Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4929 | 16 de Outubro de 2020

ENCONTRO DE NÚCLEOS I: Rodada inicia na segunda-feira com cooperativistas do Centro-Sul

Tem início, na segunda-feira (19/10), a série de quatro reuniões que integram o Encontro Digital de Núcleos Cooperativos que o Sistema Ocepar promove, desta vez pela plataforma Microsoft Teams. Os primeiros a participar são os cooperativistas da região Centro-Sul e anfitriã será a Frísia. Depois, na terça-feira (20/10), o evento prossegue com representantes do Oeste e a Frimesa será anfitriã do evento. Na quarta-feira (21/10), haverá a participação das lideranças no Norte e Noroeste, tendo como anfitriãs a Unitá e a Coagru. A série encerra na quinta-feira (22/10), com participantes do Sudoeste, tendo a Coasul e o Sicredi Iguaçu como anfitriãs.

Programação - As atividades começam às 13h30, com a apresentação das cooperativas anfitriãs. Depois, o professor do Isae/FGV, Robson Gonçalves, ministra palestra sobre “Cenários econômicos para os negócios cooperativos”. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, vai tratar a respeito do Plano Paraná Cooperativo – PRC200 e também sobre as ações estratégicas do Sescoop/PR, juntamente com demais integrantes da equipe. No Espaço Frencoop serão divulgados os principais projetos em tramitação no Congresso Nacional que têm ligação com o cooperativismo e o trabalho realizado pelos senadores e deputados federais eleitos pelo Paraná. A programação também vai contemplar a realização da reunião da diretoria da Ocepar. O encerramento está previsto para às 16h30.

Inscrições e informações - O Encontro Digital de Núcleos Cooperativos é dirigido a presidentes, gestores, colaboradores e cooperados das cooperativas paranaenses. Clique aqui para efetivar as inscrições. Mais informações com Neuza Oliveira ou Daniele Luana (secretaria@sistemaocepar.coop.br).

 

encontro nucleos folder 16 10 2020

ENCONTRO DE NÚCLEOS II: Em entrevista à rádio PR Cooperativo, Robson Gonçalves fala sobre a expectativa de participar do evento

encontro II 16 10 2020Em entrevista concedida ao jornalista Alexandre Salvador, da rádio Paraná Cooperativo, o professor do Isae/FGV, Robson Gonçalves, que vai ministrar palestra sobre “Cenários econômicos para os negócios cooperativos” nas quatro reuniões do Encontro Digital de Núcleos Cooperativos, na semana que vem, falou sobre a expectativa de participar do evento. Ele lembrou inicialmente que será uma oportunidade de rever velhos amigos, já que mantém uma relação de longa data com cooperativistas do Paraná. Depois, destacou que irá discutir questões relevantes ligadas especialmente ao setor agropecuário. “O agronegócio vive sempre de grandes oscilações. Essa é uma característica do setor no mundo inteiro. Então, o produtor tem que ter um olho bem junto ao seu pé aqui, porque estamos no período de plantio da safra, e um olho bem lá no horizonte para saber se vai chover o suficiente ou não, e um olho mais distante ainda para saber se a taxa de câmbio vai subir o não, se a China vai continuar comprando do Brasil. Então, a minha expectativa em relação ao Encontro de Núcleos é, em primeiro lugar, de uma grande troca. Eu sempre saio melhor do que entrei nesses encontros e, em segundo, pretendo responder um pouco às questões que geram toda essa justificável ansiedade por parte dos cooperados”, disse.

Clique aqui e confira na íntegra a entrevista

FOTO: Linkedin

 

 

encontro nucleos folder 16 10 2020

 

EDUCAÇÃO I: Mais de 600 educadores participaram do Encontro Estadual do Cooperjovem

O Encontro Estadual de Educadores do Programa Cooperjovem foi realizado na tarde desta quinta-feira (15/10). A iniciativa do Sistema Ocepar, viabilizada por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), teve o objetivo de comemorar o Dia do Professor. Transmitido pela TV Paraná Cooperativo (youtube.com/sistemaocepar), o encontro teve mais de 600 participantes. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fez a abertura do evento, que contou com a participação do superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, e da analista e coordenadora do Cooperjovem no Paraná, Fabianne Ratzke. O tema deste ano foi a “educação que nos espera após a pandemia”, tendo como palestrante o escritor e jornalista Marcos Piangers.

Homenagem - O presidente do Sistema Ocepar saudou a todos os educadores, secretários municipais de educação, dirigentes e agentes de cooperativas que participam e contribuem para que o Cooperjovem se desenvolva. Ricken ressaltou a importância dos educadores, na data em que se comemorou o Dia do Professor. “Gostaria de homenageá-los com uma breve história de minha experiência pessoal. Foi o meu primeiro professor, numa pequena escola em Manoel Ribas (PR), que me ensinou as primeiras lições e percebeu minha capacidade e potencial para continuar estudando. Ele conseguiu para mim e outros colegas uma oportunidade para prosseguir os estudos. E convenceu meus pais a me deixar sair de casa aos 12 anos de idade. Naquele tempo, havia poucas chances de seguir estudando”, contou. “Mais tarde, no Colégio Agrícola, foi também um professor que me apresentou ao cooperativismo. Dali fui para a faculdade já com o objetivo de trabalhar em cooperativas. Os professores tiveram um papel fundamental em minha trajetória de vida e trabalho”, disse Ricken.

Transformação - O presidente enfatizou a presença transformadora do professor e a necessária mudança que o Cooperjovem busca realizar nos corações e mentes das novas gerações. “É uma construção cooperativa que o programa se propõe a fomentar. Competir todos aprendem naturalmente, mas, para cooperar, é preciso se conectar e fazer junto com as pessoas. A cooperação constrói, e é a base da democracia”, afirmou. “Ninguém realiza uma grande obra sozinho, a construção é coletiva. Esse é o objetivo do Cooperjovem e do cooperativismo”, ressaltou Ricken.

Pacto global - O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, também citou a importância dos parceiros do Cooperjovem, pois o programa se desenvolve por meio de uma sinergia entre educadores, escolas, agentes e dirigentes de cooperativas, além de secretários e profissionais municipais de educação. “O Cooperjovem tem uma característica fundamental que é atuar junto às novas gerações, numa idade em que se começa a formar o novo cidadão. O nosso grande desafio é também contribuir para o pacto global, em seu quarto objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS), que é fomentar uma educação de qualidade, mas que seja inclusiva e ofereça oportunidades para que todos possam participar”, disse.   

Debate - Segundo a analista do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke, que coordena o Cooperjovem no Paraná, o tema do evento debateu uma questão atual e que tem gerado incertezas e ansiedades não apenas aos pais e estudantes, mas também aos professores. “Muitos profissionais de educação estão se dedicando ao máximo, tiveram que se transformar em inovadores tecnológicos e mestres de vídeoaulas”, lembrou. “Além de homenagear nossos educadores parceiros, colocamos em discussão um assunto importante a todos, que é a educação que nos espera após a pandemia. Não podemos também deixar também de falar em cooperação. O Cooperjovem é muito mais do que uma metodologia, o nosso sonho e objetivo é a transformação”, explicou.

Cooperjovem - Destinado a fomentar a cultura da cooperação no ambiente escolar e nas comunidades, com base em uma prática pedagógica cooperativa, o Programa Cooperjovem é realizado no Paraná pelo Sescoop/PR, em parceria com 23 cooperativas, abrangendo cerca de 34 mil alunos, 2.200 professores e aproximadamente 348 escolas de ensino fundamental em 66 municípios paranaenses. São parceiras no Cooperjovem as seguintes cooperativas: Agrária, Castrolanda, Cocamar, Cocari, Copagril, Cooperativa Educacional da Lapa, Copagrícola, Coopermundi, Copacol, C.Vale, Frísia, Lar, Sicoob Central Unicoob e suas 10 singulares.

EDUCAÇÃO II: A escola pode ajudar a curar os traumas da pandemia, afirma Piangers

“Estamos passando por esse momento traumático de pandemia, distanciamento social, insegurança financeira e de saúde, e precisamos de métodos de cura, de usos e aprendizados que possam expressar nossas emoções e ajudar a nos curar mutuamente”, afirmou o escritor e jornalista Marcos Piangers, em sua palestra no Encontro Estadual de Educadores do Programa Cooperjovem, realizado nesta quinta-feira (15/10) por meio da TV Paraná Cooperativo (youtube.com/sistemaocepar). O evento foi uma iniciativa do Sistema Ocepar, viabilizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), com o objetivo de comemorar o Dia do Professor. Quando a pandemia acabar, segundo Piangers, o foco do sistema educacional deve ser o processo de conexão humana, muito mais do que “despejar” conteúdos técnicos acumulados. “Temos que reconhecer nossa vulnerabilidade e entender que a escola pode ser um ambiente de cura para as crianças, as famílias, mas principalmente para os professores. A gente tem que cuidar da saúde mental dos nossos educadores”, ressaltou.

Valorização - Segundo Piangers, o professor deve ser valorizado e cuidado, para que tenha saúde mental e estrutura financeira e profissional, e assim possa transmitir segurança e tranquilidade às crianças. “Pesquisas indicam que 70% dos professores têm medo ou insegurança com respeito ao retorno das aulas presenciais. Alguns países estão falando até em acabar com o recreio para conseguir repassar conteúdo. O que é triste, porque o recreio será um dos momentos de cura para as crianças. O conhecimento técnico não deve ser a coisa mais importante na volta da pandemia”, disse. Piangers é especialista em novas tecnologias, criatividade, inovação e uma das maiores referências sobre paternidade do país. O livro O Papai é Pop teve mais de 300 mil exemplares vendidos e foi lançado em Portugal, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Seus vídeos já ultrapassaram a marca de 400 milhões de visualizações no Facebook.

Desafios - Piangers lembrou dos esforços que muitos professores estão fazendo para conseguir ensinar seus alunos, com as restrições impostas pela pandemia. “É uma época desafiadora para muitos professores e educadores, que estão sendo cobrados para se reinventar e apresentar soluções, e cobrados não apenas por seus superiores, mas por si mesmos. Quantos professores não estão se sentindo pressionados por eles próprios para apresentar e oferecer aos alunos a melhor condição de ensino?”, questionou. “Os professores estão se transformando em educadores modernos, com equipamentos tecnológicos, internet, buscando engajar os alunos e ser inspiradores de alguma forma. Eles merecem a nossa valorização e palmas.”

Reinvenção - Na visão do escritor, todas as profissões estão sendo desafiadas. “Tudo que acreditávamos saber, de uma hora para a outra já não é mais aquilo que se sabe, e precisamos exercitar o que os cientistas chamam de flexibilidade cognitiva: desaprender, reaprender e reinventar a nossa forma de comunicar”, explicou.

Tecnologia - Mesmo com os impactos da tecnologia, segundo Piangers, o professor seguirá sendo “o grande diferencial do aprendizado”. “Não importam quais tecnologias sejam utilizadas, realidade virtual, robótica, salas com carteiras flexíveis ou outras técnicas modernas pedagógicas, ao fim da experiência, em qualquer parte do mundo, quando questionados sobre o que os marcou, os alunos sempre repetem a mesma resposta: o professor. É ele que inspira, engaja, tira da zona de conforto e percebe a potencialidade de seus alunos. O bom professor é sempre inspirador e precisa ser valorizado”, concluiu.

{vsig}2020/noticias/10/16/educacao_II/{/vsig}

COVID-19: Adiamento da decisão sobre a prorrogação do Convênio 100 é um dos destaques do comunicado 138

covid 19 destaque 16 10 2020Na quarta-feira (14/10), o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) resolveu adiar a decisão sobre a prorrogação do Convênio ICMS nº 100/1997, que reduz a alíquota do imposto sobre a circulação intermunicipal e interestadual de insumos agropecuários e vence no dia 31 de dezembro deste ano. Esse é um dos destaques do comunicado 138, emitido nesta quinta-feira (15/10) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Veja abaixo todas as informações do boletim.

1. O Sistema Ocepar, nos próximos dias 19 a 22 de outubro, irá realizar o Encontro de Núcleos Cooperativos que, nesse ano, será de forma digital, e serão tratados assuntos estratégicos para o desenvolvimento contínuo das cooperativas paranaenses. Clique aqui para inscrição.

2. O Sistema Ocepar, no dia 14 de outubro, realizou de forma virtual uma Reunião da Autogestão com a cooperativa CAMP, com a participação do corpo diretivo e gestores.

3. No dia 14 de outubro, o Sistema Ocepar participou da reunião organizada pelo Sistema OCB, com representantes do Mapa, Unidades Estaduais e cooperativas agropecuárias, com objetivo de tratar sobre o uso dos estoques do Paraquate.

4. O Confaz, no dia 14 de outubro, decidiu pelo adiamento da decisão sobre a prorrogação do Convênio ICMS 100/1997 (insumos agropecuários), que reduz a alíquota do imposto de circulação intermunicipal e interestadual de insumos agropecuários.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

COVID-19: Confira a área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo com novos destaques

area covid 16 10 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL I: Com nova diretoria, Coofamel reuniu-se virtualmente com o Sistema Ocepar

Na manhã desta quinta-feira (15/10), acompanhado do diretor financeiro, Valdoir da Luz Junior, o presidente da Cooperativa Agrofamiliar Solidária dos Apicultores da Costa Oeste do Paraná (Coofamel), Antonio Henrique Schneider, recebeu, em reunião virtual, integrantes do Sistema Ocepar. Na oportunidade, foram abordados diversos temas, como as ações de representação institucional da entidade desenvolvidas neste período de quarentena, perspectivas de mercado, tanto no âmbito nacional como estadual, cenário econômico e financeiro do cooperativismo paranaense, do ramo crédito, com enfoque especial da Coofamel, e atividades finalísticas do Sescoop/PR. O intuito do encontro, o 82º realizado na modalidade virtual, foi o de apresentar e discutir a situação econômico-financeira da cooperativa por meio de indicadores e comparativos com outras do mesmo ramo e região visando manter a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e a solidificação do sistema cooperativista.

Momento - Após a abertura da reunião pelo analista técnico da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo, Rodrigo Gandara Donini, e o cumprimento da agenda, o presidente da Coofamel disse que as restrições sanitárias devido à pandemia do coronavírus até beneficiaram a cooperativa.  “O momento estimulou o consumo de mel, por ser um alimento saudável, elevando a demanda do nosso produto. No caso da própolis, as vendas triplicaram. Houve um pouco de dificuldade na entrega, mas nada muito sério. Porém, o setor e, consequentemente, a cooperativa foram afetados por outros fatores decorrentes da pandemia, como o fechamento das exportações e queda no preço do mel”, comentou.

Apoio - Schneider, que, como a nova diretoria, tomou posse do cargo no dia 28 de agosto último, durante Assembleia Geral Ordinária da Coofamel, solicitou apoio do Sistema Ocepar por meio de cursos e programas oferecidos pelo Sescoop/PR, principalmente na área de planejamento estratégico e de gestão financeira, a fim de sanar problemas e retomar a expansão da cooperativa. “Sanando irregularidades e melhorando a gestão, teremos condições de retomar o desenvolvimento, afinal o nosso produto tem qualidade reconhecida e mercado que pode ser expandido. A intenção, então, é aumentar o faturamento em benefício dos nossos associados”, ressaltou. Por sua vez, Donini orientou o presidente a formalizar as solicitações e encaminhá-las, por meio eletrônico, à entidade, que irá mobilizar os profissionais para atender as demandas. “O Sistema Ocepar pode ajudar a reverter o quadro, por meio de  programas de capacitação e formação e até de assessoramento técnico, e melhorar a gestão para colocar a cooperativa no caminho certo”, pontuou o analista técnico da Gecoop.

Presentes - Também participaram do evento, o coordenador de Profissionalização da Gecoop, Leandro Roberto Macioski, e o analista de Desenvolvimento Técnico da Getec, Alexandre Amorim Monteiro.

A cooperativa - Fundada em julho de 2006, a Coofamel, que tem 280 cooperados, conforme informou o seu presidente, e quatro funcionários, faturou R$ 1,26 milhão em 2019, com estimativa de fechar este ano com R$ 2 milhões. Com sede em Santa Helena, no oeste do Paraná, a cooperativa atua nesta região e também no sudoeste.

{vsig}2020/noticias/10/16/reuniao_institucional_I/{/vsig}

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL II: Unimed Londrina destaca atuação do Sistema Ocepar durante a pandemia

 

Representação institucional, cenários econômico e financeiro e as atividades finalísticas do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). Estes foram os assuntos da reunião institucional, realizada na tarde desta quinta-feira (15/10), por videoconferência, entre dirigentes da cooperativa e equipes do Sistema Ocepar. “Outro importante objetivo dessas reuniões é conhecer as demandas e ouvir sugestões das cooperativas, estreitando o relacionamento e identificando oportunidades de parcerias”, disse o analista técnico do Sescoop/PR, Jessé Rodrigues.

 

Continuidade - Ao abrir o encontro, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, destacou a rápida a adaptação do Sistema Ocepar e das cooperativas a esse momento de pandemia. “O cooperativismo do Paraná não parou. Hoje 100% dos projetos de formação e capacitação, trabalhos de monitoramento, reuniões e outras atividades estão correndo no formato virtual. Montamos um Comitê de Acompanhamento para analisar os impactos econômicos e sociais da pandemia, monitorar e contingenciar os impactos nas cooperativas, melhorar a velocidade das decisões e respostas à crise, preservar e proteger as pessoas; e planejar a retomada dos trabalhos presenciais a partir de novas perspectivas”, contou. “O propósito do Sistema Ocepar é contribuir efetivamente para garantir a produção, o abastecimento e o pleno funcionamento das atividades das cooperativas paranaenses nesse momento de dificuldades”, frisou Boesche.

Autogestão - Após a apresentação do trabalho de representação institucional realizado pelo Sistema Ocepar, o analista técnico Jessé Rodrigues trouxe os indicadores de desempenho do cooperativismo do estado, com foco no ramo saúde e na Unimed Londrina. A consolidação das informações globais do setor, bem como o comparativo entre cooperativas do mesmo ramo, é feita a partir de dados enviados pelas cooperativas para o Programa Autogestão. “Com isso, conseguimos analisar indicadores como despesas, resultados, matriz de risco, liquidez, margem, patrimônio líquido imobilização, capitalização, capital de giro, sinistralidade, entre outros”, afirmou Rodrigues. “Estas informações são importantes para a tomada de decisão das cooperativas e do Sistema Ocepar, já que a partir disso conseguimos identificar as necessidades e elaborar uma pauta de demandas”, afirmou.

Sistema S - Na sequência, o coordenador de Cooperativismo do Sescoop/PR, Leandro Macioski, falou sobre as quatro áreas finalísticas do Sescoop/PR (Monitoramento, Profissionalização, Promoção Social e Gestão Estratégica), “A finalidade é apresentar os projetos e programas que estão à disposição das cooperativas, com uma análise em relação aos recursos arrecadados e o quanto desses valores retornam à base, na forma de serviços, cursos, treinamentos e soluções, entre as quais, programas como o de Compliance, a Formação de Auditores Internos e o Programa de Excelência de Gestão”, disse Macioski.

 

Avaliação - “O Sistema Ocepar está de parabéns pela forma clara e objetiva em que expôs as informações durante a reunião.  O sistema cooperativista mostrou a sua razão de ser nessa pandemia. Também agradecemos pelas soluções. Um exemplo é o Programa de Inovação, que já está em seu segundo ciclo. Esta ação nos deixou um pouco mais preparados para o momento que estamos vivendo”, disse o presidente da Unimed Londrina, Omar Taha. Pela cooperativa médica, também participaram da reunião de ontem: Ricardo Pinelli (superintendente Administrativo e Mercado), Jorge Luiz Gonçalves (superintendente de Provimento de Saúde), Ederson Crippa (diretor de Provimento de Saúde), Sérgio Humberto Bernardelli Parreira (diretor Administrativo e Financeiro), Rubens Martins Junior (diretor de Relacionamento com o Cooperado), Antonio Carlos Valezi (diretor de Mercados), Edison Henrique Vannuchi (Conselho Fiscal), Inês Paulucci Sanches (Conselho Técnico), Alexandre Lopes (gerente de Controladoria), Fábio Lehmann (Conselho Técnico), Rosangela Martins Ferreira (analista de Desenvolvimento Humano), Lúcia Maria Almeida Baum (gerente de Desenvolvimento Humano).

 

Continuidade - A Unimed Londrina integra o ramo saúde. A cooperativa é uma das 21 singulares do Sistema Unimed.  Iniciou suas atividades no dia 11 de março de 1971 e, desde então, são 49 anos sendo líder no mercado de planos de saúde em Londrina e região. Atualmente, conta com 1.160 médicos cooperados, 680 colaboradores e a maior rede de hospitais, clínicas e laboratórios para atender seus quase 200 mil beneficiários.

 

Estrutura - A singular ainda possui como serviços próprios o Pronto Atendimento adulto e infantil 24 horas, Clínica de Vacinas, SOS Unimed - Serviço de Urgência e Emergência, DOM - Atendimento Domiciliar, Clínica de Oncologia, Clínica Multiprofissional, academia e programas voltados à promoção da saúde e qualidade de vida. A cooperativa também está presente nos canais digitais. Pelo aplicativo Unimed Cliente PR e site, os beneficiários podem liberar consultas, acompanhar status de solicitação de procedimentos, consultar o guia médico, ter acesso ao cartão virtual e solicitar a segunda via do boleto. Em meio a pandemia, a Unimed disponibilizou a telemedicina que permitiu aos clientes fazer consultas médicas sem sair de casa.

 

{vsig}2020/noticias/10/16/reuniao_institucional_II/{/vsig}

 

CONTABILIDADE: Live abordará Hedge Accounting na gestão de riscos financeiros

A Comissão de Profissionais Contábeis da Área Cooperativista do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Paraná (CRCPR), que estuda temas específicos para este segmento tão especializado da contabilidade, realizará no dia 23 de outubro, às 16 horas, uma live que abordará o tema: Hedge Accounting na gestão de riscos financeiros. Este evento contará com a participação especial do contador brasileiro, atualmente radicado na Irlanda, onde atua como Senior Manager na área de Accounting Consulting Services (ACS) na PwC Dublin, Douglas Ribeiro, com larga experiência em corporações de auditoria independente. A mediação da live será realizada pelos contadores Claudiomiro Rodrigues e Nelson Beltrame. Ribeiro compartilhará suas experiências sobre esta estratégia pouco explorada no Brasil, mas de relevante impacto internacional para o setor cooperativista. A transmissão acontecerá através do canal do CRCPR no Youtube.

Integrantes - Além de Claudiomiro e Nelson Beltrame, também integram a Comissão de Profissionais Contábeis da Área Cooperativista do CRCPR: Alcemar Luiz Candiotto, Alcir Sebastião Ribeiro, Allan Lucas Jucovski, Devair Mem, José Ronkoski e Marcos Euclides Alves.

 

contabilidade 16 10 2020

COOPERATIVISMO: OCB divulga boletins com informações atualizadas de interesse do setor

cooperativismo 16 10 2020 O Sistema OCB publica, semanalmente, diversos boletins com informações relevantes e de interesse do cooperativismo brasileiro. Confira abaixo as publicações atualizadas até esta quinta-feira (15/10), que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo que impactam nas cooperativas. Há ainda um apanhado sobre as ações que estão sendo executadas pela entidade para reduzir o impacto da pandemia nessa crise.

*Análise Política:* caminhos para a simplificação e desburocratização. https://bit.ly/3dvDvOv

*Análise Econômica:* credibilidade do Brasil e os investimentos estrangeiros. https://bit.ly/2UCWjUD

*Reforma Tributária:* eleições alteram prioridades. https://bit.ly/3iJPv0X

*Pleitos do Cooperativismo:* temos 82 demandas das coops vinculadas à Covid-19. Veja como estão. https://bit.ly/2UD17rV

*Normativos:* resumo dos principais normativos federais relacionados à Covid-19, com link e análise da OCB. https://bit.ly/3anoYlY

*Medidas Tributárias:* infográfico com as respostas tributárias do governo à crise que tenham impacto nas cooperativas. https://bit.ly/2KrNgjn

Acompanhe essas e outras ações da OCB para diminuir o impacto desta crise em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19

 

LEGISLATIVO: Proposta fixa base de cálculo para tributos sobre atividades das sociedades cooperativas

legislativo 16 10 2020O Projeto de Lei 3881/20 fixa a base de cálculo de tributos sobre atividades das sociedades cooperativas. O texto em tramitação na Câmara dos Deputados altera a Lei 13.288/16, que trata desse setor econômico, e a Lei Orgânica da Seguridade Social.

Integração vertical - A proposta exige a celebração de contrato para a integração vertical entre cooperativas e seus cooperados ou entre cooperativas, inserindo dispositivo na Lei 13.288/16. O procedimento já é regulado por legislação específica aplicável a essas sociedades.

Dispositivo - Adicionalmente, o texto insere dispositivo na Lei da Seguridade determinando que, para fins de legislação tributária, nos contratos de integração será considerada “receita bruta” apenas a parcela efetivamente paga ao cooperado constante do contrato realizado.

Explicação - O texto explica que na integração da produção de carnes, por exemplo, a cooperativa disponibiliza bens, insumos e serviços ao cooperado, que se encarrega da engorda e do crescimento do animal, que é a matéria-prima para produção industrial do integrador.

Resultado final - Assim, do resultado final, parte retorna ao integrador em razão dos animais que ofereceu inicialmente para a engorda; outra corresponde à devolução para a cooperativa dos insumos repassados ao cooperado; e, finalmente, restam os ganhos do cooperado.

Caráter legal - “É necessário dar caráter legal a essas operações que são atualmente suscetíveis de livre interpretação pelos órgãos fiscais, ocasionando divergências e eventuais custos com defesas judiciais e administrativas”, afirmou o autor, deputado Sergio Souza (MDB-PR).

Pacificado - Ainda segundo o parlamentar, o tema já foi pacificado por jurisprudência. “Desta forma, cabe observar o jurídico perfeito a ser tutelado como sendo aquele já consumado segundo norma vigente ao tempo em que se efetuou”, disse Sergio Souza. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

 

FRÍSIA: Cooperativa lança Manual Ambiental

frisia 16 10 2020Os 857 associados da Frísia Cooperativa Agroindustrial têm em mãos uma excelente fonte de informações para produzir de forma ainda mais sustentável. A cooperativa lança a 1ª edição do Manual Ambiental, que apresenta orientações detalhadas sobre como aplicar ações sustentáveis nas propriedades rurais.

Conteúdo - O manual aponta para o cooperado, de forma clara e ilustrada, conceitos sobre a instalação e organização da estrutura da propriedade, como a forma correta de armazenagem de defensivos, cuidados com a Área de Preservação Permanente (APP), gerenciamento de resíduos, coleta seletiva, localização do tanque de combustível, reflorestamento, informações sobre outorga da água, entre outros pontos.

Legislações - Essas práticas são baseadas nas legislações ambientais estaduais e federais, além das demais normas vigentes. Também são fundamentadas nos requisitos dos principais programas de certificação agrícola existentes.

Referência - Coordenador Ambiental e Florestal da Frísia, Francis Bavoso afirma que os associados já são referência no desenvolvimento do agronegócio sustentável, sendo, inclusive, mencionados como benchmarking dentro da sustentabilidade ambiental em suas propriedades.

Procura - Jean Andrusko, analista ambiental da cooperativa, lembra que nos últimos anos houve uma procura por parte dos produtores para orientação na realização de melhorias e adequações ambientais. “A partir dessa demanda, identificamos e compilamos normas e legislações que norteiam as atividades de nossos cooperados e elaboramos o Manual Ambiental de forma clara e resumida. O documento veio para contribuir com a visão da Frísia, que é ser referência no cooperativismo com excelência e sustentabilidade”.

Sinergia - “Esse manual vem para aumentar a sinergia entre a teoria e a prática, otimizando todos os recursos naturais disponíveis em suas propriedades. Além do manual, a cooperativa conta com uma equipe técnica com vasta expertise nos assuntos ambientais”, destaca Francis Bavoso.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial- Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

COOPAVEL: Cooperados e colaboradores têm chance de avançar na carreira escolar pelo EAD

coopavel 16 10 2020Há 20 anos, a Coopavel criou de forma pioneira no Brasil uma universidade para levar novos conhecimentos aos seus cooperados e colaboradores. A Unicoop foi constituída a partir de uma lógica simples e definitiva, de que com mais informações e saberes as pessoas podem ir mais longe e tornar mais fácil e curto o percurso entre os seus sonhos e a realização dos mesmos.

Nova oportunidade - Com base nessa convicção e duas décadas depois de iniciar as suas atividades, a Unicoop em parceria com o Sesi oferece uma nova oportunidade a associados e a colaboradores da cooperativa. Por meio do EAD (Ensino A Distância) eles têm a chance, a partir de um método inovador e eficiente, de concluir os ensinos fundamental e médio. Para participar do curso, gratuitamente, o aluno precisará apenas contar com computador com acesso à internet em sua casa.

Link - O link para fazer a matrícula é o seguinte http://bit.ly/EjaCascavel . A inscrição pode ser até o dia 16 de novembro, na rua Heitor Stockler de França, 161, no Jardim Maria Luiza, das 8h às 22h. A partir da inscrição efetivada, ele poderá estudar em horários que entender os mais convenientes. “A evolução traz mudanças e facilidades e essa é uma delas. Ficamos felizes em poder participar de uma parceria que abre um leque extraordinário aos nossos colaboradores e cooperados”, afirma o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

EAD - Por meio da metodologia aplicada na parceria entre Sesi e Coopavel, os alunos têm até dois anos para concluir a formação indicada na inscrição. O objetivo é que o maior número possível de pessoas ligadas à cooperativa venha a participar, porque com isso estarão ainda mais preparadas para o mercado e para as possibilidades que ele oferece, informa Rosinei Roscoz, da Universidade Coopavel. Além das aulas online, os inscritos terão monitoria online e presencial na estrutura física disponibilizada pelo Sesi).

Documentos - Os interessados em concluir o ensino fundamental (6ª à 9ª série) precisam entregar os seguintes documentos no Senai, em Cascavel: fotografia 3 x 4, cópias do RG e CPF, da certidão de nascimento ou casamento, comprovante de residência atualizado, cópia de comprovante de vínculo com a Coopavel, histórico escolar de 1ª a 4ª série.

Ensino médio - A documentação é a mesma para os que vão concluir o ensino médio (1º ao 3º ano), com uma única diferença: o histórico (original e cópia) deverá ser da 5ª à 8ª série. O curso EAD é gratuito, mas para participar o postulante terá de ter mais de 18 anos de idade. Outras informações sobre a parceria podem ser conseguidas pelo telefone 3220-5453 (Sesi). (Imprensa Coopavel)

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Agência é inaugurada em Sertãozinho, São Paulo

No último dia 9 de outubro, a Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP inaugurou uma agência no município de Sertãozinho, região noroeste do estado de São Paulo. Esta foi a segunda inauguração realizada pela cooperativa no intervalo de uma semana. Na primeira semana de outubro, também foi realizada a abertura da agência em Faxinal dos Guedes, Santa Catarina. Com isso, a Sicredi Parque passa a contar com 31 agências inauguradas em seus 30 anos de história.

Expansão - A expansão para o estado de São Paulo começou em 2016. Além de Sertãozinho, a Sicredi Parque também conta com agências nas cidades de Pontal, Batatais, Jardinópolis e Ribeirão Preto (3).

Protocolos - Por conta da pandemia de Covid-19, as inaugurações respeitaram os protocolos de prevenção recomendados pelas autoridades de saúde, como número reduzido de convidados, disponibilidade de álcool em gel para higienização das mãos e espaços demarcados para facilitar o distanciamento.

Economia local - O presidente da cooperativa, Clemente Renosto, destacou a importância do Sicredi para a economia local, especialmente para o agronegócio, setor importante para a economia de Sertãozinho, em especial pela cultura de cana de açúcar e etanol. Porém, o presidente salientou que a instituição está preparada para atender a todos os setores da economia e também as necessidades de pessoas físicas. “Estamos aqui para viabilizar os investimentos dos associados, para que eles possam gerar receita, emprego e desenvolvimento”, salientou.

Protagonistas - Fabio Vedelago Burille, diretor executivo, destacou o projeto de expansão do Sicredi por meio da abertura de novas agências. “É um projeto e nós viemos para sermos protagonistas. Fazer parte da sociedade, ajudar para que Sertãozinho possa crescer cada vez mais”, disse o diretor.

Bem acolhidos - “Nós fomos muito bem acolhidos por toda a cidade, onde já estivemos em algumas visitas. A expectativa é a melhor possível. O Sicredi trabalha muito com o comércio local, focando em se desenvolver junto com as empresas, com as indústrias locais, projetos sociais, pessoas físicas e juridicas, de acordo com as reais necessidades dos associados com total transparência”, detalhou Marcelo Nogueira, gerente da nova agência. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

{vsig}2020/noticias/10/16/sicredi_parque_araucarias/{/vsig}

SICREDI: Plataforma colaborativa impulsiona empreendedorismo local

Tendência no varejo e no setor de serviços, a transformação digital ficou ainda mais forte em 2020 com a pandemia do novo coronavírus. Muitos empreendedores tiveram que apostar no e-commerce para ampliar a área de atuação e manter as vendas. E a tendência de compras em ambiente virtual deve continuar. De acordo com pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), 70% dos brasileiros pretendem manter o hábito de compras online após a quarentena.

Sites e plataformas - O crescimento do comércio eletrônico está conectado ao desenvolvimento de sites e plataformas colaborativas de marketplace que possibilitam a presença, especialmente dos pequenos empreendedores, no ambiente virtual. O Sicredi Conecta, aplicativo de marketplace da primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, permite anúncios e vendas de produtos e serviços entre associados. Atualmente, a ferramenta reúne 44 mil usuários, aumento de 120% se comparado a maio de 2020, quando a plataforma registrava 20 mil usuários.

Solução - A solução, disponibilizada pelo Sicredi desde 2019, tornou-se ainda mais relevante durante a pandemia. Com mais de 28 mil anúncios publicados no Sicredi Conecta, a instituição registrou, no terceiro trimestre de 2020, mais de mais de 102 mil visualizações de anúncios no aplicativo. “A ferramenta digital é de fácil acesso e auxilia os associados nas vendas online de produtos e serviços. O Sicredi Conecta funciona como uma grande vitrine dos negócios locais. As transações são feitas de maneira segura e com agilidade. E o mais importante: os associados não pagam pela utilização do aplicativo”, comenta o gerente de Marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério Leal.

Vendas e divulgação - A associada do Sicredi e empreendedora Alana Muxfeldt conta que começou a fazer bolos, doces e brigadeiros em casa, em 2005. Três anos mais tarde, abriu a Zucker Brigaderia, em Marechal Cândido Rondon, no interior do Paraná. De acordo com a empresária, o Sicredi Conecta tem ajudado na divulgação do cardápio, especialmente em datas especiais, e a alavancar as vendas. “Tivemos um bom acesso nas publicações dos produtos e conseguimos concretizar vendas por meio do aplicativo. A ferramenta é muito dinâmica, clean e de fácil entendimento, e vem contribuindo ainda mais nas vendas e divulgação de produtos e da empresa”, explica.

Economia local - A ferramenta disponibilizada pelo Sicredi está alinhada com a campanha Eu coopero com a economia local, desenvolvida pela instituição financeira cooperativa com o objetivo de fortalecer as relações comerciais regionais fomentando o empreendedorismo local. A iniciativa integra um conjunto de ações que incentivam a compra em pequenos estabelecimentos, movimentando a economia, gerando desenvolvimento e renda nas comunidades onde as cooperativas filiadas atuam.

Desenvolvimento - Participante do movimento, a empreendedora da Zucker Brigaderia destaca como a iniciativa também tem colaborado com o negócio e o desenvolvimento regional. “Acredito que valorizando o comércio local, formamos uma rede de apoio, fortalecendo e estimulando a economia da cidade. Faz o dinheiro circular dentro da comunidades e, desta forma, as empresas conseguem investir na diversidade de produtos e melhora do atendimento, além de divulgar as empresas e firmar ainda mais o pequeno negócio”, finaliza a empreendedora. 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

{vsig}2020/noticias/10/16/sicredi/{/vsig}

SICOOB OURO VERDE: Agência de Rolândia é reinaugurada em novo endereço

No último dia 13, o Sicoob Ouro Verde reinaugurou sua agência de Rolândia (PR). O ponto de atendimento agora oferece uma estrutura moderna para atender os cooperados e a comunidade. O espaço novo é de fácil acesso e em ótima localização, garantindo mais conforto e segurança para todos.

Mudança - Essa mudança de prédio vem sendo planejada há um ano, conforme explica o diretor-presidente, Elisberto Torrecillas. Segundo ele, foi preciso começar a pensar em uma casa nova, que trouxesse um aspecto mais aconchegante e acolhedor. “Estamos crescendo e queremos dar ao cooperado o atendimento que ele merece. Isso é o cooperativismo mostrando sua força”, comenta.

Presenças - Além do diretor-presidente, durante a cerimônia, que marcou a reabertura do ponto de atendimento estiveram presentes o presidente do Conselho de Administração, Roberto Cremonez, os delegados Luciano Marcos Marchezini e Marcio Lopes do Carmo, e colaboradores da agência. O encontro presencial seguiu todos os protocolos de saúde e segurança relacionados ao coronavírus.

Experiência - Segundo Cremonez, apesar de o prédio ser novo a experiência de atender os cooperados com excelência é antiga e será mantida. “Vamos atender bem e movimentar a cidade, prestando suporte a nossa comunidade como sempre fizemos”, afirma.

Comunidade - O delegado Luciano Marcos parabenizou a cooperativa pelo novo espaço e agradeceu o atendimento recebido pela equipe local. “É uma mudança importante não só para os associados, mas também para a comunidade. Eu sempre cobro da cooperativa, como cooperado e delegado, para que todos sejam acolhidos com qualidade aqui, como eles já fazem”, ressalta.

Novo endereço - O novo endereço da agência do Sicoob Ouro Verde em Rolândia é Avenida dos Expedicionários, 357 – Centro. (Imprensa Sicoob Unicoob)

{vsig}2020/noticias/10/16/sicoob_ouro_verde/{/vsig}

UNIPRIME: Orgulho em fazer parte da cooperativa

uniprime 16 10 2020Optar por uma cooperativa de crédito por uma instituição bancária tradicional resulta em muitas vantagens, como taxas mais atrativas e devolução de parte do dinheiro investido ou movimentado na conta nas sobras anuais.

Fator decisivo - “Este foi um fator decisivo para escolher a Uniprime como minha instituição financeira. Ao investir cotas para aderir à cooperativa, você se torna sócio e recebe participação anual na distribuição das sobras”, relata Heraldo de Oliveira Mello Neto, médico radiologista e cooperado da agência Curitiba Batel desde junho de 2009. Ele conta que conheceu a Uniprime pela indicação de um grande amigo, Nelson Martins Schiavinatto. “Na época, trabalhávamos junto na Sociedade de Radiologia do Paraná”, acrescenta.

Cartão próprio - Além das sobras, a Uniprime destaca-se entre as cooperativas de crédito por ser a primeira a emitir cartão próprio. Os cartões múltiplos Uniprime Mastercard têm inúmeras vantagens, como acesso às salas VIP em aeroportos e outros benefícios de viagens, gestão on-line pelo App e Internet Banking, além da isenção de anuidade no uso de 20% (ou mais) do limite na fatura, dependendo da categoria do cartão. “É um dos únicos cartões que acumula pontos em compras também no débito”, reforça Neto.

Dinâmico - Falando no App, o Uniprime Mobile Banking é dinâmico e permite aos cooperados realizar quase todas as suas movimentações com poucos cliques, para pagamentos, transferências, consulta de extratos e gestão do cartão de crédito. “Eu uso diariamente meu App Uniprime. E, quando necessito de qualquer auxílio, o Marcos e a Meire (gerentes da agência) estão sempre disponíveis no WhatsApp ou no telefone para me atender. Aliás, quando ligo na agência, o pessoal já reconhece minha voz e sempre fui muito bem atendido. Isso me faz gostar ainda mais de ser um cooperado Uniprime”, conclui o médico.

Responsabilidade - De acordo com Meire Kicoe Kamura, gerente citada por Neto que atua na agência Curitiba Batel, existe uma responsabilidade muito grande por parte de todos os profissionais da Uniprime em atender os cooperados com excelência. “O crescimento é mútuo: se o cooperado cresce, a cooperativa também cresce. Por isso, nos esforçamos para entender a necessidade de cada um, a partir de um atendimento humanizado e empático”, reforça a gerente.

Mais - Para saber mais sobre a cooperativa, acesse www.uniprimebr.com.br. (Imprensa Uniprime)

 

UNIMED COSTA OESTE: Plantão pediátrico HGU, qualidade e humanização no atendimento das crianças

A febre que não passa, o choro incessante, o semblante triste. As crianças demonstram de diferentes e conhecidas maneiras quando não estão bem. E mesmo que o cuidado em casa esteja adequado, procurar a opinião e a checagem de um médico é a melhor maneira para diagnosticar o que o pequeno está sentindo.

Plantão pediátrico - Para isso, pais e responsáveis podem contar com o plantão pediátrico do Hospital Geral Unimed (HGU), de Toledo (PR), disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, com médicos pediatras, profissionais capacitados e estrutura adequada para a segurança e conforto dos pacientes.

Qualidade - A qualidade no atendimento é prioridade no HGU, desde o acolhimento da criança e do seu responsável. O atendimento ocorre em espaço reservado dos demais públicos, com ante sala, consultório médico, e sala para o atendimento ambulatorial nos casos que não precisam de internação, como sutura, pequenos ferimentos e medicação. Nos casos de internação, há uma ala específica para a pediatria, com equipe profissional especializada e equipamentos para o suporte. “Sabemos que estamos cuidando do bem maior da família”, destaca a gerente de Saúde da Unimed Costa Oeste, Rosane Bosio Wurmeister.

Disponibilidade - O plantão de pediatria do HGU está disponível para beneficiários da Unimed, particulares e outros convênios. O acesso é pela entrada principal, via rua Guarani, de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, e aos sábados, das 6h às 12h. Nos demais horários, o acesso é pelo Pronto Atendimento, via rua Rui Barbosa.

Informações - Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (45) 3379-7700. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

{vsig}2020/noticias/10/16/unimed_costa_oeste/{/vsig}

RELAÇÕES INTERNACIONAIS: Brasil amplia o número de adidos agrícolas e fortalece atuação no exterior

O governo federal ampliou de 25 para 28 o número de adidos agrícolas brasileiros junto às representações diplomáticas no exterior. O Decreto Nº 10.519, com as mudanças, foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (15/10).

Quadro atual - Atualmente, o Brasil conta com 24 adidos agrícolas ativos lotados em 22 países (Pequim e Bruxelas contam com dois adidos). Uma vaga em Genebra (Suíça) encontra-se em aberto e deverá ser preenchida ainda este ano.

Novos postos estratégicos - Os novos adidos agrícolas irão desempenhar suas funções em novos postos estratégicos, que serão definidos por Portaria Conjunta dos Ministros das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Espera-se que as novas adidâncias iniciem seus trabalhos já no início do próximo ano.

Outras mudanças - O decreto traz outras mudanças, como a exigência de que o adido seja há no mínimo dez anos servidor público federal ocupante de cargo efetivo ou empregado do quadro permanente de empresa pública federal ou de sociedade de economia mista federal. Anteriormente, esse prazo era de quatro anos. A mudança busca adequar os candidatos à senioridade e experiência esperadas do cargo, que teria equivalência ao posto de Conselheiro da carreira diplomática.

Em exercício - Outra nova exigência é que o servidor esteja em exercício no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ou em uma de suas entidades vinculadas.

Missão de assessoramento - A duração da missão de assessoramento em assuntos agrícolas será a princípio de quatro anos consecutivos, não prorrogáveis, contados da data de apresentação do adido agrícola à representação diplomática para a qual tiver sido designado. Anteriormente, o prazo era de dois anos, prorrogáveis uma vez por igual período.

Missões permanentes - Os adidos desempenham missões permanentes de assessoramento junto às representações diplomáticas brasileiras no exterior. Têm o papel de identificar oportunidades, desafios e possibilidades de comércio, investimentos e cooperação para o agronegócio brasileiro. Para isso, têm interlocução com representantes dos setores público e privado, assim como interagem com relevantes formadores de opinião, na sociedade civil, imprensa e academia.

Reconhecidos - Os adidos agrícolas têm sido amplamente reconhecidos como agentes para maior inserção da agropecuária brasileira nos mercados locais. No último encontro de adidos, atividade realizada em setembro em plataforma virtual, ocorreram mais de 500 reuniões entre esses profissionais e diversos representantes do setor privado brasileiro. (Mapa)

PECUÁRIA: Rebanho bovino tem leve alta em 2019, após dois anos seguidos de quedas

pecuaria destaque 16 10 2020O rebanho bovino voltou a crescer em 2019, após dois anos consecutivos em queda, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada nesta quinta-feira (15/10) pelo IBGE. A leve alta de 0,4% garantiu a marca de 214,7 milhões de cabeças de gado, o que mantém o Brasil como o segundo maior rebanho bovino do mundo e o principal exportador desse tipo de carne.

Transição - “Em 2019, verificamos uma queda na participação das fêmeas no abate, sugerindo uma transição do ciclo de baixa para o de alta da pecuária, que é quando o produtor passa a reter fêmeas devido aos bons preços de mercado”, explica a supervisora da pesquisa Mariana Oliveira. Além disso, ela lembra que o ano foi marcado pelo recorde de carne bovina exportada, especialmente para a China, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, o que incentiva a produção de bovinos.

Mato Grosso - Essa leve recuperação foi puxada pelo estado do Mato Grosso, que aumentou seu rebanho em 5,1% e segue como estado com mais cabeças de gado, 31,7 milhões, respondendo por 14,8% do total nacional. Entre as grandes regiões, o maior crescimento de rebanho bovino ocorreu no Nordeste, avançando 2,7%. O Centro-Oeste, contudo, concentrou um terço do rebanho do país (34,5%), seguido pelo Norte (23,1%), que vem crescendo nos últimos anos.

Liderança - A cidade de São Félix do Xingu (PA) continuou líder no ranking de bovinos do país, com 2,2 milhões de cabeças de gado. Corumbá (MS) seguiu em segundo lugar (1,8 milhão). Já Vila Bela da Santíssima Trindade (MT) despontou da sétima posição em 2018 para a terceira devido à alta de 14,0% do seu rebanho, somando 1,2 milhão de animais.

Produção de leite de vaca - A produção de leite de vaca também cresceu em 2019, chegando a 34,8 bilhões de litros, um aumento de 2,7% em relação ao ano anterior. O valor de produção atingiu R$ 43,1 bilhões. Essa alta vem do ganho de produtividade, já que o efetivo de 16,3 milhões de vacas ordenhadas foi 0,5% menor em relação ao ano anterior. Com menos animais produzindo mais leite, a produtividade subiu para 2.141 litros de leite por vaca ao ano.

Sudeste - Com um crescimento de 4,4%, a região Sudeste voltou a ser a maior produtora de leite do país em 2019, com 34,3% de participação, tirando a liderança do Sul, que ocupava o posto desde 2014. Minas Gerais seguiu como maior estado produtor, seguido por Paraná e Rio Grande do Sul. Os três produzem mais da metade do leite nacional (51,9%).

Maiores produtores - Dos dez maiores municípios produtores de leite, sete são mineiros. O maior, porém, é Castro (PR). Em seguida vem Patos de Minas (MG) e Carambeí (PR).

Rebanho de suínos diminui, mas sobe número de fêmeas - Já o rebanho de suínos reduziu 1,6% em 2019, somando 40,6 milhões de cabeças. Em contrapartida, o número de fêmeas destinadas à procriação (matrizes) apresentou acréscimo pelo terceiro ano consecutivo e atingiu a marca de 4,8 milhões, alta de 0,5%, o que indica, segundo Mariana, que os produtores estão realizando investimentos no setor.

Sul - Em 2019, a região Sul, que detém quase metade do rebanho do país (49,5%), teve efetivo 2,4% menor de suínos que em 2018. Toledo (PR) foi a cidade com o maior número de cabeças: 1,2 milhão.

Produção de ovos bate recorde de 4,6 bilhões de dúzias - A produção de ovos de galinha cresceu 4,2% e alcançou a marca de 4,6 bilhões de dúzias, sendo que 83,2% foram provenientes de granjas de médio e grande porte. Segundo Mariana, essa alta decorre, principalmente, pelo aumento do consumo interno. “Isso significou mais um ano de aumento e recorde na série histórica e resultou em um rendimento estimado em R$ 15,1 bilhões”, afirma.

Crescimento - Embora o Sudeste seja a principal região produtora de ovos (43,3%), o Nordeste teve o maior crescimento, 8,9%, chegando a 17,6% de participação. São Paulo lidera entre os estados (25,4%). Quase todos os municípios brasileiros (5.439) apresentaram alguma produção de ovos de galinha em 2019, sendo o principal Santa Maria de Jetibá (ES).

Galinhas criadas - A pesquisa também mostra que o número de galinhas criadas para produção de ovos cresceu 1,7%, atingindo 249,1 milhões de animais. Já o total de galináceos, que inclui galos, galinhas, frangos, frangas, pintinhos e pintainhas, ficou em 1,5 bilhão de aves, praticamente estável (0,1%) na comparação com o ano anterior.

Criação de peixes atinge 529,6 mil toneladas, puxada pelo Paraná - A criação de peixes em cativeiro (piscicultura) também avançou 1,7%, totalizando 529,6 mil toneladas em 2019, impulsionada principalmente pelo Paraná, que produziu 23,9% do total nacional. O Mato Grosso do Sul, embora nono maior produtor, se destacou esse ano devido a um aumento de 4,2 mil toneladas de peixes. Nova Aurora (PR) foi o principal município criador de peixes do país “A maior produção foi da espécie tilápia (61,1%), seguido pelo tambaqui (19,1%)”, destaca Mariana, lembrando que essa pesquisa não investiga dados de pesca, somente da criação de peixes em cativeiro.

Produção de camarão sobe pelo segundo ano seguido - A supervisora da PPM observa também que a produção de camarão criado em cativeiro (carcinicultura) cresceu pelo segundo ano consecutivo. “Foram 54,3 mil toneladas, alta 18,8% maior que a de 2018, quando a atividade voltou a se recuperar depois do vírus da Mancha Branca, que derrubou a produção nacional entre 2016 e 2017. Antes do vírus, o país chegou a produzir mais de 70 mil toneladas de camarão”, conta.

Líder absoluto - O Nordeste é líder absoluto na produção de camarão, com destaque para o Rio Grande do Norte e o Ceará. Com a alta de 19% na produção em 2019, a região passou a respondeu por 99,6% de todo o camarão comercializado no país, maior participação já registrada desde o início da série histórica.

Produção de mel chega a 46 mil toneladas, mas valor de produção recua 1,8% - Outro destaque de 2019 foi a produção de mel, que cresceu 8,9% em relação ao ano anterior, atingindo 46 mil toneladas. Mariana observa, contudo, que o valor de produção recuou 1,8%, totalizando R$ 493,7 milhões, por conta da queda no preço médio do produto. “Essa queda no preço pode ser explicada pelo aumento na oferta”, avalia.

Aumento em todas as regiões - Houve aumento na produção de mel em todas as regiões. Mas o destaque veio do Nordeste, com incremento de 1,5 mil toneladas. Entre os estados, o Paraná (15,7%) ultrapassou o Rio Grande do Sul (13,6%), tornando-se o maior produtor. O município de Ortigueira (PR) teve a maior produção de mel do país.

Valor de produção dos produtos pecuários e de aquicultura chega a R$ 64,4 bilhões - Em 2019, o valor de produção dos principais produtos pecuários cresceu 9%, somando R$ 59,3 bilhões, sendo 72,8% desse valor só de produção de leite. O restante vem de ovos de galinha (25,6%), mel (0,8%), ovos de codorna (0,6%), lã (0,1%) e casulos de bicho da seda (0,1%).

Alta - Já os produtos da aquicultura somaram R$ 5,16 bilhões, um aumento de 5,1%, sendo que a atividade de criação de peixes foi responsável por 72,6% desse total. A produção de camarão gerou 25,9% do valor nacional, ostras vieiras e mexilhões, 1,4%, e outros animais da aquicultura, como rãs e jacarés, 0,1%. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

PPM produtos2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PPM efetivos2

 

 

 

 

 

 

 

 

SILVICULTURA: Valor da produção de florestas plantadas cai em 2019 e interrompe 3 anos de altas

silvicultura 16 10 2020Após três anos consecutivos de crescimento, o valor da produção da silvicultura (obtida em florestas plantadas) caiu 5% em 2019 na comparação com o ano anterior, atingindo R$ 15,5 bilhões. Com isso, a participação da silvicultura representou 77,7% do valor de produção florestal, que atingiu R$ 20 bilhões, enquanto o extrativismo vegetal (em matas e florestas nativas) respondeu por 22,3%, como mostra a Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), divulgada nesta quinta-feira (15/10) pelo IBGE.

Extração vegetal - A silvicultura supera a extração vegetal na participação no valor da produção desde 2000. A retração da silvicultura levou a uma queda de 2,7% no valor total da produção florestal (R$ 20 bilhões).

Queda acentuada - “Houve queda acentuada no valor de produção tanto na madeira em tora para celulose quanto para outras finalidades. E essas duas produções têm um peso muito grande dentro da silvicultura. A celulose, por exemplo, é um produto de exportação forte no Brasil, foi o quarto mais exportado pelo país. Então a retração desses dois produtos fez com que o valor da produção da silvicultura tivesse essa queda de 5%”, explica a supervisora da pesquisa, Rachel Pinton.

Valor - Na silvicultura, o valor da produção da madeira em tora para celulose teve uma queda de 11%, chegando a R$ 4,5 bilhões, enquanto a madeira em tora para outras finalidades teve seu valor de produção reduzido em 3%, atingindo também R$ 4,5 bilhões. Entre os produtos madeireiros da silvicultura, só a lenha teve crescimento no valor da produção (1,1%), passando a R$ 2,2 bilhões.

Predominantes - Mesmo com a queda de 3,3% na participação do valor da produção total, os produtos madeireiros da silvicultura e da extração vegetal ainda seguem predominantes no setor, representando 90% da produção florestal. Entre os não madeireiros da silvicultura, todos os produtos cresceram em valor da produção em 2019. A resina cresceu 2,6%, gerando R$ 371,7 milhões, enquanto a casca de acácia-negra teve alta de 36,4%, totalizando R$ 46 milhões.

Produtos - Entre os produtos da extração vegetal, houve aumento dos produtos madeireiros e de outros grupos, como o de alimentícios, resultando em um crescimento de 6,4% no valor da produção. “O aumento no grupo de alimentícios pode ser explicado pelo incentivo da política de garantia de preços mínimos para produtos da sociobiodiversidade. Entre eles estão o pequi e a castanha-do-pará, que são produtos importantes para comunidades tradicionais, pequenos agricultores e assentamentos, e tiveram aumento bem expressivo”, analisa Rachel.

Não madeireiros - A atividade extrativista de produtos não madeireiros, relevante para os povos e comunidades tradicionais, teve crescimento de 2,3% no valor da produção, totalizando R$ 1,6 bilhão. O valor da produção do grupo de alimentícios, que é o maior entre os não madeireiros da extração vegetal, cresceu 0,8%, atingindo R$ 1,2 bilhão. Entre os produtos desse grupo, o açaí continuou a ter a maior participação no valor da produção (48,3%).

Minas Gerais lidera valor da produção florestal do país - Liderando o ranking dos estados no valor da produção florestal, Minas Gerais totalizou R$ 4,4 bilhões em 2019. O estado é o maior produtor de carvão vegetal no país, respondendo por 86,8% do volume nacional. Embora tenha tido uma alta de 2,2% no volume de produção, o valor da produção do carvão caiu 2% em Minas Gerais.

Paraná - Já o segundo lugar no ranking, o Paraná, teve um valor da produção de R$ 3,1 bilhões, com destaque para a produção de madeira em tora para outras finalidades, que teve uma alta de 6,2% e alcançou 17,9 milhões de metros cúbicos. Com isso, o estado se mantém como o maior produtor do país.

Mato Grosso do Sul - Já Mato Grosso do Sul, maior produtor de madeira em tora para papel e celulose, teve queda de 16,6% na quantidade produzida, totalizando 14,6 milhões de metros cúbicos. A retração se deu em função dos baixos preços da celulose em 2019.

Municípios - Entre os municípios, João Pinheiro (MG) liderou o valor da produção em 2019, com R$ 263,7 milhões. O destaque do município foi na produção de carvão de eucalipto, que teve um aumento de 7,4% no volume. Já Três Lagoas (MS), o segundo no ranking, tem como destaque a produção de madeira em tora de eucalipto para papel e celulose. Mesmo com a retração de 11% no valor da produção do produto, o município totalizou R$ 247,3 milhões no total da silvicultura.

Área de florestas plantadas cresce 1,2% no país A pesquisa aponta um acréscimo de 1,2% na área total de florestas plantadas no país, o que representa um incremento de 118,1 mil hectares. Cerca de 79,4 mil hectares desse total correspondem às áreas de eucalipto, espécie predominante no território brasileiro. Eucalipto e pinus, somados, respondem pela cobertura de 96,1% das áreas cultivadas com florestas plantadas para fins comerciais.

Regiões - Entre as grandes regiões, o Sudeste superou o Sul, totalizando 35,3% da área de florestas plantadas do país. A pesquisa aponta uma tendência de ampliação da área de silvicultura no Sudeste. Em 2019, a diferença entre as duas regiões era de 56,9 mil hectares. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

PEVS Produto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PEVS Municipios

 

 

 

 

PNAD COVID: Desemprego atinge 14 milhões de pessoas na quarta semana de setembro

pnad covid 16 10 2020O número de desocupados chegou a 14 milhões na quarta semana de setembro, ficando estatisticamente estável frente à semana anterior (13,3 milhões), de acordo com a PNAD COVID19, divulgada nesta sexta-feira (16/10) pelo IBGE. Com isso, a taxa de desocupação ficou em 14,4%, também sem variação significativa frente à terceira semana de setembro (13,7%).

Última divulgação semanal - Esta é a última divulgação da PNAD COVID19 semanal. A coleta de dados por telefone continuará, para subsidiar as edições mensais da pesquisa, que devem continuar até o final do ano, trazendo dados por unidade da federação e desagregações segundo características sociodemográficas e de trabalho.

Busca pelo trabalho - “Embora as informações sobre a desocupação tenham ficado estáveis na comparação semanal, elas sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho, em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas”, diz a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.

População ocupada - Já a população ocupada ficou em 83 milhões, estatisticamente estável na comparação com a terceira semana de setembro. “Vínhamos observando, nas últimas quatro semanas, variações positivas, embora não significativas da população ocupada. Na quarta semana de setembro a variação foi negativa, mas sem qualquer efeito na taxa de desocupação”, acrescenta.

2,2 milhões de pessoas deixam o isolamento social rigoroso Maria Lucia também destaca que a flexibilização das pessoas quanto ao distanciamento social continuou aumentando no final de setembro. O grupo de pessoas que ficou rigorosamente isolado (31,6 milhões) diminuiu em 2,2 milhões, na comparação com semana anterior.

Nenhuma medida - Do mesmo modo, aumentou o número pessoas que não tomou nenhuma medida de restrição para evitar o contágio pelo novo coronavírus. Esse contingente cresceu 937 mil em uma semana, chegando a 7,4 milhões de pessoas.

Redução do contato - A maior parte da população (86,7 milhões) afirmou ter reduzido o contato com outras pessoas, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas na quarta semana de setembro, um milhão a mais na comparação com a semana anterior. Já quem ficou em casa e só saiu em caso de necessidade somou 84,6 milhões. Esse número ficou praticamente estável em relação a semana anterior.

Cai contingente de pessoas com síndrome gripal - A coordenadora da pesquisa também observa que continua diminuindo o número de pessoas que tiveram algum sintoma relacionado à síndrome gripal (8,3 milhões) na quarta semana de setembro, uma redução de cerca de 798 mil na comparação com a semana anterior (9,1 milhões). No início da pesquisa, em maio, 26,8 milhões relataram algum sintoma.

Atendimento médico- “Entre as pessoas que tiveram algum sintoma, dois milhões buscaram atendimento médico em estabelecimento de saúde público ou privado”, acrescenta Maria Lucia, detalhando que desse total, 504 mil estiveram em hospitais públicos, privados ou ligados às Forças Armadas, sendo que 81 mil (9,9%) pessoas ficaram internadas.

13,9% dos estudantes não tiveram atividades na quarta semana de setembro A última edição semanal da PNAD COVID19 também mostra que, na quarta semana de setembro, dos 46,1 milhões de estudantes que estavam matriculados em escolas e universidades, 39,2 milhões (85%) tiveram alguma atividade. Número estável. Outros 6,4 milhões (13,9%) não tiveram atividade. O restante estava de férias (1,1%).

Detalhe - A pesquisa detalha, ainda, que apenas 26,1 milhões (66,7%) tiveram atividades escolares durante cinco dias da semana. Outros 807 mil estudantes (2,1%) só tiveram atividades uma vez por semana. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Bruno Cecim/ Agência Pará

grafico-covid DESOCUPACAO 4a-setembro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

grafico-covid RESTRICAO 4a-setembro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

grafico-covid SINTOMAS 4a-setembro

BC: Atividade econômica tem alta de 1,06% em agosto, diz Banco Central

bc 16 10 2020A atividade econômica brasileira registrou alta em agosto, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (15/10) pelo Banco Central (BC). É o quarto mês consecutivo de crescimento, após as quedas nos meses de março e abril, devido às medidas de isolamento social necessárias para o enfrentamento da pandemia de covid-19.

Expansão - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), apresentou expansão de 1,06% em agosto, em relação a julho. Mas na comparação com julho de 2019, houve queda de 3,92% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador também teve queda de 3,09%. No ano, o IBC-Br ficou negativo em 5,44%.

Evolução - O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Antecipação - O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o mercado financeiro, o PIB deve registrar queda de 5,03%, em 2020. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

CÂMBIO: Dólar fecha no maior valor em duas semanas

cambio 16 10 2020O crescimento de casos de covid-19 na Europa e as incertezas sobre a economia norte-americana voltaram a pressionar o dólar. A moeda norte-americana fechou no maior valor em duas semanas, continuando acima de R$ 5,60. A bolsa de valores caiu pela primeira vez em três dias.

Alta - Em alta pela terceira sessão seguida, o dólar comercial fechou esta quinta-feira (15/10) vendido a R$ 5,624, com valorização de R$ 0,027 (+0,36%). A divisa está no maior nível desde 2 de outubro, quando tinha fechado em R$ 5,667.

Oscilação - O dólar abriu em forte alta, chegando a R$ 5,64 nos primeiros minutos de negociação. A moeda, no entanto, perdeu velocidade ao longo do dia, alternando altas e baixas ao longo da tarde, até voltar a subir perto do fim das negociações.

Ações - No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou a quinta-feira com recuo de 0,28%, aos 99.054 pontos. O indicador chegou a cair 1,57% por volta das 10h15, mas apresentou leve reação e operou próximo da estabilidade durante a tarde.

Estados Unidos - No exterior, um aumento não esperado nos pedidos semanais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos reforçou preocupações sobre a retomada da maior economia do planeta. Há ainda o impasse nas negociações no Congresso norte-americano em torno de um novo pacote de estímulos.

Pacote de ajuda - O presidente Donald Trump afirmou estar disposto a aumentar o pacote de ajuda para chegar a um acordo com a oposição democrata, mas a ideia foi rejeitada pelo colega republicano e o líder da Maioria no Senado, Mitch McConnell. O aumento das restrições impostas por governos europeus para conter o avanço de casos de coronavírus também põe em dúvida a duração da pandemia.

BC - O impacto do cenário externo, no entanto, foi amenizado pela divulgação de dados econômicos pelo Banco Central. Em agosto, a atividade econômica teve alta de 1,06%, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

COMBUSTÍVEL: Petrobras reduz preço da gasolina em 4% nas refinarias

A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (15/10), redução de 4% no preço médio da gasolina vendida nas refinarias em todo o país. O novo valor vale a partir desta sexta-feira (16/10), na venda às distribuidoras. O diesel não teve o preço modificado.

Preço médio - “Desde janeiro de 2020, o preço médio da Petrobras acumula uma queda de 24,3% no preço do diesel vendido às distribuidoras e uma redução acumulada de 9,1% no caso da gasolina. Para se ter uma ideia, o preço médio da gasolina da Petrobras para as distribuidoras será de R$ 1,74 por litro após o reajuste. Entre julho e agosto, o preço médio da Petrobras correspondeu a cerca de 30% do preço final ao consumidor nos postos de combustíveis”, explicou a companhia em nota.

Valores finais - Os valores finais aos motoristas dependerão de cada posto, que acrescem impostos, taxas, custos com mão de obra e margem de lucro. Além disso, o mercado brasileiro é baseado na livre concorrência, fazendo com que cada empresa cobre o que achar melhor.

Diferentes - A Petrobras lembra também que a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo "A", ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo "A" misturados a biocombustíveis. (Agência Brasil)

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: Proposta altera Orçamento de 2020 para cobrir gasto extra de R$ 3 bi no seguro-desemprego

adm publica 16 10 2020O Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional proposta para reforçar com quase R$ 3 bilhões os pagamentos de seguro-desemprego devido à pandemia (PLN 40/20). Acabou nesta quinta-feira (15/10) o prazo para entrega de textos que atualizam o Orçamento de 2020.

Percentual - Esse dinheiro representa 48% do total previsto no projeto, que destina crédito suplementar superior a R$ 6,2 bilhões para o reforço de dotações da Presidência da República e de dez ministérios e para a quitação de obrigações do Brasil com organismos internacionais.

Alterações - O texto faz várias alterações na lei orçamentária, em receitas e despesas, a fim de cobrir gastos extras com seguro-desemprego e, ao mesmo tempo, assegurar o cumprimento da regra do teto dos gastos e de decisões recentes do Tribunal de Contas da União (TCU).

Despesas - As despesas com seguro-desemprego e abono salarial somam juntas R$ 60,6 bilhões no Orçamento deste ano, mas projeções feitas em setembro pelo Ministério da Economia indicam que essas duas ações deverão consumir cerca de R$ 63,0 bilhões até dezembro.

Desemprego - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou no mês passado que o desemprego no Brasil havia crescido 27,6% durante a pandemia, considerando os dados a partir de março. Em agosto, 12,9 milhões de pessoas estavam sem trabalho no País.

Espaço fiscal- No último dia 7, o TCU decidiu que o governo poderá utilizar eventual espaço fiscal no teto de gastos para cobrir dispêndios extras causados por ações emergenciais em razão da Covid-19. Mas deverá ser mantido o limite do teto neste ano (R$ 1,455 trilhão).

“Orçamento de guerra”- Graças ao “orçamento de guerra”, medidas provisórias abriram créditos extraordinários que, na prática, acabaram substituindo dotações ordinárias. O auxílio emergencial de R$ 600, por exemplo, foi pago, devido ao maior valor, aos beneficiários do Bolsa Família.

Sem atingir destinos- Assim, alguns recursos previstos na lei orçamentária ficaram “empoçados”, sem atingir o destino. Inicialmente o TCU criou restrições, mas depois cedeu à equipe econômica e liberou o uso desse dinheiro “empoçado”, desde que em ações relacionadas à Covid-19.

Emendas parlamentares - Para reforçar o seguro-desemprego com os R$ 3 bilhões, a equipe econômica revisou quatro MPs de crédito extraordinário (924, 941, 942 e 967). Esses textos envolveram emendas parlamentares remanejadas após acordo entre deputados, senadores e governo.

Cancelamento - “As MPs cancelaram R$ 7,7 bilhões em despesas dentro do teto e suplementaram dotações fora do teto, abrindo espaço fiscal em igual montante”, explicou o ministro da Economia, Paulo Guedes, na exposição de motivos que acompanha a proposta.

Mais - Foram canceladas ainda dotações condicionadas no Orçamento à aprovação, neste ano, da Proposta de Emenda Constitucional 186/19. A chamada PEC Emergencial prevê o corte de salários e jornada de servidores a fim de liberar dinheiro para outros gastos.

Corte de despesas discricionárias - Na última terça-feira (13/10), o secretário de Orçamento Federal, George Soares, afirmou em videoconferência que, sem a aprovação pelo Congresso dessas alterações neste ano, restará ao governo cortar despesas discricionárias (de livre utilização) do Executivo.

Tramitação - O reforço no seguro-desemprego e outras oito propostas formam pacote enviado nesta quinta que altera o Orçamento deste ano em R$ 10,2 bilhões. Os nove textos devem ser analisados pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e depois pelo Congresso.

Não instalada - A CMO ainda não foi instalada nesta sessão legislativa. Mas ato das Mesas da Câmara e do Senado regulamenta a deliberação de propostas orçamentárias durante a pandemia, em casos de urgência ou relacionados à Covid-19 e com apoio de líderes partidários. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: TV Câmara

Confira a íntegra do projeto

 

adm publica imagem 16 10 2020

 

SAÚDE I: Brasil tem 713 óbitos e 28.523 novos casos em 24h

Desde o início da pandemia de covid-19, o Brasil acumula 5.169.389 casos confirmados da doença. Desse total, 89% dos pacientes se recuperaram da doença, 2,9% morreram e 8,1% se recuperaram. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (15/10).

Mortes - O Brasil registrou 713 mortes em 24 horas, elevando o total de óbitos para 152.460. Outras 2.360 mortes estão em investigação.

Diagnósticos positivos - Já o número de diagnósticos positivos de covid-19 teve o acréscimo de 28.523 em 24 horas. O número de pacientes recuperados chega a 4.599.446. Neste momento, 417.480 brasileiros estão em tratamento.

SP mantém indicadores abaixo de projeções para primeira quinzena de outubro - Balanço sobre os casos de covid-19 divulgado na tarde de hoje pela Secretaria estadual da Saúde demonstrou que o estado de São Paulo se manteve abaixo das projeções feitas pelo Centro de Contingência do Coronavírus para a primeira quinzena do mês de outubro.

Projeção - O Centro projetava que, até esta quinta-feira, o estado teria entre 1,10 milhão e 1,15 milhão de casos confirmados de covid-19 e entre 38 mil e 39 mil mortes. Segundo o balanço divulgado esta tarde, o estado paulista soma 1.051.613 casos confirmados do novo coronavírus, com 37.690 mortes. Os números diários de mortes e de novos casos ainda são altos no estado, mas vem apresentando desaceleração.

Internados - O número de pacientes internados em casos suspeitos ou confirmados de coronavírus atualmente soma 7.672 pessoas no estado, demonstrando também tendência de queda. Desse total de pacientes internados, 3.343 estão internados em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) é de 41,9% no estado e de 41,3% na Grande São Paulo.

Casos diagnosticados - Do total de casos diagnosticados no estado, 934.547 pessoas já se recuperaram da doença, sendo 115.107 delas após internação. Dos 645 municípios de São Paulo, todos eles registram ao menos um caso confirmado da doença e, em 582 deles, houve a notificação de ao menos uma morte. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 16 10 2020

SAÚDE II: Covid-19 afeta mais 1.004 pessoas e causa 58 mortes no Estado

saude II 16 10 2020A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quinta-feira (15/10), 1004 novos casos e 58 óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma agora 194.565 casos e 4.832 mortos em decorrência da Covid-19. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - A estrutura hospitalar abriga 735 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19. São 591 pessoas internadas em leitos SUS, sendo 286 em UTIs e 305 em enfermarias. Outras 144 pessoas ocupam leitos da rede particular. São 50 em UTIs e 94 em leitos clínicos.

Exames - Há outros 922 pacientes internados, 374 em leitos UTI e 548 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular. Os casos são considerados suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 58 pacientes, todos estavam internados. São 23 mulheres e 35 homens, com idades que variam de 30 a 94 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 16 de setembro a 15 de outubro.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (10), Ponta grossa (5), Antonina (3), Londrina 93), Apucarana (2), Foz do Iguaçu (2), Toledo (2) e, um caso em cada um dos seguintes municípios: Ampere, Borrazopolis, Campo Largo, Carambeí, Castro, Clevelândia, Colombo, Colorado, Cruzmaltina, Dois Vizinhos, Iguaraçu, Lapa, Marechal Cândido Rondon, Marmeleiro, Morretes, Ortigueira, Paiçandu, Paranaguá, Pontal do Paraná, Porecatu, Realeza, Rio Bom, Rolândia, São Jorge d´Oeste, São José dos Pinhais, São Miguel do Iguaçu, Telêmaco Borba, Terra Roxa e Uraí.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 2.051 casos de residentes de fora do Paraná, 48 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município:

Um óbito confirmado no dia 4/9 em Barracão (M, 59) foi transferido para Rio de Janeiro/RJ;

Um caso confirmado no dia 29/9 em Curitiba foi transferido para Morretes.

Exclusões - Um caso confirmado no dia 4/9 em Sulina foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 5/9 em Uraí foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

 

 

 


Versão para impressão


RODAPE