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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4958 | 27 de Novembro de 2020

ENCONTRO ESTADUAL: Falta apenas uma semana para o tradicional evento do cooperativismo paranaense

Em uma semana, o Sistema Ocepar estará reunindo cooperativistas de todo o Paraná no tradicional Encontro Estadual. Será no dia 4 de dezembro, das 8h30 às 11h30, em formato digital, devido à pandemia. Normalmente o evento é realizado com a presença de caravanas vindas de todas as partes do Estado, reunindo uma média de dois mil participantes, em Curitiba ou no interior do Estado, como na última edição ocorrida em Medianeira, na região Oeste. Desta vez, como será on-line, poderá ser acompanhado por um público maior ainda pois será transmitido ao vivo pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, na TV Paraná Cooperativo, pelo Canal Rural e, possivelmente, também pela TV Paraná Turismo, do Governo do Estado.

Programação - Os preparativos estão a todo vapor. A programação contempla o pronunciamento de autoridades, como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o governador Ratinho Junior, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Evair de Melo, entre outras. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fará um balanço das atividades desenvolvidas pelas 221 cooperativas vinculadas à entidade no ano de 2020 e tratará sobre as perspectivas para 2021. O cooperativismo paranaense tem atuação em sete ramos: agropecuário, crédito, saúde, infraestrutura, consumo, transporte e trabalho, produção de bens e serviços. O setor abrange atualmente mais de 2,3 milhões de cooperados, emprega diretamente 112.762 pessoas, responde por 60% do PIB agropecuário paranaense e exporta seus produtos para mais de 100 países.

Atrações - No Encontro Estadual haverá ainda a apresentação de palestra com o tema “O mundo pós-pandemia”, com o estrategista da área de Comunicação, Nizan Guanaes. O Espaço Sou Arte, de Campo Mourão (PR), vai animar o evento com muita arte circense, dança e teatro. Já o ilusionista Paul & Jack fará um show de mágica ao vivo durante o evento.

 

encontro estadual folder 27 11 2020

EXPORTAÇÕES: Fim da transição pós-Brexit pode trazer oportunidades comerciais ao Brasil no Reino Unido, diz adido agrícola

A transição pós-Brexit termina em 31 de dezembro de 2020, quando o Reino Unido passará a determinar suas próprias regras e normas de comércio internacional. “A partir de 2021, o Reino Unido terá que consolidar suas próprias parcerias de negócios e o Brasil se coloca como um parceiro estratégico. Os interesses são complementares e podem levar a um acordo comercial entre os países”, afirmou o adido agrícola brasileiro em Londres, Augusto Billi, durante seminário on-line na tarde desta quinta-feira (26/11). Promovido pelo Consulado do Reino Unido, em parceria com o Sistema Ocepar, o evento discutiu perspectivas e oportunidades bilaterais existentes no mercado agropecuário.

Demanda - Formado por Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, com 66 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) de 2,8 trilhões de dólares (2018), o Reino Unido é a 6ª maior economia do mundo e suas importações agrícolas anuais ultrapassam a 53 bilhões de dólares. “Quase 80% desta demanda é suprida pelos países da União Europeia. No cenário pós-Brexit, as normatizações favoráveis ao bloco europeu não permanecerão no patamar atual. Isso abre uma oportunidade para que o Brasil ocupe um espaço maior no comércio com o Reino Unido”, disse Billi.

Diversificação - Segundo o adido agrícola, o Brasil exporta cerca de 1 bilhão de dólares em produtos agropecuários ao Reino Unido, principalmente carne de frango (138,3 milhões), carne bovina (103 milhões), complexo soja (141,5 milhões), frutas e sucos (160 milhões) e café (104,7 milhões). “O Reino Unido ainda segue todas as regras da União Europeia e por isso o Brasil ainda não exporta suínos e pescados, entre outros produtos. A partir de 2021, vamos tentar abrir mercado para uma pauta mais diversificada da produção agropecuária brasileira. Acreditamos que as normas que vão pautar as decisões comerciais terão mais base na ciência, sem a necessidade de agradar interesses dos produtores da França ou Espanha”, analisou. “Há também muitas oportunidades para ampliarmos as vendas no setor de frutas, com tarifa zero para os sucos”, observou.

Cooperativismo - De acordo com Billi, o mercado do Reino Unido é formado por um consumidor exigente e disposto a pagar mais por um produto de qualidade e que cumpra também com os requisitos de sustentabilidade. “Cabe a nós fazer a lição de casa, que é trabalhar a nossa imagem de sustentabilidade. Temos que falar de pessoas, e o cooperativismo do Paraná tem um modelo de negócios que atua de forma sustentável. Pequenos agricultores que juntos se tornaram mais fortes. É isso que temos que mostrar ao consumidor, o quanto o agro mudou e melhorou a vida das pessoas e o quanto as propriedades respeitam o código florestal e se preocupam com o meio ambiente”, concluiu.

Perspectivas - O webinar foi aberto pelo superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e pelo cônsul honorário do Reino Unido no Paraná, Adam Patterson. Na opinião do cônsul, o Brasil é um parceiro estratégico e a relação comercial pós-Brexit tem perspectivas positivas. “Há mais de 200 anos temos um relacionamento de comércio e investimentos. Acredito que no futuro o comércio será ainda mais forte, em vários setores e em especial na agropecuária, na qual o Paraná é uma referência de qualidade e produtividade”, afirmou. Também palestraram no evento, Maria Luqueze, diretora no Brasil da UKEF e Gabriela Meucci, líder do setor agro no consulado britânico.

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COVID-19 I: Confira os destaques do comunicado 164

covid 19 II destaque 27 11 2020No comunicado 164, o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar informa que a entidade participou de evento promovido pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) com o objetivo de discutir crédito rural, ocorrido na quarta-feira (25/11), e que contou com a participação de representantes do Ministério da Agricultura. Confira abaixo todos os destaques do boletim, divulgado nesta quinta-feira (26/11).

1. O Sistema Ocepar, no dia 4 de dezembro, irá realizar o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses. Clique aqui para mais informações.

2. No dia 26 de novembro, a Fecoopar apoiou a realização do Fórum Trabalhista Internacional.

3.No dia 25 de novembro, o Sistema Ocepar participou do evento organizado pelo Ocesc, para tratar sobre crédito rural, com a participação do Mapa - Ministério da Agricultura.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

COVID-19 II: Confira os novos destaques da área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid II 20 11 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

E-BOOK: Sistema OCB lança livro digital sobre LGPD

e book 27 11 2020O Sistema OCB acaba de lançar o e-book LGPD no cooperativismo: como se adaptar. O material apresenta o impacto da aplicação da Lei nº 13.709, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados ou simplesmente LGPD, no ambiente das cooperativas brasileiras. A ideia é contribuir com a preparação das coops durante o processo de implementação dessa norma.

Esclarecimento - O assunto tem sido pauta de diversos eventos promovidos pela OCB para esclarecer todas as dúvidas de quem vai lidar com informações de, por exemplo, cooperados, empregados e fornecedores. Basicamente, a LGPD regulamenta o tratamento de dados pessoais realizado por pessoas físicas ou jurídicas no Brasil, tanto por meios físicos quanto digitais. E foi inspirada no Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR, na sigla em inglês), criado em 2016 e que trata da segurança de informação dos cidadãos na Europa.

Alerta - Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, o crescimento dos casos de vazamentos de dados e fraudes na internet nos últimos anos ligou o alerta de governos, empresas e da sociedade no mundo todo. “Era preciso criar mecanismos para evitar a invasão de privacidade e reduzir os ataques cibernéticos, que somente em 2019 representaram uma perda financeira de R$ 80 bilhões às empresas brasileiras, segundo levantamento da União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). Foi sob esse contexto que foi criada a LGPD”, contou.

Confira - No e-book são abordados os principais pontos da LGPD, adequando a apresentação das determinações legais à realidade das cooperativas brasileiras e das unidades do Sistema OCB e indicando medidas necessárias para adaptação à nova lei. Clique aqui para conferir. (OCB)

 

COOPERATIVISMO: OCB divulga boletins com informações atualizadas de interesse do setor

cooperativismo 27 11 2020 O Sistema OCB publica, semanalmente, diversos boletins com informações relevantes e de interesse do cooperativismo brasileiro. Confira abaixo as publicações atualizadas até esta quinta-feira (26/11), que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo que impactam nas cooperativas. Há ainda um apanhado sobre as ações que estão sendo executadas pela entidade para reduzir o impacto da pandemia nessa crise. Veja as evoluções das políticas públicas sobre conectividade rural e, aproveitando a Semana de Educação Financeira, sabia como o cooperativismo atua no tema.

*Análise Política:* cooperativismo na dianteira das políticas de conectividade rural. https://bit.ly/3dvDvOv

*Análise Econômica:* o papel do cooperativismo na educação financeira. https://bit.ly/2UCWjUD

*Pleitos do Cooperativismo:* temos 82 demandas das coops vinculadas à Covid-19. Veja como estão. https://bit.ly/2UD17rV

*Normativos:* resumo dos principais normativos federais relacionados à Covid-19, com link e análise da OCB. https://bit.ly/3anoYlY

*Medidas Tributárias:* infográfico com as respostas tributárias do governo à crise que tenham impacto nas cooperativas. https://bit.ly/2KrNgjn

Acompanhe essas e outras ações da OCB para diminuir o impacto desta crise em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19 

FOTO: Pixabay

 

UNIMED CASCAVEL: Inaugurada Rede de Cuidados Paliativos inédita no sul do Brasil

unimed cascavel 27 11 2020Após o trabalho guiado pelo Asas Health, será apresentada oficialmente na noite de 30 de novembro (segunda-feira) a Rede de Cuidados Continuados da Unimed Cascavel. Às 19h, os médicos Douglas Crispim (Asas Health), Danilo Galletto (Unimed Cascavel) e Juliano David (Unimed Cascavel) serão entrevistados pelo jornalista Luiz Haab, com transmissão ao vivo pelo YouTube, Instagram, Facebook, além do portal de notícias tarobanews.com.

Sonho - A RCC é a soma de um sonho com uma necessidade. O médico Danilo Galletto, presidente da Cooperativa, sempre teve em mente deixar como legado uma estrutura capaz de atender beneficiários até a finitude da vida. Esse ideal veio a partir de uma experiência pessoal do médico com o pai, vítima de câncer. “Eu e meu irmão, que também é médico, encaramos essa fase da história do nosso pai e sentimos na pele o quanto é difícil. Diante das dores do câncer, percebemos o quanto é importante oferecer os melhores recursos da medicina para amenizar todos os sofrimentos nesse momento de finitude”, explica Galletto.

Necessidade - Já havia dez anos que a Unimed Cascavel desenvolvia programas de atenção à saúde, mas percebia a necessidade de aprimorar a estrutura para colocar tais projetos à disposição de pacientes em situações mais complexas, muitas vezes internados em casa, em fase final de vida. Por isso, um importante investimento foi feito para capacitar equipes e criar uma estrutura-modelo de atendimento em todas as fases e diante de todas as condições de pacientes crônicos (cuidados paliativos), integrando cuidados físicos, sociais, emocionais e espirituais, sempre com apoio e cuidado aos pacientes e aos familiares deles. Foi assim que, em 2018, começava a nascer a RCC.

Asas Health - Como aliado na implantação da rede, a Cooperativa contou com o grupo Asas Health. O médico paliativista Douglas Crispim foi o responsável - junto de sua equipe - pela capacitação e treinamento do time da Unimed Cascavel. As atividades de simulação realística e o nível técnico dos professores foram os diferenciais no aprendizado prático de médicos, enfermeiros e psicólogos. O treinamento de dez módulos foi realizado entre abril de 2019 e janeiro de 2020. Logo em seguida, após uma fase-piloto, começaram os atendimentos da RCC, já implantada nas três áreas de atenção: hospitalar, ambulatorial e domiciliar. Nesses nove meses de atuação, mais de 600 pacientes já foram avaliados.

A estrutura - A rede conta com dois hospitais parceiros que servem de referência para quem precisa de atendimento hospitalar. Se o paciente não tem condições de sair de casa, há uma equipe multiprofisisonal para atendimento domiciliar. Já o Centro de Atenção à Saúde da Unimed Cascavel (CAS) é a porta para o atendimento ambulatorial. A RCC tem ainda o NIR (Núcleo Interno de Regulação) e o Saip (Sistema de Atendimento à Intercorrência Paliativa), com um plantão de atendimento de enfermagem 24 horas. Quando necessário, outros profissionais também dão apoio, a exemplo de fisioterapeuta, nutricionista e fonoaudióloga.

Depoimentos - Na live de segunda-feira serão apresentados depoimentos de familiares de pacientes já atendidos e explicados detalhes, sem tabus, sobre os cuidados paliativos. “Cuidado paliativo não é só aquele que se oferece no leito de morte. Na realidade, é toda a assistência física, emocional e espiritual dada ao paciente e aos familiares desde o momento do diagnóstico. Segundo estudos, pacientes crônicos que recebem cuidados paliativos continuados vivem 14% mais do que aqueles que não têm acesso a esse tipo de atendimento. É por isso que surge a RCC, ou seja, para acompanhar a necessidade de cada paciente”, finaliza Crispim. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

CREDICOOPAVEL: Cooperativa chega aos 39 anos de atuação

credicoopavel 27 11 2020A Cooperativa de Crédito Rural Coopavel comemorou nesta semana os seus 39 anos de fundação. Ela foi oficialmente constituída em 24 de novembro de 1981 para facilitar o acesso de cooperados a recursos para fomento agrícola.

Recepção - Durante todo o dia, diretores e cooperados foram recepcionados com uma mesa farta de salgados, doces e bebidas. “É o mínimo que podíamos fazer para receber pessoas que tanto trabalham e contribuem para o desenvolvimento do cooperativismo e do agronegócio de Cascavel e da região”, afirmou o presidente da Coopavel e da Credicoopavel Dilvo Grolli.

Braço forte - Originalmente fundada por 52 sócios, a Credicoopavel cresceu e se tornou braço forte de seus cooperados. “Temos vários diferenciais, mas um dos principais é que não somos um banco, embora ofereçamos todos os serviços comuns a uma instituição financeira convencional. Somos uma cooperativa de crédito rural. Ou seja, ela tem como prioridade estender a mão a produtores rurais que cultivam, colhem e ajudam a gerar empregos e riquezas”, segundo Dilvo.

A Credi hoje- Hoje, 39 anos depois da fundação, a Cooperativa de Crédito Rural Coopavel conta com 7 mil sócios e patrimônio líquido de R$ 100 milhões. E os principais serviços que ela presta são: empréstimos e financiamentos, aplicações, cartão sem anuidade, conta corrente sem pacote de serviços, devolução de sobras sobre depósitos à vista, aplicações e empréstimos, atendimento personalizado, horário diferenciado (9h às 16h) e disponibilidade de taxas das mais competitivas do mercado.

Estrutura - Com 38 colaboradores, a Credicoopavel tem uma agência um posto de atendimento no parque industrial e atendimento em todas as unidades da cooperativa em municípios do Oeste e Sudoeste do Paraná. “Há 39 anos, ajudamos a tornar mais fácil e produtiva a vida dos produtores rurais. Credicoopavel e Coopavel têm um forte vínculo de parceria e comungam do compromisso de trabalhar para fortalecer o agronegócio”, afirma o diretor financeiro da Credi Paulo Aparecido Arantes. (Imprensa Credicoopavel)

 

SICREDI: Destaque em 13 categorias do anuário Melhores & Maiores 2020

sicredi 27 11 2020O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e atuação em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal – figura novamente entre as Melhores & Maiores, da revista Exame. O guia, que traz as mil maiores empresas do Brasil com base na avaliação de balanços e indicadores financeiros das companhias no ano passado, foi veiculado no dia 20 de novembro e é feito em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI), ligada ao Departamento de Contabilidade da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

Banco Cooperativo - O Banco Cooperativo Sicredi, instrumento de acesso das cooperativas de crédito ao mercado financeiro, se classificou no 43º lugar entre os 50 Maiores Bancos que fazem parte do guia. Além disso, se destacou com a 2ª colocação no ranking de Crédito Rural, mantendo a mesma posição do ano passado nesse indicador. No setor, o Banco Cooperativo também figurou em 5º lugar de Crédito para Médias Empresas, subindo uma posição em relação ao ranking do ano passado, 6º lugar em Depósitos em Poupança, 8º em Emissores de Cartões de Crédito, 9º em Crédito Para Pessoal Jurídica Total, além do 10º em Crédito Pessoal e em Crédito Imobiliário.

Posições - A instituição financeira cooperativa ainda conquistou posições nos indicadores de Total de Ativo Ajustado (12º, duas posições acima em relação ao ranking do guia no ano passado), Correntistas (14º), Empréstimos e Financiamentos (14º), Agências (15º) e Receita de Intermediação Financeira e Serviços (18º).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI ALIANÇA: Barretos recebe a primeira agência fisital do Sistema Sicredi

A Sicredi Aliança PR/SP inaugurou, na manhã desta quinta-feira (26/11), a segunda agência em Barretos-SP e também a primeira agência 100% fisital do Sistema Sicredi. Este novo conceito em atendimento e relacionamento propõe uma experiência digital em um ambiente físico. A breve cerimônia de inauguração respeitou todas as medidas em prevenção à Covid-19.

Novidades de mercado - Conforme o diretor executivo, Fernando Barros Fenner, apresentar uma nova forma experiência quando o assunto é instituição financeira, significa acompanhar as novidades do mercado e se preocupar em melhorar cada vez mais a experiência do usuário. “No nosso caso, chamamos a experiência do usuário de experiência do associado e o nosso quadro social deve ser o centro do nosso negócio. Sabemos que muitos deles preferem o atendimento presencial na agência. Ao mesmo tempo, muitos deles se identificam mais com as vantagens e diferenciais do atendimento digital. O conceito fisital vem para unir dois tipos de experiência. O associado terá ao seu dispor um ambiente físico, moderno, bem preparado e seu atendimento dentro dele será bastante digital, com a mesma segurança das operações tradicionais, mas quase que sem o uso de papel, também pensando na sustentabilidade”, explicou.

Missão - O presidente do Conselho de Administração, Adolfo Rudolfo Freitag, enfatiza que o sistema Sicredi tem crescido muito nos últimos anos como resultado da seriedade e comprometimento com que leva a sua missão e seu modelo colaborativo. “Somos uma instituição com presença nacional e atuação local o que nos permite contribuir diretamente com o desenvolvimento das cidades onde atuamos. Temos crescido muito o que é motivo de felicidade, por saber que estamos no caminho correto. Somente em São Paulo, a presença do Sicredi aumentou 235% nos últimos seis anos. Em Barretos estamos inaugurando nossa segunda agência. Costumamos dizer que o Sicredi será do tamanho que preciso for e assim será, sempre buscando o máximo de qualidade no atendimento que um dos nossos diferenciais”, ressaltou.

Completos - “Ampliar a nossa rede física conciliando tudo o que vem por aí em tecnologia e inovação faz com que sejamos ainda mais completos para nossos associados. Estamos de portas abertas para que venham nos conhecer. Agradeço a confiança dos nossos primeiros associados da agência Avenida 43 e também ao Sicredi por acreditar no potencial de Barretos e por querer amplamente contribuir com o desenvolvimento econômico e social do município”, considerou o gerente da nova agência, Gabriel Moura.

Segunda agência - A segunda agência do Sicredi em Barretos fica na Avenida 43, n°385.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB UNICOOB I: Pela segunda vez, Central está entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná

Mais uma vez o Sicoob Central Unicoob está entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná. O ranking do Instituto Great Place to Work foi anunciado nesta quinta-feira (26/11), durante uma live realizada em parceria com a Gazeta do Povo e ABRH-PR. Este ano, a Central conquistou o 49º lugar.

Essenciais - Segundo o diretor-presidente, Marino Delgado, as pessoas são essenciais para que o Sicoob cumpra seu propósito de promover a justiça financeira e a prosperidade. Para ele, esse reconhecimento é reflexo de todo o trabalho e do cuidado com cada um que faz parte da Central e de todo o sistema.

Felizes - “Estamos muito felizes com esse resultado, não só pela premiação da nossa Central, como também de oito cooperativas do nosso sistema. Trabalhamos para difundir e fortalecer nossa cultura traduzida em nosso propósito, para que todas as pessoas que estão conosco, compreendam a importância de suas contribuições para a prosperidade dos cooperados. Fazemos isso investindo em iniciativas que promovam engajamento pessoal e um ambiente de trabalho coeso, responsável e colaborativo, pois aqui somos uma família”, afirma.

Incentivo - O presidente do Conselho de Administração, Wilson Cavina, comenta que esse reconhecimento só demonstra o incentivo que a Central dá para que as pessoas cresçam e se desenvolvam profissionalmente, e representa a importância dos benefícios que a empresa oferece para melhorar a qualidade de vida dos colaboradores.

Benefícios - “Em geral, esses benefícios costumam ir além das obrigações legais. Nós os revisamos regularmente para nos assegurar de que estão correspondendo às expectativas dos nossos profissionais”, explica.

Sicoob Unicoob - Além da Central, também foram premiadas no ranking oito cooperativas do Sicoob Unicoob: Metropolitano (3º lugar); Ouro Verde (15º lugar); Três Fronteiras (20º lugar); Aliança (31º lugar); Vale Sul (32º lugar); Credicapital (33ª lugar), Integrado (42º lugar) e Meridional (43º lugar). (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB UNICOOB II: Oito cooperativas estão entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná

Foi anunciado nesta quinta-feira (26/11), o ranking das Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná, promovido pelo Instituto Great Place to Work (GPTW). Entre as 90 premiadas, estão oito cooperativas do Sicoob Unicoob: Sicoob Aliança, Sicoob Credicapital, Sicoob Integrado, Sicoob Meridional, Sicoob Metropolitano, Sicoob Ouro Verde, Sicoob Três Fronteiras e Sicoob Vale Sul.

Melhor colocada - A mais bem colocada foi o Sicoob Metropolitano que ocupa 3ª posição na categoria Médias Empresas. A cooperativa de Maringá aparece no ranking desde 2011 e está também na lista das melhores do Brasil e América Latina. Segundo o presidente, Ideval Luis Curioni, a cada ano, todos da cooperativa ficam honrados em ocupar essa posição.

Caminho certo - “Temos a certeza de que no caminho certo, sempre inovando para o desenvolvimento da empresa e dos nossos colaboradores, que fazem tudo isso acontecer. É a motivação e o esforço de cada um, que nos fortalece e nos inspira a fazer cada vez mais e melhor”, afirma.

Sicoob Ouro Verde - Figurando na lista pelo terceiro ano está o Sicoob Ouro Verde, cooperativa de Londrina (PR), na 15ª posição. Para o diretor-presidente, Elisberto Torrecillas, é uma satisfação estar entre as melhores. Mas segundo ele, mais do que a premiação, o importante é ver a transparência e a satisfação dos colaboradores com a empresa. "Mesmo com tantos desafios deste ano, a pesquisa foi muito satisfatória. Com isso, pudemos ter ainda mais confiança no trabalho que a cooperativa desenvolve pensando nas pessoas", relata.

Sicoob Três Fronteiras - Em 20º lugar na lista está a cooperativa de Foz do Iguaçu, o Sicoob Três Fronteiras. O diretor Superintendente, Dirceu Luiz Tessaro, afirma que estar entre as melhores é um reconhecimento pelo trabalho realizado no dia a dia, cuidando da cooperativa e, principalmente, das pessoas. “Gosto de uma frase que diz que gestores cuidam de pessoas e pessoas geram resultados, no nosso caso, resultados sustentáveis e construídos num ambiente saudável”, diz.

Sicoob Vale Sul - O Sicoob Vale Sul, de Francisco Beltrão (PR), ficou em 32º lugar. Segundo o diretor Superintendente, Roberto Fernandes, é um marco para a cooperativa e disse estar extremamente feliz com o resultado alcançado neste ano. “Estamos sempre nos preocupando com as pessoas, valorizamos nossos colaboradores e essa premiação só nos traz a certeza de que estamos no caminho certo”, avalia.

Sicoob Credicapital - Outra cooperativa destaque foi o Sicoob Credicapital de Cascavel (PR), que está em 33º lugar. Também pela terceira vez no ranking, a singular utiliza a pesquisa para atuar na melhoria do ambiente de trabalho e avaliar se as ações realizadas são efetivas. Segundo o diretor Superintendente, Valdir Pacini, estar no ranking também gera um comprometimento para buscar progredir. “Sempre ficamos com a sensação de que é possível fazer mais e melhor. Além disso, essa premiação é motivo de orgulho para todos nós e percebemos que estamos construindo uma empresa muito boa para se trabalhar”, explica.

Sicoob Integrado - De Pato Branco (PR), a cooperativa Sicoob Integrado ocupa o 42º lugar. Para o diretor de Negócios, Marcinei Corterli, o simples fato de participar da pesquisa é extremamente importante, porque com ela é possível ter a percepção real de como o time vê o ambiente de trabalho, as condições e toda a filosofia que a singular procura deixar clara para os colaboradores. “É gratificante porque isso é construído por várias mãos. Todos são responsáveis pelo ambiente, desde conselho, diretoria e cada um dos colegas que fazem a sua parte no dia a dia, contribuindo para que o ambiente seja leve, o time esteja em sintonia e engajado em todas as causas que nos propomos a atuar. Isso é uma recompensa para todos”, ressalta.

Sicoob Meridional - O Sicoob Meridional, cooperativa de Toledo (PR), também aparece no ranking em 43º lugar. De acordo com o diretor Superintendente, Gilberto Albarello, ter o reconhecimento da GPTW significa um trabalho de gestão em recursos humanos e de valorização do time. “A satisfação de saber que nossos colaboradores elegeram a cooperativa como um excelente lugar para trabalhar foi gratificante e ao mesmo tempo é desafiadora para que tenham contínuas melhorias na qualidade de vida de nossos colaboradores”, comenta.

Sicoob Aliança - Ainda figura no ranking o Sicoob Aliança de Apucarana (PR) na 31ª posição.

Sicoob Central Unicoob - A Central também está no ranking pelo segundo ano consecutivo e ocupa a 49ª posição. (Imprensa Sicoob Unicoob)

UNIPRIME: Realizada a primeira assembleia com transmissão on-line

uniprime 27 11 2020No dia 16 de outubro, dirigentes e cooperados da Uniprime Norte do Paraná se reuniram em Assembleia Geral Extraordinária para tratar de assuntos importantes e de interesse do quadro social, como alterações no estatuto e revisão de regimentos. Em formato digital, a ocasião foi um marco importante para a cooperativa, com transmissão on-line aos cooperados.

Inédito - “A AGE foi realizada em formato inédito e inovador, já que foi nossa primeira Assembleia totalmente digital”, conta Alvaro Jabur, presidente do Conselho de Administração da Uniprime.

Sucesso - Com mais de 400 cooperados conectados, o novo formato foi um sucesso e agradou a cooperativa. “Foi feito um esforço conjunto com nossa equipe de TI, Marketing, Projetos, e demais envolvidos, para que tudo ocorresse em perfeito funcionamento”, conclui Jabur. (Imprensa Uniprime)

 

COCAMAR: Projeto inovador é apresentado em Encontro

Um projeto piloto inovador de agricultura digital que tem o suporte de estações meteorológicas e foi conduzido neste ano pela cooperativa Cocamar e parceiros, fez parte dos assuntos discutidos na manhã de quarta-feira (25/11) durante o Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias (Enca), promovido pelo Grupo Conecta. Com uma programação totalmente online, o evento começou na terça-feira (24/11) e prosseguiu até quinta-feira (26/11).

Estações - De acordo com a apresentação feita pelo gerente técnico da cooperativa, Rafael Furlanetto, foram instaladas dez estações meteorológicas em propriedades de cooperados produtores de trigo, na região norte do Paraná, durante o último período de inverno.

Monitorar - O gerente explicou que o objetivo foi fazer o monitoramento de doenças que afetam a cultura, sendo que cada unidade cobriu um raio de 20 quilômetros: “A estação funciona coletando dados climáticos de hora em hora e, por meio de cálculos matemáticos, verifica o risco de ocorrência de doenças, entre as quais a ferrugem”.

Tomada de decisão- Com base nas informações, um profissional faz a vistoria das áreas, possibilitando que técnicos e produtores, ao acessarem um aplicativo, tenham ideia do potencial de severidade para tomar a decisão quanto ao controle preventivo. (Imprensa Cocamar)

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ALIANÇA ESTRATÉGICA: Agregar valor e competividade são objetivos da intercooperação Copagril e Lar

A aliança estratégica de intercooperação entre Cooperativa Agroindustrial Copagril e Lar Cooperativa Agroindustrial foi oficializada nesta semana e envolve várias questões estratégicas na atividade avícola com objetivo de agregar valor e possibilitar mais competividade comercial para ambas as cooperativas.

Resultados - O diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, fala sobre as questões técnicas e práticas que envolvem o acordo de intercooperação firmado com a cooperativa coirmã Lar. “Trabalhamos em prol daquilo que pode ser feito para agregar mais valor e melhores resultados aos nossos associados. Hoje o setor avícola a nível mundial é altamente competitivo e por isso essa intercooperação tem o objetivo de dar maior capacidade comercial”, explica Ricardo Chapla.

Geração de valor - A intercooperação tem foco na geração de valor e, portanto, os quadros associativos de cada cooperativa permanecerão iguais. “Cooperados da Copagril continuarão trabalhando e fazendo negócios com a Copagril e os cooperados da Lar continuarão na Lar. As atividades avícolas nas propriedades dos associados, tanto Copagril como Lar, seguem normalmente”, destaca.

Unidades - No acordo estão as Unidades Industriais ligadas ao segmento, como a Unidade Industrial de Aves em Marechal Cândido Rondon e a Unidade Industrial de Rações em Entre Rios do Oeste. “A Lar assumirá essas plantas fabris e os empregados destas áreas serão transferidos para a cooperativa Lar na data de transição, seguindo e legislação e procedimentos trabalhistas”, explica.

Aumento da produção - Ainda, conforme Chapla, o objetivo é possibilitar o aumento da produção dos associados. “Estávamos limitados fisicamente para o crescimento, agora nossos associados podem até dobrar a produção atual, aumento que inclusive está previsto nesta intercooperação”.

Fortalecimento - “A Copagril e os associados serão fortalecidos e estaremos avançando ainda mais, como é o caso deste ano de 2020, que ainda não está fechado, mas projetamos um faturamento bruto histórico em torno de R$ 2,5 bilhões. Uma marca para nossa cooperativa e para nossos cooperados”, completa o diretor-presidente. (Imprensa Copagril)

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FEITO NO PARANÁ: Indústrias de laticínios ampliam a importância da cadeia do leite no Estado

O Paraná é o segundo estado que mais produz leite no Brasil. Boa parte desta produção está ligada às cooperativas que, segundo a Ocepar, possuem oito agroindústrias de laticínios. Na série de reportagens que está mostrando produtos feitos no Paraná, vamos conhecer mais sobre a produção leiteira paranaense.

IBGE - De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/2018), o Paraná, segundo maior produtor do Brasil, atinge anualmente 4,4 bilhões de litros. Em dez anos - entre 2008 e 2018 - a produção paranaense se elevou em 55%, saindo de 2,8 bilhões de litros para 4,4 bilhões ao ano.

Regiões - A região Sudoeste é a maior produtora de leite em volume. Já a região dos Campos Gerais, que compreende os municípios de Castro, Carambeí, Palmeira e Arapoti, é a que apresenta maiores índices de produtividade, com cerca de 10 mil litros de leite por vaca, anualmente.

Tecnologias - O uso de tecnologias de ponta na produção implica na alta produtividade que, aliada à genética, torna a região referência para os rebanhos de todo o país.

Unium - A Unium, empresa que reúne as cooperativas Frísia, Casal e Castrolanda, tem a unidade de produção de leite e derivados instalada em Castro. Trata-se do terceiro maior laticínio do Brasil. As três cooperativas reúnem 1293 produtores e captam diariamente cerca de 2,4 milhões de litros do produto.

Qualidade - De acordo com Rogério Wolf, coordenador comercial de lácteos da Unium, a matéria-prima de altíssima qualidade, além de abastecer a própria agroindústria da cooperativa, também é vendida para diferentes produtores de laticínios, como Nestlé, Italac, Piracanjuba.

Leite sem aditivos - Na fábrica paranaense é produzido o leite Naturale que, segundo Wolf, é o primeiro do Brasil sem aditivos. Os produtos feitos pela Unium são consumidos sobretudo pelos mercados paranaense, paulista e catarinense.

Frimesa - A cooperativa Frimesa, além da grande produção de carnes, tem forte atuação na produção de derivados de leite. Processa um milhão de litros diariamente, matéria-prima base dos produtos de valor agregado como creme de leite, manteiga, queijos e iogurte, o foco da Frimesa.

Selo de procedência - Em Palmeira, a cooperativa Witmarsum mantém uma fábrica que produz queijos finos. De acordo com Artur Sawatzky, diretor-presidente da cooperativa, a unidade produtora de queijos - que emprega 33 pessoas - produz cerca de 30 toneladas por mês.

Valor agregado - “Aqui produzimos queijos com maior valor agregado. Para garantir a qualidade do produto, dos 43 fornecedores de leite da cooperativa, apenas cinco fornecem para produção dos queijos”, explica Sawatzky.

SIF - É a primeira cooperativa do Paraná com selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, que avalia a qualidade na produção de alimentos de origem animal comestíveis ou não comestíveis. Além disso, o queijo Colonial produzido pela cooperativa recebeu certificação de Indicação Geográfica (IG) concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Produção - Na unidade em Palmeira são feitos 11 tipos de queijos, que recebem a marca Witmarsum. O leite Cancela, marca mais antiga, atualmente está sendo envasado fora da unidade. No entanto, a fábrica está passando por uma ampliação e, a partir de janeiro, a cooperativa voltará a envasar leite, produzir creme de leite, manteiga e requeijão cremoso.

Rações - Além disso, a cooperativa mantém uma fábrica de rações, que produz cerca de três mil toneladas de produtos por mês, para atender produtores de bovinos de leite.

SomosCoop - De acordo com Sawatzky, todos os produtos recebem a indicação “Somos Coop” na embalagem. "Precisamos divulgar mais o que fazemos, para que o consumidor saiba quer são produtos de cooperativas, que são feitos por um conjunto de pessoas, que um número grande de produtores é beneficiado”.

Vantagem - Para Sawatzky, a Witmarsun tem a vantagem de estar perto de Curitiba e a região onde está instalada acaba recebendo muitos turistas, principalmente nos finais de semana. “Montamos uma loja da fábrica, onde estão disponíveis todos os nossos produtos. Administramos também um centro de informação ao turista. E quando o turista vem aqui, compra e gosta de um produto, ele é informado onde aquele produto pode ser encontrado na cidade. Tudo isso faz com que nossos produtos se tornem mais conhecidos do público”, avalia.

Feito no Paraná - Criado pelo Governo do Estado, o projeto busca dar mais visibilidade para a produção estadual. O objetivo é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses. O projeto foi elaborado pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes e quer estimular a economia e a geração de renda. Empresas paranaenses interessadas em participar do programa podem se cadastrar pelo site www.feitonoparana.pr.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira as reportagens já produzidas para a série que destaca o que é Feito no Paraná

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CONAB: Produtos agropecuários respondem por 21% da movimentação dos portos brasileiros

conab 27 11 2020A participação dos produtos agropecuários na movimentação de cargas nos portos brasileiros passou de 16% em 2019 para 21% em 2020, apesar das medidas de enfrentamento da pandemia de Covid-19. Até o mês passado, a circulação de produtos agropecuários chegou a 175 milhões de toneladas. Os dados se referem aos primeiros dez meses dos dois anos. Nesse período, a movimentação total de cargas nos portos brasileiros foi de 850 milhões de toneladas. Essa quantidade é 3,7% maior do que a registrada no mesmo período do ano passado.

Boletim logístico - As informações formam as análises compiladas no Boletim Logístico, divulgado esta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O estudo foi feito com base em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) até o terceiro trimestre de 2020.

Movimentação - O Brasil possui 34 portos públicos e 147 terminais de uso privado (TUP), responsáveis pela movimentação marítima e fluvial de 80% das mercadorias consumidas diariamente. De toda a movimentação, 65,5% são realizadas nos TUP’s e 34,5% nos portos organizados.

Impacto - Os dados do Boletim Logístico revelam o impacto dos produtos agrícolas nas exportações brasileiras. Até o mês passado, o setor registrou um superávit na balança comercial de US$ 75,5 bilhões: US$ 85,8 bilhões (exportações) e US$ 10,4 bilhões (importações). Segundo o Ministério da Economia, em outubro, as exportações brasileiras atingiriam US$ 210,7 bilhões, sendo que a participação do agronegócio chegaria a metade desse total.

Complexo soja - No setor agropecuário, o complexo soja tem o maior valor acumulado de todas as cadeias - 39,2% do total -, seguido pelas carnes com 16,4%. Confira aqui a íntegra do Boletim Logístico. (Mapa)

FOTO: Appa

 

FUNCAFÉ: Linha de crédito para recuperação de cafezais aumenta para R$ 160 milhões

funcafe 27 11 2020Foi ampliada dos atuais R$ 10 milhões para R$ 160 milhões a linha de crédito para financiar a recuperação dos cafezais com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). A medida foi aprovada nesta quinta-feira (26/11) em reunião virtual do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Efeitos do clima adverso - Segundo o Ministério da Economia, a medida foi justificada pelos efeitos negativos de eventos climáticos adversos, basicamente falta de chuva e altas temperaturas, que atingiram os cafezais entre os meses de março e outubro de 2020 nas principais regiões produtoras do país, o que comprometeu a produtividade da safra a ser colhida em 2021, com possibilidade de afetar também a safra 2022. A suplementação foi realizada mediante remanejamento de parte dos recursos destinados a linhas de operações de comercialização, financiamento para aquisição de café e capital de giro.

Oportuna - “Como essa linha de crédito tem por finalidade financiar a recuperação de lavouras de café danificadas por chuvas de granizo, geadas, vendavais ou outros fenômenos climáticos, a ampliação desse recurso é bastante oportuna em virtude das intempéries climáticas ocorridas nos cafezais brasileiros, sobretudo déficit hídrico”, destaca o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Silvio Farnese.

Demandas - Para dar andamento à disponibilidade do crédito para os produtores o mais rapidamente possível, o Ministério da Agricultura receberá, até 4 de dezembro deste ano, demandas das instituições financeiras interessadas em operacionalizar os recursos, por meio do endereço eletrônico funcafe@agricultura.gov.br

Atendimento - “É uma forma de atender a atual situação das lavouras que sofreram adversidades por causa da redução das chuvas e altas temperaturas entre os meses de março e outubro deste ano, nas regiões produtoras de café, como Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, além do Paraná”, explica Farnese. O diretor alerta que os efeitos climáticos podem comprometer a produtividade da safra 2021, e até mesmo impactar na de 2022.

Área - Com a suplementação de recursos, será possível atender até 50 mil hectares de café atingidos pela seca, mitigando parte das dificuldades financeiras dos produtores.

CMN - As propostas acatadas pelo CMN foram aprovadas pelo Comitê Técnico do Conselho Deliberativo da Política do Café, em reunião no dia 27 de outubro.

Mais recurso para pesquisa - O Mapa está reforçando o orçamento do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café, coordenado pela Embrapa, em R$ 2,8 milhões, com recursos do Funcafé. Com esse aporte, o volume total destinado à pesquisa para a cultura do café, em 2020, atinge R$ 7,4 milhões.

Integrantes - O consórcio é integrado pelas principais universidades e institutos de pesquisas que atuam no setor cafeeiro. As atividades garantem um padrão tecnológico na cultura do café possibilitando crescimento da produtividade das lavouras, fazendo com que o Brasil se destaque como o país com maior produção cafeeira.

Foco - O trabalho da pesquisa está focado em tecnologias para o melhoramento genético das plantas, combate de pragas e doenças, aproveitamento de resíduos, garantindo o equilíbrio com o meio ambiente e melhorias nas fases de colheita e pós colheita, importantes etapas para garantir a boa qualidade da bebida nacional. (Mapa)

 

RODOVIAS: Agepar suspende reajustes do pedágio de três concessionárias

rodovias 27 11 2020O Conselho Diretor da Agepar (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados) decidiu cautelarmente nesta quinta-feira (26/11) suspender por 60 dias os reajustes das tarifas de pedágio de três concessionárias.

Análise - A decisão faz parte de uma análise sobre cálculos na aplicação de degraus tarifários e índices de depreciação de investimentos e deve afetar o reajuste anual previsto em contrato para o mês de dezembro.

Decisão - O Conselho, após abertura de prazo para manifestação das concessionárias, definiu a suspensão em reunião virtual em que discutiu processos de autotutela e contou com participação de representantes legais das concessionárias Econorte, Rodonorte e Viapar.

Resoluções anuladas - No dia 10 de novembro, foram anuladas duas resoluções que aprovaram termos aditivos anteriores que afetavam os reajustes previstos para Ecovia e Ecocataratas.

Incompatibilidade - A Resolução Homologatória nº 05/2016 foi anulada em virtude de incompatibilidade dos índices de depreciação e pela incoerência na forma do reequilíbrio para os anos em que a concessionária Ecocataratas não tinha direito ao chamado “degrau de pista dupla”.

Duplicação - Segundo a Agepar, a concessionária não duplicou trechos da rodovia e, portanto, não seria correto a aplicação do mecanismo de degrau de pista dupla, por meio da Taxa Interna de Retorno (TIR), a título de reequilíbrio.

Ecovia - Também deixou de ter efeito a Resolução Homologatória nº 05/2017 que atingia a concessionária Ecovia, em virtude de incompatibilidade dos índices de depreciação. A alteração da regra de depreciação do contrato, realizada pelo 5º Termo Aditivo, modificou a equação econômico-financeira inicial.

Distorções - Os indícios de distorções nas tarifas invalidaram uma base de cálculo segura para a incidência de novos reequilíbrios econômico-financeiros, incluindo-se reajustes. Por esse motivo, foi aprovada a suspensão dos pedidos de reajuste tarifário eventualmente solicitados pela Ecocataratas e Ecovia.

Novas propostas - Para esses dois casos, foi determinado, ainda naquela reunião, ao DER-PR que apresente para a Agepar, até o dia 30 de novembro de 2020, as novas propostas tarifárias para a Ecocataratas e Ecovia, acompanhadas de planejamento que contemplem o valor da tarifa vigente a partir de 1º de dezembro de 2020, e que serão aplicados com base nas correções técnicas e de valores constantes nas Notas Técnicas da Agepar. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego chega a 14,6% no terceiro trimestre, com alta em 10 estados

pnad continua destaque 27 11 2020A taxa de desocupação chegou a 14,6% no terceiro trimestre do ano, uma alta de 1,3 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior (13,3%). Essa é a maior taxa registrada na série histórica do IBGE, iniciada em 2012, e corresponde a 14,1 milhões de pessoas. Ou seja, mais 1,3 milhão de desempregados entraram na fila em busca de um trabalho no país.

Estados - No período, a taxa de desocupação subiu em dez estados e ficou estável nos demais. As maiores taxas foram na Bahia (20,7%), em Sergipe (20,3%) e em Alagoas (20,0%). Já a menor foi registrada em Santa Catarina (6,6%). Os maiores crescimentos da taxa de desocupação foram registrados na Paraíba (4 p.p.), no Amapá (3,8 p.p.) e em Pernambuco (3.8 p.p.). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (27/11) pelo IBGE.

Flexibilização - Segundo a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, o aumento na taxa de desemprego reflete a flexibilização das medidas de isolamento social para controle da pandemia de Covid-19. “Houve maior pressão sobre o mercado de trabalho no terceiro trimestre. Em abril e maio, as medidas de distanciamento social ainda influenciavam a decisão das pessoas de não procurarem trabalho. Com o relaxamento dessas medidas, começamos a perceber um maior contingente de pessoas em busca de uma ocupação”, explica.

Ocupados - O contingente de ocupados reduziu 1,1% na comparação com o segundo trimestre, totalizando 82,5 milhões de pessoas, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012. Houve uma retração de 883 mil pessoas. Com isso, o nível de ocupação foi de 47,1%, também o menor da série, uma queda de 0,8 ponto percentual frente ao trimestre anterior (47,9%). Desde o trimestre encerrado em maio, o nível de ocupação está abaixo de 50%, o que aponta que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.

Categorias - A analista observa que todas as categorias perderam ocupação, sendo que o número de pessoas com carteira assinada caiu 2,6% no terceiro trimestre frente ao anterior, com perda de 788 mil postos e totalizando 29,4 milhões de empregados com carteira assinada no país.

Percentual - O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 76,5% dos empregados do setor privado. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (90,5%), Paraná (85,1%), Rio Grande do Sul (84,3%) e São Paulo (82,3%) e os menores no Maranhão (51,3%), Pará (53,9%) e Piauí (54,1%).

Informalidade - Já a taxa de informalidade foi de 38,4% no trimestre encerrado em setembro, o que equivale a 31,6 milhões de pessoas sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração. No trimestre anterior, esse percentual foi 36,9%.

Ocupação cresce apenas na construção e na agricultura Apenas as atividades de construção e agricultura tiveram crescimento da população ocupada no terceiro trimestre. Na construção o aumento foi de 7,5%, o que representa 399 mil pessoas a mais trabalhando no setor. Já na agricultura a alta foi de 3,8%, com mais 304 mil trabalhadores.

Retorno - “A atividade da construção foi a que mais aumentou no período. Isso porque pedreiros ou outros trabalhadores conta própria, que tinham se afastado do mercado em função do distanciamento social, retornaram no terceiro trimestre com a reabertura das atividades e a demanda por pequenas obras, como reformas de imóveis”, explica Adriana Beringuy.

Sazonalidade - A analista da pesquisa acrescenta que na agricultura, a alta na ocupação pode estar relacionada à sazonalidade do cultivo. “A agricultura, de modo geral, tem ritmo diferente das demais atividades. Além disso, o setor sofreu menos os efeitos da pandemia, pois é uma atividade que se situa no campo, onde o impacto do distanciamento social foi menor do que na cidade”, afirma Beringuy.

Desemprego chega a 17,9% no Nordeste, enquanto no Sul é de 9,4% - No terceiro trimestre, a taxa de desocupação atingiu o recorde de 17,9% no Nordeste, o maior número entre as grandes regiões. Já o Sul teve a menor taxa entre elas: 9,4%. Em relação às unidades da federação, as maiores taxas de desocupação também estavam no Nordeste, enquanto os estados do Sul tiveram as menores.

Unidades da federação - “A taxa de desocupação, na comparação trimestral, subiu em dez unidades da federação, permanecendo estável nas demais. Ou seja, nenhuma unidade da federação do país conseguiu mostrar uma retração dessa taxa no terceiro trimestre. Isso mostra que todos os estados tiveram, de alguma forma, o mercado de trabalho bastante afetado”, explica Beringuy.

Taxa de desocupação é maior entre mulheres e pretos e pardos A pesquisa aponta diferença na taxa de desocupação entre homens e mulheres. O percentual foi de 12,8% para os homens e 16,8% para as mulheres. Já entre as pessoas pretas, a taxa foi de 19,1%, enquanto a dos pardos foi de 16,5%, ambas acima da média nacional. A menor taxa foi a dos brancos: 11,8%.

Disfunção estrutural - Para a analista da pesquisa, esses dados indicam uma continuidade de uma distinção estrutural. “A gente acompanha que pretos e pardos têm taxa de desocupação maior e isso pode estar ligado à questão da baixa escolaridade dessa população e também de um maior nível de pessoas fora da força nessa população. É mais a continuidade de um processo que já existe e que em alguns momentos ele é intensificado e em outros não. Mas estruturalmente a diferença permanece”, diz Beringuy.

Jovens - Os jovens também tiveram a maior taxa de desocupação entre os grupos etários no terceiro trimestre. As pessoas de 14 a 17 (44,2%) e de 18 a 24 anos de idade (31,4%) tiveram taxa acima da média nacional (14,6%).

Alagoas tem a maior taxa de subutilização; Santa Catarina, a menor A taxa composta de subutilização da força de trabalho, que é o percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada, foi maior em Alagoas (49,3%), seguido por Maranhão (47,1%) e Sergipe (46,3%). Os únicos estados em que a taxa de desocupação ficou abaixo de 20% foram Santa Catarina (12,7%) e Mato Grosso (18,7%).

Tendência - “A taxa de subutilização mantém uma tendência de crescimento, permanecendo aquele panorama em que as unidades da federação do Nordeste têm as maiores taxas de subutilização e as do Sul, as menores. Isso está relacionado à própria estrutura do mercado de trabalho local dessas localidades”, explica a analista da pesquisa.

Força de trabalho potencial - De acordo com a pesquisadora, no Nordeste há muitas pessoas que estão na força de trabalho potencial, ou seja, não estão pressionando o mercado, mas têm potencial para fazer parte dele. “Muitas vezes o próprio mercado, a estrutura econômica local, não absorve essas pessoas. A questão da subutilização no Nordeste tem a ver com as características econômicas da própria região, onde há muito trabalho informal e muitas pessoas fora da força de trabalho. Isso acaba elevando esse indicador nessa região”, conclui. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias

 

PNAD-C Grafico desocupa 27 11 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

PNAD-C Grafico subtiliza 27 11 2020

ECONOMIA I: Governo volta a cobrar IOF sobre crédito

economia I 27 11 2020O governo federal editou uma medida provisória que estabelece o retorno da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito, cuja alíquota tinha sido zerada até o fim de dezembro. Com a MP, quem pegou dinheiro emprestado numa operação de crédito voltará a pagar 3% ao ano (empresas) e 6% ao ano (pessoas físicas) sobre o valor contratado, mais uma alíquota fixa de 0,38% por operação. Zerada para baratear a concessão de crédito durante a pandemia do novo coronavírus, a cobrança de IOF foi retomada para custear a isenção da tarifa de energia aos consumidores atingidos pelo apagão de três semanas no Amapá. (Com informações da Agência Brasil)

FOTO: Michal Jarmoluk / Pixabay

 

ECONOMIA II: Déficit primário do Governo Central atinge R$ 3,56 bilhões em outubro

Em um mês tradicionalmente marcado por superávit nas contas públicas, a retração econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus fez o Governo Central – Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social – encerrar outubro com déficit primário de R$ 3,563 bilhões. Apesar de ser o pior desempenho registrado para o mês desde 2015, quando o déficit chegou a R$ 13,189 bilhões, o resultado veio bem melhor que o estimado pelo mercado.

Resultado negativo - As instituições financeiras pesquisadas pelo Prisma Fiscal, publicação do Ministério da Economia com analistas de mercado, estimavam que o resultado negativo ficaria em R$ 44,1 bilhões no mês passado. Depois de terem caído 2% (descontada a inflação) em setembro, as receitas totais do Governo Central voltaram a subir em outubro, registrando alta de 9,8% acima da inflação em relação ao mesmo mês do ano passado.

Déficit primário - O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública. De janeiro a outubro, o resultado negativo do Governo Central totalizou R$ 680,974 bilhões, valor recorde da série histórica para o período. Nos mesmos meses do ano passado, o déficit somava R$ 63,854 bilhões.

Acumulado de 12 meses - No acumulado de 12 meses, o déficit primário chega a R$ 725,6 bilhões, o equivalente a 9,8% do Produto Interno Bruto (PIB). Para 2020, o Ministério da Economia projeta resultado negativo de R$ 844,3 bilhões para o Governo Central, o equivalente a 11,7% do PIB.

Receita - Em relação à receita, o Tesouro Nacional afirma que a forte alta verificada em outubro se deve a receitas não administradas, que dependem do pagamento de tributos. Elas cresceram R$ 12,4 bilhões acima da inflação, na comparação com o mesmo mês do ano passado, motivadas principalmente pela recuperação da atividade econômica.

Tributos - Os tributos que mais registraram aumento na arrecadação foram o Imposto de Renda, relacionado à elevação dos rendimentos do trabalho, e o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). No caso do PIS/Cofins, a alta está relacionada à recuperação das vendas, que voltou aos níveis anteriores à pandemia de covid-19.

Arrecadação líquida- A arrecadação líquida da Previdência Social cresceu R$ 6,2 bilhões acima da inflação em outubro em relação ao mesmo mês de 2019. As receitas não administradas, no entanto, recuaram R$ 5,1 bilhões (descontada a inflação) na mesma comparação, motivada principalmente pela diminuição do pagamento de dividendos de estatais ao Tesouro durante a pandemia de covid-19 e pela queda na produção de petróleo.

Coronavírus - Mesmo com a recuperação em outubro, as receitas líquidas do Governo Central acumulam queda de 11,6% de janeiro a outubro descontada a inflação. O recuo reflete a crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus, que paralisou a produção e o consumo durante algumas semanas.

Pressão - Além da queda nas receitas, o aumento de despesas com o enfrentamento da pandemia da covid-19 tem pressionado o aumento do déficit primário. Por causa do estado de calamidade pública aprovado pelo Congresso em março, o Governo Central está dispensado de cumprir a meta de déficit primário de R$ 124,1 bilhões para este ano.

Aumento - Segundo os números do Tesouro, as medidas associadas à pandemia aumentaram as despesas em R$ 29,8 bilhões no mês passado. A maior despesa decorre do auxílio emergencial, que totalizou R$ 21 bilhões. Em segundo lugar, vem o aporte de R$ 5 bilhões do Tesouro ao Fundo Garantidor de Operações, que garante empréstimos para micro e pequenas empresas.

Ajuda - A ajuda aos estados e municípios consumiu R$ 3,6 bilhões em outubro, depois que a última parcela de R$ 15,03 bilhões da ajuda total de R$ 60,2 bilhões foi paga em setembro. O Tesouro ainda desembolsa recursos para reforçar os sistemas de saúde dos governos locais e compensar a queda nos repasses dos Fundos de Participação dos Estados e dos Municípios.

Reformas - Mesmo com autorização para gastar mais, o Tesouro fez um apelo para a continuidade das reformas estruturais, de modo a preservar o teto federal de gastos, a única âncora fiscal que restou no Orçamento de 2020. Segundo o órgão, é necessário retomar os esforços de prosseguir com as reformas administrativa, do pacto federativo e emergencial depois do fim da pandemia, caso contrário haverá danos para a sociedade e para a economia.

Garantia - “A retomada do processo de consolidação fiscal passa pela garantia de que despesas temporárias não se tornem permanentes e pela discussão sobre o crescimento das despesas obrigatórias, reduzindo as incertezas sobre a trajetória futura do gasto público e robustecendo nossas regras fiscais, como o teto de gastos, base da ancoragem das expectativas, da recente queda de juros no Brasil e do aumento da confiança dos agentes econômicos”, informou o Tesouro, em comunicado. (Agência Brasil)

CAGED: Paraná cria 33 mil vagas e é o segundo do Brasil na geração de empregos

caged 27 11 2020O Paraná abriu 33.008 vagas formais de trabalho em outubro, terceiro melhor resultado do País em volume de carteiras assinadas. O Estado registra o quinto mês seguido de alta nas contratações, e se recupera dos efeitos mais severos da pandemia, que fechou cerca de 100 mil postos de trabalho. O saldo de vagas abertas no acumulado de janeiro a outubro já é de 33.615 novos empregos, segundo melhor indicador do Brasil.

Melhores do ano - Os números de outubro foram os melhores do ano, com crescimento de quase 70% em relação a setembro, que apontou 19.578 vagas criadas. O resultado também representa mais de 8% dos 394.989 empregos gerados em todo o território nacional no mês passado. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira (26/11) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ligado ao Ministério da Economia.

Setores - Os setores que mais criaram vagas foram serviços (12.391), comércio (9.423), indústria (8.452) e construção civil (3.074). Um destaque positivo é a área de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que está enquadrada no segmento de serviços, com 8.895 novas carteiras assinadas.

Estratégia - Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, os números refletem o acerto na estratégia do Governo do Estado de valorizar a produção local e investir em obras estruturantes como base da recuperação de empregos. Ele também disse que os números espelham o crescimento que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) havia constatado em setembro na indústria (7,7%), no comércio (2,6%), no turismo (11,7%) e em serviços (1,2%).

Dados animadores - “São dados animadores que se somam à retomada dos empregos. Este é o melhor programa social que existe e aquele que conforta as famílias. Estamos buscando investimentos junto ao setor produtivo, facilitando o acesso ao crédito e estimulando ainda mais o empreendedorismo com programas de desburocratização”, afirmou Ratinho Junior. “O Paraná é forte e dá sinais positivos para o País”.

Municípios - Os municípios que mais geraram emprego em outubro foram Curitiba (11.704), Ponta Grossa (1.771), Maringá (1.413), Londrina (1.256), Cascavel (929), Foz do Iguaçu (723), Toledo (597), São José dos Pinhais (546), Pinhais (504) e Apucarana (502). Todas as 25 maiores cidades paranaenses registraram saldos positivos.

Reação positiva- “Os resultados apresentam uma reação positiva com as ações do Governo do Estado para atrair novos investimentos e também pela parceria entre empresas e as Agências do Trabalhador. Essa é uma considerável melhora na situação econômica e dá sinais de uma revitalização ainda mais vigorosa nos próximos meses”, disse o secretário da Justiça, Família e Trabalho do Paraná, Ney Leprevost.

Acumulado - O resultado bastante positivo de outubro fez com que o Paraná recuperasse de maneira definitiva as perdas acumuladas em março, abril e maio. Em setembro o Caged já apontava um número positivo de 1.092 vagas, e em outubro o acumulado encerrou com 33.615 carteiras assinadas, atrás apenas de Santa Catarina (35.210). Doze estados ainda têm números negativos nesses dez meses. O Paraná subiu sete posições no ranking em relação a setembro.

Mais vagas - Os municípios que mais geraram vagas no acumulado do ano foram Ponta Grossa (4.888), Ortigueira (2.277), Toledo (2.170), Cascavel (1.792), Rolândia (1.688), Matelândia (1.618), Arapongas (1.515), Umuarama (1.219), São Mateus do Sul (1.122), Palotina (1.061), Palmas (993), Sarandi (963), Cafelândia (901), Imbituva e Ubiratã (852), Campo Largo (763), Marechal Cândido Rondon (740), Colombo (687), Medianeira (640), União da Vitória (624), Cambé (618) e Almirante Tamandaré (608).

Patamar mais alto - Em outubro, o Paraná chegou ao patamar mais alto deste ano com um saldo de 33.008 empregos. Outros meses com desempenho positivo foram janeiro (17.733), fevereiro (28.128), junho (2.829), julho (8.833), agosto (17.061) e setembro (19.578). As perdas ocorreram em março (-13.277), abril (-55.008) e maio (-23.856), segundo o cálculo do Caged, com ajustes.

Nacional - A economia brasileira gerou 394.989 empregos com carteira assinada em outubro. De acordo com o Ministério da Economia, o número de empregos formais criados em outubro de 2020 é o maior da série histórica do Caged, que começa em 1992. Foi o quarto mês seguido em que as contratações superaram as demissões.

Sul - A região Sul foi a segunda que mais gerou empregos em outubro, atrás apenas do Nordeste. Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais no mês. O setor de serviços aparece na liderança, com 156.766, seguido por comércio (115.647), indústria (86.426) e construção civil (36.296).

10 meses - No acumulado dos dez primeiros meses houve a perda de 171.139 empregos com carteira assinada. No mesmo período do ano passado o Brasil registrou 841.589 contratações.

Saldo - A região Sul é a terceira que mais emprega no acumulado do ano, com saldo de 20.733, número impactado pela redução dos empregos no Rio Grande do Sul (-48.092). No Sudeste, apenas o saldo de Minas Gerais é positivo, e a região apresenta recuo de 255.419 vagas. Sete dos nove estados do Nordeste também registram indicadores negativos, e o acumulado regional é de -31.823. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CÂMBIO: Dólar fecha em leve alta em dia de feriado nos EUA

cambio 27 11 2020Em um dia de poucos negócios por causa do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, o dólar fechou em leve alta. A bolsa de valores operou em queda, mas fechou com pequeno ganho, mantendo-se acima dos 110 mil pontos.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (26/11) vendido a R$ 5,335, com alta de R$ 0,015 (+0,28%). Sem a principal referência no mercado internacional, a divisa oscilou bastante. Abriu em alta, chegou a cair para R$ 5,29 por volta das 14h30 e reverteu a queda, até encerrar próxima da estabilidade.

Dia semelhante - O mercado de ações teve um dia semelhante. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 110.227 pontos, com alta de 0,09%. O indicador operou em baixa durante quase toda a sessão, mas reagiu durante a tarde até entrar em território positivo nos 40 minutos finais de negociação.

Fatores internos - Sem notícias no mercado externo, as negociações dependeram fundamentalmente de fatores internos. O déficit primário de R$ 3,56 bilhões em outubro, divulgado nesta quinta-feira pelo Tesouro Nacional, veio melhor que o esperado pelas instituições financeiras, que projetavam resultado negativo de R$ 44,1 bilhões.

Divergências - As declarações do secretário do Tesouro, Bruno Funchal, negando divergências entre o Ministério da Economia e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também ajudaram a dissipar parte das tensões. O secretário repetiu declarações dadas na quarta-feira (25/11) à noite pelo ministro Paulo Guedes e disse que o governo tem um projeto para conter o crescimento dos gastos públicos e desvincular parte das receitas

Propostas - Segundo Funchal, o plano envolve a aprovação, nas próximas semanas, de propostas em tramitação no Congresso Nacional. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

SAÚDE I: Brasil tem 171 mil mortes e 6,2 milhões de casos acumulados

O número de casos acumulados de covid-19 passou de 6.166.606 para 6.204.220 entre quarta e quinta-feira (25 e 26/11). Nas últimas 24 horas, foram registrados 37.614 diagnósticos positivos para a doença, abaixo dos 47.898 acrescidos às estatísticas na quarta-feira.

Mortes - As mortes decorrentes da pandemia do novo coronavírus saíram de 170.769 para 171.460. Entre quarta e quinta-feira, foram registrados 691 óbitos, número superior às 654 notificações incluídas no balanço de quarta. Ainda há 2.177 óbitos em investigação, dados referentes a quarta-feira.

Atualização diária - As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quinta-feira (26/11). O órgão divulga a cada dia um balanço a partir de informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Acompanhamento - Ainda conforme a atualização do ministério, há 504.161 pacientes em acompanhamento. Outras 5.528.599 pessoas já se recuperaram da doença.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais mortes pela covid-19 são São Paulo (41.773), Rio de Janeiro (22.394), Minas Gerais (9.904), Ceará (9.545) e Pernambuco (8.987). As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (722), Roraima (723), Amapá (802), Tocantins (1.155) e Rondônia (1.535). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 27 11 2020

SAÚDE II: Boletim registra 64 mortes por Covid-19 em 24 horas

saude II 27 11 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (26/11) mais 2.346 casos confirmados e 64 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. O boletim registra também 2.058 diagnósticos retroativos, do período entre 5 de abril a 24 de novembro, que estavam em investigação e agora foram encerrados e automaticamente computados no sistema. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 266.639 casos e 5.989 mortes em decorrência da doença.

Internados - Nesta quinta-feira (26/11) são 1.065 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19. Destes, 862 ocupam leitos SUS (428 em UTI e 434 clínicos/enfermaria) e 203 da rede particular (80 em UTI e 123 clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.177 pacientes internados, 461 em leitos UTI e 716 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 64 pacientes. São 30 mulheres e 34 homens com idades que variam de 31 e 99 anos. Os óbitos ocorreram entre 26 de junho e 26 de novembro.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (28), Curitiba (8), Cianorte (2), Guarapuava (2), Maringá (2), Paranaguá (2), Rio Branco do Sul (2) e São José dos Pinhais (2). Houve ainda o registro de uma morte em cada um dos seguintes municípios: Araucária, Cambé, Campo Largo, Campo Magro, Cascavel, Castro, Dois Vizinhos, Foz do Iguaçu, Itapejara d’Oeste, Marilândia do Sul, Pato Branco, Pinhais, Santo Antonio da Platina, São Miguel do Iguaçu, União da Vitória e Ventania.

Fora do Paraná - O monitoramento contabiliza 2.619 casos de pessoas que não moram no Estado, das quais 54 foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Cirurgias eletivas são suspensas por 30 dias em todo o Paraná

saude cirurgia 27 11 2020A Secretaria de Estado da Saúde suspende por 30 dias a realização de cirurgias eletivas no Paraná. A determinação, publicada por meio da Resolução Sesa nº 1412/2020, tem validade a partir do dia 1º de dezembro de 2020 e poderá ser estendida ou reduzida de acordo com a situação epidemiológica e a taxa de ocupação de leitos de UTI e enfermaria no Estado.

Não se aplica - A nova Resolução não se aplica aos procedimentos de cardiologia, oncologia e nefrologia. Como também não suspende os exames considerados necessários, em caráter de urgência, pelo médico prescritor, procedimentos realizados em âmbito ambulatorial e outros procedimentos os quais, a critério médico, sejam considerados de urgência ou emergência.

Covid-19 - A norma regra foi imposta considerando o crescimento agudo de casos confirmados de Covi-19 no Estado e a elevada ocupação dos leitos de UTI e enfermaria, conforme boletim diário vinculado ao Ministério da Saúde.

Revogação - A Resolução 1412/2020 revoga a Resolução Sesa número 1026/2020. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira AQUI

 

SAÚDE IV: Secretaria emite primeira nota orientativa sobre a dengue

saude III 27 11 2020A Secretaria de Estado da Saúde aprovou em reunião do Centro de Operações em Emergências (COE) e publica a Nota Orientativa (número 1) sobre arboviroses que trata da “Organização da Rede de Atenção à Saúde para Enfrentamento da Dengue no Paraná”.

Organização e integração - Trata-se mais uma medida visando a organização e integração dos serviços de saúde do Estado, garantindo ao usuário do SUS o atendimento oportuno e resolutivo em todos os níveis de atenção.

Plano Estadual - “A publicação sistemática de notas orientativas, abastecendo os profissionais de saúde com informações atualizadas, é um dos objetivos do Plano Estadual de Ação para o Enfrentamento da Dengue no período 2020/2021, implantado há cerca de um mês”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Informações - A Nota Orientativa traz informações para o acolhimento, atendimento, diagnóstico e manejo de casos suspeitos e confirmados nos serviços da rede de Atenção Primária à Saúde, nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), nos hospitais portas de entrada para casos de Urgência e Emergência e nos hospitais de retaguarda para internação.

Atenção - Entre os pontos comuns a todos os serviços de atenção está a prioridade do atendimento de usuários com condições especiais, risco social ou comorbidades que podem agravar quadros de dengue, que são lactentes menores de 2 anos, gestantes, adultos com idade acima de 60 anos, portadores de hipertensão, doenças cardiovasculares graves, diabetes, doenças autoimunes e doenças crônicas pulmonares, hematológicas e renais.

Pontos comuns - Outros pontos comuns a todos os serviços são a obrigatoriedade da notificação de casos e registro de prontuário, que servirão de base para desencadear demais ações de manejo e controle da dengue.

Primeiro - “Esta é a primeira de uma série de Notas Orientativas que pretendemos publicar com intuito de agilizar o atendimento e aprimorar o diagnóstico da dengue no Paraná”, afirmou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes. Segundo ela, a Secretaria já estamos produzindo este tipo de documento relacionado à Covid-19, com retorno positivo dos profissionais, empresas de todos os setores, órgãos públicos e privados e da população em geral, que têm recorrido aos materiais como fonte de informação. “Já são 52 Notas publicadas sobre a Covid-19; um verdadeiro guia com ações fundamentais para a prevenção, manejo, tratamento e controle da doença”, afirmou. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira a nota orientativa completa clicando aqui.

 


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