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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4927 | 14 de Outubro de 2020

COOPERJOVEM: Marcos Piangers fala sobre educação pós-pandemia no evento em homenagem ao Dia do Professor, nesta quinta

É nesta quinta-feira (15/10) que o autor do best seller O Papai é Pop, Marcos Piangers, vai ministrar palestra com o tema “A educação que nos espera após a pandemia”. Será durante o Encontro Estadual de Educadores do Programa Cooperjovem, uma iniciativa do Sistema Ocepar, realizada por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), com o objetivo de comemorar o Dia do Professor. O encontro será transmitido pela TV Paraná Cooperativo (https://www.youtube.com/watch?v=9IZis1vHkfw&feature=youtu.be), das 15h às 17h. Haverá ainda a participação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e do superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

O palestrante - Piangers é especialista em novas tecnologias, criatividade, inovação e uma das maiores referências sobre paternidade do país. O livro O Papai é Pop teve mais de 300 mil exemplares vendidos e foi lançado em Portugal, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Ele já deu aulas e palestras para os maiores eventos e empresas nacionais, além de ser cinco vezes palestrante do TED, a maior conferência de ideias do mundo. Seus vídeos já ultrapassaram a marca de 400 milhões de visualizações no Facebook.

Cooperjovem - Destinado a fomentar a cultura da cooperação no ambiente escolar e na comunidade ao entorno, com base em uma prática pedagógica cooperativa, o Programa Cooperjovem é realizado no Paraná pelo Sescoop/PR, em parceria com mais de 20 cooperativas, abrangendo cerca de 34 mil alunos, 2.200 professores e aproximadamente 348 escolas de ensino fundamental em 66 municípios paranaenses.

Informações - Mais informações sobre o Encontro Estadual de Educadores do Programa Cooperjovem com a analista do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke (fabianne.ratzke@sistemaocepar.coop.br).

 

cooperjovem folder 21 09 2020

COOPERATIVISMO: Superintendentes da Ocepar e do Sescoop/PR participam de lives da OAB e PUCPR

Os superintendentes da Ocepar, Robson Mafioletti, e do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, participam, na noite desta quarta-feira (14/10), de duas lives para falar sobre cooperativismo. Mafioletti será um dos painelistas do evento promovido pela OAB Paraná que debaterá o tema: Propriedade intelectual para o desenvolvimento sustentável do agronegócio. Além dele, participam Ricardo Palazzo Barros, gerente jurídico e de responsabilidade social da Adama Brasil, Douglas Alves Santos, pesquisador e examinador de patentes do Inpi. Este evento terá ainda as participações de Fernando Previdi Motta e Carlos Arauz Filho, ambos advogados e membros da diretoria da OAB/PR. A mediação desta live será realizada pela advogada Bruna Rabelo Tomeix. A live terá início às 19h, pelo canal do Youtube da OAB/PR: twixar.me/q66T.

PUCPR - Já o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, participa como convidado da live promovida pela PUCPR com tema “A gestão na nova era”. Participam também o presidente do Grupo Volvo na América Latina, Wilson Leriman, a diretora de marketing corporativo do Grupo Tacla, Maria Aparecida Oliveira e o moderador será o consultor na IEC Partners – Boston USA, Jorge Biff Netto. Esta live terá início às 19h30 pelo canal oficial da PUCPR no Youtube.

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REUNIÃO INSTITUCIONAL: Cooperfax vai encerrar o ano obtendo um dos melhores resultados para a cooperativa

Os bons resultados que saem das lavouras paranaenses se refletem também no aumento da rentabilidade das cooperativas que atuam com transporte de grãos. A Cooperativa de Transporte Rodoviário de Faxinal (Cooperfax), por exemplo, já contabiliza até este momento R$ 4,6 milhões de faturamento, com a perspectiva de encerrar 2020 próximo a R$ 5 milhões, quase o dobro do obtido no ano passado, R$ 2,8 milhões. “Esse é um dos melhores anos para a cooperativa em termos de receita”, afirmou o presidente da Cooperfax, José Ângelo Faria, na 80ª reunião institucional virtual promovida pelo Sistema Ocepar, na tarde desta terça-feira (13/10), com o objetivo de apresentar o cenário econômico-financeiro da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região.

Presenças - O encontro também foi acompanhado pelo secretário da Cooperfax, Osmar Murara, pelos conselheiros fiscais Adriano Aparecido Pereira e Eurico Carvalho de Oliveira, e pelas colaboradoras Geovana Zeni e Larissa Suntak. Com sede em Faxinal, na região Norte do Estado, a Cooperfax possui uma frota de 113 caminhões graneleiros destinados a realizar serviços de fretes. Fundada em 22 de janeiro de 2012, possui 113 cooperados e três funcionários.

Demandas e avanços - “A apresentação dos números da Cooperfax foi muito esclarecedora”, disse Faria. No encontro, o presidente da cooperativa também apontou as demandas do ramo transporte e destacou alguns avanços. “Nós agradecemos ao trabalho feito pela OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e Ocepar junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que disponibilizou o RNTRC digital. É um sistema que, de uma forma fantástica, está contribuindo para facilitar as nossas operações. Está nos ajudando demais”, frisou.

O serviço - Lançado no mês de agosto, o RNTRC 100% digital é um serviço fornecido pela ANTT que possibilita a realização integral do cadastro do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) pela internet. O objetivo da medida foi desburocratizar e simplificar o cadastro, além de aprimorar a eficiência do transporte de cargas do país.

Representação institucional - “Estamos à disposição de vocês para fazer o nosso papel de representação institucional”, enfatizou o coordenador de monitoramento da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto. Na abertura da reunião, ele ressaltou que, desde o início da pandemia, em março, o Sistema Ocepar, seguindo as orientações da diretoria executiva, tem mantido as atividades com o propósito de atender as necessidades das cooperativas paranaenses, mesmo que de forma remota. “E, como afirma o nosso presidente, José Roberto Ricken, estamos aqui para prestar serviços que sejam relevantes e essenciais para o cooperativismo”, acrescentou. Gogola lembrou ainda que, nesta terça-feira (13/10), parte da equipe do Sistema Ocepar voltou a trabalhar de forma presencial na sede da entidade, em Curitiba, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias e de governo para evitar o contágio pelo novo coronavírus.

Programação - No encontro, os indicadores de desempenho econômico-financeiro da Cooperfax foram apresentados pelo analista técnico Jesse Rodrigues. Ele também destacou os números do cooperativismo paranaense e do ramo transporte no Paraná, além do resultado de um estudo sobre os impactos da pandemia nos negócios da cooperativa. Já o analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), Moisés Knaut Tokarski, tratou sobre o cenário econômico nacional, contemplando indicadores como PIB, câmbio e inflação. Ele também ressaltou que o Sistema Ocepar está acompanhando as discussões sobre as novas concessões rodoviárias do Paraná, defendendo propostas que gerem o menor custo possível às cooperativas de transporte e agropecuárias. Ao final, o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Leandro Macioski, falou sobre as atividades finalísticas do Sescoop/PR nas áreas de monitoramento, cooperativismo, profissionalização e gestão estratégica, cujos programas, eventos e soluções estão disponíveis para todas as cooperativas vinculadas ao Sistema Ocepar.

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MELHORES DO ANO: Recorde de inscrições no Prêmio

melhores ano 14 10 2020Começou nesta terça-feira (13/10) o processo de julgamento dos 595 projetos que estão concorrendo ao Prêmio SomosCoop: Melhores do Ano, promovido pelo Sistema OCB a cada ano par. No total, 320 cooperativas, de Norte a Sul do país, submeteram seus cases de sucesso. Dessas, um seleto grupo receberá o troféu como reconhecimento à criatividade, à visão e aos resultados obtidos por elas ao longo dos últimos dois anos.

Força - "Cada vez mais conseguimos mostrar a força do nosso movimento, mesmo em momentos de crise. Sabemos que o impacto do nosso setor é gigante e retrata crescimento, transformação e geração de renda. O Prêmio Melhores do Ano é uma forma de destacar os as boas práticas das coops que tenham proporcionado benefícios reais aos seus cooperados e à comunidade", comentou o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Banca - A banca julgadora também cresceu - para dar conta de analisar cada projeto inscrito - e este ano é composta por uma equipe de mais de 60 pessoas. No dia 28 de outubro, vamos conhecer os finalistas. Os vencedores serão revelados na cerimônia que está sendo preparada para o dia 24 de novembro.

3 de novembro - Outra data importante será o dia 3 de novembro. Como novidade, nesta edição o Prêmio SomosCoop: Melhores do Ano ganhou a categoria "Influenciadores Coop". Os concorrentes foram indicados por entidades do setor e a votação para escolher os vencedores será popular, online, a partir desse dia.

Cerimônia de entrega - Online também será a cerimônia de entrega, que está sendo pensada especialmente para esta edição que ocorre no cenário pandêmico. "Seguindo todas as recomendações e cuidados, vamos conhecer os projetos e as cooperativas vencedoras. Sabemos do carinho das nossas coops com o Prêmio e, no ritmo da adaptabilidade, teremos o nosso evento especial. E contamos com a participação de todos em mais um momento de celebração das conquistas do Cooperativismo brasileiro", finalizou, em tom de convite, Márcio Lopes de Freitas.

Mais - Saiba mais sobre o Prêmio: http://melhores.premiosomoscoop.coop.br/. (OCB)

 

UNIMED CASCAVEL: Projeto da cooperativa vence prêmio nacional de inovação em saúde

O beneficiário Marlon Vargas Albonico tem hoje 29 anos e é um dos exemplos de vitória de um projeto igualmente vencedor da Unimed Cascavel. A busca da cooperativa por uma inovação capaz de melhorar a vida das pessoas acaba de ser premiada em nível nacional. O projeto Na Medida, desenvolvido pelo setor de Medicina Preventiva, foi o único ganhador entre todas as Unimeds do Sul do Brasil no prêmio Inova+Saúde, promovido pela Seguros Unimed, com a participação de singulares do país inteiro.

Novidade - O projeto já era desenvolvido havia vários anos, mas assumiu um novo destaque com as inovações feitas em 2019. A cooperativa passou a oferecer aos participantes a parceria com uma academia para três meses de aulas presenciais (por turma) e acompanhamento por outros três meses na modalidade on-line. Marlon começou as atividades em junho do ano passado. Já no primeiro mês de academia, eliminou 6,3kg e deu um “chega pra lá” nos comentários que ouvia desde criança: “Sempre escutei das pessoas que eu seria gordinho para sempre, mas eu nunca aceitei essa ideia. Quando descobri que a Unimed Cascavel estava oferecendo um projeto para ajudar a perder peso, com saúde, fui logo me escrever. Sem dúvidas, foi a melhor decisão que tomei”.

Palestras e oficinas práticas - O Na Medida também oferece palestras e oficinas práticas com uma equipe multiprofissional formada por médico, psicóloga, nutricionista e educadoras físicas. É mais um auxílio para pacientes entre 18 e 65 anos de idade e que tenham diagnóstico de sobrepeso ou obesidade. “O primeiro passo para a conquista é acreditar nela. Enquanto equipe, acreditamos que cada beneficiário que decidiu melhorar a qualidade de vida e mudar um hábito encontrará aqui os recursos necessários para uma conquista particular. Toda vez que isso acontece, também celebramos as conquistas diárias de centenas de pessoas que participam de nossos projetos”, comemora Juliana Cataneo, supervisora de Medicina Preventiva.

Melhor caminho - As conquistas das pessoas e a vitória do projeto sinalizam um caminho capaz de melhorar a vida de muita gente, conforme explica a psicóloga Ariella Sousa, do setor de Medicina Preventiva da Unimed Cascavel: “Estamos cada vez mais certos de que trabalhar com prevenção é o melhor caminho a ser seguido e esperamos que os beneficiários entrem em contato com o nosso setor de Medicina Preventiva para participar de mais uma turma que começaremos na primeira semana de novembro. Será a última de 2020”.

Pilar - Inovação é um dos pilares da Unimed Cascavel. Na rotina da cooperativa, esse substantivo é transformado em verbo por todos os setores, todos os dias. “Nossa área de Medicina Preventiva pensa em ações com o foco centrado no cliente. Remunerar academia para nossos participantes é investir em prevenção, é estimular o autocuidado, é garantir a sustentabilidade do sistema ao longo prazo e é proporcionar qualidade de vida e melhora na saúde das pessoas. Esses são os nossos propósitos. Ter recebido esse reconhecimento em âmbito nacional nos deixa motivados a atingir uma população ainda maior que possa usufruir do benefício de ter uma vida saudável, Nossa talentosa equipe multidisciplinar atua com ênfase na mudança de hábitos, desde o estímulo ao exercício físico ou nas aulas práticas de preparação de alimentação saudável, bem como no cuidado com a saúde mental. É um conjunto de profissionais capacitados, mobilizados pela arte do cuidar”, finaliza Cristiane Ezequiel, gerente de Promoção em saúde da singular. (Imprensa Unimed Cascavel)

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SICREDI: Instituição financeira cooperativa patrocina 16º Congresso Estadual de Previdência da Apeprem

sicredi 14 10 2020Realizado tradicionalmente de forma presencial no estado de São Paulo, um dos principais eventos voltados às áreas de previdência e investimentos acontecerá de forma online neste ano, em virtude da pandemia do novo coronavírus. O 16º Congresso Estadual de Previdência da Apeprem - Associação Paulista das Entidades de Previdência do Estado e dos Municípios, que contará com o patrocínio do Sicredi, vai reunir os principais especialistas da área nos dias 14 e 15 de outubro.

Visibilidade - A Asset do Sicredi é responsável atualmente pela gestão de mais de R$ 52 bilhões e possui rating “Forte” pela Fitch Ratings. Nesse sentido, a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França, destaca a importância de estar presente em eventos que ampliem a visibilidade da marca da instituição no segmento de gestão de ativos e fundos previdenciários. “Além do foco no varejo, atendendo mais de 4,5 milhões de associados, outra frente do Sicredi é o atendimento às demandas dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). Boa parte da alta demanda é devido ao posicionamento extremamente bem avaliado do Sicredi pelas agências de classificação de risco, que atribuem excelentes notas a instituição financeira cooperativa, além outras premiações como a figuração no ranking ‘Melhores Fundos Para Institucionais’, da Revista Investidor Institucional, e também no Guia Valor de Fundos de Investimento 2020, publicação do jornal Valor Econômico”, comenta a gerente.

Diferencial - O congresso traz como diferencial de anos anteriores a capacitação nas áreas administrativa, financeira e jurídica. Realizadora do evento, a Apeprem é uma entidade sem fins lucrativos, que conta com 133 entidades associadas, e nos seus 23 anos de comprometimento se tornou destaque no cenário da previdência nacional.

Presença significativa - Para o Sicredi, a presença no setor de previdência é significativa. “Com o cenário de juros baixos, o desafio dos gestores dos recursos de RPPS para atingir a meta de rentabilidade é grande, e uma assessoria especializada e com opções de portfólio é crucial. Pensando nisso, o Sicredi está lançando novos fundos aderentes à Resolução 3.922 e ampliando o conteúdo destinado aos RPPS para auxiliá-los nas tomadas de decisões, tais como o Panorama de Investimentos para RPPS, divulgado nos primeiros dias de cada mês, e a realização de Call Trimestral com RPPS, onde passamos nossa expectativa de Cenário Econômico, o que está acontecendo naquele momento que pode impactar o Cenário Macro com espaço para responder perguntas”, finaliza Adriana.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

COOPAVEL: Orientações de combate ao câncer são reforçadas

coopavel 14 10 2020Mesmo com as restrições impostas pelo coronavírus, a Coopavel encontra formas de levar a mensagem de prevenção ao câncer de mama às colaboradoras da cooperativa. As palestras em ambiente fechado foram substituídas por atos simbólicos, como a entrega de laços rosas representando a luta contra a doença, e a distribuição por meio de recursos eletrônicos de orientações e de mensagens com o tema central da campanha em 2020.

Diagnóstico precoce - A enfermeira do Trabalho, Giane Quinhones Dalla Costa, destaca que a mensagem neste ano é “Quanto antes, melhor”, que faz alusão à importância do diagnóstico precoce da doença. “O autoexame é um grande aliado para a detecção do câncer em seu estágio inicial. Quanto mais cedo isso correr, maiores são as chances de cura no tratamento indicado”, de acordo com ela. Outubro é o mês internacional de prevenção ao câncer de mama.

Casos - De acordo com o Inca, o Instituto Nacional de Câncer, no ano de 2020 66 mil novos casos de câncer de mama ocorrerão em todo o País. Essa tem sido a média dos últimos anos, representando que 62 em cada grupo de cem mil mulheres podem desenvolver a doença. Conforme o Inca, a vida moderna e acelerada contribui para o desenvolvimento do câncer de mama, já que fatores como obesidade, estresse e sedentarismos influenciam no surgimento da doença.

Dicas - Em conversas com mulheres que trabalham na Coopavel, a enfermeira Giane dá dicas sobre prevenção e ressalta a necessidade regular do autoexame. “Esse é um procedimento simples e eficaz. Caso qualquer nódulo ou anormalidade seja detectado, a mulher é orientada a procurar a unidade de saúde para realizar exames mais detalhados”.

Medidas - Giane afirma também que a prevenção está associada a medidas relacionadas a uma vida saudável, com dieta balanceada associada a exercícios físicos. Os trabalhos de orientação foram reforçados nos últimos dias, na Coopavel, em parceria com o Sesi, que ofereceu exames de mamografia e Papanicolau. (Imprensa Coopavel)

 

PIB DO PARANÁ: Ipardes divulga resultados do 2º trimestre de 2020

O PIB paranaense apresentou retração de -7,52% em relação ao segundo trimestre de 2019. O período foi marcado pelo auge das medidas de distanciamento necessárias ao controle da pandemia. Dentre as atividades que compõem o valor adicionado (que corresponde ao PIB subtraído de impostos), a Agropecuária avançou 9,36% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A Indústria apresentou declínio de -13,31%, enquanto o valor adicionado de Serviços caiu -7,36% na comparação com o segundo trimestre do ano passado (tabela 1). O crescimento da Agropecuária resultou de aumento no volume produzido de soja e de carnes, particularmente a suína. A queda da Indústria foi setorialmente disseminada, com agudas reduções na quantidade fabricada de veículos automotores e de máquinas e equipamentos. A contração do setor de Serviços resultou, principalmente, do declínio em atividades de alojamento e alimentação. No segundo trimestre de 2020, o Produto Interno Bruto totalizou R$ 109,22 bilhões, sendo R$ 97,25 bilhões referentes ao valor adicionado a preços básicos e R$ 11,96 bilhões aos Impostos.

 

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Nível de atividade - O nível de atividade apresentou redução em relação ao trimestre imediatamente anterior, com variação de -8,72%. Essa diminuição resultou da piora nas condições nos três setores da economia. Agropecuária, Indústria e Serviços apresentaram variações de -1,52%, -10,19% e -7,35%, respectivamente. Acumulado no ano O PIB paranaense decresceu -2,45% nos dois primeiros trimestres de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram determinantes para tanto, a redução de -7,10% no valor adicionado da Indústria e de -3,77% no de Serviços (tabela 2). Contribuiu para o resultado do setor industrial a queda na geração de energia elétrica, provocada por longa e acentuada estiagem. A variação negativa nos Serviços decorreu, principalmente, de contração nas atividades de alojamento e alimentação. A maior safra de soja registrada no Paraná foi o fator preponderante para a expansão da Agropecuária. A arrecadação de impostos apresentou variação de -4,23%. 

 

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Acumulado - Houve redução de -1,26% no PIB dos quatro trimestres encerrados em junho. O desempenho positivo da Agropecuária (11,23%), impulsionado pelo cultivo de soja, pela avicultura e pela suinocultura, não compensou as quedas na Indústria e em Serviços. Os três ramos que compõem o setor industrial (transformação, serviços industriais de utilidade pública e construção civil) registraram queda nesse período. Influiu sobremaneira para a contração da Indústria (-4,48%) a diminuição na quantidade de energia elétrica gerada no Estado. Os Serviços registraram retração de -3,77%, provocada, principalmente, por quedas nas atividades de alojamento e alimentação e de informação e comunicação. A arrecadação de impostos apresentou variação de -1,21% (tabela 3). O PIB do Paraná, de R$ 459,85 bilhões, equivaleu a 6,39% do PIB brasileiro no período.

 

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Reportagem - A RPC TV veiculou, nesta terça-feira (14/10), uma reportagem sobre a queda do PIB paranaense apontada pelo estudo do Ipardes. Um dos entrevistados foi o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti. Clique aqui  para assistir à matéria. (Com informações do Ipardes)

 

SERVIÇOS: Setor avança 2,9% em agosto, terceira alta seguida

servicos 14 10 2020O volume de serviços cresceu 2,9% em agosto, na comparação com julho, e chegou à terceira alta seguida, acumulando crescimento de 11,2% no período. Esse resultado, porém, ainda não foi suficiente para recuperar as perdas de 19,8% entre fevereiro e maio. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (14/10) pelo IBGE.

Recuo - Já em relação a agosto de 2019, o volume de serviços recuou 10%, sexta taxa negativa seguida nessa base de comparação. No acumulado em 2020, a queda é de 9%. Em 12 meses, o recuo é de 5,3%, mantendo o indicador em trajetória descendente iniciada em janeiro e chegando ao resultado negativo mais intenso da série deste indicador, iniciada em dezembro de 2012.

Fevereiro - “Apesar de três altas seguidas, o setor de serviços ainda está 9,8% abaixo do patamar de fevereiro (-1,1%)”, diz o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, lembrando que a queda registrada em fevereiro não tem relação com a pandemia. “Esse recuo foi conjuntural e refletia, à época, uma acomodação do setor frente ao maior dinamismo apresentado no fim do ano passado. Portanto, os serviços acumularam na pandemia, entre março e maio, perda de 18,9%”, explica.

Avanço - O avanço na passagem de julho para agosto foi puxado por quatro das cinco atividades pesquisadas pelo IBGE, com destaque para serviços prestados às famílias, que cresceu 33,3%, impulsionados pelos restaurantes e hotéis. A alta dessa atividade foi a maior da série histórica, mas ainda está distante do patamar de fevereiro (-41,9%), mês que antecedeu o início do distanciamento social para controle da disseminação do coronavírus.

Maiores taxas - “Passados os meses mais críticos da pandemia, em março e abril, a atividade de serviços prestados às famílias registrou as três maiores taxas de toda série histórica: 33,3% em agosto, 14,4% em junho, e 13,8% em maio. Mas mesmo com esses recordes, ainda está muito distante de recuperar as perdas de março e abril, tamanha a queda. Para que os serviços prestados às famílias voltem ao patamar de fevereiro, ainda precisam crescer 72,2%”, diz Lobo.

Transporte - Outro destaque do avanço no setor de serviços veio de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios (3,9%). Essa atividade acumula ganho de 18,8% nos últimos quatro meses, mas também não recuperou as perdas de março e abril (-25,2%). Segundo o gerente da pesquisa, armazenamento, transporte aéreo de passageiros, rodoviário de cargas e rodoviário coletivo de passageiros puxaram o resultado positivo.

Melhora - “A melhora no armazenamento e no transporte rodoviário de cargas deve-se, em parte, ao comércio, já que a compra de determinados bens passa por centros de armazenamento e distribuição e depende do transporte rodoviário para chegar ao consumidor final. Já o transporte de passageiros tem a ver com retorno gradual das famílias às viagens”, analisa.

Outras atividades - Os demais avanços do setor vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (1%) e outros serviços (0,8%). O único resultado negativo ficou com os serviços de informação e comunicação (-1,4%). Para Lobo, contudo, essa é uma queda de acomodação, já que o segmento é bastante dinâmico e acumula saldo positivo, crescendo 6,3% entre junho e julho.

Recuperação lenta - Diferente do comércio e da indústria, o setor de serviços vem apresentando recuperação lenta, segundo Lobo, por conta do caráter presencial de algumas atividades e do receio de algumas famílias em consumir esses serviços. “Os serviços prestados às famílias, que incluem restaurantes, hotéis, academias de ginástica e salões de beleza foram os que mais sentiram os efeitos adversos da pandemia. Com a retomada das atividades, algumas empresas abriram, mas com capacidade de atendimento limitada. Essas empresas mostram alguma recuperação, mas com um ‘teto de retomada’, já que não têm plena capacidade de atendimento, comparada ao período pré-pandemia. Isso piora com o receio de algumas famílias de consumir esses serviços, como ir a restaurantes ou viajar”, explica o gerente da pesquisa.

Atividade turística avança pelo quarto mês seguido, mas não recupera perdas - O índice de atividades turísticas também apontou expansão de 19,3% em agosto, em relação a julho, quarta taxa positiva seguida, período em que acumulou ganho de 63,4%. O indicador, porém, ainda não recuperou as perdas de 68%, registradas entre os meses de março e abril, quando diversas empresas, principalmente de transporte aéreo de passageiros, restaurantes e hotéis interromperam as atividades devido à pandemia. Frente a agosto de 2019, o volume de atividades turísticas caiu 44,5%, sexta taxa negativa seguida. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Tânia Rego/Agência Brasil

 

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ECONOMIA: Redução de jornada e suspensão de contratos são prorrogadas por mais dois meses

economia 14 10 2020Segundo o jornal Valor Econômico, o presidente da República, Jair Bolsonaro, prorrogou por mais 60 dias os prazos previstos para a realização de acordos de redução proporcional de jornada e salários e a suspensão temporária do contrato de trabalho. Esses dispositivos constam na Medida Provisória (MP) 936 como forma de socorrer as empresas e estimulá-las a manter empregos no contexto da pandemia. O jornal informa ainda que “a lei prevê o pagamento de um Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda pago aos trabalhadores que tiveram o ponto cortado ou a suspensão temporária de seus contratos.”

Terceira prorrogação - Ainda de acordo com o Valor, esta é a terceira prorrogação do chamado Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que agora deve chegar a oito meses de duração. Inicialmente, o prazo máximo era de 60 dias para a suspensão dos contratos e de 90 dias para a redução de jornada e salários. Porém, o Congresso autorizou o presidente a editar decretos para prorrogar a duração dos acordos. (Com informações do jornal Valor Econômico)

FOTO: Palácio do Planalto

 

 

INFRAESTRUTURA: Governo publica edital para obra de revitalização da PR-280

infraestrutura 14 10 2020O Governo do Estado publicou o edital de licitação para contratação integrada das empresas que irão elaborar os projetos de engenharia e executar as obras de restauração em concreto whitetopping na PR-280, entre o entroncamento da BR-153 até o acesso a Palmas. O trecho, com extensão de 59,55 quilômetros é um dos mais deteriorados e perigosos da rodovia.

Primeira etapa - Esta é a primeira etapa da restauração da PR-280. A abertura das propostas está marcada para 26 de novembro. Na sequência serão realizadas as licitações para ampliações de capacidade de tráfego, com terceiras faixas, e melhoria da sinalização viária.

Compromisso - “A revitalização da PR-280 é um compromisso do nosso governo. A rodovia é estratégica para a economia paranaense e estamos trabalhando para torná-la mais moderna e segura”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Recursos - No total, as obras para recuperação da rodovia são estimadas em R$ 171 milhões, recursos que virão do contrato de financiamento de R$ 1,6 bilhão, assinado em setembro pelo Governo do Paraná com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.

Início das obras - De acordo com o chefe da Casa Civil, Guto Silva, o objetivo é iniciar as obras o mais rápido possível. “Recuperar a PR-280 é um compromisso deste governo. Acredito que, no máximo, em janeiro a gente consiga colocar o maquinário na rodovia para resgatar essa que é a principal artéria de escoamento da safra do Sudoeste”, afirma.

Trecho crítico- “Estamos começando por um trecho muito crítico, que vai receber pavimentação em concreto, porque queremos resolver de forma definitiva os problemas e entregar uma nova rodovia para o Sudoeste”, acrescenta Silva.

Concreto - O secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, explica que é a primeira vez que o Estado utiliza a técnica de whitetopping. “Vamos reconstruir o trecho entre Palmas e Horizonte com concreto. É um investimento que talvez ultrapasse R$ 100 milhões e é o primeiro do programa Avança Paraná, anunciado em setembro pelo governador”, diz.

Reabilitação de pavimentos - A técnica de whitetopping consiste no uso de concreto para a reabilitação de pavimentos asfálticos deteriorados, aumentando a qualidade da obra e a durabilidade do pavimento. Enquanto o recapeamento com asfalto comum dura em média cinco anos, com o whitetopping a durabilidade pode chegar a 30 anos.

Revitalização - A revitalização da PR-280 prioriza os segmentos críticos, que foram definidos pelo governo em conjunto com a base de deputados da região. Todos os projetos executivos já foram elaborados pelo Banco de Projetos, lançado no ano passado para acelerar a contratação dos estudos necessários para as obras.

Trabalho - “Estamos trabalhando nisso há muito tempo. O Governo fez tudo o que era preciso, planejou, organizou, porque não adianta fazer discurso de que vai recuperar sem nem ter o projeto executivo, que é obrigatório para a realização da obra”, afirma Guto Silva.

Vantagem - Para o chefe da Casa Civil, a opção pelo concreto, embora mais cara, traz a vantagem de uma pavimentação duradoura. “O Governo não quer mais fazer remendos, que levam o dinheiro embora e não resolvem o problema. A determinação do governador Ratinho Junior é dar uma solução definitiva para a PR-280”, afirma. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ABASTECIMENTO: Ceasa Curitiba ganha mais 49 empresas após licitação

abastecimento 14 10 2020A Ceasa Curitiba terá mais 49 empresas. As áreas são de 54 lotes colocados pela Ceasa Paraná no processo de licitação realizado na última semana de setembro. Houve 541 propostas para ocupação de áreas dos boxes.

Expectativas superadas - Segundo o diretor-presidente da Ceasa Paraná, Éder Eduardo Bublitz, o processo superou as expectativas. “Isso demonstra que, mesmo num período de certa instabilidade na nossa economia, provocada pela pandemia, a procura para participar do comércio atacadista de hortigranjeiros comprova a importância desse importante setor da nossa agricultura”, afirma.

Pregão - O pregão presencial ocorreu em três dias. “Além do esclarecimento de possíveis dúvidas no certame, a transparência na apresentação dos lances também deixou mais ágeis todo o processo”, explica Sônia de Brito Barbosa, pregoeira e coordenadora da Comissão Permanente de Licitações – CPL da Ceasa Paraná.

Permissão - A permissão de uso dos espaços dos boxes e áreas na Ceasa Curitiba são para um período de 240 meses, conforme as condições previstas legalmente, seguindo as normas do Regulamento de Mercado da Ceasas Paraná adotadas através do Termo de Permissão Remunerado de Uso – TPRU.

Em números - Com essa nova participação, a Ceasa Curitiba conta agora com 459 empresas atacadistas, que além de comercializarem hortigranjeiros também negociam flores e plantas ornamentais. A unidade tem ainda outras 44 empresas que vendem produtos atípicos e 15 áreas específicas para lanchonetes e restaurantes e, ainda, três instituições financeiras.

Mercado do Produtor - No Mercado do Produtor da Ceasa Curitiba estão cadastrados 4.831 agricultores, 1.362 deles ativos, que comercializam diretamente suas produções no atacado.

Unidades - As Centrais de Abastecimento do Paraná, empresa de economia mista vinculada ao sistema da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, administra, além da unidade em Curitiba, outras quatro unidades atacadistas localizadas em Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu. Em média, por ano, são comercializados cerca de 1,2 milhão de toneladas de hortigranjeiros. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 1,716 bilhão na segunda semana de outubro

comercio exterior 14 10 2020A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,716  bilhão e corrente de comércio de US$ 7,03 bilhões, na segunda semana de outubro de 2020 – com cinco dias úteis -, como resultado de exportações no valor de US$ 4,373 bilhões e importações de US$ 2,657 bilhões. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (13/10) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Ano - No ano, as exportações totalizam US$ 162,912 bilhões e as importações, US$ 118,041 bilhões, com saldo positivo de US$ 44,871 bilhões e corrente de comércio de US$ 280,953 bilhões.

Análise do mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a segunda semana de outubro de 2020 (US$ 912,69 milhões) com a de outubro de 2019 (US$ 889,86 milhões), houve crescimento de 2,6%, em razão do aumento nas vendas na Indústria Extrativista (+10,7%) e também em produtos da Indústria de Transformação (+ 4,9%). Por outro lado, caíram as vendas em Agropecuária (-15,0%).

Produtos - O aumento nas exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nos seguintes produtos da Indústria Extrativista: Minério de ferro e seus concentrados (+ 28,2%); Minérios de cobre e seus concentrados (+ 116,7%) e Fertilizantes brutos, exceto adubos (+ 47,5%). Em relação aos produtos da Indústria de Transformação, destaque para o aumento das vendas de Açúcares e melaços (+ 99,2%); Ouro, não monetário, excluindo minérios de ouro e seus concentrados, (+ 69,3%); Aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes (+ 44,8%); Celulose (+ 24,4%) e Torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes (+ 267,9%).

Importações - Nas importações, a média diária até a segunda semana de outubro de 2020 (US$ 529,49 milhões) ficou 31,6% abaixo da média de outubro do ano passado (US$ 773,97 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com Indústria Extrativista ( - 60,0%) e com produtos da Indústria de Transformação ( - 31,1%). Já em relação à Agropecuária houve aumento de gastos (+1,4%).

Queda - A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos da Indústria Extrativista: Minérios de cobre e seus concentrados ( - 81,9%); Gás natural, liquefeito ou não ( -100,0%); Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado ( - 46,2%); Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus ( - 33,8%) e Outros minérios e concentrados dos metais de base ( - 82,9%). Já em relação à Indústria de Transformação, a queda nas importações foi puxada pelos seguintes produtos: Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns ( - 92,0%); Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos, ( - 53,3%); Adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos, (- 36,5%); Torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes ( - 45,4%); e Partes e acessórios dos veículos automotivos ( - 50,3%). (Ministério da Economia)

FOTO: Pixabay

Confira os dados completos da balança comercial

 

CÂMBIO: Com cenário externo adverso, dólar volta a encostar em R$ 5,60

Depois de duas sessões de queda, a moeda norte-americana voltou a subir nesta terça-feira (13/10), impulsionada pela adversidade nos mercados externos. O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,581, com alta de R$ 0,054 (+0,98%).

Oscilação - A moeda chegou a abrir em leve baixa, mas operou em alta logo depois dos primeiros minutos de negociação. Na máxima do dia, por volta das 11h45, chegou a ser vendida a R$ 5,62, mas desacelerou a alta após o Banco Central vender US$ 560 milhões à vista das reservas internacionais, no primeiro leilão do tipo desde 28 de setembro.

Ações - No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. Depois de uma leve queda na sexta-feira (09/10), o índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça em alta de 1,04%, aos 98.501 pontos. O indicador está no maior nível desde 17 de setembro, quando tinha fechado pouco acima dos 100 mil pontos.

Vacina - A suspensão dos estudos de uma vacina contra o novo coronavírus pela empresa Johnson & Johnson, após problemas em um participante, afetou o mercado global. A medida preocupa os investidores num momento em que mais países europeus apertam as restrições em meio a uma segunda onda de novos casos de covid-19 no continente, o que pode enfraquecer a instável recuperação econômica.

Brexit - O impasse nas negociações em torno do Brexit, cujos termos precisam ser definidos até o fim do ano, também influenciou o mercado internacional. No Brasil, a decisão da Petrobras de recomprar US$ 2 bilhões em títulos em circulação no exterior aumentou a demanda por dólares no mercado doméstico, impactando a cotação.

Alta - Apesar do cenário internacional adverso, a bolsa fechou em alta influenciada por ações de empresas varejistas, que sobem em meio à recuperação das vendas no comércio. O anúncio do presidente da Comissão Mista da Reforma Tributária no Congresso, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), de que pretende votar a proposta no colegiado até 10 de dezembro também agradou aos investidores na bolsa. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

REFORMA TRIBUTÁRIA: Comissão mista estende trabalhos por mais dois meses

reforma tributaria 14 10 2020A Comissão Mista da Reforma Tributária prorrogará seus trabalhos até dezembro. A conclusão das atividades, inicialmente prevista para outubro, foi estendida por mais dois meses em razão da pandemia de coronavírus e do calendário eleitoral de 2020.

Decisão - A decisão foi tomada pelo presidente da comissão, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), após o relator do grupo, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), não conseguir apresentar seu relatório em setembro.

Votação - “O relatório da Comissão Mista da Reforma Tributária deve ser votado até o dia 10 de dezembro, mas, se o contexto permitir, nós o faremos antes dessa data. Com o engajamento necessário, creio ser possível obter a aprovação da reforma tributária na Câmara e no Senado e sua promulgação ainda este ano", declarou Roberto Rocha pela internet.  

Composição - Essa comissão mista é composta por 25 senadores e 25 deputados federais. Depois de ser aprovado na comissão, o relatório ainda precisará ser apreciado no plenário da Câmara e, em seguida, ir à votação no Senado. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto/Agência Senado

 

AUDIÊNCIA PÚBLICA: Ajuda do governo só chegou a 15% das micros e pequenas empresas

audiencia publica 14 10 2020Apesar das medidas do governo para auxiliar os empresários brasileiros de todos os tamanhos com empréstimos facilitados, grande parte dos recursos não chegou às pequenas e microempresas, que agora, quando se aproxima o fim dos auxílios e linhas de crédito emergenciais concedidos na pandemia de covid-19, ainda precisam lidar com outro problema: pagar tributos atrasados. Por isso, serão necessários mais recursos para financiar esses empresários e os empreendedores individuais a manter suas atividades e que o Congresso Nacional aprove propostas para renegociar ou até mesmo perdoar as dívidas tributárias.

Audiência pública - As observações e sugestões foram feitas durante audiência pública da comissão mista que fiscaliza as ações do governo no combate à pandemia da covid-19, ocorrida nesta terça-feira (13/10). Participaram representantes dos grandes bancos públicos, de cooperativas de crédito e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Procura - Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, pelo menos 50% dos micros e pequenos empresários nem tentaram recorrer ao crédito pelas dificuldades burocráticas que encontram. Dessa metade que procurou, apenas 22% obtiveram sucesso, ou seja, 15% do total. Isso precisa ser ampliado e, principalmente no contexto de crise causada pela pandemia, os devedores também vão precisar de auxílio para se reerguer, defendeu.

Inadimplência - “Nós estamos hoje com 63 milhões de brasileiros inadimplentes. Esses estão no limbo, esses estão foram de atividade. Se nós não reincluirmos esses 63 milhões de brasileiros, quase 1/3 dos brasileiros, nós vamos ter que nação? Uma nação de excluídos. Por isso estamos pensando numa moratória dos impostos, num novo Refis, e até pensando numa anistia, para colocar de novo esse time de empreendedores no mercado. Lá fora, quem erra uma vez, erra duas ou três, todo mundo fala assim: "Esse tem experiência. Agora, retoma". Aqui, se errou uma vez ou se está excluído uma vez, não tem condições de retomar mais. Portanto, é um dos problemas mais sérios e mais importantes para o Brasil’, avaliou.

Alavancagem - Gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, Silas Santiago alertou que a retomada econômica não está ocorrendo de maneira homogênea, nem regionalmente, nem em todos os setores, o que pode impactar até mesmo numa segunda onda de fechamento de empresas. Até agora, foram atendidas cerca de 500 mil empresas com recursos emergenciais, informou.

Sugestões técnicas - Santiago fez sugestões técnicas para elevar os empréstimos com recursos do Tesouro Nacional, com aumento de alavancagem (estratégias para ampliar o montante emprestado, sem tanta garantia do governo), deslocamento de recursos não utilizados de programas como o Pese (que financiou a folha de pagamento das empresas maiores e tem pelo menos R$ 17 bilhões sem uso) para o Pronampe (que socorre as pequenas empresas), e a separação de montantes distintos para as micros e as pequenas, já que essas, por terem mais garantias, acabam sendo as maiores beneficiadas com crédito.

Projetos - O gerente também defendeu a aprovação de dois projetos, ambos do senador Jorginho Mello (PL-SC), em andamento no Congresso: o PLP 200/2020, que é a moratória dos tributos do Simples Nacional, e o PLP 224/2020, que institui o Refis do Simples Nacional, além de um marco legal do reempreendedorismo, para que as empresas se reorganizem, com todos os passivos causados pela pandemia, para poder recomeçar a atuar.

Apelo - O presidente da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais (Conampe), Ercílio Santinoni, também fez um apelo nesse sentido. “Precisamos é facilitar o pagamento dos tributos. E temos que nos preocupar em reorganizar a recuperação judicial, os que vão ter problemas podem ter a vida facilitada com uma recuperação judicial simplificada. Não vejo dificuldade no pagamento concedido a micros e pequenas empresas, tradicionalmente ela já não é caloteira”, disse.

Cooperativas - Representantes dos grandes bancos públicos como Caixa Econômica, Banco do Brasil e BNDES participaram da audiência e disseram que os empresários tiveram crédito, receberam benefícios, como a suspensão do pagamento de dívidas por alguns meses, e educação financeira. Se o crédito para o pequenino não chegou na ponta, afirmaram, é porque eles não têm acesso a essas grandes instituições.

Operadoras - Segundo a representante da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (Abcred), Cláudia Cisneiros, essas entidades, que auxiliam o pequeno e o microempreendedor a tomar crédito orientado em parceria com o Sebrae, ficaram impedidas de atuar com recursos do Pronampe, por exemplo, por não se adequarem às exigências.

Base da pirâmide - Isso prejudica o atendimento aos empreendedores da base da pirâmide, o pipoqueiro, aquele que está nas feiras comunitárias, que está nos camelódromos, disse.

Alíquota diferenciada - “Queria fazer uma chamada para que as Oscips [organização da sociedade civil de interesse público] tivessem alíquotas diferenciadas de impostos, porque nós pagamos impostos como uma empresa comum, o que aumenta os nossos custos. Eu queria que se visse a viabilidade de a gente ter alíquota zero para nossos impostos para, com isso, a gente poder ter taxas mais competitivas para chegar ao nosso cliente, ao nosso empreendedor. Então, é um pedido para que a gente possa ser um pouco mais olhado. A gente tem bastante expertise para atender esse cliente que a gente ainda está atendendo nesta pandemia pelos meios digitais, mas vocês não têm ideia de como esses clientes ainda têm dificuldade para fazer todo esse processo. Então, esses clientes ainda necessitam desse acompanhamento, desse assessor de crédito, desse apoio”, disse.

Isenções - Ela pediu a aprovação do PL 3.887/2020, que pode conceder às Oscips algumas isenções tributárias.

Proposta - O senador Esperidião Amin (PP-SC), autor do requerimento para a audiência pública, anunciou que vai elaborar uma proposta para facilitar o acesso ao crédito para os pequenos empreendedores. “Vou pedir à nossa assessoria que elabore um projeto de lei do juro zero nacional para ser operado especialmente com vistas à micro e ao MEI (microempreendedor individual), com limites de R$ 10 mil de empréstimo e de R$ 5 mil de empréstimo para micro e para MEI. Esse é o gabarito do programa juro zero”, disse.

Requerimento - Os integrantes da comissão aprovaram requerimento do presidente do colegiado, senador Confúcio Moura (MDB-RO), para audiência pública para debater o Plano de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, desenvolvido pelo Ministério da Saúde e a evolução das prováveis vacinas contra a covid-19, além de prazos, necessidades e possibilidades de imunização dos brasileiros. (Agência Senado)

FOTO: Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil tem 150,9 mil de mortes e 5,11 milhões de casos de Covid-19

O Brasil chegou a 150.998 mortes em razão da pandemia de covid-19 – nas últimas 24 horas, foram registradas mais 309 mortes pela doença, causada pelo novo coronavírus. Na segunda-feira (12/10), o número de óbitos desde o início da pandemia estava em 150.689. Ainda há 2.400 falecimentos em investigação.

Atualização - Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta terça-feira (13/10). O balanço é consolidado com base em informações enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde a partir das ações de tratamento e monitoramento que desenvolvem.

Casos acumulados - O número de casos acumulados totalizou 5.113.628. Entre segunda e terça-feira 12 e 13/10), as secretarias de Saúde acrescentaram às estatísticas 10.220 novos diagnósticos positivos para covid-19. Até segunda-feira, o número de casos acumulados estava em 4.526.975.

Acompanhamento - Ainda há 435.655 casos em acompanhamento. De acordo com o Ministério da Saúde, 4.526.975 pessoas já se recuperaram da doença.

Menor - O número de casos e de mortes é menor nos domingos e nas segundas-feiras por causa da limitação de sistematização dos dados e alimentação do painel do Ministério da Saúde pelas secretarias estaduais nos fins de semana.

Acúmulo - Nas terças-feiras, os números diários tendem a subir pelo acúmulo de casos do fim de semana reportado neste dia. Com o feriado de ontem, nesta terça-feira, os dados refletem um acréscimo menor do que a média dos últimos dias.

Estados - Os estados que registram mais mortes são São Paulo (37.314), Rio de Janeiro (19.336), Ceará (9.140), Pernambuco (8.417) e Minas Gerais (8.145).

Menos casos - As unidades da Federação com menos casos são Roraima (670), Acre (675), Amapá (727), Tocantins (1.012) e Mato Grosso do Sul (1.449). (Agência Brasil)

 

saude I 14 quadro 14 10 2020

SAÚDE II: Boletim confirma 720 novos diagnósticos de coronavírus no PR

saude II 14 10 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (13/10) mais 720 casos confirmados e 21 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 192.657 casos e 4.758 mortes em decorrência da doença. Há ajuste de casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - Nesta terça-feira eram 795 pacientes internados com diagnósticos confirmados de Covid-19: 659 em leitos SUS (316 em UTI e 343 em leitos clínicos/enfermaria) e 136 em leitos da rede particular (59 em UTI e 77 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 900 pacientes internados, 393 em leitos UTI e 507 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 21 pacientes. Todos estavam internados. São nove mulheres e 12 homens com idades que variam de 39 a 84 anos. Os óbitos ocorreram entre 3 e 13 de outubro.

Residência - Os pacientes que foram a óbito residiam em Castro (4) e Cascavel (2), além de uma morte registrada em cada um dos seguintes municípios: Altonia, Bandeirantes, Brasilândia do Sul, Cambará, Capitão Leônidas Marques, Colombo, Cruzeiro do Oeste, Curitiba, Jandaia do Sul, Jundiaí do Sul, Medianeira, Ortigueira, São Miguel do Iguaçu, Telêmaco Borba e Umuarama.

Fora do Paraná - O monitoramento contabiliza 2.035 casos de pessoas que não moram no Estado – 47 foram a óbito.

Ajustes - Exclusões:

Um caso confirmado no dia 04/09 em Foz do Iguaçu foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 02/09 em Londrina foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 03/09 em Londrina foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 04/09 em Londrina foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 02/09 em Ibiporã foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

ARTIGO: Convênio 100, a salvação da lavoura

artigo 14 10 2020*Márcio Lopes de Freitas

Em um cenário marcado pelas crises atuais (sanitária, econômica e política) alguns setores mostraram o quanto são essenciais para o Brasil. A saúde, a segurança pública e o agropecuário encabeçam os primeiros lugares no ranking de relevância para manter o país em ordem. Se, de um lado, há hospitais funcionando 24 horas por dia e sete dias por semana, do outro, temos as propriedades rurais que, apensar do novo coronavírus e das intempéries climáticas causadas pelo fenômeno La Niña, também não pararam.

Para se ter uma ideia, segundo dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o cooperativismo agropecuário responde por 23,6% do total de cooperativas no país. Isso equivale dizer que, praticamente, uma em cada quatro cooperativas, é agro. Juntas, essas 1.613 cooperativas agropecuárias reúnem mais de 1 milhão de cooperados, empregam quase 210 mil pessoas, de norte a sul do país, e são responsáveis por 53% da safra brasileira de grãos, de acordo com o Censo Agropecuário 2017 do IBGE.

E esses números só crescem. Cooperativas e cooperados, por exemplo, cresceram 4% e 8% respectivamente entre os anos de 2014 e 2018. Quanto ao número de empregados houve um incremento significativo de 43,67% nos últimos oito anos, resultado dos fortes investimentos e da ampliação da capacidade agroindustrial das cooperativas, que também figuram da lista dos principais players agropecuários do país. Mais de 30% de todo o malte produzido aqui tem o carimbo Coop. O mesmo ocorre com a produção de amendoim (17,6%), suínos (12,6%), peixe (8,5%) e café (8%) – para citar apenas algumas cadeias.

Diante desses números, que mostram a relevância das cooperativas agropecuárias para o país, a OCB tem feito um trabalho de sensibilização dos representantes dos Poderes Executivo e Legislativo, nas mais diversas instâncias, sobretudo junto aos governadores e secretarias estaduais de Fazenda, e, também, ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), a fim de defender a prorrogação do Convênio ICMS nº 100/1997, que vence no dia 31/12 deste ano.

Essa medida isenta o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações internas de saídas de produtos agropecuários e outorga reduções na base de cálculo do imposto nos percentuais de 30% e 60% para os insumos destinados ao uso na agricultura e na pecuária, como por exemplo: inseticidas, ração para animais, sementes, embriões, farelo de soja, farelo de aveia e milho, amônia, ureia, sulfato de amônio, dentre outros.

Também reduz a carga de impostos incidentes sobre o fornecimento de insumos aos produtores rurais, contribuindo para o aumento da competitividade dos produtos nacionais frente aos internacionais e, internamente, para com a redução da inflação e dos preços dos alimentos da cesta básica, beneficiando, assim, a população de menor renda.

Vale dizer também que o Convênio 100, como é mais conhecido, materializa uma relevante desoneração fiscal para o setor produtivo agropecuário nacional, responsável por quase 25% do PIB, 38% dos empregos e metade das exportações nacionais, fomentando o desenvolvimento do setor.

Como vimos até agora, muito do que é feito pelo setor produtivo, atualmente, corre um sério risco. Tanto é que a OCB chegou a elaborar um estudo acerca dos impactos das possíveis alterações no texto do convênio nas operações realizadas por cooperativas agropecuários de quatro estados (Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), que representam 87% do faturamento das coops agro no Brasil.

O resultado mostra que qualquer alteração feita com o objetivo de reduzir os estímulos assegurados na regra atual do Convênio ICMS 100/1997 impactará direta e imediatamente no aumento do custo da produção agropecuária de todo o país. Os efeitos disso são, por exemplo, a perda de competitividade dos produtos nacionais frente aos internacionais, o agravamento da inflação e, claro, o aumento dos preços dos alimentos.

É por isso que a OCB tem se preocupado em sensibilizar os governos e as casas legislativas. O aumento do prazo da prorrogação dessa importante medida manterá fortalecido o setor agropecuário que, mais do que nunca, mostrou ser essencial para o país, pois é uma das engrenagens que o mantém funcionando no meio de qualquer crise.

Compreender a realidade e a necessidade de quem não para e não pode parar é garantir a continuidade do desenvolvimento do Brasil.

*Márcio Lopes de Freitas é presidente da OCB

 


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