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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4995 | 25 de Janeiro de 2021

PR COOPERATIVO: Revista mostra adaptação das cooperativas aos desafios causados pela pandemia

pr cooperativo 25 01 2021A matéria de capa da edição 186 da Revista Paraná Cooperativo tem como tema a reação do setor cooperativista diante das dificuldades impostas pela pandemia do coronavírus. As 217 cooperativas paranaenses vinculadas ao Sistema Ocepar se mantiveram firmes, desempenhando atividades essenciais, e finalizaram 2020 alcançando os objetivos previstos no PRC100, o planejamento estratégico do cooperativismo. Atuando em sete diferentes ramos – agropecuário, saúde, crédito, transporte, infraestrutura, consumo e trabalho, produção de bens e serviços -, as cooperativas do Paraná reúnem mais de 2,5 milhões de cooperados e mais de 116 mil funcionários.

Empregos -“Apesar das dificuldades econômicas que a pandemia causou, das quais ninguém esteve imune, as cooperativas do Paraná geraram quase 10 mil novos empregos em 2020”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Segundo o dirigente, para continuar em atividade, as cooperativas precisaram se adaptar à realidade. “Se não pudemos parar, porque nossas atividades são essenciais, tivemos que aperfeiçoar nossa forma de trabalhar, com mais segurança e cuidado com a saúde”, acrescentou.

Investimentos - Ainda de acordo com ele, o apoio ao cooperado foi mantido, os empregos foram preservados e os investimentos previstos não foram interrompidos, principalmente em infraestrutura e agroindústria, tão necessários para atender à crescente demanda por alimentos nos mercados brasileiro e internacional. “O ano de 2021 será também desafiante. No primeiro semestre, ainda estamos enfrentando a pandemia e acompanhando os avanços no processo de vacinação”, observou.

Esperança - Na opinião do dirigente, há razões para acreditar em dias melhores, com a imunização da população e a retomada da economia. “Gradativamente, o Brasil vem conquistando liderança na oferta mundial de alimentos. Temos que saber lidar com essa nova realidade e valorizar o que é nosso, combatendo falsas informações que circulam a nosso respeito, fomentadas pela concorrência comercial que se estabeleceu no mundo”, disse.

Entrevista - O entrevistado especial da edição 186 é um dos nomes mais conhecidos da comunicação brasileira. Fundador da consultoria N Ideias, Nizan Guanaes é estrategista de comunicação das principais marcas do Brasil. O publicitário classificou a pandemia da Covid-19 como um “festival de horrores”, mas também como um momento de transformação e de renovação. Nizan salientou que não podemos ter medo e nem virar as costas para o futuro, mas “olhá-lo de frente”. E argumentou que não se pode usar a pandemia “para enfiar a cabeça no problema, quando, na verdade, temos é de enfiar a cabeça na solução, para sairmos renovados, renascidos, como Fênix”.

Matérias - A edição de janeiro/fevereiro da Revista Paraná Cooperativo traz matérias sobre formação, com mais uma turma de dirigentes de cooperativas do Paraná e dos Sistemas Ocepar e OCB, que participou do programa desenvolvido em parceria com o MIT. Também relata que a entidade lançou portfólio digital para divulgar o trabalho realizado pelas cooperativas do ramo transporte. A revista faz justa homenagem a José Gerardo Fontelles, falecido em 31 de dezembro, que contribuiu com o setor em momentos decisivos. A publicação relata também notícias de relevância sobre as cooperativas paranaenses nos mais diversos ramos.

Clique aqui para conferir a íntegra da edição 186 da revista Paraná Cooperativo

 

GETEC: Informe nº 3 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 25 01 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (25/01), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

COOPAVEL: Cooperativa alcança números recordes no ano de seu cinquentenário, revela AGO

coopavel 25 01 2021Apesar dos desafios impostos pela pandemia, o ano de 2020 entra para a história da Coopavel. O ano do cinquentenário, oficialmente comemorado em 15 de dezembro, alcançou números recordes demonstrando que a cooperativa experimenta um de seus melhores momentos. O faturamento do exercício foi de R$ 3,47 bilhões, 30% maior em comparação com o de 2019. O resultado foi apresentado na manhã de quarta-feira (20/01), em Assembleia Geral Ordinária cercada de todos os cuidados e orientações dos órgãos de proteção à saúde.

Fatores - Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente Dilvo Grolli, que atribuiu os números de 2020 a uma série de fatores, mas, principalmente, à experiência, à inovação, ao planejamento, ao trabalho sério e dedicado de diretores e colaboradores e à valorosa colaboração do quadro associado. Mesmo com as mudanças necessárias para conter o coronavírus, os investimentos somaram R$ 174,2 milhões, 54% superiores aos do ano anterior e o lucro registrado em 2020 foi de R$ 145,1 milhões, 70% maior que o apurado no exercício de 2019.

Crescimento - A recepção de grãos cresceu 30% no comparativo de 2020 e 2019, somando 18,2 milhões de sacas. Houve expansão do número de filiais da cooperativa, passando de 29 para 32 e o número de cooperados no último dia de 2020 era de 5.932, 9% maior no comparativo com o do fim do ano anterior, que era de 5.446 – o atual número de funcionários é de 6,1 mil. “Esses dados são a comprovação de que o planejamento estratégico traçado pela cooperativa foi alcançado de maneira precisa e eficiente. Que a opção pela sustentabilidade da cooperativa com base no valor agregado e que cada negócio não ultrapassa 25% do faturamento total é acertada”, ressalta Dilvo.

Indústria - O avanço da área industrial da Coopavel em 2020 merece atenção especial, de acordo com o presidente, que destaca a produção de sementes. É possível entender o desempenho diante dos números dos últimos três anos: em 2018, foi de 111,6 mil sacas, em 2019 atingiu 106,5 mil sacas e em 2020 houve um salto para 413,5 mil sacas. A indústria de fertilizantes produziu 146,5 toneladas em 2020 contra 135,6 do ano anterior; o esmagamento de soja foi de 280,6 toneladas contra 272 de 2019 e a produção do moinho de trigo saltou, em 2019, de 91,8 para 137,1 toneladas.

Recepção de grãos - A recepção total de grãos da Coopavel em 2020 foi de 1.092,7 mil toneladas, contra 844,4 mil do ano anterior. O abate no frigorífico de aves foi praticamente o mesmo do ano anterior, de 49,7 milhões de cabeças e a produção de leitões cresceu de 290,7 mil para 303 mil. Os cooperados aprovaram receita e custos da Coopavel para 2021. A projeção de receita para o exercício é de R$ 4 bilhões e de custos de R$ 3,88 bilhões.

Metas - Também foram submetidos à AGO os objetivos e metas da cooperativa para 2021. São basicamente quatro pontos fundamentais: melhorias, ampliações e novas filiais no Oeste e Sudoeste do Paraná; ampliação da produção das agroindústrias de trigo e rações; ampliação dos abates do frigorífico de suínos, de matrizeiros e das unidades de produção de leitões e ovos férteis. Dilvo Grolli citou também sobre a intercooperação da Coopavel e da Credicoopavel e dos bons resultados alcançados com a parceria. A cooperativa de crédito, que comemorou recentemente os seus 39 anos, tem 6.984 cooperados, patrimônio líquido de R$ 92,8 milhões e ativos de R$ 367,6 milhões. (Imprensa Coopavel)

 

CAPAL I: Silagem de qualidade exige atenção e planejamento

capal I 25 01 2021O início do ano é marcado pela ensilagem de milho para os pecuaristas leiteiros. No entanto, esse processo tem início bem antes, com a escolha do híbrido. O médico veterinário do Departamento de Assistência Técnica (DAT) da Capal, Diogo Souto, ressalta que a cooperativa se preocupa em indicar ao produtor materiais que tenham resultados comprovados, considerando as condições específicas de cada um.

Pesquisa - “Temos um trabalho forte de pesquisa com a Fundação ABC, em que se faz uma triagem dos materiais recomendados para cada realidade, cada altitude, cada produtor. Não trabalhamos com marcas ou bandeira. O objetivo é trazer a opção que vai dar o melhor retorno econômico para o produtor”, aponta. Quando se fala em ensilagem, uma das principais exigências é o ponto de corte correto. No entanto, antes disso, há um tópico que muitas vezes é negligenciado: a programação do tamanho da trincheira.

Definição - Diogo Souto explica que esta definição de tamanho deve ser feita de modo técnico, pois o tamanho da trincheira influenciará na retirada da silagem depois. “Muitas propriedades não têm o planejamento e fazem uma trincheira muito longa, muito alta, muito larga, e depois não conseguem ter uma retirada diária adequada”, comenta. Para definir o tamanho da trincheira, é importante que o produtor converse com o técnico que o atende na propriedade.

Ponto de corte - O ponto de corte é outro assunto que demanda conversa com a equipe técnica. Diogo Souto assinala que o olhar atento para o milho é uma ferramenta para acertar no ponto de corte – quebrar a espiga e avaliar quanto de amido há no grão de milho.

Ideal - De acordo com ele, o ponto ideal para a colheita da silagem é quando há duas partes de amido para uma parte de leite no grão. Porém, ele enfatiza que a equipe técnica está bem instruída e equipada, contando inclusive com um determinador de matéria seca, para definir o momento correto. Depois de colhida a silagem, é necessário dar uma atenção especial à compactação, que também deve ser realizada de maneira técnica.

Cálculos - Há cálculos que indicam o tamanho das camadas e o tempo de compactação, de acordo com o volume da silagem. “O ideal é não fazer camadas muito grossas, com 15 a 30 centímetros. Tem um tempo de compactação também, que seria de 1 a 3 minutos por tonelada de silagem descarregada na trincheira. Quanto melhor compactada, melhor será a qualidade da silagem”, complementa.

Detalhes - No bate-papo com o setor de Comunicação da Capal, o técnico deu mais detalhes sobre todos esses temas e falou também sobre o processo de vedação, uso de inoculantes e de novas tecnologias, como a barreira de oxigênio. Ele comentou ainda sobre o impacto de uma silagem de qualidade na produtividade do leite. Quer saber mais? Ouça o podcast "Ensilagem de milho - do híbrido ao volumoso” e fique por dentro de todos esses assuntos! (Imprensa Capal)

capal I QR Code 25 01 2021

 

CAPAL II: Cooperados recebem prêmio por alta produtividade de milho

capal II 25 01 2021Os cooperados da Capal, Stefano Elgersma e Stieven Haijes Elgersma, pai e filho, da região de Arapoti/PR, foram premiados no Desafio de Gigantes, promovido pela Pioneer Sementes. Eles receberam o título Campeão de Produtividade na área sul, pela colheita de milho com 200,027 scs/ha. O híbrido plantado foi o P3898, um híbrido convencional caracterizado por um elevado potencial produtivo.

Entrega - O prêmio foi entregue em 20 de janeiro por Sergio Sfredo, representante da Pioneer na região. Foi ele quem, valorizando o potencial produtivo, convidou o cooperado a participar do concurso.

Parceria - O produtor Stefano Elgersma atribui os bons resultados à parceria com o Departamento de Assistência Técnica (DAT) da cooperativa. “Ser um associado da Capal tem uma grande vantagem, porque o profissionalismo e a seriedade que se tem na Capal é muito superior ao que vemos por aí”, afirma. Ele ressalta que procura seguir todas as recomendações oferecidas pelo corpo técnico e aponta também a importância dos resultados de pesquisa e orientações da Fundação ABC na tomada de decisão.

Resultado - Para o agrônomo que assiste a área campeã em produtividade, Marcelo José Odair, o cuidado técnico com as práticas de manejo, como a manutenção da palhada, plantio na hora certa e uso de ferramentas de agricultura de precisão contribuíram para o bom resultado. E ele destaca também a importância de amar o que se faz. (Imprensa Capal)

 

SICREDI: Máquinas de cartões contam com Pix para receber pagamentos

sicredi pix 25 01 2021O Sicredi ampliou o Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, para suas máquinas de cartões como mais uma opção de recebimentos para os seus associados. O serviço estará disponível a partir desta segunda-feira (25/01). As máquinas de cartões do Sicredi já são utilizadas por mais de 180 mil associados microempreendedores individuais (MEI), pessoas jurídicas (PJ) e pessoas físicas (PF) e ajudam a desenvolver economicamente as regiões onde a instituição está presente.

Operações - O Pix permite pagar, receber e transferir valores a qualquer hora do dia, inclusive nos fins de semana. “A solução reforça nosso compromisso de oferecer mais facilidade, controle e organização financeira para o associado, que passa a contar com mais uma alternativa de recebimento, tornando nossa máquina de cartões ainda mais completa”, diz o diretor executivo de Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi, Cidmar Stoffel.

Início - O Sicredi iniciou a operação com o Pix em novembro de 2020 e todos os associados podem cadastrar chaves Pix (CPF/CNPJ, e-mail, celular ou chave aleatória) pelo aplicativo da instituição para utilizarem a ferramenta. O Pix não é um aplicativo e sim uma solução e também está presente no Woop Sicredi, a conta 100% digital do Sicredi.

Mais - Saiba mais sobre a solução de recebimento via Pix no Sicredi em www.sicredi.com.br/pixpj e sobre as máquinas de cartões do Sicredi em www.sicredi.com.br/sites/maquinadecartoes.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

 

SICREDI FRONTEIRAS: Premiação de R$ 100 mil é entregue a associado de Salgado Filho

sicredi fronteiras 25 01 2021Na manhã de quinta-feira (21/01), a agência Sicredi Fronteiras no município de Salgado Filho/PR, realizou a entrega de uma premiação de R$ 100 mil, referente ao sorteio do Seguro Vida Mais Flex, em parceria com a Icatu Seguros. O contemplado, Edir Colto, é associado desde maio de 2015.

Presenças - Além do gerente da agência de Salgado Filho, Geovan Bedin, estiveram presentes representando a cooperativa: José Carlos Steffen; diretor de negócios, Moises Schwengber; gerente do segmento PJ, Rodrigo Lazzarini; gerente regional de desenvolvimento e Elton Schlosser Júnior; assessor de seguros. Representando a Icatu estiveram presentes: Adão Vilmar de Oliveira; gerente comercial, Diego Iuchemui; assessor de desenvolvimento e Leandro Missio Medeiros; superintendente.

Satisfação - De acordo com o associado Edir Colto, é uma enorme satisfação e alegria ter sido contemplado neste sorteio. “Há tempos tenho o plano de construir uma casa própria para minha família, porém, devido à pandemia, esse ano acabou sendo mais difícil do que esperávamos. Esse valor com certeza irá me auxiliar e muito para a realização do meu sonho”, comenta Colto.

Gratificante - Geovan Bedin, gerente da agência de Salgado Filho, relata como é gratificante entregar ao associado o prêmio de R$ 100 mil. “Fico muito feliz que, com esse valor, ele consiga construir a sua casa própria. Podemos ver que além do benefício no cunho social que o seguro de vida traz para a família do associado, no caso da perda de algum ente, ao contratar o seguro o associado ainda pode ser contemplado, podendo usufruir em vida de uma quantia muito boa”, afirma Bedin.

Desmistificação - Para Moises Schwengber, essa é uma oportunidade para desmistificar um pouco do que se pensa sobre seguros de vida. Com menos de R$ 2 por dia, o associado protege a própria vida e a de sua família. “Geralmente as pessoas ficam meio receosas com relação a esse produto, mas a gente gostaria de alertar e deixar claro que todos nós temos necessidade do seguro em todas as fases da nossa vida. Várias pessoas têm a impressão de que o seguro de vida só é acionado em caso de morte, e não é bem assim. Hoje a maior parte das coberturas de um seguro nós utilizamos em vida, como por exemplo uma cobertura de doenças graves ou de invalidez total ou parcial”.

Característica social- Leandro Medeiros afirma que o seguro de vida possui uma característica social de repor famílias em sociedade e que é uma enorme satisfação ter o primeiro sorteado nacional desse produto em Salgado Filho. “Ficamos muito felizes por essa parceria com o Sicredi e por poder realizar esse retorno de recursos para a sociedade, para que os associados utilizem o valor da melhor maneira possível”, relata Medeiros.

Agradecimento - O diretor de negócios da Sicredi Fronteiras, José Carlos Steffen, parabeniza o associado Edir Colto pelo sorteio. “Em nome da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração, gostaríamos de agradecer ao nosso associado por escolher a nossa cooperativa para realizar os seus negócios. Ao escolher o Sicredi, ele teve a felicidade de escolher um produto novo, em lançamento com a nossa parceira Icatu, sendo o mesmo o primeiro contemplado a nível nacional. Parabéns Edir, que você possa fazer bom uso dessa premiação e que ela lhe auxilie a transformar os seus sonhos em realidade”, finaliza Steffen.

Seguro Vida Mais Flex - Veja abaixo alguns dos diferenciais do Seguro Vida Mais Flex da Icatu:

• São oito opções de cobertura para montar a proteção de acordo com a necessidade dos associados;

• Possibilidade de extensão das coberturas de morte, morte acidental e invalidez por acidente para cônjuge e filhos;

• Possibilidade de inclusão de eventos de LER/DORT/LTC e franquia reduzida na diária por incapacidade temporária;

• Definição da indenização desejada para cada cobertura, com opções de até R$ 2 milhões, dependendo da cobertura escolhida;

• Opção de cobrança online por cartão de crédito;

• Além de concorrer a um sorteio mensal de R$ 100 mil, o associado ainda pode escolher duas assistências sem acréscimo na mensalidade;

• Cobertura de diagnóstico definitivo de 11 doenças graves com indenização de até R$ 500 mil;

• Taxas diferenciadas por idade.

Entre em contato com a sua agência e saiba mais.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

PESQUISA: Embrapa Soja seleciona bolsista de pós-doutorado em Biologia Molecular

pesquisa 25 01 2021A Embrapa Soja está selecionando bolsista de pós-doutorado em Biologia Molecular ou áreas afins para atuar em projeto de pesquisa com edição gênica, via tecnologia CRISPR. O profissional selecionado irá atuar no Laboratório de Biotecnologia Vegetal da Embrapa Soja, sediada em Londrina (PR). A bolsa, no valor de R$ 5.000,00, terá duração de 12 meses, a partir de março 2021, mas poderá ser estendida, dependendo do desempenho do bolsista e do projeto. São pré-requisitos: experiência comprovada com trabalhos envolvendo biologia molecular, transformação genética de plantas e cultura de tecidos, além de boa capacidade para trabalho em equipe e fluência em inglês.

E-mail - Para se candidatar, é preciso enviar e-mail com cópia para:

Liliane Henning (liliane.henning@embrapa.br)

Silvana Marin (silvana.marin@embrapa.br)

Inscrições somente por e-mail: até 01/02/2021 – com linha de assunto: “INSCRIÇÃO PARA SELEÇÃO DE BOLSISTA PÓS-DOUTORADO”.

Anexos - O e-mail deverá incluir os anexos:

a) Currículo atualizado resumido (máximo de três páginas);

b) Carta de recomendação de pelo menos um profissional vinculado a instituição de pesquisa ou empresa. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

SEAB/DERAL: Boletim agropecuário aborda a ovinocultura paranaense

seab deral 25 01 2021Apesar de o Paraná não ter um rebanho ovino expressivo, a cultura movimenta aproximadamente R$ 96 milhões por ano no Estado, dinamizando a economia de várias regiões, particularmente de Cascavel e Guarapuava. Essa é uma das análises do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, produzido por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, referente à semana de 16 a 22 de janeiro.

Rebanho - O Paraná tem um rebanho de 589 mil cabeças de ovinos. Em 2019, a participação desse segmento no Valor Bruto de Produção (VBP) estadual foi de aproximadamente 0,1%. Mesmo que os volumes pareçam pouco expressivos, a ovinocultura movimentou R$ 96 milhões durante o ano no Estado, valor importante para dinamizar a economia.

Oeste - O núcleo regional de Cascavel, no Oeste do Estado, é o mais expressivo na produção, contribuindo com R$ 12,8 milhões para o VBP desse segmento. É seguido pelo núcleo de Guarapuava, com R$ 8,6 milhões. Praticamente a totalidade dos ovinos é destinada ao consumo interno.

Cotação - Dados da Embrapa apontam que a cotação do ovino vivo teve variação positiva de 11,1% na comparação de dezembro de 2019 com o mesmo mês em 2020. O impulso foi dado, sobretudo, pela alta de soja e milho, pela redução na produção e consequente importação da carne ovina, e pela baixa disponibilidade de pastagem, em razão da estiagem severa.

Aumento da produção - A estimativa para 2021 é que haja aumento na produção. No entanto, os preços devem se manter ainda em alta seguindo a provável recuperação econômica. Também contribui para a formação do preço a manutenção da alta da soja, do milho e do dólar, o que eleva os custos na alimentação e nos insumos.

Feijão e frutas - O boletim registra, ainda, a colheita de 51% do feijão de primeira safra. De forma geral, o clima em janeiro está favorecendo a cultura, com boas expectativas de produtividade e qualidade dos grãos. Da segunda safra, apenas 7% foi semeada e a maioria está em fase de germinação.

Importação - Em relação às frutas, há análise sobre algumas das principais da pauta de importações do Brasil: peras, nozes, castanhas, uvas e maçãs. No total, o Brasil importa 25 espécies de frutas de 65 fornecedores. Em 2020, foram adquiridas 450,7 mil toneladas com despesas de US$ 596 milhões.

Milho e soja - A semana se encerrou com 57% da área da primeira safra de milho no Paraná na fase de frutificação. A colheita já começou, mas ainda não atinge 1% do total. Da segunda safra, a área plantada ainda é incipiente, com 1% do estimado.

Chuvas - Para a soja, as chuvas de janeiro foram benéficas. Mas, se ajudou a restabelecer a umidade do solo, elas também dificultam o acesso dos produtores às lavouras de algumas regiões para o trato cultural. A colheita está começando na região de Pato Branco, devendo se fortalecer a partir de fevereiro, a depender do clima.

Outras culturas - O documento produzido pelos profissionais do Deral traz também uma análise sobre o comportamento dos preços do trigo e derivados tanto para o produtor e industrial quanto para o consumidor. Leitura semelhante é feita em relação à avicultura de corte, com o estudo se estendendo também para a exportação.

Batata - Há ainda registro sobre as condições das lavouras de batata tanto da primeira safra, que já tem 87% da área colhida, quanto da segunda safra, que está com 39% semeada. Sobre a mandioca, o boletim retrata a dificuldade de trabalho a campo devido à chuva, mas com desenvolvimento satisfatório das lavouras plantadas. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira a íntegra do boletim  AQUI

 

INFRAESTRUTURA: Audiências definem detalhes dos dois novos arrendamentos no Porto

infraestrutura 25 01 2021Nos próximos dias 4 e 5 de fevereiro, a Portos do Paraná realiza as audiências públicas que darão sequência ao processo de licitação de duas áreas disponíveis para novos arrendamentos no Porto de Paranaguá. Este ano, em ambiente virtual, a empresa pública pretende apresentar e receber sugestões para o aprimoramento da documentação necessária para a realização do certame.

Leilão - A estimativa é que o leilão das áreas seja realizado ainda neste primeiro semestre. Serão leiloadas a PAR 32, terminal portuário destinado a carga geral, com ênfase em açúcar ensacado; e a PAR50, destinada à movimentação de granéis líquidos. A audiência pública para a PAR32 será no dia 04 de fevereiro, com início marcado para as 13h e horário limite para encerramento às 18h. Já a sessão para a PAR50 será no dia 05 de fevereiro, no mesmo horário.

Avanço - “Estamos felizes por avançar e colocar as segunda e terceira, das seis áreas, para licitação, e por estarmos fazendo isso de uma maneira célere, organizada e com transparência”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “Somos os primeiros portos do Brasil a fazer isso com autonomia, por conta da delegação de competência que conquistamos”, afirma.

Etapa - O diretor jurídico da empresa pública, Marcus Freitas, explica que, além de atender uma determinação legal, com as audiências a Portos do Paraná garante transparência e publicidade aos atos.

Minutas - “É a oportunidade que a população, a sociedade civil organizada, associações, interessados e dos órgãos de fiscalização têm de ter o primeiro contato com as minutas dos editais das licitações, dos contratos, e analisar toda a metodologia implementada nos estudos técnicos, o regramento para eventual participação no certame e também contato com os estudos técnicos, econômicos e ambientais”, afirma Freitas.

Estudo - Ainda de acordo com o diretor, todas as questões operacionais, de engenharia, financeiras, econômicas e jurídicas que envolvem o arrendamento das duas áreas estão no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) que também será apresentado e debatido nas audiências.

Condução - As sessões serão conduzidas pela Portos do Paraná, com a participação da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA) e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Como participar - A Portos do Paraná criou um banner no site www.portosdoparana.pr.gov.br com todos os detalhes e passo a passo para a participação pública.

Questionamentos e sugestões - “As pessoas poderão fazer perguntas, sugerir alterações, ou seja, contribuir com questionamentos e sugestões. E nós, como poder público, vamos analisar todas as contribuições, e, se for razoável, poderemos proceder as adaptações sugeridas. A audiência pública tem a finalidade de oportunizar a participação efetiva da população no processo licitatório”, garante o diretor jurídico Marcus Freitas.

Transmissão - As sessões serão transmitidas pelo canal da Portos do Paraná no Youtube. Basta digitar, na ferramenta de busca da plataforma, “Appa Licitação” (www.youtube.com/channel/UCoiMycUOx8v3knygPTCC74A).

Inscrição - Para apenas assistir, não é necessário inscrição. Porém, caso os interessados queiram se manifestar, eles deverão se inscrever pelo Whatsapp, no número (41) 99189-7720. O período de inscrição será das 7h às 11h, nos dias das sessões. Pelo Whatsapp será possível enviar as contribuições por vídeo, áudio ou texto.

Sala - Uma sala de reunião para transmitir as audiências também será criada. Caso tenha interesse em entrar pela plataforma “ZOOM”, o interessado deve fazer essa solicitação e encaminhar o endereço eletrônico de login ao se inscrever (pelo Whatsapp).

Consultas - No site da empresa pública também consta um banner específico com as informações sobre esse as consultas públicas para o processo das duas áreas. Essas começaram no dia 30 de dezembro de 2020 e seguem até o final dos respectivos dias das audiências.

Formalização - Como destaca a Comissão de Licitação de Áreas Portuárias (CLAP), da Portos do Paraná, para ser considerada no processo toda sugestão ou comentário deve ser formalizado pelo formulário digital da Agência Nacional de Transporte Aquaviária (Antaq), disponibilizado no site da Portos do Paraná, desde o início das consultas. Isso pode ser feito antes, durante ou após as audiências, até as 23h59.

Sequência - Após a análise das contribuições públicas e eventuais alterações nas minutas, o processo das duas áreas é encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU). Com o aval do órgão, o processo licitatório será efetivamente publicado. (Agência de Notícias do Paraná)

 

MODERNIZAÇÃO: Nova Lei de Falências entra em vigor

modernizacao 25 01 2021As inovações estabelecidas pela modernização da Lei de recuperação judicial, falência e extrajudicial (Lei nº 14.112/2020) entraram em vigor no sábado (23/01). A atualização das regras dará mais fôlego para a recuperação de empresas em dificuldades financeiras e, assim, permitirá a manutenção dessas empresas no cenário econômico, gerando emprego, renda e riquezas para o país. As novas regras não trazem nenhum impacto fiscal sobre as contas do governo. As mudanças vão permitir ampliar o financiamento a empresas em recuperação judicial, melhorar o parcelamento e o desconto para pagamento de dívidas tributárias e possibilitar aos credores apresentar plano de recuperação da empresa, entre outros avanços. A nova Lei de Falências vai, portanto, ajudar o Brasil a se recuperar no período pós-pandemia. A entrada em vigor ocorre 30 dias após a publicação da lei, o que ocorreu em 24 de dezembro de 2020.

Urgente - A modernização da Lei de Falências era urgente porque as regras anteriores não auxiliavam na recuperação das empresas e geravam processos muito demorados, fosse no caminho da recuperação ou da falência dessas companhias, aponta a equipe da Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia.

Recuperação - Com a reforma, aumenta a probabilidade de efetiva recuperação dos devedores viáveis e fica mais rápida e eficiente a liquidação de empresas sem viabilidade de recuperação. A combinação desses fatores vai estimular que recursos e ativos sejam efetivamente inseridos novamente no empreendedorismo, com reflexos positivos também para o mercado de crédito.

Indicador - A Lei nº 14.112/2020 deve provocar em pouco tempo aumento da pontuação do indicador brasileiro referente ao indicador “Resolução de Insolvência” do Doing Business, do Banco Mundial. Isso gera perspectivas de melhora da classificação geral do Brasil no ranking mundial de ambiente de negócios. Isso porque as mudanças com a nova Lei de Falências trazem claras evoluções do marco legal da recuperação judicial e na possibilidade de recuperação das empresas em dificuldades.

Histórico - A construção da nova Lei de Falências começou em agosto de 2016, com a formação de grupo de trabalho com advogados, administradores, acadêmicos e juízes especialistas em direito falimentar. Mais de 40 encontros foram realizados até a consolidação do projeto. Em 2019, com o apoio do deputado federal Hugo Leal (PSD/RJ), a proposta original foi transformada em projeto substitutivo ao PL 6229/2005, e, em 2020, com o apoio do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), relator do projeto no Senado Federal, o projeto deu origem à nova Lei de Falências, aprovada pelo Senado em 25 de novembro e sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em 24 de dezembro.

Senado - Em novembro, quando o texto foi aprovado pelo Senado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, destacou a importância das mudanças. “Foi um trabalho com muita densidade técnica; muita gente qualificada trabalhou nisso. É um momento de celebração, pois mostra que seguem as reformas. Reformas extremamente importantes”, disse o ministro. “É uma conquista tanto de excelência técnica quanto de excelência política. É um avanço institucional gigantesco”, reforçou o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.

Mudanças na prática - Uma das principais mudanças se refere à possibilidade de apresentação de plano de recuperação judicial pelos credores. Antes da reforma das regras, somente o devedor podia propor as condições de renegociação, por meio de seus administradores. Isso dificultava o avanço das tratativas por parte dos credores, que tinham poucas opções a escolher: ou acatavam as condições estabelecidas pelos administradores da empresa em recuperação, ou assumiam o risco de enfrentar um longo e oneroso processo de falência do devedor.

Plano próprio - A partir de agora, nos novos processos de recuperação judicial, os credores também poderão propor o seu próprio plano, sempre que esgotado o prazo para votação ou quando rejeitado o plano proposto pelo devedor. Na prática, ficam ampliadas as possibilidades de diálogo entre devedores e credores e de formulação de propostas de maior equilíbrio entre as partes envolvidas.

Unidade produtiva isolada - Também houve definição do conceito de unidade produtiva isolada. Isso significa que quem comprar os ativos de uma empresa em recuperação judicial terá segurança de que não “herdará” problemas que não estavam previstos (acaba a sucessão de passivos). Esse novo marco de segurança jurídica vai incentivar investimentos e melhorar o valor de ativos adquiridos dentro de um processo de recuperação judicial.

Dívidas - Há aprimoramentos ainda no tratamento das dívidas com as Fazendas Públicas, deixando para trás falhas na legislação que provocavam ineficiência, insegurança e litigiosidade. Devedores em recuperação judicial terão possibilidades de parcelamento e transação especiais. Também fica regulamentada a participação das Fazendas Públicas nos processos de falência, entre outras medidas.

Tópicos - Tópicos modernizados com a nova Lei de Falências:

– reequilíbrio do poder entre devedor e credores;

– aprimoramento da segurança jurídica;

– tratamento das dívidas com as Fazendas Públicas;

– tratamento da insolvência do produtor rural;

– financiamento do devedor durante a Recuperação Judicial (DIP Financing);

– estímulo a mecanismos extrajudiciais;

– modernização, desburocratização e eficiência procedimental;

– mudanças estruturais na falência;

– critérios para casos de insolvência transnacional.

(Ministério da Economia)

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FGV: Brasileiros acreditam que inflação será de 5,2% nos próximos 12 meses

fgv 25 01 2021Os brasileiros acreditam que a inflação acumulada nos próximos 12 meses no país será de 5,2%, de acordo com pesquisa de opinião feita em janeiro deste ano pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa é a mesma observada na pesquisa de dezembro de 2020, mas superior aos 5% do levantamento de janeiro do ano passado.

Pesquisa - A pesquisa é feita mensalmente com base em entrevistas com 2.100 consumidores em sete das principais capitais - Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife. Eles dão respostas para a seguinte pergunta: “na sua opinião, de quanto será a inflação brasileira nos próximos 12 meses?”

Janeiro - Em janeiro, 14,2% dos consumidores projetaram valores abaixo do limite inferior da meta de inflação para 2021 (3,75%), a menor parcela nos últimos seis meses. Por outro lado, a proporção de consumidores estimando acima do limite superior da meta de inflação para 2021 (5,25%) ficou em 39,7%, a maior parcela dos últimos seis meses. (Agência Brasil)

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CONFAZ: Conselho divulga nova tabela de preços médios de combustíveis

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou nesta segunda-feira (25/01) a nova tabela de Preços Médios Ponderados ao Consumidor Final (PMPF) de combustíveis em todo o país.

Onze produtos - A tabela traz o preço de onze produtos nas 27 unidades da federação e foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU).

Validade - Os novos valores passam a valer dia 1º de fevereiro. O PMPF é usado pelos estados como base para calcular o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), mas não define os preços na bomba de combustível dos postos.

Outros itens - Além da gasolina, a tabela do Confaz traz os preços de referência do diesel, gás liquefeito de petróleo (GLP), querosene da aviação, etanol, gás natural veicular (GNV), gás natural industrial e óleo combustível. (Agência Brasil)

 

DESENVOLVIMENTO: Paraná assume presidência do Codesul

desenvolvimento 25 01 2021O governador do Paraná Carlos Massa Ratinho Junior assumiu a presidência do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) até 2022. Ele substitui Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, que presidiu o conselho por dois anos. A transição ocorreu de forma online, respeitando todas as medidas sanitárias exigidas.

União - “Mesmo em um ano atípico, tivemos uma boa conversa com os secretários executivos e temos bons planos para essa instituição tão importante. Queremos que a nossa união possa fortalecer ainda mais todos os estados componentes do grupo e que são essenciais para a economia do país”, destacou o governador.

Nova diretoria - A nova diretoria do Codesul é composta pelo secretário-executivo Wilson Quinteiro e por outros três secretários dos escritórios regionais: Micheli Tassiani Petry (RS), Magda dos Santos Correa (MS), Amauri Cantú (SC), além de corpo técnico e administrativo.

Novas pautas - Micheli Tassiani Petry, secretária-executiva da gestão que acaba de ser finalizada, afirma que nos últimos dois anos o Codesul construiu novas pautas e propôs diversas ações conjuntas entre os estados do extremo sul, sobretudo em relação a demandas federativas.

Codesul - O Sistema Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) foi criado em 1961, por meio de convênio entre os três estados do Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina). Em 1992, o Mato Grosso do Sul passou a integrar o Conselho. O principal objetivo do órgão é buscar alternativas aos desequilíbrios regionais e potencializar questões comuns aos estados-membros, sobretudo em questões essenciais como desenvolvimento econômico e social, além de fomentar ainda mais a integração dos estados-membros com o Mercosul.

Mato Grosso do Sul - Após a gestão paranaense, o estado do Mato Grosso do Sul deverá assumir a presidência do órgão. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / AEN

 

CEPAL: Exportações da América Latina e do Caribe caíram 13% em 2020

cepal 25 01 2021A crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) fez o comércio exterior na América Latina e no Caribe registrar o pior desempenho desde a crise financeira global de 2008 e 2009. O valor das exportações na região caiu 13% em 2020, enquanto as importações recuaram 20%.

Relatório - Os números constam de relatório divulgado na sexta-feira (22/01) pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Menor que a prevista - Apesar da retração nas vendas externas, a contração foi menor que a prevista em agosto do ano passado, quando o órgão tinha projetado queda de 23% no valor exportado para 2020.

Agravamento - Segundo o documento, a pandemia agravou a tendência de desintegração comercial e produtiva que se manifestava na América Latina e no Caribe desde meados da década passada. Para reverter o quadro, a Cepal recomenda que os países da região promovam uma agenda compartilhada de facilitação do comércio; investimentos em infraestrutura de transporte e de logística e cooperação digital em setores que podem dinamizar a economia.

Comércio intrarregional - Na avaliação da Cepal, o comércio intrarregional ajuda a diversificar a produção e a internacionalizar empresas, principalmente as de menor porte. A integração latino-americana, ressalta o órgão, também ajuda a reduzir a igualdade de gênero no comércio, ao impulsionar a participação de mulheres empreendedoras nas cadeias produtivas regionais e em setores dinamizadores.

Commodities - O relatório também ressalta que a recuperação dos preços das commodities (bens primários com cotação internacional) a partir do segundo semestre ajudou a segurar a queda nas exportações. No entanto, adverte a Cepal, essa melhora pode ser temporária, caso se confirmem incertezas nos países latino-americanos, como novas ondas de casos da covid-19 e lentidão no acesso à vacinação.

Sub-regiões - Na divisão por sub-regiões, a América Central teve a menor queda nas exportações em 2020, de apenas 2%. Isso se deve, segundo a Cepal, ao fato de que o comércio nos países centro-americanos se concentra em produtos essenciais, como bens farmacêuticos e agroalimentares. As exportações recuaram 16% no Caribe e 13% (mesmo valor da média regional) na América do Sul e no México.

Desigualdades de gênero - Pela primeira vez, o relatório apresentou um capítulo especial sobre as desigualdades de gênero no comércio internacional. Segundo a Cepal, que analisou dez países da América do Sul e o México, uma em cada dez mulheres ocupadas estava em setores ligados à exportação, enquanto a mão de obra masculina é empregada em todos os setores exportadores.

Poucas atividades - De acordo com o levantamento, as mulheres estão concentradas em poucas atividades que exportam, como indústria têxtil e de confecção e o turismo (no caso de serviços exportados). Com a pandemia da covid-19 e o fechamento de fronteiras, destacou a Cepal, esses foram justamente alguns dos setores mais afetados, com as restrições à mobilidade e a retração do comércio impactando as trabalhadoras desses segmentos.

Setores estratégicos - Para a Cepal, o fortalecimento da integração e da complementação produtiva regional assegura a participação das mulheres em setores estratégicos para reduzir as desigualdades de gênero num mundo pós-pandemia. O órgão também sugere a incorporação de cláusulas relacionadas ao tema em acordos e disciplinas comerciais e a promoção do acesso das mulheres ao crédito, às tecnologias e ao emprego em setores dinamizadores. O relatório recomenda o apoio à internacionalização de empresas lideradas por mulheres. (Agência Brasil)

FOTO: Tânia Rêgo / Agência Brasil

 

SAÚDE I: Mortes por Covid ultrapassam 217 mil e casos somam 8,8 milhões no país

O total de pessoas que morreram de covid-19 desde o início da pandemia no Brasil chegou a 217.037, conforme balanço divulgado neste domingo (24/01) pelo Ministério da Saúde. Em 24 horas, foram registrados 592 óbitos e 28.323 casos confirmados por equipes de saúde. O número de pessoas infectadas no país subiu para 8.884.577.

Acompanhamento - Há, segundo a pasta, 973.770 casos ativos em acompanhamento por profissionais de saúde – um aumento de 11% em relação ao boletim anterior. Ainda de acordo com o boletim, o país soma 7.653.770 pacientes recuperados.

Estados - Na lista de estados com mais mortes por covid-19, São Paulo ocupa a primeira posição (51.502), seguido por Rio de Janeiro (28.833), Minas Gerais (14.279), Ceará (10.331) e Rio Grande do Sul (10.311). Já as unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Roraima, Acre, Amapá, Tocantins e Rondônia.

Casos - Em número de casos, São Paulo também lidera (1,69 milhão), seguido por Minas Gerais (690.853), Bahia (565.320), Santa Catarina (558.9075) e Rio Grande do Sul (528.045). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 25 01 2021

SAÚDE II: Secretaria divulga 1.814 novos casos e 40 óbitos no PR

saude II 25 01 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (24/01) 1.814 novos casos confirmados e 40 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 519.953 casos confirmados e 9.325 mortos em decorrência da doença.  

Meses - Os casos divulgados neste domingo são de janeiro de 2021 (1.768) e dos seguintes meses de 2020: março (1), setembro (1), outubro (3), novembro (19) e dezembro (22).

Internados - 1.293 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.071 pacientes em leitos SUS (570 em UTI e 501 em leitos clínicos/enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.354 pacientes internados, 529 em leitos UTI e 825 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 40 pacientes. São 13 mulheres e 27 homens, com idades que variam de 12 a 103 anos. Os óbitos ocorreram entre 2 de novembro de 2020 a 24 de janeiro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (14), Foz do Iguaçu (4) e Reserva (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Anahy, Candói, Carambeí, Cascavel, Céu Azul, Clevelândia, Coronel Vivida, Fazenda Rio Grande, Guarapuava, Imbau, Imbituva, Jaguariaíva, Laranjeiras do Sul, Maringá, Ponta Grossa, Rio Azul, Rio Branco do Sul, São José dos Pinhais, São Pedro do Iguaçu e Toledo.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 4.037 casos de residentes de fora, 70 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Vacina chega a todas as regionais em tempo recorde

saude III 25 01 2025O Governo do Estado finalizou, neste domingo (24/01), a entrega das 86.500 doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com o Laboratório AstraZeneca para as 22 Regionais de Saúde do Paraná. Distribuída em tempo recorde, menos de oito horas, a distribuição deste segundo lote vai permitir que os 399 municípios do Paraná possam começar a aplicar os imunizantes contra a Covid-19 a partir das 8h desta segunda-feira (25/01), em todas as 1.850 salas de vacinação espalhadas pelo Estado.

Primeiro lote - O primeiro lote, formado pelo imunizante CoronaVac do laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, chegou aos municípios na semana passada. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o processo de distribuição das 132.771 doses para todas as regionais levou cerca de 27 horas.

Rapidez - “A vacina está à disposição de todos, em um processo muito rápido coordenado pela Saúde do Paraná. Demonstra a preocupação do Governo do Estado em fazer com que essa proteção chegue logo a todos os paranaenses possíveis”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Última divisão - Desde que os imunizantes desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba), por volta das 23h15 de sábado (23/01), foram cerca de 15 horas até a chegada à última divisão da Sesa-PR, em Ivaiporã, no Vale do Ivaí.

Distribuição - Logística que contou com o transporte para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, verificação do produto, divisão do estoque por regional e carregamento de caminhões e aeronaves com destino às 22 subdivisões da secretaria. O primeiro caminhão saiu do Cemepar com destino ao Aeroporto do Bacacheri às 6h30 deste domingo. Por volta das 14h25, todas as regionais já estavam abastecidas com a vacina de Oxford.

Antes do meio dia - Algumas das seções, como as que representam as cidades da Região Metropolitana de Curitiba, Litoral, Irati, Francisco Beltrão e Campo Mourão, por exemplo, terminaram o repasse para as prefeituras municipais antes mesmo do meio-dia. “A vacina é a esperança. Ainda não são na quantidade que nós esperamos, mas temos certeza que o Ministério da Saúde irá regularizar para que não exista gargalos nesta distribuição”, destacou Beto Preto.

Acompanhamento - Além da saída das cargas de Curitiba para o interior do Estado, no Aeroporto do Bacacheri, o secretário acompanhou pessoalmente a chegada dos imunizantes em seis regionais: Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Toledo, Maringá e Apucarana. Em todas as cidades, ele reforçou o pedido para tratar os profissionais da linha de frente com prioridade absoluta. “Gente que está há mais de dez meses cuidando dos outros, se dedicando ao máximo para contornar os efeitos desta doença tão devastadora”, disse.

Terceiro lote - O secretário disse ainda que o processo de vacinação ganhará ainda mais agilidade nos próximos dias. Segundo ele, está programado pelo Ministério da Saúde a divisão de outras 900 mil doses de CoronaVac entre todos os estados do País e o Distrito Federal ainda nesta semana. A estimativa, afirmou o secretário, é que aproximadamente 40 mil doses sejam encaminhadas para o Paraná.

Fim do mês - “Outras 3,9 milhões de doses imunizantes, também desenvolvidas pelo laboratório chinês Sinovac, devem chegar até o fim do mês”, afirmou. “Queremos que o fluxo seja contínuo, sem interrupções”.

Lote - O lote integra as 4,8 milhões de doses emergenciais autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na sexta-feira (22). No total, confirmado os números da terceira remessa, o Paraná vai contabilizar cerca de 600 mil doses. “Dá para garantir a vacinação dos mais de 272 mil profissionais da saúde que temos no Paraná”, destacou Beto Preto.

Da Índia para o Paraná - A remessa com pouco mais de 86 mil doses é a parte que cabe ao Paraná dos 2 milhões de imunizantes importadas do Instituto Serum, um dos centros da AstraZeneca para a produção da vacina na Índia. Ela vai ampliar o alcance da proteção ao chamado grupo prioritário, formado por profissionais de saúde, pessoas em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), pessoas com deficiência severa e indígenas. A definição de prioridade segue o Programa Nacional de Imunização, do Governo Federal.

Diferença - A diferença entre as vacinas CoronaVac e AstraZeneca, explicou Beto Preto, se dá em relação ao prazo de aplicação entre uma dose e outra, já que ambas preveem duas imunizações. Enquanto a CoronaVac necessita de três semanas, a vacina de Oxford pede espaço de quatro meses. Assim, o primeiro lote, formado pelo imunizante da Sinovac, foi dividido em duas partes iguais, garantindo as duas doses para quem for receber.

Uso - No caso da AstraZeneca serão usadas todas as vacinas para pessoas diferentes, já que estão previstas a chegada de novas remessas ao Paraná neste intervalo de 120 dias. Ou seja, considerando a taxa de 5% de descarte, mais de 80 mil paranaenses receberão a primeira dose agora.

Armazenamento - O armazenamento de todos os imunizantes está sendo feito no Cemepar, que conta com ampla estrutura de freezers e câmaras frias, além de questões de segurança.

Plano - Segundo o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, que segue a mesma linha do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, na primeira etapa da vacinação serão imunizados profissionais da saúde que aplicarão as vacinas, pessoas com mais de 60 anos que residem em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e os profissionais que atuam nos locais, população indígena, pessoas com deficiência severa e trabalhadores que atuam em unidades de saúde que atendem pacientes com suspeita ou confirmação da infecção pelo novo coronavírus.

Critérios - A definição de grupos prioritários seguiu critérios do Ministério da Saúde, como tempo de contato (ou exposição) com os pacientes infectados pela Covid-19 e pessoas com maior risco de complicações pela infecção causada pelo Sars-CoV-2.

Idosos - Na sequência, o Estado planeja vacinar pessoas com 80 anos ou acima desta idade, pessoas entre 75 e 79 anos e assim sucessivamente, até aqueles que têm idade variando entre 60 e 64 anos. Com a quantidade de doses disponibilizadas, seguindo a ordenação por grupos prioritários, a previsão é vacinar o total de 4.019.115 pessoas até maio de 2021. A vacinação ocorrerá de acordo com o recebimento dos imunizantes, de forma gradual e escalonada.

Salas de vacinação - O Paraná tem 1.850 salas de vacinação nos 399 municípios. A quantidade de locais varia em cada cidade de acordo com o tamanho da população. Os municípios são responsáveis pela gestão dos profissionais para aplicação das doses da vacina.

Quantidade por Regional - As doses da vacina da AstraZeneca para cada Regional de Saúde:

1ª RS – Paranaguá – 1.730

2ª RS – Metropolitana – 28.530

3ª RS – Ponta Grossa – 4.090

4ª RS – Irati – 920

5ª RS – Guarapuava – 2.610

6ª RS – União da Vitória – 990

7ª RS – Pato Branco – 1.690

8ª RS – Francisco Beltrão – 2.570

9ª RS – Foz do Iguaçu – 3.410

10ª RS – Cascavel – 6.000

11ª RS – Campo Mourão – 2.370

12ª RS – Umuarama – 2.040

13ª RS – Cianorte – 1.050

14ª RS – Paranavaí – 2.130

15ª RS – Maringá – 6.670

16ª RS – Apucarana – 2.600

17ª RS – Londrina – 8.920

18ª RS – Cornélio Procópio – 1.590

19ª RS – Jacarezinho – 2.150

20ª RS – Toledo – 2.640

21ª RS – Telêmaco Borba – 880

22ª RS – Ivaiporã – 920

TOTAL – 86.500

(Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE IV: Combate à pandemia perde R$ 75,91 bilhões em créditos extraordinários

O Poder Executivo cancelou R$ 75,91 bilhões em créditos extraordinários previstos para o combate à pandemia de coronavírus em 2020. A dotação autorizada por medidas provisórias (MPs) foi anulada no final do ano passado porque os ministérios não fizeram o empenho das despesas até o dia 31 de dezembro. O levantamento é da Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado (Conorf).

Uso - Segundo a Constituição, os créditos extraordinários devem ser usados para cobrir “despesas imprevisíveis e urgentes”. É o caso de guerra, comoção interna ou calamidade pública. De acordo com o texto, a dotação é cancelada se não for integralmente empenhada ao longo do ano em que foi autorizada.

MPs - O presidente Jair Bolsonaro editou 39 MPs de créditos extraordinários para o enfrentamento da covid-19 entre fevereiro e dezembro de 2020. Juntas, elas liberaram R$ 655,85 bilhões. A parcela cancelada por falta de empenho representa 11,5% do total.

Montante - Se houvesse sido efetivamente gasto, o montante teria superado o auxílio financeiro pago pela União a estados, Distrito Federal e municípios (R$ 63,15 bilhões). Os R$ 75,91 bilhões anulados teriam sido suficientes ainda para cobrir mais de dois meses do auxílio emergencial pago a trabalhadores informais, autônomos e desempregados. O programa consumiu, em média, R$ 33,6 bilhões por mês entre abril e dezembro.

Permissão - O consultor-geral-adjunto da Conorf, Flávio Luz, explica, no entanto, que o crédito extraordinário não pode ser confundido com recurso financeiro disponível. O instrumento funciona como uma permissão para que o Poder Executivo efetue despesas imprevisíveis e urgentes. Segundo ele, os créditos cancelados não podem ser considerados “dinheiro perdido”, mas apenas autorizações que o Poder Executivo deixou de utilizar.

Fonte de recursos - “O crédito extraordinário prescinde de demonstração de fonte de recursos. O importante para esse tipo de crédito é a destinação dos recursos, ainda que isso implique aumento do endividamento do Tesouro. Tendo em vista a natureza do gasto, ou seja, a pandemia, não é com base nesse cancelamento de créditos que se pode avaliar a atuação estatal. O governo vai dizer que foi eficiente e conseguiu fazer tudo o que precisava gastando menos. A oposição vai dizer que o governo deixou de gastar com a população. Nenhum dos dois lados está totalmente certo”, pondera.

Mais cancelamentos - O orçamento de combate à pandemia pode sofrer um novo cancelamento, estimado em até R$ 8,71 bilhões. Isso elevaria para R$ 84,62 bilhões o volume de dotações anuladas, o equivalente a 12,9% dos R$ 655,85 bilhões liberados por medidas provisórias. A decisão sobre a extinção desse resíduo cabe ao presidente Jair Bolsonaro.

Exceção - Embora determine a execução dos créditos extraordinários no mesmo exercício em que foram autorizados, a Constituição admite uma exceção: se a dotação for feita nos últimos quatro meses do ano, o presidente da República pode assinar decretos para incorporar ao Orçamento seguinte o valor que não foi empenhado.

Medidas Provisórias - Das 39 MPs editadas em 2020 para o combate à pandemia, nove foram publicadas entre setembro e dezembro. Esse pacote autorizou a liberação de R$ 122,89 bilhões, dos quais R$ 92,59 bilhões foram empenhados até dezembro. A diferença de R$ 30,3 bilhões é o saldo disponível para ser incorporado ao Orçamento de 2021.

Decretos - Bolsonaro assinou neste mês dois decretos que reabrem R$ 21,59 bilhões: são R$ 19,91 bilhões para atenção especializada à saúde (Decreto 10.595, de 2021) e R$ 1,68 bilhão para o projeto Covax Facility, uma aliança internacional para garantir o acesso a vacinas contra o coronavírus (Decreto 10.601, de 2021). Se não houver outras reaberturas, a diferença de R$ 8,71 bilhões será cancelada. O presidente da República não tem prazo para assinar novos decretos.

Orçamento - Flávio Luz lembra que o Orçamento Geral da União de 2021— que deveria ter sido aprovado no ano passado — ainda nem começou a ser discutido no Congresso Nacional. Por isso, dotações canceladas em 2020 podem ser incluídas na próxima peça orçamentária. “Até a aprovação do parecer preliminar na Comissão Mista de Orçamento, o Poder Executivo pode enviar uma mensagem modificativa. Em tese, pode encaminhar uma proposta completamente diferente da que enviou em agosto. A pandemia pode influenciar a alocação de recursos”, explica.

Ações - Segundo o consultor, algumas ações para o enfrentamento da pandemia encaminhadas emergencialmente por medidas provisórias podem ser tratadas de forma mais planejada no Orçamento de 2021. Luz adverte, no entanto, que “problemas políticos” podem comprometer esse planejamento. “Se o Executivo mandar um Orçamento com previsão para compra de insumos e produção de vacinas, mas houver problemas políticos para a aprovação do projeto, ele vai ser obrigado a abrir novos créditos extraordinários. Isso vai depender de como teremos a condução do processo orçamentário: se for mais célere, teremos menos MPs”, avalia.

Balanço geral - Os créditos extraordinários abertos por medidas provisórias respondem por 99,81% do orçamento de combate à pandemia. Previsões orçamentárias, créditos especiais e suplementares (0,19%) elevam o esforço de R$ 655,85 bilhões para R$ 657,13 bilhões.

Balanço - O portal Siga Brasil, mantido pela Conorf, faz um balanço de todas as despesas realizadas em 2020 para o enfrentamento do coronavírus. Segundo o painel, o Poder Executivo empenhou um total de R$ 550,89 bilhões em 50 diferentes ações. Isso equivale a 83,8% do total autorizado.

Auxílio emergencial - O auxílio emergencial ocupa posição de destaque entre as dez maiores ações desenvolvidas pelo Poder Executivo. Dos R$ 321,84 bilhões autorizados para o programa, R$ 303,17 bilhões (94,2%) foram empenhados no ano passado. Em segundo lugar no ranking, surge o auxílio financeiro a estados, Distrito Federal e municípios. Dos R$ 63,19 bilhões previstos, R$ 63,15 bilhões (99,94%) foram empenhados.

Na sequência - As medidas de enfrentamento à emergência de saúde pública vêm em seguida, com um desempenho apenas mediano. O Poder Executivo anunciou um total de R$ 91,48 bilhões para a compra de insumos hospitalares, equipamentos de proteção individual, testes de detecção do coronavírus, capacitação de agentes de saúde e oferta de leitos de unidade de terapia intensiva. No final de 2020, haviam sido empenhados R$ 49,86 bilhões, o equivalente a 54,5% do total.

Estratégias - Entre as dez estratégias mais relevantes no combate à pandemia, três foram completamente empenhadas. O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte aplicou os R$ 38,09 bilhões previstos. As cotas do Fundo Garantidor para Investimentos do Programa Emergencial de Acesso a Crédito receberam um reforço de R$ 20 bilhões, enquanto outros R$ 5 bilhões foram gastos no financiamento do turismo.

Vítimas - A covid-19 já matou mais de 2,08 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo dados reunidos pela Universidade Johns Hopkins (EUA) até 21 de janeiro. Os Estados Unidos lideram o ranking, com 406,5 mil óbitos. Em seguida, vêm Brasil (212,8 mil), Índia (152,8 mil), México (144,3 mil) e Reino Unido (94,7 mil).

Infectados - O número de infectados no planeta passa de 97 milhões. Foram registrados 24,4 milhões de casos nos Estados Unidos. Na sequência, figuram Índia (10,6 milhões), Brasil (8,6 milhões), Rússia (3,6 milhões) e Reino Unido (3,5 milhões). (Agência Senado)

 

saude IV tabela 25 01 2021

SAÚDE V: ANS abre consulta pública sobre rede assistencial das operadoras

saude V 25 01 2021A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) inicia nesta segunda-feira (25/01) uma consulta pública sobre proposta de Resolução Normativa que dispõe sobre os critérios para as alterações na rede assistencial hospitalar. O objetivo é aprimorar regras para substituição de entidade hospitalar e redimensionamento de rede por redução, além de melhorar a eficiência da comunicação ao beneficiário. As contribuições da sociedade podem ser enviadas até o dia 10/03/2021.

Lei - A alteração de rede de prestadores hospitalares está prevista na Lei nº 9.656/1998 e cabe à ANS estabelecer as regras para as alterações pretendidas. A discussão sobre o assunto teve início em 2016 no Comitê de Regulação da Estrutura dos Produtos. Dois anos depois, o tema foi incluído na Agenda Regulatória da ANS - 2019-2021 e o debate foi retomado nos Diálogos sobre Agenda Regulatória, que se constituiu em uma série de reuniões com representantes de entidades hospitalares, operadoras de planos de saúde, Ministério Público e Núcleos de Defesa do Consumidor.

Dinâmica - A dinâmica estabelecida foi a realização das reuniões e a recepção das contribuições, inicialmente em um formulário estruturado e posteriormente em cartas e ofícios. Após cada rodada de reuniões e o recebimento de contribuições, o setor foi convidado para dialogar sobre o Aperfeiçoamento dos Critérios para Alteração de Rede Hospitalar, referente à Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos (DIPRO).

Clique aqui e acesse as discussões sobre o tema “Aperfeiçoamento dos Critérios para Alteração de Rede Hospitalar” realizadas em 13/02/2020, 01/07/2020 e 21/12/2020.

A rede de prestadores - A rede hospitalar de prestadores é um fator muito importante na contratação de um plano de saúde. Atualmente, segundo o Guia de Planos da ANS, é a segunda motivação para o beneficiário realizar a portabilidade de carências. Em 2020, a Agência recebeu 4.715 solicitações de alteração de rede, referente a 21.944 prestadores. Importante esclarecer que uma solicitação pode conter um ou mais prestadores. De acordo com o diretor-presidente substituto da Agência, Rogério Scarabel, a regulamentação do assunto é uma demanda primordial para o setor de saúde suplementar: “As regras atuais precisam ser aprimoradas para dar mais segurança e clareza para o setor e para permitir que o usuário entenda seus direitos e saiba o que cobrar da operadora do seu plano de saúde. A consulta pública é uma etapa importante na construção de um normativo e uma oportunidade de toda a sociedade participar, dando suas sugestões e contribuições”, destacou Scarabel.

Proposta - Confira os principais pontos da proposta de normativo que está em Consulta Pública:

1. Substituição de prestadores hospitalares – trata dos critérios de utilização dos serviços hospitalares e do atendimento de urgência e emergência, além do critério relacionado à qualificação do prestador na regra de análise de equivalência na substituição.

2. Redimensionamento de rede hospitalar por redução – aborda o impacto da massa assistida quando o redimensionamento envolver entidades hospitalares responsáveis por até 80% dos atendimentos.

3. Portabilidade – aborda o direito do beneficiário à portabilidade de carências quando do descredenciamento de um hospital no município de sua residência.

4. Comunicação aos beneficiários – trata das regras para a comunicação das alterações de rede em espaço reservado no portal da operadora e a comunicação individualizada nos descredenciamentos realizados no município de residência do beneficiário.

Como participar - A proposta de Resolução Normativa bem como todos os documentos que a subsidiam estão disponíveis no portal da ANS. Confira aqui as informações sobre o tema e acesse o formulário online para enviar críticas e sugestões. (ANS)

 

ARTIGO: Perspectivas macroeconômicas para o agronegócio em 2021

artigo 25 01 2021*Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros e Nicole Rennó Castro

A respeito das perspectivas macroeconômicas para o Brasil e para o mundo em 2021, o que se tem é um misto de muita incerteza e bastante receio quanto ao que nos espera. É verdade que neste começo de ano começam a se descortinar os caminhos para a superação dos imensos obstáculos para o tão desejado crescimento, ainda que pequeno. Mas, um ano é, muito provavelmente, pouco tempo para a realização dos esforços que essa enorme tarefa demanda.

Há luzes ao final do túnel, mas este túnel é muito longo e pedregoso. O surgimento das vacinas mostra um dos caminhos para eventual controle da pandemia, fulcro da crise que assola terrivelmente o mundo todo. Outro caminho se abre com a eleição, nos Estados Unidos, de um presidente experiente, moderado, negociador, favorável à maior cooperação entre nações. Seu programa econômico, entretanto, um imenso pacote de bondades, mesmo para uma economia tão forte, parece excessivamente ambicioso, com riscos de impactos fiscais e monetários para o país e o mundo, que não devem ser subestimados.

De qualquer forma, é preciso, dar ao mundo e ao Brasil, em particular, tempo suficiente para que a sociedade se articule minimamente para a caminhada em direção à normalização – com previsibilidade e harmonia – das interações sociais, da atividade econômica, dos negócios. Em condições normais, a partir do momento em que esses caminhos se tornam visíveis, a economia – que se baseia essencialmente em expectativas - começa a responder positivamente. No entanto, no momento, no Brasil, falta confiança na capacidade organizacional e operacional dos dirigentes da administração pública brasileira. Sempre há um alto custo socioeconômico – aumentos da inflação, desemprego, pobreza, desigualdade e, porque não dizer, vidas perdidas – inevitável devido a uma pandemia como a atual; ele, porém, é tão maior quanto mais desorganizada a sociedade.

O combate à pandemia que atravanca o crescimento pelos lados da oferta e da demanda conta agora com existência de vacinas, mas a multiplicação de sua produção – principalmente diante da dependência externa relativa à tecnologia e insumos – e sua aplicação na população em geral são processos demorados. Provavelmente, apenas no final do ano uma proporção relevante terá recebido as doses recomendadas. Antes disso, não será recomendado o encerramento ou mesmo a atenuação das medidas sanitárias.

Do lado da demanda, não há como supor que não sejam tomadas medidas de mitigação da pobreza e de socorro aos lançados para fora do mercado de trabalho – como feito em 2020. Será que desta vez serão mais bem calibradas? Valores excessivos tendem a produzir poupança e não consumo, além de sobreonerarem o orçamento público. Do lado da oferta, o socorro às empresas permanece indispensável, para que se sustentem naquele nível de produção compatível com as restrições sanitárias. De qualquer forma, desarranjos nas cadeias produtivas se repetirão, com correspondentes surtos inflacionários. Em algumas ocasiões, o agronegócio provavelmente vai ser tomado como vilão novamente. As indústrias, de modo geral, seguirão usando sua reserva de oxigênio, muito dependente das condições do mercado interno. Os serviços vão se recuperando aos espasmos, na proporção do afrouxamento ou da desconsideração das regras sanitárias.

Consideradas essas questões, como contar com o controle fiscal, fundamental para abrir as comportas do crescimento sustentável? Mais um ano de contas problemáticas é o que provavelmente nos espera. A ajuda da política monetária (juros baixos) poderá ser mantida? Tudo indica que não nos níveis atuais. Com o processo eleitoral tão antecipado e os choques ideológicos radicalizados, a coordenação entre (e mesmo dentro) do Executivo, Legislativo e Judiciário se complica. Como resultado, dificilmente em 2021 serão delineadas as condições básicas para uma retomada de investimentos, seja com recursos internos ou externos. O câmbio ficará em grande parte, de novo, à mercê dos desarranjos internos, com viés de desvalorização. Atuação contracíclica tempestiva é algo difícil de imaginar.

O Banco Mundial projeta um crescimento mundial de 4% ante 2020, quando retraiu 4,3%. Países emergentes e em desenvolvimento podem crescer neste ano 5%, tendo retraído 2,6% em 2020. Verificadas essas taxas, os países não terão até 2022 reestabelecidas as condições para recuperação do emprego e tampouco de sustentabilidade de suas dívidas. Seguirão de mãos atadas. Recursos terão de vir principalmente da China, que deverá ver a demanda interna praticamente liberada das travas da pandemia e contar com perspectivas favoráveis de exportações, no seu papel de locomotiva e grande supridor de insumos e produtos finais do mundo, em condições tecnológicas invejáveis. Uma retomada de 7,9% no seu PIB está prevista para 2021, depois de um crescimento de 2% no ano passado. Estará em condições de manter em alta suas importações e de investir onde sentir-se benvinda e segura num horizonte de longo prazo.

Entre as economias avançadas, os Estados Unidos rebaterão a queda de 3,6% em 2020 com um avanço de 3,5% neste ano. A Área do Euro, depois do tombo de 7,4%, promete um crescimento de 3,5%. Japão: -5,3% em 2020 seguidos de 2,5% neste ano. Há pouco a esperar dos países ricos, exceto nos beneficiarmos de prováveis políticas expansionistas que vierem a adotar. Destaque-se aqui o caso dos Estados Unidos, com a ressalva já feita.

Para o Brasil, projeta-se crescimento de 3% em 2021 após uma queda de 4,5% no ano anterior. Uma taxa acima de 5% seria necessária para trazer o PIB de volta ao patamar (baixo) de 2019. O mesmo vale para a indústria e serviços (ambos com quedas estimadas de 5,3% em 2020). O Ipea projeta crescimento de 5% para indústria e de 3,8% para serviços. Projeta também aumento de 5% para as exportações.

Olhando para o agronegócio, na estimativa do Cepea, o volume do PIB da agroindústria também caiu em torno de 5% em 2020. A agropecuária, em 2020, cresceu 2,2% (em volume) na estimativa do Cepea e 2,3% na estimativa do Ipea. O Ipea trabalha com uma expectativa de crescimento agrícola de 1,5% para 2021. A Conab projeta aumento de produção de grãos de 3,1%, com destaque positivo praticamente só para a soja, com 7,1%. Feijão e arroz estão com previsão de queda de 2,5%. Para o milho, a Companhia prevê estabilidade. Algodão também vem com queda de quase 12%. Fora dos grãos, há queda prevista também para cana e café. Do lado da pecuária, a oferta de bovinos deve permanecer restrita; para aves, o setor espera aumento de 5,5% na produção e para suínos, de 3,5%. Para tomate e batata há otimismo, com recuperação em relação aos anos anteriores.

Com as perspectivas positivas para o crescimento mundial e, muito especialmente, chinês, é projetado aumento ou, pelo menos, sustentação nas exportações de soja e milho, de açúcar, café (os quatro com vendas já antecipadas), algodão, carne bovina, de suínos e de aves. Tem-se pela frente, portanto, um ano com oferta justa tendo em conta as demandas interna e externa. O comércio internacional, que havia regredido 9,5% em 2020, deve, este ano, avançar 5%, segundo o Banco Mundial. De acordo com o FMI, projeções de alta para preços em dólares de produtos agrícolas persistem: alimentos e bebidas podem se elevar em torno de 4%, as demais matérias-primas, 2%. Isso faz sentido num quadro de oferta global atingida por quebras de produção e demanda algo maior do que esperado. Com preços internacionais aparentemente firmes, pressões internas de preços poderão ocorrer principalmente se o câmbio sair do controle e/ou se os auxílios para mitigação dos efeitos da pandemia não forem bem planejados e executados – dois desafios bem grandes para o atual governo e o congresso federal, que deveriam atuar colaborativamente, em condições ideais.

*Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros e Nicole Rennó Castro são pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Artigo publicado no site da entidade no dia 11 de janeiro

 


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