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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4721 | 09 de Dezembro de 2019

ENCONTRO ESTADUAL I: Evento em Medianeira repercute na imprensa

encontro 09 12 2019Diversos veículos de comunicação repercutiram a realização do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, promovido pelo Sistema Ocepar, na sexta-feira (06/12), em Medianeira, na região Oeste. Foi o primeiro evento realizado no interior do Estado. Cerca de duas mil pessoas participaram, entre cooperados, colaboradores, dirigentes, demais lideranças ligadas ao cooperativismo paranaense, seus familiares e convidados. Autoridades como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o governador do Paraná, Ratinho Júnior, prestigiaram o Encontro e participaram de um momento importante, que foi a assinatura da Instrução Normativa nº 63, que separou o Paraná da Zona Livre de Peste Suína Clássica (PSC) formada por outros 13 estados do sudeste, centro-oeste, incluindo alguns do nordeste e de parte do Amazonas.

Links - Clique nos links abaixo para conferir na íntegra os conteúdos.

REDE MASSA/SBT

https://www.redemassa.com.br/tribuna-da-massa-maringa/encontro-nacional-de-cooperativas-acontece-em-medianeira/

REVISTA ISTO É

https://www.istoedinheiro.com.br/cooperativas-do-parana-devem-faturar-r-85-milhoes-em-2019/

COSTA OESTE NEWS

http://costaoestenews.com/noticia/37156/Centro_de_Eventos_da_Lar_recebe_dois_mil_cooperativistas_de_todo_o_Parana

JORNAL O PRESENTE 01

https://www.opresente.com.br/parana/medida-do-ministerio-da-agricultura-fortalece-a-producao-suina-do-parana/

JORNAL O PRESENTE 02

https://opresenterural.com.br/parana-tem-que-se-preparar-para-ser-grande-protagonista-da-producao-de-alimentos-do-planeta-afirma-ratinho-junior/

ALERTA PARANA

https://www.alertaparana.com.br/noticia/6405/parana-vira-zona-livre-especifica-da-peste-suina

RÁDIO CULTURA FOZ

https://www.radioculturafoz.com.br/2019/12/08/em-medianeira-ministra-da-agricultura-assina-medida-que-declara-o-parana-livre-de-peste-suina-classica/

JORNAL TRIBUNA DO VALE

https://tribunadovale.com.br/index.php/articulacao-de-lupion-inclui-o-parana-em-bloco-de-estados-livres-da-peste-suina/

CENÁRIO MT

https://www.cenariomt.com.br/2019/12/08/mapa-identifica-recuo-no-preco-da-carne-bovina-na-primeira-semana-de-dezembro/

 

ENCONTRO ESTADUAL II: Medida do Ministério da Agricultura fortalece a produção suína do Paraná

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, assinou na sexta-feira (06/12), durante evento com a presença do governador Carlos Massa Ratinho Junior, instrução normativa que reforça o reconhecimento do Paraná como área livre da peste suína clássica (PSC). O documento desmembra o Estado de um grupo que era formado por 14 unidades federativas.

Encontro de Cooperativistas - A medida foi formalizada durante o Encontro Estadual de Cooperativistas, realizado na sede da Cooperativa Lar, em Medianeira, no Oeste do Paraná. O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou a importância da medida por parte do Governo Federal. “É muito importante estrategicamente para o nosso Estado. Uma chancela que dá tranquilidade para os compradores internacionais", afirmou Ratinho Junior. “Temos que aproveitar esse bom momento para conquistar ainda mais espaço com a nossa qualidade”, acrescentou.

OIE - Ele lembrou que o Paraná conquistou o reconhecimento internacional concedido pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) em 2016. Porém, reforçou, somente com o ato desta sexta-feira é que o Paraná não fica mais vulnerável a eventuais casos de peste suína clássica na área não livre.

Lição de casa - A ministra Tereza Cristina destacou que a ação só pôde acontecer porque o Paraná vem fazendo a lição de casa, buscando uma agropecuária inovadora e livre de doenças. “Esse ato representa muito para o Estado, que ganha condições importantes para a exportação da carne suína”, destacou a ministra. “Agora, o Paraná está entregando tudo aquilo que o mundo precisa”, acrescentou.

Bloco - A partir da validação da normativa, o Paraná passa a integrar um bloco, junto com Santa Catarina e Rio Grande de Sul, de estados completamente livres da doença. O que, além de reforçar as condições sanitárias e de vigilâncias do Estado, permite melhores condições perante o mercado para a exportação da carne suína. “É preciso manter as forças da agropecuária paranaense unidas para garantir cada vez mais a qualidade da proteína animal produzida no Estado”, disse o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Segundo maior - Ortigara destacou que o Paraná tem o segundo maior rebanho de porcos do País, ampliando com a normativa as condições para avançar no mercado nacional e internacional. “A instrução normativa dá a tranquilidade de que um problema que eventualmente ocorra em Sergipe, por exemplo, a mais de 2,5 mil quilômetros, não nos afete”, explicou.

Sergipe - Ele citou o caso de Sergipe, que fazia parte do antigo bloco do Paraná. O estado nordestino tem divisa com Alagoas, que é atualmente um dos locais considerados não livre da PSC.

Focos - Em outubro, foram detectados dois focos em Alagoas acarretando riscos para os estados vizinhos e, em consequência, também ao Paraná, que não faz divisa, mas pertencia ao mesmo bloco dessas unidades federativas. “Situação que agora já não vai mais acontecer”, ressaltou o secretário.

Apoio - A zona livre na qual o Paraná estava inserido tem 5,5 milhões de quilômetros quadrados, abrangendo desde Sergipe, passando por parte da Amazônia e se estendendo por todo o Centro-Oeste e Sudeste. “Não temos nenhuma semelhança com a produção de suínos naquelas regiões”, ponderou o presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), José Roberto Ricken. “No Sergipe, por exemplo, a produção é para consumo local ou próprio”, completou.

Paraná - O Paraná, por sua vez, tem o segundo maior rebanho, com produção de 840 mil toneladas em 2018 (21,3% da produção nacional), e é o terceiro em comércio exterior de suínos, com 107 mil toneladas exportadas em 2018 - o equivalente a 16,8% do total brasileiro. Este ano, entre janeiro e outubro, já foram enviados ao exterior pelo Paraná 94 mil toneladas de carne suína.

Apoio técnico - Como forma de colaboração, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) tem fornecido apoio técnico com envio de equipes aos estados com notificação da doença. “Estamos preocupados com a questão do Brasil”, explicou o presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins.

Investimento - De acordo com o secretário da Agricultura, o investimento em estrutura e treinamento de pessoal que os setores público e privado do Estado fizeram nos últimos anos ajudou para que o Paraná conseguisse a suspensão da vacinação contra febre aftosa.

Manutenção- Agora, todo esse investimento volta-se também para a garantia da manutenção de área livre da peste suína clássica. “Isso é determinante para a economia estadual e nacional”, disse Ortigara. Rio Grande do Sul e Santa Catarina também são unidades isoladas em relação à peste suína clássica.

Doença - A peste suína clássica é uma doença viral e está incluída na lista de notificação obrigatória pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), por ser de fácil difusão. Ela acomete somente suínos e não é transmitida para o ser humano. Os sinais clínicos mais comuns são transtornos circulatórios e lesões cutâneas, acompanhados de conjuntivite em animais adultos e distúrbios neurológicos em suínos jovens. O animal também pode apresentar febre alta, paralisia nas patas traseiras e manchas avermelhadas pelo corpo.

Contaminação - Além da transmissão pelo contato com animal infectado, ela pode se difundir por alimentos, água ou equipamentos contaminados. A doença é detectada por exames laboratoriais. O Centro de Diagnóstico Marco Enrietti, laboratório da Adapar, é um dos credenciados para esse tipo de análise.

China - A China é um dos países que mais consomem carne suína, com a média de 30 quilos por ano per capita. No Brasil, o consumo era, em 2017, de 14,7 quilos, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal.

Surto - No entanto, um surto de peste suína africana (PSA) detectado em 2018 já dizimou aproximadamente 40% dos animais chineses, levando à escassez do produto. Para garantir o abastecimento dessa que é a principal proteína chinesa, o país abriu as portas para a importação da carne de porco.

Importações - Em um ano, as importações aumentaram em mais de 40% com perspectivas de continuar nesse patamar até que o rebanho possa ser recuperado. As autoridades daquele país estão credenciando fazendas de diversos países, entre eles o Brasil, para que sejam fornecedores da carne.

Árvore - No evento, de maneira simbólica, o governador Ratinho Junior e a ministra Tereza Cristina plantaram árvores nativas no bosque de personalidades da Cooperativa Lar. Ratinho Junior plantou a muda de um ipê. Já a ministra a muda de uma peroba. Tereza Cristina recebeu o prêmio Ocepar 2019 por serviços prestados ao setor.

Presenças - Participaram do ato os secretários estaduais Valdemar Bernardo Jorge (Planejamento e Projetos Estruturantes) e Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo); Fernando Mendes, secretário adjunto da defesa agropecuária do Ministério da Agricultura; o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguette; Vitor Tioqueta, diretor-superintendente do Sebrae Paraná; Natalino Souza, presidente do Instituto Emater; os deputados federais Evandro Roman e Pedro Lupion; o deputado estadual Marcel Micheletto; o prefeito de Medianeira, Ricardo Endrigo, além de lideranças do setor.

Investimentos - O cooperativismo do Paraná celebrou no evento em Medianeira, na Região Oeste, o momento do setor. Além de estimativas que apontam para faturamento de R$ 85,1 bilhões em 2019 (R$ 1,4 bilhão a mais do o ano anterior) o setor projeta investimento de R$ 3,5 bilhões no Estado em 2020. “As cooperativas do Paraná são as maiores da América Latina. E esse investimento fortalece o agricultor, gera emprego e renda e ajuda o Estado a continuar crescendo", destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Necessidade - De acordo com o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, levantamento finalizado nesta semana confirmou a necessidade de aplicação do valor, especialmente nas áreas da agroindústria da soja, aves, carne; infraestrutura e informática. “Passamos cooperativa por cooperativa para fechar esse número. Isso dá a mostra de como devemos crescer daqui para frente", disse Ricken. O setor cooperativista é responsável, segundo dados da Ocepar, por 60% do Produto Interno Bruto (PIB) paranaense.

Números - As 216 unidades cooperadas em todo o Paraná fecham o ano com 107.750 colaboradores em 130 municípios, ampliando em cerca de 6,5% o quadro funcional em relação a 2018. O ano de 2019 fecha om US$ 3,5 milhões (aproximadamente R$ 15,2 milhões) em exportações. O sistema conta com 2 milhões de cooperativistas e mais de 107 mil profissionais contratados. “O momento é de expectativas por dias melhores, com governos novos, sinais de retomada da economia e grande demanda por investimentos", afirmou Ricken. (Agência de Notícias do Paraná)

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ENCONTRO ESTADUAL III: Mapa identifica recuo no preço da carne bovina na primeira semana de dezembro

O monitoramento feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aponta recuo no preço da carne bovina em dezembro. Nos principais mercados, a queda foi de cerca de 9% na primeira semana do mês.

Estados - Em Mato Grosso, a arroba do boi passou de R$ 216 na segunda-feira (02/12) para R$ 197 na quinta-feira (05/12). Na Bahia, caiu de R$ 225 para R$ 207, de segunda para quinta-feira. Em Mato Grosso do Sul, a arroba estava cotada a R$ 220 e foi para R$ 200 no período. Os resultados mostram a tendência iniciada na última semana de novembro.

Ajustado - Ao participar do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, em Medianeira (PR), a ministra Tereza Cristina ressaltou que o preço da proteína está se ajustando. “O preço daqui para frente deve se estabilizar”, disse.

Fatores - A ministra explicou que a alta decorreu de diversos fatores: seca deste ano prejudicou o crescimento do pasto e, consequentemente, afetou a engorda do rebanho bovino de corte; a arroba do boi gordo ficou estável nos últimos dois, três anos inibindo os investimentos; e a abertura de mercados externos, em especial o aumento da demanda da China por proteína animal em razão da peste suína africana, que dizimou pelos menos 40% do rebanho suíno chinês.

Equilíbrio - A ministra destacou que cabe ao mercado encontrar o equilíbrio nos preços entre a oferta e a procura, sem interferência do Mapa. “Isso é mercado. Não tem o que a gente fazer no momento”. Tereza Cristina descartou falta de carne para consumo interno. “Fiquem todos absolutamente tranquilos, tem carne para todo o Brasil”, acrescentando que o país dispõe de um rebanho de mais de 215 milhões de cabeças.

IN 63- No evento no Paraná, a ministra assinou a Instrução Normativa 63 que reconhece o Paraná nacionalmente como zona livre da peste suína clássica. Com essa medida, o estado ficará desmembrado de um grupo formado atualmente por 14 estados. Alguns estados do grupo registraram casos recentes da doença e, com isso, o bloco pode deixar de ser reconhecido como livre da doença.

Resultado - Tereza Cristina destacou o resultado alcançado pelos paranaenses e que o trabalho de prevenção deve ser intensificado em outros estados. “Temos que pegar os bons exemplos, os bons técnicos levar para aqueles estados que têm problema, falta de pessoal, seus serviços precisam de mais apoio, para que a gente possa libertar o Brasil da peste suína clássica, que é preocupante”.

OIE - Além da peste suína clássica, o Paraná também busca o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação. “Vamos perseguir a segunda fase para que OIE dê o reconhecimento ao Paraná como zona livre de aftosa sem vacinação, colocando o estado no patamar da alta sanidade, afirmou a ministra.

Decisão - O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou que o estado tomou a “corajosa decisão” de caminhar para ser um estado livre de aftosa sem vacinação, e agradeceu o apoio do Mapa e da ministra.

Doença - Sobre a peste suína africana, doença que atinge a China e está se espalhando para outros países, a ministra ressaltou que o Brasil já está adotando medidas para evitar a entrada da enfermidade. “[A peste suína africana] já saiu da China e está em outros lugares. Temos que ter muito cuidado, muita responsabilidade para deixar essa doença longe do Brasil”.

Comissão - Recentemente, foi criada uma comissão, integrada por técnicos do Mapa e representantes do setor produtivo, que irá debater medidas preventivas à doença.

Homenagem - A ministra foi homenageada com o Troféu Ocepar 2019, concedido por unanimidade pela diretoria da Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) pelos serviços relevantes prestados ao cooperativismo paranaense.

Motores - Tereza Cristina ressaltou que as cooperativas são um dos motores do crescimento da agricultura brasileira, além de promover a melhoria na vida das famílias de produtores. A ministra reforçou que uma das metas do Mapa é promover o cooperativismo no país. Uma das ações é o programa Brasil Mais Cooperativo, lançado este ano e que visa levar modelos de cooperativas de sucesso, como as do Paraná, para outras regiões do país, entre elas Norte e Nordeste.

Ações - “Para o sistema cooperativo, fizemos uma série de ações para melhorar a vida dos pequenos produtores para que vocês possam continuar sendo o celeiro desse país e dando segurança alimentar para todos os países do mundo”, disse.

Números - O Paraná tem 215 cooperativas que atuam em sete ramos: agropecuário, crédito, saúde, infraestrutura, consumo, transporte, trabalho, produção de bens e serviços. Em 2018, as cooperativas faturaram R$ 83,7 bilhões e fecharam o ano com 1,7 milhão de cooperados e 101 mil colaboradores. O setor responde por cerca de 60% do PIB agropecuário paranaense.

Participantes - Participaram do evento o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e os secretários de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke, e o adjunto da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, Fernando Mendes, além do prefeito de Medianeira, Ricardo Endrigo, e parlamentares. (Mapa)

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LEI 13.926: Padre Theodor Amstad é declarado patrono do cooperativismo brasileiro

lei 09 12 2019Foi publicada, no Diário Oficial da União (DOU), desta segunda-feira (09/12), a Lei nº 13.926, que declara o padre Theodor Amstad patrono do cooperativismo brasileiro, assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Ela tem origem no Projeto de Lei 2.107/2019, de autoria do deputado Giovani Cherini (RS).

Homenagem merecida - Para o autor do projeto, que integra a diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e também é cooperado, a homenagem é mais do que merecida. “Estamos valorizando aquilo que o cooperativismo tem de melhor, desde sua origem. Esse reconhecimento é essencial para que as gerações futuras sempre se lembrem daquele que se empenhou tanto em disseminar esse modelo tão inovador de gerar negócios”, avalia Cherini.

 

Primeira cooperativa - Theodor Amstad nasceu em 9 de novembro de 1851, em Beckenried, na Suíça. No ano de 1885 chegou ao Brasil e se dedicou a prestar assistência econômica, social e cultural aos colonos do Rio Grande do Sul, dando início ao processo de fundação das associações de lavradores e cooperativas no estado.

 

Pioneira - O padre foi o responsável por constituir, em 1902, a primeira cooperativa de crédito brasileira no município de Nova Petrópolis/RS, batizada como Caixa de Economia e Empréstimos Amstad. A cooperativa continua em atividade, porém agora com o nome de Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados Pioneira da Serra Gaúcha, a Sicredi Pioneira/RS. (Com informações da OCB)

 

Clique aqui para conferir na íntegra a Lei nº 13.926/19

 

COOPERATIVISMO: Propostas do setor são contempladas na MP do Agro

cooperativismo 09 12 2019A Comissão Mista da MPV 897/2019, que estabelece uma série de medidas ligadas ao financiamento do setor agropecuário, aprovou, na quarta-feira (04/12), o relatório do deputado Pedro Lupion (PR), na forma de complementação de voto. O relatório contempla os principais pleitos do cooperativismo apresentados como emenda no início da tramitação da proposta, com destaque para:

1) a definição, por meio de regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN), das exceções de registro das Cédulas de Produtor Rural (CPRs), em operações entre cooperativas agropecuárias e cooperados;

2) a equiparação dos custos cartorários da Cédula de Crédito Bancário (CCB) à CPR, o que pode alavancar ainda mais as operações de crédito rural efetuadas por cooperativas de crédito;

3) o destravamento do repasse dos fundos constitucionais para os agentes operadores, dos quais, destacam-se as cooperativas de crédito.

4) O devido entendimento do ato cooperativo em operações de integração vertical, de forma a trazer segurança jurídica em relação ao tema junto aos órgãos de controle e de fiscalização.

Cooperação - O deputado Pedro Lupion, que integra a diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), agradeceu a participação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e de outras entidades do setor produtivo para o alcance de um texto equilibrado. “Gostaria de agradecer ao governo e aos mais diversos setores envolvidos na discussão, dentre eles, as entidades do setor agropecuário, do cooperativismo, as instituições financeiras e os cartórios, para que pudéssemos chegar a um texto que antedesse aos mais diversos interesses”.

Tramitação - A MPV 897/2019 segue agora para a análise dos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, que devem analisar e deliberar a matéria no início do ano que vem, após o recesso legislativo. (Informe OCB)

 

INTEGRADA: Cooperativa comemora 24 anos de existência

A Integrada está em festa pois, na sexta-feira (06/12), completou 24 anos de existência. Na matriz e em todas as regionais da cooperativa, comemorou-se a data. Em Londrina (PR), foi celebrada uma missa em ação de graças com a presença de cooperados e colaboradores da matriz e regional Londrina.

Esforços - O diretor-secretário, Sérgio Otaguiri, agradeceu a presença de todos e reforçou que a Integrada só chegou onde está graças aos cooperados e colaboradores que não medem esforços para alcançar o propósito da cooperativa. Otaguiri lembrou que, naquela época, foi muito difícil para os cooperados fundadores construir uma cooperativa do zero, mas a força da união ajudou a Integrada a trilhar um caminho de sucesso.

Confiança, determinação e união - De acordo com o diretor-presidente, Jorge Hashimoto, os desafios eram muitos, mas a confiança, determinação e união de todos contribuiu fortemente para a construção de uma das maiores e melhores cooperativas do Brasil, a Integrada. Dia após dia, safra após safra, colaboradores e cooperados trabalharam com o propósito de criar valor para os cooperados. A história da cooperativa, explica Hashimoto, é feita de superação e muitas alegrias, confirmando que a força da união é uma de nossas grandes riquezas.

Momentos adversos - Hashimoto destaca que em 2019 a cooperativa passou por momentos adversos, a começar pela frustração na safra de soja. Mas, manteve firme no seu propósito e conseguiu fazer uma boa segunda safra de milho. Para o diretor-presidente, a agricultura é feita de superação e os cooperados já estão com uma nova safra no campo com boas expectativas de produtividade.

Economia - Do lado de fora da porteira, comenta Hashimoto, a situação econômica no País começa a dar um ar de recuperação, apesar de ainda estarmos em uma situação muito aquém do desejável. “Esperamos que nossos representantes olhem com muito respeito e deem a devida importância para o agronegócio e todo o setor produtivo do Brasil, que hoje são responsáveis por um quarto de todas as riquezas de nosso País”.

Conquistas de 2019 - Neste ano, a Integrada entrou em um novo patamar com a linha de nutrição animal, com o lançamento dos alimentos pet Brusky Premium, Rinthy Premium Especial e Splendid Super Premium, além da ração Microextrusada Fish. No ano de 2019, a cooperativa criou a Regional Ibaiti e inaugurou a nova fachada da Loja de Máquinas em Londrina. Na área de eventos, foram premiados os produtores com os maiores índices de produtividade no programa Produtividade Integrada e marcou presença na ExpoLondrina e Expoingá, e nas Feiras Ficar, Ficafé e Agrobit.

Difusão - A Integrada realizou também o Somar Citricultura e o Somar Pet, com foco em difundir produtos e serviços da cooperativa, unindo forças com os parceiros de negócios. E, em um ano e meio de trabalho, o TRR distribuiu mais de 12 milhões de litros de diesel, atendendo mais de 1.500 associados no norte do Paraná. E, sobretudo, foi investido forte na governança corporativa e em inovação.

Entre as maiores - De acordo com o diretor-presidente, Jorge Hashimoto, a confiança dos mais de 10 mil cooperados, a dedicação dos mais de 1.750 colaboradores e a eficiência de nossa gestão, posicionou a cooperativa a estar entre as maiores e melhores cooperativas do Brasil. “Juntos, fizemos a diferença nas comunidades onde atuamos”, destaca Jorge Hashimoto.

Homenagens e reconhecimentos - Neste ano, a Integrada recebeu homenagens e reconhecimentos que comprovam o trabalho que tem sido realizado. A cooperativa entrou nos rankings das revistas Valor 1000, pertencente ao Valor Econômico e Exames Maiores e Melhores. Recebeu também o prêmio Empresa Mais do jornal o Estado de S.Paulo. Ficou entre as 50 maiores empresas do Sul do Brasil, segundo o ranking do Grupo Amanhã de comunicação e, por 15 anos consecutivos, foi a marca mais lembrada no Top Nikkey no segmento agro, reconhecimento dado pela comunidade nipônica. Recentemente, foi reconhecida pelo Instituto GPTW como um Excelente Lugar para Trabalhar e, também, como uma das 10 melhores Empresas para Trabalhar no Paraná.

Motivação - “Esses reconhecimentos nos motivam a continuarmos firmes no nosso propósito que é promover o desenvolvimento de nossos cooperados e colaboradores”, destaca Hashimoto. A Integrada segue trabalhando para melhor atender os anseios de seus cooperados. Neste ano, a cooperativa iniciou a construção de duas novas unidades, uma em Floraí, na região de Maringá, e outra em Paiquerê, região de Londrina. Várias melhorias foram realizadas nas unidades de recebimento de cereais. O objetivo, é estar ao lado do cooperado e agilizar o recebimento da produção dos associados nessas regiões. (Imprensa Integrada)

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COCAMAR I: Hackathon movimenta estudantes em Assaí (PR)

Em parceria com a Cocamar, a segunda edição do Hackathon promovido pelo Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Profa. Maria Lydia Cescato Bomtempo, de Assaí (PR), aconteceu na sexta-feira, sábado e domingo (dias 06, 07 e 08/12). Profissionais da equipe de inovação da cooperativa acompanharam o evento, que contou com o apoio do Sebrae.

Ideias - A maratona de programação focada no desenvolvimento de soluções contou com a participação de estudantes dos cursos de Agronegócio, Eletroeletrônica, Mecânica e Edificação. Eles se propuseram a buscar ideias e alternativas para o aumento da produção de soja na região. No CEEP, que possui cerca de 500 alunos, parte é formada por filhos de produtores rurais ligados à Cocamar.

Produtividade - Vários aspectos foram analisados durante o Hackathon, como o controle de pragas e doenças, sistemas de monitoramento de plantio e novas tecnologias para aumentar a produtividade em geral.

Apresentação - Ao final, as ideias debatidas foram apresentadas por alunos do CEEP e também do Centro Estadual de Educação Profissional Agrícola (CEEPA) de Nova Mariana, auxiliados pelos mentores do evento. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Conheça os vencedores da Copa de Cooperados

Com os ânimos renovados pelos bons volumes de chuvas registrados na semana, os mais de 2,5 mil participantes da Copa Cocamar de Cooperados organizada no sábado (07/12) na Associação Cocamar, em Maringá (PR), tiveram um dia de diversão e congraçamento.

Destaque - Eles representaram dezenas de municípios dos estados do Paraná e São Paulo e o grande destaque da realização que encerrou o calendário de eventos da cooperativa em 2019 foi a unidade de Doutor Camargo, município a 40km de Maringá. Seus cooperados conquistaram o primeiro lugar em três competições: torneio de futebol suíço da categoria supermaster (acima de 55 anos), jogos de truco e disputas de bocha na categoria masculina.

Os demais - No futebol de veteranos (até 45 anos), Cianorte ganhou nos pênaltis de Iporã, na final, e ficou com o título; na categoria principal (livre), São Jorge do Ivaí venceu Sabáudia por 3 a 1, na decisão, e foi campeão pelo segundo ano seguido; e, no máster (até 55 anos), Primeiro de Maio derrotou Floresta por 1 a 0 na partida final e levou a taça também pelo segundo ano consecutivo. No bocha feminino, Ivatuba conquistou o título após vencer Cianorte.

Atrações - Dois ex-jogadores profissionais abrilhantaram a festa como convidados especiais: Edu Jonas, ex-ponta-esquerda do Santos e da Seleção Brasileira tricampeã do mundo em 1970, e Renato, ex-volante do Corínthians, Flamengo, Santos e outras equipes. Ambos participaram da solenidade de abertura, em que o presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, discorreu sobre a importância da integração dos produtores por meio da prática esportiva.

Especial - Uma programação especial foi preparada para os públicos feminino e infantil e o evento, que começou às 8h, prolongou-se até às18h30, quando foi conhecido o último campeão.

Amizades - Ao final, o presidente-executivo Divanir Higino agradeceu a presença de todos, lembrando ter sido “um dia abençoado”, em que os participantes puderam, também, fortaleceram as amizades.

Só cooperados - Em sua 35ª edição, a Copa Cocamar de Cooperados é uma das maiores competições rurais do país, do qual participam exclusivamente cooperados. (Imprensa Cocamar)

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COAMO: Comunicação impressa da cooperativa completa 45 anos

Em novembro de 1974, circulou pela primeira vez o Informativo Coamo, que foi o início da comunicação impressa da cooperativa. “O nome não importa, e sim a mensagem que chegará até os senhores. Seremos mais um elo entre a cooperativa e os cooperados”, constava no primeiro dos cinco parágrafos do Editorial inaugural da publicação.

Primeira edição - A capa da primeira edição apresentou uma foto aérea de armazéns da cooperativa, matéria contendo informações da comercialização da soja safra 1974/75, balancete das contas encerradas em 30 de setembro de 1974, dicas da cultura da soja e matéria sobre o título de Cidadão Honorário ao então presidente da Coamo Fioravante João Ferri, por ocasião do 27º aniversário de Campo Mourão.

Primeiro editor - O primeiro editor foi o engenheiro agrônomo Claudio Francisco Bianchi Rizzatto, na época, assessor de Cooperativismo da Acarpa, hoje Emater, que trabalhava no convênio Coamo/Acarpa, e é atual vice-presidente da Coamo. “Sentimos que precisava mais. Por isso, a ideia do surgimento de um jornal para mostrar a Coamo aos seus cooperados, foi muito importante. Eu tirava fotos, escrevia e diagramava a edição, depois levava à gráfica que fazia tudo letrinha por letrinha no sistema de tipografia onde a composição das páginas era manual. As fotos, por exemplo, eram no sistema clichê. A gráfica imprimia uma provinha para revisão e quando o gráfico errava, eu corrigia e ele tinha que imprimir de novo”, recorda Rizzatto.

Edição 10 - Em agosto de 1975, com a edição número 10, o órgão de divulgação da cooperativa mudou de nome. Passou de Informativo para Jornal Coamo e trouxe em seu editorial: “Com esta edição do Jornal Coamo estamos iniciando uma nova caminhada... Esta mudança não teve outra intenção senão dar mais expressão de jornal, pois entendemos que o antigo nome dava a ideia de boletim e muito pouco de jornal.”

Mudanças - Passados 45 anos da primeira edição, Claudio Rizzatto, que colaborou como editor do jornal de novembro de 1974 a maio de 1975, afirma que a comunicação impressa Coamo – que começou como um Informativo, passou para um Jornal e hoje é uma Revista –, vem mantendo e cumprindo seu objetivo como elo entre a cooperativa e os cooperados. “A Revista Coamo se adequou a modernidade com a missão de publicar a cada edição reportagens e assuntos de interesse dos cooperados. Desta maneira, eles ficam por dentro do que acontece na Coamo e no agronegócio.”

Despertamento - Segundo ele, a revista tem que despertar este sentimento nos cooperados. “Eles têm que sentir que a revista é deles e que fazem parte das matérias, dos assuntos, e assim, a revista tem que trazer a vida e o cotidiano da Coamo com transparência e qualidade. Por isso, é que cada edição da nossa Revista Coamo é uma nova conquista dos leitores.”

Cooperados leitores - A associada Claudete Vitti, de Engenheiro Beltrão (Centro-Oeste do Paraná), é uma leitora assídua da Revista Coamo. Quando chega uma nova edição no Entreposto ela leva para casa e faz uma leitura minuciosa de todos os assuntos. “A revista é bastante útil, pois traz várias informações e análises sobre a agropecuária. Temos que nos manter informados sempre”, diz.

Objetivo - Durante vários anos, a associada trabalhou como pedagoga e sabe da importância de difundir o conhecimento, e esse tem sido um dos objetivos da Revista Coamo. “Informação é fundamental para qualquer área. A Revista Coamo proporciona uma visão mais ampla do agronegócio, com isso podemos gerenciar e melhorar a atividade e o nosso dia a dia.”

Modelo - A associada destaca que algumas reportagens da revista podem servir de modelo como, por exemplo, os casos de diversificação de atividades. “São novas oportunidades que podemos implantar na propriedade. São novas perspectivas de negócio e possibilidade de melhorar a geração de renda.”

Divulgação e transparência - Dona Claudete comenta ainda que a Revista Coamo é elo de divulgação e transparência entre a cooperativa e os cooperados, já que publica as ações, os investimentos e os resultados. “É uma maneira de ficarmos inteirados de tudo que acontece com a Coamo”, frisa.

Início - Antonio Gancedo, cooperado da Coamo em Luiziana (Centro-Oeste do Paraná), recorda do início da publicação impressa Coamo, quando ainda era um Informativo, ou boletim como ele descreve. “Naquela época, o agricultor era chamado de lavrador, usava tração animal e tinha pouca tecnologia. Assim como o campo foi evoluindo, o informativo evoluiu passou para um jornal e hoje é uma revista. Nesses 45 anos, foram várias as publicações de novas tecnologias que ajudaram desenvolver a agropecuária”, destaca.

Crescimento - Ele cita também a evolução da Coamo com novas indústrias e entrepostos, sempre reportados pela comunicação impressa da cooperativa. “Acompanhamos o crescimento da cooperativa pelas páginas do jornal e da revista. São momentos históricos e marcantes na vida da Coamo e dos seus associados.”

Avanço - Na visão do associado, a mudança do jornal para a revista foi um grande avanço, deixando a publicação mais bonita, facilitando a leitura e o arquivamento das edições. “É por meio da revista que os leitores ficam por dentro do que está acontecendo com a Coamo e o agronegócio. É um instrumento importante de transparência, não só para os cooperados como, também, para os seus familiares e comunidade em geral", diz o assessor de Comunicação da Coamo, Ilivaldo Duarte.

Informação - O presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, comenta que nesses 49 anos de Coamo, uma das atividades foi manter o quadro social, comunidade e governantes sempre informados sobre tudo da cooperativa. “A Revista Coamo colabora e presta esse serviço, de forma clara e objetiva. São 497 edições acompanhando toda a trajetória da Coamo. Nosso objetivo é manter o cooperado por dentro das novas tecnologias, tendências de mercado e de produção para que possam produzir sempre mais. A Revista Coamo se preocupa em mostrar o melhor caminho”, assinala. (Imprensa Coamo)

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COPAGRIL I: Inclusão social é tema de palestra

Um encontro com a diretoria, superintendentes, gerentes e encarregados da Cooperativa Agroindustrial Copagril foi realizado na manhã de terça-feira (03/12) para, entre os assuntos tratados, falar sobre inclusão social e o trabalho com Pessoas com Deficiência (PCD).

Momento Saber - Chamado de Momento Saber, a reunião organizada pelo setor de Recursos Humanos apresentou aos participantes informações sobre as práticas de segurança de trabalho e informações sobre as superintendências. Também houve um momento especial sobre as ações inclusivas realizadas pela Copagril. Conforme explica o gerente de Recursos Humanos, Lucas Lima, a proposta é fazer da inclusão social um processo natural em todas as áreas da cooperativa, a qual já conta em seu quadro de empregados com PCDs de diferentes níveis e deficiências (visual, auditiva, física, mental ou múltipla).

Escolha - A psicóloga do setor de Gestão de Pessoas da Copagril, Angela Janaina Maron, destaca que o evento foi escolhido especialmente para a data, quando é celebrado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. “Organizamos uma programação completa para a manhã e aproveitamos a data, 3 de dezembro, para falar deste assunto muito importante que é a inclusão social. Apresentamos as informações e também depoimentos dos profissionais que atuam em diferentes áreas da cooperativa”, relata.

Útil - Angela ainda lembra de um dos depoimentos, onde o colaborador descreveu a importância de sentir-se útil e como a oportunidade de igualdade é relevante para o crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional. “Essa é a proposta, disseminar a cultura da inclusão social por meio do respeito e responsabilidade”, completa. (Imprensa Copagril)

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COPAGRIL II: Encontro de encerramento anual reúne mais de 300 crianças na AACC

O encontro de encerramento anual das atividades das escolinhas de base de futsal e futebol da Associação Atlética e Cultural Copagril (AACC), foi realizado na manhã de sábado (07/12), na sede da associação em Marechal Cândido Rondon (PR). O evento contou com a participação de mais de 300 crianças e adolescentes entre as categorias sub-5 e sub-17, naipes masculinos e femininos.

Anual - A atividade é realizada anualmente reúne os atletas de todos os núcleos atendidos pela AACC em Marechal Cândido Rondon (sede, Vila Gaúcha, Porto Mendes, Iguiporã e Margarida). O presidente da AACC, Enior José Primon, explica que se trata de uma ação regular de confraternização e incentivo ao espírito esportivo e de companheirismo das crianças e adolescentes. “Também é um encontro para agradecer aos atletas pelo ano, aos pais e responsáveis que acompanham e apoiam as atividades. Bem como enaltecer o trabalho dos técnicos e equipe de trabalho que são fundamentais no desenvolvimento dos projetos esportivos”, destacou Primon ao lembrar da atenção especial da AACC para as categorias de base como no futsal e futebol, mas também nas outras modalidades que recebem o incentivo da Associação.

Integração - O diretor esportivo da AACC, Diego da Silva, comenta que o dia começou com um café da manhã para os atletas, uma breve explanação da equipe de organização e então os atletas foram para a quadra e campos para os jogos de confraternização, onde o grande objetivo é a integração. “Ficamos felizes em fechar mais um ano, com o incentivo ao esporte e oportunizando às crianças um lugar para se divertir e brincar – que é isso o futebol”, diz.

Agradecimento - Ele também agradece aos pais e treinadores, “todos são importantes e são os grandes incentivadores das crianças para a prática esportiva, o que é importante de várias formas para o desenvolvimento como atletas e principalmente como cidadãos”, complementa.

Encerramento - O evento marcou o encerramento das atividades de 2019, mas os treinos retornarão em 2020, nos primeiros meses, com calendário e horários a serem informados. “Vamos nos reunir com a equipe para decidir as ações e as atividades retornarão no próximo ano. Já deixamos o convite para todos aqueles que desejam participar, para que fiquem atentos aos horários que serão divulgados, todas as crianças e adolescentes são bem-vindos”. (Imprensa Copagril)

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CRESOL I: Cooperado ganha concurso internacional de café

O cooperado da Cresol Espírito Santo, Luiz Claudio de Souza, ganhou pelo segundo ano consecutivo o concurso internacional de café, como melhor Conilon do Brasil. O cooperado da agência de Muqui/ES, é um dos primeiros sócios que ajudou a desenvolver a cooperativa.

Apoio - Com apoio do crédito da Cresol, o cooperado formou a primeira lavoura de café que está a 600 metros de altitude em relação ao nível do mar e localizada próximo a reserva natural de mata atlântica em Muqui.

Parceria - “Como precisávamos renovar a lavoura e estávamos um pouco descapitalizados para fazer as coisas bem feitas, como produzir um café de qualidade, pensamos em um plantio direcionado pra isso, e a Cresol me proporcionou esse recurso e fez com que as coisas acontecessem mais rápido”, disse o cooperado que também agradeceu a parceria da cooperativa: “eu sou muito grato a Cresol porque tenho disponível um crédito mais fácil, desburocratizado, e hoje o que eu tenho de resultados aqui boa parte eu devo a Cresol. A gente tem um sonho, tem um objetivo, e para realizá-lo eu preciso de um parceiro como a Cresol”, destacou.

Importância - Seu Luiz também falou sobre o prêmio que recebeu em dois anos consecutivos. “Ganhar um concurso desse tamanho, com essa importância, é uma vitrine pra cafeicultura, é onde a cadeia do café do mundo inteiro está representada, então ser campeão com um produto que a gente trabalhou o ano inteiro é o coroamento desse trabalho, e duas vezes campeão é emocionante demais, pois o mais importante é que a gente está colocando o café Conilon na mesa do consumidor para que ele possa apreciar e gostar. Mas, o maior ganho nosso foi que no evento deste ano fomos procurados por compradores do mundo inteiro, esse com certeza é o maior reconhecimento”, finalizou.

Visita - O presidente da Cresol Espírito Santo, Idis Gonçalo da Silva, o Gerente Comercial, João Paulo Barreto, o Gerente da Agência de Muqui, Vinícius Bernardes, e também a equipe da agência estiveram na propriedade para parabenizar o cooperado, em nome Sistema Cresol, pela vitória no concurso internacional de café, como melhor Conilon do Brasil. (Imprensa Cresol)

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CRESOL II: Representantes do BNDES são recebidos em Florianópolis

A Cresol recebeu uma comitiva do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no dia 3 de dezembro, na sede da Cresol Confederação, em Florianópolis (SC). A agenda reuniu os representantes da área de sustentabilidade e inovação do Banco para conhecer o Sistema Cresol.

Presenças - Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação, Alzimiro Thomé, presidente da Cresol Baser, Jonas Klein, diretor administrativo da Cresol Confederação, Marcos Olair, coordenador da Carteira de Crédito da Cresol Baser, e Heber Kirchner, presidente da Cresol Águas Mornas, participaram da reunião com os representantes do BNDES.

Representantes do banco - Júlio Costa Leite, superintendente de Gestão Pública e Socioambiental, Nabil Moura Kadri, chefe do Departamento de Meio Ambiente, e Marcelo Marcolino, da área de Gestão Social, formaram a comitiva do BNDES no encontro.

Temas - A reunião abordou assuntos como energia fotovoltaica, produção de biogás e recuperação de áreas degradas e as oportunidades envolvendo a Cresol e o BNDES dentro do tema sustentabilidade. O Presidente da Cresol Confederação, Cledir Magri, destacou a parceria de 20 anos com o Banco e a possibilidade de avançar no relacionamento em outros setores.

Fortalecimento - “Agendas dessa natureza fortalecem a relação, o BNDES é um parceiro da primeira ordem no Sistema Cresol e essa visita vem ao encontro do que buscamos fazer. A sustentabilidade compõe nosso DNA e quando eles percebem que somos um parceiro estratégico nesse tema, isso mostra nosso posicionamento bastante claro e uma relação bastante qualificada com o BNDES”,avaliou.

Visita - Após o encontro, os representantes do BNDES foram levados até a cidade de Águas Mornas, a cerca de 50 quilômetros de Florianópolis. Eles conheceram a agência da Cresol Vale Europeu no município - afiliada à Central Cresol Baser - e a propriedade de três associados.

Produtos - A comitiva conheceu Marcelo Sebold, que produz nove produtos diferentes, entre eles alface, rúcula, cebolinha e agrião, Edemar Hausmann, produtor de frangos de corte, além do casal Jocinei Bruch e Júlia de Mello, que cultivam pimentão e morangos de mesa. Os dois estão noivos e encontraram no modelo de cultivo a renda para permanecer na agricultura.

Valorização - Presidente da Cresol Baser, Alzimiro Thomé, valorizou a possibilidade de representantes do BNDES conhecerem os diferentes níveis do Sistema, inclusive os associados. “Foi um encontro positivo, o BNDES passa por mudanças nas diretorias e é importante continuar nesse grande relacionamento. Juntos pensamos em projetos de expansão e em como ampliar o crédito nesse segmento para levar adiante o projeto do cooperativismo. Eles conhecem a estrutura da Confederação, das Centrais, das Singulares e puderam olhar na prática como os recursos foram aplicados pelos nossos associados”, finalizou Thomé. (Imprensa Cresol)

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UNIPRIME: Cooperativa agora faz parte do Inovabra

uniprime 09 12 2019As novas tecnologias e as transformações digitais deram um novo sentido aos serviços prestados pelas instituições financeiras. Para a Uniprime, estar alinhada às tendências e aos desejos de seus cooperados possibilitou um movimento muito positivo em busca da inovação.

Espaço de coinovação - A cooperativa agora faz parte do Inovabra, um espaço de coinovação do Bradesco, em que empresas, startups, investidores e mentores trabalham de forma colaborativa para inovar e gerar novos negócios. "O Inovabra é um prédio de 10 andares localizado em região   estratégica em São Paulo, com uma infraestrutura e um dinamismo projetados para que as empresas associadas possam desenvolver o potencial de suas ideias", explica Alvaro Jabur, presidente do Conselho de Administração da Uniprime.

Conexões - Ao lado de grandes marcas, como a Petrobrás, Cielo, Carrefour e mais de 200 startups cuidadosamente selecionadas pela curadoria do Inovabra, o objetivo da Uniprime é proporcionar conexões entre tecnologias, empresas e pessoas que possam contribuir com o crescimento da cooperativa. "A possibilidade de agregar soluções inovadoras aos serviços já prestados por nós, somado à experiência que nossos colaboradores têm adquirido com um ambiente que respira inovação, abrem uma série de oportunidades importantes para nossa cooperativa", comenta o presidente. "Estar lá é melhorar nosso nível de informação e nos manter conectados com as tendências. O futuro já chegou", enfatiza Jabur. (Imprensa Uniprime)

 

SICREDI UNIÃO I: Programa Centro de Informática forma 39 alunos

O programa Centro de Informática da Sicredi União PR/SP formou 39 alunos de várias faixas etárias, de Guaravera, distrito de Londrina (PR). O programa é uma das ações voltadas à comunidade realizadas pela cooperativa de crédito e é oferecido gratuitamente à população. O objetivo é capacitar os participantes e promover a inclusão digital, facilitando o dia a dia das pessoas. A cooperativa disponibiliza equipamentos e instrutores para a capacitação, que tem duração de quatro meses.

Conteúdo - No curso, os participantes aprendem a utilizar os principais programas do pacote Office, como Word, Excel e Power Point, e a navegar na internet. Nesse processo também é ensinado digitação, formatação de documentos e até mesmo a acessar as operações online da instituição financeira cooperativa.

Aprendizado - O agricultor e coordenador distrital de Guaravera, Artur Brunete Franco Ferreira, 55 anos, fez o curso e está bastante satisfeito com o aprendizado. “Quando comecei o curso eu só sabia ligar e desligar o computador e tinha muitas dificuldades para trabalhar com planilhas. Hoje, me viro muito bem com o computador”, diz ele, elogiando a iniciativa da Sicredi em realizar o curso no distrito.

Oportunidade - Guaravera fica a cerca de 30 quilômetros de Londrina e não tem escola de informática. Portanto, o projeto da Sicredi União preencheu uma lacuna no Distrito, dando oportunidade para que os moradores pudessem realizar o curso sem ter que se locomover até Londrina ou Apucarana.

Novas turmas - “Queremos muito que o projeto prossiga ano que vem e que outras pessoas possam também fazer o curso”, comentou Ferreira. Ano que vem, novas turmas deverão ser criadas no distrito, informou Rosiel Martins, gerente da agência Duque de Caxias da Sicredi União, em Londrina, a qual a agência de Guaravera está ligada. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

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SICREDI UNIÃO II: Em Icaraíma, Programa A União Faz a Vida inspirou até nome de Praça e Escola Municipal

sicredi uniao II 09 12 2019O evento de culminância do Programa A União Faz a Vida (PUFV), da Sicredi União PR/SP, realizado no final de novembro na Escola Municipal Icaraíma, teve comemorações especiais graças aos projetos desenvolvidos ao longo do ano letivo. Dentre os destaques estão o nome da Praça das Crianças, que foi escolhido pelos alunos, e a renomeação da instituição de ensino para Escola Municipal Thais Emerim da Silva.

Nome - Quanto ao nome da escola, a secretaria municipal de Educação, Ocineia Martins de Angelo, conta que em 2017, um ano após o falecimento da Thais Emerim da Silva, que foi aluna da Escola Municipal de Icaraíma, o atual prefeito Marcos Alex de Oliveira, que na época era vereador, fez projeto de lei para mudar o nome da escola. A ideia era homenagear a decisão da família em doar os órgãos da menina.

Oficialização - “Ao organizarmos o evento de culminância, tivemos a ideia de finalmente oficializar a troca de nome da escola e honrar a família Emerim durante o evento de culminância, já que foi pela união deles que ocorreu essa decisão que beneficiou quatro pessoas”, explica Ocineia. Com isso, os professores pretendem abordar, durante o ano que vem, o tema de doação de órgãos e de sangue nos projetos do PUFV.

Praça - Já o nome da Praça das Crianças foi escolhido pelos alunos da Escola Municipal Icaraíma por causa do projeto ‘Espaços de Convivência: Praças’, conduzido pela professora do 2º D do Ensino Fundamental, Marcia Zatt da Silva. A ideia do tema, segundo ela, surgiu do conteúdo de Geografia e rendeu expedição investigativa nas praças do município. O engenheiro civil da prefeitura, Nilson Maran, também foi convidado a palestrar para as crianças. “Na ocasião, ele disse que três praças estavam em construção e que as crianças poderiam dar nome a uma delas, que fica bem próxima da escola”.

Seleção - Para isso, a turma selecionou três nomes e abriu votação com participação de todos os alunos da escola. “Foi muito agradável desenvolver esse projeto, porque os alunos ficaram muito interessados em aprender. Percebi também que a fixação do conteúdo fluiu muito melhor, e para alguns o espaço de convivência era uma novidade porque nunca tinham visitado. Depois, passaram a pedir aos pais para que os levassem à Praça para brincar”, comenta Marcia.

Bom momento - A secretária Ocineia destacou ainda que o PUFV foi implantado em um bom momento no município, já que no final do ano passado as instituições de ensino passavam por importante adequação e atualização. “É uma excelente estratégia de ensino tanto para os professores, que passaram a ter outra visão sobre o que é trabalhar com projetos, quanto para os alunos que ficaram muito motivado s em aprender, principalmente com as visitas externas de expedição investigativas. Sem contar que estimula a socialização, a cooperação e o envolvimento da família e da comunidade”, destaca.  

Icaraíma - Em Icaraíma também foram realizados eventos de culminância no Centro Municipal de Educação Infantil Bruna Santos de Moura (CMEI), no CMEI Arco Íris e no CMEI Casinha Feliz. No município, o PUFV é realizado em parceria com a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Educação, e com o apoio dos assessores pedagógicos da Sicredi União PR/SP. O trabalho também contou com o empenho dos gestores e professores da rede educacional, alunos, família, apoiadores e comunidade.

Programação - A programação dos eventos inclui apresentações artísticas, com música e dança, com o objetivo de apresentar os resultados das atividades teóricas e práticas realizadas ao longo do ano. Entre os temas apresentados, estavam sustentabilidade, cuidado com os animais, horta, história da escola, incentivo à leitura, alimentação saudável, trânsito, campo e cidade, entre outros. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Agência de Capanema é reinaugurada

No dia 29 de novembro, a Sicredi Fronteiras reinaugurou a sua agência de Capanema/PR. Localizada na Avenida Brasil, 127, no centro da cidade, ela foi a primeira agência da cooperativa, completando no dia 31 de julho deste ano, o seu 28º aniversário.

Mil pessoas - O evento iniciou às 19h30 e contou com a presença de mais de mil pessoas, que puderam observar o lindo espetáculo de acendimento das luzes de Natal da nova agência e da Praça Municipal. O momento se tornou ainda mais especial com a participação do Coral Infanto Juvenil – Sesi e Coral e Orquestra da UTFPR Beltrão.

Novas instalações - Na ocasião, a cooperativa pode apresentar à comunidade as novas e modernas instalações da agência que possui mais de 1.200 m² de área construída, local onde os associados poderão contar com um espaço totalmente reformulado, moderno e aconchegante.

Compromisso - De acordo com Gilvan César Cavalheiro, gerente da agência Sicredi de Capanema, a entrega desse novo espaço aos quase 6 mil associados de Capanema, reforça o compromisso da cooperativa em oferecer excelência no atendimento através da valorização das pessoas.

Além - “Desde nosso primeiro dia de atividade neste município, assumimos o compromisso de ir além do atendimento financeiro. Nos envolvemos com a comunidade, buscamos incentivar as pessoas a serem protagonistas das suas próprias histórias e investimos em programas sociais, por isso fomos pioneiros no estado do Paraná no lançamento do programa A União Faz a Vida. Continuamos buscando parcerias, pois acreditamos que somente dessa forma poderemos cumprir com a nossa missão de oferecer sim soluções financeiras, mas especialmente contribuir com a melhoria da qualidade de vida das pessoas e das regiões onde atuamos” comentou Gilvan.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI VALE DO PIQUIRI I: Workshop de Lideranças coloca participantes em ação para tomada de decisão

Com o objetivo de formar líderes visionários, preparados e atentos às tendências e aos movimentos do cooperativismo, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP reuniu integrantes dos Comitês Mulher e Jovem da Cooperativa para o Workshop de Lideranças. Os 40 participantes de Palotina (PR) e região tiveram a oportunidade de desenvolver habilidades de liderança e as posturas mais adequadas para engajar pessoas e equipes. O encontro foi realizado fim de semana retrasado.

Temas - A programação contou com temas relacionados à liderança, autoconhecimento, comunicação, ferramentas de análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças), diferenças entre chefiar e liderar e as características de um verdadeiro líder.

Sair da zona de conforto - “Como resultado, vamos sair da zona de conforto. Todos podemos ter sucesso na vida, pois a força está dentro de cada um de nós, basta trabalhar a energia de forma correta e não ficar esperando as coisas acontecerem sozinhas. Agradeço muito à cooperativa por acreditar na nossa força e no poder que temos de liderar”, destacou a participante Débora Domingues da Costa, de Francisco Alves (PR).

Estímulo - O Comitê Mulher do Sicredi foi criado para estimular a participação feminina e ampliar os trabalhos voltados a esse público. Já o Comitê Jovem visa estimular a participação de jovens nos processos da instituição, fomentar o surgimento de novas lideranças e formar multiplicadores do cooperativismo.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri é uma cooperativa com 31 anos de história, mais de 136 mil associados, distribuídos em 79 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná e Capital e Abcd Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

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SICREDI VALE DO PIQUIRI II: Papai Noel emociona na abertura da Decoração de Natal de Ribeirão Pires (SP)

O Papai Noel da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP emocionou em sua primeira aparição pelas ruas do ABCD Paulista. Na abertura da Decoração de Natal da Vila do Doce, promovida pela Associação Comercial Industrial e Agrícola de Ribeirão Pires (SP), o ‘bom velhinho’ fez a alegria das mais de mil pessoas presentes. Durante o evento, realizado no dia 29 de novembro, o prefeito da cidade, Adler Teixeira, o Kiko, e o presidente da Aciarp, Gerardo Sauter, fizeram a entrega simbólica da Casa do Papai Noel.

Trenó - O trenó, medindo 6 metros de comprimento e 3 metros de altura, foi patrocinado pelo Sicredi, instituição financeira cooperativa, com o objetivo de unir a população em uma grande corrente de amor e generosidade.

Emocionante - “O evento foi emocionante. A decoração foi toda feita por artesãs, um verdadeiro capricho. Fico muito feliz por fazermos parte deste importante momento da nossa cidade”, ressaltou a Gerente da Agência Sicredi de Ribeirão Pires (SP), Jacqueline de Campos.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri é uma cooperativa com 31 anos de história, mais de 136 mil associados, distribuídos em 79 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná e Capital e Abcd Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB OURO VERDE: Lançado projeto que contribui para troca de conhecimento

sicoob ouro verde 09 12 2019No dia 27 de novembro, o Sicoob Ouro Verde realizou a primeira edição do evento Conecta, na Unidade Administrativa da cooperativa. O objetivo desta realização é, mensalmente, permitir que os colaboradores compartilhem conhecimentos com os demais por meio de apresentações curtas, com duração de 15 minutos cada.

Apresentação e relatos - Na primeira edição, foram apresentados o método Scrum e o Acordo de Basileia, além de relatos sobre participações nos eventos Lidere e HSM. Aqueles que não puderão assistir ao vivo, terão a oportunidade de acessar todo o conteúdo por meio de um banco de conhecimento que será alimentado a cada evento.

Oportunidade - Segundo o analista Bruce Germinaro, o Conecta é uma iniciativa que faz total sentido no mundo atual. “É a oportunidade de compartilhar o mais variado conteúdo em um curto período e nos provoca a pensarmos diferente”, explica.

Segunda edição - No dia 12 de dezembro será realizada a segunda edição do evento. Serão apresentados relatos sobre o evento Comunicar 2020, Formação de Multiplicadores, GPTW e dicas sobre oratória. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

VIACREDI: Programa Escola Inclusiva encerra as atividades de 2019 com a formatura de 29 alunos da turma de Indaial (SC)

Contribuir para que pessoas com deficiências ingressem no mercado de trabalho, além de aprimorar o desenvolvimento profissional e humano são os principais objetivos do programa Escola Inclusiva. A iniciativa é da Viacredi, em parceria com o Ailos e Sesi, contempla os cooperados das comunidades em que a entidade atua.

Outras cidades - Em 2019 foi o primeiro ano que o programa foi realizado em outras cidades além de Blumenau (SC). “Levar a iniciativa para Itajaí (SC) e Indaial (SC) faz parte do nosso planejamento de descentralizar as atuações em Blumenau (SC) e olhar para as outras regiões do Vale que estão se desenvolvendo”, comenta a analista da área de relacionamento com o cooperado, Marilene Vignoli Fagundes

Capacitados - Desde que o programa iniciou, em 2017, aproximadamente 200 alunos já foram capacitados e, no dia 9 de dezembro, é a vez dos 29 participantes da turma de Indaial (SC) receberem os diplomas.

Matérias - O curso, que teve início em setembro, capacitou os jovens em matérias voltadas para o mercado de trabalho, além de matemática e português. “A ideia das aulas foi passar o conhecimento básico e indispensável para que essas pessoas ficassem mais preparadas para concorrer uma vaga”, relata Marilene.

Acidente de moto - É o caso de Guilherme Felipe Ferreira, 24, que há seis anos sofreu um acidente de moto que o deixou com sequelas físicas e psicossociais – perda total dos movimentos do braço esquerdo e déficit de atenção. Convidado a participar do programa, Guilherme teve receio no início: “no primeiro dia me senti uma criança indo para a escola pela primeira vez, mas encarei o medo e o venci. Hoje, sou muito grato pelos professores que me ajudaram não só passando o conhecimento, como também motivando a superar as dificuldades. Agora, estou pronto para voltar ao mercado”, comenta.

Cerimônia - A cerimônia da entrega dos diplomas será realizada no Brückenhaus Centreventos, situado na Av. Carlos Schoeder, 102, bairro Nações. A formatura da turma de Indaial (SC) é a última atividade do ano do Escola Inclusiva.

Sobre a Viacredi - Constituída em 1951 por um grupo de funcionários da Companhia Hering, de Blumenau (SC), a Viacredi é uma cooperativa de crédito integrante do Ailos. A instituição está presente em 20 cidades catarinenses: Apiúna, Ascurra, Benedito Novo, Blumenau, Brusque, Doutor Pedrinho, Gaspar, Guabiruba, Ilhota, Indaial, Itajaí, Jaraguá do Sul, Luiz Alves, Massaranduba, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio, Schroeder, São João Batista e Timbó. Atualmente possui mais de 500 mil cooperados e 1,5 mil colaboradores.

Sobre o Ailos - Constituído em 2002, o Ailos é um Sistema de Cooperativas de Crédito e conta com mais de 800 mil cooperados, 1 Cooperativa Central, 13 cooperativas singulares, mais de 200 postos de atendimento e R$ 8 bilhões em ativos. Com atuação nos três estados do Sul do país, possui mais de 3 mil colaboradores. As cooperativas singulares que compõem o Ailos são: Acentra, Acredicoop, Civia, Credcrea, Credelesc, Credicomin, Credifoz, Crevisc, Evolua, Transpocred, Únilos, Viacredi e Viacredi Alto Vale. (Imprensa Viacredi)

FOCUS: Estimativa para inflação sobe para 3,84% este ano

focus 09 12 2019As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram a estimativa para a inflação este ano, pela quinta vez consecutiva. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,52% para 3,84%, desta vez. A informação consta do boletim Focus, pesquisa semanal BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Alteração - A alteração na estimativa para este ano veio depois da divulgação do IPCA de novembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês passado, o IPCA ficou em 0,51%, maior taxa para o mês desde 2015 (1,01%), puxada pela alta de 8,09% nos preços da carne. Em 12 meses encerrados em novembro, o IPCA ficou em 3,27%.

2020 e anos seguintes - Para 2020, a estimativa de inflação se mantém há seis semanas em 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022.

Centro da meta - As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Queda - De acordo com as instituições financeiras, a Selic deve cair para 4,5% ao ano na reunião do Copom desta semana. Para o fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica também esteja em 4,5% ao ano. Para 2021, as instituições estimam que a Selic encerre o período em 6,25% ao ano. A estimativa anterior era 6% ao ano. Para o final de 2022, a previsão segue em 6,5% o ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. A manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Atividade econômica - A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 0,99% para 1,10%, neste ano. As estimativas das instituições financeiras para 2020 variou de 2,22% para 2,24%. Para os anos seguintes, não houve alteração em relação à pesquisa anterior: 2,50% em 2021 e 2022. Na última semana, o IBGE informou que o PIB cresceu 0,6% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior.

Dólar - A projeção para a cotação do dólar subiu de R$ 4,10 para R$ 4,15, no final de 2019, e de R$ 4,01 para R$ 4,10, no encerramento de 2020. (Agência Brasil)

 

PNUD: Brasil cai uma posição na lista do IDH e fica em 79ºdentre 189 países

pnud 09 12 2019O Brasil melhorou ligeiramente sua nota no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) em 2018, mas caiu uma posição no ranking global, ao passar da 78ª colocação na edição anterior para a 79ª no levantamento, feito em 189 países. A situação é bem pior quando considerada a desigualdade. Nesse caso, o país cai 23 posições, evidenciando que a disparidade no desenvolvimento permanece um desafio.

Dados - Os dados, divulgados nesta segunda-feira (09/12) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), mostram que, em 2018, o IDH brasileiro alcançou 0,761, alta de 0,001 em relação ao ano anterior. A nota coloca o país no grupo de desenvolvimento humano alto, do qual fazem parte também países como Cuba, México, Colômbia e China.

Relatório - O relatório do Pnud destaca que o Brasil apresenta crescimento contínuo nos resultados, mas pontua que houve um avanço mais acentuado de 1990 a 2013, com resultados menos expressivos a partir de então.

Dimensões - Divulgado anualmente, o IDH mede o desenvolvimento dos países com base em três dimensões: saúde (expectativa de vida ao nascer), educação (anos esperados de escolaridade e média de anos de estudo da população adulta) e renda nacional bruta per capita. A escala varia de zero a um. Quanto mais perto de um, maior o desenvolvimento do país.

Colocações - Em 2018, o primeiro colocado no ranking global foi a Noruega, com IDH de 0,954. O país é seguido por Suíça (0,946) e Irlanda (0,942), considerados países de desenvolvimento humano muito alto. Os últimos colocados, por outro lado, são Chade (0,401), República Centro-Africana (0,381) e Níger (0,377).

Quarta posição - Na América do Sul, o Brasil e a Colômbia dividem a quarta posição. O Chile ocupa a primeira, seguido por Argentina e Uruguai. De acordo com o Pnud, o IDH nacional está acima da média de 0,759 para países da América Latina e do Caribe. A média mundial é de 0,731.

Progressos - Apesar da desaceleração no IDH brasileiro em 2018, o diretor do Escritório do Relatório de Índice de Desenvolvimento Humano do Pnud, Pedro Conceição, afirma que os resultados do país são “positivos, sólidos e sustentados”. “O Brasil continua a fazer progressos, como tem feito nos últimos anos, apesar de em alguns desses anos a situação econômica ter ficado abaixo do esperado.”

Expectativa de vida - De acordo com o relatório, de 1990 a 2018, a expectativa de vida ao nascer no Brasil cresceu 9,4 anos; a média de anos de estudo aumentou 4 anos; e os anos esperados de escolaridade subiram 3,2 anos. O rendimento per capita, por sua vez, cresceu cerca de 39,5%. Nesses 28 anos, o IDH do país avançou 24%, superando as médias da América Latina e do Caribe e a global.

Ritmo - Betina Ferraz Barbosa, oficial do Pnud e chefe da unidade de desenvolvimento humano, acrescenta que, quanto mais alto o IDH de um local, mais difícil fica para ele sustentar os mesmos níveis de crescimento. “É normal que o ritmo se torne mais lento”, coloca.

Educação - A melhora tímida no IDH do país em 2018 é explicada principalmente pela estagnação no desempenho das variáveis de educação. No ano passado, o Brasil ficou estacionado tanto no quesito anos esperados de escolaridade (15,4 anos) quanto na média de anos de estudo (7,8 anos).

Renda - A expectativa de vida ao nascer, por outro lado, subiu de 75,5 anos em 2017 para 75,7 anos em 2018. A renda nacional bruta per capita também cresceu, ao passar de US$ 13.975 por ano para US$ 14.068. Esse valor ainda está, no entanto, abaixo do registrado em 2015, de US$ 14.490.

Preocupação maior - Betina destaca que, no caso brasileiro, o ponto de maior preocupação é a desigualdade, “mascarada” pelas médias. “É a boa performance dos ricos que faz com que o IDH do país fique alto (…). Temos verdadeiras Noruegas aqui dentro, ilhas de prosperidade. Mas temos uma realidade muito díspar”, explica, destacando o peso das diferenças regionais no país.

Nota - Quando o IDH é ajustado à desigualdade, a nota do país recua para 0,574, uma perda de 24,5%. Com isso, o Brasil passa a se enquadrar na categoria de desenvolvimento humano médio. Em relação ao ranking, despenca 23 posições na classificação geral. É o país que mais perde posições no mundo, seguido por Camarões.

Mais ricos - Segundo o relatório, a parcela dos 10% mais ricos no país concentra 41,9% da renda total. Já a parcela do 1% mais ricos concentra 28,3%, segunda maior concentração de renda do mundo nesta parcela da população.

Alerta - Na edição deste ano, o Pnud traz ainda um alerta em relação ao surgimento de uma nova geração de desigualdades. A avaliação da organização é de que, apesar dos ganhos mundialmente observados em saúde, educação e padrão de vida nas últimas décadas, as necessidades básicas permanecem não atendidas em algumas regiões. Ao mesmo tempo, ganha força um novo conjunto de desigualdades que pode acentuar as diferenças entre pobres e ricos.

Mudanças fundamentais - Para o Pnud, duas mudanças fundamentais moldarão o nosso século: as mudanças climáticas e as transformações tecnológicas. “A crise climática já está atingindo os mais pobres, enquanto os avanços tecnológicos, como ‘machine learning’ e inteligência artificial, podem deixar para trás grupos inteiros de pessoas, até mesmo países", diz o texto.

Emergência global - Betina afirma que a situação é de “emergência global” e que só voltando as atenções para essas mudanças será possível evitar um aprofundamento das desigualdades no futuro. “A situação é preocupante. No quesito tecnológico, o Brasil precisa pensar de que forma vai organizar a sociedade para que ela possa direcionar e capacitar a sua mão de obra instalada para setores que vão contribuir para o desenvolvimento da sociedade, setores que sejam capazes de absorver essas mudanças. Senão, vamos ficar para trás.”

Novas métricas - Conceição acrescenta que o Pnud já pensa na inclusão de novas métricas, que possam refletir essas mudanças na realidade. “Uma possibilidade é tentar introduzir novas medidas, que tentem captar as mudanças. Tivemos imensos progressos econômicos e sociais nos últimos 30 anos, mas as próprias expectativas da sociedade mudam.”

Homens e mulheres - Os dados da Pnud também mostram que, embora estudem e vivam mais do que os homens, as mulheres brasileiras ainda ficam um passo atrás no que diz respeito à qualidade de vida e oportunidades. No ano passado, o IDH do homem ficou em 0,761 enquanto o da mulher foi de 0,757. A escala varia de zero a um.

Melhor desempenho - A análise destaca que as mulheres têm melhor desempenho em critérios ligados à educação e longevidade. A grande diferença, no entanto, se dá nos rendimentos. Em 2018, a renda nacional bruta per capita dos homens foi 70,9% maior que a das mulheres: de US$ 17.827 por ano para eles e de US$ 10.432 para elas.

Ano passado- No ano passado, a expectativa de vida ao nascer das mulheres brasileiras era de 79,4 anos, e a dos homens, de 72 anos. O mesmo é observado nos anos esperados de estudos (15,8 anos entre elas, contra 15 anos entre eles) e na média de anos de estudos (8,1 anos ante 7,6 anos), outros dois critérios utilizados no cálculo do IDH.

Menos acentuadas - Apesar desse cenário, Pedro Conceição observa que, no Brasil, as diferenças de gênero no IDH são menos acentuadas do que em outros países da América Latina. “O Brasil fica entre os que têm o menor nível de desigualdade na região.”

Homem - Na média, o IDH do homem na América Latina e Caribe é de 0,764, bem superior ao da mulher, de 0,747. Na análise geral, as mulheres também ficam à frente dos homens nos critérios de saúde e educação. No que diz respeito à renda per capita, no entanto, há uma larga diferença: ela foi de US$ 18.004 para os homens em 2018 e de US$ 9.836 para as mulheres.

Exceções - Duas exceções na América Latina são o Uruguai e a Venezuela, países em que o IDH feminino supera o masculino. Ainda assim, os ganhos das mulheres nesses países são muito menores que os dos homens. O que acontece nesses casos é que a diferença nos critérios de saúde e educação é tão grande que acaba compensando a discrepância na medida de renda.

Uruguai - No Uruguai, o rendimento masculino é de US$ 24.292 por ano e o feminino é de apenas US$ 14.901. A expectativa de vida ao nascer, no entanto, é de 74 anos entre os homens e de 81,4 entre as mulheres. Na Venezuela, a diferença de renda é ainda maior (73%), de US$ 11.546 para eles e US$ 6.655 para elas.

Arraigada - “As disparidades de gênero estão entre as formas mais arraigadas de desigualdade em todos os lugares. Como essas desvantagens afetam metade do mundo, a desigualdade de gênero é uma das maiores barreiras ao desenvolvimento humano”, avalia o Pnud no relatório.

Poder - Para a organização, essas discrepâncias são acentuadas “no poder que homens e mulheres exercem em casa, no local de trabalho ou na política”. Além disso, coloca a instituição, normas sociais e culturais promovem comportamentos que tendem a perpetuar as desigualdades ao longo do tempo.

Congresso Nacional - No caso brasileiro, o Pnud destaca que só 15% dos assentos no Congresso Nacional são ocupados por mulheres, enquanto 61% das mulheres adultas atingiram pelo menos o nível secundário em educação — em comparação com 57,7% dos homens.

Empoderamento - Acrescenta ainda que o país com menor IDH do mundo tem mais mulheres com assento no Parlamento do que o Brasil: no Níger, o percentual é de 17%. “Na questão de empoderamento das mulheres, o Brasil não vai tão bem. Um dos fatores levados em conta é a participação na força de trabalho, que ainda é bem menor”, observa Conceição. A participação feminina no mercado de trabalho é de 54%, comparada a 74,4% dos homens. (Valor Econômico)

 


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