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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4726 | 16 de Dezembro de 2019

PRÊMIO OCEPAR I: Inscrições podem ser realizadas a partir de 10 de janeiro de 2020 online

A principal novidade da 14ª edição do Prêmio Ocepar de Jornalismo, lançada na noite de sexta-feira (13/12), no auditório do Sistema Ocepar, em Curitiba, é que as inscrições serão online, de forma digital e não mais pelos Correios. O lançamento ocorreu durante a realização do Workshop Jornalismo 4.0 e Marketing Digital, promovido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor/PR), Sistema Ocepar, Unimed Paraná, Central Sicredi PR/SP/RJ e portal Saúde Debate, que contou nos dias dois dias de evento com a participação de 60 profissionais de imprensa de Curitiba e região.

Online - Segundo o coordenador de comunicação e do Prêmio Ocepar de Jornalismo, jornalista Samuel Milléo Filho, esta mudança atende um pedido dos próprios profissionais que participam do prêmio. “Pelos correios, além do custo, as vezes demorava para os materiais chegarem até Curitiba para o julgamento. Através das inscrições digitais, segundos depois de encerrado o prazo, já estamos com todos os materiais disponíveis para iniciar as fases de julgamento”, lembra. A partir do dia 10 de janeiro de 2020, todos os interessados em participar do 14º Prêmio Ocepar de Jornalismo, poderão ter acesso ao regulamento, no portal www.paranacooperativo.coop.br, e assim realizar o download dos materiais de forma online.

Valorização – Participaram do lançamento, o presidente do Sindijor/PR, Gustavo Henrique Vital, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o diretor executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Maroan Tohmé e o diretor de mercado e comunicação da Unimed Paraná, Alexandre Gustavo Bley. “Ao chegarmos a 14ª edição de realização do prêmio, temos a certeza de que o principal objetivo vem sendo cumprido à risca, ou seja, valorizar e reconhecer o importante trabalho da imprensa paranaense na divulgação dos principais avanços e conquistas do setor cooperativista no Estado. Nesses anos todos de premiação, recebemos 1.124 trabalhos e premiamos 265 profissionais de imprensa no Brasil”, destacou Ricken.

Parcerias– O presidente do Sistema Ocepar também fez questão de ressaltar sobre os importantes apoios para que este prêmio aconteça há 15 anos. “Não podemos deixar de registar que o Prêmio Ocepar de Jornalismo somente se tornou realidade, graças ao apoio financeiro da Central Sicredi PR/SP/RJ e da Federação das Unimeds do Estado do Paraná e, também, do imprescindível apoio institucional do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Paraná, Sindijor/PR, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná, da Federação Nacional dos Jornalistas, Fenaj, e das assessorias de imprensa das cooperativas que realizam um excelente trabalho em disseminar o conhecimento no campo e na cidade e divulgar para sociedade os principais atributos que tornam o cooperativismo um movimento importante para a vida das pessoas”.

Apoio – Os representantes da Central Sicredi e da Unimed Paraná, também enalteceram esta parceria de sucesso e fizeram questão de afirmar que já está garantida, antecipadamente, o apoio financeiro para a 15ª edição do Prêmio. “É uma premiação importante e que pode continuar contando como nosso total apoio, afinal, somos parceiros desde a primeira edição. Valorizar o trabalho da imprensa e divulgar as ações do cooperativismo, sua importância para a sociedade e o que representa tanto economicamente como socialmente”, destacou Maroan Tohmé. Para o diretor da Unimed, Alexandre Bley, “a federação é parceira do Sistema Ocepar em diversas iniciativas e o Prêmio é algo que nos traz resultados positivos e não temos como não o apoiar. Entendemos que poder divulgar de forma segura ações do sistema de saúde, faz parte da missão da Unimed Paraná e os trabalhos jornalísticos são uma fonte segura para informar a população”, destacou. Gustavo Vital, presidente do Sindijor/PR agradeceu as diversas parcerias que são realizadas com todas as entidades presentes, entre as quais, a realização do prêmio e disse “que para a categoria dos jornalistas, o Prêmio Ocepar é hoje um dos mais tradicionais e reconhece a difícil tarefa de produzir um material de boa qualidade, principalmente num momento de tantas transições para os profissionais de comunicação”.

Tema e valores – O tema escolhido para esta edição é “cooperativismo: força econômica e social que faz a diferença. Ao todo, serão distribuídos R$ 88 mil em prêmios, já descontados os impostos. O Prêmio Ocepar é dividido em seis categorias: Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo, Mídia Cooperativa, Categoria Especial Ramo Crédito, Categoria Especial Unimed. Os três primeiros colocados nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo e Mídia Cooperativa vão receber, respectivamente R$ 10 mil (1º lugar), R$ 4 mil (2º) e R$ 3 mil (3º). Já os vencedores nas categorias especiais Ramo Crédito e Unimed vão ganhar R$ 10 mil cada.

Prazos - Serão aceitos materiais publicados de 1º de agosto de 2019 a 1º de junho de 2020, que façam referência a um ou mais ramos do cooperativismo paranaense em que atuam as cooperativas filiadas à Ocepar: agropecuário, crédito, saúde, transporte, infraestrutura, consumo e trabalho, produção e prestação de serviços. 

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PRÊMIO OCEPAR II: Workshop reúne jornalistas na sede do Sistema Ocepar

Cerca de 60 jornalistas de Curitiba e região, estiveram reunidos nos dias 13 e 14 de dezembro, na sede do Sistema Ocepar, participando do lançamento do 14º Prêmio Ocepar de Jornalismo e do Workshop Jornalismo 4.0 e Marketing Digital, promovido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor/PR), Sistema Ocepar, Unimed Paraná, Central Sicredi PR/SP/RJ e portal Saúde Debate.

Mara Luquet – A jornalista, escritora e economista Mara Luquet, com passagem pelos jornais Gazeta Mercantil, Valor Econômico, Folha de São Paulo, revistas Veja e Exame, Rede Globo, Globo News, Rádio CBN, entre outros veículos de comunicação, realizou uma palestra com foco nas oportunidades que os profissionais de comunicação têm com as mídias sociais. Por decisão pessoal, após mais de três décadas no jornalismo de massa, decidiu sair de um emprego seguro e abrir no Youtube um canal próprio, o MyNews. “Está sendo uma experiência diferente bastante produtiva, estou ainda aprendendo a lidar com as mídias sociais”. Ela destaca que o público do seu canal são pessoas com mais de 40 anos. Não podemos ver as mídias sociais como nossa adversária, nossa profissão não irá acabar. Pelo contrário, nunca se precisou tanto de jornalistas. Nunca se precisou tanto de produção de conteúdo de qualidade como agora”, lembrou.

Palestras – Durante o evento, também realizaram palestras o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken que falou sobre as perspectivas e desafios das cooperativas do Paraná e o diretor de mercado e comunicação da Unimed Paraná, Alexandre Gustavo Bley com o tema: uma pauta chamada saúde. Ricken apresentou os principais avanços e conquistas das cooperativas do Paraná, que deverão fechar o ano com uma movimentação econômica de R$ 85 bilhões e de que não existe mais diferença entre o campo e a cidade. Já o diretor da Unimed Paraná falou sobre as Fake News que impactam as pessoas e acabam confundindo, especialmente na prevenção de algumas doenças. “Segundo uma pesquisa sobre diagnósticos médicos via internet aponta de que sete de cada 10 pacientes recebem informações falsas. Isso é muito preocupante por se tratar da saúde das pessoas envolvidas”. Alexandre Bley que é médico lembrou algumas notícias que viralizaram e que eram Fake News: vacina anticâncer; água de coco quente é cura do câncer; estudo associa omeprazol com tumores no estômago; gelo causa câncer ou vacinas causam autismo. Tudo mentira e o trabalho para esclarecer acaba sendo difícil pois a notícia real acaba não tendo a mesma repercussão. E sabemos que a melhor forma de esclarecer a população é também através do jornalismo responsável”, destacou.

Marketing Digital – No sábado (14/12), os participantes tiveram uma capacitação sobre Jornalismo 4.0 e Marketing Digital, no Workshop conduzido pelo jornalista Almir Rizzatto que é especialista na área e fundador da agência RZT Comunicação e da Escola Digitalista, em 2006, em São Paulo. Dez anos depois, começou a ministrar cursos para jornalistas, já tendo capacitado mais de 600 profissionais pelo país. Durante todo dia, ele deu diversas dicas aos profissionais como utilizar melhor as redes sociais para poder potencializar o trabalho na área da informação. Rizzatto disse que concorda plenamente com a afirmação da jornalista Mara Luquet de que nunca se precisou tanto de jornalistas como agora, especialmente na produção de bons conteúdos para a internet. “Vivemos um momento rico para informação qualificada e nós profissionais de comunicação estamos sendo demandados cada vez mais no mercado, especialmente para se combater as Fake News, que já existem há muitos anos”, lembrou.

Clique aqui para conferir o áudio sobre o evento

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SANIDADE: Publicada IN que reconhece o Paraná como zona livre da peste suína clássica

sanidade 16 12 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (16/12), a Instrução Normativa (IN) nº 63, que reconhece o Paraná nacionalmente como zona livre da peste suína clássica, desmembrando o Estado de um grupo formado por outras 14 unidades federativas. A IN já havia sido assinada pela ministra Tereza Cristina, no dia 6 de dezembro, durante o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, promovido pelo Sistema Ocepar, em Medianeira, no Oeste do Paraná.

Clique aqui para conferir na íntegra a IN nº 63, publicada no DOU desta segunda-feira

 

GETEC: Informe nº 58 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 16 12 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (16/12), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado da semana

 

ENCONTRO ESTADUAL: Videorreportagem mostra como foi o evento

 

encontro estadual 16 12 2019Um resumo do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses realizado no dia 6 de dezembro, em Medianeira, no Oeste do Paraná, com depoimentos de representantes de diferentes caravanas. Esse é o conteúdo da videorreportagem produzida pela empresa VisionArt, sob a coordenação da Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar. Em pouco mais de cinco minutos, o material mostra como foi o evento, desde a chegada dos grupos vindos de diversa partes do estado, as diferentes atrações, como a palestra do ator e dramaturgo Marcelo Ballas, e o show de encerramento com Michel Teló. Destaque também para a assinatura da Instrução Normativa que reforça o reconhecimento do Paraná como área livre da peste suína clássica (PSC), desmembrando o Estado de um grupo que era formado por 14 unidades federativas.

 

Ministra - O documento foi assinado pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que estava acompanhada pelo governador Ratinho Junior, parlamentares e lideranças cooperativistas. O Encontro reuniu cerca de duas mil pessoas no Centro de Eventos da Cooperativa Lar, entre cooperados, colaboradores, dirigentes, demais lideranças ligadas ao cooperativismo paranaense, seus familiares e convidados. O evento é promovido todos os anos pelo Sistema Ocepar com o propósito de celebrar as conquistas alcançadas pelo setor ao longo do ano. Estiveram presentes cerca de duas mil pessoas, 

 

Clique aqui para conferir na íntegra a videorreportagem sobre o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses

COPACOL: Sobras recordes de R$ 91,3 milhões são distribuídas para os cooperados

 

A Cooperativa Copacol está projetando fechar o ano com um faturamento de R$ 4,3 bilhões, que representa um crescimento de 12% em 2019. Estes impressionantes valores foram divulgados na sexta-feira (13/12), durante a reunião Conjunta dos Comitês Educativos, realizada na Aercol em Cafelândia, Oeste do Paraná. Durante o encontro foi apresentada a projeção de faturamento, o balancete contábil e a retrospectiva de 2019.  

 

Resultados positivos - Segundo o presidente da cooperativa, Valter Pitol, foi um ano de resultados positivos graças ao trabalho integrado dos diretores, cooperados, colaboradores, parceiros e clientes que permitiram alcançar estes resultados históricos, que serão destruídos conforme a participação de cada produtor nas suas respectivas atividades. 

 

Diferença - “São mais de R$ 91 milhões que vamos distribuir para os associados, dinheiro este que vai circular na região impulsionado a economia e fortalecendo o comércio local. Se formos analisar, estes valores vão beneficiar e fazer a diferença para milhares de pessoas na nossa área de atuação, devido as oportunidades geradas com a circulação deste impressionante resultado que compartilhamos com o nosso quadro social”, afirma o presidente Pitol.     

 

Distribuição das sobras - Para compartilhar com os produtores os resultados alcançados, a diretoria da cooperativa aprovou a distribuição de sobras com valores que ultrapassam os R$ 91.3 milhões. Destes valores, 50% será antecipada no dia 18 de dezembro, nas unidades da Cooperativa e a outra parte, será paga após a Assembleia Geral Ordinária, que será realizada no dia 31 de janeiro de 2020.

 

Valores - Confira os valores da participação dos associados nos resultados de 2019: 

Complementação de preços aves - junho R$ 14.057.179; 

Complementação de preços aves – dezembro R$ 21.860.229; 

Complementação de preços suínos - dezembro R$ 600.000; 

Distribuição de 45% das sobras R$ 49.257.467; 

Juros s/ capital - 6% (Previsão 2019) R$ 5.600.000;  

Total destinado aos cooperados R$ 91.374.875.

(Imprensa Copacol)

 

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COOPAVEL: Missa marca os sete anos do Moinho de Trigo da cooperativa

 

Uma missa no fim da tarde de quinta-feira (12/12), em Cascavel (PR), marcou a comemoração dos sete anos de atividades do Moinho de Trigo da Coopavel, cooperativa que chegou aos seus 49 anos de fundação no domingo-feira (15/12). Celebrada pelo padre Odair Marques, pároco da Paróquia Cancelli, a missa reuniu diretores, gerentes e colaboradores.

 

Agradecimento - “É um momento de agradecer, de elevar nossas orações e de reconhecer todos aqueles que fazem o cotidiano do moinho”, diz a gerente da unidade Maria da Silva. Com 80 colaboradores, a estrutura tem capacidade de moagem de 480 toneladas por dia. A farinha industrial é comercializada para empresas da área de panificação de várias regiões.

 

Empenho - Padre Odair citou o empenho de cada colaborador e da importância do trabalho na construção de uma sociedade melhor. “Todos devemos nos integrar, participar e empregar amor em tudo o que fazemos. Precisamos nos manter puros e inspirar os outros com atitudes de respeito e solidariedade”, afirmou o pároco. Um dos colaboradores do moinho, Márcio Iantas, deu testemunho do orgulho de participar de uma empresa tão unida, dinâmica e que faz tanta diferença em sua comunidade.

 

Evolução - O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, citou a importância do moinho na atual estrutura da cooperativa e agradeceu o empenho de todos que, nesses sete anos, contribuíram e se doam para que ele alcance resultados cada vez melhores. Criada em 15 de dezembro de 1970 por 42 agricultores, a Coopavel cresceu e hoje está entre as melhores e maiores do segmento cooperativista do Paraná e do Brasil. Com 33 unidades, ela conta com 5,5 mil cooperados e 5,8 mil colaboradores. (Imprensa Coopavel)

 

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PRIMATO: Casa Vergara será inaugurada na próxima semana em Toledo

 

primato 16 12 2019Toledo recebe, a partir desta semana, o mais novo empreendimento da Primato Cooperativa Agroindustrial no Lago Municipal de Toledo (PR). A Casa Vergara será inaugurada na sexta-feira (20/12), às 8h30.

 

Referência - Trata-se de um empreendimento diferenciado e com uma nova proposta de experiência ao público de Toledo e região. A escolha do nome Vergara é uma referência ao preposto do governador da Província del Guaíra, Francisco Garcia Vergara, desbravador enviado pelo Governador Martinez Irala em 1554 para efetivar a posse e fundar na margem oriental do Rio Paraná, junto a Foz do Rio São Francisco, o primeiro povoado da região. Vergara fundou então a primeira cidade (Ontiveros), fundada no território que hoje é o estado do Paraná.

 

Vergara - “A Casa Vergara será uma nova experiência ao público de Toledo e região, sendo um empório que disponibilizará alimentos, bebidas e uma gama de produtos diferenciados, dentro dos padrões de um empório”, enalteceu o diretor executivo da Primato, Anderson Sabadin que complementou, “um ambiente moderno e com a disposição diferenciada, localizado no cartão postal de nossa cidade, que é o Lago Municipal”.

 

Localização - A Casa Vergara fica localizada na Rua Dom Pedro II, 3122, no Lago Municipal de Toledo e a sua inauguração será no dia 20 de dezembro, às 8h30. (Imprensa Primato)

COPAGRIL I: Associação dos Comitês Femininos define nova diretoria para 2020

 

A Associação dos Comitês Femininos da Copagril (ACFC) realizou, na manhã de quinta-feira (12/12), sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) na qual foram divulgados entre as sócias dos comitês os demonstrativos e relatórios referentes ao ano de 2019 e foi eleita a nova diretoria para a gestão 2020. A sócia Marize Bona Rieth do comitê Flor do Campo, de São Cristóvão em Marechal Cândido Rondon, foi eleita nova presidente da associação, assumindo o cargo que durante 2019 esteve sob responsabilidade de Eleane Knaul, do comitê feminino Sol Nascente, do município de Mercedes. 

 

Responsabilidade - A nova presidente da ACFC, Marize Boa Rieth, comentou sobre a eleição e a responsabilidade. “É uma sensação muito especial em assumir esse cargo. É uma realização em nível de Copagril, pois eu, meu marido, meu pai somos sócios há vários anos da cooperativa e assumindo um cargo eu tenho ainda a oportunidade de fomentar o cooperativismo entre as sócias, que é o meu ideal para a ACFC. Quero agradecer em especial a todas as integrantes dos CFCs que estavam na reunião, a todas que foram das diretorias anteriores, que me apoiaram em todas as circunstâncias e a todos da assessoria de cooperativismo da Copagril que sempre me auxiliaram. Assumo esse cargo para contribuir por meio do meu conhecimento com os comitês e aprender com todas as mulheres”, comenta Marize.

 

Vice-presidência - Eleane Knaul deixa o cargo de presidente e assume como vice-presidente na gestão 2020. Ela descreve sobre a experiência e as realizações de sua gestão.  “Foi um ano de muito aprendizado e uma experiência muito gratificante. Durante o ano tivemos eventos muito importantes como o Dia de Campo e tivemos a honra de sediar o Elicoop. Também realizamos as olimpíadas da ACFC e o Encontro Anual, além de várias outras atividades durante o ano. A nova gestão também terá um grande desafio pois será o ano dos 50 anos da Copagril e com certeza haverá diversos eventos que envolverão as mulheres da ACFC. Só tenho a agradecer à Copagril e desejar que a próxima gestão também seja um sucesso”, revela.

 

Relatório - Além da definição da nova diretoria, na reunião foram apresentados o relatório de atividades do ano, demonstrativo do patrimônio social, demonstrativo de resultado do exercício 2019, parecer do conselho fiscal, relatório de filiações e o plano de atividades para o exercício de 2020. (Imprensa Copagril)

 

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COPAGRIL II: Supermercado é ampliado em Nova Santa Rosa

 

A Cooperativa Agroindustrial Copagril reinaugurou, no sábado (14/12), o Supermercado Copagril no município de Nova Santa Rosa. O empreendimento passou por uma ampla reforma e ampliação do espaço de venda e também de armazenagem, também contemplando melhorias em equipamentos, móveis e o uso de energia solar. A ação faz parte das estratégias de desenvolvimento comercial da cooperativa, com o propósito de melhorar cada vez mais o atendimento aos cooperados e clientes em geral.

 

Somatória - O Supermercado Copagril de Nova Santa Rosa foi inaugurado no dia 11 de setembro de 2014 e, apenas na somatória dos últimos 12 meses, foram mais de 275 mil clientes, com mais de 3,7 milhões de itens comercializados no período.

 

Cinco unidades - No segmento, a cooperativa já conta com cinco unidades, uma no município, uma no Distrito de Novo Sarandi (Toledo), uma em Guaíra, duas em Marechal Cândido Rondon e há uma outra unidade que será inaugurada nos próximos meses em Eldorado, no Mato Grosso do Sul.

 

Parceria - Para a reforma e ampliação em Nova Santa Rosa houve uma parceria com o proprietário do imóvel, Valdir Hélter, e os investimentos conjuntos passaram de R$ 2 milhões, para reformas estruturais, ampliação das áreas de venda e armazenagem, assim como investimento no sistema de energia solar, além de equipamentos e mobiliário novos. A área de venda passou dos 680 m² para 1.262 m², com novo espaço para bebidas, hortifrutis, congelados e mais seções.

 

Atuação - O diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Clapla, destacou sobre a atuação da Copagril no município e sobre a importância da reforma e ampliação para melhor atender aos cooperados e também todos os clientes e parceiros. “Queremos agradecer as clientes de Nova Santa Rosa e região pela preferência. Estamos muito felizes ao concluir essa ampliação e reforma para atender ainda melhor a todos”, agradece.

 

Presenças - Também estiveram presentes no ato de reinauguração o diretor vice-presidente, Elói Darci Podkowa; diretor-secretário, Márcio Buss; conselheiros e superintendente da Copagril; prefeito de Nova Santa Rosa, Norberto Pinz; vereadores, autoridades. cooperados da região de Nova Santa Rosa, clientes e parceiros do Supermercado. (Imprensa Copagril)

 

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SICREDI PARANAPANEMA: Inaugurada nova agência em Andirá

 

A cerimônia de inauguração da nova agência de Andirá, que faz parte da região de responsabilidade da Sicredi Paranapanema PR/SP, aconteceu na noite da última quinta-feira (12/12), e contou com aproximadamente 600 pessoas. 

 

Recepção - O evento reuniu autoridades locais, conselheiros e diretores da cooperativa, colaboradores, associados, imprensa regional e representantes de entidades locais parceiras do Sicredi. Os convidados foram recepcionados com uma apresentação especial da Banda Santa Cecília e com um coquetel oferecido após a cerimônia, na própria agência, que conta com mais de 530 metros quadrados, e terá atendimento no térreo e no piso superior, já a partir desta sexta-feira, dia 13 de dezembro. O novo layout projetado oferece ainda mais conforto e segurança, além de promover o tradicional relacionamento com os associados, diferenciais esses que são a essência do Sicredi.

 

Compromisso - Considerado um marco para o município, a inauguração das novas estruturas enaltece o compromisso que o Sicredi possui com o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida dos associados, dos munícipes e da região. 

 

Conquista - Para o presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Cláudio Marcos Orsini, a reinauguração da agência é uma conquista dos associados e uma retribuição a toda confiança depositada no Sicredi durante todos esses anos. “Este local será a casa do nosso associado e uma referência de atendimento e de cordialidade para quem precisar de qualquer tipo de consultoria ou apoio financeiro” comentou Orsini. 

 

Parcerias - “Seguiremos fortalecendo ainda mais as parcerias com os comerciantes, produtores rurais, empresários, profissionais autônomos e pessoas físicas de diversos segmentos e setores, contribuindo com o giro financeiro e oferecendo as melhores alternativas de negócios, e o melhor: tudo isso recheado com os diferenciais que só o Sicredi possui”, disse o presidente.

 

Presente - Para a prefeita de Andirá, Ione Abib, é inestimável para todos os andiraenses essa proposta do Sicredi de fomentar o desenvolvimento da nossa cidade. “Poderia falar como prefeita, que estou extremamente feliz, mas prefiro falar como andiraense, pois momento é um grande presente que o Sicredi entrega para nós nesta época tão festiva de fim de ano! Nossa parceria tem se fortalecido. O Sicredi foi a única instituição financeira que acreditou e apoiou de imediato nossa proposta de retomar a realização de grandes eventos em nosso município a fim de trazer alegria para nossa gente. Só temos a agradecer por tudo o que Sicredi tem feito por nossa cidade. Sucesso a todos!” enalteceu a prefeita.

 

Movimento - O diretor-executivo da Sicredi Paranapanema PR/SP, Volmir Caraciolo, ressalta o grande movimento que o Sicredi tem feito na contramão das demais instituições. “Até 2020 o Sicredi abrirá mais de 400 agências, enquanto outras instituições estão fechando mais de 1200 agências em todo Brasil. Com toda tecnologia que temos a oferecer para nossos associados transacionarem no conforto de suas casas, nós valorizamos o olho no olho, o cafezinho e é acreditando nesses diferenciais que inauguramos essa bela estrutura para todos os andiraenses” comentou Caraciolo.

 

Pessoas - Já o gerente de Comunicação Marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério de Lorenzo Leal relembrou os grandes ideais dos fundadores do Sicredi há mais de 117 anos, e citou que a inauguração é a continuidade deste grande propósito de gerar progresso. “O Sicredi é feito por pessoas para pessoas. Temos em nosso DNA a cooperação e hoje é inaugurada essa linda agência para a comunidade, reforçando ainda mais nosso compromisso e responsabilidade com o desenvolvimento e crescimento local. Acreditamos nisso e atuamos sempre em prol desse ideal”, disse Rogério.

 

Sonho - O gerente da Agência Sicredi Andirá, Natal Camilotti Filho, afirma que a inauguração da agência no coração do município de Andirá é a realização de um sonho para a Sicredi Paranapanema PR/SP e uma grande conquista de todos os associados do município. “Vocês, nossos associados, merecem todo esse conforto e toda a segurança que este ambiente continuará a oferecer. Queremos que vocês desfrutem dessa estrutura, que foi construída pensando em oferecer o melhor pra vocês”, disse o gerente.

 

Localização - A agência de Andirá está localizada na Rua São Paulo n.º 675, no centro de Andirá/PR. Os associados contam com área total de 536,61 metros quadrados, espaço para café e grande privacidade no atendimento, permanecendo com horário de atendimento das 10h às 15h, e autoatendimento pelos caixas eletrônicos das 6h às 22h. O telefone é (43) 3538-3431.

 

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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INFRAESTRUTURA I: Pequenas usinas buscam mais espaço na matriz energética do Paraná

 

infraestutura I 16 12 2019Conhecido por ser o grande gerador de energia hidrelétrica do Brasil – não só por causa de uma porção de Itaipu Binacional, mas também de uma série de outras usinas –, o Paraná está voltando a atenção para empreendimentos menores e, não por isso, menos relevantes para a matriz energética. São as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) que, depois de um período de estagnação, aparecem como tendência no setor, com base no investimento em um tipo de energia renovável e de menor impacto.

 

Movimentos - Dois movimentos recentes dão essa indicação: o estado teve seis projetos desse tipo negociados no último leilão, realizado em outubro e com compromisso de entrega de energia a partir de 2025, e o processo de licenciamento estadual deu mostras de sair de uma fase de represamento, como um lote de 15 autorizações em 2019, número bem maior que a média dos anos anteriores. O cenário suscita o debate – principalmente em pontos de paisagens deslumbrantes e de muita riqueza natural – e deve levar à produção de um documento inédito, um mapeamento sobre as áreas do Paraná em que são aceitáveis ou recomendáveis esses tipos de empreendimentos.

 

Parcela - Atualmente, 2% da energia produzida no Paraná vem das menos de 90 PCHs e CGHs. Mas há, em estudo, em fase de licenciamento ou mesmo em construção, outras 300 unidades. Apenas a título de comparação, as pouco mais de mil mini-usinas em atividade no Brasil são capazes de produzir o equivalente à Itaipu. Para a Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas (Abrapch), a atenção a esse tipo de geração de energia pode garantir que mais nenhuma grande usina seja instalada em áreas sensíveis do país, como a Amazônia. As unidades menores teriam, entre as vantagens, o fato de precisarem de áreas reduzidas de alagamento e de atenderem a comunidade local, dispensando extensas linhas de transmissão. 

 

Menos danosa - Para Pedro Dias, vice-presidente da Abrapch, a evolução dos processos de planejamento e construção e também tecnológica, relacionada aos equipamentos, está tornando a atividade menos danosa. Ele conta, inclusive, que algumas máquinas em teste no Brasil e outras já disponíveis para a importação, geram energia simplesmente ao serem mergulhadas no rio, aproveitando a correnteza, e sem necessidade de grandes intervenções.

 

Experiência - Dias fala com a experiência de quem foi responsável justamente pelo setor de licenciamentos dentro do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), 15 anos atrás.

 

Menos impactante - Depois de um tempo em outra área, cuidando exclusivamente de empreendimentos ferroviários fora do Paraná, ele decidiu colocar entre os projetos prioritários as PCHs e CGHs, por acreditar que são menos impactantes – e fala como alguém que chegou a participar do movimento contra o fim das Sete Quedas, que acabaram desaparecendo na década de 1980, com a formação do lago de Itaipu.

 

Simplificação - Atualmente, Pedro Dias é um dos principais defensores da simplificação dos processos de licenciamento ambiental para as mini-usinas. Além da proposta que está em discussão no Congresso Nacional, capitaneada por Kim Kataguiri (DEM), também debates na esfera estadual estão em andamento.

 

Taxas - Atualmente, as taxas pagas ao governo do Paraná podem custar até R$ 120 mil. Além disso, há o pagamento dos estudos de impacto. Para Dias, essa combinação de fatores – que muitas vezes inviabiliza o empreendimento –, quando somada com a demora no licenciamento, que chegou a ter tempo médio de espera de uma década, acaba afugentado investidores.

 

Melhoria de processos - José Volnei Bisognin, diretor de Avaliação de Impacto Ambiental e Licenciamentos Especiais do IAP, arma que o governo está trabalhando para melhorar os processos. E conta que espera dar celeridade aos pedidos em espera, mesmo que seja para negar o pedido. Ele destaca que é importante dar uma resposta. Com reforço na equipe – a partir da contratação de técnicos e da chegada de residentes –, o diretor acredita que será possível vencer a demanda reprimida de cerca de 350 empreendimentos pendentes. “A prioridade é para aqueles processos bem instruídos e que resultem em projetos com menor impacto”, diz.

 

Evento debate os rumos do setor - Uma parceria entre a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) deve resultar em um mapeamento inédito no estado, capaz de apontar as áreas mais indicadas para a instalação de PCHs e CGHs. É o chamado inventário participativo, um estudo técnico, mas que também considera os aspectos sociais e ambientais na hora de decidir sobre é interessante a instalação de um ou mais empreendimento em um determinado rio.

 

Wokshop - Para debater o assunto, que já foi alvo de discussões preliminares nos meses anteriores, foi realizado nos dias 12 e 13 de dezembro, em Curitiba, o Primeiro Workshop de Planejamento Estratégico, Energético, Ambiental e Social sobre Implantação de PCHs e CGHs no Paraná, na sede do BRDE, e promovido, em parceria, pela Abrapch, pelo IAP e pelo MP, e com participação da Aneel. (Gazeta do Povo)

INFRAESTRUTURA II: Comunidade portuária do Paraná discute sistema de integração

 

Empresários que importam e exportam produtos via Porto de Paranaguá participaram na sexta-feira (13/12) de uma discussão sobre a implantação de um sistema de troca de dados da comunidade portuária. Paranaguá foi escolhido entre quatro portos brasileiros para receber o projeto, que faz parte de um programa do governo britânico para facilitar o comércio internacional com o Brasil.

 

Integração - “A intenção é integrar os diferentes agentes envolvidos e dar maior eficiência aos terminais portuários do país”, explica o secretário nacional de portos, Diogo Piloni, que apresentou o projeto em Brasília.

 

Essencial - Segundo o diretor empresarial da empresa pública Portos do Paraná, André Pioli, o debate com empresários, autoridade portuária e órgãos de fiscalização é essencial para a construção de um sistema eficaz. “O projeto deve ser construído com a participação de todos e permitir a troca de dados e agilidade na comunicação entre as partes”, disse.

 

Participantes - A reunião em Paranaguá, reuniu representantes do Ministério da Agricultura, Anvisa, Receita Federal, ProComex, importadores, exportadores, cooperativas e empresas de transporte.

 

Plataforma PCS - O Port Community System é uma plataforma que conecta múltiplos sistemas usados por diferentes organizações envolvidas na atividade portuária. Os modelos podem variar para cada porto, mas o objetivo é integrar dados de toda cadeia logística.

 

Redução de tempo - “Nosso objetivo é reduzir o tempo atual de importação e exportação, que em média no Brasil é de 10 dias. A meta é diminuir um dia na exportação e dois dias na importação”, adianta John Edwin Mein, coordenador da Aliança Pró-Modernização Logística de Comércio Exterior.

 

Oportunidades - Nesta primeira fase devem ser definidas e mapeadas atividades e oportunidades de melhorias, depois serão mapeados os problemas elencados pela comunidade portuária, para então aplicar os resultados na criação de um sistema de troca de dados. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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INFRAESTRUTURA III: Leilões de transporte resultarão em R$ 5,9 bilhões em outorga em2019

 

infraestrutura III 16 12 2019O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, reiterou na sexta-feira (13/12) que o governo fechará o ano de 2019 com concessão à iniciativa privada de 27 ativos do setor transportes realizados. Os leilões renderam R$ 5,9 bilhões em outorga para o governo e têm previsão de viabilizar R$ 9,4 bilhões em investimentos. “O que estamos conseguindo fazer no Ministério da Infraestrutura é planejamento e cumprimento de cronograma”, afirmou o ministro a jornalistas.

 

Anúncio - Freitas anunciou que no ano que vem serão realizados leilões de concessões de mais 40 a 44 ativos do segmento de transportes. O “grande destaque” será a concessão da rodovia Nova Dutra, pela quantidade de investimentos e competição entre os grupos que tem demonstrado. “Temos grande possibilidade de arrecadação de outorga, mas essa não é a nossa obrigação. Estamos fazendo concessão para gerar investimento”, afirmou. O ministro ressaltou ainda a concessão de 22 aeroportos no ano que vem. “2020 será um ano promissor em termos de leilões”, afirmou. (Valor Econômico)

LEGISLATIVO I: Congresso pode votar proposta orçamentária nesta terça-feira

 

legislativo I 16 12 2019O Congresso Nacional pode votar nesta terça-feira (17/12) a proposta orçamentária para 2020 (PLN 22/19). A sessão está marcada para as 14h30. Antes, às 11 horas, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) votará o texto.

 

Relatórios setoriais - A análise dos relatórios setoriais sobre a proposta orçamentária foi concluída na última quarta-feira (11/12). Agora, os textos aprovados serão analisados pelo relator-geral do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE).

 

Parecer preliminar - O parecer preliminar apresentado pelo relator atualizou parâmetros que serviram para as projeções de receitas e despesas e também incorporou efeitos de propostas encaminhadas ou aprovadas após o envio do texto original do Orçamento.

 

Poder Executivo - A versão do Poder Executivo indica que o salário mínimo passará dos atuais R$ 998 para cerca de R$ 1.031 em janeiro, abaixo do valor inicialmente previsto (R$ 1.039). Segundo cálculos da equipe econômica, para 2020, cada R$ 1 a mais no salário mínimo eleva as despesas da União em cerca de R$ 320 milhões.

 

Meta fiscal - Em 2020, a meta fiscal para o resultado primário do governo central — Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central — corresponderá a um deficit de R$ 124,1 bilhões. Desde 2014, as contas públicas estão no vermelho: descontado o pagamento dos juros da dívida, as despesas vêm superando as receitas ano a ano.

 

Créditos - Na mesma sessão, o Congresso pode votar projeto que libera crédito suplementar de R$ 561,6 milhões para vários órgãos do Executivo (PLN 33/19).

 

Ministério da Educação - De acordo com o texto, o Ministério da Educação vai receber cerca de R$ 255 milhões. A área de infraestrutura da educação básica será beneficiada com a maior parte desse valor: R$ 245 milhões. Outros R$ 900 mil vão para a manutenção de universidades públicas no estado de São Paulo.

 

Ministério da Justiça - Para o Ministério da Justiça e Segurança Pública, serão destinados R$ 85 milhões. Já a Presidência da República receberá R$ 5,3 milhões, valor a ser direcionado para a segurança institucional do presidente e do vice-presidente da República e seus familiares, além de outras autoridades. (Agência Brasil)

LEGISLATIVO II: MP do Coaf será votada nesta terça-feira

 

legislativo II 16 12 2019O presidente do senado, Davi Alcolumbre, confirmou para esta terça-feira (17/12) a votação da MP 893/2019, que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia para o Banco Central (BC), reestruturando o órgão. A MP precisa ser votada até terça-feira para não perder a validade. “Vamos votar na terça-feira. Eu falei com os líderes partidários e eles estão chamando os senadores para essa votação”, garantiu Davi.

 

Atribuição - O Coaf tem a atribuição de monitorar as atividades financeiras e de produzir informações para prevenir e combater a lavagem de dinheiro, aplicando penas administrativas a entidades do sistema financeiro que não enviarem os dados necessários para esse trabalho de inteligência.

 

Alterações - O texto enviado pela Câmara ao Senado traz alterações com relação ao texto encaminhado pelo Poder Executivo. Entre os pontos da matéria original retirados estão a mudança de nome do Coaf para Unidade de Inteligência Financeira (UIF) e a transformação do plenário (órgão colegiado) em conselho deliberativo. Além disso, destaque aprovado por acordo entre os partidos retirou das as atribuições do órgão a de produzir informações para o combate ao financiamento do terrorismo.

 

Reforma tributária - Para o próximo semestre, Davi Alcolumbre apontou como uma das prioridades a reforma tributária. A intenção, segundo o presidente, é instituir uma comissão especial composta por 15 deputados e 15 senadores para tentar chegar a um texto de conciliação entre Câmara, Senado e governo. “Vamos dar para a sociedade brasileira a possibilidade de desburocratizar a gestão tributária no Brasil, que é um entrave para o desenvolvimento e para a geração de emprego”, afirmou o presidente. (Agência Senado)

FOCUS: Mercado financeiro eleva estimativa de inflação para 3,86% este ano

focus 16 12 2019Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram a estimativa de inflação e crescimento da economia este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) subiu de 3,84% para 3,86%.

Focus - A informação consta do boletim Focus, pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos. Essa foi a sexta elevação consecutiva.

Próximos anos - Para 2020, a estimativa de inflação se mantém há sete semanas em 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022.

Centro da meta - As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Manutenção - De acordo com as instituições financeiras, no fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica também esteja em 4,5% ao ano. Para 2021, as instituições estimam que a Selic encerre o período em 6,13% ao ano. A estimativa anterior era 6,15% ao ano. Para o final de 2022, a previsão segue em 6,5% o ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Demanda aquecida - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. A manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Atividade econômica - A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 1,10% para 1,12%, neste ano. As estimativas das instituições financeiras para 2020 variaram de 2,24% para 2,25%. Para os anos seguintes, não houve alteração em relação à pesquisa anterior: 2,50% em 2021 e 2022.

Dólar a R$ 4,15 - A projeção para a cotação do dólar permanece em R$ 4,15 no fim de 2019, e em R$ 4,10 no encerramento de 2020. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: FGTS poderá distribuir mais que 50% dos lucros, esclarece governo

 

economia 16 12 2019Os trabalhadores poderão receber mais de 50% do lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), informou na sexta-feira (13/12) a Presidência da República. Segundo a Secretaria Especial de Comunicação Social, o percentual de distribuição a ser definido todos os anos pelo Conselho Curador do FGTS dependerá das condições financeiras do fundo. 

 

Veto - Na quinta-feira (12/12), o presidente Jair Bolsonaro tinha vetado a distribuição de 100% do lucro do FGTS aos trabalhadores. O ponto tinha sido incluído pela equipe econômica na própria medida provisória que criou novas opções de saques para o FGTS, mas, o Ministério do Desenvolvimento Regional pediu que a medida fosse vetada para não prejudicar os recursos para o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. 

 

Revogação - De acordo com a Secretaria Especial de Comunicação Social, a sanção da medida provisória revogou a legislação anterior, em vigor desde 2017, que previa a distribuição de metade dos lucros do FGTS aos trabalhadores. Pela nova legislação, caberá ao Conselho Curador definir o percentual de distribuição todos os anos, sem o teto de 50%. 

 

Distribuição do lucro - O veto não anula a distribuição de 100% do lucro de R$ 12,2 bilhões do fundo em 2018, repassada para as contas do FGTS no fim de agosto. Isso porque a distribuição ocorreu durante a vigência da medida provisória. (Agência Brasil) 

ENERGIA ELÉTRICA: Aumento na conta de luz preocupa, e Aneel mira tributos e custos

 

energia 16 12 2019A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pretende atacar os tributos e os custos de geração de energia em 2020, com o objetivo de reduzir os efeitos na conta de luz dos consumidores no próximo ano. As medidas fazem parte da agenda de desoneração tarifária colocada em prática pela autarquia nos últimos anos.

 

Maior preocupação - Para 2020, a maior preocupação da agência é com relação ao repasse do efeito da desvalorização do real que afeta a tarifa de energia da hidrelétrica de Itaipu, calculada em dólar e cobrada de consumidores do Sul e Sudeste, e o aumento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), encargo cobrado de todos os consumidores de energia. Amanhã, a agência deverá decidir sobre o novo valor da CDE, que pode ter efeito de 2,4% nas tarifas no próximo ano.

 

Reforma - Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, pelo lado dos tributos, mesmo não sendo assunto de competência da autarquia, o objetivo é aproveitar as discussões em torno da reforma tributária para estimular uma redução do ICMS cobrado pelos Estados nas contas de luz. De acordo com o executivo, apenas os tributos respondem por 31,4% da tarifa de energia.

 

Meta - Com relação aos custos de geração, que compõem 34% da tarifa, a meta da agência é antecipar para o próximo ano o encerramento dos contratos de termelétricas a óleo combustível e diesel (de custo mais caro) e que vencem entre 2023 e 2025.

 

Estudo - “A agência está em fase avançada na realização de um estudo para descontratar térmicas com CVU [custo variável unitário] acima de R$ 1.000 [por megawatt-hora], em que os contratos vencem a partir de 2023. Mesmo observando as condições contratuais e atuando em conjunto com eles [empreendedores] para fazer a antecipação, há um benefício concreto para a tarifa do consumidor”, disse Pepitone, que participou de evento com investidores no Rio na semana passada.

 

Cálculo - Na prática, a ideia da agência é calcular o valor presente líquido desses contratos trazendo ao valor de hoje. O pagamento seria todo feito no próximo ano, aplicando-se um desconto. “É uma proposta atrativa para os detentores dessas outorgas e atrativas para os consumidores de energia.”

 

Efeito redutor - Segundo ele, a agência ainda está fazendo estudos para avaliar qual será o efeito redutor para as tarifas da antecipação do fim desses contratos. Cálculos da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), que apoia a medida, indicam um potencial de redução de 3% nas tarifas com o vencimento antecipado desses contratos.

 

Ponto negativo - “De ponto negativo [para 2020], temos a desvalorização do real em relação ao dólar, que aconteceu ao longo de 2019, e isso vai contribuir para aumento tarifário para 2020, no que se refere à parcela de Itaipu [nas contas de luz]”, lembrou Pepitone. Neste ano, o trabalho de desoneração tarifária da Aneel foi concentrado principalmente na redução de subsídios do setor elétrico. Os encargos respondem hoje por cerca de 10,4% das tarifas.

 

Tarifas residenciais - Segundo ele, esse trabalho contribuiu para que as tarifas residenciais de energia fechem 2019 com aumento médio de apenas 1,97%, segundo estimativas da agência. O percentual é inferior aos cerca de 15% de crescimento médio da conta de luz dos consumidores residenciais do país no ano passado. Ao todo, 21 distribuidoras tiveram reajuste negativo neste ano.

 

Principal medida - A principal ação de redução de encargos setoriais, lembrou Pepitone, foi a quitação antecipadamente, em meados deste ano, dos empréstimos firmados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) com bancos públicos e privados, para socorrer distribuidoras de energia, durante a crise hídrica em 2014. Devido ao crescimento rápido e elevado do custo de geração de térmicas naquela época, as distribuidoras sofreram um forte descasamento de caixa, necessitando dos empréstimos, que somaram R$ 21,2 bilhões.

 

Percentual - Segundo Pepitone, a quitação com desconto dos empréstimos, inicialmente previstos para vencerem em meados do próximo ano, trouxe um efeito redutor nas tarifas de energia de 4,9%.

 

Leilão - Sobre o leilão de linhas de transmissão previsto para esta semana, o diretor-geral da Aneel disse esperar forte competição entre os investidores. “Temos uma expectativa de grande competição, de grande disputa em cada lote, e que isso, com certeza, vai proporcionar um deságio importante e que vai vir em benefício do consumidor.” Serão ofertados 2.360 km de linhas em 12 Estados, com investimentos estimados de R$ 4,2 bilhões. (Valor Econômico)

CLIMA: CoP 25 termina em Madri sem entregar o que prometeu

 

clima 16 12 2019“Este é realmente um compromisso mínimo. Adiar todas as questões relevantes dificilmente está alinhado com a emergência climática que nós, cientistas, destacamos durante a CoP 25|”. Com esta frase, o climatologista sueco Johan Rockström resumiu a frustração gerada pela conferência do clima das Nações Unidas que terminou neste domingo (15/12), com dois dias de atraso, em Madri.

 

Aquecimento - “E a Ciência é clara: se aquecermos nosso planeta além de aproximadamente 1,5.C, poderemos entrar em uma zona de perigo de desestabilização do clima”, seguiu o cientista, que dirige o Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK). A CoP-25 não conseguiu entregar boa parte do que prometeu, e por isso, perdem todos.

 

Mecanismo - O mecanismo que regularia os mercados de carbono compreendidos no artigo 6, vital para o processo e para trazer a bordo as empresas, ficou para a próxima rodada, em Glasgow. O Brasil, os Estados Unidos e a Austrália levaram a culpa.

 

Países ricos - Mas são os países ricos, escorados atrás dos Estados Unidos, que não deixam decolar o mecanismo e o fundo de Perdas e Danos. Trata-se de algo que se arrasta há anos nas conferências de clima e é vital para pequenas ilhas que naufragam com a alta dos níveis do mar, países vulneráveis que sofrem com inundações, como Bangladesh, ou secas, como vários países africanos.

 

Nações mais vulneráveis - Essas nações mais vulneráveis, que não contribuíram em nada para o problema do aquecimento e praticamente não emitem gases-estufa, não têm mais tempo para se adaptar à mudança do clima. Estão perdendo vidas e seus territórios.

 

Fundo - Por isso pedem um fundo para acessarem rapidamente, de “Perdas e Danos”, além de capacitação técnica. A demanda existe muito antes do Acordo de Paris. Em 2015, em Paris, foi travada pelos Estados Unidos presididos por Barack Obama.

 

Correlação - Fazer um novo fundo, emergencial, para estes países, estabeleceria uma correlação no mundo entre quem causou o problema e quem sofre com ele. Seria um precedente na jurisprudência que os países ricos não querem abrir, temendo a conta futura. A sugestão deles é prover fundos via seguros de vida e patrimônio muito mais baratos, para atingir populações carentes.

 

Avanço - A CoP 25 teria que avançar neste rumo. Progrediu algo em ações para minimizar as perdas, é verdade. Mas o fundo com recursos não veio.

 

Brasil - O Brasil saiu-se mal no geral, com imagem muito negativa. O objetivo do governo de aprovar um texto em que as operações privadas de redução de emissões de carbono não teriam abatimento na meta nacional (mecanismo que os europeus dizem que causaria uma dupla contagem de emissões) não foi adiante.

 

Direitos - Outro ponto ruim para a imagem do Brasil foi o fato de se opor a incluir alguma menção a direitos humanos e direitos dos povos indígenas no artigo 6, tema que voltará em 2020, na Escócia. O Brasil também não quis que se usasse “emergência climática” nos textos, apenas “urgência climática”. E se opôs claramente a diálogos sobre oceanos e terra.

 

Impacto - O impacto que a mudança do clima causa nos oceanos é grave e vem sendo mais estudado. O tema, que ficou fora do Acordo de Paris, ganhou mais visibilidade depois. Ficou muito em evidência na conferência de Madri, sob a presidência chilena.

 

Novo canal - Em Madri, a Arábia Saudita propôs um novo canal de discussão sobre terra. O Brasil imediatamente se opôs. “Isso é inaceitável para nós”, disse um diplomata brasileiro em plenária. “O país se opõe ao diálogo pois ele significa colocar um holofote global na questão do desmatamento, podendo levar a exigências adicionais no relato de emissões ou até em alguma meta”, registra Raoni Rajão, professor de gestão ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais.

 

Pleitos fortes - “O Brasil veio com pleitos fortes. Queria mais financiamento direto. Quer vender créditos de carbono mesmo sem reduzir o desmatamento e veio querendo que não se desse atenção especial ao uso da terra”, explica Rajão.

 

Posição - Inicialmente o Brasil concordava com o diálogo em oceanos, mas recusava o de uso da terra, dizendo que as conferências anteriores já haviam tratado do tema e tomado decisões.

 

Mudança - Na madrugada de domingo, durante uma reunião de alto nível, um delegado brasileiro recebeu um telefonema com a instrução de mudar a posição do Brasil até no diálogo sobre oceanos. Este ponto gerou muito desgaste. A ministra espanhola Teresa Ribera, da Transição Ecológica, tuitou: “Brasil se opõe a que se estabeleça um diálogo sobre clima e oceanos, e sobre clima e solos, à vista dos relatórios especiais do IPCC. Está esmagadoramente isolado”.

 

Perda - O país perdeu e a decisão foi aceita. Fora das salas de negociação, nos corredores da CoP, Colômbia e Indonésia celebravam parcerias para preservar suas florestas, nos moldes do que foi feito com o Fundo Amazônia, no Brasil, mas que foi desmontado pelo ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles este ano.

 

Recursos - Noruega, Alemanha e Reino Unido darão US$ 366 milhões à Colômbia para recompensar seu resultado em reduzir desmatamento. A Noruega dará US$ 1 bilhão à Indonésia, pelo mesmo princípio.

 

Ação e ambição - “Essa é uma CoP que chamava para ação e ambição. Esperavam-se respostas claras”, registrou Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, rede de mais de 40 ONGs que trabalham com agenda climática no Brasil. “Os resultados são frustrantes: não temos clareza como o processo vai contribuir para o aumento das ambições ao longo do tempo, com incertezas sobre financiamento climático ou sobre os mercados de carbono, que era um tema central”. “Felizmente se preveniu que neste conjunto de mecanismos fossem aprovadas regras frouxas”, segue ele.

 

Plano de Ação e Gênero - Um dos únicos pontos positivos da CoP de Madri foi a aprovação do Plano de Ação e Gênero. É algo novo, que tem cinco anos de implementação e um cronograma de ações amplo de desenvolvimento de lideranças femininas em países em desenvolvimento.

 

Caminho - “Cria um caminho para promover igualdade de gênero, mas também participação dos povos indígenas e reconhecimento do conhecimento tradicional na implementação da agenda de mudança do clima”, registra Caroline Prolo, advogada brasileira que trabalhou nas negociações como consultora legal do grupo dos países menos desenvolvidos. (Valor Econômico)

CEPAL: AL tem período de menor crescimento em 70 anos

 

A América Latina enfrenta o período de mais baixo crescimento em sete décadas. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), se as estimativas para o próximo ano se confirmarem, a região terá tido de 2014 a 2020 o crescimento mais baixo desde a década de 1950.

 

Relatório - No relatório Balanço Preliminar das Economias da América Latina e do Caribe 2019, divulgado na quinta-feira (12/12) passada, a comissão afirmou que o crescimento médio entre 2014 e 2020 será o mais baixo desde 1951, quando começaram registros. No período, o crescimento médio da região foi de 0,5%, diz Daniel Titelman, diretor da divisão de desenvolvimento econômico da Cepal.

 

Contraste - O baixo crescimento do período contrasta com o das décadas anteriores. Segundo Titelman, entre 1951 e 1957, a região cresceu 5,4%. De 1981 a 1989, 2,5%. Durante o superciclo das commodities, o crescimento médio foi de 4%.

 

Investimento - “No período de 2014 a 2020 haverá forte contração do investimento, de 2,4% do PIB”, afirma Titelman. “Além de uma redução dos preços das commodities, a economia mundial apresenta lentidão, e os países da região não fizeram a tarefa que deviam, ou seja, reformas estruturais, diversificação da estrutura produtiva, maior tecnologia e produção com valor agregado. Isso dificulta a capacidade de absorver os choques externos.”

 

Crescimento - Segundo o relatório, a região da América Latina e Caribe crescerá neste ano 0,1%, ante a estimativa anterior de 0,5%, feita em outubro pela Cepal. Para 2020, a perspectiva é de crescimento de 1,3%. Titelman argumenta que há uma desaceleração sincronizada dos países da região. “O consumo privado, que era o grande motor de crescimento, está diminuindo.

(Valor Econômico)

 

cepal quadro 16 12 2019


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