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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4971 | 16 de Dezembro de 2020

PLEITO: Alep aprova projeto que garante a manutenção da Tarifa Rural Noturna; medida atende à demanda de produtores e cooperativas

agropecuaria 07 12 2020

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou, nesta terça-feira (15/12), o Projeto de Lei (PL) nº 657/2020, que cria o Programa Paraná Energia Rural Renovável e garante, por mais dois anos, a continuidade do Programa Tarifa Rural Noturna (TRN). A medida atende ao pleito do setor produtivo paranaense. O Sistema Ocepar, em conjunto com o Sistemas Faep e Fiep, Sindicarne, Sindiavipar e Sindileite, esteve intensamente mobilizado para impedir que a TRN fosse extinta, como propunha o texto original, e em defesa da manutenção do programa, que proporciona desconto de 60% na conta da energia elétrica consumida no período da noite, beneficiando 12 mil produtores rurais e as cooperativas de eletrificação rural do estado. Para atingir esse objetivo, as entidades acompanharam de perto toda a tramitação da matéria na Alep. Agora, com a aprovação dos deputados estaduais, o PL 657 segue para a sanção do governador Ratinho Junior.

Conquista - “Essa é uma grande conquista para os produtores rurais e cooperativas do Paraná, especialmente nesse período difícil que estamos vivendo, com a pandemia. No ofício que encaminhamos ao Governo do Estado e à Assembleia no início do mês, nós alertamos que a eliminação abrupta do Programa Tarifa Rural Noturna num momento difícil de nossa economia significaria empurrar para os produtores rurais um acréscimo impraticável em seus custos de produção, sendo que, por outro lado, tem havido um grande esforço em mitigar os impactos sociais e econômicos da pandemia a outros setores e a agropecuária, por toda contribuição que oferece à economia paranaense, não merecia ser penalizada”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Ainda de acordo com ele, a manutenção do desconto proporcionado pelo Programa Tarifa Rural Noturna, além de importante, é uma decisão justa. “Há perda de energia elétrica de madrugada, então por que não conceder esse benefício? É algo fundamental e imprescindível para atividades em que ela é muito demandada, como piscicultura, aves, suínos, leite e culturas irrigadas”, acrescentou. 

Programa Tarifa Rural Noturna - O Programa Tarifa Rural Noturna (criado pela Lei 19.812/19), apesar de ter tido alguns critérios técnicos alterados, tem sua vigência garantida até 01 de janeiro de 2023. O desconto especial, sobre a tarifa da energia elétrica noturna consumida entre 21h30 e 6h00, permanece em 60%, porém fica limitado ao consumo de até 6 mil kwh/mês por unidades consumidoras que estejam vinculadas ao CPF ou CNPJ do beneficiário.

Desconto especial - O benefício garante o desconto especial para cerca de 12 mil produtores rurais paranaenses ligados em baixa tensão. A medida atende as cadeias produtivas de aves, suínos, peixes e de leite, que dependem da energia competitiva.

Programa Paraná Energia Renovável - O Programa Paraná Energia Rural Renovável tem por objetivo a ampliação da oferta de energia no meio rural por meio da utilização de fontes renováveis disponíveis, especialmente a solar, biogás e micro e minicentrais hidrelétricas, em estímulo à competitividade, sustentabilidade e eficiência dos sistemas produtivos e a geração de novos negócios na agropecuária paranaense. Assim que o produtor rural passar a fazer parte do Paraná Energia Rural Renovável, automaticamente ele deixa de ser beneficiado pela TRN. 

Benefícios - O programa poderá disponibilizar linhas de financiamento, equalizar taxas de juros e ofertar incentivos tributários que estimulem a implantação da tecnologia de geração de energia renovável no meio rural para os produtores rurais, agroindústrias e suas organizações.

Clique aqui para acessar o parecer favorável à aprovação do PL 657/2020

 

PRC200: A cooperação é o nosso jeito de andar

“Um planejamento é a abertura para novas oportunidades e o Paraná tem tradição nesse aspecto. A Ocepar surgiu de um planejamento, na década de 1970”, disse o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ao abrir a 207ª reunião matinal deste ano com superintendentes, gerentes e coordenadores da organização. Por conta da pandemia e necessidade de distanciamento social, o Sistema Ocepar adotou o formato de reuniões online para discussão, orientação e alinhamento das atividades internas, em especial, o atendimento às cooperativas. Esta semana, além dos assuntos da casa, o foco foi o PRC200, o novo planejamento estratégico do setor que está em processo de formatação e deve ser apresentado às cooperativas em abril de 2021, na Assembleia Geral Ordinária do Sistema Ocepar. “A essência desse trabalho é a mesma que já adotamos há 5 décadas. Cooperar é o nosso jeito de fazer negócios. Cooperar é o nosso jeito de andar”, afirmou Ricken.

Avaliação - Segundo o presidente da Ocepar um passo importante desse trabalho é ouvir os diretores da organização e presidentes de cooperativas. “Queremos colher opiniões e sugestões de melhorias”, disse. Por este motivo, a reunião desta quarta-feira (16/12), contou com a presença de um convidado especial: o presidente do Conselho de Administração da Uniprime e diretor da Ocepar, Álvaro Jabur.  “Foi uma conversa enriquecedora, conheci detalhes o PRC200. Na minha visão a montagem de cenário futuro desse plano está perfeita”, destacou o dirigente. “A Ocepar é uma estrutura extremamente importante para o agronegócio e demais ramos do cooperativismo. Acho importante nesse novo ciclo do planejamento dar ênfase em dois pontos: a intercooperação, que está começando a avançar, e a comunicação, porque as pessoas precisam saber se expressar, passar o que sabem adiante”, disse.

Planejamento - Em 2020, o cooperativismo paranaense atingiu as metas do PRC100, o Plano Paraná Cooperativo, de dobrar o faturamento do setor, saindo de R$ 50 bilhões para R$ 100 bilhões. Com o término desse ciclo, o Sistema Ocepar lançou a proposta de um novo planejamento, o PRC200, que também propõe dobrar o faturamento, passando de R$ 100 bilhões para R$ 200 bilhões. A formatação tem como base três pilares: a continuidade dos projetos iniciados no PRC100, as questões discutidas no 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, e os 11 direcionadores do Sistema Ocepar, ou seja, que norteiam a sua atuação: representação, planejamento, intercooperação, desenvolvimento, infraestrutura, comunicação e relacionamento, soluções para as cooperativas, mercados, gestão e governança, inovação e gestão organizacional.

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COOPERATIVISMO: Câmara inclui coops no Marco Legal das Startups

A Câmara dos Deputados deu um passo positivo aguardado pelas cooperativas brasileiras. Na segunda-feira (14/12), a Casa aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP 146/19) que institui o Marco Legal das Startups. A proposta cria incentivos como regime tributário simplificado e linhas de crédito específicas. Segundo o texto, são enquadradas como startups - empresas focadas no desenvolvimento de produtos ou serviços inovadores. Após votação dos destaques, que não impactam o pleito do cooperativismo, o texto segue para análise do Senado Federal.

Capítulos - O marco, composto de oito capítulos, trata de aspectos relativos a definições legais, ambiente regulatório; medidas de aprimoramento do ambiente de negócios; aspectos trabalhistas; fomento ao desenvolvimento regional das startups; participação do Estado neste tipo de empresa; alterações na Lei do Simples para contemplar companhias nessa modalidade; e incentivos aos investimentos.

Cooperativismo - Atendendo a um pedido da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o relator do projeto, deputado Vinicius Poit (SP), inseriu no artigo 4° o setor cooperativista. “Assim, a lei complementar contemplará o empresário individual, a empresa de responsabilidade limitada, as sociedades empresariais, as sociedades simples e as sociedades cooperativas," afirmou.

Desburocratização - O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Evair de Melo (ES), destacou que o projeto tem como principal ponto a desburocratização do setor. “As cooperativas têm mostrado cada vez mais que possuem conhecimento, tecnologia e capacidade de adaptação para o escoamento da produção”.

Mais força - Com um papel fundamental na economia brasileira, o modelo de cooperativismo do futuro no ganha cada vez mais força no mercado. Melo enfatizou ainda que a aprovação do PLP 146/19 é uma oportunidade de crescimento para os usurários de startups e também para os cooperados: “Unindo forças, é possível chegarmos mais longe.”

Retorno - Segundo a OCB o retorno gerado pelas cooperativas brasileiras à sociedade em 2018 chegou a R$ 16 bilhões – só para os cofres públicos a arrecadação foi de R$ 7 bilhões, em impostos e tributos. Entre 2011 e 2018, o número de pessoas que se uniram a esse tipo de iniciativa cresceu 62%, causando um incremento de 43% em empregos gerados, de acordo com dados do anuário do cooperativismo 2019.

Startups - Segundo o texto do PLP 146/2019, startups são empresas que tendem a operar com bases digitais, com grande potencial econômico, inclusive de atração de investimentos estrangeiros, e predispostas à internacionalização.

Requisitos - Entre outras medidas, o projeto fixa que para a empresa ser considerada startup deve atender os seguintes requisitos:

- Ter faturamento bruto anual de até R$ 16 milhões no ano-calendário anterior;

- Possuir até seis anos de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ);

Pontos - E que atendam a um dos seguintes pontos, no mínimo: declaração, em seu ato constitutivo ou alterador, de utilização de modelos de negócios inovadores; ou enquadramento no regime especial Inova Simples. (OCB)

FOTOS: Cleia Viana e Najara Araujo / Câmara dos Deputados

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EVENTO: Crédito rural é tema de webinário para coops agro

evento 16 12 2020O Sistema OCB promoveu na quinta-feira passada (10/12) o webinário Crédito Rural e Alternativas de Financiamento às Cooperativas Agropecuárias Via BNDES. O evento foi realizado em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e contou com a participação de representantes de cooperativismo agropecuário. O objetivo foi apresentar o Programa Agro - BNDES Crédito Rural, que tem a proposta de complementar os recursos destinados pelo Governo Federal às cooperativas agropecuárias.

Política sustentável - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, falou que a discussão oportunizada pelo evento é o momento de juntar os parceiros certos para construir, em conjunto, uma política de crédito rural sustentável e agradeceu aos representantes do BNDES e do Mapa pela parceria de longo prazo e que é essencial para o desenvolvimento do cooperativismo agropecuário.

Evolução - O diretor do departamento de Crédito e Informação do Mapa, Wilson Araújo Vaz, apresentou a evolução do consumo do crédito rural nos últimos anos e, também, em 2020, no contexto da pandemia e, ainda, o comprometimento do governo na equalização dos recursos para o Plano Safra 2020/2021. Para o ano que vem, o Diretor antecipou que as ações do governo federal, voltadas ao setor produtivo, vão girar em torno de alguns pilares, dentre os quais:

- O crédito rural será direcionado a pequenos e médios produtores e a investimentos de médio e longo prazo;

- Haverá maior participação de recursos livres no crédito agrícola;

- Condicionamento da concessão do crédito à adoção de tecnologias e práticas sustentáveis;

- Expansão do seguro rural e de mecanismos de proteção de preços.

BNDES crédito rural - O chefe de Departamento de Canais de Distribuição e Crédito Rural da Área de Operações e Canais Digitais do BNDES, Caio Araújo, disse que o cooperativismo agro é um grande parceiro do banco, que atua em todos os elos das cadeias que envolvem o cooperativismo.

Escassez financeira - Ele explicou que o BNDES criou o BNDES Crédito Rural para situações de escassez financeira, como é o caso deste ano, em função do ambiente de limitação orçamentária. Contudo, segundo ele, essa linha é uma “solução que garante a continuidade do apoio ao setor.

Recursos - Criado para apoiar produtores rurais e suas cooperativas nas atividades agropecuárias e agroindustriais por meio da concessão de financiamentos para investimento, os recursos oferecidos em parceria com mais de 30 instituições financeiras, entre agências de fomento, bancos de montadoras, cooperativas de crédito, bancos cooperativos, bancos privados e bancos públicos, o Programa BNDES Crédito Rural reforça a posição do BNDES como um importante parceiro provedor de recursos para o Agro e do governo federal visando o adequado atendimento ao setor.

Na prática - Gabriel Aidar, gerente de Relacionamento e Fomento a Clientes da Área de Operações e Canais Digitais do BNDES, apresentou a linha de crédito, que promete não deixar o produtor rural na mão, já que permite financiar projetos de investimentos fixos e semifixos em bens e serviços diretamente relacionadas com a atividade e também aquisição de máquinas e equipamentos de forma isolada. Confira os detalhes:

Taxa de juros: TFB/TLP/Selic + 0,95% a.a. + Spread AF 2,8% (invest.) e 2,1% (maq./equip.)

Prazo total: projeto de investimentos (15 anos); máquinas e equipamentos (10 anos)

Carência: 3 anos para investimento; até 2 anos para máquinas e equipamentos

Limite: até 100% do investimento.

Operações - Essa linha de crédito, desde março, já registrou 2.746 operações voltadas para o segmento de máquinas e equipamentos e 583 para investimentos. Até agora, o valor total dos contratos gira em torno de R$ 160 milhões.

Mais detalhes - Clique aqui para baixar as apresentações feitas durante o webinário. (OCB)

 

COAMO: 24° turma de Jovens Líderes realiza a formação no formato à distância

coamo 16 12 2020A 24° Turma do Programa de Jovens Líderes Cooperativistas terminou dia 10 de dezembro, formando 38 associados. Esse é um premiado curso de formação para os cooperados da Coamo, realizado anualmente com apoio de diversas instituições de ensino. Desde a primeira edição, em 1998, foram capacitados centenas de associados representando todas as unidades da Coamo no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Aulas - As aulas da turma de 2020, foram realizadas à distância durante quatro meses, nas quartas-feiras, devido a pandemia do novo coronavírus. Um novo formato, mas bem aceito pelos participantes, como Guilherme Lorenz, de Santa Maria do Oeste (Centro do Paraná). “Esse formato teve um sucesso muito grande. Nem dava para dizer que estava sendo realizado a distância, pois a união da turma foi grande, como se fosse presencial. Conseguimos interagir, participar e esclarecer todas as nossas dúvidas.”

Novo modelo - Com a formação, os jovens passam a ser responsáveis pela implantação de um novo modelo de administração rural mais profissional. Por isso, Saulo Francisco de Moura Cavalini de São Domingos (Oeste de Santa Catarina) destaca que é preciso aproveitar todas as oportunidades para adquirir conhecimento. “Agradeço a Coamo pelo convite que recebi. Não pensei duas vezes em participar. Tudo que aprendi já está me ajudando muito na gestão da propriedade e como cooperativista. Apesar de ser um ano atípico devido a pandemia, a Coamo nos proporcionou esse momento.”

Primeiro - O casal Solange e Antonio Marcos Pereira de Ivaiporã (Centro-Norte do Paraná), foi o primeiro a participar junto no curso de Jovens Líderes. Uma oportunidade vivenciada devido ao formato à distância. “Nessa modalidade eu e meu esposo pudemos participar, e inclusive nossos filhos (um de 16 e outro de 13) acompanhavam um pouco conosco, o que foi muito interessante, já que eles tocarão os negócios da família futuramente. Esse curso trouxe novas possibilidades para nós. Todos os módulos foram muito importantes”, afirma Solange Pereira.

Conhecimento - Para Antonio Marcos, o curso foi para abrir a mente deles. “O Jovens Líderes foi espetacular. Tivemos aulas com professores de renome que transmitiram muito conhecimento para nós. Antes do curso eu tinha a cooperativa como uma loja, embora já fossemos cooperativistas sem saber. Mas, agora podemos aprimorar o nosso trabalho enquanto membro da Coamo. O Jovens Líderes ampliou nossos horizontes.”

Alteração - Segundo o assessor de Cooperativismo da Coamo, José Ricardo Pedron Romani, devido à pandemia, houve uma aceleração nos processos digitais na cooperativa. “Apesar da situação que estamos vivendo, tínhamos o compromisso de não interromper um dos programas mais esperados do nosso cronograma. Assim, falar da 24ª turma de jovens líderes, é falar de desafio, aprendizagem e adaptação. Em meio a uma pandemia, foi desafiador organizar uma ação tão importante para a cooperativa de uma forma EaD, e que nunca havia sido feito internamente com cooperados.”

Condução - Aliado a tudo isso, nesta edição houve uma mudança na condução do curso, realizado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em um novo formato e roupagem. “Apesar de tantas mudanças, vimos o comprometimento e a entrega de nossos cooperados com o curso. Na nossa opinião, estamos muito satisfeitos com o processo. Motivados para realizar a próxima edição com ainda mais qualidade.”

Aliado - Para o presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, o curso não poderia parar e o formato virtual se tornou um aliado do desenvolvimento do quadro social durante a pandemia. “A Coamo foi feita para toda a vida, por isso, pensamos neste programa para perpetuar a cooperativa por meio dos seus cooperados. Para nós, os cooperados representam o presente e, também, o futuro promissor do cooperativismo e do agronegócio. Este curso visa o desenvolvimento pessoal e profissional, e o interesse em desempenhar uma administração voltada para o incremento dos negócios e da cooperativa. Não poderíamos perder uma edição e deixar de formar mais associados", afirma Gallassini. (Imprensa Coamo)

 

COCARI: III Fórum Agropecuário traz workshops sobre as melhores soluções para a criação de animais

A Cocari promove, nesta quarta-feira (16/12), às 19h30, o III Fórum Agropecuário, este ano em formato digital. Na programação, os produtores poderão assistir a workshops com especialistas convidados pela equipe do Departamento Veterinário da Cocari, além de concorrer a prêmios. O evento será transmitido pelos canais da cooperativa no Facebook e no Youtube, nos perfis @cocaricoop.

Convite - O médico veterinário e gerente de Negócios de Distribuição da Cocari, Wanderlei Bicalho, convida os produtores a assistirem ao evento. “Peço que acompanhem o fórum para que possamos realizar trocas de informações e juntos aumentar a produtividade e a lucratividade da produção. Convido a todos os pecuaristas de corte e leite, parceiros, fornecedores e equipe Cocari para prestigiarem o nosso evento”, disse.

Aperfeiçoamento dos trabalhos - Ao realizar o fórum, o Devet contribui para o aprimoramento do trabalho feito junto ao pecuarista. “Com este evento, pretendemos fomentar técnicas e soluções para todos os produtores pecuaristas, visando, sobretudo, a qualidade do seu produto acabado, independentemente de seu ciclo de produção, seja ele: cria, recria, engorda, terminação ou leite”, destacou Bicalho.

Palestras - O evento vai transmitir workshops com temas escolhidos pela equipe técnica para atender as necessidades exigidas pelo mercado. “Por estarmos passando por um período satisfatório no segmento da pecuária, aqueles produtores que já vinham investindo no manejo de pastagem, melhoramento genético e mineralização de qualidade estão obtendo retorno financeiro. Acredito que aqueles que ainda têm dúvidas quanto a essas tecnologias irão perceber que este é o caminho a ser seguido”, opinou.

Atualização - O Devet Cocari tem levado constantemente aos produtores as tecnologias e melhorias do segmento da pecuária. "A cooperativa vem investindo em nossos profissionais oferecendo treinamentos, material de trabalho técnico e práticas para que os cooperados e clientes sejam bem assistidos e orientados na realização de uma pecuária moderna e produtiva”, finalizou.

Programação - Confira as palestras na programação:

Benefícios da Suplementação Animal para a Reprodução Bovina;

Importância da Qualidade das Pastagens na Cadeia Pecuária;

Produtividade: Qualidade dos Bezerros Está na Escolha da Genética.

Participe - Acompanhe o evento na página da Cocari no Facebook ou no canal do Youtube e fique por dentro das novidades do agronegócio. (Imprensa Cocari)

 

cocari 16 12 2020

COCAMAR I: Loja de Máquinas é inaugurada em Andirá

A Cocamar Máquinas – concessionária John Deere nas regiões norte e noroeste do Paraná - inaugurou no final da tarde de terça-feira (15/12) uma loja em Andirá, município a 118 quilômetros de Londrina.

Solenidade - Transmitida pelo canal da Cocamar Máquinas no Youtube, a solenidade contou com a participação do presidente executivo e do vice-presidente executivo da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, respectivamente Divanir Higino e José Cícero Aderaldo, do superintendente de concessionária, Arquimedes Alexandrino, e do presidente da John Deere Brasil, Paulo Herrmann.

Instalações - Sediada em Maringá, a concessionária conta atualmente com instalações em Paranavaí, Cambé, Ivaiporã, Apucarana e Cornélio Procópio, além de lojas Express em Querência do Norte, São Jorge do Ivaí e São Pedro do Ivaí. A empresa da Cocamar deve finalizar o ano com um faturamento de R$ 350 milhões, 40% a mais em comparação a 2019, como resultado de crescimento em participação de mercado.

Soluções tecnológicas - “Estamos levando para Andirá as melhores soluções tecnológicas para apoiar os produtores no desenvolvimento de suas atividades”, comentou o presidente Divanir Higino. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Inédita Copa Cocamar virtual supera expectativas

Aconteceu no sábado (12/12) a etapa eliminatória da Copa Cocamar de Cooperados, uma inédita edição virtual que contou com a participação de competidores de 28 municípios paranaenses no campeonato de truco e representantes de outros 16 no torneio de futebol.

Superando - Após 36 anos de festiva realização presencial, o desafio de organizar uma competição por meio eletrônico está superando as expectativas, conforme observa o gerente de Cooperativismo, João Sadao.

Adaptando-se - Por causa da pandemia, ninguém precisou sair de casa e, com o transcorrer das disputas, os participantes foram se adaptando ao jeito de jogar pelo computador. “Claro que não é a mesma coisa, gostaríamos de poder fazer o tradicional evento com milhares de participantes, como acontece todos os anos”, comenta Sadao. Com as restrições impostas pela Covid-19, no entanto, foi preciso inovar “e está dando muito certo”, avalia o gerente.

Decisões - As atenções dos participantes classificados e dos organizadores se voltaram para as finais do truco, realizadas na noite de terça-feira (15/12) e para a próxima sexta-feira (18/12) às 15h30, quando haverá a decisão do futebol com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da Cocamar.

Título - Filho de cooperado, Cristofer Peruzi, representante de Cambé no futebol, é um dos semifinalistas. “O que começou como uma brincadeira virou jogo sério, agora é se empenhar para ser campeão”, diz. Jéssica Calciolari, também filha de cooperado, de Ibiporã, ficou em quarto lugar na classificação geral do truco. “Foi bem legal a participação, tudo bem organizado, agradeço a Cocamar pela oportunidade”, afirmou.

Mudança brusca - Quando começou o ano de 2020, ninguém poderia imaginar que seria inviável a realização de dias de campo e até mesmo da tradicional Copa Cocamar. A cooperativa refez seu calendário e, em lugar de eventos físicos, ingressou na era digital, organizando o dia de campo de inverno em que os cooperados podiam “visitar” as estações virtualmente.

Outras iniciativas - Da mesma forma, temas relevantes para o agro foram discutidos dentro do ciclo de debates, com milhares de acessos. E até mesmo um concurso de culinária típica rural, o Chefs do Campo, ganhou sua versão digital, cujos episódios podem ser acompanhados no canal do YouTube da Cooperativa todas as quarta-feira durante o mês de dezembro. (Imprensa Cocamar)

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UNIMED CASCAVEL: Cooperativa homenageia Coopavel pelos 50 anos de fundação

unimed cascavel 16 12 2020No dia em que a Cooperativa Agroindustrial de Cascavel completou 50 anos de história, nesta terça-feira (15/12), a Unimed prestou uma homenagem ao entregar uma placa comemorativa pelo jubileu. “O cooperativismo do Paraná une forças em vários setores econômicos. A parceria entre agronegócio e saúde é o retrato dessa relação forte. Por isso, a Unimed Cascavel parabeniza a Coopavel por essa linda história e se sente honrada por cuidar da saúde de uma grande rede de colaboradores e associados da cooperativa, que é referência para agricultores e produtores rurais do mundo todo”, disse Danilo Galletto, presidente da Unimed Cascavel.

Homenagem - Na companhia de Erwin Soliva Junior, diretor de Controladoria, e Márcio Fonseca, gerente de Mercado da cooperativa de saúde, Galletto foi até a sede da Coopavel para entregar a homenagem nas mãos do presidente Dilvo Grolli, que estava acompanhado por Altair Garcia, gerente de Filiais Oeste da agroindustrial.

Coopavel - Fundada em 15 de dezembro de 1970, a Cooperativa Agroindustrial de Cascavel é destaque mundial na produção e exportação de carnes e grãos para todos os continentes do planeta.

Reconhecimento - “O reconhecimento da Unimed é importante para a Coopavel, que chega aos seus 50 anos em grande forma. Contamos com 6 mil cooperados, 6,2 mil colaboradores e vamos fechar o exercício de 2020 com faturamento de R$ 3,5 bilhões. São cinco décadas de união, trabalho, desafios e muitas vitórias. Obrigado à Unimed Cascavel, à sua diretoria e a todos que fazem dela a maior empresa do seu segmento”, agradeceu Grolli. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

UNIMED LONDRINA: Cooperativa presenteia cidade com orquestra ao vivo no formato itinerante

unimed londrina 16 12 2020A magia do Natal tomará conta de Londrina com a Orquestra Itinerante de Natal realizada pela Unimed Londrina. Nos dias 18, 19 e 20 de dezembro, das 19h às 22h, três veículos decorados passarão pelas principais ruas da cidade, com músicos da Orquestra de Câmara "Solistas de Londrina" tocando os clássicos natalinos ao vivo. O Papai Noel confirmou a presença e estará no evento também.

Três caminhões - Ao todo serão três caminhões, sendo um modelo baú e dois trios elétricos. Um deles levará os 15 músicos e o regente da orquestra, Spalla Evgueni Ratchev, e o outro contará com o bom velhinho.

Iluminados e decorados - Para reforçar o espírito natalino, os caminhões serão iluminados e decorados. Um cenário especial foi providenciado para o caminhão que levará o Papai Noel.

Amor e cuidado - "Nosso jeito de cuidar é espalhar amor e cuidado para todos os nossos públicos e, neste momento de fim de ano, não poderia ser diferente. Com a Orquestra Itinerante, queremos presentear a cidade com todo o carinho característico do Natal de maneira segura contra o novo coronavírus, já que o público poderá apreciar a apresentação em suas casas ou na rua, sem precisar se aglomerar", destaca a gerente de Marketing e Comunicação da Unimed Londrina, Dayane Santana.

Principais ruas - Os veículos passarão por algumas das principais ruas da cidade. Em alguns momentos, os caminhões farão pequenas pausas para o público apreciar os clássicos com mais atenção.

Trajetos - Confira abaixo os trajetos conforme as datas. Em negrito estão as ruas onde serão realizadas paradas.

Dia 18: Saída a partir da Unimed Londrina, Av. Ayrton Senna, Rod. Celso Garcia Cid, Av. Harry Prochet, R. Almeida Garret, R. Heródoto (meia rotatória), Av. Duque de Caxias (rotatória), Av. Portugal (churrascaria), Av. Dez de Dezembro, acesso à JK, Av. Santos Dumont (sentido aeroporto), Praça Nishinomiya, Av. Santos Dumont (sentido centro), Av. JK, Av. Dez de Dezembro, Av. Theodoro Victorelli, R. Santa Terezinha (3ª da entrada da rotatória), R. Dos Coqueiros, R. Limão, R. Carmela Dutra, Av. Celso Garcia Cid, Av. Jorge Casoni, R. Jacobe Bartolomeu Minatti, R. Arcebispo Dom Geraldo Fernandes (Leste-Oeste), Av. Rio Branco, Av. Tiradentes, R. Araçatuba, Av. Poços de Caldas (Armazém da Moda), R. Dep. Fernando Ferrari, Av. Tiradentes, R. Alfredo Batini (próximo aos prédios), R. Rangel Pestana, Av. Tiradentes, retorno à Unimed Londrina.

Dia 19: Saída a partir da Unimed Londrina,Av. Ayrton Senna (passará pela rotatória do Lago Igapó), R. João Huss, R. Eurico Hummig (esquina com as ruas Caracas e Ernâni Lacerda), Av. Madre Leônia Milito, R. Maria Lúcia da Paz (esquina com as ruas Caracas e Ernâni Lacerda), Praça Pé Vermelho, R. João Huss, R. Terra Zenetti Lopes, R. Ernâni Lacerda, rotatória, R. Ernâni Lacerda, R. João Wyclif, Av. Madre Leônia Milito, Av. Higienópolis, R. Montevidéu, R. Adhemar Pereira de Barros,Av. Waldemar Spranger, R. Vila-Lobos, R. Tito Carneiro Real, R. Juvenal Borges de Macedo, Av. Waldemar Spranger, R. Roberto Júlio Roehring, R. Werner Sobral Arco-Verde, R. Dos Funcionários, retorno à Unimed Londrina.

Dia 20: Saída a partir da Unimed Londrina, Av. Ayrton Senna, Av. Maringá, Av. Castelo Branco, Av. dos Voluntários da Pátria, R. Prof. Samuel Moura, R. Cap. Vicente Januzi Filho, Av. Maringá (rotatória sentido centro), R. Goiás, R. Santos, R. Fernando de Noronha, R. Paranaguá, R. Espírito Santo, Av. JK, R. Benjamin Constant, R. Belo Horizonte, R. Alagoas, R. João Cândido, R. Piauí, Av. São Paulo, R. Alagoas, Av. Rio de Janeiro, R. Goiás, R. Brasil, R. Pará, retorno à Unimed Londrina. (Imprensa Unimed Londrina)

 

IAT: Novo sistema facilita acesso a informações sobre a cobertura florestal

iat 16 12 2020O Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, disponibilizou uma nova ferramenta online com o Mapeamento de Uso e Cobertura da Terra. Ela foi criada para que toda a sociedade possa consultar informações como a cobertura florestal do Estado, por exemplo, que são monitoradas pelo IAT.

Percentual - A cobertura florestal de árvores nativas do Paraná atualmente é 29,12%, de acordo com o sistema. “É uma ferramenta extremamente importante, democrática e que permite ao usuário ver a realidade do Estado. Os dados servem para viabilizar trabalhos científicos e técnicos, discussões, entre outros interesses que envolvem o uso do solo no Paraná”, afirmou diretor de Licenciamento e Outorga do IAT, Jose Volnei Bisognin.

Compreensão - “O objetivo é que a sociedade tenha a compreensão da realidade do Estado e do constante trabalho que o órgão ambiental realiza para recuperar a cobertura florestal nativa, as águas e o patrimônio natural”, completou Bisognin.

Inteligência - A aplicação GEO foi desenvolvida pelo Núcleo de Inteligência Geográfica e da Informação do IAT e tem como objetivo apresentar os resultados do mapeamento de forma simples, interativa e de fácil consulta.

Dados abertos ao público - Disponível no site do IAT, no link USO COBERTURA TERRA (iat.pr.gov.br), os dados são abertos ao público sem a necessidade de instalação de softwares de geoprocessamento específicos. O mapeamento de Uso e Cobertura da Terra foi contratado no âmbito do Projeto Multissetorial para o Desenvolvimento do Paraná, em parceria com o Banco Mundial.

Níveis - As informações estão separadas em dois níveis. O Nível I apresenta dados sobre a quantidade de água existente nas terras do Estado, áreas antrópicas agrícolas, áreas de vegetação natural e áreas antrópicas não agrícolas.

Nível II- Já no Nível II, são apresentados os dados sobre plantios florestais, agricultura perene, linha de praia, floresta nativa, área construída, agricultura anual, mangue, corpos d’água, restinga, área urbanizada, solo exposto/mineração, pastagem/campo e várzea.

Navegação - “A navegação pelo conteúdo é bem fácil e interativa, com mapas, hologramas e informações visíveis. Os usuários encontram informações em área, hectares e porcentagem, do uso e cobertura da terra em todo o Estado, podendo filtrar por município”, afirmou a chefe do departamento de Sistemas de Informações e Geoprocessamento do instituto, Jaqueline Dorneles de Souza.

Mapeamento - Além dos gráficos, a aplicação GEO conta com os relatórios do mapeamento e 400 mapas para download, sendo um mapa geral do Estado do Paraná e um mapa para cada um dos 399 municípios.

Parcerias - O projeto de mapeamento do uso e cobertura da terra é um marco para o estado e foi executado pelo Consórcio ARAUCÁRIA, constituído pelas empresas Senografia Desenvolvimento e Soluções Eireli e Geopixel Geotecnologias Consultoria e Serviço Ltda. A gestão do contrato contou com a participação de técnicos do IAT e da Embrapa Florestas, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapoar-Emater (IDR Paraná), além da Copel, Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento e Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral. (Agência de Notícias do Paraná)

 

 

SIF: Mercado internacional para exportação de produtos de origem animal registra crescimento em 2020

2feito parana 20 11 2020Em 2020, foram abertos 24 novos mercados para exportação apenas de produtos de origem animal para consumo humano e produtos para a alimentação animal. Além disso, houve a reabertura do mercado dos Estados Unidos para a carne bovina brasileira. Os dados estão no 9º relatório de atividades do Serviço de Inspeção Federal (SIF), divulgado nesta terça-feira (15/12).

Manutenção do trabalho - “Isso demonstra que, mesmo durante a pandemia, o trabalho realizado pelo setor produtivo e pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) manteve-se forte. A exportação para mais de 180 países demonstra a robustez do serviço oficial brasileiro”, destaca a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lucia Viana.

Avaliação - Para que um mercado seja aberto, as autoridades sanitárias dos países importadores avaliam o serviço oficial brasileiro, o que muitas vezes ocorre por meio de missões internacionais que auditam o serviço de inspeção e os estabelecimentos produtores. Além disso são negociados entre as autoridades sanitárias brasileira e dos países importadores modelos de certificados sanitários internacionais contendo os requisitos sanitários exigidos pelos países.

Tratativas - Durante este ano, as tratativas para que essas missões pudessem ser viabilizadas foram realizadas por meio de videoconferência. No período de julho a novembro, por exemplo, foram avaliados 54 estabelecimentos registrados no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal para verificar o atendimento de requisitos específicos para habilitação para exportar seus produtos para o mercado chinês.

Abates - Estão registrados no SIF 3.342 estabelecimentos de produtos de origem animal nas áreas de carnes e produtos cárneos, leite e produtos lácteos, mel e produtos apícolas, ovos e pescado e seus produtos derivados. Além de 2.999 estabelecimentos de produtos destinados à alimentação animal.

Turnos adicionais - No mês de novembro foram realizados 48 turnos adicionais de abate que foram requisitados de forma emergencial pelos abatedouros frigoríficos de aves, bovinos e suínos registrados junto ao SIF.

Nenhuma paralisação - Em novembro, não foi registrada nenhuma paralisação de atividades de abatedouros frigoríficos sob inspeção federal por motivos relacionados a ocorrência de Covid-19. (Mapa)

Confira aqui o 9º Relatório de atividades do Serviço de Inspeção Federal

FOTO: Jose Fernando Ogura / AEN

 

MERCOSUL: Cúpula debate revisão da Tarifa Externa Comum

mercosul 16 12 2020O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse nesta terça-feira (15/12) que a revisão da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul é prioridade para o bloco econômico formado por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Segundo o chanceler, a revisão da tarifa vai favorecer a inserção do Mercosul no comércio internacional e atrair investimentos externos. A reunião do Conselho do Mercado Comum, órgão superior do Mercosul, ocorreu nesta terça-feira, por videoconferência.

Conjunto de tarifas - A TEC é um conjunto de tarifas cobradas sobre a importação de produtos e serviços de empresas dos países membros do bloco e tem como base a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) para produtos e serviços. O seu objetivo é estimular a competitividade entre os países do bloco.

Contribuição necessária - “Uma nova TEC aportará a contribuição necessária para melhorar em muito a nossa inserção no comercio internacional, fortalecer nossa segurança jurídica, atrair investimentos e atender as expectativas do setor produtivo e dos nossos consumidores como um todo”, disse Araújo, durante a reunião ordinária do Conselho do Mercado Comum, órgão decisório de nível ministerial.

Cúpula dos Chefes - O encontro precede a 57ª edição da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, que será realizada nesta quarta-feira (16/12), marcando o encerramento da presidência pro tempore (temporária) do Uruguai e o início da presidência da Argentina.

Destaques - Ao fazer um balanço da atuação do bloco nos dois últimos anos, o ministro destacou, além das negociações em torno da revisão da TEC, o debate sobre o Regime de Origem do Mercosul, as negociações com setores açucareiro e automotivo, regulamentos técnicos, comércio de serviços e eletrônico, reforma institucional e combate à corrupção.

Acordos - Araújo disse que a primeira tarefa dos países do bloco dever ser trabalhar fechar o acordo do Mercosul com a União Europeia (UE) e com países da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA, na sigla em inglês), aprovado em julho do ano passado.

Ratificação - Aprovado em junho do ano passado, o acordo ainda precisa ser ratificado pelos países da UE e do Mercosul. Entretanto, a ratificação do acordo tem sofrido resistência por integrantes do bloco Parlamento Europeu, que criticam a atuação do governo em relação à política ambiental.

Finalização dos textos - De acordo com o ministro, os países do Mercosul devem finalizar os textos e submetê-los à apreciação dos respectivos parlamentos, enquanto ocorrerem as negociações com a União Europeia. “Não há mais motivos para alongar esses processos. É preciso ter textos prontos para assinar e enviar os textos para nossos legislativos”, afirmou Araújo.

Acordo de Paris - Na segunda-feira (14/12), após reunião de representantes da Comissão Europeia, com ministros da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, o órgão disse que o Acordo de Paris, que estabelece metas para a emissão de carbono e de desenvolvimento sustentável, está entre os requisitos para que o acordo com o Mercosul avance.

Determinação - “Estamos trabalhando com Comissão Europeia e distintos países europeus para reafirmar nossa determinação de manter os nossos compromissos em termos de meio ambiente e desenvolvimento sustentável, disse Araújo que ressaltou ainda que o Brasil também está negociando acordos comerciais com Canadá, Singapura, Coreia do Sul e Líbano. (Agência Brasil)

FOTO: Romério Cunha / PR

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,08 em dia de otimismo externo

cambio 16 12 2020Em um dia de otimismo no mercado internacional, o dólar voltou a fechar abaixo de R$ 5,10. A bolsa de valores ultrapassou a marca de 116 mil pontos e zerou as perdas de 2020.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (15/12) vendido a R$ 5,089, com recuo de R$ 0,034 (-0,66%). A divisa chegou a operar próxima da estabilidade por volta das 12h, mas firmou a tendência de queda durante a tarde, até fechar próxima da mínima do dia.

Movimento global - A moeda norte-americana caiu frente às divisas dos principais países emergentes. Num movimento global, os investidores estão deixando de investir no dólar e voltando a aplicar em ativos com maior risco, como mercados emergentes e commodities (bens primários com cotação internacional).

Ações - O mercado de ações brasileiro também se beneficiou do otimismo externo. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 116.149 pontos, com alta de 1,34%. No maior nível desde 19 de fevereiro, o indicador reverteu as perdas de 2020, passando a registrar valorização de 0,44% no acumulado do ano.

EUA - Além do avanço das vacinas contra a covid-19, os investidores internacionais expressaram otimismo em relação às expectativas de votação de um novo pacote de estímulos para a economia norte-americana. As primeiras medidas venceram em julho, e as discussões em torno de uma renovação ficaram meses travadas por causa das eleições nos Estados Unidos.

Reunião - A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, convidou os principais líderes do Congresso para se reunirem nesta terça-feira em um esforço para concluir um acordo sobre o novo pacote de alívio. A possibilidade de injeção maciça de dólares no mercado global reduz a pressão sobre o câmbio em países emergentes, como o Brasil.

Reação positiva - As bolsas norte-americanas também reagiram positivamente. O Dow Jones (das empresas industriais) subiu 1,13%, o S&P 500 (das 500 maiores empresas) ganhou 1,29%, e o Nasdaq (das empresas de tecnologia) subiu 1,25%, superando o fechamento recorde anterior, no último dia 8. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

IBGE: Quase metade do PIB do país estava concentrado em 71 municípios em 2018

ibge 16 12 2020Quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) do país, em 2018, foi gerado por 71 municípios, o que corresponde a apenas 1,3% das 5.570 cidades brasileiras, e onde vivia um terço da população. Essa concentração da economia em poucas cidades, contudo, vem reduzindo, como mostra o PIB dos Municípios 2018, divulgado nesta quarta-feira (16/12), pelo IBGE.

Tendência - “A ampliação do número de municípios, entre 2002 e 2018, permite identificar a tendência à desconcentração, com municípios de menor PIB ganhando participação em relação aos de maior. Em 2002, 48 municípios concentravam quase a metade do PIB (49,9%). Já em 2018, foram necessários 71 municípios para alcançar esse mesmo percentual”, explica o analista de Contas Nacionais, Luiz Antônio de Sá.

Outros recortes- Essa desconcentração pode ser vista em outros recortes. Em 2018, oito municípios somaram quase 25% do PIB nacional: São Paulo (SP) com 10,2%; Rio de Janeiro (RJ) com 5,2%; Brasília (DF) com 3,6%; Belo Horizonte (MG) com 1,3%; Curitiba (PR) com 1,2% e, com 1,1% cada, Manaus (AM), Porto Alegre (RS) e Osasco (SP). Em 2002, apenas quatro municípios detinham um quarto da economia nacional.

Capitais - Entre os 25 municípios de maior PIB, 13 eram não capitais e 12 capitais em 2018. Na comparação com 2017, Belém (PA) perdeu o posto nesse ranking para a Niterói (RJ). Dentre os que não eram capitais, todos estavam na região Sudeste: dez eram paulistas, dois fluminenses e um mineiro.

Percentual - “Em 2018, os municípios das capitais representavam 31,8% do PIB nacional, menor participação da série, iniciada em 2002. A cidade de São Paulo tinha maior participação (10,2%) e Rio Branco, no Acre, era a última da posição entre as capitais, com contribuição de 0,1% entre as capitais”, detalha o analista do IBGE.

Participação - A participação dos 100 municípios com os maiores PIBs também reduziu, entre 2002 e 2018, de 60% para 55,0%. Na comparação anual, a queda de concentração foi de 0,3 ponto percentual em relação a 2017, quando a participação era de 55,3%. Três capitais estavam fora da lista dos 100 maiores PIBs: Boa Vista (RR), na 105ª posição; Palmas (TO), na 116ª; e Rio Branco (AC), na 127ª posição.

Extração de petróleo alavanca ganho de participação de municípios no PIB - Maricá, Niterói e Campos dos Goytacazes, todas cidades do estado Rio de Janeiro, tiveram o maior o ganho de participação no PIB do país (0,2 p.p), em 2018, atrelado à extração de petróleo, atividade que foi beneficiada pelo aumento dos preços internacionais da commodity naquele ano. Ilhabela, no litoral de São Paulo, avançou 0,1 p.p. pelo mesmo motivo.

Vitória e Rio de Janeiro- As capitais Vitória e Rio de Janeiro também ganharam 0,1 p.p de participação no PIB por conta da extração de minério e da arrecadação dos impostos, líquidos de subsídios, sobre os produtos, respectivamente.

Maiores quedas- Por outro lado, as maiores quedas de participação ocorreram na capital São Paulo e na vizinha, Osasco, principalmente, em função das atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, já que, em 2018, houve redução da taxa de juros e em ambos os municípios essa atividade tem peso destacado.

Maricá - Maricá também foi o município que mais cresceu em participação no período de 2002 a 2018, um aumento de 0,4 p.p. por conta da extração de petróleo.

São Paulo- Já São Paulo (-2,5 p.p) e Rio de Janeiro (-1,1 p.p) tiveram as maiores quedas de participação em 16 anos, o que reforça a tendência de desconcentração do PIB no nível municipal. A redução na capital paulista foi influenciada pela diminuição relativa das atividades financeiras. No Rio, a perda veio da diminuição do seu peso na indústria do país.

Elevada concentração - O geógrafo do IBGE Marcelo Delizio observa que, embora as grandes economias estejam continuamente perdendo participação no PIB nacional para municípios menores, ainda há uma elevada concentração da geração de renda no país.

Distribuição - “Isso fica claro quando se observa a distribuição do PIB por concentrações urbanas, que são municípios ou arranjos populacionais com mais de 100 mil habitantes e que apresentam um alto grau de integração devido a deslocamentos para trabalho e estudo. As concentrações urbanas de São Paulo (16,8%) e Rio de Janeiro (8,1%) respondem juntos por 25% do PIB”, explica Delizio.

Cidade-região de São Paulo concentra 24,0% do PIB nacional - O geógrafo observa que essa desigualdade fica ainda mais evidente quando se compara a cidade-região de São Paulo, um contínuo geográfico em que 92 municípios têm forte integração econômica com a metrópole, que concentrava 24,0% do PIB em 2018, com o Semiárido (5,2%) e a Amazônia Legal (8,8%).

Diferença - Essa diferença permanece mesmo após uma queda de participação de 2,9 pontos percentuais no PIB do país da cidade-região de São Paulo entre 2002 e 2018. Ao mesmo tempo, a Amazônia Legal e o Semiárido ganharam participação de 1,8 e 0,7 p.p., respectivamente, no período.

Semiárido - “O Semiárido tem mais de 1.200 municípios e a Amazônia Legal mais de 700. São regiões com características socioeconômicas bastante complexas. Já a cidade-região de São Paulo, que tem bem menos municípios, é bastante integrada e se destaca em quase todas atividades econômicas, até na agropecuária”, conta Marcelo Delizio.

Agropecuária - Na agropecuária, destaca o geógrafo, a Região Rural da Grande Metrópole Nacional de São Paulo teve o sexto maior valor adicionado do país em 2018, chegando a R$ 8,9 bilhões, com a produção de “outros produtos da lavoura temporária”, ou seja, hortifrúti para consumo interno das áreas urbanas. Não são, portanto, produtos para exportação. “Essa região chega a ter o mesmo valor de produção com legumes e verduras que outras grandes áreas do país produtoras de soja e cana-de-açúcar, destinadas à exportação”, acrescenta o geógrafo.

Presidente Kennedy (ES) tem o maior PIB per capita do país - Os dados do IBGE também mostram que, em 2018, os dez municípios com os maiores PIB per capita somavam 1,5% do PIB nacional e 0,2% da população. Presidente Kennedy, no Espírito Santo, tinha o maior PIB per capita do país (R$ 583.171,85), seguido de Ilhabela (SP), sendo ambos devido à extração de petróleo.

Liderança - Já entre os municípios das capitais, a liderança foi de Brasília, com R$ 85.661,39, ou seja, o PIB per capita da capital federal era 2,5 vezes maior do que o PIB per capita nacional (R$ 33.593,82). Dez capitais tinham PIB per capita maior que o brasileiro. Em 2002, esse número era maior (11 capitais). A menor posição foi ocupada por Belém (R$ 21.191,47). (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

Graficos PIBMUN 1OK 16 12 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Graficos PIBMUN 2OK 16 12 2020

 

ECONOMIA: Governo aumenta para R$ 1.088 previsão para mínimo em 2021

economia 16 12 2020O repique da inflação nos últimos meses fez o governo aumentar para R$ 1.088 a estimativa para o salário mínimo em 2021. O valor consta de mensagem modificativa ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, que deverá ser votado nesta quarta-feira (16/12) pelo Congresso. O ofício foi enviado nesta terça-feira (15/12) pelo Ministério da Economia.

Aumento - O valor representa R$ 21 de aumento em relação à projeção de R$ 1.067 que constava da proposta do Orçamento Geral da União, enviada ao Congresso no fim de agosto. A medida deverá ter impacto de R$ 7,4 bilhões nas contas públicas em 2021.

INPC - A alta deve-se à revisão da projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para cumprir o objetivo da Constituição de manter o poder de compra do salário mínimo. Em agosto, quando os preços ainda estavam impactados pela crise da pandemia do novo coronavírus, a equipe econômica projetava que o INPC encerraria 2020 em 2,09%. No fim de novembro, a previsão saltou para 4,1%, após a alta no preço dos alimentos no segundo semestre.

Projeção de gastos - Segundo o projeto da LDO, cada R$ 1 de aumento do salário mínimo eleva a previsão de gastos do governo em R$ 355 milhões. Isso porque diversos gastos, como o piso dos benefícios da Previdência Social, o abono salarial e o seguro-desemprego. Dessa forma, a alta de R$ 21 impacta as despesas federais em R$ 7,4 bilhões.

Fórmula - De 2012 a 2019, o salário mínimo era reajustado por uma fórmula que seguia a variação do INPC do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) registrada dois anos antes. O mínimo de 2020 em diante passou a ser corrigido apenas pelo INPC do ano precedente, de forma a não descumprir a Constituição. (Agência Brasil)

FOTO: Pixaby

 

SENADO: Texto de Irajá para LDO apoia meta fiscal fixa e amplia metas do governo

senado 16 12 2020O relator da proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), senador Irajá (PSD-TO), apresentou nesta terça-feira (15/12) substitutivo ao texto do Poder Executivo. No parecer, Irajá apoia a meta fiscal definida para 2021 e amplia metas e prioridades do governo.

Votação - O Congresso Nacional deve votar o parecer nesta quarta-feira (16/12). Fato inédito, a proposta de LDO será analisada em Plenário por deputados e senadores, por meio de rito sumário e em sessões separadas, sem parecer da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Atualização - Mais cedo, a equipe econômica atualizou a proposta (PLN 9/20) para estabelecer no próximo ano a meta de R$ 247,1 bilhões para o resultado primário — receitas menos despesas antes do pagamento de juros. Com isso, abandonou a ideia de meta flexível.

Coerente - “Entendo coerente a sugestão do Executivo, que recalculou a meta em decorrência de mudanças nas estimativas e projeções sobre o cenário econômico”, afirma Irajá. Na versão enviada em abril, o governo alegou dificuldade nos cálculos devido aos efeitos da pandemia de Covid-19.

Gastos temporários - O relator discordou da intenção da equipe econômica de ampliar as possibilidades de gastos temporários até que seja aprovado o Orçamento da União. Ainda não há data para apreciação da proposta (PLN 28/20) pelo Congresso Nacional.

Esvaziamento - O projeto do Executivo previa a autorização para a execução de praticamente todas as programações, algumas integralmente e outras limitadas a 1/12 do valor previsto. “A aprovação desse texto teria o condão de esvaziar a atividade legislativa”, afirma Irajá.

Restrição - No substitutivo, o relator restringiu a execução provisória às despesas correntes inadiáveis, como ocorre hoje. “Para despesas de capital ou para as correntes que não sejam inadiáveis, será necessário aguardar a aprovação e sanção do Orçamento”, diz o senador.

Metas e prioridades - A proposta do Executivo já indicava como prioridade para 2021 a primeira infância e os investimentos previstos no Plano Plurianual (PPA) até 2023. Irajá incluiu o programa de habitação Casa Verde e Amarela no caso dos municípios de até 50 mil habitantes.

Emendas - Além disso, o relator incorporou no Anexo de Metas e Prioridades, integral ou parcialmente, todas as emendas apresentadas por deputados, senadores e bancadas estaduais e do Distrito Federal. Assim, ele destacou 37 programas e 125 ações.

Total - No total, foram 257 emendas para o anexo, sendo 18 das bancadas, 58 de senadores e 181 de deputados. “Devido ao exíguo tempo para análise e para evitar injustiças com sugestões meritórias, decidimos pelo acolhimento das emendas”, explica Irajá.

Emendas impositivas - No substitutivo, Irajá elevou de 0,8%, sugerido pelo governo, para 1,0% da receita corrente líquida (RCL) o montante a ser destinado para as emendas impositivas das bancadas estaduais e do Distrito Federal. O percentual de 1% está previsto na Constituição.

Redução do prazo - Ainda em relação às emendas impositivas individuais, o relator reduziu de 90 para 45 dias do prazo conferido ao Poder Executivo para publicação dos procedimentos e do cronograma de execução das programações sugeridas por deputados e senadores.

Proibição - Irajá manteve a proibição de reajustes a servidores civis da administração direta, autárquica e fundacional, conforme previsto na Lei Complementar 173/20. Essa foi uma condição da equipe econômica para ajuda aos entes federativos na pandemia.

Lei orientadora - Com vigência anual, a LDO orienta a elaboração do Orçamento e a posterior execução, já no exercício seguinte. Pela Constituição, o Executivo deve enviar a proposta até 15 de abril, e o Congresso precisa aprová-la até 17 de julho (o que não ocorreu em 2020).

Regras - Além da meta fiscal, a LDO define regras sobre as ações prioritárias, acerca da transferência de recursos federais para os entes federados e o setor privado e para a fiscalização de obras executadas com recursos da União, entre outras. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

PNUD: Brasil fica em 84º lugar em ranking mundial do IDH

pnud 16 12 2020De acordo com relatório divulgado nesta terça-feira (15/12) pelo Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (Pnud), da Organização das Nações Unidas, o Brasil perdeu cinco posições no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e passou do 79º para o 84º lugar entre 189 países. O IDH brasileiro foi de 0,762, em 2018, para 0,765, em 2019.

Pandemia - Segundo o PNUD, os dados ainda não refletem o impacto da pandemia do novo coronavírus. O índice mede a saúde, a educação e o padrão de vida dos países. O líder do ranking é a Noruega (0,957), seguido por Suíça (0,955) e Irlanda (0,955). Os piores índices são de Níger (0,394), República Centro-Africana (0,397) e Chade (0,398) - todos localizados no continente africano.

Perda - O país perdeu duas posições e ficou com o 6º melhor IDH entre os 12 países da América Latina. Na região, o Brasil está atrás de Chile (0,851), Argentina (0,845), Uruguai (0,817), Peru (0,777) e Colômbia (0,767).

Meio Ambiente - Em 2020, o Pnud apresenta uma variante experimental do IDH para incorporar dois outros elementos - emissões de dióxido de carbono e quantidade de recursos naturais utilizados nas cadeias produtivas dos países, proporcionalmente às suas populações.

Transformação - O novo índice mostra a transformação que pode ocorrer no campo do desenvolvimento se o bem-estar das pessoas e a integridade do planeta forem considerados conjuntamente para definição do progresso humano. O novo indicador é chamado de Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado às Pressões Planetárias (IDHP).

Posição - Considerando os ajustes ao considerar as pressões ao planeta (IDHP), o Brasil fica na 74ª posição. No caso da Noruega, que lidera a lista com IDH em 0,957, ao fazer o ajuste para o IDHP, o país perde 15 posições. Estados Unidos caem 45 posições e a Alemanha, apenas uma. Por outro lado, países como Costa Rica, Moldávia e Panamá subiram pelo menos 30 posições. (Agência Brasil)

 

PARANÁ: Governo prorroga situação de calamidade pública por mais seis meses

parana 16 12 2020O Governo do Estado prorrogou por mais seis meses o prazo de vigência do Decreto Estadual 4.319, publicado em março, que declarou estado de calamidade pública para enfrentamento e resposta à pandemia do novo coronavírus e terminaria no dia 31 de dezembro. Nesta terça-feira (15/12) foi encaminhado à Assembleia Legislativa o decreto 6.543, que trata da prorrogação, para que seja homologado pelos deputados.

Questões orçamentárias e administrativas - O instrumento jurídico chamado de Estado de Calamidade Pública flexibiliza questões orçamentárias e administrativas para assegurar os recursos necessários para áreas prioritárias como a Saúde. Dessa forma, investimentos previstos no orçamento para outras áreas podem ser redirecionados para fazer frente à crise sanitária, econômica e social decorrente da pandemia, sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Continuidade - A prorrogação também permite a continuidade de diversos contratos emergenciais firmados, principalmente, pela Secretaria da Saúde, para viabilizar medidas de prevenção e enfrentamento da pandemia, que teriam de ser encerrados com o fim da vigência do estado de calamidade pública.

Necessária - Em mensagem enviada ao Legislativo, o governo explica que a medida é necessária em função do crescimento dos casos da doença. O Paraná registra nesta terça-feira um acumulado de 336.825 casos confirmados e 6.859 óbitos, desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas foram confirmados mais 2.458 casos e 116 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Monitoramento - Monitoramento feito pela Secretaria da Saúde indica que a média móvel de casos e de óbitos em todas as regiões do Estado encontra-se em patamares muito elevados, evidenciando a aceleração da circulação viral.

Validade - O decreto estadual entra em vigor assim que for aprovado pela Assembleia Legislativa. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE I: País tem 42,8 mil novos casos e 964 novas mortes registradas

Boletim divulgado nesta terça-feira (15/12) pelo Ministério da Saúde mostra que foram registradas 42.889 novas infecções por covid-19 e 964 mortes pela doença em todo o país desde segunda-feira (14/12). Em relação ao número de casos, o patamar ficou abaixo da média da última semana, com mais de 50 mil novos diagnósticos positivos em quatro dias.

Novas mortes - Já se consideradas as novas mortes registradas, este número se aproxima do patamar de 1000 novos casos notificados por dia, como ocorreu em diversas datas no mês de setembro.

Acumulado - Desde o início da pandemia, 6.970.034 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus. Na segunda-feira, as estatísticas do ministério marcavam 6.927.145 casos acumulados. Neste ritmo, o Brasil pode bater os 7 milhões de casos acumulados ainda nesta semana.

Total - Com as quase mil novas mortes registradas por covid-19 desde segunda-feira, o número de óbito totalizou 182.799. Ainda há 2.394 mortes em investigação.

Acompanhamento - Conforme a atualização do órgão, há 719.373 pacientes em acompanhamento. No total, 6.067.862 pessoas se recuperaram da doença.

Menores - Normalmente, os casos são menores aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação pelas secretarias estaduais de saúde. Já às terças-feiras, eles podem subir mais em função do acúmulo de registros atualizado.

Estados - A lista dos estados com mais mortes pela covid-19 é encabeçada por São Paulo (44.282), Rio de Janeiro (23.887), Minas Gerais (10.719), Ceará (9.802) e Pernambuco (9.324). As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (755), Roraima (761), Amapá (854), Tocantins (1.206) e Rondônia (1.655).

Amapá - O Ministério da Saúde informou que o governo do Amapá teve dificuldades na alimentação, não conseguindo atualizar seus dados, razão pela qual o número no balanço permaneceu igual ao de segunda-feira. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 16 12 2020

SAÚDE II: Boletim confirma 2.458 novos casos de Covid-19 e 116 óbitos

saude II 16 12 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (15/12) mais 2.458 casos confirmados e 116 óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 336.825 casos e 6.859 mortes pelo novo coronavírus.

Casos retroativos - O boletim registra também 5.070 casos retroativos do período entre 13 de março e 12 de dezembro. Destes, 2.385 estavam em investigação, foram confirmados e automaticamente computados no sistema. Outros 2.685 casos são de Curitiba e foram incluídos devido à integração em andamento, desde esta segunda-feira (14/12), entre o sistema municipal e o sistema próprio do Estado (Notifica Covid-19). Os 2.685 casos já foram divulgados no boletim da Secretaria Municipal de Curitiba.

Internados - Nesta terça-feira são 1.273 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19. Destes, 1.072 ocupam leitos SUS (534 UTI e 538 clínicos/enfermaria) e 201 leitos da rede particular (80 UTI e 121 leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.515 pacientes internados, 555 em leitos UTI e 960 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 116 pacientes. São 39 mulheres e 77 homens com idades que variam de 24 e 101 anos. Dois óbitos ocorreram em agosto e os demais de 10 de novembro a 15 de dezembro.

Município - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (23), Londrina (8), Maringá (7), Apucarana (4), Araucária (4), Campo Largo (4), Castro (4), Cascavel (3), Ivaí (3), Ponta Grossa (3), São José dos Pinhais (3), Toledo (3), Almirante Tamandaré (2), Arapongas (2), Arapoti (2), Colombo (2), Foz do Iguaçu (2), Guarapuava (2), Paranavaí (2), Santa Maria do Oeste (2) e São Miguel do Iguaçu (2).

Uma morte - O informe registra também uma morte em cada um dos seguintes municípios: Antonina, Bela Vista do Paraíso, Borrazópolis, Cambé, Candói, Catanduvas, Chopinzinho, Cianorte, Corbélia, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Francisco Beltrão, Jaguariaíva, Jandaia do Sul, Lindoeste, Manfrinópolis, Nova Esperança, Pato Branco, Perobal, Piraquara, Porto Rico, Renascença, Salto do Lontra, São José das Palmeiras, Saudade do Iguaçu, Sertaneja, Tijucas do Sul, Umuarama e União da Vitória.

Fora do Paraná - O monitoramento contabiliza 2.870 casos pessoas que não moram no Estado – 60 foram a óbito.

Ajustes - Exclusão: Um óbito confirmado (M, 81a) no dia 27/11 em Rancho Alegre foi excluído por erro de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Sesa alerta que casos de dengue podem aumentar no Verão

saude III 16 12 2020O Boletim Semanal da Dengue divulgado nesta terça-feira (15/12) pela Secretaria da Saúde do Paraná registra 128 novos casos da doença. O período epidemiológico, que teve início em agosto, soma até agora 1.375 diagnósticos, além de 3.663 que seguem em investigação.

Notificações - O Paraná tem 14.718 notificações para a dengue distribuídas em 313 municípios das 22 Regionais de Saúde do Estado. “Nas últimas semanas a análise epidemiológica tem registrado redução no número de casos confirmados da dengue, mas isso não é sinal para baixarmos a guarda porque o vírus está circulando no Estado”, diz o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Verão - “O verão tem início na semana que vem, a estação traz mais chuvas e sabemos que isso é condição favorável para aumentar a proliferação do mosquito transmissor. Então, neste momento devemos redobrar o alerta contra a dengue com a eliminação dos focos e criadouros do mosquito transmissor da doença”, afirma o secretário.

Cenário - De acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, o Paraná apresenta hoje a incidência de 9,53 casos de dengue por 100 mil habitantes.

Cenário crítico- A coordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde, Ivana Belmonte, explica que este índice tira hoje o Paraná do cenário crítico da dengue. “Mas não tira a situação de atenção da Secretaria da Saúde e dos gestores municipais. O cuidado deve acontecer agora, temos que nos mobilizar para que o problema não evolua nos próximos meses”, afirma.

Trabalho educativo- Ela diz que, com o advento da pandemia da Covid-19, a Secretaria vem orientando os gestores para que realizem um trabalho educativo junto à população, reforçando a importância da remoção dos criadouros nas residências. “Não existem fórmulas mágicas para acabar com a dengue. A eliminação dos criadouros nos ambientes internos e externos dos domicílios é fundamental para que não tenhamos nova epidemia de dengue no período 2020/2021”, salienta Ivana. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ANS: Disponibilizados dados atualizados no Painel Contábil da Saúde Suplementar

ans 16 12 2020A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou as demonstrações contábeis das operadoras de planos de saúde referentes ao 3º trimestre de 2020. Os dados podem ser conferidos por meio do Power BI, ferramenta de Business Intelligence, disponível no portal da Agência.

Fácil acessibilidade - De fácil acessibilidade, o Painel Contábil da Saúde Suplementar é dividido em três partes: ativo, passivo e receitas e despesas. Em todas é possível analisar os dados de todo o setor por operadora, modalidade e segmento.

Valores - Os valores são extraídos do Sistema de Cadastro de Operadoras (CADOP), de demonstrações contábeis e Documentos de Informações Periódicas das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde (DIOPS) e do Sistema de Informações do Beneficiário (SIB).

Mais dinâmica - O objetivo do Painel é mostrar de forma mais dinâmica os dados já divulgados no portal da ANS e no Portal Brasileiro de Dados Abertos, ampliando a transparência dos dados enviados pelas operadoras à agência reguladora. (ANS)

Confira aqui o Painel Contábil da Saúde Suplementar. 

 


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