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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4915 | 25 de Setembro de 2020

EVENTO: Encontro Estadual do Secretariado 2020 terá palestras sobre criatividade, tecnologia e etiqueta empresarial

O tradicional Encontro Estadual do Secretariado promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, será realizado nos dias 8 e 9 de outubro com apenas uma diferença – desta vez em formato digital. Mas, como ocorre todos os anos, terá uma programação pensada especialmente para os profissionais das cooperativas paranaenses que atuam nessa área. No primeiro dia, haverá a apresentação de duas palestras, uma sobre “Criatividade e tecnologia: vida, trabalho e sociedade”, com Rodrigo Barros, e outra sobre “Etiqueta empresarial”, com Samar Merheb Jordão.

Workshop – As atividades têm continuidade no segundo dia, com a realização do workshop que vai debater o tema “Comunicação assertiva e visão estratégica – O profissional de secretariado como agente facilitador da comunicação interna”, comandada pelo professor Sebastian Bonhomme.

Inscrições – O evento é destinado a profissionais de secretariado das cooperativas paranaenses. Os interessados em participar devem efetivar as inscrições até o dia 2 de outubro, pelo link: https://bit.ly/3ct4V7k.

 

evento folder 25 09 2020

 

 

LEGISLAÇÃO: Publicada lei que prorroga o prazo das concessões de drawback que vencem neste ano

legislacao destaque 25 09 2020O Diário Oficial da União desta quinta-feira (24/09) trouxe a publicação a Lei nº 14.060, de 23 de setembro de 2020, que é uma conversão da Medida Provisória 960/2020 e prorroga por um ano os prazos das concessões de drawback que vencem em 2020. “O drawback é um incentivo concedido às empresas exportadoras. Ele suspende temporariamente os tributos federais sobre os insumos usados na produção de mercadorias destinadas exclusivamente à exportação”, esclarece o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Devair Mem.

IPI - De acordo com ele, o Imposto de Importação e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) é um dos impostos suspensos pela lei. “O objetivo, segundo o governo, é aliviar os efeitos da pandemia de Covid-19 sobre as empresas exportadoras. Entre os produtos vendidos para o exterior que se beneficiam do regime de drawback estão minério de ferro, a carne de frango e a celulose”, acrescenta.

FOTO: Fábio Scremim / Appa

Clique aqui para conferir na íntegra a Lei nº 14.060, de 23 de setembro de 2020

 

COVID-19 I: Lançamento do projeto FIC na Cocamar é um dos destaques do comunicado 125

covid 19 destaque 11 09 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar emitiu, na manhã desta sexta-feira (25/09), o comunicado 125 que traz, entre os destaques, o lançamento do projeto Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC) realizado nesta quinta-feira (24/09) na cooperativa Cocamar. Também informa sobre a reunião institucional com a Camisc. Veja abaixo todas as informações do boletim.

1. O Sistema Ocepar, no dia 24 de setembro, realizou de forma virtual uma Reunião da Autogestão com a cooperativa Camisc, com a participação do corpo diretivo e gestores.

2. No dia 24 de setembro, o Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, lançou o projeto FIC - Felicidade Interna do Cooperativismo, na cooperativa Cocamar.

3. No dia 23 de setembro, o Governo Federal, publicou a Lei 14.063/2020, que dispõe sobre o uso de assinaturas eletrônicas em interações com entes públicos, em atos de pessoas jurídicas e em questões de saúde e sobre as licenças de softwares desenvolvidos por entes públicos; e altera a Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995, a Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, e a Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001. Para acessar a Lei, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

COVID-19 II: Tem novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid II 25 09 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Camisc e Ocepar discutem cenários econômicos e crédito rural

O Sistema Ocepar e a Camisc (Cooperativa Agrícola São Cristóvão) realizaram, na manhã desta quinta-feira (24/09), reunião institucional para analisar indicadores do cooperativismo do Paraná e cenários e perspectivas para a economia do país. O coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), João Gogola Neto, e o analista técnico, Rodrigo Gandara Donini, apresentaram os números do ramo agropecuário e da Camisc.

A cooperativa - Com sede em Mariópolis, sudoeste do Paraná, a Camisc foi fundada em 1962. Atualmente, tem 913 cooperados e 146 funcionários. Em 2019, a cooperativa teve um faturamento de R$ 221,8 milhões. Acompanharam a reunião o presidente da Camisc, Nelson André de Bortoli, juntamente com o diretor Élio Renato Bettin e gestor da Controladoria da cooperativa, Gean Rodrigo Mastri. Também presentes no evento virtual, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, o gerente técnico da Ocepar, Flavio Turra, e demais analistas da instituição.

Cenários - Durante a reunião, o presidente Ricken falou sobre a representação institucional e as ações do sistema em 2020. Já o analista técnico da Ocepar, Jhony Moller, fez uma explanação sobre o cenário econômico do país e as perspectivas para o ano, além de abordar questões referentes ao crédito rural. O coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop\PR, Leandro Macioski, falou sobre os trabalhos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no estado, os principais programas de qualificação do quadro funcional, inovação e melhoria da gestão.

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COOPERATIVISMO: OCB divulga boletins com informações de interesse do setor

cooperativismo 25 09 2020 O Sistema OCB publica, semanalmente, diversos boletins com informações relevantes e de interesse do cooperativismo brasileiro. Confira abaixo as publicações atualizadas até esta quinta-feira (24/09), que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo que impactam nas cooperativas. Há ainda um apanhado sobre as ações que estão sendo executadas pela entidade para reduzir o impacto da pandemia nessa crise.

*Análise Política:* discussões no STF sobre o meio ambiente. https://bit.ly/3dvDvOv

*Análise Econômica:* impactos da inflação. https://bit.ly/2UCWjUD

*Reforma Tributária:* Simplifica já e calendário de votações. https://bit.ly/3iJPv0X

*Pleitos do Cooperativismo:* temos 82 demandas das coops vinculadas à Covid-19. Veja como estão. https://bit.ly/2UD17rV

*Normativos:* resumo dos principais normativos federais relacionados à Covid-19, com link e análise da OCB. https://bit.ly/3anoYlY

*Medidas Tributárias:* infográfico com as respostas tributárias do governo à crise que tenham impacto nas cooperativas. https://bit.ly/2KrNgjn

Acompanhe essas e outras ações da OCB para diminuir o impacto desta crise em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19

 

RAMO TRABALHO: Pensamento crítico será a base do futuro

ramo trabalho 25 09 2020“Um trabalho feito com muito cuidado e dedicação e do qual nos orgulhamos por saber que superou as expectativas das nossas coops”, foi a fala da Gerente-Geral da OCB no encerramento do Ciclo de Debates do Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços, cuja última rodada aconteceu na tarde desta quinta-feira (24/09).

Reflexões - A iniciativa promovida pelo Sistema OCB trouxe à luz para reflexão temas como Planejamento e Organização Financeira; Participação de Cooperativas em Contratações Públicas; e Olhar para o Futuro, com o intuito de contribuir e estimular os resultados das cooperativas do ramo no período pós pandemia.

Impacto - “Muitas cooperativas tiveram seus produtos/serviços fortemente impactados na pandemia. E o Sistema OCB está comprometido em ajudar a todas a pensarem seus processos de retomada”, acrescentou o Superintendente da instituição, Renato Nobile.

Três dias - Foram três dias de encontros virtuais, com palestrantes e convidados especialistas nos temas selecionados. No total, cerca de 150 cooperativas participaram ao vivo dos eventos que agora estão disponíveis no canal do Sistema OCB no YouTube para um alcance ainda maior.

Pensamento crítico - A futurista, especialista em inovação, marketing e transformação digital, Martha Gabriel, foi escolhida para encerrar os temas da programação. Em sua apresentação, abordou diversos temas que passaram a fazer parte da realidade de todos – pessoas e cooperativas – e que precisam ser enxergados de forma diferente. “A característica mais importante no ‘próximo normal’ que vem por aí será o pensamento crítico. Todas as ferramentas, habilidade e conhecimentos que estamos adquirindo, em uma velocidade exponencial, só serão bem aplicados se praticarmos o pensamento crítico”, reforçou a especialista.

Disponível - Se você quiser acompanhar todo o Ciclo de Debates, ele está disponível no canal do Sistema OCB no YouTube. Passa lá e aproveita! (OCB)

 

 

WEBINAR: OCB debate maturidade digital e inovação no agro

webnar 25 09 2020Estão cada vez mais indefinidas as fronteiras entre o mundo industrial e o mundo agrícola, e o avanço tecnológico é essencial para o fortalecimento do ecossistema do agronegócio. Essas foram algumas das conclusões do webinar Maturidade Digital e Inovação no Agronegócio, promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), na terça-feira (22/09).

Participações - O evento contou com a participação do analista de relações institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Leonardo Meira Reis; do diretor executivo de tecnologia da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Alfredo Delgado; do gerente executivo da ESALQtec, Sérgio Barbosa; do Fundador do Food Tech Hub Brasil, Paulo Silveira, com mediação do gerente de Difusão Tecnológica da ABDI, Bruno Jorge.

Cooperativas - O webinar teve por objetivo chamar a atenção para a importância do salto tecnológico para toda a cadeia de produção do agronegócio. Na avaliação dos participantes, as cooperativas podem representar o principal elo para baratear e tornar todo o avanço tecnológico acessível, para que o pequeno produtor possa competir no mercado. “Mais de 50% da safra de grãos vem de produtores associados a cooperativas. A maioria desses produtores, 71%, é da agricultura familiar. Por meio das cooperativas, os pequenos se tornam grandes”, afirmou Leonardo Meira Reis, da OCB.

Startups - Quando se fala em tecnologia no agronegócio, as startups estão fortemente ligadas ao setor. No mundo, segundo o Banco Mundial, existem cerca de 30 mil agritechs, que movimentam 20 bilhões de dólares em investimentos. No Brasil, a revolução das startups do agronegócio tem ajudado os produtores a migrar soluções industriais para as máquinas agrícolas.

O ecossistema - formado por empresas, startups, academia, universidades e centros de pesquisas - equilibra os atores envolvidos, segundo Sérgio Barbosa, da ESALQ TEC. Ele ressaltou que o Brasil tem hoje o maior movimento de agritechs do mundo no que se refere à quantidade de desenvolvimento de ecossistemas do agro. “A condição do ecossistema é que faz com que tenhamos um posicionamento mundial em termos de desenvolvimento de tecnologias de startups”, disse. O edital Agro 4.0 permite a participação de startups.

Ecossistema - O Food Tech Hub, por exemplo, é um ecossistema “que olha a ponta da cadeia por duas verticais: o investimento nas foodtechs, e a inovação aberta”, pontuou Paulo Silveira, Food Tech Hub Br. Segundo ele, a inovação aberta na indústria de alimentos é uma necessidade. “Nos sistemas alimentares, food systems, não tem porteira para fora ou para dentro, existe um sistema que não é mais linear, é circular, conectado com o consumidor no centro”, disse e complementou: o céu é o limite para a gente agregar valor para o Brasil e para o mundo.

Sem separação- O diretor executivo da ABIMAQ ressaltou também que não existe mais a separação entre mundo industrial e mundo agrícola. “O campo hoje é fortemente conectado, 90% dos produtores rurais tem celulares e se comunicam por meio deles, sendo que 68% são smartphones, embora o setor ainda se ressinta de conectividade, que é o grande desafio atual”, destacou.

Perdeu o evento? - Se você não pode acompanhar o evento ao vivo, clique aqui para assistir. (OCB, com informações da ABDI)

 

 

PROGRAMA AGRO 4.0: Inscrições são prorrogadas até 7 de outubro

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) prorrogou as inscrições para o programa Agro 4.0 para o dia 7 de outubro. No total, serão investidos R$ 4,8 milhões em 14 projetos pilotos de adoção e de difusão de tecnologias 4.0. O objetivo é promover, por meio dessas tecnologias, o aumento de eficiência e de produtividade, e redução de custos no agronegócio brasileiro.

Cooperativas agropecuárias - As cooperativas agropecuárias podem participar, inscrevendo seus projetos. A OCB participou da discussão do edital desde o início, com a ABDI. Para a instituição, essa é uma oportunidade singular para que as coops que querem trabalhar com adoção e difusão de tecnologias no agronegócio encontre os meios para isso. Vale destacar que a OCB faz parte do conselho superior da Câmara Agro 4.0, no âmbito do governo federal.

Edital - O edital, na modalidade concurso, é voltado a empresas usuárias de tecnologias 4.0 do setor produtivo, especialmente, produtores rurais e agroindústrias, que irão realizar a adoção de tecnologias 4.0 em suas unidades/fazendas/plantas. Estas empresas poderão submeter propostas de projetos em parceria com demais Instituições.

Execução - O programa é executado pela a ABDI e pelos Ministérios da Agricultura (MAPA), da Economia (ME) e da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). De acordo com o presidente da ABDI, Igor Calvet, o programa Agro 4.0 irá possibilitar e gerar uma maior disseminação de tecnologias digitais no agronegócio, com foco em aumento de eficiência, produtividade e redução de custos junto a produtores e indústrias. Ao todo, o edital contempla quatro categorias, relacionadas à cadeia produtiva do agronegócio, incluindo empresas dos setores primário, secundário e terciário.

Estímulo - Para o diretor do Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária do Mapa, Cleber Soares, a iniciativa estimula o ambiente de inovação digital no agronegócio por meio de soluções práticas e aplicadas às cadeias de valor nos segmentos dentro e fora da porteira, como também em ecossistema de cadeias produtivas. “Estamos alavancando o futuro do agronegócio com soluções digitais", avalia o diretor.

Categorias - Para cada categoria, foram identificadas temáticas de aplicação, às quais os projetos deverão estar alinhados: (i) segmento de insumos (fertilizantes, defensivos, rações, máquinas e equipamentos); (ii) segmento primário (agricultura, pecuária, pesca, aquicultura); (iii) segmento secundário (fabricação de produtos alimentícios); e (iv) integração de segmentos, incluindo segmento terciário (integração de elos da cadeia - abrangendo serviços de tecnologia da informação e comunicação, logística, entre outros).

Premiação - A premiação varia de R$ 300 mil para até quatro projetos nas categorias 1, 2 e 3; a R$ 600 mil para até dois projetos na categoria 4. Os projetos selecionados serão conhecidos ainda em 2020 e terão, a partir da divulgação, um prazo de sete meses para a execução e outros 12 meses para o monitoramento dos resultados.

Plano Nacional dE IoT - Regulamentado em 2019, o Plano Nacional de Internet das Coisas – IoT tem o objetivo de implantar a Internet das Coisas como ferramenta de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira. Para a definição das estratégias do Plano, o BNDES sugeriu quatro verticais de aplicação de IoT: indústria, saúde, rural e cidades. Para cada vertical, foi criada uma Câmara. A Câmara Agro 4.0, liderada pelo MAPA e pelo MCTI, tem como objetivo promover ações de expansão da internet no campo e a aquisição de tecnologias e serviços inovadores no ambiente rural. O Programa Agro 4.0 da ABDI foi listado, na última reunião, como uma das iniciativas acompanhadas pela Câmara.

Missão - O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, destaca a importante missão de levar conectividade ao campo, aliada às novas tecnologias. “O Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT.Br) é estratégico para a inovação e competitividade do Brasil em setores como o agronegócio, saúde, indústria, turismo e cidades inteligentes, que foram as áreas definidas como prioridades pelo MCTI no âmbito do Plano. Dentro do agronegócio, as aplicações da Internet das Coisas e outras tecnologias 4.0 vão desde a coleta de dados para a melhoria do solo até a aplicação precisa de defensivos, por exemplo”.

Edital - Clique aqui para conhecer os detalhes do edital e se inscrever. (OCB, com informações da ABDI)

COCAMAR I: Terceira fase do FIC é lançada na cooperativa

1cocamar I 25 09 2020A terceira fase do Programa de Monitoramento do Índice de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC) foi lançada pela Cocamar na tarde desta quinta-feira (24/09) durante transmissão ao vivo em seu canal no Youtube. Acompanhada por mais de 250 colaboradores, a apresentação contou com a participação do grupo de artistas do Espaço Sou Arte, de Campo Mourão.

Orientação - A iniciativa é implementada sob a orientação da Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão em Treinamento (Pluricoop), sediada em Maringá, e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR).

Etapas - Na abertura, o presidente-executivo Divanir Higino relembrou que a primeira etapa foi lançada em 2018 envolvendo 300 colaboradores da indústria de fios e a segunda, em 2019, abrangeu mais 1,3 mil das unidades operacionais. Desta vez, estarão engajados administração central, parque industrial, concessionária, postos e demais estruturas em Maringá, alcançando 3,5 mil profissionais.

Conquistas - Higino disse ter se emocionado ao observar, nos comentários durante a exibição, algumas pessoas afirmando que a Cocamar é parte de suas famílias. “Este programa nos trouxe muitas conquistas que são fruto da adesão de cem por cento da equipe”, destacou. Segundo ele, a pandemia fez com que os colaboradores cuidassem mais de si próprios e dos colegas, o que também reflete o bom trabalho realizado pelas lideranças.

Melhorias - Higino pediu que todos façam avaliações e contribuam para que mudanças representem melhorias na empresa, no sentido de que todo o grupo seja mais feliz. Por fim, citou: “Tenho orgulho de dizer que ser Cocamar é ser feliz”.

A primeira - Em vídeo, a gerente do Sescoop/PR, Maria Emília, parabenizou a Cocamar – a primeira do segmento de produção do estado a adotar o FIC – por sua preocupação com o bem estar dos colaboradores. “Em uma organização, quando os profissionais são mais felizes eles se tornam muito mais eficientes, produtivos, motivados, satisfeitos e engajados”, comentou.

Qualidade de vida - “O objetivo do FIC, como ferramenta de gestão, é justamente o de promover o bem-estar e a qualidade de vida dos colaboradores”, disse o gerente de Pessoas, Fernando Castro, assinalando que a realização impacta, também, os seus familiares. Para ele, o ano de pandemia, embora desafiador, tem trazido lições importantes: “A vida não tem preço e precisamos aproveitar ao máximo cada um dos nossos momentos”.

O que é felicidade - A diretora executiva da Pluricoop, Adriana Pierini, fez uma apresentação sobre o programa, salientando que “a felicidade é uma medida de progresso social” e que “o progresso é a capacidade de resiliência de um povo”. Ela salientou que “o que muda é a vontade, a atitude, diante das circunstâncias da vida. Felicidade, em resumo, não é euforia, mas um reflexo do equilíbrio, da resiliência e da paz”.

Mapa - Cada colaborador será avaliado e, ao final, se conhecerá o índice de felicidade de toda a Cocamar. “Vamos ter um mapa da felicidade que, nove meses mais tarde, será medido novamente”. Para isso, cada setor e unidade da cooperativa contará com felicitador, a pessoa que participará diretamente da condução do processo.

Diagnóstico - A partir do cumprimento de nove etapas previstas na implantação, as cooperativas recebem um diagnóstico completo dos fatores que levam à apuração do quociente de felicidade existente. “A partir do qual, elabora-se um plano de ação, objetivando o alcance do equilíbrio e a melhoria do indicador FIC, contribuindo positivamente no padrão de bem-estar das pessoas em seu ambiente de trabalho.”

Desenvolvimento - O ciclo de execução do programa é realizado no período de 12 meses, contados a partir do seu início na cooperativa, havendo um novo ciclo de aplicação a partir de 2 anos de sua aplicação.

Modelo FIB - O Indicador FIC foi inspirado no modelo FIB – Felicidade Interna Bruta, que ao invés de mensurar o progresso de uma nação a não só, pelo crescimento econômico, baseia-se, também, no princípio de que o desenvolvimento de uma sociedade ocorre a partir do equilíbrio entre os fatores emocional e material.

Quatro pilares - O FIC – Felicidade Interna do Cooperativismo se baseia em quatro pilares do FIB: promoção de um desenvolvimento socioeconômico sustentável e igualitário; preservação e promoção dos valores culturais; conservação do meio ambiente natural; e o estabelecimento de uma governança em consonância aos princípios e valores do cooperativismo.

Dimensões - Os princípios que norteiam os indicadores usados no diagnóstico que mede a Felicidade Interna do Cooperativismo estão distribuídos em 9 dimensões: bem-estar psicológico, saúde, uso do tempo, vitalidade da participação comunitária, cultura, educação, meio ambiente, governança e padrão de vida. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Venda recorde de calcário em Presidente Prudente

cocamar II 25 09 2020A unidade da Cocamar em Presidente Prudente (SP) registrou a maior venda de calcário, de uma única vez, em toda a história da cooperativa. Foram 11 mil toneladas que tiveram como destino as áreas onde a soja vai ser cultivada em programa de rotação com a cana, na região oeste paulista. O corretivo já foi aplicado em mais de 20 mil hectares.

O programa - Conduzido pela Cocamar, o programa conta com a participação de três usinas – Cocal, de Paraguaçu Paulista, Umoe Bioenergy de Sandovalina e a Atvos de Teodoro Sampaio – e também de proprietários, entre produtores de cana e pecuaristas, interessados em revitalizar suas áreas.

Produtores - As terras, cedidas em arrendamento temporário para a Cocamar, vão ser cultivadas na safra 2020/21, prestes a ser semeada, por cerca de 70 experientes produtores cooperados selecionados pela cooperativa, a maioria dos quais paranaenses.

Produtividade - Os lotes, de vários tamanhos, recebem calcário e adubação aplicados pelas usinas, que investem na prática como a forma mais econômica de renovar as áreas de canaviais, de olho no aumento da produtividade dessas lavouras no próximo ciclo, a ser iniciado assim que a soja for colhida, em março.

Sucesso - Inovador, o programa começou em 2019 como resultado de uma parceria da Cocamar com a Cocal e, pelos bons resultados obtidos, foi ampliado em mais de quatro vezes em 2020, com a adesão das outras duas usinas e particulares. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI: Programa nacional é lançado para ampliar a participação das mulheres no cooperativismo de crédito

sicredi 25 09 2020Para potencializar a pauta da inclusão e diversidade em toda sua estrutura, o Sicredi lançou neste mês o programa Comitê Mulher Sicredi em nível nacional. Indo além da formação de grupos de discussão sobre estes temas, a iniciativa engloba um conjunto de ações que buscam promover a equidade de gênero, o empoderamento e a capacitação de mulheres para que elas possam participar da gestão em todos os níveis da organização e aumentar sua representatividade no cooperativismo de crédito. O lançamento nacional do programa coloca as questões de equidade de gênero no centro das discussões estratégicas da instituição e cria diretrizes para que todas as mais de 100 cooperativas de crédito integrantes do Sistema possam desenvolver a iniciativa localmente.

Causa - O programa tem como causa o desenvolvimento pessoal e profissional, assim como o crescimento e fortalecimento das participantes, por meio de capacitações e encontros periódicos. Os comitês podem ser formados em todas as cooperativas do Sicredi, sendo compostos por mulheres associadas à instituição, de forma voluntária. Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Comitê Mulher já está implementado em 24 de 31 cooperativas que integram a Central Sicredi PR/SP/RJ. A iniciativa já reúne 675 participantes ativas (números de dezembro de 2019). O processo resultou em 62 integrantes eleitas coordenadores de núcleo e 15 nomeadas como conselheiras nas eleições do ano passado.

Compromisso - “Buscamos ser uma instituição financeira cooperativa cada vez mais comprometida com o desenvolvimento econômico e social dos associados e das comunidades. Para que isso seja alcançado de maneira sustentável e coerente, entendemos ser imprescindível reforçar o debate sobre inclusão e diversidade em toda a organização. Nesse sentido, um dos nossos objetivos é proporcionar espaços para que as mulheres sejam ainda mais atuantes em nossas cooperativas de crédito, participando ativamente dos comitês e do quadro social das entidades.”, afirma Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu (sigla em inglês para Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito).

Abrangência - Cada Comitê Mulher tem como abrangência a área de atuação de sua cooperativa, possui um plano de ação claro e objetivo, que será acompanhado pelo Conselho de Administração da própria cooperativa. Esse plano tem por base os direcionadores de sustentabilidade do Sicredi: relacionamento e cooperativismo, desenvolvimento local e soluções responsáveis. Ao longo do ano, as membras cumprem uma agenda de interações entre si, com encontros locais, regionais e nacionais para troca de experiências.

Ampliar a participação - “Queremos ampliar a participação feminina no cooperativismo de crédito, buscando aumentar a presença de mulheres em cargos de liderança. Iniciamos esse movimento no Sicredi em 2016, quando cada cooperativa criava suas iniciativas. Agora, com o programa Comitê Mulher institucionalizado, a nossa estratégia certamente será potencializada. Somos pioneiros no setor por termos introduzido o nosso modelo de negócio no país, e também passaremos a ser reconhecidos por abrir as portas do cooperativismo à maior participação feminina nele”, explica João Tavares, diretor presidente da Fundação Sicredi.

Integração global - Inclusão e diversidade são temas debatidos em empresas de diversos perfis no mundo todo e vêm tendo sua implementação impulsionada por meio da agenda 2030 do Pacto Global da ONU e seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Três - O programa Comitê Mulher Sicredi atende a três deles: “Educação de Qualidade” (ODS 4), que visa assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; “Igualdade de Gênero” (ODS 5), alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas; “Trabalho Decente e Crescimento Econômico” (ODS 8), promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e o trabalho decente para todos.

Rede - A iniciativa também está alinhada à criação da Rede Global de Mulheres Líderes, criada em 2009 pelo Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês) para oferecer às mulheres oportunidade e recursos de desenvolvimento de carreira nas cooperativas de crédito em que trabalham.

Equidade - “Com o programa Comitê Mulher Sicredi queremos dar as ferramentas para aumentar a equidade de gênero em todos os níveis de gestão das cooperativas, empoderando as mulheres para que possam liderar, empreender e promover o desenvolvimento sustentável do cooperativismo de crédito no Brasil e no mundo”, reforça Gisele Gomes, associada do Sicredi e embaixadora da Rede Global de Mulheres Líderes, iniciativa apoiada pelo Sicredi no Brasil.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Cooperativa apresenta programa Crescer Mulher

sicredi vale piquiri 23 09 2020Com o objetivo de promover a participação das associadas na vida da cooperativa, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP apresentou o programa Crescer Mulher para as integrantes do Comitê Mulher. O encontro online foi realizado na noite de terça-feira (22/09).

Protagonismo feminino - Esse olhar da instituição financeira, que estimula o protagonismo feminino na sociedade, é de extrema importância para despertar o papel de comando da mulher, segundo a gerente de desenvolvimento do cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Cláudia Bonatti. “Além do conhecimento sobre liderança, as mulheres entendem melhor sobre a nossa inclusão no cooperativismo de crédito e ainda podem trocar experiências sobre as realidades da vida”, destaca.

Eixos - Integrante do Comitê Mulher e associada em Palotina (PR), Lara Beatrice Biezus opina que todos os eixos abordados são fundamentais para a formação. “Isso é associativismo e cooperativismo com propósito, para deixarmos um legado social que impacta positivamente e transforma. Para mim, é muito importante fazer parte de uma cooperativa que valoriza as competências e as habilidades da mulher e as expandem por meio do relacionamento, de capacitações e de oportunidades. O Sicredi proporciona a interação e o propósito de inserir a mulher no contexto do cooperativismo. Esse é um modelo de negócio que dá orgulho de pertencer”, relata.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 108 cooperativas do Sicredi, conta com 31 anos de história e mais de 158 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 88 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 36 em São Paulo (sicredi.com.br/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,7 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1900 agências e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

UNIPRIME: Consórcio tem sucesso de vendas

uniprime 25 09 2020Os gerentes das Agências Uniprime atuam como verdadeiros consultores financeiros e trabalham para que os investimentos dos cooperados sejam sempre de acordo com o perfil de cada um. O consórcio, por exemplo, é uma oportunidade de investimento para aquele perfil que requer flexibilidade para pagar e disciplina para economizar.

Marca - Ofertado pela Uniprime, o consórcio alcançou a marca de 100 cotas vendidas nos primeiros cinco dias após o lançamento de uma campanha de vendas. De acordo com Olinda Ivamoto, Gerente da Unidade Uniprime Corretora, o resultado deve-se ao empenho dos colaboradores em auxiliar os cooperados na hora de escolher o investimento ideal. “O consórcio da Uniprime é um ótimo produto, com valores muito competitivos, e tem parceria com a Porto Seguro, uma seguradora séria, reconhecida e organizada”, ressalta a Gerente.

Valor investido - Vale lembrar que parte do valor investido no consórcio retorna em sobras anuais ao cooperado.

Mais - Quer saber mais? Entre em contato com seu Gerente Uniprime. (Imprensa Uniprime)

 

EMBRAPA: Painel debate adubação potássica nos sistemas produtivos da soja

A Embrapa Soja promove no dia 30 de setembro, das 10h às 11h30, no Radar da Tecnologia, canal da Embrapa Soja no Youtube, o painel Adubação com Potássio em Sistemas de Produção de Soja. Para falar sobre a dinâmica de potássio no solo o evento contará com a palestra do professor Tales Tiecher, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A apresentação sobre a exigência nutricional no sistema soja/milho safrinha será conduzida pelo pesquisador Adilson de Oliveira Jr, da Embrapa Soja. Para abordar o manejo da adubação com potássio em solos do Cerrado, o painel contará com a participação do diretor de Difusão de Tecnologias Antonio Furtini, do Instituto de Ciência e Tecnologia Comigo (ITC), da cooperativa Comigo.

Segundo nutriente - De acordo com o pesquisador Adilson de Oliveira Jr, o potássio é o segundo nutriente mais exportado pela soja, atrás apenas do nitrogênio, que é fornecido via fixação biológica de nitrogênio (FBN). Estudos desenvolvidos pela Embrapa indicam que, em média, a soja demanda de 20 kg/ha de K2O para cada tonelada de grãos produzida. Essa alta exportação de potássio, quando não é reposta nas quantidades exportadas, pode levar à redução da disponibilidade do nutriente no solo e, consequentemente, à redução de produtividade. Por isso, Oliveira Jr. ressalta que a adubação com potássio deve ser bem planejada, visando atender a alta exportação desse nutriente na cultura da soja.

Programação - O evento terá a seguinte programação

- Dinâmica do K no solo - Tales Tiecher (UFRGS)

- Exigência nutricional no sistema soja/milho safrinha - Adilson de Oliveira Junior (Embrapa Soja)

- Manejo da adubação com potássio em solos do Cerrado - Antonio Furtini (ITC/Comigo)

(Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

SERVIÇO

Painel Adubação com Potássio em Sistemas de Produção de Soja

Local: canal da Embrapa Soja no Youtube – Radar da Tecnologia

Data: 30 de setembro

Horário: 10h às 11h30

Faça sua inscrição para receber o link do evento: https://www.sympla.com.br/painel---adubacao-com-potassio-em-sistemas-de-producao-de-soja__986365

 

embrapa 25 09 2020

 

SAFRA: Paraná deverá produzir 40 milhões de toneladas de grãos

safra 25 09 2020A Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento divulgou relatório mensal de acompanhamento da safra nesta sexta-feira (25/09), relativa ao mês de setembro, que estima uma produção de 24,3 milhões de toneladas para a safra de grãos de verão 2020/21, e 40,8 milhões de toneladas para a safra total de grãos 2019/20 que está em fase de encerramento.

Plantio - O Paraná começa a plantar a safra de grãos de verão 2020/21 mas a continuidade do clima seco, que se configurou na maior estiagem dos últimos 100 anos, segundo o Simepar, é a maior preocupação dos produtores.

Preocupante - Para o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, o quadro pode ser preocupante por causa da falta de chuvas, mas ele espera uma boa safra de grãos no Estado no ano que vem. Ele disse que a expectativa de safra é sempre conservadora no início mas que pode surpreender no decorrer do desenvolvimento das lavouras e a normalização do clima.

Avanço - Ele citou o avanço importante da colheita de trigo no Paraná que este ano está rendendo uma excelente produção, em que o produtor está sendo compensado com a boa qualidade dos grãos e elevação nos preços.

Cultivares - Em relação à falta de chuvas, Ortigara disse que o produtor ainda pode trocar de cultivares usando as de ciclo mais curto quando tiver mais umidade no solo para não comprometer tanto o desempenho da safra, recomendou.

Zoneamento - “O ideal seria seguir o zoneamento climático e com boa umidade do solo o produtor pudesse tranquilamente semear a soja e o milho”, disse. “Mas a situação este ano reforça a necessidade que o produtor tem de fazer um plantio direto cada vez mais correto, de alta qualidade, guardando mais água no solo com proteção de palhada bem feita para não enfrentar problemas com o clima”, acrescentou.

Soja - O clima ainda está muito seco para o plantio da soja. Por enquanto houve cultivo apenas na região Sudoeste do Estado. Na média dos últimos três anos, o plantio já teria ocupado uma média de 8% da previsão de área plantada. No ano passado nessa mesma época já havia 3% da área prevista plantada. O que não é pouco se considerar que o Deral está prevendo um plantio recorde de 5,54 milhões de hectares na safra 20/21, disse o economista Marcelo Garrido.

Sem propensão - Segundo ele, o produtor não está propenso a plantar enquanto as chuvas não retornarem com mais intensidade, o que está um pouco difícil em ano de anúncio da corrente La Niña, em que a incidência de chuvas nas regiões Sul e Sudeste é menor.

Quadro semelhante - O economista chamou a atenção para um quadro semelhante ocorrido no ano passado quando houve falta de chuvas até o mês de setembro, mas quando voltaram no mês de outubro o plantio foi em ritmo acelerado. O Deral mantém a previsão de produção de 20,4 milhões de toneladas de soja na safra 20/21.

Vendas antecipadas - Se por um lado o produtor está um pouco frustrado com as chuvas, por outro está animado com as vendas antecipadas de soja. Este ano, 37% da produção esperada já foi vendida, mais do que o dobro do ano passado, quando nessa mesma época 15% da safra estava vendida, comparou Garrido.

Preços elevados - A soja continua com preços elevados, em torno de R$ 127,00 a saca com 60 quilos, atribuídos à valorização do grão no mercado internacional e ao câmbio também valorizado. A China continua comprando muita soja, elevando a demanda mundial.

Milho - Apesar do período seco, 34% da previsão de plantio de milho para a temporada 20/21 já foi efetivada. Ao contrário da soja, esse percentual não é muito se considerar que a previsão é plantar 360 mil hectares na primeira safra, disse o analista do Deral, Edmar Gervásio. A maior parte do plantio de milho ocorreu nas regiões de Ponta Grossa, Guarapuava e Região Metropolitana de Curitiba, que juntas detêm mais de 50% de toda a área plantada no Estado nesse período do ano.

Ideal - O ideal para o plantio ocorre nos meses de outubro e novembro. Mas os produtores preferem antecipar para plantar a segunda safra de milho com mais folga no início do ano que vem.

Segunda safra - A segunda safra de milho do período 2019/20 está sendo finalizada com bons preços para o produtor e uma perda de produção em relação ao que vinha sendo esperado. Está com 98% da área plantada já colhida, devendo alcançar um volume de 11,7 milhões de toneladas, cerca de 1,5 milhão de toneladas a menos que a expectativa inicial do Deral, que era colher 13,1 milhões. Nessa safra foram plantados 2,28 milhões de hectares.

Prejuízos - A cultura foi afetada pela falta de chuvas que provocaram prejuízos em torno de R$ 1 bilhão aos produtores. “Esse valor é o que o produtor deixou de ganhar, mas certamente está sendo compensado com a elevação nos preços que nos últimos dias ultrapassaram os R$ 50,00 a saca com 60 quilos”, disse Gervásio. Na média do ano os preços se mantiveram acima de R$ 40,00 a saca durante o ano, o que foi muito bom para os produtores, acrescentou.

Comercialização - Novamente, ao contrário da soja, o milho não é vendido de forma tão antecipada, sendo que somente 8% da produção esperada de milho para a safra 20/21 foi vendida. A venda antecipada caminha junto com a colheita, disse Gervásio.

Valorização - A valorização do milho ocorreu em função do aumento de mais de 40% nas exportações das carnes suína e de aves, elevando a demanda pelo grão que se transforma em proteína animal.

Feijão primeira safra - A falta de chuvas também prejudica o plantio do feijão primeira safra que precisa de mais umidade para se desenvolver, disse o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Alberto Salvador. Segundo ele, há áreas plantadas na região de Ponta Grossa e Região Metropolitana de Curitiba, mas o produtor está bem preocupado porque a ocorrência de chuvas este ano está sendo escassa, frisou. Em anos anteriores o plantio já tinha avançado bastante, sendo que havia 31% da área plantada no ano passado, 42% no ano anterior e 51% em 2018.

Período indicado - O período indicado para plantar a primeira safra vai até dezembro, porém o produtor quer antecipar a lavoura para plantar a segunda safra de grãos, disse o técnico.

Irregularidade do clima - A irregularidade do clima afeta não só o plantio como a comercialização também. Por enquanto o mercado está abastecido pelo feijão plantado na região Centro-Oeste do País. Mas está havendo uma retenção da produção à espera de elevação nos preços. E o feijão cultivado no Paraná, por ser o maior produtor do Brasil, é um grande balizador na comercialização principalmente a partir de dezembro, quando é o período de colheita, disse Salvador.

Feijão de cor - Por conta da retenção do feijão na região Centro Oeste, o feijão de cor, que vinha sendo comercializado em média por R$ 193,00 a saca, foi vendido por uma média de R$ 245,00 a saca com 60 quilos nas últimas três semanas, um aumento de 27%. Já o feijão-preto, cuja importação foi autorizada pelo Ministério da Agricultura, teve um aumento em torno de 6% no mesmo período, passando de R$ 225,00 a saca para R$ 238,00 a saca.

Café - A colheita da safra de café 2020/21 já foi concluída e rendeu um volume de 943 mil sacas com 60 quilos, repetindo a do ano passado, mas foi 10% a menos do que o esperado também por causa da irregularidade das chuvas, disse o engenheiro agrônomo do Deral, Paulo Franzini. Como o café é uma cultura perene, a preocupação do produtor agora é com a safra do ano que vem, disse.

Atraso na florada - A estiagem ao longo deste ano já provocou atraso na florada, com impactos na safra do ano que vem. Agora depende das chuvas para o cultivo ir para a frente. E essa situação está ocorrendo no Paraná e em outros estados produtores, disse o técnico.

Risco - Se não chover logo, há o risco de haver abortamento dos botões de flores que por enquanto estão em dormência. “Mas não conseguem ficar por muito tempo. Sem umidade eles abortam impedindo a frutificação”, explicou Franzini.

Custos de produção - Embora o café seja uma commodity de valor elevado, em torno de R$ 500,00 a saca com 60 quilos, o fato é que esse preço não remunera os custos de produção, disse Franzini. O cafeicultor paranaense está vendendo a produção à medida que precisa liquidar débitos do plantio. Este ano já vendeu 47% da produção.

Arroz - O Paraná não é um grande produtor de arroz, sendo que os maiores cultivos predominam nos dois estados do Sul do País: Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O arroz irrigado deverá ocupar uma área de apenas 18,3 mil hectares no Paraná, com uma expectativa de produção de 142,2 mil toneladas do grãos, 2% a menos em relação ao ano passado.

Sequeiro - O arroz de sequeiro, também pouco cultivado, deve apresentar uma produção de 5,3 mil toneladas. Os dois juntos suprem apenas um terço das necessidades de consumo do Estado.

Redução no plantio - Segundo o economista do Deral, Methódio Groxko, nos últimos quatro ou cinco anos o arroz vinha com um preço muito baixo e o produtor mal recebia o custo de produção. Houve redução no plantio e este ano ocorreu a tempestade perfeita. Ou seja, houve aumento do consumo nas casas por causa da pandemia, o auxílio emergencial do governo que ajudou as famílias a consumirem mais alimentos básicos. Com o aumento da demanda e produção em baixa, o preço explodiu.

Trigo e cevada -   As lavouras de inverno como trigo e cevada foram pouco impactadas pela seca. O trigo foi mais afetado pela falta de chuvas nesse último mês, reduzindo a expectativa de produção de 3,5 milhões de toneladas, no mês passado, para 3,3 milhões de toneladas esse mês. Mas ainda assim uma produção boa, 55% maior que no ano passado, disse Groxco.

Total - Foram plantados um total com 1,11 milhão de hectares e a expectativa inicial era colher 3,7 milhões de toneladas. As maiores perdas de trigo ocorreram nas regiões de Campo Mourão, Cascavel, Londrina e Maringá.

Colhida - Cerca de 44% da área plantada já foi colhida e os produtores estão sendo compensados com a elevação nos preços. Houve um aumento de 25% nos preços do trigo em um ano. Eles passaram de uma média de R$ 46,19 a saca com 60 quilos em agosto do ano passado para R$ 57,64 em agosto deste ano. Hoje, os preços estão um pouco mais elevados, em torno de R$ 62,47 a saca.

Impacto - O trigo está sendo impactado pela valorização do grão no mercado externo e também pela valorização cambial.

Cevada - A cevada é outro grão de inverno que está em boas condições. Segundo o engenheiro agrônomo do Deral, Rogério Nogueira a região de Guarapuava, que tem mais de 60% da cevada cultivada no Estado, teve chuvas na hora e local certo e não houve prejuízos as lavouras. Segundo o Deral, a preocupação é com as lavouras da região de Ponta Grossa, onde a falta de chuvas pode provocar danos. Mas só com o andamento da colheita é que eles poderão ser quantificados.

Expectativa - Por enquanto a expectativa de colheita se mantém com um volume de 290 mil toneladas, 11% a mais do que no ano passado.

Mandioca - A mandioca é outro produto que está sofrendo com a estiagem severa no Paraná. A cultura ocupou uma área de 150 mil hectares, com concentração na região Noroeste do Estado e a expectativa de produção é 3,60 milhões de toneladas. Groxko explica que está difícil para plantar e para colher em função do solo muito endurecido. Na colheita aumenta a perda de raiz e aumenta também o custo da mão de obra e o rendimento dos trabalhadores é bem menor.

Reação - Os preços da mandioca que vinham muito baixos ao produtor estão dando sinais de reação com a volta das indústrias de fécula e farinha à atividade. Elas ficaram paralisadas com a pandemia. Atualmente os preços estão em torno de R$ 351,00 a tonelada, quase chegando nos R$ 360,00 registrados em abril, mas ainda longe dos R$ 415,00 a tonelada registrados no início do ano. (Agência de Notícias do Paraná)

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Mapa anuncia nova prorrogação na validade das Declarações de Aptidão do Pronaf

agricultura familar 25 09 2020O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), prorrogou novamente o prazo de validade das Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAPs) devido à pandemia do coronavírus. A Portaria n° 129, publicada no Diário da União desta quinta-feira (24/09), estabelece que será prorrogada por 6 meses a vigência das declarações com vencimento entre os dias 24 de setembro e 31 de dezembro de 2020. Já as declarações que expiram entre os dias 1º de janeiro de 31 de março de 2021 terão a validade estendida por 3 meses.

Alterações - As alterações serão realizadas diretamente nas DAPs, de forma automática, e poderão ser consultadas no "Extrato DAP" que está disponível no endereço eletrônico http://smap14.mda.gov.br/extratodap/. Em março, o Mapa já havia feito uma primeira prorrogação da validade das DAPs por causa da pandemia.

Locomoção - A medida ocorre com o objetivo de evitar a locomoção de agricultores até os órgãos e entidades emissoras de DAP na busca pela renovação do documento e para garantir aos beneficiários a continuidade do acesso às políticas públicas da agricultura familiar. A decisão leva em consideração o estado de calamidade pública, reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, do Congresso Nacional, decorrente da pandemia da Covid-19 causada pelo Coronavírus.

Medidas - “Desde o início da pandemia, estamos trabalhando diuturnamente em medidas que auxiliem o pequeno produtor na manutenção da sua produção e distribuição, adotando as medidas de segurança necessárias. A nova prorrogação do prazo de validade das declarações é importante, pois a DAP é indispensável para que o agricultor familiar consiga acessar as políticas públicas de crédito e os programas de compras institucionais”, ressalta o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke.

Levantamento - Levantamento realizado pela Coordenação do Cadastro da Agricultura Familiar da SAF aponta que, com a iniciativa, mais de 846 mil DAPs terão sua vigência prorrogada, garantindo que milhares de agricultores familiares continuem acessando programas e projetos executados pelo Mapa.

DAP - A Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) é a porta de entrada do agricultor familiar às políticas públicas de incentivo à produção e geração de renda. Como uma identidade, o documento tem dados pessoais dos donos da terra, dados territoriais e produtivos do imóvel rural e da renda da família. Para acessar uma linha de crédito do Pronaf, por exemplo, é imprescindível a DAP, pois nela consta informações que darão segurança jurídica para as transações de financiamentos.

Beneficiários - Além dos agricultores/as familiares, são beneficiários da DAP, pescadores artesanais, aquicultores, maricultores, silvicultores, extrativistas, quilombolas, indígenas, assentados da reforma agrária e beneficiários do Terra Brasil - Programa Nacional de Crédito Fundiário. (Mapa)

Confira aqui outras informações sobre a DAP

FOTO: Hedeson Alves / AEN

ITR: Receita Federal alerta que faltam 5 dias para encerramento do prazo de entrega das Declarações de 2020

itr 25 09 2020Até esta quinta-feira (24/09), 4.760.027 milhões de declarações de ITR 2020 já haviam sido entregues à Receita Federal. A expectativa é de que 5,9 milhões de documentos sejam recebidos até o dia 30, fim do prazo de entrega.

Multa - Quem não apresentar a declaração no prazo está sujeito à multa de 1% (um por cento) ao mês ou fração de atraso, lançada de ofício e calculada sobre o total do imposto devido, não podendo seu valor ser inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais).

Quotas - O valor do imposto pode ser pago em até 4 (quatro) quotas iguais, mensais e sucessivas, sendo que nenhuma quota pode ter valor inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais). Imposto de valor inferior a R$ 100,00 (cem reais) deve ser pago em quota única e a quota única ou a 1ª (primeira) quota deve ser paga até o último dia do prazo para a apresentação da DITR.

Orientações - Diversas instituições de Ensino Superior possuem o Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal – NAF em parceria com a Receita Federal e estão prestando, de forma virtual e gratuita para a sociedade nos meses de agosto e setembro, orientações para o preenchimento e entrega da DITR. (Receita Federal)

Clique aqui para saber quais NAF onde encontrar orientação sobre a DITR.

Clique aqui para saber como se comunicar com os NAF estão oferecendo serviço a distância.

Quem preferir pode também acessar o perguntas de respostas da DITR 2020 e esclarecer eventuais dúvidas.

 

ECONOMIA I: Governo destina R$ 10 bilhões para micro e pequenos empresários

economia I 25 09 2020 O governo federal liberou R$ 10 bilhões para a concessão de empréstimos para microempreendedores individuais (MEIs) e empresas de pequeno porte por meio do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-Maquininhas). A medida provisória (MP) que autoriza a abertura do crédito extraordinário foi publicada nesta quinta-feira (24/09) no Diário Oficial da União.

Pandemia - O programa foi aprovado em julho no Congresso e sancionado mês passado pelo presidente Jair Bolsonaro e tem o objetivo de diminuir os efeitos econômicos negativos causados pela pandemia de covid-19.

Garantia - O Peac-Maquinhas usará como garantia os valores a receber de vendas feitas por meios das máquinas de cartões. A instituição financeira vai considerar o valor de vendas que passou pela maquininha um ano antes do período da pandemia, calcular o valor médio e fixar um valor de empréstimo para essa empresa, limitado ao teto de R$ 50 mil. Os juros são de até 6% ao ano.

Liberação dos recursos - De acordo com o texto da MP, os recursos serão liberados a partir da contratação de operação de crédito interna (contratos ou emissão de títulos da dívida pública) e repassados ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), instituição responsável por coordenar o programa. (Agência Brasil)

FOTO: Raupixel.com / Freepik

 

 

ECONOMIA II: Pedidos de seguro-desemprego caem 9,3% na primeira metade de setembro

economia II 25 09 2020Depois de dispararem nos últimos meses por causa da pandemia do novo coronavírus, os pedidos de seguro-desemprego de trabalhadores com carteira assinada continuam a cair. Nos 15 primeiros dias do mês, o total de pedidos recuou 9,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Queda - Desde o início de junho, o indicador está em queda. Na primeira metade de setembro, 218.679 benefícios de seguro-desemprego foram requeridos, contra 241.102 pedidos registrados nos mesmos dias de 2019. Ao todo, 62,9% dos benefícios foram pedidos pela internet na primeira quinzena do mês, contra apenas 2,8% no mesmo período de 2019.

Atendimentos presenciais e virtuais - O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (24/09) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, e considera os atendimentos presenciais – nas unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das Superintendências Regionais do Trabalho – e os requerimentos virtuais.

Acumulado - Apesar da queda na primeira quinzena de setembro, os pedidos de seguro-desemprego continuam em alta no acumulado do ano, tendo somado 5.203.736, de 2 janeiro a 15 de setembro de 2020. O total representa aumento de 6,7% em relação ao acumulado no mesmo período do ano passado, que foi de 4.876.556.

Ano - No acumulado do ano, 55,9% dos requerimentos de seguro-desemprego (2.909.114) foram pedidos pela internet, pelo portal gov.br e pelo aplicativo da carteira de trabalho digital; 44,1% dos benefícios (2.294.622) foram pedidos presencialmente. No mesmo período do ano passado, 98,4% dos requerimentos (4.796.231) tinham sido feitos nos postos do Sine e nas superintendências regionais e apenas 1,6% (80.325) tinha sido solicitado pela internet.

Reabertura dos postos - Embora os requerimentos possam ser feitos de forma 100% digital e sem espera para a concessão do benefício, o Ministério da Economia informou que os dados indicam que muitos trabalhadores aguardaram a reabertura dos postos do Sine, administrados pelos estados e pelos municípios, para darem entrada nos pedidos. O empregado demitido ou que pediu demissão tem até 120 dias depois da baixa na carteira de trabalho para dar entrada no seguro-desemprego.

Perfil - Em relação ao perfil dos requerentes do seguro-desemprego na primeira quinzena de setembro, a maioria é do sexo masculino (59,9%). A faixa etária com maior número de solicitantes está entre 30 e 39 anos (33,4%) e, quanto à escolaridade, 59,4% têm ensino médio completo. Em relação aos setores econômicos, os serviços representaram 43% dos requerimentos, seguido pelo comércio (26,3%), pela indústria (14,9%) e pela construção (9,6%).

Estados - Os estados com o maior número de pedidos foram São Paulo (65.358), Minas Gerais (24.129) e Rio de Janeiro (17.420) e os que tiveram maior proporção de requerimentos via web foram Acre (96,4%), Sergipe (87,1%) e Tocantins (85,7%). (Agência Brasil)

 

CÂMBIO: Em dia de alívio, dólar tem maior recuo diário em três semanas

cambio 25 09 2020Num dia de alívio nos mercados externos, a moeda norte-americana teve a maior queda diária em três semanas. O dólar comercial fechou esta quinta-feira (24/09) vendido a R$ 5,51, com recuo de R$ 0,077 (-1,38%), depois de quatro sessões seguidas de alta.

EUA - Desde 1º de setembro, quando havia caído 1,75%, o dólar comercial não recuava tanto em um único dia. A divisa chegou a abrir em alta, atingindo R$ 5,61 na máxima do dia, por volta das 11h. No entanto, a cotação recuou a partir do fim da manhã, quando notícias vindas dos Estados Unidos animaram o mercado em todo o planeta.

Ajuda a famílias e empresas - O presidente do Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos), Jerome Powell, e o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, informaram que centenas de bilhões de dólares que seriam usados para aliviar os efeitos da pandemia de covid-19 poderiam ser realocados para ajudar famílias e empresas dos Estados Unidos.

Pacote adicional - Paralelamente, a imprensa norte-americana noticiou que deputados democratas estariam preparando um pacote adicional de estímulos de US$ 24 trilhões. A medida aliviaria as negociações no Congresso norte-americana emperradas há meses por causa das proximidades nas eleições na maior economia do planeta.

Ações - No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. Depois de ter fechado, nesta quinta-feira (23/09), abaixo dos 96 mil pontos pela primeira vez desde junho, o índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta quinta-feira aos 97.012 pontos, com alta de 1,33%. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

CMN: Conselho amplia ajuda para combater efeitos da Covid-19 na economia

O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou o escopo e prorrogou o prazo de medidas de ajuda para estimular o crédito e reduzir o impacto da pandemia sobre a economia. Os níveis mínimos de provisionamento (recursos parados no caixa dos bancos), que valiam apenas para alguns programas, foram estendidos para todas as operações amparadas em programas federais de crédito.

Restrição - Até agora, a aplicação de níveis mais baixos de provisionamento estava restrita aos empréstimos do Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese). Com a decisão desta quinta-feira (24/09), qualquer operação custeada parcialmente com recursos da União passará a exigir volume menor de recursos parados sobre a parcela da operação custeada pela instituição financeira.

Ações - A medida beneficiará ações como o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac-FGI), o Peac-Maquininhas e o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

Necessária - De acordo com o chefe do Departamento de Regulação do Banco Central (BC), João André Pereira, a medida foi necessária porque somente o Pese estava em vigor quando o novo modelo de provisionamento foi adotado. Os demais programas foram criados mais tarde.

Risco de inadimplência - Por meio dos provisionamentos, as instituições financeiras deixam recursos parados em caixa para cobrir o risco de inadimplência nas operações de crédito. Ao operarem empréstimos com recursos federais, os bancos assumem o risco de calote por parte dos mutuários, usando os provisionamentos para cobrirem eventuais prejuízos. Quanto maior o provisionamento, menor o volume emprestado.

Prazos - O CMN também prorrogou o prazo de vigência das medidas que permitiam classificar os empréstimos renegociados entre 1º de março e 30 de setembro para o nível em que estavam classificadas em 29 de fevereiro deste ano. A reclassificação poderá ser aplicada a renegociações feitas até 31 de dezembro.

Juros - Com a medida, mutuários que ficaram inadimplentes durante a pandemia de covid-19 e renegociaram a dívida não terão de pagar juros mais altos ao contratarem novos empréstimos no sistema financeiro. Isso porque a classificação de risco do empréstimo com problemas não será alterada e não afetará o nome do tomador.

Prazo - O prazo para dispensar a caracterização de uma operação de crédito inadimplente como ativo problemático da instituição financeira também foi estendido, passando a alcançar operações reestruturadas entre 16 de março e 31 de dezembro de 2020. O prazo anterior também terminava em 30 de setembro. (Agência Brasil)

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: Mais de R$ 411 bilhões já foram gastos no combate à pandemia

administracao publica 25 09 2020O orçamento criado neste ano para combater a pandemia de Covid-19 acumulou até 22 de setembro quase R$ 591,9 bilhões em despesas autorizadas. Desse total, R$ 411,8 bilhões (69,6%) foram pagos, calculou a Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados.

Auxílio emergencial - O chamado “orçamento de guerra”, aprovado pelo Congresso Nacional no começo da pandemia, possibilitou a criação do auxílio emergencial de R$ 600 destinado a pessoas em situação de vulnerabilidade. Dos mais de R$ 254 bilhões, 83,8% já chegaram a esse grupo.

Outras ações - Outras três ações tiveram um percentual pago ainda maior do que o auxílio emergencial, segundo o relatório da consultoria, elaborado a partir de dados divulgados pelo Tesouro Nacional até a última terça-feira (22/09).

Isenção - A isenção dada aos beneficiários da tarifa social de energia elétrica entre abril e junho, por meio da Medida Provisória 950/20, consumiu todos os R$ 900 milhões alocados pelo governo. Com a MP, as famílias não precisaram pagar a conta de luz naquele período.

Estados e municípios - O auxílio financeiro aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, no montante de quase R$ 60,2 bilhões, já foi praticamente todo transferido. A Lei Complementar 173/20 pretende compensar os entes federativos por perdas econômicas em razão da pandemia.

Micro, pequenas e médias - No caso das medidas de apoio a micro, pequenas e médias empresas, com valor autorizado de R$ 47,9 bilhões, foram pagos 89,6%. O objetivo dessas ações é prover recursos para capital de giro e quitação de salários nessas firmas, que juntas mais empregam no País.

Execução zerada - De outro lado, três ações estão com a execução ainda zerada: o auxílio às instituições de longa permanência para idosos (R$ 160 milhões) e os incrementos na saúde para atividades de Atenção Básica (R$ 43 milhões) e de Média e Alta Complexidade (R$ 23 milhões).

Análise - O levantamento deverá ser analisado agora pela comissão mista que acompanha a execução orçamentária e financeira das ações relacionadas ao novo coronavírus. Esse colegiado foi criado pelo decreto legislativo que reconheceu o estado de calamidade pública no País.

Comissão mista - A comissão mista é formada por seis deputados e seis senadores, com igual número de suplentes. O presidente do colegiado é o senador Confúcio Moura (MDB-RO). A relatoria está a cargo do deputado Francisco Jr. (PSD-GO). (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Djalma Vassão / Fotos Públicas

 

SAÚDE I: Brasil tem 139 mil mortes e 4,65 milhões de casos acumulados

O número de pessoas que se infectaram com o novo coronavírus desde o início da pandemia subiu para 4.657.702. Nas últimas 24 horas, foram registrados 32.817 novos diagnósticos positivos para covid-19. Até quarta-feira (23/09), a soma estava em 4.624.885.

Divulgação - Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde no início da noite desta quinta-feira (24/09), na atualização diária publicada pela pasta.

Acumulado - Ainda conforme o boletim, o número acumulado de mortes em razão da pandemia chegou a 139.808. Entre quarta-feira (23/09) e quinta-feira (24/09), os novos óbitos registrados pelas secretarias estaduais de saúde totalizaram 831, mantendo a média abaixo dos 1.000 diários das últimas semanas. Na quarta, o sistema do Ministério da Saúde contabilizava 138.977 vidas perdidas desde o início da pandemia.

Investigação - As autoridades de saúde ainda investigam se 2.422 falecimentos ocorreram em decorrência da covid-19.

Acompanhamento - Ainda de acordo com a atualização, 494.105 pacientes estão em acompanhamento. O número de recuperados da covid-19 chega a 4.023.789. Isso representa 86,4% do total de infectados pelo novo coronavírus.

SP ultrapassa 958 mil casos de coronavírus - Segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (24/09) pela Secretaria Estadual de Saúde, o estado de São Paulo soma, desde o início da pandemia até agora, 958.240 casos confirmados do novo coronavírus, com 34.677 mortes. Só nas últimas horas, o estado somou 185 mortes e 6.267 novos casos.

Recuperados - Do total de casos diagnosticados, 821.045 pessoas já estão recuperadas da doença.

Internados - Há 9.310 pacientes internados em todo o estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, sendo 4.017 deles em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) do estado é de 46,7% no estado e de 45,8% na Grande São Paulo.

Outros estados - O Rio de Janeiro é o segundo estado com o maior número de mortes por covid-19, com 18.037 óbitos. Em seguida estão Ceará (8.882), Pernambuco (8.110) e Minas Gerais (6.983).

Menos óbitos - As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (635), Acre (653), Amapá (698), Tocantins (901) e Mato Grosso do Sul (1.217). (Agência Brasil)

 

saude I 25 09 2020

SAÚDE II: Paraná registra 1.633 novos casos e 36 mortes pela Covid

saude II 25 09 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (24/09) mais 1.633 casos confirmados e 36 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 168.717 casos e 4.237 mortos. Há ajustes de casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.105 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 903 pacientes em leitos SUS (453 em UTI e 450 em leitos clínicos/enfermaria) e 202 em leitos da rede particular (89 em UTI e 113 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 859 pacientes internados, 393 em leitos UTI e 466 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos.

Óbitos - Morreram mais 36 pacientes, todos estavam internados. São 13 mulheres e 23 homens, com idades que variam de 36 a 90 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 28 de agosto e 24 de setembro.

Residência - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (10), Londrina (3), Bandeirantes (2), Campo Largo (2), Foz do Iguaçu (2). Também há um óbito em cada um dos seguintes municípios: Arapongas, Araucária, Cascavel, Colombo, Corbélia, Dois Vizinhos, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Ivaiporã, Matinhos, Palmeira, Palmital, Piraquara, Santa Fé, São José dos Pinhais, Toledo, Umuarama.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 1.791 casos de residentes de fora, 43 pessoas faleceram.

Ajustes - Alteração de município:

Um caso confirmado no dia 14/8 em Nova Prata do Iguaçu foi transferido para Cascavel;

Um caso confirmado no dia 16/9 em Cascavel foi transferido para Corbélia;

Um caso confirmado no dia 22/9 em Palmital foi transferido para Colombo;

Um caso confirmado no dia 18/7 em Arapoti foi transferido para Londrina;

Um caso confirmado no dia 9/8 em Arapoti foi transferido para Arapongas;

Exclusões - Um caso confirmado no dia 30/7 em Paranavaí foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 11/8 em Araucária foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 11/8 em Cambé foi excluído por duplicidade de notificação;

Cinco casos confirmados nos dias 9/8 (1) 11/8 (3) e 20/8 (1) em Cascavel foram excluídos por duplicidade de notificação;

Três casos confirmados nos dias 11/8 (2) e 21/9 (1) em Colombo foram excluídos por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 11/8 em Coronel Vivida foi excluído por duplicidade de notificação;

Vinte e dois casos confirmados nos dias 7/8 (3), 8/8 (3), 10/8 (1), 11/8 (14) e 12/8 (1) em Curitiba foram excluídos por duplicidade de notificação;

Dois casos confirmados nos dias 11/8 e 8/9 em Ibiporã foram excluídos por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 11/8 em Itaperuçu foi excluído por duplicidade de notificação;

Dois casos confirmados nos dias 11/8 na Lapa foram excluídos por duplicidade de notificação;

Dois casos confirmados nos dias 9/8 e 11/8 em Londrina foram excluídos por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 7/8 em Mandirituba foi excluído por duplicidade de notificação;

Seis casos confirmados nos dias 11/8 (5) e 21/9 (1) em Maringá foram excluídos por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 3/9 em Pinhais foi excluído por duplicidade de notificação;

Dois casos confirmados nos dias 10/8 em Piraquara foram excluídos por duplicidade de notificação;

Dois casos confirmados nos dias 7/8 e 26/8 em Ponta Grossa foram excluídos por duplicidade de notificação;

Dois casos confirmados nos dias 11/8 em Rolândia foram excluídos por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 10/8 em Santa Lucia foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 11/8 em São Jorge D'Oeste foi excluído por duplicidade de notificação;

Dois casos confirmados nos dias 11/8 em São José dos Pinhais foram excluídos por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 9/8 em Sertanópolis foi excluído por duplicidade de notificação;

Arquivos - A Secretaria da Saúde informa que devido a problemas técnicos os arquivos PDF e CSVs serão publicados posteriormente. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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