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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4722 | 10 de Dezembro de 2019

ENCONTRO ESTADUAL: Fotos do evento estão disponíveis no Flickr

encontro 10 12 2019A Assessoria de Comunicação Social do Sistema Ocepar disponibilizou no Flickr as fotos do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, realizado dia 6 de dezembro, no Centro de Eventos da Lar, em Medianeira, na região Oeste, com cerca de dois mil participantes. O registro foi feito com o apoio de profissionais da empresa VisionArt. São mais de 260 fotos mostrando todos os momentos do Encontro, que foi ainda prestigiado por autoridades, como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o governador do Paraná, Ratinho Junior.

Clique aqui para conferir as fotos do Encontro Estadual de Cooperativistas promovido pelo Sistema Ocepar, em Medianeira

 

 

 

CONFRATERNIZAÇÃO: Afoca completa 30 anos com festa para funcionários do Sistema Ocepar

No dia 30 de novembro, a Associação dos Funcionários do Sistema Ocepar (Afoca) reuniu funcionários da Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar e seus familiares, na Chácara Minas D´água, em Campo Magro, região Metropolitana de Curitiba para a festa de confraternização de final de ano. Participaram do evento, 174 convidados, quando, na ocasião, foram comemorados os 30 anos da entidade.

Fundação – Fundada em 05 de maio de 1989 como entidade recreativa dos funcionários da Ocepar e da então Assocep – Associação de Orientação das Cooperativas do Estado do Paraná, a entidade é responsável por diversas atividades internas e externas que envolvem os colaboradores. Atualmente, a associação representa os funcionários das três casas que integram o Sistema Ocepar: Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar.

Homenagem - O primeiro presidente da Afoca foi o jornalista coordenador de comunicação, Samuel Zanello Milléo Filho, que foi homenageado pela atual diretoria da associação, com a entrega de uma placa alusiva aos 30 anos. Ao recebê-la das mãos do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, de sua esposa, Aulicéia do Carmo Goes, e da atual diretoria, Milléo lembrou de todos aqueles que contribuíram para que a associação fosse criada. “Foi uma iniciativa importante e que contou com apoio da diretoria da época, presidida por Wilson Thiesen e pelo diretor executivo, João Paulo Koslovski, e de vários colegas. Alguns dos fundadores permanecem na casa ainda hoje, como é o caso do próprio Ricken, que também era da diretoria, Tadeu Duda, que elaborou a primeira ata, Nelson Costa, Flávio Turra, Marcelo Martins e Maria Renilda Barbosa. Esta homenagem é para todos eles e, também, aos demais diretores que integraram e integram atualmente a nossa Afoca”, frisou Milléo.

Clique aqui para conferir mais fotos no Flickr

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GETEC: Informe nº 57 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 10 12 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (09/12), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021. A Getec também produziu o Informe Consolidado de novembro, contendo o histórico das projeções do BC referente ao mês.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado da semana

 

CRÉDITO RURAL: Mais de 40% dos recursos da safra 2019/20 foram captados até novembro

credito rural destaque 10 12 2019Dos R$ 225,59 bilhões anunciados pelo governo federal para a safra 2019/20, R$ 94,8 bilhões foram aplicados até o mês de novembro, de acordo com dados do Banco Central. O montante representa 42% do total, segundo o Informe de Crédito Rural, elaborado pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec). A maior parte dos recursos, ou seja, 31%, teve origem na poupança rural; 26% em recursos obrigatórios; 22% em recursos com taxas livres; 10% no BNDES equalizável, 10% em fundos constitucionais e 1% em outras fontes.

Cooperativas - O boletim mostra ainda que, no período que compreende os meses de julho até novembro, as cooperativas brasileiras captaram R$ 11,98 bilhões, sendo a maior parte destinados à industrialização, ao custeio e à comercialização. Já as cooperativas paranaenses captaram R$ 5 bilhões, principalmente em industrialização e custeio.

Captação total - Verifica-se também que a captação total de recursos na política do crédito rural, em novembro da safra atual (2019/2020), se manteve estável do que o mês de novembro das três safras anteriores (2016/2017, 2017/2018, e 2018/19).

 

 

credito rural folder 10 12 2019

 

FRENCOOP: Deputado defende oferta de internet por cooperativas

frencoop 10 12 2019Ele está em seu primeiro mandato como deputado federal pelo estado de Minas Gerais e se diz um entusiasta da atuação das cooperativas, já que testemunha todos os dias o desenvolvimento de lugares onde elas se fixam. Estamos falando de Zé Vitor, que integra a diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Ele é relator do Projeto de Lei nº 8.824/2017, que trata da prestação de serviços de telecomunicação por cooperativas. Para o deputado o cooperativismo pode ser uma alternativa, para universalização dos serviços de internet banda larga. “Novos recursos tecnológicos de comunicação precisam chegar aos cidadãos, e esse PL surge justamente para positivar a participação das cooperativas nesse mercado”, afirma na entrevista a seguir.

Qual a importância das cooperativas para a economia do país e para a construção de uma sociedade mais justa?

As pessoas que se reúnem em cooperativas creem em um modelo econômico diferenciado, por isso o cooperativismo firma sua participação, assumindo claramente uma posição de destaque na economia do Brasil. O sistema cooperativista é sólido, eficaz, tem ética, valores e princípios dos quais o país está necessitando muito. Então, por meio do cooperativismo temos homens e mulheres que trabalham seriamente, unidos para que o Brasil dê certo, são pessoas que acreditam em nosso país e que mostram isso diariamente e com o objetivo de fortalecer a economia brasileira. Precisamos acreditar, valorizar e fomentar esse setor para podermos avançar ainda mais.

Como deputado federal, como espera contribuir com o desenvolvimento das cooperativas?

No Congresso Nacional tenho a responsabilidade de trabalhar pelas agendas positivas do país, e a bandeira cooperativista é uma das principais. O cooperativismo é fundamental para dar dignidade e renda aos agricultores familiares, por exemplo. Tenho procurado cada vez mais fortalecer minhas ações parlamentares, colocando o meu mandato a serviço do povo. Por meio dele, estou mantenho uma interlocução com os cooperados e atuando fortemente para valorizar e desenvolver cada vez mais as cooperativas do país. Precisamos avançar! Todas as sociedades evoluídas souberam organizar as pessoas e o melhor jeito de fazer isso, de forma justa, equilibrada e eficaz, é, sem dúvida, via cooperativismo.

Continuarei trabalhando para fazer a diferença com a certeza de que o Brasil é um país de oportunidades para todos. O cooperativismo necessita expandir suas atividades e essa possibilidade existe, não por meio do gigantismo individual e corporativo, mas da associação federativa com todas as outras cooperativas. Como Deputado federal pretendo dar minha contribuição nesse sentido, apoiar sempre as novas políticas públicas que estão sendo focadas e direcionadas ao setor.

Estamos chegando ao fim do ano legislativo de 2019. Qual o balanço deste seu primeiro ano de mandato?

Avalio este primeiro ano de forma positiva e muito satisfatória. A atuação de um mandato parlamentar no Congresso Nacional envolve um trabalho que não se resume apenas ao Plenário. Muitas decisões do Parlamento são tomadas em comissões, audiências e em interlocução com os ministérios. Neste ano, participei ativamente de duas comissões permanentes, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia, nove comissões especiais como membro titular e em sete como membro suplente. Fui eleito presidente da Subcomissão de Política Agroambiental, apresentei 70 proposições, nove relatorias, participei de 245 votações nominais no Plenário da Casa, integrei três missões oficiais ao exterior, representando os produtores rurais e o agronegócio brasileiro nos países asiáticos, na Irlanda e na COP 25, em Madri, na Espanha. Além disso, faço parte de 140 frentes parlamentares na Câmara, dentre elas a do cooperativismo, e presido, ainda, a Frente Parlamentar de Frutas e Hortaliças. Diante desse quadro acho que é um balanço muito produtivo e positivo para quem está à frente de um primeiro mandato na Câmara Federal.

O senhor apresentou recentemente o relatório ao PL 8.824/2017, que trata da prestação de serviços de telecomunicação por cooperativas. Como o senhor acha que o projeto pode contribuir com o desenvolvimento do país?

As atuais concessões, permissões e autorizações não promovem o acesso e a qualidade fundamentais para a inclusão digital das comunidades rurais em diversas regiões do país. E mais uma vez, o cooperativismo pode ser uma alternativa, para universalização dos serviços de internet banda larga. Novos recursos tecnológicos de comunicação precisam chegar aos cidadãos, e o projeto de lei nº 8.824/17 surge justamente para positivar a participação das cooperativas nesse mercado.

O senhor faz parte da Diretoria da Frencoop nesta legislatura. Qual é a sua história com o cooperativismo?

Sou um entusiasta do cooperativismo, sobretudo das cooperativas de produtores rurais e de crédito. Acredito no formato e na essência de trabalho. Em Minas Gerais, testemunho os avanços sociais e econômicos de regiões e cadeias produtivas que se amparam no sistema cooperativista. (Informe OCB)

 

COAMO: Cooperativa antecipa nesta terça-feira R$ 100 milhões de sobras

A antecipação de parte das sobras de cada exercício já é uma tradição na Coamo Agroindustrial Cooperativa. O dinheiro, apelidado de 13º do cooperado será distribuído nesta terça-feira (10/12) no valor de R$ 100 milhões. É um momento aguardado com grande expectativa pelos agricultores associados e as comunidades na área de atuação da cooperativa no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. O comércio, também, espera ansioso pelas Sobras da Coamo para incremento da movimentação neste final de ano.

Pagamento simultâneo - O pagamento será efetuado de forma simultânea em todas as Unidades e cada cooperado irá receber conforme sua movimentação durante o ano na fixação dos produtos soja, milho, trigo e aquisição de insumos. O restante das Sobras será devolvido aos cooperados após a Assembleia Geral Ordinária, agenda para 10 de fevereiro de 2020.

Satisfação - Conforme o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, é uma satisfação para a diretoria antecipar esse benefício para o quadro social. “A Coamo possui tradição do pagamento antecipado das sobras nesta época do ano. É um momento bastante aguardado pelos associados que podem passar o fim de ano mais feliz, mais tranquilo. É um valor significativo.”

Dificuldades e incertezas - Ele recorda que 2019 foi um ano de dificuldades e incertezas na parte política e economia brasileira, mas que, mesmo assim, os resultados da Coamo foram bons. “Fazemos questão de transferir o que é dos cooperados para eles que são os donos da cooperativa e recebem parte do lucro, que no cooperativismo é chamado de sobras. Quanto mais participar, mais forte ele fica e mais forte fica a cooperativa”, diz Gallassini. (Imprensa Coamo)

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COCAMAR: Sobras do exercício serão antecipadas aos cooperados

cocamar 10 12 2019Na próxima segunda-feira (16/12), a Cocamar Cooperativa Agroindustrial antecipa a entrega de um esperado presente de Natal aos seus produtores cooperados: começa a fazer a distribuição de recursos financeiros a título de sobras do exercício 2019.

Valores - Os valores a serem pagos correspondem a uma complementação de preços dos produtos agrícolas entregues pelos cooperados na cooperativa e incluem um percentual, também, sobre a aquisição de insumos agropecuários, sendo proporcionais à participação de cada um. O montante vai ser oficializado na sexta-feira (13/12) após uma reunião do Conselho de Administração na sede da cooperativa, em Maringá (PR).

Proporcionalmente - Assim, quanto mais produtos o agricultor associado deposita na cooperativa e mais concentra nela as suas compras de insumos, maior é o valor do cheque a que tem direito no Natal.

Previsão - A previsão da Cocamar é que a partir das 8h de segunda-feira e durante todo o horário comercial, as suas 87 unidades operacionais localizadas no norte e noroeste do Paraná, oeste de São Paulo e sul do Mato Grosso do Sul, recebam um grande fluxo de cooperados em busca de seus numerários. São cerca de 15 mil produtores associados e o movimento deve estar concluído em três dias.

Diferenciais - A distribuição de sobras é um dos diferenciais do sistema cooperativista que, ao término de cada exercício, retorna os resultados de suas atividades aos cooperados. Na Cocamar, essa é uma prática comum que ocorre geralmente no início da segunda quinzena de dezembro, a tempo de os produtores utilizarem os recursos para suas compras de Natal ou destiná-los a outros fins.

Impacto - Além de beneficiar os cooperados, a sobra entregue pela cooperativa tem outro efeito positivo: acaba irrigando o comércio em geral, em especial o das pequenas cidades onde eles residem, ajudando a aquecer a economia. (Imprensa Cocamar)

SERVIÇO

Adiantamento de sobras aos cooperados

LOCAL: todas as unidades da cocamar

DATA: 16/12

HORÁRIO: a partir das 8h

 

AGROPAR: Palestra motivacional é apresentada para colaboradores

agropar 10 12 2019“Atitudes de vencedores: O sucesso depende de você!”. Este foi o tema da palestra motivacional promovida pela Agropar - Cooperativa Agroindustrial do Médio Oeste do Paraná para o quadro de colaboradores, na noite de 29 de novembro, na sede social, em Assis Chateaubriand. O evento contou com apoio do Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR).

Palestrante - O tema foi abordado por Jean Matos, que é administrador, especialista em Gestão Estratégica de Negócios e mestre em Desenvolvimento Regional e Agronegócios. Além de palestrante, ele também é consultor, empreendedor e professor universitário. O objetivo da iniciativa foi levar os participantes a fazer uma reflexão sobre o seu papel no mundo e como operar mudanças substanciais para ter maior assertividade em suas ações pessoais e profissionais. De acordo com Matos, as pessoas de sucesso congregam entre si atitudes vencedoras que modificam positivamente o curso de suas vidas.

A Agropar - Fundada em 30 de junho de 1995, a Agropar reúne cerca de 4.500 produtores rurais, entre associados e terceiros que realizam negócios com a cooperativa. Sediada em Assis Chateaubriand, ela opera com uma capacidade de armazenamento total de 71 mil toneladas de grãos, sendo 12 mil toneladas em armazém tipo V e 59 mil toneladas em silos metálicos, com sistema de termometria e aeração, além de contar com todos os equipamentos necessários para a padronização dos cereais.

 

SICREDI I: Lei federal oficializa Padre Theodor Amstad como patrono do Cooperativismo Brasileiro

sicredi patrono 10 12 2019Assinado pela presidência da República e publicado nesta segunda-feira (09/12), no Diário Oficial da União, o documento oficializa Padre Theodor Amstad como patrono do Cooperativismo Brasileiro. O reconhecimento é uma homenagem ao trabalho realizado pelo padre suíço, que fundou a primeira cooperativa de crédito da América Latina, em 1902, na cidade de Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul, e que atualmente é a Sicredi Pioneira RS, uma das 111 cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi.

Papel importante - Padre Theodor Amstad teve um papel importante na construção do cooperativismo no Brasil. Hoje, esse modelo de sistema colaborativo para produção e distribuição de riquezas se perpetua em áreas como da educação, saúde, agricultura, turismo, construção civil, terceiro setor e na de finanças, como o Sicredi, um dos maiores sistemas de cooperativismo de crédito do país, que reúne mais de 4 milhões de associados espalhados por 22 estados brasileiros e Distrito Federal.

Trajetória - Amstad nasceu em 9 de novembro de 1851, em Beckenried, na Suíça, e chegou ao Brasil em 1885, período de grande imigração europeia no país. O padre se estabeleceu na região de Nova Petrópolis, há cerca de 100 km da capital Porto Alegre, e logo começou a prestar assistência econômica, social e cultural aos colonos alemães e italianos que viviam na região.

Caixa de Economia e Empréstimos - Sempre comprometido com o desenvolvimento social e econômico das comunidades locais, que na época viviam basicamente da produção agrícola, Theodor criou a Bauernkasse, a Caixa de Economia e Empréstimos Amstad, na comunidade de Linha Imperial em Nova Petrópolis, cidade que desde 2010 leva o título de Capital Nacional do Cooperativismo.

Modelo - A Bauernkasse seguiu o modelo “Raiffeisen”, surgido na Alemanha, em 1862, voltado aos agricultores mais pobres, que não tinham garantias a oferecer, mas que precisavam de recursos para desenvolverem suas produções. Esse modelo se espalhou pela Itália, França, Holanda, Áustria e Inglaterra e, no Brasil.

Pioneirismo - Segundo Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu), o pioneirismo do padre Theodor Amstad deu origem a um modelo de negócio que hoje está presente em aproximadamente metade dos municípios brasileiros.

Ligação direta - “Graças a sua luta e visão de mundo mais justo e igualitário, hoje temos milhões de brasileiros em cooperativas de crédito que desenvolvem trabalhos de suma importância econômica e social. A história do Sicredi tem ligação direta com a trajetória de Theodor Amstad, foi ele quem nos ensinou a caminhar nos fez andar e nos deu a inspiração para continuarmos disseminando a cooperação entre as pessoas”, comenta Dasenbrock, que também destaca a importância dos programas Crescer e Pertencer, realizados pelo Sicredi com o objetivo de promover formação cooperativa para associados, colaboradores e comunidade em geral.

Números - De acordo com o Banco Central, no Brasil já são mais de 10 milhões de associados ao Cooperativismo de Crédito e mais de 3,9 milhões deste total entraram para o segmento nos últimos cinco anos. “Em muitos municípios, as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes, o que contribui para a inclusão financeira e o desenvolvimento local das comunidades”, explica Dasenbrock.

História - Amstad morreu no dia 7 de novembro de 1938, na cidade de São Leopoldo (RS). O padre também ficou conhecido por percorrer mais de 100 mil quilômetros montado em uma mula para levar seu conhecimento e apoio às comunidades do interior do Rio Grande do Sul. Sua história é preservada fisicamente na comunidade Linha Imperial em Nova Petrópolis, onde fica o Memorial Padre Amstad. Cerca de três mil visitantes passam anualmente pelo local para conhecer um pouco mais da história do patrono do cooperativismo brasileiro.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Moody's eleva nota da instituição cooperativa em classificação de risco de crédito

sicredi I 10 12 2019A Moody’s, uma das principais agências de classificação de risco de crédito do mundo, elevou as notas do Sicredi de Aa2.br para Aa1.br nos ratings corporativo e de emissor em escala nacional, ambos de longo prazo. A nova avaliação atesta a capacidade do Sicredi de manter métricas de risco de ativos acima da média do mercado de capitais durante crises econômicas e, ainda, de sustentar seu alto nível de capitalização e rentabilidade. Na atualização, a agência também reafirmou todas as outras avaliações e classificações da instituição financeira cooperativa.

Bom desempenho - Segundo Cesar Bochi, diretor de Administração do Sicredi, a avaliação da Moody’s reafirma o bom desempenho da instituição financeira, que se tornou modelo para o cooperativismo de crédito no Brasil e no mundo. “Seguimos apresentando um crescimento contínuo, mesmo nos momentos em que o cenário econômico trouxe grandes desafios. Fechamos o primeiro semestre deste ano com crescimento de 10% no resultado líquido, chegando à marca de R$ 1,5 bilhão, e com patrimônio líquido que supera a marca dos R$ 16 bilhões. São resultados de uma participação muito ativa dos nossos mais de 4 milhões de associados e de um modelo de negócio sólido e seguro”, diz.

Outras agências - Além da nota aplicada pela Moody’s, o Sicredi obtém bom desempenho em avaliações da Fitch Ratings e Standard & Poor’s, que também estão entre as principais agências de classificação de risco de crédito no mundo. O rating nacional de longo prazo que avalia o grau de investimento com qualidade alta e baixo risco tem a nota máxima da Standard & Poor’s (AAA) e a nota AA da Fitch Ratings.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO PR/SP I: Programa Inclusão Digital forma mais de 150 alunos

Neste segundo semestre, mais de 150 alunos de 11 municípios do Paraná e um de São Paulo concluíram o curso de informática básica do programa Inclusão Digital da Sicredi União PR/SP. A entrega dos certificados teve início em novembro em Guaravera (distrito de Londrina) e já foi realizada em Paranavaí, Graciosa, Nova Esperança, São Lourenço, Floraí e Alto Paraná.

Cafeara e Terra Boa - Nesta quarta-feira (11/12) será a vez dos alunos de Cafeara e Terra Boa receberem o certificado. Depois disso, representantes da Sicredi União PR/SP percorrem os municípios de Icaraíma (dia 12), Prado Ferreira (dia 17) e Mogi Guaçu/SP (dia 19). Em todas as cidades a cerimônia acontece das 19 às 21 horas com a participação de alunos, familiares, parceiros do programa e autoridades convidadas.

Contribuição - Durante a cerimônia em Nova Esperança, o gerente de agência da Sicredi União PR/SP, Luiz Henrique Lazzaretti, destacou que a formatura sela a contribuição da instituição financeira cooperativa com a educação e o desenvolvimento da comunidade. “Esse é um dos propósitos da Sicredi União, porque sabemos a diferença que a busca por conhecimento faz na vida das pessoas a fim de acompanhar as inovações tecnológicas da modernidade”, comentou.

Gerar oportunidades - O membro do Conselho de Administração da Sicredi União PR/SP, Francisco Donizetti Razente, também compareceu ao evento em Nova Esperança e ressaltou que o foco do programa Inclusão Digital é gerar oportunidades para as pessoas. “Nosso objetivo é obter o desenvolvimento junto com a comunidade. Isso é diferente de assistencialismo, porque a instituição financeira cooperativa investe em iniciativas que capacitam os indivíduos, tornando possível a realização de sonhos”.

Primeiro semestre - No primeiro semestre deste ano, a Sicredi União PR/SP também entregou certificados do Inclusão Digital para cerca de 130 alunos. Ao longo dos cinco anos de atuação do programa, a instituição financeira cooperativa já formou mais de mil pessoas.

Programa - Lançado em 2013, o programa foi iniciado no distrito de Graciosa e, atualmente, está presente em doze municípios. O curso é gratuito, tem duração de quatro meses e é realizado duas vezes por ano, de março a junho e de agosto até novembro, com duas aulas por semana. Nesse período, os alunos aprendem informática básica, que inclui o sistema office e internet.

Público - A iniciativa é voltada para associados da Sicredi União PR/SP e familiares, e abrange todas as faixas etárias - desde crianças até pessoas na terceira idade. O objetivo é levar conhecimento a quem não tem acesso, promovendo a inclusão digital. Para isso, a instituição financeira cooperativa disponibiliza equipamentos e instrutores, já os parceiros providenciam o local para a realização do curso.   Entre os parceiros estão prefeituras, secretarias de assistência social, igrejas, instituições do terceiro setor e Rotary Clubes. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Agências montam árvores solidárias

Natal é tempo de celebrar a vida, compartilhar o amor e espalhar a esperança. Por isso, nas agências da Sicredi União PR/SP a árvore ganha muito mais significado ao ser montada não só com bolas e outros enfeites natalinos, mas principalmente com alimentos, produtos de higiene e limpeza e brinquedos.

Campanha - Esta é a Campanha Árvore Solidária da Sicredi União PR/SP que, todo fim de ano, delega aos colaboradores a missão especial de incentivar a solidariedade entre os associados e a comunidade. Todas as agências da instituição financeira cooperativa participam da iniciativa e, desde novembro, estão recebendo os produtos. Para participar, basta levar a doação ao ponto de atendimento.

Expectativa - A arrecadação segue até 15, e a expectativa é chegar a 40 mil kg/l de alimentos. Na segunda quinzena de dezembro, os produtos serão entregues para cerca de 120 entidades de assistência social que ficam na área de abrangência da Sicredi União PR/SP.

Gratificante - De acordo com a analista de Responsabilidade Social da Sicredi União PR/SP, Solange Gil de Azevedo, é gratificante encerrar o ano com uma missão tão especial, que ajuda comunidades e torna o Natal mais solidário. “Nossa expectativa é superar as arrecadações do ano passado, embora isso seja um grande desafio”, destaca.

Árvore Solidária - A campanha Árvore Solidária teve início em 2010, quando colaboradores da Sicredi União de Paranavaí/PR montaram pela primeira vez uma árvore de alimentos em vez da tradicional árvore de Natal. A partir de então, a instituição financeira cooperativa ampliou a iniciativa para todas as agências de sua área de abrangência, que passaram a realizar a ação anualmente.

Total arrecadado - Desde que a campanha foi criada, já foram arrecadadas 227 toneladas de alimentos, 18,7 mil produtos de higiene e limpeza e 2,5 mil brinquedos, beneficiando mais de 200 entidades. Somente no ano passado, o projeto doou 49 toneladas de alimentos, 2,8 mil litros de leite e óleo, 1,3 mil produtos de limpeza, 5,4 mil produtos de higiene e 300 brinquedos, beneficiando cerca de 120 entidades. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Intercooperação, mais que um princípio, uma grande força

As sociedades cooperativas são regidas por 7 princípios, dentre eles, chamamos a atenção, nesse momento, para o 6º Princípio, chamado de Intercooperação. Se apoiando nesse princípio com o objetivo de compartilhar boas práticas entre instituições, dirigentes da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, foram recepcionados por lideranças da Lar Cooperativa Agroindustrial e pela diretoria, presidente e conselheiros da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, ambas localizadas na cidade de Medianeira (PR), oeste do Paraná.

Trabalho - Durante a visita na Lar, a comitiva acompanhou o amplo trabalho realizado junto aos cooperados, em especial no desenvolvimento de públicos estratégicos, com os Comitês de Mulheres e Jovens. Outra frente importante é a inovação, que em um ano, através do compartilhamento de ideias, permitiu uma significativa economia de custos em diversas frentes de atuação, sempre com o objetivo principal de facilitar a vida dos cooperados.

Compartilhamento - Na Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, também um momento de compartilhamento de informações sobre diversas ações realizadas, além de indicadores de desempenho que mostram o crescimento sólido das 111 cooperativas que compõe o sistema Sicredi.

Encontro Estadual - Para fechar com chave de ouro, em clima de cooperativismo, no dia seguinte (06/12), o grupo participou do Encontro Estadual das Cooperativas, organizado pelo Sistema Ocepar, pela primeira vez no interior do estado, com presença de duas mil pessoas, governador do estado e ministra da agricultura, presidente da Ocepar, superintendente da OCB (Organização das Cooperativas do Brasil) e demais lideranças cooperativistas. “Acreditamos que a possibilidade de compartilhar boas práticas, é uma forma de contribuir com o desenvolvimento de todas as cooperativas, e consequentemente toda a população é beneficiada”, afirma Adilson Primo Fiorentin, presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, Adilson Primo Fiorentin. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

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UNIMED LONDRINA: Cooperativa realiza plantio simbólico de 1,2 mil mudas na sexta-feira

unimed londrina 10 12 2019Para compensar a emissão de CO2 de 2018, a Unimed Londrina irá plantar 1,2 mil mudas de árvores nativas pelo projeto Bosque da Vida em 2019. Um plantio simbólico está programado para sexta-feira (13/12). Será no condomínio Ecovillas do Lago (PR-323, Sertanópolis, região Norte do Paraná), a partir das 8h30. A iniciativa está em sua 11ª edição e tem como objetivo contribuir para amenizar as causas do efeito estufa.

Calculadora - Por meio da calculadora de CO2, mecanismo desenvolvido pela Unimed do Brasil, a cooperativa mensura quantas árvores serão necessárias para compensar a emissão do gás que, em grande quantidade, potencializa o efeito estufa. "As atividades recorrentes à nossa rotina, como utilização da frota, viagens de avião, geração de resíduos, uso do ar-condicionado e energia elétrica, por exemplo, são contabilizados e informados para que a calculadora emita um laudo definindo a quantidade de árvores necessárias para a compensação", explica a gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti.

IAP - As mudas serão cedidas pelo IAP (Instituto Ambiental do Paraná) e plantadas no Ecovillas do Lago.

Onze anos - Em 2019, a iniciativa completou 11 anos. De lá para cá, mais de 12 mil mudas foram plantadas.

Projeto Bosque da Vida - Organizado pela área de Sustentabilidade da Unimed Londrina, o projeto conta com duas frentes. Uma é a entrega de árvores frutíferas aos pais que levam seus filhos para realizarem o Teste da Orelhinha na Clínica de Vacinas da cooperativa. A outra é o plantio de mudas nativas para compensação de CO2 emitido pela Cooperativa durante o ano. (Imprensa Unimed Londrina)

 

AGRÁRIA: Aluno do Colégio Imperatriz conquista medalha de bronze na OBMEP

Motivo de preocupação para muitos estudantes, a matemática é uma disciplina essencial não apenas no currículo escolar, mas na solução de muitos desafios do dia a dia. Dentro de sua proposta pedagógica, o Colégio Imperatriz busca torná-la mais próxima dos alunos, promovendo atividades que simulem sua aplicação no cotidiano. Esta maneira de ensinar tem gerado excelentes resultados. No dia 3 de dezembro, a instituição foi comunicada que Guilherme Novatzki, do 7º ano, conseguiu a medalha de bronze na 15ª OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática), promovida pelo Ministério da Educação.

Primeira vez - É a primeira vez que um aluno do Imperatriz recebe uma medalha na competição, mas não a primeira conquista de Guilherme: em 2018, o estudante já havia obtido a menção honrosa por sua participação na OBMEP e este ano ficou com a medalha de prata na OMP (Olimpíada de Matemática Poliedro). “Quando era menor minha mãe me colocou em um curso de Matemática extraclasse. Comecei a aprender, gostar e fui evoluindo”, explica.

Escolas públicas e particulares - A OBMEP reúne estudantes de escolas públicas e particulares de todo Brasil. Nesta edição foram cerca de 18 milhões de inscritos. Os alunos são divididos em três níveis, de acordo com a série que cursam. A Olimpíada acontece em duas fases. Primeiro, os alunos interessados realizam uma prova objetiva encaminhada às escolas. Esta avaliação serve para classificar os estudantes para a próxima etapa. “Além do Guilherme, tivemos outros alunos classificados para a segunda fase da Olimpíada”, comenta a professora Ana Paula Brizola, que ministra as aulas de Matemática para os alunos do 6º ao 9º ano do Colégio.

Descritivas - Já na segunda etapa as provas são descritivas. É o resultado desta avaliação que determina a classificação final dos estudantes. “Na hora da prova às vezes bate o nervosismo, mas tento ficar tranquilo para participar bem. Gosto de participar porque consigo ganhar conhecimento e aprender coisas novas”, revela Guilherme.

Premiação - As premiações na Olimpíada variam de acordo com a quantidade de questões acertadas e podem ser desde menção honrosa até medalhas de bronze, prata e ouro. Guilherme é um dos 227 paranaenses medalhistas de bronze na 15ª OBMEP. Considerando todos os alunos que conquistaram o bronze no Nível I, o aluno do Imperatriz atingiu a segunda posição estadual e a 16ª nacional. “Estamos muito orgulhosos, pois acreditamos que esta conquista serve como incentivo para os outros alunos. O impacto de ver um colega ser reconhecido e perceber que outros também podem chegar lá é muito grande”, afirma Ana Paula Brizola.

Medalha - Guilherme Novatzki receberá sua medalha ano que vem. Além disso, ele deve ser convidado para participar de um grupo de Iniciação Científica Júnior, realizado na Unicentro. O objetivo do projeto é incentivar jovens talentos da Matemática e prepará-los para outras competições como a OBMEP. (Imprensa Agrária)

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INFRAESTRUTURA I: Governador anuncia obra que soluciona gargalo do Trevo Cataratas

infraestrutura I 10 12 2019Um dos maiores gargalos rodoviários do Paraná, o Trevo Cataratas (BR-277), em Cascavel, será totalmente reconfigurado com a construção de um viaduto. A passagem em nível vai facilitar o fluxo de cerca de 30 mil veículos que circulam pelo local por dia. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (09/12) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Pacote - A obra integra um pacote de oito projetos que serão executados com recursos do acordo de leniência de R$ 400 milhões firmado pela Ecorodovias com o Ministério Público Federal (MPF). A empresa controla a Ecovia e a Ecocataratas e fará investimentos de R$ 150 milhões até 2021 ao longo da BR-277, principal corredor rodoviário e de exportação do Paraná.

Obras - O acordo prevê R$ 130 milhões para a execução de três obras no trecho da Ecocataratas, no Oeste do Estado, e R$ 20 milhões em cinco obras da Ecovia, no trecho entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral. Outros R$ 220 milhões estão sendo abatidos com a redução de tarifas e R$ 30 milhões serão pagos em multas.

Inclusão - O governador também anunciou a inclusão no acordo de leniência homologado pela Justiça Federal da doação de todos os projetos executivos elaborados pela concessionária, o que permitirá celeridade ao Estado na execução das obras que não foram contempladas, inclusive com possibilidade de abatimento no contrato da nova concessão se houver melhorias com recursos do Tesouro.

Critérios - “Nós apontamos obras importantes para o desenvolvimento do Estado. Os critérios foram técnicos, e visam reduzir os índices de acidentes e melhorar a capacidade de tráfego e mobilidade”, afirmou Ratinho Junior. “Essas obras já deviam ter acontecido, mas foram retiradas dos contratos”.

Perspectiva-Segundo o governador, a perspectiva é que as intervenções comecem imediatamente, conforme os projetos fiquem prontos. “O Trevo Cataratas é uma das obras mais complexas do Brasil”, destacou Ratinho Junior, sustentando que a construção do viaduto vai contribuir com a competitividade do Paraná e atrair mais investimentos ao Estado. “Isso ajudará a trazer mais empresas e empregos”.

Prioritárias - O secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, explicou que as obras escolhidas são as mais prioritárias da BR-277. “Todas as regiões necessitam de mais obras de arte e duplicações, mas temos valores específicos e agimos pela prioridade”, pontuou, lembrando que as escolhas foram referendadas pela Força-Tarefa Lava Jato, do Ministério Público Federal.

Trevo Cataratas - O Trevo Cataratas é um entroncamento por onde passam mais de 30 mil veículos por dia e reúne as rodovias BR-369, no sentido de Maringá, a BR-277, entre Guarapuava e Foz do Iguaçu, a BR-467, em direção a Toledo, e a Avenida Brasil, que é principal via de acesso a Cascavel.

Principal gargalo - O governador afirmou que o trevo é o principal gargalo logístico do Estado e que a obra será executada em duas fases, com implementação de passagens de nível e retirada dos semáforos. “É uma obra emblemática. A população cobrava do Estado há mais de 30 anos”, destacou Ratinho Junior.

Cronograma - De acordo com o governador, a concessionária tem um cronograma a ser executado e já existe uma tratativa com o Ministério da Infraestrutura para que, em caso de atraso, o Trevo Cataratas esteja dentro da nova concessão. “Ou seja, não há risco dessa obra não ser entregue”, disse. “Essa obra terá serviço 24 horas por dia, uma verdadeira força-tarefa. Vamos tentar entregar até 2021”, emendou o secretário Sandro Alex.

Mudança - O prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos, disse que o novo trevo deveria ter saído do papel há uma década para acompanhar o crescimento do volume de veículos que trafegam pela região. “Muitas famílias choraram nesse trevo com acidentes fatais. Ele também é um gargalo para o desenvolvimento. É uma obra que vai mudar o Oeste do Paraná porque Cascavel é um corredor da produção do Paraná, Mato Grosso do Sul e do Paraguai”, afirmou.

Reunião - Nos próximos dias técnicos da prefeitura vão se reunir com a concessionária, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para tratar dos desvios necessários nas pistas para a execução das obras.

Campos Gerais-Oeste - Os R$ 130 milhões da Ecocataratas serão investidos em dois projetos além do Trevo Cataratas: melhorias nas vias marginais na BR-277, em Foz do Iguaçu, e terceiras faixas entre Cascavel e Guarapuava. A concessão da empresa se estende por 543 quilômetros da BR-277, que recebe movimento de cerca de 11 milhões de veículos por ano, mais da metade (55%) no transporte de cargas.

Melhorias - As melhorias nas vias marginais acontecerão entre o Trevo Charrua e o Viaduto Costa e Silva, liberado na última sexta-feira (06/12). As terceiras faixas entre Cascavel e Guarapuava (passando por Laranjeiras do Sul, Candói e outras cidades) serão executadas com parte desses recursos, mas ainda não há previsão de quilometragem ou quantidade.

RMC-Litoral - Os R$ 20 milhões da Ecovia serão investidos em cinco projetos que viabilizarão mais segurança para moradores, turistas e no sistema de escoamento de produção até o Porto de Paranaguá.

Total administrado - A Ecovia administra 296 quilômetros de estradas - os 84 quilômetros da BR-277 entre a capital e Paranaguá, além de segmentos rodoviários da PR-508 e PR-407, e das alças de ligação a Morretes e Antonina. Nesse trecho trafegam 6,6 milhões de veículos por ano, 35% relacionado ao transporte de cargas.

Obras - As obras serão a duplicação da PR-407 no entroncamento com a PR-412, uma extensão de 830 metros em cada sentido, compondo uma rótula, no perímetro urbano de Pontal do Paraná; uma passarela no km 01 da Avenida Ayrton Senna, em Paranaguá; uma passarela no km 77 em São José dos Pinhais, atendendo a comunidade São Judas Tadeu; a alça de retorno na BR-277 com a PR-508; e a iluminação de cinco quilômetros na BR-277 na entrada de Paranaguá, para melhorar a segurança da movimentação de cargas, da população e evitar prostituição.

Leniência - A Justiça Federal do Paraná homologou o acordo de leniência da Ecorodovias em setembro deste ano e a empresa reduziu as tarifas nas suas seis praças de pedágio em 30%. Os R$ 400 milhões do acordo devem ser pagos até o fim das concessões, em 2021. A concessionária reconheceu o pagamento de propinas para conseguir mudanças contratuais, atos de corrupção e lavagem de dinheiro.

Presenças - Marcaram presença no anúncio o vice-governador Darci Piana; o secretário de Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge; a procuradora-geral do Estado, Letícia Ferreira; o diretor-geral do DER, Fernando Furiatti; o comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária, tenente-coronel Olavo Vianei Nunes; o superintendente da PRF no Paraná, Ismael de Oliveira; o superintendente de Inovação da Casa Civil, Henrique Domakoski; os deputados estaduais Homero Marchese, Marcel Micheletto, Márcio Pacheco e Luiz Fernando Guerra; e o consultor em Infraestrutura e Logística da Federação das Indústrias do Paraná, João Arthur Mohr.

Acordo com a Rodonorte prevê duplicações, viadutos e trincheiras - O governador Carlos Massa Ratinho Junior também já anunciou as 12 obras que serão executadas com R$ 365 milhões liberados pelo acordo de leniência firmado pela concessionária CCR-Rodonorte e o Ministério Público Federal (MPF). São oito interseções de nível (viadutos, trincheiras e passagens) e cerca de 30 quilômetros de duplicações nas rodovias sob responsabilidade da empresa.

Trechos - As obras que serão feitas são as interseções I-04 - Jardim Guarany – Campo Largo – BR-277; I-06 - Cercadinho – Campo Largo – BR-277; I-19 – acesso a Castrolanda/Socavão – Castro – PR-151 com PR-340; I-09 - Trevo de Brotas - Piraí do Sul – PR-151; intervenções em trechos da Avenida Souza Naves - Ponta Grossa – BR-373; I-27 acesso secundário Ponta Grossa – PR-151; I-60 acesso ao Contorno Leste de Ponta Grossa – BR-376; e as duplicações na BR 376 dos km 431 ao 420; 420 ao 412; 412 ao 411,3;403 ao 399,8 e 399,8 ao 394,5.

Abrangência - O sistema rodoviário atendido pela Rodonorte no Paraná abrange a BR-277, entre Curitiba e São Luiz do Purunã; a BR-376, entre Apucarana e São Luiz do Purunã, passando por Ponta Grossa; a PRC-373/PR-151, entre Ponta Grossa e Jaguariaíva; e a BR-373, no perímetro urbano de Ponta Grossa (Av. Souza Naves), ligação da cidade com as saídas para o Norte do Paraná e Foz do Iguaçu.

Valor - O acordo de leniência prevê R$ 750 milhões de investimentos até o final da concessão, sendo R$ 365 milhões para a execução de obras e outros R$ 350 milhões para arcar com redução em 30% da tarifa de todas as praças de pedágio por ela operadas, medida em vigor desde abril. Houve ainda o pagamento de multa para o Estado no valor de R$ 35 milhões.

Novo Anel de Integração - O Anel de Integração do Paraná será modernizado a partir de 2021. A licitação será feita pelo governo federal e terá 4,1 mil quilômetros de estradas estaduais e federais – o atual tem 2,5 mil quilômetros.

Polígono - O novo programa de concessões incorpora ao polígono original três estradas estaduais: PR-092 (Norte Pioneiro), PR-323 (Noroeste) e PR-280 (Sudoeste). O leilão também deve abranger os trechos paranaenses das BRs 163 (Oeste), 153 (de Ourinhos a União da Vitória) e 476 (Rodovia do Xisto). O governo federal investiu R$ 60 milhões no projeto.

Conclusão - Pelo cronograma da Empresa de Planejamento e Logística S.A (EPL), contratada pela União para fazer os estudos de viabilidade da nova concessão, a modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica será concluída em 2020. O documento vai concentrar todas as informações necessárias para a licitação, incluindo formas de cobranças, projetos prioritários e valores previstos de tarifas. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA II: Governo fará estudos de viabilidade do Aeroporto Regional do Sudoeste

infraestrutura II 10 12 2019O governador Carlos Massa Ratinho Junior conheceu nesta segunda-feira (09/12) o projeto de construção do Aeroporto Regional do Sudoeste. Prefeitos, empresários e representantes da região apresentaram, em reunião no Palácio Iguaçu, detalhes do terminal que seria erguido em Renascença.

Capacidade - De acordo com estudos da Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (AMSOP), o complexo aéreo teria capacidade para incrementar o desenvolvimento de uma área que abrange 102 municípios do Paraná e Santa Catarina, impactando diretamente 1,2 milhão de pessoas.

Assinatura - Ratinho Junior autorizou, durante o encontro, a assinatura de um termo de compromisso entre a Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística e a Secretaria de Aviação Civil (SAC), ligado ao Ministério da Infraestrutura, para viabilizar a continuidade dos estudos de viabilidade econômica e estrutural para a implantação do aeroporto.

Incentivo - “Estamos incentivando muito a aviação regional, ampliando linhas aéreas por todo o Estado. Temos na região dois aeroportos funcionando muito bem, em Francisco Beltrão e Pato Branco, por isso a necessidade de análise da viabilidade econômica deste novo aeroporto”, afirmou o governador. “Essa união política em torno do projeto é um bom sinal para a viabilização do terminal”, completou.

Sinalização - Presidente da AMSOP e prefeito de Saudade do Iguaçu, Mauro Cenci explicou que a entidade já tem a sinalização de que o Governo Federal pode colaborar com a elaboração do projeto executivo, com valor estimado entre R$ 2,5 milhões e R$ 3 milhões. O custo total da obra é de R$ 120 milhões.

Obra estruturante - “Seria uma das maiores obras estruturantes da Região Sudoeste. Importante para o escoamento de cargas, além do transporte de passageiros, pegando o Paraná e uma parte de Santa Catarina”, ressaltou Cenci.

Suporte técnico - Sandro Alex, secretário da Infraestrutura e Logística, reforçou que a secretaria vai dar todo o suporte técnico. Segundo ele, no entanto, a construção do terminal passa necessariamente pelo apoio financeiro da União. “Sou um entusiasta dos aeroportos regionais. Vamos estudar a viabilidade para, com o apoio do Governo Federal, fazer o projeto andar”, disse.

Presenças - Participaram da reunião os deputados federais Vermelho e Toninho Wandscheer; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano; os deputados estaduais Nelson Luersen e Reichembach; o prefeito de Renascença, Lessir Bortoli; e o vice-prefeito de Renascença e coordenador do projeto, Antônio Pedron; além de lideranças da região. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CONAB: Produção de grãos cresce e chega a 246 milhões de toneladas

conab 10 12 2019A terceira estimativa da safra 2019/20 de grãos sinaliza para uma produção de 246,6 milhões de toneladas, com aumento de 1,9%, equivalente a 4,6 milhões de toneladas, sobre a safra 2018/19. Os números que registram novo recorde da série histórica foram divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta terça-feira (10/12).

Área semeada - A área semeada mantém a expectativa positiva de crescimento superior à safra passada, com variação de 1,5%, alcançando 64,2 milhões de hectares. É bom lembrar que as culturas de segunda e terceira safras, além das de inverno, terão seus indicativos atualizados mais adiante, perto do período de cultivo.

Soja - Para a soja, há tendência de crescimento de 2,6% na área plantada em relação à safra passada e a estimativa aponta também para uma produção de 121,1 milhões de toneladas. As chuvas irregulares registradas no início do ciclo, em estados da região Centro-Oeste e Sudeste, por exemplo, apresentaram melhoras a partir do mês de novembro, o que favoreceu o avanço das operações de plantio. Já no Matopiba, que engloba Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, as mudanças climáticas interferiram na evolução da semeadura, mas a perspectiva é que o plantio seja realizado dentro do calendário próprio para a região.

Milho primeira safra - O milho primeira safra, que tem crescimento de área de 1,2% e totalização de 4,2 milhões de hectares, continua perdendo espaço para a soja neste período. Nesta primeira fase, a estimativa de produção é de 26,3 milhões de toneladas. Com a colheita da soja, a partir de janeiro, inicia-se a semeadura da segunda safra de milho, que representa 72% da produção total do cereal no país.

Algodão - A área do algodão, que apresentou grandes aumentos nas últimas duas safras, registra agora um acréscimo de 1,6%, devendo situar-se em 1,6 milhão de hectares. A produção estimada do algodão em caroço é de 6,8 milhões de toneladas e a da pluma, de 2,7 milhões de toneladas, similares, portanto, ao da safra anterior.

Feijão primeira safra- Já para o feijão primeira safra, a estimativa é de redução de 1,3% na área em comparação com a temporada passada. A cultura também perde espaço para a soja e o milho que apresentam melhor rentabilidade. Também o trigo que já está com 97% da produção colhida, deve alcançar 5,2 milhões de toneladas e redução de 3,9% em relação a 2018. (Conab)

Confira aqui o Boletim completo do 3º Levantamento – Safra 2019/20.

 

MILHO: Exportação via Porto de Paranaguá cresce 503%

milho 10 12 2019Mesmo antes do encerramento da movimentação em 2019, a exportação de milho via Porto de Paranaguá é 503% maior do que a registrada em 2018, e supera também a movimentação nos cinco anos anteriores. De janeiro a novembro deste ano, foram embarcadas 5,49 milhões de toneladas do grão. No mesmo período do ano passado o volume somou 911,3 mil toneladas.

Maior volume - “Acredito que este é o maior volume de milho já exportado pelos portos do Paraná. Se pegarmos as estatísticas dos últimos cinco anos da movimentação do produto a média fica na casa de 3 milhões de toneladas”, afirma o presidente da empresa Pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Influências - Segundo ele, o desempenho nas lavouras, o rendimento nas safras, os preços e a demanda do mercado influenciam na movimentação nos terminais paranaenses. Garcia acrescenta que as regras, a gestão e o empenho da autoridade portuária em trabalhar junto com os operadores e clientes também colaboram para esse desempenho.

Regras - “As nossas regras são claras, transparentes e bem definidas. A gestão dos sistemas que nos ajudam a organizar essa movimentação, da chegada dos caminhões e vagões, a descarga nos terminais até o embarque dos navios, também garante agilidade e eficiência. A produtividade maior é resultado desse trabalho”, destaca Garcia.

Sistemas - Os sistemas aos quais ele se refere são o AppaWeb – especificamente o módulo line-up, que auxilia na programação dos navios – e o Carga Online, que ajuda na logística de recebimento das cargas. Os sistemas trabalham de forma integrada.

Ciclo ordenado - “Só chamamos o caminhão ou vagão para descarregar os grãos e farelo para exportação quando já tem um navio programado e liberado para receber a carga. O ciclo é ordenado. Além de evitar as filas, garante o giro e a qualidade dos produtos embarcados por aqui, já que não ficam muito tempo em estoque”, explica o presidente da empresa.

Milho - De janeiro a novembro deste ano, o milho exportado via Porto de Paranaguá chegou aos terminais em 90.827 caminhões e 31.797 vagões, na proporção de 63,4% pelo modal rodoviário e 36,6% pela ferrovia. Cerca de 90% do milho descarregado no porto paranaense têm origem no Estado. O restante vem de Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Espírito Santo.

Origem - A principal cidade paranaense de origem do grão exportado pelo Porto de Paranaguá é Maringá, no Norte do Estado. O milho que veio de lá chegou, principalmente, de trem, somando cerca de 1,19 milhão de toneladas transportadas em 20.059 vagões. Pela rodovia foram 176,5 mil toneladas em 4.840 caminhões.

Estrutura – No Porto de Paranaguá o milho foi exportado por cinco berços: além dos três do Corredor de Exportação (berços 212, 213 e 214), o produto também encheu os porões dos navios nos berços à oeste do cais: 201 e 204. Do volume de milho exportado pelo porto de janeiro a novembro, 92% do saíram do Corredor de Exportação.

Granéis - Dos granéis sólidos de exportação, saíram por Paranaguá em torno de 20,8 milhões de toneladas de produtos exportados, de janeiro a novembro de 2019. O volume é 1% maior do que as 20,55 milhões de toneladas em 2018, no mesmo período.

Outros - Além do milho, entram nesse segmento, a soja (10,5 milhões de toneladas exportadas em 2019), o farelo de soja (4,79 milhões de toneladas) e um volume pequeno de trigo (16 mil toneladas).

Soma - Somados no volume de farelo de soja exportado pelos portos do Paraná, estão as quase 42,9 mil toneladas de farelo de soja não transgênica que embarcaram no Porto de Antonina.

Açúcar - O volume de açúcar exportado a granel pelo Porto de Paranaguá não está incluído nesse total. Em 2019, mais de 2,43 milhões de toneladas do produto foram exportadas de janeiro a novembro.

Exportação de milho nos últimos cinco anos via Porto de Paranaguá

2019 – 5,49 milhões (até novembro)

2018 – 1,1 milhão

2017 – 3,5 milhões

2016 – 2,5 milhões

2015 - 4,1 milhões

2014 - 4,2 milhões

(Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Copom inicia nesta terça última reunião de 2019

economia 10 12 2019O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia nesta terça-feira (10/12), em Brasília, a última reunião de 2019 para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 5% ao ano. Nesta quarta-feira (11/12), após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa.

Previsão - Instituições financeiras consultadas pelo BC preveem uma redução de 0,5 ponto percentual, para 4,5% ao ano, o menor nível da história. No entanto, parte dos analistas acredita que a recente alta do dólar e do preço da carne pode fazer o BC manter a taxa em 5% ao ano e adiar a queda para o início de 2020.

Encontros - O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro.

Análise - No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Atuação- O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Referência - A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Alterações anteriores - Ao definir a Selic, Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação, objetivo que deve ser perseguido pelo BC.

Tendência - Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Entretanto, as taxas de juros do crédito não caem na mesma proporção da Selic. Segundo o BC, isso acontece porque a Selic é apenas uma parte do custo do crédito.

Segurança - Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Finalidade - Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Meta de inflação - A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Histórico - De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa Selic foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% em julho de 2015. Nas reuniões seguintes, a taxa foi mantida nesse nível.

Ciclo - Em outubro de 2016, foi iniciado um longo ciclo de cortes na Selic, quando a taxa caiu 0,25 ponto percentual para 14% ao ano.

Processo - Esse processo durou até março de 2018, quando a Selic chegou ao seu mínimo histórico, 6,5% ao ano, e depois disso foi mantida pelo Copom até julho deste ano. De lá para cá, o comitê reduziu os juros básicos três vezes, até a taxa chegar aos atuais 5% ao ano. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 1,646 bina 1ª semana de dezembro

comercio exterior 10 12 2019A balança comercial registrou superávit de US$ 1,646 bilhão na primeira semana de dezembro, informou nesta segunda-feira (09/12) a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. O valor é resultado de exportações de US$ 5,073 bilhões e importações de US$ 3,427 bilhões no período. No ano, o saldo comercial positivo soma US$ 42,720 bilhões.

Média diária - A média diária de exportações na primeira semana do mês, comparada a dezembro de 2018, subiu 4,9% puxada pela venda de produtos básicos. O grupo avançou 13% para US$ 550,2 milhões, por conta de petróleo em bruto, milho em grãos, carnes bovina, suína e de frango, algodão em bruto e farelo de soja. Também cresceram os embarques de semimanufaturados (+0,3%, para US$ 131,7 milhões), liderados por açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, mates de cobre, ferro-ligas e catodos de cobre.

Recuo - Em contrapartida, a venda de manufaturados recuou 4,7% para US$ 332,7 milhões, por conta de produtos laminados planos de ferro e aço, partes de motores e turbinas para aviação, óxidos e hidróxidos de alumínio, polímeros plásticos, bombas, compressores e partes.

Importações - A média diária de importações na primeira semana também avançou 6,1%, sobre dezembro de 2018, para US$ 685,4 milhões. Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com equipamentos eletroeletrônicos (+44,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (+35,4%), equipamentos mecânicos (+27,2%), instrumentos de ótica e precisão (+26,6%), plásticos e obras (+26,2%). (Valor Econômico)

 

MUNDO: UE ameaça taxar produtos de países poluidores

mundo 10 12 2019A ideia de uma taxa de ajuste de fronteira ligada ao clima começa a avançar na União Europeia (UE). A Comissão Europeia (CE) estuda propor essa tarifa nesta quarta-feira (11/12), como parte do pacote climático da nova presidente da Comissão, Ursula von der Leyen.

Vago - O vice-presidente da CE, o holandês Frans Timmermans, foi vago nesta segunda-feira (09/12) sobre quais elementos estarão no pacote climático que será discutido nesta semana em Bruxelas e que vem sendo chamado de “Green New Deal” europeu.

Medidas - Mas ele deixou claro, em entrevista na CoP de Madri, que a UE não hesitaria em impor medidas para proteger sua indústria de concorrentes que não respeitarem o Acordo de Paris. “Se queremos atingir as metas que estabelecemos no Acordo de Paris, isso exigirá medidas. Vamos tomar essas medidas. Se você tomar as mesmas medidas ou algo comparável, não haverá nada a corrigir na fronteira”, disse sobre a possibilidade de o bloco adotar taxa de carbono às importações de países com emissões elevadas.

Indústrias - “Mas, se não [fizerem isso], claro, em determinado momento teremos que proteger a nossa indústria, que assumiu esses compromissos”, seguiu. “Não queremos colocar a nossa indústria numa posição mais fraca que as outras.” “Espero que não haja necessidade de tomar essa medida. Mas se for necessário, não hesitaremos”, acrescentou Timmermans.

Reação - Na semana passada, o professor He Jiankun, da Universidade Tsinghua, que está com a delegação chinesa na CoP, reagiu à ideia de a UE criar tarifa comercial ligada às emissões de carbono. Lembrou que o Acordo de Paris estabelece cooperação multilateral “e que um ato unilateral deixa muitas questões em aberto”.

Questionamento - “Como isso seria?”, questionou He. “Seria para todos os países? Seria a mesma taxa para todos os produtos? Como ter um tratamento justo?”, indagou. “Creio que uma medida unilateral pode ter impacto na atmosfera franca do Acordo de Paris.”

Taxa de descarbonização - Timmermans adiantou que, na cúpula europeia desta semana, em Bruxelas, será apresentada a taxa de descarbonização de longo prazo do bloco, para 2050. “Vejo o sentido de urgência crescendo entre os países-membros [da UE], mas também vejo preocupação porque isso representará uma grande mudança na estrutura econômica, no mix energético. Mas esses países verão que fazem parte do esforço europeu e terão solidariedade do resto da UE”.

Exemplo - O bloco quer “liderar pelo exemplo”, diz ele, mas como responde por só 9% das emissões globais, “é importante se pudermos convencer os outros parceiros a se mexer na mesma direção”.

Cúpula - Estas decisões preparam o bloco para a cúpula que pretendem ter com a China em Leipzig, em setembro. “Há desafios geopolíticos, a guerra comercial não ajuda. Mas, ao mesmo tempo, um crescimento econômico menor também não ajuda”, disse Timmermans. “A liderança chinesa tem mostrado sua consciência da necessidade de enfrentar as emissões globais”, continuou. Ele vê uma “boa base” para UE e China chegarem a um acordo na cúpula de setembro.

Esforços locais - Sobre os EUA, o vice-presidente da CE, o órgão executivo da UE, disse que tem observado a “miríade” de esforços locais que vem sendo feita no país. “Mas confesso que tenho pouca paciência com negacionistas, porque a ciência climática é muito robusta.”

Economia - Timmermans seguiu: “Isso não é apenas bom para o clima e para o meio ambiente, mas é bom para a economia. É para onde a economia está se movendo. E é bom para os empregos, no longo prazo. Como neto de mineiros de carvão, todos sabemos que este não é o futuro.”

Governo brasileiro - Sobre a ideia do governo brasileiro, de que os países desenvolvidos deveriam pagar os em desenvolvimento para manter as florestas, Timmermans disse não ter falado com o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles. “Não posso imaginar que não chegaremos a um ponto em comum de entendimento sobre como vamos proteger os nossos bens globais comuns como as florestas tropicais”, afirmou. “Mas tenho de ser muito claro: qualquer acordo que tivermos deve ajudar a irmos adiante [no Acordo de Paris], e não para trás.” (Valor Econômico)

 

SAÚDE: Ministério e IBGE coletarão dados sobre população infantil

saude 10 12 2019O Ministério da Saúde (MS) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) formalizam nesta segunda-feira (09/12) um termo de Cooperação Técnica de Pesquisa em Saúde de Base Domiciliar Nacional que possibilitará a coleta de informações relevantes sobre a saúde da população e a capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS), com foco na Atenção Primária à Saúde (APS).

Recursos - De acordo com o ministério, serão destinados R$ 30,1 milhões para o convênio, de forma a viabilizar a realização de três pesquisas: a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS) e a Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária (AMS).

Maior do mundo - “Esta será a maior pesquisa do mundo, em termos de atenção primária”, disse o secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde do Ministério da Saúde, Erno Harzheim, ao anunciar a parceria. “Estamos resgatando o IBGE como o maior avaliador do SUS”, complementou ao destacar que as bases de dados serão disponibilizadas a toda a comunidade científica brasileira”.

Relevância - Segundo a representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Gross, esses dados serão relevantes porque muitas coisas mudaram tanto nas regiões brasileiras como nos sistemas de informação do país. “Essas informações servirão para a avaliação de políticas públicas, bem como para a adoção de novas políticas”.

Início - A PNAD Contínua tem previsão de ser iniciada em 2020 e abranger cerca de 210 mil domicílios. A ideia é obter dados mais apurados sobre a Atenção Primária à Saúde (APS) e sobre o desenvolvimento infantil, possibilitando um “diálogo intersetorial” com outras políticas públicas – caso do Marco Legal da Primeira Infância, desenvolvido pelo Ministério da Cidadania.

Módulos - “Nessa pesquisa, serão incorporados dois módulos para abordar a saúde da população infantil. Um deles vai avaliar a qualidade da APS na perspectiva do cuidado à criança, com a inserção do PCATool-Brasil [modelo de avaliação da qualidade de serviços que se baseia na mensuração de aspectos de estrutura e processo dos serviços de saúde] em sua versão infantil”, informou por meio de nota o MS.

Desenvolvimento infantil - O outro módulo inclui o desenvolvimento infantil, por meio do instrumento de avaliação do projeto Primeira Infância para Adultos Saudáveis (PIPA).

Mulher e criança - Já a PNDS, feita pela última vez em 2006, atualizará as informações sobre a saúde da mulher e da criança “para construção de séries históricas e estudos comparativos em nível nacional e internacional”. Para tanto, a pesquisa contará com “instrumentos para avaliação da atenção primária, porta de entrada do SUS, em relação ao cuidado oferecido à população”.

Primeiro semestre - Essa pesquisa será iniciada no primeiro semestre de 2021. Por meio de entrevistas domiciliares com visitas a 110 mil domicílios, ela fornecerá dados e indicadores relevantes para o contexto da saúde da mulher e da criança, com foco em reprodução, amamentação e saúde nutricional.

Inclusão - Tendo por base dados obtidos pelo IBGE, a iniciativa pretende incluir “assuntos relevantes para a avaliação do momento atual do SUS”. Para tanto, será resgatada a Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária, que teve a última edição em 2009. A previsão é de que nesse caso a pesquisa abranja cerca de 100 mil estabelecimentos de saúde no 2º semestre de 2021.

Ligações telefônicas - Segundo o Ministério da Saúde, essa pesquisa será feita via ligações telefônicas, com o objetivo de atualizar o “perfil da capacidade instalada do SUS, considerando os subsistemas público e privado, além de permitir conhecer o perfil da força de trabalho em saúde e da oferta e uso dos equipamentos médico-hospitalares”.

Módulo específico - Também será criado um módulo específico para avaliar as estruturas das unidades de saúde familiar, no âmbito da atenção primária à saúde, “permitindo a conexão com o novo e-SUS AB [estratégia de qualificação da gestão da informação] e a base Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)”.

Sinergia - A presidente do IBGE, Suzana Leite, destacou que a parceria representa uma sinergia entre ministérios e instituições, na busca por dados precisos, relevantes e frequentes para cidadãos e governos. “Será uma modernização de dados, inteligência e tecnologias relativas ao país.” (Agência Brasil)

 


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