Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4919 | 01 de Outubro de 2020

FÓRUM DE MERCADO I: Evento discute as tendências do agro para safra 2020/21

No momento em que o produtor está com um olho no céu e outro na terra, à espera do momento certo para semear soja e milho, os Sistemas Ocepar e Faep, juntamente com as secretarias estaduais da Agricultura e Abastecimento (Seab) e de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest), promoveram, na tarde desta terça-feira (30/09), o Fórum de Mercado - Tendências do Agro para a Safra 2020/21. Cerca de 250 pessoas acompanharam o evento realizado virtualmente, das 14h às 16h30. Com a mediação do jornalista e coordenador de Comunicação Social do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, o Fórum foi transmitido ao vivo pelo canal TV Paraná Cooperativo, e hoje já contabiliza quase 800 visualizações. Para quem não assistiu, basta acessar o canal no Youtube e conferir o Fórum de Mercado na íntegra.

Mercado internacional - “O produtor precisa ter a melhor informação de tudo aquilo que envolve o seu trabalho”, destacou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ao abrir o evento. Para cumprir com esse propósito, participaram do Fórum o especialista em mercado agrícola André Pessôa, e o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Luiz Renato Lazinski.

Continuidade - O dirigente anunciou ainda a continuidade da parceria entre o Sistema Ocepar, Faep, Seab e Sedest na promoção de outros eventos com a mesma finalidade. “Pretendemos realizar mais dois na sequência, um em meados de outubro, com a presença do professor da USP (Universidade de São Paulo), Marcos Fava Neves, e de adidos agrícolas brasileiros que atuam em embaixadas na Europa, Estados Unidos e parte do Oriente Médio, e outro em novembro, com a participação do Marcos Sawaya Jank, especialista em questões globais do agronegócio, e de adidos agrícolas do Brasil na China, Coreia e da Ásia”, contou. “O objetivo no evento de hoje é fazer uma análise interna e de perspectivas. Depois, vamos direcionar o olhar para o mercado internacional”, completou

Riscos - Ricken lembrou que o momento é inusitado, tanto por conta da pandemia do novo coronavírus, quanto pelo clima, que castiga o setor produtivo com uma das maiores estiagens da história do Paraná. “O cenário é favorável, do ponto de vista de preços, mas os riscos financeiros, de mercado e de clima permanecem. Temos que nos preparar e buscar informações para fazer um bom planejamento”, disse.

Margens - Segundo o dirigente, com base no o acompanhamento econômico-financeiro do cooperativismo, “sabemos que as margens líquidas de quem trabalha no setor não são grandes”. Nos últimos 10 anos, a média de rentabilidade líquida das empresas que atuam no apoio à comercialização foi de 2%. Já nas agroindústrias, que agregam valor e comercializam a produção no mercado internacional, a rentabilidade líquida chega 4%. “Não há margem para tributar o produtor, para onerar as empresas e as cooperativas que atuam nessa área. Então, toda prudência é necessária, e o planejamento é fundamental. Com a melhor informação, é possível inovar e fazer uma boa gestão dos riscos”, afirmou.

A missão do agricultor - O presidente da Faep, Ágide Meneguette, também reforçou que os dois temas tratados no Fórum de Mercado, o primeiro realizado em parceria com o Sistema Ocepar e as secretarias de Meio Ambiente e de Agricultura, são fundamentais para o agronegócio. “Os produtores do Paraná já conhecem sua missão. Faça chuva ou sol, estão todos os dias no campo, garantindo recordes de produção e produtividade”, afirmou o dirigente, lembrando que na última safra o estado colheu mais de 40 milhões de toneladas de grãos. “Isto garante a segurança alimentar do país, ou seja, que não falte comida na mesa do cidadão. E nisso temos excelência”, frisou.

Estiagem - Porém, completou o dirigente, nem sempre é fácil para o agricultor cumprir a sua missão. “Esta é a pior estiagem da história recente do Paraná, com níveis de chuva abaixo dos 80% das médias históricas. E ainda assim, o produtor precisa seguir em frente, por isso é fundamental que antes de começar o plantio da próxima safra, tenha em mãos informações que o ajudem a saber qual período deve começar a chover, e em que volume, para que possa tomar as melhores decisões”, afirmou.

Boas práticas - O dirigente ressalta, no entanto, que o produtor não deve se preocupar apenas com o clima, mas também olhar para as boas práticas que o produtor pode adotar de forma preventiva para amenizar os efeitos da falta de chuva. “Esta é uma preocupação nossa, tanto que nos últimos anos, o Senar/PR investiu R$ 12 milhões em uma parceria com o Governo do Paraná para manter e ampliar as pesquisas desenvolvidas pelas universidades do estado relacionadas a otimização e manutenção da qualidade do solo. Isto é tecnologia científica aplicada no campo. Nós, da Faep e do Senar, valorizamos o compartilhamento de conhecimento. Isto está no nosso DNA”, disse.

Sustentabilidade– Em sua participação no Fórum, o secretário Marcio Nunes, destacou a forma transversal com que o Governo do Estado tem conduzido suas ações, com alinhamento entre as secretarias estaduais e diálogo com o setor produtivo. O secretário também destacou o fato de que hoje a marca da sustentabilidade é impreterível. “Temos que produzir com sustentabilidade e tomar muito cuidado para não perder a mão. Os países têm falado muito que o Brasil não tem cuidado bem do meio ambiente. O Paraná é uma exceção à regra, porque aqui o produtor cuida, recupera e preserva”, disse, ressaltando em seguida o empenho das entidades representativas (Ocepar, Faep e Fetaep) no sentido de conscientizar o setor produtivo em relação à necessidade de produzir, sem deixar de lado as preocupações com o meio ambiente. .

Alimento sustentável - Segundo ele, o equilíbrio entre produção e meio ambiente sempre foi necessidade, porém, estamos vivendo um ciclo econômico focado no “alimento sustentável”. “Depois de já termos vivido diversos ciclos econômicos - açúcar, pecuária, madeira, erva mate, entre outros - agora estamos no ciclo da produção com sustentabilidade. É o grão sendo transformado em proteína, e o dejeto da atividade agroindustrial voltando para o solo para fertilização, num processo sustentável, inclusive na questão de geração de emprego e renda, no campo e na cidade”, frisou.

Incentivo à energia limpa - Márcio Nunes encerrou sua fala destacando um novo projeto para o setor produtivo, e do qual a Ocepar tem participado intensivamente. “Depois do Descomplica Rural, que diminui a burocracia para a obtenção de licenças ambientais, vamos lançar, num trabalho conjunto com a Ocepar e Faep, e Fiep, o Descomplica Energia Sustentável”, anunciou. “O objetivo é simplificar o licenciamento de tudo o que gera energia limpa, ou seja, que não utilizem combustíveis fósseis que causam poluição. Estamos falando de energia solar (fotovoltaica), eólica, biomassa, biogás. Esta iniciativa atende à demanda das cooperativas por energia, em função do aumento da produção, em especial de proteína animal, com sustentabilidade”, disse.

Produção - “Não estamos sentados embaixo da sombra. A vida está se desenrolando”, afirmou o secretário de Agricultura, Norberto Ortigara, ao iniciar o relato sobre os resultados da agropecuária do Paraná, em tempos de pandemia. “Apesar da seca, conseguimos colher uma segunda safra que dá orgulho, perto de 41 milhões de toneladas de grãos. Estamos avançando na colheita do trigo, que mostra boa qualidade e tem bons preços”, contou. “Em 2020, a estimativa é um aumento acima de 15% no Valor Bruto da Produção e pela primeira vez na história, a proteína animal está tomando a dianteira”, completou.  

Safra 2020/21- “Estamos sob estresse, pois estamos ligeiramente atrasados em tudo”, afirmou o secretário, ao se referir a safra 2020/21. “Na soja, estamos com cerca de 3% de área plantada, sendo que em anos anteriores, nesse mesmo período, o percentual chegava a 10%. Isto sinaliza que teremos algum problema em janeiro e fevereiro do próximo ano. No milho, estamos com 40% de semeadura, sendo que na safra passada estávamos com 50% e na anterior 68%”, disse.   “Estre atraso ocorre em função da pior crise hídrica dos últimos tempos. Mesmo assim, confio que vamos colher uma boa safra porque cada vez mais estamos empregando novas tecnologias e boas práticas. O ano está sendo pródigo na criação de suínos, no preço da carne, na produção de frangos, peixes, resultado de muito esforço técnico, o que nos leva para frente para uma posição de vanguarda para termos uma agropecuária que os dê orgulho”, concluiu.

Riscos -“Mesmo que o momento do agronegócio seja favorável, permanecem os riscos: riscos de mercado, financeiros e de clima”. A fala é do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, na abertura do Fórum de Mercado. Clique aqui e confira na Rádio Paraná Cooperativo.

Produzir, essa é a missão - Faça chuva ou faça sol, os produtores paranaenses sabem da sua missão. E sempre quebrando recordes, como lembra o presidente do Sistema Faep/Senar, Ágide Meneguete, durante sua participação no Fórum de Mercado. Clique aqui e confira na Rádio Paraná Cooperativo.

A era do alimento sustentável - Segundo o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná, Márcio Nunes, 2020 marca a era do alimento sustentável. O Secretário destacou ainda o bom relacionamento e diálogo que o Governo Estadual tem com as entidades que representam o setor produtivo paranaense. Clique aqui e confira na Rádio Paraná Cooperativo.

Impactos da estiagem - A estiagem histórica que assola o Paraná nos últimos meses atrasou a programação dos produtores rurais neste começo de safra 2020/2021. O secretário Estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, deu números e detalhes de culturas, durante sua participação no Fórum de Mercado. Clique aqui e confira na Rádio Paraná Cooperativo.

{vsig}2020/noticias/10/01/forum_mercado_I/{/vsig}

FÓRUM DE MERCADO II: Agricultura paranaense de olho no clima e mercado; apreensão e otimismo

Questões cruciais para a agricultura brasileira e, em especial, a paranaense, o clima e o mercado de commodities, especialmente de soja e milho, foram esmiuçadas no Fórum de Mercado, via live, na tarde desta quarta-feira (30/09), na TV Paraná Cooperativo. As estrelas do evento, com mais de 700 visualizações em várias partes do Brasil, por meio do canal Youtube, foram Luiz Renato Lazinski, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com mais de 30 anos de trabalho, e André Pessôa, engenheiro agrônomo da Agroconsult, especialista em análise de mercados agrícolas e política  e de política agrícola.  Se de um lado, o mercado de commodities sinaliza horizonte azul para a safra 2020/2021, do outro, o clima aumenta preocupação por falta de chuvas regulares e veranicos à vista.

Estiagem - Lazinski traduziu a realidade mostrada pelos mapas meteorológicos: na prática, o La Niña, mesmo de intensidade de fraca a moderada, já está influenciando o clima desde o início do mês de setembro e que deve perdurar até maio de 2021. Uma interpretação nada favorável à agricultura, uma vez que o fenômeno, decorrente do esfriamento das águas do Oceano Pacífico, reduz a regularidade e o volume das chuvas, o que acentua a escassez hídrica do solo, retarda o início do plantio e prejudica o desenvolvimento das lavouras. E há um agravante, apontado pelo meteorologista, o Paraná, como outras partes do país, ainda está sob o efeito do que se denomina neutralidade climática desde setembro de 2019, o que explica a ocorrência de precipitação mais espaçada e abaixo da média, desfavorável, portanto, à manutenção de umidade ideal para suprir as necessidades da plantação. Isso também explica o baixo volume de água de reservatórios de abastecimento das cidades, como é o caso de Curitiba.

Chuva - Fenômeno fundamental para a agricultura, tanto para o seu sucesso ou fracasso, e sobre o qual o setor não tem como influir, o clima vai tirar o sono de muita gente, porque afetando este setor, desfavorece toda uma cadeia econômica. E o efeito do La Niña vai além do final da safra de verão, avançando até maio de 2021. No entanto, há previsão de chuva boa a partir dos próximos dias 10 e 11 deste mês. “Será uma precipitação boa, abundante. O problema é que, devido à irregularidade dessas ocorrências, é difícil a manutenção da umidade do solo”, pondera Lazinski, isso significa que o centro-sul da América do Sul, compreendendo Mato Grosso do Sul, São Paulo, toda a região sul do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, vai sofrer com a falta ou irregularidade de chuvas. Situação diferente vai ser nas regiões sudeste e centro-oeste que terão chuvas mais regulares.

Soja - Em sua exposição, André Pessôa lembrou que o mercado da oleaginosa permanece firme sustentado principalmente pela crescente demanda da China, com a recomposição do plantel de matrizes suínas perto de 21 milhões de cabeças, num nível altamente profissional, priorizando nutrição e sanidade. O consumo doméstico também tem influenciado a alta dos preços da commodity. Por exemplo,  dos 125 milhões de toneladas colhidos na safra 2019/2020, o Brasil esmagou mais de 44 milhões de toneladas, porque o agronegócio não parou com a pandemia da Covid-19, o que se evidenciou com o consumo de óleo diesel utilizado pela frota de caminhões. Isso elevou a produção de biodiesel, do qual a soja é um dos componentes. O analista pontuou ainda que o foram exportados 81 milhões de toneladas, aproveitando o mercado aquecido, com bons preços e prêmios. Em Paranaguá, a saca de soja em setembro registrou recorde de R$ 150. A média do mês fechou acima de R$ 140 a saca e os prêmios também atingiram níveis históricos para esta época do ano, de US$ 1,80. “Só não exportamos mais por falta de produto.”

Cenário - Pessôa pontuou ainda que para a safra 2020/2021, o país manterá a performance de maior exportador da soja, tendo a China como principal destino. Estima-se que o mercado chinês terá de importar, em 2021, mais de 100 milhões de toneladas, frente aos cerca de 98 milhões de toneladas deste ano, com o Brasil fornecendo a maior parte deste volume, mesmo com os Estados Unidos voltando ao cenário, tanto no fornecimento de grãos como proteína animal. A produção brasileira, em área de 38,2 milhões de hectares, deve atingir o recorde de133,4 milhões de toneladas, pelos cálculos da Agroconsult, em um momento muito favorável para a atividade, mesmo considerando que houve alta no preço dos insumos. Sinal disso: as vendas antecipadas da próxima safra já chegam a 60% no Mato Grosso e 40% no Paraná, inclusive há registros de negócios da produção do período 2021/2022 nestes dois estados. “A venda antecipada é uma vacina contra as incertezas do mercado”, disse. O próximo ano será marcado pelo equilíbrio de oferta de procura, pois os EUA devem plantar mais soja, o que sinaliza preços abaixo de US$ 10/buschel. “Isso se não houver uma derrapada na produção por causa da alguma adversidade do clima”, ponderou.

Milho - Pêssoa, lembrando que o Brasil, pelo segundo ano consecutivo, alcançou produção superior aos 100 milhões de toneladas de milho, disse que o país teve um desempenho significativo de exportação do cereal, com o embarque de 35 milhões de toneladas, neste ano. O volume só não foi maior por causa do consumo doméstico para atender demanda da avicultura, suinocultura e até para a produção de etanol. A expectativa é de aumento na área de milho, que vai chegar a 19 milhões de hectares, o que, em condições normais, permitirá a produção de até 111 milhões de toneladas do cereal no ano que vem, suficientes para abastecer o mercado interno e incrementar as exportações, que devem chegar perto dos 40 milhões de toneladas. A rentabilidade do milho  por hectare no Paraná, na safra verão, está calculada em R$ 5.016,00 e, para a safrinha, em R$ 2.272,00. A frustração de safra e o aumento das exportação do cereal pelos Estados Unidos contribuíram para manter os estoques baixos e ajudaram a recuperação do preço, o que sinaliza US$ 4/bushel, comentou o analista. 

{vsig}2020/noticias/10/01/forum_mercado_II/{/vsig}

 

SISTEMA OCEPAR: Gallassini participa virtualmente da reunião do Comitê de Acompanhamento

O líder cooperativista e presidente do Conselho de Administração da Coamo, com sede em Campo Mourão, José Aroldo Gallassini, foi um dos convidados da reunião diária virtual do Comitê de Acompanhamento da Covid-19 do Sistema Ocepar, na manhã desta quinta-feira (01/10). Durante quase uma hora, Gallassini falou para os integrantes da diretoria executiva e funcionários do sistema, por meio de videoconferência.

Trajetória - A reunião foi aberta pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que agradeceu a disponibilidade de Gallassini em participar e poder compartilhar um pouco da sua trajetória no cooperativismo. “Essa é a nossa 159ª reunião do Comitê após o início da pandemia, que nos obrigou a realizar todas nossas atividades de forma remota, devido às orientações dos protocolos das autoridades de saúde sobre a necessidade de mantermos isolamento social de toda nossa equipe”, frisou Ricken. O dirigente ressaltou que “todos os dias nos reunimos aqui na primeira hora da manhã, de forma virtual, com toda Executiva, mais gerentes e coordenadores, para tratar das atividades diárias. Na sequência, todos passam essas decisões para suas equipes, como forma de mantermos uma sintonia que na forma presencial. Queremos hoje ouvi-lo aqui, sua experiência no cooperativismo, qual sua visão a respeito do setor e o que podemos nos espelhar na sua forma de atuar”, disse Ricken.

Perfil - Formado em engenharia agronômica no ano de 1967, pela Universidade Federal do Paraná, Gallassini é catarinense de Brusque e reside em Campo Mourão há mais de 50 anos. Recém-formado, prestou concurso e foi aprovado para atuar na extensão rural da Acarpa, atual Emater-PR. No início de suas atividades profissionais, prestou serviços temporários em Imbituva, na região dos Campos Gerais, polarizada por Ponta Grossa. “Trabalho desde os 13 anos, na época entregando compras nas casas, pois não queria estudar. Eu era canhoto, muitos achavam feio eu tinha vergonha. Meu pai amarrava minha mão para trás para eu só usar a direita. Hoje escrevo feio, mas quebra um galho. Uma época quebrei o braço direito e voltei a escrever com a esquerda”, contou. “Como não queria estudar pensei: entre ter alguma coisa e não ter nada, melhor mesmo é voltar para escola. E hoje trabalho todos os dias, sem finais de semana e me dedico muito em tudo aquilo que me proponho realizar”.

Campo Mourão - Em 28 de janeiro de 1968, Gallassini chegou a Campo Mourão, onde encontrou grandes dificuldades pois a região era desprovida de tecnologias agrícolas e as lavouras eram conduzidas manualmente. “Na época, a produção era pequena e se concentrava nas culturas de arroz, milho e algodão. Tudo era plantado basicamente para a subsistência da família e da propriedade. Sem contar que as terras eram ácidas impróprias para o plantio, fracas e desvalorizadas”, destacou. Os primeiros experimentos de trigo em Campo Mourão foram implantados em 1969 pelo novato engenheiro agrônomo, que foi um dos responsáveis pela condução da primeira cultura agrícola mecanizada na região. Os experimentos foram realizados de abril a setembro daquele ano com pesquisa de competição de variedades, adubação, calagem e época de plantio.

Referências - Segundo Gallassini, o objetivo principal, desde o início da Coamo, era construir uma cooperativa voltada para o quadro social. “Tivemos como escola, tanto a Ocepar, que nasceu junto com a Coamo, mas também tivemos de referência a Cotrijuí, do Rio Grande do Sul, que depois acabou passando por dificuldades. Na época, aprendemos muito com os gaúchos e depois também passamos conhecimentos no setor para eles. O que faz um cooperado se afastar da cooperativa é a falta de credibilidade. Ele não fala nada, apenas se afasta e não entrega mais a produção. Isso faz com que muitas cooperativas definhem”, alertou. O dirigente diz que hoje a estratégia da cooperativa “é fazer chegar todas as novas tecnologias no campo para aumento da produtividade, receber a produção dos cooperados, industrializar o que é possível e ter uma gestão transparente, com base na ética e na honestidade. Enquanto eu puder decidir aqui, estaremos presentes apenas nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul”.

O Sistema - Ao comentar sobre o trabalho do sistema cooperativista paranaense, Gallassini destacou que a Ocepar é um órgão político importante, que representa muito bem as cooperativas na defesa dos principais interesses e com a missão da representação política junto ao governo. “Também temos a defesa sindical da Fecoopar e o trabalho imprescindível do Sescoop na capacitação e na preparação das pessoas. Hoje as cooperativas são as maiores empresas do Paraná e precisam cada vez mais de segurança jurídica e de políticas especificas e com profissionais altamente preparados para não se perder no aspecto da credibilidade e se dedicar com foco no desenvolvimento”, lembrou.

Liderança - Outro ponto destacado por Gallassini foi com relação ao perfil de um bom líder. “O primeiro fator é a honestidade, mas não só dentro da cooperativa, lá fora também, na vida, todos os dias. É um princípio de vida. Temos que ter uma maneira de ser, sempre igual. Sem isso, perdemos a credibilidade, a personalidade. E saber comandar uma equipe de forma que ela te respeite e siga seus exemplos”, relatou. Ele também destacou a boa gestão: “sem esquecer que, para administrar uma empresa como a Coamo, com movimentação econômica de R$ 18 bilhões e 29 mil cooperados, é preciso ter uma gestão profissional e competente. Preparamos muito a equipe, pois não adianta a diretoria da cooperativa ser honesta e os demais gestores não forem preparados para todos esses desafios”, finalizou.

{vsig}2020/noticias/10/01/gallassini/{/vsig}

COVID-19: Confira o comunicado 129 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 destaque 01 10 2020A participação do presidente do Conselho de Administração das cooperativas Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini, na reunião do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid do Sistema Ocepar, na manhã desta quinta-feira (01/10), é um dos destaques do comunicado 129. O boletim destaca ainda a realização do Encontro de Núcleos Cooperativos, entre os dias 19 e 22 de outubro. Confira abaixo.

1. No dia 1º de outubro, o presidente do Conselho de Administração das cooperativas Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini, participou da 159ª do Comitê do Sistema Ocepar.

2. O Sistema Ocepar realizou, no dia 30 de setembro, o Fórum de Mercado, que abordou as tendências do agronegócio para a safra 2020-2021, com a participação dos especialistas Luiz Renato Lazinski e André Pessôa.

3. Nos próximos dias 19 a 22 de outubro, o Sistema Ocapar irá realizar as reuniões do Encontro de Núcleos Cooperativos, para discutir os pontos estratégicos para o novo ciclo de planejamento do cooperativismo paranaense. Clique aqui para confirma sua inscrição.

4. A Receita Federal do Brasil – RFB, publicou nos últimos dias uma série de Soluções de Consultas:              

i.          SC Cosit nº 105 – Pis e Cofins Importação de bens para revenda por conta e ordem de terceiros;

ii.         SC Cosit nº 111 – Pis e Cofins obras e serviços de construção civil e manutenção e conservação predial;

iii.         SC Cosit nº 113 – Pis/Pasep sobre adiantamento de 13º salário.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia

 

SESCOOP/PR: Realizadas reuniões de alinhamento com agentes das cooperativas

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) promoveu, nesta quarta-feira e quinta-feira (30/09 e 01/10), três reuniões virtuais com os agentes de todas as regiões do Estado e a equipe de analistas da entidade. O objetivo foi promover o alinhamento das ações de formação profissional, promoção social e monitoramento realizadas pelas cooperativas paranaenses com suporte financeiro do Sescoop/PR, visando a correta aplicação dos recursos e a padronização dos processos e de informações. Os agentes são profissionais indicados pelas cooperativas para fazer a interlocução com o Sescoop/PR.

Encontros - Os encontros com os representantes do Norte, Noroeste, Oeste e Sudoeste ocorreram nesta quarta-feira (30/09). Já a reunião do Centro-Sul foi realizada na manhã desta quinta-feira (01/10). Cada uma contou com a presença de mais de 30 participantes. Todas tiveram a participação do superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, que destacou a importância do trabalho realizado pela entidade em prol do desenvolvimento do cooperativismo paranaense e as conquistas obtidas pelas cooperativas por meio das atividades apoiadas pelo Sistema Ocepar.

Pauta - A pauta das reuniões contemplou os seguintes assuntos: prestação de contas; Encontro Estadual de Agentes, que será realizado no dia 13 de novembro; Sistema Autogestão; projetos centralizados; planejamento de atividades para 2021; parceria com o Ceilin; a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD);novos modelos de check-in e de avaliação de eventos e o Plano Estratégico de Desenvolvimento Cooperativo (PEDC). A parte final das reuniões foi destinada a tratar de assuntos gerais e esclarecimento de dúvidas.

{vsig}2020/noticias/10/01/sescoop_pr/{/vsig}

CONJUR: Especialista em Direito Tributário afirma que Sistema S tem fiscalização mais eficiente que a do poder público

artigo 01 10 2020 O especialista em Direito Tributário, Edvaldo Nilo de Almeida, afirma que o Sistema S possui fiscalização muito mais eficiente do que a do poder público, em artigo publicado no site Consultor Jurídico (www.conjur.com.br). Almeida é procurador do Distrito Federal e advogado sócio do Nilo & Almeida Advogados Associados, doutor em Direito Público, mestre em Direito Constitucional e pós-doutorando em Direito Tributário. Ele inicia o texto destacando que as entidades que prestam os serviços sociais autônomos, integrantes do Sistema S, possuem órgãos de controle de recursos internos e, ainda, são submetidos à fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU), Ministérios e Controladoria-Geral da União (CGU). “Nessa senda, o problema a ser respondido é o da efetividade da fiscalização dos recursos dos serviços sociais autônomos por órgãos internos e externos, concluindo-se facilmente que se submetem a uma fiscalização muito mais rígida e eficiente do que a do poder público”, ressalta.

Corte - No artigo, ele fala sobre a finalidade dos serviços prestados pelo Sistema S e destaca ainda a afirmação do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a intenção do governo federal de reduzir o percentual de contribuição destinada às entidades que integram o Sistema. “Em dezembro de 2018, o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, mesmo conhecedor dos indispensáveis serviços sociais prestados, disse que teria que ‘(...) meter a faca no Sistema S. Se o interlocutor é inteligente, preparado e quer construir, como o Eduardo Eugênio, corta 30%. Se não, corta 50% (...)’”. Ao final, Almeida conclui que “apesar de serem criadas pelo Estado, os serviços sociais autônomos têm natureza jurídica de direito privado, mas se submetem às regras orçamentárias públicas, porquanto se sustentam, majoritariamente, por meio de repasse de tributos. Em decorrência desse repasse, além do rigoroso controle interno, as entidades se submetem ao controle constante e periódico do Poder Executivo e do TCU.”

Clique aqui para conferir o artigo na íntegra

 

LAR: Cooperativa agora tem universidade corporativa

O conhecimento e a capacitação, que já eram uma realidade constante na Lar Cooperativa, agora são ainda mais crescentes e estruturados com a criação da Lar Universidade Corporativa. O evento oficial de lançamento aconteceu com público restrito, na noite de 29 de setembro, no Lar Centro de Eventos em Medianeira (PR), com transmissão ao vivo para que associados e funcionários pudessem acompanhar. “A educação faz parte do 5º princípio do cooperativismo e está na nossa essência. Temos muitos talentos dentro de casa, verdadeiras joias que precisam ser lapidadas”, afirmou o diretor-presidente Irineo da Costa Rodrigues ao externar alegria em um momento gratificante e que marca a história da Lar Cooperativa.

Detalhes - Os detalhes sobre o funcionamento da Lar Universidade Corporativa foram apresentados pela gerente de gestão de pessoas Fabiane Poletto Bersch. A gerente esclareceu que a universidade não se refere a uma estrutura física, não haverá um prédio. “Trata-se de uma estrutura organizacional voltada para as necessidades estratégicas da Cooperativa, tanto presencialmente quanto a distância, e também em parceria com instituições de ensino da região”, relatou Fabiane. A universidade será um meio para capacitação e desenvolvimento dos mais de 11.500 associados e mais de 18 mil funcionários da Lar Cooperativa. Fabiane comentou também que durante a pandemia a capacitação não parou. Em 2020 já foram realizados 244 treinamentos, mais de R$ 600 mil reais investidos em parceria com o Sescoop-PR.

Palestra - A noite encerrou com palestra do professor e médico Eugênio Mussak, com o tema “Educação Corporativa”. Mussak enfatizou a importância da capacitação e desenvolvimento constantemente. Segundo ele, as organizações se tornam mais competitivas com o desenvolvimento das pessoas. A educação tradicional foca no conhecimento, já a corporativa foca nas competências, as necessidades reais para os seus negócios. O professor reforçou que a eficiência das pessoas aumenta com: capacitação permanente, simplificação dos processos, tecnologia adequada, liderança e engajamento. (Imprensa Lar)

{vsig}2020/noticias/10/01/lar/{/vsig}

INTEGRADA: Do ensino à prática

integrada 01 10 2020A Cooperativa Integrada acaba de fazer uma parceria inédita com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Campus Londrina para o programa Desafio PUC Empresas. A iniciativa da Universidade visa buscar soluções para problemas do dia a dia das instituições e, ao mesmo tempo, proporcionar treinamento prático aos estudantes.

Soluções - Os participantes irão desenvolver soluções que visam otimizar a produção de biogás e utilização do efluente final na Unidade Industrial de Milho (UIM) da cooperativa, localizada em Andirá (PR). O Desafio foi lançado em uma transmissão ao vivo (Live), no final deste mês.

Seleção - O projeto selecionará 20 estudantes dos cursos de administração, ciências contábeis e engenharia da produção para contribuir com a Integrada no processo de potencialização da produção de biogás e possível utilização do efluente final como biofertilizante.

Aproximação - Durante a abertura do Desafio, o superintendente geral da Integrada, Haroldo Polizel, ressaltou a importância da parceria entre as empresas e as universidades. “É importante aproximar a academia das empresas. Isso é muito comum em outros países e empresas e universidades ganham com soluções inovadoras e a produção de conhecimento”, observa o superintendente.

Apresentação - Durante a transmissão, o gerente da UIM, Igor Beno Bourscheidt, apresentou a indústria e o processo de produção de biogás. Ao todo, a unidade possui cinco biodigestores para a produção de biogás. O produto alimenta um gerador de capacidade de 240 Kwh. Hoje, o biogás é o responsável pela alimentação de 5% da energia consumida na indústria, o que gera uma economia de R$ 50 mil por mês.

Desafio - Bourscheidt afirma que o desafio proposto aos estudantes é buscar soluções que ajudem a aumentar a produção de biogás, melhorar a qualidade e quantidade de metano da estação de tratamento e encontrar outras soluções economicamente e ambientalmente corretas para destinação dos gases gerados durante o processo. Ressalta também, a possibilidade de obtenção de um novo produto gerado através do tratamento de efluente para adubação, atendendo as demandas de produtos orgânicos em sintonia com os projetos de sustentabilidade da cooperativa.

A UIM - A Unidade Industrial de Milho tem a capacidade estática de 30 mil toneladas de milho. Só neste ano, a indústria processará 3,6 milhões de sacas. Os produtos da UIM são utilizados em diversos setores da indústria de alimentos e bebidas, como cereal matinal, cervejaria, panificação, biscoitos, massas, amidos, gorduras vegetais, rações e até mesmo na mineração e na produção de fertilizantes. 70% da produção vai para o mercado interno e 30% para exportação.

Rentabilidade - A unidade industrial de milho é uma das três indústrias da Integrada, que foram criadas com objetivo de gerar maior rentabilidade para os cooperados. Além da indústria de milho, a Integrada produz rações para animais de produção e alimentos para pets, em Londrina (PR), e suco concentrado de laranja, na indústria de sucos instalada em Uraí (PR). (Imprensa Integrada)

 

BOM JESUS: Investimentos são feitos em armazenagem na Lapa e Mafra

A Cooperativa Bom Jesus abrange a região sudeste paranaense e o planalto norte catarinense e sua qualidade de atendimento na recepção de cereais aumenta a cada safra. Após inaugurações das novas unidades de São João do Triunfo e Antonio Olinto, a cooperativa está com obra importante na Lapa (PR), na unidade do Capão Bonito, e também com o início das obras da nova unidade de Mafra, em Santa Catarina.

Unidade aumentada - A unidade do Capão Bonito foi adquirida em dezembro de 2009 e está localizada a 12 km da cidade da Lapa. Já teve um processo de ampliação em meados de 2014 e sua atual capacidade de armazenagem é de 900 mil sacas. Com as obras no local, sua armazenagem passará a mais de 1 milhão de sacas na qual beneficia o cooperado local, além de poder ser usada como transbordo de outras unidades. Além do Capão Bonito, na unidade Matriz está sendo colocado um tombador de carreta para facilitar na recepção.

Nova unidade - A Cooperativa Bom Jesus está em Mafra desde novembro de 2014 com uma loja de insumos localizada as margens da BR-116. Com o processo de expansão da Cooperativa, a cidade ganhará a mais nova unidade de recebimento de cereais da Bom Jesus. Com uma capacidade de armazenagem de 454 mil sacas, a unidade será uma das mais modernas para os cooperados locais, com linhas de recepção de cereais separadas, beneficiando as características locais de plantios. A localização da nova unidade será as margens da SC-280, próximo a BR-116. (Imprensa Bom Jesus)

FOTOS: Cooperativa Bom Jesus

{vsig}2020/noticias/10/01/bom_jesus/{/vsig}

COCAMAR I: Rally conversa com produtores sobre atraso na semeadura

Em sua segunda viagem na edição 2020/21, que começou na segunda-feira (28/09), a equipe do Rally Cocamar de Produtividade percorreu na terça-feira (29/09) dois municípios da região de Maringá para conversar com produtores sobre suas preocupações com o atraso da semeadura de soja. Embora o Vazio Sanitário tenha terminado no dia 10/09, liberando a operação para quem costuma iniciar o trabalho mais cedo, a estiagem e as altas temperaturas mantêm as plantadeiras guardadas nos barracões e sem previsão, por enquanto, de que esse cenário se modifique.

Apreensivos - Depois de um ano de boas produtividades e preços remuneradores, os produtores estão apreensivos. Eles sabem que o atraso na semeadura da safra de verão vai impactar na entrada da cultura seguinte, o milho de inverno, cuja data limite, conforme determina o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) é 20 de março. Depois disso, o cereal vai perdendo potencial produtivo com a gradativa redução da fotoluminosidade e também com a chegada do frio.

Estaria germinando - Em Floresta, a 20km de Maringá, Pedro Kimura conta que se não fosse pela estiagem já teria sua lavoura de soja em fase de germinação. O produtor cultiva 36 hectares e diz que “a preocupação não é tanto, até o momento, com a soja, mas sim com o milho”. Para a oleaginosa, o calendário ainda não sofre pressão. Já para o milho, cada dia que passa vai diminuindo a janela de semeadura.

Histórico - O engenheiro agrônomo Heide Kondo, da Unicampo, que fica na unidade da Cocamar em Floresta, lembra que historicamente no mês de setembro 70% das lavouras de soja estariam semeadas no município. Com isso, tão logo colhem a soja, os produtores semeiam o milho e conseguem, assim, encaixar as duas safras no ano agrícola.

Sem riscos - A família Volponi produz em 556 hectares e têm o costume de começar a semear a partir de 20 de setembro. José Roberto, um dos três irmãos que cuidam dos negócios, relembra que na safra passada a falta de umidade também atrasou a semeadura. Eles haviam se arriscado a semear de 20% a 25% "na poeira" porque havia previsão de chuva que se confirmou, trazendo alívio e permitindo finalizar a operação até 16 de outubro. “Desta vez não vamos nos arriscar, está muito seco e quente”, cita.

Buva - No município vizinho, Ivatuba, onde os produtores também têm o hábito de semear mais cedo, em paralelo à preocupação com o atraso da semeadura eles chamam atenção para outro problema típico em todas as regiões produtoras de soja: a alta infestação de buva, uma das ervas daninhas comuns nesta época e de difícil controle.

No barracão - À frente de 97 hectares, o cooperado Valdecir Nazari diz estar vendo o calendário correr sem poder fazer nada. Com as altas temperaturas e a baixa umidade do ar não é possível nem mesmo realizar a pulverização para o controle da buva. “Eu fico no barracão fazendo um serviço aqui, outro ali, mas gostaria mesmo era de estar na lavoura, semeando”, afirma Nazari. Seu período habitual de semeadura vai de 20 de setembro a 15 de outubro, praticamente igual a de outro cooperado, Zelindo Bortot, dono de 36 hectares. Neste ano, Bortot colheu boas médias de produtividade de soja e milho e diz estar na expectativa para que o tempo normalize logo. Por enquanto, só há uma certeza: quando chover, a correria dos produtores vai ser grande.

Queimadas - O engenheiro agrônomo Vítor Palaro, da unidade da Cocamar em Ivatuba observa que com o tempo excessivamente seco há também um risco adicional: o de incêndios em matas e beiras de rodovias, como os que estão sendo registrados em alguns municípios, caso de Maringá, onde o fogo consumiu nos últimos dias uma área da tradicional comunidade Guerra.

Sexto ano - O Rally Cocamar de Produtividade chega à sua sexta edição consecutiva tendo como patrocinadores principais: Basf, Fertilizantes Viridian, Fairfax do Brasil Seguros Corporativos, Sicredi União PR/SP e Zacarias Chevrolet. Patrocinam também a realização: Cocamar Máquinas, Texado Lubrificantes, Cocamar Irrigação, Estratégia Ambiental e Nutrição Animal Cocamar. (Imprensa Cocamar)

{vsig}2020/noticias/10/01/cocamar/{/vsig}

COCAMAR II: Projeto Vida Segura supera expectativas

Nos últimos anos, a gestão de frotas da Cocamar vem passando por um amplo processo de transformação. A atitude dos condutores se reflete na segurança, na produtividade e nos resultados que se deseja alcançar com os veículos. “O comportamento adequado leva a uma redução dos índices de sinistralidade, preservando vidas”, afirma o superintendente de Operações, Osmar Liberato. Além disso, entre outros benefícios, há redução de custos, menos desgaste de itens mecânicos e queda do consumo de combustível.

Segurança e eficiência - Segundo o gerente executivo de Logística Integrada, Ezequiel Scopel, “o objetivo é alcançar os melhores índices de segurança, bem como resultados econômicos e financeiros satisfatórios, com otimização, compartilhamento de recursos, sustentabilidade e mobilidade”.

Telemetria - Iniciado em 2018, o Projeto Vida Segura trouxe para a gestão de frotas a telemetria com reconhecimento facial, tecnologia que vai além do simples rastreamento. Proporciona aos gestores, também, uma síntese de comportamentos dos profissionais ao volante a partir de informações que geram indicadores para buscar os objetivos almejados.

Registros- Por meio da telemetria é possível mensurar os excessos de velocidade parametrizados no sistema ou em relação à via, curvas inadequadas, frenagem e aceleração bruscas, excesso de rotações por minuto (RPM) e de tempo de veículo parado, mas ligado. O dispositivo instalado permite ainda, o registro dos horários e da rota realizada, controle de quilometragem e a gravação externa das últimas movimentações do veículo, além da emissão de avisos sonoros de voz com alertas aos condutores.

Combustível - Em julho de 2019 foi iniciada a implantação da gestão de combustível por cartão integrado à telemetria, para uma gestão financeira dos gastos por veículo, incluindo a identificação do combustível mais econômico por região, a contenção de anomalias nos abastecimentos e a construção de um histórico para mitigar a emissão de CO2.

Transcocamar- Empresa coligada da Cocamar, a Transcocamar é responsável pela gestão de todos os veículos da cooperativa e demais coligadas. Atualmente é composta por 71 veículos pesados próprios e 370 leves locados de terceiros.

Redução - De janeiro a dezembro de 2019, em 220 veículos equipados com telemetria e compartilhados entre 1.400 condutores, houve uma redução de mais de 64% dos comportamentos inseguros a cada 1.000km rodados.

Em expansão - Neste ano o projeto foi expandido para a Cocamar Máquinas em Maringá, concessionária John Deere, englobando mais 60 veículos e 111 condutores. De janeiro a agosto de 2020, houve uma queda de mais de 40% dos comportamentos inseguros.

Online - Por outro lado, a pandemia acelerou a migração de treinamentos de direção defensiva presencial para online e EAD (Ensino a Distância), evitando deslocamentos de colaboradores de regiões distantes. A eficácia dos treinamentos por esse sistema, que começou a ser adotada em agosto, é garantida por meio de testes de questionários online.

Gestão de vidas - O gerente executivo de Logística Integrada, Ezequiel Scopel, afirma que gestão de frotas “é gestão de vidas”, alicerçada no tripé social, ambiental e econômico. “Social para cuidar dos condutores e da sociedade, preservando vidas. Ambiental para cuidar das emissões de poluentes geradas pelo uso dos veículos ou pelo descarte dos componentes. E, econômico, para fomentar a otimização dos veículos, a redução dos gastos e aumento de produtividade.”

Valor - Scopel complementa: “a segurança é um valor do qual não abrimos mão, pois não há dinheiro no mundo que apague as sequelas ou compense a vida ceifada em um acidente. Vida não tem preço, vida tem valor”. (Imprensa Cocamar)

{vsig}2020/noticias/10/01/cocamar_II/{/vsig}

SICREDI ALIANÇA: Cooperativa comemora 35 anos com live de Mato Grosso e Mathias na próxima quarta

A Sicredi Aliança PR/SP recentemente completou 35 anos de história. Para comemorar, a cooperativa preparou para o dia 07/10, às 19 horas uma live com a dupla sertaneja Mato Grosso e Mathias. Durante o evento, serão anunciados os ganhadores da S10 e do HB20 Hatch, grandes prêmios finais da campanha promocional que encerrou nesta quarta-feira (30/09). Também poderão ser feitas doações para o Hospital de Amor de Barretos, Apae de Marechal Cândido Rondon e em prol de Izadora Chiapetti.

Ideia inicial - “A nossa ideia inicial seria fazermos dois shows com a dupla para nossos associados, um em Barretos para associados da nossa área de ação em São Paulo e outro em Marechal Cândido Rondon para associados do Paraná. Entretanto, em virtude das condições atuais onde estamos impossibilitados de realizar eventos com presença de público, não podemos deixar de comemorar essa data importante. Optamos por fazer a live, proporcionando aos associados comemorar conosco esta data tão especial, em suas casas, respeitando as medidas de prevenção ao COVID-19 e ainda montando uma corrente de solidariedade através das doações que poderão ser feitas. Fica o convite. São 35 anos de história, isso quer dizer que são 35 anos de uma trajetória com desafios e muito sucesso, alcançados graças a confiança do nosso quadro social. Todos estão convidados para assistir”, destacou o Presidente do Conselho de Administração, Adolfo Rudolfo Freitag.

Transmissão - A live será transmitida no Youtube Sicredi Aliança, Facebook Sicredi Aliança e Facebook Aquiagora.net

Youtube Sicredi Aliança PR/SP: https://www.youtube.com/channel/UCV6_3UCXoS6pfzwzPVrb8JA

Fanpage Sicredi Aliança PR/SP: https://www.facebook.com/sicredialianca/

Fanpage AquiAgora.net: https://www.facebook.com/aquiagoranews/

(Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

{vsig}2020/noticias/10/01/sicredi_alianca/{/vsig}

IBGE: Valor da produção agrícola atinge R$ 361 bilhões em 2019 e bate novo recorde

ibge 01 10 2020O valor da produção das principais culturas agrícolas do país atingiu R$ 361 bilhões em 2019, superando em 5,1% o recorde alcançado no ano anterior, quando totalizou R$ 343,5 bilhões. O milho, o algodão e a cana-de-açúcar foram os principais produtos que influenciaram esse crescimento. A soja, embora tenha tido uma retração de 1,8% em 2019, somou R$125,6 bilhões no ano e manteve o primeiro lugar no ranking de participação no valor da produção agrícola nacional. Os dados são da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), divulgada nesta quinta-feira (01/10) pelo IBGE.

Clima favorável - “Já faz três anos que as condições climáticas têm favorecido a produção agrícola no país. Os problemas de estiagem foram pontuais e não comprometeram a produção”, explica o supervisor da pesquisa, Winicius Wagner. Com o clima favorável e maiores investimentos em insumo e em tecnologia, bem como ampliação da área plantada, segundo o pesquisador, há um maior rendimento médio.

Recordes - “Isso faz com que a gente obtenha recordes subsequentes. Temos observado que, na última década, o valor da produção tem sido positivo. Apenas em 2017 tivemos uma pequena retração em função da queda do preço do milho e outras commodities por uma grande oferta do mercado, uma vez que naquele ano tivemos a supersafra”, completa.

Culturas - Depois da soja, as culturas com maior participação no valor da produção agrícola nacional foram cana-de-açúcar (15,2%), milho (13,2%), café (4,9%) e algodão herbáceo (4,4%). A quantidade produzida também foi recorde e superou a supersafra de 2017: a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas somou 243,3 milhões de toneladas, crescimento de 6,8% frente a 2018 e de 1,9% em comparação com 2017.

Destaque - Destaque tanto em valor da produção quanto em quantidade, o milho chegou a 101,1 milhões de toneladas, aumento de 22,8% frente a 2018, ano em que as regiões produtoras enfrentaram problemas climáticos. “Foi a primeira vez que o milho superou a marca de 100 milhões de toneladas. O valor da produção também teve o crescimento expressivo de 26,3%, alcançando R$ 47,6 bilhões”, afirma Winicius. Com isso, a participação do milho no total do valor da produção aumentou na comparação com o ano anterior, quando era de 11%.

Exportação recorde- “O volume exportado de milho foi recorde, com 42,8 milhões de toneladas, um aumento de 86,2% em relação a 2018. Entre os fatores que explicam esse crescimento estão a safra recorde, o aumento do consumo mundial e o câmbio. Com a desvalorização do real frente ao dólar, que observamos desde 2019, a exportação dos produtos nacionais é favorecida”, explica o pesquisador.

Percentual- A soja, principal produto de exportação do país, respondeu por 34,8% do valor da produção agrícola em 2019. Apesar de ter a área colhida expandida em 3,2%, essa cultura teve uma queda de 3,1% no volume gerado. De acordo com Winicius, fatores climáticos prejudicaram a fase final do ciclo em alguns dos principais estados produtores.

Estiagem - “Ao longo de dezembro de 2018 e janeiro de 2019, tivemos um período de estiagem em uma importante região produtora entre os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, o que acabou comprometendo a produtividade da soja que estava a campo. Isso fez com que diversos municípios dessa região tivessem uma queda de rendimento médio dessa cultura“, diz o supervisor.

Volume - O pesquisador destaca que, apesar da queda na quantidade de soja produzida, a safra de 2019 não pode ser considerada ruim, visto que a base de comparação era elevada. “Então mesmo com essa queda no volume produzido [de soja], 2019 registrou a terceira maior safra na série histórica levantada pelo IBGE”, complementa.

Cana-de-açúcar - Já a cana-de-açúcar, outro dos principais produtos agrícolas do país, teve um aumento de 5,3% no valor da produção e recuperou a queda do ano anterior. A área colhida da cana teve uma expansão de 0,7% e sua produção aumentou 0,8% em um ano. De acordo com Winicius, devido à alta do preço da gasolina, o biocombustível ganhou maior competitividade e a produção do etanol foi recorde. Isso fez a participação do etanol como destino da produção da cana-de-açúcar aumentar em 2019.

Etanol e açúcar- “Aproximadamente dois terços da produção da cana destinam-se à produção do etanol e cerca de um terço vai para a produção de açúcar. O excesso de oferta de açúcar no mercado externo fez com que, em 2019, houvesse uma redução de 15,8% nas exportações. Mesmo assim, a produção de açúcar voltou a crescer. Mas o etanol cresceu muito mais”, contextualiza.

Área colhida chega a 80,6 milhões de hectares- A área plantada pela atividade agrícola nacional chegou a 81,2 milhões de hectares em 2019, um aumento de 3,3% frente ao ano anterior. As expansões das áreas de cultivo do milho (1,2 milhão de hectares) e da soja (1,1 milhão de hectares) foram as que mais contribuíram para esse crescimento.

Crescimento - No caso da área colhida, parcela da área plantada de cada produto em que efetivamente teve colheita, houve um crescimento de 3,5% frente a 2018, totalizando 80,6 milhões de hectares. “Se a gente for observar o histórico de área colhida, nós tivemos uma ampliação bem significativa na última década. Isso mostra que as fronteiras agrícolas continuam em expansão no país, principalmente no Centro-Oeste e também no Matopiba”, diz Winicius, fazendo referência à região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

Centro-Oeste alcança valor da produção de R$107,9 bilhões A soja foi a principal cultura em quatro das cinco grandes regiões. No Centro-Oeste, maior região produtora do grão, o valor da produção agrícola total superou o de 2018 em 12,2% e atingiu R$ 107,9 bilhões. Só o Mato Grosso gerou R$ 58,4 bilhões, muito em função do cultivo de soja. A produção desse grão também foi destaque no Nordeste, por causa da região do Matopiba. No Norte, a soja teve seu plantio ampliado no Pará, que gerou o maior valor da produção da região, e em Rondônia.

Sul - O Sul teve um valor da produção agrícola de R$ 91,6 bilhões, crescimento de 1,7% frente a 2018. Além da soja, destacaram-se na região o cultivo de milho, arroz, fumo e trigo. A soja só não foi o principal produto do Sudeste, onde a cana-de-açúcar se destacou. A região gerou R$97,6 bilhões em valor da produção. É um aumento de 2,1% em relação ao ano anterior.

Mato Grosso é destaque na produção agrícola do país - Sorriso, em Mato Grosso, é o município brasileiro com maior valor da produção agrícola. Destacando-se na produção de milho e soja, totalizou um valor da produção de R$ 3,9 bilhões e respondeu, sozinho, por 1,1% do total nacional. Além de Sorriso, 21 municípios de Mato Grosso estão no ranking dos maiores valores da produção de 2019. Eles geraram, juntos, R$ 37,1 bilhões. Goiás, Bahia e Mato Grosso do Sul, aparecem com seis municípios cada.

Outras cidades - Outras cidades de destaque na produção da soja foram Formosa do Rio Preto e São Desidério, na Bahia. No ano anterior, São Desidério foi a cidade produtora de soja com maior valor da produção no Brasil.

Morro Agudo - Já Morro Agudo, em São Paulo, se destaca na produção de cana-de-açúcar. O plantio dessa cultura gerou, no município, um valor da produção de R$ 571,7 milhões. Nova Alvorada do Sul, em Mato Grosso do Sul, e Mineiros, em Goiás, também estão entre as cidades que geraram maior valor da produção com esse plantio.

Café - O café, que já foi o principal produto de exportação do país, é um dos destaques de Minas Gerais. Apesar da queda de 21,4% no volume de produção, o estado foi responsável por 70,6% de todo o café arábica do Brasil, atingindo 1,5 milhão de toneladas. Patrocínio, cidade do interior mineiro, liderou o valor da produção do café em grão, com R$ 387,9 milhões, e foi seguida por Rio Bananal e Linhares, ambas no Espírito Santo. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Pedro Devani / Secom (AC)

distribuicao

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

culturas-ranking

 

 

LEGISLATIVO I: Sem acordo, Davi cancela sessão do Congresso para analisar vetos

legislativo I 01 10 2020Por falta de acordo sobre alguns vetos, o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, cancelou a sessão do Congresso Nacional marcada para esta quarta-feira (30/09). Entre os itens na pauta da sessão remota deliberativa estava o VET 26/2020, que prorroga a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia até dezembro de 2021 (MP 936/2020 - Lei 14.020, de 2020) e o VET 56/2019 - Parcial, que derrubou 24 dispositivos do chamado pacote anticrime (PL 6.341/2019 - Lei 13.964, de 2019).

Sem entendimento - "Diante da inexistência de entendimento suficiente por parte das lideranças do Congresso Nacional sobre matérias a serem deliberadas na sessão do Congresso convocada; em face da necessidade de que a apreciação de vetos presidenciais, especialmente no sistema remoto, se dê com um mínimo de entendimento sobre os vetos a serem deliberados [...] a presidência decide cancelar as sessões deliberativas convocadas para esta quarta-feira", diz a nota divulgada por Davi.

Sessões - A primeira parte da sessão do Congresso, para deputados, estava agendada para às 10h, mas não obteve quórum suficiente. O veto à desoneração começaria a ser votado pela Câmara e seguiria para votação no Senado à tarde caso os deputados decidissem por derrubá-lo. São necessários 257 votos na Câmara e 41 no Senado para que um veto seja derrubado. Ambas as reuniões foram canceladas. 

Vetos - Em agosto, parlamentares fizeram duas sessões focadas na apreciação de vetos, frutos de acordo que previu uma terceira sessão em setembro. A lista completa de vetos está disponível aqui. (Agência Senado)

FOTO: Marcos Oliveira / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Deputados sugerem alternativas para financiar Renda Cidadã

legislativo 01 10 2020Durante o debate no Plenário, na terça-feira (29/09), deputados da oposição criticaram a proposta do Executivo de usar recursos da Educação e de precatórios para financiar a Renda Cidadã, programa social que substituirá o Bolsa Família. Eles sugeriram medidas como a alteração no limite do teto de gastos, a revisão de incentivos fiscais, a taxação de grandes fortunas e mudanças na tributação como alternativas.

Impossível - O deputado Joseildo Ramos (PT-BA) considera impossível conviver com o teto de gastos criado pela Emenda Constitucional 95. Para ele, a proposta de deixar de pagar precatórios representa calote ou pedalada fiscal. "Nem este nem nenhum outro Governo no Brasil pode resistir a esse teto dos gastos", ponderou. "Toda vez que o Brasil crescer acima da inflação, não tenha dúvida de que os gastos naquilo que é fundamental para diminuir as diferenças sociais vão ficar menores com relação ao seu orçamento daquele ano."

Comissão especial - "Precisamos retomar a comissão especial para debater os incentivos fiscais, que chegam a mais de R$ 400 bilhões e são fundamentais, neste momento em que o Brasil precisa encontrar espaço orçamentário para garantir um programa de renda", propôs o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Já o vice-líder do PDT Mauro Benevides Filho (CE) defendeu a votação da reforma tributária com uma alíquota de referência para o imposto sobre valor agregado. "Se mudarmos a tributação do PIS/Cofins sobre produtos mais nobres poderemos arrecadar mais R$ 8 bilhões", sugeriu.

Defesa - O líder do PSB, Alessandro Molon (RJ), defendeu uma reforma que reduza tributos sobre produção e consumo e aumente tributos em renda e patrimônio dos super-ricos. “Precisamos taxar lucros e dividendos. Só o Brasil não taxa juros sobre capital próprio. Os acionistas de bancos e banqueiros não pagam um centavo de tributo”, reclamou.

Acusação - A deputada Professora Rosa Neide (PT-MT) acusou o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, de tirar o pão da boca das crianças. “Não podemos tirar de quem tem menos, tirando das crianças as condições de entrar na vida escolar e nela permanecer. Isso é uma afronta à educação brasileira”, discursou. “A educação em 2021 precisará de muito mais recurso, em função da pandemia, nos ajustes da organização das escolas.”

Situação desesperadora - Em defesa do governo, o deputado Bibo Nunes (PSL-RS) afirmou que o Renda Cidadã deve ajudar os brasileiros que ficarão em uma situação desesperadora após 31 de dezembro. “Não pensem que o presidente está querendo tirar dinheiro da educação, ou deixar de pagar precatórios. A preocupação é com os brasileiros que já perderam tudo, ou praticamente tudo, até o momento, e vão perder muito mais”, ponderou.

Pandemia - Para o deputado governista, o problema na economia é resultado das políticas de isolamento social por causa da pandemia de Covid-19. “Aquela turma do 'fique em casa' quer quebrar o Brasil para depois culpar o presidente”, acusou. “Empresas estão quebradas, e muitos cometendo suicídio ou passando fome.” (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Najara Araujo / Câmara dos Deputados

 

CAGED I: Criação de empregos em agosto atinge melhor nível em nove anos

Pelo segundo mês seguido, o país criou empregos formais. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 249.388 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

Melhor resultado - Esse foi o melhor resultado para meses de agosto desde 2011, quando haviam sido abertas 190.446 vagas formais. No acumulado do ano, no entanto, o mercado de trabalho continua sentindo o impacto da pandemia. De janeiro a agosto, foram fechadas 849.387 vagas, o pior resultado para os oito primeiros meses do ano desde o início da série histórica, em 2010.

Setores - Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em agosto. A estatística foi liderada pela indústria, com a abertura de 92.893 postos. O indicador inclui a indústria de transformação, de extração e de outros tipos.

Construção - Com 50.489 novos postos, a construção vem em segundo lugar. Em seguida, vem o grupo comércio, reparação de serviços automotores e de motocicletas, com 49.408 novas vagas.

Serviços - Em quarto lugar, está o setor de serviços, com 45.412 postos. O grupo que abrange agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, abriu 11.213 postos em agosto.

Destaques - Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 90.227 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou a indústria extrativa, que abriu 906 vagas.

Oposto - Os serviços tiveram desempenhos opostos conforme o ramo de atividade. O segmento de atividades administrativas e serviços complementares criou 34.397 postos. O setor de atividades profissionais, científicas e técnicas abriu 12.854 vagas.

Alojamento e alimentação - Em contrapartida, o setor de alojamento e alimentação continua a sentir os efeitos do isolamento social e fechou 14.219 vagas. O segmento de educação demitiu 7.601 trabalhadores a mais do que contratou.

Detalhamento - Desde abril, as estatísticas do Caged não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.

Regiões - Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em agosto. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 34.157 postos a mais, seguido pelo Nordeste com 22.664 postos criados e pelo Sul com mais 20.128 postos. O Centro-Oeste abriu 14.084 postos de trabalho e o Norte criou 13.297 postos formais no mês passado.

Unidades da Federação - Na divisão por unidades da Federação, a criação de empregos se disseminou pelo país. Todos os estados e o Distrito Federal abriram postos com carteira assinada em agosto. As maiores variações positivas ocorreram em São Paulo, com a abertura de 64.552 postos; Minas Gerais, 28.339 postos, e Santa Catarina, 18.375 postos. Os três estados que menos criam postos de trabalho foram Sergipe, 368 postos; Amapá, 434 postos, e Roraima, 700 postos. (Agência Brasil)

CAGED II: Com 17 mil novos empregos, Paraná tem saldo positivo pelo terceiro mês seguido

caged II 01 10 2020Pelo terceiro mês consecutivo, o Paraná apresentou saldo positivo na criação de empregos com carteira assinada. Entre admissões e demissões, o Estado conseguiu abrir 17.061 postos de trabalho em agosto, o que representa aumento de 93% em relação a julho (com 8.833 vagas). É o melhor desempenho desde o início da pandemia do novo coronavírus, em março, e o quarto resultado entre todas as unidades da federação, atrás apenas de São Paulo (64.552), Minas Gerais (28.339) e Santa Catarina (18.375).

Caged - Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30/09) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ligado ao Ministério da Economia.

Retomada - De acordo com o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a evolução dos últimos 90 dias pesquisados pelo órgão nacional reforça a retomada da economia paranaense. Entre junho e agosto o Paraná criou 28.341 vagas, sendo que mais da metade em agosto.

Acumulado - Os mais de 17 mil empregos gerados no mês passado representam praticamente todo o acumulado do mesmo período pela Região Centro-Oeste. Juntos, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal tiveram saldo de 17.684 vagas.

Números representativos - “São números bastante representativos e significativos, que mostram que as decisões tomadas pelo Governo do Estado estavam certas, mesmo diante de um cenário de incertezas decorrente da pandemia. A evolução é nítida e esperamos fechar o ano com uma taxa ainda mais robusta”, afirmou o governador.

Investimentos - Ratinho Junior reforçou, ainda, que o bom desempenho da economia é fruto também de um cenário atraente para investimentos. Segundo ele, o Estado tem investido fortemente em obras estruturantes, melhorando a infraestrutura e a logística para os negócios.

Empréstimo - Citou como exemplo a confirmação do empréstimo de R$ 1,6 bilhão junto a bancos federais. Os recursos, destacou, serão usados exclusivamente na ampliação e recuperação de estradas, com foco nos eixos produtivos, na maior reurbanização da história do Litoral e também em segurança pública.

Diminuição da máquina - “Diminuímos a máquina e eliminamos burocracias para facilitar a vida de quem quer empreender no Paraná, gerar emprego e renda no Estado. É assim que melhoramos a qualidade de vida os paranaenses. Não existe melhor política social do que o emprego”, ressaltou Ratinho Junior.

Setores - Os setores que mais se destacaram em agosto no Paraná foram da indústria de transformação, com 6.993 empregos criados. Na sequência, destaque para o comércio (3.914), serviços (2.843), construção civil (2.678), agricultura (493) e indústrias de utilidade pública (140).

Municípios - Os municípios do Paraná com melhor desempenho no Caged em agosto foram Curitiba (3.219 empregos gerados), Ponta Grossa (1.220), Londrina (1.198), Maringá (772), São José dos Pinhais (673), Rolândia (556), Arapongas (549), Umuarama (349), Telêmaco Borba (309) e Colombo (300). O ranking demonstra a retomada da criação de emprego nas grandes cidades e polos industriais do Estado. Curitiba em julho, por exemplo, havia aberto apenas 153 vagas de acordo com o Caged.

Saldo positivo- “Mais um mês com saldo positivo em criação de vagas. Isso demonstra que o Governo do Paraná vem atuando firme para a retomada da geração de emprego e renda, com programas, medidas e ações que assegurem a situação econômica do Estado”, afirmou o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

Agência do Trabalhador - Ele destacou o papel das Agências do Trabalhador no sucesso da retomada do emprego no Paraná. “Disponibilizamos diariamente diversas vagas de emprego, por meio das 216 Agências do Trabalhador, e atuamos de maneira proativa na captação de vagas com empresas parcerias”, disse o secretário.

Acumulado - No acumulado do ano, porém, o saldo do Paraná ainda é negativo. Enquanto foram contratados 734.771 trabalhadores, outros 751.614 foram dispensados, representando um déficit de 16.843 vagas. Ainda assim, é o estado que menos perdeu postos de trabalho no Sul do País em 2020 – Santa Catarina (-22.494) e Rio Grande do Sul (-88.582).

Mês a mês - Já o desempenho paranaense mês a mês aponta: janeiro (17.932), fevereiro (28,720), março (-12.277), abril (-59.022), maio (-25.012), junho (2.447), julho (8.833) e agosto (17.061).

Indústria da transformação - “A indústria da transformação novamente se destaca, como já vem ocorrendo nos últimos meses. Foi o setor que mais criou emprego, um excelente resultado. É quem paga o melhor salário e acaba por influenciar os outros setores da economia”, explicou a chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, Suelen Glisnki.“Comércio e serviços, que foram grandemente afetados pela crise do covid-19, se reinventaram, se adaptando às necessidades de segurança. Com isso, voltaram a contratar”, acrescentou.

Nacional - Os dados do Caged divulgados nesta quarta-feira (30/09) mostram saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada no Brasil pelo segundo mês consecutivo. O resultado de agosto foi puxado pelo aumento das contratações que seguem em tendência de crescimento desde maio.

Agosto - Em agosto, o saldo foi positivo de 249.388 novos postos de trabalho formal, resultado de 1.239.478 admissões e 990.090 desligamentos. No acumulado do ano, contudo, o saldo ficou negativo em 849.387. De janeiro a agosto foram 9.180.697 admissões e 10.030.084 desligamentos.

Setores - Os cinco setores de atividade econômica tiveram saldo positivo em agosto. Impulsionado pela Indústria de Transformação, a indústria liderou a geração de empregos formais, com saldo de 92.893. A construção registrou 50.489; Comércio, 49.408; Serviços, 45.412; e Agropecuária 11.213 novos postos.

Regiões - Desempenho positivo também foi observado nas cinco regiões do país. O melhor resultado em termos absolutos foi no Sudeste, com a criação de 104.702 postos de trabalho formais. Nordeste (62.085), Sul (42.664), Norte (22.272) e Centro-Oeste (17.684) aparecem na sequência. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

CÂMBIO: Dólar cai no dia, mas fecha setembro com alta de 2,52%

cambio 01 10 2020Num dia de alívio no mercado financeiro, o dólar caiu e a bolsa subiu. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (30/09) vendido a R$ 5,619, com recuo de R$ 0,025 (-0,44%). O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 94.603 pontos, com alta de 1,09%.

Valorização - Apesar da tranquilidade da sessão, o dólar fechou setembro com valorização de 2,52%, depois de ter subido 5,02% em agosto. A divisa teve a maior alta para meses de setembro desde 2015, quando a moeda norte-americana tinha subido 9,33%. Em 2020, cotação acumula valorização de 40,02%.

Recuo - Mesmo com a alta desta quarta, o Ibovespa recuou 4,8% em setembro. Esse foi o pior desempenho mensal da bolsa desde março.

Evolução - O dólar iniciou o dia em alta. Na máxima do dia, por volta das 9h15, chegou a R$ 5,66. A cotação começou a cair à tarde, depois da declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que o financiamento do Renda Cidadã, futuro programa social do governo, não será feito por meio do adiamento de precatórios (dívidas reconhecidas pelo governo após decisão definitiva da Justiça).

Alta - O Ibovespa operou em alta durante todo o dia. Além da declaração de Guedes, o mercado foi influenciado pelo resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que registrou a criação de 249,3 mil postos de trabalho com carteira assinada em agosto, o melhor desempenho para o mês em nove anos. (Agência Brasil)

 

SAÚDE I: Brasil registra 1.031 mortes nas últimas 24 horas

O boletim diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (30/09), revela que o Brasil tem 4.810.935 casos confirmados acumulados do novo coronavírus. Nas últimas horas, foram 33.413 novos casos confirmados de covid-19. O país voltou a registrar mais de mil óbitos por dia, decorrentes da covid-19. Nas últimas 24 horas, foram 1.031 mortes por covid-19. O total chega a 143.952.

Último registro - O último registro acima de mil mortes ocorreu em 15 de setembro.

Registro diário de mortes provocadas por covid-19 no Brasil

saude I quadro 01 10 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acompanhamento - Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, 10,1% dos pacientes estão em acompanhamento (486.607) e 86,9% dos brasileiros que contraíram covid-19 estão recuperados (4.180.376).

Investigação - As autoridades de saúde ainda investigam se outras 2.466 mortes foram provocadas por coronavírus.

Mais casos - Onde há mais casos de covid-19 no Brasil

*Casos acumulados desde o início da pandemia

São Paulo = 985.628

Bahia = 310.526

Minas Gerais = 295.169

Rio de Janeiro = 264.783

Ceará = 241.159

Mais mortes - Onde há mais mortes por covid-19 no Brasil

São Paulo = 35.622

Rio de Janeiro = 18.487

Ceará = 8.994

Pernambuco = 8.251

Minas Gerais = 7.360

(Agência Brasil) 

saude I tabela 01 10 2020

SAÚDE II: Boletim registra 1.590 novos diagnósticos de Covid-19

saude II 30 09 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (30/09) mais 1.590 casos confirmados e 63 óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 177.007 casos e 4.441 mortes em decorrência da doença. Há ajuste de casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - Nesta quarta-feira (30/09) eram 982 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19: 812 em leitos SUS (391 em UTI e 421 em leitos clínicos/enfermaria) e 170 em leitos da rede particular (68 em UTI e 102 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 951 pacientes internados, 434 em leitos UTI e 517 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 63 pacientes. Todos estavam internados. São 32 mulheres e 31 homens com idades que variam de 16 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre 13 e 30 de setembro.

Residência - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (8), Londrina (7), Cascavel (3), Ponta Grossa (3), São José dos Pinhais (3), Araucária (2), Campo Mourão (2), Colombo (2), Maringá (2), Piraquara (2), Sarandi (2). Também foi registrado um óbito em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Apucarana, Arapongas, Astorga, Atalaia, Bocaiúva do Sul, Cambará, Cambé, Campina da Lagoa, Campo Largo, Carambei, Cruzmaltina, Doutor Ulysses, Grandes Rios, Guaratuba, Ipiranga, Irati, Jaguariaíva, Jataizinho, Mandaguari, Marialva, Peabiru, Pinhais, Rolândia, Santo Antônio da Platina, Tijucas do Sul e Umuarama.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde registra 1.891 casos de pessoas que não moram no Estado – 44 foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município:

Um caso confirmado no dia 15/08 em Cornélio Procópio foi transferido para Assaí;

Um caso confirmado no dia 17/08 em Cornélio Procópio foi transferido para Londrina;

Um caso confirmado no dia 21/08 em Cornélio Procópio foi transferido para Londrina;

Um caso confirmado no dia 27/08 em Cornélio Procópio foi transferido para Curitiba;

Um caso confirmado no dia 28/08 em Cornélio Procópio foi transferido para Londrina;

Um caso confirmado no dia 31/08 em Cornélio Procópio foi transferido para Londrina;

Um caso confirmado no dia 2/09 em Cornélio Procópio foi transferido para Londrina;

Um caso confirmado no dia 11/9 em Cornélio Procópio foi transferido para Londrina;

Um caso confirmado no dia 13/09 em Cornélio Procópio foi transferido para Bandeirantes;

Um caso confirmado no dia 15/09 em Cornélio Procópio foi transferido para Londrina;

Um caso confirmado no dia 18/09 em Corbélia foi transferido para Cornélio Procópio;

Um caso confirmado no dia 01/09 em Curitiba foi transferido para Bocaiúva do Sul;

Um caso confirmado no dia 24/09 em Curitiba foi transferido para Almirante Tamandaré;

Um caso confirmado no dia 29/07 em Curitiba foi transferido para São José dos Pinhais;

Um caso confirmado no dia 28/09 em Curitiba foi transferido para Araucária.

Exclusões - Dois casos confirmados no dia 26/05 em Cornélio Procópio foram excluídos por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 27/05 em Cornélio Procópio foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 17/07 em Cornélio Procópio foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 24/09 em Paiçandu foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 03/08 em Colombo foi excluído por duplicidade de notificação.

(Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: ANS realiza Consulta Pública para discutir propostas de atualização do Rol de Procedimentos

A Diretoria Colegiada (Dicol) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a realização de Consulta Pública para receber contribuições às propostas de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. O tema foi deliberado nesta quarta-feira (30/09) durante a 535ª reunião da Dicol. A consulta à sociedade é uma das etapas finais do processo de revisão da lista de coberturas dos planos de saúde - ciclo 2019/2020.

Documentos e informações - Os documentos e demais informações relativas à Consulta Pública serão disponibilizados no portal da ANS nos próximos dias, na área de Participação da Sociedade  (clique aqui). Depois de encerrado o período de contribuições, as sugestões serão analisas e consolidadas e passarão por nova deliberação da diretoria da ANS, resultando na Resolução Normativa que atualizará o Rol de coberturas mínimas obrigatórias a partir do ano que vem.

Propostas - Estão sendo submetidas à apreciação da sociedade um total de 185 propostas com as respectivas recomendações técnicas preliminares, sendo 138 relativas a tecnologias em saúde – medicamentos e procedimentos, em sua maioria encaminhados à ANS através de formulário eletrônico (FormRol). As demais propostas se referem a alterações em termos descritivos e ajustes em Diretrizes de Utilização. Essas propostas passaram inicialmente por análise de elegibilidade e depois foram amplamente debatidas em 27 reuniões técnicas realizadas com os membros da Câmara de Saúde Suplementar (CAMSS), os autores das propostas e representantes de entidades do setor.

Sobre a atualização do Rol - O atual ciclo de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde iniciou em dezembro de 2018. Na sequência, ao longo de três meses, a ANS recebeu propostas através do formulário eletrônico (FormRol). As etapas seguintes envolveram a análise de elegibilidade das sugestões encaminhadas, análise técnica (avaliação de evidências clínicas, avaliação econômica e análise de impacto orçamentário) e a elaboração das recomendações técnicas que estão sendo agora submetidas à Consulta Pública.

Etapas - Todas as etapas, o cronograma de atualização e as gravações das reuniões técnicas realizadas ao longo desse período estão disponíveis para consulta no site da ANS. Clique aqui.

(ANS)

Etapas de atualização do Rol de Procedimentos

saude III cronograma 01 10 2020


Versão para impressão


RODAPE