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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4727 | 17 de Dezembro de 2019

EVENTO I: Sistema Ocepar promove Encontro Estadual de Inovação em janeiro

No dia 28 de janeiro de 2020, o Sistema Ocepar vai reunir as cooperativas em Curitiba para celebrar a conclusão do primeiro ciclo do Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense. Será durante o Encontro Estadual de Inovação, no átrio do Centro de Eventos da Fiep, das 13h às 21h. O evento terá como palestrantes o ator, diretor e dramaturgo, Marcio Ballas, e a consultora Martha Gabriel, considerada uma dos principais pensadoras digitais do País. A programação inclui ainda a apresentação de pitches (apresentação rápida de um produto, negócio ou ideia, que pode ser feita em vários formatos, como áudio e vídeo) de cooperativas, cases de empresas, painel com dirigentes, participação de startups, entre outras atividades.

Programa - O Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense foi lançado em 2018, quando inciou-se a formação de 493 pessoas, entre profissionais do Sistema Ocepar e de 70 cooperativas do Estado, concluída neste ano, contabilizando 192 horas de formação. Os alunos foram divididos em 14 turmas simultâneas e as aulas ocorreram em 11 municípios do Estado. O programa, que tem por objetivo fomentar a cultura da inovação nas cooperativas, é uma iniciativa do Sistema Ocepar, executada por meio do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), em parceria com o Isae Escola de Negócios.

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EVENTO II: Projetos de inovação são apresentados em Maringá

Quinze projetos de inovação destinados a encontrar soluções para o Sistema Sicoob Unicoob foram apresentados no encontro do Programa Missão 21, realizado em Maringá, no Noroeste do Estado, no dia 12 de dezembro. No final, foram escolhidos três projetos, que serão implementamos de forma sistêmica pela central. O evento contou com a participação do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski, que compôs a banca avaliadora dos projetos. Na oportunidade, o gerente do Sicoob Unicoob, Emerson Iten, ressaltou a parceria com o Sistema Ocepar, por intermédio do Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense.

Time – De dois a seis colaboradores de cada uma das 18 cooperativas filiadas e da Central, integram o time do Missão 21, que conta também com a participação do squad (grupo de colaboradores da Central responsáveis por dar suporte aos times das cooperativas). O nome pouco comum é uma referência às missões já realizadas pelo sistema e, também, ao século atual, o 21.

Incentivo - O programa, que conta com o apoio de uma consultoria terceirizada, tem por objetivo incentivar os times a identificar possíveis “dores”, isto é, dificuldades a serem tratadas no sistema, e propor soluções por meio de testes e prototipação. “O Missão 21 é composto por quatro encontros presenciais e ao final é feita uma grande apresentação das ideias. Entre os encontros, os times têm uma série de atividades para desenvolver. Neste último encontro do ano a apresentação foi feita a uma banca julgadora e as melhores ideias serão implementadas pelo Sicoob Unicoob a partir do ano que vem”, explica Murilo Giacomassi de Morais, um dos coordenadores do programa.

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SHOW RURAL: Sistema Ocepar apresenta proposta para a Casa Paraná Cooperativo

A Casa Paraná Cooperativo será uma das novidades da próxima edição do Show Rural Coopavel, que ocorrerá de 3 a 7 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste do Estado. Trata-se de uma área de dois mil metros quadrados destinada a divulgar o cooperativismo paranaense, seus produtos e serviços aos mais de 280 mil visitantes esperados no evento. Representantes do Sistema Ocepar estiveram reunidos, na manhã desta terça-feira (17/12), na sede da Cooperativa Coopavel, com o coordenador geral do Show Rural, Rogério Rizzardi, para apresentar a proposta de utilização do espaço. O grupo, liderado pelo superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, contou ainda com a presença do gerente técnico, Flávio Turra, do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Leandro Macioski, do coordenador de Comunicação, Samuel Milléo Filho, e de representantes da Federação Unimed Paraná, Sicredi Vanguarda, Dental Uni, Cooperaliança, Cocamar, Coamo, Cativa, Cotriguaçu, Copacol, Frimesa, Cocari, C.Vale, Lar, Agrária e Copagril.

Retrospectiva - Na reunião, foi ainda apresentada uma retrospectiva da participação do Sistema Ocepar no Show Rural. Nos anos de 2001 e 2002, o primeiro estande foi montado sob a coordenação do setor de Comunicação, para difundir os veículos de mídia (jornais, revistas e programas de rádio), em parceria com a Agromídia. “A partir de 2003, foi construído um espaço para divulgar produtos e serviços das cooperativas paranaenses e, desde então, estamos anualmente no Show Rural, com a presença da diretoria da Ocepar, que realiza sua primeira reunião do ano em Cascavel. Além disso, temos realizado palestras e orientações de saúde, com apoio da Unimed Cascavel”, lembrou Milléo, que participou de todas as edições do evento, desde 2001.

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SICREDI: Fundo de Previdência recebe avaliação cinco estrelas no ranking Valor/FGV 2019

 

sicredi 17 12 2019O Fundo de Previdência Sicredi Fic RF IS Prev Reserva recebeu avaliação cinco estrelas na categoria Renda Fixa do ranking Previdência Valor/FGV 2019, que busca fornecer informações para os investidores. A classificação é a mais alta possível no critério da publicação, indicando os produtos de investimento mais atrativos destinados exclusivamente para os planos de previdência privada.

 

Melhor produto - “Esse produto é, atualmente, o melhor produto de Renda Fixa do nosso portfólio em previdência privada”, declara Filipe Gonçalves, gerente de Produtos de Investimento do Banco Cooperativo Sicredi. "Como ele apresenta taxa de administração e valor de entrada mais baixos na comparação com o mercado, se torna acessível e rentável”, explica o executivo, que complementa que o fundo é indicado para investidores de perfil conservador.

 

Fundos balanceados - O estudo, elaborado pelo jornal Valor Econômico em parceria com o Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), contempla também classificações de fundos Balanceados com até 15% de renda variável, Balanceados com 15% a 30% em renda variável, Balanceados acima de 30%, Multimercados e Data-Alvo, e analisou 569 fundos de investimento que recebem recursos de planos de previdência.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI UNIÃO PR/SP I: Contratação de seguro agrícola cresce 20% em 2019

 

sicredi uniao I 17 12 2019Os produtores rurais estão mais conscientes de que o seguro agrícola é um dos itens imprescindíveis quando o assunto é administração de risco no campo. Tanto que a procura por este tipo de produto tem aumentado nos últimos anos. Na Sicredi União PR/SP, a carteira de seguros agrícolas cresceu 20% de 2018 para 2019. E a expectativa é por uma procura ainda maior no próximo ano.

 

Clima atípico - “Todos os relatórios apontam para um clima atípico e bastante hostil para as lavouras em 2020, porque será um ano neutro, em que não estaremos sob efeito nem do El Niño e nem da La Ninã. E as questões climáticas estão entre os fatores que elevaram à procura por seguros”, explica a assessora de Agronegócio da Sicredi União PR/SP, Celeide França.

 

Oferta e cobertura - Mas não é só o clima que tem aquecido o mercado de seguro agrícola. Celeide cita ainda o aumento da oferta e da cobertura. “Hoje temos mais seguradoras oferecendo seguro para o campo e a custos que cabem melhor no orçamento do produtor. E com a concorrência, melhorou a cobertura. O seguro rural indeniza o produtor em caso de prejuízos por problemas climáticos ou derrubada de preços. Garante, por exemplo, em média 70 sacas para cada hectare”, completa a assessora.

 

Produtos - Os associados da Sicredi União podem contratar produtos das seguradoras Fairfax, Sancor, Tokio Marine e Mapfre. Com a promessa do Governo Federal de R$ 1 bilhão para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) na próxima safra, as taxas médias operadas variam entre 6,5% e 7%. Em 2019, foram pagos mais de R$ 29,1 milhões em indenizações aos produtores rurais.

 

Orçamento - Para contratar o seguro agrícola, o produtor rural pode ir a qualquer agência da Sicredi União e pedir o orçamento de acordo com as suas necessidades. A contratação pode ser feita até no máximo 30 dias após o plantio. No entanto, Celeide orienta que a contratação seja feita o quanto antes. “Quem fizer com antecedência fica melhor posicionado na fila e tem mais chance de conseguir a subvenção do governo”, explica. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Maringá encerra ciclo de eventos de culminância de programa social

 

sicredi uniao II 17 12 2019Os eventos de culminância do Programa A União Faz a Vida (PUFV), da Sicredi União PR/SP, realizado em todas as escolas participantes, foram concluídos em Maringá (PR), na última quinta-feira (12/12), com programação simultânea no Centro Municipal de Educação Infantil Afonso Vidal César (CMEI) e na Escola Municipal Odilon Tulio Vargas. A ação tem o objetivo de apresentar os resultados dos trabalhos desenvolvidos ao longo do ano.

 

Música e maquetes - Na Escola Municipal Odilon Tulio Vargas, as crianças do 3º ano cantaram música durante a mostra cultural e também fizeram a exposição de maquetes do projeto, que abordou o tema ‘Vôlei’. O professor de educação física, Márcio Mazer Borsolan, conta que optaram por esse assunto para os alunos conhecerem o esporte com profundidade. “Geralmente as crianças sabem jogar futebol, mas não conhecem muito bem outros esportes, então esta seria uma boa oportunidade”, afirma.

 

Vídeos - Durante o ano letivo, o professor exibiu vídeos sobre história, regras e posicionamento dos jogadores de vôlei. Depois, as crianças foram visitar as atividades do Núcleo Vôlei Ricardinho e, na escola, praticaram o esporte para aprender as técnicas. Por fim, construíram maquete da quadra. “Tudo era novidade para as crianças, porque até então o vôlei era ensinado só a partir do 4º ano. Eles ficaram muito interessados e ano que vem já terão conhecimento sobre o esporte”, comenta Borsolan.

 

Experiência - Quem gostou da experiência foi a aluna Lara Almeida Ferreira dos Santos, 8 anos, que gosta muito de esportes, mas não sabia jogar vôlei. “Depois das aulas eu comecei a treinar em casa porque achei difícil não deixar a bola cair”, conta. A mãe de Lara, Denise Sanches de Almeida, também aprovou a iniciativa. “Acho muito interessante a escola incluir projetos na metodologia de ensino porque incentiva o aluno a se interessar ainda mais por atividades produtivas, tirando um pouco o foco das crianças do celular ou da TV, por exemplo”.

 

Primeiro ano - De acordo com a diretora Elísia Gaspar, este foi o ano de implantação do PUFV na escola e, por isso, a opção por aplicar o método apenas em uma turma. “A experiência foi muito positiva, agora já sabemos como funciona e desmistificamos a inclusão de projetos na grade escolar. Para o ano que vem pretendemos estender a iniciativa para outras turmas”, adianta. 

 

Programa - Este ano foram realizados quase 120 eventos de culminância em 43 municípios do Paraná e de São Paulo, que pertencem a área de abrangência da Sicredi União PR/SP. As escolas participantes desenvolveram 2.100 projetos, que envolveu 4.200 professores e 35 mil alunos. 

 

Protagonismo - A proposta do PUFV é tornar os alunos protagonistas do processo de aprendizagem, desenvolvendo cidadãos cooperativos. Para isso, a metodologia é apresentada para prefeituras municipais, secretarias de educação, instituições e escolas, e, conforme interesse dos mesmos, é feita a capacitação dos educadores para a aplicação do método de ensino-aprendizagem.

 

Tema - A partir daí, os alunos, junto com o educador, definem o tema que será abordado durante o ano letivo, envolvendo o currículo escolar. O trabalho é feito por meio de expedição investigativa, pesquisa, relatos, rodas de conversa, comunidade de aprendizagem, aplicação do currículo entre outros métodos de aprendizagem, quase sempre com o envolvimento da família e da comunidade, que despertam o interesse dos alunos por adquirir novos conhecimentos. Por fim há o evento de culminância, em que são apresentados os projetos para toda a comunidade. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

COCAMAR: Sobras surpreendem cooperados

 

cocamar 17 12 2019O ano de 2019 foi desafiador para as empresas e cooperativas do agronegócio paranaense em razão da forte quebra das safras de verão e inverno. Nas regiões atendidas pela Cocamar, por exemplo, as altas temperaturas potencializaram os efeitos da falta de chuvas no final de 2018 e início de 2019, época crítica para a soja, que apresentou diminuição da produtividade de 40% em média.

 

Medidas - O impacto do clima, de praticamente R$ 800 milhões na previsão de faturamento da Cocamar, obrigou a cooperativa a rever investimentos, realizar um forte contingenciamento de despesas e desdobrar-se na busca por alternativas para que os resultados do exercício fossem mantidos.  

 

Resultado - Os esforços valeram a pena. Com uma gestão profissional, que conta com a confiança dos cooperados, na sexta-feira (13/12), a poucos dias do Natal, a cooperativa surpreendeu ao anunciar sobras em valores superiores, por produto, aos distribuídos no exercício anterior.

 

Valores - Enquanto em 2018 foi efetuado um complemento de preços de R$ 1,70 por saca de 60kg de soja entregue na Cocamar, desta vez o cooperado terá direito a R$ 2,00/saca. Em relação ao milho e o trigo, os valores que no ano passado foram de R$ 0,30 por saca, desta vez subiram para R$ 0,50. Para quem entregou sua safra de café na cooperativa e em 2018 recebeu R$ 2,50 por saca, agora vai embolsar R$ 6,00 para cada saca depositada. Por fim, os produtores de laranja também terão um complemento de R$ 0,15 para cada caixa de 40,8 quilos.

 

Retorno - As sobras são um retorno de resultado ao cooperado, previsto na finalidade da cooperativa, que existe para fazer com que ele ganhe mais dinheiro com o seu negócio. Quando a Cocamar divulgou o quanto seria distribuído por produto, após decisão do Conselho de Administração, durante reunião em que participaram também integrantes dos conselhos Fiscal e Consultivo, muitos desses últimos, que aguardavam pela informação de quanto seria o rateio, foram agradavelmente surpreendidos.

 

Exemplo - Fácil avaliar o que isto representa. Um pequeno proprietário que cultiva 10 alqueires de soja no verão e a mesma área com milho no inverno, e tiver uma produtividade de, respectivamente, 120 e 240 sacas por alqueire, entregues na cooperativa, vai receber um cheque de R$ 3.600,00 para garantir a sua festa de Natal, quitar um compromisso ou fazer um investimento. É como se ele fosse agraciado com um adicional correspondente a 45 sacas de soja cotadas a R$ 80 a unidade.

 

Diferencial - A distribuição de sobras, realizada proporcionalmente na medida de participação do cooperado, é um diferencial da Cocamar. Se fosse uma empresa comercial comum, os recursos ficariam com os seus acionistas ou proprietários. Mas, por tratar-se de uma cooperativa, eles são pulverizados para atender às necessidades dos cooperados e, em circulação, vão aquecer a economia nos municípios onde os produtores residem.

 

Entrega - Em resumo, quanto mais o cooperado movimentou na Cocamar durante o ano, maior é a sua sobra, que começou a ser entregue a partir desta segunda-feira (16/12) em todas as unidades de atendimento. (Assessoria Cocamar)

FRÍSIA: Convenção e Dia da Família reúnem centenas de pessoas para celebrar cooperados e colaboradores

 

A força da Frísia Cooperativa Agroindustrial, que em 2019 conquistou diversos prêmios no campo da produção e da sustentabilidade, só existe pelo trabalho e dedicação dos colaboradores e cooperados. E esse empenho ficou demonstrado na Convenção dos Colaboradores e no Dia da Família, eventos que reuniram centenas de pessoas no Pavilhão de Exposições Frísia, em Carambeí (PR), nos dias 6 e 7 de dezembro, e fortaleceram ainda mais a união e o bem-estar de todos.

 

Tema - A Convenção dos Colaboradores teve como tema “Os 50 anos da conquista do homem à Lua”, que incluiu uma programação diversificada, motivacional e que agitou os presentes. “Juntos, conseguimos criar e seguir uma estratégia para percorrer essa jornada. Superamos um objetivo, mas temos que criar novos para nos reinventarmos”, afirmou o diretor-presidente da Frísia, Renato Greidanus.

 

Comparativo - Diretor-conselheiro da Frísia, Geraldo Slob fez um comparativo dos desafios da missão espacial e os da Frísia. “A trajetória da cooperativa é muito similar ao grande projeto do homem à Lua, pois envolveu muito pioneirismo, muitas tentativas, erros, acertos, porque não existe uma cartilha pronta”, afirmou.

 

Apresentações - Na ocasião, ocorreram apresentações inspiradoras de palestrantes e a divulgação oficial da ISA, a nova atendente virtual da cooperativa. Outra atração é a entrega de homenagens aos colaboradores, que ajudam a construir a história da cooperativa.

 

Orgulho - Entre eles, a analista de Vendas Rose Mary Guimarães, homenageada com 25 anos de cooperativa. “Sinto muito orgulho de estar recebendo esse prêmio, muito orgulhosa de ser colaboradora da Frísia”. Com 15 anos de trabalho, Daniel Correia Sviercowiski é analista de Qualidade da Rações Batavo. “É uma grande honra fazer parte do quadro de funcionários da Frísia”.

 

Dez anos - A secretária-executiva Luara Paola Lima fez em 2019 dez anos de Frísia. “Sou muito feliz por esse momento e muito grata por todo esse caminho que trilhei desde quando iniciei na cooperativa, em todos os setores por onde passei até chegar onde estou hoje. Só tenho a agradecer”.

 

Família - Sábado foi a vez do Dia da Família, em que os cooperados e seus familiares puderam conferir discussões técnicas e palestras, como a “Sucessão Familiar e Motivacional”, apresentada por Luciano Salamacha.

 

Atividades - Enquanto adultos e adolescentes maiores de 16 anos puderam apreciar a programação, as crianças - divididas por faixas etárias - participaram de oficinas de robótica e de criatividade, além de haver um espaço para bebês e uma área exclusiva para amamentação.

 

Painéis - Foram realizados painéis com gestores da cooperativa, que explanaram sobre a mudança de cultura da gestão nas propriedades. Cases de sucesso, como MDA e Sistema Lean, foram apresentados para destacar a importância da gestão em nível de propriedade e controle de processos mais eficazes.

 

Momento Frísia 360º - Também ocorreu o momento Frísia 360º, com quiosques onde as áreas da cooperativa apresentaram os programas estratégicos e suporte ao cooperado. O dia também teve a entrega de homenagens aos cooperados de 25 a 55 anos de história no cooperativismo. Houve ainda uma apresentação circense com palestra motivacional de Marcus Casuo.

 

Natal no Parque - Após o encerramento, os cooperados e seus familiares puderam desfrutar da 9ª edição do Natal no Parque. O evento, que tem como apoiadora a Frísia, acontece no Parque Histórico de Carambeí até o dia 22 de dezembro. Ao percorrer o parque, os visitantes puderam ver a charmosa iluminação do local, emoldurando as famosas estruturas que rementem à cultura holandesa e à imigração dos pioneiros da região.

 

Encenação - Entre as atrações do Natal no Parque está a encenação do nascimento do menino Jesus, o Museu Interativo - onde encontra-se a Vila Histórica habitada -, a tradicional Casa do Papai Noel, além de apresentações de corais e grupos musicais, a praça de alimentação e o artesanato local.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

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COCARI: Colaboradores da área de atuação no Paraná se reúnem em Mandaguari

 

No último sábado (14/12), o Integra Cocari preparou um dia especial para os colaboradores da cooperativa das áreas de atuação no estado do Paraná. O evento contou com a presença das equipes de 28 unidades, dos mais diversos setores, na Associação Atlética Cocari, em Mandaguari (PR).

 

União de forças - Na abertura do evento, o presidente da cooperativa, Vilmar Sebold, destacou a importância de cada colaborador para o desenvolvimento da instituição. “Não existe cooperativa de uma pessoa só. Cada um de nós aqui, diretores, superintendentes, gerentes e assessores, temos um time a liderar, e juntos somos mais fortes”, afirmou.

 

Palestra - Antes das atividades de integração, que promoveram a união e o fortalecimento das equipes, a palestrante e ex-jogadora de basquete, Hortência Marcari, abordou o tema “Lições de uma vida – estratégias, valores e atitudes de uma campeã”, que contou com a presença de mais de 1.000 colaboradores. “Detalhes fazem a diferença na hora da vitória, e vence quem estiver mais preparado naquele momento. Por isso a importância da preparação adequada, com foco no seu objetivo”, disse.

 

Homenagem - No final do evento, diversos profissionais, que completaram mais de 25 anos de trabalho na Cocari, receberam um pin comemorativo, como homenagem pela contribuição. (Imprensa Cocari)

 

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COOPAVEL: Pela primeira vez, Asbraer vai ter agenda oficial durante Show Rural

 

coopavel 17 12 2019Pela primeira vez nos mais de 30 anos do Show Rural Coopavel, a mostra tecnológica vai receber uma programação oficial da Asbraer, a Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural. Diretores e extensionistas de todo o País são esperados para o evento, o terceiro maior do mundo em disseminação de novos conhecimentos para o campo.

 

Honra - O presidente da Asbraer, o paraibano Nivaldo Moreno de Magalhães, diz que se sentiu honrado em receber o convite para participar e, principalmente, para fazer com que a Associação, pela primeira vez, pudesse estar oficialmente no evento. “Estamos muito felizes e animados em poder participar dessa grande mostra tecnológica, responsável por contribuir com avanços significativos à agropecuária do Sul e do Brasil”.

 

Experiência fantástica - Conforme Nivaldo, participar do Show Rural Coopavel vai ser uma experiência fantástica, principalmente por saber que os conhecimentos do evento e daquele disponibilizado pelos extensionistas se complementam. “Será uma oportunidade enriquecedora a todas as empresas públicas de extensão rural do Brasil, porque sabemos que vamos encontrar o que há de melhor e mais recente em novidades para a agricultura e à pecuária”, diz o presidente da Asbraer, entidade que chegará aos seus 30 anos de atividades em julho de 2020.

 

Abrangência - Em todo o Brasil - A Asbraer, que no Paraná é representada pelo Instituto Emater, conta com o trabalho de 15 mil extensionistas. A Associação está presente em 26 estados e no Distrito Federal e tem escritórios em mais de cinco mil municípios. “Temos por responsabilidade levar conhecimentos e novidades ao agropecuarista, do pequeno lavrador a todos os que, de uma forma ou outra, integram a cadeia agropecuária”. Nivaldo afirma que essa parceria dá excelentes frutos, fazendo do País uma referência mundial em produção e produtividade.

 

Missão - Os extensionistas têm por missão executar políticas públicas de valorização do campo, transmitindo conhecimentos e pesquisas para que os agricultores possam produzir mais e melhor e, gradualmente, tenham mais qualidade de vida. E esse é um ofício que exige muito, principalmente em função de dificuldades operacionais e de infraestrutura, deficiências no quadro de pessoal e também devido a questões climáticas. “Mas enfrentamos tudo de cabeça erguida porque sabemos que estamos fazendo o melhor que podemos”, afirma Nivaldo.

 

Otimismo - O presidente da Asbraer se diz otimista com o ano de 2020: “Como o IBGE tem anunciado, são muito boas as chances de novo recorde nacional na produção de grãos, o que é uma grande notícia”, afirma o presidente da Asbraer. O 32º Show Rural Coopavel vai ser realizado de 3 a 7 de fevereiro de 2020, em Cascavel, no Oeste do Paraná. Serão 650 expositores e expectativa de receber 250 mil visitantes e de movimentar R$ 2 bilhões em negócios. (Imprensa Coopavel)

IBGE: Desempenho no terceiro trimestre reforça o PR como destaque em produção de proteínas

 

ibge 17 12 2019O desempenho do Paraná em produção de proteínas no terceiro trimestre reforça o Estado como um dos principais do Brasil neste setor. Levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que o Estado abateu 25,36 milhões de cabeças de frango a mais do que o mesmo período em 2018.

 

Leite e ovos - Cresceram também nos meses julho, agosto e setembro a produção de leite (+43,76 milhões de litros e de ovos (+9,45 milhões de dúzias). O Estado manteve a liderança no abate de frangos, com 32,5% da participação nacional, seguido por Santa Catarina (14,3%) e Rio Grande Sul (14%).

 

RS e MG - Em relação ao leite, se descolou um pouco mais do Rio Grande do Sul, com 14,3% da captação nacional contra 13,7%. Minas Gerais segue na liderança com 24,5%. O IBGE revelou, ainda, a condição do Paraná como segundo maior produtor de ovos do País, com participação de 9,3%, atrás apenas do Estado de São Paulo com 28,4%.

 

China - O secretário da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, explica que a evolução dos números tem relação direta com a maior presença da China na compra de proteína animal do Paraná, especialmente por causa do surto de peste suína africana que atingiu o país oriental.

 

Maior produtor - “Como o Paraná é o maior produtor brasileiro de carne, seja ela de porco, boi, frango ou peixe, as vendas tiveram um impacto muito considerável. Toda essa movimentação do setor é muito positiva”, afirmou.

 

Empregos - Ortigara ressalta que a onda de crescimento traz com ela geração de empregos e desenvolvimento econômico em diversos pontos do Estado. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério da Economia, o Estado abriu 66.901 novas vagas até outubro. “Como o ambiente político no Paraná é muito bom, há uma retomada interessante no processo de crescimento”, disse o secretário.

 

Indústria - Outro ponto destacado diz respeito à produção industrial de alimentos. Também de acordo com o IBGE, o Paraná registrou o maior crescimento do País no setor. Entre janeiro e outubro de 2019 a evolução foi de 8,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. É o maior índice da série histórica do órgão de pesquisa nos primeiros dez meses do ano (2002-2019).

 

Processamento - Para ele, o Estado tem conseguido fazer o processamento de quase todos os itens agrários. “Quase tudo que sai da roça, de uma maneira ou de outro, está sendo industrializado, com novas plantas se instalando no Paraná”, destacou.

 

Produção industrial - De acordo com o IBGE, a produção industrial de alimentos envolve abate de carnes, fabricação de óleos, laticínios, moagem, beneficiamento de produtos, refino, torrefação de café e preservação de pescados.

 

Nacional - Em relação ao desempenho nacional, o instituto revelou que no 3º trimestre de 2019 foram abatidas 1,47 bilhão de cabeças de frangos. Esse resultado significou aumentos de 3,1% em relação ao mesmo período de 2018 e de 3,3% na comparação com o 2° trimestre de 2019.

 

Aquisição - No período, a aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspeção sanitária (Federal, Estadual ou Municipal) foi de 6,29 bilhões de litros, equivalente a um aumento de 0,6% em relação ao 3° trimestre de 2018, e a um incremento de 7,5% em comparação com o trimestre imediatamente anterior, com um acréscimo de 37,73 milhões de litros.

 

Ovos - O levantamento mostrou também que foram produzidas 964,89 milhões de dúzias de ovos de galinha no 3º trimestre de 2019. Isso correspondeu a um aumento de 4,3% acima do apurado no 3º trimestre de 2018 e um acréscimo de 0,7% em relação à produção do trimestre imediatamente anterior.

 

Recorde - Considerando a série histórica da pesquisa, iniciada em 1987, a produção foi recorde, superando o pico anterior obtido no 2° trimestre de 2019, quando foram produzidas 958,11 milhões de dúzias. (Agência de Notícias do Paraná)

ECONOMIA: Risco país cai para o menor nível em nove anos

Indicador que mede a desconfiança de investidores em determinada economia, o risco país caiu nesta segunda-feira (16/12) para o menor nível em nove anos. O Credit Default Swap (CDS) de cinco anos do Brasil estava em 100,2 pontos por volta das 17h, mas chegou a bater em 98,2 pontos por volta das 14h, a pontuação mais baixa desde novembro de 2010 (96,9 pontos), quando o país ainda tinha grau de investimento – selo de bom pagador.

Termômetro informal - O CDS funciona como um termômetro informal da probabilidade de um país dar calote no mercado financeiro global próximos cinco anos. Quanto mais baixo o indicador, maior é a confiança dos investidores internacionais.

 

Comemoração - Por meio da rede social Twitter, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Jorge de Oliveira Francisco, comemorou a redução do risco país. “Risco Brasil chegou a 100 pontos, o menor desde 2012. Na última semana também tivemos a máxima histórica da Bolsa, que fechou cima de 112 mil pontos. Esses números demonstram que o Brasil tem se tornado um país cada vez mais propício para a geração de empregos e o investimento”, escreveu.

 

Queda - Apenas na última semana, o risco país do Brasil caiu 14,43%, principalmente depois que a agência de classificação de risco Standard & Poor’s elevou de estável para positiva a expectativa da nota da dívida pública brasileira. A redução do CDS de países emergentes ganhou impulso após a conclusão da primeira fase das negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

 

Otimismo - O otimismo com o alívio das tensões comerciais entre as duas maiores economias do planeta contribuiu para reduzir o risco país de diversas economias emergentes. Às 17h, o CDS do México estava em 73,91 pontos; e o da Colômbia, em 69,79 pontos. Outros países emergentes, no entanto, estão com risco mais alto que o do Brasil. O CDS da África do Sul estava em 173,68 pontos; e o da Turquia, em 289,03 pontos no mesmo horário. (Agência Brasil

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 4,063 e fecha no menor valor em 40 dias

 

cambio 17 12 2019Em um dia de otimismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou em seu menor nível em mais de um mês – o dólar comercial encerrou esta segunda-feira (16/12) a R$ 4,063, com queda de R$ 0,045 (-1,1%). A moeda está no menor nível desde 5 de novembro, quando era vendida a R$ 3,993. A divisa operou em baixa durante toda a sessão. O dólar acumula queda de 4,18% em dezembro.

 

Ações - No mercado de ações, o dia foi marcado pela realização de lucros, quando os investidores vendem papéis para embolsarem ganhos. Depois de iniciar o dia em alta e ultrapassar os 113 mil pontos, o índice Ibovespa, da B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo, reverteu a tendência no fim da tarde e fechou aos 111.896 pontos, com queda de 0,59%.

 

Ganhos - Os últimos dias têm se caracterizado por ganhos no mercado financeiro após a agência de classificação de risco Standard & Poor’s anunciar a elevação da perspectiva da nota da dívida pública brasileira de estável para positiva. A decisão indica que a agência pode subir a nota do crédito soberano do Brasil nos próximos dois anos caso o país siga com a agenda de reformas e de redução dos gastos públicos.

 

Emergentes - O fechamento da primeira fase do acordo comercial entre Estados Unidos e China também contribuiu para o otimismo em relação a economias emergentes, como o Brasil. Nesta segunda, o risco Brasil medido pelo Credit Default Swap (CDS) de cinco anos fechou em 100,2 pontos, o menor nível em nove anos. (Agência Brasil)

SISTEMA FINANCEIRO: BC quer facilitar uso de caixas eletrônicos por cliente de fintechs

 

sistema financeiro 17 12 2019O Banco Central (BC) vai adotar medidas para facilitar o uso de caixas eletrônicos, principalmente, para os clientes de fintechs e bancos digitais, seguindo a agenda de trazer mais competição ao sistema financeiro. O regulador lançou nesta segunda-feira (16/12) consulta pública com proposta que contém regras para garantir a interoperabilidade dos terminais, que deve ficar aberta até 14 de fevereiro, com previsão de publicação de circular no primeiro semestre de 2020.

 

Supervisão - O objetivo é supervisionar os serviços de caixas eletrônicos, e assim garantir condições de acesso mais isonômicas entre bancos tradicionais, instituições de pagamentos e fintechs. “Há evidências de que instituições de menor porte têm enfrentado dificuldade em dar acesso a esses serviços a seus clientes”, afirmou ontem o diretor de organização do sistema financeiro e resolução do BC, João Manoel Pinho de Mello.

 

“Saque e aporte” - A consulta pública 75/2019 contém a minuta de circular que cria a figura do arranjo de pagamento na modalidade “saque e aporte” no âmbito do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Empresas que operam caixas eletrônicos deverão ser autorizadas a operar e seguir regras do BC. “Esses serviços serão regulamentados de forma similar ao que ocorre em outros como os arranjos de pagamento de cartões de crédito e débito.”

 

Pleito - A medida era um pleito de fintechs e bancos pequenos, que se queixam das barreiras impostas pelos grandes bancos. “O consumidor que tem contas em fintechs e instituições de pequeno e médio portes passa a ter uma opção com taxas acessíveis e mais baratas para sacar seu dinheiro na rede de ATM”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Ricardo Gelbaum.

 

Audiência pública - Em audiência pública na Câmara no início do mês passado, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, criticou as tarifas cobradas das redes de caixas eletrônicos e sinalizou que poderia haver mudanças. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, no entanto, ainda há dúvidas sobre quais empresas seriam enquadradas como arranjo de “saque e aporte” e como a regulamentação poderia funcionar.

 

Redes próprias - No Brasil, os maiores bancos têm redes próprias de caixas eletrônicos, sem interoperabilidade - eles não precisarão pedir autorização para operar, conforme a minuta, para não haver interrupção dos serviços; no entanto serão obrigados a seguir a regulamentação. Correspondentes também seguirão as regras, mas a autorização pode ser exigida conforme volumetria, segundo Pinho de Mello.

 

Redes compartilhadas - Existem também redes compartilhadas, dos quais a maior é o Banco24Horas, da Tecban, empresa controlada por Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa. Hoje, a TecBan funciona como facilitador das transações, mas não é responsável por autorizar os saques das contas dos clientes.

 

Impostos - Instituições de menor porte reclamam dos custos impostos a elas para ter acesso aos terminais - o saque para um cliente de fintech pode chegar a R$ 6,50. Questionado sobre se o BC poderia impedir que uma rede de caixas automáticos cobre de um cliente de fintech um valor superior ao oferecido aos seus próprios clientes, Pinho de Mello respondeu que sim.

 

Principal meio - Embora o dinheiro não seja a única forma de ingresso e saída de recursos de bancos digitais e fintechs, a moeda física ainda é o principal meio de pagamento do país, usado por 60% da população, o que significa que o saque deve persistir pelo menos no futuro próximo como opção à população. Mas, segundo o BC, o modelo vigente de caixas eletrônicos no Brasil tem resultado num número de terminais de autoatendimento por habitante acima da média internacional, porém com baixo número de transações por terminal. “Na América Latina, apenas o Brasil não tem interoperabilidade”, afirmou. (Valor Econômico)

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 649mi na 2ª semana de dezembro

 

comercio exterior 17 12 2019A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 649 milhões na segunda semana de dezembro, informou, nesta segunda-feira (16/12), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. O valor resulta de exportações de US$ 4,037 bilhões e importações de US$ 3,389 bilhões no período. Em dezembro, o saldo positivo da balança soma US$ 2,253 bilhões e, no ano, acumula US$ 43,327 bilhões.

 

Recuo - A média diária de exportações nas duas primeiras semanas do mês recuou 6,2% quando comparada a dezembro de 2018. A retração foi puxada pela queda de 26,9% nas vendas de semimanufaturados. A média diária no grupo foi de US$ 95,9 milhões, puxada por celulose, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, ferro fundido e açúcar em bruto. O embarque de manufaturados recuou 15,8% para US$ 294,1 milhões, puxado por aviões, partes de motores e turbinas para aviação, polímeros plásticos, laminados planos de ferro/aço, motores para veículos

automóveis e suas partes.

 

Produtos básicos - Em contrapartida, a exportação de produtos básicos subiu 6,2% para US$ 516,8 milhões, em média por dia, por conta de petróleo em bruto, milho em grão, carnes bovina, suína e de frango e algodão em bruto.

 

Importações - Já a média diária de importações subiu 5,5% para US$ 681,6 milhões nas duas primeiras semanas do mês, ante dezembro de 2018. Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com plásticos e obras (+35,4%), equipamentos eletroeletrônicos (+31,8%), veículos automóveis e partes (+30,0%), equipamentos mecânicos (+27,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (+18,1%). (Valor Econômico)

ENERGIA I: Aneel vota orçamento de R$ 22bi da CDE

 

energia I 17 12 2019A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) votará nesta terça-feira (17/12), em sua última reunião do ano, o orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para 2020. Principal fundo setorial do mercado de energia elétrica brasileiro, a CDE está prevista para ter um aumento de 8% no próximo ano, ante 2019, para R$ 21,9 bilhões. Com isso, a estimativa é que a CDE tenha um efeito de aumento nas tarifas de 2,4% em 2020.

 

Políticas públicas - A CDE engloba uma série de políticas públicas relacionadas ao setor elétrico. As principais são o custeio de óleo combustível e diesel para geração termelétrica em sistemas isolados do Norte e Nordeste e os subsídios nas tarifas de uso das redes de distribuição e transmissão para projetos de algumas fontes renováveis (eólica, solar, pequenas centrais hidrelétricas e térmicas a biomassa) e sistemas de geração distribuída por meio de painéis solares. Mas também são contemplados pela CDE custos de universalização do serviço de energia e subsídios para tarifa social de baixa renda, entre outros.

 

Cobrança - A CDE é cobrada de todos os consumidores de energia do país. Apesar da legitimidade dos objetivos do encargo, o mercado de energia, em geral, entende que alguns programas não deveriam ser custeados por encargos setoriais, mas com recursos do Tesouro Nacional. “Não se questiona o recebimento [dos benefícios]. O que se questiona é a arrecadação por meio de encargo. O consumidor de energia não é a mesma coisa que o CPF e o CNPJ. Isso [esse custo] deveria ser alocado para o Tesouro, fazendo parte do Orçamento da União”, disse Fillipe Soares, diretor técnico da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace).

 

Distorção - “O peso das políticas públicas na tarifa de energia elétrica tem distorcido cada vez mais o seu valor, que, junto com os impostos incluídos, possui a incoerência de representar, em muitos casos, mais da metade do valor das tarifas pagas pelos brasileiros”, afirmou ao Valor o diretor da Aneel Sandoval Feitosa, relator do processo. “Entendo que a questão dos subsídios precisa ser enfrentada por todos, pela sociedade em geral, formuladores de políticas públicas, e reguladores, no sentido de trazer racionalidade às tarifas de energia, trazer alívio à população e

competitividade à indústria.”

 

Em linha - Os comentários de Feitosa estão em linha com a proposta da Aneel de desoneração tarifária para 2020. Nesse sentido, o diretor-geral da agência, André Pepitone, disse, em entrevista ao Valor, que a autarquia está trabalhando em uma proposta de vencimento antecipado do contrato de um grupo de termelétricas a óleo combustível e diesel, mais caras e poluentes, previstas para serem descontratadas apenas a partir de 2023.

 

Fase avançada - “A agência está em fase avançada na realização de um estudo para descontratar térmicas com CVU [custo variável unitário] acima de R$ 1.000 [por megawatt-hora], em que os contratos vencem a partir de 2023. Mesmo observando as condições contratuais e atuando em conjunto com eles [empreendedores] para fazer a antecipação, há um benefício concreto para a tarifa do consumidor”, disse ele.

 

Efeito redutor - Favorável à medida, a Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) calcula que o vencimento antecipado desses contratos pode resultar em um efeito redutor de 3% nas tarifas de energia. (Valor Econômico)

ENERGIA II: MME aprova novas etapas de aberturado mercado livre de energia

 

energia II 17 12 2019O Ministério de Minas e Energia (MME) aprovou novas etapas de abertura do mercado livre de energia. De acordo com portaria publicada nesta segunda-feira (16/12), o limite mínimo de carga de consumidores elegíveis para comprar energia no mercado livre passará para 1,5 megawatts (MW) em 1º de janeiro de 2021.

 

Limite mínimo atual - O limite mínimo atual é de 2,5 MW. A partir de janeiro de 2020, a carga mínima exigida será reduzida para 2 MW.

 

Redução - A portaria 465/2019, publicada nesta segunda, prevê ainda que a carga mínima para o ingresso no mercado livre será reduzida para 1 MW em janeiro de 2022. Em janeiro do ano seguinte, haverá nova redução, para 500 quilowatts (kW).

 

Possibilidade - Hoje, consumidores com carga entre 500 kW e 2,5 MW podem comprar energia no mercado livre excepcionalmente, desde que seja de projetos de fontes renováveis complementares (eólica, solar, pequenas hidrelétricas ou térmicas a biomassa).

 

Estudos - A portaria publicada nesta segunda determina ainda que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) deverão apresentar até janeiro de 2022 estudos sobre as medidas regulatórias necessárias para permitir a abertura do mercado livre para os consumidores com carga inferior a 500 kW. Também deverá ser apresentada até janeiro de 2024 uma proposta de cronograma de abertura total do mercado livre. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL: Economia global dá sinais de alguma recuperação

 

internacional 17 12 2019A economia mundial está recuperando parte de sua força com os recentes acontecimentos econômicos e comerciais nos Estados Unidos e outros países, oferecendo certa tranquilidade frente a um abrandamento da desaceleração.

 

EUA - A atividade econômica nos EUA atingiu em dezembro o ponto mais alto em cinco meses, segundo pesquisa divulgada ontem. Além disso, a produção industrial da China e o consumo aceleraram em novembro. Novos dados sobre a Europa, contudo, mostram que ela continua com baixo crescimento.

 

Acordo comercial - Os dados surgem depois de os EUA terem assinado acordo comercial limitado com a China e fazer acertos finais em um novo acordo com o México e o Canadá. Parlamentares de Washington também chegaram a um acordo para manter o governo operando até setembro, evitando repetir a paralisação do início de 2019.

 

Eleições - O resultado das eleições no Reino Unido também amenizou certas incertezas sobre como e quando o país deixará a União Europeia (UE). Enquanto isso, o Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, disse que dará uma pausa no corte de juros, sugerindo que e economia encontrou estabilidade. 

 

Crescimento moderado - “Estamos esperando um crescimento econômico moderado em 2020”, disse Scott Brown, economista-chefe do banco de investimentos Raymond James. “Os aspectos negativos parecem bem menos graves do que em agosto.”

 

Ações globais - As ações globais vêm subindo em razão dos acontecimentos, com os mercados reagindo bem aos sinais de melhoria da China.

 

Reação - A reação do mercado reflete em parte o fato de que o acordo comercial entre os EUA e a China provavelmente significa que a disputa comercial atingiu o pico em termos de tarifas e que as consequências econômicas negativas deverão agora se dissipar, segundo nota de economistas do banco UBS. “Isso poderá permitir novas altas nos mercados de ações, motivadas por uma melhoria na confiança nos negócios e uma recuperação dos investimentos”, disseram eles.

 

Mais otimistas - Os gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) dos EUA mostravam-se mais otimistas com a atividade econômica no começo do mês, puxando o indicador do PIB para mais alto patamar em cinco meses, segundo a IHS Markit.

 

Ganho - O ganho foi liderado pelas expectativas de um crescimento sólido no setor de serviços. A indústria manufatureira dos EUA continua crescendo, mas num ritmo menor do que em novembro. A pesquisa foi realizada entre 5 e 13 de dezembro, antes do recente acordo comercial e dos acontecimentos sobre financiamento do setor público. Um número definitivo sobre dezembro será divulgado dia 2.

 

Sinais positivos - “Os sinais positivos de melhoria ajudam a afastar o risco de uma recessão”, disse Chris Williamson, economista-chefe da IHS Markit. A firma de análises de mercado acredita que a economia dos EUA vai crescer 2,2% em 2020. Na semana passada, o Fed projetou crescimento de 2% para 2020.

 

Ritmo - A economia dos EUA cresceu ao ritmo de 2% nos últimos trimestres e avançou 2,5% em 2018, segundo avaliações do governo.

 

Estabilização - Os dados divulgados nesta segunda-feira (16/12) são os mais recentes a indicar estabilização do setor industrial americano após um ano tumultuado marcado por incertezas comerciais. Além dos acontecimentos na área comercial, os preços do petróleo acumulam alta de 30% em relação ao mesmo período de 2018, uma tendência que poderá evitar maior contração no setor de energia. Fabricantes de automóveis fecharam acordos trabalhistas, e a desaceleração da economia não parece tão severa quanto se temia.

 

Fato de risco - Um fato de risco que permanece são os revezes na Boeing, que suspendeu a produção do problemático modelo 737 MAX. A demanda por bens manufaturados caiu ligeiramente em outubro em relação ao mesmo período de 2018, segundo os dados do Departamento do Comércio, mas as encomendas de aviões civis e peças caíram 25%.

 

Redução - A economia mundial firmou-se nos últimos meses, embora o crescimento global deva se reduzir para 3% em 2019 - a menor taxa desde a crise financeira, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). O FMI aposta numa melhoria no ano que vem, estimando o crescimento mundial em 3,4%. “Isso quer dizer uma recuperação. Mas também estamos afirmando que há riscos negativos significativos nessa previsão”, disse Kristalina Georgieva, diretora-gerente do FMI, na semana passada.

 

Produção industrial chinesa - Os números divulgados nesta segunda pela Agência Nacional de Estatísticas da China mostram que a produção industrial de novembro foi 6,2% maior que a do mesmo período do ano passado, acelerando em relação à alta anual de 4,7% em outubro.

 

Varejo - Segundo um comunicado separado, as vendas no varejo na China cresceram 8% em novembro em relação ao mesmo período do ano passado, comparado a um aumento de 7,2% em outubro. Após a divulgação dos dados, o UBS e a consultoria Oxford Economics elevaram suas previsões de crescimento para a China para 6%, ante o número anterior de 5,7%.

 

Zona do euro - Enquanto isso, a zona do euro continua flertando com a estagnação. Pesquisas com gerentes de compras de todas as partes da Europa apontaram ontem para um declínio maior do setor industrial voltado para as exportações em dezembro, o que foi compensado com expansão um pouco maior do setor de serviços, mais voltado para o mercado doméstico.

 

Índice inalterado - O índice composto dos gerentes de compras da IHS Markit para a zona do euro permaneceu inalterado em 50,6 pontos, apontando para um crescimento mais fraco. As leituras do índice para o último trimestre do ano são até agora as mais fracas desde 2013, quando a área cambial emergia das crises bancária e dívidas soberanas.

 

Previsões - Economistas do Banco Central Europeu reduziram previsões de crescimento para o próximo ano para 1,1%, o mais recente de uma série de rebaixamentos que retroagem a junho de 2018.

 

Indicações - Em uma entrevista coletiva na quinta-feira, a presidente do BCE, Christine Lagarde, não forneceu indicações de que se esteja considerando mais uma rodada de estímulos para acompanhar os que foram anunciados em setembro, apontando em vez disso para “sinais iniciais de estabilização”.

 

Reino Unido e Japão - No Reino Unido, pesquisa entre os gerentes de compras apontou para mais um mês de queda na atividade. No Japão, pesquisas apontaram para estagnação em dezembro, parecido com novembro. (Valor Econômico)


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