Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4960 | 01 de Dezembro de 2020

ENCONTRO ESTADUAL: Confira os canais de comunicação disponíveis para acompanhar o evento

Está chegando a hora! O Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses será realizado na sexta-feira (04/12), das 8h30 às 11h30, em formato digital. O evento, promovido pelo Sistema Ocepar, terá o pronunciamento de autoridades e lideranças do setor e diversas atrações. Haverá a apresentação de palestra com o tema “O mundo pós-pandemia”, com o estrategista da área de Comunicação, Nizan Guanaes. O Espaço Sou Arte, de Campo Mourão (PR), vai animar o público com muita arte circense, dança e teatro. Já o ilusionista Paul & Jack fará um show de mágica ao vivo durante o evento. Tudo será transmitido por diferentes meios de comunicação, como o canal do Sistema Ocepar no Youtube, pela TV Paraná Cooperativo, Canal Rural e plataforma da Rede Massa. Confira abaixo como acessá-los no dia do Encontro Estadual.

TV PARANÁ COOPERATIVO

https://bit.ly/3q9e2Rp

CANAL RURAL PELA TV

Canal Rural na NET: 185 e 685

Canal Rural na Sky: 164

Canal Rural na OiTV: 179

Canal Rural na ClaroTV: 185

Canal Rural na parabólica analógica: banda C na Star One C2

Canal Rural na parabólica digital: Star One C2

Canal Rural no Youtube

REDE MASSA

https://ocepar.mural-web.com/

Pela plataforma streaming, que terá a participação do time de jornalistas da Rede Massa e do professor Eugênio Stefanelo

encontro estadual folder 30 11 2020

 

COAMO: R$ 138 milhões em sobras serão antecipadas aos cooperados

coamo 01 12 2020A antecipação de parte das sobras de cada exercício já é uma tradição na Coamo Agroindustrial Cooperativa. Na manhã desta terça-feira (01/12), a diretoria da Coamo anunciou aos seus cooperados que o dinheiro, também apelidado de “13º do cooperado” será distribuído no próximo dia 09 de dezembro no valor total de R$ 138 milhões para 29,4 mil cooperados, conforme a movimentação de cada cooperado na cooperativa. Esse é um momento aguardado com grande expectativa pelos agricultores associados e as comunidades na área de atuação da cooperativa no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Benefício - O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, destaca que a tradição de antecipar as sobras é um benefício comemorado pelo quadro social. “Os cooperados sabem que dezembro é o mês de antecipação das sobras, é um momento aguardado, e isso só é possível devido a solidez da cooperativa”, frisa. Os cooperados receberão o valor de R$ 0,60 por cada saca de soja entregue, R$ 0,15 pelo milho, R$ 0,20 pelo trigo e 1,60% sobre os insumos adquiridos na cooperativa.  

Teleatendimento - Em função da pandemia ocasionada pelo coronavírus, a Coamo pede aos cooperados para evitarem o comparecimento nos entrepostos no dia do pagamento, 09 de dezembro. Gallassini orienta para que os cooperados utilizem os canais de comunicação da cooperativa para contactar com o entreposto e decidir o que será feito com o dinheiro das sobras. “São várias as opções. O cooperado pode pedir para transferir a sua conta bancária, na Credicoamo, pagar alguma pendência [caso tenha ou deixar na sua conta. Cada um pode fazer o que bem entender com esse dinheiro que é muito bem-vindo. Só reforçamos para evitar a ida dia 09 na Coamo para evitar aglomeração, pois continuamos com todos os cuidados na prevenção da Covid-19”, afirma.

Resultado - O presidente do Conselho de Administração da Coamo ressalta que a antecipação das sobras é o resultado de um ano que vai ficar para a história. “Se por um lado temos essa pandemia, que é algo muito ruim, pelo outro temos um ano muito bom para o agronegócio. A Coamo terá o seu melhor ano. Fazemos questão de transferir o que é dos cooperados para eles que são os donos da cooperativa e recebem parte do lucro, que no cooperativismo é chamado de sobras. Quanto mais participar, mais forte ele fica e mais forte fica a cooperativa.” (Imprensa Coamo)

 

CASTROLANDA: Cooperativa completa 69 anos com faturamento recorde e nova estrutura corporativa

A Cooperativa Castrolanda, nesta segunda-feira (30/11), completou 69 anos de história. A data remonta a chegada dos primeiros grupos de imigrantes holandeses que vieram ao país e deram início ao desenvolvimento da cooperativa no Estado do Paraná. Os pilares da fé, educação e cooperação, que compõem o tripé da imigração, têm sido a base e a sustentação para toda Castrolanda.

Essencial - “Ressaltar e perpetuar a nossa cultura é essencial. Ano após ano temos conseguido superar nossas expectativas, além disso, mostramos a importância do agronegócio para a economia brasileira, gerando emprego, renda e fazendo com que as regiões em que atuamos se desenvolvam com sustentabilidade”, destaca o Diretor Presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman.

Resultados expressivos - Nestas quase sete décadas de história, e como resultado de investimentos assertivos e trabalho de cooperados e colaboradores, a Castrolanda tem alcançado resultados expressivos. Neste mês de novembro, pela primeira vez na história, a cooperativa superou a barreira dos R$ 4 bilhões de faturamento.

Trabalho conjunto - “Apesar da pandemia e todas as questões inerentes à Covid-19, tem sido um ano muito bom para o agro e, especialmente, para a gente. Todo esse resultado é fruto do trabalho em conjunto e bases sólidas construídas por nossos pioneiros durante esses anos”, afirma o Diretor Executivo Seung Lee.

Nova Estrutura Corporativa - A data também marca a reinauguração da sede administrativa, em Castro/PR. Após um ano e nove meses de trabalho, o ambiente foi desenhado com um mix de culturas e texturas com objetivo de reestruturar e melhorar o local, oferecendo acessibilidade e otimizando os espaços.

Origem - “O projeto nasceu de um anseio e desejo para que tenhamos um local apropriado e que pudéssemos conectar a imagem da Castrolanda ao mercado. Tenho certeza que atingimos a expectativa, ao entregar um produto muito especial, conectado a história e a essência da Cooperativa”, destaca o Coordenador de Engenharia, Gustavo Viganó. “Somos movidos por pessoas. Por isso, em todos os ambientes, buscamos levar conforto, bem-estar e funcionalidade dos espaços para os nossos cooperados, colaboradores e parceiros”, ressalta Willem.

Tripé - Todo o projeto é contemplado por elementos, texturas, design, paisagismo e que estão ligados ao tripé da imigração: fé, educação e cooperação.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com 69 anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. A Castrolanda possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite, batata e cerveja. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

{vsig}2020/noticias/12/01/castrolanda_/{/vsig}

ALEGRA: Novas gerações despertam em indústrias alimentícias urgência de olhar para bem-estar animal

Qual é a origem da carne que você consome? Esse é um ponto que vem sendo debatido com cada vez mais frequência no mundo. No Brasil, a discussão ainda engatinha, capitaneada principalmente pelas novas gerações de consumidores. Uma pesquisa realizada pela World Animal Protection já demonstrava, lá em 2016, que nove em cada dez brasileiros acreditam que um sistema de bem-estar animal produz uma carne de melhor qualidade e que os jovens de 18 a 29 anos, no geral, têm maior preocupação com os métodos de abate.

Manejo - “Estudos já comprovaram que o manejo que antecede o abate interfere diretamente na qualidade da carne, independente da espécie animal”, relata o responsável técnico da Alegra, indústria de alimentos de origem suína, Marcelo Tirelli de Siqueira. A empresa dos Campos Gerais do Paraná é uma das pioneiras no Brasil na forma adequada de tratamento dos seus animais. Em 2017, foi a primeira a planta a conquistar a certificação em bem-estar suíno, pela World Quality Services (WQS). O desenvolvimento de uma estrutura voltada ao bem-estar animal foi um quesito trabalhado desde o início do projeto da indústria. “Esse sempre foi um cuidado na elaboração da unidade, por isso, optou-se por instalar um sistema de insensibilização por CO2, como alternativa a outros métodos mais econômicos e largamente utilizados no Brasil e no mundo”, explica Tirelli.

Foco - Com conhecimento e comprometimento focado no bem-estar animal, o veterinário sanitarista da Alegra, Marlon Vanderlei Weirich Pappen, ficou recentemente em primeiro lugar no Prêmio Oink Paraná, uma competição de perguntas e respostas sobre conhecimentos técnicos da suinocultura quanto às Doenças Entéricas. O prêmio é uma iniciativa da MSD Saúde Animal, apoiada pela Agriness. “Participar deste campeonato foi uma grande experiência profissional e pessoal. Os temas abordados são essenciais para ter produtos com a qualidade que nós da Alegra prezamos. Com certeza esse prêmio é uma conquista de toda a equipe”, comenta Marlon.

Produção - Na produção, os benefícios da iniciativa aparecem na qualidade da mercadoria e na rotina de trabalho dos colaboradores. “O principal impacto é ver a mudança de comportamento dos colaboradores com os animais e a forma como o processo fica mais leve para todos. É o conceito do bem-estar único. Portanto, para os colaboradores, investimos em treinamentos sobre bem-estar animal, no descanso regulamentar durante sua jornada de trabalho, no rodízio de funções, na capacitação dos motoristas e no esclarecimento das normas aos responsáveis pelo transporte e aos cooperados”, diz. “O manejo correto evita hematomas, fraturas e estresse excessivo, fatores que comprometem a qualidade da carne e podem ocasionar a perda de nutrientes”, complementa.

Diferencial competitivo - Com esse crescimento da consciência dos consumidores sobre a procedência e qualidade dos produtos, o bem-estar animal se torna um diferencial competitivo para as empresas também. “Quando iniciamos a produção dentro desse modelo, foi uma questão de tempo até o reconhecimento de nossos controles sobre os códigos de práticas definidos por organizações nacionais e internacionais, como a World Animal Protection no Brasil e North American Meat Institute”, finaliza Tirelli.

Sobre a Alegra - A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas. Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra)

{vsig}2020/noticias/12/01/alegra/{/vsig}

LAR: Complexo industrial é inaugurado em Caarapó (MS)

A estrutura pujante, estabelecida em área de 30 hectares a margem da rodovia BR 163, no município de Caarapó, foi inaugurada oficialmente pela Lar Cooperativa Agroindustrial no último sábado (28/11). O complexo industrial da Lar contempla recepção e armazenagem de soja, com capacidade estática para 72 mil toneladas e processamento de 450 mil toneladas de soja/ano; possibilitará a produção anual de 90 mil toneladas de óleo e outras 360 mil toneladas de farelo; além de 120 mil toneladas de biodiesel/ano, já na área de energia elétrica é possível produzir 21 megawatts/hora, o suficiente para abastecer todo o complexo e ainda comercializar o excedente. O local recebeu 219 milhões de reais de investimento de uma empresa privada e outros 90 milhões da Lar Cooperativa.

Apoio - Irineo da Costa Rodrigues agradeceu o apoio do governo do Estado, mencionou que as indústrias de Caarapó já estão em operação com um excelente rendimento industrial, um local muito moderno e preparado. “A cooperativa é por sua essência uma sociedade de pessoas, formada por pessoas e que trabalha para trazer desenvolvimento às pessoas” afirmou o dirigente ao mencionar a diretriz da Lar em priorizar seus associados e funcionários.

Recebimento de grãos - A Lar é responsável pelo recebimento de cerca de 18% dos grãos do Mato Grosso do Sul, está presente em mais de 17 municípios, e recebeu na última safra mais de 30 milhões de sacas de soja e outras 30 milhões de sacas de milho. “Trocamos tributos por emprego” declarou o governador do Estado Reinaldo Azambuja ao relatar as políticas públicas do Mato Grosso do Sul com foco no desenvolvimento, mencionou ainda que já existe uma parceria com o governo do Paraná em um estudo que mostra a viabilidade para que a ferrovia que leve a produção sul-mato-grossense até o Porto de Paranaguá e encurta caminhos para a exportação. “Gratidão a Lar, por pegar uma estrutura que era massa falida de uma empresa que não conseguiu concluir o projeto, foi a leilão, adquiriram, investiram, agregam valor à produção e acreditam no nosso Estado”, concluiu o governador com votos de que as oportunidades possam continuar surgindo para o Mato Grosso do Sul.

Presença - A solenidade foi realizada com a presença do governador Reinaldo Azambuja, presidente da Organização das Cooperativas – OCB/MS, Celso Ramos Régis; presidente da Assembleia Legislativa do MS, deputado Paulo Corrêa; deputado estadual Zé Teixeira, prefeito André Nezzi, e também os secretários de Estado: Eduardo Riedel, Jaime Verruck e Geraldo Rezende.

Mais industrialização em MS O prefeito de Caarapó, André Nezzi, falou da satisfação em ver a estrutura totalmente revitalizada e em operação, pois estava há 11 anos inativa, agradecendo a visão empreendedora da Lar e o incentivo do governo do Estado, que resultam em mais geração de emprego e renda no município. O presidente da OCB/MS Celso Ramos Régis, ressaltou a força do cooperativismo no Estado, no momento em que várias empresas fecham, as cooperativas crescem e com segurança, parabenizou a Lar que continua ampliando suas atividades e é extremamente relevante em diversos municípios sul-mato-grossenses.

Viabilidade - “Buscamos sempre a viabilidade do produtor rural”, declarou o superintendente de Negócios Agrícolas da Lar, Vandeir Conrad, ao explanar sobre a relevância da nova estrutura da Lar em Caarapó, um salto para a industrialização e agregação de valor para a produção recebida pela Lar em Mato Grosso do Sul e logisticamente bem posicionada no maior polo originador de grãos da Cooperativa.

A Lar Cooperativa - Fundada em 19 de março de 1964, atua em Mato Grosso do Sul desde 2002. Atualmente é formada por mais de 11.700 associados e mais de 18 mil funcionários, sendo a Cooperativa singular que mais emprega no Brasil. A previsão de faturamento para 2020 está na casa dos R$10 bilhões. (Imprensa Lar)

{vsig}2020/noticias/12/01/lar/{/vsig}

SICREDI CENTRO SUL: Com expansão no estado fluminense, cooperativa chega em Três Rios

sicredi centro sul 01 12 2020Em 2021, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4,8 milhões de associados em 1,9 mil agências em todo o Brasil, inaugura sua primeira agência no município de Três Rios (RJ). A unidade de atendimento será a quinta da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ e a 21ª, do Sicredi no estado. “Estamos realizando um trabalho de expansão que tem como objetivo principal levar os diferenciais do cooperativismo para a população fluminense. O modelo do Sicredi se destaca pela qualidade no relacionamento com um atendimento humanizado e opções de produtos financeiros adequados ao perfil e às necessidades dos associados, que podem participar das decisões estratégicas da cooperativa”, destaca o presidente da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Santo Cappellari.

Obras - A nova agência começou a ser construída em novembro e a cooperativa prevê que o projeto seja concluído em junho de 2021, em um investimento aproximado de R$ 2 milhões. Com 423 metros quadrados, o local terá conceito eco-friendly, com ações que visam a redução dos impactos ambientais. O espaço terá otimização da iluminação natural, geração de energia fotovoltaica, reaproveitamento de água da chuva e utilização de tecnologia para redução do uso de papel.

Escritório de negócios - De acordo com o presidente da cooperativa, antes da inauguração da agência, um escritório de negócios será montado no município, já no início do próximo ano, para iniciar o relacionamento com associados e aumentar a proximidade com a comunidade. “No escritório será possível realizar a abertura de contas e a contratação de diversos produtos e serviços”, explica.

Cooperativas X Bancos - As origens do Sicredi estão no surgimento da primeira cooperativa de crédito brasileira, em 1902, no Rio Grande do Sul. A instituição financeira cooperativa tem como diferencial um modelo de gestão que valoriza a participação das pessoas. Os associados votam e decidem sobre os rumos da sua cooperativa, tendo direito a uma parcela das ‘sobras’, como é chamado o resultado positivo de uma cooperativa de crédito. Além disso, desenvolve soluções de acordo com as necessidades dos associados. Como um importante instrumento de incentivo para o desenvolvimento econômico e social, os ativos dessas instituições são usados para financiar os próprios associados, mantendo os recursos nas regiões nas quais eles foram gerados.“Construir juntos uma sociedade mais próspera! Essa é a nossa missão. Estamos felizes em poder concretizar este grande projeto na cidade de Três Rios e mostrar a diferença que o Sicredi faz na vida dos associados e da comunidade”, destacou a gerente regional de desenvolvimento da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Maria Joceli Kovalski.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros, como: conta corrente, poupança, cartões, financiamentos, investimentos, consórcios, seguros, dentre outros. (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins

 

UNIMED LONDRINA: Mais de 300 crianças recebem terceiro kit do projeto Saúde Bucal

A Unimed Londrina realizará a terceira e última entrega do kit de higiene bucal, do Projeto Saúde Bucal. Será nesta terça-feira (01/12), na Escola Municipal Profª. Vilma Rodrigues Romero, em Londrina (PR). A iniciativa visa a ensinar os alunos a cuidar da saúde da boca de forma divertida e lúdica. Como o encontro encerra a edição deste ano, os estudantes receberão além do kit, pipoca, suco e um brinde da Dental Clean.

Adaptação - Por conta da pandemia da Covid-19, o projeto precisou adaptar sua dinâmica já que as escolas ficaram fechadas neste ano. “No Projeto Saúde Bucal, ao invés de realizarmos uma atividade presencial, em que um dentista ensina de forma lúdica como escovar os dentes, um kit contendo fio dental, pasta e escova de dente, será entregue junto com um folder ensinando os seis passos para escovação correta dos dentes”, explica gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti. O material impresso que acompanha o kit teve a supervisão técnica da dentista Hellen Martinez, voluntária do projeto.

Atendimento - Neste ano, o projeto atendeu 310 estudantes da instituição. Outras duas entregas foram realizadas no período: uma em junho e outra em setembro. Esta dinâmica visa a reforçar os cuidados com a higiene da boca, além de promover a troca da escova de dente entregue no kit. “É um trabalho contínuo e que traz ótimo retorno para os participantes”, complementa Fabianne.

Dia todo - A entrega dos kits e a atividade diferenciada serão durante o dia todo, na Rua Paulo Akaichi, 70, Residencial Terra Nova. Caso tenha interesse em realizar a cobertura, o horário de maior movimento será das 9h às 11h.

Recomendação - A escola atendida nesta edição foi recomendada pela Secretaria Municipal de Educação, parceira do projeto. A Dental Clean também é parceira da iniciativa ao contribuir com os kits.

O projeto - O Projeto Saúde Bucal está em seu 4º ano de atividade e já atendeu 1.114 crianças de quatro escolas municipais de Londrina. (Imprensa Unimed Londrina)

AGRICULTURA: IDR-Paraná promove concurso para premiar colheita de soja

A região de Maringá (Noroeste) realiza o 16º Concurso Regional de Qualidade na Colheita da Soja. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná - Iapar-Emater (IDR-Paraná) criou a competição para melhorar o desempenho durante a colheita do produto. O concurso premia os operadores de máquinas que forem mais eficientes no trabalho.

Premiação - A premiação desta edição será de forma virtual e transmitida pelo canal do YouTube do IDR-Paraná na quinta-feira (03/12) às 19h. O link direto para acompanhar o evento pode ser acessado clicando aqui (https://youtu.be/je2JbTCb6vI).

Redução do desperdício - O concurso tem como objetivo demonstrar que é possível reduzir os desperdícios na colheita e aumentar os lucros com a soja, com uma boa revisão, regulagem e manutenção das colheitadeiras.

Avaliação - Nesta edição, safra 2019/2020, foram avaliadas 200 colheitadeiras, em vinte municípios da região. As avaliações das máquinas foram realizadas com a aplicação de uma metodologia desenvolvida pela Embrapa Soja, seguindo o protocolo técnico do MIC-Soja (Monitoramento Integrado de Colheita da Soja).

Equipes - As equipes de avaliadores são formadas por profissionais do IDR-Paraná e universitários da Unicesumar, Universidade Estadual de Maringá (UEM) e Uningá. Também integram as equipes alguns profissionais das prefeituras, sindicatos, cooperativas e empresas privadas do setor.

História - Na safra 1995/1996 o IDR-Paraná realizou a primeira edição do concurso municipal de redução de perdas da colheita da soja em Maringá. Naquele ano a competição contou com a participação de 22 operadores de colheitadeiras. Na safra 2003/2004 o concurso foi ampliado para outros municípios e passou a ter um caráter regional. Na safra 2018/2019 passou a se chamar Concurso de Qualidade na Colheita de Soja, reforçando a importância das boas práticas agrícolas adotadas pelos agricultores.

Resultados - Segundo a Embrapa, durante a colheita da soja na safra 2018/2019 o desperdício médio no Paraná chegou a 1,17 sacas/ha. A média de desperdício dos participantes do concurso ficou bem abaixo desse índice, 0,45 sacas/ha. Um resultado conseguido graças à orientação dos operadores das colheitadeiras.

Economia - Nos 50.000 hectares cultivados pelos participantes do concurso obteve-se uma economia de 36.000 sacas de soja, causando um impacto financeiro em torno de R$ 3,6 milhões para a região de Maringá. (Preço médio da saca de soja: R$ 100/saca).

Paraná - O Paraná cultiva em torno 5,4 milhões de hectares de soja. Se todos os operadores tivessem o mesmo desempenho dos participantes do concurso, seriam 3.888.000 sacas não desperdiçadas e uma economia para o estado em torno de R$ 388,8 milhões.

Brasil - No Brasil, onde são cultivados em torno de 62.400.000 hectares e o desperdício médio é de 2,0 sacas/ha, a economia seria de R$ 9,6 bilhões, relativos a 96.720.000 sacas que não ficariam no campo.

Campanha - O evento de premiação terá ainda um apelo solidário. Está prevista a campanha Colheita Solidária, que vai arrecadar alimentos entre os participantes e parceiros, para distribuição a instituições beneficentes e assistenciais da região de Maringá. Também será elaborada uma revista eletrônica para divulgar o histórico do concurso e o impacto dos resultados obtidos ao longo dessas décadas de trabalho, além de informar os produtores sobre os protocolos de boas práticas agrícolas. (Agência de Notícias do Paraná)

{vsig}2020/noticias/12/01/agricultura/{/vsig}

PUBLICAÇÃO: Mapa lança livro Uma Jornada pelos Contrastes do Brasil: Cem anos do Censo Agropecuário

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participa, nesta terça-feira (01/12), do lançamento do livro “Uma Jornada pelos Contrastes do Brasil: Cem anos do Censo Agropecuário". A live será transmitida pelo canal do Mapa no Youtube.

Diagnóstico - A obra traz um diagnóstico do setor agropecuário brasileiro, elaborado por 64 pesquisadores e professores, a partir da análise dos dados coletados pelo Censo Agropecuário, realizado no país desde 1920.É uma parceria do Mapa com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Organização - O livro foi organizado pelo diretor de Programa do Mapa, José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, e pelo coordenador-geral de Políticas e Informações do Mapa, José Garcia Gasques.

Ipea e IBGE - Além da ministra e dos organizadores, participam do evento virtual o presidente do Ipea, Carlos von Doellinger, e a presidente do IBGE, Susana Cordeiro Guerra. (Mapa)

SERVIÇO

Lançamento do livro “Uma Jornada pelos Contrastes do Brasil: Cem anos do Censo Agropecuário”

Data: 01/12/2020

Horário: 15h

Onde acompanhar: https://bit.ly/youtube-mapa

 

ECONOMIA: Contas públicas registram saldo positivo após oito meses de déficit

economia 01 12 2020Depois de oito meses seguidos de resultado negativo, as contas públicas fecharam outubro com saldo positivo. O setor público consolidado, formado por União, Estados e municípios, apresentou superávit primário de R$ 2,953 bilhões em outubro, segundo o relatório de estatísticas fiscais divulgado nesta segunda-feira (30/11) pelo Banco Central (BC).

Primeira vez - De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, é a primeira vez que o mês de outubro apresenta superávit primário. “Há uma mudança muito grande neste cenário após, de março ou abril para cá, observarmos déficits primários muito significativos. Este superavit de [quase] R$ 3 bilhões do setor público consolidado vem depois de déficits acima de R$ 100 bilhões mensais em abril, maio e junho”, disse em coletiva sobre o resultado das contas públicas.

Governo Central - Segundo o documento, houve, no Governo Central, déficit de R$ 3,210 bilhões. Já os governos regionais (estados e municípios) e as empresas estatais apresentaram superávit de R$ 5,164 bilhões e de R$ 998 milhões, respectivamente.

Acumulado - Até outubro, o déficit primário acumulado do setor público consolidado estava em R$ 632,973 bilhões. No mesmo período de 2019, este item apresentava déficit de R$ 33,047 bilhões. Segundo o relatório, no acumulado de 12 meses o déficit primário ficou em R$ 661,798 bilhões, representando 9,13% do Produto Interno Bruto - PIB.

Juros nominais - Os juros nominais do setor público consolidado somaram R$ 33,877 bilhões em outubro. No mesmo mês do ano anterior ele estava em R$ 20,330 bilhões. De acordo com o BC, essa progressão foi influenciada pela “evolução desfavorável do resultado das operações de swap cambial” (perda de R$ 7 bilhões em outubro de 2020, ante ganho de R$7,7 bilhões em outubro de 2019).

Valor - “Nos últimos 12 meses, os juros nominais atingiram R$ 349,2 bilhões (4,82% do PIB), comparativamente a R$ 366,5 bilhões (5,10% do PIB) no acumulado até outubro do ano anterior”, acrescenta a nota divulgada pelo BC.

Resultado nominal - O resultado nominal do setor público consolidado em outubro – item que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados – ficou deficitário em R$ 30,924 bilhões. De janeiro a outubro, o déficit nominal chegou a R$ 919,446 bilhões, contra R$ 919,446 bilhões. Em 12 meses, o déficit nominal chegou a R$ 1,011 trilhão, o que corresponde a 13,95% do PIB.

Dívida pública - Em outubro, a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) está em R$ 4,435 trilhões (61,2% do PIB), resultado que, segundo o Banco Central, reflete os impactos da desvalorização cambial de 2,3%; do efeito da variação do PIB nominal; e dos juros nominais apropriados.

Aumento - No ano, a relação DLSP/PIB aumentou 5,5 pontos percentuais, em decorrência do déficit primário acumulado, que cresceu 8,7 pontos percentuais; das despesas com juros (aumento de 4 pontos percentuais); do efeito da desvalorização cambial acumulada de 43,2% (redução de 6,5 pontos percentuais); e do ajuste da paridade da cesta de moedas da dívida externa líquida (redução de 0,7 ponto percentual).

Dívida Bruta - A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) registrada em outubro, que compreende governo federal, INSS e governos estaduais e municipais, ficou em R$ 6,574 trilhões, valor que equivale a 90,7% do PIB (aumento de 0,2 ponto percentual do PIB em relação ao mês anterior).

Consequência - “Essa evolução decorreu principalmente da incorporação de juros nominais (aumento de 0,5 ponto percentual), do efeito da desvalorização cambial (aumento de 0,2 ponto percentual), e do efeito da variação do PIB nominal (redução de 0,4 ponto percentual)”, informou o BC.

Emissões - No ano, o aumento de 15 pontos percentuais na relação entre Dívida Bruta e PIB se deve às emissões líquidas de dívida (aumento de 9 pontos percentuais); à incorporação de juros nominais (aumento de 3,8 pontos percentuais); e à desvalorização cambial acumulada (aumento de 2,1 pontos percentuais). (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

ENERGIA ELÉTRICA: Aneel reativa bandeiras e define vermelha patamar 2 para dezembro

energia eletrica 01 12 2020A diretoria da Aneel decidiu, em reunião extraordinária realizada nesta segunda-feira (30/11), reativar a sistemática de acionamento das Bandeiras Tarifárias. Aplicando a metodologia, ficou estabelecida a bandeira vermelha Patamar 2 no mês de dezembro de 2020, com custo de R$ 6,243 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Pandemia - Em maio deste ano, em virtude da pandemia do novo Coronavírus, a Aneel havia decidido manter a bandeira verde acionada até 31 de dezembro deste ano, mas a queda no nível de armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas e a retomada do consumo de energia levaram à revisão da decisão desta segunda.

Sinalização - Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias funciona como uma sinalização para que o consumidor de energia elétrica conheça, mês a mês, as condições e os custos de geração no País. Quando a produção nas usinas hidrelétricas (energia mais barata) está favorável, aciona-se a bandeira verde, sem acréscimos na tarifa. Em condições ruins, podem ser acionadas as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2. Saiba mais sobre as Bandeiras Tarifárias em vídeo educativo da Aneel.

Desperdício - “Com o anúncio da bandeira vermelha patamar 2 é importante que os consumidores busquem evitar o desperdício de água e energia”, disse o diretor-geral da Aneel, André Pepitone.

Dicas - Confira abaixo algumas dicas para economizar energia.

Chuveiro elétrico

●     Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos

●     Selecionar a temperatura morna no verão

●     verificar as potências no seu chuveiro e calcular o seu consumo

Ar condicionado

●     Não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado

●     Manter os filtros limpos

●     Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado

●     Colocar cortinas nas janelas que recebem sol direto

Geladeira

●     Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário

●     Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções

●     Nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira

●     Deixar espaço para ventilação na parte de trás da geladeira e não utilizá-la para secar panos

●     Não forrar as prateleiras

●     Descongelar a geladeira e verificar as borrachas de vedação regularmente

Iluminação

●     Utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo; pintar o ambiente com cores claras

Ferro de passar

●     Juntar roupas para passar de uma só vez

●     Separar as roupas por tipo e começar por aquelas que exigem menor temperatura

●     Nunca deixe o ferro ligado enquanto faz outra coisa

Aparelhos em stand-by

●     Retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências

(Aneel)

 

INFRAESTRUTURA: Em 11 meses, portos do Paraná batem recorde histórico de cargas

infraestrutura 01 12 2020Os portos do Paraná colecionam mais uma expressiva marca. Paranaguá e Antonina alcançaram nesta segunda-feira (30/11) o recorde de 53,382 milhões de toneladas de cargas movimentadas. O volume é o maior da história. O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou em Paranaguá da contagem regressiva que consolidou o marco inédito e que foi comemorado com os trabalhadores portuários. A previsão é que apenas o mês de novembro feche com 4.459.487 de toneladas movimentadas.

Momento histórico - “Um momento histórico, a maior movimentação em 85 anos do porto de Paranaguá. Quebramos um recorde que já havia sido batido no ano passado, com 53 milhões de toneladas. Mas em 2019, foi no último dia do ano e desta vez foi com um mês de antecedência”, afirmou. Ele ressaltou, também, que o recorde será ainda ampliado, já que falta um mês completo para fechar 2020.

Mais significativa- Ratinho Junior destacou que a marca se torna ainda mais significativa em virtude dos percalços que marcaram 2020, especialmente a pandemia causada pelo novo coronavírus. A crise sanitária, reforçou ele, acabou por desencadear uma retenção na economia de todo mundo e, no Paraná, verificada com a diminuição da arrecadação.

Planejamento - “Trabalhamos muito com planejamento para que os portos paranaenses não fechassem um dia sequer por causa da pandemia. Tudo isso garantindo a segurança dos trabalhadores e de quem usa os nossos terminais. Nos tornamos referência para o País”. afirmou o governador. “Em um ano totalmente difícil, por isso temos muito a comemorar. É fruto de um excelente trabalho de equipe”, disse, enquanto vistoriava o Centro de Controle de Operações, que monitora as atividades portuárias.

Seis recordes no ano - Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia destacou que a conquista desta segunda-feira é a “cereja do bolo” de um ano bastante especial para os portos paranaenses. Ele lembrou que foram atingidos seis recordes no ano. Os melhores meses de março, abril, maio, setembro e outubro da história em movimentações.

Maio - Com 5.716.477 toneladas, maio se tornou também o melhor resultado mensal da história dos Portos. “É um resultado do Paraná, de toda a comunidade portuária. Sempre falamos aqui: o porto tem se ser cada vez mais competitivo e eficiente”, ressaltou Garcia.

Trabalho - “Apesar da pandemia, o ano foi de muito trabalho. As exportações de grãos e alimentos cresceram, com o câmbio favorável, e o tempo seco favoreceu os embarques”, completou. “Além disso a safra foi recorde do Paraná, uma união de fatores que aumenta a nossa responsabilidade em busca de novos recordes”, acrescentou.

Exportação- Cerca de 65% da movimentação dos portos paranaenses, entre janeiro e outubro deste ano foram de produtos de exportação: 38,1 milhões de toneladas de cargas. O volume nesse sentido do comércio exterior é 13% maior que o registrado no mesmo período, em 2019 (28,2 milhões de toneladas). As importações somaram 17,1 milhões de toneladas. Cerca de 4% mais que no ano passado, com 16,4 milhões de toneladas.

Grãos - Mais de 66% das exportações e importações foram de granéis sólidos. Foram quase 32,5 milhões de toneladas de grãos, movimentadas entre de janeiro e outubro de 2020. No ano anterior, foram 29,6 milhões de toneladas (alta de 10%).

Destaque - Nesse segmento, destaque para o aumento de 78% registrado no volume de açúcar embarcado. Já são 3,67 milhões de toneladas exportadas, ante 2 milhões em 2019. Somente no último mês, foram 566.617 toneladas, mais que o dobro do que o registrado em outubro do ano passado.

Desempenho - Secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex reforçou que os resultados são frutos de uma administração independente, focada em entregar o melhor desempenho e fazer dos portos do Paraná os mais produtivos do País.

Quadro técnico - “Temos um quadro extremamente técnico que se dedica, diariamente, para manter a excelência nos serviços prestados nos portos de Paranaguá e Antonina. Mesmo com a pandemia, o Paraná não parou e seguiu avançando”, comentou o secretário. “É uma superação de todos, do povo paranaense. Temos sim o porto mais eficiente do País, reflexo da dedicação integral de toda uma equipe”, completou.

Caminhões - Em 2020, de janeiro até o dia 27 de novembro, 422.774 caminhões passaram pelo porto de Paranaguá. O número é aproximadamente 12,7% maior que durante todo o ano de 2019, quando foram pouco mais de 375.899 veículos recebidos. Os caminhoneiros, que não pararam durante a pandemia de Covid-19, são responsáveis por 84% da movimentação de produtos que chegam ou saem pelo porto paranaense.

Presenças - Participaram do evento os prefeitos José Paulo Azim (Antonina) e Marcelo Roque (Paranaguá); os prefeitos eleitos Rudão Gimenes (Pontal do Paraná) e Lilian Ramos Narloch (Guaraqueçaba); os deputados estaduais Gilson de Souza e Nelson Justus; o capitão de Mar e Guerra, Rogério Antunes Machado; o delegado da Receita Federal em Paranaguá, Gerson Faucz; e os diretores do Porto André Pioli (Empresarial), Luiz Teixeira da Silva Júnior (Operações), Marcus Freitas (Jurídico), Luciano Costenaro (Administrativo Financeiro), Rogério Barzelay (Engenharia e Manutenção) e João Paulo Ribeiro Santana (Meio Ambiente).

Movimentação - Veja como foi a movimentação mês a mês dos Portos do Paraná em 2020

Janeiro – 3.446.288

Fevereiro – 3.863.794

Março – 5.235.158* (melhor março da história)

Abril - 5.528.124 * (melhor abril da história)

Maio – 5.716.477 ** (melhor maio e melhor resultado mensal da história)

Junho – 4.387.554

Julho – 5.118.798

Agosto – 5.376.451

Setembro – 5.261.752* (melhor setembro da história)

Outubro – 5.048.117* (melhor outubro da história)

Novembro – 4.459.487 - previsão

Total: 53.382.000

Quantidade de navios recebidos:

2020- 2.254

2019 - ano todo - 2.402

Quantidade de caminhões:

Até dia 27/11/2020 – 422.774

2019 (completo) – 375.899

Terminais paranaenses se destacam em premiação nacional - A empresa Portos do Paraná tem a melhor gestão pública do País. O reconhecimento foi feito pelo governo federal na premiação “Portos + Brasil”, entregue na terça-feira (24/11), pelo Ministério da Infraestrutura. Vencedora em duas das quatro categorias, a empresa pública paranaense liderou o ranking nacional nas práticas de mercado e em gestão.

Maior nota - Paraná alcançou a maior nota no Índice de Gestão das Autoridades Portuárias (IGAP): 98,5 pontos. O Estado foi o primeiro e o único a receber autonomia total na administração dos contratos de exploração dos portos organizados. A descentralização foi feita em agosto de 2019 e deu mais eficiência e celeridade aos processos envolvendo os terminais paranaenses.

Outra categoria - A Portos do Paraná ainda ganhou na categoria Execução dos Investimentos Planejados, com índice de 81,8%. O conceito é importante para mensurar a proporção do orçamento de investimento disponível que foi efetivamente executada pela autoridade portuária.

Eficiência - “Esses troféus é o reconhecimento de que o Paraná é o Estado mais eficiente do País. Disputamos com portos importantes do País e ficamos com dois dos quatro principais prêmios. Para nós é motivo de muito orgulho”, ressaltou Ratinho Junior. “Somos a melhor gestão do País. É a comprovação da eficiência, de um trabalho fantástico feito em equipe", acrescentou o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Investimentos - A empresa pública deve investir R$ 609 milhões em obras de infraestrutura terrestre e marítima nos próximos anos. Somente no programa de dragagem continuada serão R$ 403,3 milhões nos próximos cinco anos. Também estão em andamento o projeto executivo do novo Corredor de Exportação; a reforma do Píer de Inflamáveis (R$ 28,5 milhões); e a derrocagem da Pedra da Palangana (R$ 23,2 milhões), entre outros. (Agência de Notícias do Paraná)

 

LEGISLATIVO I: Maia diz que há votos para aprovar reforma tributária neste ano, mesmo sem apoio do governo

legislativo 12 01 2020O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a reforma tributária pode ser aprovada ainda este ano e que tem votos para aprovar o texto mesmo sem o apoio do governo. Ele destacou que a proposta já tem aproximadamente 320 votos, incluindo os partidos de esquerda, mas ressaltou que, se o governo apoiar, a margem para aprovar o texto é muito maior.

Parecer - Maia disse que o relator da reforma, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), deve apresentar o parecer nesta semana à equipe econômica e aos líderes. Para o presidente da Câmara, o que vai fazer o Brasil retomar o crescimento é a aprovação da reforma tributária. Maia concedeu entrevista ao jornalista Thales Faria do portal Uol, nesta segunda-feira (30/11).

Crescimento - “O Brasil não cresce cortando despesa, a economia vai crescer se o ambiente de negócios melhorar”, destacou Maia.

Apoio - Em relação ao apoio dos partidos de oposição, Maia afirmou que há convergência em alguns temas, como a possibilidade do aumento do imposto sobre herança e a tributação de dividendos. Ele fez apenas uma ressalva em relação ao imposto sobre grandes fortunas, já que é contra a proposta.

Consenso - “Se tiver consenso, nós vamos votar. Se não tiver, o próximo presidente pauta. Tem maioria, estou tentando ajudar desde o ano passado para avançar com a tributária. A vaidade política atrapalhou”, afirmou.

PEC Emergencial - Maia cobrou mais uma vez do governo uma posição sobre a PEC Emergencial, que tramita no Senado e regulamenta os gatilhos fiscais a serem acionados em caso de ameaça ao limite de despesas do governo.

Próximo ano - Rodrigo Maia lembrou que, a partir do próximo ano, não haverá mais o "Orçamento de Guerra", criado para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 e que flexibilizou regras fiscais, administrativas e financeiras durante o período de calamidade pública, e nem a prorrogação do estado de calamidade pública.

Pressão - “Não adianta pressionar, essa pressão não vai funcionar. Não adianta forçar a mão: na minha Presidência, não haverá, em nenhuma hipótese, prorrogação do estado de calamidade, porque isso alavanca a manutenção da PEC da guerra. O governo vai ter que trabalhar com MPs, respeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal e a regra de ouro. Parece custoso, parece desgastante, mas o maior beneficiário é o povo brasileiro”, disse.

Agenda econômica - Para Maia, o governo precisa apresentar urgentemente uma agenda econômica ao Congresso. “A situação do Brasil não é simples, não é criticar o governo, me assustou o governo não ter se reunido e apresentado qual a PEC Emergencial para votar, porque acho que isso vai ser a base de qualquer decisão de investimento. Os próximos três, quatro meses vão ser decisivos”, ponderou.

CPMF - Rodrigo Maia reafirmou ser contrário a uma nova CPMF e disse que votará contra a proposta, caso o governo insista no tema. Segundo ele, não é possível aumentar impostos em um País que já gasta muito. Maia afirmou que a sociedade não tem condição de pagar esse aumento na carga tributária. “Precisamos melhorar o ambiente de negócios para o Brasil voltar a crescer. Por isso, apoio a unificação de bens e serviços para ampliar o crescimento do País, que vai ser bem maior do que o crescimento medíocre dos últimos anos”, disse.

Eleições - Maia foi questionado sobre as eleições para o comando da Câmara no ano que vem. Ele afirmou que não é candidato à reeleição e destacou que está ajudando a construir uma frente suprapartidária que gere consenso e que garanta independência do Legislativo em relação ao Executivo. Para Rodrigo Maia, o ideal é que o próximo presidente seja alguém com perfil de diálogo e equilíbrio.

Construção - “Uma coisa é poder [ser candidato, caso o STF autorize], outra coisa é querer. Poder disputar não significa que eu vá disputar a eleição. [A Presidência da Câmara] é uma construção, defendo construir uma grande frente que gere consenso. Talvez isso seja o melhor para a Câmara”, afirmou o presidente. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Reprodução YouTube

 

LEGISLATIVO II: Projeto abre novo prazo para ‘Refis Rural’ por conta da pandemia

legislativo II 01 12 2020O senador Angelo Coronel (PSD-BA) apresentou projeto (PL 5.109/2020) que prorroga até dezembro de 2021 o prazo para renegociação das dívidas do Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), por conta das adversidades econômicas decorrentes da pandemia do coronavírus.

Estímulo - “As graves consequências da pandemia da covid-19 tornaram necessário o oferecimento de estímulos à economia, em especial ao setor agropecuário, que, revestido de alta produtividade, tem condições de gerar o emprego e a renda necessários para a retomada da economia”, justificou o senador.

O programa - O programa, chamado “Refis Rural”, foi instituído em 2018 para permitir o equacionamento das dívidas dos produtores rurais com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela constitucionalidade dessas cobranças previdenciárias. No entanto, somente 300 contribuintes aderiram ao PRR no prazo para a adesão ao programa, que se esgotou no final de 2018.

Adesão - Pelo projeto, os produtores rurais terão nova chance de adesão ao programa, podendo conseguir desconto de 100% do valor de multa e encargos, além da possibilidade de dividir o saldo devedor em 176 meses em parcelas limitadas à proporção da receita bruta do contribuinte.

CSLL - Angelo Coronel também propõe estender até o fim de 2019 a base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e de acúmulo de créditos provenientes de prejuízos fiscais. O parlamentar ressalva que as perdas tributárias decorrentes da proposição estão cobertas pela Emenda Constitucional 106, que abriu exceções à responsabilidade fiscal diante da calamidade pública da covid-19. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

PNAD COVID: Sobe para 25,7 milhões número de pessoas que fizeram testes para Covid-19 até outubro

pnad covid 01 12 2020O número de pessoas que fizeram algum teste de diagnóstico da Covid-19 subiu para 25,7 milhões em outubro. Desse total, cerca de 5,7 milhões testaram positivo para doença, o que corresponde a 22,4% das pessoas que fizeram teste e 2,7% da população. Os dados são da PNAD COVID19, divulgada nesta terça-feira (01/12) pelo IBGE. Em agosto, quando essas informações começaram a ser disponibilizadas, 17,9 milhões haviam feito algum teste e 3,9 milhões haviam recebido o diagnóstico positivo para o novo coronavírus.

Comparativo setembro - “Frente a setembro mais 3,7 milhões de pessoas fizeram algum teste e 897 mil testaram positivo”, diz a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, detalhando que pessoas entre 30 a 59 anos de idade (16,5%) e 20 a 29 anos (14,2%) fizeram mais testes do que idosos acima dos 60 anos (10,9%). E que o percentual de realização dos testes foi maior no grupo das pessoas que ganhavam mais de quatro salários mínimos (24,6%) e que tinham nível superior completo (25,0%).

Unidades da federação - Entre as unidades da federação, o Distrito Federal (23,9%) teve o maior percentual de pessoas que realizaram testes em outubro, seguido pelo Piauí (19,1%) e por Goiás (18,9%). Os menores percentuais foram registrados em Pernambuco (7,9%), no Acre (7,9%) e em Minas Gerais (9,3%).

Exames - Os exames mais realizados foram o teste rápido com coleta de sangue por um furo no dedo (11,4 milhões) e o SWAB, procedimento em que o material é coletado com cotonete na boca e/ou nariz do paciente (10,7 milhões). Outros 7,4 milhões fizeram o exame com sangue retirado na veia do braço.

Sintoma - A pesquisa também apontou queda no contingente daqueles que relataram ter algum sintoma de síndromes gripais. Em outubro, 7,8 milhões de pessoas afirmavam ter algum dos sintomas abordados pela pesquisa, dentre eles, tosse, febre e dificuldade para respirar. Esse número representa 3,7% da população brasileira. Em maio, quando a pesquisa foi iniciada, 24 milhões, ou 11,4% dos brasileiros, apresentavam algum dos sintomas.

9,7 milhões de pessoas não seguem distanciamento social - Em outubro, a flexibilização das pessoas quanto ao distanciamento social continuou crescendo. O número de pessoas que não tomou nenhuma medida de restrição para evitar o contágio pelo novo coronavírus aumentou 3,3 milhões em um mês, chegando a 9,7 milhões de pessoas, o que equivale a 4,6% dos 211,5 milhões de residentes no país.

Isolado - Do mesmo modo, o grupo de pessoas que ficou rigorosamente isolado reduziu para 26,3 milhões, menos 8,2 milhões na comparação com setembro.

Redução do contato - A maior parte da população (93,8 milhões) afirmou ter reduzido o contato com outras pessoas, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas, 9,7 milhões a mais na comparação com setembro. Já quem ficou em casa e só saiu em caso de necessidade somou 80,7 milhões. Esse número reduziu em 4,6 milhões de um mês para o outro.

Desocupação atinge 13,8 milhões de pessoas Em outubro, a taxa de desocupação, medida pela PNAD COVID19, chegou a 14,1%, a maior da série histórica da pesquisa, iniciada em maio. Isso corresponde a 13,8 milhões de pessoas sem trabalho no país, uma variação de 0,1 ponto percentual na comparação com setembro (14,0%). “Com o retorno das atividades ao redor do país, mais pessoas estão, mês a mês, pressionando o mercado de trabalho em busca de uma ocupação”, afirmou Maria Lúcia.

Aumento da força de trabalho - Em outubro, houve aumento na força de trabalho, totalizando 97,9 milhões de pessoas, decorrente de uma redução da população fora da força (72,7 milhões). Já a população ocupada subiu para 84,1 milhões. Isso pode ser observado no aumento dos empregos com carteira (que totalizaram 35,1 milhões) e também da informalidade, que somou 29,0 milhões de pessoas. A taxa de informalidade avançou para 34,5% em outubro. No mês anterior foi de 34,2%.

Sem procurar trabalho- “Apesar da redução da população fora da força, ainda há um contingente considerável de pessoas que não procuraram trabalho devido à pandemia ou por falta de vaga na localidade em que vivem (14,5 milhões)”, acrescentou a coordenadora da pesquisa.

Mercado - Os dados do mercado de trabalho mostram, ainda, que dos 84,1 milhões de pessoas ocupadas, 94,4% não estavam afastados do trabalho que tinham. Destes, 7,6 milhões estavam trabalhando de forma remota, uma redução na comparação com o mês anterior (8,1 milhões).

Em cerca de 29 milhões de domicílios, algum morador recebeu auxílio emergencial - A PNAD COVID19 informa, também, que o percentual de domicílios onde ao menos um morador recebeu algum auxílio para enfrentar a pandemia foi de 42,2%. Em setembro era de 43,6%. Foram atendidos cerca de 29 milhões de domicílios em outubro frente aos 29,9 milhões de setembro. O valor médio do benefício recebido pela população foi de R$ 688 por domicílio.

Redução - “O percentual de domicílios onde algum morador recebia auxílio emergencial vem reduzindo há três meses”, diz Maria Lucia, detalhando que as regiões que têm mais domicílios com pessoas recebendo auxílio continuaram sendo Norte (58,4%) e Nordeste (56,9%). “Esse percentual ficou estável em todas as grandes regiões. Entre os estados, o Amapá (68,6%) foi estado com maior proporção, seguido de Maranhão (61,4%) e Pará (62,2%)”, diz a pesquisadora.

Tipos - Entre os tipos de auxílio abordados pela pesquisa, estão o emergencial, destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e a complementação do Governo Federal pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

13,2% dos estudantes não tiveram atividades escolares em outubro A pesquisa também mostra que, em outubro, dos 46,4 milhões de estudantes que estavam matriculados em escolas e universidades, 6,1 milhões (13,2%) não tiveram atividade escolar. Esse número, porém, é menor que o registrado em setembro (6,7 milhões). A maioria, 39,3 milhões (84,7%), teve alguma tarefa escolar. Já o restante estava de férias (2,1%).

Percentual - Do total de estudantes com atividade escolar, apenas 25,2 milhões (64,2%) tiveram tarefas para realizar durante cinco dias da semana. Outros 892 mil estudantes (2,3%) só tiveram atividades uma vez por semana. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Christiano Antonucci / Governo MT

PNAD-Covid OUT testagem

PNAD-Covid OUT restricao

SAÚDE I: Brasil registra 6.335.878 casos confirmados da Covid-19

saude I 01 12 2002Neste momento, o Brasil registra 6.335.878 casos confirmados da Covid-19, sendo 21.138 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h. Em relação aos óbitos, o Brasil possui 173.120 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registrados 287 óbitos nos sistemas oficiais, sendo que 307 óbitos ocorreram nos últimos três dias. Outros 2.177 permanecem em investigação.

Curadas - O país já registra mais de 5,6 milhões de pessoas curadas da doença. No mundo, estima-se que pelo menos 29 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (560.954), que são os pacientes em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa a grande maioria do total de casos acumulados (88,4 %). As informações foram atualizadas às 17h30 desta segunda-feira (30/11) e enviadas pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde.

Presença - A doença está presente em 99,9% dos municípios brasileiros. Contudo, mais da metade das cidades (3.447) possuem entre 2 e 100 casos. Em relação aos óbitos, 4.700 municípios tiveram registros (84,4%), sendo que 650 deles apresentaram apenas um óbito confirmado. (Com informações do Ministério da Saúde)

FOTO:Pixabay

SAÚDE II: Boletim confirma mais 1.294 diagnósticos e 32 mortes pela Covid-19

saude II 01 12 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (30/11) mais 1.294 casos confirmados e 32 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. O boletim registra também 1.081 casos retroativos do período entre 15 de julho e 28 de novembro. Eles estavam em investigação, foram confirmados e automaticamente computados no sistema. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 277.424 casos e 6.099 mortes em decorrência da doença. Há um ajuste detalhado ao final do texto.

Internados - Nesta segunda-feira (30/11) eram 1.083 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19. Destes, 790 ocupam leitos SUS (440 UTI e 350 clínicos/enfermaria) e 293 da rede particular (81 UTI e 212 clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.441 pacientes internados, 504 em leitos UTI e 937 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 32 pacientes. São 14 mulheres e 18 homens com idades que variam de 21 e 93 anos. Os óbitos ocorreram entre 29 de outubro e 30 de novembro.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (6), Foz do Iguaçu (5), Cascavel (4) e Maringá (2), além de uma morte em cada um dos seguintes municípios: Arapongas, Colombo, Enéas Marques, Esperança Nova, Jacarezinho, Jaguariaíva, Lindoeste, Matinhos, Palotina, Paranaguá, Pinhais, Santo Antônio da Platina, São João do Triunfo, São Pedro do Ivaí e Sengés.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 2.660 casos de pessoas que não moram no Estado – 55 foram a óbito.

Ajuste - Um caso confirmado no dia 26/11 em Toledo (MG) foi transferido para Toledo (PR). (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo

 


Versão para impressão


RODAPE