de grãos em proteína animal, o que confere maior valor agregado à produção”, afirmou, durante entrevista coletiva no Encontro Estadual de Cooperativistas, nesta sexta-feira (06/12), no Centro de Eventos da Lar, em Medianeira.

Geopolítica - Ortigara qualificou de corajosa a decisão da ministra Tereza Cristina, que retirou o Paraná de bloco que incluía outros 13 estados, e o isolou como área livre de peste suína clássica (PSC). “O Paraná está, desde 1994, livre dessa enfermidade. Mas do ponto de vista geopolítico, estávamos agrupados neste grande bloco. A ocorrência de focos ativos em Alagoas e Maranhão nos trazia preocupação, porque, caso fosse detectado na Bahia ou Sergipe, tiraria nosso status sanitário”, explicou. O Paraná agora passa a ser um bloco isolado livre de PSC. Anteriormente, estava vinculado aos estadosdo Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Distrito Federal e Tocantins.

Oportunidade - Na opinião do secretário, a ocorrência da peste suína africana, que dizimou boa parte do plante de suínos da China, e pressionou a demanda internacional da carne, pode tornar-se uma oportunidade de longo prazo ao Paraná. “Esse movimento no comércio internacional é positivo para os produtores brasileiros e paranaenses. Mas, não pode ser uma situação de voo de galinha. Temos que aproveitar para fincar bandeiras paranaenses na Ásia, mostrar que temos uma agricultura competitiva e estabelecer bases confiáveis de negociação com o governo e com as empresas importadoras chinesas, sustentando a nossa expansão da nossa produção”, finalizou.

 

ENCONTRO ESTADUAL VIII: Defender o cooperativismo é a essência da Frencoop, diz Lupion

Representando a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o deputado federal Pedro Lupion (DEM-PR) parabenizou o Sistema Ocepar pela iniciativa de, pela primeira vez, realizar o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses no interior do estado. “É aqui que está a produção agrícola e onde podemos ver as diferentes realidades e os avanços do cooperativismo paranaense”, disse Lupion, em sua fala no evento, na manhã desta sexta-feira (06/12), no Centro de Eventos da Cooperativa Lar, em Medianeira.

Referência - Na avaliação do parlamentar, a Lar, anfitriã do evento, é a prova de que o cooperativismo paranaense deu certo, e um exemplo de profissionalismo para o Brasil e o mundo. “Temos que fortalecer e incentivar as cooperativas cada vez mais, razão pela qual foi criada a Frencoop, no Congresso Nacional. Defender os interesses do cooperativismo é a essência da Frencoop. E estamos num novo momento político no país, em que o governo reconhece a importância das cooperativas e do produtor rural”, afirmou.

MP do Agro - Segundo ele, a aprovação nesta semana do seu relatório pela Comissão Mista da Medida Provisória nº 897/2019, é uma prova de que a importância do cooperativismo é reconhecida em Brasília. “A MP do Agro, como foi chamada, deveria ser conhecida como a MP do crédito agrícola, da desburocratização, da redução de custos para os nossos produtores rurais”, disse. Após aprovação pela Comissão Mista da MP 897, a matéria deve ser lida e aprovada nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal antes do prazo final, dia 10 de março. Lupion lembrou que o texto base da MP foi apresentado pelas cooperativas paranaenses e levado ao parlamento, por meio da OCB. “Estamos buscando soluções para um problema gigantesco, que pode destruir a competitividade das nossas cooperativas”, frisou.

Mudanças - De acordo com o parlamentar, as emendas feitas pela comissão trazem inovações ao texto original enviado pelo governo.  Entre as alterações propostas está o Fundo Garantidor Solidário - que substitui o Fundo de Aval Fraterno proposto na medida original - e que deixa de ter limite máximo de participantes, mantendo um mínimo de dois devedores. Também está prevista uma ampliação da Cédula Imobiliária Rural (CIR), para que o dispositivo possa ser utilizado em qualquer operação financeira, e não só de crédito.

Desburocratização - Outra mudança é a criação da Central Nacional de Registro de Imóveis, a ser instituída em até 120 dias após publicação da MP, responsável por centralizar as informações de registro imobiliário em todo o país. “O nosso objetivo é ajudar o produtor rural. O trabalho junto à Frente Parlamentar da Agropecuária, CNA, OCB e outras instituições foi no sentido de desburocratizar o acesso ao crédito, facilitar a vida de quem produz e, principalmente, permitir que essas pessoas possam gerar renda e oportunidades no novo Brasil que estamos construindo”, disse o deputado.

Patrimônio de afetação - Lupion explicou que houve muita discussão sobre a questão do patrimônio de afetação, que permite ao produtor dar uma parte de seu imóvel como garantia. A ideia é ter o porcentual da terra possa ser subdividido. Além disso, o patrimônio a ser afetado, ou seja, usado como garantia, não pode pertencer à reserva legal ambiental, já que esse é um pedaço do terreno onde não é possível haver produção. Para cancelar a afetação do imóvel, é preciso concretizá-lo por pedido no cartório de registro de imóveis. O novo texto também favorece os cerealistas, ao ampliar em um ano os prazos para que eles contratem, junto ao BNDES com subvenção econômica na forma de equalização de taxas, financiamentos destinados a investimentos em obras e aquisição de equipamentos para construção ou ampliação de armazéns. A data limite passa a ser 30 de junho de 2021.

Investimento - Outro ponto alterado por Pedro Lupion é o que trata da busca por novos investidores no mercado de crédito rural. A nova redação permite que residentes no Brasil, e não só estrangeiros, estejam autorizados a emitir a Cédula de Produto Rural (CPR), com cláusula de correção pela variação cambial e vinculação desse título com outros do setor, como o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA). “O texto original trazia um problema a empresas do Brasil, por exemplo, que quisessem emitir a CPR, já que previa a autorização apenas para não-residentes. Corrigimos isso, porque não fazia sentido impedir quem está sediado ou tem domicílio no Brasil de participar no mercado de crédito rural do país”, afirmou o relator.

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ENCONTRO ESTADUAL IX: Cooperativas querem menos Brasília e mais Brasil

“Hoje a celebração é mais do que merecida, um momento de evidenciar um cooperativismo que é referência para o Brasil e para o mundo, um sistema conduzido com maestria pelos presidentes das cooperativas e pelo Sistema Ocepar”. Assim o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, avaliou a realização do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, evento realizado nesta sexta-feira (06/12), no Centro de Eventos da Cooperativa Lar, em Medianeira, no oeste do Paraná.

Avaliação positiva – Apesar da retomada tímida da economia nacional, Nobile disse que o cooperativismo tem motivos para comemorar. Segundo ele, do ponto de vista econômico, o balanço apresentado pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, na manhã de hoje demonstra que o cooperativismo conseguiu avançar neste ano. “As cooperativas do Paraná representam 4% das mais de 6.800 cooperativas brasileiras, no entanto, respondem por 12% do número de cooperados e por 32% da movimentação econômica das cooperativas, na ordem dos R$ 260 bilhões. Então, se o cooperativismo do Paraná vai bem, isso é um bom indicador que o cooperativismo nacional seguirá na mesma linha”, disse. 

Conexão – Em relação ao aspecto político, Renato Nobile também acredita que houve avanço. “O desejo do cooperativismo, e da nação toda, é por mudanças. E houve uma renovação no governo e no Congresso Nacional. Temos acompanhado os trabalhos muito de perto, e o que a gente percebe é o intuito do governo federal em ser menos Brasília e mais Brasil. Isto para o cooperativismo é muito bom. Além disso, temos a Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo) atuando em defesa do setor”, comentou.

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ENCONTRO ESTADUAL X: Ministra da Agricultura é homenageada com o Troféu Ocepar

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, foi homenageada no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, nesta sexta-feira (06/12), em Medianeira (PR), com o Troféu Ocepar, entregue pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, junto com os diretores da entidade. “É uma honra receber essa homenagem da Ocepar”, disse a ministra.

Reconhecimento - “É o reconhecimento à sua dedicação em defesa da agropecuária brasileira no exterior e seu empenho para que haja as condições ideais de tecnologia e sanidade, para que o nosso produto mereça a confiança dos consumidores em todo o mundo. Também estamos homenageando a ministra por seu empenho em relação ao Plano Safra 2019/20, com atuação muito forte em defesa do crédito rural junto ao Ministério da Economia e Banco Central”, destacou Ricken.

O troféu - O Troféu Ocepar foi instituído pela diretoria da Ocepar há 42 anos, em julho de 1977, durante uma solenidade em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo. Ele é entregue às pessoas que se destacam dentro e fora do cooperativismo. Trinta e nove personalidades já receberam a honraria, entre governadores, ministros, lideranças políticas, empresariais e do cooperativismo.

Sobre a ministra -Tereza Cristina é natural de Campo Grande (MS). É casada com o economista Caio Dias, mãe de dois filhos, Luis Felipe e Ana Luiza e avó do Eduardo. Após formar-se em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Viçosa (MG), trabalhou em fazendas da família, até ser convidada para cargos de direção de empresas multinacionais, em São Paulo, onde conheceu melhor a raça de gado bovino Brangus, que acabou levando para desenvolver na região Centro-Oeste.

Entidades - De volta ao estado, no fim da década de 1990, foi convidada para ocupar a segunda secretaria da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul). Em 2006, assumiu o cargo de superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e, no final desse mesmo ano, foi convidada para comandar a Secretaria de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo do Governo do Estado Mato Grosso do Sul (Seprotur), ficando no cargo por sete anos.

Deputada federal - Deixou o Executivo Estadual para concorrer ao cargo de deputada federal, sendo eleita em 2014, quando passou a ocupar uma cadeira no Congresso Nacional representando o setor produtivo. Foi presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, maior grupo suprapartidário em defesa do agronegócio do Congresso Nacional. Como membro titular atuou em importantes comissões na Casa como a de Finanças e Tributação; Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Integrante ativa da Frente Parlamentar do Cooperativismo Brasileiro (Frencoop).

Reconhecimento - Tereza Cristina recebeu um dos maiores reconhecimentos de seu trabalho como parlamentar, sendo premiada na categoria “Melhores deputados” na 11ª edição do Prêmio Congresso em Foco, veículo especializado na cobertura do Congresso Nacional. A parlamentar ficou entre os 10 mais bem avaliados da Câmara dos Deputados. Também foi reconhecida como a maior defensora do agronegócio brasileiro ao receber o prêmio na categoria “Defesa Agropecuária” na mesma edição.

Reeleição e ministério - Nas últimas eleições, a deputada federal Tereza Cristina foi reeleita para mais uma legislatura na Câmara dos Deputados. No dia 2 de janeiro deste ano assumiu o cargo de ministra da Agricultura.

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ENCONTRO ESTADUAL XI: Presidente da Lar faz apresentação sobre a cooperativa anfitriã do evento

Os participantes do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a Lar, que sediou evento nesta sexta-feira (06/12), em Medianeira, na região Oeste. O presidente da cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues, fez uma apresentação sobre a anfitriã do evento. De acordo com ele, foi uma alegria sediar o primeiro Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses organizado pelo Sistema Ocepar no interior do Estado. Ao falar sobre a Lar, ele começou destacando as pessoas que fazem parte da equipe de trabalho da cooperativa, com os responsáveis por cada área, ressaltando a forte presença feminina em todos os segmentos, especialmente na gestão.

Inovação - A inovação foi outro ponto frisado por Rodrigues. De acordo com ele, há alguns anos, a cooperativa vem se questionando sobre como inserir a cooperativa, os cooperados e seus familiares no contexto atual, em que as empresas estão evoluindo tão rapidamente. “Há 10 anos iniciamos um trabalho nessa área, com bons resultados. A inovação e o aprendizado contínuo fazem parte dos valores da Lar”, disse. “Ela é importante para resolver problemas e nós estamos em busca constante de soluções. Todas as iniciativas na área de inovação são implementadas com objetivo de produzir resultados financeiros, melhorias em nossos produtos e processos, redução de custos e geração de nossos valores aos nossos clientes, que são os cooperados”, afirmou. Rodrigues também falou sobre a Universidade Corporativa, que reúne pessoas com interesses comuns, com a oferta de cursos customizados em parceria com instituições de ensino de renome. “A Universidade Corporativa e o Programa de Inovação são os nossos guarda-chuvas”, frisou.

Gestão de ideias - O presidente da Lar também falou sobre os resultados do Programa de Gestão de Ideias, em que os colaboradores da cooperativa podem apresentar variadas propostas ligadas às atividades da cooperativa. No passado, a iniciativa gerou R$ 7,4 milhões em economia. “Em 2019, nossa meta era contar com a participação de 200 funcionários, mas 646 funcionários apresentaram 457 ideias, sendo que 59% delas foram aprovadas e serão aproveitadas, devendo gerar R$ 34,6 milhões de economia. Esse foi o valor investido na construção desse Centro de Eventos”, explicou.

Sobre a Lar - Fundada em 19 de março de 1964, a Lar Cooperativa Agroindustrial possui atualmente mais de 11 mil cooperados e mais de 13 mil funcionários. Ela abate 520 mil aves por dia nas unidades industriais localizadas em Matelândia e Cascavel, Oeste do Estado. Também recebe a produção dos agricultores associados por meio de 50 unidades de grãos instaladas no Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. A cooperativa espera atingir faturamento de R$ 6,9 bilhões neste ano.

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ENCONTRO ESTADUAL XII: Ministra e governador realizam plantio de árvores no Bosque dos Pioneiros

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o governador do Paraná, Ratinho Junior, plantaram mudas de ipê e peroba no Bosque dos Pioneiros e Autoridades da Lar, antes de participarem do Encontro Estadual de Cooperativistas, nesta sexta-feira (06/12), em Medianeira, no Oeste do Paraná. Composto por 150 árvores, o Bosque é uma iniciativa da cooperativa para homenagear pioneiros, diretores e autoridades que contribuem para o desenvolvimento do cooperativismo. Ao realizar o plantio, o homenageado tem seu nome registrado em placa junto à árvore escolhida.

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ENCONTRO ESTADUAL XIII: Márcio Ballas fala da importância da criatividade na vida pessoal e profissional

Como o processo criativo se desenvolve e qual a relevância dessa capacidade na vida de cada um. Este foi o foco da palestra ministrada pelo ator, diretor e dramaturgo, Márcio Ballas, durante o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, evento realizado nesta sexta-feira (06/12), no Centro de Eventos da Cooperativa Lar, em Medianeira, no Oeste do Paraná. “A criatividade é uma ferramenta para resolução de problemas. Então, meu objetivo aqui hoje é mostrar a importância do ‘sim’ para as cooperativas e suas equipes. A primeira coisa para ser criativo é mudar nosso mapa mental, dizendo ‘sim” eu sou criativo”, afirmou.

Carreira -  Pioneiro e maior referência de improviso no Brasil, Márcio Ballas viveu em Paris onde estudou na École Internationale de Théâtre Jacques Lecoq. Apresentou-se com os “Palhaços Sem Fronteiras” franceses na África e em campos de refugiados durante a guerra do Kosovo. Foi campeão mundial de improviso no Festival Internacional de Bogotá. No Brasil, foi palhaço em hospital nos “Doutores da Alegria” e apresentador do “É Tudo Improviso”, na TV Band, “Cante se Puder" e “Esse Artista Sou Eu”, no SBT. Diretor artístico da Casa do Humor, está em cartaz com a “Noite de Improviso”, no Comedians Club, em São Paulo.

Criatividade - Com muito humor e interação com o público, Ballas explicou que a criatividade não é algo restrito a uma área de atuação ou a um grupo específico de pessoas. “Todas as pessoas nascem criativas. Isso já vem de fábrica”, frisou. Mas se a criatividade é inata ao ser humano, então, por que, ao longo da vida a pessoa deixa de ser criativa? “Quando crianças, somos extremamente criativos. Mas quando crescemos, adotamos um padrão social que dita formas de comportamento. E assim, deixamos o nosso lado criativo adormecido. Ficam sérios o tempo todo”, comentou.

Exercitando o cérebro - A boa notícia é que a criatividade é treinável, ou seja, quando a pessoa exercita o cérebro, conexões cerebrais se formam e a criatividade se desenvolve. “E como fazemos isso? De várias, seja conversando com pessoas diferentes, estudando, lendo, fazendo roteiros diferentes de casa para o trabalho, entre outras coisas que exercitem o cérebro”, ensinou.

Aceitação - Outro elemento importante no processo criativo, completa o palestrante, é a aceitação. “Temos que entender e aceitar o outro como ele é. Pessoas diferentes são necessárias para um time criativo, porque trazem visões diferentes”, disse. A receita para desenvolver o lado criativo também inclui deixar o julgamento de lado, “ignorando aquela vozinha que fica falando o tempo inteiro na nossa cabeça de que isso não vai dar certo”. “Aceitar é uma atitude inteligente. Não perca tempo reclamando. Use essa energia para criar. Vamos exercitar a criatividade, dizendo ‘sim’ e tirando o ‘não’ da nossa cabeça”, reforçou.

Sem medo de errar - Segundo Ballas o erro também faz parte do processo criativo. “O erro é o resultado não esperado. Queríamos algo, não deu certo, surgiu algo novo. Boa parte das inovações surgiram de coisas que deram errado. Experimentem, errem pra valer e aprendam com os erros”, comentou. Para completar, Ballas falou sobre temas como improviso que, ao contrário do que muitos pensam, não é fazer qualquer coisa, e cocriação. “Improvisar nada mais do que é colocar em prática a nossa capacidade de se adaptar. Temos que estar abertos para isso, porque as coisas estão mudando muito rapidamente. O mundo muda, a concorrência muda, a tecnologia muda”, frisou.

Cocriação - Já a cocriação, completou o palestrante, é algo que aumenta exponencialmente a capacidade produtiva. “Somos mais criativos juntos. Não é à toa, as cooperativas funcionam bem e estão cada vez melhores, porque estão juntas. Num time, num trabalho de equipe de verdade, o grupo tem que saber que todos estão juntos, possuem os mesmos objetivos. Todos têm que entender que a criação é coletiva”, concluiu.

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ENCONTRO ESTADUAL XIV: Show com Michel Teló anima plateia e encerra evento

A simpatia e a animação do cantor Michel Teló contagiaram o público no encerramento do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, no início da tarde desta sexta-feira (06/12), em Medianeira, Oeste do Estado, sua terra natal.

O cantor - Michel Teló nasceu no dia 21 de janeiro, em Medianeira, Oeste do Paraná. Ele é cantor, compositor, multi-instrumentista e ator brasileiro. Paranaense de nascimento, mas foi no Mato Grosso do Sul que viveu sua infância e despontou para o mundo da música. Antes mesmo de fazer sucesso no Brasil, já era conhecido no estado vizinho. No Mato Grosso do Sul, fez parte de dois grupos musicais e foi no Grupo Tradição que sua carreira como vocalista tomou impulso. 

Vocalista - Cantor desde a infância, Teló se tornou conhecido no ano de 1994, como vocalista do grupo Tradição, os maiores sucessos do grupo, como "Barquinho", "O Caldeirão", "Pra Sempre Minha Vida", "A Brasileira" e "Eu Quero Você", são de sua autoria. Teló já figurou no play list internacional em frente de músicos consagrados, como Madonna entre outros. Em carreira-solo, lançou álbum Michel Teló - Ao Vivo, recebendo indicação ao Grammy Latino. Em 2011, lançou o segundo álbum, o “Michel na Balada”, alcançando a 2º posição no Top 20 Semanal ABPD. Este álbum incluía o sucesso “Ai se eu te Pego”, que ficou na 1º posição na Billboard Brasil Hot 100, ultrapassando nomes como Adele, Rihanna, Lady Gaga e Usher.

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C.VALE: Cooperativa amplia sobras e prepara investimentos

A C.Vale vai destinar aos associados valor maior de sobras no início de 2020 que o disponibilizado na assembleia de fevereiro de 2019 apesar de o faturamento crescer menos que o previsto. A redução do recebimento de 8,8 milhões de sacas de soja da última safra devido a estiagens limitou o crescimento da receita, mas as exportações de carne de frango com taxa de câmbio bastante favorável impulsionaram a rentabilidade. “A carne de frango passou a ter um valor maior devido à peste suína africana na China. Passamos a exportar 73% da nossa produção”, explicou o presidente da C.Vale, Alfredo Lang. Durante confraternização com lideranças da cooperativa, em Palotina, ele revelou que mais de 315 mil toneladas do produto haviam sido comercializadas até o início de dezembro. Ele projeta faturamento entre R$ 8,6 e R$ 8,7 bilhões em 2019 contra R$ 8,5 bilhões do ano anterior.

Funcionários e associados- Ao participar do encontro, no dia 3 de dezembro, Lang revelou que a cooperativa entrou no último mês do ano com 10.469 funcionários e 21.884 associados. Voltou a destacar a criação de dois mil novos empregos e a geração de renda com a reativação do frigorífico da Averama, em Umuarama, a partir de 2020. Ele antecipou que a cooperativa está começando a elaborar projeto para construção de uma indústria para esmagamento de soja no complexo agroindustrial de Palotina para atender a demanda por óleo e farelo para produção de rações. (Imprensa C.Vale)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa chegará a Alvorada do Sul no dia 10 de dezembro

sicredi uniao 06 12 2019Localizada no Norte do Paraná e com cerca de 12 mil habitantes, Alvorada do Sul é a mais nova cidade da região Metropolitana de Londrina que passará a contar, a partir do dia 10 de dezembro, com uma agência da cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP. A inauguração está marcada para 19 horas, reunindo diretores, colaboradores e conselheiros da cooperativa e autoridades.

Economia - Com a economia fortemente sustentada no agronegócio e com a indústria do turismo em desenvolvimento, a cidade tem um comércio significativo e com grande movimento, segundo informa o gerente da agência de Alvorada, Junior Gustavo da Cunha. “Aos finais de semana o movimento, que já é grande durante a semana, dobra, movido pelo turismo. São cerca de cinco mil chácaras de lazer no município”, informa. A população, segundo ele, também é bastante acolhedora.

Associados - Hoje, a agência Sicredi mais próxima de Alvorada do Sul está em Bela Vista do Paraíso, distante cerca de 27 quilômetros e onde há mais de 350 associados que são residentes em Alvorada. Eles irão migrar para a nova agência, a qual, de acordo com estimativas de Cunha, será inaugurada com aproximadamente 450 associados.

Braços abertos- O prefeito da cidade, Marcos Antonio Voltarelli, o Marcos Pinduca, disse que a cidade aguarda ansiosamente pela inauguração. “Estamos bastante felizes porque a cooperativa está acreditando na economia do nosso município e nós aprovamos o modelo de gestão da cooperativa”, disse. Ele destaca, entre os benefícios de ter a cooperativa na cidade, o envolvimento que ela tem com a comunidade, incentivando a economia local. “Estamos recebendo a Sicredi União de braços abertos. Acreditamos que ela chega para fomentar a economia local, gerar empregos e nos ajudar a desenvolver o município”, disse. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICOOB ARENITO: Projeto Papa Pilhas recolhe mais de 100 kg de pilhas e baterias usadas em Umuarama

sicoob arenito 06 12 2019Uma parceria entre o Sicoob Arenito, Diretoria do Meio Ambiente e diversas secretarias da Prefeitura de Umuarama, tem garantido a coleta de pilhas e baterias usadas no município. No último dia 2, mais dois coletores do projeto Papa Pilhas foram recolhidos e juntos, somaram 106,5 kg de material recolhido.

Entrega - As pilhas e baterias foram entregues pelo diretor de Meio Ambiente da Prefeitura, Matheus Michelan Batista e pela chefe da Divisão de Controle Ambiental, Fernanda Periard Mantovani, aos representantes do Sicoob Arenito: o gerente de agência Flávio Ferraresi, o assistente Guilherme Moreira e a Pessoa de Apoio Estratégico do Instituto Sicoob na cooperativa, Janaína Silva de Oliveira.

Terceira - Foi a terceira entrega do projeto Papa Pilhas no período de 12 meses, totalizando cerca de 180 kg de pilhas encaminhadas para a reciclagem. O recolhimento é feito em pequenas urnas disponibilizadas para a população nas diversas secretarias do Paço Municipal e também nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Com o primeiro coletor, foram mais de 30 kg de material e com o segundo, perto de 50 kg.

Repasse - As pilhas descartadas nos coletores são repassadas a uma empresa de Curitiba, especializada na reciclagem e destinação adequada dos componentes. “A parte metálica e alguns componentes podem ser reciclados com processos específicos. Os materiais contaminantes são separados e recebem o tratamento apropriado em outra empresa de São Paulo, para não prejudicar o meio ambiente”, explicou Matheus Batista.

Metais pesados- Pilhas e baterias de celular contêm metais pesados, que se forem descartados em aterro sanitário ou no meio ambiente contaminam o solo, rios e o lençol freático. “O acúmulo desses materiais no organismo, caso eles tenham contato com os alimentos consumidos pela população, pode provocar problemas de saúde ao longo do tempo, inclusive o câncer”, apontou o diretor. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB OURO VERDE: Excelência no atendimento é tema de treinamento para colaboradores

sicoob ouro verde 06 12 2019Em busca de melhorar ainda mais o suporte aos cooperados, o Sicoob Ouro Verde promoveu nos dias 21 e 22 de novembro o treinamento “Excelência no atendimento” com os colaboradores da cooperativa.

Comportamentos indesejáveis - Ministrada pelo professor Luis Aramayo, a capacitação abordou os comportamentos indesejáveis no atendimento ao cliente, importância do trabalho em equipe, adequação das atitudes, comunicação eficaz, entre outros assuntos.

Excelência - Segundo a assistente de Cobrança, Janaina Arielo Palmagnani, para que se tenha excelência no atendimento, é essencial demonstrar confiança, educação e respeito. “É necessário muito profissionalismo para que possamos atender as necessidades do cooperado. Foram dois dias de muito aprendizado, que superaram as expectativas”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 


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