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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5017 | 26 de Fevereiro de 2021

COVID-19: Governo anuncia novas medidas restritivas no combate ao coronavírus no Paraná

Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira (26/02), o governador do Estado do Paraná, Ratinho Júnior, anunciou a publicação de um novo Decreto que restringe o funcionamento de algumas atividades não essenciais, no sentido de conter o contágio pelo coronavírus. Segundo o governador, “hoje estamos no pior momento da pandemia desde que ela iniciou, por isso a necessidade de restringir a circulação de pessoas e a transmissão da doença”, frisou. O governador ressaltou que “desde o início fizemos uma opção de trabalhar com a verdade que muitas vezes dói. Melhor que trabalhar a com mentira que conforta. A situação é caótica e dobramos o número de leitos de UTI em quatro meses. O Paraná é referência na compra de equipamentos, EPI, medicamentos. Esta nova cepa que chegou no Brasil e se alastrou por todo o país fez com que a infecção tomasse uma velocidade jamais imaginada, por isso a necessidade dessas medidas”.

Anúncio - O anúncio foi feito no Palácio Iguaçu e contou com as presenças dos secretários da Saúde, Beto Preto e da Casa Civil, Guto Silva e do diretor de Gestão em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Vinícius Filipak.

MEDIDAS DO DECRETO:

A partir da zero hora do dia 27 de fevereiro de 2021 às 5 horas do dia 08 de março de 2021

1. Suspensão do funcionamento dos serviços e atividades não essenciais;

2. Proibição de circulação em espaços e vias públicas das 20h às 05h;

3. Proibição de comercialização e consumo de bebidas alcoólicas em espaços de uso ou coletivo no período das 20h às 05h;

4. Suspensão das aulas presenciais em escolas estaduais públicas e privadas, inclusive nas entidades conveniadas com o Estado do Paraná, cursos técnicos e em universidades públicas e privadas;

5. Adequação do expediente dos trabalhadores aos horários de proibição provisória de circulação definidos neste Decreto;

6. Atividades religiosas somente com atendimento individual ou culto on-line;

7. Regime de teletrabalho par órgão do Estado;

8. Permitidos Delivery, Drive-Thru e Take Away;

9. Priorização da substituição do regime de trabalho presencial para o teletrabalho presencial para o teletrabalho, quando possível;

10. Suspensão das cirurgias por 30 dias para unidades públicas e privadas. O objetivo é assegurar estoque de medicamento anestésico e reduzir demanda por leitos hospitalares;

11. Intensificação da fiscalização para cumprimento das medidas.

Clique aqui para conferir na íntegra o Decreto nº 6983

Clique aqui para conferir o material apresentado durante o anúncio

Clique aqui para conferir o áudio do governador anunciando as medidas

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MILHO: Ocepar, Faep e Seab solicitam prorrogação nos períodos de plantio da safrinha estabelecidos no Zarc

milho 26 02 2021Em ofício encaminhado nesta sexta-feira (26/02) à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná (Seab), o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) solicitam, em condição excepcional, a prorrogação de 10 dias nos períodos de semeadura do milho 2ª safra estabelecidos no Zoneamento de Risco Climático (Zarc) para o Paraná. De acordo com as entidades, será uma forma a assegurar que toda a área seja cultivada com as garantias da política agrícola. “Não se trata de mudar a regra do jogo, mas de reconhecer que um eventual custo adicional para o Tesouro pode ser compensado por um abastecimento sem maiores traumas”, acrescentam as entidades no documento.

Soja - Elas esclarecem ainda que o atraso no cultivo da soja no Estado, devido às condições climáticas desfavoráveis, e o fato de muitos produtores terem que replantar suas lavouras em função da não germinação ou germinação irregular causada pela seca, estão impedindo o plantio do milho 2ª safra na época prevista no Zarc para as regiões que cultivam o cereal no Estado. “A redução de plantio do milho 2ª safra poderá trazer sérios impactos a todo o agronegócio, podendo desabastecer o mercado de frangos, peixes, leite e suínos”, ressaltam as entidades.

Margens - “A redução da oferta de milho, em função da impossibilidade de plantio, impactará sobremaneira as margens do setor pecuário, haja vista os já elevados preços do milho (R$75/saca de 60 kg) e da soja (R$ 155/saca de 60 kg). Qualquer fator adicional de alta dos preços causará reflexos imediatos, inclusive ao consumidor final, que já encontra carnes e derivados no varejo com preços elevados desde meados de 2020”, enfatizam ainda no ofício encaminhado à ministra.

Ciclo - Além disso, Seab, Ocepar e Faep afirmam que “a assistência técnica pública e das cooperativas aponta que a soja não completará seu ciclo em tempo para realizar o plantio do milho 2ª safra dentro do prazo estabelecido pelo Zarc no Paraná. Até agora, menos de 10% da área de soja foi colhida e apenas 11% da área de milho da segunda safra foi semeada.”

Área e produção - De acordo com a Seab, a cultura do milho no Paraná ocupa uma área de 2,7 milhões de hectares, sendo 86,7% na segunda safra (2019/2020), com uma produção de 15,5 milhões de toneladas, correspondendo a 14,7% da produção nacional. O Estado é o segundo produtor, atrás do Mato Grosso, que concentra 34% da produção.

Zarc - O método de Zarc, desenvolvido pela Embrapa e parceiros, aplicado no Brasil oficialmente desde 1996, por meio do Ministério, proporciona a indicação de datas ou períodos de plantio/semeadura por cultura e por município, considerando as características do clima, o tipo de solo e ciclo de cultivares, de forma a evitar que adversidades climáticas coincidam com as fases mais sensíveis das culturas, minimizando as perdas agrícolas. A tecnologia constitui-se em uma ferramenta para o apoio à tomada de decisão para o planejamento e a execução de atividades agrícolas, para políticas públicas e, principalmente, à seguridade agrícola.

Clique aqui e confira na íntegra o ofício enviado à ministra da Agricultura

 

FORMAÇÃO: Sescoop/PR realiza primeiras reuniões de alinhamento do ano com os agentes

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) promoveu, nesta semana, as primeiras reuniões de alinhamento com os agentes de todas as regiões do Estado: no dia 24, com os representantes do Norte e Noroeste, de manhã, e do Centro-Sul, à tarde; e no dia 25, com os profissionais do Oeste e Sudoeste. Os encontros contaram com uma média de 40 participantes cada. Os agentes são os profissionais responsáveis por fazer a interlocução entre as cooperativas e o Sescoop/PR.

Programação - Nas reuniões foram tratados os seguintes assuntos: treinamento, contemplando formação dos novos agentes e a reciclagem dos antigos; nova Resolução 68/2020 e Portaria 01/2021, do Sescoop/PR e o primeiro replanejamento de atividades, que deve ser finalizado no período de 26 de fevereiro a 5 de março e acompanhamento dos eventos virtuais. A área de Monitoramento fez uma apresentação sobre Balanço Contábil, Ativos Tributários, Contribuição Previdenciária, Operação e Mercado, Balanço Social, Indicadores de RH e Aprendizagem. Também estiveram em pauta os programas da coordenação de Cooperativismo; a Gincoop, nova metodologia de disseminação do cooperativismo; a realização de eventos por meio de canais oficiais das cooperativas; educação à distância, entre outros temas.

Participação - Os encontros tiveram a participação da gerente de Desenvolvimento Cooperativo (Gecoop) do Sescoop/ PR, Maria Emília Pereira, dos coordenadores de profissionalização, monitoramento e cooperativismo e das equipes de analistas dos Núcleos Regionais.

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COOPERATIVISMO: Panorama Coop traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 26 02 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras. Nesta semana, foram apresentados os resultados econômicos de 2020. Em um ano turbulento, pautado pela sobrevivência das empresas, as cooperativas brasileiras reforçaram a resiliência do nosso movimento. Inovando e encontrando novas oportunidades, o cooperativismo se destacou. Confira tudo aqui, no Panorama Coop.

Análise econômica - Nesta edição, a gente fala sobre os principais impactos nos negócios brasileiros diante das incertezas causadas pela pandemia do coronavírus. Mesmo com essas adversidades, o Brasil encerrou o ano de 2020 com saldo positivo de 2,3 milhões de estabelecimentos abertos. E nossas cooperativas fazem parte desse cenário. Mais uma vez, o cooperativismo reforçou sua importância para o desenvolvimento do país, mostrando resiliência em momentos de crise. Acesse a Análise Econômica

Clique aqui e acesse todas as análises anteriores!

Marco Legal das Startups é aprovado no Senado- Em 2021, a relação entre cooperativas e startups pode ser ainda mais estimulada no Brasil. Para fomentar a inovação no cooperativismo e conectar o setor a esse modelo de negócios que cresce cada vez mais mundo a fora, foi aprovado nesta quarta-feira (24/02), no Senado Federal, o Projeto de Lei Complementar (PLP 146/19) que institui o Marco Legal das Startups. Como houve alteração no texto, a proposta volta para nova análise na Câmara dos Deputados. Leia mais!

Tânia Zanella assume vice-presidência do IPA - A defesa das cooperativas agropecuárias e as produtoras rurais do país serão o foco da atuação da gerente geral da OCB, Tânia Zanella, na vice-presidência do Instituto Pensar Agro (IPA). A eleição ocorreu nesta terça-feira (23/02). A presidência do IPA passa a ser ocupada pelo ex-deputado federal Nilson Leitão. O mandado dessa nova gestão tem dois anos. Leia mais!

Inovação é prioridade no cooperativismo - Foi dada a largada rumo ao novo. Rumo ao desenvolvimento, cada vez mais eficaz, das cooperativas brasileiras. Em evento online, foi lançado nesta terça-feira (23/02) o Programa de Formação de Agentes de Inovação, realizado pelo Sistema OCB em parceria com o Instituto de Economia e Administração (Isae). Leia mais!

Clique aqui para conferir o Panorama Coop

 

FPA: Prorrogação do Convênio 100

fpa 26 02 2021A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) informa que apenas dois estados brasileiros ainda não decidiram sobre a prorrogação do Convênio 100, são eles: Sergipe e Ceará. Para ser prorrogada, a medida precisa ter concordância de todos os secretários da Fazenda do Brasil.

ICMS - Anualmente, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) prorroga o convênio 100/1997, que trata sobre a isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o transporte de insumos agrícolas dentro dos Estados e dá desconto quando a movimentação é interestadual.

Risco - “Alertamos para o risco de aumento do custo de produção, entre eles, insumos, sementes, rações, sal mineral e remédios em momento delicado para a competitividade do setor agropecuário brasileiro, havendo possibilidade de reflexo no preço dos alimentos em momento de combate aos efeitos econômicos causados pela pandemia”, afirma o presidente da FPA, deputado Sérgio Souza.

Informação - “Pedimos, cordialmente, aos nossos membros, que informem sobre o risco da não prorrogação aos respectivos Governadores e secretários da Fazenda dos estados citados (Sergipe e Ceará) para que colaborem com a prorrogação urgente do Convênio 100/97. A votação está agendada para esta sexta-feira (26/02)”, ressalta. (Assessoria de Imprensa do deputado Sérgio Souza)

FOTO: Banco de Imagens CNH

 

FUNDAÇÃO ABC: Show Tecnológico Verão começa no dia 10 de março, no formato digital

É através da internet que o público do agro, entre agropecuaristas, agrônomos e zootecnistas, poderá assistir as apresentações técnicas dos pesquisadores da instituição, de qualquer lugar do país. De acordo com a organização, todas as palestras que estavam programadas para ocorrer no campo, poderão ser assistidas através do portal do evento. Inclusive, lá já é possível conferir todos os temas e também as 30 empresas participantes. O endereço é www.fundacaoabc.org/show

Abertura - A abertura da vigésima quarta edição será no dia 10 de março, às 17 horas e contará com a palestra do professor Clóvis de Barros Filho, da USP, que fará uma provocação sobre inovação e criatividade, palavras que viraram um desafio para todos os ramos de negócio, por conta da pandemia, que exigiu de todos nós o isolamento social.

Primeira vez - Esta é a primeira vez, em toda a sua história, que o evento não será realizado em um dos campos demonstrativos e experimentais da instituição organizadora. Segundo Luís Henrique Penckowski, não foi uma decisão fácil. “Mas consideramos que foi o melhor a fazer, para não colocar todos em risco. E o apoio das empresas parceiras neste novo formato foi primordial para que tomássemos a decisão. A grande maioria confirmou continuidade na edição”, disse o gerente Técnico e de Pesquisa da fundação.

Expectativa - A expectativa é repetir o sucesso do Show Tecnológico Inverno, realizado no fim de setembro do ano passado, quando o público que acompanhou o evento foi 12 vezes maior que na última edição, no formato presencial. “Isso tem uma explicação. É que através da internet nós conseguimos atingir um público maior. Não há o deslocamento para um certo local. A pessoa interessada pode assistir da propriedade dele, seja no escritório ou no sofá de casa. E o modelo como fizemos a edição inverno foi um sucesso, tanto que foi seguido por outras empresas na sequência. E tudo de graça!”, contou Silvio Bona, supervisor de Marketing na fundação.

Atenção - Ao longo de suas 24 edições, o Show Tecnológico Verão foi ganhando a atenção do público do agro. Na última edição, em 2020, o público presente nos corredores do CDE Ponta Grossa, mais de 421 mil hectares. Eles vieram dos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, em sua maioria.

Premiação do Concurso de Silagem de Milho - Nesta edição do Show Tecnológico Verão, uma atração especial se juntará na programação do evento. No dia 11 de março, às 18 horas, os nomes dos vencedores do 12º Concurso de Silagem de Milho serão anunciados. A competição é realizada anualmente entre os cooperados da Frísia, Castrolanda e Capal. A premiação vai até o décimo colocado e o vencedor leva R$ 10 mil. A transmissão será pelo mesmo portal do show: www.fundacaoabc.org/show

Inscrições - De acordo com Richard Paglia de Mello, coordenador de Forragens & Grãos, setor que organiza a competição, 311 inscrições foram recebidas, de 172 produtores. Além dos dez primeiros colocados, o vencedor ainda premia o seu técnico lavoura e técnico pecuária. As empresas do híbrido plantado, prestador de serviço e fabricante da ensiladeira, também recebem o troféu de primeiro colocado. “O resultado é sempre aguardando com grande expectativa”, acrescentou Richard.

Doutro Agro - Porém, antes da divulgação dos nomes, o convidado especial do evento, Marcos Fava Neves – conhecido nas redes sociais como Doutor Agro - fará uma palestra, apresentando tendências para a agropecuária brasileira, para os próximos cinco anos. (Imprensa Fundação ABC)

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AGRÁRIA: Mais uma edição do Dia de Campo de Verão será realizada com a Fapa

agraria I 26 02 2021Nos dias 03 e 04 de março a Cooperativa Agrária Agroindustrial e a Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) realizam mais uma edição do Dia de Campo de Verão. O evento acontece na sede da Fundação e tem como principal objetivo transmitir a cooperados e produtores rurais da região informações sobre as culturas de milho, soja e feijão.

Formato híbrido- Assim como aconteceu com o WinterShow 2020, o Dia de Campo de Verão também ocorrerá em formato híbrido, respeitando os protocolos de combate à Covid-19. Durante dois dias, o público poderá visitar as estações com as pesquisas desenvolvidas pela Fapa e os estandes dos mais de 30 expositores confirmados no evento.

Transmissão - Já a participação dos pesquisadores da Fundação e convidados será transmitida através do canal da Agrária no Youtube (Cooperativa Agrária Agroindustrial) e do site do evento (diadecampodeverao.com.br). As palestras serão gravadas e durante sua exibição os palestrantes estarão em um chat ao vivo, respondendo aos questionamentos dos espectadores. “Optamos por gravar as palestras para oferecer maior qualidade na transmissão. O fato dos palestrantes participarem do chat ao vivo possibilitará maior integração com o público”, explica o coordenador administrativo da Fapa, Márcio Mourão.

Temas - O evento abordará temas ligados ao manejo, produtividade e controle de pragas e doenças em cultivos de verão. Também serão tratados assuntos como o uso de biológicos nas lavouras, as oscilações climáticas e o mercado de comercialização de commodities. “Buscamos palestrantes que falassem sobre assuntos de interesse do nosso cooperado e que são importantes para a Agrária nesse momento”, afirma Mourão.

Patrocínio - O Dia de Campo de Verão 2021 conta com o patrocínio Ouro da Oro Agri, patrocínio prata da Ihara e patrocínio bronze da Pioneer e do Sindicato Rural de Guarapuava. (Imprensa Agrária)

Confira a programação do evento:

Visitas às estações de pesquisa e aos expositores

Data: 03 e 04 de março

Horário: das 09h às 12h e das 14h às 17h

Local: Fapa – Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária, PR-540, KM 09, Colônia Vitória, Entre Rios, Guarapuava- PR

Programação On-line

Data: 03 de março

13h45 – Abertura da Programação

14h – Enxofre: deposição atmosférica, teores no solo e produtividade na região Centro-Sul do Paraná.

Palestrante: Sandra Mara Vieira Fontoura – Fapa

14h30 – Manejo da cultura do feijoeiro

Palestrantes: Eduardo Pagliosa e Noemir Antoniazzi – Fapa

15h – Comportamento e manejo das doenças na safra de verão

Palestrantes: Cristiane Gardiano Link e Heraldo Feksa – Fapa

15h30 – Manejo de sojas para altas produtividades de grãos.

Palestrantes: Vitor Spader e Everton Makuch

16h – Cenário econômico mundial e perspectivas para as culturas de soja, milho e feijão

Palestrante: Roberto Padovani – Banco Votorantim

Data: 04 de março

13h45 – Início da programação

14h – A microbiologia do solo e a produtividade agrícola.

Palestrante: Fernando Dini Andreote – Esalq-USP

14h30 – Complexo de enfezamentos em milho: identificação, danos e manejo.

Palestrante: Alfred Stoetzer – Fapa

15h – Respostas de híbridos de milho à população de plantas, em diferentes altitudes, na atuação da Cooperativa Agrária.

Palestrante: Celso Wobeto

15h30 – Inteligência artificial e modelos computacionais aplicados à agricultura.

Palestrante: Rodrigo Ferreira – Fapa

16h – Webinar Clima – Condições Climáticas para verão/outono 2021.

Palestrante: Marco Antônio Santos – Rural Clima Serviços de Engenharia Agronômica Ltda.

 

COCARI: Cooperativa inaugura unidade em Coromandel-MG

A Cocari inaugurou, neste mês de fevereiro, a unidade de Coromandel, em Minas Gerais. Esta é a terceira unidade instalada no estado. Atuando para crescer junto aos cooperados, a Cocari oferece assistência completa aos produtores rurais, desde o planejamento da lavoura até a comercialização da safra. Para isso, conta com equipe altamente qualificada, excelentes condições de pagamento e parcerias com empresas reconhecidas no mercado. Por meio desse suporte, a cooperativa contribui para o crescimento local, com geração de empregos e de renda para a comunidade.

Perfil da cooperativa - O presidente da Cocari, Vilmar Sebold, relembrou a ida da cooperativa à região do Cerrado e apresentou o atual perfil da Cocari. “Nossa cooperativa foi fundada no Paraná em 1962 e foi para o Cerrado brasileiro a partir dos anos 1980. Somos uma cooperativa composta majoritariamente por pequenos produtores, que representam aproximadamente 80% de nosso quadro social, enquanto o restante são de médios e grandes produtores. Atualmente, contamos com algumas indústrias, mas nosso carro-chefe é a comercialização de cereais e insumos para a condução da lavoura”, disse.

Ética, respeito e seriedade - O presidente destacou que a Cocari apresenta-se como alternativa para os produtores locais. “Estamos chegando agora a Coromandel e queremos demonstrar nosso respeito à história do povo e daqueles que construíram essa cidade, que se aproxima da celebração de 100 anos de emancipação política. Queremos ser uma opção com ética, respeito e seriedade no relacionamento com os produtores”, enfatizou.

Opção rentável e segura - Para o superintendente da Cocari no Cerrado, Fábio de Souza Xavier, é uma imensa satisfação ver a Cocari inaugurando a terceira unidade no estado de Minas Gerais. “Estamos nos colocando como opção rentável e segura aos produtores rurais. Temos uma vasta linha de insumos e um grande know-how na área de comercialização de grãos. Também contamos colaboradores capacitados para atender os produtores e oferecer assistência técnica de qualidade”, pontuou.

Apoio municipal - O prefeito do município, Fernando Breno Valadares Vieira, sinalizou apoio à cooperativa. “Temos o orgulho e a honra de ter em nossa cidade a Cocari, empresa que veio para gerar emprego e renda, para ajudar os nossos produtores rurais. Com certeza, teremos também a possibilidade de ampliar ainda mais esse trabalho em nossa cidade. O município será parceiro da cooperativa em todas as ações”, assegurou.

Confira o vídeo - Assista a matéria em vídeo pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=nGfAxeM036w&feature=youtu.be. (Imprensa Cocari)

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COCAMAR: Fortalecendo a presença em terras paulistas

cocamar 26 02 2021Procurando desenvolver seus negócios em terras paulistas, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial vem expandindo presença em várias regiões.

Atendimento - O município de Ibirarema, no oeste, passa a contar com uma estrutura para a entrega de grãos. Em funcionamento desde meados do mês, as instalações prestam atendimento a produtores de soja e milho que agora não precisam mais se deslocar a cidades vizinhas para entregar a safra.

Estruturas - Com isso, a cooperativa amplia sua atuação onde já possui estruturas de recebimento de grãos (a região de Palmital, Cruzália e Maracaí – todas no entorno de Assis – e Iepê, imediações de Presidente Prudente).

Insumos - Dessas, Iepê, Cruzália e Palmital também operam a comercialização de insumos, atividade que é mantida desde 2015 nas instalações de Presidente Prudente, onde não há recebimento.

Mirante - Ainda no oeste paulista, entra em atividade na safra 2021/2022 a estrutura de recepção de grãos e comercialização de insumos que está sendo construída em Mirante do Paranapanema, próximo à divisa com o Paraná.

Renovação - Em Mirante do Paranapanema, um dos objetivos da Cocamar é garantir apoio aos produtores que participam do programa de renovação de áreas de canaviais mantido em parceria com 3 usinas. São mais de 25 mil hectares na safra 2020/21 em andamento, conduzidos por cerca de 100 produtores cooperados com o apoio técnico e logístico da cooperativa.

Lojas - Completando, outras três lojas com amplo portfólio de insumos funcionam desde o início do ano passado, em parceria com a Syngenta, nos municípios de Itapeva, Itaberá e Buri, região sul de São Paulo. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI: Destaque no ranking do Ministério da Economia

sicredi 26 02 2021Em mais uma conquista que reflete projeções acertadas da equipe econômica, o Sicredi obteve destaque no ranking Prisma Fiscal, criado e gerido pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, e que foi divulgado na segunda quinzena de fevereiro. Reconhecido pelo rigor técnico aplicado em suas avaliações, o levantamento reúne algumas das maiores instituições financeiras e consultorias de economia do país.

Primeiro lugar - O Sicredi figura em primeiro lugar nas categorias que avaliam projeções de Despesa Total do Governo no Longo Prazo e Resultado Primário do Governo Central no Curto Prazo. A instituição financeira cooperativa também aparece como segunda colocada na divisão de projeções sobre Resultado Nominal do Governo Central no Longo Prazo e terceiro em Dívida Bruta do Governo Geral no Longo Prazo.

Capacidade - “O resultado conquistado nesta edição do Prisma Fiscal reflete a capacidade cada vez mais apurada do Sicredi em fazer projeções econômicas também sobre esses tipos de indicadores. Trata-se de um levantamento com metodologia altamente criteriosa e técnica, e alcançarmos as primeiras colocações em algumas categorias é algo gratificante já que o conhecimento sobre política fiscal nos possibilita ter mais assertividade nas projeções que fazemos contribuindo com a tomada de decisão dos nossos associados em relação aos seus investimentos e os rumos de seus negócios”, afirma o economista-chefe do Sicredi, Pedro Ramos.

Coleta de expectativas de mercado - O Prisma Fiscal é um sistema de coleta de expectativas de mercado, organizado e divulgado pelo Ministério da Fazenda, para acompanhamento da evolução das principais variáveis fiscais brasileiras sob a ótica de importantes analistas do setor privado. O levantamento possibilita o controle social sobre a situação fiscal do país e oferece a empresas e cidadãos uma perspectiva consistente a respeito da trajetória das variáveis pesquisadas. Dessa maneira, passa a ser um importante instrumento de planejamento e tomada de decisão desses agentes, em diferentes horizontes de tempo. Mais detalhes podem ser encontrados no site https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/prisma-fiscal

Top 5 do Banco Central - No final de janeiro, o Sicredi também obteve destaque no ranking anual de projeções econômicas divulgado pelo Banco Central (BC), o chamado Top 5. Pelo segundo ano consecutivo, a instituição foi a que teve maior presença nas listas das cinco que mais se aproximaram do acerto dos indicadores, sendo a única a aparecer em cinco categorias do ranking.

Colocação - Na ocasião, o Sicredi ficou em quarto lugar na categoria Curto Prazo Anual para os indicadores Taxa de Câmbio (nota 9,6), IPCA (nota 9,2) e IGP-M (nota 8,9). Na Taxa Selic, ocupou a quinta posição nas categorias Curto Prazo Anual (nota 9,5) e Médio Prazo Anual (nota 8,9).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Assembleias serão realizadas de forma digital

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP irá realizar as suas assembleias de núcleo ao longo do mês de março. Neste ano, porém, o tradicional encontro será realizado de forma digital, por meio de uma plataforma desenvolvida especialmente para a ocasião.

Datas - As assembleias serão realizadas entre os dias 03/03 e 09/03, e poderão ser acompanhadas acessando o link: www.sicredi.com.br/assembleiadigital. Os eventos serão realizados de forma remota por conta da necessidade de distanciamento social, como medida de prevenção ao avanço da pandemia de covid-19.

Cadastro - Para participar é necessário se cadastrar previamente na plataforma, por meio do número do CPF. O processo de cadastro será mais simples se o associado estiver com seus dados atualizados junto a cooperativa, como e-mail e telefone. Essas informações podem ser atualizadas em canais de atendimento como internet banking e aplicativo para dispositivos móveis, ou em contato direto com as agências.

Tutorial - Um tutorial detalhado sobre o cadastramento na plataforma está disponível nas redes sociais da cooperativa, no Facebook (facebook.com/sicrediparquedasaraucarias) e Instagram (@sicrediparquedasaraucarias).

Presente - Os associados que acompanharem a assembleia do início ao fim e participarem das votações ganharão de presente uma garrafa térmica de 2,5 litros, que poderá ser retirada a partir do dia 10/03 nas agências da Sicredi Parque das Araucárias.

Governança - As assembleias são eventos fundamentais no processo de governança da cooperativa. No encontro são apresentados os balanços financeiros, projetos sociais e outras ações realizadas pela cooperativa no exercício do ano anterior, bem como são apresentadas metas e o planejamento para o ano vigente. Por meio do voto, os associados também participam das decisões a respeito dos rumos da instituição.

Assembleias em São Paulo

03/03 - Abelardo Luz, Ouro Verde, Galvão, São Domingos, Quilombo, Clevelândia e Mariópolis.

04/03 - Videira, Fraiburgo, Caçador, Treze Tílias, Tangará, Água Doce, Ponte Serrada e Faxinal dos Guedes.

05/03 - Palmas, Vitorino, Mangueirinha, Honório Serpa, Coronel Domingos Soares.

08/03 - Pato Branco Centro, Pato Branco Zona Sul, Pato Branco Zona Norte, Coronel Vivida

09/03 - Ribeirão Preto Centro, Ribeirão Preto Av. Saudade, Ribeirão Preto Boa Vista, Jardinópolis, Sertãozinho, Pontal, Cravinhos e Batatais. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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CRESOL: Sistema lança livro e reforça posicionamento no cooperativismo financeiro

cresol 26 02 2021A Cresol lançou, no dia 24 de fevereiro, o livro “Saberes: Inovação, Relacionamento e Governança nas Cooperativas Cresol”. A publicação conta a trajetória do Sistema no cooperativismo financeiro do Brasil, com edição da Editora Confebras. A apresentação ao público foi em uma live no canal oficial da Cresol no Youtube.

Artigos - Em 432 páginas, os autores Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação, Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação, e José Vandresen, gerente do Cresol Instituto, reuniram artigos com detalhes dos 25 anos de história da cooperativa, criada na região Sudoeste do Paraná. Os relatos trazem experiências vividas por dirigentes, colaboradores e parceiros da instituição, em busca de uma reflexão sobre o cooperativismo.

Transformação - O livro é uma forma de demonstrar a transformação do Sistema Cresol, que passa por uma reorganização da governança e modernização do portfólio de serviços financeiros. A Cresol cresce e evolui anualmente e hoje tem presença em 17 estados, mais de 620 mil cooperados e quase R$ 13 bilhões em ativos.

Mensagem - “De forma geral, a principal mensagem que queremos transmitir para os leitores é que é possível cumprir com a função econômica das cooperativas dentro do Sistema Financeiro, mas também desenvolver iniciativas no âmbito social. Dá para ser cooperativa, ter o aspecto do negócio, da viabilidade econômica e, em paralelo, criar estratégias voltadas para jovens, crianças, mulheres, melhor idade e investir em educação financeira. As cooperativas têm esse papel na sua essência. Se numa ponta existe o aspecto econômico financeiro, na outra tem a dimensão social do que elas podem fazer para contribuir com a sociedade”, apontou Cledir Magri.

Tiragem - O livro tem uma tiragem de 1,5 mil exemplares, com distribuição gratuita para a comunidade, profissionais do cooperativismo e parceiros da Cresol. (Imprensa Cresol, com informações da Confebras)

 

INFRAESTRUTURA I: Audiências públicas para as rodovias do Paraná recebem mais de 100 contribuições em dois dias

infraestrutura I 26 02 2021Mais de 100 contribuições e um total de quase 13 horas de apresentação. Esse foi o balanço dos dois dias (24 e 25/02) de audiências públicas virtuais, promovidas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para o projeto de concessão de mais de 3 mil quilômetros de rodovias no estado do Paraná. Esta foi a primeira oportunidade que o Ministério da Infraestrutura (MInfra), a ANTT e a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) tiveram para apresentar detalhes do projeto à sociedade paranaense e ouvir sugestões para aperfeiçoamento do modelo, que prevê R$ 42 bilhões de investimentos.

Avaliação - O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que já havia recebido a bancada federal paranaense nesta quarta-feira (24/02), avaliou de forma positiva as audiências. “As colaborações são importantes para podermos construir um modelo de sucesso que vai transformar o estado do Paraná”, avaliou. “Trabalhamos para ter um contrato sadio, que vai proporcionar o investimento que todo o paranaense quer no final das contas, com duplicações, menor tempo de viagem e segurança.”

Mudança - Ainda durante a quarta-feira, no encontro do ministro com a bancada paranaense, uma mudança no projeto foi anunciada: 100% dos recursos ofertados durante o leilão serão aplicados no próprio estado. Ou seja, qualquer valor usado para desempate será utilizado integralmente na própria rodovia. “Uma medida para amortecer as tarifas e beneficiar o usuário”, avaliou Tarcísio de Freitas.

Conta vincula - Dessa maneira, esse montante ficará em uma conta vinculada, sem qualquer acesso da concessionária, mas que a população poderá consultar sempre que quiser e, que, ao longo do tempo, retornará como melhorias nas rodovias. De cinco em cinco anos, audiências com a sociedade vão definir a destinação destes recursos, seja em novas obras nas rodovias ou em reduções tarifárias.

Tarifas menores - Quanto aos valores de pedágio, o projeto do MInfra já apresenta valores projetados de 25% a 70% menores do que os atuais. E que podem sofrer uma redução de até 17% no momento do leilão. Além disso, os motoristas têm opções para pagar ainda menos. Para quem usa o serviço de cobrança automática por veículos – conhecido como “tag” –, receberá mais 5% de desconto. E para quem utiliza o mesmo trecho diariamente, acontece uma redução progressiva no valor pago ao longo de 30 dias – o Desconto de Usuário Frequente (DUF).

Sugestões - Mesmo após as audiências públicas virtuais, os paranaenses podem seguir contribuindo com sugestões para o projeto de forma escrita, por meio do site da ANTT, até o dia 22 de março. Ao fim desta etapa, possíveis ajustes ao projeto serão feitos antes de ser encaminhado para avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU). (Ministério da Infraestrutura)

FOTO: Jonathan Campos

 

INFRAESTRUTURA II: Quatorze empresas disputam duplicação da BR-277 em Cascavel

infraestrutura 26 02 2021O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) abriu nesta quinta-feira (25/02) as propostas comerciais das empresas disputando a duplicação da BR-277 próximo a Cascavel, na região Oeste. 14 empresas e consórcios entregaram envelopes com propostas, com valores entre R$ 47,5 milhões a R$ 66,1 milhões. O valor máximo estimado era de R$ 64,5 milhões.

Análise - Será feita agora a análise das propostas apresentadas, com o resultado sendo publicado em Diário Oficial e no portal Compras Paraná. No mesmo documento já será agendada a abertura dos envelopes com documentos de habilitação das empresas que apresentaram os menores valores para executar a obra, cabendo apresentação de recursos e contrarrazões em ambas etapas.

Obra - A obra prevê a duplicação de 5,81 quilômetros da BR-277, do km 574,470 ao km 580,280, entre o posto da Polícia Rodoviária Federal e a Ferroeste, próximo a Cascavel. Também será pavimentada a via marginal esquerda da rodovia do km 581,740 ao km 583,300, em uma extensão de 1,56 quilômetros, executado um viaduto no km 575,1, acesso para a Ferroeste, e outro viaduto no km 580,04, onde será implantada uma variante da PR-180.

Conclusão - Após emissão da ordem de serviço, a previsão de conclusão é de 420 dias corridos, ou 14 meses.

Convênio - Os recursos para a obra são resultado de convênio entre a Itaipu Binacional e o Estado do Paraná, representado pela Secretaria de Infraestrutura e Logística, sendo o DER/PR a unidade executora.

Mais obras - Convênios semelhantes estão garantindo mais obras para a região, como a implantação da nova Ponte da Integração Brasil - Paraguai, a duplicação do Contorno Oeste de Cascavel, a duplicação da Rodovia das Cataratas, a iluminação viária da BR-277 e a implantação de estrada municipal entre Ramilândia e Santa Helena. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego recua para 13,9% no 4º tri, mas taxa média do ano é a maior desde 2012

pnad continua 26 02 2021A taxa de desocupação caiu para 13,9% no quarto trimestre, depois de atingir 14,6% no trimestre anterior. Mesmo assim a taxa média de desocupação para o ano de 2020 foi de 13,5%, a maior desde 2012. Isso corresponde a cerca de 13,4 milhões de pessoas na fila por um trabalho no país. O resultado para o ano interrompe a queda na desocupação iniciada em 2018, quando ficou em 12,3%. Em 2019, o desemprego foi de 11,9%.

Pnad Contínua - Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (26/02) pelo IBGE.

Piora - “No ano passado, houve uma piora nas condições do mercado de trabalho em decorrência da pandemia de Covid-19. A necessidade de medidas de distanciamento social para o controle da propagação do vírus paralisaram temporariamente algumas atividades econômicas, o que também influenciou na decisão das pessoas de procurarem trabalho. Com o relaxamento dessas medidas ao longo do ano, um maior contingente de pessoas voltou a buscar uma ocupação, pressionando o mercado de trabalho”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

População ocupada - No intervalo de um ano, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas, chegando ao menor número da série anual. “Saímos da maior população ocupada da série, em 2019, com 93,4 milhões de pessoas, para 86,1 milhões em 2020. Ou seja, foi uma queda bastante acentuada e em um período muito curto, o que trouxe impactos significativos nos indicadores da pesquisa. Pela primeira vez na série anual, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%”, acrescenta Beringuy.

Trabalhadores - Essa queda da ocupação foi disseminada por todos os trabalhadores. Em um ano, o número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo trabalhadores domésticos) teve redução recorde, menos 2,6 milhões, um recuo de 7,8%, ficando em 30,6 milhões de pessoas. Os trabalhadores domésticos (5,1 milhões) diminuíram 19,2%, também a maior retração já registrada.

Conta própria - Houve redução de 1,5 milhão de pessoas entre os trabalhadores por conta própria, que somaram 22,7 milhões, uma retração de 6,2% em relação a 2019. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (9,7 milhões) caiu 16,5%, menos 1,9 milhão de pessoas. Até o total de empregadores recuou 8,5%, ficando em 4,0 milhões.

Taxa de informalidade - Já a taxa de informalidade passou de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020, o que representa 33,3 milhões pessoas sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração. Adriana lembra que os informais foram os primeiros atingidos pelos efeitos da pandemia, no ano passado.

Subutilizadas - Outro destaque foi a alta recorde no total de pessoas subutilizadas, que são aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial. No ano, esse contingente chegou a 31,2 milhões, o maior da série, um aumento de 13,1% com mais 3,6 milhões de pessoas.

Desalentados - Os desalentados, que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado, chegaram a 5,5 milhões de pessoas 2020, uma alta de 16,1% em relação ao ano anterior. É também o maior contingente da série anual da PNAD Contínua.

Impactos econômicos - “Com os impactos econômicos da pandemia, muitas pessoas pararam de procurar trabalho por não encontrarem na localidade em que vivem ou por medo de se exporem ao vírus. Durante o ano de 2020, observamos que a população na força de trabalho potencial cresceu devido ao contexto. Esse processo causado pela pandemia, somado às dificuldades estruturais de inserção no mercado de trabalho, podem ter reforçado a sensação de desalento”, afirmou a analista da pesquisa.

Administração pública - Em um ano de perdas generalizadas na ocupação, a exceção entre as atividades foi a administração pública, que cresceu 1%, com mais 172 mil trabalhadores, impulsionada pelos segmentos de saúde e educação. Já construção fechou 2020 com perda de 12,5% na ocupação, seguido de comércio (9,6%) e indústria (8,0%). Os serviços também foram os mais afetados, com destaque para alojamento e alimentação (21,3%) e serviços domésticos (19,0%). Outros serviços reduziram 13,8% e transportes, 9,4%. Os menores percentuais ficaram com agricultura (2,5%) e informação e comunicação (2,6%), que, inclusive, interrompeu três anos seguidos de crescimento da ocupação.

Rendimento médio - Em 2020, o rendimento médio real dos trabalhadores foi de R$ 2.543, um crescimento de 4,7% em relação a 2019. Já a massa de rendimento real, que é soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, atingiu R$ 213,4 bilhões, uma redução de 3,6% frente ao ano anterior.

Desocupação cai no quarto trimestre, após atingir maior patamar - No último trimestre de 2020, a taxa de desocupação caiu para 13,9%, depois de atingir 14,6% no terceiro trimestre, encerrado em setembro, o maior patamar já registrado na comparação trimestral. Apesar do recuo de 0,7 ponto percentual, o país ainda somava 13,9 milhões de pessoas sem trabalho. Segundo Adriana, essa reação do mercado de trabalho já era esperada.

Sazonal - “O recuo da taxa no fim do ano é um comportamento sazonal por conta do tradicional aumento das contratações temporárias e aumento das vendas do comércio. É interessante notar que mesmo num ano de pandemia, o mercado de trabalho mostrou essa reação.”, afirma a analista da pesquisa.

Destaques - Os principais destaques, no período, foram o aumento de 10,8% no contingente de empregados sem carteira assinada que atingiu 10,0 milhões de pessoas, e o total de trabalhadores por conta própria, que avançou 6,8%, somando 23,3 milhões. Na mesma comparação com o trimestre anterior, empregados com carteira avançaram 1,8%, atingindo 29,9 milhões.

Percentual - O percentual de trabalhadores informais também subiu de 38,4%, no terceiro de trimestre de 2020, para 39,5%, no quarto trimestre. Isso compreende 34,0 milhões de pessoas, um aumento de 2,4 milhões de trabalhadores na informalidade.

Resultado - Esse resultado no trimestre foi puxado pelo aumento na ocupação em quase todos os grupos de atividades: agricultura (3,4%), indústria (3,1%), construção (5,2%), comércio (5,2%), alojamento e alimentação (6,5%), informação e comunicação (5,8%) outros serviços (5,9%), serviços domésticos (6,7%) e administração pública (2,9%). Apenas transporte ficou estável. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Alerrandre Barros / Agência IBGE Notícias

 

ECONOMIA I: Arrecadação de impostos em janeiro somou R$ 180,221 bilhões

A Receita Federal informou nesta quinta-feira (25/02) que arrecadação de impostos e contribuições federais em janeiro somou R$ 180,221 bilhões, um recuo real de 1,5% na comparação com o mesmo mês de 2020, já descontada a inflação. Em janeiro do ano passado, a arrecadação foi de R$ 174,991 bilhões.

Pagamentos atípicos - De acordo com a Receita, o resultado foi influenciado por pagamentos atípicos e compensações tributárias, feitas por empresas que pagaram tributos a mais no passado, que somaram R$ 23,097 bilhões em janeiro.

Aumento real - Sem esses pagamentos, o Fisco disse que haveria um aumento real de 3,72% da arrecadação no mês de janeiro de 2021.

Desempenho - Esse desempenho seria explicado pelo comportamento da economia e pelo crescimento da arrecadação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre Lucro Liquido (CSLL), especialmente, das empresas que fecharam seus balanços no mês de dezembro de 2020.

Soma - Juntos, os dois tributos somaram uma arrecadação de R$ 57.591 milhões, com crescimento real de 5,78%.

IRPF - O Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) apresentou uma arrecadação de R$ 3,5 bilhões, representando crescimento real de 63,75%.

Outros - Segundo a Receita Federal, o Imposto sobre a Importação e o IPI Vinculado arrecadaram, em conjunto, R$ 7,34 bilhões, representando crescimento real de 20,26%.

Fatores - “Esse resultado é explicado pela conjugação dos seguintes fatores: elevação de 29,08% na taxa média de câmbio, de 11,71% na alíquota média efetiva do Imposto Importação e de 27,99% na alíquota média efetiva do IPI-Vinculado, combinada com a redução de 16,76% no valor em dólar (volume) das importações”, disse a receita. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Governo Central registra superávit de R$ 43,2 bilhões em janeiro

economia II 26 02 2021A interrupção dos gastos com o enfrentamento à covid-19 e o atraso na aprovação do Orçamento de 2021 fizeram o Governo Central – Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social – registrar o segundo melhor superávit primário para meses de janeiro. No mês passado, o governo arrecadou R$ 43,219 bilhões a mais do que gastou, divulgou nesta quinta-feira (25/02) o Tesouro Nacional.

Resultado - O resultado só não é superior ao de janeiro do ano passado, quando o superávit primário atingiu R$ 44,133 bilhões. O superávit primário representa o resultado positivo nas contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública. Apesar do superávit em janeiro, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelece a meta de déficit de R$ 247,1 bilhões para o Governo Central neste ano.

Melhor - O resultado de janeiro veio melhor que o estimado pelo mercado. As instituições financeiras pesquisadas pelo Prisma Fiscal, publicação do Ministério da Economia com analistas de mercado, estimavam que janeiro fecharia com superávit de R$ 27,5 bilhões.

Receitas totais - As receitas totais do Governo Central ficaram praticamente estáveis em janeiro, com recuo de 0,1% em relação ao mesmo mês do ano passado descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As despesas totais caíram 0,4% na mesma comparação.

Pandemia - Em comunicado, o Tesouro Nacional informou que a interrupção dos gastos com o combate à pandemia de covid-19 ajudou na obtenção do superávit primário em janeiro. Os gastos caíram de R$ 33,5 bilhões em dezembro para R$ 2 bilhões em janeiro.

Resíduos - Em 2021, o governo executou resíduos de programas que terminaram no fim do ano passado, mas tinham despesas previstas para janeiro, como o programa de redução de jornada e suspensão de contratos (R$ 346 milhões) e benefícios remanescentes do auxílio emergencial (R$ 279,1 milhões). A maior parte dos gastos, no entanto, correspondeu a despesas adicionais do Ministério da Saúde e de outras pastas, no total de R$ 1,2 bilhão.

Atraso - O atraso na votação do Orçamento de 2021 também ajudou a estabilizar as despesas. Sem a lei orçamentária aprovada, o governo está executando apenas 1/12 por mês dos gastos estabelecidos no orçamento de 2020. Para investimentos e demais despesas não obrigatórias, o governo está gastando menos: 1/18 por mês até a aprovação do Orçamento.

Reformas - Em relação à proposta de recriar o auxílio emergencial, o Tesouro defendeu a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) emergencial, que estabelece medidas de corte de gastos obrigatórios para compensar o pagamento de uma nova rodada do benefício. Segundo o Tesouro, as contrapartidas são essenciais para manter a credibilidade das contas públicas.

Auxílio - “Se o auxílio emergencial for concedido sem as medidas de fortalecimento da posição fiscal do país, pode haver um efeito adverso na economia com aumento da incerteza e perda de credibilidade, provocando aumento do risco país e dos juros, postergação da retomada da economia, bem como menor geração de emprego e renda para a população”, advertiu o comunicado do Tesouro. (Agência Brasil)

FOTO: Palácio da Alvorada

 

CÂMBIO: Dólar passa de R$ 5,50 e atinge maior valor desde novembro

cambio 26 02 2021Em um dia de turbulência no mercado financeiro, o dólar ultrapassou a barreira de R$ 5,50 e fechou na cotação mais alta desde o início de novembro de 2020. A bolsa de valores teve forte queda e encerrou no menor nível em quase três meses.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (25/02) vendido a R$ 5,514, com alta de R$ 0,093 (+1,72%). A divisa operou próxima da estabilidade durante a manhã, mas passou a disparar depois das 11h.

Maior nível - A moeda norte-americana está no maior nível desde 5 de novembro, quando fechou vendida a R$ 5,545. O Banco Central (BC) chegou a vender US$ 1,53 bilhão das reservas cambiais, mas a volatilidade permaneceu, com a cotação continuando a subir. Na máxima do dia, por volta das 15h30, o dólar aproximou-se de R$ 5,54.

Perdas - O dia foi marcado por perdas no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta quinta aos 112.256 pontos, com queda de 2,95%. Pela manhã, o indicador operou em alta, mas inverteu o movimento após o agravamento das incertezas em relação à mudança de comando na Petrobras.

Queda - As ações da companhia - as mais negociadas na bolsa - passaram a cair em meio à indefinição sobre a continuidade da política de preços dos combustíveis. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 3,87%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) caíram 4,96%.

Fatores internos e externos - Em relação ao dólar, a cotação oscilou influenciada por fatores domésticos e externos. Além da troca de comando da Petrobras, o adiamento da votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que introduz contrapartidas fiscais para a recriação do auxílio emergencial provocou instabilidade no mercado.

Internacional - No cenário internacional, o dólar subiu em todo o planeta com o aumento na demanda dos títulos públicos dos Estados Unidos, considerado o investimento mais seguro do mundo. A taxa do bônus de dez anos saltou para 1,5% ao ano, atingindo o maior nível em 2021. Juros mais altos dos títulos norte-americanos estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO: Relatório e votação da PEC Emergencial ficam para semana que vem

legislativo I 26 02 2021O Plenário do Senado adiou para a próxima terça-feira (02/03) a apresentação do relatório do senador Marcio Bittar (MDB-AC) para a PEC Emergencial (PEC 186/2019). Com isso, a votação da proposta deve começar na quarta-feira (03/03). O relator e o governo cederam após pressão dos partidos de oposição, que ameaçaram forçar a passagem da PEC pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ).

Auxílio - A PEC autoriza o governo federal a restabelecer o auxílio emergencial, excluindo a sua despesa do teto de gastos para o ano de 2021. Em contrapartida, ela também estabelece uma série de regras fiscais que têm causado polêmica, como o fim dos investimentos mínimos anuais em educação e saúde e o congelamento dos salários de servidores públicos.

Requerimento - O requerimento para tirar a PEC do Plenário foi apresentado pelo senador Paulo Rocha (PT-PA), que pediu uma discussão mais aprofundada na CCJ, que foi instalada nesta semana. Com isso, o relatório do senador Marcio Bittar seria apresentado primeiro à comissão, em vez de ir a votação no Plenário. O líder do governo na Casa, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), pediu que o relatório fosse lido ainda nesta quinta-feira (25), mas adiantou que uma nova versão seria apresentada na semana que vem, para contemplar novas emendas que foram apresentadas pelos senadores.

Proposta final - “Nós estamos trabalhando para trazer uma proposta final na segunda-feira [1º], a última proposta, fruto de todas as preocupações que foram expressas aqui por diversos senadores. O relatório [atual] precisa ser lido porque foi o trabalho que [Marcio Bittar] fez ao longo desses últimos dias. Com as emendas apresentadas, eu não tenho dúvida de que ele fará o aprimoramento do texto”, disse Bezerra.

Dúvidas - A explicação causou dúvidas no Plenário, e os líderes partidários preferiram liberar as suas bancadas na votação do requerimento do senador Paulo Rocha. O senador Izalci Lucas (PSDB-DF), por exemplo, disse acreditar que o fim do piso de gastos com educação e saúde — um dos itens mais criticados em Plenário — será removido no novo relatório. Segundo ele, não faria sentido apresentar um relatório defasado aos senadores.

Liquidada - “Eu entendi que essa questão da educação e da saúde já está liquidada. Acho, sinceramente, que ler um relatório de uma questão que já está liquidada não é correto”, ressaltou.

Receio - Diante do receio dos colegas, e para evitar que a PEC tivesse que recuar para a CCJ, o senador Fernando Bezerra Coelho concordou em adiar a apresentação do relatório e a sua votação para a semana que vem. Tudo acontecerá diretamente no Plenário.

Histórico - A PEC Emergencial foi apresentada em 2019 como parte de um pacote de medidas de reforma fiscal, chamado de Plano Mais Brasil. Originalmente, ela trazia uma série de mecanismos de cortes de gastos que seriam acionados automaticamente de acordo com a situação das contas públicas. A proposta tramitava na CCJ.

Primeiro relator - Nesse formato, ela chegou a ter um parecer do seu primeiro relator, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), mas, com o agravamento da pandemia, as comissões interromperam suas atividades e a PEC não foi votada. No fim do ano passado, ela foi redistribuída para o senador Marcio Bittar, que também é o relator da proposta da Lei Orçamentária Anual para 2021 (PLN 28/2020). No início deste ano, essa PEC foi convertida no veículo para o novo auxílio emergencial.

Contrapartidas fiscais - Nesse novo formato, o conteúdo original da PEC se transformou em contrapartidas fiscais — entre elas está a limitação de gastos com pessoal. A essas contrapartidas se somaram dispositivos retirados de outra proposta do Plano Mais Brasil, a PEC 188/2019, que trata do pacto federativo. Dela veio a extinção dos gastos vinculados em educação e saúde. (Agência Senado)

FOTO: Jefferson Rudy / Agência Senado

 

SAÚDE I: Confirmadas mais 1.541 mortes por Covid-19 em 24 horas

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 chegou a 251.498 nesta quinta-feira (25/02). Em 24 horas, foram registradas 1.541 mortes. Em contrapartida, 9.323.696 pessoas se recuperaram da doença. O total de infectados pelo novo coronavírus chegou a 10.390.461. Entre quarta e quinta-feira (25 e 26/02), foram confirmados 65.998 novos casos da doença

Acompanhamento - Ainda há 815.267 pessoas com casos ativos em acompanhamento por profissionais de saúde.

Estados - São Paulo se mantém com o maior número de mortes por covid-19 (58.528), seguido por Rio de Janeiro (32.771), Minas Gerais (18.135), Rio Grande do Sul (12.149) e Bahia (11.488). As Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (982), Roraima (1.083), Amapá (1.135), Tocantins (1.503) e Rondônia (2.801). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 26 02 2021

SAÚDE II: Estado tem 5.622 novos casos e 110 mortes. Já foram vacinadas 293.419 pessoas

saude II 26 02 2021O Paraná registra nesta quinta-feira (25/02) 5.622 novos casos confirmados e 110 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Dados acumulados - Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, os dados acumulados do monitoramento mostram que o Estado soma 628.999 casos confirmados e 11.380 mortos em decorrência da doença. Há ajustes no final do texto.

Meses - Os casos divulgados nesta data são de janeiro (54) e fevereiro (5.510) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: maio (1), junho (1), julho (2), agosto (2), setembro (1), outubro (2), novembro (5) e dezembro (44).

Vacina - O Paraná já vacinou 389.549 pessoas, sendo 293.419 com a primeira dose e 96.130 com a segunda dose até a manhã desta quinta-feira (25). Portanto, 293.419 paranaenses já foram vacinados. Ao todo, o Estado recebeu 706.200 doses do Governo Federal até o momento.

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Internados - 1.521 pacientes com diagnóstico estão internados. São 1.327 pacientes em leitos SUS (620 em UTI e 707 em leitos clínicos/enfermaria) e 194 em leitos da rede particular (84 em UTI e 110 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.855 pacientes internados, 656 em leitos UTI e 1.199 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A secretaria estadual informa a morte de mais 110 pacientes. São 45 mulheres e 65 homens, com idades que variam de 26 a 98 anos. Os óbitos ocorreram entre 25 de abril de 2020 a 25 de fevereiro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (10), Cascavel (7), Ponta Grossa (5), Cambé (4), Guarapuava (4), Guaratuba (4), Ibiporã (4), Campo Largo (3), Araucária (2), Coronel Vivida (2), Francisco Beltrão (2), Lobato (2), Londrina (2), Mandaguari (2), Maringá (2), Rolândia (2), Santo Antonio da Platina (2), Tamarana (2), Tijucas do Sul (2) e Wenceslau Brás (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Adrianópolis, Andirá, Apucarana, Arapongas, Arapoti, Astorga, Bela Vista do Paraíso, Bom Sucesso do Sul, Chopinzinho, Colombo, Cruzeiro do Sul, Curiúva, Diamante do Sul, Floraí, Floresta, Foz do Iguaçu, Itambaracá, Itaúna do Sul, Jaguariaíva, Jardim Olinda, Mandirituba, Marechal Cândido Rondon, Marialva, Maripá, Matinhos, Mauá da Serra, Nova Londrina, Nova Santa Rosa, Palmital, Paranavaí, Piraquara, Pitanga, Quedas do Iguaçu, Santa Amélia, Santa Isabel do Ivaí, Santa Maria do Oeste, Santa Terezinha de Itaipu, São Jerônimo da Serra, São José dos Pinhais, Telêmaco Borba, Terra Boa, Toledo, Três Barras do Paraná, Turvo e Umuarama.                

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 4.554 casos de residentes de fora, 87 pessoas morreram.

Ajustes - Total de exclusão: 8 casos residente no Paraná. 1 óbito residente no Paraná.

Um caso confirmado (F,65) no dia 30/06/2020 em Mariópolis foi excluído por erro de notificação.

Um caso confirmado (M,22) no dia 01/07/2020 em Mariópolis foi excluído por erro de notificação.

Um caso confirmado (M,45) no dia 05/09/2020 em Mariópolis foi excluído por erro de notificação.

Um caso confirmado (F,43) no dia 26/12/2020 em Mariópolis foi excluído por erro de notificação.

Um caso confirmado (F,47) no dia 04/08/2020 em Pato Branco foi excluído por erro de notificação.

Um caso confirmado (M,55) no dia 11/05/2020 em Curitiba foi excluído por erro de notificação.

Um caso confirmado (F,69) no dia 06/08/2020 em Pato Branco foi excluído por erro de notificação.

Um caso e óbito confirmados (M,81) no dia 01/02/2021 em Cascavel foram excluídos por erro de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

 

SAÚDE III: Ministério compra 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin

O Ministério da Saúde assinou nesta quinta-feira (25/02) contrato para compra de 20 milhões de doses da vacina Covaxin da Precisa Medicamentos/Bharat Biotech. O investimento total foi de R$ 1,614 bilhão na compra da vacina produzida na Índia.

Licitação - Para agilizar o processo de compra de novas doses de vacinas, o Ministério da Saúde dispensou o uso de licitação para a compra dos imunizantes. A iniciativa é uma exigência amparada pela MP 1.026/21, que facilita a compra de vacinas.

Primeiras doses - Segundo a pasta, as primeiras 8 milhões de doses do imunizante devem começar a chegar em março, em dois lotes de 4 milhões a serem entregues entre 20 e 30 dias após a assinatura do contrato.

Mais - Em abril, o governo federal espera receber mais 8 milhões de doses de imunizantes importados da Índia, no prazo de 45 e 60 dias após a oficialização da compra. Em maio, é esperado o último lote de doses, com 4 milhões de unidades.

Balanço - Ao todo, foram distribuídas mais 3,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 em todo país. Estados e Distrito Federal estão recebendo as 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, importadas da Índia, e 1,2 milhão de doses do imunizante do Instituto Butantan.

Distribuição - Com esse novo lote, foram distribuídos mais de 15 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 desde o dia 18 de janeiro, início da campanha de vacinação. Até julho, a pasta prevê o envio de mais de 200 milhões de doses, vacinando, assim, metade da população brasileira. (Agência Brasil)

SAÚDE IV: Governador faz reuniões de emergência com prefeitos do Paraná

saude IV 26 02 2021 O governador Carlos Massa Ratinho Junior convocou na noite desta quinta-feira (25/02) duas reuniões virtuais de emergência para discutir o cenário da pandemia da Covid-19 e novas medidas restritivas a serem apresentadas para a sociedade nesta sexta-feira (26/02). Uma foi com os prefeitos dos cinco maiores municípios do Paraná e a outra com todos os presidentes das associações municipais, que congregam as 399 cidades do Estado.

Pior momento - “É o pior momento da pandemia neste um ano de enfrentamento da doença. A ideia é apresentar para a sociedade um pacote de medidas mais duro nesta sexta-feira para conter o contágio e evitar o colapso na rede de atendimento. Queremos construir um esforço conjunto para frear a curva crescente no Paraná”, afirmou Ratinho Junior. “Não é fácil, é uma decisão dura, mas é do nosso ofício tomar decisões difíceis”.

Crescimento - O governador também destacou que as curvas de infectados e de hospitalizações cresceram muito nos últimos dias, aquém da trajetória da pandemia em 2020. Ele disse que as medidas ajudarão a controlar a contaminação e servirão para ajudar a população, e lembrou que o Estado pode estar sendo impactado pela circulação de novas cepas.

Salvar vidas - “Serão dias turbulentos, mas as medidas servirão para salvar vidas. Não podemos ter um colapso na saúde. Vamos vencer mais esse momento”, afirmou Ratinho Junior. “Além disso, há muitos jovens sendo internados, o que antes não ocorria, e houve um aumento de 900% na fila de pessoas precisando de leitos hospitalares. É um cenário gravíssimo”.

Medidas - As medidas ainda não foram detalhadas porque foram alvo de discussão com os prefeitos. O objetivo dos dois encontros foi justamente procurar uma uniformidade de decisões com os executivos municipais e discutir necessidades regionais que precisam constar no decreto estadual. As restrições serão apresentadas definitivamente nesta sexta-feira.

Apoio - “Precisamos do apoio de todos os prefeitos. A vacina causou uma falsa ilusão de proteção. Ela não chegou na quantidade suficiente, mas trouxe esperança, o que fez com que as aglomerações voltassem e as pessoas relaxassem nas medidas básicas de proteção”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “Serão dias de esforço pela frente para que possamos atender as pessoas dentro do nosso quadro de leitos hospitalares”.

Cenário - Nos dois encontros, o diretor de Gestão em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Vinícius Filipak, apresentou um panorama da pandemia. Segundo ele, o Paraná se encontra no pior momento desde o começo do enfrentamento, com viés de piora em todos os indicadores (ocupação de leitos, espera na fila para internação, novos casos e óbitos) se nada for feito para interromper a circulação.

Mortos - Ele destacou que o Paraná alcançou a marca de 11,3 mil mortos e quase 630 mil infectados, e que a rede de atendimento da Covid-19 nos hospitais conta com 1.271 leitos de UTI para adultos e 1.790 leitos de enfermaria, com ocupação acima de 94% no atendimento que requer intubação. Esse índice está acima da previsão pessimista de evolução.

Ocupação - “Mesmo com o tamanho dessa rede, e o incremento dos leitos do sistema privado, nunca tivemos uma ocupação tão elevada, é o maior número da nossa série histórica. São mais de 3 mil pacientes internados, confirmados ou suspeitos, nesse momento. Nunca o Paraná teve esse número simultâneo”, afirmou.

Internação - Filipak também ressaltou que 92% dos pedidos de internação foram atendidos em até 24 horas no Paraná desde o começo da pandemia. Nas últimas semanas, no entanto, quase 20% aguardaram mais de um dia uma vaga na Central de Leitos, o que demonstra aumento da ocupação e do tempo de internamento.

Próximas semanas - “Se hoje temos esse número de contaminados, imagina nas próximas semanas. É hora de fazer alguma coisa porque isso terá impacto direto nas internações da semana que vem e da outra. As medidas serão destinadas a reduzir o risco real de contaminação, sob pena de falência integral do sistema de atendimento”, destacou.

Testagem - Ele também pediu aos prefeitos que ampliem a testagem na população nos próximos dias e destacou que houve uma diminuição muito brusca na estratégia de mapeamento. “Atualmente a média é de 40% de positivos nos testes do Paraná. Isso é inadmissível porque mostra que estamos testando apenas pacientes sintomáticos e perdendo oportunidade de detectar os demais, que estão circulando. Uma testagem ampla deveria significar 8% a 10% de positivos”, arrematou.

Reuniões - Participaram da primeira reunião os prefeitos Curitiba (Rafael Greca), Ponta Grossa (Elizabeth Schmidt), Maringá (Ulisses Maia), Londrina (Marcelo Belinati) e representantes da prefeitura Cascavel. Da segunda, participaram os presidentes das 19 associações que congregam os 399 municípios, além da Associação dos Municípios do Paraná (AMP).

Governo - Pelo Governo do Estado, participaram o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o secretário de Comunicação e Cultura, João Debiasi; a diretora de Vigilância Epidemiológica, Acácia Nasr; e a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

G7 e líderes religiosos - O vice-governador Darci Piana também conversou nesta quinta-feira com os líderes das entidades empresariais representadas no G7 e líderes religiosos. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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