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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4998 | 28 de Janeiro de 2021

COOPERATIVISMO: Presidente do Sistema Ocepar avalia desempenho do setor em 2020

cooperativismo 28 01 2021Em entrevista ao jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fez uma avaliação sobre o desempenho do cooperativismo paranaense em meio à crise econômica e sanitária que estamos vivenciando. De acordo com Ricken, o cenário econômico brasileiro tem sofrido o impacto de problemas que vêm ocorrendo há alguns anos, agravados recentemente pela pandemia. O dirigente destacou ainda que, apesar disso, o cooperativismo conseguiu avançar pois é um segmento organizado e com todos os ramos atuando em atividades essenciais para a população.

Cenário - “Em 2015 e 2016, nós tivemos dois anos de perdas do PIB no Brasil, acima de 3,5%. Isso acumulado dá 7%. Na sequência, foram três anos de crescimento irrisório, em torno de 1% ao ano. Então, esse problema vem ocorrendo há pelo menos cinco anos e, agora, a queda é de 4,3%. A situação se agravou mas o cooperativismo, como está mais organizado e tem demanda, principalmente por alimentos, conseguiu avançar, mesmo nesse período de instabilidade econômica”, afirma Ricken.

Atuação - Na entrevista, ele ressaltou que a atuação das cooperativas tem sido fundamental para garantir o abastecimento de alimentos à população. No entanto, Ricken destacou a importância de todos os ramos do cooperativismo para a sociedade. “No Paraná há sete ramos de atividades em que o cooperativismo está presente. Não é somente no agropecuário, como muitos acreditam. Nós também temos as cooperativas de crédito, saúde, que nesse momento estão sendo muito desafiadas, o transporte, que também está garantindo o abastecimento, infraestrutura, trabalho e consumo. Todas as atividades em que o cooperativismo está inserido são essenciais, ou seja, fundamentais na vida das pessoas. Num momento como esse, a gente mostra que, por meio de uma sociedade organizada em cooperativa, é possível superar as dificuldades de uma forma melhor em relação a outro setor que não está organizado”, concluiu o presidente do Sistema Ocepar.

Números - Atualmente há 217 cooperativas registradas no Sistema Ocepar. Juntas, elas possuem mais de 2,5 milhões de cooperados e mais de 116 mil funcionários. No ano passado, atingiram a meta do PRC100, o planejamento estratégico do setor, somando faturamento superior a R$ 100 bilhões. O cooperativismo paranaense encerrou 2020 contabilizando US$ 4,4 bilhões em exportações e com participação de 62% no PIB agropecuário paranaense.

Clique aqui para conferir na íntegra a entrevista concedida pelo presidente do Sistema Ocepar à rádio PR Cooperativo

 

BANCO DO BRASIL: Ricken participa de vídeo com novo superintendente no PR

Na manhã desta quinta-feira (28/01), o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou de uma videoconferência com o novo superintendente do Banco do Brasil no Paraná, Felipe Zanella. Acompanharam a reunião Alexandre Boechat, gerente de Negócios e Super Varejo e Governo do Paraná, Robson Mafioletti, superintendente, Silvio Krinski, coordenador da gerência de Desenvolvimento Cooperativo e Samuel Milléo Filho, coordenador de Comunicação Social do Sistema Ocepar.

Cooperativismo - Na oportunidade, Ricken fez um breve relato com relação aos principais desafios do cooperativismo paranaense, em especial na questão do crédito rural. “O Banco do Brasil é um parceiro importante das nossas cooperativas na liberação de recursos, em especial para o Plano Safra. Nos colocamos à disposição desta nova superintendência para que possamos estreitar ainda mais este relacionamento e poder encaminhar as demandas das cooperativas paranaenses”, lembrou o dirigente.

Superintendência - Zanella disse que conhece bem o cooperativismo da região Sul e admira o trabalho realizado, em especial, no Paraná na geração de empregos, agregação de valor e distribuição de riquezas. “Temos um trabalho histórico do banco com o cooperativismo. As cooperativas de crédito realizam também este fundamental papel junto ao setor e nós estamos aqui para fortalecer essas parcerias para que todos possam avançar e se desenvolver. Queremos estar presentes nos principais desafios e oportunidades do setor, viabilizando os empreendimentos das cooperativas. O banco está bastante segmentado no relacionamento com os mais diferentes setores e queremos nos envolver nas principais demandas das cooperativas através do Sistema Ocepar”, lembrou.

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COCAMAR I: Primeira AGO digital será realizada nesta sexta-feira

cocamar I 28 01 2021A primeira Assembleia Geral Ordinária (AGO) totalmente digital, programada para sexta-feira (29/01), a partir das 10h, em última chamada, será um marco na história de quase 58 anos da Cocamar Cooperativa Agroindustrial.

Preparativos - Na terça e na quarta-feira (26 e 27/01), a cooperativa realizou preparativos para o evento de prestação de contas de 2020, apresentando os números referentes ao desempenho no exercício e vários outros assuntos, e uma análise de mercado com projeções para os próximos meses. De acordo com o presidente executivo Divanir Higino, a quantidade de cooperados conectados – 1.640 no primeiro dia e 1.750 no segundo – e o alto nível de participação deles, formulando perguntas, revela que o modelo digital está atendendo às expectativas.

Novidades - Para a AGO, a Cocamar procurou avançar ainda mais em inovações no campo digital e o relatório de gestão que até o ano passado era elaborado apenas em forma de revista impressa, passa a contar também com um hotsite, ou seja, uma plataforma interativa em que, por meio de recursos como o aplicativo QRCode, é possível assistir ao pronunciamento do presidente executivo Divanir Higino, acompanhar uma apresentação do balanço contábil, conferir a participação do economista José Roberto Mendonça de Barros, convidado especial, falando sobre as perspectivas para o agro em 2021, entre outras informações em vídeo.

Inovando - A cooperativa já havia inovado no ano passado ao desenvolver várias iniciativas digitais para transferir conhecimentos aos cooperados sobre novas tecnologias. Uma delas o Dia de Campo de Inverno, experiência que será reeditada a partir de segunda-feira (1º/2) com o primeiro Safratec Digital, a importante feira tecnológica promovida há mais de três décadas com a participação de dezenas de empresas e instituições parceiras. Até o dia 12, acessando o site do evento, os produtores terão a oportunidade de fazer uma visita virtual aos estandes, como se estivessem em uma feira presencial. Um dos objetivos é superar as mais de 130 mil visualizações registradas no Dia de Campo de Inverno. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Safratec Cocamar Digital será de 1º a 12 de fevereiro

cocamar II 28 01 2021Contagem regressiva, em meio a muita expectativa, para a realização da primeira edição digital do Safratec Cocamar 2021, a mais importante mostra tecnológica do agronegócio regional, programada para o período de 1º a 12 de fevereiro.

Versão virtual - O tradicional evento, promovido há mais de 30 anos e que até o ano passado aconteceu no mês de janeiro no formato presencial na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da cooperativa em Floresta, ganha uma versão virtual, a exemplo do que aconteceu em meados do ano passado com o Dia de Campo de Inverno Digital.

Superar - De acordo com o gerente executivo técnico Renato Watanabe, o objetivo é superar o sucesso da primeira experiência com o Dia de Campo de Inverno Digital, que teve mais de 140 mil visualizações, permitindo, por meio do site do evento, que os cooperados conheçam os trabalhos técnicos conduzidos pela cooperativa e também as apresentações de dezenas de empresas e instituições parceiras.

Sem perder a essência - Segundo Watanabe, o produtor poderá assimilar o conteúdo de uma forma gradativa, aos poucos, pois o mesmo vai ficar disponível por 12 dias. “Com isso, o Safratec não perde a sua essência, o produtor vai buscar as informações que forem mais pertinentes a ele”, afirma. Na sua configuração, a plataforma está subdividida em estandes, como num evento presencial. Ao acessar cada um, o produtor assistirá vídeos com uma apresentação resumida dos produtos e tecnologias.

Premiação - Watanabe ressalta ainda que haverá premiação para os produtores mais participativos, que terão direito a moedas virtuais para trocar por prêmios, a exemplo do que já se fez no Dia de Campo de Inverno Digital. “Serão duas semanas de Safratec, com a inclusão constante de informações do interesse dos produtores.”

Competitivos - O gerente executivo técnico lembra, ainda, que uma das funções mais importantes da Cocamar é promover a transferência de conhecimentos e tecnologias aos produtores cooperados, para que se mantenham competitivos em seus negócios. “Teremos muita inovação e informações interessantes para que os produtores possam ampliar suas médias de produtividade e terem mais renda.”

Comodidade - O Safratec Cocamar é o ambiente em que os produtores encontram tudo o que precisam saber para desenvolver os seus negócios e a experiência virtual pretende fazer com que, comodamente, sem se deslocarem, eles tenham a sensação de estar percorrendo um evento presencial.

Na TV - Com a finalidade de divulgar a realização e antecipar alguns temas, o Safratec já está sendo abordado em episódios especiais aos domingos no programa RIC Rural, da RIC TV, que começa às 9h. (Imprensa Cocamar)

 

CASTROLANDA: Cooperativa oficializa cancelamento da Expojovem 2021

castrolanda 28 01 2021A Cooperativa Castrolanda, por meio da organização do Agroleite, definiu, nesta quarta-feira (27/01), pelo cancelamento da edição 2021 da Expojovem, evento que integra o circuito nacional de exposições da raça holandesa no Brasil e pauta a paixão pelas exposições, a valorização do rebanho e a confraternização entre os pecuaristas.

Pandemia - A decisão tomada se dá com base no cuidado da Castrolanda com todos os envolvidos e a preocupação constante com a realidade enfrentada pelo país no que diz respeito à pandemia da Covid-19.

Medidas de prevenção - “Desde o início da pandemia temos adotado absolutamente todas as medidas de prevenção, colocando sempre a saúde e bem-estar de cooperados, colaboradores, clientes e parceiros em primeiro lugar. Nossos valores são nossa história e através da liderança, comprometimento e união de toda a família Castrolanda, conseguiremos enfrentar e superar esse desafio”, afirma o Diretor Presidente da Cooperativa, Willem Berend Bouwman.

Exposição - A exposição, que seria realizada entre os 12 a 14 de março de 2021 na Cidade do Leite, em Castro/PR, apresenta em sua programação o potencial de produção de leite da região nos aspectos qualitativo, quantitativo, incentiva novos produtores locais e identifica animais promissores para a pista do Agroleite.

Próxima edição - Informações sobre a próxima edição serão repassadas em breve, tão logo exista condições e o panorama quanto ao momento seja o mais seguro possível. (Imprensa Castrolanda)

FOTO: The Bullvine

 

COCARI: Live convida profissionais da saúde para sanar dúvidas sobre equilíbrio emocional e vacinação

Com o apoio da Unimed, o Núcleo Feminino da Cocari organizou a segunda edição da live Vida em Equilíbrio, para esclarecer dúvidas a respeito da Covid-19 e divulgar dicas sobre como preservar a saúde emocional neste período que atravessamos. A comunidade participou via Facebook e Youtube enviando questões aos profissionais da saúde convidados e concorreu a prêmios. Mais de 13.800 pessoas já foram alcançadas pela transmissão do evento.

Convidados - Tratando do tema “Emoções Sob Controle”, a roda de conversa foi mediada pela assessora de comunicação Cláudia Carvalho e contou com as contribuições do nefrologista e intensivista Dr. Daniel Bolognese, da psiquiatra Dra. Priscilla Maistro, e da psicóloga Renata dos Santos Benetoli. A live reforça a Campanha Janeiro Branco, que incentiva a conscientização pelos cuidados com a saúde mental no país.

Pertinência - O presidente da Cocari, Vilmar Sebold, abriu o evento, falando a respeito da relevância da discussão sobre equilíbrio emocional. “A partir deste momento, em que começou a distribuição de vacinas no Brasil, quando os primeiros a serem vacinados são os profissionais da saúde e as pessoas de maior risco, verificamos a importância do equilíbrio emocional, tema da live desta noite, porque a ansiedade em todos nós começa a aumentar muito”, destacou.

Reflexão - Vilmar Sebold lembrou que houve perdas entre as famílias de associados e que é necessário adotar uma postura de comprometimento até que todos possam ser vacinados. “Infelizmente, temos perdido associados e seus familiares e, para essas pessoas, não há mais o que ser feito. Precisamos agora cultivar um novo sentimento, muito difícil de ser mantido, que é a paciência. E, assim como precisamos de paciência, faz-se necessária a prudência, ou seja, devemos tomar alguns cuidados. Esperamos que a palestra possa contribuir para a reflexão sobre o que é necessário e o que podemos fazer para chegarmos à vacina com segurança”, disse.

Público presente - A transmissão ocorreu diretamente do Auditório Dr. Oripes Rodrigues Gomes, na Sede da cooperativa, em Mandaguari. Estiveram presentes o conselheiro fiscal, Aguinelo Feltrin, o assessor de cooperativismo Hugo Carnelossi, a representante do Núcleo Jovem, Bárbara Bedin, e as representantes do Núcleo Feminino, Letícia Colauto Bedin, de Jandaia do Sul, Marlene Casado Xander, da unidade de São Luiz, em Marialva, Milene Ossucci Riva, de Itambé, e Nilza Estevam Pereira Pintor, de Marilândia do Sul.

Depoimentos - Confira alguns depoimentos registrados nas redes sociais:

“Parabéns pela iniciativa desta Live! Com toda certeza é muito importante, neste momento, abordar estas questões”. (Fátima Marcucci)

“Dra. Renata, excelente! Parabéns a todos pela atitude da Live, excelentes informações para toda a população e principalmente por abrir a todos através do YouTube”. (Felipe Mazzaro)

Evento disponível- Assista ao evento pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=_KFX-0ES2Zg&t=3094s. (Imprensa Cocari)

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SICREDI: Instituição recupera áreas de mata nativa e neutraliza CO2 emitido por agências do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro

Firme no propósito e na estratégia de sustentabilidade e ecoeficiência, o Sicredi neutralizou 27.272 toneladas de gases de efeito estufa (GEE) emitidas entre 2015 e 2019 pela operação da sede da Central Sicredi PR/SP/RJ, localizada em Curitiba (PR), e das 732 agências da instituição financeira cooperativa instaladas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Ações - A neutralização foi efetuada por meio de diferentes ações, como a conservação de floresta nativa de Mata Atlântica, localizada em Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN), em Bocaiúva do Sul (PR). A iniciativa, feita em parceria com a Sociedade Chauá, em uma área de 85,5 hectares, compensou 7.227 toneladas de CO2 emitidas entre 2015 e 2018.

Nacional - Já em âmbito nacional, os gases de efeito estufa (GEE) emitidos em operações realizadas no ano de 2019 por todas as agências do Sicredi no país foram neutralizados por meio do apoio ao Projeto REDD+ Jari Pará - iniciativa que gera créditos de carbono de conservação florestal na Amazônia e tem o apoio da Biofílica, empresa focada em conservação florestal. A ação neutralizou 35.793 toneladas de gases de efeito estufa emitidos em todo território nacional. Nas agências do Sicredi no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro esse número chegou a 11.561 toneladas de CO2.

ODS - O projeto está diretamente conectado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente aos que tratam das ações contra a mudança global do clima e pela preservação da vida terrestre. “A atuação do Sicredi é comprometida com o desenvolvimento sustentável das comunidades. Por isso, entendemos que é fundamental reconhecer e minimizar o impacto que a nossa atuação gera no meio ambiente. Com esse olhar mais amplo, que abrange o desenvolvimento humano, social e a conservação ambiental, ajudamos a promover uma sociedade mais próspera", afirma o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

Ações consolidadas - Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Sicredi desenvolve iniciativas de ecoeficiência há cinco anos e, desde 2017, mantém, com o apoio da Ecofinance Negócios, o selo prata do Programa GHG Protocol. A metodologia GHG Protocol é amplamente utilizada por empresas e governos do mundo todo para entender, quantificar e gerenciar emissões de gases de efeito estufa.

Aprimoramento - “Cada vez mais, estamos aprimorando ações para reduzir as emissões inerentes a questões operacionais como consumo de papel e energia elétrica. Mesmo com as reduções verificamos a necessidade de realizarmos projetos constantes de neutralização, reduzindo nosso impacto ao meio ambiente e ajudando a combater as mudanças climáticas", finaliza Dasenbrock.

Agências sustentáveis - Ao longo dos anos, o Sicredi também tem apostado em agências mais sustentáveis, com o investimento em energia fotovoltaica e coletores de água. Somente nos estados do Paraná e São Paulo, 34 agências já funcionam com energia solar.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTOS: Divulgação Biofílica (1ª) / Divulgação (2ª)

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SICOOB: Consórcios crescem e se mostram uma alternativa segura para realização de sonhos

Em meio à crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, muitos setores têm sentido diversos impactos negativos, com seguidas baixas na venda de produtos e serviços. Esta, no entanto, não é a realidade do ramo de consórcios, que viu a quantidade de cotas e valor comercializado "estourar" em 2020.

Posição - Dados do Sicoob - instituição financeira cooperativa - que tem uma atuação relativamente nova no setor, mas que já ocupa a 8ª posição dentre as maiores administradoras de consórcio do país, mostram que o brasileiro viu no consórcio uma fuga às altas taxas praticadas como juros no mercado financeiro.

Cotas - De acordo com a instituição, em todo o ano de 2020, foram comercializadas quase de 80 mil cotas, um crescimento de 13,2% com relação ao ano anterior. Destaque para o mês de novembro, que teve uma participação de 41,5% deste resultado, principalmente com uma promoção de descontos de 25% nas taxas de administração do produto, realizada durante a última semana do período.

Valores - Em volume financeiro, os valores se mostram ainda mais promissores: mais de R$ 5,1 bilhões comercializados por meio de consórcios em 2020, alta de 25% no comparativo com 2019. Segundo Itamar Filho, gerente de Consórcios do Sicoob, a procura por outras formas de adquirir bens, sem pagar juros no mercado, vem crescendo a cada ano e os consórcios provam ser uma excelente forma de se concretizar a realização de um sonho. Houve uma expressiva melhora no ticket médio puxado pelo segmento de imóveis, veículos pesados e implementos agrícolas.

Atitudes - "Em um ano tão desafiador, o Sicoob tomou atitudes que ajudaram muito neste crescimento. Além da Promo Week de novembro, de abril a agosto de 2020 nós reduzimos em 10% a taxa de administração, o que atraiu muitas pessoas para este produto. O Consórcio do Sicoob se mostrou sensível ao momento de crise e reduziu suas margens em apoio as comunidades que atende", afirma o executivo. Para ele, 2021 será um ano de resultados ainda melhores. "Devemos aprimorar ainda mais nossas estratégias para atingir nosso maior objetivo, que é a realização dos sonhos dos nossos consorciados e recomposição de patrimônio", destaca.

Produtos - Um levantamento interessante do Sicoob mostra que a busca de quem contrata um consórcio segue sendo por automóveis, seguidos pelos imóveis e motocicletas. O setor de serviços também ganhou espaço, chegando a 7,4 mil cotas comercializadas.

Alternativa - O consórcio é uma ótima alternativa para quem quer planejar seu futuro e utilizar seu dinheiro com segurança na aquisição de bens ou contratação de serviços. E mesmo para aqueles que buscam a oportunidade de investir na aquisição de algo sem se descapitalizar. As possibilidades são quase infinitas: desde aquisição de uma casa ou um carro até uma viagem, cursos, festas e até tratamentos estéticos. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Agência é reinaugurada em Campina da Lagoa

A agência do Sicoob Metropolitano em Campina de Lagoa (PR) passou por uma reforma. Além das melhorias internas para proporcionar mais conforto e segurança aos cooperados, a unidade também ganhou uma nova fachada, mais bonita e mais moderna.

Cerimônia - Para marcar a reinauguração do espaço, a cooperativa promoveu uma cerimônia on-line no dia 25 de janeiro. A transmissão foi prestigiada pelos colaboradores e dirigentes. Também acompanharam o evento representantes do Sicoob Central Unicoob.

Alegria - Durante a cerimônia, o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, comentou que cada inauguração ou reinauguração da cooperativa é motivo de muita alegria e satisfação.

Orgulho - “Fico feliz pelo orgulho que vocês colaboradores sentem de estar na nova agência para atender os nossos cooperados. Com certeza será uma casa onde os cooperados serão muito bem atendidos, pois o acolhimento é uma marca da cooperativa. Agradeço aos nossos cooperados, a comunidade de Campina da Lagoa e todos os colaboradores dessa agência. Com certeza superaremos as dificuldades diante desse cenário e continuaremos em busca de nossos sonhos e realizações”, disse.

Sucesso - Já o diretor presidente, Ideval Luis Curioni, aproveitou o espaço para desejar sucesso à equipe da agência. “A cooperativa presenteia Campina da Lagoa com uma agência bonita, moderna e reformada. Isso é fruto do trabalho dos colaboradores da unidade. Que vocês sejam felizes em trabalhar nessa agência”, disse.

Localização - A agência do Sicoob Metropolitano em Campina da Lagoa continua atendendo na Av. Brasil, 364. (Imprensa Sicoob Unicoob)

UNIMED BRASIL: Selos de Governança e de Sustentabilidade estimulam melhores práticas

unimed brasil 28 01 2021A fim de estimular o aprimoramento de melhores práticas de gestão e auxiliar no cumprimento de requisitos de normas que se aplicam ao negócio, a Unimed do Brasil avalia, reconhece e certifica suas cooperativas e sociedades auxiliares e seus hospitais próprios com o Selo Unimed de Governança e Sustentabilidade e o Selo Hospital Unimed de Sustentabilidade, respectivamente. Em 2020, foram certificadas 180 Unimeds e 65 hospitais.

Integração - "O reconhecimento da atuação de nossas cooperativas e hospitais por meio da criação de selos próprios está em linha com nossa principal missão, que é integrar o Sistema Unimed, fortalecendo princípios cooperativistas e valorizando o trabalho médico. Mais do que certificar, os selos Unimed possibilitam um minucioso diagnóstico de gestão e a implementação de melhorias", explica Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil.

Certificação - A certificação com os selos Unimed acontece a cada dois anos, é renovada por edição e possui quatro categorias: Diamante, Ouro, Prata e Bronze. Em 2020, além do recorde de inscrições - com 214 cooperativas e 77 hospitais participantes - e mais de 30.000 arquivos recebidos para avaliação, as edições contaram com um aumento de Unimeds certificadas na categoria Ouro e de hospitais nas categorias Diamante e Ouro, em comparação às últimas edições, em 2018.

ODS - O reconhecimento por meio dos selos Unimed tem práticas e indicadores alinhados aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A certificação incorporou parâmetros de avaliação alinhados às melhores práticas de mercado, integrou aspectos de governança e gestão na perspectiva da sustentabilidade e, ainda, considera a situação econômico-financeira adequada para o resultado final.

Evolução contínua - Criado em 2003, o Selo Unimed de Governança e Sustentabilidade auxilia na evolução contínua da gestão e prepara as Unimeds participantes para a competitividade do mercado e o atendimento às exigências de órgãos de regulação, visando ao crescimento sustentável do Sistema Unimed. Já o Selo Hospital Unimed de Sustentabilidade, lançado em 2014, tem o objetivo de oferecer aos Hospitais Unimed uma ferramenta de diagnóstico de gerenciamento hospitalar que viabilize ações para promover uma gestão mais sustentável do negócio, prevendo e prevenindo algum impacto negativo e criando oportunidades.

Questionário e evidências - As Unimeds e os hospitais interessados em participar tem de preencher um questionário e enviar evidências que comprovem as práticas selecionadas. Isso feito, a candidatura é avaliada por uma comissão multidisciplinar composta por mais de 70 técnicos da Unimed do Brasil e a participante é reconhecida dentro das categorias de classificação, além de receber uma devolutiva com sugestões de melhorias e suporte à sua evolução.

Vantagens - Entre as principais vantagens das cooperativas e hospitais próprios Unimed que participam da certificação, estão a antecipação às regulamentações do setor e o alinhamento às melhores práticas, além da adequação às normas e leis voltadas para a gestão hospitalar e o incentivo às boas práticas de gestão ambientais e sociais.

Compromisso - O reconhecimento também reflete o compromisso da instituição em promover ações de melhoria contínua dos processos internos, fortalecendo a integração, aumento da satisfação das cooperativas e hospitais e, como consequência, um atendimento e oferta de serviços de saúde com excelência, impactando positivamente toda a sociedade.

Sistema Unimed e Sustentabilidade - Para o Sistema Unimed, sustentabilidade é o equilíbrio entre saúde social, ambiental e econômica, com redução de resíduos e emissões, estímulo do consumo consciente, promoção do desenvolvimento humano, engajamento comunitário e ações social e cultural, incentivo ao suprimento local e responsável e a atuação com excelência operacional, ética nas relações e transparência para a sociedade.

Sobre o Selo Unimed de Governança e Sustentabilidade 2020 - A edição 2020 contou com a inscrição de 214 Unimeds, sendo 28 delas novas participantes. Ao todo, 200 cooperativas encaminharam a documentação necessária para a avaliação. Destas, 180 Unimeds foram certificadas, um aumento de dez em relação a 2018. Entre as Unimeds certificadas, uma atingiu o nível Diamante, 56 o Ouro, 95 o Prata e 28 o Bronze. Em comparação a 2018, observou-se aumento do número de Unimeds certificadas na categoria Ouro.

Sobre o Selo Hospital Unimed de Sustentabilidade 2020 - Ao todo, 77 hospitais próprios realizaram a inscrição, sendo 23 novos participantes. Destes, 70 encaminharam toda a documentação necessária para avaliação, e 65 foram certificados, contabilizando um aumento de 10 hospitais em relação à edição 2018. Entre os hospitais certificados, oito atingiram o nível Diamante, 32 o nível Ouro, 22 o nível Prata e três o Bronze. Em comparação a 2018, houve aumento do número hospitais certificados nas categorias Diamante e Ouro, e uma diminuição de certificações nas categorias Prata e Bronze.

Sobre a Unimed - A Unimed possui 53 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 345 cooperativas de saúde, com assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País. Entusiasta do movimento SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Unimed conta com mais de 116 mil médicos, 126 hospitais próprios e cerca de 2.500 hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias para garantir a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas. Sua marca é ratificada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) como de alto renome por seu grande nível de conhecimento pelo público, autoridade incontestável e fama que ultrapassa os limites do segmento de saúde. (Imprensa Unimed Brasil)

 

UNIMED COSTA OESTE: Fachada do HGU recebe novos letreiros e pintura

A identificação das principais entradas do público e profissionais do Hospital Geral Unimed (HGU) com letreiros faz parte do projeto de remodelação da fachada do prédio. Entrada principal, entrada das ambulâncias e do Pronto-Atendimento foram os pontos que receberam uma placa em material ACM, iluminada, nas cores e padrões da marca. Além dessa identificação, equipes trabalham, desde outubro de 2020, no preparo das paredes e na pintura externa do hospital. A previsão de conclusão é para o fim deste mês.

Presença - Os investimentos objetivam reforçar a presença da Unimed naquele espaço que possui longa trajetória de atendimento à comunidade de Toledo (PR) e região. “Essa remodelação representa a nova fase do hospital que agora conta com os padrões de excelência da Unimed Costa Oeste em todas as áreas”, ressalta o diretor vice-presidente Manoel Joaquim de Oliveira.

Modernização - Ele comenta que a pintura e instalação das fachadas fazem parte de um projeto maior de modernização em todos os pavimentos para melhorar o fluxo e redimensionar espaços. “Em torno de dois anos o hospital estará muito diferente de quando ele foi arrendado pela Unimed Costa Oeste, tanto em termos visuais, quanto em estrutura de equipamentos e atendimento”, garante.

Melhorias contínuas - Tudo isso ocorre sem prejuízos aos pacientes que mesmo em meio as obras, continuam sendo atendidos. “As melhorias internas, principalmente em equipamentos, são realizadas de forma contínua, oferecendo segurança à equipe médica, enfermagem e pacientes”, destaca Manoel.

UTI - A mais recente conquista foi a reabertura da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), fechada por mais de um ano, antes mesmo da administração da Unimed. A atual estrutura possui modernos equipamentos e equipe qualificada para oferecer, em um ambiente seguro e confortável, a melhor recuperação aos pacientes.

Pronto-Atendimento - Além disso, o Pronto-Atendimento possui plantão clínico e pediátrico 24h para beneficiários da Unimed e de outros convênios. “Estamos estudando a abertura do plantão obstétrico para trazer mais um benefício aos nossos pacientes”, adianta o diretor. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

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FÓRUM MUNDIAL: Inovação é única capaz de aliar segurança alimentar e sustentabilidade, diz ministra

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou, nesta quarta-feira (27/01), do painel virtual Destravando a Inovação para transformar Sistemas Alimentares, promovido pelo Fórum Econômico Mundial. A ministra citou as ações adotadas pelo Brasil nos últimos anos para tornar a agricultura mais digital e destacou que a “inovação é imprescindível para adequar a agropecuária à realidade global”.

Conciliação - “É o único vetor capaz de conciliar segurança alimentar com preservação ambiental”, ressaltou Tereza Cristina.

Eixos estratégicos - A ministra ressaltou que o Ministério da Agricultura trabalha com cinco eixos estratégicos: sustentabilidade, inovação aberta, bioeconomia, agregação de valor e agricultura digital. “O Brasil tem hoje um dos ecossistemas de inovação agropecuária mais vibrantes do mundo”.

Startups - Em relação aos investimentos em startups ligadas ao agro, houve um salto exponencial nos últimos anos no país, passando de US$ 4 milhões, em 2013, para US$ 200 milhões, em 2019. “Contabilizamos, hoje, mais de 2 mil agtechs no Brasil, trabalhando, por exemplo, com protocolos de certificação, rastreabilidade, Blockchain e tecnologias para entregar um produto cada vez mais sustentável e seguro aos consumidores”.

Conectividade - Tereza Cristina ressaltou que uma das prioridades do Ministério é expandir a conectividade no campo, como forma de permitir a inclusão dos mais de 4,5 milhões de pequenos produtores, fixação dos jovens no meio rural e melhoria da renda das mulheres do campo, responsáveis pela gestão de cerca de 20% dos estabelecimentos rurais do país. “Dar a elas adequado acesso à tecnologia é essencial para o desenvolvimento da atividade agropecuária nacional”, afirmou, acrescentando o lançamento da 5ª edição da campanha “Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos” no segundo semestre de 2020, com apoio da FAO.

Convergência - “A próxima década será marcada pela convergência entre digital e biológico, principalmente na agropecuária”, diz a ministra.

Participações - Participaram do painel o administrador do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (UNPD), Achim Steiner; ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural da Índia, Narenda Singh Tomar; e o presidente e CEO da Yara International, Svein Tore Holsether. O debate foi mediado por Tjada McKenna, CEO da Mercy Crops. (Mapa)

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EVENTO: 1ª Edição Online do Microprograma de Internacionalização da Sibe e Faculdades da Indústria é nesta quinta

evento 28 01 2021A edição histórica do estudo “Trajetórias FDC de Internacionalização das Empresas Brasileiras”, publicado pela Fundação Dom Cabral (FDC) em 2020, apontou que o Brasil possui pouco mais de 500 empresas multinacionais. Isso representa 0,01% do total potencial do mercado brasileiro e se mostra uma oportunidade exponencial. Aproveitando esse horizonte promissor de expansão dos negócios brasileiros globalmente, as Faculdades da Indústria, que são parte do Sistema Fiep, e a escola de negócios alemã Steinbeis-Hochschule (Steinbeis University), promovem a 2ª edição do Microprograma de Internacionalização Sibe e Faculdades da Indústria nesta quinta-feira (28/01).

Sinergia - Inspirado na metodologia de design sprint, que busca encontrar soluções e testá-las em um curto espaço de tempo, o microprograma promove sinergia transversal entre os alunos do Master da Sibe, MBA das Faculdades da Indústria e empresas brasileiras selecionadas previamente que estão buscando alternativas na superação de desafios de inovação e internacionalização.

Participação - No formato online em decorrência da pandemia, a edição contará com as empresas OnPoint Business Development, Metalus Ind Mec Ltda. GrowinCo, byCoders_, 33Robotics. Instituto Multi Irão e Vapza Alimentos. Anteriormente fizeram parte desse núcleo de inovação no ecossistema de startups curitibano com a QExpert, MadeiraMadeira, Sanepar, e o apoio da Agência Curitiba de Desenvolvimento e ecossistema de inovação do Vale do Pinhão, Robô Laura, entre outros.

Ganho estratégico - Na visão do gestor de incentivos à inovação e incentivos fiscais da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Marlon Cardoso, essa oportunidade converge com um ganho estratégico para os negócios locais, considerando o perfil internacional da própria cidade.

Experiência válida - “Participamos da edição passada levando algumas statups representando o Vale do Pinhão e foi uma experiência muito válida. Além de favorecer a experiência estudantil internacional, agregar valor ao processo de internacionalização a partir da experimentação com as empresas da cidade”, pontua. Entendendo esse movimento e a procura do mercado pelos negócios locais, a Agência também está desenvolvendo um programa de internacionalização voltado ao ecossistema curitibano. Ao passo que surgem cada vez mais unicórnios como a Ebanx e, mais recentemente, a MadeiraMadeira.

Busca por inovação - Como disse o fundador da Apple, Steve Jobs, “A inovação é o que distingue um líder de um seguidor”, e essa trajetória está sendo traçada pelas soluções apresentadas pelas startups às empresas para que cumpram o papel de inovação de grandes indústrias. A união das duas pontas da cadeia produtiva é fundamental para inovar. De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 33,6% das empresas brasileiras são inovadoras. A base para identificar esse perfil foi a introdução no mercado de um produto ou implementação de processo novo ou substancialmente aprimorado.

Relatório - Comprovando a força de inovação das startups curitibanas, a capital paranaense atualmente é a única cidade brasileira presente no relatório ‘Global Startup Ecosystem Report 2020’. Na avaliação do coordenador do programa, Victor Hugo Domingues dos Santos, essa iniciativa pedagógica é um incentivo à promoção de oportunidades em Curitiba, no Paraná e no Brasil.

Tecnologia e conhecimento - “Precisamos deixar de lado a imagem de exportador de matéria-prima. Ao apresentarmos nossas empresas é muito comum surpresas positivas e que contratos sejam fechados já durante o programa. Estamos além das commodities, temos condições, sim, de exportar tecnologia e conhecimento. Considerando ainda o cenário econômico e o dólar, a internacionalização pode representar uma forma de buscar sustentabilidade para os negócios”, observa Domingues.

Aulas - As empresas estão envolvidas desde dezembro, mas a participação efetiva ocorre em duas semanas do programa acadêmico. Além da etapa de interação com as empresas, o Master compõe uma série de aulas para formação sobre as perspectivas e imersão na cultura nacional. A iniciativa conta com o apoio da Fiep-PR, Agência Curitiba, Distrito Spark CWB e Jupter.

Sobre a Steinbeis University - A Steinbeis University é a maior universidade privada da Alemanha. Nos campos de Negócios e Economia, Liderança e Gestão e Tecnologia e Engenharia, eles oferecem bacharelado e mestrado, bem como programas de pesquisa e doutorado. É subsidiária da global Steinbeis Foundation, que significa transferência de conhecimento e inovação na interface entre ciência e negócios. É reconhecida como universidade desde 1998.

Sobre as Faculdades da Indústria - As Faculdades da Indústria são formadas por duas instituições referências em educação para a indústria: o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e o IEL (Instituto Euvaldo Lodi). Juntas, a Faculdade da Indústria IEL e a Faculdade da Indústria Senai, qualificam profissionais para a realidade dos setores produtivos e para os desafios de gestão e liderança, atuando com expertise e metodologias focadas em soluções práticas para as indústrias. (Assessoria de Imprensa)

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego fica em 14,1% no trimestre encerrado em novembro

pnad 28 01 2021A taxa de desemprego foi de 14,1% no trimestre encerrado em novembro de 2020, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (28/01) pelo IBGE. A taxa foi a mais alta para esse trimestre móvel desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. Em relação ao trimestre encerrado em agosto (14,4%), o cenário é de estabilidade. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (11,2%), o aumento é de 2,9 pontos percentuais. O número de desempregados foi estimado em 14 milhões.

Pessoas ocupadas - Já o número de pessoas ocupadas aumentou 4,8% no trimestre encerrado em novembro e chegou a 85,6 milhões. São 3,9 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho em relação ao trimestre anterior. Com isso, o nível de ocupação subiu para 48,6%.

Retorno ao mercado de trabalho - De acordo com a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, o crescimento da ocupação é explicado pelo retorno das pessoas ao mercado de trabalho após a flexibilização das medidas adotadas para combate da pandemia de Covid-19 e pela sazonalidade de fim de ano especialmente no comércio.

Crescimento - “O crescimento da população ocupada é o maior de toda a série histórica. Isso mostra um avanço da ocupação após vários meses em que essa população esteve em queda. Essa expansão está ligada à volta das pessoas ao mercado que estavam fora por causa do isolamento social e ao aumento do processo de contratação do próprio período do ano, quando há uma tendência natural de crescimento da ocupação”, explica.

Grupos - O aumento na ocupação atingiu nove dos dez grupos de atividades observados na pesquisa, mas foi mais intenso no Comércio: mais 854 mil pessoas passaram a trabalhar no setor no trimestre encerrado em novembro. “O Comércio nesse trimestre, assim como no mesmo período do ano anterior, foi o setor que mais absorveu as pessoas na ocupação, causando reflexos positivos para o trabalho com carteira no setor privado que, após vários meses de queda, mostra uma reação”, ressalta.

Destaque - A Indústria Geral (4,4%, ou mais 465 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,6%, ou mais 427 mil pessoas) também se destacaram no aumento da população ocupada. “Além do Comércio, outras oito atividades econômicas investigadas pela pesquisa cresceram significativamente na ocupação, mostrando que esse processo de absorção de trabalhadores também avançou em outros setores, como Construção (8,4%, ou mais 457 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (5,9%, ou mais 238 mil pessoas) e Alojamento e alimentação (10,8%, ou mais 400 mil pessoas)”, diz a pesquisadora.

Mercado informal - A maior parte do crescimento da ocupação veio novamente do mercado informal. Um exemplo é o número de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada, que cresceu 11,2%, somando agora 9,7 milhões. Com esse acréscimo, a taxa de informalidade chegou a 39,1% da população ocupada, o que representa 33,5 milhões de trabalhadores informais no país. No trimestre anterior, a taxa foi de 38%.

Mais afetados- “Os trabalhadores informais foram os mais afetados no começo da pandemia e também foram os que mais cedo retornaram a esse mercado. A população informal nesse mês de novembro corresponde a cerca de 62% do crescimento da ocupação total e, no trimestre encerrado em outubro, respondia por quase 89% da reação da ocupação. Então, a informalidade passa a ter uma participação menor em função da reação da carteira de trabalho assinada”, explica.

Setor privado - O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada aumentou 3,1% (895 mil pessoas a mais) e agora soma 30 milhões. No mesmo período, a categoria dos trabalhadores domésticos aumentou 5,1% e agora é formada por 4,8 milhões de pessoas. Também houve crescimento de 1,4 milhão de pessoas no contingente de trabalhadores por conta própria, que chegou a 22,9 milhões. No entanto, se comparado ao mesmo período de 2019, essa categoria perdeu 1,7 milhão de pessoas.

Perdas - “Embora haja esse crescimento na ocupação nesse trimestre, quando a gente confronta a realidade de novembro de 2020 com o mercado de trabalho de novembro de 2019, as perdas na ocupação ainda são muito significativas”, afirma Beringuy, que ressalta que atividades como Alojamento e alimentação, Serviços domésticos e o próprio Comércio ainda acumulam perdas anuais relevantes.

Contingente - O contingente total de pessoas ocupadas no país caiu 9,4% na comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2019, o que representa uma redução de 8,8 milhões de pessoas. “O avanço da ocupação é significativo, tanto em aspectos quantitativos quanto qualitativos, uma vez que vimos o crescimento da população com carteira assinada e a sua disseminação por diversas atividades. Mas a gente ainda está bem distante de um cenário pré-pandemia”, completa.

População fora da força - A pesquisa também apontou que a população fora da força caiu 3,4%, uma retração de 2,7 milhões de pessoas quando comparada com o trimestre anterior. Já em relação ao mesmo período de 2019, o contingente cresceu 17,3%, ou 11,3 milhões de pessoas a mais.

Potencial - Também houve redução na força de trabalho potencial, que inclui pessoas que não estavam nem ocupadas nem desocupadas, mas que possuíam potencial para se transformar em força de trabalho. Esse grupo caiu 15,8% frente ao trimestre anterior, o que representa uma redução de 2,1 milhões de pessoas.

Desalentados - Subgrupo de pessoas da força de trabalho potencial, os desalentados foram estimados em 5,7 milhões, ficando estável em relação ao último trimestre. Se comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, quando havia no país 4,7 milhões de pessoas desalentadas, houve um crescimento de 22,9%.

Coleta por telefone - Devido à pandemia causada pelo coronavírus, desde março a coleta da PNAD Contínua, que era exclusivamente de forma presencial, passou a ser feita por telefone, assegurando a saúde de entrevistados e entrevistadores. Atualmente, para produzir os principais indicadores sociais do país, como trabalho, rendimento, educação e moradia, a PNAD Contínua tem uma rede de coleta com cerca de 2 mil pesquisadores que atuam continuamente para obter as informações em mais de 70 mil domicílios por mês em todos os estados brasileiros. Segundo a analista Adriana Beringuy, o sucesso do trabalho depende de as pessoas atenderem o pesquisador do IBGE.

Informação - "Nós produzimos uma informação que é muito desejada pela sociedade. Temos que entender que a sociedade somente vai ter essa informação na medida em que atender aos nossos entrevistadores. Somente por meio do depoimento e informações prestadas por cada um dos informantes é que a gente pode oferecer isso. É um grande desafio, mas temos ciência de que nosso trabalho é extremamente fundamental, sempre foi, tanto em tempos de normalidade sanitária como agora nesse período em que a economia e o mercado de trabalho em particular têm sido tão afetados pela pandemia", ressalta.

Dados - Ao receber o telefonema para a entrevista da PNAD Contínua, o morador pode solicitar o número do RG, CPF ou da matrícula do agente e checar a identidade por meio do portal Respondendo ao IBGE. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

ECONOMIA: Contas externas têm saldo negativo de US$ 12,5 bi em 2020

economia 28 01 2021As contas externas registraram saldo negativo de US$ 12,517 bilhões em 2020, ou 0,87% do Produto Interno Bruto (PIB - a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), o melhor resultado desde 2007, quando houve um pequeno superávit anual de US$ 408 milhões. Em 2019, o déficit havia sido de US$ 50,697 bilhões (2,70% do PIB) nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países.

Recuo - “Este recuo deveu-se, principalmente, às reduções dos déficits em renda primária, US$ 19,1 bilhões, e em serviços, US$ 15,1 bilhões. Adicionalmente, o superávit comercial de bens cresceu US$ 2,8 bilhões, e o superávit em renda secundária aumentou US$ 1,2 bilhão”, informou o Banco Central (BC), em relatório divulgado nesta quarta-feira (27/01), em Brasília.

Pandemia - Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, os resultados do ano são bastante diretos e foram impactados pela pandemia de covid-19. “A pandemia global causou uma recessão no país, na demanda por bens e serviços importados, e gerou redução no déficit de transações correntes, principalmente em serviços e renda, com a redução em viagens internacionais e em lucros e dividendos, nesse último caso, por causa do impacto na atividade comercial”, disse.

Setor externo - Os dados foram apresentados junto com as estatísticas do setor externo de dezembro de 2020. De acordo com o BC, após oito meses consecutivos de superávit, as transações correntes foram deficitárias em US$ 5,393 bilhões no mês passado, ante déficit de US$ 4,653 bilhões em dezembro de 2019.

Balança comercial - As exportações de bens totalizaram US$ 210,669 bilhões em 2020, com recuo de 6,7% em relação a 2019. As importações somaram US$ 167,439 bilhões, queda de 9,7% na comparação com o ano passado. Com esses resultados, a balança comercial teve superávit de US$ 43,230 bilhões no ano passado.

Serviços - O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) atingiu US$ 19,923 bilhões em 2020, redução de 43,2% em relação do déficit de US$ 35,066 bilhões em 2019.

Viagens internacionais - No caso das viagens internacionais, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 3,044 bilhões, enquanto as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 5,394 bilhões. Com isso, a conta de viagens fechou o ano com déficit de US$ 2,350 bilhões, o menor déficit desde 2006, quando foi de US$ 1,4 bilhão.

Percentual - “Desde abril do ano passado, a redução em viagens ficou na faixa de 80% a 90%. Os voos internacionais foram um dos setores mais afetados pela pandemia e até agora estamos tendo notícias de restrições”, disse Rocha. “Também contribui para isso [resultado da balança comercial] a desvalorização cambial. Isso torna os gastos de residentes no Brasil, os gastos que fazem no exterior, mais caros”, completou.

Rendas - Em 2020, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 38,181 bilhões, 33,3% inferior aos US$ 57,272 bilhões em 2019.

Renda secundária - A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 2,358 bilhões contra US$ 1,168 bilhão em 2019.

Investimentos - Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 34,167 bilhões (2,38% do PIB) no ano passado, ante US$ 69,174 bilhões (3,68% do PIB) em 2019. De acordo com Rocha, da mesma forma que a pandemia impactou as transações correntes, com a melhora na balança comercial e redução do déficit de serviços, também a mesma causa reduziu os investimentos diretos.

Cobertura - Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo.

Acumulado do ano - Apesar de os investimentos estarem menores, no acumulado do ano, o IDP supera o déficit nas contas externas, que também se reduziu por conta da crise gerada pela pandemia.

Saída líquida - Em 2020, houve saída líquida de investimento em carteira no mercado doméstico no total de US$ 8,499 bilhões contra US$ 6,693 bilhões de saída líquida em 2019. No caso das ações e fundos de investimento, houve saída de US$ 8,541 bilhões. Já os investimentos em títulos de dívida tiveram entrada líquida de US$ 41 milhões.

Estoque - O estoque de reservas internacionais atingiu US$ 355,620 bilhões em dezembro de 2020, redução de US$ 1,6 bilhão em comparação a dezembro de 2019.

Estimativa - Para o mês de janeiro de 2021, a estimativa do Banco Central para o resultado em transações correntes é de déficit de US$ 8 bilhões, enquanto a de IDP é de ingressos líquidos de US$ 2,8 bilhões. (Agência Brasil)

 

CÂMBIO: Dólar volta a R$ 5,40 com tensões no mercado externo

cambio 28 01 2021Num dia marcado pela tensão no mercado internacional, o dólar voltou a superar os R$ 5,40. A bolsa de valores chegou a subir durante a tarde, mas encerrou em queda pela sexta sessão consecutiva.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (27/01) vendido a R$ 5,407, com alta de R$ 0,08 (+1,51%). Em mais um dia marcado pela volatilidade, a cotação chegou a R$ 5,35 durante a manhã, com alta de apenas 0,5% na mínima do dia, mas firmou a tendência de alta à tarde, com a piora nos mercados externos.

Ações - No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 115.882 pontos, com recuo de 0,5%. O indicador chegou a ensaiar uma reação, com ações da Petrobras, as mais negociadas, e as do setor financeiro subindo, mas os índices de Wall Street influenciaram negativamente as negociações perto do fim da sessão.

Aversão ao risco - A divulgação de indicadores econômicos contraditórios nos Estados Unidos, o atraso na vacinação contra a covid-19 em vários países e a perspectiva de demora na aprovação de um novo pacote de estímulos para a economia norte-americana provocaram um clima de aversão ao risco no mercado global.

Fed - Nesta quarta-feira (27/01), o Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, manteve os juros básicos numa faixa entre 0% e 0,25% ao ano. Em comunicado, o órgão indicou que a retomada da maior economia do planeta pode desacelerar, em decorrência do impacto da pandemia de covid-19 sobre o sistema de saúde. A divulgação da nota aumentou o pessimismo internacional. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Thomas Breher / Pixabay

 

ABIMAQ: Vendas de máquinas e equipamentos têm alta de 5,1% em 2020

As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos totalizaram no ano de 2020 R$ 144,5 bilhões, resultado 5,1% superior ao registrado em 2019. No mês de dezembro, as vendas somaram R$ 13,4 bilhões, 36,7% superior ao obtido no mesmo mês de 2019. Os dados, divulgados nesta quarta-feira (27/01), são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Normalização - “Após sucessivas retrações, o ano de 2020 encerra com a sinalização de normalização das vendas internas e melhoria das exportações para 2021”, disse a entidade em nota.

Segmentos - Dentre os segmentos que mais colaboraram com o aumento nas vendas estão máquinas para bens de consumo, em especial máquinas para madeira, alimentos e refrigeração.

Exportações - O setor vendeu ao exterior, no ano passado, R$ 7,3 bilhões em equipamentos, montante 23,7% inferior ao registrado em 2019. Em dezembro, as exportações somaram R$ 759,2 milhões, 0,9% a mais que o obtido no mesmo mês de 2019.

Mudança - “Ainda que o crescimento de dezembro seja modesto, o resultado sinaliza uma possível mudança de rumo das exportações em 2021. No acumulado do ano, as vendas externas de máquinas registraram a maior queda desde a crise de 2009”, ressaltou a entidade.

Empregos - A quantidade de pessoas ocupadas no setor de máquinas e equipamentos em 2020 superou a de 2019. Em dezembro, o setor fechou o ano com 326,5 mil postos de trabalho, quase 24 mil empregos a mais que o observado em 2019. “A forte recuperação na produção dos setores fabricantes de máquinas ferramentas, máquinas agrícolas, reservatórios metálicos e determinados componentes explicam este aumento”, disse a entidade.

Estimativa - De acordo com a Abimaq, a estimativa é que o setor consiga um aumento nas vendas em 2021 na faixa de 7%. (Agência Brasil)

PARANÁ PAY: Programa vai beneficiar contribuintes e fomentar o turismo regional

nota parana 28 01 2021O Governo do Estado lança um novo programa que vai beneficiar todos os consumidores cadastrados no Nota Paraná e ainda fomentar o turismo regional, incentivando o consumo em milhares de estabelecimentos paranaenses.

Sorteios exclusivos - Desenvolvido pela Secretaria da Fazenda, o Paraná Pay terá sorteios exclusivos mensais e proporcionará uma nova opção para utilização de créditos do Programa Nota Paraná: o pagamento direto para aquisição de serviços ou produtos de empresas cadastradas ligadas ao setor turístico, como hotéis, restaurantes, pousadas, empresas de transporte e parques.

Comércio e turismo - “A intenção é ajudar a fomentar os setores de comércio e serviços de turismo, contribuindo para a retomada do segmento e movimentando também a economia dos municípios paranaenses”, explica o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior.

Prêmios mensais - Além dos sorteios do Nota Paraná, os contribuintes cadastrados no Paraná Pay concorrerão também a sorteios mensais de créditos para uso exclusivo nos estabelecimentos credenciados. A cada mês serão distribuídos 8 mil prêmios de R$ 100, totalizando R$ 800 mil. O primeiro sorteio será em março.

Contribuinte - “O contribuinte continua concorrendo normalmente nos sorteios do Nota Paraná e pode até mesmo ser premiado nos dois sorteios”, complementa o diretor da Escola Fazendária e Gestor do Nota Paraná, Mario Brito.

Forma - A forma de sorteio é semelhante à do Nota: ao solicitar o CPF na nota fiscal, o contribuinte ganha um bilhete eletrônico pela primeira compra do mês. Depois, cada R$ 200 em notas fiscais dá o direito a um novo bilhete.

Uso - Os prêmios do Paraná Pay, porém, poderão ser utilizados exclusivamente em atividades turísticas no Paraná ligadas à hospedagem, alimentação, agenciamento, transporte, recepção turística, eventos, recreação e entretenimento, entre outras utilizadas pelos turistas em seus deslocamentos. O prazo de utilização dos créditos é de 12 meses contados da data em que forem liberados pela Secretaria da Fazenda.

Divulgação - As empresas turísticas que vão aceitar o pagamento em créditos do Paraná Pay serão divulgadas em breve no site e no aplicativo do Nota Paraná. Poderão participar as empresas integrantes do Cadastur, cadastro do Ministério do Turismo.

Como participar- Para participar do sorteio já em março, o consumidor deve estar cadastrado no Nota Paraná e ter manifestado concordância com os termos de uso dos créditos e prêmios do Paraná Pay. Para aderir, basta acessar o perfil de usuário no site ou no aplicativo do Nota e concordar com a participação nos sorteios – o que já pode ser feito a partir desta quarta-feira (27/01).

Aplicativo - Importante: para usuários do aplicativo, é preciso atualizá-lo para que apareçam as informações sobre o Paraná Pay e o aceite do programa.

Retomada do turismo interno no pós-pandemia é prioridade - Além de beneficiar os contribuintes paranaenses e propiciar a educação fiscal, incentivando a emissão de notas, o Paraná Pay tem o objetivo de estimular a retomada do turismo do Estado, visto que o setor teve impactos significativos e foi um dos mais afetados pela pandemia da Covid-19.

Apoio - “O turismo é um dos segmentos que mais precisa de apoio no momento, e como boa parte das empresas são do setor de serviços a geração de renda impacta positivamente também no caixa dos municípios”, diz o presidente da Invest Paraná, José Eduardo Bekin, que colaborou no desenho e na criação do novo produto, que contou com desenvolvimento da Celepar.

Viagens curtas - Como as empresas que aceitarão essa forma de pagamento são todas no Estado, a ideia é incentivar os paranaenses a fazerem mais viagens curtas e visitarem as atrações turísticas localizadas nas proximidades de onde vivem. Com o Paraná Pay é possível até mesmo “turistar” sem sair da própria cidade onde se mora, conhecendo, por exemplo, um restaurante novo ou passando o fim de semana em uma pousada aconchegante.

Paraná Turismo - “O Paraná Pay vem ao encontro das ações previstas pela Paraná Turismo para 2021, que buscam incentivar as viagens de curta distância, uma tendência mundial após o advento da pandemia”, ressalta o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.

Incentivo - “A recuperação do turismo conta com o empenho do governo estadual, e esse incentivo será fundamental”, complementa o presidente da Paraná Turismo, João Jacob Mehl. (Agência de Notícias do Paraná)

 

LEGISLATIVO: Congresso inicia ano legislativo com 30 MPs na pauta

legislativo 28 01 2021O Congresso Nacional já inicia o ano legislativo, a partir de 1º de fevereiro, com 30 medidas provisórias (MPs) em tramitação. Dessas, 29 ainda foram editadas em 2020 e 12 já se encontram em regime de urgência, ou seja, já obstruem a pauta da Câmara ou do Senado e por isso devem receber especial atenção dos parlamentares no retorno dos trabalhos.

Validade - A partir do dia 4 de fevereiro e até o fim do mês, seis medidas provisórias perdem a validade. Entre elas, está a MP do setor elétrico. Aprovada na Câmara dos Deputados já no final de dezembro na forma de um projeto de lei de conversão (PLV 42/2020), o texto remaneja recursos no setor elétrico para permitir a redução de tarifas de energia e precisa ser apreciado até o próximo dia 9.

CDE - A MP transfere para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), entre 2021 e 2025, 30% dos recursos que as concessionárias de energia elétrica são obrigadas a aplicar em programas de pesquisa e desenvolvimento e de eficiência energética. São cerca de R$ 3,4 bilhões não utilizados nesses projetos que poderão ser direcionados para a CDE, a fim de diminuir potenciais aumentos tarifários por causa dos efeitos da pandemia de covid-19.

Energia limpa - Conforme a MP, que ainda não teve relator designado, concessionárias e permissionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica também poderão aplicar recursos de pesquisa e desenvolvimento em tecnologias para armazenamento de energia limpa. Durante a análise na Câmara, o texto passou por mudanças significativas como a prorrogação, por 12 meses, dos subsídios à produção de energia solar, eólica e de biomassa e a permissão de incentivos à geração de energia a partir de fontes renováveis em prédios públicos utilizando recursos de eficiência energética. Caso os senadores realizem alguma alteração no relatório que não seja apenas de redação, a matéria terá que retornar para apreciação dos deputados.  

Auxílio emergencial - Outra medida que aguarda votação, ainda na Câmara dos Deputados é a MP 1.000/2020, que prorrogou o pagamento do auxílio emergencial até dezembro do ano passado em parcelas de menor valor (R$ 300). Como o texto já cumpriu sua função ao produzir o efeito necessário, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, chegou a tirar a matéria de pauta em dezembro. Mas o assunto ainda provoca polêmica no Congresso já que alguns parlamentares defendem a prorrogação do benefício. Ainda em dezembro, nas redes sociais, o líder da minoria, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), defendeu a alteração da medida provisória para ampliar o prazo do auxílio por mais três ou seis meses. Na ocasião, o senador argumentou que são 14 milhões de brasileiros sem nenhuma outra fonte de renda e que "estarão abandonados à própria sorte".

Vital - “É uma questão vital e essencial para impedir um caos social em nosso país: a votação urgente e necessária da prorrogação do auxílio emergencial”, declarou o senador em vídeo publicado nas suas redes sociais.

Créditos - Também fazem parte da lista de MPs que perdem a validade ainda em fevereiro, quatro medidas de crédito extraordinário, ou seja, propostas do Executivo que destinam recursos para que os ministérios reforcem ações no combate da pandemia.  Os valores não fizeram parte do Orçamento regular previsto para 2020 e não estavam sujeitos ao limite do teto de gastos e, mesmo que não sejam apreciados pelo Congresso no prazo determinado, não terão seu objetivo comprometido, uma vez que os recursos são destinados e as MPs ficam sem função e sem a necessidade de virar lei.

Pandemia - Assim como em 2020, grande parte das 30 medidas provisórias que esperam votação do Congresso está relacionada a ações que buscam reduzir os efeitos sociais e econômicos gerados pela pandemia do coronavírus no país. Entre as 12 MPs que tramitam em caráter de urgência, está a MPV 1.003/2020 que autoriza o Brasil a aderir ao consórcio internacional Covax Facility (coordenado pela Organização Mundial da Saúde) de acesso a vacinas contra a covid-19. O objetivo é facilitar o acesso a um portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em fase de análise. A iniciativa já foi aprovada pelos deputados no final de dezembro e agora aguarda a votação do Senado até o dia 3 de março, prazo final para conclusão do prazo de tramitação.

Barreiras sanitárias - Ainda na condição de urgência estão a MP 1.005/2020, que estabelece regras de barreiras sanitárias protetivas em áreas indígenas por conta do contágio do coronavírus e a MP 1.006/2020 que aumenta a margem de consignado para aposentados durante a pandemia.

Crise - Além disso, outras matérias, ainda sem urgência, estão relacionadas com a crise gerada pela crise sanitária. É o caso da MP 1.019/2020, que autoriza a aplicação (em 2021) dos recursos destinados ao setor da cultura por meio da Lei Aldir Blanc e a MP 1.022/2020, que autoriza a prorrogação de até 1.419 contratos temporários de profissionais da saúde no Rio de Janeiro. Também aguarda votação a MP 1.024/2020, que prorroga, até outubro de 2021, as regras de reembolso de passagens aéreas estabelecidas durante a pandemia.

Vacinas - Única medida provisória editada este ano, a MP 1.026/2021 flexibiliza regras para facilitar a aquisição de vacinas e insumos. O propósito do texto é possibilitar a compra de imunizantes em fase de desenvolvimento e antes do registro sanitário ou de autorização de uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com a MP, a Anvisa poderá conceder autorização excepcional e temporária para a importação e distribuição de quaisquer vacinas contra a covid-19.

Tramitação - Como em 2020, o Senado e a Câmara devem manter, pelo menos no início de 2021, o mesmo rito especial para simplificar a tramitação das medidas provisórias durante a pandemia. O ato conjunto assinado pelas Mesas das duas Casas, amparado na portaria do Ministério da Saúde que declarou Emergência em Saúde Pública de importância Nacional (Espin), permitiu a votação das matérias em sessões remotas dos Plenários, dispensando a apreciação por comissões mistas. No entanto, as MPs continuam tendo validade de 60 dias prorrogáveis por mais 60 dias. (Agência Senado)

FOTO: Alexandre Marchetti / Itaipu Binacional

 

SAÚDE I: Brasil registra 1.283 mortes por Covid-19 em 24 horas

Foram registradas 1.283 mortes por covid-19 no Brasil em 24 horas. O número total de pessoas infectadas pela doença no país chegou a 8.996.876. Desses, 63.520 apenas em 24 horas, desde terça-feira (26/01).

Balanço diário - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (27/01) e são referentes aos registros feitos desde o boletim divulgado na terça-feira (26/01). O levantamento é feito a partir das informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de saúde. Além disso, 7.877.337 pessoas se recuperaram da doença.

Estados - Na lista de estados com mais mortes, São Paulo ocupa a primeira posição (52.170), seguido por Rio de Janeiro (29.230) e Minas Gerais (14.544). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (837), Acre (858) e Amapá (1.040).

Casos - São Paulo também lidera o ranking de casos de covid-19 no país, 1.731.294 casos. Em seguida, aparece Minas Gerais (707.649) e Bahia (574.062). Os estados com menos casos registrados são Acre (47.119), Roraima (72.921) e Amapá (75.940). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 28 01 2021

SAÚDE II: Informe relata mais 3.258 novas infecções e 69 mortes pela Covid-19

saude II 28 01 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (27/01) mais 3.258 novos diagnósticos e 69 óbitos pela Covid-19 no Paraná. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma agora 531.880 casos confirmados e 9.577 mortos em decorrência da doença. Há ajustes ao final do texto.

Meses - Os casos divulgados nesta quarta-feira são de janeiro de 2021 (3.117) e dos seguintes meses de 2020: junho (3), julho (6), agosto (3), setembro (4), outubro (5), novembro (17), dezembro (103).

Internados - O boletim desta quarta-feira informa que 1.379 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.157 pacientes em leitos SUS (598 em UTI e 559 em leitos enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128   em enfermaria).

Exames - Há outros 1.317 pacientes internados, 517 em leitos UTI e 800 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - Os 69 pacientes que faleceram, relatados no boletim, são 23 mulheres e 46 homens, com idades que variam de 29 a 98 anos. Os óbitos ocorreram entre 26 de junho de 2020 a 27 de janeiro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (16), Foz do Iguaçu (3), Guarapuava (3), Maringá (3), Apucarana (2), Imbituva (2), Pato Branco (2) e Ponta Grossa (2).

Uma morte- A Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos municípios de Almirante Tamandaré, Alto Paraná, Alto Piquiri, Arapongas, Araucária, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Carlópolis, Cascavel, Chopinzinho, Colombo, Congonhinhas, Cruz Machado, Cruzeiro do Oeste, Fazenda Rio Grande, Francisco Beltrão, Irati, Ivatuba, Lapa, Mandirituba, Medianeira, Moreira Sales, Paiçandu, Palmas, Paranaguá, Paranavaí, Piraquara, Rolândia, Santa Izabel do Oeste, São Carlos do Ivaí, São José dos Pinhais, São Pedro do Paraná, Sarandi, Toledo, Ubiratã e Umuarama.

Fora do Paraná - O monitoramento da Saúde registra 4.081 casos de residentes de fora, sendo que 75 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Exclusões: Total de exclusões: 2 casos residente no Paraná e 2 óbitos residente no Paraná

Um caso e óbito confirmado (M,40) no dia 21 de abril de 2020 em São João do Caiuá foi excluído por erro de notificação.

Um caso e óbito confirmado (M,88) no dia 23 de agosto de 2020 em Paranavaí foi excluído por erro de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI

 

SAÚDE III: Imunização contra a Covid-19 alcança 99,9 mil paranaenses

saude III 18 01 2021As 399 prefeituras do Paraná vacinaram 99.973 pessoas contra a Covid-19 até as 11 horas desta quarta-feira (27/01), o que representa 45,5% das 219.271 doses distribuídas pelo Governo do Estado até o momento. Os imunizantes foram aplicados em profissionais de saúde, pessoas em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), pessoas com deficiência severa e indígenas.

Doses - A conta leva em consideração as 132.771 doses da CoronaVac/Instituto Butantan – aproximadamente a metade do primeiro lote 265.600 – e as 86.500 doses desenvolvidas pela Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. A terceira remessa, com 39.600 doses da CoronaVac, ainda está passando por ajustes técnicos no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e começará a chegar nas 22 Regionais de Saúde nesta quarta-feira (27/01).

Levantamento interno - O balanço foi divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde a partir de um levantamento interno realizado com as regionais e os respectivos municípios. Nos próximos dias ele será disponibilizado no sistema integrado do Ministério da Saúde, que ainda está indisponível, o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI). O DataSUS, sistema macro no qual está o SI-PNI, desenvolveu um módulo especial para receber os dados de todos os estados e que contempla informações como registro de vacinados, público-alvo, origem e lote de vacinas.

Aplicações - De acordo com o levantamento, as 99.973 aplicações foram divididas entre 75.085 profissionais de saúde, 4.028 vacinadores, 6.118 indígenas e 14.742 idosos asilados, profissionais cuidadores e pessoas com deficiências severas. São 23.456 vacinas a mais do que o último boletim, divulgado no final da tarde desta terça-feira (26), com destaque para as regiões de Curitiba, Londrina, Pato Branco, Francisco Beltrão e Campo Mourão.

Regionais - As Regionais de Saúde que mais imunizaram em números absolutos foram Curitiba e Região Metropolitana (2ª RS), com 17.197 pessoas; Londrina (17ª RS), com 9.891; Maringá (15ª RS), com 8.249; Cascavel (10ª RS), com 6.213; Guarapuava (5ª RS), com 5.197; Toledo (20ª RS), com 4.694; Campo Mourão (11ª RS), com 4.613; Pato Branco (7ª RS), com 4.438; e Ponta Grossa (3ª RS), com 4.175. Proporcionalmente à quantidade de doses recebidas, os destaques foram Ivaiporã (22ª RS), com 81,6%, Campo Mourão (11ª RS), com 79,3%, e Telêmaco Borba (21ª RS), com 79,1%.

Números absolutos - A Regional que mais aplicou foi a de Curitiba e Região Metropolitana. Foram 17.197, sendo 10.228 em profissionais de saúde, 1.082 em vacinadores, 98 em indígenas e 5.789 em idosos e trabalhadores de instituições asilares. A segunda que mais aplicou foi a de Londrina, com 9.891, sendo 7.494 em médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, além de 1.324 em idosos e deficientes.

Maringá - A Regional de Maringá aplicou em 8.249 pessoas, sendo a maioria profissionais de saúde: 6.870. Na regional de Cascavel foram 6.213 aplicações: 5.303 profissionais de saúde, 277 vacinadores, 134 indígenas e 499 idosos em ILPIs. Guarapuava aplicou 5.197 doses, sendo 3.939 em profissionais de saúde, 791 em indígenas, 150 vacinadores e 317 em idosos e deficientes severos.

Categorias - A 2ª RS (Metropolitana) é a que mais vacinou profissionais de saúde (10.228 aplicações) e idosos/trabalhadores de ILPIs (5.789). Ivaiporã e Pato Branco lideram as vacinações em indígenas, com 1.165 e 1.052, respectivamente.

Balanço - Confira o balanço de aplicação por Regional de Saúde

1ª RS – Paranaguá – 1.482 (37,3% das 3.970 doses recebidas)

2ª RS – Metropolitana – 17.197 (25,3% das 67.901 doses)

3ª RS – Ponta Grossa – 4.175 (41,3% das 10.090 doses)

4ª RS – Irati – 1.828 (74,9% das 2.440 doses)

5ª RS – Guarapuava – 5.197 (60,9% das 8.530 doses)

6ª RS – União da Vitória – 1.815 (71,7% das 2.530 doses)

7ª RS – Pato Branco – 4.438 (67,9% das 6.530 doses)

8ª RS – Francisco Beltrão – 3.525 (67,1% das 5.250 doses)

9ª RS – Foz do Iguaçu – 3.557 (41,5% das 8.570 doses)

10ª RS – Cascavel – 6.213 (43,6% das 14.240 doses)

11ª RS – Campo Mourão – 4.613 (79,3% das 5.810 doses)

12ª RS – Umuarama – 1.920 (37,2% das 5.160 doses)

13ª RS – Cianorte – 1.226 (53,5% das 2.290 doses)

14ª RS – Paranavaí – 3.297 (63,7% das 5.170 doses)

15ª RS – Maringá – 8.249 (51,4% das 16.030 doses)

16ª RS – Apucarana – 4.006 (59,7% das 6.700 doses)

17ª RS – Londrina – 9.891 (43,2% das 22.880 doses)

18ª RS – Cornélio Procópio – 3.551 (68,4% das 5.190 doses)

19ª RS – Jacarezinho – 3.910 (70,4% das 5.550 doses)

20ª RS – Toledo – 4.694 (58,6% das 8.000 doses)

21ª RS – Telêmaco Borba – 2.184 (79,1% das 2.760 doses)

22ª RS – Ivaiporã – 3.005 (81,6% das 3.680 doses)

TOTAL – 99.973 vacinados (45,5% das 219.271 doses).

(Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE IV: Registrada três novas mortes de macacos pela febre amarela no Estado

saude febre 28 01 2021O boletim da febre amarela divulgado nesta quarta-feira (27/01) pela Secretaria de Estado da Saúde registra mais três mortes de macacos infectados (epizootias) que aconteceram no município de Palmas, na área da 7ª Regional de Saúde, de Pato Branco.

Novas notificações - Outros dois municípios apresentaram novas notificações para epizootias; Cantagalo, que faz parte da 5ª Regional de Saúde, de Guarapuava, e Dois Vizinhos, na 8ª Regional de Saúde, de Francisco Beltrão.

Monitoramento - O período de monitoramento epidemiológico da febre amarela no Paraná teve início em julho de 2020 e segue até junho deste ano. O Estado registra até o momento 104 notificações de epizootias em 23 municípios. Foram 14 mortes de macacos confirmadas pela contaminação do vírus da febre amarela; 7 estão em investigação, 41 foram descartadas e 42 ocorreram por causas indeterminadas.

Humanos - Em relação à febre amarela em humanos, o período não apresenta casos confirmados. Foram 15 notificações; 11 já descartadas e 4 seguem em investigação.

Área de circulação viral - “O Paraná é considerado área de circulação viral e por isso monitoramos diariamente a presença deste vírus, lembrando sempre que o macaco não é transmissor da febre amarela. Da mesma forma que os humanos, estes animais também adoecem e morrem ao serem picados pelo mosquito (Sabethes e Haemagogus) contaminado com o vírus”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto.

Capacitação - Para que este trabalho de monitoramento seja eficaz, a Sesa promove periodicamente a capacitação e atualização dos profissionais que atuam na Vigilância Ambiental.

Período sazonal - No final de dezembro, mês que inicia o período sazonal, época de maior proliferação do mosquito, a Sesa promoveu capacitações para técnicos das regionais de Pato Branco, Francisco Beltrão, Cascavel, Campo Mourão, Cianorte e Paranavaí. Estas áreas são consideradas prioritárias em relação a circulação viral de acordo com os corredores ecológicos traçados por pesquisas desenvolvidas pela Secretaria com apoio do Ministério da Saúde.

Coletas - Os profissionais foram orientados quanto à realização de coletas e envio de amostras de epizootias para laboratório e notificações em sistemas de informações, como o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e o Sistema de Informação em Saúde Silvestre (SissGeo).

Mapeamento - “O monitoramento da morte de macacos é extremamente importante para que a Sesa possa mapear os caminhos por onde o vírus está circulando no Estado e adotar medidas de prevenção”, explicou a chefe da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores, Emanuelle Pouzato. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Creative Solutionist / Pixabay

 


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