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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5001 | 02 de Fevereiro de 2021

COMUNICAÇÃO: Informe PR Cooperativo atinge a marca de 5 mil edições

comunicacao II 02 02 2021O Informe Paraná Cooperativo, produzido pela Assessoria de Comunicação Social do Sistema Ocepar, atinge a marca de cinco mil edições publicadas. A história do boletim começou em 1972, um ano após a fundação da entidade, com a criação do jornal Paraná Cooperativo, publicação impressa em formato tabloide, editado mensalmente até meados de 1995, quando a Ocepar decidiu transformá-lo em informativo semanal. Atualmente é enviado diariamente a mais de quatro mil assinantes por meio eletrônico. “Com o surgimento da internet, nos anos 1990, criamos o Informe Paraná Cooperativo on-line, que agilizou a disseminação das principais notícias do cooperativismo junto às cooperativas e demais leitores. Antes, nosso informe era enviado via fax e telex, especialmente aos programas de rádio das cooperativas. Depois, passou a ser encaminhado por e-mail e, posteriormente, divulgado também no portal da entidade”, destaca o coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho.

Pauta - “Hoje, os assinantes recebem, já no início da tarde, o informativo diário com os principais assuntos de interesse do meio cooperativista e que ajudam em muitas tomadas de decisões. As matérias começam a ser postadas no portal nas primeiras horas da manhã”, acrescenta Milléo. Ainda de acordo com ele, o boletim também tem servido de pauta para jornalistas de diferentes meios de comunicação. “Muitos colegas que atuam em redações dos veículos de comunicação, não só no Paraná, mas em outros estados, se pautam no Informe Paraná Cooperativo na produção de reportagens. Diversas manchetes de destaque nesses veículos têm como origem informações veiculadas em nosso boletim diário. Hoje, com orgulho, chegamos à marca de 5 mil edições produzidas internamente. Aproveitamos para agradecer a toda equipe de Comunicação pela dedicação ao longo desses anos em produzir um conteúdo de relevância para o cooperativismo brasileiro e, também, a todos os nossos leitores que nos acompanham nesta caminhada, em especial, nossos colegas das assessorias das cooperativas, que tanto contribuem com envio de informações”, finalizou.

Aplicativo - Mais recentemente, as matérias do Informe passaram a ser disponibilizadas também pelo aplicativo “PR Coop News”, que pode ser baixado gratuitamente nos dispositivos Androi e iOS.

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SICREDI: Instituição financeira com maior presença no ranking anual de projeção econômica do BC pelo segundo ano consecutivo

sicredi 02 02 2021O Sicredi obteve destaque no ranking anual de projeções econômicas divulgado pelo Banco Central (BC) na sexta-feira (29/01). Participam da lista mais de cem organizações, incluindo as maiores instituições financeiras e consultorias de economia do país. Pelo segundo ano consecutivo, o Sicredi é a instituição que teve a maior presença nas listas das cinco instituições que mais se aproximaram do acerto dos indicadores, sendo a única a aparecer em cinco categorias do ranking.

Outras posições - O Sicredi aparece em quarto lugar na categoria Curto Prazo Anual para os indicadores Taxa de Câmbio (nota 9,6), IPCA (nota 9,2) e IGP-M (nota 8,9). Na Taxa Selic, o Sicredi ocupa a quinta posição nas categorias Curto Prazo Anual (nota 9,5) e Médio Prazo Anual (nota 8,9).

Constância e precisão - “Ao longo de 2020, figuramos em todas as divulgações mensais do ranking do Top 5, o resultado obtido no ranking anual reflete essa constância e precisão. Repetimos esse feito nos últimos quatro anos, o que nos deixa orgulhosos e mostra que a nossa equipe possui alta capacidade preditiva, mesmo em períodos muito conturbados. O reconhecimento de projeções de alta qualidade por parte do Banco Central traz mais segurança para os nossos associados nas decisões sobre suas aplicações financeiras e em seu próprio negócio, permitido um desenvolvimento mais sadio, que sempre é o nosso maior objetivo”, afirma o economista-chefe do Sicredi, Pedro Ramos.

Ranking mensais - As classificações anuais do BC são feitas a partir dos rankings mensais de curto e médio prazos divulgados ao longo do último ano. Atribui-se, a cada mês, notas que variam de zero (para o maior desvio em relação ao resultado mensal efetivo) a dez (para o menor desvio em relação ao resultado mensal efetivo) para, então, ser calculada a média final das notas mensais. As medianas das variáveis projetadas pelas cinco instituições que mais acertam (as Top 5) são divulgadas no Focus - Relatório de Mercado elaborado pelo órgão.

Classificação - No ranking de 2019, o Sicredi foi classificado em cinco categorias e também foi a instituição financeira que mais marcou presença na lista. O ranking completo divulgado nesta sexta-feira pelo Banco Central pode ser acessado no site https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/focustop5ranking

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI RIO PARANÁ: Novas instalações são inauguradas em Loanda

A Sicredi Rio Paraná PR/SP inaugurou uma nova agência em Loanda (PR) nesta segunda-feira (01/02). A cerimônia de inauguração foi transmitida ao vivo pelas redes sociais da cooperativa, devido à pandemia.

Presenças - Estiveram presentes no evento: o presidente da Associação Comercial de Loanda, Evandro Neves; a consultora do Sebrae, Narliane Martins; o presidente da Câmara, Pedro Teodoro; o prefeito de Loanda, José Maria Pereira Fernandes; o gerente da agência de Loanda, Anderson Borsari; a gerente Regional de Desenvolvimento da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Vanessa Gutowski; o diretor de Operações da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Bruno Gasparetti Moreira; o Diretor Executivo da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Vanderlei Gonçalves de Oliveira, os conselheiros da cooperativa, Gilberto Kondo e José Augusto Félix, o presidente da Sicredi Rio Paraná PR/SP e conselheiro da Central Sicredi PR/SP/RJ, Jorge Bezerra Guedes e os investidores do prédio, Vladimir Jordão e sua esposa Ivanete Jordão.

Homenagem - Ainda na ocasião, os sócios fundadores da cooperativa que estão juntos ao Sicredi desde sua inauguração em 2002, receberam uma homenagem. Estiveram presentes: José Antonio Moia, José Cordeiro, Marcelo de Souza Barroso, Olivio Pilotti, Francisco de Assiz Pinheiro, Paulo Almeida Leao, Aulo Koichi Sato, Walter Jose de Oliveira, Ademar Fassina, Darci Cruz Camacho, Alvaro de Freitas Netto, Renan Basso Boito, Pascoal Pilotti, Nilson Wander Spinardi, Marco Antonio Francisco, Jurandir Jorge Leite, Jose Carlos Mascarello, Mithsuo Soda, Elizabeth Guimaraes e Nilton Jose Ferreira. A cerimônia foi encerrada com a benção do padre Antonio Augusto.

Atendimento - No mesmo dia já foi iniciado o atendimento ao público, das 10h às 15h. Segundo os decretos municipais e estaduais o atendimento aos associados deverá ser feito com a disponibilização de álcool gel, colaboradores e associados de máscaras.

Instalações - O local conta com amplas instalações, além de um auditório com capacidade para 50 lugares.

Contato - É possível também falar com os colaboradores da nova agência pelo telefone local, (44) 3425-4779 ou direto pelo whatsapp (51) 3358-4770.  

Localização - A agência nova fica na avenida Presidente Vargas, 1125, no centro de Loanda-PR.

Sobre a cooperativa - A Sicredi Rio Paraná PR/SP atua em 44 cidades da região que fica na divisa dos estados do Paraná e São Paulo. Hoje são 29 agências para atender os associados. Para saber mais, acompanhe as redes sociais @sicredirioparana

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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COPACOL: Novo filé de salmão garante sabor, saúde e praticidade no cardápio dos brasileiros

Para a elaboração de pratos apetitosos, saudáveis e nutritivos é essencial produtos de altíssima qualidade. Quem é criterioso e prefere alimentos práticos para incluir no cardápio, de origem reconhecida, tem uma nova opção: o Filé de Salmão Copacol. O produto acaba de ser lançado pela cooperativa preferida dos brasileiros e que mais coopera com uma alimentação leve e saborosa. A novidade começa a chegar em fevereiro nos supermercados.

Versátil - O peixe com cor avermelhada e consistência firme é bastante versátil: pode ser consumido cru, grelhado ou assado. Para facilitar o preparo, o produto é disponibilizado em embalagens diferentes pela marca que sempre coopera com a vida de todos.

Porção - Quem vai preparar uma refeição do dia a dia pode utilizar a porção de 400 gramas. Os filés em pedaços vêm congelados separadamente, evitando que o salmão tenha que ser retirado integralmente da embalagem na hora do preparo. Assim, se restar parte do conteúdo, é possível congelar na embalagem, garantindo o valor nutritivo e o sabor.

Embalagem maior - Como a Copacol coopera sempre com quem ama sabor, tem também a embalagem de 800 gramas, com o filé inteiro, perfeito para receitas especiais para agradar familiares e amigos em momentos que merecem aquela pitadinha de amor e dedicação.

Filé individual - Outra novidade é o Filé de Salmão Individual, de 125 gramas - tamanho ideal para evitar desperdícios, para consumidores que gostam de praticidade e já se organizam para as refeições da semana toda. Com essas embalagens dá para definir certinho qual será o seu cardápio para todos os dias, sem perder tempo, garantindo uma alimentação saudável.

Nutritivo - Além de ser rico em Vitamina B, D, que reduzem inflamações causadoras de doenças cardíacas e melhoram a absorção de cálcio, crescimento de ossos e proporciona imunidade, o salmão é uma proteína rica em Potássio e Ômega 3.

Linha de pescados - A Copacol conta com um mix completo de pescados, que cooperam com pratos saudáveis no cardápio dos consumidores. “O Filé de Salmão, um dos pescados mais nobres e um dos mais procurados pelo consumidor brasileiro, complementa nosso portfólio de pescados. O produto é desenvolvido dentro dos padrões de qualidade da Copacol, com objetivo de levar sabor, qualidade e leveza aos nossos consumidores”, afirma Maurício Deliberaes, gerente Nacional de Vendas Copacol. (Imprensa Copacol)

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COCAMAR: Uma safra bem planejada é mais segura e rentável

Mais do que ser produtor rural, é preciso trabalhar com mentalidade empresarial. Considerando o volume de recursos demandados a cada safra e a quantidade de decisões que precisam ser tomadas, o planejamento e a adoção de medidas estratégicas são essenciais para o sucesso na atividade. “Temos que tentar enxergar um pouco mais adiante”, afirma o cooperado Marcelo Carlos de Oliveira, vinculado à unidade da Cocamar em Ibiporã, município da região de Londrina. Marcelo foi visitado no dia 26 de janeiro na vizinha Jataizinho pela equipe do Rally Cocamar de Produtividade.

Previsibilidade e segurança - À frente de 2 mil hectares, esse produtor de grãos adota um modelo de trabalho que lhe permite mais previsibilidade e segurança não apenas em relação à safra em andamento, mas também os cultivos de milho e trigo no inverno e até mesmo o próximo ciclo de soja, a ser semeado no último trimestre do ano. Se por um lado as lavouras da temporada 2020/21 encontram-se ainda em fase de enchimento de grãos – a colheita inicia em março -, de outro ele já tem planejada a safra de verão 2021/22.

Captação de recursos - Cooperativista, Marcelo explica que costuma captar recursos junto a Sicredi União PR/SP para fazer a aquisição de insumos à vista e, na Cocamar, realiza ao mesmo tempo a venda antecipada de uma parcela da produção, de maneira a travar os custos, para se proteger. “É um modelo que tem dado certo. Nos últimos dez anos, a gente teve mais acertos do que erros”, afirma o produtor. Depois de os custos travados, a estratégica é, com tranquilidade, ficar atento ao mercado para aproveitar oportunidades e garantir uma boa média de preços.

Seguro - Trabalhar com os pés no chão, para Marcelo, inclui manter a lavoura segurada, sob acompanhamento técnico permanente e, a cada ano, realizar ajustes finos para o crescimento sustentável da produtividade. Nos últimos três anos suas médias têm ficado ao redor de 65 sacas por hectare (157,3 sacas/alqueire) mas com os cuidados que adota e os investimentos em tecnologias, o próximo passo é chegar a 80 sacas por hectare (193,6/alqueire). “Investir em novos padrões tecnológicos para o aumento da produtividade é garantir mais lucro”, afirma o produtor.

Modelo - Para o gerente da unidade da Cocamar em Ibiporã, Washington Ono, “Marcelo é um modelo de produtor que se destaca pela forma altamente profissional com que conduz os negócios”. Suas médias estão bem acima do padrão regional de 53,7 sacas/hectare (130/alqueire) e, com planejamento, adota estratégias para ser o mais assertivo possível nas decisões. “É um estrategista”, conclui.

Taxas competitivas - O gerente Agro da Sicredi União PR/SP no município, Heitor Masteline, comenta que a cooperativa disponibiliza recursos a taxas competitivas em diversas modalidades para custeio, possibilitando que os produtores de uma forma geral possam, a exemplo de Marcelo, planejar melhor a sua atividade.

Sobre o Rally - O Rally Cocamar de Produtividade, em sua sexta edição consecutiva, tem como patrocinadores principais: Basf, Fertilizantes Viridian, Fairfax do Brasil Seguros Corporativos, Sicredi União PR/SP e Zacarias Chevrolet. Patrocinam também a realização: Cocamar Máquinas, Texaco Lubrificantes, Cocamar Irrigação, Estratégia Ambiental, Zoetis e Nutrição Animal Cocamar. (Imprensa Cocamar)

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INTEGRADA: Palestra técnica vai abordar controle da cigarrinha nas lavouras de milho

A cigarrinha do milho é um inseto com menos de 1 centímetro, mas que pode acarretar grandes prejuízos na cultura do milho, se não for identificado e combatido no momento adequado. Durante o Agrotec 2021, o engenheiro agrônomo e consultor Paulo Roberto Garollo, vai abordar os métodos de controle da cigarrinha, o melhor momento para o manejo e aplicação de defensivos, além da escolha de híbridos com melhor tolerância a doença.

Seiva - De cor branco-palha ou acinzentada, a cigarrinha Dalbulus Maidis se alimenta da seiva da planta do milho. Estes insetos são portadores de Mollicutes, microrganismos que infectam a planta, causando doenças conhecidas por Enfezamentos.

Enfraquecida - A planta infectada fica enfraquecida, apresentando uma descoloração nas folhas ou tons avermelhados, além de espigas pequenas com pouco ou nenhum grão. A produtividade pode ter até 70% de dano direto, além dos danos indiretos por conta de fungos e quebramento do colmo.

Temperatura - “Todo processo biológico da praga, os mecanismos de aquisição e inoculação dos agentes causais das doenças, como o enfezamento, são altamente influenciados por temperatura. Por conta disso, a tendência de ocorrência é maior em regiões e em épocas de temperaturas diurnas entre 26 e 30 graus”, explica Garollo.

Prejuízo - Uma área de milho infestada de cigarrinha representa prejuízo severo para a cultura, considerando que as plantas infectadas transmitem para as plantas sadias.

Virose - A cigarrinha também é responsável por transmitir uma virose causada pelo agente Maize Rayado Fino Virus (MRFV), comumente chamada de raiado fino, que pode reduzir em até 30% a produção de grãos em plantas suscetíveis. “O que é muito comum é a planta adoecer tanto por enfezamentos quanto pela virose do raiado fino, já que o vetor é o mesmo inseto. Neste caso, as perdas são devastadoras”, diz o consultor.

Controle - Além das boas práticas, como realização do manejo integrado de pragas, e o tratamento de sementes com produtos registrados, o consultor alerta sobre a importância do controle do milho tiguera, planta involuntária nas lavouras da soja. “Para a quebra do ciclo da doença, é de fundamental importância o controle do milho involuntário. A tiguera causa impacto econômico pela competição dos recursos de nutrientes com a soja, como também serve de ponte para a continuidade da cigarrinha”, alerta Garollo.

Sanidade - Por isso, o controle da cigarrinha do milho é de fundamental importância para a sanidade da lavoura, assegurando a máxima produtividade. (Imprensa Integrada)

Agrotec 2021 - Agroexcelência|Tecnologia a Serviço da Produtividade

Evento 100% digital

Dia: 4 de fevereiro de 2021

Horário: a partir das 8:30hrs

Programação completa, acesse:

http://agrotecintegrada.com.br/home/

 

integrada 02 02 2021

FRÍSIA: Doações são realizadas a pessoas em vulnerabilidade social e tratamento oncológico

O último Natal no Parque, tradicional evento de fim de ano realizado pela Associação Parque Histórico de Carambeí, com o fundamental apoio da Frísia Cooperativa Agroindustrial, teve como mote a solidariedade, principalmente devido ao período de pandemia de Covid-19 e sua consequência social. Os produtos arrecadados foram destinados à Rede Feminina de Combate ao Câncer de Carambeí, que doou a famílias em vulnerabilidade social.

Itens - Durante o mês de dezembro, foram arrecadados junto aos visitantes 324 litros de leite em caixa, 110 frascos de alimentação enteral, 55 bolsas de colostomia, 13 unidades do composto alimentício Trophic, 12 de Nutren, dez de Equipo (com 20 unidades cada) para alimentação enteral e um andador. Todos os suplementos lácteos são fundamentais para a dieta e a melhoria da qualidade de vida de pessoas em tratamento oncológico.

Solidariedade - Responsável pelas Relações Sociais e o Cooperativismo da Frísia, Luciano Tonon lembra que dezembro é tradicionalmente um mês que as pessoas são mais solidárias. “Anualmente, a Frísia participa do Natal no Parque e, ano passado, a ação solidária foi o tema do evento, pois a pandemia trouxe o agravamento dos problemas sociais. Escolhemos o leite para doação porque é um alimento básico, e o nosso é conceituado. Além disso, ações como essa atendem ao sétimo princípio do cooperativismo, voltado às atitudes solidárias e de assistência social”.

Sentido - “A ação mobilizada pelo Museu Parque Histórico de Carambeí e a Frísia, nossa principal parceira, é uma importante maneira de enfatizarmos o sentido do Natal: coletividade, compaixão, esperança e amor ao próximo, principalmente num ano difícil como foi 2020, em que o senso comunitário e coletivo foi imprescindível”, afirmou Dick de Geus, presidente da Associação Parque Histórico de Carambeí.

Solidariedade em rede - Dayana Carla Van Westering, secretária da Rede Feminina de Combate ao Câncer e responsável pela área de Assistência Social da entidade, destaca a Frísia e o Parque Histórico como “parceiros” no trabalho aos que mais necessitam.

Pessoas cadastradas - A Rede Feminina tem 62 pessoas cadastradas, entre homens, mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade social. “Doamos vários itens a pacientes do Sistema Único de Saúde que necessitam do apoio. Para definir quem recebe, fazemos uma triagem e levamos em consideração a quantidade de moradores numa mesma casa e a renda per capita”, explica Westering.

Atuação - Com nove anos de atuação em Carambeí, a Rede Feminina constituiu uma sede própria no município. “Tudo que temos é por doações, de pessoas físicas e jurídicas. Temos uma equipe de voluntárias que fazem o acompanhamento direto aos assistidos. Ações como essa são extremamente importantes. A gente depende delas para ajudar as pessoas, sendo a nossa única fonte de recursos”, destaca a secretária.

Voluntárias ativas - Atualmente, a entidade conta com 25 voluntárias ativas, além de colaboradores (psicólogos, nutricionistas, dentistas e advogados) para dar apoio a casos específicos. Segundo Westering, algumas vezes as pessoas não necessitam de ajuda material, mas de uma conversa, de atenção. Mensalmente, há entrega de cesta básica, além de palestras e café da manhã. Na cesta há itens como leite, produtos não perecíveis, legumes, verduras e iogurte. “Também realizamos bazares para ajudar nas despesas”.

Ação conjunta - A doação no Natal do Parque é uma ação conjunta com a sociedade, parceria realizada continuamente entre a Frísia e a Rede Feminina, como já aconteceu em relação à revitalização da unidade física da entidade, com o apoio das esposas de cooperados, doações em 2020 da Intercipa (evento de segurança no trabalho), entre outros projetos.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

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BALANÇA COMERCIAL: Corrente de comércio aumenta 10,2% e chega a US$ 30,74 bilhões em janeiro

balanca comercial 02 02 2021O Brasil abriu o ano de 2021 com aumento de 10,2% na corrente de comércio (soma das exportações e importações), que chegou a US$ 30,74 bilhões em janeiro. Os dados divulgados nesta segunda-feira (01/22) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex/ME) mostram que as exportações cresceram 12,4% e somaram US$ 14,81 bilhões, enquanto as importações cresceram 8,3% e totalizaram US$ 15,93 bilhões. Assim, a balança comercial registrou déficit de US$ 1,13 bilhão no mês.

Aumento - O aumento das exportações foi favorecido pela alta dos preços e por uma base de comparação mais baixa, já que em janeiro do ano passado houve uma queda de quase 20% nas vendas ao exterior, motivada principalmente pelas vendas mais fracas à China, que foi o primeiro país a sentir os efeitos da pandemia.

Impulso - Em 2021, os preços estão subindo, o que impulsiona os valores da balança. “O preço vem reagindo. Ao contrário do ano passado, em que tivemos queda de preços durante todo o ano, agora começamos o ano com crescimento”, explicou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão.

Importação - Do lado da importação, o aumento foi motivado pelo crescimento da demanda interna por produtos importados. Já o déficit deste ano, assim como em janeiro do ano passado, foi motivado pela importação de plataformas de petróleo, que alcançaram cerca de US$ 2 bilhões.

Indústria Extrativa - Segundo a Secex, o aumento das exportações foi impulsionado pelo crescimento de 35,3% nas vendas da Indústria Extrativa, que chegaram a US$ 4,53 bilhões, e pelo aumento de 6% na Indústria de Transformação, que alcançou US$ 8,53 bilhões.

Minério de ferro - No primeiro caso, destacaram-se as vendas de minério de ferro (73,6%), que está sendo negociado com um preço 45% acima do praticado em janeiro do ano passado. “Há uma grande demanda pelo produto e uma grande limitação de oferta mundial”, comentou Brandão. Ele salientou que a produção do Brasil – que é um dos dois maiores produtores mundiais, junto com a Austrália – não deve crescer neste ano.

Agropecuária - Já a Agropecuária, com US$ 1,67 bilhão, registrou queda de 2,6% nas vendas externas. Ainda assim, houve um aumento de 332,8% nas exportações de trigo e centeio; de 54,3% em milho não moído, exceto milho doce; e de 43,2% no café não torrado.

Entressafra - “Estamos na entressafra e tivemos um baixo movimento de soja em janeiro. Provavelmente, os maiores movimentos vão ocorrer mais pra frente neste ano”, explicou o subsecretário. Ele lembrou que em 2020 essa exportação de soja aconteceu mais cedo, devido à velocidade da colheita, relacionada a questões climáticas. Por outro lado, observou que “o milho tem-se mostrado forte, com exportações crescentes”.

Importações - Nas importações, a média diária em janeiro foi de US$ 797 milhões, a maior desde janeiro de 2015, quando chegou a US$ 803 milhões. A Agropecuária registrou aumento de 22,3% e somou US$ 0,42 bilhão. O resultado foi puxado principalmente pelas compras de soja (487,3%), trigo e centeio não moídos (35,1%) e milho não moído, exceto milho doce (85,3%).

Crescimento - Na Indústria Extrativa, com US$ 0,55 bilhão, houve crescimento de 7,6% nas importações, com destaque para minério de ferro e seus concentrados (146.403,4%), gás natural, liquefeito ou não (60,1%) e outros minerais em bruto (44,8%).

Indústria de Transformação - A Indústria de Transformação aumentou em 6,5% as compras do exterior, alcançando US$ 14,70 bilhões. Destacaram-se adubos ou fertilizantes químicos (42,7%), válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (17,6%) e plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (6,6%).

Quantidades - Os dados da Secex indicam que houve pequeno crescimento nas quantidades importadas (0,4%), mas continua o movimento de redução dos preços (-3,3%), causado principalmente pela Indústria de Transformação (-2,8%), que responde por 92% das compras brasileiras.

Bens intermediários - Brandão também destacou o crescimento de 22,4% nas importações de bens intermediários, incluindo insumos para produção, como adubos e fertilizantes, partes e peças de produtos eletroeletrônicos.

Destinos e origens - Entre os parceiros comerciais, as exportações para a Argentina cresceram 41,1% e somaram US$ 0,76 bilhão, enquanto as importações do país vizinho aumentaram 30,2% e totalizaram US$ 0,78 bilhão. Assim, a balança comercial com este parceiro comercial apresentou déficit de US$ 0,02 bilhão e a corrente de comércio aumentou 35,3%, alcançando US$ 1,54 bilhão.

Comércio entre os países - Herlon Brandão lembrou que as exportações de veículos automóveis de passageiros (41%) e para transporte de mercadorias (32,6%) tiveram crescimento em janeiro, o que influencia muito o comércio entre os dois países. Além dos automóveis, também cresceram as vendas de minério de ferro e produtos siderúrgicos para a Argentina.

China - Já para a China houve aumento de 19,4% nas exportações, influenciado principalmente por minério de ferro, enquanto para os Estados Unidos houve uma pequena queda de 4,4%, e para a União Europeia, um recuo de 5,6%.

Origem - Em relação à origem dos produtos importados, caiu em 26,1% a compra de itens da China, mas essa queda foi causada pela entrada de plataformas de petróleo. “Embora o movimento de plataformas tenha sido equivalente em janeiro deste ano e do ano passado, muda o país de origem, onde foram fabricadas essas plataformas”, explicou Brandão.

Nacionalização - No ano passado, houve nacionalização de uma plataforma fabricada na China, de quase US$ 2 bilhões, enquanto em 2021 entraram três plataformas de outras origens. Uma delas foi o Japão, que acabou apresentando um crescimento de 135% como origem das compras brasileiras.

Redução - Já as importações dos Estados Unidos diminuíram 1,4% em janeiro, na comparação com janeiro do ano passado. Da União Europeia, a queda foi de 6% nas importações. (Ministério da Economia)

FOTO: Pixabay

Acesse os dados completos da balança comercial

 

FRUTICULTURA: IDR-Paraná lança manual atualizado para produção de uvas

fruticultura 02 02 2021O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná) está lançando o livro Viticultura Tropical: o sistema de produção de uvas de mesa do Paraná.

Panorama - Partindo de um detalhado panorama da produção e do mercado da fruta, o livro aborda do planejamento da propriedade e do empreendimento, escolha do terreno e de cultivares, a necessidade de observar os fatores climáticos, boas práticas agronômicas na condução de parreirais e colheita até os cuidados na comercialização.

Passo a passo - “Verdadeiro passo a passo para o sucesso na produção de uvas de mesa, este livro é uma valiosa contribuição da pesquisa pública à viticultura paranaense”, afirma Vania Moda Cirino, diretora de Pesquisa do IDR-Paraná.

História - A obra que agora chega ao público é uma edição revisada, atualizada e (muito) ampliada do título Viticultura Tropical: o sistema de produção do Paraná, publicado em 2007 pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), atual IDR-Paraná, concebida e iniciada pelo pesquisador Antonio Yoshio Kishino, considerado um dos maiores especialistas em viticultura que o Estado já teve.

Originais - Kishino tinha os originais bastante avançados quando faleceu precocemente. Os pesquisadores Sergio Luiz Colucci de Carvalho, também do Iapar, e Sergio Ruffo Roberto, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), abraçaram então a tarefa de coordenar sua finalização. Para isso, envolveram mais de 30 especialistas em agricultura de várias universidades do Estado e do antigo Iapar.

Referência - Desde então, a obra tem sido referência para pesquisadores, profissionais de assistência técnica e extensão rural, professores, estudantes e todos os interessados no cultivo da uva. Agora, passados quase 14 anos do primeiro lançamento, Carvalho e Roberto coordenaram a reedição.

Diversificação - “A procura pela viticultura para a diversificação das atividades agrícolas e promoção do desenvolvimento no campo incentivou a atualização deste livro”, explica Carvalho. “E, mais uma vez presta uma homenagem a seu idealizador, Dr. Kishino, que durante toda a sua vida profissional se dedicou a estudar o tema”.

Preocupação - No trabalho de reedição, Roberto destaca a preocupação de, preservando o rigor técnico, entregar um conteúdo abrangente, de linguagem acessível e fartamente ilustrado - são quase 700 páginas e mais de 500 imagens. “Foram tantas as alterações e inserções que é um novo livro, podemos dizer”, assinala o professor.

Aquisição - Destinado a técnicos, produtores e estudantes de ciências agrárias, o livro Viticultura Tropical: o sistema de produção de uvas de mesa do Paraná custa R$ 150 mais o custo de envio. Para adquiri-lo, o interessado deve enviar uma mensagem para publicacoes@idr.pr.gov.br. (Assessoria de Imprensa do Iapar-Emater IDR Paraná)

SERVIÇO

Livro Viticultura tropical: o sistema de produção de uvas de mesa no Paraná

Editores: Antonio Yoshio Kishino (in memorian), Sergio Luiz Colucci de Carvalho e Sergio Ruffo Roberto

Preço: R$ 150

Para comprar: publicacoes@idr.pr.gov.br

 

CAMPO LIMPO: Mais de 600 mil ton de embalagens vazias de defensivos agrícolas foram destinadas corretamente desde 2002

campo limpo 02 02 2021Superando desafios inéditos impostos pela pandemia em 2020, o Sistema Campo Limpo, programa de logística reversa de embalagens vazias e sobras pós-consumo de defensivos agrícolas, conseguiu seguir sua bem-sucedida trajetória e superar mais um importante marco: ultrapassou as 600 mil toneladas de embalagens encaminhadas para reciclagem ou incineração, desde 2002, quando o programa começou a operar. Apenas no ano passado, destinou corretamente 49.881 toneladas de embalagens, segundo dados do inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), entidade gestora do Sistema.

Referência - "Esses resultados consolidam a posição do Sistema como referência mundial na destinação adequada desses materiais. São números que mostram como estamos preparados para atender à demanda do setor agrícola. Mesmo com o alto consumo de defensivos agrícolas do país, necessário pela elevada produção do campo, a eficiência do programa de logística reversa das embalagens mantém o Brasil na liderança mundial na destinação ambientalmente correta desses materiais", afirma João Cesar Rando, diretor-presidente do inpEV. Para esse sucesso, ele destaca a importância da legislação que estabelece o conceito de responsabilidade compartilhada e do engajamento de todos os elos da cadeia produtiva agrícola (indústria fabricante, canais de distribuição, agricultor e poder público), que cumprem corretamente seu papel.

Dedicação - A dedicação de todos os envolvidos foi fundamental para incorporar na rotina de trabalho as medidas preventivas contra a covid-19. "Com competência e agilidade, o Sistema somou a eficiência da gestão dos processos ao empenho de todos os elos da cadeia agrícola para atender as necessidades de destinação do campo, acompanhando o desempenho agrícola positivo, que amenizou a intensidade da crise econômica brasileira", enfatiza Rando.

Encaminhamento - De todas as embalagens comercializadas no País, 94% são encaminhadas para destino ambientalmente correto (reciclagem ou incineração). De cada 100 embalagens encaminhadas ao Sistema, 94 são recicladas, tanto transformadas em resinas para artefatos diversos, como tubos e conduítes, como usadas como matéria-prima para fabricação de novas embalagens de defensivos agrícolas (Ecoplásticas®) e tampas (Ecocaps®), que voltam para a indústria, concretizando o conceito de economia circular.

Sobre o inpEV - Desde 2002, o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) é entidade gestora do Sistema Campo Limpo nas atividades de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas e promove ações de conscientização e educação ambiental sobre o tema, conforme previsto em legislação. É uma instituição sem fins lucrativos formada por mais de 100 empresas e nove entidades representativas da indústria do setor, distribuidores e agricultores.

Sobre o Sistema Campo Limpo - O Sistema Campo Limpo tem como base o princípio das responsabilidades compartilhadas entre todos os elos da cadeia produtiva (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) para realizar a logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. O Brasil é referência mundial na destinação ambientalmente correta do material, encaminhando 94% de embalagens plásticas primárias para reciclagem ou incineração. (Assessoria de Imprensa do inpEV)

FOTO: inpEv

INFRAESTRUTURA: DER publica licitação de R$ 51 milhões para modernização da PR-092

infraestrutura 02 02 2021O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) publicou na sexta-feira (29/01) a licitação da modernização da PR-092, entre Jaguariaíva, nos Campos Gerais, e Santo Antônio da Platina, no Norte Pioneiro do Estado. O valor máximo para a revitalização é de R$ 51.083.322,30. As obras envolvem a implantação de terceiras faixas ao longo de 17,5 quilômetros dos 127,1 quilômetros do trecho.

Propostas - As propostas podem ser encaminhadas até o dia 2 de março, com previsão de abertura dos envelopes no dia 3 de março. Depois da assinatura do contrato, as obras devem durar 360 dias.

Recursos - O projeto executivo foi viabilizado com recursos do Estado e as obras serão custeadas pelo programa Avança Paraná, originado a partir do financiamento de R$ 1,6 bilhão captado junto a um consórcio de bancos em 2020.

Intervenções - As intervenções estão no rol de Ampliação da Capacidade e Segurança da Rodovia e vão do início da PR-092, no km 200, em Jaguariaíva, até o entroncamento com a BR-153, no km 327, passando por Arapoti, Siqueira Campos, Quatiguá e Joaquim Távora. Esse trecho deve ingressar no Lote 2 da nova concessão dos pedágios, mas a melhoria antecipará a segurança para os usuários em alguns anos.

Compromisso - “Melhorar a PR-092 é um compromisso que temos com a região dos Campos Gerais e do Norte Pioneiro. É uma rodovia fundamental para a ligação com São Paulo e que será incluída na nova concessão rodoviária. Essa licitação, no entanto, ajuda a antecipar algumas melhorias, garantindo mais segurança e conforto para quem utiliza essa ligação”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Segurança - Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, uma das principais iniciativas da licitação é a garantia de mais segurança. De acordo com o termo de referência do edital, houve um aumento de 18,4% no número de acidentes entre os anos de 2016 a 2019 na região, em comparação com os quatro anos anteriores.

Terceiras faixas - “Essa iniciativa de terceiras faixas, que contempla a PRC-280, a PR-323 e a PR-092, tem um objetivo claro, a redução de acidentes, principalmente aqueles com consequências fatais. Vamos incluir terceiras faixas nos pontos onde acontecem as ultrapassagens mais perigosas, ou seja, nos locais em que há inclinação da pista”, acrescentou Sandro Alex.

Mais - Além das terceiras faixas, as melhorias envolvem implantação de estrutura do pavimento com largura mínima de 3,25 m; novas soluções de reciclagem e pavimentação asfáltica; e pavimentação asfáltica em segmentos com acostamento não pavimentado. Também haverá adequação da sinalização horizontal, novos dispositivos auxiliares de segurança (tachas, tachões e outros), pinturas de faixa em alto-relevo, defensas e atenuadores de impacto e remoção de objetos na rota de colisão dos veículos.

Licitação - O certame acontece em acordo com a Lei Nacional de Licitações (8.666/1993), em que o critério a ser avaliado nas propostas de preço é o menor valor oferecido, desde que atendidas as qualificações para habilitação técnica. Após a definição da empresa vencedora, o resultado será homologado pelos técnicos do DER-PR.

Ampliação de capacidade - Além da PR-092, outras duas rodovias fazem parte do planejamento de Ampliação da Capacidade e Segurança da Rodovia e estão com licitações em andamento. Uma delas é da PRC-280. A obra consiste na implantação de terceiras faixas em dois trechos da rodovia: entre o quilômetro zero (divisa do Paraná com Santa Catarina) e o km 5,9 (em União da Vitória); e entre o km 130,3 (no acesso a Palmas) e o km 254,9 (no entroncamento que dá acesso a Marmeleiro). O investimento é estimado em R$ 28 milhões.

PR-323 - Outra licitação é na PR-323, na região Noroeste. O investimento previsto é de R$ 81 milhões para realizar melhorias em 23 segmentos da rodovia, no trecho entre Doutor Camargo e Iporã. A PR-323 é um dos principais corredores de transporte de carga no Paraná, ligando a região Noroeste ao Oeste e ao Norte. (Agência de Notícias do Paraná)

 

IBGE: Indústria cresce pelo oitavo mês seguido, mas fecha 2020 com queda de 4,5%

ibge 02 02 2021A produção industrial cresceu pelo oitavo mês consecutivo e avançou 0,9% na passagem de novembro para dezembro. Mesmo com a alta acumulada de 41,8% no período, que eliminou a perda de 27,1% entre março e abril - que havia levado o setor ao ponto mais baixo da série - a indústria fechou 2020 com queda de 4,5%, intensificando o recuo de 1,1% de 2019. É o pior resultado para um ano desde 2016, quando houve queda de 6,4%.

Avanço - A Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira (02/02) pelo IBGE, mostra também que, no último trimestre do 2020, o setor avançou 3,4%. Levando em conta o patamar pré-pandemia, de fevereiro, a produção em dezembro esteve 3,4% acima. Na comparação com dezembro de 2019, houve alta de 8,2%.

Categorias - O avanço de dezembro frente a novembro alcançou três das quatro grandes categorias econômicas e 17 de 26 ramos pesquisados. Para o gerente da pesquisa, André Macedo, esse resultado mostra uma regularidade de crescimento na produção industrial nos últimos meses. "Esse perfil generalizado de expansão está presente neste período", explica.

Maior influência - Entre as atividades, a maior influência segue sendo a de veículos automotores, reboques e carrocerias (6,5%). O segmento acumula expansão de 1.308,1% na produção nos últimos oito meses, eliminando a perda de 92,3% registrada no período março-abril de 2020. Entretanto, no acumulado de 2020 contra 2019, o setor também foi a maior influência negativa (-28,1%).

Metalurgia - Outra influência positiva na passagem de novembro para dezembro veio da metalurgia, com 19% de alta, sexta taxa consecutiva e acumulado de 58,6% no período julho-dezembro. “É um segmento que tem atuado acompanhando o crescimento na produção da indústria automobilística”, diz Macedo. No ano, entretanto, a metalurgia acumulou queda de -7,2% contra 2019.

Indústrias extrativas - Em dezembro, também se destacaram as indústrias extrativas, com alta de 3,7% frente a novembro, interrompendo três meses de resultados negativos consecutivos. No acumulado de 2020, o setor apresentou queda de 3,4% contra 2019.

Outras contribuições - Outras contribuições positivas importantes na passagem de novembro para dezembro: máquinas e equipamentos (6,0%), de produtos têxteis (15,4%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (11,5%), de produtos de borracha e de material plástico (4,8%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (8,4%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (4,7%) e de produtos de metal (2,9%).

Atividades - Entre nove atividades que apontaram recuo na produção, as principais foram produtos alimentícios (-4,4%), bebidas (-8,1%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,3%).

Categorias econômicas - Já entre as categorias econômicas, bens de capital e bens de consumo duráveis cresceram 2,4% cada e anotaram as maiores taxas em dezembro. É o oitavo mês seguido de expansão na produção das duas categorias, acumulando nesse período alta de 134,9% e 565,7%, respectivamente. Os dois segmentos se encontram acima do patamar de fevereiro último, na ordem: 14,9% e 5,1%.

Bens intermediários - Já bens intermediários teve alta de 1,6% e registrou crescimento acima da média da indústria. Com isso, reverteu os resultados negativos assinalados em outubro (-0,1%) e novembro (-0,2%). A única categoria que apresentou recuo em dezembro foi bens de consumo semi e não duráveis, com queda de 0,5%.

Queda - Na comparação de 2020 com 2019, todas as grandes categorias tiveram queda, com destaque para bens de consumo duráveis (-19,8%) e bens de capital (-9,8%). “Ambas têm a dinâmica de produção muito associada à indústria de automotores. No caso da primeira, com influência dos automóveis, como os carros, e no caso da segunda, os equipamentos de transporte, como caminhões”, finaliza André Macedo. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: José Fernando Ogura /AEN-Paraná

 

ibge tabela 02 02 2021

 

ECONOMIA: Ipea calcula que investimentos apresentaram alta de 3,1% em novembro

economia 02 02 2021O Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta segunda-feira, dia 01/02, apontou crescimento de 3,1% em novembro, frente a outubro. Essa foi a quinta alta consecutiva nos investimentos. Na comparação com novembro de 2019, houve um avanço de 3,6%.

Indicador - O Indicador de Formação Bruta de Capital Fixo mede os investimentos no aumento da capacidade produtiva da economia e na reposição da depreciação do estoque de capital fixo. No acumulado de 12 meses encerrados em novembro, a queda foi de 4,4%. No trimestre móvel encerrado no mesmo mês, houve crescimento de 6,3%.

Composição - A FBCF é composta por máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos. A produção de máquinas e equipamentos destinados ao mercado interno apresentou alta de 10,9% em novembro, enquanto a importação desses itens cresceu 20,1% no mesmo período. Com isso, o consumo aparente de máquinas e equipamentos avançou 7,7% no penúltimo mês de 2020, encerrando o trimestre móvel com alta de 14%.

Estabilidade - O indicador de construção civil registrou estabilidade em novembro. Com este resultado, que sucedeu pequena acomodação em outubro, o segmento apresentou expansão de 1,6% no trimestre móvel. Na comparação com novembro de 2019, o componente "máquinas e equipamentos" destacou-se, com aumento de 9%, enquanto o componente "outros ativos fixos" avançou 2,8% e a construção civil teve queda de 0,5%. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador

FOTO: Pixabay

 

CÂMBIO: Dólar fecha em queda de olho em eleições na Câmara e no Senado

cambio 19 01 2021De olho nas eleições para o comando da Câmara dos Deputados e do Senado, o dólar fechou em queda depois de três altas seguidas. A bolsa de valores recuperou-se parcialmente das perdas de sexta-feira (29/01), impulsionada pelo ambiente externo internacional.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (01/02) vendido a R$ 5,45, com recuo de R$ 0,025 (-0,45%). A divisa operou em queda durante quase toda a sessão, mas chegou a registrar breves momentos de alta. Na máxima do dia, por volta das 12h, chegou a subir para R$ 5,48, mas a cotação inverteu o movimento e voltou a cair durante a tarde.

Acumulado - No ano, o dólar acumula valorização de 5,03%. Além das eleições no Congresso, que podem definir o rumo das reformas econômicas, o câmbio beneficiou-se da melhoria no mercado internacional, com o dólar caindo perante as principais moedas do mundo.

Ações - O otimismo externo também se refletiu no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, encerrou o dia aos 117.518 pontos, com alta de 2,13%. O indicador repôs parcialmente o recuo de 3,21% registrado na sexta-feira.

Alta - As bolsas norte-americanas tiveram uma segunda-feira de alta, influenciadas pela expectativa em torno das negociações de um pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão do governo do presidente Joe Biden contra a covid-19. A valorização das ações de empresas de tecnologia também impulsionou os índices de Wall Street. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

LEGISLATIVO I: Rodrigo Pacheco é o novo presidente do Senado

legislativo I 02 02 2021O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é o novo presidente do Senado. Ele comandará o Congresso pelos próximos dois anos, até fevereiro de 2023. Eleito com 57 votos, 16 a mais que os 41 necessários, Rodrigo Pacheco teve como concorrente a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que obteve 21 votos. Os senadores Major Olimpio (PSL-SP), Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e Lasier Martins (Podemos-RS) retiraram as candidaturas para apoiar a senadora.

Pronunciamento - No seu primeiro pronunciamento como presidente, Rodrigo Pacheco reforçou o que havia falado no seu discurso como candidato, em que defendeu a "pacificação das relações políticas e institucionais". Ele também reafirmou o compromisso com a independência do Senado, mas disse que trabalhará em prol da governabilidade, para que reformas e projetos de interesse da sociedade sejam aprovados.      

Trinômio - “Vamos atuar com vistas no trinômio saúde pública, desenvolvimento social e crescimento econômico, com o objetivo de preservar vidas humanas, socorrer os mais vulneráveis e gerar emprego e renda aos brasileiros. Urge livrar o Brasil dessa avassaladora e trágica pandemia, que já vitimou mais de 225 mil irmãos brasileiros”, disse o novo presidente, que pediu o apoio dos demais senadores.  

Respeito - Ele prometeu respeitar as opiniões divergentes e garantir os direitos da minoria, colocando em pauta projeto para a criação de uma liderança da oposição. Também se comprometeu a ouvir o Colégio de Líderes para elaborar a pauta do Senado e a ouvir todas as forças políticas e a trabalhar em conjunto com os demais Poderes.  

Cumprimento - Ao cumprimentar Pacheco, o ex-presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), reproduziu as palavras que ouviu do senador José Maranhão (MDB-PB) durante a última eleição para a presidência do Senado, em 2019.  Maranhão está internado desde dezembro em razão de complicações decorrentes da covid-19. 

Sucesso - “Eu quero neste momento congratular-me com o senador Rodrigo Pacheco pela sua eleição à presidência do Senado da República, desejando-lhe todo o sucesso, todo o êxito, e lembrando a Vossa Excelência que, agora, não existem mais três, quatro, cinco candidaturas. Existe o Senado da República e caberá ao senador Rodrigo Pacheco conduzir esta Casa com equilíbrio, altivez e independência em favor do Brasil”, afirmou Davi.

Apoio - Rodrigo Pacheco recebeu o apoio formal de dez partidos: DEM, PT, PP, PL, PSD, PSC, PDT, Pros, Rede e Republicanos. Além disso, foi apoiado por parte do MDB, partido da senadora Simone Tebet. Após ter anunciado o nome dela como candidata, o partido, que tem a maior bancada do Senado, retirou o compromisso e a senadora se lançou como candidata independente.

Tebet - Ao fazer seu pronunciamento e pedir os votos dos colegas, Simone Tebet (MDB-MS) defendeu a retomada da agenda de reformas estruturantes, especialmente a tributária, para que haja crescimento com distribuição de renda. Ela também ressaltou o fato de ser a primeira mulher a disputar a presidência da Casa e citou uma frase do seu pai, o ex-presidente do Senado Ramez Tebet, que morreu em 2006.

Entendimento - “Vi e aprendi que uma disputa não se ganha elevando-se o tom, mais ou menos como o som de um berrante, mas com a força do argumento. O Congresso Nacional não é a Casa do radicalismo. O Congresso Nacional é a Casa dos grandes debates, do entendimento.”

Desistências - Antes de anunciarem a desistência das candidaturas para apoiar Simone Tebet, os senadores Jorge Kajuru, Lasier Martins e Major Olímpio também se pronunciaram. Os pronunciamentos dos três foram marcados por críticas à condução do Congresso por Davi Alcolumbre e à interferência no processo de eleição do novo presidente.

Votação - A eleição foi feita nesta segunda-feira (01/02) com voto secreto e presencial, com os votos de 78 senadores, já que três parlamentares estavam impossibilitados de comparecer. A votação se deu por meio de cédulas de papel inseridas em envelopes. Além das duas urnas dentro do Plenário, foram instaladas mais duas, uma no Salão Azul e uma na Chapelaria, destinadas aos senadores considerados do grupo de risco da covid-19 e aos que não se sentissem à vontade para votar em plenário.

Mesa - A eleição dos novos membros da Mesa do Senado será feita na terça-feira (02/02). No dia seguinte, será a vez da sessão solene de abertura do ano legislativo. A cerimônia, conduzida pelas novas Mesas das duas Casas, marca a retomada das atividades do Poder Legislativo após o recesso parlamentar. Já para quinta-feira (4) Rodrigo Pacheco anunciou sessão deliberativa para votar medidas provisórias.

Perfil - O novo presidente do Senado tem 44 anos. Nascido em Porto Velho (RO), Pacheco cresceu em Passos (MG) junto à mãe, Maria Imaculada Soares, que era professora estadual, e aos irmãos. Aos 15, mudou-se para Belo Horizonte (MG), onde concluiu a faculdade de direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e iniciou a carreira. 

Carreira - Especialista em direito penal, ele foi o mais jovem conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil, entre 2013 e 2015. Além disso, Pacheco foi auditor do Tribunal de Justiça Desportiva do Estado de Minas Gerais e membro do Conselho de Criminologia e Política Criminal do Estado de Minas Gerais.

Política - Em 2014, foi eleito deputado federal. Na Câmara dos Deputados, Pacheco presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Em 2018, ele foi eleito senador, com 20,49% dos votos de seu estado, Minas Gerais. No Senado, Pacheco foi vice-presidente da Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) no biênio 2019-2020. (Agência Senado)

FOTO: Marcos Oliveira / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Arthur Lira é eleito presidente da Câmara dos Deputados em 1º turno, com 302 votos

legislativo II 02 02 2021O deputado Arthur Lira (PP-AL) é o novo presidente da Câmara dos Deputados para o biênio 2021-2022. O deputado alagoano foi eleito na noite desta segunda-feira (01/02) em primeiro turno, com 302 votos.

Apoio - Arthur Lira foi apoiado por um bloco formado por 11 partidos (PSL, PP, PSD, PL, Republicanos, Podemos, PTB, Patriota, PSC, Pros e Avante) e tomou posse do cargo logo em seguida à divulgação do resultado.

Maioria absoluta - Como ele obteve a maioria absoluta (metade mais um) de votos dos presentes, não houve um segundo turno.

Neutralidade - Ao fazer seu discurso de posse, Lira o fez de pé. “Faço questão de iniciar esta jornada como os senhores estão vendo, de pé, em homenagem a todos os presentes, a todos os partidos, aos que votaram e não votaram em mim”, declarou. Ele prometeu respeitar “as forças vivas desta Casa Legislativa e a proporcionalidade”.

Dívida com o povo - Lira disse que a política tem uma dívida com o povo brasileiro, conclamando os partidos a buscar pontos mínimos e comuns para ajudar os brasileiros a enfrentar a pandemia. Ele também defendeu a vacinação.

Promessa - O novo presidente da Câmara dos Deputados prometeu ainda ouvir todos os lados e destacou o simbolismo da arquitetura da mesa dos trabalhos, que se encontra no meio das duas tribunas de oradores, destacando a natureza coletiva do trabalho.

Conheça as atribuições do presidente da Câmara dos Deputados

Reformas econômicas - Sobre as reformas econômicas, Lira afirmou que é preciso ouvir os empresários sobre o que é possível pactuar politicamente e de forma transparente. “Qual reforma fazer e qual sua profundidade não é uma resposta que cabe ao presidente da Câmara dar, mas sim uma pergunta a fazer aos empresários, aos sindicatos e aos governantes”, disse.

Demais candidatos - Em segundo lugar na eleição, ficou o deputado Baleia Rossi (MDB-SP), com 145 votos. Em seguida, aparecem Fábio Ramalho (MDB-MG), com 21 votos; Luiza Erundina (Psol-SP), com 16 votos; Marcel van Hattem (Novo-RS), com 13 votos; André Janones (Avante-MG), com 3 votos; Kim Kataguiri (DEM-SP), com 2 votos; e General Peternelli (PSL-SP), com 1 voto. Também foram registrados 2 votos em branco.

Cargos na Mesa - Em seu primeiro ato como presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira revogou o bloco partidário de Baleia Rossi, marcando para esta terça-feira (02/02), às 16 horas, uma nova eleição para os dois vice-presidentes; os quatro secretários; e os quatro suplentes de secretários.

Fora do prazo - Lira considerou fora do prazo o pedido do PT, do PDT e do PSB para adesão e formalização do bloco de Rossi (PT, MDB, PSB, PSDB, PDT, Solidariedade, PCdoB, Cidadania, PV e Rede). Esses partidos haviam argumentado que tiveram problemas técnicos para enviar o pedido pouco antes do prazo final, ao meio-dia desta segunda-feira.

Distribuição - A formação dos blocos parlamentares influencia a distribuição dos cargos da Mesa. Quanto maior o bloco, a mais cargos tem direito na Mesa. Como o bloco de Rossi passou ser considerado não existente, Lira determinou à Secretaria-Geral da Mesa o recálculo da distribuição dos cargos, desconsiderando as candidaturas para os demais cargos que foram indicadas por esse bloco.

Perfil - Arthur Lira tem 51 anos e está no terceiro mandato de deputado federal. Empresário, agropecuarista e bacharel em Direito, Lira iniciou a vida pública em 1993, quando se elegeu vereador em Maceió. Antes de chegar à Câmara, também foi deputado estadual em Alagoas. É filho do atual prefeito de Barra de São Miguel (AL), o ex-senador Benedito de Lira.

Trajetória - Filiado ao PP desde 2009, assumiu a liderança do partido pela primeira vez em 2012, cargo que voltou a ocupar de 2018 em diante. Arthur Lira foi eleito presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados em 2015 e comandou os trabalhos da Comissão Mista de Orçamento em 2016.

Propostas - Lira é autor de seis propostas que viraram leis. Uma delas é a mudança no crime de denunciação caluniosa. É autor ainda de duas leis que fizeram alterações nas regras eleitorais e coautor do rateio dos recursos do pré-sal de 2019 com os estados – a chamada cessão onerosa.

Diálogo - No lançamento de sua candidatura, ele exaltou o papel dos partidos de centro e prometeu diálogo com todos os partidos – inclusive da oposição – na definição da pauta de votações da Câmara dos Deputados. Afirmou ainda que pretende instaurar o critério da proporcionalidade partidária na definição dos relatores. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Michel Jesus / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO III: Nova mesa diretora é empossada na Assembleia Legislativa do Paraná

legislativo III 02 02 2021A nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Paraná para o biênio 2021-2022 foi empossada nesta segunda-feira (01/02), durante sessão solene especial realizada no Plenário da Casa, conforme determina o artigo 5º do novo Regimento Interno da Casa. A solenidade obedeceu às regras sanitárias e contou com número restrito de participantes em razão das medidas impostas para a contenção do avanço da Covid-19. Na ocasião foram instalados os trabalhos da 3ª e 4ª Sessões Legislativa da 19ª Legislatura.

Posse - Na sessão, tomaram posse o presidente deputado Ademar Traiano (PSDB), o primeiro vice-presidente, deputado Tercílio Turini (CDN), o segundo vice-presidente, deputado Do Carmo (PSL), e o terceiro vice-presidente, deputado Requião Filho (MDB), além do primeiro secretário, deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), segundo secretário, deputado Gilson de Souza (PSC), terceiro secretário, deputado Alexandre Amaro (Republicanos), quarto secretário, deputado Nelson Luersen (PDT), e quinto secretário, deputado Gilberto Ribeiro (PP).

Discurso - Em seu discurso de posse, Traiano, que foi reconduzido ao cargo, destacou o papel do Poder Legislativo na construção de ações de combate à pandemia do coronavírus (Covid-19) em todo o estado. “Não negligenciamos nosso papel como instituição. Ao contrário. Nos momentos em que todos os caminhos possíveis pareciam se fechar, abrimos novos caminhos e possibilidades para criar novas oportunidades. Afinal, em situações complexas, a melhor estratégia pouco importa se não houver meios para viabilizá-la. Foi o que fizemos. Viabilizamos as soluções para superar a crise”, afirmou.

Diálogo - O chefe do Legislativo também ressaltou o diálogo entre os poderes do Estado e a sociedade na busca por soluções para que o Paraná pudesse enfrentar de maneira robusta as recentes crises vividas pelo país. “Nesse sentido, mais uma vez o Poder Legislativo exerceu seu papel de ponto de equilíbrio da democracia. Ouvindo os demais Poderes, o setor produtivo, os trabalhadores, os municípios – e com o mesmo objetivo – construímos e aprovamos projetos e leis para dotar o Paraná das condições necessárias para enfrentar a crise e sair dela preservado e fortalecido. Com inteligência e bom senso esta Casa soube dialogar, negociar e construir soluções que ao mesmo tempo em que preservaram conquistas também permitiram avanços importantes para o Estado”, explicou Traiano.

Continuidade - O presidente da Assembleia ainda pregou a continuidade desta união entre os poderes do Estado para o enfrentamento dos desafios e demandas que o Paraná terá pela frente. “O Executivo pode fazer muita coisa, mas não pode tudo. O Legislativo também pode fazer muita coisa, mas também não pode tudo. O Judiciário pode muito, mas igualmente não pode tudo. Contudo, unidos podemos fazer tudo o que é necessário para dotar o Paraná de plenas condições para seu desenvolvimento e de oportunidades para os paranaenses. Mas se nos dividirmos, pouco poderemos fazer para enfrentar os desafios quotidianos. Por isso devemos conjugar nossos valores e propósitos, e agir por princípios e convicções”, disse.

Próximos anos - Para o primeiro secretário da Assembleia Legislativa, os próximos dois anos serão de muito trabalho, com o objetivo de ampliar a participação da população dentro do processo legislativo.

Participação - “Queremos ampliar a participação da cidadania no processo legislativo, construir cada vez mais instrumentos de participação direta na votação de leis. Ouvir a opinião pública com a sociedade civil organizada naqueles temas que são importantes na estrutura do Estado. Apoiar o parlamento para que possa, dentro da democracia, exercer o protagonismo que ele tem que exercer. Democracia sem parlamento forte não é democracia e ao mesmo tempo ter harmonia e relação construtiva com os demais Poderes do Estado que são fundamentais para que tenhamos no Paraná a estabilidade política e social e isso gera o bem-estar para todos os cidadãos do Paraná”.

Presença - A sessão solene de posse da Mesa Executiva da Assembleia contou com presença do governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior; do vice-governador do Paraná, Darci Piana; do presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR), desembargador Adalberto Jorge Xisto Pereira; do presidente eleito do TJ-PR, desembargador José Laurindo de Souza Netto (virtualmente); do procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Paraná, Gilberto Giacoia; do presidente do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, Fábio Camargo; do secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva; além de representantes das mais diversas entidades governamentais e da sociedade civil organizada, que participaram virtual e presencialmente da solenidade.

Sessão de instalação - Antes do término da solenidade, Traiano anunciou para esta terça-feira (02/01), com início às 14h30, a sessão de instalação da 3ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura, que contará com a leitura da mensagem do governador Carlos Massa Ratinho Junior sobre a atual situação do Estado do Paraná.

Perfil

Ademar Traiano (presidente) - Advogado e empresário, iniciou na vida pública como vereador em Santo Antônio do Sudoeste, em 1982. Presidente da Assembleia Legislativa por três mandatos, foi governador interino em três oportunidades. Atualmente cumpre o oitavo mandato como deputado estadual.

Tercilio Turini (1° vice-presidente) - Médico e professor universitário, exerce o terceiro mandato de deputado estadual. Representa as regiões Norte, Norte Pioneiro, Vale do Ivaí e algumas áreas do Centro e Noroeste do Paraná.

Do Carmo (2° vice-presidente) - Natural de Maringá, onde exerceu o cargo de vereador. Advogado, possui pós-graduação em Direito Aplicado e Direito e Processo Penal. Iniciou carreira na Polícia Militar do Paraná em 1997. Cumpre seu primeiro mandato como deputado estadual.

Requião Filho (3° vice-presidente) - Advogado formado pela CEUB e Especialista em Políticas Públicas, é curitibano e exerce seu segundo mandato como deputado estadual. É filho do ex-Senador e ex-Governador do Paraná Roberto Requião.

Luiz Claudio Romanelli (1° secretário) - É advogado e especialista em gestão urbana, cumpre seu quinto mandato. Antes disso, foi vereador em Curitiba. Também exerceu os cargos de secretário estadual de Habitação, presidente da Cohapar e secretário estadual do Trabalho, Emprego e Economia Solidária. Também atuou na iniciativa privada nas áreas de obras e importação.

Gilson de Souza (2° secretário) - Gilson de Souza cumpre seu terceiro mandato na Assembleia. É formado em Teologia e Gestão Pública, além de ser pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) e membro do Conselho Estadual da IEQ. No Partido Social Cristão (PSC) é o vice-presidente do diretório estadual.

Alexandre Amaro (3° secretário) - Natural de Santo André (SP), vive no Paraná desde 2010. Exerce seu primeiro mandato como deputado estadual. Atua como radialista e apresentador e já trabalhou como gerente em instituição financeira. É graduado em Teologia pela FATERJ.

Nelson Luersen (4° secretário) - É catarinense e ocupa seu quarto mandato como deputado, sendo um deles como suplente. Foi três vezes prefeito de Planalto.

Gilberto Ribeiro (5° secretário) - Catarinense de Lages, o deputado exerce seu terceiro mandato. É radialista, jornalista e apresentador de televisão. Foi eleito em 2010 pela primeira vez. (Assessoria de Comunicação da Alep)

FOTO: Dálie Felberg / Alep

 

SAÚDE I: Mortes somam mais de 225 mil e novos casos 9,2 milhões

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 225.099. Em 24 horas, foram registradas 595 mortes. Há ainda 2.866 óbitos em investigação no país.

Pessoas infectadas - Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 9.229.322. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 24.591 novos casos.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (01/02). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Casos ativos- Há, ao todo, 926.256 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 8.077.967 pacientes já se recuperaram.

Estados - Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (53.090), Rio de Janeiro (29.848), Minas Gerais (15.094), Rio Grande do Sul (10.715) e Ceará (10.477). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (856), Acre (873), Amapá (1.064), Tocantins (1.386) e Rondônia (2.259).

Casos - Em número de casos, São Paulo também lidera (1.779.722), seguido por Minas Gerais (736.265), Bahia (589.234), Santa Catarina (578.550) e Paraná (551.985). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 02 02 2021

SAÚDE II: Paraná tem mais 2.643 casos novos e 18 mortes pela Covid

saude II 02 02 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (01/02) 2.643 novos casos confirmados e 18 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 547.827 casos confirmados e 9.971 mortos em decorrência da doença.

Período - Os casos deste informe referem-se a pacientes que estiveram ou estão com a doença entre dois de junho a 1º de fevereiro de 2021. Os casos por data de confirmação do diagnóstico, ou encerramento (fechamento) do caso no sistema, estão distribuídos nos meses: fevereiro de 2021 são 43 e janeiro de 2021 mais 2.273. Os demais são referentes ao ano de 2020 nos meses de junho 1, agosto 1, setembro 2, outubro 7, novembro 59 e dezembro 257. O detalhamento completo está no arquivo CSV.

Internados - 1.342 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.120 pacientes em leitos SUS (588 em UTI e 532 em leitos clínicos/enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.236 pacientes internados, 487 em leitos UTI e 749 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A secretaria informa a morte de mais 18 pacientes. São 8 mulheres e 10 homens, com idades que variam de 48 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 17 de dezembro de 2020 a 1º de fevereiro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (3), Londrina (3), São José dos Pinhais (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que morava em cada um dos seguintes municípios: Apucarana, Arapoti, Cascavel, Foz do Iguaçu, Marechal Cândido Rondon, Piçandu, Peabiru, Presidente Castelo Brando, Toledo, Vera Cruz do Oeste.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 4.158 casos de residentes de fora, 77 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui

 

 

SAÚDE III: 150,4 mil paranaenses já receberam a primeira dose da vacina

saude III 02 02 2021As 399 prefeituras do Paraná vacinaram 150.434 pessoas contra a Covid-19 até esta segunda-feira (01/02), o que representa 62,9% das 238.871 doses distribuídas pelo Governo do Estado. Os imunizantes foram aplicados em trabalhadores de saúde, pessoas em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), pessoas com deficiência severa e indígenas.

Preliminar - O balanço parcial é preliminar e foi divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde a partir de um levantamento interno realizado com as regionais e os respectivos municípios. A expectativa é que nos próximos dias o sistema integrado do Ministério da Saúde, Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), funcione corretamente para divulgação de dados.

Módulo especial - O DataSUS, sistema macro no qual está o SI-PNI, desenvolveu um módulo especial para receber os dados de todos os estados e que contempla informações como registro de vacinados, público-alvo, origem e lote de vacinas.

Divisão - De acordo com as informações, 150.434 aplicações da primeira dose da vacina contra a Covid-19 foram divididas entre 134.030 trabalhadores da saúde, 7.115 indígenas, 156 pessoas com deficiência severa e 9.133 idosos asilados e profissionais cuidadores. São 14.208 vacinas a mais do que o último balanço, divulgado na sexta-feira (29/01).

Doses - O Paraná recebeu 411.300 doses para imunização contra a Covid-19 enviadas pelo Ministério da Saúde. Foram 265.600 (1º lote) e 19.600 (2º lote) doses da CoronaVac/Instituto Butantan e mais 86.500 doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com o Laboratório AstraZeneca/Fiocruz.

Distribuição - A Secretaria da Saúde já distribuiu 238.871 para aplicação da primeira dose no público prioritário já definido. A outra parte do imunizante, no caso da CoronaVac, está estocado no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), como medida de segurança e melhor condições sanitárias.

Balanço - As Regionais de Saúde que mais imunizaram em números absolutos foram Curitiba e Região Metropolitana (2ª RS), com 38.787 pessoas; Maringá (15ª RS), com 12.979; Londrina (17ª RS), com 12.089; Cascavel (10ª RS), com 10.690; Guarapuava (5ª RS), com 7.065; e Ponta Grossa (3ª RS), com 6.323. Proporcionalmente à quantidade de doses recebidas, os destaques foram Cianorte (13ª RS), com 97%, e Telêmaco Borba (21ª RS), com 94,1%.

Por Regional - Confira o balanço de aplicação por Regional de Saúde:

1ª RS – Paranaguá – 2.394 (53,4% das 4.480 doses recebidas)

2ª RS – Metropolitana – 38.737 (48,8% das 79.421 doses)

3ª RS – Ponta Grossa – 6.323 (62,6% das 10.090 doses)

4ª RS – Irati – 2.285 (93,6% das 2.440 doses)

5ª RS – Guarapuava – 7.065 (82,8% das 8.530 doses)

6ª RS – União da Vitória – 2.235 (88,3% das 2.530 doses)

7ª RS – Pato Branco – 5.405 (82,7% das 6.530 doses)

8ª RS – Francisco Beltrão – 4.873 (84,3% das 5.780 doses)

9ª RS – Foz do Iguaçu – 4.667 (47,9% das 9.730 doses)

10ª RS – Cascavel – 10.690 (75% das 14.240 doses)

11ª RS – Campo Mourão – 5.357 (92,2% das 5.810 doses)

12ª RS – Umuarama – 3.128 (60,6% das 5.160 doses)

13ª RS – Cianorte – 2.223 (97% das 2.290 doses)

14ª RS – Paranavaí – 3.652 (70,6% das 5.170 doses)

15ª RS – Maringá – 12.979 (72,4% das 17.910 doses)

16ª RS – Apucarana – 5.371 (73% das 7.340 doses)

17ª RS – Londrina – 12.089 (46% das 26.240 doses)

18ª RS – Cornélio Procópio – 4.453 (85,8% das 5.190 doses)

19ª RS – Jacarezinho – 4.829 (87% das 5.550 doses)

20ª RS – Toledo – 5.667 (70,8% das 8.000 doses)

21ª RS – Telêmaco Borba – 2.598 (94,1% das 2.760 doses)

22ª RS – Ivaiporã – 3.363 (91,3% das 3.680 doses)

TOTAL – 150.434 vacinados (62,9% das 238.871​ doses distribuídas)

(Agência de Notícias do Paraná)

 

ARTIGO: Open Banking, como essa novidade influenciará na sua vida financeira

artigo 02 02 2021*Cesar Gioda Bochi

São cada vez mais perceptíveis no dia a dia as transformações que as novas tecnologias vêm proporcionando na maneira de nos relacionarmos com as finanças. Aplicativos e transações digitais já são comuns em nosso cotidiano, o Pix trouxe mais agilidade e conveniência às transações e agora o Open Banking será mais uma novidade que certamente terá grande impacto positivo no Sistema Financeiro Nacional (SFN), beneficiando os consumidores a partir de um ambiente mais transparente e competitivo.

Por se tratar de uma iniciativa que passa em grande parte por questões técnicas, muitas pessoas ainda não compreenderam totalmente como o Open Banking impactará na sua vida financeira. Nesse sentido, em primeiro lugar é importante explicar que o princípio dele é entregar ao consumidor a propriedade de seus dados, os quais sempre foram dele, mas que até aqui estiveram sob posse exclusiva das instituições financeiras as quais ele se relaciona diretamente.

Na prática, o Open Banking permitirá que a pessoa controle suas finanças de maneira integrada, a partir de um único app, por exemplo, não sendo necessário acessar o aplicativo de cada instituição financeira para conferir um panorama geral de suas aplicações e transações realizadas. Basta escolher o canal de sua preferência, com a experiência que melhor lhe atende para acessar produtos e serviços em múltiplas contas de diferentes instituições financeiras em um só lugar.

Para que isso ocorra é preciso que as instituições financeiras tenham uma tecnologia comum, APIs (Application Programming Interface) abertas – a base do funcionamento do Open Banking - que permitam a interação entre sistemas diferentes, o que tornará mais fácil a conexão com parceiros para oferecer novas experiências aos consumidores.

Para dar um exemplo prático, imagine que você deseja mudar a instituição financeira com a qual mantém vínculo. Será possível migrar todo o histórico de crédito construído ao longo do tempo (as contas pagas em dia, os salários depositados, as prestações, empréstimos e perfil de gastos, entre outras informações) sem ter que começar um relacionamento do zero com a nova instituição. Essa alternativa permite que ela tenha muito mais facilidade em realizar a avaliação desse empréstimo e, inclusive, você poderá acessá-lo a uma taxa menor, pois ela terá mais elementos para saber que se trata de um bom pagador.

Essa é uma mudança enorme e que facilitará muito a vida de consumidores e organizações do sistema financeiro. Além disso, novos produtos e soluções também poderão ser desenvolvidos de maneira menos custosa e de modo que sejam atendidas necessidades específicas, com serviços mais personalizados. Esse compartilhamento ocorrerá por meio dos apps já existentes das respectivas organizações, de maneira rápida, digital, segura e sem burocracias.

É importante deixar claro que nada será feito sem o consentimento da pessoa e, nesse sentido, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) é uma regulamentação fundamental por assegurar ao consumidor o controle sobre seus próprios dados. Com a LGPD, foi criado o alicerce que assegura o respeito à privacidade no que tange os dados pessoais e permite que o Open Banking se desenvolva no Brasil de forma mais segura e organizada.

Mais transparência e menos concentração no setor - O Open Banking tem entre seus objetivos a busca por mais competitividade no Sistema Financeiro Nacional, por meio da eliminação da assimetria de informações entre as instituições. Logo, a partir de um sistema financeiro mais transparente, em que o consumidor possui maior domínio sobre suas informações e fácil acesso à informação sobre produtos e serviços praticados no mercado, espera-se que este movimento contribua para redução da concentração bancária no Brasil.

Em 2018, quando o Banco Central emitiu o primeiro comunicado iniciando as tratativas para adoção do Open Banking, que trará maior visibilidade a taxas praticadas pelas instituições e com isso, maior competitividade sobre preços praticados pelos bancos para oferta de produtos e serviços financeiros.

Mesmo existindo desafios, o Open Banking trará novas oportunidades para que as pessoas conheçam os benefícios que as cooperativas de crédito oferecem, pois a perspectiva é de um ambiente com mais informação, transparência e liberdade para escolha. Dessa forma, podemos fortalecer ainda mais o cooperativismo de crédito no Brasil, gerando mais inclusão financeira e contribuindo com o desenvolvimento econômico e social das comunidades.

* Cesar Gioda Bochi é diretor executivo de Administração do Sicredi

 


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