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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4725 | 13 de Dezembro de 2019

PR COOPERATIVO: Revista destaca investimentos previstos pelas cooperativas paranaenses

destaque pr cooperativo 13 12 2019Com a expectativa de recuperação da economia nacional em 2020, o cooperativismo paranaense planeja investir R$ 3,8 bilhões no próximo ano, alta de 75% em comparação a 2019. Este é o destaque da edição 176 da revista Paraná Cooperativo, produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar, referente ao mês de dezembro. Os investimentos recordes serão direcionados especialmente a projetos de agroindústria, armazenagem e logística. “Acreditamos na retomada do crescimento do Brasil. Passamos por anos difíceis, mas nunca deixamos de investir. Nos últimos dez anos, mantivemos, em média, investimentos anuais de R$ 2 bilhões. Mesmo assim, havia um potencial represado em função da estagnação econômica. Agora, as cooperativas do Paraná estão reativando projetos, posicionando o setor em um novo patamar de valores”, explica o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, na reportagem especial sobre o tema.

Entrevista – O entrevistado é o engenheiro e sócio da Symnetics Consulting, Seung Hyun Lee. Para ele, o engajamento dos cooperados é fator fundamental para o sucesso do plano estratégico de uma cooperativa. “Um ponto fundamental na construção do planejamento estratégico de uma cooperativa, é o engajamento dos cooperados, que devem opinar, avaliar e legitimar as decisões dos gestores”, afirma.

Mais – A publicação traz ainda informações sobre a reunião da diretoria da Ocepar realizada pela primeira vez em Brasília, no dia 12 de novembro, contemplando encontros com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, com representantes do BNDES e parlamentares da Frencoop. Também há matérias sobre o HSM, evento de gestão ocorrido entre 4 e 6 de novembro, em São Paulo, com espaço para divulgação do movimento Somoscoop; sobre os 20 anos da Cooperativa Cotranauta; sobre o Fórum dos Profissionais de Comunicação das Cooperativas Paranaenses, realizado dias 12 e 13 de novembro, sobre o IV Fórum de Excelência em Gestão, que discutiu compliance a Lei Geral de Proteção de Dados, e muito mais.

Clique aqui para conferir na íntegra o conteúdo da edição 176 da revista Paraná Cooperativo

 

AGROINDÚSTRIA: Produção industrial de alimentos cresce 8,9% no ano no Paraná

agroindustria 13 12 2019O Paraná registrou o maior crescimento da produção industrial de alimentos do País no ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na terça-feira (10/12). Entre janeiro e outubro de 2019 a evolução foi de 8,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. É o maior índice da série histórica do órgão de pesquisa nos primeiros dez meses do ano (2002-2019).

Contraste - A evolução do Estado contrasta com a produção nacional de alimentos industrializados no período, que cresceu 1,6% e em apenas seis dos quinze locais pesquisados pelo IBGE (além do Paraná, Pará, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Goiás), e também pode ser medida na comparação de outubro com setembro, com crescimento de 19,5% - segundo melhor índice do País e à frente da produção nacional. O resultado ainda é positivo no acumulado dos últimos doze meses, com aumento de 5,4% na atividade.

Abrangência - De acordo com o IBGE, produção industrial de alimentos envolve abate de carnes, fabricação de óleos, laticínios, moagem, beneficiamento de produtos, refino, torrefação de café e preservação de pescados, além de outros.

Estímulo - O desempenho do Paraná respalda as iniciativas do Governo do Estado de estimular o setor privado, em especial as cooperativas, a industrializarem os produtos agropecuários. Entre as ações de apoio estão programas de financiamento ao setor, concessão de benefícios fiscais, aplicação de política sanitária e capacitação técnica da produção.

Liderança - “Somos líderes nacionais na produção de frango e peixes, e estamos entre os principais nas cadeias de suínos, soja, leite e frutas e legumes. Esse índice foi construído a muitas mãos, e temos potencial para alcançar números maiores nos próximos anos”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Cadeia organizada - Para Norberto Ortigara, secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o número alcançado pelo setor industrial de alimentos reflete uma cadeia organizada, com produtos padronizados para o mercado internacional e um movimento de aumento das exportações.

Crescimento - “A última safra não foi das maiores, mas isso não significa que a indústria não tenha trabalhado com eficácia. Vamos fechar o ano com crescimento na cadeia de proteínas animais, estimulado pela abertura de mais mercados na Ásia. Essa cadeia exige processamento, qualidade, e emprega muitas pessoas”, afirmou Ortigara. “Também diversificamos a produção para malte, seda, derivados de milho, cereais. Mostra a consistência do Paraná”.

Novo patamar - Na evolução da série histórica entre janeiro e outubro, o índice mais próximo de 8,9% foi alcançado em 2010 (em relação ao mesmo período de 2009), com crescimento de 8,7%, e 2006 (em relação a 2005), com 6,2%. Desde 2002, sete resultados acumulados foram negativos, inclusive a produção industrial de alimentos do ano passado (em relação a 2017), um tombo de -11,5%.

Motivos - Francisco Castro, pesquisador do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), aponta como motivos do crescimento neste ano o aumento da preocupação com a qualidade da produção local e o profissionalismo das cooperativas.

Papel fundamental - “As cooperativas tiveram papel fundamental de descentralização da produção para o Interior ao longa das últimas décadas, e elas estão entre as maiores exportadoras do Estado e as maiores da América Latina. Temos grandes cooperativas em Cascavel, Medianeira, Maringá, Campo Mourão, Marechal Cândido Rondon”, afirmou Castro. “Além das exportações brutas das commodities, elas desenvolveram processos de agregação de valor muito importantes para a economia paranaense”.

Resultado - Segundo o IBGE, o resultado expressivo alcançado neste ano contrasta, inclusive, com as séries históricas acumuladas até novembro e dezembro, que são bases mais consolidadas em função do número de meses. A produção industrial de alimentos só alcançou patamar similar a 8,9% entre janeiro e novembro de 2010 (em relação a 2009), de 9,1%. Todos os outros resultados acumulados registraram índices inferiores entre 2002 e 2018.

PIB - “Estruturalmente o setor industrial tem um peso muito significativo no nosso Produto Interno Bruto. É um setor que cresceu muito e que impulsiona o comércio, e que, no agronegócio, cresce incorporando tecnologia de ponta. Se o balanço conjuntural brasileiro apontar crescimento, há potencial ainda maior nesse segmento”, complementou o pesquisador.

Futuro - Para aumentar esse ritmo, as 216 cooperativas paranaenses vinculadas ao Sistema Ocepar anunciaram investimentos de R$ 3,8 bilhões em 2020 – R$ 3,4 bilhões apenas no Paraná. O planejamento se concentra em infraestrutura (armazenagem, logística e produção de energia) - cerca de R$ 1,1 bilhão, e na industrialização da produção agrícola e da pecuária (suinocultura, avicultura e a indústria láctea projetam, juntas, investimentos de R$ 1,08 bilhão).

Dólar - Robson Mafioletti, engenheiro agrônomo e superintendente da Ocepar, afirma que, apesar de a economia brasileira ainda não ter dado sinais claros de melhora, o setor espera crescimento nos próximos anos em função da alta do dólar. As cooperativas recebem 60% de tudo o que é produzido nos campos paranaenses.

Janelas internacionais - “Temos inúmeras cooperativas que recebem a produção primária e a processam. Essas janelas internacionais, com possibilidade de aumentar a exportação, puxaram o preço para cima, o que favorece os exportadores. Nesse contexto, os investimentos projetados pelas cooperativas praticamente duplicaram”, acrescentou.

Sanidade - O Paraná também espera atingir novo patamar sanitário no mercado internacional nos próximos meses com duas conquistas de 2019. Instruções normativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento reconheceram o Paraná como área livre da peste suína clássica (PSC) e encerraram a vacinação contra a febre aftosa dos bovinos e bubalinos, etapa para conquista do selo de Estado Livre da Aftosa Sem Vacinação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Peste suína - O primeiro documento desloca o Estado de um grupo que era formado por 14 unidades federativas e, o integra ao bloco de Santa Catarina e Rio Grande de Sul, estados completamente livres da peste suína clássica. O Paraná tem o segundo maior rebanho suíno, com produção de 840 mil toneladas em 2018 (21,3% da produção nacional), e é o terceiro em comércio exterior de suínos, com 107 mil toneladas exportadas em 2018 - equivalente a 16,8% do total brasileiro.

Suspensão da vacinação - Já a suspensão da vacinação contra a febre aftosa passou a valer no dia 31 de outubro, o que deu início à campanha de cadastramento obrigatório de um rebanho de 9,2 milhões de cabeças, com vigilância sanitária redobrada. A decisão de suspender a vacinação se deve à qualidade do serviço de sanidade do Estado, atestada por meio de duas auditorias do Ministério da Agricultura no ano passado.

Surto - Essas medidas se somam ao surto de peste suína africana que dizimou aproximadamente 40% dos suínos chineses, levando à escassez do produto, que têm como resultado aumento das exportações no Paraná. Para garantir o abastecimento da carne de porco, a China abriu as portas para a importação e está credenciando fazendas de diversos países, entre eles o Brasil.

Outros países - “Também vamos alcançar Coreia do Sul, Japão e México nos próximos meses. Esse movimento vai gerar novos empregos e aumentar a produção industrial nesse segmento. É um novo momento do mercado paranaense”, arrematou o superintendente da Ocepar. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COOPERATIVISMO I: OCB avalia conquistas de 2019

 

cooperativismo I 13 12 2019O ano de 2019 está chegando ao fim e, apesar dos desafios político-econômicos do país, as cooperativas têm muito a comemorar. A atuação conjunta da OCB, da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), com o apoio e entendimento dos ministérios e autarquias federais, garantiu, por exemplo, que as coops de crédito passassem a captar depósitos de poupança rural e, ainda, que os agricultores familiares de coops agropecuárias não detentoras de DAP Jurídica pudessem comercializar sua matéria-prima no âmbito do Selo Combustível Social.

 

Evento - E, para avaliar e celebrar essas e outras conquistas, as diretorias da OCB e da Frencoop e representantes do governo federal se reuniram na noite de quarta-feira (11/12), em Brasília. O evento contou com as presenças da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, do secretário Executivo da Pasta, Marcos Montes, do secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, do diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Sérgio Souza, além de representantes de vários outros ministérios. 

 

Importância - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destaca a importância desse momento de avaliação para uma atuação cada vez mais focada nas demandas das cooperativas. “Quanto mais a gente ouve a nossa base, mais é possível trabalhar em prol do desenvolvimento das cooperativas do país. É por isso que a OCB tem realizado eventos e promovido debates que estimulem a participação das coops nesse processo de eleger as prioridades do setor. Um grande exemplo disso é o Congresso Brasileiro do Cooperativismo, que realizamos em maio deste ano e que além de pautar diversas necessidades, apontou caminhos para atender o setor”, explica o cooperativista.

 

Destaques - Confira abaixo os avanços do setor em 2019.

 

DAP/PRONAF:O Ministério da Agricultura ampliou para dois anos o prazo de validade das Declarações de Aptidão do Programa Nacional da Agricultura Familiar e atualizou a forma de cálculo de concessão da DAP ampliando o acesso para as coops agro.

 

PRESENÇA IMPORTANTE:O último dia do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, evento que contou com mais de 1,4 mil lideranças cooperativistas, contou com a presença do Ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Uma demonstração da importância das cooperativas para o desenvolvimento do país.

 

DEMANDAS:Ainda no 14º CBC, foi lançada a Agenda Institucional do Cooperativismo 2019 e ocorreu a posse da nova diretoria da Frencoop para esta legislatura. O evento contou com a presença de autoridades dos três poderes da República.

 

UNIÃO:A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, esteve presente na OCB para um encontro com os parlamentares da Frencoop e diversas cooperativas. Mais um exemplo do trabalho conjunto entre o governo e a OCB em prol das cooperativas brasileiras.

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS:Em dois eventos realizados na Câmara dos Deputados, no primeiro e no segundo semestre, os parlamentares, servidores e visitantes puderam conhecer um pouco mais os produtos e o modelo de negócios cooperativista. Milhares de pessoas que foram ao nosso espaço tiveram a oportunidade de experimentar o café de cooperativas de diversas localidades do país.

 

CRÉDITO RURAL:Uma decisão do Conselho Monetário Nacional permitiu que as cooperativas singulares de crédito possam captar depósitos de poupança rural. A medida amplia as fontes de recursos para o crédito rural com o aproveitamento da capilaridade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.

 

AGENDA BC#:O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, esteve na OCB para o lançamento da Agenda BC#. É o cooperativismo de crédito sendo reconhecido como parte importante do sistema financeiro do país.

 

PLANO SAFRA 2019-2020:Após construção conjunta entre o Governo Federal, o Sistema OCB e diversas outras entidades do setor agropecuário foi lançado no Palácio do Planalto, o Plano Safra 2019/2020. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, foi convidado a discursar na ocasião em um claro sinal de valorização da participação das cooperativas no programa.

 

50 ANOS:A OCB completou 50 anos de trabalho pela valorização e reconhecimento das cooperativas brasileiras. Para homenagear a instituição, foi realizada uma sessão solene no plenário do Senado Federal a pedido do deputado Evair de Melo e do senador Luís Carlos Heinze, presidente e vice-presidente da Frencoop, respectivamente.

 

BRASIL + COOPERATIVO:Inspirado no documento criado pela OCB com as prioridades do cooperativismo para o novo governo, o Ministério da Agricultura lançou o Programa Brasil Mais Cooperativo que oferece assistência especializada e formação técnica como forma de incentivar e apoiar o cooperativismo e o associativismo rural.

 

COMBUSTÍVEL SOCIAL:Os agricultores familiares de cooperativas agropecuárias não detentoras de DAP Jurídica passaram a poder comercializar sua matéria-prima no âmbito do Selo Combustível Social, de acordo com portaria publicada pelo Ministério da Agricultura. A medida auxilia a inclusão produtiva e social dos agricultores familiares fornecedores de matéria-prima para a produção de biodiesel.

 

IOF-CÂMBIO:O pleito tributário das cooperativas exportadoras foi atendido após forte atuação da OCB. A Receita Federal do Brasil revisou o entendimento sobre câmbio exportação e reconheceu a aplicação da alíquota zerada do Imposto sobre Operações Financeiras mesmo quando os recursos forem mantidos no exterior.

 

TRANSPORTE DE CARGAS:A OCB foi incluída como ator-chave pelo Ministério de Infraestrutura na discussão sobre soluções para o transporte autônomo de cargas e o tabelamento do frete. O cooperativismo foi colocado pelo governo como uma das soluções para garantir um mercado mais saudável para demandantes e ofertantes do serviço no país.

 

REGISTRO:Após atuação da OCB, a MP 881/2019 sobre Liberdade Econômica incluiu em seu texto a simplificação e desburocratização do registro de cooperativas. Para que a medida seja efetiva, a OCB está trabalhando em conjunto com o Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração do Ministério da Economia para elaboração dos documentos padronizados.

 

PLANO AGRONORDESTE:As cooperativas agropecuárias do nordeste do país têm motivos para comemorar. A OCB foi incluída no Comitê Central de Coordenação do Plano de Ação para o Nordeste que tem como objetivo a criação de soluções para os entraves que comprometem a competitividade do setor produtivo nos estados dessa região.

 

CAR:A OCB foi um dos atores-chave para a aprovação da MP 884/2019 que instituiu o Cadastro Ambiental Rural (CAR) permanente. A matéria é importante para o país já que consolida a possibilidade de o novo Código Florestal cumprir todo o ciclo de monitoramento e regularização dos imóveis rurais levando em conta a preservação e recuperação ambiental.

 

REFORMA DA PREVIDÊNCIA: A emenda constitucional 103/2019 contou com total atenção da OCB enquanto estava tramitando no Congresso Nacional. Contribuímos na discussão da alíquota de CSLL diferenciada para cooperativas de crédito, na imunidade tributária das exportações, no Funrural, entre outros pontos.

 

PRONAF:Uma demanda antiga da OCB também foi resolvida neste ano de 2019. A atualização das normas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar possibilitou a elevação do limite individual para pessoa física e para associado de cooperativa em financiamentos da linha de crédito de industrialização para a agroindústria familiar de R$ 12 mil para R$ 45 mil.

 

CENSO AGRO 2017:A OCB participou ativamente do planejamento e entregas do Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que levantou informações importantíssimas sobre os produtores rurais brasileiros associados às cooperativas agropecuárias.

 

VENDA CASADA:A OCB participou da assinatura de um acordo de cooperação técnica entre os ministérios da Agricultura e da Justiça para combater à venda casada na tomada de crédito agrícola. O acordo visa estimular o produtor a denunciar instituições que promovam a venda casada de produtos e serviços financeiros como condição para contratação do crédito rural.

 

LAVRA GARIMPEIRA:Com o reconhecimento do esforço de nossas cooperativas minerais, a OCB foi convidada pelo Ministério de Minas e Energia para participar do grupo de trabalho criado para a discutir o regime de exploração mineral de Permissão de Lavra Garimpeira.

 

REFORMA TRIBUTÁRIA:A OCB tem trabalhado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para garantir que o Ato Cooperativo e as especificidades de cada setor sejam contempladas na Reforma Tributária. Realizamos uma reunião na OCB com deputados e senadores, inclusive o presidente da comissão especial e o relator da proposta na Câmara, para que eles pudessem ouvir das próprias cooperativas as demandas do setor.

 

CASA CIVIL:Mais uma boa notícia para as cooperativas de crédito e agro! A OCB se reuniu com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para tratar da situação do repasse dos Fundos Constitucionais e da Solução de Consulta Cosit nº 11/2017 que está impactando fortemente as cooperativas que têm como atividade o modelo de integração vertical.

 

CONECTIVIDADE NO CAMPO:A atuação OCB garantiu ao cooperativismo um posto no Conselho Superior da Câmara Agro 4.0 que será a entidade responsável pela elaboração, aprimoramento e execução de políticas públicas voltadas a conectividade no campo.

 

INFRAESTRUTURA: Neste ano também foi concluído o processo de enquadramento das cooperativas como permissionárias de distribuição de serviços públicos. A atuação da OCB foi fundamental para a conclusão deste processo que confere segurança jurídica e mecanismos de proteção a continuidade da atividade de nossas cooperativas do setor.

 

RENOVAÇÃO NA ANEEL:A OCB e a Infracoop trabalharam junto com a Aneel para apoiar as cooperativas que levam energia para seus cooperados a renovarem suas autorizações. Este é um processo importantíssimo para conferir segurança jurídica na atuação das cooperativas.

(Informe OCB)

COOPERATIVSMO II: Atuação da OCB garante recursos do Sescoop

 

cooperativismo II 13 12 2019Segue para sanção o Projeto de Lei (PL) 6341/2019, que trata do “Pacote Anticrime”, aprovado pelo Plenário do Senado Federal na quarta-feira (11/12). Foi retirado do texto dispositivo que destinava 25% dos recursos do Sescoop para o combate ao crime organizado.

 

Tramitação - O projeto, que inicialmente retirava 25% dos recursos dos Serviços Sociais Autônomos e Serviços Nacionais de Aprendizagem (que inclui o Sescoop) para o combate ao crime organizado, teve sua tramitação iniciada em 2018, na Câmara dos Deputados, onde tramitou como PL 10.372/2018 foi apresentado pelos líderes e elaborado por uma comissão de juristas coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

 

Atuação - A OCB trabalhou pela supressão do dispositivo na Comissão Especial, que não chegou a ser instalada em 2018 e teria como relator o deputado Junji Abe (SP), integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e defensor do Sescoop.

 

Grupo de trabalho - Posteriormente, o PL 882/2019, enviado pelo Poder Executivo, de autoria do ministro da Justiça, Sergio Moro, foi apensado ao PL 10372/2018, sendo criado Grupo de Trabalho, relatado pelo deputado Capitão Augusto (SP) que é integrante da diretoria da Frencoop, para debater o tema.

 

Conscientização - A OCB, em conjunto com as confederações patronais e com parlamentares que reconhecem a o trabalho realizado pelo Sistema S, atuaram para conscientizar os integrantes do Grupo sobre a importância de garantir que não haja desequilíbrio de recursos do Sescoop e das demais entidades, voltados a formação, treinamento e desenvolvimento do cooperativismo.

 

Retirado - Após intensa atuação, o dispositivo que retirava 25% dos recursos dos Sescoop e demais entidades foi retirado do parecer final. Posteriormente também suprimido do parecer apresentado pelo deputado Lafayette de Andrada (MG) no Plenário da Câmara dos Deputados. No Senado o projeto foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e pelo Plenário, com parecer do senador Marcos do Val (ES), também integrante da Frencoop, que acatou a retirada definitiva do texto dos dispositivos que tratavam dos Serviços Sociais Autônomos, garantindo assim que 25% dos recursos do Sescoop continuem sendo aplicados no desenvolvimento das cooperativas Brasileiras.

 

PEC da regra de ouro - Na semana passada (04/12), a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 438/2018, que trata da Regra de Ouro. O parecer aprovado, do deputado João Roma (BA), integrante da Frencoop, foi pela admissibilidade da PEC 438, ressalvados os dispositivos que permitiam a retirada de 10 % dos recursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem quando fosse apurado déficit nas contas públicas, e mais 15% se apurado o déficit no segundo ano consecutivo.

 

Dispositivos retirados - Dessa forma, os dispositivos que autorizavam ao todo o corte de 25% de recursos do Sistema S foram retirados do projeto original, que segue para análise da Comissão Especial da Câmara dos Deputados. Foi um intenso trabalho de conscientização dos parlamentares da comissão sobre as ações realizadas pelo Sescoop em prol das sociedades cooperativas, que tem demonstrado importância histórica na inclusão social e redução das desigualdades do país. (Informe OCB)

FGTS: Sancionada lei que extingue multa de 10% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço

 

fgts 13 12 2019Agora é lei! As empresas não terão mais de pagar os 10% de multa sobre o valor do FGTS do empregado nos casos de dispensa sem justa causa. É que a Lei nº 13.932,2019, proveniente da MPV 889/2019, que trata da extinção do percentual foi sancionada na quarta-feira (11/12).

 

Posição favorável - A OCB se posicionou favorável à extinção, visto que a contribuição social, com o passar dos anos, se tornou indevida, pois foi instituída para que a União obtivesse recursos para o pagamento de correção monetária das contas vinculadas do FGTS, com origem nos expurgos inflacionários dos Planos Verão e Collor. Contudo, esse cenário deixou de existir, pois já houve o reequilíbrio das referidas contas vinculadas.

 

Desoneração - Para a entidade, com a perda de finalidade do tributo, a extinção da contribuição irá desonerar os empregadores e a categoria econômica das cooperativas. (Informe OCB)

AGRONEGÓCIO: Governo lança projetos do BRDE voltados à inovação e apoio a startups

 

O governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta quinta-feira (12/12) dois projetos do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) voltados à inovação: o BRDE Labs e o Fip Anjo. O objetivo é apoiar, capacitar e aportar recursos a startups que desenvolverão soluções para diversas áreas, mas com foco principal no agronegócio.

 

Seleção e aceleração - O BRDE Labs fará a seleção e aceleração de empresas startups, que desenvolvam soluções preferencialmente ao agronegócio, mas também empreendimentos voltados para a indústria 4.0 – IoT (Internet das Coisas), tecnologia da informação, energia, educação, saúde, logística e meio ambiente. A proposta é aproximar empresas inovadoras, academia e potenciais clientes, também levando a inovação ao Interior do Estado.

 

Parceria - O programa será realizado em parceria com a Hot Milk, aceleradora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), com apoio de cooperativas agroindustriais e clientes do BRDE. Após um processo de capacitação, startups consolidadas dentro da aceleradora poderão ter acesso a fundos de investimentos e linhas de créditos operadas pelo BRDE.

 

Fundo - Um desses fundos é o Fip Anjo, chamada do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltada às startups e no qual o BRDE fez um aporte de R$ 15 milhões, que será destinado a empresas da região Sul.

 

Indutor - Ratinho Junior afirmou que o Estado deve ser um grande indutor da inovação, que melhora os serviços e geram emprego e renda para a população, tanto na cidade como no campo. “Temos que trabalhar com o que temos de melhor nessa área. Por isso vamos potencializar os projetos de tecnologia no campo, já que o agronegócio está cada vez mais tecnológico, saindo da enxada e indo para os tablets e smartphones”, disse.

 

Incentivo - O governador ressaltou que o governo busca incentivar o ecossistema de inovação do Paraná, reunindo iniciativas e o know how do Estado, prefeituras, academia e do setor produtivo. Um exemplo foi o credenciamento de 18 parques tecnológicos em todas as regiões do Estado, para estimular o ambiente de inovação paranaense.

 

Empregos - “O mercado de inovação gera muitos empregos. Temos empresas no Paraná que começaram há poucos anos como startups e já têm centenas de funcionários, uma mão de obra qualificada que recebe bons salários”, ressaltou o governador. “Trabalhamos muito para incentivar esse setor, o Paraná tem 18 parques tecnológicos espalhados por todo o Estado. Cidades como Londrina, Toledo, Curitiba e Pato Branco têm grandes empresas de base tecnológica”, citou.

 

Investimentos - O BRDE é essencial nesse processo de implementar a inovação, afirmou Ratinho Junior. “Queremos que o BRDE, que é um banco que existe para o desenvolvimento econômico do Estado, possa fomentar novas empresas da área de inovação, para que elas gerem ainda mais oportunidades no Estado”, salientou.

 

Investimento - De janeiro a novembro deste ano, o banco investiu cerca de R$ 70 milhões em projetos de inovação apenas no Paraná. A instituição é a maior repassadora no Brasil dos recursos da Financiadora de Estudos e Projeto (Finep), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Foram R$ 153 milhões da Finep destinados a projetos de inovação no período.

 

Circuito completo - “Faremos o circuito completo junto às empresas de inovação, começando pelo apoio ao Fip Anjo e também contribuindo com o desenvolvimento das startups”, explicou o diretor de Operações da agência paranaense do BRDE, Wilson Bley. “Vamos priorizar a agricultura. Junto com as cooperativas, que são as grandes parceiras e clientes do banco, faremos com que a agricultura 4.0 tenha destaque nessa iniciativa”, afirmou.

 

Cada vez mais - O secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, afirmou que agronegócio utiliza cada vez mais a inovação, desde a mecanização, genética, biotecnologia e agora a digitalização da agricultura.

 

Terceira revolução - “Estamos na terceira revolução agrícola do mundo, com ferramentas que vêm refinar os processos de produção e a agricultura de precisão. Acelerar isso é inteligente, particularmente em um espaço agro como o nosso. Isso traz vantagens competitivas ao Paraná”, afirmou Ortigara.

 

BRDE Labs - As startups selecionadas pelo BRDE Labs serão direcionadas para um dos dois hubs do programa, localizados em Toledo, no Oeste, ou Londrina, no Norte do Estado. Elas receberão capacitações em áreas como estratégia de vendas, relações-públicas e financeira, desenvolvimento de produtos. 

 

Interface - O diretor da Hot Milk, Fernando Bittencourt Luciano, explicou que além de acelerar startups, a instituição também faz a interface entre grandes corporações e empresas de base tecnológica de todo o Brasil. “Este programa é uma oportunidade única para trabalharmos em diversas áreas do conhecimento, muito focado no agronegócio. Vamos angariar startups do Brasil inteiro para trabalhar com parceiros do BRDE em todo o Paraná, que trarão resultados excelentes para o Estado”, disse.

 

Seleção - O processo de seleção das startups inicia em fevereiro de 2020, durante o Show Rural, evento que acontece em Cascavel e é um dos maiores do mundo na área de inovação para o agronegócio. O programa terá duração de seis meses e não haverá custos para as empresas.

 

Avaliação - Ao final do programa, o BRDE, a Hot Milk e as cooperativas farão uma avaliação do desempenho de cada startup. As melhores soluções poderão fazer parceria com as cooperativas ou receber investimento dos fundos em que o BRDE é cotista.

 

Fip Anjo - O Fip Anjo é um fundo de investimento do BNDES dedicado às startups. O BRDE é um dos principais cotistas do fundo, com um investimento de R$ 15 milhões, que será aportado em empresas inovadoras da Região Sul. A gestão dos recursos é feita pela Domo Invest, uma das principais gestoras de Venture Capital no Brasil.

 

Aporte - O objetivo do fundo é o aporte em empresas nascentes, sendo 40% delas com faturamento anual de até R$ 1 milhão. O restante será destinado a empresas com faturamento de até R$ 16 milhões. Deverão ser contempladas cerca de 150 empresas, sendo aproximadamente 100 startups na primeira etapa, com aportes entre R$ 100 mil e R$ 500 mil em cada uma.

 

Valor disponível - O fundo já dispõe de R$ 60 milhões, com expectativa de elevar a captação para R$ 100 milhões. As empresas-alvo são das áreas de Economia Criativa, Agronegócio, Saúde e Biotecnologia, Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), Fintechs e Cidades Inteligentes.

 

Coinvestimento - Todo investimento em empresas nascentes será acompanhado de coinvestimento de outro investidor anjo, que deve entrar com, no mínimo, o mesmo valor aportado pelo fundo.

 

Gestora - A Domo Invest, gestora do Fip Anjo, é liderada por empreendedores que participaram da fundação de empresas como o Buscapé no Brasil. A equipe também esteve entre os primeiros investidores em startups de renome, como a Loggi, Gympass, Hotmart, Descomplica e Quero Educação.

 

Presenças - Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; o diretor administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira; o reitor da PUCPR, Waldemiro Gremski; a pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Paula Trevilatto; os presidentes da Celepar, Leandro Moura; da Tecpar, Jorge Calado; da Fomento Paraná, Heraldo Neves; da Invest Paraná, Eduardo Bekin; e da Fetranspar, Sérgio Malucelli; o superintendente de Inovação do Governo do Estado, Henrique Domakoski; o sócio da Domo Invest, Franco Pontillo; e o deputado estadual Emerson Bacil. O Sistema Ocepar foi representado pelo superintende da Fecoopar, Nelson Costa. (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

 

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SICREDI UNIÃO PR/SP I: 100ª agência será inaugurada em Limeira (SP)

 

sicredi uniao I 13 12 2019A Sicredi União PR/SP inaugura no dia 17 e dezembro a sua 100ª agência, no município de Limeira (SP). O prédio, com 1,3 mil m², será o maior de todas as agências da Sicredi União PR/SP e também irá abrigar a sede da Superintendência Regional em São Paulo. 

 

Conquista simbólica - “A abertura da agência número 100 é uma conquista simbólica para a Sicredi União PR/SP, pois marca uma vitória em nossa proposta expansionista e mostra o quanto nosso planejamento está alinhado com as demais metas estabelecidas. Como conquistamos mais de três mil novos associados ao mês precisamos oferecer mais conforto para todos”, afirmou Wellington Ferreira, presidente da instituição financeira cooperativa.

 

Acima do planejado - Crescendo acima do planejado, a Sicredi União PR/SP esperava atingir a marca de 110 agências até o final de 2020, em suas quatro áreas de atuação, que abrangem as regiões Norte e Noroeste do Paraná, Centro e Centro Leste Paulista. Porém, esse número será antecipado.

 

Crescimento exponencial - “Vivemos um ciclo de crescimento exponencial e devemos encerrar este ano com 108 agências.  Portanto, 2020 será um período para se consolidar um planejamento estipulado há cinco anos, no qual as metas estabelecidas estão sendo atingidas e superadas com antecedência”, informou Rogério Machado, diretor executivo da instituição financeira cooperativa.

 

Norte do Paraná - Na região Norte do Paraná, a Sicredi União PR/SP inaugurou neste ano de 2019 uma agência em Centenário do Sul, duas em Londrina – nas Avenidas Bandeirantes e Inglaterra, além de estrear novo endereço, em instalações mais amplas, na zona norte, na Avenida Saul Elkind. Na última terça-feira, dia 10 de dezembro, a cooperativa inaugurou também sua primeira agência no município de Alvorada do Sul. E, em 2020, logo no começo do ano, está confirmada uma nova inauguração em Londrina, desta vez com abertura de unidade na Gleba Palhano. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Alvorada do Sul, no norte do PR, ganha primeira agência da cooperativa

 

A Sicredi União PR/SP inaugurou, na última terça-feira (10/12), sua primeira agência no município de Alvorada do Sul, região norte do Estado. 

 

Presença - Muito prestigiado, o evento de inauguração reuniu autoridades locais, diretores e colaboradores do Sicredi e contou com expressiva presença da comunidade, celebrando o fato de essa nova agência   já iniciar as atividades com uma carteira de cerca de 400 associados. 

 

Diferenciais - O gerente, Junior Gustavo da Cunha, destaca  a receptividade dos alvoradenses à chegada da Sicredi União. “Nossa estrutura física  está sendo inaugurada hoje, mas estamos há cerca de dois meses fazendo um trabalho muito próximo da comunidade, que já pode perceber nossos diferenciais em relacionamento, que vão muito além do simples atendimento. Iniciamos essa jornada em Alvorada do Sul com a certeza que faremos a diferença na cidade”, frisou o gerente.

 

Relacionamento - Em seu pronunciamento, o  presidente da Sicredi União PR/SP,  Wellington Ferreira, reforçou o relacionamento como diferencial da cooperativa. “A Sicredi chega  não para fazer movimentações financeiras, mas realmente para fazer uma transformação, para participar do desenvolvimento   dessa comunidade de uma forma cooperativa, colaborativa e promovendo a inclusão econômica”, garantiu.

 

Braços abertos - Já o  prefeito de Alvorada do Sul,  Marcos Antonio Voltarelli,  afirmou  que a cidade recebe de braços abertos a agência  Sicredi União. “A Sicredi  traz a política moderna das cooperativas de crédito, que divide seus resultados com a comunidade. Isso é muito importante e vai fomentar nossa economia, que é crescente. Agradecemos à cooperativa por ter olhado com carinho para nossa pequena comunidade,  mas que tem um potencial muito grande”, analisou.

 

Assinatura de convênio - Durante o cerimonial de inauguração da nova agência  foi assinado  o  convênio de implantação do programa A União Faz a Vida, que já em 2020 chegará a todas as cinco escolas do município.  O programa é  a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi e tem o  objetivo de promover a cooperação e a cidadania, através de práticas de educação cooperativa, contribuindo com a educação integral de crianças e adolescentes.

 

Adequação - De acordo com a secretária de Educação de Alvorada do Sul,  Juliana Ripol Martim, o que mais chamou a atenção e levou  à decisão de implantar o programa em toda a rede municipal foi sua  adequação dentro do currículo escolar.  “O programa A União Faz a Vida não vem como  um projeto engessado, pronto, mas sim adere ao currículo de cada escola com seus conteúdos específicos. Temos grande satisfação em participar”, frisou. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

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SICOOB METROPOLITANO: Produtos e serviços da cooperativa são divulgados na 9ª Festa das Nações de Terra Boa

 

sicoob metropolitano 13 12 2019Entre os dias 6 e 8 de dezembro, foi realizada, em Terra Boa (PR), a 9ª edição da Festa das Nações. O Sicoob Metropolitano marcou presença no evento, com um stand onde os participantes puderam conhecer os produtos e serviços oferecidos pela cooperativa.

 

Destaque - O destaque foi a linha de crédito para financiamento de energia fotovoltaica, apresentada pelo técnico Silvio Rezende. No espaço, os visitantes tiveram também a oportunidade de realizar simulações das linhas de financiamento.

 

Expresso - Outra atividade promovida pela cooperativa, em parceria com o Instituto Sicoob, reforçou o quinto princípio do cooperativismo, que é promover a Educação, Formação e Informação. O Expresso Instituto Sicoob esteve presente no evento e ofertou cursos gratuitos para a comunidade.

 

Experiência - Segundo o gerente da agência do Sicoob Metropolitano em Terra Boa, Jose Roberto Martins Zubiolo, participar da Festa das Nações foi uma grande experiência. “É um espaço em que a comunidade vem prestigiar e conhecer o que há de melhor na cidade e é muito importante estarmos mais perto do dia a dia de cada morador. Dessa forma, podemos deixar claro que somos uma instituição de valores e eles podem contar com um atendimento humanizado”, afirmou. (Imprensa Sicoob Unicoob)

BOM JESUS: Colaboradores participam de workshop sobre neuroliderança e tecnologia disruptiva

 

No dia 21 de novembro, no Centro de Treinamentos da Cooperativa Bom Jesus, na Lapa (PR), foi realizado um workshop de 8 horas para colaboradores com o professor Marcelo Peruzzo, que abordou o tema Neuroliderança e tecnologia disuptiva. O evento faz parte do Programa de Desenvolvimento Continuado (PDC) e teve apoio do Sescoop/PR. O workshop contou com a presença de Luiz Roberto Baggio, diretor-presidente da cooperativa; Milton Locatelli, diretor vice-presidente, e Marcelo Kosinski, diretor secretário. 

 

Formação e carreira - Peruzzo é analista de sistemas de formação, com pós-graduação em Marketing (FAE). Ele é mestre em Engenharia da Produção (UFSC) e doutor em Business Administration (FCU). Premiado nove  vezes consecutivas como o melhor professor FGV Management, é palestrante keynote internacional, com centenas de palestras em todos os estados do Brasil, Estados Unidos, México, Holanda, Japão e Canada. É discente do Bacharelado de Biomedicina da Universidade Positivo. Idealizador dos primeiros programas de Mestrado e Doutorado em Neuromarketing das Américas. Coordenador do MBA em Marketing Digital com Ênfase em Neuromarketing e MBA em Gestão de Pessoas e Coaching com Ênfase em Neuroliderança. Pioneiro do segmento de neuromarketing na América Latina. Primeiro embaixador no Brasil da NMSBA - Neuromarketing Science Business Association. Autor de 10 livros, incluindo o best seller “As Três Mentes do Neuromarketing”.

 

Princípio - Entre as doutrinas que uma cooperativa rege está o 5º Princípio Cooperativista, ou seja, de educação, formação e informação. Esse é o compromisso da Bom Jesus em trazer informações atualizadas aos colaboradores e com isso desenvolver cada mais a região junto aos associados. (Imprensa Bom Jesus)

 

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SANIDADE: Paraná e Santa Catarina vão fortalecer defesa agropecuária

 

O Paraná e Santa Catarina vão intensificar a defesa agropecuária nas suas divisas e na fronteira com a Argentina. Representantes dos dois estados se reuniram quarta-feira (11/12), em Barracão, no Sudoeste, para debater estratégias de controle do trânsito de animais.

 

Fiscalização - A atividade faz parte de uma série de ações que o Paraná adotou para reforçar a fiscalização com a suspensão da vacinação contra febre aftosa. A partir de 1º de janeiro de 2020, estará proibida a entrada em território paranaense de animais vacinados contra a doença – com exceção daqueles destinados ao abate imediato.

 

Uso e comercialização proibidos - No Paraná, uso e comercialização de vacinas já estão proibidos desde outubro. O encontro teve a presença de representantes das agências de defesa, órgãos de segurança pública dos dois estados e o Exército.

 

Comércio mundial - O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, disse que o objetivo desse processo é aumentar a presença do Paraná no comércio mundial. “Isso vai dar oportunidade para que agricultores e indústrias produzam mais, o que representa empregos e desenvolvimento econômico”, disse. “Nossa parceria com Santa Catarina é de longa data, mas precisamos pensar juntos em estratégias para afinar o trabalho nas unidades de monitoramento e proteger nosso status sanitário”, afirmou.

 

Defesa agropecuária - Santa Catarina deixou de vacinar o rebanho contra febre aftosa em 2000 e obteve o reconhecimento da OIE em 2007. Com isso, conquistou novas fatias de mercados em países que não compram carnes de animais vacinados. “Desde que obtivemos a certificação, manter essa vigilância nas nossas divisas e na fronteira com a Argentina é uma preocupação constante. Temos interesses em comum com o Paraná, e estamos unindo forças na fiscalização”, disse a presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Luciane de Cássia Surdi.

 

Mais uma etapa - O presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir Cesar Martins, explicou que a proibição da entrada de animais vacinados é mais uma etapa de um longo trabalho que o Estado desenvolve para fortalecer a defesa agropecuária. “Além da campanha semestral de atualização do cadastro de animais, tivemos autorização para contratação de profissionais para o trabalho de fiscalização e vigilância, reformas de barreiras interestaduais e investimento em fiscalização volante, em parceria com a Polícia Rodoviária Estadual”.

 

Apresentação - O gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, fez uma apresentação sobre o sistema de defesa do Estado e disse que é necessária essa integração entre os órgãos estaduais principalmente para fiscalizar o transporte de animais.

 

Segurança - Para o secretário estadual da Segurança Pública, Rômulo Marinho, a reunião ajudou a criar mais um elo importante entre o Paraná e Santa Catarina, e afirmou que o próximo passo é criar um gabinete de gestão integrada, alinhando o planejamento estratégico, trabalho de inteligência e valorização de boas práticas. “Essa parceria trará bons frutos para a fronteira”, afirmou. Segundo ele, os dois estados, integrados, ficam mais fortes, e as operações devem se intensificar. “A integração não é apenas entre pessoas, mas entre aplicativos, câmeras, logística. É um desafio grande”. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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CARNES: Setor prevê fechar 2019 com aumento da produção de frango

 

carnes 13 12 2019A produção de carne de frango no país deve chegar a 13,15 milhões de toneladas em 2019, 2,3% a mais do que no ano anterior. As exportações devem acumular 4,2 milhões de toneladas, uma alta de 2,4% ante as 4,1 milhões de toneladas de 2018. De janeiro a novembro, as exportações atingiram US$ 6,358 bilhões, 6,1% a mais do que no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (12/12) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

 

Carne suína - No caso da carne suína, a produção deve passar dos 3,9 milhões de toneladas em 2018 para 4,1 milhões de toneladas este ano, o que corresponde a um crescimento de 2,5%. As exportações devem registrar elevação de 14,5% ao passar de 646 mil toneladas para 740 mil toneladas.

 

Valores - Em valores, a receita das exportações de suíno totalizou US$ 1,413 bilhão de janeiro a novembro, refletindo em um aumento de 27,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em volume, nesse período foram exportadas 674,2 mil toneladas, 14,4%, a mais do que entre janeiro e novembro de 2018.

 

Ovos - Os dados mostram ainda que a produção de ovos deve totalizar 49 bilhões de unidades em 2019, 10% a mais do que em 2018. Apesar da alta na produção, as exportações devem registrar queda de 30% no volume, passando de 11,6 mil toneladas para 8 mil toneladas.

 

Preços - De acordo com a entidade, o preço dos produtos brasileiros foi influenciado pela forte crise sanitária da China, com focos de Peste Suína Africana, que elevou as importações desse tipo de proteína por aquele país. "A elevação do preço da carne bovina, influenciada também por fatores climáticos, alavancou os preços de suínos e aves", disse a ABPA.

 

Aumentos - Com relação aos aumentos de preço das aves e suínos para o consumidor na ponta da cadeia, o presidente da ABPA, Francisco Turra enfatizou que não se pode esperar que quando a demanda é muito maior do que a oferta o preço não suba. "Mas quero ressaltar que em aves e suínos passamos quatro anos com preços estáveis, baixos, perdas imensas, fábricas fechadas que reabriram agora. É óbvio que o preço será um pouco mais elevado. É uma questão de mercado", afirmou.

 

Positivo - Segundo Turra, nos últimos doze anos nenhum ano foi tão surpreendente e positivo quanto 2019 para o setor. "Nós tivemos momentos de crise, passamos momentos em que a produção não só estabilizava, mas até caía um pouco. Tivemos dificuldade nas exportações para abrir alguns mercados e esse ano, em função do que aconteceu com a peste suína africana na China e em 20 outros países, abriu um caminho imenso para a proteína como um todo".

 

Desabastecimento - Turra garantiu que, mesmo com a demanda externa crescendo, não haverá desabastecimento do mercado interno, porque 70% da produção de aves e 80% da produção de suínos fica no Brasil, que é o grande mercado do setor. "Ovos então nós temos um quantitativo que eu diria 99% da produção para o mercado interno. É uma questão de ajuste, um pouco de aumento da produção dentro do possível". (Agência Brasil)

IBC-BR: Atividade econômica cresce 0,17% em outubro, diz BC

ibc br 13 12 2019O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou alta de 0,17% em outubro, comparado a setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (13/12). Esse foi o terceiro mês seguido de alta. Nas comparações com o mês anterior, em setembro, a expansão ficou em 0,48%, em agosto, a elevação foi de 0,35% e, em julho, houve queda de -0,11%, de acordo com dados atualizados.

Outubro - Na comparação com outubro de 2018, houve crescimento de 2,13% nos dados sem ajustes, por se tratar de períodos iguais.

12 meses- Em 12 meses encerrados em outubro, o indicador teve expansão de 0,96%. No ano, até outubro, houve crescimento de 0,95%.

Avaliação- O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

Setores - O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Acompanhamento mensal - O indicador foi criado pelo BC para fazer um acompanhamento mensal da atividade econômica. Mas o indicador oficial, com metodologia diferente do IBC-Br, é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado trimestralmente. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Dólar fecha abaixo de R$ 4,10 pela primeira vez em mais de um mês

 

economia 13 12 2019Em um dia de otimismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no menor nível em mais de um mês, e a bolsa de valores bateu recorde. O dólar comercial foi vendido nesta quinta-feira (12/12) a R$ 4,089, com queda de R$ 0,029 (-0,7%). A moeda norte-americana está no menor nível desde 6 de novembro, quando chegou a R$ 4,082. 

 

Segunda sessão - Essa foi a segunda sessão seguida de queda. A divisa abriu em leve alta, mas reverteu a tendência e passou a operar em baixa ainda durante a manhã. O dólar acumula queda de 3,56% em dezembro. 

 

Intervenção - Nesta semana, o Banco Central continuou intervindo no câmbio, mas em ritmo menor. Desde o início da semana passada, a autoridade monetária tem vendido à vista US$ 500 milhões das reservas internacionais por dia, enquanto há duas semanas eram feitos leilões diários de US$ 1 bilhão. No início da noite, o BC informou que venderá US$ 500 milhões no leilão de amanhã (12). 

 

Bolsa - No mercado de ações, o dia foi marcado pelos ganhos. O índice Ibovespa, da B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo, fechou aos 112.199 pontos, com alta de 1,11%. 

 

Otimismo - O mercado financeiro teve uma sessão de otimismo um dia depois de a agência de classificação de risco Standard & Poor’s anunciar a elevação da perspectiva da nota da dívida pública brasileira de estável para positiva. A decisão indica que a agência pode subir a nota do crédito soberano do Brasil nos próximos dois anos, caso o país siga com a agenda de reformas e de redução dos gastos públicos. (Agência Brasil)

INTERNACIONAL: Acordo EUA-China reduz tarifas e tensão comercial

 

internacional 13 12 2019O presidente dos EUA, Donald Trump, aceitou um acordo comercial limitado com Pequim, no qual Washington reverterá tarifas já aplicadas e cancelará a entrada em vigor de nova rodada de tarifas no domingo, num acerto para elevar as compras de produtos agrícolas americanos pelos chineses e para obter outras concessões, segundo fontes a par das negociações.

 

Assinatura - Se confirmado, o representante comercial dos EUA (USTR), Robert Lighthizer, e o embaixador chinês nos EUA, Cui Tiankai, devem assinar nesta sexta-feira (13/12) ao menos um esboço do acordo, disse outra pessoa familiarizada com o assunto.

 

Pronunciamento - “A bola está com a China agora”, disse uma das fontes bem informadas sobre a oferta dos EUA. Até a noite desta quinta-feira (12/12), Pequim não havia se pronunciado oficialmente.

 

Medidas - Michael Pillsbury, consultor do presidente, disse que conversou com Trump e que ele relatou que o acordo prevê que a China comprará US$ 50 bilhões em bens agrícolas em 2020 - mais que o dobro das compras chinesas em 2017, antes do início da guerra comercial -, juntamente com energia e outros bens. Em troca, os EUA reduzirão as tarifas de muitas importações chinesas, que agora variam de 15% a 25%.

 

Reuniões - Trump se reuniu com seus principais assessores econômicos e comerciais por uma hora nesta quinta-feira (12/12) para discutir o acordo. O “Wall Street Journal” informou que Washington ofereceu reduzir à metade as tarifas existentes em cerca de US$ 360 bilhões em produtos importados da China, além de cancelar as tarifas sobre US$ 156 bilhões em bens de consumo chineses previstos para domingo (15/12). Essa oferta foi feita a Pequim nos últimos cinco dias.

 

Tarifas - Pelo acordo, se Pequim deixar de fazer as compras acordadas, as tarifas voltariam aos seus níveis originais. Especialistas em comércio chamam essa cláusula de “snapback”, ou reversão, embora o presidente não use esse termo, disse Pillsbury.

 

“Gesto de boa vontade” - No que Pillsbury descreveu como um “gesto de boa vontade”, os EUA planejam anunciar hoje alguns cortes nas tarifas. “O presidente está otimista e entusiasmado com este avanço nas negociações”, segundo Pillsbury, especialista em China no Instituto Hudson e assessor do governo Trump.

 

Quadro comum - Há dois meses, Trump declarara que os dois países tinham chegado a um quadro comum para um pacto limitado de “fase um”, de forma a suspender a guerra comercial e permitir negociações sobre outras fases possíveis, destinadas a tratar de principais preocupações das empresas americanas, como furto de tecnologia e acesso a mercado.

 

Comemoração - Entidades empresariais comemoraram o avanço, que consideraram uma pausa bem-vinda na guerra tarifária. Importadores, varejistas e outras empresas americanas temiam que mais impostos tivessem o efeito de aumentar os preços ou prejudicar as vendas.

 

Receptividade - “Recebemos bem a notícia de que um acordo de ‘fase um’ entre EUA e China é iminente”, disse Myron Brilliant, vice-presidente executivo da Câmara de Comércio dos EUA. “Isso trará estabilidade ao relacionamento entre os EUA e a China. Mas não devemos nos iludir: ainda há mais trabalho pela frente e mais problemas a resolver.”

 

Impacto global - Mas nenhuma das tréguas comerciais acertadas nos últimos dois anos se manteve, e a incerteza com o comércio entre as duas maiores economias do mundo tem pesado na economia global. Reticentes com o que consideram o péssimo histórico de Pequim em cumprir suas promessas, os negociadores americanos, liderados por Lighthizer, pediram à China que se comprometesse por escrito a fazer algumas compras agrícolas antecipadamente e concorde com um cronograma detalhado para compras futuras.

 

Pressão - Os EUA também pressionam a China a se comprometer no texto do acordo com uma revisão trimestral das compras prometidas e especificar que o valor das compras não cairá mais de 10% em nenhum trimestre.

 

Percentuais - Os EUA impuseram tarifas sobre produtos chineses por fases, nos últimos dois anos. Atualmente, cobram tarifas de 25% sobre cerca de US$ 250 bilhões em produtos chineses e de 15% sobre outros US$ 111 bilhões. Essas alíquotas seriam reduzidas à metade, de acordo com a mais recente oferta de Washington, mas voltarão a seus níveis originais caso a China não realize as compras prometidas.

 

Relutância - Os negociadores chineses relutaram em atender às exigências dos EUA. Sua preocupação é de que as aquisições garantidas possam causar atrito com outros parceiros comerciais da China. Além disso, as autoridades chinesas argumentaram que as compras deveriam ser baseadas nos preços de mercado e na demanda orgânica gerada pelas empresas chinesas. Por exemplo, o Brasil está oferecendo soja a preços menores do que os dos EUA, e comprar dos EUA a preços mais elevados prejudicaria os compradores chineses.

 

Críticas - Um acordo nesses termos deverá atrair críticas nos EUA, por abrir mão de uma parcela grande demais de alavancagem. Tarifas menores, de 7,5% ou 12,5%, são muito mais fáceis de ser administradas por exportadores e importadores e podem não ser suficientes para obrigar Pequim a mudar as principais políticas que compõem seu modelo econômico.

 

Questões mais espinhosas - Muitas das questões mais espinhosas ainda não foram solucionadas. Entre elas estão os subsídios dados pela China a suas empresas, as restrições de acesso a setores de rápido crescimento no país, como computação na nuvem, e o fim de pressões chinesas sobre empresas americanas para que transfiram tecnologia a parceiros locais. 

 

Vitória - Tanto Xi Jinping, o presidente da China, quanto Trump poderiam descrever um acordo de curto prazo desse tipo como uma vitória.

 

Argumento - Trump poderia argumentar que ele obteve uma garantia de compras de larga escala de Pequim, ao mesmo tempo em que manteve a pressão das tarifas sobre a China. Já Xi poderia apontar para uma diminuição das tarifas existentes, o que daria um impulso muito necessário à economia chinesa, que está em desaceleração. A guerra comercial com os EUA fez com que as exportações chinesas para os EUA despencassem e que as empresas adiassem investimentos.

 

Prioridade - Chegar ao que é encarado em amplos círculos como um acordo equilibrado continua sendo prioridade para os negociadores e os líderes chineses. Pequim recusou um acordo quase concluído no começo de maio por sentir que ele favorecia demais os EUA. Isso levou o governo Trump a intensificar sua ofensiva comercial contra a China, que então revidou, exacerbando um ciclo de retaliações mútuas.

 

Projetos de lei - Nas últimas semanas, as tensões se intensificaram entre EUA e China, desencadeadas por dois projetos de lei apresentados ao Congresso dos EUA que defendem os direitos humanos nas regiões chineses de Hong Kong e Xinjiang. (Valor Econômico)


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