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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4993 | 21 de Janeiro de 2021

COMÉRCIO EXTERIOR: Cooperativas do PR responderam por 33,8% das exportações do agronegócio paranaense em 2020

comercio exterior 21 01 2021As cooperativas agropecuárias do Paraná responderam por 33,8% do valor exportado pelo agronegócio paranaense em 2020. É o que revela o levantamento feito pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), com base em dados do Agrostat - Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). No ano passado, os embarques do setor agropecuário paranaense atingiram a soma de R$ US$ 13,3 bilhões, dos quais US$ 6,1 bilhões referentes à comercialização do complexo soja (45,6%), US$ 2,8 bilhões em carnes (21,0%) e US$ 2,2 bilhões em produtos florestais (16,7%). Esses são os principais itens da pauta de exportações do agronegócio no Estado.

Desempenho - Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o desempenho das cooperativas é fruto de um trabalho realizado há muitos anos na profissionalização de suas equipes e, principalmente, no investimento de produtos demandados pelo mercado internacional. “Também é reflexo do processo de agregação de valor das matérias-primas produzidas pelos cooperados. Atualmente, há 18 cooperativas paranaenses que fazem exportações diretas, entre as 59 cooperativas agropecuárias registradas na Ocepar”, acrescentou.

Maiores exportadoras - A Coamo, com US$ 1,5 bilhão, montante que representa 33% total embarcado por todas as cooperativas do Paraná; a Lar, com US$ 811,1 milhões (18,1%); e a C.Vale, com US$ 485,2 milhões (10,8%), foram responsáveis por 61,9% das vendas externas do segmento cooperativista paranaense efetuadas em 2020.

Nacional - O relatório da Getec mostra ainda que, em âmbito nacional, o agronegócio brasileiro exportou um total de US$ 100,8 bilhões no ano passado, o que corresponde a um aumento de 4,1% em relação ao valor registrado no mesmo período de 2019, que foi de US$ 96,9 bilhões. O ano de maior faturamento em exportações do setor foi 2018, com US$ 101,2 bilhões. Os principais produtos embarcados pelo país, em valor, foram os do complexo soja, que atingiram US$ 35,2 bilhões (35%), carnes, com US$ 17,2 bilhões (17%), e produtos florestais, com US$ 11,4 bilhões (11,3%).

Mercados - Entre os mercados que mais compraram do Brasil no ano passado destacam-se a China, com um total de US$ 34,3 bilhões (34%), União Europeia, US$ 16,1 bilhões (16%), e Estados Unidos, US$ 7,1 bilhões (7%).

Estados - Em 2020, os principais estados exportadores de produtos do agronegócio brasileiro foram o Mato Grosso US$ 17,9 bilhões (17,7%), São Paulo US$ 17,2 bilhões (17,1%) e o Paraná US$ 13,3 bilhões (13,2%).

Clique aqui e confira na íntegra o balanço das exportações do agronegócio brasileiro de 2020 da Getec

FOTO: Fábio Scremim / Appa

 

ACI: Lançado o Monitor Global de Cooperativas

aci 21 01 2021A Aliança Cooperativa Internacional (ACI) e o Instituto Europeu de Pesquisa em Cooperativas e Empresas Sociais (Euricse) lançaram nesta quarta-feira (20/01) a nona edição do Monitor Global de Cooperativas. O relatório, que conta com o apoio da OCB, explora o impacto econômico e social das maiores cooperativas do mundo e fornece uma classificação das 300 melhores colocadas, além de uma análise das respostas aos atuais desafios globais: covid-19 e mudanças climáticas. São elas: Coamo, Coopersucar AS, Sicredi, Confederação Nacional das Unimeds, C.Vale e Coop.

Faturamento - De acordo com o documento, as 300 principais cooperativas relatam um faturamento de mais de US$ 2,1 trilhões, com base em dados financeiros de 2018. Essas organizações operam em vários setores econômicos, sendo os setores agrícola (104 coops) e de seguros (101 coops) os que lideram a lista. O setor de atacado e varejo representa o terceiro maior: 57 coops.

Desempenho - Os resultados desta edição mostram que as maiores cooperativas têm um bom desempenho, com apenas ligeiras variações nas posições de topo em todos os setores. No Top 300 da classificação com base no faturamento, Groupe Crédit Agricole (França) ficou em primeiro lugar, como fez no ano passado, enquanto o Groupe BPCE (França) trocou com o alemão Grupo REWE, que agora é o segundo. A maioria das 300 melhores coops pertence a países industrializados, como os EUA (74), França (44), Alemanha (30) e Japão (24).

Índia - No Top 300 com base na proporção do volume de negócios sobre o produto interno bruto (PIB) per capita - que relaciona o faturamento da empresa com a riqueza do país, a Índia levou os dois primeiros lugares: IFFCO e Gujarat Cooperative Milk Marketing Federation.

Setores - No que se refere aos setores mais representados (agricultura e indústria de alimentos) a liderança é da japonesa Zen-Noh. Já na lista do segmento indústria e utilidades está a Corporación Mondragón (Espanha); e, no atacado e varejo, o grupo alemão REWE encabeça a lista.

Foco na Covid - O ano de 2020 ficará marcado como um ano de crise global sem precedentes, causada pela pandemia da covid-19. Apesar do enorme impacto que a crise da saúde teve, as cooperativas provaram ser resilientes e inovadoras. O Monitor Global inclui a história da SMART, cooperativa de freelancers, e suas ações de ajuda aos cooperados, principalmente do setor da cultura.

Foco no ODS 13 - O relatório internacional apresenta uma análise especial do Top 300 e do 13º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ação climática), explorado em profundidade no relatório o caso do Rabobank (Holanda) e seu banco inovador para a consciência climática.

Ajuda - “A pandemia colocou uma pressão sobre muitas empresas, mas como você lerá no relatório, muitas grandes cooperativas intervieram para ajudar funcionários, membros e comunidades a cuidar da própria saúde e a enfrentar as repercussões econômicas da covid-19. Gostaríamos de agradecer às organizações que forneceram seus dados e também a todos que contribuíram com essa atualização”. Bruno Roelants, diretor geral da ACI

Modelo atual - “O ano de 2020 nos confrontou com a necessidade de atuar emergencialmente sem deprimir nossas economias, como sempre fazem as cooperativas. Portanto, o modelo cooperativo é mais atual do que nunca. E a tarefa do Monitor é mostrar como o cooperativismo é capaz de enfrentar grandes desafios, ativando recursos importantes por meio de grandes organizações”. Gianluca Salvatori, Secretário-geral do Euricse

Conheça o documento - Para acessar o Monitor Global de Cooperativas, clique aqui (o documento está em inglês). (OCB)

 

FACIAP: Fernando Moraes é o novo presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou, na manhã desta quinta-feira (21/01), da posse virtual, transmitida pela internet, do empresário londrinense Fernando Moraes como novo presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap). A chapa, que contempla o Conselho de Administração e Conselho Superior, foi eleita por aclamação no dia 11 de dezembro, para o biênio 2021-2022. A partir de agora, Fernando Moraes assumirá a vaga ocupada pelo maringaense Marco Tadeu Barbosa.

Sucesso - “Ressaltamos o excelente trabalho realizado pelo Marcos Tadeu frente à federação neste período, em especial suas contribuições junto ao grupo das entidades produtivas, o G7, do qual participamos conjuntamente com outras entidades. Desejamos ao novo presidente, Fernando Moraes, sucesso na gestão que se inicia e nos colocamos a disposição para poder contribuir naquilo que pudermos”, ressaltou Ricken.

Sobre o novo presidente- O presidente eleito da Faciap, Fernando Moraes, é empresário e presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina – Acil e conselheiro do Sebrae/PR. Ele é administrador de empresas, diretor comercial do grupo Móveis Brasília, segundo principal revendedor de celular da Vivo no Brasil e primeiro no Sul do País, com mais de 700 colaboradores. É certificado pelo Programa de Desenvolvimento de Executivos da ISE Business School, em São Paulo, e pelo Programa de Desenvolvimento de Competências de Liderança da IESE Business School, em Barcelona (ES).

Conselho de Administração eleito

Presidente - Fernando Maurício De Moraes

Primeiro Vice-presidente - Lourival Macedo

Segundo Vice-presidente - Cledemar A. Mazzochin

Vice-Presidente para Assuntos de Finanças e Patrimônio - Hélder Miranda de Paiva

Secretário - Marco Aurélio Borges

Vice Presidente para Assuntos de Marketing - Rodrigo Fernandes

Vice-Presidente para o Setor de Sociedades Garantidoras de Crédito - Augusto Sperotto

Vice-Presidente para Assuntos Jurídicos - Fabrício Massi Salla

Vice-Presidente para Assuntos de Rede de Benefícios - Claudenir Machado

Vice-Presidente para Assuntos de TI - Carlos Fumagali Manfroi

Vice-Presidente para Assuntos de Planejamento - Carlos Roberto Santos Guedes

Vice- Presidente Agiag - Elaine Scartezine Meirelles

Vice-Presidente Acic - Genésio Pegoraro

Vice- Presidente Acim - Michel Felipe

Vice-Presidente da Acifi - Faisal Mahmoud Ismail

Vice-Presidente da Acil - Marcia Regina Vieira Mocelin Manfrin

Presidente da Acicam - Ben-Hur Roberval Teixeira Berbet

Vice-Presidente para Assuntos Institucionais - Hilgo Gonçalves

Vice-Presidente Assuntos Tributários - Rodolfo Zanluchi

Vice-Presidente para o Setor de Turismo - Michael Tamura

Vice-Presidente para Relações Governamentais - Cezar Mizael

Vice-Presidente para o Setor de MPEs - Hélio Terzoni

Vice-Presidente para o Desenvolvimento Regional - Mario Costenaro

Vice-Presidente da Acipg - Douglas Fanchini Taques Fonseca

Vice-Presidente para assuntos de Faciap Jovem - Mairus Gruber

Vice-Presidente para o Setor de Serviços - Mohamad Ali Awada Sobrinho

Vice-Presidente para assuntos de Faciap Mulher - Denise Pierin

Vice-Presidente Aciu - Orlando Luiz Santos

Vice-Presidente para o Setor de Empreendedorismo - Marcelo Masso Quelho Filho

Vice-Presidente para Inovação - Ronaldo Couza

Vice-Presidente para o Setor de Agronegócios - Geoge Hiraiwa

(Com informações da Faciap)

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COAGRU: Finalizados os investimentos na expansão da fábrica de ração avícola

Com o crescente número de aviários integrados junto à Coagru e a segunda linha de abate da Unitá em pleno funcionamento, abatendo 370 mil aves por dia, foram necessários novos investimentos na fábrica de ração avícola. Neste contexto, foram finalizadas as obras referentes às diversas medidas implementadas pela fábrica. O foco foi na duplicação da capacidade e moagem e capacidade de expedição, na automação como forma de obter maior segurança alimentar, nos processos de fabricação buscando a melhor eficiência e qualidade do produto final, garantindo ganhos de peso diário das aves e redução de custos, bem como, na ampliação da frota de caminhões para garantir maior agilidade e segurança nas entregas de rações.

Modernização - O diretor vice-presidente da Coagru, Cavalini Carvalho, aponta a necessidade de modernização, de modo a se ter a máxima eficiência na busca de melhores resultados. “A fábrica de ração avícola tem o que é de atual no mercado. Investimos na duplicação da moagem e expedição, na frota de caminhões e em processos de automação. Buscamos a excelência na produção, com mão de obra qualificada, automação dos processos com alto desempenho. Todos os investimentos foram planejados e executados com o objetivo de melhorar os procedimentos de fabricação e distribuição de ração, visando promover ainda mais a rentabilidade dos nossos cooperantes integrados que é a mola propulsora do nosso crescimento”, finaliza Cavalini. (Imprensa Coagru)

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SICREDI FRONTEIRAS: Agência será inaugurada em Cajamar (SP)

sicredi fronteiras 21 01 2021O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal – inaugura, no dia 2 de fevereiro, sua primeira agência no município de Cajamar/SP. Localizada na Av. das Amoreiras, nº 47, bairro Portais, ela pertence à Cooperativa de Crédito Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, que atua em 57 municípios, com mais de 72 mil associados e 35 agências, administrando R$ 2,2 bilhões em ativos e patrimônio líquido de R$ 243 milhões.

Experiência - Projetado para criar uma experiência ainda mais cooperativa, o espaço é composto de 317m² no térreo e 133m² no mezanino, resultando em 450m² pensados para oferecer conforto, proximidade e interação entre os associados. Além da agência física, o Sicredi também oferece uma múltipla rede de canais de conveniência (aplicativo mobile e internet banking, redes de autoatendimento e agentes credenciados).

Passo importante - Segundo o gerente da agência de Cajamar, Glaison Peres, este é mais um passo importante para a Cooperativa Sicredi Fronteiras. “Estamos chegando em um município com mais de 77 mil habitantes. Esperamos mostrar para Cajamar como o nosso modelo simples, próximo e ativo faz a diferença”.

Live - A inauguração será realizada no formato de live (transmissão ao vivo), nos canais oficiais da Sicredi Fronteiras no Facebook e Youtube, diretamente da agência em Cajamar, no dia 2 de fevereiro, às 19h30min. Desta vez a cooperativa se valerá da tecnologia para firmar o compromisso e assumir a responsabilidade de continuar oferecendo os melhores serviços para o estado de São Paulo.

Momento diferente - Conforme José César Wunsch, presidente da Cooperativa de Crédito Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, este é um momento diferente, que demanda cuidado extra com a saúde dos associados, colaboradores e comunidade em geral. “Esses posicionamentos novos foram pensados para continuarmos realizando os propósitos para o qual foi organizada a Cooperativa Sicredi Fronteiras em 1990. Gente que coopera, cuida e gente que coopera, cresce” finaliza o presidente.

Para associar-se - Para tornar-se associado, acesse: https://www.sicredi.com.br/site/seja-associado/ ou vá até a agência da Sicredi Fronteiras mais próxima de você. Lembrando que o atendimento ao público na agência de Cajamar iniciará a partir do dia 3 de fevereiro, em uma quarta-feira.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICOOB: Dia do Aposentado é comemorado com redução na taxa do consignado

sicoob 21 01 2021O Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil - está reduzindo as taxas do crédito consignado em comemoração ao Dia do Aposentado, celebrado em 24 de janeiro. A promoção "Dia do Aposentado é no Sicoob" começou nesta quarta-feira (20/01) e é válida até o dia 26.

Taxas reduzidas - Durante este período, o público terá acesso ao crédito com taxas reduzidas, a partir de 0,97% a.m. No mercado, esta modalidade é encontrada com taxas que giram em torno de 1,50% a.m. a 1,80% a.m., ou seja, quase o dobro do que a porcentagem oferecida pelo Sicoob.

Homenagem - De acordo com Francisco Silvio Reposse Junior, diretor Comercial e de Canais do Centro Cooperativo Sicoob (CCS) - conjunto das instituições de âmbito nacional do Sistema, o objetivo é, além de fomentar a comercialização do crédito consignado na modalidade INSS, prestar uma homenagem aos aposentados pelos anos de dedicação ao trabalho. "Ainda mais em um período delicado pelo qual estamos passando, que nossos idosos precisam de crédito a taxas ainda mais justas do que o praticado no mercado", diz o executivo.

Promoção - Estarão à disposição taxas promocionais com reduções de até 21%, quando comparado as tabelas praticadas fora da promoção.

Contratação simples - Além das taxas mais atrativas, a contratação é simples e o desconto é feito direto no benefício. As cooperativas financeiras são uma alternativa mais justa para as pessoas que buscam crédito. Uma das linhas mais atrativas do Sistema é o crédito consignado. A contratação pode ser feita em uma das agências do Sicoob, por cooperados e não cooperados. (Imprensa Sicoob)

SICOOB OURO VERDE: Cooperativa firma convênio com a Prefeitura de Marília para oferecer crédito consignado aos servidores

Em 2019, durante uma visita à cidade de Marília (SP) para verificação do terreno onde seria construída uma nova agência do Sicoob Ouro Verde, o diretor-presidente Elisberto Torrecillas resolveu fazer uma visita à prefeitura.

Reunião - Chegando lá, foi recebido por duas senhoras na assessoria dos elevadores. Muito simpáticas e, mesmo sem prévio agendamento, elas se prontificaram em conseguir imediatamente uma reunião com o Secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico.

Apresentação - Na ocasião, ele apresentou o crédito consignado e outras vantagens que o Sicoob oferece aos seus cooperados. Depois de muitas negociações, no último dia 6 de janeiro foi firmado convênio entre a cooperativa e a Prefeitura de Marília.

Assinaturas - Assinaram o documento o prefeito, Daniel Alonso e o Secretário de Administração, Ramiro Bonfietti. Representando o Sicoob Ouro Verde, além do diretor-presidente Elisberto Torrecilas, participaram o gerente de Mercado, João Paulo Marques da Silva; o gerente geral, Eduardo Biscaino e o Gerente de Negócios, Odivair Junior, que foi responsável pelos trâmites do contrato.

Benefícios - Agora, os mais de 5 mil servidores municipais de Marília podem contar com o crédito consignado do Sicoob, que tem taxas de juros menores que outras opções de empréstimo pessoal, agilidade na liberação e parcelas fixas descontadas direto na folha de pagamento. O benefício se estende às autarquias e ao IPREM (Instituto de Previdência do Município de Marília), que somam cerca de 2.200 funcionários aposentados.

Opções - Além do consignado, os funcionários da prefeitura terão à disposição todas as opções que o portifólio do Sicoob pode oferecer. Para apresentar esses produtos e serviços e agilizar os atendimentos de contratação de crédito e abertura de contas, a cooperativa vai agendar visitas da agência móvel, uma van adaptada que serve como unidade de atendimento itinerante.

Agradecimento - Para o diretor Elisberto, valorizar o trabalho de todos, sem menosprezar ou subestimar ninguém, é essencial. Por isso, ele decidiu demonstrar sua gratidão às mulheres que o ajudaram na prefeitura, enviando presentes para elas, que ficaram emocionadas pela lembrança. “Foram aquelas duas senhoras da recepção do elevador quem intermediaram a primeira reunião de negócios do Sicoob Ouro Verde, que culminou no sucesso dessa negociação”, comenta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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CAFÉ: Bienalidade negativa e problemas climáticos indicam redução da produção nacional

cafe 21 01 2021O 1º Levantamento da Safra 2021 de café, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (21/01), estima uma produção total, somados conilon e arábica, entre 43,8 milhões e 49,5 milhões de sacas, indicando uma redução entre 30,5% e 21,4%, em comparação ao resultado apresentado na safra passada.

Conilon - A despeito da redução da produção total, calcula-se uma produção recorde para a espécie conilon, se atingir o limite superior de 16,6 milhões de sacas de café beneficiado, com um incremento de 16% em relação a 2020. Pelo limite inferior, a previsão é de pouco mais de 14 milhões de sacas.

Arábica - Para o arábica, que responde pelo maior volume nacional, a estimativa é de uma colheita entre 29,7 milhões e 32,9 milhões de sacas, o que representa uma queda de 32,4% e 39,1%, respectivamente, em comparação com a safra passada.

Produtividade - A produtividade no limite inferior está próxima à da safra 2017 (de 24,14 sacas por hectare), e no limite superior, à da safra 2019 (de 27,2 sacas por hectare), que também foram anos de bienalidade negativa.

Área - Por outro lado, ao contrário da área em produção que é a menor dos últimos 20 anos, a área em formação é a maior desse período, reflexo da grave seca que assolou os cafezais e induziram os produtores a aproveitar o ano de bienalidade negativa e destinar uma maior área para realizar tratos culturais nos cafezais. A área de produção indicada é de 1,76 milhão de hectares, com uma redução de 6,8% frente a 2020.

Produção regional - Minas Gerais, estado com a maior produção nacional, deve alcançar entre 19,8 milhões e 22,1 milhões de sacas. A redução pode chegar a 42,8% em relação ao último ano, atingindo sobretudo o café arábica, que sofre maior influência da bienalidade negativa. Já no Espírito Santo, a produção total está estimada entre 12 milhões e 14,9 milhões de sacas, dos quais 9 milhões a 11,3 milhões de sacas serão para o conilon.

Demais estados - Nos demais estados, o levantamento aponta os seguintes números: São Paulo reduz a produção e alcança entre 4 milhões e 4,2 milhões de sacas; na Bahia há perspectiva de aumento de até 4,3%, situando-se entre 4 milhões e 4,1 milhões de sacas; Rondônia também há probabilidade de aumento e deve alcançar entre 2,3 milhões e 2,4 milhões de sacas; Paraná, da mesma forma, pode ter aumento, variando entre 906 mil e 943 mil sacas; o Rio de Janeiro segue o movimento de queda na produção e deve situar entre 270 mil e 281 mil sacas; em Goiás também há previsão de baixa, situada entre 222 mil e 231 mil sacas; e por fim, Mato Grosso, com previsão de aumento, situando entre 194 mil e 200 mil sacas.

Mercado - Sobre a conjuntura de mercado, o Boletim da Conab indica que os preços para o arábica são os mais altos dos últimos quatro anos. Chegou em R$ 604,90 por saca no mês de dezembro, com 22,6% de aumento durante o ano de 2020, enquanto o preço do café conilon, no mesmo mês, foi de R$ 379,60, com valorização de 31,67%. A valorização dos preços neste momento auxilia os produtores de café que, nos últimos três anos, enfrentaram a comercialização de suas safras com preços menos atrativos. (Conab)

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim completo do 1° Levantamento da Safra de Café 2021.

FOTO: Arquivo AEN

 

INFRAESTRUTURA: Projeto da Nova Ferroeste avança mais um passo no processo de licenciamento ambiental

infraestrutura 21 01 2021O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu neste mês a Autorização de Captura, Coleta e Transporte de Material Biológico (Abio) para o projeto da chamada de Nova Ferroeste (Ferrovia EF-277). É mais uma etapa no processo de licenciamento ambiental do projeto, que foi qualificado no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do governo federal.

Extensão - O Corredor Oeste de Exportação – Nova Ferroeste terá extensão de 1.370 quilômetros. O projeto abrange a construção de novos trechos e um corredor ferroviário de exportação ligando o polo produtor de grãos do Mato Grosso do Sul (MS) e do Oeste do Paraná ao Porto de Paranaguá. A iniciativa atende ao objetivo de ampliar a malha ferroviária nacional, de modo a atender o transporte voltado à exportação, o que favorece a competitividade, a integração e a segurança de mercadorias.

Início dos trabalhos - A Abio permite o início dos trabalhos de campo para o diagnóstico ambiental da fauna na área do projeto da Nova Ferroeste. Essa etapa é balizada por um plano de trabalho, analisado e aprovado pelo Ibama, no qual são indicados os pontos de amostragem e a metodologia a ser aplicada. Os dados a serem coletados em campo são essenciais para a avaliação de impactos ambientais da ferrovia, que será debatida com a sociedade após a conclusão dos estudos.

Levantamentos - “Com a emissão da Abio, a empresa de consultoria contratada para a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) pode iniciar os levantamentos de campo relacionados à fauna, isto é, poderá realizar as atividades de monitoramento da fauna terrestre localizada na área do projeto”, explicou a secretária de Apoio ao Licenciamento Ambiental e à Desapropriação do PPI, Rose Hofmann.

Obras - A nova malha ferroviária inclui a construção de uma nova ferrovia entre Maracaju (MS) e Cascavel, um novo traçado entre Guarapuava e Paranaguá, um ramal multimodal entre Cascavel e Foz do Iguaçu, além da revitalização do atual trecho da Ferroeste, entre Cascavel e Guarapuava. As atividades de monitoramento ocorrerão nessas áreas amostrais.

Estudos - A Ferroeste foi qualificada em meados de 2020 no âmbito do PPI, o que acelera o seu processo de desestatização. O pedido foi feito pelo Governo do Paraná e significa que a União vai ajudar o Estado com apoio técnico regulatório necessário em diversas áreas, da modelagem e meio ambiente à atração de investidores.

Acordo - O Governo do Paraná firmou um acordo de cooperação técnica com o Mato Grosso do Sul em 2020 para acelerar projeto. A empresa TPF Engenharia, contratada pelo Governo do Estado, está realizando os Estudos de Viabilidade Técnico-Operacional, Econômico-Financeira, Ambiental e Jurídica (EVTEA).

EIA e RIMA- O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) são coordenados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), da Universidade de São Paulo (USP). Na área ambiental ainda faltam liberações para trabalhos de campo de outros órgãos intervenientes, como Fundação Nacional do Índio (Funai) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Leilão - A expectativa é colocar a Nova Ferroeste em leilão na B3 entre final de 2021 e o começo de 2022 já com o EVTEA e o EIA/RIMA da ferrovia que liga Maracaju a Paranaguá concluídos.

Consistente - “O projeto é consistente, foi bem construído e é considerado um dos mais viáveis para investimentos no Brasil porque facilita o carregamento próximo aos produtores e a entrega com segurança nos navios, além de se aliar aos projetos em andamento da nova roupagem ferroviária, com conexão até Paranaguá, Foz do Iguaçu e o Mato Grosso do Sul”, afirmou o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves. “Temos que facilitar a integração dos modais. É a chave para o País avançar nos próximos anos”. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CAMEX: Governo zera Imposto de Importação de pneus para transporte de cargas

camex 21 01 2021A Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia zerou, nesta quarta-feira (20/01), o Imposto de Importação de pneus para veículos de carga. Em reunião do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) – núcleo colegiado da Camex – foi aprovada a alteração da alíquota com o objetivo de contribuir para a redução dos custos operacionais do transporte rodoviário de cargas no Brasil.

Solicitação - A medida atende a uma solicitação do Ministério da Infraestrutura, tendo em vista a participação do Transportador Rodoviário de Cargas (TRC) na matriz de transportes do país e as dificuldades do setor decorrentes da restrição econômica ocasionada pela pandemia da Covid-19.

Informações - O Gecex levou em consideração informações recebidas das empresas do setor indicando que a demanda adicional à oferta, o aumento dos preços das commodities no mercado internacional e a variação cambial no país têm pressionado fortemente os preços dos pneus no mercado nacional.

Itens - A alteração abrange itens classificados no código 4011.20.90 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) – Pneumáticos novos, de borracha, dos tipos utilizados em caminhões – que em 2020 registraram importações no valor de US$ 141,8 milhões, com mais de 1,28 milhão de unidades, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Vigência - A medida entra em vigor nesta quinta-feira (21/01), com a publicação da resolução do Gecex no Diário Oficial da União. (Ministério da Economia)

 

ECONOMIA: Copom mantém juros básicos da economia em 2% ao ano

economia 21 01 2021Em meio ao aumento da inflação de alimentos que começa a estender-se por outros setores, o Banco Central (BC) decidiu não mexeu nos juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 2% ao ano pela quarta vez seguida. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Menor nível - Com a decisão desta quarta-feira (20/01), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. Em julho de 2015, a taxa chegou a 14,25% ao ano. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020.

Inflação - A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2020, o indicador fechou em 4,52%, acima do centro da meta, de 4%.

Meta - Para 2020, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,5% neste ano nem ficar abaixo de 2,5%. A meta para este ano foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Estimativa - No Relatório de Inflação divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 3,4% no cenário base. Esse cenário considera uma eventual alta da inflação no primeiro semestre, seguida de queda no segundo semestre.

Mercado - A projeção, por enquanto, está em linha com as previsões do mercado. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,43%.

Crédito mais barato - A manutenção da taxa Selic em níveis baixos estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava crescimento de 3,8% para a economia em 2021. A projeção pode ser revisada nos próximos relatórios, que saem no fim de cada trimestre.

Contração menor - O mercado projeta contração um pouco menor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem contração de 3,45% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.

Negociações - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Redução - Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,31 com otimismo por posse de Biden

cambio 21 01 2021Num dia de otimismo nos mercados globais com a posse do presidente norte-americano, Joe Biden, o dólar caiu depois de três altas seguidas. A euforia não se repetiu no mercado de ações. A bolsa de valores caiu pela segunda sessão consecutiva, descolando-se do exterior.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (20/01) vendido a R$ 5,312, com recuo de R$ 0,034 (-0,63%). A cotação chegou a cair para R$ 5,28 na mínima do dia, perto das 14h, mas o ritmo de queda não se manteve no restante da tarde.

Pacote de estímulos - A expectativa de que o governo de Biden aprovará um pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão para enfrentar a pandemia de covid-19 ampliou os fluxos de recursos internacionais. A injeção de dólares na economia global reduz a pressão sobre o câmbio de países emergentes, como o Brasil. O dólar caiu perante as principais moedas do planeta.

Ações - No mercado de ações, o dia foi diferente. O índice Ibovespa, da B3, fechou a quarta-feira aos 119.646 pontos, com recuo de 0,82%. Apesar da entrada de capitais externos, que amenizou a queda, o indicador teve o segundo dia de baixa, não repetindo o desempenho de Wall Street.

Eleições - As discussões sobre a eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, com promessas de retorno do auxílio emergencial, interferem nas negociações, com a expectativa de que o governo aumente os gastos públicos sem encontrar outra fonte de recursos para financiar o benefício social. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

ACOMPANHAMENTO FISCAL: IFI alerta para teto de gastos, Covid-19 e tramitação do Orçamento

acompanhamento fiscal 21 01 2021Os especialistas da Instituição Fiscal Independente (IFI), no Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de janeiro divulgado na segunda-feira (18/01), ajustaram para cima a estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) nominal para o encerramento de 2020. A situação foi atribuída à redução da queda na atividade econômica e à aceleração da inflação. No entanto, o relatório alerta para as dificuldades para cumprimento da regra do teto de gastos neste ano, e estima que o Orçamento de 2021 não deverá ser aprovado antes de abril.

Endividamento - “O patamar mais baixo de endividamento, em 2020, deverá ser uma notícia positiva, mas não alterará o cenário de crescimento prevista para os próximos anos. O deficit primário deverá persistir, dificultando a recuperação das condições de sustentabilidade da dívida pública. A restauração do equilíbrio fiscal dependerá de uma sinalização mais clara, por parte do governo, sobre como o esforço primário será incrementado nos próximos anos”, resume o relatório.

Nominal - Segundo o IFI, o PIB nominal deve encerrar 2020 em R$ 7,387 trilhões — acima da previsão de R$ 7,139 trilhões divulgada em novembro — o que aponta para redução do crescimento da relação dívida/PIB no ano passado. Diante da persistência do deficit público, o relatório sugere que o governo seguirá com a estratégia de corte de despesas discricionárias (calculadas em R$ 128 bilhões no acumulado de 12 meses até novembro de 2020). Porém, os especialistas alertam que o espaço para essa política tende a reduzir-se para não prejudicar a oferta de serviços públicos essenciais.

Gasto discricionário - “O gasto discricionário, que agrega todo o custeio administrativo e os investimentos, atingiu seu mínimo histórico e não pode mais ser usado para acomodar novas despesas. O patamar muito baixo do gasto discricionário também impede que eventual frustração na arrecadação, no decorrer do exercício, sem correspondente redução na projeção do gasto obrigatório, seja compensada com o contingenciamento de despesas discricionárias, colocando em xeque o instrumento previsto na LRF [Lei de Responsabilidade Fiscal] para garantir o cumprimento da meta de resultado primário”, explica.

Obstáculo - O texto sugere que a “complexidade do processo legislativo” poderá ser um obstáculo para a aprovação do Orçamento de 2021 antes de abril. Os analistas preveem que, diferentemente da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) — aprovada em dezembro diretamente pelo Plenário do Congresso —, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) poderá ter que emitir seu parecer sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA), conforme determina a Constituição.

Covid-19 - A IFI avalia que a aprovação da LDO reduziu a tendência de incertezas em torno do Orçamento deste ano, mas mantém questões em aberto, principalmente em face do agravamento da crise da covid-19 em 2021 e da discussão sobre a prorrogação do auxílio emergencial. Para este ano, a instituição projeta gastos de R$ 36,1 bilhões para o enfrentamento da pandemia, número que inclui restos a pagar de R$ 16,1 bilhões em ações relacionadas à covid-19 e R$ 20 bilhões destinados às vacinas. (Agência Senado)

FOTO: Jefferson Rudy / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 1.340 mortes por covid-19 em 24h

O Brasil teve nesta quarta-feira (20/01) o dia com o segundo maior número de novas mortes registradas em 2021. Em 24 horas, foram notificados 1.340 novos óbitos por covid-19. O resultado ficou atrás apenas do dia 7 de janeiro, quando foram confirmados 1.524 novos falecimentos.

Total - Com as novas mortes desta quarta-feira, as vidas perdidas para a pandemia do novo coronavírus subiram para 212.831. Na terça-feira (19/01), o painel do Ministério da Saúde trazia 211.491 óbitos. Ainda há 2.811 falecimentos em investigação por equipes de saúde.

Infectados - Já o número de casos desde o início da pandemia totalizou 8.638.249. Entre terça e quarta-feira (19 e 20/01), as autoridades de saúde confirmaram 64.385 novos diagnósticos positivos de covid-19. Na terça, o número de casos acumulados estava em 8.573.864.

Balanço diário - As informações constam do balanço diário do Ministério da Saúde. A atualização, produzida a partir do levantamento das secretarias de saúde dos estados sobre mortes e casos, foi divulgada na noite desta quarta-feira (20/01).

Acompanhamento - Ainda há 860.796 pessoas com infecção ativa em acompanhamento por profissionais de saúde. Outras 7.564.622 pessoas já se recuperaram da doença.

Estados - Na lista de estados com mais mortes, São Paulo ocupa a primeira posição (50.652), seguido por Rio de Janeiro (28.215), Minas Gerais (13.721), Ceará (10.243) e Pernambuco (10.098). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (816), Acre (840), Amapá (1.016), Tocantins (1.330) e Rondônia (2.056). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 21 01 2021

SAÚDE II: Sesa registra 3.743 casos novos e 55 mortes pela Covid-19

saude II 21 05 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quarta-feira (20/01) 3.743 novos casos confirmados e 55 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Há ajuste ao final do texto.

Total - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 508.348 casos confirmados e 9.114 mortos em decorrência da doença.

Meses - Os casos divulgados nesta quarta-feira são de janeiro de 2021 (3.489) e dos seguintes meses de 2020: junho (4), julho (7), agosto (4), setembro (2), outubro (4), novembro (57) e dezembro (176).

Internados - 1.337 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.115 pacientes em leitos SUS (574 em UTI e 541 em leitos clínicos/enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.397 pacientes internados, 512 em leitos UTI e 885 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 55 pacientes. São 26 mulheres e 29 homens, com idades que variam de 33 a 95 anos. Os óbitos ocorreram entre 6 de julho de 2020 a 20 de janeiro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (6), Ponta Grossa (4), Cascavel (3), Campo Largo (2), Cornélio Procópio (2), Foz do Iguaçu (2), Maringá (2), Rolândia (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Andirá, Araucária, Assaí, Cambé, Campo Magro, Campo Mourão, Chopinzinho, Diamante D’Oeste, Espigão Alto do Iguaçu, Guaratuba, Ibiporã, Imbituva, Irati, Itaipulândia, Itambaracá, Jaguariaíva, Loanda, Londrina, Mangueirinha, Marumbi, Matelândia, Pérola, Piraí do Sul, Primeiro de Maio, Quitandinha, Realeza, Santa Mariana, São Miguel do Iguaçu, Sertaneja, Telêmaco Borba, Terra Boa e Tibagi.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 3.989 casos de residentes de fora, 72 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Exclusão:

Um óbito confirmado (M,92) no dia 26/12/2020 em RIBEIRÃO DO PINHAL foi excluído por erro de notificação. (Sesa)

Confira o informe completo clicando aqui

 

SAÚDE III: Vacinas já chegaram aos 399 municípios do Paraná

Menos de 48 horas depois de desembarcarem no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, as doses da vacina contra a Covid-19 chegaram aos 399 municípios. Dessa maneira, o Governo do Estado, responsável pela logística de distribuição, alcançou 100% do Paraná.

Balanço - Segundo o balanço da Secretaria de Estado da Saúde, divulgado às 15h30 desta quarta-feira (20/01), todas as prefeituras retiraram as suas doses nas Regionais de Saúde. No balanço anterior, das 13h, apenas Iporã, Tapira, Prado Ferreira, Guaraci, Miraselva e Mato Rico ainda não haviam buscado as ampolas.

Entrega - As 132.540 doses da vacina Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, foram entregues às Regionais de Saúde terça-feira (19/01) – as últimas, de Cascavel, Foz do Iguaçu e Toledo, chegaram às 22h.

Aplicação - Nesta quarta-feira a maioria dos municípios já começou a aplicar os imunizantes nos grupos prioritários: profissionais da saúde, idosos asilados e seus cuidadores, pessoas com deficiência severa e indígenas. A imunização é de responsabilidade das secretarias municipais de Saúde, mas dentro dos critérios do Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19.

Outro lote - O outro lote dessa mesma vacina será encaminhado após três semanas, que é o intervalo de aplicação. O armazenamento está sendo feito no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), que conta com ampla estrutura de freezers e câmaras frias, além de questões de segurança. O Paraná recebeu do Ministério da Saúde 265.600 doses.

Regionais - Confira o balanço da entrega da Secretaria de Estado da Saúde

Regionais em que todos os municípios retiraram até às 13h

1ª RS – Paranaguá

2ª RS – Metropolitana

3ª RS – Ponta Grossa

4ª RS – Irati

5ª RS – Guarapuava

6ª RS – União da Vitória

7ª RS – Pato Branco

8ª RS – Francisco Beltrão

9ª RS – Foz do Iguaçu

10ª RS – Cascavel

11ª RS – Campo Mourão

13ª RS – Cianorte

14ª RS – Paranavaí

15ª RS – Maringá

16ª RS – Apucarana

18ª RS – Cornélio Procópio

19ª RS – Jacarezinho

20ª RS – Toledo

21ª RS – Telêmaco Borba

Municípios que retiraram entre 13h e 15h30

12ª RS – Umuarama – Iporã e Tapira

17ª RS – Londrina – Prado Ferreira, Guaraci e Miraselva

22ª RS – Ivaiporã – Mato Rico

(Agência de Notícias do Paraná)

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