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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5006 | 09 de Fevereiro de 2021

MEIO AMBIENTE: Sistemas Ocepar, OCB e Faep se reúnem com Sedest, IAT e Ibama

Na manhã desta terça-feira (09/02), o secretário de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest), Márcio Nunes, o presidente do Instituto Água e Terra (IAT), Everton Souza, e o superintendente do Ibama no Paraná, Luiz Antonio Corrêa Lucchesi, participaram de uma videoconferência com representantes dos Sistemas Ocepar, OCB e Faep. Para José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar e que coordenou a reunião, o objetivo foi debater assuntos de interesse do setor produtivo paranaense e questões ambientais que envolvem as leis do Código Florestal e da Mata Atlântica. A reunião também contou com a participação do assessor da diretoria da Faep, Carlos Augusto Albuquerque, dos assessores jurídicos do Sistema OCB, Ana Paula Andrade Ramos e Leonardo Papp, e de Rogério Croscato, do Sistema Ocepar.

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PDGC: Aberto novo ciclo do Programa Nacional de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas

pdgc 09 02 2021O novo ciclo do Programa Nacional de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC - 2021) foi lançado nesta segunda-feira (08/02), num evento online que reuniu profissionais da área de comunicação das unidades estaduais do Sistema OCB para tratar dos resultados da campanha de valorização do cooperativismo. Mais de 40 pessoas participaram do lançamento, que também contou com a presença do superintendente, Renato Nobile, da gerente geral do Sescoop, Karla Oliveira, e das gerentes Daniela Lemke (Comunicação) e Susan Vilela (Desenvolvimento Organizacional).

União estratégica - O superintendente destacou a importância da união estratégica para o andamento de todos os processos que envolvem as iniciativas e campanhas do Sistema OCB. “Os comunicadores são essenciais para fazer essas mensagens chegarem até as cooperativas, nossa grande razão de ser. Por isso, quanto mais alinhados estivermos, mais eficazes serão nossas ações”, enfatiza.

Resultados - A gerente de Comunicação apresentou os resultados da primeira fase da campanha de valorização do cooperativismo, iniciada em novembro do ano passado e que tem como embaixador o atleta que se tornou ídolo do esporte brasileiro: o tenista Gustavo Kuerten. De acordo com ela, em 2020, o trabalho focado nas redes sociais, por exemplo, objetivou despertar a atenção do público para o cooperativismo, gerar familiaridade e engajamento com o tema e os números gerais refletem um resultado totalmente alinhado com esses objetivos.

Alcance - “Para se ter uma ideia, as publicações no Facebook alcançaram 348% a mais de pessoas impactadas, e o consumo de informações no perfil também cresceu: 620% no total. Quando falamos em Instagram, registramos 75% a mais de visitas ao perfil e aumento de 86% nos comentários orgânicos das publicações”, destacou Daniela, entre outros dados.

PDGC - O ciclo 2021 do PDGC apresenta algumas inovações no sistema, implementadas com base nas necessidades das cooperativas e das unidades nacionais (clique aqui para saber mais). Para conferir todos os detalhes das novidades deste ano, navegue pelo site do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão (aqui).

Excelência - A partir desta segunda-feira começou, também, as inscrições à edição do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão - 2021. O período de inscrição vai do dia 08/02 a 30/04.

Visitas - Segundo Susan Vilela, gerente de Desenvolvimento Organizacional do Sescoop, uma das mudanças que envolvem essa edição do prêmio diz respeito às visitas realizadas às cooperativas. “Visando à segurança e a saúde dos participantes, algumas alterações foram necessárias, como a etapa de visitas. Elas serão realizadas de forma virtual. Com esse novo jeito de visita, além de garantir o bem-estar dos cooperados, colaboradores de cooperativa e dos especialistas que estarão envolvidos no processo, será possível aumentar o número de cooperativas avaliadas”, explica a gerente.

Selo - As coops que participarem desse novo ciclo e obtiverem uma nota específica, a ser prevista no edital, receberão um selo de excelência, certificando que foram avaliadas e auditadas e que possuem um bom nível de maturidade. Esse selo poderá ser utilizado como estratégia de marketing das coops.

Destaque - Outra novidade para o prêmio deste ano é o Destaque Busca pela Excelência. Ao todo, 10 coops serão escolhidas e receberão essa menção honrosa, visando valorizar a participação daquelas que se empenham em melhorar seus processos de gestão. Essa novidade é dirigida às coops que ainda não atingiram o nível de Excelência, mas que estão muito próximas. No total, 10 coops – duas de cada região do país – serão escolhidas.

Mais - Para saber mais, clique aqui. (OCB)

 

LÁCTEOS: Setor pede suspensão da importação de produtos

A OCB e outras 13 entidades de representação do setor leiteiro divulgaram, nesta segunda-feira (08/02), uma nota à imprensa solicitando ao Ministério da Agricultura a suspensão imediata das importações de produtos lácteos da Argentina e do Uruguai, até que os setores produtivos do Brasil e dos países vizinhos estabeleçam tratativas de convivência mútua. Clique aqui para conferir a íntegra do documento. (OCB)

PLATAFORMA: Governo federal lança Participa + Brasil

plataforma 09 02 2021Representantes do Sistema OCB estiveram, nesta segunda-feira (08/02), no lançamento online da plataforma Participa + Brasil, do governo federal. Esse novo portal eletrônico visa promover serviços ligados à participação da sociedade na formulação, implementação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas da União, além de qualificar o processo de participação social a partir da disponibilização de módulos para divulgação de consultas e audiências públicas, pesquisas e no incentivo de boas práticas.

Interação - Com essa iniciativa, o governo federal espera estimular a interação com a sociedade, bem como aumentar a transparência das iniciativas de promoção de políticas públicas. O evento ocorreu no salão nobre do Palácio do Planalto e contou com a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira, dentre outras autoridades.

Mais informações - Para mais informações, basta acessar o seguinte site: https://www.gov.br/participamaisbrasil/. (OCB)

 

AGRONEGÓCIO: Xico Graziano e Marcos Fava Neves sugerem 10 novos temas ligados ao setor para serem trabalhados com estudantes

agronegocio 09 02 2021Em artigo publicado no site “Poder 360”, o engenheiro agrônomo e doutor em Administração, Xico Graziano, e o professor das Faculdades de Administração da USP, Marcos Fava Neves, apresentam a sugestão de dez novos temas ligados ao agronegócio para serem trabalhados com crianças e jovens do ensino fundamental. “Oferecemos aos professores uma nova abordagem para o material didático utilizado na sala de aula”, destacam.

Importância do setor - Um dos objetivos da iniciativa é mostrar a importância do setor aos estudantes. “Ainda mais agora, nessa época de pandemia, ficou clara a força decisiva do agronegócio na manutenção da oferta de alimentos e na riqueza nacional como um todo. O Brasil conseguiu, neste 2020, exportar ao redor de US$ 100 bilhões em produtos vindos da agricultura. Esse recurso entrou pelos portos do Brasil rumo ao interior do país, dinamizando os municípios, contribuindo para o desenvolvimento, com empregos e oportunidades de negócios. Tal conhecimento, sobre a economia e a sociedade, com toda a diversidade existente em um país continental, precisa ser repassado às crianças e jovens do ensino fundamental, estimulando-os a refletir sobre a importância presente das relações entre o campo e a cidade”, defendem.

Cooperativismo - O primeiro tema da lista organizada por Graziano e Neves é “Cooperativismo no agro”. De acordo com eles, “cooperativas agropecuárias e outras formas aglutinadoras de produtores rurais se destacam no mundo colaborativo da agropecuária brasileira, que aglutinam cerca de 50% da produção de alimentos do Brasil. O cooperativismo é uma força em prol da solidariedade, fundamental por trazer milhares de agricultores familiares ao ciclo da prosperidade. Suas histórias, em cada canto do país, deveriam ser mais contadas, pois encantam os jovens.”

Clique aqui para conferir o artigo publicado no site “Poder 360”

Clique aqui para conferir na íntegra o texto “O novo mundo rural e a produção de alimentos no Brasil, em que os autores discorrem sobre os 10 novos temas do agro

FOTO:Dênio Simões / Agência Brasília

 

CREDICOAMO: Cooperativa atinge marca histórica R$ 4 bilhões de ativos

credicoamo 09 02 2021A Credicoamo atingiu no início deste mês a marca histórica de R$ 4,005 bilhões de ativos administrados. Número que demonstra a participação ativa dos associados que confiam na sua cooperativa de crédito e que foi originada pelos cooperados da Coamo.

Governança - Olhando para o futuro e para a perpetuidade, há um ano, foi implantado um novo modelo de governança na Credicoamo, para propiciar uma administração mais focada e direcionada para as necessidades dos seus mais de 20,9 mil associados atendidos por 46 agências no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.  

Caminho certo - O presidente Executivo da Credicoamo, Alcir José Goldoni, diz que chegar à marca de R$ 4 bilhões de ativos administrados é gratificante e mostra que a cooperativa está no caminho certo. “O associado está, cada vez mais, participando da sua cooperativa crédito, transformando a Credicoamo no seu domicílio financeiro. A expressividade desses R$ 4 bilhões demonstra o grau de pertencimento do associado com sua cooperativa.”

Poucas - De acordo com ele, são poucas as empresas, ou cooperativas, que tem um ativo administrado nesse montante. “Dá para contar nos dedos das mãos as empresas do segmento, tanto cooperativa de crédito quanto cooperativa de produção, com ativo superior aos R$ 4 bilhões. A Credicoamo tem uma expressividade muito grande no cenário estadual e nacional em operações de crédito rural” assinala Goldoni.

Posições - Entre as 426 instituições financeiras – bancos e cooperativas de crédito – a Credicoamo passou de 16º para 14º em valor, e de 10º para 9º em número de operações contratadas. E a expressividade é ainda maior quando analisada só o segmento de cooperativas de crédito, onde a Credicoamo é a 2ª, de acordo com o ranking de 2020 divulgado pelo Banco Central.

Reconhecimento - Nesses 31 anos de existência, a Credicoamo se transformou numa cooperativa reconhecida no cenário nacional devido a sua atuação, participação e segurança proporcionada aos seus associados. “Estamos nos preparando para chegar logo nos R$ 5 bilhões de ativos”, frisa.

Dinâmica - Goldoni destaca que a Credicoamo é uma instituição financeira dinâmica, atuante e focada em oferecer o melhor para que o associado possa se desenvolver. “A cooperativa conta um portfólio variado de produtos financeiros e de serviços. Com a movimentação integral do associado, no final de cada exercício, temos um crescimento da Credicoamo e mais resultado para nosso quadro social.”

Agregação de valor - A Credicoamo foi constituída para agregar valor as atividades do associado. Todo o crescimento da Credicoamo repercute diretamente no crescimento do associado, da sua família da sociedade que está inserido. A participação ativa e integral dos associados representa menor custo e mais rentabilidade para todos os associados.

Plano estratégico - O plano estratégico, com base nas diretrizes da governança, está preparando a Credicoamo para que possa dar continuidade no seu crescimento com solidez e de forma sustentável. “Dentro desse processo, estamos desenvolvendo ações para crescer e estar, cada vez mais, perto dos nossos associados. Com os canais digitais buscamos reduzir a locomoção e o distanciamento do associado com sua cooperativa. Também faz parte da estratégia, a abertura de novas agências nos demais entrepostos da Coamo. A razão da cooperativa é atender o associado, olhar para as suas necessidades e focar em produtos que atendam suas necessidades. Isso faz com que todos ganhem. Ganha a Credicoamo, o associado e a sociedade”, destaca Goldoni. (Imprensa Credicoamo)

 

SICREDI I: Entre as instituições financeiras com melhor desempenho nas linhas emergenciais do BNDES

sicredi 09 02 2021O bom desempenho do Sicredi nas linhas de crédito disponibilizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2020, para minimizar impactos da crise provocada pela pandemia de Covid-19, foi reconhecido pelo “Projeto Incentivos aos Agentes Financeiros”, do banco de fomento. O órgão estatal listou instituições financeiras com melhor desempenho na concessão das medidas emergenciais entre março e dezembro do ano passado, e o Sicredi foi reconhecido em duas categorias - conquistando a primeira colocação em ambas: BNDES Pequenas Empresas – Bancos de Desenvolvimento/Cooperativos e Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) – Bancos de Desenvolvimento/Cooperativos.

Concessão - Com tradição em atender os pequenos empreendedores, o Sicredi concedeu R$ 860 milhões em crédito por meio do BNDES Pequenas Empresas, em 5.230 operações. Já no Pese, que atendeu a empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 50 milhões com o objetivo de fornecer crédito para folha de pagamento das empresas, preservando vagas de emprego, foram realizadas 6.798 operações via Sicredi, financiando R$ 171 milhões em salários e beneficiando 117.053 mil trabalhadores.

Confiança e proximidade - “A relação de confiança e proximidade com nossos associados é o fator principal para o bom desempenho na concessão das linhas emergenciais. Além disso, a nossa capilaridade, especialmente em pequenos e médios municípios, bem como o uso de canais digitais, colaboraram para que esses recursos chegassem a quem mais precisava, contribuindo para a manutenção da atividade econômica e a preservação de empregos em um período tão desafiador para o país”, explica o diretor executivo de Crédito do Sicredi, Gustavo Freitas.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Primeiro escritório de negócios é inaugurado em Três Rios (RJ)

sicredi II 09 02 2021O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4,8 milhões de associados e atuação em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal, consolida o projeto de expansão pelo território brasileiro, levando os benefícios do cooperativismo de crédito para as cinco regiões do país, do campo às grandes cidades. Nesse contexto, a Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, uma das 108 cooperativas integrantes do Sistema, inaugurou, no dia 1º de fevereiro, o primeiro escritório de negócios no município de Três Rios (RJ).

Interação - Localizado no Shopping Américo Silva, o escritório oferece conforto, tecnologia e interação para os visitantes. Os moradores de Três Rios já podem contar com os produtos e serviços do Sicredi, além do atendimento próximo dos colaboradores. O escritório antecipa a inauguração da agência no município, prevista para o mês de maio.

Área de atuação - O diretor de Negócios da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Ataides Luiz Marconato, explica que a área de atuação da cooperativa compreende 48 municípios do estado do Rio de Janeiro e destaca a satisfação em realizar a inauguração da quinta estrutura no estado. “Foi muito bom estar com as lideranças locais, empresários, empreendedores e a nossa equipe de colaboradores. Estamos à disposição de toda a população de Três Rios para realizar negócios e ajudar a realizar sonhos”.

Padronização - O novo espaço preserva a padronização nacional das agências do Sicredi, o que é fundamental para que a instituição financeira proporcione uma experiência única em todos os lugares do Brasil.

Diferenciais - Segundo a gerente de Negócios da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Natália Cunha Henriques, muitos moradores de Três Rios já estão conhecendo mais sobre os diferenciais do cooperativismo. “Estamos sendo bem recebidos e prontos para retribuir com o nosso melhor. Temos uma ótima equipe para trazer o cooperativismo e o jeito Sicredi para a região”, comenta a gerente que complementa: “Há uma grande expectativa dos dois lados. Três Rios está abraçando o Sicredi e o Sicredi está abraçando Três Rios”.

Relacionamento - O relacionamento é um dos pontos fortes da instituição financeira cooperativa. A gerente regional de Desenvolvimento da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Maria Joceli Kovalski, destaca que a natureza cooperativa e próxima possibilita a oferta de produtos e serviços de qualidade, taxas mais justas e atendimento diferenciado. “Somos uma instituição feita de pessoas para pessoas e a diferença que isso faz é facilmente percebida por quem integra a instituição. Por isso, convidamos todos para nos visitarem, conhecerem a história dessa instituição centenária e experimentarem uma nova forma de cuidar da vida financeira”, comenta.

Canais digitais - Além das agências físicas, o Sicredi oferece uma múltipla rede de atendimento com canais digitais como mobile e internet banking, além das redes de autoatendimento, agentes credenciados e atendimento via WhatsApp. As opções são variadas e reforçam a preocupação do Sicredi em estar cada vez mais próximo aos associados.

Expansão - A abertura do escritório de negócios e posteriormente da agência contribui para a expansão do cooperativismo de crédito e reflete a atuação da instituição financeira cooperativa que, por meio de um relacionamento próximo e consultivo, identifica as necessidades dos associados e oferece soluções financeiras mais sustentáveis.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros como crédito, cartões, seguros, consórcios e diversas opções de investimentos de renda fixa e variável. (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Agência é inaugurada em Cravinhos (SP)

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP inaugurou na última sexta-feira (05/02) sua primeira agência no município de Cravinhos, região noroeste de São Paulo. Participaram da inauguração o presidente da cooperativa, Clemente Renosto, o diretor executivo, Fabio Vedelago Burille, lideranças locais, além dos colaboradores que prestarão atendimento à comunidade. O encontro foi organizado de acordo com as medidas de prevenção à Covid-19.

Total - Esta é a 32ª agência inaugurada pela cooperativa em seus 31 anos de história, sendo a oitava no estado de São Paulo. Além de Cravinhos, a Sicredi Parque possui agências em Ribeirão Preto (3), Batatais, Pontal, Jardinópolis e Sertãozinho.

Diferencial - O atendimento é um dos grandes diferenciais do Sicredi, e por isso a cooperativa investe em um processo amplo de expansão de seu número de agências. Para o presidente da Sicredi Parque, Clemente Renosto, com a nova agência a população de Cravinhos terá a oportunidade de ter acesso aos produtos e serviços da primeira instituição financeira cooperativa da América Latina, além de poder conhecer os benefícios do cooperativismo, que tem como um de seus princípios fundamentais a promoção do desenvolvimento econômico, cultural e social das comunidades. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICOOB: Terceira maior rede de atendimento do Brasil

sicoob 09 02 2021O Sicoob - instituição financeira cooperativa - vem expandindo a sua capilaridade para atender à demanda da população. De acordo com o relatório de evolução mensal divulgado pelo Banco Central (BC), a instituição alcançou a terceira colocação na escala das maiores redes no segmento financeiro, com 3.480 locais para atendimento aos cooperados.

Único - Dentre os cinco primeiros colocados no ranking (além do Sicoob, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa e Itaú fazem parte dessa lista), o representante do cooperativismo financeiro foi o único a ampliar sua atuação presencial, em 6%, avanço esse que também se identifica em outras bandeiras do movimento cooperativo nacional. No caso dos demais players, houve redução de até 24% com relação aos números de dezembro de 2019.

Referência - Tomando como referência um período de cinco anos, o Sicoob viu evoluir sua quantidade de pontos de atendimento em mais de 40%, média de 8% por ano. Segundo o BC, em dez/2020 havia 18.450 agências bancárias no Brasil.

Reacomodação - De acordo com Ênio Meinen, diretor de Coordenação Sistêmica e Relações Institucionais do Sicoob, apesar de a pandemia estar influenciando o redimensionamento da rede, o movimento de redução de agências já vinha sendo observado antes da crise. "Essa reacomodação é natural, observada também fora do Brasil, e está associada à evolução digital e a oportunidades de racionalização estrutural no âmbito dos bancos, que atingiram a plenitude da sua rede há mais tempo e hoje apresentam algum nível de sobreposição. As cooperativas, que também vêm dando forte ênfase ao atendimento remoto, ainda têm um grande espaço geográfico a ser coberto com pontos fixos, inclusive para equilibrar, em alguma medida, a sua presença física com a rede bancária. Ademais, dado o seu modelo societário, não podem impor este ou aquele canal de contato."

Demanda - Segundo o executivo, "enquanto as cooperativas já servem substancialmente as pequenas localidades, centenas delas - normalmente remotas e pouco atrativas para a concorrência - sem a companhia de qualquer outro agente financeiro, nos territórios mais populosos, sobretudo em regiões metropolitanas, há demanda das comunidades para uma maior presença física do segmento, até mesmo como alternativa aos bancos. O quantitativo e o dimensionamento dos pontos físicos, bem como a amplitude da oferta de soluções, respeitam as características e necessidades de cada praça."

Tecnologia e inovação - Em paralelo à expansão física, o Sicoob vem intensificando e acelerando investimentos em tecnologia e inovação, buscando melhorar cada vez mais a experiência dos usuários que preferem o relacionamento não presencial. Logo no início da pandemia, a instituição desenvolveu mecanismo de reconhecimento facial para evitar a ida dos cooperados até uma agência para liberar aplicativo, tokens e senhas. Junto com essa medida, o sistema viabilizou os pagamentos por aproximação (contactless) nas funções débito e crédito dos seus cartões, dispensando a digitação de senhas. Uma terceira novidade, entre outras, foi a implementação de um processo de filiação totalmente digital, diretamente por meio do App Sicoob.

Justiça financeira - O diretor lembra, ainda, que "o atendimento físico, respeitadas às premissas da real necessidade e viabilidade econômica, e o digital devem caminhar lado a lado para que se cumpra efetivamente o propósito cooperativo de promover justiça financeira e prosperidade, com ampla inclusão e sem o viés do lucro". Concluindo, acentua que "ao facultar a escolha do canal de relacionamento o Sicoob vai ao encontro do usuário, respeitando a preferência dos atuais e futuros cooperados, donos do empreendimento cooperativo. Além disso, honra com o seu compromisso de engajamento territorial, nos termos do sétimo princípio cooperativista (interesse pela comunidade), o que inclui a preservação e a geração de milhares empregos". (Imprensa Sicoob)

FOTO: Divulgação

 

SICOOB OURO VERDE: Programa apoia projetos dedicados ao desenvolvimento das comunidades

sicoob ouro verde 09 02 2021Com o objetivo de apoiar projetos de interesse no desenvolvimento da sociedade, o Sicoob Ouro Verde lançou o Programa Desenvolver Comunidades. Integrantes do Comitê de Voluntários Transformadores do Instituto Sicoob e gerentes gerais das agências da cooperativa participaram do evento, que aconteceu de forma on-line no último dia 2.

Gratificante - O gerente geral da agência de Marília (SP), Eduardo Biscaino, conta que ficou apaixonado pelo projeto quando conheceu. Segundo ele, colocar em prática o sétimo princípio do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade, é gratificante. “O engajamento de todos é muito importante. Sabemos que podemos fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Por isso, estamos honrados por fazer parte desse projeto”, afirma.

Sobre o projeto - O Programa Desenvolver Comunidades vai contemplar, integral ou parcialmente, projetos, educacionais, culturais, esportivos, de sustentabilidade, de segurança ou de saúde, que tenham conformidade com os princípios cooperativistas e sejam executados na área de atuação da cooperativa, conforme Estatuto Social.

Distribuição de recursos - A distribuição de recursos entre as propostas selecionadas será feita de acordo com a disponibilidade orçamentária prevista no Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (Fates) e por decisão da Diretoria Executiva. Todos os critérios de inscrição e seleção constam no regulamento do programa. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COCARI: Live marca aniversário de 59 anos com palestra, atração musical e lançamento de photobook

No último domingo (07/02), a Cocari completou 59 anos de trabalho sério e produtivo, valorizando o bem mais valioso de que dispõe: as pessoas que fazem parte da cooperativa. Nesta data, a cooperativa transmitiu uma live comemorativa pelos canais do Facebook e YouTube. O evento foi conduzido pelo apresentador da TV Cocari, Thiago Laras, e pela assessora de comunicação, Cláudia Carvalho. Entre colaboradores, cooperados e a comunidade externa, mais de 33 mil pessoas foram alcançadas pelo evento.

Atrações - A live especial de aniversário contou com cativante palestra sobre Felicidade, de João Carlos de Oliveira; apresentação da cantora Keidma Juliana; e sorteio de prêmios. Durante o evento, foram lançados um photobook com imagens do acervo histórico da cooperativa; filtros personalizados para o Instagram; e ainda foi feita a divulgação da série de reportagens que será produzida durante este ano como preparação para a festa dos 60 anos da Cocari.

Mensagem do presidente - Vilmar Sebold, presidente da Cocari, relembrou os esforços dos pioneiros da cooperativa. “Nossa história foi sendo construída por gente, pessoas como vocês, que são associados, e por aqueles que já foram associados e foram fundadores da nossa região. Sabemos que o movimento cooperativo em nossa região começou na década de 1950, mas na década seguinte, ele recebeu um impulso muito grande, já que foram fundadas 27 cooperativas nessa região produtora de café vinculadas ao sistema, uma delas a Cocari, fundada em 7 de fevereiro de 1962, por 22 produtores liderados pelo sr. Gabriel Caleffi, que era funcionário do Banco do Brasil, e Dr. Oripes Rodrigues Gomes, que foi eleito presidente da Cocari na primeira assembleia de constituição”, disse.

Trabalho de todos - Segundo o presidente da cooperativa, é importante destacar que a Cocari é resultado do trabalho de um grande número de pessoas. “Daquela época da fundação até hoje, acredito que muito foi feito. É preciso dizer que nossas conquistas não se devem a uma só pessoa, tem a ver com um grande conjunto de pessoas que acreditam e se dedicam à Cocari e também com produtores que se dedicam às suas atividades. O Paraná se tornou referência em cooperativismo pela estrutura fundiária, porque realmente as cooperativas complementam os produtores e vice-versa: as cooperativas pertencem aos associados. Contamos com um processo de gestão profissionalizada, formas sistematizadas e passamos por um crescimento muito grande, que tem acontecido tanto no cooperativismo do estado quanto no cooperativismo brasileiro e, na verdade, isso nada mais é do que a soma de esforços de muitos. Quando muitos trabalham e acreditam, fica muito mais fácil”, considera.

Link - O link para o evento continua disponível em nosso canal do YouTube. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=VM5n863RIpE

Vídeo - Assista ao vídeo produzido em comemoração aos 59 anos da Cocari: https://www.youtube.com/watch?v=BC9i3SwWNmg

Photobook - Acesse o photobook que conta a história da cooperativa: https://issuu.com/c7-comunicacao/docs/photobook_cocari_01. (Imprensa Cocari)

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COPACOL: Colheita da soja avança no oeste do Paraná; tecnologia ajuda na redução de perdas

Com o fim do intenso período de chuvas, a soja começa a ser colhida no oeste paranaense. O excesso de água no campo atrasou a entrada das máquinas e também afetou parte dos grãos, refletindo no ganho em produtividade. No entanto, produtores que investem de maneira intensa em tecnologia têm menores impactos no campo.

Satisfeito - O agricultor João Batista Afonso Pereira estima perdas de 15% ocasionadas pela chuva, no entanto, está satisfeito com os resultados, principalmente com relação ao preço da saca paga ao produtor: R$ 155 nesta segunda-feira. “Vamos ter uma perda, mas ainda tivemos uma boa produtividade. A dificuldade maior foi mesmo agora na colheita, quando não parava de chover. Pelo que tudo indica vamos alcançar 180 sacas por alqueire. Os preços acabam compensando essa perda que estamos verificando”, afirma o produtor, que é cooperado da Copacol e integra o Projeto Excelência Produtividade 460.

Meta - Por meio de tecnologias avançadas, uso de sementes tratadas, manejo de plantas e de solo, a cooperativa busca atingir a média de 460 sacas por alqueire ao ano, somando a produção de soja e de milho. A meta é chegar a esse resultado até 2023. Pereira acredita que o investimento faz com que a produtividade alcance resultados melhores a cada ano. “Sempre que se investe em tecnologia o resultado é melhor. A resposta que temos é em produtividade”, afirma o produtor, que iniciou a colheita da área de 90 alqueires em Corbélia. Ao todo a família conta com 200 alqueires com cultivo de soja.

Expectativa - A expectativa da Copacol é receber nove milhões de sacas de soja nesta safra. Agora, os grãos começam a chegar até as 19 unidades de recebimento da Cooperativa, no Oeste e no Sudoeste paranaense.

Produção estadual - Em boa parte do estado, a cultura está em desenvolvimento, ocupando uma área de 5,58 milhões de hectares e com uma expectativa de produção de 20,4 milhões de toneladas, conforme a Secretaria de Estado de Abastecimento. A safra começou com o plantio atrasado por causa da seca severa até dezembro do ano passado. Com o retorno das chuvas, a lavoura conseguiu ter boa recuperação.

Recomendação técnica - O excesso de chuvas atrasou a colheita e também aumentou a incidência de doenças. “Observamos uma evolução das doenças nas áreas com cultivos da soja, como contra mancha-alvo, cercospora e ferrugem asiática. Para as áreas em fase de desenvolvimento, onde há o início de formação de grãos, é importante fazer o controle por meio do manejo para evitar reflexos na produtividade. Já nas áreas em fim do ciclo, verificamos uma desuniformidade na maturação. Por isso, recomendamos o nivelando a lavoura, mas é preciso observar o momento mais propício para aplicação do produto”, afirma o engenheiro agrônomo Copacol, Vanei Tonini. (Imprensa Copacol)

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COMÉRCIO EXTERIOR I: Balança comercial tem corrente de comércio de US$ 8,487 bilhões na primeira semana de fevereiro

comercio exterior I 09 02 2021A balança comercial brasileira registrou aumento de 5,9% na corrente de comércio, que chegou a US$ 8,487 bilhões na primeira semana de fevereiro, com cinco dias úteis. O resultado parcial do mês foi divulgado nesta segunda-feira (08/02) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex/ME).

Valores - As exportações no período alcançaram US$ 3,667 bilhões e as importações, US$ 4,82 bilhões, o que resultou em um déficit de US$ 1,152 bilhão, influenciado principalmente pela entrada de plataformas de petróleo no valor total de US$ 1,429 bilhão.

Acumulado - No acumulado de 2021, a corrente de comércio é de US$ 39,228 bilhões – uma alta de 5,5% pela média diária –, com as exportações somando US$ 18,475 bilhões e as importações, US$ 20,753 bilhões. O saldo está negativo em US$ 2,278 bilhões.

Queda - Nas exportações, comparada a média diária até a primeira semana de fevereiro de 2021 (US$ 733,47 milhões) com a de fevereiro de 2020 (US$ 865,69 milhões), houve queda de 15,3%, em razão da diminuição nas vendas em Agropecuária (-59,7%) e em produtos da Indústria de Transformação (-11,9%). Por outro lado, subiram as vendas na Indústria Extrativista (5,2%).

Itens - A diminuição das exportações na Agropecuária foi puxada, principalmente, pela queda nas vendas de soja (-100%); café não torrado (-39,5%); frutas e nozes não-oleaginosas, frescas ou secas (-13,4%); animais vivos, não incluídos pescados ou crustáceos (-75,8%) e especiarias (-12,2%). Ainda assim, aumentaram as vendas de trigo e centeio, não moídos (+338,3%), milho não moído, exceto milho doce (+217%) e algodão em bruto (+25,2%).

Indústria de Transformação - Já na Indústria de Transformação, as principais reduções ocorreram nas vendas de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (-54,2%); celulose (-34,3%); ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas (-35,7%); carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (-21,7%) e torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes (-60,1%).

Crescimento - O setor teve crescimento de vendas, no entanto, em farelos de soja e outros alimentos para animais (excluídos cereais não moídos), farinhas de carnes e outros animais (+83,6%), aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes (+125,9%) e ouro não monetário, excluindo minérios de ouro e seus concentrados (+75,5%).

Indústria Extrativa - Já o crescimento das exportações da Indústria Extrativa foi impulsionado pelas vendas de outros minerais em bruto (+6,4%), minério de ferro e seus concentrados (+49,6%) e minérios de cobre e seus concentrados (+141,5%). Houve reduções em pedra, areia e cascalho (-83,6%), outros minérios e concentrados dos metais de base (-77,8%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-33,5%).

Importações - Nas importações, a média diária até a primeira semana de fevereiro de 2021 (US$ 963,93 milhões) ficou 30,9% acima da média de fevereiro do ano passado (US$ 736,52 milhões). Nesse comparativo, aumentaram as compras, principalmente, de produtos da Indústria de Transformação (+34,9%), enquanto houve redução na Agropecuária (-1,9%) e na Indústria Extrativista (-17,6%).

Impulso - O aumento das importações da Indústria de Transformação foi impulsionado pela entrada de plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (+79.847,7%); adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+92,2%); alumínio (+175,8%); válvulas e tubos termiônicos, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (+24,0%) e produtos residuais de petróleo e materiais relacionados (+495,6%).

Compras - Na Agropecuária, os maiores aumentos de compras do exterior foram de milho não moído, exceto milho doce (+154,9%), cacau em bruto ou torrado (+183,7%) e látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (+9,5%). Já na Indústria Extrativa, os destaques foram os crescimentos de importações de pedra, areia e cascalho (+34,3%), outros minerais em bruto (+7,4%) e carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+18,9%). (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança comercial

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COMÉRCIO EXTERIOR II: Portos de Paranaguá e Antonina têm alta na movimentação em janeiro

comercio exterior II 09 02 2021A movimentação mensal de janeiro fechou com alta de 4% nos portos de Paranaguá e Antonina. No mês, as importações e exportações chegaram a 3.599.435 toneladas de cargas. Nos mesmos 31 dias, no ano passado, foram registradas 3.446.228 toneladas.

Produtividade - “Apesar de toda a chuva que tivemos em janeiro, o que acaba impactando em algumas operações, nos períodos de estiagem os operadores conseguiram aumentar a produtividade, gerando bons resultados, principalmente nos segmentos de carga geral e granéis líquidos, que sustentaram a alta”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

Carga geral - De carga geral, 1.027.598 de toneladas de cargas foram movimentadas no último mês de janeiro. O volume é 12% maior que as 915.861 toneladas de janeiro de 2020. Já de graneis líquidos, este ano, foram 664.225 toneladas, entre importação e exportação. No mesmo período, no ano passado, foram 610.370 toneladas. A alta registrada, no segmento, é de 9%.

Primeiro mês - Sobre a movimentação do primeiro mês de 2021, Garcia explica que o segmento mais impactado pelas paralisações com a chuva é o dos graneis sólidos, que registrou, de fato, leve queda. Comparando janeiro deste ano, quando foram movimentadas 1.907.613 toneladas de graneis, nos dois sentidos, a janeiro de 2020, com 1.919.997 milhões de toneladas, a variação foi de -1%.

Nova safra - “Com a entrada da nova safra, já a partir do final deste mês de fevereiro, certamente o segmento já volta a crescer por que a comercialização segue aquecida, com boa parte dos contratos já fechados”, comenta o presidente.

Soja - A soja, que em janeiro de 2020 movimentou 320.182 toneladas, este ano, no mês, registrou 30 mil. “Esse era só um saldo que ainda tinha disponível, depois da alta que manteve durante todo o ano passado”, diz Luiz Fernando Garcia.

Antonina - Sozinho, o Porto de Antonina movimentou 43.766 toneladas em janeiro deste ano. O volume é 21% maior que as 36.245 registradas em 2020. O principal produto movimentado por lá foi o açúcar (saca). Deste, 31.057 toneladas foram exportadas em janeiro. No ano passado, não houve exportação do produto por lá.

Fertilizante - O outro produto movimentado pelo terminal de Antonina é o fertilizante (importação). Deste, foram 12.709 toneladas importadas em janeiro, este ano.

Produtos - Pelos terminais de Paranaguá foram 298.325 toneladas de açúcar (em saca e a granel) exportadas em janeiro deste ano. O volume é 170% maior que as 110.477 toneladas registradas em janeiro de 2020.

Destaques - Outros produtos que se destacam nas exportações pelo Porto de Paranaguá, no último mês de janeiro, estiveram o óleo vegetal (soja), que registra aumento de 65%; o milho, que teve alta de 40%; e o farelo de soja, cujo volume movimentado este ano foi 24% maior que o registrado em janeiro de 2020.

Embarques - De óleo vegetal foram exportadas 45.349 toneladas este ano, e 27.548 toneladas em janeiro de 2020. De milho, 417.487 toneladas no último mês de janeiro, e 297.802 toneladas no ano passado. De farelo de soja, 396.969 de toneladas foram exportadas este ano, e 321.315 toneladas nos 31 dias de janeiro de 2020.

Importação - Entre as cargas de importação, destacaram-se as movimentações de carga geral, 469.378 este ano, 15% a mais que as 408.176 registradas em 2020. Entre os graneis sólidos, o sal, com 13.919 toneladas movimentadas no último mês de janeiro. No mesmo mês, no ano passado, não teve importação do produto.

Granéis líquidos - Entre os graneis líquidos se destacam as importações de metanol, com alta de 18% - 97.818 toneladas este ano, contra 82.798 toneladas no ano passado; e de óleos vegetais, com alta de 4.451% - 170.174 toneladas este ano, contra 3.739 no ano passado.

Total - As importações totais de janeiro somaram 1.841.804 de toneladas, 3,3% a mais que em janeiro de 2020, com 1.782.767 de toneladas. As exportações, 1.757.631 de toneladas, 6% a mais que no ano passado, com 1.663.461 de toneladas. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira a tabela da movimentação de janeiro 2021 AQUI.

 

FINANCIAMENTO: Aplicação dos recursos de crédito rural ultrapassa R$ 135 bilhões em sete meses

A contratação de crédito rural para a safra 2020/2021, no período de julho do ano passado a janeiro deste ano, atingiu R$ R$ 135,3 bilhões, o que representa uma alta de 17% em relação ao mesmo período da safra anterior.

Balanço - De acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, o crédito para investimento alcançou R$ 43,52 bilhões (41%), R$ 72,7 bilhões para custeio (13%), R$ 11,59 bilhões para comercialização (9%) e R$ 7,59 bilhões para industrialização (4%)

Investimento - As aplicações de investimento se situaram em R$ 1,75 bilhão (7%) com contratações dos médios produtores (Pronamp), em R$ 9,72 bilhões (9%) para os pequenos agricultores (Pronaf) e para os demais produtores em R$ 32,05 bilhões (58,2%).

Popança rural - Os recursos da poupança rural aplicados nos financiamentos de investimento realizados pelos médios e pequenos produtores responderam, respectivamente, por 41% (Pronamp) e 46% (Pronaf). Os demais produtores respondem por 34% da contratação de investimento.

Programas - Em relação aos programas de investimento, com recursos do BNDES administrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, estão o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota): R$ 6,97 bilhões (47%), Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA): R$ 1,62 bilhão (73%), Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro): R$ 1,54 bilhão (31%), Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra): R$ 686 milhões (110%) e Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (Moderagro): R$ 1,27 bilhão (36%).

Custeio - Sobre os créditos de custeio, os valores contratados pelos médios produtores (Pronamp) foram de R$ 16,2 bilhões (6%), R$ 11,12 bilhões (17%) pelos pequenos produtores (Pronaf) e R$ 45,38 bilhões (15%) para os demais produtores.

Expansão - O diretor do Departamento de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Wilson Vaz de Araújo, destaca que as contratações de crédito rural com recursos da fonte Poupança Rural Controlada atingiram R$ 41,09 bilhões, uma expansão de 81%, respondendo por 30% do crédito rural na atual safra, até janeiro deste ano. (Mapa)

INFRAESTRUTURA: Paraná e Mato Grosso do Sul alinham detalhes da Nova Ferroeste

infraestrutura 09 02 2021Equipes técnicas envolvidas na implantação da Nova Ferroeste, traçado ferroviário que ligará Maracaju, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá, estão reunidas nesta semana no Paraná para acompanhar e alinhar as questões envolvidas no projeto. Nesta segunda-feira (08/02), as empresas responsáveis pela elaboração dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Jurídica (EVTEA-J) e do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) apresentaram os resultados prévios das análises aos governos do Paraná e do Mato Grosso do Sul.

Participação - O encontro aconteceu no Palácio Iguaçu, em Curitiba, e contou com a participação do governador Carlos Massa Ratinho Junior. Também reuniu o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar do Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck; o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves; o coordenador do Plano Estadual Ferroviário do Paraná, Luiz Henrique Fagundes; e representantes do Programa de Parcerias de Investimentos, do Ministério da Economia. Na terça (9) e quarta-feira (10), o grupo irá a Paranaguá, no Litoral, para conhecer os trechos do novo traçado.

Leilão - A previsão é levar o projeto a leilão ainda neste ano na Bolsa de Valores (B3), após a conclusão do EVTEA-J, previsto para ser finalizado em setembro, e do EIA-RIMA, que deve ser entregue em novembro. De acordo com o estudo prévio, serão implantados 1.285 quilômetros de trilhos, incluindo também um ramal ferroviário entre Foz do Iguaçu e Cascavel, e nove terminais de carga entre os dois estados.

Planejamento - Para Ratinho Junior, todo esse planejamento é essencial para que o projeto chegue redondo à Bolsa de Valores. “A Nova Ferroeste dará segurança, no futuro, para o escoamento da produção agropecuária do Paraná e do Mato Grosso do Sul, que praticamente dobra de tamanho a cada dez anos”, afirmou. “É também um grande momento para o Brasil investir em ferrovias. O modal rodoviário já demonstrou que não dá conta de atender sozinho toda a produção do campo e também dos outros setores”.

Primeira vez - Segundo ele, é a primeira vez em anos em que há uma equipe focada em fazer um bom projeto. "Tinha muita vontade política, mas o investimento não avançava na parte técnica, que é a principal. Se não tiver a parte técnica dando embasamento à política, o projeto não sai do papel”, salientou o governador. “Os estudos também alinham as questões ambientais, já que nosso objetivo é fazer um projeto ambientalmente sustentável”.

Integração - O diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves, destacou o forte alinhamento entre os governos do Paraná e do Mato Grosso do Sul para tirar o projeto do papel. “Há um entendimento não só dos estados, como também do setor produtivo e da sociedade organizada, da importância dessa ferrovia como modal de transporte de cargas, pois garante um ganho de eficiência na importação e exportação de produtos, tanto a granel quanto industrializados. Também representa uma transformação social, ambiental e econômica muito forte, pois prioriza um meio de transporte bem menos poluente que o rodoviário”, salientou Gonçalves.

Ganho logístico - Para o secretário sul-mato grossense Jaime Verruck, o agronegócio do seu estado terá um ganho logístico, facilitando o escoamento pelo Porto de Paranaguá. A ferrovia também será estratégica para a movimentação da produção agropecuária do Paraguai, que terá acesso a dois terminais de carga, em Foz do Iguaçu e Guaíra.

Produção agrícola- “A área de influência da ferrovia, na região Sul do Mato Grosso do Sul, concentra 70% da produção agrícola do Estado. O ramal também vai absorver um fluxo maior no futuro, porque temos uma grande capacidade de expansão da área plantada”, afirmou Verruck. “A Nova Ferroeste é um projeto logístico estratégico não só para os dois estados, como para o Brasil e os países vizinhos, que vai ampliar a competitividade e o desenvolvimento socioambiental das regiões impactadas”.

Nova Ferroeste - O projeto da Nova Ferroeste tem importância estratégica para o País e foi qualificado como prioritário no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do governo federal. A inclusão garante celeridade na articulação com as entidades intervenientes, aquelas que acabam envolvidas nos processos de licenciamento, como o Ibama, a Funai, o ICMBio e Incra.

Variantes - Os estudos levam em conta todas essas variantes, e estão sendo elaborados para ter o menor impacto possível em comunidades indígenas, quilombolas, assentamentos e unidades de preservação. Outra preocupação é com as áreas urbanas, evitando trechos que cruzem as cidades. Em Curitiba, por exemplo, os trilhos serão todos desviados, sem a passagem de trens por cruzamentos que podem gerar acidentes.

Traçado - A ferrovia aproveita o traçado atual da Ferroeste, entre Cascavel e Guarapuava, e moderniza a descida da Serra do Mar, cujo trecho usado atualmente foi construído ainda no século XIX. A previsão é movimentar, já no primeiro ano de funcionamento, até 40 milhões de toneladas por ano no chamado Corredor Oeste de Exportação, que vai até o porto, além de 10,6 milhões de toneladas anuais no terminal de Maracaju e 10 milhões de toneladas no de Cascavel.

Porto de Paranaguá - Para se ter ideia, o Porto de Paranaguá, que bateu recorde de exportação no ano passado, movimentou 57,3 milhões de toneladas de cargas. “Quando a ferrovia estiver implantada, haverá uma inversão na matriz logística de Paranaguá. Os caminhões, que hoje representam até 80% das cargas, serão substituídos pelos trens, um meio mais seguro, eficiente, econômico e sustentável”, explicou Luiz Henrique Fagundes, coordenador do Plano Estadual Ferroviário do Paraná.

Terminais de carga - Os terminais de carga estão previstos para serem instalados em Maracaju e Amambaí, no Mato Grosso do Sul e, no Paraná, em Guaíra, Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Balsa Nova, Curitiba e no Porto de Paranaguá. São locais de grande zona de tráfego e de integração com outros modais logísticos, principalmente as rodovias.

Programação - O roteiro no Estado também inclui reuniões com a empresa pública Portos do Paraná, com a prefeitura de Paranaguá, visitas técnicas aos portos de Paranaguá e Antonina, ao Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) e os entroncamentos ferroviários do Litoral. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

IPCA: Inflação desacelera para 0,25% em janeiro puxada por queda na energia elétrica

ipca 09 02 2021Após quatro meses de altas escalonadas, variando de 0,64% em setembro a 1,35% em dezembro, a inflação desacelerou em janeiro, registrando 0,25%, sendo o menor índice desde agosto de 2020 (0,24%). Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (09/02), pelo IBGE. Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 4,56%.

Alimentos e bebidas - Alimentos e bebidas continuam a puxar os preços para cima, mas com menos força. Além disso, a mudança de bandeira nas contas de energia elétrica e as quedas nos preços de passagens aéreas ajudaram a segurar a inflação em janeiro.

Energia elétrica - “Houve uma queda de 5,60% no item energia elétrica, que foi, individualmente, o maior impacto negativo no índice do mês (-0,26 p.p.) Após a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2 em dezembro, passou a vigorar em janeiro a bandeira amarela. Assim, em vez do acréscimo de R$ 6,243 por cada 100 quilowatts-hora, o consumidor passou a pagar um adicional bem menor, de R$ 1,343. O que resultou em uma deflação (-1,07%) no grupo Habitação, do qual esse item faz parte, mesmo com a alta em outros componentes, como o gás encanado (0,22%) e a taxa de água e esgoto (0,19%)”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

Vestuário - Outro grupo que registrou deflação em janeiro foi o de Vestuário (-0,07%), após alta de 0,59% em dezembro, quando as vendas do setor se aquecem para as festas de final de ano.

Demais grupos - Os demais sete grupos, no entanto, registraram elevação de preços, com destaque para Alimentação e bebidas (1,02%), que apresentou a maior variação e o maior impacto positivo (0,22 ponto percentual) no índice do mês. Mas a alta foi menos intensa que a de dezembro (1,74%).

Consumo em domicílio - “Os alimentos para consumo no domicílio, que haviam subido 2,12% no mês anterior, variaram 1,06% em janeiro. As frutas subiram menos (2,67% contra 6,73% em dezembro) e as carnes caíram de preço (-0,08% contra alta anterior de 3,58%), assim como o leite longa vida (-1,35%) e o óleo de soja (-1,08%). Por outro lado, os preços da cebola (17,58%) e do tomate (4,89%), que haviam recuado no mês anterior, aumentaram”, destaca Kislanov.

Fora - Já a alimentação fora do domicílio seguiu movimento inverso, passando de 0,77% em dezembro para 0,91% em janeiro, particularmente por conta da alta do lanche (1,83%).

Transportes - O custo dos Transportes (0,41%), grupo com o segundo maior peso no IPCA, também desacelerou frente ao mês anterior (1,36%), principalmente devido à queda no preço das passagens aéreas (-19,93%), cujos preços haviam subido 28,05% em dezembro. No entanto, os combustíveis (2,13%) apresentaram variação superior à do mês passado (1,56%), com destaque para a gasolina (2,17%) e o óleo diesel (2,60%).

Planos de saúde - Vale destacar que os planos de saúde (0,66%), que estavam com reajuste suspenso em 2020, terão agora em 2021 aumentos retroativos, o que impacta na Saúde e cuidados pessoais (0,32%). Em janeiro, foi incorporada a primeira parcela da fração mensal do reajuste anual suspenso em 2020.

Regionais - Já no que diz respeito aos índices regionais, apenas duas das dezesseis áreas pesquisadas apresentaram variação negativa. O menor resultado ficou com o município de Goiânia-GO (-0,17%), influenciado pela queda de 7,53% na energia elétrica, e o maior com Campo Grande-MS (0,53%), onde pesaram as altas da gasolina (2,42%) e da taxa de água e esgoto (4,90%).

INPC varia 0,27% em janeiro - E o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) também desacelerou, apresentando alta de 0,27% em janeiro, enquanto em dezembro havia registrado 1,46%. Em 12 meses, o índice acumula alta de 5,53%. Em janeiro de 2020, a taxa foi de 0,19%.

Oscilações - Os produtos alimentícios subiram 1,01% em janeiro enquanto, no mês anterior, haviam registrado 1,86%. Já os não alimentícios apresentaram alta de 0,03%, após registrarem 1,33% em dezembro.

Cálculo - O cálculo do INPC se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília. Já o IPCA abrange famílias que ganham de 1 a 40 salários mínimos, independentemente da fonte. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

ipca tabela 09 02 2021

 

IBGE: Setor de veículos em São Paulo contribui para retração da indústria em 2020

industria 09 02 2021A produção industrial caiu em 12 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em 2020, e levou a indústria nacional a encerrar o ano em -4,5%. O resultado negativo foi puxado, principalmente, pelo baixo desempenho do setor de veículos automotores de São Paulo, principal influência negativa. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM-REG), divulgada nesta terça-feira (09/02) pelo IBGE.

Negativo - “Mesmo vindo de oito meses seguidos de resultados positivos, logo após as paralisações que aconteceram devido às medidas mais restritivas de isolamento social, o setor de veículos paulista fecha o ano no campo negativo. Isso é atribuído à baixa produção de automóveis, autopeças e, também, caminhões”, explica o analista da pesquisa, Bernardo Almeida.

Acumulado - São Paulo, que representa aproximadamente 34% da produção industrial brasileira e fecha o ano com -5,7%, acumula outras baixas no ano. “O estado também teve queda na produção de máquinas e equipamentos, principalmente na produção de máquinas para trabalhar matéria-prima na fabricação de pasta de celulose, e também retração na produção de rolamentos para equipamentos industriais”, afirma.

Rio Grande do Sul - O segundo local que mais influenciou a queda no acumulado do ano na produção industrial foi o Rio Grande Sul (-5,4%), também por causa da retração no setor de veículos automotores, com queda na produção de automóveis, autopeças e carrocerias para ônibus. “Dentro da indústria gaúcha, temos também o setor de produtos de couro, artigos de viagens e calçados, que é bastante atuante dentro da indústria gaúcha e teve queda na produção de calçados femininos de couro e de material sintético”, diz o pesquisador.

Outros - Os demais resultados negativos do ano foram registrados nas indústrias de Espírito Santo (-13,9%), Ceará (-6,1%), Amazonas (-5,5%), Bahia (-5,3%), Mato Grosso (-5,2%), Santa Catarina (-4,4%), Minas Gerais (-3,2%), Região Nordeste (-3,0%), Paraná (-2,6%) e Pará (-0,1%).

Pernambuco - Já Pernambuco (3,7%) apontou o principal avanço no índice acumulado de janeiro a dezembro de 2020, pressionado, sobretudo, pelas atividades de produtos alimentícios. “Houve aumento na produção de açúcar cristal, açúcar VHP e também de açúcar refinado de cana. Já um setor secundário nesse crescimento é o de produção de bebidas, que teve aumento na produção de cervejas e chopes, refrigerantes e aguardente de cana-de-açúcar”, explica Bernardo.

Rio e Goiás - Rio de Janeiro (0,2%) e Goiás (0,1%) completaram o conjunto de locais com crescimento na produção no índice acumulado no ano. “A indústria fluminense acaba fechando o ano com um crescimento bem tímido, sendo impulsionado, principalmente, pelo setor extrativo, devido ao aumento na extração de óleos brutos de petróleo e gás natural. Em segundo plano, temos a indústria farmacêutica, com aumento na produção de medicamentos”, diz. Já Goiás teve seu crescimento impulsionado pela indústria de alimentos.

Onze locais tiveram crescimento na produção em dezembro - Já na passagem de novembro para dezembro de 2020, 11 dos 15 locais pesquisados tiveram taxas positivas, acompanhando a expansão de 0,9% da indústria nacional. As expansões mais acentuadas foram no Espírito Santo (5,4%) e no Ceará (4,7%). Pará (3,6%), São Paulo (3,4%), Minas Gerais (3,1%), Mato Grosso (3,0%), Paraná (2,8%), Santa Catarina (2,4%) e Rio Grande do Sul (1,2%) também mostraram avanços mais intensos do que a média nacional (0,9%).

Índices positivos - Rio de Janeiro (0,2%) e Região Nordeste (0,2%) completaram o conjunto de locais com índices positivos nesse mês.

Influência - “Nessa passagem de novembro para dezembro, temos como principal influência do resultado a indústria de São Paulo, que atinge 3,4% de crescimento. Essa é a oitava taxa positiva consecutiva para o estado e esse crescimento é o mais intenso desde setembro de 2020, quando atingiu 5,3%. Esse resultado pode ser atribuído a uma influência positiva no setor de máquinas, aparelhos e materiais elétricos e também do setor de veículos”, explica o pesquisador, que destaca que a indústria paulista acumula ganho de 54,8% em oito meses e está 9% acima do patamar de fevereiro de 2020, quando as medidas de isolamento social ainda não tinham sido adotadas no país.

Quedas mais acentuadas - Bahia (-4,0%) e Amazonas (-3,7%) tiveram as quedas mais acentuadas em dezembro de 2020, seguidos por Pernambuco (-2,9%) e Goiás (-0,8%). (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN-Paraná

 

industria tabela 09 02 2021

 

COMBUSTÍVEL: Petrobras aumenta preço da gasolina em cerca de 8% nas refinarias

combustivel 09 02 2021A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (0/028) um aumento de cerca de 8% no preço da gasolina a ser vendido pelas refinarias para as distribuidoras. Com isso, o preço médio do litro do combustível subiu R$ 0,17 e passará a ser de R$ 2,25 a partir desta terça-feira (09/02).

Diesel - Já o óleo diesel aumentou cerca de 6% (R$ 0,13 por litro) e passará a custar R$ 2,24 também a partir desta terça-feira (09/02).

GLP - O GLP (gás liquefeito de petróleo), o gás de botijão, também terá aumento no preço: cerca de 5% (R$ 0,14 por kg). Com o reajuste do preço, o gás de botijão passará a custar 2,91 por kg (ou R$ 37,79 por 13 kg).

Consumidor final - “Importante ressaltar que os valores praticados nas refinarias pela Petrobras são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo. Até chegar ao consumidor, são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, no caso da gasolina e do diesel, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores de combustíveis”, informa nota divulgada pela empresa. (Agência Brasil)

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CÂMBIO: Dólar tem pequena queda e fecha dia vendido a R$ 5,37

cambio 09 02 2021Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar zerou a queda acumulada até o início da tarde e terminou com leve baixa. A bolsa de valores chegou a superar os 120 mil pontos em boa parte da sessão, mas reverteu os ganhos e fechou com perdas.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (08/02) vendido a R$ 5,373, com recuo de R$ 0,011 (0,21%). A divisa chegou a cair para R$ 5,30 na mínima do dia, por volta das 14h, mas não sustentou o ritmo de queda após declarações dos presidentes da Câmara e do Senado sobre um eventual retorno do auxílio emergencial.

Ações - O mercado de ações também teve reversão de expectativas. O índice Ibovespa, da B3, fechou a sessão aos 119.696 pontos, com recuo de 0,45%. O indicador aproximou-se dos 121 mil pontos na máxima do dia, por volta das 12h45, mas recuou a partir das 15h, até encerrar em queda.

Anúncio - Pela manhã, o dólar caía e a bolsa subia após o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, anunciar que pautará o projeto de autonomia do Banco Central (BC) para amanhã (09/02) e dizer que encaminhará a proposta de reforma administrativa à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. O clima, no entanto, mudou durante a tarde, com a indefinição sobre o retorno do auxílio emergencial.

Senado - Durante a tarde, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que não se pode condicionar a recriação do benefício a reformas que compensariam o aumento de despesas. Também à tarde, o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou existir um acordo com Lira e o presidente Jair Bolsonaro para uma nova rodada do auxílio. (Agência Brasil)

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LEGISLATIVO: Lira informa que relatório sobre autonomia do BC será apresentado nesta terça aos líderes

legislativo 09 02 2021O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), voltou a defender a previsibilidade das pautas a serem votadas pelo Plenário e informou que o parecer à proposta de autonomia do Banco Central (PLP 19/19) será apresentado nesta terça-feira (09/02) aos líderes da base e da oposição, em um almoço na residência oficial.

Encontro - Lira participou de encontro com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o relator da proposta, deputado Sílvio Costa Filho (Republicanos-PE).

Estabilidade - Para o presidente da Câmara, o projeto vai garantir estabilidade para evitar que governos intervenham na política monetária. “Nesta terça teremos essa discussão, mas sem diminuir em hipótese alguma o combate à pandemia, a vacinação e os temas que facilitem a abertura de novas filas para que os brasileiros tenham acesso à vacina no Brasil”, disse Lira.

Decisiva - O ministro Paulo Guedes considera a aprovação da proposta decisiva para "garantir a estabilidade monetária" do País. Ele elogiou o relatório do deputado Sílvio Costa Filho e torce para que seja aprovado. Segundo o ministro, o texto foi discutido ao longo do dia pela equipe econômica e o relator. Guedes destacou que há mais de 40 anos os economistas defendem a autonomia do Banco Central. “Isso agora está sendo estabelecido e é um momento de celebração, estamos esperançosos que Câmara consiga aprovar esse projeto”, afirmou Guedes.

Simbolismo - O relator, deputado Sílvio Costa Filho, afirmou que o encontro tem um forte simbolismo porque mostra a retomada do diálogo. Segundo ele, a aprovação do projeto vai dar uma sinalização importante para o País. “Não só preocupação social, mas, sobretudo, com o emprego e a renda, porque é a renda que traz tranquilidade e felicidade para as pessoas”, disse. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Gustavo Sales / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Mortes somam mais de 232 mil e casos, 9,5 milhões

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 232.170. Em 24 horas, foram registradas 636 mortes. Há ainda 2.822 óbitos em investigação no país.

Infectados - Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 9.548.079. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 23.439 novos casos.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (08/02). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Acompanhamento - Há, ao todo, 868.264 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 8.447.645 pacientes já se recuperaram.

Estados - Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (54.663), Rio de Janeiro (30.700), Minas Gerais (15.967), Rio Grande do Sul (11.028) e Ceará (10.612). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (893), Roraima (896), Amapá (1.083), Tocantins (1.425) e Rondônia (2.369).

Casos - Em número de casos, São Paulo também lidera (1.851.776), seguido por Minas Gerais (776.215), Bahia (609.755), Santa Catarina (595.952) e Paraná (571.355). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 09 02 2021

SAÚDE II: Paraná soma mais de 567 mil casos de Covid. Estado já vacinou 212.935

saude II 09 02 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (08/02) 1.439 novos casos confirmados e 44 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 567.094 casos confirmados e 10.353 mortos em decorrência da doença. Os casos divulgados são de fevereiro (1.400) e janeiro de 2021 (24), e dos seguintes meses de 2020: agosto (1), novembro (3) e dezembro (11).

Vacina - O Paraná vacinou 212.935 pessoas contra a Covid-19 até esta segunda-feira (08/02). O quarto e último lote enviado até agora pelo Ministério da Saúde chegou neste final de semana ao Estado com 147.200 doses da vacina CoronaVac/Instituto Butantan. 71.990 doses já foram distribuídas aos municípios. Ao todo, o Paraná recebeu 538.900 doses do Governo Federal até o momento.

Clique em www.coronavirus.pr.gov.br/Vacinacao-numeros

Internados - 1.371 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.149 pacientes em leitos SUS (629 em UTI e 520 em leitos clínicos/enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128 em leitos clínicos/enfermaria).

Exame - Há outros 1.298 pacientes internados, 446 em leitos UTI e 852 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A secretaria estadual informa a morte de mais 44 pacientes. São 21 mulheres e 23 homens, com idades que variam de 36 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 13 de janeiro de 2021 a 8 de fevereiro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (19), Londrina (6), Ponta Grossa (3), Maringá (2) e Paranavaí (2). Além de um óbito em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Campina Grande do Sul, Campo Magro, Campo Mourão, Colorado, Guaratuba, Jandaia do Sul, Loanda, Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Nova Santa Bárbara, Tijucas do Sul.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 4.261 casos de residentes de fora, 79 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

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