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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5008 | 11 de Fevereiro de 2021

SISTEMA OCEPAR: Diretorias da Ocepar e Fecoopar realizam primeira reunião de 2021

Integrantes das diretorias do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar) realizaram a primeira reunião ordinária do ano, de forma conjunta, na tarde desta quarta-feira (10/02), por meio de videoconferência. O encontro foi coordenado pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que, na abertura, ressaltou a realização das assembleias das cooperativas que já estão acontecendo de forma hibrida, tanto presencial, como virtual. “Daquelas assembleias que já participei, posso dizer que fiquei surpreso com a organização e a dinâmica dos trabalhos neste novo formato que o momento exige. Talvez os cooperados queiram que esses eventos aconteçam sempre dessa forma, assim facilita uma participação maior”, lembrou.

Pauta – Na sequência, o presidente informou a todos sobre a pauta a ser debatida pelos dirigentes: aprovação da ata da reunião anterior; balanço patrimonial de 2020 e proposta orçamentária para 2021; registro de cooperativas; manifestação dos diretores sobre as demandas e desafios para 2021; estratégia da Fecoopar e Sincoopares para negociação em 2021; relatório de encerramento do Plano Paraná Cooperativo - PRC100; Planejamento Estratégico da Ocepar e do Cooperativismo para 2021. Nos assuntos gerais, tratar sobre o calendário de realização das prés-assembleias nos Núcleos, em março, e AGO da Ocepar, em abril, e as novas concessões das rodovias no Paraná – Proposta do Ministério da Infraestrutura.

Balancetes e registros – Foram apresentados e aprovados os balanços patrimoniais de 2020 e propostas orçamentárias para o ano que se inicia, tanto da Ocepar como da Fecoopar. Também foram aprovados os registros provisórios de duas cooperativas, uma no ramo transporte, Cooperativa de Transporte Autônomo de Ponta Grossa (Coopetrapg), e outra do ramo de trabalho, produção de bens e serviços, a Cooperativa dos Profissionais em Tecnologia de Informação (Ticoop), com sede em Colombo. Também, o cancelamento do registro da Cooperativa de Crédito Unicoob Ouro Branco, que foi incorporada pelo Sicoob Metropolitano. Foram ainda realizadas três inativações de cooperativas.

OCB – Para fazer uma avaliação do momento político nacional, foi convidada a gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Nader Motta. Ela iniciou falando sobre as recentes eleições das mesas diretivas da Câmara Federal e do Senado, que configuraram um alinhamento com o Palácio do Planalto, o que fortalecerá as pautas principais do governo. “Tanto o presidente Artur Lira, da Câmara, como o senador Rodrigo Pacheco, do Senado, tem já uma aproximação com o sistema cooperativista. Pacheco tem um perfil moderado e vai começar com algumas pautas importantes para debater no Senado. Sabemos que ele tem uma relação próxima com a Unimed em Minas Gerais e o deputado Evair de Melo, presidente da Frencoop, tem acesso aos dois novos presidentes eleitos, o que facilitará o diálogo e o encaminhamento das demandas do setor”.

Economia – Fabíola destacou que, devido à pandemia, o tema economia ainda será o principal das pautas no Congresso. “Antes mesmo de entrar em pauta a reforma tributária, temos ainda algumas outras no caminho. Hoje foi instalada a Comissão Mista do Orçamento para que sejam votados a PEC Emergencial e o auxílio emergencial, dois temas que tomam toda atenção de parlamentares e da sociedade. Dos R$ 550 bilhões que o governo brasileiro gastou no ano passado com a pandemia, R$ 250 bi foram para pagar o auxílio emergencial para 65 milhões de brasileiros. O que temos hoje são 15 milhões de pessoas atendidas pelo Bolsa Família, num orçamento de R$ 34 bilhões. Este é um nó que precisa ser desatado”, frisou a gerente. Ela reforça que, diante deste cenário todo, a economia continuará sendo a agenda do centro de decisões durante este ano de 2021, antes mesmo das reformas administrativas, tributárias e outras.

Crédito Rural – Fabíola disse que toda equipe tributária está debruçada no estudo da PEC Emergencial e a PEC dos gatilhos. “É uma proposta para mudar a Constituição que fala da extinção de vários subsídios através de cortes creditícios, créditos financeiros, tributários em caso de calamidade fiscal. Cortes de benefícios e que podem impactar o setor produtivo. Cerca de 5% do PIB é com esses subsídios e a PEC obriga um corte já nos primeiros anos que entrar em vigor em 50%, ou seja, reduzindo para 2,5%. Em cinco anos, este percentual deve cair para apenas 2% do PIB em benefícios. O que certamente impactará o setor agropecuário, que terá cortes, em especial na disponibilização de recursos para o crédito rural”. Ela lembra que a PEC obriga o governo fazer isso, caso contrário, o presidente poderá ser enquadrado em crime de responsabilidade fiscal. “Precisamos estar muito atentos diante dessas pautas para defender os interesses do setor cooperativista em Brasília”, disse.

Planejamento – Outro ponto levado ao conhecimento dos diretores foi sobre o planejamento estratégico do cooperativismo. Segundo Ricken, a ideia é encerramos o ciclo do PRC100, que teve início em 2015 e que em 2020 atingiu os indicadores planejados, em especial a movimentação econômica, ultrapassando os R$ 100 bilhões. “Agora, pretendemos estruturar um novo ciclo, que batizamos de PRC200, um plano de desenvolvimento para o cooperativismo paranaense, para que seja um diferencial para direcionar o crescimento do setor. E isto acontecerá com a somatória de todos os planos estratégicos individuais das cooperativas. Dialogar, ouvir as opiniões, apoiar iniciativas, compartilhar experiências, elaborar cenários para que possamos atingir as metas que serão estabelecidas, sem determinar um prazo específico, como aconteceu no plano anterior”, lembrou o dirigente. Todo o trabalho na construção deste novo planejamento terá como pilares principais o econômico, educação, cooperação, socioambiental e inovação, com desdobramentos na representação e defesa, comunicação e relacionamento, mercado e alianças, gestão e governança e infraestrutura e tecnologia.

Ocepar 2021 – O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, apresentou um resumo das principais ações a serem realizadas pela entidade em 2021: coordenar as ações dos Planos de Desenvolvimento do Cooperativismo – PRC200; defender os interesses do cooperativismo, como ato cooperativo na reforma tributária, questões relacionadas ao código florestal, energia renovável, PL 027/2020, entre outros temas; apoiar a elaboração das políticas públicas (ex: Plano Safra, programas de investimentos etc.); defender proposta viável em relação às concessões das rodovias paranaenses; promover processos de agregação de valor aos produtos e serviços das cooperativas e monitorar a questão sanitária (febre aftosa e Peste Suína Clássica) e o novo status sanitário do Paraná.

Fecoopar 2021 – Nelson Costa, superintendente da Fecoopar, apresentou também um resumo das metas: coordenar e apoiar as negociações sindicais; estruturar e coordenar a câmara de mediação e arbitragem; apresentar sugestões para revisões nas Normas Regulamentadoras (NRs); participar do Grupo Técnico Sindical da CNCoop e da Câmara de Sustentabilidade ABPA; defender e propor ações no contencioso, envolvendo questões sindicais e trabalhistas e desenvolver o Programa Trabalho Seguro e Sustentável.

Sescoop 2021 Já o superintendente do Sescoop Paraná, Leonardo Boesche, falou das ações do setor para este ano: desenvolver continuamente nos profissionais as novas habilidades exigidas pelas cooperativas, acompanhando as evoluções tecnológicas; acelerar o aprendizado organizacional com transferência do conhecimento, por meio dos novos modelos de treinamento - virtual e presencial; promover o relacionamento e organização do quadro social; preparar as cooperativas para as transformações do ambiente de negócios por meio da inovação; contribuir com estudos técnicos para a tomada de decisão; difundir boas práticas de governança e gestão buscando a sustentabilidade das cooperativas e garantir o efetivo monitoramento das cooperativas registradas ao Sistema Ocepar.

Pedágio – Ricken também fez um relato aos diretores a respeito da reunião realizada pelo G-7, grupo de entidades do setor produtivo, no dia 25 de janeiro, no Campus da Indústria da Fiep, em Curitiba. Encontro que contou com a presença de representantes do Ministério da Infraestrutura, governo estadual, bancada de deputados federais do Paraná e da Assembleia Legislativa do Paraná. “Gostaria de deixar bem claro que esta reunião foi convocada para ouvir a nova proposta do governo federal para as novas concessões de rodovias no Paraná. Ocasião em que todos os presentes puderam esclarecer dúvidas e manifestar suas opiniões a respeito do tema. Não foi tomada uma posição do grupo sobre a proposta e sim analisá-la junto com suas bases para ter uma visão mais ampla a respeito da proposta”, frisou.

Destaques  O dirigente apresentou os principais pontos que estão sendo discutidos para que sejam levados ao governo: aumentar o percentual de desconto na primeira rodada dos leilões de 17% para no mínimo 30%; reduzir o percentual de degrau tarifário após a duplicação dos trechos de 40% para no máximo 20%; incluir na concessão a PR 280 – trecho de Pato Branco ao Trevo do Horizonte – cerca de 150 km; substituir a outorga por compromisso de investimento; fazer o leilão de concessão de todas as rodovias e não segregar as Estaduais das Federais e redução da tarifa em algumas praças, pois a redução de 25 a 67% ainda estão elevadas.

Audiências públicas – Ricken solicitou aos dirigentes que participem das audiências públicas que estão sendo realizadas de 5 de fevereiro até 5 de março pela Assembleia Legislativa do Paraná e das audiências que serão promovidas pelo Ministério da Infraestrutura, nos dias 24 e 25 de fevereiro, das 9h às 18h, de forma virtual. Este evento será transmitido pelo canal do Youtube da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Entre os dias 2 e 10 de março, serão realizadas audiências públicas presenciais em seis cidades paranaenses, com técnicos do ministério. “Uma oportunidade para que possamos ver em detalhes a proposta e fazer as considerações necessárias”, frisou o dirigente. O modelo discutido abrange um projeto de 30 anos, com R$ 42 bilhões de investimentos previstos. A proposta contempla a extensão de 3.327 km de malha rodoviária, seis lotes de concessão, além de dez contornos urbanos.

Pré-assembleias – Foram aprovadas pela diretoria as datas e locais das prés-assembleias do Sistema Ocepar, de forma virtual por videoconferências e com a presença de cooperados e dirigentes nas respectivas sedes das cooperativas participantes. Os encontros para prestação de contas das atividades realizadas em 2020 pelo Sistema Ocepar serão realizados no mês de março: dia 8, no Núcleo Centro-Sul, como anfitriãs as cooperativas Bom Jesus e Sicredi Integração; dia 9, no Núcleo Oeste, a C.Vale será a anfitriã; dia 10, no Núcleo Sudoeste, com seis cooperativas sediadas em Pato Branco como anfitriãs, e dia 11, com os Núcleos Norte e Noroeste, e a Unimed Londrina como anfitriã. Todas as reuniões acontecerão a partir das 14h. No dia 5 de abril ocorrerá a Assembleia Geral Ordinária do Sistema Ocepar.{vsig}2021/noticias/02/11/sistema_ocepar/{/vsig}

COAMO: Cooperativa registra receita global de R$ 20 bilhões

coamo 11 02 2021A Coamo Agroindustrial Cooperativa registou em 2020, R$ 20,003 bilhões em receita global. O valor representa um crescimento de 43,2% em relação ao ano anterior. Esse foi o melhor resultado dos 50 anos da cooperativa, celebrado em novembro do ano passado. A sobra líquida atingiu o montante de R$ 1,109 bilhão, um crescimento de 40,0% em relação ao ano anterior. As sobras serão distribuídas aos associados a partir desta sexta-feira (12/02), conforme a movimentação de cada um na cooperativa.

Assembleia  Os números do Exercício de 2020 foram aprovados na 51ª Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada nesta quinta-feira (11/02). Devido a pandemia ocasionada pelo coronavírus, a Assembleia foi no formato digital com a participação de centenas de cooperados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Foco  O foco da cooperativa continua sendo o de agregar valor às atividades dos associados, com o compromisso de ser a melhor opção de seu desenvolvimento, a realização profissional dos funcionários, os melhores produtos aos clientes e negócios aos parceiros. “Assim, é com satisfação que podemos afirmar ser este o melhor ano da história da Coamo, seja no recebimento e industrialização dos produtos, ou nos aspectos econômicos e financeiros”, diz José Aroldo Gallassini, presidente do Conselho de Administração da Coamo.

Safra  De acordo com ele, em 2020, a Coamo recebeu a maior safra de todos os tempos. “Os preços elevados motivaram os associados a comercializarem praticamente todo o volume entregue. Registramos, também, uma grande demanda pelos bens de fornecimento”, diz. Ele acrescenta que a grande safra foi reflexo de altas produtividades em todas as regiões da área de ação. “Tivemos um comportamento diferente dos associados, Mais atentos e conectados ao mercado, eles analisaram seus custos de produção e aproveitaram o bom momento da comercialização e, consequentemente, 80% da soja colhida em 2020 foi comercializada até o mês de abril.”

Recorde – A Coamo recebeu em suas 111 unidades, localizadas estrategicamente Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, o montante recorde de 9,276 milhões de toneladas, o que representa 3,6% da produção brasileira de grãos. “O ano foi desafiador e a Coamo demonstrou toda a sua capacidade de logística e utilização da sua estrutura de armazenagem, com capacidade estática de 6,822 milhões de toneladas”, diz Gallassini.

Índices – O EBITDA (Sobra antes de juros, impostos, depreciação e amortização), alcançou o montante de R$ 1,876 bilhão. O Patrimônio Líquido atingiu o montante de R$ 6,226 bilhões, representando um crescimento de 12,0% em relação ao ano anterior. Os principais índices foram: liquidez corrente 2,07; liquidez geral 1,48; margem de garantia 203,26% e o grau de endividamento 49,20%. A Coamo gerou e recolheu o montante de R$ 466,958 milhões em impostos, taxas e contribuições sociais.

Investimentos - Em 2020 os investimentos totalizaram R$ 414,804 milhões, com destaque para: Terminal Portuário II em Paranaguá, unidade de recebimento de produtos no Distrito de Macaúba em Dourados (MS), laboratório de sementes em Campo Mourão, Data Center Nível 3, verticalização dos armazéns de insumos, ampliação da capacidade de armazenagem das unidades; melhorias no fluxo de recebimento de produtos agrícola e industrial, tombadores, escritórios administrativos e operacionais, áreas para reflorestamento, entre outros.

Alimentos Coamo – Os Alimentos Coamo, compostos por margarinas, creme vegetal, óleo de soja, cafés, farinhas de trigo e gordura vegetal, tiveram seu melhor ano. O aumento da renda provocado pelo auxílio emergencial trouxe uma grande demanda por alimentos, permitindo que a comercialização de nossos produtos destinados ao consumidor final, fossem realizadas de forma altamente satisfatória.

Exportações – As exportações da Coamo foram para os continentes europeu, americano e asiático num total de 19 países. Em 2020 o volume exportado pela Coamo foi de 4,604 milhões de toneladas de produtos, com um faturamento de US$ 1,524 bilhão e um crescimento de 2,0% em relação ao ano anterior.

Governança – O ano de 2020 foi marcado por mudanças, com a aprovação em Assembleia de Associados da nova estrutura organizacional da Coamo, com um novo modelo de governança, constituída por um Conselho de Administração e uma diretoria Executiva. Essa mudança teve como objetivo a modernização da administração, favorecendo a sucessão e permitindo tranquilidade e segurança para que a cooperativa continue com foco nos associados.

Associados – Um dos motivos do sucesso da Coamo e do seu cooperativismo de resultados está no relacionamento e desenvolvimento com seus associados. A Coamo encerrou o ano com 29.438 associados, que utilizaram a estrutura da cooperativa para atendimento das suas necessidades, desde o plantio à comercialização das safras, além de outros benefícios. Durante o ano a cooperativa devolveu R$ 10,208 milhões de Capital Social para os associados que completaram mais de 65 anos de idade.

Funcionários – A Coamo encerrou o ano com 8.095 funcionários efetivos, dos quais 785 foram promovidos internamente e utilizou uma média mensal de 1.410 temporários e terceirizados. (Imprensa Coamo)

 

LAR: Com apoio do Estado, cooperativa anuncia investimento de R$ 2,4 bilhões

O presidente da cooperativa Lar, Irineo da Costa Rodrigues, apresentou nesta quarta-feira (10/02) ao governador Carlos Massa Ratinho Junior e aos secretários de Estado um plano de investimento de R$ 2,412 bilhões até 2024 na suinocultura e na avicultura, com previsão de dobrar a quantidade de funcionários diretos e alcançar 26 mil contratados. Há previsão de crescimento em todas as etapas da produção de suínos e aves nas regiões Oeste e Norte, onde já há plantas da cooperativa. O investimento engloba aportes dos produtores e ampliação das atividades estratégicas da própria Lar.

Demandas - Em paralelo foram apresentadas diversas demandas para o Governo do Estado para acelerar esse processo de crescimento. Elas envolvem infraestrutura (viadutos, duplicações, acessos e pavimentação de estradas rurais), ampliação da oferta de rede trifásica, continuidade dos programas de incentivos fiscais e implementação de alternativas para a produção de energia elétrica. A ideia é trabalhar em parceria para assegurar os investimentos e os novos empregos, com potencial de melhorar a qualidade de vida em mais de 70 municípios.

Produção de alimentos - O governador destacou que os investimentos da Lar ajudarão o Paraná a aumentar, ainda mais, a produção e a industrialização de alimentos. Os ganhos também envolvem a transformação da matriz energética do campo, aumento das exportações e do atendimento do mercado interno e geração de empregos e ganhos para o comércio e o setor de serviços – cada emprego na avicultura gera outros 17 indiretos, ou seja, o projeto pode impactar positivamente quase 500 mil pessoas.

Orgulho - “A Lar é uma cooperativa que orgulha o Paraná por toda a sua história, pelo apoio ao desenvolvimento do agronegócio e da economia do Estado. É uma das maiores cooperativas do Brasil. Queremos facilitar a vida dos cooperados e da própria Lar para que esse processo de crescimento seja contínuo”, afirmou Ratinho Junior.

Bom momento - O governador também disse que o investimento foi anunciado em um bom momento do Paraná, que assiste números positivos da retomada de economia. Ele destacou a geração de 52,6 mil empregos com carteira assinada em 2020, segundo melhor resultado do País; crescimento de oito meses consecutivos na produção industrial, em nível superior à média brasileira; avanços no Descomplica Rural, que facilitou a liberação de licenças para a expansão dos negócios; investimentos de R$ 1,6 bilhão na recuperação de rodovias estaduais e R$ 191 milhões em pavimentação rural; e os 2,8 mil quilômetros de redes trifásicas já instaladas pela Copel.

Vocação - “O Paraná é amigo do produtor rural. Investimentos como esse reforçam a nossa vocação em cima da cadeia de carnes e vão ampliar as nossas exportações. Neste ano receberemos o reconhecimento internacional de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação e estamos preparando um salto logística com a Nova Ferroeste e a concessão de rodovias e aeroportos”, acrescentou Ratinho Junior. “A Lar é uma parceria do desenvolvimento do Estado no Oeste e no Norte e esperamos que essa parceria se mantenha por muito tempo”.

Investimentos - Os investimentos da Lar estão focados na suinocultura e na avicultura, nas respectivas bases produtivas, e nas ampliações das plantas existentes no Oeste e no Norte. As obras de aumento de capacidade de produção acontecerão nas unidades industriais de Santa Helena, Medianeira (R$ 135 milhões), Cascavel (R$ 82 milhões), Rolândia e Marechal Cândido Rondon (R$ 460 milhões).

Apoio - “Estamos investindo na produção de frango e suínos, na integração, e nas indústrias das cidades-polo de Rolândia, Medianeira e Marechal Cândido Rondon. Serão R$ 2,4 bilhões de aportes até 2024 e precisamos do Estado com a continuidade do Paraná Trifásico, viadutos e estradas melhoradas para concluir esse sonho”, disse o presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues. “Nenhuma outra área investe tanto quanto a nossa. Já existe uma integração e o Estado está fazendo a sua parte, mas estamos acelerando os projetos e temos a sinalização de que haverá essa urgência”.

Frimesa - O aporte na cadeia de suínos leva em consideração a instalação da Frimesa em Assis Chateaubriand – a Lar é responsável por 25% dos negócios dessa cooperativa. Atualmente, apenas 5% do faturamento da Lar é dessa matriz e o objetivo é aumentar esse acesso. A Lar fornece 3 mil suínos por dia para a Frimesa e tem 246 granjas em 12 municípios do Oeste.

Animais - A cooperativa trabalha com 2.570 matrizes avós, 95 machos para a produção de sêmen, 30.650 matrizes, 60.000 crechários e 690.00 leitões. Os investimentos em cinco crechários e 44 granjas por parte dos produtores, na casa de R$ 45,1 milhões, vão ajudar esses números a aumentarem a produção entre 23% e 45%. Serão, em 2024, 3.170 matrizes avós, 150 machos, 45.500 matrizes, 90.000 crechários e um milhão de leitões. Haverá um salto nos processos produtivos de terminadores, de pocilgas e de funcionários.

Avicultura - Já a avicultura representa 30% do faturamento da Lar. Os investimentos próprios da cooperativa serão usados para nove núcleos de recria e novos incubatórios, com aporte de R$ 121 milhões. Os produtores associados pretendem investir em 14 núcleos para produção de ovos e 880 novos aviários, com aporte final de R$ 905 milhões.

Recria - Atualmente são 1,1 milhão de aves em recria, número que vai chegar a 2,2 milhões em 2024. Serão 1,8 milhão de frangos destinados à produção de ovos ao final do investimento – com aumento de 15,5 milhões de ovos incubados para 40 milhões. Também haverá crescimento de 107% na produção de aves para a terminação, com 1,1 milhão de aves abatidas por dia. Serão, ao final do investimento, mais de 500 novos associados, mais de três mil aviários (crescimento de 104% em relação ao estoque atual) e 71 municípios na área de abrangência.

A cooperativa - A Lar é uma cooperativa com 56 anos de história. Ele é responsável por aproximadamente 5% do PIB agropecuário do Paraná e faturou, em 2020, mais de R$ 10 bilhões (mais de 50% em relação a 2019). São 54 unidades de recebimento de grãos e 4 agroindústrias para abate de carnes, com exportação para 80 países. São 11.762 associados e 20.500 funcionários diretos – é a cooperativa que mais emprega no País. É a quarta maior empresa de abate de frangos do País.

Impostos - A Lar gerou R$ 817 milhões de impostos em 2020, sendo R$ 436 milhões exclusivamente estaduais, e repassou cerca de R$ 21,5 milhões por mês diretamente aos produtores rurais.

Demandas - Os secretários estaduais também apresentaram um panorama dos programas que estão em desenvolvimento ou vão começar num futuro próximo. A maioria das demandas já está tramitando dentro do Governo do Estado, como o Paraná Trifásico, projetos executivos de obras no entorno das plantas da cooperativa, licenciamentos ambientais e pavimentações rurais.

Interligação - O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, destacou o início da implementação da interligação municipal entre Ramilândia e Santa Helena, acordada com a Itaipu Binacional, e a possibilidade de inclusão de terceiras faixas e ampliação da segurança nas PR-465, PR-488 e PR-495, que conectam os municípios lindeiros ao lago de Itaipu, em projetos futuros com a binacional. Ele também disse que o Governo do Estado pretende melhorar os acessos, com viadutos, nas plantas de Rolândia e Matelândia.

Prioridade - “É uma prioridade melhorar as rodovias da região Oeste e Norte. Temos prioridade em resolver gargalos logísticos no Paraná e somos parceiros de iniciativas que gerem milhares de empregos”, acrescentou. “Queremos levar mais segurança aos investimentos, evitando perdas e desvios desnecessários”.

Liderança - O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, acrescentou que o Paraná é o maior produtor de frangos do País e o segundo em suínos, com possibilidade de alcançar a liderança no médio prazo. Ele ressaltou que os novos investimentos da Lar serão acompanhados de um grande programa de políticas públicas do Estado com os municípios.

Benefícios - “Teremos 500 quilômetros de estradas rurais pavimentadas em 2021 e o lançamento do Banco do Agricultor, facilitando o acesso a sistemas de irrigação, placas fotovoltaicas e biodigestores. Também estamos ampliando o apoio técnico às nossas cadeias produtivas e melhorando as condições sanitárias para a exportação”, afirmou.

Presenças - Participaram do encontro o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo), Romulo Marinho Soares (Segurança Pública) e Marcel Micheletto (Administração e Previdência); o diretor do Departamento de Estradas de Rodagem do Pararaná, Fernando Furiatti; o diretor da Copel Distribuição, Maximiliano Orfali; os prefeitos de Medianeira, Antônio França, e Matelândia, Maximino Pietrobon; os deputados estaduais Cobra Repórter, Hussein Bakri e Gugu Bueno; José Roberto Ricken, presidente da Ocepar; e Lauro Soethe, Urbano Inácio Frey, Jair José Meyer e Vandeir José Conrad, diretores da Lar. (Agência de Notícias do Paraná)

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C.VALE: Cooperativa oferta 679 vagas de emprego através das Agências do Trabalhador

cvale 11 02 2021As Agências do Trabalhador de 15 municípios estão atuando na colocação de trabalhadores em 679 vagas ofertadas pela C.Vale - Cooperativa Agroindustrial, em Palotina (Oeste) e região. A captação de vagas junto às empresas, através das Agências do Trabalhador, é uma ação proativa implementada na Secretaria de Justiça, Família e Trabalho. “Nos aproximamos cada vez mais das empresas para acelerar a colocação dos paranaenses no mercado de trabalho”, afirma o secretário Ney Leprevost.

Municípios - As vagas estão sendo oferecidas nas Agências do Trabalhador de Alto Piquiri, Altônia, Assis Chateaubriand, Cafezal do Sul, Formosa do Oeste, Guaíra, Iporã, Maripá, Nova Santa Rosa, Palotina, Perobal, Pérola, São Jorge do Patrocínio, Terra Roxa e Toledo.

Auxiliar de produção - Do total de 679 vagas, 351 são para auxiliar de produção avícola com a média salarial de R$ 1.470,43 e mais vale alimentação no valor de R$ 457,26 e benefícios e premiações. As demais oportunidades são para os segmentos de atendente de lojas e mercados, bombeiro civil, vendedor, supervisor de manutenção, agrônomo, medicina veterinária, técnico agropecuário, supervisor administrativo, auxiliar de manutenção predial, operador de máquinas fixas, assistente e analista administrativo entre outros.

Atuação - A C.Vale atua na produção de soja, milho, trigo, mandioca, leite, frango, peixe e suínos, no Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Paraguai. Só em território paranaense são 81 unidades. “A maior parte das vagas que estamos gerando se deve ao processo de agroindustrialização, mas temos oportunidades também em outros segmentos. Em tempos de pandemia e dificuldades econômicas, são boas alternativas para quem busca colocação”, diz o presidente da cooperativa, Alfredo Lang.

Contato - Os interessados podem entrar em contato com as Agências locais de onde residem, ou mediante o agendamento prévio pelo site www.justica.pr.gov.br/trabalho.

Aplicativo e site- Os trabalhadores também têm a opção de buscar vagas cadastradas pelo aplicativo Sine Fácil (disponível gratuitamente para celulares Androide e iOS), ou pelo site www.empregabrasil.mte.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COTRIGUAÇU: Jornal destaca inauguração do novo desvio ferroviário em Paranaguá

cotriguacu 11 02 2021Reportagem publicada pelo jornal Folha do Litoral destaca a inauguração do novo desvio ferroviário feito pela Cotriguaçu Cooperativa Central em seu terminal portuário localizado no Porto de Paranaguá. O evento ocorreu nesta quarta-feira (10/02). De acordo com o jornal, “para ser concretizada, somente a estrutura teve o investimento total de R$ 8 milhões, sendo que, somado aos recursos investidos nos últimos dois anos no modal ferroviário, a Cotriguaçu investiu R$ 15 milhões. Com isso, há uma melhora na movimentação e eficiência logística da cooperativa, focada nos serviços de exportação de grãos e farelos a granel, bem como haverá redução do impacto viário da atividade na Avenida Coronel José Lobo e na cidade”.

Clique aqui e confira na íntegra a reportagem

 

INTEGRADA: Entre as 40 melhores empresas para trabalhar no Brasil

A Integrada está entre as 40 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, na categoria Grandes Indústrias 2020. O prêmio fortalece ainda mais as conquistas alcançadas junto à GPTW, que inclui a Certificação de Excelente Lugar para Trabalhar, além de ocupar a 9ª posição entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná, categoria Grandes Empresas.

Ranking - O ranking das Melhores Empresas para Trabalhar GPTW – Indústria 2020, foi divulgado na terça-feira (09/02), em um evento online, com parceria da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Categorias - São 80 empresas reconhecidas em duas categorias: 40 de porte médio e as outras 40 de grande porte. Essa primeira edição do ranking Indústria teve 224 empresas inscritas, onde trabalham 343.858 colaboradores.

Avaliação - As três Unidades Industriais da Integrada – de Milho em Andirá (PR), de Suco de Laranja em Uraí (PR) e de Rações em Londrina (PR), foram avaliadas por meio de uma pesquisa de satisfação dos colaboradores e as práticas de gestão de pessoas. Os critérios de avaliação, de acordo com a equipe GPTW, são pautados no clima organizacional e na avaliação dos colaboradores sobre o ambiente de trabalho.

Significado - Para o diretor presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, o reconhecimento foi uma grata notícia, com um grande significado para a cooperativa, que sempre trabalhou, nestes 25 anos, em virtude das pessoas, colaboradores, cooperados e comunidade. “Valorizar as pessoas é um dos princípios fortes da Integrada. São elas que constroem e desenvolvem a nossa cooperativa, estão à frente dessa engrenagem toda. Parabenizo e agradeço a dedicação e o comprometimento dos colaboradores das nossas três indústrias”, disse Hashimoto.

Sobre GPTW Brasil - O Great Place to Work é uma consultoria global que apoia organizações a obter melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação. A missão é construir uma sociedade melhor, transformando cada organização em um Great Place to Work For All.

Prestígio - Fundado há 25 anos por Robert Levering e Amy Lyman, o GPTW traz em sua marca o prestígio e o reconhecimento internacional por aplicar pesquisas de clima, certificar e reconhecer os melhores ambientes de trabalho em 109 países, impactando mais de 12 milhões de colaboradores.

Sobre a Integrada Cooperativa Agroindustrial - A Integrada Cooperativa Agroindustrial foi fundada em Londrina (PR), no dia 6 de dezembro de 1995, por um grupo de agricultores confiantes no sistema cooperativista. Com 25 anos de existência, a Integrada se tornou uma das principais cooperativas do Brasil, com 65 unidades de recebimento distribuídas em notórias áreas produtoras dos estados do Paraná e São Paulo.

Presença - Presente em 50 municípios do Paraná e de São Paulo, a Integrada conta com cerca de 11.000 cooperados e 1.850 colaboradores, dedicados a impulsionar a força do agronegócio no país. Atuante na agroindústria, venda de insumos, assistência técnica e recebimento da produção agrícola, a Integrada desenvolve atividades nos mercados de soja, milho, trigo, café, laranja, entre outras culturas. A maior parte de seu faturamento vem da comercialização de grãos.

Investimento - A cooperativa investiu fortemente na indústria, e hoje conta com três unidades: a de milho e derivados, em Andirá (PR), da de suco de Laranja em Uraí (PR) e de Rações em Londrina (PR).

Alta tecnologia no processamento de milho - A produção de derivados de milho é uma realidade na Integrada desde 2001, quando a cooperativa iniciou a operação da Unidade Industrial de Milho, em Andirá (PR). Em outubro de 2015, a Integrada inaugurou também em Andirá uma das mais modernas plantas industriais do Brasil para processamento de milho, projetada com o que existe de mais avançado em equipamentos e tecnologia para produção de derivados de milho no país.

Pioneira - A Integrada é pioneira na verticalização da cadeia do milho no Paraná. Os investimentos em agroindustrialização fazem parte do nosso planejamento estratégico, que busca agregar valor aos produtos dos associados e diversificar as receitas da cooperativa.

Produtos - Os produtos da Unidade Industrial de Milho são utilizados em diversos setores da indústria de alimentos e bebidas, como cereal matinal, cervejaria, panificação, biscoitos, massas, amidos, gorduras vegetais, nutrição animal e até mesmo na mineração e na produção de papel. Com excelência em segurança alimentar e ambiental, o projeto foi elaborado com alta tecnologia e foram planejados prédios funcionais, que atendem a todas as exigências das legislações vigentes para indústrias de alimentos.

Mais diversificação e renda para cooperadosO Projeto Sucos, que surgiu para diversificar a produção e gerar mais renda para os cooperados, se transformou num grande negócio, em um mercado que hoje pode ser considerado sem fronteiras, envolvendo produtores de diversas regiões onde a Integrada atua.

Exportação- A construção da Unidade Industrial de Sucos, inaugurada em 2013, em Uraí (PR), possibilitou a produção de suco de laranja, que é colhida na região e processada na indústria da Integrada. O suco é exportado para países de vários continentes. A Indústria também fabrica outros produtos derivados da laranja, como o D'Limoneno, utilizado na indústria química.

Capacidade - A indústria tem capacidade para processar mais de dois milhões de caixas de laranjas por ano e os cooperados que cultivam laranja têm todo o suporte para implantação e condução dos pomares, feito pelo corpo técnico da cooperativa.

Prestação de serviço - Depois de implantado o pomar, a assistência técnica da Integrada continua a prestação de serviços na área de manejo e aquisição de produtos. Outra vantagem é que o cooperado pode manter lavouras tradicionais intercaladas entre os pomares, diluindo os custos de implantação.

Nutrição animal de alta qualidade A produção de rações faz parte da história da Integrada. Desde a fundação, a cooperativa conta com a Unidade Industrial de Rações (UIR), localizada em Londrina. Nos primeiros anos de atividade, a indústria da Integrada atendia basicamente o mercado de rações para postura. Com o passar dos anos, a Integrada foi se especializando na produção de rações extrusadas, principalmente para piscicultura.

Referência - Hoje, a Integrada é referência em nutrição animal de alta qualidade. São produtos que representam a seriedade e o comprometimento da cooperativa com os associados e os clientes.

Itens - A Unidade Industrial de Rações da Integrada produz rações e concentrados para piscicultura, bovinos de leite e corte, aves de postura e corte, ovinos, suínos, equinos, coelhos, além de suplementos minerais para bovinos e alimento pet para cães e gatos das marcas Brusky Premium, Rinthy Premium Especial e Splendid Super Premium.

Modular - Com capacidade inicial para produzir 50 mil toneladas de rações por ano, a Unidade Industrial de Rações da Integrada foi construída de forma modular e poderá ser expandida, conforme a necessidade, dobrando a capacidade de produção.

Mais - Sobre a Integrada Cooperativa Agroindustrial: http://www.integrada.coop.br/index.xhtml. (Imprensa Integrada)

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COPAGRIL: Dia de Campo fomenta a inovação por meio de mídias digitais

O Dia de Campo Copagril é um dos mais tradicionais eventos da Cooperativa Agroindustrial Copagril e tem o objetivo de fomentar o conhecimento técnico e a inovação no campo, na agricultura e na pecuária. A programação de 2021 conta com uma edição digital especial de transmissão ao vivo, a qual apresentou as principais informações da cooperativa e dos parceiros por meio de mídias digitais. A ação foi realizada na manhã desta quarta-feira (10/02) com 4 horas de transmissão, participação de 23 parceiros comerciais e entrevistas com profissionais da cooperativa e também de instituições de ensino.

Mudanças - Com uma estrutura diferente dos anos anteriores e restrições de público, em decorrência da pandemia do coronavírus, o Dia de Campo trouxe mudanças como a divulgação ao vivo nas redes sociais e também sistema de visitação por agendamento com a equipe técnica da Copagril. “São mudanças necessárias para o momento, mas isso não tira o brilho do evento que busca apresentar todas as questões tecnológicas dos segmentos da cooperativa, como cultivares, híbridos, pastagens, defensivos e máquinas. Áreas que incorporam as atividades do cooperados junto à cooperativa”, explica o diretor-secretário da Copagril, Márcio Buss.

O Dia de Campo- Desde a fundação da Copagril são realizados eventos e encontros com cooperados para apresentar experimentos e práticas com o objetivo de aperfeiçoar os processos produtivos, para maior produtividade por meio de práticas sustentáveis e eficientes. Esses encontros chamados de dias de campo aproximam os associados e facilitam a demonstração prática dos avanços tecnológicos do setor agropecuário.

Evolução - Os Dias de Campo Copagril iniciaram com a cultura de trigo na década de 1970, a partir das necessidades dos associados por informação para a implantação e condução das lavouras da época. Seguiram pelas décadas de 80 e 90 com a intensificação do trigo e milho, bem como a implantação da soja. A partir de 2009, com o crescimento do evento acompanhando o crescimento da cooperativa, houve um incremento nas atrações do Dia de Campo, que passou a incluir a participação de Fomentos e a demonstração de atividades que refletem a diversificação das atividades da cooperativa.

Público - Se no início da década de 1970 o Dia de Campo Copagril reunia em torno de 70 a 100 pessoas, atualmente o público visitante ultrapassa os milhares em dois dias de exposição. Em razão desse histórico de respeito, o Dia de Campo Copagril se tornou referência para a região Oeste do Paraná, Sul do Mato Grosso do Sul e Paraguai, sendo o maior evento da área de ação da cooperativa. A edição de 2020 foi um sucesso, com a participação de mais de 13 mil pessoas em dois dias de evento.

Digital - Em 2021 a Copagril intensificou o uso das mídias digitais na para a realização do Dia de Campo 2021 organizou a transmissão ao vivo, de modo a levar aos cooperados e clientes mais informações, novidades e tecnologias, com diversos assuntos referentes à produção agrícola e pecuária, como manejo nas culturas da soja, híbridos de milho, pastagens e informações dos segmentos de atuação da Copagril.

Redes sociais - A transmissão com participações ao vivo e também gravações dos parceiros Copagril foram acompanhadas pelas redes sociais da cooperativa, como a página oficial no Facebook e canal no Youtube. O conteúdo ficará disponível e também serão divulgados novos vídeos sobre os parceiros comerciais durante as próximas semanas. Para acessar a transmissão completa acesse: https://youtu.be/urOoiiumkIw

Próximas safras - “É um ano diferente, mas temos boas expectavas de safra e preço. No Dia de Campo Copagril apresentamos o que há de melhor, assim o produtor pode avaliar e se programar para as próximas safras, planejando as atividades dentro da propriedade”, completa Buss.

Visita presencial - Além de todo conteúdo online, os produtores da área de atuação da Copagril também podem agendar uma visita presencial na Estação Experimental. Os interessados podem conversar com a equipe técnica da Copagril para programar a visita. (Imprensa Copagril)

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COCARI: Conheça a Rota do Café e saiba mais sobre a participação dos produtores rurais no programa

A Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes, por meio do serviço social autônomo Paraná Projetos, e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná) assinaram em janeiro um termo de cooperação técnica para incentivar ações de turismo rural junto a agricultores familiares.

Divulgação - A parceria visa promover a elaboração de materiais publicitários e de divulgação das propriedades em que o turismo rural é explorado e que são atendidas pelo programa de Turismo Rural do IDR-Paraná. Segundo a coordenadora estadual de Turismo Rural do IDR-Paraná, Terezinha Busanello Freire, a iniciativa foi implantada com o objetivo de apresentar mais uma alternativa de renda para as famílias.

Valorizar o produto local - “Desde 2019, nosso foco é roteirizar propriedades rurais assistidas pelo IDR-Paraná voltadas à produção de alimentos. Focamos em formatar um produto turístico de fato rural e não apenas um produto no espaço rural. Por isso, o foco é evidenciar os produtos, para valorizar o terroir* paranaense, fazer o consumidor perceber a amplitude e a complexidade da produção de alimentos”, explica.

Novas vivências - Terezinha comenta que o programa pretende, por meio do turismo, realizar o processo inverso do consumo. “Queremos incentivar o consumidor urbano a se deslocar até a propriedade. Isso fará com que ele tenha a oportunidade de conhecer pelo menos um pouco dos desafios no campo e, para muito além disso, ter um dia de vivências, experiências, degustar novos sabores, respirar ar puro e conhecer novas realidades”, diz.    

Permanência no campo - Esse tipo de atividade ainda promove benefícios aos próprios produtores. “O turismo rural pode permitir que os jovens permaneçam no campo, fazendo a sucessão familiar, justamente por ser uma atividade que demanda alguns conhecimentos com ferramentas digitais, falar outras línguas e um dos principais fatores que é a renda. O IDR-Paraná entende a importância de apresentar soluções que permitam essa permanência”, ressalta a coordenadora.  

Análise - A partir da demanda, é realizada uma visita à propriedade e, partindo do objetivo da família, o IDR analisa o que pode ter viabilidade, discute como fazer, qual o grau de investimento necessário e outros passos para implementar a atividade de turismo rural. “Em vários casos, a família é autodidata e já faz as adaptações necessárias. Quando isso acontece, nossa participação se dá na divulgação desse destino turístico, contribuição na elaboração do material publicitário, na divulgação em eventos internos e externos e na criação de condições de promoção desse produto. Outra modalidade que recebe assessoria do IDR é o paisagismo da propriedade. “Temos um profissional liberado para capacitar outros técnicos e assessorar diretamente as propriedades ou circuitos de turismo rural no estado. Os eventos gastronômicos que realizamos em parceria com os municípios são outra forma de atendimento que possibilita divulgar o produto e gerar renda para as famílias”, complementa.

Rota do Café - Buscando resgatar a tradição e a cultura cafeeira do estado do Paraná e estimular o turismo por meio desta temática, a Rota do Café conta com 10 associados entre propriedades, museus e empreendimentos como cafeterias, em várias cidades. O IDR-Paraná apoia as ações da Rota do Café e faz a divulgação para que propriedades atendidas em café que tenham interesse possam se associar, como foi o caso do Sítio Eliza, em Mandaguari-PR. “Apresentamos a opção para eles e, posteriormente, a presidente da rota entrou em contato explicando os detalhes como custos e benefícios em se associar”, menciona.

Sítio Eliza - Para Fernando Rosseto, que pertence à família de cafeicultores do Sítio Eliza, cooperados da Cocari, a participação na Rota do Café incentiva os produtores a aprimorarem seu trabalho. “Desde quando ganhamos um concurso nacional, em 2017, sempre tivemos visitas na propriedade, como se fosse uma rota de turismo. As pessoas vinham para conhecer a família e o nosso trabalho, saber como o café do Paraná se destacou a nível Brasil. Não apenas pessoas do Paraná, mas de outros estados e até de fora do país vieram conhecer nossa propriedade”, conta.

Associação - O IDR averiguou o potencial turístico da propriedade e a colocou na rota do turismo do Paraná. “Fomos convidados para participar das feiras que são realizadas em todo o estado, aceitamos os convites e, com isso, mais pessoas vieram nos visitar. Dessa forma entramos na rota do Turismo do Paraná e recentemente nos associamos à Rota do Café, assim vamos continuar recebendo visitas do Brasil inteiro. Grande parte do apoio que temos vem deles, que estão sempre ao nosso lado. Virou uma parceria que já acontece há um ano”, conta o produtor.

Programação - As atividades turísticas incluem visita às propriedades, para conhecer as variedades de café e as formas de trabalho, o plantio, a florada e a colheita. São oferecidas também provas de café, em forma de bebida, mostrando como é cada variedade, apresentando o café especial e suas diferenças em relação ao tradicional.

Conhecendo a procedência - Os produtores explicam como funciona a torra, a separação de grãos e a classificação do café. “Muitas pessoas relatam que costumam beber café, mas nunca viram um pé de perto. Elas querem aprender mais sobre a produção do café, conhecer os cafeicultores, as propriedades e como se trabalha nesses locais”, menciona.

Ensinando a nova geração - O pai de Fernando, sr. José Carlos Rosseto, destaca uma visita especial. “Há pouco tempo, recebemos uma das melhores visitas que tivemos na propriedade: um CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) de Mandaguari trouxe alunos para nos conhecer. Eram crianças que nunca tinham visto um grão de café e puderam nos visitar em plena colheita. Foi um momento tão vibrante que ficamos emocionados de ver a meninada aqui, andando pela plantação e brincando no terreiro. Valeu a pena mostrar o conhecimento de todo o processo de produção do café para eles, que só conheciam o café dentro da xícara”, disse.

Avaliação de especialistas - Outra visita lembrada pelo sr. José Carlos é de quando receberam um grupo de pessoas de Minas Gerais, representantes de duas grandes cooperativas, o engenheiro agrônomo Gustavo Sera, especialista em produção de café, e alguns produtores que os acompanhavam. “Nos surpreendeu que eles viessem, já que Minas Gerais é referência na cafeicultura. Conversamos e explicamos o modo com que conduzimos a lavoura, produzindo um café de qualidade, que se destacou em outros locais. Foi uma valiosa troca de experiências e eles puderam provar o café sob diferentes temperaturas e sentir suas variações de sabor. Puderam perceber em nosso café sabores que nem imaginávamos, como vinho, mel, limão e se surpreenderam com a qualidade do nosso produto, favorecida pela combinação entre a nossa altitude e latitude, de modo que uma só variedade alcança todos os sabores do café”, destacou.

Reconhecimento - Segundo Fernando Rosseto, a atividade turística serve também como reconhecimento pelo trabalho feito na propriedade. “É muito gratificante receber essas pessoas, temos a sensação de que nosso trabalho está sendo mais valorizado. O trabalho no café especial não é fácil e hoje vemos que vale a pena e isso nos faz aprimorar os tratos na lavoura, dar mais valor à nossa atividade, investir mais para termos um produto cada vez melhor e preparar nossa propriedade para receber turistas”, acredita.

Parceria com a Cocari - O produtor falou sobre a parceria com a cooperativa. “A Cocari nos ajuda bastante com sua assistência técnica. Sempre consultamos a cooperativa para os manejos com o café e para o café especial não é diferente. A equipe nos orienta sobre os produtos a serem aplicados para alcançar boa granação, boa maturação e qualidade na colheita. A partir dessa assistência técnica, temos todos os cuidados no tratamento e sempre podemos contar com a Cocari para sanar dúvidas e trabalhar juntos. Ficamos muito felizes e gratos pela presença da cooperativa, que nos permitiu alcançar grandes objetivos”, finalizou Fernando.

Como participar - Conforme o IDR, se há interesse por parte da família em trabalhar com turismo rural, basta procurar um escritório local do IDR-Paraná/Emater e falar com o técnico. O órgão conta com técnicos que são referência em turismo rural em várias regiões do estado que podem se deslocar para fazer o atendimento. Caso não tenha atendimento via escritório local, o produtor pode solicitar também por meio do e-mail turismorural@idr.pr.gov.br ou pelo telefone (45) 9 9962-7168. (Imprensa Cocari)

*Terroir é um termo francês para definir um conjunto de fatores como topografia, geologia, drenagem, clima, microclima, variedades, intervenção humana, cultura, história, tradição. Todos eles juntos, somados, formam um produto com sabor único, característico de uma região (IDR-PR).

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UNIMED CURITIBA I: Cooperativa promove hábitos e comportamentos saudáveis aos seus beneficiários

Com a pandemia da Covid-19, os hábitos mudaram, mas cuidar da saúde continua sendo prioridade. Por isso, os programas de prevenção e promoção à saúde da Unimed Curitiba foram reformulados para acontecer de forma remota e garantir que a proteção e a segurança de todos. Assim, a cooperativa pode continuar oferecendo apoio e suporte humanizado e customizado aos seus beneficiários e empresas contratantes. Os programas – organizados em cinco linhas: atenção materno-infantil, atenção a jovens e adultos, gerenciamento de crônicos, atenção ao idoso, e pessoa jurídica – propiciam qualidade de vida e bem-estar aos beneficiários que participam, além de contribuir para o controle de doenças crônicas e redução dos comportamentos de risco.

Acompanhamento - “Nós conhecemos as histórias e o histórico médico de cada paciente e entregamos o que ele precisa para manter a saúde em dia. Temos uma boa infraestrutura e a nossa equipe multidisciplinar realiza a gestão de risco e faz o encaminhamento dos beneficiários para os programas preventivos. Dessa forma, realizamos o monitoramento e acompanhamento de forma constante”, afirma Marcos Kaminski, gestor do setor de Promoção à Saúde e Ambulatórios da cooperativa.

Atendimento remoto - Ao todo, quase 77 mil beneficiários foram atendidos remotamente pelos programas de prevenção e promoção à saúde em 2020. “Nossa expectativa é ampliar a participação dos beneficiários em 2021 para que a Unimed Curitiba possa se manter próxima e estimular o cuidado contínuo de todos. Acreditamos que, com esse trabalho, conseguimos motivar os nossos beneficiários a cuidar melhor de sua saúde e a adotar hábitos e comportamentos mais saudáveis. Isso tudo, com certeza, vai melhorar o bem-estar e a qualidade de vida deles”, explica.

Ampliação - Ano passado, o trabalho de prevenção também foi ampliado por meio da divulgação de 18 videoaulas gravadas por profissionais da área da saúde com dicas de alongamento e exercícios para fazer em casa, dicas nutricionais e sobre como equilibrar a mente e cuidar da saúde mental em tempos de coronavírus, entre outros temas pertinentes aos novos hábitos e rotinas adquiridos. Ao todo, os vídeos alcançaram 40 mil visualizações nas redes sociais da Unimed Curitiba e a expectativa é continuar utilizando a tecnologia para oferecer orientações e dicas às pessoas. “Acreditamos que um dos legados da pandemia é esse trabalho online, que possibilita ampliarmos nosso alcance, sem deixar de acompanhar de perto cada pessoa”, finaliza.

Programas - Clique aqui e conheça os programas oferecidos pela Unimed Curitiba! (Imprensa Unimed Curitiba)

UNIMED CURITIBA II: Nova unidade presta atendimento exclusivo e especializado em terapias pediátricas especiais

unimed curitiba II 11 02 2021Em dezembro do ano passado, em meio à crise sanitária da Covid-19, a Unimed Curitiba inaugurou, em parceria com a Faculdade Inspirar, a Acoolher: sua primeira unidade para atendimento exclusivo de beneficiários que necessitam de terapias pediátricas especiais. Com a nova unidade, os beneficiários têm mais uma opção de atendimento além do prestado pelas clínicas credenciadas para crianças com autismo e outras condições neurológicas. No novo espaço, os pacientes contam com um ambiente lúdico, especialmente planejado para prestar serviços com excelência e conforto nas áreas de psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional e treinamento parental.

Passo importante - “Estamos dando um passo importante para o atendimento, tratamento e acompanhamento de pacientes e familiares, ampliando o cuidado e melhorando a qualidade de vida das crianças com atraso no desenvolvimento neurológico, paralisia cerebral, transtorno de linguagem e transtorno do espectro autista. Fico feliz de ter participado ainda no nascedouro desse projeto, porque, mesmo neste momento que temos sido afetados pela pandemia, temos algo a comemorar. A despeito de todos os desafios que o último ano trouxe, o time da Unimed Curitiba, junto com a Faculdade Inspirar, manteve toda a programação para entregar esse projeto para que esses pacientes tenham um acolhimento e atendimento diferenciado”, afirmou o diretor-presidente da cooperativa, Rached Hajar Traya.

Origem - O diretor-presidente ainda ressaltou que a Acoolher é resultado de um trabalho que começou em 2001, quando a Unimed Curitiba decidiu ir muito além do que determina a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e foi a primeira operadora de planos de saúde a autorizar esse tipo de atendimento. “Criamos o Núcleo de Acolhimento Pediátrico de Terapias Especiais (NATPE) e agora, com a Acoolher, reforçamos esse protagonismo”, declarou.

Parceria com a Faculdade Inspirar - A Faculdade Inspirar investe no desenvolvimento de pesquisas e na formação de profissionais especializados no tratamento de crianças com síndromes neurológicas e, em especial, nas portadoras de Transtorno de Espectro Autista (TEA). Por sua expertise, a Inspirar será responsável pelo atendimento das crianças e suas famílias por meio de especialistas capacitados nas áreas de psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e fisioterapia. Além disso, está implementando protocolos próprios de carinho, cuidado e acolhimento e cursos de formação e capacitação para profissionais da área e clínicas da rede credenciada.

Família - “Com o foco na família e pautada em indicadores de segurança e performance, a Acoolher tem como missão gerar processos disruptivos no cuidado e tratamento da criança com síndromes neurológicas, buscando a ressocialização e reintegração por intermédio de uma equipe multidisciplinar alinhada com o melhor da medicina baseada em evidências e num ambiente inédito em nossa cidade. Nós, da Faculdade Inspirar, nos sentimos honrados pelo privilégio de participar dessa missão junto com a Unimed Curitiba. Convocamos os melhores profissionais, aqueles que formam e educam, e não pouparemos esforços. Agradecemos o convite e o compromisso de fazer da assistência da Acoolher uma referência para o Brasil”, destacou presidente do Grupo Inspirar, Esperidião Elias Aquim.

Tour virtual - Clique aqui e faça um tour virtual pela Acoolher, um ambiente lúdico e especialmente planejado para prestar serviços de excelência.

Mais - Se você é beneficiário da Unimed Curitiba e quer saber mais sobre a Acoolher, entre em contato pelo telefone (41) 3021-6230 ou no WhatsApp pelo número (41) 99285-5033. (Imprensa Unimed Curitiba)

 

SICOOB: Crédito pra vida melhorar; promoção vai distribuir R$ 485 mil em prêmios

sicoob 11 02 2021Com a certeza de que a vida vai melhorar e que os brasileiros vão conseguir sair do período mais difícil provocado pela pandemia do novo coronavírus, o Sicoob - instituição financeira cooperativa - lançou a promoção "Crédito pra vida melhorar", que vai distribuir R$ 485 mil em prêmios. O período promocional vai até 31 de março e incentiva a contratação de crédito a taxas mais justas do que as praticadas por instituições financeiras tradicionais.

Alinhada ao momento atual - De acordo com Francisco Silvio Reposse Junior, diretor executivo Comercial e de Canais do Sicoob, a ideia da promoção está alinhada com o momento que os brasileiros estão vivendo: com a chegada da vacina contra a Covid-19, a esperança de dias melhores começou a surgir de novo nos quatro cantos do País. "Está no nosso DNA oferecer crédito a taxas mais baixas, seja para colocar as contas em dia ou investir em um negócio próprio. A promoção surge como um adicional, já que os prêmios vão ajudar a melhorar ainda mais a vida de cooperados e não cooperados", diz.

Procura por crédito - Para Reposse, o atual momento é de maior procura por crédito em todo o País, principalmente por conta do fim do auxílio-emergencial, que ocorreu justamente no início de 2021.

Vales-compras - Na promoção, ao todo, serão 77 vales-compras, sendo 20 com valor de R$ 10 mil e 57 de R$ 5 mil, distribuídos em três sorteios. Quem for premiado poderá trocar os valores no shopping virtual do Sicoob, o Coopera, no prazo de até dois anos, contados da data de disponibilização do ponto do vencedor. Os sorteios serão realizados em fevereiro, março (cinco vales-compras de R$ 10 mil e 16 de R$ 5 mil em ambos) e abril (10 vales-compras de R$ 10 mil e 25 de R$ 5 mil).

Para participar - Para participar, basta contratar uma operação de crédito com o Sicoob. São diversas opções, como imobiliário, pessoal, capital de giro, rural, financiamentos e até o consignado. Outra modalidade que habilita a participação na promoção é o seguro prestamista - aquele que garante a quitação do contrato em caso de alguma intercorrência com o contratante.

Novidade - Segundo o executivo, uma novidade é que todos que abrirem conta no Sicoob durante o período promocional, seja fisicamente ou pelo aplicativo, também concorrerão aos prêmios. "Estamos muito felizes em auxiliar nesse movimento para fazer a esperança dos brasileiros voltar a crescer. Temos tudo para sair da crise o mais rapidamente possível e a cooperação é uma das formas mais efetivas para isso". Para acessar o regulamento completo da promoção, acesse: https://www.sicoob.com.br/vaimelhorar

Cooperados - O Sicoob conta, hoje, com mais de 5 milhões de cooperados. Presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, é a única instituição financeira em pleno funcionamento em 304 municípios. Entre seus objetivos está promover a justiça financeira e a prosperidade nas comunidades em que está inserido.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por mais de 380 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Sua rede de atendimento físico é a terceira no Sistema Financeiro Nacional, com mais de 3 mil pontos de atendimento. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Cooperado de Santa Tereza do Oeste é premiado na campanha “Sorte Assim só no Sicoob”

sicoob credicapital 11 02 2021Um cooperado do Sicoob Credicapital em Santa Tereza do Oeste (PR) foi premiado na campanha “Sorte Assim só no Sicoob”. Associado desde 2016, Luiz Eduardo da Silva levou pra casa um smartphone Samsumg Galaxy S10.

Acolhido - Ele conta que decidiu fazer parte do Sicoob porque sempre foi muito bem recebido pela equipe e que ficou muito feliz com a premiação, totalmente inesperada. “Eu me sinto acolhido aqui na agência, sempre fui bem atendido e tive meus problemas resolvidos”, comenta.

Chance de ganhar - Para o gerente da agência Carlos Alberto Rodrigues, ter um cooperado premiado é muito importante para o relacionamento com todos os cooperados, porque mostra que a chance de ganhar existe, mesmo sendo uma campanha nacional.

Relacionamento - “É uma forma de fortalecer o relacionamento com os cooperados, porque eles passam a acreditar na chance de ganhar, além de fidelizar o cooperado que foi premiado. Outro ponto positivo é que os nossos colaboradores também se motivam e isso se reflete no atendimento com o cooperado”, conta.

Entrega - A entrega do prêmio aconteceu no dia 5 de fevereiro, na agência de Santa Tereza do Oeste. O cooperado foi recepcionado por toda a equipe, que preparou um delicioso café da manhã. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

BRDE LABS: Startups finalistas apresentam seus projetos inovadores

brde 11 02 2021O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) realizou na segunda-feira (08/02) o evento final do BRDE Labs, programa desenvolvido em parceria com a Hotmilk - Ecossistema de Inovação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). As dez startups finalistas apresentaram seus projetos no evento online, no canal oficial do BRDE no YouTube.

Participações - O vice-governador Darci Piana participou do evento, junto com o secretário da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley, o reitor da PUCPR, Waldemiro Gremski, o diretor da Hotmilk, Fernando B. Luciano, e o sócio da DemoInvest e Gestor do Fundo Anjo, Franco Pontillo.

Cooperativas agroindustriais - O BRDE Labs foi criado com o objetivo de ajudar no desenvolvimento do Paraná. Com o programa, as startups puderam ter contato com cooperativas agroindustriais a fim de criar soluções para melhorar seus processos de produção, automação, financeiro, gestão e infraestrutura.

Importância - O vice-governador destacou a importância da iniciativa do BRDE em conjunto com a Hotmilk. “A atualização dos conceitos produtivos do Paraná pode refletir para os demais estados”, disse.

Agroindústria - Já o secretário Ortigara ressaltou a importância do programa para o Paraná, que tem se consolidado como uma das maiores economias do Brasil, tendo raízes na agroindústria - o setor representa aproximadamente 34% da sua economia. "Estamos buscando novas formas de inovar. É o caminho do sucesso", disse.

Parceria - Para o diretor do BRDE, Wilson Bley, a parceria com a Hotmilk e a PUC, e o estreitamento de laços com as cooperativas, foram parte do sucesso desse projeto. “Esperamos que essas startups encontrem, em breve, financiadores para desenvolverem mais ainda seus projetos”, disse.

Projetos - Confira os projetos das startups

AGAPYS – Comece a transformar os seus processos e tarefas simulando a atuação do ser humano ao executar atividades em um computador (em tempo real). O RPA (Robotic Process Automation) é a inovação tecnológica perfeita para automatizar e otimizar processos e tarefas que antes só poderiam ser executadas com a intervenção humana, economizando tempo e recursos. Esse é o mote da Agapys.

AWARE – O TAS é o TMS para empresas embarcadoras (Transportation Management System) da Aware. A diferença para todos os outros é que ele foi pensado em automatizar seus processos, reduzindo custos e falhas humanas. Além disso, diferente de outros TMS do mercado que foram pensados para transportadoras, o TAS possui ferramentas próprias para que embarcadores possam gerenciar o seu relacionamento e acompanhar suas remessas com diversas transportadoras diferentes.

BART DIGITAL – Criada com o objetivo de facilitar os processos de financiamento agrícola, a Bart Digital possibilita a digitalização dos recebíveis agrícolas. Os credores do agronegócio passam a formalizar as garantias de maneira 100% digital, contando com emissão, coleta de assinaturas digitais e registros eletrônicos em cartórios e centrais registradoras.

COWMED – A Cowmed monitora o comportamento de bovinos de leite através de um colar e antenas. São monitorados o tempo de ruminação do animal durante o dia todo, o tempo de atividades e o tempo de ócio. Com esses parâmetros é feito cruzamento de dados para dar alertas no celular ao produtor se o animal está no cio e qual melhor horário para inseminação, aumentando, assim, as taxas reprodutivas. Também há alertas de saúde, se o animal mudou o comportamento nos últimos dias, prevenindo doenças e baixando as taxas de descarte da fazenda. É possível utilizar, ainda, o alerta de nutrição, que permite informações se o lote monitorado está tendo uma nutrição desejada, se houve alguma mudança no consumo impactante positiva ou negativa, de forma melhorar a produção leiteira.

CYCLOAR – O Cycloar é um sistema de exaustão e iluminação natural para Silos e Armazéns Graneleiros que utilizará iOT. É possível resolver o problema de perda de grãos (apodrecimento) depositados por conta da condensação. Atualmente o sistema Cycloar já reduz as perdas dos grãos armazenados por conta do sistema de exaustão e iluminação e, com a integração de soluções iOT, é possível fazer a gestão das unidades armazenadoras, monitorando e automatizando a estocagem em silos e armazéns graneleiros.

DIGIFARMZ SMART AGRICULTURE – A DigiFarmz é uma plataforma digital que combina dados de pesquisas, informações climatológicas, genética de cultivares, datas de semeadura, local e outros parâmetros para apresentar recomendações inteligentes que auxiliam produtores, agrônomos e consultores no manejo fitossanitário, tanto no controle de doenças, pragas e plantas daninhas quanto na nutrição das plantas.

GIRO.TECH – O sistema apoia grandes empresas e cooperativas na criação de suas próprias operações de financiamento, gerando novas receitas para a companhia e maior inteligência financeira para sua operação. A startup possui as licenças do Banco Central e da CVM para criar e gerir o fundo de investimento da empresa e fornece as plataformas e tecnologia necessárias para a criação das operações digitais de financiamento a seus clientes e fornecedores. Com a Giro.Tech a empresa pode ter sua própria plataforma de financiamento sem os altos custos e burocracia da abertura de uma instituição financeira regulada.

NOVAGUATÁ – Produz kits de biologia molecular voltados para contaminantes microbiológicos, como Salmonella sp. A produção de frango e outras vertentes industriais necessitam de respostas rápidas quanto a contaminantes. A startup desenvolveu um kit que analisa em 7 horas o que o método clássico leva de 3 a 15 dias. O objetivo é revolucionar a análise microbiológica, trocando métodos convencionais por métodos moleculares.

RADEK SYSTEMS – A Radek ajuda empresas concessionárias de energia a reduzir perdas comerciais e não técnicas (roubo) de energia utilizando inteligência de dados (IA) e internet das coisas (IoT). A empresa pretende utilizar a experiência no setor de Utilities (concessionárias de energia) para ajudar a formatar a plataforma SeGRID para atender as empresas do setor de agronegócio - sobretudo na gestão energética, logística e processos produtivos.

SCOREPLAN – O Sistema para Planejamento Estratégico e Orçamentário automatiza processos, potencializa os controles e entregas, reduz erros e retrabalho, agiliza os processos de tomada de decisão e integra toda a gestão estratégica da empresa; objetivos, indicadores, ações, projetos, Budget e etc. O Scoreplan é uma plataforma Cloud que unifica todos os processos de gestão estratégica da empresa em um único local. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CONAB: Produção brasileira de grãos deve chegar a 268,3 milhões de toneladas

conab 11 02 2021O 5º Levantamento da Safra de Grãos 2020/21, divulgado nesta quinta-feira (11/02) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta um crescimento na produção total esperada, devendo alcançar 268,3 milhões de toneladas, ou 4,4% (11,4 milhões de toneladas) superior ao obtido em 2019/20.

Ganho - Em comparação com o levantamento anterior, o estudo indica que houve um ganho de 3,5 milhões de toneladas, o que é sustentado pelo crescimento de 4,4% na área de plantio do milho segunda safra. Essa cultura ainda está em semeadura. Com relação à área total plantada, estimada em 67,7 milhões de hectares, representa um crescimento de 2,7% em relação à safra anterior.

Andamento da colheita - Realizada na última semana de janeiro, a pesquisa mostra que neste momento está em andamento a colheita das lavouras de primeira safra. Este é um período em que a maioria dessas áreas serão utilizadas para o posterior plantio das culturas de segunda e terceira safras.

Milho primeira safra - Com relação ao milho primeira safra, houve uma redução de 0,8% na área cultivada. A produção esperada é de 23,6 milhões de toneladas. Somando-se a segunda e a terceira safras, a produção total poderá atingir 105,5 milhões de toneladas, 2,9% superior à obtida em 2019/20. A soja vem mantendo a tendência de crescimento na área cultivada. Nesta safra a estimativa aponta para uma área de 38,3 milhões de hectares, crescimento de 3,6% em relação ao ciclo passado e uma produção de 133,8 milhões de toneladas.

Feijão - O feijão mostra um crescimento na primeira safra de 0,6% na área e produção estimada em 1 milhão de toneladas. Quando somadas as três safras, este número de produção passa para 3,2 milhões de toneladas. Enquanto isso, a safra de arroz deverá sofrer uma redução de 2,3% na área cultivada, totalizando 1,7 milhão de hectares e 10,9 milhões de toneladas na produção.

Demais culturas - Finalmente, com relação às demais culturas, o algodão mostra uma concentração do plantio em janeiro, e previsão de queda de 13,1% na área e 16% na produção. O amendoim primeira safra terá crescimento de 3% na área e 560,5 mil toneladas de produção estimada. Já o trigo tem o seu início de plantio a partir de março, com perspectivas de crescimento de 2,1% na área semeada e 6,4 milhões de toneladas de produção.

Mercado de Grãos - Em relação ao milho, o cereal finalizou o ano-safra em janeiro de 2021 com exportações em 34,8 milhões de toneladas, o que representa redução de 14,9% em relação ao último ano, mantida a previsão de exportações em 35 milhões de toneladas até o final de janeiro de 2022. No mês atual, os embarques alcançaram 2,5 milhões de toneladas, 22% a mais que no mesmo período do ano passado. Já a soja tem venda estimada para o mercado externo de 85,6 milhões de toneladas para este ano. Em janeiro, o ritmo de exportações foi lento devido à pouca quantidade de safra colhida da cultura, mas caso se confirme a expectativa para o ano, o volume será recorde da série histórica, com aumento de 3,12%. Para o algodão, as exportações continuaram em ritmo acelerado se comparado com a média histórica em janeiro, porém com queda de 11,34% em relação a jan/2020. No caso do arroz, o destaque segue para as importações, que fecharam o primeiro mês do ano em 131,1 mil toneladas, contra 59,6 mil toneladas observadas no mesmo período em 2019. (Conab)

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FOTO: Arquivo CNH

 

IBGE: Safra 2021 deve superar em 3,2% o recorde atingido em 2020

ibge 11 02 2021A safra nacional de grãos para 2021, cujos prognósticos já vinham indicando novo recorde, teve mais uma alta de estimativa e deve atingir 262,2 milhões de toneladas, ficando 3,2% acima da produção de 2020 (254,1 milhões de toneladas), que já havia sido a mais alta da série histórica do IBGE. A soja e o milho deverão ser os grandes recordistas da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas no país. Já o algodão, que vinha alcançando recordes por três anos seguidos, deve ter redução de 16,5% em relação a 2020.

Levantamento - As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (11/02), pelo IBGE. De acordo com o gerente da pesquisa, Carlos Barradas, a produção de algodão vinha crescendo para atender a demanda internacional, mas, com a pandemia da covid-19, as quedas no setor de vestuário refletiram em uma menor procura por esse produto, influenciando na decisão de plantio da próxima safra.

Atraso - “Na atual safra, o plantio da soja atrasou devido à escassez de chuvas em algumas regiões e, como grande parte das áreas de algodão são plantadas depois da colheita da soja, na segunda safra, é provável que os produtores reduzam a área plantada com o objetivo de minimizar o risco climático. Além disso, os excelentes preços alcançados pelo milho e sua forte demanda, devem influenciar a decisão dos produtores, no sentido de substituir o algodão pelo cereal, que possui um menor custo de produção e maior facilidade de comercialização”, avalia Barradas.

Milho - O milho, em relação à última informação (dezembro), teve sua estimativa de produção elevada em 2,0%, totalizando 103,7 milhões de toneladas, recorde da série histórica do IBGE. Em relação ao ano anterior, a produção deve ser 0,4% e a área a ser colhida 3,2% maiores. A primeira safra deve participar com 25,3% da produção brasileira de 2020 e, a segunda, com 74,7%.

Exportações - “As exportações brasileiras de milho têm aumentado nos últimos anos, o que, junto à desvalorização cambial do Real, faz com que o produto aumente de preço no mercado interno, já que a oferta não é tão alta. Como a demanda interna pelo cereal continua elevada, em decorrência do maior consumo do complexo de produção de carne suína e de aves, bem como o da produção de ovos de galinha, os preços do produto devem continuar elevados. Algumas usinas de produção de álcool, a partir do milho, também estão sendo instaladas na região Centro-Oeste, o que tem elevado a demanda pelo cereal”, comenta Carlos Barradas.

Produção - E a estimativa da produção da soja foi de 130,3 milhões de toneladas, subindo 0,4% em relação ao mês anterior e 7,2% frente à safra de 2020, atingindo novo recorde na série histórica do IBGE.

Mato Grosso- O Mato Grosso é o maior produtor brasileiro de soja e a falta de chuvas no estado não só provocou o atraso no plantio como até a necessidade de replantio em algumas áreas. Mas, mesmo assim, a produção local foi estimada em 34,6 milhões de toneladas, que representa 26,6% do total nacional de soja a ser colhida em 2021.

Estiagem - “Além disso, na região Sul, as lavouras do Paraná e Rio Grande do Sul sofreram com a escassez de chuvas até novembro, o que pode resultar em declínio da produtividade. Contudo, a partir de dezembro, houve retorno das chuvas e as informações são de uma boa recuperação das lavouras”, acrescenta Barradas.

Aumentos - Em relação a dezembro, houve aumentos nas estimativas da produção do feijão 2ª safra (21,5%), da batata-inglesa 2ª safra (5,4%), do cacau (4,4%), do milho de 2ª safra (2,9%), do tomate (2,0%), do feijão de terceira safra (1,6%), da soja (0,4%), do arroz (0,2%) e do café canéfora (0,1%). Por outro lado, houve declínios nas estimativas da produção da batata-inglesa 1ª safra (-0,5%), do milho 1ª safra (-0,6%), do feijão 1ª safra (-0,8%), do sorgo(-1,5%), do algodão herbáceo (-2,8%), e do café arábica (-11,1%).

Regiões - As regiões Sul (13,3%) e Nordeste (0,4%) aumentaram suas estimativas de produção, enquanto Centro-Oeste (-1,1%), Sudeste (-0,7%) e a Norte (-2,1%) reduziram. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Jaelson Lucas / AEN-PR

 

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA: Governo lança Programa Titula Brasil para agilizar processos

regularizacao fundiaria 11 02 2021Os municípios onde existem terras rurais da União aptas a regularização fundiária ou assentamentos da reforma agrária já podem acessar a página do Programa Titula Brasil e preencher o formulário de adesão ao programa, lançado oficialmente nesta quarta-feira (10/02) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

Orientações - Na página, as prefeituras vão encontrar as orientações para a elaboração do plano de trabalho e posterior assinatura do Acordo de Cooperação Técnica com o Incra, visando efetivar as atividades previstas na Lei 11.952 de 2009, que disciplina a regularização fundiária em terras rurais da União.

Parcerias - Criado pela Portaria Conjunta nº 1 de dezembro de 2020, da Secretaria Especial de Assuntos Fundiários (Seaf) e Incra, o Programa tem por objetivo fomentar parcerias entre o instituto e municípios, conforme determina o artigo 32 da Lei 11.952 de 2009.

Aplicativo - Juntamente com a página do Programa, foi lançado o aplicativo Titula Brasil, primeiro produto criado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) para atender as demandas do Incra no contrato de desenvolvimento de serviços e sistemas, assinado em dezembro passado. O objetivo do contrato é automatizar e desburocratizar o processo de regularização com segurança por meio de soluções tecnológicas.

Qualidade de vida - Na cerimônia de lançamento do Programa e do aplicativo, a ministra Tereza Cristina disse que o Titula Brasil vai melhorar a qualidade de vida de muitos brasileiros que precisam desse título. “Isso vai trazer dignidade, renda e benefícios, não só para aquela pessoa, mas para toda a região. Quando vamos entregar títulos com o presidente Jair Bolsonaro em alguns lugares, a gente vê a emoção dessas pessoas quando pegam seu título na mão. Muitos falam: ‘é a nossa alforria’”, disse a ministra.

Comemoração - O secretário Especial de Assuntos Fundiários do Mapa, Nabhan Garcia, enviou um vídeo comemorando o lançamento do Programa. Segundo ele, o programa vai beneficiar milhares de famílias que ajudaram a colonizar o Brasil e até hoje não têm seu título de propriedade. "Estamos dando um grande passo para levar mais cidadania, dignidade, segurança jurídica, segurança social e segurança econômica ao campo", destacou Nabhan.

Alcance - O presidente do Incra, Geraldo Melo Filho, destacou que o objetivo do Programa é ampliar o alcance dos serviços do Incra e agilizar os processos de regularização fundiária por meio de acordos de cooperação técnica com prefeituras municipais. “Não se trata de o Incra abrir mão do controle dos processos em si. O Incra segue fazendo o seu papel da análise, da instrução e das decisões dos processos de regularização fundiária mas, em parceria com as prefeituras que assim desejarem, que poderão atuar em conjunto com o Incra”, explicou

Transformação digital - O presidente do Serpro, Gileno Barreto, enfatizou que a transformação digital é mudar a vida das pessoas, em especial as que estão no campo. “O Titula Brasil é um grande avanço para melhorar a vida das pessoas. Ele vai melhorar os processos e os procedimentos do Incra para que ele possa prestar um melhor serviço aos cidadãos brasileiros”.

Aplicativo - Com App Titula Brasil, o trabalho em campo dos colaboradores do Incra e das Prefeituras se torna muito mais prático e efetivo e os ocupantes de áreas públicas federais não regularizadas poderão ser atendidos com qualidade, segurança e comodidade.

Levantamento - Ao visitarem as áreas rurais da União, os vistoriadores poderão realizar o levantamento da situação da ocupação por meio do aplicativo, mesmo sem internet, além de coletar informações e documentos necessários à instrução do processo de regularização e titulação.

Plano - Pelo App Titula Brasil, o colaborador recebe do Incra o plano de vistoria do imóvel, podendo conferir todos os dados georreferenciados de limites dos imóveis rurais no próprio local para validação, regularização e disponibilização posterior do documento de titulação.

Formulário - O formulário com o parecer técnico e todas as informações da área rural, inclusive fotos e vídeos, pode ser enviado ao coordenador do plano de trabalho pelo sistema web e aos colaboradores que também tenham o aplicativo.

Sistema web - A solução está disponível por sistema via web para otimizar o trabalho dos colaboradores autorizados a atuarem em campo. A tecnologia garante mais agilidade, praticidade e segurança na expedição de títulos para produtores rurais.

Adesão - Para aderir ao Programa, a prefeitura terá que preencher o formulário na página do Incra. Os técnicos vão informar sobre os assentamentos e terras da União aptas a regularização para fundamentar o Plano de Trabalho do município. Somente após aprovação do Plano é que será assinado o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre as partes.

Núcleo - Após a assinatura do ACT será criado o Núcleo Municipal de Regularização Fundiária (NMRF), formado por representantes do Incra e dos municípios. Antes de iniciar a coleta de informações, os integrantes do NMFR serão treinados e capacitados pelo Incra. (Mapa)

 

INFRAESTRUTURA I: Ferroeste fecha 2020 com lucro e movimentação recordes

Todos os resultados da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S/A) foram positivos em 2020. Pelo segundo ano consecutivo, a empresa bateu recordes históricos de movimentação total de cargas, de grãos, de contêineres e também teve o maior lucro operacional desde a sua criação, em 1996. Pela malha ferroviária passa a produção agropecuária do Oeste paranaense até Guarapuava, para que seja exportada pelo Porto de Paranaguá.

Bons números - Os bons números que já tinham sido conquistados em 2019, o primeiro da história em que a ferrovia fechou no azul, foram todos superados no ano passado. O lucro operacional, já descontadas as depreciações, foi de R$ 1,27 milhão em 2020, quase três vezes mais que no ano anterior, quando a Ferroeste lucrou R$ 453 mil. O Ebitda, que calcula a gestão operacional da empresa, subiu 5,88% no período.

Movimentação - Foram movimentadas pela malha ferroviária 1,38 milhão de toneladas de produtos, 21,3% a mais que em 2019. A produção recorde de soja do Paraná na última safra refletiu nesse resultado. Sozinho, o grão representou 56% de toda a movimentação da ferrovia, com 778 mil toneladas carregadas em 2020, um incremento de 50% com relação ao ano anterior. Puxado pela commoditie e com uma participação menor de milho seco (17 mil toneladas), o transporte de 795 mil toneladas de grãos em geral também foi recorde, 22,5% a mais que em 2019.

Futuro - “Com um olhar para o futuro e uma gestão de qualidade, a Ferroeste deixou de ser uma empresa que dava prejuízo anualmente e passou a bater recordes de movimentação e de faturamento”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Quem mais ganha com essa eficiência é o setor produtivo paranaense, que pode contar com uma modal mais seguro e mais barato para transportar a enorme produção agropecuária do Estado” acrescentou.

Proteínas animais - Outro produto de destaque foram as proteínas animais, transportadas em contêineres refrigerados até o Porto de Paranaguá. Pela malha da Ferroeste passaram 341,3 mil toneladas de contêineres frigoríficos, um aumento de 25% com relação a 2019. A empresa também movimentou 99,9 mil toneladas de cimento ensacado, 101,4 mil toneladas de fertilizantes a granel e 2,8 mil toneladas de calcário – todos produtos que seguem para o Interior – além de 42,1 mil toneladas de contêineres vazios.

Operações - Os bons resultados da empresa nos últimos dois anos vêm de uma combinação de fatores, explica o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves. O primeiro foi o planejamento estratégico, para tornar a Ferroeste viável economicamente, diminuindo os custos de operação da malha. Outra questão foi o melhor atendimento ao setor produtivo, com o aumento no volume de cargas movimentadas.

Acordo - Para isso, a empresa firmou em 2020 um acordo com a Rumo Logística para ceder o direito de passagem pelos trilhos, para ampliar a capacidade de escoamento e diminuir o tempo de transporte. Atualmente, a multinacional é responsável pela operação entre Guarapuava e o Porto de Paranaguá, enquanto a Ferroeste administra o trecho ferroviário entre Cascavel e Guarapuava.

Logística - “Mais do que as locomotivas e vagões, a Ferroeste é uma empresa de logística, responsável pelo transbordo e armazenamento dos produtos e pela administração de um terminal de cargas de 1,7 mil metros quadrados, em Cascavel, do pátio de Guarapuava e de 248 quilômetros de trilhos entre esses dois extremos”, explica Gonçalves. “Todas as melhorias administrativas que fazemos são para que nossos clientes diminuam os custos logísticos e gastem menos tempo no escoamento de seus produtos”, destaca.

Estudos para a implantação da Nova Ferroeste avançam - As melhorias operacionais da Ferroeste fazem parte de um novo momento para o ramal ferroviário paranaense e para a história da própria companhia. Até o final deste ano, o projeto da Nova Ferroeste, que prevê a expansão de mais de mil quilômetros da malha ferroviária e a ligação entre o Mato Grosso do Sul e o Porto de Paranaguá, irá a leilão na Bolsa de Valores.

Previsão - Os estudos prévios para o projeto estão sendo elaborados. A previsão é que os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Jurídica (EVTEA-J) fiquem prontos em setembro e o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) seja finalizado em novembro, para que então a ferrovia seja privatizada.

Obras - Ao todo, serão implantados 1.285 quilômetros de trilhos, incluindo o trecho entre Maracaju (MS) e o Porto de Paranaguá e um ramal ferroviário entre Foz do Iguaçu e Cascavel, além de nove terminais de carga nos dois estados.

Traçado - A futura ferrovia irá aproveitar o traçado atual da Ferroeste, entre Cascavel e Guarapuava, e modernizará a descida da Serra do Mar, cujo trecho usado atualmente foi construído ainda no século XIX. A previsão é movimentar, já no primeiro ano de funcionamento, até 40 milhões de toneladas por ano no chamado Corredor Oeste de Exportação, que vai até o porto, além de 10,6 milhões de toneladas anuais no terminal de Maracaju e 10 milhões de toneladas no de Cascavel.

Estratégica - A Nova Ferroeste será estratégica para o País, sendo que o projeto foi qualificado como prioritário no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. A inclusão garante celeridade na articulação com as entidades intervenientes, aquelas que acabam envolvidas nos processos de licenciamento, como o Ibama, a Funai, o ICMBio e Incra.

Variantes - Os estudos levam em conta todas essas variantes, e estão sendo elaborados para ter o menor impacto possível em comunidades indígenas, quilombolas, assentamentos e unidades de preservação. Outra preocupação é com as áreas urbanas, evitando trechos que cruzem as cidades. Em Curitiba, por exemplo, os trilhos serão todos desviados, sem a passagem de trens por cruzamentos que podem gerar acidentes. (Agência de Notícias do Paraná)

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INFRAESTRUTURA II: Governo abre debate sobre concessão da PRC-280, do Sudoeste

infraestrutura II 11 02 2021Deputados, prefeitos e lideranças do Sudoeste participaram de reunião sobre a revitalização da PRC-280 e a inclusão da rodovia no pacote de concessões do Governo Federal. O encontro contou com o vice-governador Darci Piana, o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, e o diretor-geral do DER-PR, Fernando Furiatti.

Obras previstas - Principal artéria do Sudoeste, a PRC-280 entrará em obras nos próximos meses. A primeira etapa será a pavimentação em concreto, técnica conhecida como whitetopping, entre o município de Palmas e o entroncamento com a BR-153, com custo total de R$ 106.890.000,00.

Vencedora - A empresa vencedora da licitação foi anunciada no início deste mês. O prazo para execução é de 15 meses, entre projeto e obra. Os recursos são do programa Avança Paraná, viabilizado a partir de um financiamento de R$ 1,6 bilhão junto a um consórcio de bancos.

Licitação - O DER-PR também publicou uma licitação para obras de ampliação da capacidade de dois trechos da PRC-280. A obra consiste na implantação de terceiras faixas em dois trechos: entre o km zero (divisa do Paraná com Santa Catarina) e o km 5,9 (em União da Vitória); e entre o km 130,3 (no acesso a Palmas) e o km 254,9 (no entroncamento que dá acesso a Marmeleiro).

Concessão - Essas intervenções abrangem os trechos mais críticos da rodovia. Outras obras necessárias poderão ser feitas caso a PRC-280 seja incluída na licitação federal de concessões que vai substituir os atuais contratos do pedágio no Paraná, que encerram este ano.

Intervenções necessárias - “O governador Ratinho Junior definiu a PRC-280 como uma das prioridades na área de infraestrutura e destinou recursos para iniciar as intervenções que precisa. Agora iniciamos o debate sobre o futuro da rodovia, queremos buscar uma decisão regional sobre deixá-la com as intervenções que o governo vai realizar ou inserir a 280 na nova concessão e ampliar as obras”, disse o chefe da Casa Civil, Guto Silva.

Pacote federal - O secretário Sandro Alex destacou a oportunidade de a rodovia fazer parte do pacote federal e alavancar obras que seriam impossíveis de serem realizadas pelo Estado. “O pacote de concessões prevê R$ 42 bilhões em obras, que terão que ser realizadas em 6 anos”, ressalta. E reforça que ancorada em lotes junto com rodovias federais, a PRC-280 terá valor de pedágio muito menor do que se a licitação for feita posteriormente pelo Estado exclusivamente para a rodovia.

Histórico - Para o presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano, o histórico ruim com pedágio no Paraná não pode afetar o debate. “Temos que ter uma discussão muito madura sob pena de perdermos todo o projeto que está sendo desenhado para o Paraná. É um desenho interessante e poderemos fazer ajustes ouvindo as organizações, as lideranças regionais. O Estado não tem condições de duplicar estradas.

Investimentos - O diretor-geral do DER-PR relatou a situação em que o governo encontrou a rodovia, sem qualquer projeto executivo para investimentos em revitalização, apenas serviços de tapa-buracos. E detalhou as obras que começarão a ser realizadas este ano.

Inovação - “O Estado vinha tapando buraco todo dia em uma rodovia com vida útil vencida há muito tempo”, disse. A contratação do projeto executivo junto com a obra para a pavimentação em concreto é uma inovação no modelo e a primeira vez que a técnica, que garante uma durabilidade de mais de 20 anos e rapidez na execução, é utilizada no Paraná.

Terceiras faixas - As terceiras faixas serão construídas em 20 segmentos entre Marmeleiro e Palmas e em 10 segmentos entre Palmas e Pato Branco.

Presenças - Também participaram da reunião os deputados estaduais Nelson Luersen, Anibelli Neto, Paulo Litro e Luiz Fernando Guerra, e os prefeitos Robson Cantu, de Pato Branco; Mário Paulek, de Mariópolis; Bruno Goldoni, vice-prefeito de Palmas; José Luiz da Silva, vice-prefeito de Clevelândia; Jandir Bandiera, prefeito de Coronel Domingos Soares, e Anderson Barreto, prefeito de Coronel Vivida, além de presidentes das Câmaras de vereadores e representantes da sociedade civil organizada. (Agência de Notícias do Paraná)

 

LEGISLATIVO I: Câmara aprova projeto de autonomia do Banco Central

legislativo I 11 02 2021A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10/02) o projeto de autonomia do Banco Central (PLP 19/19), que define os mandatos do presidente e dos diretores do BC com vigência não coincidente com o do presidente da República. A proposta, aprovada por 339 votos a 114, teve origem no Senado e será enviada à sanção presidencial.

Destaques - Os deputados rejeitaram todos os destaques apresentados pelos partidos na tentativa de fazer mudanças no texto-base da proposta.

Metas - Mesmo com a aprovação, as metas relacionadas ao controle da inflação anual continuam a cargo do Conselho Monetário Nacional (CMN), e o Banco Central terá os mesmos instrumentos atuais de política monetária.

Estabilidade de preços - O principal objetivo da instituição continuará sendo assegurar a estabilidade de preços, mas também deverá zelar pela estabilidade e pela eficiência do sistema financeiro, suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e fomentar o pleno emprego.

Mandatos - Os mandatos serão de quatro anos e haverá um escalonamento para que apenas no terceiro ano de um mandato presidencial a maioria da diretoria e o presidente do BC tenham sido indicados pelo mandatário do Poder Executivo. A indicação continuará a depender de sabatina do Senado.

Períodos diferentes - Os oito diretores terão mandatos que se iniciam em anos diferentes do período do presidente da República. Assim, dois diretores terão seus mandatos iniciados em 1ª de março do primeiro ano do novo governo; outros dois, em 1º de janeiro do segundo ano do mandato presidencial.

Indicação - No começo do terceiro e quarto anos do mandato de presidente da República, haverá a indicação de mais dois diretores a cada ano respectivamente. Cada indicado poderá ser reconduzido para mais um mandato sem passar por nova sabatina.

Natureza especial - O projeto caracteriza o Banco Central como uma autarquia de natureza especial sem vínculo, tutela ou subordinação hierárquica a qualquer ministério, garantindo a autonomia técnica, operacional, administrativa e financeira.

Debate no Plenário - O relator da proposta, deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), defendeu a aprovação da medida. “Mais do que nunca, o projeto vai permitir ao capital estrangeiro lançar um novo olhar sobre o Brasil, que consolidará sua governança monetária”, afirmou.

Emprego - Contrário ao projeto, o líder do PT, deputado Enio Verri (PT-PR), argumentou que seria “menos mal” se o BC tivesse metas relacionadas ao emprego. “Se é importante a autonomia, por que não damos duplo papel, como nos Estados Unidos, cujo órgão tem de se preocupar também com o emprego, evitando a especulação financeira pura?”, questionou.

Transição - No caso dos atuais diretores e presidente do BC, o texto prevê uma nova nomeação sem necessidade de sabatina pelos senadores se os indicados estiverem em exercício.

Atual presidente - Com isso, se o projeto virar lei, o atual presidente do BC e mais dois diretores terminarão seu mandato em 31 de dezembro de 2024. Dois diretores terão mandato até 31 de dezembro de 2023; dois outros até 28 de fevereiro de 2023; e os últimos dois com mandato até 31 de dezembro de 2021.

Recondução - Aqueles indicados com base nessa transição poderão ser reconduzidos ao cargo por uma vez. Entretanto, o texto não especifica quais diretorias farão o revezamento em cada ano. Essa escolha vinculará as renovações sucessivas devido ao mandato fixo de quatro anos de cada uma delas.

Doença ou desempenho - A exoneração do cargo feita pelo presidente da República ocorrerá somente a pedido; por doença que incapacite o titular para o cargo; se houver condenação definitiva por ato de improbidade administrativa ou por crime cuja pena implique proibição de exercer cargos públicos; ou quando o indicado apresentar “comprovado e recorrente desempenho insuficiente”.

Presidente da República - Neste último caso, caberá ao CMN submeter o pedido ao presidente da República; e a exoneração terá de passar também pelo Senado, com quórum de maioria absoluta para aprovação.

Vacância - Quando houver vacância do cargo, um substituto poderá ser indicado até a nomeação de novo titular, mas essa substituição terá de passar também pela sabatina dos senadores após indicação da Presidência da República. A posse deve ocorrer em 15 dias após a aprovação.

Relatórios - No primeiro e no segundo semestres de cada ano, o presidente do BC deverá apresentar, no Senado Federal, com arguição pública, relatório de inflação e relatório de estabilidade financeira, explicando as decisões tomadas no semestre anterior.

Restrições - O projeto impõe restrições ao presidente e aos diretores do Banco Central, como de exercer qualquer outro cargo, emprego ou função, públicos ou privados, exceto o de professor.

Ações - Eles não poderão ainda manter ações, seja de forma direta ou indireta, de instituição do sistema financeiro que esteja sob supervisão ou fiscalização do banco. Isso se estende a cônjuges e parentes até o segundo grau.

Quarentena posterior- Após terminar o mandato ou mesmo no caso de exoneração a pedido ou de demissão justificada, será proibido ao presidente e aos diretores participar do controle societário ou exercer qualquer atividade profissional direta ou indiretamente, com ou sem vínculo empregatício, nas instituições do Sistema Financeiro Nacional por um período de seis meses.

Remuneração compensatória - Durante esse tempo, a pessoa receberá remuneração compensatória do Banco Central.

Outros países - Um estudo de 2012 do banco central britânico apontou que, entre os 27 países do mundo que trabalham com metas de inflação, o Brasil é o único que não adota o modelo de autonomia operacional com mandatos fixos.

“Mandato dual” - Em alguns desses países, o estudo apontou o chamado “mandato dual”, que tem a ver com os objetivos da instituição: além da estabilidade de preços, a política monetária precisa contribuir para o bem-estar social, o crescimento econômico e a geração de empregos, por exemplo. Alguns bancos centrais com determinações dessa natureza são os de Austrália, Israel, Noruega, Suécia, Estados Unidos e Reino Unido.

Mudanças rejeitadas - Na votação em Plenário, foram rejeitadas as seguintes tentativas de mudar o projeto:

- emenda da deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), rejeitada por 327 votos a 115, pretendia impor ao Banco Central o objetivo de fomentar o pleno emprego;

- destaque do Novo, rejeitado por 426 votos a 14, pretendia retirar do texto dispositivo que prevê como objetivos secundários do BC zelar pela estabilidade e pela eficiência do sistema financeiro, suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e fomentar o pleno emprego;

- emenda do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), rejeitada por 297 votos a 140, pretendia reservar quatro das nove vagas da diretoria do Banco Central a servidores de carreira do banco;

- emenda da deputada Perpetua Almeida (PCdoB-AC), rejeitada por 294 votos a 130, pretendia estender a proibição de exercer cargos após o fim do mandato (quarentena) às empresas de consultoria e assessoria que prestem serviços a instituições do sistema financeiro;

- emenda da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), rejeitada por 319 votos a 106, pretendia passar a quarentena de seis meses para dois anos e limitar a remuneração a receber do Banco Central ao teto do INSS ou ao teto do serviço público para os servidores efetivos;

- emenda do deputado Wolney Queiroz (PDT-PE), rejeitada por 302 votos a 124, pretendia criar o Comitê de Política Cambial na estrutura administrativa do Banco Central para definir diretrizes e autorizar a execução dessa política. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Michel Jesus / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Deputados aprovam novo marco legal do mercado de câmbio

legislativo II 11 02 2021A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10/02), o novo marco legal do mercado de câmbio (PL 5387/19, do Poder Executivo). Entre outros pontos, a proposta abre espaço para bancos e instituições financeiras brasileiros investirem no exterior recursos captados no País ou no exterior, além de facilitar o uso da moeda brasileira em transações internacionais. O projeto será enviado ao Senado.

Uso - De acordo com o substitutivo aprovado, do deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA), as instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central poderão usar esse dinheiro para alocar, investir, financiar ou emprestar no território nacional ou no estrangeiro.

Texto original - O texto original especificava que os empréstimos e financiamentos poderiam ser direcionados apenas a pessoas físicas ou jurídicas não residentes no Brasil ou com sede no exterior. Conforme definição do próprio projeto, não residentes são os estrangeiros, mas também podem ser brasileiros que tenham declarado saída definitiva do País.

Requisitos e limites - A todo caso, devem ser observados requisitos e limites de regulamentos editados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e pelo Banco Central. Segundo o governo, isso ajudará a financiar importadores de produtos brasileiros.

Viajantes - Para os viajantes, o texto propõe o aumento do limite de dinheiro vivo que cada passageiro pode portar ao sair do Brasil ou nele entrar. Em vez dos atuais R$ 10 mil serão 10 mil dólares (cerca de R$ 50 mil ao câmbio atual) ou o equivalente em outra moeda.

Negociações - Negociações de pequenos valores entre pessoas físicas também serão liberadas. Entretanto, o relator diminuiu o limite para elas de mil para 500 dólares.

Compra e venda - Assim, não será mais proibido comprar ou vender até o equivalente a 500 dólares (cerca de R$ 2,5 mil) em qualquer moeda, dispensando-se ainda exigências de identificação e de taxações se isso ocorrer de forma eventual e não profissional. A medida pode impulsionar o desenvolvimento de plataformas peer-to-peer para negociação de câmbio, como visto em outros países.

Trecho excluído - Alencar retirou do texto a permissão dada ao Banco Central de rever o valor em razão da conjuntura econômica.

Conta em moeda estrangeira - Apesar de a matéria já ser regulada pelo BC, o projeto deixa claro que compete a essa autarquia regulamentar quem pode deter conta em moeda estrangeira no Brasil e quais são os requisitos.

Autorização - Ao abrir essa possibilidade, futuramente a autarquia poderá autorizar pessoas físicas a manter contas em dólar no Brasil.

Pagamento em moeda estrangeira - A proposta aumenta os casos em que será permitido o pagamento em moeda estrangeira de obrigações devidas no território nacional. Passam a ser permitidos os pagamentos de contratos de arrendamento mercantil (leasing) feitos entre residentes no Brasil se os recursos forem captados no exterior.

Liberação - Nessa situação e na de contratos e títulos referentes ao comércio exterior ou a sua garantia e financiamento, o pagamento em moeda estrangeira será liberado inclusive quando houver cessão dos créditos ou transferência ou modificação das obrigações.

Exportação indireta - Outro caso incluído explicitamente na legislação refere-se à exportação indireta, que ocorre quando produtores de embalagens, montadores ou vendedores de insumos fornecem esses materiais ou serviços para empresa exportadora. Os pagamentos de linhas externas (com dinheiro estrangeiro) de crédito para as transações desses empresários poderão ser feitos em moeda estrangeira.

Infraestrutura - O relator incluiu ainda o caso dos contratos entre exportadores e empresas que exploram setores de infraestrutura, como portos, seja por meio de autorização, concessão, permissão ou arrendamento.

CMN - O Conselho Monetário Nacional poderá prever demais situações permitidas se o pagamento em moeda estrangeira puder diminuir o risco cambial ou “ampliar a eficiência do negócio”.

Dinheiro de exportação - O projeto permite aos exportadores usarem recursos mantidos no exterior e oriundos de exportação para empréstimo ou contrato de mútuo. Atualmente, a legislação permite o uso em investimentos, aplicação financeira ou pagamento de obrigação própria do exportador.

Ordens de pagamento em reais - Segundo o governo, as mudanças propostas pretendem ainda aumentar a aceitação do real em outros países. Uma das iniciativas para isso é a inclusão na lei da permissão para o recebimento de ordens de pagamento de terceiros do exterior a partir de contas em reais mantidas no Brasil por meio de bancos estrangeiros.

Determinação - A matéria já tem regulação pelo Banco Central, mas o projeto determina que os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio, quando realizarem essa correspondência bancária internacional em reais, deverão obter informação sobre o banco estrangeiro para “compreender plenamente a natureza de sua atividade, sua reputação e a qualidade da supervisão a que está sujeita”. A intenção é remeter a esses bancos o primeiro nível de controle em matéria de combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

Remessas ao exterior - Empresas que remetem dinheiro ao exterior a título de lucros, dividendos, juros, pagamento por royalties e outras finalidades regulamentadas poderão fazê-lo sem a necessidade de registro perante o Banco Central, como ocorre atualmente. A única exigência passa a ser o pagamento do imposto.

Revogado - O projeto revoga ainda a proibição da remessa de royalties pelo uso de patentes de invenção e de marcas de indústria ou de comércio entre filial ou subsidiária de empresa estabelecida no Brasil e sua matriz com sede no exterior. Atualmente, isso é proibido pela Lei 4.131/62.

Imposto suplementar - Nessa mesma lei, o projeto revoga outros dois dispositivos. Um deles é a cobrança de imposto suplementar sobre a renda obtida com a venda de imóveis quando o proprietário for pessoa física ou jurídica residente ou com sede no exterior. Esse imposto varia de 40% a 60%.

Outro item - O segundo item a ser revogado é o que proíbe bancos estrangeiros de comprar mais de 30% das ações com direito a voto de bancos nacionais se a matriz do comprador for em país no qual a legislação imponha restrições ao funcionamento de bancos brasileiros.

Arrendamento mercantil - Quanto ao arrendamento mercantil (leasing), o projeto acaba com a necessidade de registro perante o Banco Central, assim como com a necessidade de autorização para a cessão do contrato de arrendamento a entidade domiciliada no exterior. Essas exigências constam da Lei 6.099/74.

Regulação - Várias atribuições do Conselho Monetário Nacional (CMN) passam para o Banco Central, tais como regular operações de câmbio, contratos futuros de câmbio usados pelo Banco Central para evitar especulação com o real (swaps) e organização e fiscalização de corretoras de valores de bolsa e de câmbio.

Estatísticas - A proposta permite ao Banco Central pedir informações de residentes para a compilação de estatísticas macroeconômicas oficiais. O texto determina a guarda do sigilo sobre as informações individuais, que poderão ser fornecidas, sem identificação do titular, para fins de pesquisa e estudos a interessados.

Sanções - Quem se recusar a prestar as informações requeridas poderá sofrer sanções, como multa e proibição de realizar determinadas atividades ou modalidades de operação.

Documentação de clientes - Quanto ao relacionamento das instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio com seus clientes, o projeto proíbe que elas exijam documentos e dados que já constem de seus bancos de dados.

Finalidade - Caberá ainda a esses clientes a responsabilidade por indicar a finalidade da operação de câmbio e, para isso, as instituições deverão prestar orientação e suporte técnico, inclusive por meio virtual, para aqueles que necessitarem de ajuda nessa classificação.

Mesmo tratamento - Outra novidade no texto aprovado é que as contas em reais de residentes e de não residentes deverão ter o mesmo tratamento.

Contrato de câmbio - O projeto também limita o valor que a operadora de câmbio (banco ou corretora, por exemplo) tem de depositar no Banco Central se um contrato de compra de moeda estrangeira for cancelado.

ACC - Esse tipo de contrato, chamado de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC), é feito entre o exportador e uma instituição financeira com o objetivo de adiantar o recebimento dos valores pelo produto exportado.

Juros menor- Assim, a instituição cobra uma taxa de juros menor do exportador e fica com a garantia de receber o pagamento, em moeda estrangeira, a ser feito pelo importador para pagar pelo produto ou serviço exportado.

Encargo - O texto limita o encargo a ser depositado no Banco Central a 100% do valor adiantado.

Regulamentação - Caberá ao CMN regulamentar o assunto, definindo a forma de cálculo e as situações em que o recolhimento será dispensado, proibido o tratamento diferenciado em razão do setor produtivo.

Circular - Atualmente, uma circular do Banco Central determina o uso de uma fórmula para calcular esse encargo que leva em conta a variação cambial do período entre o fechamento do contrato e seu cancelamento, a variação da Letra Financeira do Tesouro (LFT) e o número de dias do período, entre outros fatores.

Jogo sobre o câmbio - Dentre as várias mudanças feitas por meio de 38 revogações na legislação, o projeto acaba com restrições a operações cambiais que antigamente eram consideradas ilegais por envolverem possíveis manipulações de trocas cambiais.

Permitidas - Essas operações, conhecidas como “jogo sobre o câmbio”, passam a ser permitidas conforme regulamentação do BC, que, com base na legislação atual, já entendeu muitas vezes haver indício de que as operações de câmbio eram praticadas apenas com o objetivo de proporcionar ao contratante ganho correspondente à diferença das taxas de câmbio praticadas nos dois mercados (brasileiro e da moeda negociada), e não para proporcionar os pagamentos demandados pelos negócios envolvidos nos contratos.

Rejeição - Entretanto, o Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN) tem sistematicamente rejeitado as decisões da autarquia, firmando o entendimento de que o jogo sobre o câmbio não está tipificado de forma adequada na legislação e que, portanto, não seria possível a aplicação de penalidades pelo Banco Central com base nessa suposta infração. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Fernanda Carvalho / Fotos Públicas

 

LEGISLATIVO III: Orçamento deve ser aprovado antes do fim de março, afirma presidente da CMO

legislativo 11 02 2021Com 316 dias de atraso, senadores e deputados instalaram, nesta quarta-feira (10/02), a Comissão Mista de Orçamento (CMO), que deve aprovar o Orçamento Geral da União deste ano. A deputada Flávia Arruda (PL-DF) foi eleita por aclamação para presidir o colegiado. Ela assumiu o compromisso de votar o projeto de Lei Orçamentária Anual (PLN 28/2020) “antes do final de março”. O senador Marcio Bittar (MDB-AC) foi confirmado como relator da matéria.

Impasse político - O Orçamento de 2021 deveria ter sido aprovado em dezembro. Mas um impasse político travou os trabalhos da CMO, que nem sequer chegou a ser instalada. De acordo com a Resolução 1/2006 do Congresso Nacional, a atual composição tem até o dia 30 de março para aprovar o PLN 28/2020. São apenas 48 dias, sem contar fins de semanas e feriados. Depois disso, novos integrantes devem ser indicados para analisar a peça orçamentária de 2022.

Primeira deputada - Flávia Arruda é a primeira deputada a assumir a presidência da CMO. Em 2015, a senadora Rose de Freitas (MDB-ES) foi a primeira mulher a ocupar o posto. No discurso de posse, Flávia destacou que o combate à pandemia de coronavírus deve ser a prioridade da comissão.

Sem definição - “Estamos em fevereiro, e o país ainda não definiu o Orçamento. Sem saber quais despesas poderão ser realizadas e quais serão as prioridades dos gastos públicos. Crescem os gastos com a saúde e as necessidades de investimento nas áreas sociais para minimizar o desemprego e a fome. A vacina tem que ser a prioridade zero. É vacina, vacina e vacina. Só assim conseguiremos salvar vidas, trazer de volta a esperança e a retomada da vida normal das pessoas. Depois, a gente tem que focar na distribuição de renda. Não podemos viver em um país onde pessoas passam fome”, afirmou a presidente.

Desafio - O senador Marcio Bittar disse que a CMO precisa “buscar o melhor relatório possível”. Para ele, o desafio será conciliar a necessidade de crescimento econômico com as demandas das camadas mais vulneráveis da população.

Agenda econômica - “A retomada da agenda econômica é fundamental, como é fundamental resolver o problema de milhares de brasileiros que estão desassistidos. O Congresso Nacional e o Poder Executivo não podem virar as costas para milhares de pais e mães de famílias que ainda precisam da atenção do Estado brasileiro. Achar essa fórmula é o nosso grande desafio, disse Bittar.

Reuniões - A CMO deve se reunir às terças-feiras, às 10h. O dia 19 de fevereiro é o prazo final para que as lideranças partidárias indiquem relatores setoriais, de receitas e das contas prestadas pelos chefes dos Três Poderes. A mesma data limite serve para a indicação de membros e coordenadores dos comitês de avaliação da receita, das obras e serviços com indícios de irregularidades graves e da admissibilidade de emendas.

Mais prazo - Durante a reunião de instalação da CMO, alguns parlamentares alertaram para a necessidade de votação rápida do Orçamento de 2021.

Expectativa - “Será um prazo extremamente reduzido. Não sei se chegaremos a 40 dias. Espero que possamos reduzir ao máximo, porque o país precisa do seu Orçamento votado e sendo executado. Espero que na semana seguinte ao Carnaval possamos iniciar, talvez com mais de uma sessão por dia, para fazer com que o relatório seja rapidamente votado”, disse o deputado Claudio Cajado (PP-BA).

Prorrogação dos trabalhos - Outro grupo de parlamentares defende a prorrogação dos trabalhos da atual composição por mais seis meses. “Queremos fazer o melhor para o Brasil, votando o Orçamento da União, garantindo vacina para o povo brasileiro e uma melhor saúde para nossa nação. Mas queremos trabalhar para que esta comissão seja estendida pelo prazo de mais seis meses. A comissão deveria ter sido instalada em março do ano passado, e não podemos ter esse prejuízo”, disse o deputado José Nelto (Podemos-GO).

Manutenção dos integrantes - O senador Lasier Martins (Podemos-RS) anunciou a apresentação de um projeto de resolução para permitir a manutenção dos atuais integrantes da CMO. “Seria uma maneira de ganharmos tempo, aproveitarmos o mesmo grupo daquela comissão frustrada, porque não foi instalada. O projeto pode ser aperfeiçoado, inclusive com a prorrogação”, sugeriu Lasier.

Concordância - O senador Wellington Fagundes (PL-MT) disse concordar com a possibilidade de prorrogação dos trabalhos da atual composição. Desde que haja um prazo certo para a votação do Orçamento Geral da União deste ano.

Realista - “Há males que vêm para o bem. Atrasar a votação permite que possamos fazer um Orçamento muito mais realista, de acordo com as condições que vivemos hoje. Ninguém imaginava a segunda onda da pandemia ou que tivéssemos que prorrogar o auxílio emergencial para os mais de 14 milhões de desempregos. A prorrogação do prazo da vigência da comissão deve existir até como homenagem à mesa diretora da comissão. Mas temos que ter o prazo de votar, porque não podemos deixar o país sem Orçamento”, afirmou Fagundes.

Prazo não muda - Flávia Arruda não descarta a possibilidade de prorrogação da atual composição da CMO. Mas, segundo ela, isso não muda o prazo previsto para a votação do Orçamento, até o fim de março. Para a presidente do colegiado, o tempo extra poderia ser usado para votar outras matérias sob análise da comissão, como os projetos para a abertura de créditos adicionais. (Agência Senado)

FOTO: Edilson Rodrigues / Agência Senado

 

PARANÁ: Governo prorroga toque de recolher até 28 de fevereiro

parana 11 02 2021Decreto que estende até o fim do mês a restrição de circulação e o distanciamento social foi assinado nesta quarta-feira (10/02). O chamado toque de recolher está em vigor desde o início de dezembro de 2020 para conter a propagação do coronavírus.

Prorrogação - O Governo do Estado prorrogou até 28 de fevereiro as medidas dispostas no Decreto nº 6.294, de 3 de dezembro de 2020, que tratam sobre restrições de circulação e de distanciamento social, para evitar a propagação do novo coronavírus e conter o aumento das infecções no Paraná. É a quinta prorrogação das medidas. A decisão leva em conta a situação da pandemia e a capacidade de resposta do sistema de saúde estadual.

Limitação - O decreto nº 6828, assinado nesta quarta-feira (10/02), mantém em vigor a limitação de horário para circulação de pessoas no período noturno, o chamado “toque de recolher”, das 23 horas às 5 horas. Apenas serviços essenciais ficam liberados da restrição. Também permanece a proibição, nesse mesmo horário, da comercialização e do consumo, em vias e espaços públicos, de bebidas alcoólicas.

Proibidos - Continuam proibidos confraternizações e eventos presenciais que causem aglomerações, com grupos de mais de 25 pessoas, excluídas da contagem crianças de até 14 anos, com exceção dos eventos na modalidade de drive-in. Já as atividades religiosas de qualquer natureza deverão observar as regras e exigências fixadas pela Secretaria de Estado da Saúde em ato normativo próprio.

Fiscalização - A fiscalização do cumprimento das medidas é de responsabilidade da Secretaria de Estado da Saúde, por meio da Vigilância Sanitária, e da Secretaria de Estado da Segurança Pública, por meio da Polícia Militar do Estado, em cooperação com as guardas municipais.

Validade - O decreto entra em vigor nesta quinta-feira (11/02). As medidas poderão ser prorrogadas de acordo com o cenário epidemiológico da Covid-19, que avalia a taxa de reprodução do vírus e a capacidade de leitos de UTI exclusivos para o atendimento de pacientes infectados. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o decreto 6828

 

SAÚDE I: Mortes somam mais de 234 mil e casos, 9,6 milhões

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 234.850. Em 24 horas, foram registradas 1.330 mortes. Há ainda 2.796 óbitos em investigação no país.

Total - Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 9.659.167. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 59.602 novos casos.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (10/02). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Acompanhamento - Há, ao todo, 828.187 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 8.596.130 pacientes já se recuperaram.

Estados - Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (55.419), Rio de Janeiro (30.950), Minas Gerais (16.233) e Rio Grande do Sul (11.169). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (902), Roraima (924), Amapá (1.089), Tocantins (1.437) e Rondônia (2.433).

Casos - Em número de casos, São Paulo também lidera (1.878.802, seguido por Minas Gerais (786.653), Bahia (616.789), Santa Catarina (601.833) e Paraná (577.734).

Ceará - De acordo com o ministério, o governo do Ceará enfrentou problemas técnicos que ocasionaram na ausência dos dados do estado no boletim desta quarta (10/02). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 11 02 2021

SAÚDE II: Paraná tem mais de 573 mil casos. 225 mil estão vacinados

saude II 11 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (10/02) 2.436 novos casos confirmados e 21 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 573.431 casos confirmados e 10.489 mortos em decorrência da doença.

Meses - Os casos divulgados são de fevereiro (2.216) e janeiro de 2021 (103) e, dos seguintes meses de 2020: julho (3), agosto (1), setembro (1), outubro (4), novembro (19) e dezembro (89).

Vacina - O Paraná vacinou 225.044 pessoas contra a Covid-19 até esta quarta-feira (10/02). Ao todo, o Estado recebeu 538.900 doses do Governo Federal até o momento. Clique aqui.

Internados - 1.349 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.156 pacientes em leitos SUS (600 em UTI e 527 em leitos clínicos/enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.315 pacientes internados, 450 em leitos UTI e 865 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A secretaria estadual informa a morte de mais 21 pacientes. São 11 mulheres e 10 homens, com idades que variam de 1 a 85 anos. Os óbitos ocorreram entre 26 de novembro de 2020 a 10 de fevereiro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (4) e Guarapuava (2), além de um óbito em cada um dos seguintes municípios: Antonina, Arapongas, Cornélio Procópio, Coronel Vivida, Guaíra, Itapejara D’Oeste, Londrina, Maringá, Missal, Nova Laranjeiras, Paranavaí, Santa Isabel do Ivaí, Sarandi, Terra Boa, Umuarama.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 4.303 casos de residentes de fora, 81 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

 

SAÚDE III: Boletim da febre amarela confirma morte de um macaco pelo vírus da doença

saude III 11 02 2021O boletim quinzenal da febre amarela divulgado nesta quarta-feira (10/02) pela Secretaria da Saúde do Paraná confirma a morte de um macaco (epizootia) contaminado pelo vírus da doença.

Cruz Machado - O caso foi no município de Cruz Machado, na região Sul do Estado. No boletim anterior o município já apresentou outras 3 confirmações de epizootias.

Monitoramento - O período de monitoramento da Febre Amarela no Paraná teve início em julho de 2020 e segue até junho deste ano. O Estado registra até o momento 108 notificações de epizootias em 26 municípios, com 15 confirmações. Outras 45 notificações foram descartadas, 42 apontam causas indeterminadas e seis estão sendo investigadas.

Humanos - Em relação a febre amarela em humanos, o período não apresenta casos confirmados. Até agora foram 16 notificações, 12 já descartadas e 4 seguem em investigação.

Mosquito - A Secretaria da Saúde reforça a informação de que os macacos não transmitem a febre amarela. Da mesma forma que os humanos, eles são contaminados pelo vírus por meio do mosquito transmissor da doença, adoecem e podem morrer vítimas da infecção. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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