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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4924 | 08 de Outubro de 2020

PR COOPERATIVO: Licitação para novos contratos de pedágio é oportunidade para construir modelo justo de concessão, defende setor cooperativista

pr cooperativo 08 10 2020Em 2021, leilão definirá quais serão as concessionárias responsáveis por 3.800 km de rodovias no Paraná. Os novos contratos de pedágio terão validade para os próximos 30 anos. Esse é o tema da reportagem de Capa da edição 183 da Revista Paraná Cooperativo, que aborda os principais pontos da proposta dos governos federal e estadual para o novo modelo de concessão no estado. Assunto que afeta o bolso e a segurança dos paranaenses, exige atenção e acompanhamento. “Há uma grande expectativa a respeito da nova licitação. As discussões para o novo modelo devem ter total transparência e diálogo dos governos federal e estadual com a sociedade”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. “Temos uma grande oportunidade para um novo modelo de concessão rodoviária no Paraná”, ressalta.

Mobilização - Produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar, a Revista Paraná Cooperativo destaca que as cooperativas estão acompanhando todas as discussões e propostas para os novos contratos. O setor produtivo se mobiliza para que as futuras concessões adotem um modelo que traga investimentos e melhorias imediatas na malha rodoviária, com preços justos nas tarifas e garantia aos direitos dos usuários. “Não podemos imaginar que se repitam as falhas do processo anterior, pois suas consequências se estenderão pelos próximos 30 anos”, ressalta o dirigente da Ocepar. “Cada detalhe dos editais a serem submetidos ao leilão público deve ser analisado e discutido com o objetivo de evitar os equívocos verificados nas concessões que estão sendo encerradas”, enfatiza.

Premissas - “Vamos defender as seguintes premissas: garantia de investimentos, antecipação das obras para os primeiros anos dos contratos, taxa interna de retorno adequada, minimização de custos indiretos para que não onere a tarifa, regras claras de penalização em caso de descumprimento contratual, adoção de mecanismos automatizados de controle permanente de veículos que cruzam as praças de pedágio e, por fim, que os editais estabeleçam um cronograma para as obras”, explicou Ricken.

Entrevista - O entrevistado desta edição é o secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio. O Ministério da Infraestrutura defende o critério híbrido para os novos contratos de pedágio no Paraná, uma mescla entre os modelos de preço mais baixo e valor de outorga repassado ao governo. Segundo Sampaio, o objetivo é, ao mesmo tempo, desonerar o usuário e assegurar a sustentabilidade econômico-financeira do projeto. “Pretendemos impedir a entrada de aventureiros e o descumprimento de obrigações contratuais de investimentos”, ressalta.

Mais - A edição desta revista traz também reportagens sobre os investimentos das cooperativas do Paraná em estruturas industriais e armazenagens, eventos de compliance e formação promovidos pelo Sistema Ocepar, além de iniciativas de intercooperação.

Clique aqui para conferir na íntegra a edição nº183 da revista PR Cooperativo

 

COVID-19: Comunicado 134 destaca a realização do Encontro Digital de Núcleos Cooperativos

covid 19 destaque 07 10 2020De 19 a 22 de outubro, o Sistema Ocepar promove o Encontro Digital de Núcleos Cooperativos, com o objetivo de debater assuntos estratégicos para o desenvolvimento contínuo das cooperativas paranaenses. Esse é um dos destaques do comunicado 134, emitido na manhã desta quinta-feira (08/10), pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19. Veja abaixo todos os destaques do boletim.

1. O Sistema Ocepar, nos próximos dias 19 a 22 de outubro, irá realizar o Encontro de Núcleos Cooperativos que, nesse ano, será de forma digital, e irá tratar de assuntos estratégicos para o desenvolvimento contínuo das cooperativas paranaenses. Clique aqui para inscrição.

2. O Sistema Ocepar irá realizar, no dia 08 de outubro, webinar para discutir a mente do agricultor brasileiro na era digital. O evento será transmitido pela plataforma Teams, a partir das 14h, no link https://cutt.ly/Bf4OF8W.

3. O Sistema OCB, no dia 07 de outubro, em conjunto com os representantes do Sistema Ocepar e Ministério da Agricultura- Mapa, realizou reunião com o representante do adido agrícola brasileiro na Arábia Saudita.

4. No dia 07 de outubro, o Sistema OCB/CNCoop realizou reunião com representantes da Ocepar, Fecoopar e da cooperativa Frimesa, com objetivo de analisar e encaminhar a ação dos ruídos nas indústrias.

5. O Conselho de Administração da Jucepar - Junta Comercial do Paraná, no dia 07 de outubro, realizou reunião ordinária, que contou com a participação do Sistema Ocepar, para deliberar os assuntos da entidade.

 O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

FÓRUM DE MERCADO: Live que debateu as tendências do agro para a safra 2020/21 estará disponível para o público até esta sexta

forum mercado 08 10 2020Quem não conseguiu acompanhar o Fórum de Mercado realizado no dia 30 de setembro, terá a oportunidade de conferir como foi o evento até esta sexta-feira (09/10), pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube na TV Paraná Cooperativo, quando o conteúdo ainda estará disponível para o público. Transmitida ao vivo, a live foi promovida pelos Sistemas Ocepar e Faep, juntamente com as secretarias estaduais da Agricultura e Abastecimento (Seab) e de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest). Na data em que foi realizado, o Fórum foi acompanhado por cerca de 250 pessoas e agora já soma quase 950 visualizações. Na oportunidade, as tendências do agro para a safra 2020/21 foram discutidas com a participação do especialista em mercado agrícola André Pessôa e do meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Luiz Renato Lazinski.

Clique aqui para acessar na íntegra o Fórum de Mercado

 

EVENTO: Fórum Anual dos Profissionais de RH será realizado dia 23 de outubro

Diversos painéis e cases vão fazer parte da programação do Fórum Anual dos Profissionais de RH, que será realizado virtualmente no dia 23 de outubro, das 9h às 18h. Os detalhes do evento serão divulgados em breve, mas aqueles que atuam nessa área nas cooperativas do Paraná já podem reservar essa data em suas agendas. O Fórum é uma realização do Sistema Ocepar, que conta com o apoio da seção paranaense da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-PR).

 

evento 08 10 2020

 

CONAB: Produção de grãos deve superar 268 milhões de toneladas na safra 2020/21

conab 08 10 2020A nova safra do Brasil deve superar em 4,2% o recorde obtido na temporada recém-finalizada. De acordo com o 1º Levantamento da safra de grãos 2020/21 divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (08/10), a produção está estimada em 268,7 milhões de toneladas, superando em cerca de 11 milhões de toneladas o recorde de 257,7 milhões de toneladas da última safra.

Área cultivada - O estudo também aponta crescimento na área cultivada, na ordem de 1,3%. A expectativa é que nesta safra o plantio ocupe cerca de 66,8 milhões de hectares, o que corresponde a 879,5 mil hectares a mais.

Soja - A produção de soja é estimada em 133,7 milhões de toneladas e mantém o Brasil como o maior produtor mundial da oleaginosa. A colheita total de milho deve atingir 105,2 milhões de toneladas, também a maior da série histórica – aumento de 2,6% sobre a anterior.

Arroz - A área cultivada com arroz deve aumentar 1,6%, mas a equipe da Conab estima que a produtividade pode não ser tão boa quanto a da última safra. Caso se confirme a redução de 4,2% do volume colhido por hectare, a produção nacional de arroz será de 10,885 milhões de toneladas, ajustada ao consumo previsto. As exportações do grão, por sua vez, podem diminuir em cerca de 400 mil toneladas.

Feijão - A produção de feijão é distribuída em três safras e, por esse motivo, pode ter ajustes maiores que as outras culturas ao longo do ano. O estímulo para uma safra é influenciado pelos resultados da colheita anterior. Com base nos dados atuais, a Conab estima produção também semelhante ao consumo. A área pode ter pequeno aumento, mas a produtividade pode recuar. No balanço, a soma das três safras é esperada em 3,126 milhões de toneladas, o que significaria diminuição de 3,2% sobre a temporada passada.

Algodão - Já para o algodão em pluma, projeta-se queda na área e na produtividade, com a produção devendo se limitar a 2,8 milhões de toneladas de pluma, redução de 6,2% sobre a safra passada.

Exportação - Mesmo com as dificuldades causadas pela pandemia de COVID-19, as exportações da pluma de algodão caminham para um recorde. Até setembro deste ano, o total exportado foi de 1,2 milhão de toneladas, 49% a mais do que o acumulado do mesmo período no ano passado. Em relação ao milho, para o ano safra atual, foi mantida a previsão de exportações em 34,5 milhões de toneladas. Em setembro, os embarques alcançaram 6,6 milhões de toneladas, 2,6% a mais que no mesmo período do ano passado. Para a soja, a expectativa de venda para o mercado externo está em torno de 82 milhões de toneladas para este ano; para o próximo, são esperadas cerca de 85 milhões de toneladas, o que representaria aumento de 3,7%. O suporte seria dado pelo câmbio, que pode se manter elevado nos próximos meses. (Conab)

Clique aqui para mais informações do 1º Levantamento da Safra de Grãos 2020/2021.

FOTO: Banco de Imagens CNH

 

IBGE: Estimativa prevê safra recorde de 252 milhões de toneladas em 2020

ibge 08 10 2020A estimativa para a safra nacional de grãos, já em patamar recorde, foi elevada mais uma vez e deve chegar a 252,0 milhões de toneladas em 2020, ficando 4,4% acima da colheita de 2019. A soja, o algodão herbáceo e o café devem atingir no ano seus patamares mais altos de produção na série histórica do IBGE.

Milho - O milho também está em alta, inclusive com boas perspectivas no mercado, mas não deverá atingir o recorde alcançado no ano anterior. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de setembro, divulgado nesta quinta-feira (08/10) pelo IBGE.

Recorde - A produção de soja de 2020 alcança mais um recorde da série histórica do IBGE, devendo totalizar 121,4 milhões de toneladas, aumento de 7,0% frente à safra de 2019 e de 0,3% em relação ao que era estimado em agosto. E a colheita da leguminosa só não será ainda maior devido a um declínio de 39,4% na produção gaúcha, que sofreu com uma estiagem prolongada entre dezembro e maio.

Preços - “Os preços da soja mantiveram-se elevados, alavancados pela valorização do dólar e pela forte demanda internacional, o que fica evidenciado pelo ritmo de vendas antecipadas, maior que no ano anterior”, comenta Carlos Barradas, analista de Agropecuária do IBGE.

Estimativa - Já a estimativa para o milho continua abaixo do recorde de 2019, mas está cada vez mais perto (100 mil toneladas de diferença), sendo o segundo patamar mais alto da série do IBGE. Em relação à última informação, a estimativa da produção cresceu 0,2%, totalizando 100,5 milhões de toneladas. Tanto a demanda interna, devido ao aumento do consumo pelos produtores de carnes, quanto à externa, em decorrência da depreciação cambial do Real, estão em alta.

Oferta - “A baixa oferta no mercado e a elevada procura pelo produto impulsionam os preços no mercado brasileiro, o que vem estimulando maiores investimentos nas lavouras de milho, principalmente no Paraná e na região Centro-Oeste. Além disso, algumas usinas de produção de álcool a partir do milho estão se instalando no Mato Grosso, o que pode também elevar regionalmente a demanda pelo cereal, possibilitando um aproveitamento maior dessa matéria-prima, com redução de custos logísticos e, consequentemente, uma diminuição na defasagem de preços entre diferentes praças”, ressalta Barradas.

Café - Por outro lado, o café é mais um produto com estimativa de recorde, puxado pela variedade arábica, e também oferece boas perspectivas para o mercado, segundo Barradas. A produção brasileira deve alcançar 3,6 milhões de toneladas, crescendo 1,7% em relação ao que era esperado no mês anterior e 21,5% frente a 2019, sendo 2,8 milhões de toneladas da variedade arábica.

Safra sem precedentes - “Tivemos uma safra de café arábica sem precedentes, um produto de excelente qualidade que deve permitir que os produtores brasileiros recuperem importantes mercados internacionais”, assinala o pesquisador.

Algodão - O algodão tem sido outro destaque na safra de grãos de 2020, com um recorde de produção esperado em 7,1 milhões de toneladas, aumento de 2,4% em relação à estimativa de agosto e de 2,7% em relação a 2019. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Jaelson Lucas / AEN-PR

 

 

LÁCTEOS: Região Sul do Brasil é responsável por 36% da produção de leite no país

lacteos 08 10 2020Baseado nas resoluções dos Conseleites dos estados do Sul, o preço do litro de leite pago ao produtor deve ter novo reajuste em outubro. Tendência de alta já foi maior em meses anteriores, principalmente em agosto e setembro. Os indicadores de mercado apontam para estabilização do preço em valor elevado.

Aliança - A Aliança Láctea Sul Brasileira destaca que o valor máximo do litro comercializado em outubro deve ser R$ 2,25 e o mínimo R$ 1,70.

Mercado aquecido - O gerente de Fomento de Leite da Copérdia, Flávio Durante, avalia o momento da atividade e afirma que a expectativa é que o mercado da bovinocultura de leite se mantenha aquecido nos próximos meses. Mesmo assim, lembra que o preço elevado é recente e o custo de produção aumentou de maneira considerável, comprometendo o lucro do produtor.

Dificuldades - Autoridades agrícolas chamam atenção para as dificuldades geradas pelo aumento de custo do milho e farelo de soja comprometendo a rentabilidade dos produtores.

Região Sul - A região Sul do Brasil é responsável por 36% da produção, possui apenas 15% dos consumidores e precisa vender o excedente em forma de manteiga, queijo e leite em pó para ter maior lucratividade. (Site www.radiorural.com.br / Informativo Fecoagro)

 

GESTÃO DE RISCOS: Área segurada da safra de inverno cresceu 56% com apoio do Mapa

gestao risco 08 10 2020O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta quarta-feira (07/10) o resultado consolidado das contratações de seguro rural da safra de inverno 2020, que tiveram o apoio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). No total, foram contratadas 44.787 apólices, um aumento de 62% em relação ao mesmo período de 2019. O crescimento da área segurada foi de 56%, totalizando 3,1 milhões de hectares e o valor total segurado foi de R$ 6,4 bilhões, 87% maior que na safra anterior.

Recursos aplicados - Para o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, essa expansão nas contratações ocorreu principalmente devido ao volume de recursos aplicados no PSR. “Em 2020, conseguimos mais que dobrar o orçamento aplicado na safra de inverno, foram cerca de R$ 250 milhões em subvenção ao produtor rural para custear a contratação do seguro. Lembrando que neste ano também aumentamos o percentual de subvenção ao prêmio para essas culturas”, aponta.

Salto - O valor segurado das apólices contratadas para a cultura do milho 2ª safra saltou de R$ 2,5 bilhões em 2019 para R$ 4,8 bilhões em 2020, já o valor total segurado nas apólices de trigo somou R$ 1,5 bilhão, ante R$ 817 milhões no ano passado. Também apresentaram crescimento significativo as contratações de seguro para as culturas de aveia, canola, cevada e sorgo.

Melhoria na cobertura - Outro resultado importante apontado por Loyola foi o aumento do nível de cobertura contratado pelos produtores. O nível de cobertura da produtividade esperada da lavoura é um percentual que reflete o quanto que o produtor vai ter de proteção em caso de sinistro, ou seja, quantas sacas estão protegidas pelo seguro. Esse nível geralmente pode variar entre 65% a 80%, a depender da cultura e região de plantio.

Milho segunda safra - "No caso do milho 2ª safra, por exemplo, em 2019 94% das apólices possuíam nível de cobertura de 65% e apenas 4% com 70% de proteção. Já em 2020 observamos que 18% das apólices contrataram o nível de 70%, isso demonstra a preocupação do produtor em proteger cada vez mais sua lavoura”, diz Loyola.

Contratação - O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural.

Subvenção - A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa. Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola) o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40%.

Soja, milho verão, banana, maçã e uva no Pronaf - Para produtores que estão contratando crédito de custeio nas instituições financeiras e são enquadrados no Pronaf, entre julho e outubro, há um projeto-piloto com recursos de R$ 50 milhões do PSR de estímulo a contratação do seguro agrícola de soja e milho verão (subvenção de 55% do prêmio) e para banana, maçã e uva (subvenção de 60% do prêmio).

Norte e Nordeste - Para produtores das regiões Norte e Nordeste de grãos, o PSR destinará R$ 50 milhões exclusivos para essas regiões.  

Whatsapp Receba informações de seguro rural no seu whatsapp, entre no grupo acessando este link.   Para mais informações sobre o PSR, faça o download do aplicativo. Basta acessar para Android e para IOS. Ouça o áudio do Mapacast que explica o funcionamento do PSR(Mapa)

 

FOTO: Embrapa

 

COOPERAÇÃO: Mapa e AEB assinam acordo para o desenvolvimento de tecnologias espaciais no setor agropecuário

cooperacao 08 10 2020O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Agência Espacial Brasileira (AEB), autarquia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), assinaram nesta quarta-feira (07/10) um Acordo de Cooperação Técnica para estimular o desenvolvimento de tecnologias e de aplicações espaciais para o setor agropecuário nacional.

Assinatura - A assinatura ocorreu de forma virtual, em transmissão no YouTube, e contou com a presença do presidente da AEB, Carlos Moura; secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação (SDI/Mapa), Fernando Camargo, que representou a ministra Tereza Cristina; do diretor de Governança do Setor Espacial (DGSE/AEB), Cristiano Augusto Trein; do diretor do Departamento de Apoio à Inovação para Agropecuária do Mapa, Cleber Soares; e do presidente da Frente Parlamentar Mista para o Programa Espacial Brasileiro, deputado federal Daniel Freitas.

Produtividade e qualidade - O objetivo da parceria é impactar positivamente a produtividade e a qualidade do setor agropecuário. O resultado esperado é o estabelecimento de um novo patamar de alcance das tecnologias, produtos e serviços espaciais no setor. O Acordo de Cooperação Técnica tem abrangência nacional e visa atingir a iniciativa privada, a academia, os institutos de ciência e tecnologia e os demais atores relevantes do Sistema Nacional de Desenvolvimento de Atividades Espaciais (Sindae).

Ganhos - Na abertura do evento, o presidente da AEB, Carlos Moura, enfatizou os principais ganhos que o acordo trará para ambos os setores. “Nós vivemos em um mundo onde se fala muito sobre sustentabilidade, em como se produzir mais gastando menos, como exigir menos do meio ambiente, da Terra e da natureza, e como agredir menos usando menos defensivos. Faremos tudo o que pudermos como uma infraestrutura que ajude o Mapa e todas as entidades relevantes nesse processo a trabalharem melhor”, declarou Moura.

Imprescindíveis - O diretor Cristiano Augusto Trein (DGSE/AEB) reforçou que as tecnologias espaciais são imprescindíveis para a agricultura de precisão, pecuária de precisão, aquicultura de precisão. Trein destacou também a importância dos sistemas de coleta de dados e suas interfaces com Internet das Coisas, principalmente no que diz respeito a conectividade e confiabilidade.

Modernização - O secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, destacou que o agronegócio brasileiro vem se modernizando, com acesso às melhores ferramentas e tecnologias. "Hoje o agro Brasileiro é absolutamente cosmopolita, é um agro que tem acesso a tudo que tem de bom e melhor no mundo. A entrada da Agência Espacial Brasileira nesse ecossistema com o Mapa e com a Embrapa será um avanço fundamental para aumentar a produtividade. Fazer o entendimento aéreo espacial no Brasil, conhecer nosso território, solo e clima vai fazer com que aumente ainda mais a produtividade sem agredir o meio ambiente. O Brasil é uma potência agroambiental”, comentou Camargo.

Oportunidade ímpar - O diretor do Departamento de Inovação de Agropecuária do Mapa, Cleber Soares, reforça que o Brasil tem uma oportunidade ímpar de ampliar a tecnologia do agronegócio no Brasil. “Hoje a tecnologia representa mais de 70% dos incrementos e dos inputs para avanço e produtividade na nossa agropecuária e no mundo, seja no uso, por exemplo, de tecnologias espaciais de forma clássica para sensoriamento remoto, monitoramento de cobertura vegetal, seja no modelo de leguminosas e vegetais”, disse.

Diretrizes básicas - A AEB e o Mapa trabalharão de forma conjunta, tendo como diretrizes básicas promover a expansão do uso de produtos e serviços espaciais no setor agropecuário brasileiro, fomentar a aquisição de produtos e de serviços espaciais no ambiente rural, estabelecer ações para que o Brasil se torne um exportador de soluções tecnológicas e espaciais com aplicação no setor e formar e capacitar recursos humanos qualificados.

Autarquia - A Agência Espacial Brasileira é uma autarquia vinculada ao MCTI, responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira. Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial. (Mapa, com informações da Coordenação de Comunicação Social AEB)

FOTO: Guilherme Martimon / Mapa

 

VAREJO: Vendas crescem 3,4% e atingem patamar recorde em agosto

varejo 08 10 2020O comércio varejista cresceu 3,4%, em agosto, na comparação com julho, a quarta alta mensal seguida, após quedas influenciadas pela pandemia em março e abril. Com o resultado, o setor atinge o maior patamar de vendas desde 2000, ficando 2,6% acima do recorde anterior, de outubro de 2014. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (08/10) pelo IBGE.

Comparação com agosto - Na comparação com agosto de 2019, o comércio cresceu 6,1%, terceiro resultado positivo consecutivo. No acumulado do ano, o setor registrou menor ritmo de queda (-0,9%), enquanto nos últimos 12 meses, acumula crescimento de 0,5%, após três meses de estabilidade.

Abril - “O varejo em abril teve o pior momento, com o indicador se situando 18,7% abaixo do nível de fevereiro, período pré-pandemia. Esses números foram sendo rebatidos nos meses seguintes, até que em agosto o setor ficou 8,9% acima de fevereiro”, explica o gerente da PMC, Cristiano Santos.

Atividades - Cinco das 8 atividades pesquisadas tiveram alta na passagem de julho para agosto. Entre as que apresentaram maior crescimento estão tecidos, vestuário e calçados (30,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (10,4%), móveis e eletrodomésticos (4,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,5%) e combustíveis e lubrificantes (1,3%).

Fatores - O gerente da pesquisa diz ainda que fatores como o aumento da renda devido ao auxílio emergencial e a alta dos preços também têm influenciado o desempenho do varejo, especialmente o setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 2,2% de julho para agosto, impactado pela inflação dos alimentos.

Elasticidade - “Os produtos de supermercados têm uma elasticidade alta, um arroz mais caro é substituído por outro mais barato, mas o consumidor continua comprando. Os supermercados continuam próximos da margem, mesmo em queda, não sentem tanta diferença quanto em outras atividades”, explica Santos, complementando que o crescimento nas vendas de móveis e eletrodomésticos pode ser consequência da renda extra do auxílio emergencial, utilizada pelas famílias para reposição de produtos antigos.

Demais setores - Os demais setores em queda foram artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-1,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-24,7%).

Varejo ampliando tem alta de 4,6% em agosto - O volume de vendas do comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, teve alta de 4,6% em relação a julho, reduzindo o ritmo de crescimento com relação ao mês anterior (7,1%). Veículos, motos, partes e peças cresceu 8,8% e material de construção registrou aumento de 3,6%, ambos, respectivamente, após 12,3% e 5,9% registrados no mês anterior.

Segunda taxa positiva - Frente a agosto de 2019, houve aumento de 3,9%, segunda taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, o varejo ampliado soma recuo de 5%. O acumulado em 12 meses, ao passar de -1,9% até julho para -1,7% até agosto, também apontou leve melhora no ritmo de venda.

Resultados bimestrais têm altas recordes para o varejo e o varejo ampliado O comércio varejista cresceu 11,3% no quarto bimestre de 2020 em relação ao bimestre anterior, a segunda alta consecutiva, e a mais elevada de toda a série histórica para essa comparação. A alta 11,3% no acumulado de julho e agosto, superou os 6,9% registrado nos dois meses anteriores, ultrapassando, inclusive, em termos de magnitude, o resultado de -10,3% de março e abril, auge do isolamento social.

Alta - Todas as atividades, à exceção de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,0%), registraram alta para esta comparação: combustíveis e lubrificantes (9,7%), tecidos, vestuário e calçados (78,6%), móveis e eletrodomésticos (21,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (10,5%), livros, jornais, revistas e papelaria (37,7%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (22,2%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (25,3%).

Comércio varejista - O comércio varejista ampliado também registrou o segundo bimestre de alta, de 15,6%, recorde da série histórica, embora não tenha sido maior, em termos de magnitude, que os -21,5% registrado no segundo bimestre de 2020. Em termos setoriais, tanto veículos e motos, partes e peças (31,9%) quanto material de construção (13,8%) tiveram crescimento por dois bimestres consecutivos.

Vendas do varejo crescem nas 25 das 27 unidades da federação - O volume de vendas do varejo foi positivo em 25 das 27 unidades da federação, com destaque para Acre (15,6%), Rondônia (12,8%) e Amapá (12,1%). Pressionando negativamente estão Tocantins (-2,4%) e Rio Grande do Sul (-0,2%). No comércio varejista ampliado, também houve predomínio de resultados positivos registrado em 26 das 27 unidades da federação, com destaque para Piauí (20,2%), Acre (12,6%) e Sergipe (9,6%). O destaque negativo ficou para Roraima (-1,4%). (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Cláudio Vieira / PMSJC

 

varejo tabela 08 10 2020

ECONOMIA: Número de empresas em funcionamento cresce em 252,8 mil em um mês

economia 08 10 2020A retomada da economia está se refletindo no aumento do número de empresas em funcionamento. Segundo o Mapa de Empresas do Ministério da Economia, em setembro foram abertos 252.840 negócios a mais do que foram fechados.

Empresas ativas - Em 31 de agosto, havia 19.289.824 empresas ativas no país. Em 30 de setembro, o número aumentou para 19.542.664.

Atividades - As atividades econômicas de maior destaque na criação de empresas em setembro foram: cabeleireiros, manicure e pedicure; comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios; comércio varejista de bebidas; restaurantes e similares.

Tempo de abertura - Cada empresa levou em média 2 dias e 21 horas para ser aberta em setembro, o mesmo tempo registrado em agosto. Do total de empresas criadas no mês passado, 32,8% demorou menos de um dia para abrir.

Governo Digital - A Estratégia de Governo Digital prevê a redução do tempo médio de abertura de empresas no país para apenas um dia até o fim de 2022. Em 21 meses, o intervalo caiu quase à metade. Em janeiro do ano passado, cada empresa levava, em média, 5 dias e 19 horas para ser aberta.

Fatores - Segundo a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, a modernização das Juntas Comerciais e a ampliação da oferta de serviços no portal gov.br contribuíram para a redução do tempo médio de abertura de empresas.

Lei da Liberdade Econômica - Medidas que entraram em vigor com a Lei de Liberdade Econômica, como o registro automático de empresas e a dispensa de alvará para atividades de baixo risco, também foram decisivas na avaliação do órgão. (Agência Brasil)

FOTO: Fernando Frazão / Agência Brasil

 

COMBUSTÍVEL: ANP aprova redução temporária do percentual de biodiesel para 11%

combustivel 08 10 2020A diretoria colegiada da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou, nesta quarta-feira (07/10), a redução excepcional e temporária do percentual de mistura obrigatória do biodiesel ao óleo diesel dos atuais 12% para 11% no bimestre de novembro e dezembro de 2020. “A medida é necessária para dar continuidade ao abastecimento nacional, uma vez que a oferta de biodiesel para o período citado poderia não ser suficiente para atender à mistura de 12% ao diesel B, que vem sendo bastante consumido, apesar da atual situação de pandemia”, informou, em nota, a ANP. (Agência Brasil)

 

DATASENADO: 92 milhões não exerceram trabalho remunerado em setembro

datasenado 08 10 2020Quase 92 milhões de brasileiros acima de 16 anos de idade não exerceram atividade remunerada em setembro. É o que revela uma pesquisa nacional sobre o panorama do desemprego durante a pandemia de covid-19, realizada pelo Instituto DataSenado entre os dias 11 e 18 daquele mês. Divulgado na terça-feira (06/10), o levantamento foi feito por telefone com 5 mil brasileiros de todos os estados brasileiros.

Percentuais - Do total de entrevistados, 55% afirmaram não ter exercido atividade remunerada na semana anterior à pesquisa, e 27% disseram estar à procura de emprego. Esse percentual corresponde a aproximadamente 24 milhões de pessoas. Para a maioria do grupo ouvido na pesquisa (97%), está mais difícil conseguir trabalho em razão da pandemia causada pelo coronavírus.

Preocupação - O senador Paulo Paim (PT-RS) destacou a importância dos dados coletados pelo DataSenado e demonstrou preocupação com esses números. Ele criticou o governo federal pela redução do valor do auxílio emergencial — de R$ 600 para R$ 300 — e defendeu a retomada da quantia original, bem como do pagamento de R$ 1,2 mil para mulheres chefes de família. De acordo com o senador, essa seria uma forma de minimizar os impactos da crise sobre as pessoas de baixa renda e as sem remuneração mostradas na pesquisa.

Desamparados - “Segundo a FGV [Fundação Getúlio Vargas], cerca de 38 milhões de brasileiros ficarão desamparados com o fim do auxílio emergencial previsto para dezembro. Dinheiro que é usado para comprar alimentos, remédios. É uma questão humanitária”, disse Paim à Agência Senado.

Coronavírus - Segundo a senadora Zenaide Maia (Pros-RN), o estudo do DataSenado mostra que o cenário trazido pelo coronavírus somente agravou a crise já existente em 2019, quando havia mais de 13 milhões de brasileiros na extrema pobreza. Para Zenaide, os números confirmam o que parlamentares como ela vêm declarando há algum tempo: “O governo federal não apresentou até agora nenhum plano para alavancar a economia”.

Propostas - “As únicas propostas apresentadas pelo ministro da Economia [Paulo Guedes], que, com todo o respeito, é ministro do mercado financeiro, tratam de ajuste fiscal em cima de uma população que já enfrenta desemprego e fome e a venda das empresas públicas, que dão lucro. Nenhum país do mundo saiu de uma crise econômica sem seu maior investidor, que, no nosso caso, é o Estado brasileiro”, afirmou.

Diretrizes - Entre os que não exerceram atividade remunerada na semana anterior ao levantamento do DataSenado, 73% afirmaram não ter tomado providência efetiva para conseguir trabalho. Esse percentual inclui aposentados, donas de casa e também brasileiros que poderiam estar trabalhando mas desistiram de procurar emprego. Nesse último grupo, 36% disseram que o fato de o país estar em meio a uma pandemia influenciou a decisão de não procurar trabalho, o que corresponde a aproximadamente 24 milhões de cidadãos.

Recuperação lenta - Na opinião de 80% dos brasileiros que afirmaram não ter exercido atividade remunerada na semana anterior ao levantamento de setembro, a recuperação da economia vai ser lenta depois do fim da pandemia.

Prioridades - As amostras do DataSenado são representativas da opinião da população brasileira e têm o objetivo de ajudar os parlamentares na definição de prioridades.  Nesse sentido, Paim acredita que a proposta de renda mínima a ser concedida após o fim do auxílio emergencial pode ser uma saída. Para ele, é fundamental a rápida regulamentação da Lei 10.835, de 2004, que instituiu a Renda Básica de Cidadania.

Dificuldades - Ao declarar que a nação sofre por não haver um comando único sobre o assunto, o senador disse que vê dificuldades para a recuperação econômica. Paim defende a aprovação de uma reforma tributária que não penalize os pobres.

Preços - “O Brasil está horrorizado com a alta dos preços da cesta básica, da luz, do gás, dos combustíveis. Em 12 meses, a cesta básica teve um aumento de quase 25%. É preciso uma reforma tributária progressiva, que desonere os produtos de primeira necessidade, que não penalize os pobres. É um absurdo que hoje 51,22% do salário mínimo seja gasto com uma cesta básica.”

Programas sociais - Paim também ressaltou a necessidade de ações como o fortalecimento de programas sociais, a exemplo do Bolsa Família, mais investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS), a extinção da Emenda Constitucional 95, que congelou os gastos públicos por 20 anos, bem como a retomada da política de valorização do salário mínimo.

Emprego e renda - “É geração de emprego e renda [já que] 100 milhões de pessoas dependem dele. O comércio gira, todos ganham: trabalhadores, empregadores, aposentados. Para cada R$ 1 a menos no salário mínimo, o governo deixou de arrecadar R$ 0,54 em tributos. Além disso, é fundamental a união de esforços em todas as esferas de Poder e garantir que trabalhadores informais, autônomos, micro e pequenos empresários neste país sejam assistidos”, observou. (Agência Senado)

FOTO: Carol Garcia / GOVBA

 

INFRAESTRUTURA: Governo lança programa para simplificar normas da aviação

infraestrutura 08 10 2020Em cerimônia no Palácio do Planalto, o governo federal lançou, nesta quarta-feira (0710), o programa Voo Simples, que reúne uma série de medidas para flexibilizar e revogar normas da aviação civil no país. O presidente Jair Bolsonaro e diversos ministros participaram do evento. Ao todo, são 52 iniciativas, que incluem, por exemplo, o fim da validade para a renovação da habilitação de pilotos, o fim de autorização prévia para a construção de aeródromos, a digitalização de documentos de voos e de registro de aeronaves. Outra mudança é a permissão para operação em águas brasileiras na região da Amazônia Legal, por meio de aeronaves anfíbias (que pousam na água), como forma de estimular os serviços de aviação na região.

Resumo - "Esse é o resumo do Voo Simples, um programa que vem pra tirar da frente a burocracia, o que não é necessário e focar no que realmente importa", afirmou o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Juliano Noman.

Nova fase - Para o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, as medidas abrem uma nova fase das políticas públicas para o setor, após a abertura do mercado brasileiro para companhias aéreas estrangeiras e a concessão de aeroportos para a iniciativa privada.

Regulação - "Abrimos o capital estrangeiro, removemos uma grande barreira regulatória, mas agora nós vamos diminuir a regulação, paulatinamente. O esforço começa no dia de hoje. Isso faz parte do nosso programa Infra Competitividade, faz parte do nosso anseio de atingir um dia a OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico]", disse, em seu discurso.

Exigências - Segundo a Anac, estão sendo simplificadas as atuais exigências para empresas de táxi-aéreo, com o objetivo de permitir que novos operadores de pequeno porte entre no mercado um custo mais baixo. Também estão previstas medidas para simplificar processos para fabricação, importação ou registro de aeronaves. O programa também prevê mudanças na aviação agrícola, que é setor responsável por borrifar produtos químicos sobre as plantações. Para a manutenção das aeronaves que fazem esse serviço, o governo passará a permitir o uso de um auxiliar de mecânico de manutenção, sob supervisão remota. Atualmente, a legislação determina a presença física de um técnico certificado para o serviço.

Revogação de decretos - Durante a cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro revogou os decretos que tratam sobre Sistemas Integrados de Transportes Aéreo Regional (Sitar), que definem procedimentos para que o proprietário ou comandante da aeronave estrangeira possa solicitar a autorização de pouso ou sobrevoo no país. "Com a revogação do decreto de sobrevoo, os órgãos envolvidos no processo de autorização de entrada e o sobrevoo do território brasileiro poderão aprimorar suas práticas, racionalizar processos, eliminar formalidades desnecessárias ou desproporcionais, reduzir o tempo de espera para a emissão da autorização e adotar novas soluções tecnológicas para a prestação dos serviços", informou a Anac, em nota.

Sobreposição de regras - Também foi revogada uma portaria interministerial dos ministérios da Economia e da Infraestrutura com sobreposição de regras já existentes no Código Brasileiro de Aeronáutica e (CBA) e a Lei do Aeronauta. Segundo o ministro Tarcísio Freitas, novas alterações na legislação do setor serão adotadas pelo governo em breve, incluindo a redução de tarifas cobradas da aviação.

Modificação - "Nós vamos propor a modificação, isso acontecerá em breve, de vários dispositivos do Código Brasileiro de Aeronáutica, que se tornou obsoleto, é de 1986. Também vamos mudar a lei da agência e revisar a lei que trata das tarifas de fiscalização da aviação civil, que são proibitivas, e estrangulam, por exemplo, a certificação de aeronaves, que destroem a aviação experimental", afirmou. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

INVESTIMENTOS: Governo do Estado amplia obras de infraestrutura para gerar empregos

investimentos 08 10 2020O governador Carlos Massa Ratinho Junior disse nesta quarta-feira (07/10) que o Estado está ampliando os investimentos em infraestrutura para gerar mais empregos e desenvolvimento econômico, com um olhar voltado para a retomada das atividades após os impactos mais agudos da pandemia e outro para a programação de transformar o Paraná na central logística da América do Sul. Esse planejamento estratégico foi apresentado a quase 700 associados do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR), durante encontro virtual da categoria.

Antecipação - “Não paramos nenhuma obra durante a pandemia. Esse foi um ponto fundamental do enfrentamento na área econômica. E também será na retomada. Sabemos que crescimento e geração de emprego passam necessariamente pela construção civil”, disse Ratinho Junior. “Para acelerar esse projeto, estamos antecipando investimentos que ficariam para daqui a alguns anos para potencializar esse setor, gerar mão de obra, o que nos traz um enorme ganho econômico”.

Central de logística - O governador afirmou que, apesar da pandemia, o planejamento de transformar o Paraná em uma central logística manteve seu curso. O plano tem como base investimentos da construção civil e começou a ser executado em 2019, com o aporte de R$ 350 milhões em um banco de projetos executivos para obras – com as duas primeiras fases praticamente finalizadas.

Norte - “O planejamento de transformar o Paraná em uma central logística é o que nos guia diariamente, em função do bom posicionamento geográfico e da necessidade de garantir escoamento logístico para a nossa produção. Isso ajudará a movimentar ainda mais a economia para gerar desenvolvimento social”, acrescentou o governador. “Agora captamos recursos de R$ 1,6 bilhão e temos condições de licitar as obras em tempo recorde, porque os projetos já estão prontos”.

Apresentação - Ratinho Junior apresentou o conjunto de investimentos do Estado que envolve, pelo menos, R$ 4 bilhões em infraestrutura (rodoviária, portuária e aérea), obras urbanas, novos equipamentos de saúde, educação e segurança pública, e a transformação completa do Litoral; R$ 3 bilhões da Copel em novas linhas de transmissão (estabilidade energética) e em redes inteligentes; e R$ 1 bilhão da Sanepar em saneamento básico, proteção do meio ambiente e captação de água.

Anel de Integração - Também fazem parte desse projeto as tratativas do novo Anel de Integração, com expectativa de R$ 70 bilhões em investimentos rodoviários; a concessão de quatro aeroportos (Londrina, Foz do Iguaçu, Curitiba e São José dos Pinhais) para a iniciativa privada, com a inclusão da terceira pista no Afonso Pena; projetos para ampliar em 65% a capacidade de movimentação do Porto de Paranaguá nos próximos anos; e o novo corredor de exportação ferroviária, conectando Foz do Iguaçu e Maracaju (MS) ao Litoral do Paraná.

Construção civil - “Todos os projetos têm um olhar para a construção civil. Estamos atraindo a iniciativa privada para investir em habitação popular; liberando recursos para os municípios contratarem obras de pavimentação, parques, praças e ginásios de esportes; construindo delegacias, penitenciárias e unidades novas para a Polícia Militar; além de escolas, hospitais e unidades de saúde”, acrescentou Ratinho Junior.

Tributo e renda - A construção civil é parte essencial da programação de retomada econômica do Estado, segundo o secretário estadual de Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge. Ele disse que as obras civis realizadas pelo Estado (direta ou indiretamente) e pelo setor privado são as que mais criam empregos. "Isso gera tributos e renda direta, o que possibilita incrementar o Produto Interno Bruto (PIB). Com isso voltamos a girar a economia, diminuir o deficit habitacional, avançar em novos programas estaduais e fixar renda”, arrematou.

Sinduscon - Durante a reunião, o presidente do Sinduscon, Rodrigo Assis, destacou a manutenção da construção civil como setor essencial nos decretos estaduais da pandemia e disse que as empresas de pequeno e médio porte sobreviveram ao debacle econômico graças a essa iniciativa. “É um problema mundial, mas o Paraná manteve a atividade como essencial, não paramos em nenhum instante, o que foi de suma importância para a categoria”, disse.

Estudo inédito - Assis também apresentou um estudo inédito do Sinduscon feito a partir de dados da Paraná Edificações de cinco obras que estão em andamento no Estado: construções do Colégio Agrícola do Noroeste, em Diamante do Norte, e do Hospital Regional de Ivaiporã; e reformas do Instituto de Criminalística e da Escola Superior da Polícia Civil, em Curitiba, e de um colégio estadual em Santa Terezinha do Itaipu, na região Oeste.

Análise - A análise dos cinco casos reais teve como objetivo analisar o impacto em termos de emprego, renda e impostos das obras em um ano. O resultado indicou geração direta de 7.365 empregos e indireta de 3.682 apenas no setor da indústria de material de construção, com potencial de geração de R$ 156 milhões de renda direta e R$ 207 milhões de impostos estaduais, municipais e federais.

Detalhe - No detalhe, cada R$ 9.999,36 investido em uma reforma gera um emprego por um mês e cada R$ 14.097,08 investido em uma nova construção cria um emprego por um mês. Em média 18% do que é investido em reformas e 12% do que é investido em novas construções são convertidos em renda para os funcionários.

Obra pública - “Investimento em obra pública é muito importante porque gera renda para os trabalhadores e para o Estado, retornando em impostos. É um estímulo para continuar essa política nos próximos anos”, afirmou o presidente do Sinduscon.

Construção civil - A construção civil foi a quarta atividade que mais empregou em agosto no Estado, com 2.678 carteiras assinadas, atrás apenas de indústria (7.133), comércio (3.914) e serviços (2.843). O Paraná foi o sexto do País nessa categoria, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pará e Ceará. Em agosto foram gerados 17.061 empregos. No ano, o saldo ainda é negativo, -16.843. O Paraná é o estado do Sul que menos perdeu vagas, mesmo com a pandemia.

Presenças - Participaram do encontro, por parte do governo, o vice-governador Darci Piana e o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex; José Eugênio Gizzi, conselheiro do Sinduscon; e os associados da categoria. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CÂMBIO: Dólar descola-se das principais moedas e encerra o dia em alta

Em um dia de oscilações no mercado, o dólar descolou-se das principais moedas e fechou em alta. A bolsa de valores fechou próxima da estabilidade, com pequena queda, depois de alternar altas e baixas ao longo das negociações.

Encerramento - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (07/10) vendido a R$ 5,623, com alta de R$ 0,028 (+0,5%). O real esteve entre as sete moedas (de uma lista das 33 principais) que se desvalorizaram contra o dólar nesta sessão, ocupando a terceira pior posição -- melhor apenas que o peso argentino e a lira turca.

Oscilação - A moeda norte-americana abriu a sessão em queda. Na mínima do dia, por volta das 9h20, chegou a ser vendida a R$ 5,55. A partir do fim da manhã, a divisa anulou a queda, passando a oscilar entre altas e baixas no restante da sessão, até fechar próxima da máxima do dia.

Bolsa - A bolsa de valores teve movimentação parecida. O índice Ibovespa, da B3, fechou a quarta-feira aos 95.526 pontos, com leve queda de 0,09%. Em uma sessão marcada pela volatilidade, o indicador começou em alta, mas passou a operar perto da estabilidade a partir do fim da manhã.

Dia misto - O mercado viveu um dia misto. No início do dia, o cenário internacional impactou positivamente as negociações, após o presidente norte-americano, Donald Trump, pedir ao Congresso do país que aprove um pacote de socorro para a indústria aérea e projetos de lei menores, para compensar a paralisação das negociações de um novo pacote de estímulos para a maior economia do planeta.

Incertezas - No entanto, as incertezas em relação à fonte de financiamento do programa Renda Cidadã, que afetam o mercado desde a semana passada, voltaram a influenciar a negociação. Hoje à tarde, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), publicou na rede social Twitter uma reportagem em que o ministro da Economia, Paulo Guedes, negava a prorrogação do auxílio emergencial para 2021 caso a votação do Renda Cidadã atrasasse. Na publicação, Maia afirmou que a posição da Câmara é a mesma da equipe econômica. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

VIGILÂNCIA SANITÁRIA: Anvisa aprova norma sobre rótulo nutricional em embalagens

vigilancia sanitaria 08 10 2020Por unanimidade, a diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira (07/10), a nova norma sobre rótulo nutricional de alimentos embalados. A medida dá mais clareza e legibilidade às informações nutricionais presentes no rótulo dos alimentos e auxilia o consumidor a ter escolhas alimentares mais conscientes. 

Rótulo - A nova regra estabelece mudanças na tabela de informação nutricional. Entre as novidades está a adoção de rótulo nutricional na frente da embalagem. Segundo a Anvisa, a ideia é esclarecer o consumidor, de forma clara e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes que têm relevância para a saúde.      

Design - Para este rótulo, foi desenvolvido um design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na frente do produto, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar.

Mudanças na Tabela de Informação Nutricional   - A Tabela de Informação Nutricional também passará por mudanças. As informações terão apenas letras pretas e fundo branco. O objetivo é afastar a possibilidade de uso de contrates que atrapalhem a legibilidade das informações.   

Informações - Outra alteração será nas informações disponibilizadas na tabela. Será obrigatória a identificação de açúcares totais e adicionais, a declaração do valor energético e nutricional por 100 g ou 100 ml, para ajudar na comparação de produtos, e o número de porções por embalagem.  

Localização - Além disso, a tabela deverá ficar, em regra, próxima da lista de ingredientes e em superfície contínua, não sendo aceitas quebras. Ela não poderá ser apresentada em áreas encobertas, locais deformados ou regiões de difícil visualização. A exceção fica para os produtos pequenos (área de rotulagem inferior a 100 cm²), em que a tabela poderá ser apresentada em partes encobertas, desde que acessíveis.    

Alegações - A agência reguladora também modificou a declaração das alegações nutricionais, com o objetivo de evitar contradições com a rotulagem nutricional frontal.

Prazos - A nova regra será publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União e entrará em vigor 24 meses depois. Os produtos que se encontrarem no mercado na data da entrada da norma em vigor terão, ainda, um prazo de adequação de 12 meses.

Adequação - No entanto, os produtos que forem destinados exclusivamente ao processamento industrial ou aos serviços de alimentação deverão estar adequados já na data de entrada do regulamento em vigor, de forma a garantir que os fabricantes tenham acesso às informações nutricionais das matérias-primas e ingredientes alimentares utilizados em seus produtos.

Pequeno porte - Os alimentos fabricados por empresas de pequeno porte, como agricultores familiares e microempreendedores, também têm prazo de adequação de 24 meses após a entrada em vigor, totalizando 48 meses. Para as bebidas não alcoólicas em embalagens retornáveis, a adequação não pode exceder 36 meses após a entrada em vigor da resolução.

Comercialização - Os produtos fabricados até o término do prazo de adequação poderão ser comercializados até o fim do prazo de validade. (Agência Brasil)

FOTO: Divulgação Anvisa

 

SAÚDE I: Brasil passa dos 5 milhões de casos acumulados

O Brasil passou dos cinco milhões de casos de covid-19 desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas, foram registrados 31.553 novos diagnósticos da doença, totalizando 5.000.694. Até terça-feira (06/10), o sistema de dados sobre o novo coronavírus marcava 4.969.141.

Atualização diária - As informações foram disponibilizadas pelo Ministério da Saúde em sua atualização diária, divulgada na noite desta quarta-feira (07/10).

Mortes - O número de mortes desde o começo da pandemia alcançou 148.228. Entre terça e quarta-feira (06 e 07/10), as secretarias estaduais acrescentaram 734 óbitos causados por covid-19. Até a terça-feira, o sistema do Ministério da Saúde trazia 147.494 mortes. Ainda há 2.482 falecimentos em investigação.

Acompanhamento - O balanço do Ministério da Saúde apontou 461.042 casos que ainda estão em acompanhamento. Até o momento, 4.391.424 pessoas já se recuperaram da doença.

Estados - Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes:

São Paulo (36.669),

Rio de Janeiro (18.969)

Ceará (9.094),

Pernambuco (8.379)

Minas Gerais (7.811)

As Unidades da Federação com menos óbitos:

Roraima (666)

Acre (668)

Amapá (722)

Tocantins (985)

Mato Grosso do Sul (1.385)

(Agência Brasil)

SAÚDE II: Paraná registra 1.555 novos casos de Covid e 30 mortes

saude II 08 10 2020A Secretaria de Estado da Saúde confirma, nesta quarta-feira (07/10), 1.555 novos casos e 30 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma agora 85.746 casos e 4.659 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 858 pacientes com diagnóstico confirmado estavam internados nesta quarta-feira (07/10). 722 pacientes estão em leitos SUS (336 em UTI e 386 em leitos clínicos/enfermaria) e 136 em leitos da rede particular (59 em UTI e 77 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 978 pacientes internados, 426 em leitos UTI e 552 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A secretaria informa a morte de mais 30 pacientes. Todos estavam internados. São 14 mulheres e 16 homens, com idades que variam de 02 a 96 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 04 de julho a 07 de outubro.

Residência - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (3), Foz do Iguaçu (3), Apucarana (2), Arapongas (2). E um caso em cada um dos seguintes municípios: Castro, Colombo, Contenda, Cornélio Procópio, Francisco Beltrão, Goioerê, Guarapuava, Jandaia do Sul, Jataizinho, Lapa, Marechal Cândido Rondon, Maringá, Pato Branco, Ponta Grossa, Primeiro de Maio, Prudentópolis, São José dos Pinhais, Sarandi, Telêmaco Borba e Toledo.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 1.983 casos de residentes de fora, 44 pessoas morreram.

Ajustes - Alteração de município:

Um caso confirmado no dia 17/9 em Ariranha do Ivaí foi transferido para Maringá.

Um caso confirmado no dia 18/9 em Indaial/SC foi transferido para Contenda.

Exclusões - Um caso confirmado no dia 5/10 em Foz do Iguaçu foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 29/9 em Medianeira foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 5/10 em Cascavel foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 5/10 em Apucarana foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI

 

CLIMA: 2020 pode ser o mais quente no Paraná nos últimos 25 anos

clima 08 10 2020O ano de 2020 deve entrar para a história como um dos mais quentes já registrados, segundo o Serviço de Mudança Climática Copernicus, do Programa de Observação da Terra, da União Europeia, que monitora o clima desde 1979. O levantamento, divulgado nesta semana, repete a análise da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) e aponta que há 99,9% de chance de 2020 entrar no ranking dos cinco anos mais quentes já registrados.

Mundo - Segundo a NOAA, esse aumento na temperatura do ar ocorre em várias regiões do mundo, como no Norte da Sibéria, no Oriente Médio, em partes da América do Sul, Estados Unidos, Austrália e Europa.

Paraná - As altas temperatura também moveram os termômetros no Paraná. Segundo os registros do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), setembro foi um dos mais quentes da série histórica de medição, que teve início em 1998. “Com exceção do Litoral, em todas as outras regiões do Estado a temperatura média ficou acima dos registros históricos. Em Curitiba, os termômetros marcaram entre 2 e 3 graus acima, e no Noroeste até 4 graus mais alta”, afirma o coordenador da Operação Meteorológica do Simepar, Marco Antônio Jusevicius.

Combinação explosiva - “É quase certo que 2020 se configure como um dos anos mais quentes dos últimos 25 no Paraná. O diferencial é que está havendo uma combinação explosiva de temperaturas elevadas com déficit hídrico de chuvas, que estão abaixo da média há um ano e meio.”

Situação grave - A situação é tão grave que o Paraná foi incluído no mapeamento hídrico do Monitor de Secas, plataforma regulamentada pela Agência Nacional de Águas (ANA). O monitor foi criado em 2014, inicialmente para atender o Nordeste, onde são mais recorrentes as secas prolongadas. Com a crise hídrica, o Paraná foi incluído no monitoramento.

Tendência continua - E a tendência de temperaturas elevadas continua. Nos primeiros dias de outubro, a onda de calor em todo o Paraná elevou o consumo de água a níveis recordes, demandando produções acima da média dos sistemas de abastecimento público. Em Maringá, o consumo chegou a ser 20% maior do que nos dias normais. Em Londrina, foi 17% maior, com recorde de consumo de 255 milhões de litros.

Situação atual - O Paraná, atualmente, encontra-se em situação de seca moderada, grave e extrema, de acordo com a região. Em Curitiba e Região Metropolitana, que enfrentam crise no abastecimento de água, a classificação é de seca extrema. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ARTIGO I: Cooperativas de crédito, instrumento de progresso

artigo I 08 10 2020O Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2019 registrava 8.828 cooperativas de 13 ramos diferentes, reunindo 14,6 milhões de cooperados no país. São mais de 425 mil postos de trabalho e crescendo a taxas vistosas.

O ramo agropecuário possui 1.613 cooperativas e gera 210 mil empregos diretos. Porém, as que mais crescem em número de cooperados são as financeiras, do ramo de crédito, que somam quase 10 milhões de cooperados e 67 mil empregos.

Após dois anos da fundação da primeira Cooperativa das Américas, em Quebèc - Canadá, surgiu, em 1902, a primeira cooperativa brasileira de crédito, em Nova Petrópolis (RS). A Caixa de Economia e Empréstimos Amstad, depois Caixa Rural de Nova Petrópolis, ainda está em atividade. É a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados Pioneira da Serra Gaúcha - Sicredi Pioneira.

Segundo dados do Banco Central (2018), as cooperativas financeiras administram R$ 294 bilhões em ativos, representando 3,57% do mercado financeiro brasileiro e sexto lugar no ranking das instituições financeiras. Operações de crédito atingiram R$ 112 bilhões e em depósitos R$ 129 bilhões.

O estado do Paraná aprendeu rapidamente que o cooperativismo é um instrumento seguro e justo para o desenvolvimento. De acordo com o Sistema Ocepar, que congrega e historicamente orienta e assessora as cooperativas paranaenses, 56 instituições atuam no ramo de crédito. Sicoob, Cresol e Sicredi são as principais referências.

Os números demonstram suas contribuições ao desenvolvimento econômico do estado. Operações de Crédito: R$ 26,4 bilhões; Recursos Administrados: R$ 31,1 bilhões; Ativos: R$ 57,1 bilhões. São quase dois milhões de cooperados e mais de 12 mil empregados.

O cooperativismo de crédito tem um importante papel de agente de inclusão financeiro, pois leva serviços e recursos às mais longínquas comunidades onde na maior parte das vezes os agentes bancários não se interessam.

Quiçá todos os 399 municípios paranaenses possam ter a presença de cooperativas de crédito para apoiar as micro e pequenas empresas e os empreendedores individuais.

Uma cultura de associativismo que contribuirá para aumento, circulação e permanência da riqueza em nosso estado, beneficiando nosso povo.

*Juraci Barbosa Sobrinho é ex-secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral do Paraná e foi diretor-presidente da Fomento Paraná

 

ARTIGO II: Um presente para o futuro

*Juliana Olivieri Refundini

Hoje, além de falarmos sobre educação financeira, quero dar a você uma dica de presente. Isso mesmo, uma dica de presente para seu filho, neto, sobrinho ou afilhado! Afinal, estamos bem próximos do Dia das Crianças, não é mesmo? E já que outubro é o mês especial das crianças, achei pertinente falarmos de como o futuro de nossos filhos deve, desde muito cedo, estar presente em nosso planejamento financeiro.

Olhemos hoje para nossos filhos, sejam eles ainda bebês, crianças ou adolescentes, mesmo sem saber suas preferencias ou qual faculdade vai querer cursar, entenda que uma atitude sua hoje, pode beneficiá-lo diretamente no futuro!

O ano de 2020, por toda a sua complexidade, vai nos deixar legados. A sociedade como um todo está se reinventando e repensando vários hábitos e costumes. Um dos ensinamentos mais marcantes que a pandemia nos trouxe é sobre a importância de se precaver para o futuro e estar preparado para os mais variados imprevistos. Sabemos que qualquer tipo de problema fica mais fácil de ser encarado quando estamos com as finanças equilibradas. Agora fica a reflexão: o que este ano ensinou quando se refere ao futuro da sua criança?

Colocar em seu orçamento uma reserva - mesmo que pequena - mensal para seu filho, será muito importante para o futuro dele. Mais do que um vídeo game, um notebook novo ou até mesmo brinquedos que trazem alegrias e prazeres momentâneos, já pensou o quanto pode ser valioso criar uma reserva a qual ele possa ter acesso no futuro?

Pensando nisso, a minha dica é que neste Dia das Crianças você presenteie seu filho com um presente não tão comum, que é, literalmente, investir no futuro dele. O produto ideal para que você monte esta reserva para seu filho, é um produto de renda fixa e, como sabemos, o mercado oferece uma grande diversidade de produtos desta categoria. Procure por um produto de longo prazo, com boa rentabilidade e que, de preferência, não possua taxas de administração. Visto que é um produto para o longo prazo, é importante optar por uma instituição sólida e com boa avaliação de Rating.

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*Juliana Olivieri Refundini é colaboradora Uniprime e profissional com Certificação CFP®.


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