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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4950 | 17 de Novembro de 2020

EVENTO: Inscrições para o Encontro Estadual de Agentes encerram nesta terça-feira

Profissionais das cooperativas do Paraná interessados em participar do Encontro Estadual de Agentes têm até esta terça-feira (17/11) para efetivar suas inscrições. Clique aqui para acessar o link. O evento será realizado virtualmente na sexta-feira (20/11), por meio da plataforma Microsoft Teams, a partir das 13h30. A programação contempla a apresentação de palestras e cases. O evento será aberto oficialmente pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

Tendências - A primeira palestra será ministrada por Paula Abbas, que irá discorrer sobre “Como as tendências evoluem ao longo do tempo”. Paula é consultora em design estratégico, com foco em insights de consumo, estudos de futuro e estratégias para inovação. Ela também é professora nas áreas de Gestão Estratégica do Design, Inovação e Coolhunthing na PUCPR, UEL e Isae/FGV.

Cooperativas - Depois, representantes das cooperativas Lar, Unimed Cascavel, Central Cresol Baser e C.Vale irão compartilhar as experiências de sucesso alcançadas por meio de iniciativas na área de formação e envolvendo diferentes lideranças.

Mudanças - O Encontro Estadual de Agentes encerra com a participação de Clóvis de Barros Filho, doutor e livre docente da Escola de Comunicação e Artes da USP. Palestrante há mais de 10 anos no mundo corporativo e consultor, ele tratará sobre o tema “Mudança, um convite à realidade”.

Informações- Mais informações com Henrique Xavier (henrique.xavier@sistemaocepar.coop.br), Mariana Balthazar (mariana.balthazar@sistemaocepar.coop.br) ou Sandra Schmidt (sandra.schmidt@sistemaocepar.coop.br).

 

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LIVE: Japão é vitrine para produtos brasileiros na Ásia, diz adido agrícola

live I 17 11 2020Com uma das maiores rendas per capita do mundo e um consumidor exigente e aberto a inovações, o Japão tem importância estratégica para a entrada de produtos brasileiros na Ásia. “Exportar ao mercado japonês abre oportunidades em demais países asiáticos. Muitas vezes um produto chega primeiro ao Japão e depois acaba sendo requerido por consumidores dos demais países da região”, afirmou o adido agrícola brasileiro em Tóquio, Ricardo Ossamu Maehara. O representante do Ministério da Agricultura no Japão participou, no dia 12 de novembro, da segunda edição do Fórum de Mercado Internacional, com a presença de adidos agrícolas do Brasil em países asiáticos. A Live foi transmitida ao vivo pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, a TV Paraná Cooperativo.

Demanda - Com 127 milhões de habitantes, o Japão teve, em 2019, um PIB (Produto Interno Bruto) de 5,3 trilhões de dólares, o terceiro maior do mundo. A renda per capita no país é estimada em 45 mil dólares/ano. “O mercado japonês tem elevada demanda por produtos prontos e semiprontos e os consumidores são curiosos e abertos a novas experiências para mercadorias de alta qualidade. Um exemplo é a comercialização bem-sucedida no país de produtos brasileiros como o açaí e a tapioca”, explicou Maehara. “Outro aspecto é o custo elevado da mão de obra no Japão, que faz com que seja mais atrativo importar produtos já semiprocessados do que arcar com os custos de processamento internamente”, observou.

Indicadores - Em 2019, o Brasil exportou cerca de 3 bilhões de dólares em produtos agrícolas para o Japão. Os principais itens são milho (33%), carne de aves (28%), café (13%) e soja (7%). As importações agrícolas totais japonesas foram superiores a 60 bilhões de dólares no ano passado, e o Brasil é o sétimo maior parceiro comercial do país, depois de Estados Unidos, União Europeia, China, Austrália, Tailândia e Canadá.

Brasileiros - Segundo Maehara, existem 215 mil brasileiros vivendo no Japão, que garantem uma sólida demanda, mas também um potencial para estratégias de marketing para a difusão de novos produtos no mercado local. “Um determinado produto pode ser lançado primeiro na comunidade brasileira e depois amplia a divulgação para toda a população”, exemplificou. “No entanto, é preciso que exista identidade. O japonês precisa saber a origem do produto, algo que já acontece com o café do Brasil”, ressaltou.

Diversificação - De acordo com Maehara, há um esforço do Ministério da Agricultura em diversificar a pauta de exportações do Brasil para o Japão. “Estamos trabalhando também com o foco em produtos com alta demanda no país, como o gergelim, o feijão, o trigo sarraceno, além de itens com menos restrições fitossanitárias, entre eles o mel e as castanhas. Na carne suína, atualmente os japoneses importam apenas de Santa Catarina, mas as negociações estão acontecendo para que incluir outros estados brasileiros”, concluiu.

Evento - A Live com os adidos agrícolas foi uma iniciativa dos Sistemas Ocepar, OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e Faep, Fetaep e secretarias de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e da Agricultura e Abastecimento do Paraná, juntamente com o Ministério da Agricultura. Atualmente o Brasil tem 24 adidos agrícolas em 22 países. Em sua função, de representantes do agronegócio brasileiro em outros países, eles estudam os hábitos do país onde estão lotados, prospectam negócios, antecipam possíveis mudanças políticas e sanitárias, fazem relatórios de análise do cenário e promovem os produtos brasileiros.

 

COVID-19: Confira os destaques do comunicado 157 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 II destaque 17 11 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar emitiu, nesta segunda-feira (16/11), o comunicado 157, informando que na sexta-feira (13/11) a entidade esteve reunida com cooperativas agropecuárias da região sudoeste que atuam na cadeia produtiva de leite, com o objetivo de discutir projetos de intercooperação e ações estratégicas. Veja abaixo todos os destaques do boletim.

1. O Sistema Ocepar, no dia 13 de novembro, realizou reunião com as cooperativas agropecuárias da cadeia produtiva do leite da região sudoeste do Paraná, com objetivo de discutir projetos de intercooperação e ações estratégicas.

2. No dia 13 de novembro, foram realizadas as reuniões ordinárias das Diretorias da Ocepar e Fecoopar, com destaque nos itens: plano de desenvolvimento do Paraná para retomada da economia, apresentado pelo secretário estadual Valdemar Bernardo Jorge.

3. O Banco Central do Brasil – BCB, no dia 16 de novembro, lançou oficialmente o Pix, o novo meio de pagamento eletrônico. Clique aqui para mais informações sobre o Pix.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

MÍDIA: Em entrevista à CBN Curitiba, gerente do Sescoop/PR fala sobre o protagonismo feminino no cooperativismo

midia 17 11 2020A gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), Maria Emília Pereira, concedeu, nesta segunda-feira (16/11), entrevista à rádio CBN Curitiba sobre a participação das mulheres no cooperativismo paranaense. De acordo com ela, o protagonismo feminino está expandindo no setor, mas ainda há um grande espaço a ser conquistado. “As cooperativas estão, cada vez mais, se preocupando com iniciativas voltadas ao empoderamento feminino, desenvolvendo atividades, dentro da organização do quadro social, incentivando as mulheres para que elas assumam mais papéis dentro das organizações e na sociedade. A gente percebe isso nos ramos agropecuário, crédito e saúde, por exemplo. Entendemos esse cenário como extremamente positivo. No Sescoop/PR temos, inclusive, recebido muitas demandas e estamos contribuindo para a construção de cursos e programas de capacitação e formação de lideranças femininas dentro das cooperativas”, afirmou. Ainda de acordo com ela, em 2020, as mulheres cooperativistas já respondem por 48% das participações nos cursos e treinamentos promovidos com apoio da entidade.

Números - Maria Emília também apresentou outros números. “No Brasil, são pouco mais de 1.900 presidentes em cooperativas, sendo que 256 são mulheres. É um número ainda tímido e temos condições de elevar a participação das mulheres nos cargos de governança. No Paraná, nas pouco mais de 220 cooperativas, temos 11 mulheres ocupando a função de presidente, 96 conselheiras fiscais e 76 integrantes de diretorias.”

Revista PR Cooperativo - Ao final da entrevista, a gerente do Sescoop/PR lembrou que o protagonismo feminino no cooperativismo paranaense é tema da última edição da revista Paraná Cooperativo, produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar. Clique aqui para conferir o conteúdo.

Clique aqui e confira na íntegra a entrevista da gerente do Sescoop/PR, Maria Emília Pereira, à rádio CBN Curitiba

FOTO: Memed_Nurrohmad / Pixabay

 

INFLUENCIADORES COOP: Voto popular pode ser feito até o dia 20 de novembro

O Sistema OCB acaba de prorrogar para o dia 20/11 o prazo para que o público escolha os três maiores influenciadores do país, na temática do cooperativismo. A categoria Influenciadores Coop é uma das novidades da edição 2020 do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano. O prazo terminava nesta sexta-feira, 13. No total, 33 nomes que levam o cooperativismo mais longe – seja em mídias online ou offline – foram indicados pelas Unidades Estaduais do Sistema OCB.

Quem são - Confira quem são:

- Ênio Meinen (DF)

- Evair de Melo (ES)

- José Luiz Tejon (MS)

- Luis Claudio da Silva (PE)

- Marco Aurélio Almada (DF)

- Nathalia Arcuri (SP)

- Rita Mundim (MG)

- Tereza Cristina (MS)

Link - Para escolher o seu favorito, basta clicar aqui.

Premiação - A cerimônia de premiação, quando a ordem dos vencedores em cada uma das categorias do Prêmio será divulgada, será on-line, no dia 24/11, às 17h, no YouTube do Sistema OCB. (OCB)

influenciadores 17 11 2020

 

C.VALE: Cooperativa é a 2ª maior da agropecuária

cvale 17 11 2020A receita líquida de R$ 8,8 bilhões em 2019 garantiu à C.Vale a condição de 84ª maior empresa do Brasil. No segmento agropecuário, a cooperativa ficou em segundo lugar em receita líquida. Entre as maiores da região Sul, a C.Vale ficou em 11º lugar e na 5ª colocação no Paraná. A classificação consta do levantamento Valor 1000, do Valor Econômico, principal jornal de economia do Brasil. (Imprensa C.Vale)

Classificação da C.Vale

Receita Líquida

2ª maior da agropecuária do Brasil

5ª maior do PR

11ª maior da região Sul

84ª maior do Brasil

 

INTEGRADA: Produtividade é a nossa inovação

integrada 17 11 2020Com o foco em inovação e tecnologia, a Integrada foi uma das patrocinadoras do AgroBit Evolution 2020, ocorrido dias 10 e 11 de novembro. O evento, que foi 100% online, reuniu especialistas do Brasil e do mundo para debater o presente e o futuro do agronegócio. Durante a abertura do evento, o diretor da Sociedade Rural do Paraná (SRP), Antônio de Oliveira Sampaio, enfatizou que só vão sobreviver aqueles produtores que acompanharem a evolução tecnológica.

Startups - Por isso, a Integrada, por meio do seu time de planejamento e desenvolvimento, tem realizado parcerias com startups de todo o Brasil para ajudar os seus mais de 10.700 cooperados a, não só acompanhar as novidades, mas ir além. A inovação é uma ferramenta que irá ajudar a Integrada a cumprir o seu propósito, que é elevar os índices de produtividade com rentabilidade.

Evolução - De acordo com o superintendente geral da Integrada, Haroldo Polizel, o agronegócio tem evoluído constantemente neste quesito. “Boa parte dessas evoluções estão ligadas às tecnologias, novas metodologias de manejo e a inovação”, explica o superintendente. Polizel faz um convite para que os produtores estejam abertos às novas tecnologias com o foco de trazer mais desenvolvimento para o setor.

Painel Inovação - Durante o painel sobre inovação, o gerente da área de planejamento e desenvolvimento da Integrada, André Galetti, apresentou a Integrada para os milhares de expectadores do Agrobit Evolution, sendo uma das cooperativas mais jovens a estar entre as maiores organizações do Brasil.

Produtividade com rentabilidade - Galetti afirmou que inovação para a Integrada é aumentar a produtividade com rentabilidade para os cooperados. Para isso, a cooperativa tem trabalhado com inúmeras ferramentas e parcerias na área tecnológica para alcançar este objetivo.

Ferramentas - Da porteira para dentro, explica Galetti, o departamento técnico da Integrada tem trabalhado com ferramentas como a agricultura de precisão para mapear áreas e apresentar aos produtores a melhor estratégia para que eles possam colher bons resultados mesmo diante de climas adversos.

Logística e armazenamento - Da porteira para fora, o investimento na eficiência logística e de armazenamento tem sido o foco na Integrada, que visa agilizar cada vez mais o recebimento da produção dos cooperados.

Parcerias - Para a realização de todos os projetos, que já somam 30, a cooperativa firmou parcerias com universidades, empresas de tecnologia e instituições públicas. (Imprensa Integrada)

 

COOPAVEL: Show Rural Digital busca parcerias em ecossistema de inovação local

coopavel 17 11 2020O coordenador do Show Rural Digital, José Rodrigues da Costa Neto, acaba de dar detalhes, na Acic Labs, sobre a edição de 2021 de um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do País. Uma das mais importantes atrações do Show Rural Coopavel, a versão digital acontecerá pela terceira vez e terá novidades, de acordo com Neto.

Etapas em andamento - Na conversa com diretores e nucleados do Iguassu Valley e representantes de entidades do ecossistema de inovação, Neto falou das etapas de organização do evento já em andamento. “Estamos sim em um momento atípico, por isso precisamos da colaboração de todos para construir uma programação de ponta e atrativa, observando as regras de segurança orientadas pelos órgãos de saúde”, disse Neto.

Espaço - A versão digital do Show Rural Coopavel surgiu com a finalidade de abrir um espaço amplo e dinâmico para as empresas de tecnologia, que com suas soluções estão a cada dia mais integradas à cadeia do agronegócio. “A inovação é uma das forças desse segmento tão relevante à vida nacional e mundial. Por isso, o Show Rural Digital é tão estratégico dentro do organograma desse evento reconhecido como um dos três maiores da atualidade”, destaca o presidente Dilvo Grolli.

Importância - O coordenador do Iguassu Valley, Ronan Medina, reconhece a força e a importância do Show Rural Digital e afirmou que o ecossistema refletirá sobre como poderá estar integrado à terceira edição. “Faremos reuniões e ouviremos sugestões e propostas de melhorias. Então, voltaremos a nos encontrar com a coordenação e definiremos a melhor forma de participar e contribuir”. O Iguassu Valley é a evolução do Núcleo Setorial de Informática e Telecomunicações da Acic, um dos mais antigos em atividade no Paraná – foi criado em 1999.

A 33ª edição - A 33ª edição do Show Rural Coopavel será realizada de 1 a 5 de fevereiro de 2021, no parque tecnológico da cooperativa – BR-277 saída para Curitiba. Uma das novidades será, além do evento presencial, a forte presença dele nos canais digitais do Show Rural. “Teremos também um rigoroso plano de contingência para minimizar ao máximo riscos com o coronavírus”, destaca o coordenador geral Rogério Rizzardi. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR: Pais e filhos cuidando do negócio familiar

Dos quatro filhos do produtor rural Rui Uehara, que é médico-veterinário em Cianorte (PR), três optaram por outras profissões na cidade. A expectativa recaiu sobre Igor, atualmente com 27 anos, que em 2015 formou-se engenheiro agrônomo pela Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Mais renda- “Assim que completei o curso, retornei para casa com o objetivo de ajudar os negócios da família a crescerem”, afirma Igor. O pai nem imaginava o quanto o filho seria importante para trazer mais renda a uma das propriedades, focada até então na recria e engorda de fêmeas. O Rally Cocamar de Produtividade foi até lá para conhecer essa história.

Viagens - Ao ouvir falar em integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), Igor interessou-se e em 2017, a convite da Cocamar, participou de várias viagens para conhecer o sistema na prática. Primeiro, a Fazenda Santa Brígida em Ipameri (GO) – a principal referência nesse assunto no país. Depois, algumas propriedades no oeste paulista e, por último, a Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da cooperativa em Iporã e também a região de Altônia, as duas últimas no extremo noroeste paranaense.

Turbinar o lucro - Após analisar detalhadamente a integração e fazer muitos cálculos, Igor não teve dúvidas de que valeria a pena e contou com a concordância do pai em introduzir a soja na propriedade de 128 hectares. “Já era uma atividade lucrativa, com taxa de ocupação de 250 cabeças por ano em média”, explica. A soja entrou para turbinar a lucratividade e, ao mesmo tempo, reformar os pastos a um baixo custo durante o verão, aliviando o confinamento no inverno.

Pastagem de qualidade - Com a integração, a pecuária que ocupava a propriedade durante todo o ano, ficou restrita ao período de maio até o final de setembro. Por sua vez, o plantio de capim braquiária passou a ofertar uma forragem volumosa e de qualidade, possibilitando ao gado ganhar peso mesmo durante os meses frios. Em seguida, a pastagem é dessecada para o plantio direto da soja.

Mentalidade empresarial - O resultado atendeu às expectativas. “Produzimos soja no verão e mantemos a pecuária no inverno”, comenta Igor, salientando que a decisão de fazer integração lavoura-pecuária (ILP) foi acertada. Ele deixa claro: a soja é um negócio conduzido de maneira empresarial, para dar retorno. Na primeira safra, ciclo 2018/19, a produção foi prejudicada por falta de chuvas e a média de produtividade não passou de 41,3 sacas por hectare. Na segunda, na temporada 2019/20, subiu para 66 sacas, ficando acima da média do município, de 53,7.

Mais dinamismo e resultado - Hoje, Igor e o pai dizem que nem imaginam retornar ao modelo anterior. Com a ILP, o negócio ficou dinâmico e bem mais interessante sob o ponto de vista financeiro e a propriedade passou a contar com uma estrutura de maquinários próprios para a mecanização. Eles compraram uma plantadeira, um pulverizador, um segundo trator e construíram um barracão para guardar as máquinas e os insumos. Só para a colheita dependem de prestadores de serviços.

Orientação técnica - O solo também demandou investimentos, à base de nutrientes e micronutrientes, enxofre e outros, conforme menciona o engenheiro agrônomo da unidade local da Cocamar, Wagner Decleva, responsável pela assistência técnica aos Uehara. Ele faz recomendações em relação às variedades de soja mais adequadas e também os insumos, ficando atento ao melhor momento para o controle de pragas e doenças.

Apoio essencial - Igor comenta que procura estar sempre bem informado sobre as atividades que realiza e também a respeito das novas tecnologias, mas considera essencial o apoio do engenheiro agrônomo da cooperativa, pela qualidade do serviço prestado e também porque informações importantes e situações novas sobre o seu negócio podem surgir a cada momento. “Sozinho, a gente não consegue acompanhar tudo.”

Outras propriedades - É na cooperativa que pai e filho adquirem seus insumos e comercializam a produção. A família possui propriedades em outros municípios, focadas principalmente em pecuária, sendo participante do Programa de Produção de Carne Precoce que começou a ser implementado este ano pela Cocamar.

Futuro - Sobre seus planos, Igor diz que um deles é ampliar a produtividade das lavouras e, no futuro, expandir as áreas cultivadas, absorvendo terras da região, como arrendatário.

Sobre o Rally Cocamar de Produtividade - Patrocinam a edição 2020/21 do Rally Cocamar de Produtividade: Basf, Fairfax Brasil Seguros Corporativos, Viridian Fertilizantes, Sicredi União PR/SP e Zacarias Chevrolet (principais), Texaco Lubrificantes, Estratégia Ambiental, Cocamar Máquinas, Cocamar Irrigação, Nutrição Cocamar e Zoetis (institucionais), com o apoio do Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), Aprosoja-PR e cooperativa de serviços de agronomia Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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CREDICOAMO: Cooperativa comemora 31 anos visando crescimento com novos produtos aos associados

A Credicoamo Crédito Rural Cooperativa comemora, nesta terça-feira (17/11), seu 31º aniversário. A cooperativa foi fundada em 17 de novembro de 1989, por 29 agricultores em Campo Mourão (PR). "São 31 anos de uma história de sucesso e totalmente voltada para o desenvolvimento e o crescimento das atividades dos nossos associados, seguindo os valores e a filosofia da Coamo, que vem dando muito certo há 50 anos”, afirma Alcir José Goldoni, presidente Executivo da Credicoamo.

Números - Os números da Credicoamo demonstram que os associados sentem orgulho e confiança na cooperativa, e isso é fundamental. De acordo com Goldoni, o desempenho reflete a participação dos associados nas atividades e aliado ao profissionalismo da equipe de funcionários, permitem o crescimento constante que a Credicoamo vem obtendo nesses 31 anos. O sentimento de pertencimento na cooperativa de crédito está refletindo em suas atividades financeiras e cada vez mais a Credicoamo está sendo o domicílio financeiro do associado.

Crescimento - A Credicoamo registra Ativo Total de 3,450 bilhões e Patrimônio Líquido de R$ 816 milhões, em 30 de junho. “Esses números nos qualificam para dizer que temos estrutura para continuar crescendo e esse é o nosso propósito. A Credicoamo está na 10ª posição entre as instituições privadas aplicadoras de crédito rural, é a 1ª cooperativa singular independente de crédito, e a 10ª no ranking geral das cooperativas singulares de crédito, conforme dados do Banco Central do Brasil (Bacen). Estes posicionamentos são resultados direto de uma gestão focada nos associados e da participação ativa deles na sua cooperativa de crédito”, comemora.

Participação - A Credicoamo conta com a participação de mais de 20,9 mil associados em mais de 40 municípios do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Com a gestão profissionalizada e focada nos negócios dos associados com atendimento de qualidade e humanizado, a cooperativa está preparada para oferecer a eles um portfólio de produtos e serviços por meio de linhas de financiamento exclusivas, as quais possibilitam aproveitar as oportunidades que agregam valor aos seus negócios.

Seguro agrícola - Neste contexto, o seguro agrícola é um insumo fundamental para que o associado possa se sentir seguro e tranquilo na condução e para o resultado da sua lavoura. “Estamos crescendo e vamos crescer muito mais. Os associados estão, cada vez mais, conscientes, aderindo e incorporando o seguro como um processo natural e necessário em suas atividades. Tudo isso se confirma com a importância segurada que já supera a R$ 2 bilhões”, ressalta. Goldoni acrescenta que a participação da Credicoamo no âmbito nacional, em 2019, na cultura de soja, foi superior a 8%, dando a dimensão da sua importância, em nível estadual é ainda mais relevante: no Paraná, 20%, em Santa Catarina 16% e no Mato Grosso do Sul 14% da importância segurada.

Atendimento integral - Ele observa que a Credicoamo presta um serviço que prima pelo atendimento integral do associado focado para atender o seu dono. “Há uma grande sintonia e sinergia dos funcionários e diretorias das duas cooperativas, que trabalham para que o atendimento seja efetivo, eficaz e eficiente. A integração das atividades da Coamo e Credicoamo se complementam e não poderia ser diferente. Assim como a Coamo é a casa do cooperado, também afirmamos que a Credicoamo é a sua casa, com estruturas eficientes e profissionalismo para que ele sinta que as suas duas cooperativas são as melhores opções de negócios e de agregação de valores em suas atividades.”

Preparada - Conforme Goldoni, a Credicoamo está preparada e acompanha a evolução tecnológica para sempre estar junto e onde o associado estiver disponibilizando produtos e serviços que atendam a sua necessidade. Percebemos o crescimento vertiginoso na utilização dos canais digitais da cooperativa onde ele tem maior acessibilidade, comodidade sem perder a segurança. É um processo de autoatendimento fácil, prático e seguro – simples assim.”, destaca Goldoni.

Plano de expansão - O presidente do Conselho de Administração da Credicoamo, José Aroldo Gallassini, ressalta que na cooperativa de crédito foi constituída pelos associados da Coamo, mas tem plano de expansão, já que está enquadrada pelo Banco Central do Brasil na categoria plena, onde já pode operar como um banco. A assistência financeira disponibilizada aos associados é de qualidade, tem segurança, rentabilidade e agilidade nas operações com a cooperativa. “Assim, eles investem melhor em seus negócios, contabilizam bons resultados e os recursos captados permanecem na própria comunidade”, ressalta.

Alicerces - Com 31 anos de atividades, a atuação da Credicoamo é alicerçada na ética, transparência e honestidade de princípios, e a credibilidade é a base para o sucesso. “Contamos com uma estrutura completa, moderna e com inovação para ser a melhor opção financeira do associado. São oferecidos diversos produtos e serviços, e linhas exclusivas, que contribuem para o fomento da produção, desenvolvimento dos negócios e a qualidade de vida”, afirma Gallassini.

Novidade - Objetivando a expansão e o espírito de pertencimento, foi a provada pelo Conselho de Administração com base no estatuto social, inicialmente a admissão dos funcionários da Credicoamo no quadro social da cooperativa. São mais de 270 funcionários que viviam a Credicoamo como funcionário e agora passam também a viver os deveres e direito de associado.

Normativos - A permissão também está respalda nos normativos do Banco Central que classifica a Credicoamo como uma cooperativa plena, podendo expandir seu quadro social e suas atividades. (Imprensa Credicoamo)

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SICREDI: Associados já podem utilizar o Pix

Associados do Sicredi de todo o Brasil já podem utilizar o Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central do Brasil que veio para trazer mais conveniência aos brasileiros. Quem realizou o cadastro das chaves antecipadamente, já pode usar a solução, que permite pagar, receber e transferir valores a qualquer hora do dia, sete dias por semana. Aqueles que não fizeram o registro, podem cadastrar a qualquer momento uma chave Pix (CPF/CNPJ, e-mail, celular ou chave aleatória), pelo aplicativo do Sicredi.

Solução - O Pix não é um novo aplicativo e sim uma solução que está disponível dentro do aplicativo do Sicredi e Woop Sicredi, conta 100% digital da instituição. De forma simples e prática, os consumidores podem agora transferir, pagar ou receber valores imediatamente. As movimentações financeiras poderão ser feitas por pessoas físicas e jurídicas utilizando uma chaves Pix cadastrada, via QR Code, via Pix Copia e Cola ou ainda usando os dados bancários, como já é feito atualmente.

Evolução - Para o diretor executivo de Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi, Cidmar Stoffel, a solução marca uma evolução importante do Sistema Financeiro Nacional (SFN). “Nossa busca é sempre de disponibilizar as alternativas que sejam mais convenientes aos nossos associados e, desde o início, acreditamos que o Pix possibilitará bastante praticidade para o dia a dia das pessoas”, comenta Stoffel, que complementa informando que o próximo passo da instituição financeira cooperativa é disponibilizar o uso do Pix em suas máquinas de cartões e também no internet banking.

Meios já conhecidos- Mesmo com a nova opção, os associados Sicredi seguem contando com os meios de pagamento já conhecidos e podem escolher qual deles melhor atende suas necessidades. Para ter acesso à novidade, bastará atualizar o aplicativo Sicredi ou Woop Sicredi disponíveis para os sistemas operacionais Android e IOS.

Mais - Saiba mais sobre o Pix no Sicredi em www.sicredi.com.br/site/pix/

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB: Incentivador do esporte brasileiro, Sistema renova patrocínio ao Brasileirão

sicoob 17 11 2020Presente em diversas competições esportivas no país e parceiro de atletas brasileiros que disputam suas modalidades ao redor do mundo, o Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil - renovou, em outubro, o patrocínio com a Série A do Campeonato Brasileiro de futebol. Agora o acordo é válido até fevereiro de 2021. Já no caso da Série B, em que o Sicoob também já estava presente, o contrato foi renovado até janeiro de 2021.

Série C - Uma grande novidade é que a instituição também aumenta sua exposição a partir de agora, ao exibir sua marca na Série C até janeiro de 2021. "O Sicoob é um grande apoiador do esporte brasileiro em geral. Apesar de estar no maior campeonato de futebol do Brasil, não restringimos o incentivo a diversas outras modalidades", afirma Francisco Reposse, diretor Comercial e de Canais do Centro Cooperativo Sicoob.

Presença - Além do esporte mais amado pelos brasileiros, o Sicoob está presente em equipes, atletas e torneios de basquete, vôlei, futsal, canoagem, tênis, ciclismo, corrida, duathlon e triathlon, atletismo, judô, jiu-jitsu, box olímpico, MMA, kart, karatê, motovelocidade, mountain bike, rugby, taekwondo e até futebol amador.

Longa data - Especificamente no futebol, o Sicoob é um parceiro de longa data. Desde 2019, no Campeonato Brasileiro, o Sistema já participou de grandes torneios como apoiador, como no caso dos campeonatos Mineiro, Capixaba, Amazonense, Goiano, Catarinense, entre outros. Além disso, o Sicoob já passou por camisas de peso nos gramados brasileiros, como nos uniformes do Goiás e Vila Nova, Chapecoense, Botafogo (SP), Capivariano, Patrocinense e Francana.

Canoagem - Grandes atletas, como a canoísta Ana Sátila, que conquistou no início de novembro a medalha de ouro na etapa de Pau, na França, pela Copa do Mundo de Canoagem Slalom e uma das principais promessas brasileiras para as Olimpíadas de Tóquio, em julho do ano que vem, também fazem parte do time Sicoob. Outros exemplos são Talles Medeiros, que foi vice-campeão de Duathlon em 2015 e 2016, e Daniel Sampaio (o Chicão), ciclista PCD de Capivari. "Acreditamos que o esporte tem uma relação muito positiva com o cooperativismo. Em ambos os casos, a união e a cooperação deixam um time mais próximo da vitória. Mais do que patrocinadores, somos apoiadores do esporte brasileiro", diz Reposse.

Atuação - Com 385 singulares, organizadas em 16 centrais, e pelo Centro Cooperativo Sicoob, a entidade opera em todos os Estados brasileiros e reúne mais de 3 mil Postos de Atendimento, espalhados em mais de 1,8 mil municípios. São mais 5 milhões de cooperados em todo o país.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,8 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3,4 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

 

UNIMED CASCAVEL: Clóvis de Barros Filho fará palestra on-line para colaboradores e cooperados

unimed cascavel 17 11 2020A cada milésimo de segundo, coisas e pessoas deixam de ser o que eram para se tornar algo novo. Existe um segredo para lidar com um mundo que está sempre diferente? A mudança é uma imposição diária nesses tempos. A liberdade é uma luta constante em toda a história. A iniciativa é o diferencial de quem tem coragem. Mas qual será o resultado da soma desses três elementos misturados ao dia a dia de todos, seja nas relações pessoais ou de trabalho?

Live - Mudança com liberdade e iniciativa é o tema da live que a Unimed Cascavel promoverá nesta quinta-feira (19/11), às 16h30, com Clóvis de Barros Filho, jornalista, consultor, palestrante, doutor e livre-docente pela Escola de Comunicações e Artes da USP. O evento, em parceria com o Sescoop/PR, será voltado para colaboradores e cooperados da Unimed Cascavel, bem como para representantes do setor de Recursos Humanos das empresas clientes da cooperativa.

Transmissão - As equipes de Tecnologia da Informação e de Marketing e Comunicação da Unimed Cascavel preparam toda a estrutura necessária para viabilizar a transmissão pela internet, com o auxílio de ferramentas de excelência para acompanhar as explicações do palestrante em tempo real, com qualidade e segurança.

Mediação - A live será mediada pelo jornalista Luiz Haab, assessor de imprensa da Unimed Cascavel, e terá aproximadamente uma hora de duração. Ao final, os participantes participarão de sorteio de brindes on-line. “Parafraseando o renomado professor Clóvis de Barros, ‘viver é mudar, reconstruir, reinventar’, e, ‘no enfrentamento das dificuldades, iniciativa é a diferença entre os sobreviventes e os vencidos’. No ano em que tivemos tantas questões adversas, momentos nunca antes vividos e sem precedentes, a reflexão sobre os temas ‘mudança’, ‘liberdade’ e ‘iniciativa’ são fundamentais para finalizarmos bem 2020 e projetarmos - ainda que tenhamos que replanejar no meio do caminho - um 2021 menos complexo”, resume Luciana Lazzari, superintendente Administrativa e de Mercado da Unimed Cascavel.

Horário - A live começará às 16h30 desta quinta-feira (19/11), com transmissão por meio da plataforma Microsoft Teams. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

SOJA: Consórcio Antiferrugem atualiza ferramentas digitais para incrementar o monitoramento

soja 17 11 2020O website do Consórcio Antiferrugem acaba de ser atualizado com novas funcionalidades para auxiliar na tomada de decisão dos produtores, no que diz respeito ao manejo da ferrugem-asiática da soja, na safra 2020/21. O mapa de dispersão da doença, disponível no site do Consórcio, traz opções de filtro para cada tipo de ocorrência (soja voluntária, soja comercial, presença de esporos ou unidade de alerta). “Essa era uma demanda, principalmente, para os locais onde há coletores de esporos, para auxiliar a relacionar a detecção dos esporos com as primeiras ocorrências, além de verificar o papel da soja voluntária na manutenção de inóculo”, explica a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja.

Forma de agrupamento - Com as alterações realizadas, os usuários também poderão escolher a forma de agrupamento das ocorrências da doença (por cidade ou por cidade com coordenadas independentes do exato local de ocorrência dos focos). ¨Atendendo ainda à demanda de alguns estados, o site foi atualizado para inserir a coordenada geográfica do relato e não somente o município, sendo opcional essa identificação¨, explica.

Aumento - De acordo com a pesquisadora Cláudia Godoy, com o início da regularização das chuvas e o avanço das semeaduras da soja, o monitoramento da doença tende a aumentar nas primeiras lavouras. Neste sentido, o website do Consórcio Antiferrugem é uma ferramenta que pode agregar mais informação no monitoramento regional do problema. “Por isso, gostaríamos de contar com a colaboração de registros das ocorrências da ferrugem-asiática em todas as regiões brasileiras, para que possamos atualizar os mapas de dispersão, em tempo real, e assim auxiliar os produtores no controle da doença”, avalia.

Primeiras ocorrências - De acordo com a pesquisadora, as primeiras ocorrências sempre são verificadas para conferir maior confiabilidade. Todos os estados possuem laboratórios credenciados ao Consórcio Antiferrugem que podem inserir as ocorrências diretamente no site, sendo essas instituições, fundações de pesquisa, universidades e órgãos de defesa.

Aplicativos - Os aplicativos do Consórcio Antiferrugem também acabam de ser atualizados e estão disponíveis para download/atualização.

iOS (versão 2.5): https://apps.apple.com/br/app/consórcio-antiferrugem/id396131924

Android (versão 1.5): https://play.google.com/store/apps/details?id=com.pbasoftware.caf

(Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

PISCICULTURA: Produção de tilápia transforma vidas no Oeste do Paraná

A tilápia entrou na vida do agricultor Rosimar Marquardt há 15 anos. Nos idos dos anos 2000, quando pouco se ouvia falar de criar o peixe no Paraná, ele juntou as economias, arrumou as malas e trocou o emprego de tratorista em Luís Eduardo Magalhães, no interior da Bahia, por Maripá, no Oeste paranaense.

Convite - Aceitou o convite do pai para voltar à terra natal e expandir a produção de carne branca, convencido também pela oportunidade de ter o próprio negócio. Na época, diz, nem passava pela cabeça que pouco mais de uma década depois o Paraná se transformaria no maior produtor de tilápias do País, parte do sucesso puxado justamente pela pequena Maripá. “É um sucesso, com a produção crescendo ano a ano”, conta.

Produção - Na série de reportagens que está apresentando os produtos locais dentro do projeto Feito no Paraná vamos conhecer a produção de tilápia, um dos tantos pontos fortes do Oeste paranaense.

Números - Os números reforçam o acerto na escolha de Marquardt. De acordo com o Anuário Peixe BR de 2019, o Paraná tem liderança folgada em tilápia, com produção de 146.212 toneladas, bastante à frente de São Paulo, que está na segunda colocação, com 64.900 toneladas, e de Santa Catarina, no terceiro posto, com 38.559 toneladas. A participação paranaense no mercado nacional de produção de tilápias é de 33,8%.

VBP - Maripá, sozinha, respondeu por mais de 8 mil toneladas no ano passado, segundo o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP). Fechou como o quinto maior produtor do peixe no Estado, atrás apenas de Nova Aurora, Toledo, Palotina e Assis Chateaubriand, todos municípios vizinhos de Região Oeste.

Lâminas de água - Lâminas de água como as que enchem os 12 tanques da propriedade de Marquardt são mais do que comuns na paisagem de Maripá, cidade de 5.582 habitantes de acordo com a mais recente estimativa do IBGE. “A demanda hoje é maior do que a produção. Vendo o que eu tiver de tilápia”, ressalta ele, cuja produção bate na casa das 500 toneladas por ano.

Milho e soja- O agricultor, que reserva parte da propriedade para cultivar também milho e soja, é exceção na região. Não tem acordo com cooperativas, optando por vender o peixe para outros mercados. “Tenho minha clientela fixa, gente que compra comigo há muito tempo já”, diz.

Cooperativismo - A maioria dos produtores de tilápia, contudo, mantém parcerias com fortes cooperativas paranaenses, com destaque para a Copacol, de Cafelândia, e a C. Vale, com sede em Palotina.

Palotina - É o caso do engenheiro agrônomo Paulo Michelon, de Palotina. Toda a produção, de 1,2 milhão de tilápias espalhadas em 185 mil metros de lâmina de água de 10 tanques é encaminhada para a C. Vale. De lá, vira filé congelado e ganha o Brasil e o mundo, numa equação de ganha-ganha.

Ampliação - Entusiasmado com a criação, ele projeta ampliar em mais 150 mil metros as lâminas de água com a aquisição de uma nova propriedade na região. É o caminho para praticamente dobrar a produção com mais um milhão de tilápias espalhadas nos novos tanques.

Tendência - “A tendência é aumentar, há mercado para isso. Basta melhorar a renda que o brasileiro vai começar a comer melhor, acrescentando o peixe à refeição. Sem contar a exportação, que ainda está engatinhando”, afirma. “Essa nova geração também está mais preocupada com a saúde, e aí a carne branca se torna essencial”, acrescenta.

Transformação - A criação do peixe transformou a aposentadoria de Adair Borin, também conveniado da C. Vale em Palotina. Há cerca de dois anos ele deixou de arrendar a propriedade para plantadores de soja com a intenção de se dedicar à piscicultura. Hoje tem 350 mil tilápias em 58 mil metros de lâminas de água, divididas em oito tanques. “Estou gostando muito da atividade. Se tudo ocorrer bem, penso em aumentar em mais 40 mil metros”, afirma.

Sucesso - O poderio do Paraná em relação às tilápias passa necessariamente pelas cooperativas. A Copacol, por exemplo, abate 160 mil tilápias por dia nos frigoríficos de Nova Aurora e Toledo, vindas de 230 produtores integrados. Número que, pelo planejamento, vai saltar para 250 mil peixes/dia, chegando a 400 associados em 2023.

Mercado interno - “O mercado interno vai crescer. O mercado externo da tilápia também. Atualmente, a Copacol movimenta R$ 70 milhões por ano entre os produtores associados”, ressalta o presidente da cooperativa, Valter Pitol.

Abate - Perto dali, a C. Vale de Palotina abate outras 100 mil tilápias por dia, com planejamento de curto prazo para chegar a 150 mil. “Com isso, ajudamos pequenos agricultores a permanecerem no campo e se transformarem em micro e médios empresários. O impacto na qualidade de vida dessas pessoas é imenso”, explica o presidente da cooperativa, Alfredo Lang.

Exportação - No ano passado, de acordo com os dados do Ministério da Economia usados como base do levantamento da Peixe BR, as exportações da piscicultura de cultivo (filés e subprodutos alimentícios ou não – peles, escamas, farinhas e outros) renderam US$ 12 milhões. Os pescados em geral geraram US$ 275 milhões.

Volume - O volume de produtos de pesca de cultivo exportado ainda é pequeno, mas crescem a cada ano. De 2018, quando foram enviados para fora do País 5.185 toneladas, para 2019 o acréscimo foi de 26% e passou a 6.543 toneladas. A tilápia está no topo, com 81% de participação. O Paraná foi o segundo Estado exportador de tilápia e derivados, com pouco mais de 1.302 toneladas (24,47% do total). A primeira colocação é de Mato Grosso do Sul, com 2.085 toneladas (39,19% de participação).

Destinos - Japão, China e Estados Unidos são os principais compradores da piscicultura de cultivo brasileira. Japão e China importam mais subprodutos.

Novidade - Tanto C. Vale quanto Copacol passaram a adotar neste ano uma nova especialidade de exportação de tilápia. Semanalmente, cada cooperativa exporta para os Estados Unidos, via transporte aéreo, cerca de 800 quilos de filé resfriado, produto com alto valor agregado. O voo sai na terça à noite de São Paulo e chega em Miami na quarta pela manhã. “É o peixe do Paraná alimentando o povo brasileiro e também o do Exterior”, destaca Pitol.

Emprego - Toda essa movimentação rende, somando as cooperativas, 27 mil postos de trabalho da Região Oeste do Paraná. Parte diretamente relacionada à cadeia do peixe. O coordenador de manutenção Lucinei Almarone Ramiro, por exemplo, trocou o emprego numa usina de açúcar e álcool em Naviraí, no Mato Grosso do Sul, por um cargo na C. Vale de Palotina há pouco mais de três anos.

Preparo - Começou a cuidar das máquinas antes mesmo de o frigorífico de peixes ser inaugurado. Estudou, casou, mudou de cargo e montou uma espécie de República do Mato Grosso do Sul na cidade, sendo o responsável direto pela contratação de quatro amigos do antigo estado. “A região é boa demais, só não trabalha quem não quer”, diz. “E eu que nunca havia ouvido falar de frigorífico de peixe, agora posso dizer que o peixe transformou a minha vida”, afirma ele, que autoproclama um pescador das águas doces do Pantanal.

Evolução - Outro caso é o de Franciele Nogueira Borges. Ela entrou como auxiliar no frigorífico da Copacol em Nova Aurora, virou coordenadora e agora conta os dias para chegar janeiro e pegar o diploma de Processos Gerais. Será mais uma graduada na cooperativa, com foco em seguir crescendo na carreira. “Tenho muito orgulho de tudo. E de poder dizer que Nova Aurora é a capital nacional da tilápia”, diz, sorrindo.

Feito no Paraná - Criado pelo Governo do Estado, o projeto busca dar mais visibilidade para a produção estadual. O objetivo é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses. O projeto foi elaborado pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes e quer estimular a economia e a geração de renda. Empresas paranaenses interessadas em participar do programa podem se cadastrar pelo site www.feitonoparana.pr.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)

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COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial acumula superávit de US$ 2,05 bilhões em novembro

comercio exterior 17 11 2020A balança comercial acumula saldo positivo de US$ 2,05 bilhões até a segunda semana de novembro, um crescimento de 27,8%, pela média diária, em relação a novembro de 2019, com a corrente de comércio subindo 4,5% e alcançando US$ 15 bilhões. Na segunda semana do mês, o superávit foi de US$ 0,572 bilhão, com corrente de comércio de US$ 7,694 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 4,133 bilhões e importações de US$ 3,561 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (16/11) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Acumulado do mês - No acumulado do mês, as exportações somam US$ 8,524 bilhões e as importações, US$ 6,475 bilhões, enquanto no ano as exportações totalizam US$ 182,671 bilhões e as importações, US$ 133,194 bilhões, com saldo positivo de US$ 49,478 bilhões e corrente de comércio de US$ 315,865 bilhões.

Exportações - Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana deste mês (US$ 947,14 milhões) com a de novembro de 2019 (US$ 886,84 milhões), houve crescimento de 6,8%. Em relação às importações, a alta foi de 1,5%, na comparação entre as médias até a segunda semana de novembro deste ano (US$ 719,41 milhões) com a de novembro do ano passado (US$ 708,61 milhões).

Média diária- Assim, até a segunda semana de novembro de 2020, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 1,666 bilhão e o saldo, também por média diária, foi de US$ 227,73 milhões. Comparando-se este período com a média de novembro de 2019, houve crescimento de 4,5% na corrente de comércio.

Setores - No acumulado até a segunda semana do mês, comparando com novembro do ano anterior, pela média diária, houve crescimento de US$ 59,82 milhões (+34,5%) em Indústria Extrativa e de US$ 13,48 milhões (+2,6%) em produtos da Indústria de Transformação, com recuo de US$ 11,16 milhões (-6,3%) em Agropecuária.

Indústria Extrativa - Na Industria Extrativa, as principais altas na média diária foram de minério de ferro e seus concentrados (+49,7%), com aumento de US$ 45,25 milhões; óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+13,2%), com alta de US$ 9,27 milhões; minérios de cobre e seus concentrados (+83,4%), com crescimento de US$ 6,31 milhões; e outros minerais em bruto (+69,5%), que subiram US$ 0,71 milhão.

Transformação - Já na Indústria de Transformação, também pela média diária, destacaram-se as vendas de açúcares e melaços (+89,9%), com aumento de US$ 25,37 milhões; ouro não monetário (+45,6%), que exclui minérios de ouro e seus concentrados, com alta de US$ 7,67 milhões; álcoois, fenóis, fenóis-álcoois e seus derivados halogenados, sulfonados, nitrados ou nitrosados (+94,7%), que subiram US$ 5,36 milhões; carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+12,8%), com crescimento de US$ 4,82 milhões; e carne suína fresca, refrigerada ou congelada (+64,9%) com aumento de US$ 4,49 milhões na média diária.

Importações - Do lado das importações, no acumulado até a segunda semana deste mês, comparando com novembro de 2019, a Secex registrou crescimento de US$ 1,15 milhão (+7,1%) em Agropecuária, queda de US$ 27,87 milhões (-62,6%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 36,5 milhões (+5,7%) em produtos da Indústria de Transformação.

Aumento - A combinação desses resultados levou a um aumento das importações pela média diária, puxado principalmente pelo crescimento dos seguintes produtos na Agropecuária: soja (+2.505,6%), com aumento de US$ 2,47 milhões; matérias vegetais em bruto (+49,3%), subindo US$ 0,37 milhão; milho não moído, exceto milho doce (+7,7%), com alta de US$ 0,11 milhão; especiarias (+53,2%), com crescimento de US$ 0,10 milhão; e café não torrado (+371.439,2%), com aumento de US$ 0,08 milhão.

Impulso - Já na Indústria de Transformação, o crescimento das importações na média diária foi impulsionado por válvulas e tubos termiônicos, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (+26,7%), com alta de US$ 6,35 milhões; adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+12,7%), com crescimento de US$ 5,26 milhões; equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios (+15,8%), subindo US$ 4,38 milhões; propano e butano liquefeito (+276,6%), com aumento de US$ 3,96 milhões; e cobre (+64,9%), que cresceu US$ 3,36 milhões. (Ministério da Economia)

FOTO: Pixabay

Veja os dados completos da balança comercial

 

BRDE: Concessão de crédito para a indústria cresce 138%

brde 17 11 2020De janeiro a setembro de 2020, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) liberou cerca de R$ 227 milhões em crédito para a indústria – um aumento de 138% em comparação ao mesmo período do ano anterior, o que mostra a contribuição do banco para o crescimento de 7,7% na produção industrial paranaense entre agosto e setembro deste ano.

Maior resultado - É o maior resultado entre os 15 locais analisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no País. O desempenho é cinco pontos percentuais maior do que a média dos outros estados, e um novo indicativo da retomada mais vigorosa da economia nos últimos meses.

Desenvolvimento - De acordo com o vice-presidente o banco, Wilson Bley Lipski, os resultados comprovam que o BRDE cumpre o seu papel de instituição que atua para o desenvolvimento do Paraná e da região Sul. O banco, acrescenta, veio tomando medidas específicas para controlar o impacto negativo da pandemia na economia e aquecer o mercado com concessão de créditos para o setor.

Planejamento e estruturação - “Contribuímos com um trabalho de planejamento e estruturação, na captação de recursos para investimentos em vários ramos da atividade industrial. É o resultado da aplicação desses recursos que faz a diferença. O montante contribui para a criação de empregos, melhoria salarial e com o desenvolvimento de negócios que geram prosperidade e favorecem o crescimento da economia no Paraná”, observou Bley.

Projeção - O BRDE possui linhas de créditos para financiar projetos que colaborem para o desenvolvimento do Paraná, além de atuar com captação de recursos junto a instituições multilaterais internacionais e contratos assinados com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Banco Europeu de Investimento (BEI) e com Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

Oportunidades - “Esses recursos proporcionam oportunidades para que o banco possa continuar financiando o empreendedor paranaense. E o resultado atingido com o crescimento industrial também é reflexo da liderança do Estado em concessão de crédito para os investidores de todas as regiões”, destacou Bley.

Sobre o BRDE - O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é uma instituição de fomento criada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o objetivo de fazer o Sul do Brasil prosperar. É signatário do Pacto Global da ONU e opera em sintonia com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Recursos internacionais - O banco também conta com recursos internacionais da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Europeu de Investimento (BEI) para o financiamento de projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. É agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine) em todo o território nacional. Apoia projetos culturais, sociais e esportivos que beneficiam milhares de pessoas e instituições, por meio das leis de incentivo.

Setores - Somente de janeiro a setembro de 2020, financiou R$ 2,2 bilhões para projetos na Região Sul que beneficiam empresas de todos os setores da economia. A instituição oferece crédito de longo prazo para viabilizar investimentos a empresas de todos os setores e portes, cooperativas, produtores rurais e prefeituras, mantendo acordos com instituições internacionais de fomento para ampliar as fontes de recursos à disposição dos clientes. (Agência de Notícias do Paraná)

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RODOVIA: Edital de restauração da PRC-280 é prorrogado até dezembro

rodovia 17 11 2020O Departamento de Estadas de Rodagem do Paraná (DER/PR) prorrogou o prazo para entrega das propostas da licitação de restauração da PRC-280, entre Palmas e a BR-153, utilizando a técnica whitetopping. A nova data ficou marcada para 15 de dezembro, e garante às participantes mais tempo para elaborar suas propostas técnicas e de preço.

Extra - “As empresas interessadas ganharam um prazo extra de mais de duas semanas para trabalhar em suas propostas. Esperamos a participação das melhores empresas da área, empresas sérias, capazes de realizar esta obra tão necessária para a região Sudoeste, e inédita em nossas rodovias”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex. “A rodovia PRC-280 é um dos mais importantes corredores de transporte paranaense e realizar todas as obras que ela necessita é uma das prioridades do governador Ratinho Junior. Além deste edital de whitetopping, publicamos também o edital das terceiras faixas, um investimento de mais de R$ 35 milhões”, diz.

Técnica - A obra prevê a execução de pavimento rígido de concreto no trecho de 59,55 quilômetros, incluindo pista de rolamento e acostamentos. Pela técnica de whitetopping, o pavimento atual receberá serviços de reparos e correção do nível, sendo aproveitado como base para o novo pavimento.

Qualidade e custo - “A restauração em whitetopping garante uma pista em excelentes condições e custará menos do que uma restauração do pavimento asfáltico, que exigiria reparos em toda a base. Outra grande vantagem é que o pavimento de concreto tem uma vida útil muito maior e exige menos serviços de conservação. Esta obra poderá servir de exemplo para iniciativas semelhantes no futuro”, explica o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.

Placas de concreto - Serão executadas placas de concreto de 22 centímetros de espessura, restaurando completamente a pista, que será alargada em 40 centímetros de cada lado. Os acostamentos também vão receber o pavimento de concreto, mas passarão por reciclagem de sub-base primeiro. A obra prevê ainda a adequação dos dispositivos de drenagem, da sinalização horizontal e vertical, e de elementos de segurança.

Modalidade - A licitação acontece na modalidade Regime Diferenciado de Contratações Integrado (RDCi), permitindo a elaboração do projeto e a execução da obra em um mesmo contrato, utilizando inovações tecnológicas. O prazo para execução completa dos projetos e serviços é de 450 dias (15 meses). Nos primeiros 90 dias deve ser elaborado o Projeto Básico e nos primeiros 150 dias o Projeto Executivo de Engenharia da Obra. Os serviços preliminares da obra têm início já com a conclusão do Projeto Básico.

Rodovia - A PRC-280 é a principal via de ligação entre as regiões Oeste, Sudoeste e a capital paranaense. Considerada o corredor do Sudoeste, é uma rota utilizada para escoamento de produção agrícola, da indústria madeireira e de celulose. De acordo com estudo de tráfego, passam no trecho, diariamente, 1.826 veículos pesados (ônibus, caminhões, reboques), além de veículos de passeio.

Programa - A rodovia é atendida pelo programa Conservação e Recuperação com Melhorias do Estado do Pavimento (Cremep) do DER/PR, que prevê serviços como remendos, reperfilagem e microrrevestimento, realizados de modo rotineiro. Considerando o estado atual do pavimento no trecho, a execução de uma obra de restauração vai atender melhor os usuários, com resultados muito mais duradouros. A maior parte do trecho contemplado no edital encontra-se no perímetro de Palmas, município com mais de 50 mil habitantes.

Transparência - Um dos critérios técnicos que será buscado pelo DER/PR é a experiência das participantes com a metodologia Building Information Modeling (BIM) – ou Modelagem da Informação da Construção – para a elaboração dos projetos e acompanhamento da obra. Isso atende a Estratégia Estadual BIM, determinada pelo decreto estadual n.º 3080/19.

Construção virtual - Com a metodologia BIM, o modelo de cada obra é construído virtualmente, seguindo de forma rigorosa o que será aplicado no empreendimento real. As antigas plantas e planilhas dão lugar a um sistema que inclui informações em tempo real, como o planejamento da obra, detalhamento dos materiais, custos quantificados e documentação, tudo isso vinculado ao modelo, o que torna o processo mais transparente e facilita a fiscalização.

Modelado - O anteprojeto da restauração do pavimento já foi modelado utilizando a metodologia BIM, e será entregue à empresa ou consórcio vencedor.

Investimentos - A PRC-280, ao longo de sua extensão, também será contemplada no Programa de Revitalização da Segurança Viária do DER/PR, que visa identificar os segmentos críticos de segurança viária ao longo de uma rodovia e propõe medidas de melhorias para estes segmentos. Isso inclui aumento da capacidade (terceiras faixas), melhoria do pavimento, da sinalização viária e dispositivos de segurança.

Publicação - O edital de licitação das obras foi publicado no dia 10 de novembro, e atualmente está em andamento, com investimento previsto de R$ 35 milhões. (Agência de Notícias do Paraná)

 

 

INFRAESTRUTURA: Portos do Paraná alcançam quase 100% de ocupação e produtividade

infraestrutura 17 11 2020O fluxo de navios nos Portos do Paraná está intenso. A quantidade de embarcações atracadas e em operação beira a taxa de 100% de ocupação do cais e píeres nos dois portos – de Antonina e Paranaguá. Essa otimização do uso do espaço de acostagem reflete positivamente em toda a comunidade portuária e agentes envolvidos nas operações.

Demanda crescente - “Mesmo com a pandemia, os portos do Paraná não pararam. Pelo contrário, estamos tendo que dar conta da demanda crescente, principalmente para manter a nossa missão de entregar alimentos e produtos essenciais para o mundo”, afirma o diretor-presidente da empresa Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Movimentação acumulada - Ele destaca que a semana começa com uma movimentação acumulada, neste ano, de 51,5 milhões de toneladas de carga e descarga. Até o último dia 15, foram 2.179 atracações – quase 6% a mais que no mesmo período de 2019, com quase 2.060 atracações.

Esforços - “Manter esse ritmo e dar conta da demanda só é possível graças aos esforços da comunidade e dos trabalhadores portuários, também da mão de obra e do empenho do campo, da indústria e do transporte, que seguem, na outra ponta e ao longo da cadeia logística, na mesma intensidade”, completa o gestor da empresa pública.

Programação - Como destaca o diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, na quinta-feira (12/11) havia 21 navios atracados. Treze no cais comercial do Porto de Paranaguá; dois no píer público de inflamáveis; dois na Cattalini (um Terminal de Uso Privativo); dois no píer da Fospar; e outros dois no cais do Porto de Antonina, no terminal da Ponta do Félix.

Berços flexíveis - “A nossa grande vantagem é ter os berços flexíveis no cais comercial, cuja ocupação tem maior impacto. Embora tenham as preferências (de operador e/ou produtos), são berços que operam com qualquer tipo de carga. Uma vez conciliado o tamanho dos navios, a gente consegue receber o número máximo de navios no cais comercial, que são treze”, explica Teixeira.

Encaixe - Ele explica que “é um trabalho de encaixe”. É preciso medir os navios, o espaço existente e ir encaixando as embarcações, de acordo com as programações de carga. A atracação é conciliada com a programação das cargas. No caso dos embarques, as cargas devem estar no porto para carregar; no caso dos desembarques, é preciso ter espaço na retaguarda para receber os produtos que chegam. “Diante da demanda, que está muito grande, fazemos um bom trabalho de programação, fazendo com que a gente tire o máximo de aproveitamento dos nossos espaços”, afirma o diretor.

Reflexo - De acordo com Teixeira, a melhor ocupação dos cais e dos píeres nos portos do Paraná impacta em toda a comunidade portuária. “Todos ganham. Quer dizer que o armador está gastando menos com espera de navio, que o importador está recebendo sua mercadoria em menor tempo, que os trabalhadores estão tendo trabalho e recebendo mais e, mais do que nunca, significa que o porto está atendendo, de maneira eficiente, todos os usuários”, diz.

Benefício - O presidente do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado do Paraná (Sindapar), Argyris Ikonomou, confirma o benefício a toda a cadeia logística e explica os fatores que têm contribuído para essa otimização operacional dos portos paranaenses.

Melhoria - “A contínua melhoria em infraestrutura portuária e marítima, otimização de janelas de atracação, a manutenção da continuidade das campanhas de dragagem durante os últimos anos, o aumento de calados, seja nos berços ou no canal, e a modernização dos equipamentos, são fatores que contribuem para tornar os Portos do Paraná mais eficientes e competitivos. Com isso toda a comunidade portuária é beneficiada”, comenta.

Segurança - A modernização mencionada pelo representante das agências marítimas aconteceu, principalmente, nos equipamentos utilizados pela Praticagem nos Portos do Paraná. Atendendo toda essa demanda e tráfego marítimo crescentes, os práticos têm lançado mão da tecnologia para que a navegação em mares paranaenses também esteja mais segura.

Investimentos - Como explica o gerente-geral da Paranaguá Pliots, Renato Neves, investimentos foram feitos na aquisição de novos sensores ambientais (marégrafos, correntômetros e boias ODAS); na criação de um aplicativo para reunir os dados coletados pelos equipamentos e gerar informação mais clara e precisa aos práticos em manobra; e na construção do centro de coordenação de manobras da praticagem.

Aumento de calados - “Esses investimentos, somados aos esforços conjuntos da autoridade portuária (Portos do Paraná), da autoridade marítima (Capitania dos Portos) e Sindapar, deram subsídio aos aumentos de calados, que possibilitam aos navios carregar mais e navegarem com mais segurança”, afirma Neves.

Flexibilização - Ainda segundo o representante da Praticagem, esse conjunto de fatores traz mais flexibilização na janela de operação. Ou seja, permite que os práticos tenham condições favoráveis por mais tempo para realizarem as manobras, de forma objetiva e técnica. “Os Portos do Paraná se tornaram mais otimizados em termos operacionais o que, consequentemente, os torna ainda mais competitivos”, conclui o gerente-geral da Paranaguá Pilots. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Cidadãos poderão assinar documentos no portal Gov.br

economia 17 11 2020Usuários cadastrados no portal Gov.Br poderão assinar documentos e validar transações eletronicamente. O Decreto nº 10.543/2020, publicado nesta segunda-feira (16/11) no Diário Oficial da União, regulamenta os níveis, as categorias e as condições de uso e aceitação das assinaturas eletrônicas de documentos pelos cidadãos e órgãos da administração pública federal.

Adequação - De acordo com a medida, os órgãos têm até 1º de julho de 2021 para adequar os sistemas e descrever o nível exigido de assinatura eletrônica em cada serviço público ofertado no portal único do governo federal. Os usuários são os responsáveis pela guarda, sigilo e utilização de suas senhas, assim como de seus dispositivos de acesso. Atualmente, mais de 80 milhões de cidadãos fazem parte do Gov.br.

Diretrizes - As diretrizes para o decreto foram estabelecidas na Lei 14.063/2020, sancionada em setembro, originada da Medida Provisória 983/2020. Para o Ministério da Economia, o conjunto de medidas tem como objetivo principal “a promoção da cidadania digital e a garantia da segurança nas interações entre o governo e os brasileiros”.

Classificação - A lei trouxe a classificação de três formatos de assinaturas eletrônicas: simples, avançada e qualificada. Elas serão usadas para comunicações eletrônicas que necessitam de identificação do usuário em seu contato com o governo federal.

Interações de menor impacto - De acordo com a Economia, a assinatura eletrônica simples será utilizada em interações de menor impacto do cidadão com o poder público e que não envolvam informações protegidas por grau de sigilo, como, por exemplo, para o requerimento de benefícios assistenciais, trabalhistas ou previdenciários e para o envio de documentos digitais ou digitalizados, com o recebimento de número de protocolo. Para isso, o usuário poderá fazer o seu cadastro pela internet, com autodeclaração de dados pessoais, que deverão ser validados em bases de dados do governo.

Avançada - A assinatura eletrônica avançada será utilizada nas transações que exigirem maior garantia quanto à sua autoria, incluídas as interações eletrônicas entre pessoas físicas ou entre pessoas jurídicas e o poder público que envolvam informações classificadas ou protegidas por grau de sigilo. Também poderá ser usada nos requerimentos de particulares e nas decisões administrativas para o registro ou a transferência de propriedade ou de posse empresariais, de marcas ou de patentes, por exemplo.

Cadastro - Para a assinatura avançada, o usuário deverá realizar cadastro com garantia de identidade a partir de validação biométrica, conferida em bases de dados governamentais. Isso já acontece hoje, em fase de projeto piloto, na prova de vida de beneficiários do INSS, por meio de aplicativo para celular. Também há a possibilidade da prova de identidade ser confirmada por meio de envio de documentos, de forma remota ou presencial. Neste caso, é necessária a comprovação das informações por um agente público.

Qualificada - Já a assinatura eletrônica qualificada poderá ser usada em todas as transações e documentos com o poder público, inclusive na transferência e registro de imóveis no âmbito dos cartórios, por exemplo. Além disso, será utilizada nos atos normativos assinados pelo presidente da República e por ministros de Estado. Para usufruir da assinatura qualificada, o usuário necessitará de um certificado digital ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira).

Não se aplica - Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência informou que a medida não se aplica aos processos judiciais e demais interações eletrônicas em que não haja participação da administração pública federal, direta, autárquica e fundacional, tais como as que ocorrem entre pessoas naturais ou entre pessoas jurídicas de direito privado. O decreto presidencial também não abrange outros poderes e outros entes federados, que deverão editar normas próprias.

Auxílio - O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) auxiliará os órgãos federais no uso de assinaturas eletrônicas, inclusive no fornecimento de meios de assinatura para os cidadãos interagirem com o ente público. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

MERCADO FINANCEIRO: Bolsa volta a níveis pré-pandemia com esperança de vacina

mercado financeiro 17 11 2020Num dia de euforia com o anúncio de resultados promissores em mais uma vacina contra a covid-19, o dólar voltou para a faixa dos R$ 5,40. A bolsa de valores fechou no maior nível em oito meses, antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a pandemia do novo coronavírus.

Ibovespa - O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta segunda (16/11) aos 106.430 pontos, com alta de 1,63%. O indicador está no nível mais alto desde 4 de março, quando tinha fechado aos 107.224 pontos.

Câmbio - No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,437, com recuo de R$ 0,038 (-0,69%). No início da manhã, a cotação chegou a cair para R$ 5,36, logo após a divulgação da notícia de que a vacina pesquisada pela Moderna atingiu 94,5% de eficácia num teste clínico em estágio final.

Armazenamento - A vacina da Moderna pode ser armazenada a 20°C negativos, temperatura de um freezer, o que facilita a distribuição em relação à vacina da Pfizer, que exige armazenamento em 70°C negativos. A taxa de eficácia da vacina da Pfizer atingiu 90%, segundo o resultado de teste anunciado na semana passada. As duas vacinas usam a tecnologia do RNA mensageiro, a mais moderna disponível.

Impulso - O anúncio do resultado do teste da Moderna e a declaração do democrata Joe Biden de que pretende tentar um acordo para a votação de um novo pacote de estímulos para a economia norte-americana impulsionaram as bolsas em todo o planeta. Em Nova York, os índices Dow Jones (das empresas industriais) e S&P 500 (das 500 maiores empresas norte-americanas) fecharam em máximas históricas nesta segunda. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

 

SAÚDE I: Brasil tem 5,87 milhões de casos e 166 mil mortes

As mortes em razão da pandemia do novo coronavírus chegaram a 166.014. Nas últimas 24 horas, foram registrados 216 novos óbitos. No domingo (15/11), o painel de estatísticas marcava 165.798 vidas perdidas. Segundo o boletim atualizado divulgado nesta segunda-feira (16/11) pelo Ministério da Saúde, existem 2.392 mortes em investigação.

Acompanhamento - O balanço apontou também 388.044 pacientes em acompanhamento. Outros 5.322.406, equivalentes a 90,6% do total de infectados, já se recuperaram da doença.

Pessoas infectadas - Os casos de pessoas infectadas pelo coronavírus ao longo da pandemia alcançaram 5.876.464. Entre domingo e segunda (15 e 16/11), as autoridades de saúde notificaram 13.371 novos diagnósticos positivos para a covid-19. No domingo, o sistema de informações para a pandemia trazia 5.863.093 casos acumulados.

Menores - Os casos e mortes são menores aos domingos e segundas-feiras em função da limitação de sistematização dos dados e alimentação do painel do MS pelas secretarias estaduais aos fins de semana. Já às terças-feiras os números diários tendem a subir pelo acúmulo de casos do fim de semana reportado neste dia.

Estados - Os estados com mais mortes são São Paulo (40.576), Rio de Janeiro (21.301), Minas Gerais (9.517), Ceará (9.440) e Pernambuco (8.838). Após semanas com o ranking de estados estabilizado, Minas Gerais passou o Ceará e assumiu a terceira colocação. As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (706), Acre (708), Amapá (780), Tocantins (1.137) e Rondônia (1.503). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 17 11 2020

SAÚDE II: Boletim divulga 1.669 infecções e 31 óbitos pela Covid-19

saude II 17 11 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (16/11) mais 1.669 infecções e 31 mortes em decorrência da Covid-19. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 238.291 casos e 5.677 mortos em decorrência da doença.

Internados - O boletim relata que há 655 pacientes com diagnóstico confirmado internados. São 564 pacientes em leitos SUS (280 em UTI e 284 em enfermaria) e 91 em leitos da rede particular (30 em UTI e 61 em enfermaria).

Exames - Há outros 992 pacientes internados, 447 em leitos UTI e 545 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - Os 31 pacientes que faleceram estavam internados. São 11 mulheres e 20 homens, com idades que variam de 38 e 86 anos. Os óbitos ocorreram entre 20 de junho e 16 de novembro.

Residência - Os pacientes residiam em Colombo (3), Maringá (3), Rolândia (3), Araucária (2), Cascavel (2), Marechal Cândido Rondon (2), Paranaguá (2). A Secretaria da Saúde registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos municípios de Abatia, Antonina, Astorga, Campo Largo, Capanema, Curitiba, Fazenda Rio Grande, Jataizinho, Londrina, Paiçandu, Pinhais, Ponta Grossa, Santa Fé e Sarandi.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 2.492 casos de residentes de fora, sendo que 51 pessoas faleceram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim na íntegra  AQUI

 


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