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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5020 | 03 de Março de 2021

PRÉ-ASSEMBLEIAS: Eventos preparatórios para a AGO iniciam no dia 8 de março, pelo Núcleo Centro-Sul

Na semana que vem, o Sistema Ocepar realiza as pré-assembleias, que são eventos preparatórios para a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da entidade, que ocorrerá no dia 5 de abril. Nas reuniões haverá a prestação de contas de 2020 e a apresentação do plano de trabalho para 2021, incluindo a proposta de início do novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), cujo objetivo é preparar o caminho para que as cooperativas do Paraná alcancem R$ 200 bilhões de faturamento nos próximos anos.

Participação - As pré-assembleias devem contar com a participação de conselheiros de administração e fiscal, gestores, representantes dos comitês educativos, de mulheres e jovens, entre outros. Os eventos serão realizados virtualmente e começam no dia 8 de março, com representantes das cooperativas que integram o Núcleo Centro-Sul, tendo como anfitriãs as cooperativas Bom Jesus e Sicredi Integração. A rodada prossegue no dia 9, com o Núcleo Oeste, e a C.Vale será a anfitriã; no dia 10, será a vez dos Núcleos Norte e Noroeste, e a Unimed Londrina será a anfitriã; e no dia 11, vai reunir as lideranças do Núcleo Sudoeste, com seis cooperativas sediadas em Pato Branco como anfitriãs. As reuniões ocorrerão das 13h30 às 16h30, com os Núcleos Centro-Sul, Oeste e Norte e Noroeste. Com o Núcleo Sudoeste, será das 8h30 às 11h30.

Informações – Mais informações com Neuza Oliveira ou Daniele Luana (secretaria@sistemaocepar.coop.br / 41 - 99278 0739 ou 99151 2148).

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pre assembleia folder atualizado 03 03 2021

COVID-19: Confira o comunicado 3 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 destaque 03 03 2021O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar emitiu, nesta terça-feira (02/03), o comunicado 3, informando que no dia 1º de março a entidade solicitou, por ofício enviado ao Sistema OCB, uma avaliação sobre a demanda das cooperativas paranaenses em relação ao prazo de realização de assembleias gerais digitais e semipresenciais. Veja abaixo todas as informações do boletim.

1. No dia 01 de março, o Sistema Ocepar, encaminhou Ofício nº 011/2021 para o Sistema OCB, solicitando avaliação da demanda das cooperativas paranaenses em relação ao prazo de realização de assembleias gerais digitais e semipresenciais.

2. O Governo Federal publicou, no dia 01 de março de 2021, a Medida Provisória nº 1034, que altera a Lei nº 7.689, de 15 de dezembro de 1988, para majorar a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido devida pelas pessoas jurídicas do setor financeiro. Clique aqui para acessar a MP nº 1034. Para as cooperativas de crédito, a alíquota altera de 15 para 20%, de 1º de julho a 31 de dezembro de 2021. Os bancos cooperativos também são afetados, com aumento de alíquota para 25%, pelo mesmo prazo.

3. No dia 01 de março, o Governo Federal publicou o Decreto nº 10.638, que zera o Pis e Cofins sobre importação e comercialização óleo diesel, gás liquefeito de uso doméstico. Para acessar o Decreto nº 10.638/21 clique aqui.

• Eleva para um inteiro o coeficiente de redução de Pis e Cofins para o gás GLP destinado ao uso doméstico de até 13 kg.

• Eleva para um inteiro o coeficiente de redução de Pis e Cofins para óleo diesel.

• Isto representa alíquota e valores zerados de Pis e Cofins especificamente para estes produtos.

4. O Ministério da Economia, por meio da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, no dia 01 de março, publicou no Diário Oficial da União, a Portaria PGFN/ME nº 2.381, que reabre o Programa de Retomada Fiscal, permitindo a negociação de todos os débitos que vierem a ser inscritos em dívida ativa da União até 31 de agosto de 2021. O período de adesão é de 15 de março até 30 de setembro pelo portal “Regularize”. Clique aqui para acessar a Portaria PGFN/ME nº 2.381.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março de 2020, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

PGFN: Publicada portaria que reabre negociações de dívidas

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou a Portaria nº 2.381, no Diário Oficial da União de segunda-feira (01/03), reabrindo os prazos para renegociação de dívidas, por meio de ingresso no Programa de Retomada Fiscal. Ela permite a renegociação de todos os débitos que vierem a ser inscritos em dívida ativa da União até 31/08/2021. O período de adesão vai de 15/03 até 30/09/2021.

Alongamento de prazo - Esta renegociação prevê o alongamento dos prazos de pagamento em até 145 meses e concessão de descontos de até 70%. Estão contempladas com a medida pessoas físicas, pessoas jurídicas (inclusive as cooperativas) e micro e pequenas empresas, incluindo aquelas que possuem débitos relacionados ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Os contribuintes interessados poderão fazer suas simulações por meio do portal Regularize, acessando o link https://www.regularize.pgfn.gov.br/

Adesão - A adesão ao Programa de Retomada Fiscal possibilitará:

- Regularidade fiscal com expedição de CND;

- Suspensão de registros no CADIN de débitos junto a PGFN;

- Suspensão de certidões de dívida ativa;

- Autorização para sustação do protesto de certidão de dívida ativa já efetivado;

- Suspensão de execuções fiscais de bloqueio de contas bancárias, garantia de dívidas e leilões já designados;

- Suspensão de reconhecimento de responsabilidade sobre a dívida e

- Suspensão dos demais atos de cobrança administrativa ou judicial.  

Créditos transacionados - De acordo com o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, Devair Mem, a Portaria nº 2.381 prevê também o pagamento, a título de entrada, do valor mensal equivalente a 0,334% do montante consolidado dos créditos transacionados durante 12 meses, e o restante com redução de até 100% dos juros, das multas e dos encargos-legais, observado o limite de até 50% (70% para RJ) sobre o valor total de cada crédito objeto da negociação, para pessoas jurídicas em processo de recuperação judicial, liquidação judicial, extrajudicial ou falência.

FGTS - “Destacamos também que a Portaria nº 2.382 regulamentou a negociação de débitos inscritos em dívida ativa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que permite, entre outros pontos, fazer acordos para a regularização do passivo fiscal, envolvendo prazos alongados e descontos”, acrescentou.

Clique aqui e confira na íntegra a Portaria PGFN-ME nº 2.381

Clique aqui e confira na íntegra a Portaria PGFN-ME nº2.382

SESCOOP: Novo Licitacoop está no ar

sescoop 03 03 2021A plataforma de interação para assuntos voltados a licitações e contratos entre a unidade nacional do Sescoop e suas unidades estaduais foi inteiramente remodelada para garantir que todos os profissionais que atuam na temática de licitações e contratos possam encontrar, ali, as respostas que precisam. Estamos falando do Licitacoop, um ambiente virtual elaborado a partir de dúvidas das pessoas que lidam, diariamente, com esses dois temas.

Norte - “A ideia é que os profissionais encontrem nesse ambiente, as informações úteis que vão nortear o trabalho nos estados. Por isso, temos ali um material vasto, desde normativos, manuais, modelos diversos, orientações e determinações de órgãos de controle Tribunal de Contas da União e Controladoria Geral da União”, explica o assessor jurídico do Sescoop, Aldo Guedes.

Buscas - Segundo ele, além dos materiais que podem ser encontrados facilmente nas abas do portal, os interessados também têm a possibilidade de fazer buscas sobre os temas de seu interesse e até mesmo de participar de fóruns de discussão. “Isso garante mais agilidade na hora de encontrar o que se quer”, comenta o assessor.

Áreas - O Licitacoop é uma plataforma voltada a colaboradores de diversas áreas, como auditoria, controladoria, gestão de pessoas, ou que atuam com o planejamento de contratação, com a elaboração de termos de referência de TI, por exemplo, e, ainda, gestão e fiscalização de contratos.

Cursos - E para garantir que todos consigam utilizar o conteúdo disponibilizado pelo Sistema OCB, também é possível encontrar uma série de cursos e vídeos. Segundo a gerente de Licitação de Contratos, Felícia Borges, ao todo, existem 22 cursos na modalidade EAD. “Esses cursos são essenciais para quem já lida com essa temática ou que pretende conhecer um pouco mais das normas, ferramentas e mecanismos de atuação com esse enfoque”, comenta Felícia.

Mais - Até o fim deste semestre, pelo menos outros quatro cursos devem ser disponibilizados na plataforma.

Acesso - Para ter acesso à plataforma, o interessado deve solicitar o login e a senha. O processo é bem simples: basta encaminhar um e-mail para asjur.sescoop@sescoop.coop.br, informando os seguintes dados: nome completo, número do CPF, e-mail institucional válido e telefone de contato. (OCB)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Cooperativa alcança 75 mil vidas

unimed ponta grossa 03 03 2021A Unimed Ponta Grossa, no primeiro bimestre de 2021, atingiu pela primeira vez em sua história a marca de 75 mil vidas, o que representa um crescimento de 2,35% na carteira de clientes se comparado ao mesmo período em 2020.

Resultado - Entre 2018 e 2019, a Unimed Ponta Grossa viu a carteira de clientes subir mais de 10 mil vidas e alcançou o marco de 70 mil beneficiários. Os números se devem a uma somatória de esforços e investimentos, tanto em infraestrutura, quanto em tecnologia e recursos humanos.

2020 - No início de 2020, a cooperativa seguia um curso normal de crescimento. Com o mercado local promissor, a estimativa para o ano era aumentar em 6% a carteira de clientes, seguindo as estratégias de investimentos e de verticalização dos recursos. Porém, em meados de março, o Brasil começou a ser assolado pela pandemia da Sars-Cov-2, fazendo com que a área da saúde fosse a que mais enfrentasse desafios.

Aumento - Mas, mesmo em um cenário atípico, no início de 2021, a Unimed Ponta Grossa conseguiu aumentar a carteira de clientes para 75 mil beneficiários, um marco inédito na cooperativa. Ao todo, são mais de 100 mil clientes Unimed da região atendidos pela operadora de saúde, que buscam atendimento na cooperativa.

Planos - Desse total de crescimento, 19% representam planos individuais e familiares e 81% planos empresariais. Para a diretora de Mercado e Desenvolvimento, Michele Cação Ribeiro “é uma grande satisfação que, em janeiro de 2021, ultrapassamos o número de 75 mil beneficiários da Unimed Ponta Grossa. Apresentar crescimento em um momento tão delicado como o que temos vivido, nos motiva a manter a excelência de atendimento aos nossos clientes. Nesse período em que a saúde é ainda mais importante para todos, nos sentimos muito felizes em contar com a confiança dos nossos mais de 75 mil beneficiários”.

Medidas - Segundo a gerente de mercado, Glória Martins, “o aumento de vidas se deve a uma série de medidas, pois frente às dificuldades impostas pela pandemia, a Unimed Ponta Grossa entendeu que, tão importante quanto conquistar novos clientes, era manter os clientes atuais bem assistidos e satisfeitos. Assim, a área de Mercado intensificou o relacionamento com os clientes da carteira, auxiliando as empresas nas demandas e necessidades de enfrentamento à Covid-19”.

Sistema - Glória Martins relata que “foi disponibilizado às empresas, sem custo, o sistema de monitoramento Bem Cuidado, desenvolvido pela própria Unimed, além da realização e comercialização de testes de Covid-19 para que empresas pudessem manter a sua operação sem risco de contaminação em massa”.

Fidelização - Glória ainda destaca outra estratégia para fidelizar os clientes, “a área de relacionamento e fidelização, entendendo o momento econômico difícil, facilitou aos beneficiários o parcelamento e até mesmo a prorrogação de boletos sem multa e juros para aqueles contratantes cujo negócio ou renda mensal foram impactados pela pandemia”.

Certeiros - A gerente de Mercado explica que os métodos empregados foram certeiros, pois “para aumentar a carteira, a equipe de vendas, mesmo em home office continuou prospectando novos clientes e facilitando a adesão ao plano de saúde, mesmo nos momentos em que não podíamos realizar atendimento presencial, utilizamos outros meios como a assinatura eletrônica digital de contratos, especialmente nos segmentos de pequenas e microempresas, com ofertas de descontos personalizados”.

Qualidade - Michele ainda complementa que o atendimento prestado pela cooperativa fortalece a percepção de qualidade para o beneficiário, “a Unimed Ponta Grossa, fundada há mais de 40 anos, sempre prezou por oferecer serviços de qualidade em nosso hospital, nos nossos laboratórios e nos consultórios dos nossos médicos cooperados a todo esse público”.

Reflexão - Para a diretora, o balanço sobre 2020 é uma reflexão do que se vive como sociedade e o papel do médico no cuidado. Michele afirma que “Como uma cooperativa composta por mais de 550 médicos é natural que o nosso objetivo seja ‘cuidar das pessoas’, mas é em meio ao caos do momento que isso se torna mais evidente e importante. Agradecemos a confiança que a população da região deposita em nossos serviços e nos comprometemos em continuar trazendo excelência em saúde”.

Investimentos - Para atender ao plano de Mercado da Unimed Ponta Grossa em 2021, que é ter um crescimento de 2% no número de beneficiários e também o aumento da demanda pelos serviços, a cooperativa tem investido na ampliação da estrutura física, dos serviços próprios e da variedade de planos comercializados. Com as estratégias de contingência durante a pandemia, a cooperativa investiu mais de R$ 10,7 mi em estrutura física, tecnológica e assistencial, sendo que cerca de 50% deste montante foi aplicado somente nos recursos próprios (hospital e laboratório). (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

SICOOB MÉDIO OESTE: Nova sede administrativa e agência são inauguradas em Assis Chateaubriand

sicoob medio oeste 03 03 2021No último dia 26, o Sicoob Médio Oeste inaugurou o prédio que vai sediar a Unidade Administrativa e uma agência da cooperativa em Assis Chateaubriand (PR). Respeitando as determinações das autoridades sanitárias na prevenção da Covid-19, o evento também foi transmitido on-line pelo YouTube.

Mais amplo - O novo espaço é mais amplo, tem instalações mais modernas, um ambiente confortável e aconchegante para proporcionar ao cooperado a sensação de que ele está em casa. Além disso, segue os novos padrões de identidade visual da marca Sicoob.

Presenças - Prestigiaram a inauguração o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Médio Oeste, Rafael Katarinhuk, diretores executivos, membros do Conselho de Administração e Fiscal, gerentes, colaboradores, familiares, convidados e a imprensa. Também estiveram presentes o presidente da Câmara de Vereadores, Matheus Marques (que representou o prefeito, Valter Aparecido Souza Correa); o secretário e deputado, Marcel Micheletto; o representante da ACIAC, Ogenilson Gonçalves; o padre André Fatega da Matriz Nossa Senhora do Carmo e o pastor Genesis Fidélis da Igreja Batista.

On-line - Já de forma on-line, quem acompanhou o evento foram o presidente e o vice-presidente do Conselho de Administração do Sicoob Central Unicoob, Wilson Cavina e Marino Delgado, e os diretores Carlos Schlick, César Lazarino e Pedro Pinheiro.

Atendimento - A nova agência já está atendendo ao público e conta com estacionamento para comodidade dos cooperados. O endereço é na Av. Dom Pedro II, 245 (antigo prédio da Doces Central). (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

CARTILHA: Raio X da política de seguro rural 2020 no Brasil

seguro rural 03 03 2021O Departamento da Gestão de Riscos da Secretaria de Políticas Agrícola do Ministério da Agricultura acaba de divulgar uma cartilha detalhando todas as ações realizadas em 2020. Para se ter ideia, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) apresentou resultados recordes. O número de produtores atendidos ultrapassou os 100 mil no ano, 84% a mais que 2019 e 44% a mais que o recorde anterior. Já o orçamento destinado para o PSR em 2020, R$ 881 milhões, foi mais que o dobro do ano anterior.

Apresentação - Na apresentação do material, os técnicos lembram que a atividade agropecuária se desenvolve num ambiente de elevado risco e significativa incerteza, seja na produção, devido a instabilidades climáticas e ameaças sanitárias, seja por razões de mercado, em virtude, por exemplo, de variações das taxas de câmbio e juros, seja por conta de condições ligadas ao ambiente de negócios propriamente dito, tais como alterações em marcos regulatórios e em políticas públicas. Todas essas variáveis, intrínsecas aos mercados agropecuários, geram oscilações na renda do setor, que em diversos países são enfrentadas por meio de políticas de apoio à gestão de riscos. Uma adequada gestão de riscos pode afetar positivamente a estabilidade da renda do produtor e sua própria permanência na atividade.

Gestão - “O gerenciamento de riscos agropecuários pode ocorrer de diversas maneiras, sendo a contratação de seguro uma das formas mais usuais. O seguro rural é um importante mecanismo de mitigação de riscos e proteção da renda, que atua no sentido de amenizar as perdas e possibilitar a recuperação da capacidade financeira do produtor quando da ocorrência de eventos causadores de sinistros”, ressaltam os especialistas do Mapa.

Seguro rural - “Do ponto de vista dos efeitos agregados, o seguro rural propicia um ambiente favorável ao desenvolvimento dos negócios agrícolas, na medida em que proporciona a garantia do fluxo de renda, favorece a expansão da área plantada e facilita a oferta de financiamento, sendo ainda um instrumento eficaz para o compartilhamento do risco da agropecuária com outros agentes e setores econômicos. Ressalte-se, no entanto, que a experiência internacional tem demonstrado que o mercado de seguro rural não se consolida sem a participação do Estado”, afirmam ainda.

Mercado - “A literatura especializada cita problemas oriundos dos elevados investimentos e custos administrativos, da possibilidade de risco catastrófico e da assimetria de informações, com forte influência do risco moral e da seleção adversa na formação das carteiras, como fatores que limitam a eficiência da iniciativa privada na oferta de produtos. Dessa forma, o poder público é demandado a interferir no mercado, seja atuando diretamente como seguradora, seja criando programas que estimulem a oferta e a demanda por produtos de seguro”, acrescentam.

Clique aqui e confira na íntegra o conteúdo da cartilha

 

PUBLICAÇÃO: Embrapa lança versão digital gratuita do livro A Saga da Soja

publicacao 03 03 2021A publicação assinada pelos pesquisadores Amélio Dall´Agnol e Décio Gazzoni, da Embrapa Soja, registra desde a domesticação da soja na antiga China, até tornar-se o quarto principal grão produzido no mundo. Segundo os autores, o primeiro registro de soja no Brasil é de 1882, mesma data em que, também, foi introduzida na Argentina. O cultivo no Brasil e na Argentina ocorreu de forma restrita, entre os anos de 1940 e 1960. No entanto, entre 1960 e 2018 a produção global de soja cresceu cerca de 1.300%.

Principal fonte de proteína - Atualmente a soja é a principal fonte de proteína, em nível mundial, sendo usada em produtos industrializados e também em ração animal. Na safra 2019/20, o Brasil produziu 257 milhões de toneladas de grãos, dos quais mais de 120 milhões foram de soja. A cultura da soja representa 23% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O Brasil se tornou o maior produtor mundial de soja e a cultura hoje tem reflexos importantes na economia, impactando na realização de negócios, na geração de emprego e renda e trazendo melhorias para a qualidade de vida de toda a população.

Condições adequadas - “A soja encontrou condições adequadas de expansão nos trópicos, fruto de elevada disponibilidade de área, clima favorável, topografia adequada e vultosos investimentos em desenvolvimento de tecnologia, aliados à presença de agricultores empreendedores”, avaliam os autores.

PDF - Baixe o pdf: www.embrapa.br/soja/saga-da-soja

Impressa - A publicação impressa pode ser adquirida pelo e-mail livraria.aee@gmail.com. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

IBGE: PIB cresce 3,2% no 4º tri, mas fecha 2020 com queda de 4,1%, a maior em 24 anos

ibge destaque 03 02 2021O Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 3,2% no quarto trimestre de 2020, mas encerrou o ano com queda de 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. É o maior recuo anual da série iniciada em 1996. Essa queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%. O PIB per capita alcançou R$ 35.172 no ano passado, recuo recorde de 4,8%.

Dados - Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta quarta-feira (03/03), pelo IBGE.

Pandemia - “O resultado é efeito da pandemia de Covid-19, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para controle da disseminação do vírus. Mesmo quando começou a flexibilização do distanciamento social, muitas pessoas permaneceram receosas de consumir, principalmente os serviços que podem provocar aglomeração”, analisa a coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis.

Setores - Em 2020, os serviços encolheram 4,5% e a indústria, 3,5%. Somados, esses dois setores representam 95% da economia nacional. Por outro lado, a agropecuária cresceu 2,0%.

Menor resultado - Nos serviços, o menor resultado veio de outras atividades de serviços (-12,1%), que são os restaurantes, academias, hotéis. “Os serviços prestados às famílias foram os mais afetados negativamente pelas restrições de funcionamento. A segunda maior queda ocorreu nos transportes, armazenagem e correio (-9,2%), principalmente o transporte de passageiros, atividade econômica também muito afetada pela pandemia”, acrescenta Rebeca.

Atividades - Caíram ainda, no setor de serviços, as atividades de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-4,7%), comércio (-3,1%), informação e comunicação (-0,2%). Já atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,0%) e as atividades imobiliárias (2,5%) avançaram em 2020.

Indústria - Na indústria (-3,5), o destaque negativo foi o desempenho da construção (-7,0%), que voltou a cair depois da alta de 1,5% em 2019. Também apresentaram queda as indústrias de transformação (-4,3%), influenciadas pelo recuo na fabricação de veículos automotores, outros equipamentos de transporte, confecção de vestuário e metalurgia. Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos caíram 0,4%. As indústrias extrativas, porém, avançaram 1,3%, devido à alta na produção de petróleo e gás que compensou a queda da extração de minério de ferro.

Soja e café puxam alta da agropecuária em 2020 - A agropecuária cresceu, no ano, 2,0%, puxada pela soja (7,1%) e o café (24,4%), que alcançaram produções recordes na série histórica. Por outro lado, algumas lavouras registraram variação negativa na estimativa de produção anual, como, por exemplo, laranja (-10,6%) e fumo (-8,4%). “Isso decorreu do crescimento da produção e do ganho de produtividade da agricultura, que suplantou o fraco desempenho da pecuária e da pesca”, afirmou Rebeca Palis.

Consumo das famílias é o menor em 24 anos Pelo lado da demanda, todos os componentes recuaram em 2020, na comparação com o ano anterior. O consumo das famílias teve o menor resultado da série histórica (-5,5%). Isso pode ser explicado, segundo a coordenadora de Contas Nacionais, principalmente pela piora no mercado de trabalho e a necessidade de distanciamento social.

Governo - A queda no consumo do governo também foi recorde (-4,7%), e pode ser ilustrada pelo fechamento de escolas, universidades, museus e parques ao longo do ano. Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) caíram 0,8%, encerrando uma sequência de dois anos positivos. A balança de bens e serviços registrou queda de 10,0% nas importações e 1,8% nas exportações.

PIB avança 3,2% no quarto trimestre - No quarto trimestre de 2020, o PIB avançou 3,2% na comparação com o terceiro trimestre do ano (7,7%), registrando o segundo resultado positivo nessa comparação, depois dos recuos de 2,1% no primeiro trimestre e do recorde negativo de 9,2% no segundo trimestre. Em valores correntes, isso corresponde a R$ 2,0 trilhões. Quando comparado ao quarto trimestre de 2019, o PIB caiu 1,1%.

Desaceleração esperada - “Essa desaceleração é esperada porque crescemos sobre uma base muito alta, no terceiro trimestre (7,7%), após um recuo muito profundo no auge da pandemia, o segundo trimestre (-9,2%)”, explica Rebeca Palis.

Variação positiva - Os serviços e a indústria tiveram variação positiva de 2,7% e 1,9%, respectivamente. Já agropecuária recuou 0,5%, que segundo Rebeca trata-se de um ajuste da safra.

Despesa - Pela ótica da despesa, destaque para os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) com crescimento de 20,0%. Também cresceram o consumo das famílias e o consumo do governo, respectivamente, 3,4% e 1,1%. No que se refere ao setor externo, as exportações caíram 1,4%, enquanto as importações avançaram 22,0% em relação ao terceiro trimestre de 2020. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Tomaz Silva / Agência Brasil

 

ibge quadro 03 02 2021

 

INFRAESTRUTURA: Melhorias no trecho da PR-340, em Castro, garantem mais segurança

infraestrutura 03 03 2021O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) executa serviços de conservação na PR-340, em Castro, na região dos Campos Gerais. Os trabalhos acontecem no trecho de 5,72 quilômetros entre a PR-151 e o acesso para a cooperativa Castrolanda, e beneficiam os mais de 71 mil habitantes locais, além de toda a cadeia produtiva da região.

Boas condições - “Estamos trabalhando para manter as rodovias estaduais em boas condições e ao mesmo tempo garantindo grandes obras estruturantes. São investimentos de mais de R$ 120 milhões para construir o Contorno Norte de Castro e o viaduto no entroncamento da PR-151 com a PR-340” afirma o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex.

BID - Ele destacou que o contorno norte está saindo do papel com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). “O viaduto é resultado do acordo de leniência entre a concessionária de pedágio e o Ministério Público, em que participamos apontando as obras mais importantes para preservar vidas nas rodovias”.

Melhorias - As melhorias na PR-340 são realizadas dentro do lote 3 do programa Conservação de Pavimentos (COP) do DER/PR, e representam um investimento de R$ 1,8 milhão.

Remendos - Elas iniciaram pelos remendos executados nos pontos com trincas, buracos e ondulações. Foram remendos superficiais, que incluem a fresagem e recomposição do pavimento com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), e remendos profundos, que integram também a substituição da sub-base do pavimento por uma nova camada de brita graduada a seco (BGS).

Reperfilagem - Também foi feita a reperfilagem, corrigindo deformações e selando fissuras, o que resulta em uma rodovia mais confortável. A sinalização horizontal está na fase final, com a pintura de linhas e faixas com tinta acrílica, e as equipe iniciaram os serviços na lateral da rodovia para facilitar a drenagem de água do pavimento para o terreno natural.

Tráfego intenso - Diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti explica que esse trecho da PR-340 tem um tráfego de veículos intenso e os serviços do COP, que atacam todos os pontos críticos de uma rodovia, garantem que o pavimento permaneça em boas condições. “É mais segurança e conforto tanto para os castrenses dos bairros lindeiros, quanto para os trabalhadores da Castrolanda, e também para todos que acessam Castro por meio desta rodovia”.

Redução - Ele destaca que, com a implantação do novo contorno, ocorrerá uma redução do tráfego de longa distância no trecho, facilitando a manutenção do pavimento nos próximos anos. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Divulgação DER-PR

 

CÂMBIO: Dólar ultrapassa R$ 5,70, mas desacelera após intervenção do BC

cambio 03 03 2021Num dia marcado por fortes tensões no mercado financeiro, o dólar chegou a superar a barreira de R$ 5,70 no início da tarde, forçando a ação do Banco Central (BC). Mesmo assim, a cotação fechou no maior valor desde o início de novembro. A bolsa de valores chegou a ficar abaixo dos 110 mil pontos, mas reverteu o movimento e fechou em alta.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (02/03) vendido a R$ 5,666, com alta de R$ 0,065 (+1,17%). A cotação está no maior nível desde 3 de novembro, quando estava em R$ 5,762.

Venda - Pouco antes das 13h, a cotação encostou em R$ 5,73, o que forçou o Banco Central a vender US$ 2 bilhões das reservas internacionais. Essa foi a maior intervenção do BC no câmbio desde abril. A alta perdeu força durante a tarde, até a divisa fechar próxima da mínima do dia.

Ibovespa - No mercado de ações, o dia também foi marcado pela volatilidade. O índice Ibovespa, da B3, iniciou o dia em baixa, chegando a cair para 107,3 mil pontos no início da manhã. Ajudado por ações de mineradoras e de bancos, o indicador passou a subir durante a tarde e fechou aos 111.540 pontos, com alta de 1,09%.

Tributação - Os investidores repercutiram o aumento na tributação do lucro das instituições financeiras para compensar a desoneração dos tributos federais sobre o diesel e o gás de cozinha. O decreto publicado na segunda-feira (01/03) à noite altera as regras de Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI) para a compra de veículos por pessoas com deficiência e encerra o Regime Especial da Indústria Química (Reiq).

PEC - Além da intervenção do BC no câmbio, a turbulência diminuiu após a leitura da proposta de emenda à Constituição (PEC) emergencial no Senado. O texto teve vários pontos retirados para facilitar a aprovação, mas a desidratação foi menor que a esperada pelos investidores. Para o mercado financeiro, a aprovação de medidas que compensem os gastos com a recriação do auxílio emergencial é importante para impedir o descontrole da dívida pública. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO I: PEC Emergencial mantém mínimos para educação e saúde

legislativo I 03 03 2021O senador Marcio Bittar (MDB-AC) apresentou nesta terça-feira (02/03) o seu novo relatório para a PEC Emergencial (PEC 186/2019), que abre caminho para uma nova fase do auxílio emergencial contra a pandemia de covid-19. A grande mudança é a manutenção dos pisos orçamentários para educação e saúde, que seriam extintos pela versão anterior.

Votação - A votação da proposta deverá acontecer na quarta-feira (03/03). O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, já antecipou que vai propor a quebra do interstício regimental para que os dois turnos da PEC sejam cumpridos no mesmo dia.

Desvinculações - Bittar rejeitou a ideia de que o fim das desvinculações orçamentárias para a educação e a saúde fosse um “jabuti” (um dispositivo sem relação com o texto principal) no texto da PEC e afirmou que ainda defende essa iniciativa, mas reconheceu que o debate ainda não está “amadurecido” o suficiente.

Inadequado - “É inadequado buscar a imposição de regras rígidas e inflexíveis para toda a federação. Brasília não deve ter o poder de ditar como cada estado e cada município deve alocar seus recursos. Seguimos na compreensão de que o melhor para o país seria a supressão desses pisos do texto constitucional”, explicou.

Teto de gastos - A PEC viabiliza o auxílio emergencial fora dos limites do teto de gastos para o ano de 2021. Em contrapartida, impõe uma série de medidas de contenção fiscal para compensar o aumento de despesas. No entanto, medidas que teriam efeito imediato — como a desvinculação da educação e da saúde e a possibilidade de corte de salários de servidores públicos — deixaram o texto.

Sinalização positiva - Mesmo assim, o relator acredita que a PEC chega “robusta” ao Plenário. Para ele, a proposta mantém uma sinalização positiva em direção ao rigor fiscal e à contenção do endividamento público. Ao mesmo tempo, ela prioriza o auxílio emergencial que, para Bittar, é o mais importante neste momento

Necessidade - “Não podemos abandonar milhares de pais e mães de família que continuam precisando do Estado. Eu tenho afinidade total com a agenda econômica representada pelo ministro Paulo Guedes, mas ela tem um tempo para acontecer, e geralmente não acontece na hora e do tamanho que podemos desejar, e a fome não espera.”

Novo relatório - Para viabilizar o auxílio em 2021, a PEC Emergencial permite que ele seja financiado com créditos extraordinários, que não são limitados pelo teto de gastos. As despesas com o programa não serão contabilizadas para a meta de resultado fiscal primário e também não serão afetadas pela chamada “regra de ouro” (mecanismo que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes).

Ajuste fiscal - As medidas de ajuste fiscal mantidas no texto incluem gatilhos de contenção de gastos para a União, os estados e os municípios. Na esfera federal, todas as vezes em que a relação entre as despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos e as despesas totais supere 95%, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e o Ministério Público deverão vedar aumentos de salário para o funcionalismo, realização de concursos públicos, criação de despesas obrigatórias e lançamento de linhas de financiamento ou renegociação de dívidas.

Estados e municípios - Os estados e municípios estão sujeitos à mesma regra dos 95%, porém apenas de forma facultativa. No caso desses entes da federação, também será possível acionar as medidas de contenção de gastos quando a relação entre despesas correntes e receitas correntes atingir 85%. Nesse caso, a implementação dependerá apenas de atos do Executivo, com vigência imediata.

Incentivos e benefícios tributários - A PEC também traz a previsão de diminuir incentivos e benefícios tributários existentes. Segundo o texto, o presidente da República deverá apresentar, em até seis meses após a promulgação da emenda constitucional, um plano de redução gradual desse tipo de benefício. São feitas exceções a programas como o Simples, o subsídio a produtos da cesta básica e a Zona Franca de Manaus. Bittar adiantou que vai acrescentar a essa lista de ressalvas outras áreas de livres comércio. Ele também deve incluir uma previsão de revisão de incentivos fiscais estaduais e municipais no dispositivo. (Agência Senado)

FOTO: Leopoldo Silva / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Lira e governadores acertam destinar R$ 14,5 bilhões no Orçamento para a Saúde

legislativo II 03 03 2021O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e os governadores acertaram destinar R$ 14,5 bilhões do Orçamento da União deste ano para a área da Saúde, principalmente o combate à pandemia. Serão R$ 12 bilhões em emendas parlamentares e mais R$ 2,5 bilhões do fundo emergencial de combate à pandemia, anunciado mais cedo por Lira em pronunciamento no início da reunião com os governadores. Segundo explicou o presidente, o fundo será composto do somatório de todas as despesas orçamentárias diluídas, que serão totalizadas numa contabilidade única para o combate à pandemia.

Encontro - O encontro entre Lira e os gestores estaduais ocorreu na tarde desta terça-feira (02/03), na residência oficial da Presidência da Câmara. O presidente informou a criação de um grupo composto por um governador de cada região do País e representantes da Câmara, do Senado e do Ministério da Saúde para acompanhar a importação de insumos e a fabricação das vacinas no País. “Que esse encaminhamento seja dado com harmonia e calma para que possamos nos unir com uma vacinação mais rápida para todos os brasileiros”, afirmou.

Esforços - A presidente da Comissão de Orçamento, deputada Flávia Arruda (PL-DF), destacou que todos os esforços do colegiado serão para ajudar a superar a crise sanitária por que passa o País. “É importante esse encontro para que possamos ouvir as demandas e as necessidades de todos os estados para termos um orçamento que abranja e seja eficiente”, disse a parlamentar.

Diálogo - O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que é o coordenador do fórum dos governadores, afirmou que o grupo de acompanhamento da produção e importação dos imunizantes vai facilitar o diálogo entre os entes federativos. Dias também destacou a promessa do governo de vacinar 50 milhões de brasileiros até o início do mês de maio.

Perspectiva - “Temos essa perspectiva de sair dessa situação de superlotação dos hospitais e desse número elevado de óbitos. E a boa notícia que foi superado o problema que impedia contrato com Pfizer e Janssen. Foi colocado um aceno de baixar a temperatura, e isso é uma tarefa que depende de todos nós, e temos que estar focados no nosso inimigo comum que é o coronavírus”, destacou o governador. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO III: Projeto que permite compra descentralizada de vacinas vai à sanção presidencial

legislativo III 03 03-2021Vai à sanção do presidente da República o Projeto de Lei (PL) 534/2021, que autoriza estados, municípios e setor privado a comprarem vacinas contra a covid-19 que tenham registro ou autorização temporária de uso no Brasil. O texto, de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, foi aprovado nesta terça-feira (02/03) pela Câmara dos Deputados — não houve alterações em relação ao texto que havia sido aprovado no Senado em 24 de fevereiro.

Realização - “Eu considero que essa foi uma grande realização do Parlamento hoje. E aguardamos de maneira muito otimista que possa o senhor presidente da República sancionar o projeto, tornando-o lei para que a gente aumente a escala de vacinação no Brasil”, declarou Pacheco no final da noite desta terça-feira.

Autorização - De acordo com o projeto, a compra por estados e municípios fica autorizada para os casos em que o governo federal não cumpra o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19 ou quando a cobertura imunológica prevista pela União não for suficiente. A norma se apoia em decisão proferida nesta semana pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou constitucional a iniciativa dos entes da federação nessas mesmas hipóteses.

Ressarcimento - Além disso, o texto prevê que, quando fizerem a aquisição por conta própria, estados e municípios, como regra, deverão ter ressarcimento da União pelo valor desembolsado. Apenas em casos excepcionais os entes da federação serão responsáveis por custear a compra.

Setor privado - Já o setor privado fica obrigado a doar todas as doses compradas para o Sistema Único de Saúde (SUS) enquanto estiver em curso a vacinação dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Após a conclusão dessa etapa, as empresas poderão ficar com metade das vacinas que adquirirem, e elas deverão ser aplicadas gratuitamente. A outra metade deverá ser remetida ao SUS.

Estados e municípios - O projeto também autoriza a União, os estados e os municípios a assumirem a responsabilidade de indenizar os cidadãos por eventuais efeitos colaterais provocados pelas vacinas. Essa é uma exigência feita por algumas empresas fabricantes, como a Pfizer e a Janssen, cujas vacinas ainda não chegaram ao Brasil. Para cobrir esses riscos, a administração pública poderá constituir garantias ou contratar seguro privado.

Anvisa - Todas as medidas se aplicam apenas a vacinas com uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Relator - Relator da proposta no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) comemorou a aprovação da proposta pelos deputados federais.

Luz no fim do túnel - “No meio de tanta tragédia e tanto caos, no momento em que nós, lamentavelmente, acabamos de registrar 1.726 mortes no dia de hoje [terça-feira], a maior alta desde o início da pandemia, aparece uma luz no fim do túnel: o Projeto 534/2021 foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Deputados, sem alterações [em relação ao texto que havia sido aprovado antes no Senado]. Rogo a Deus que o presidente da República, de hoje para amanhã, sancione esse projeto, para que nós possamos ter mais vacinas”, afirmou ele. (Agência Senado)

FOTO: Leopoldo Silva / Agência Senado

 

PARANÁ: Governo lança pacote de medidas para cidadãos e empresas

parana 03 03 2021Frente ao acirramento da pandemia da Covid-19 e de suas consequências econômicas, o Governo do Estado prepara, a exemplo do que já fez em 2020, mais um pacote de medidas para ajudar empresas e cidadãos a enfrentar a crise. Duas delas já estão em vigor e as próximas serão oficializadas ainda nesta semana.

Decreto - Nesta terça-feira (02/03) foi publicado o Decreto 6.999/2021, que suspende até o dia 31 de março o ajuizamento de execuções fiscais e a apresentação de protesto de certidões de dívida ativa do Estado. Além disso, a Secretaria de Estado da Fazenda adiou em um mês os prazos de pagamento das parcelas vencidas do IPVA 2021 (terceira, quarta e quinta).

ICMS - Também será publicado nos próximos dias o adiamento do pagamento do ICMS devido por pequenas empresas optantes do Simples Nacional e o parcelamento do ICMS devido por Substituição Tributária.

Esforço conjunto - “Enfrentamos novamente um momento delicado e tivemos que frear o avanço do coronavírus. Na sexta anunciamos medidas mais duras para conter a contaminação da Covid-19, mas, do outro lado, nos debruçamos em soluções para atender o setor produtivo e a população. Por isso pedimos à Secretaria da Fazenda e à Receita Estadual um esforço conjunto para minorar os prejuízos econômicos à sociedade”, disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Suspensão - Dívidas Ativas são as dívidas consolidadas com o Estado decorrentes do não pagamento de tributos e multas estaduais, e sua cobrança judicial é regulada pela Lei 6.830, de 22 de setembro de 1980, conhecida como Lei de Execução Fiscal.

Inadimplência - Ao constatar a inadimplência do contribuinte, o Executivo aciona o Poder Judiciário para requerer de contribuintes os créditos que lhe são devidos. Caso o débito não seja pago, o inadimplente pode até ter seu patrimônio penhorado. Já o protesto é um ato formal extrajudicial para auxiliar na recuperação de créditos da Dívida Ativa.

Queda no faturamento - “Com o necessário fechamento de atividades não essenciais, determinado por orientação da Secretaria de Saúde do Estado, muitas empresas devem registrar queda no faturamento nos próximos dias, e essa medida representa uma preocupação a menos para empresários e empreendedores”, destacou o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior.

IPVA - Tendo em vista as dificuldades causadas pela continuidade da pandemia, a Secretaria da Fazenda autorizou em 2021 o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em até cinco parcelas mensais, a partir de janeiro. Até então, o parcelamento máximo era de três meses.

Prazos adiados - Agora, com a nova paralisação das atividades econômicas e por determinação do governador Ratinho Junior, as três parcelas restantes terão seus prazos adiados em um mês. Assim, a 3ª parcela, que deveria ser paga em março, terá seu prazo postergado para abril, e assim sucessivamente até a 5ª e última parcela, em junho.

Novas datas - As novas datas de pagamento serão divulgadas em breve pela Secretaria da Fazenda.

ICMS - A Receita Estadual também encaminhará decretos ao governador alterando prazos de pagamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. Um deles prorrogará por um mês o prazo para pagamento da parcela estadual do ICMS devido por estabelecimentos optantes do Simples Nacional. A medida pode beneficiar cerca de 226 mil empresas ativas.

Prorrogação - Também será prorrogado o prazo de pagamento da antecipação do imposto devido no momento da entrada no território paranaense de bens ou mercadorias oriundos de outro estado e destinados à comercialização ou à industrialização.

GIA-ST - Por fim, será proporcionado aos contribuintes o parcelamento do ICMS devido a título de substituição tributária (GIA-ST) em até seis parcelas mensais.

Publicação - Os decretos relativos às alterações de prazos do ICMS serão publicados nos próximos dias. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE I: Mortes somam mais de 257 mil e casos passam dos 10,6 milhões

O número de pessoas que morreram por complicações da covid-19 no Brasil subiu para 257.361. Em 24 horas, foram registradas 1.641 mortes. Já o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 10.646.926. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 59.925 novos casos.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (02/03). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Acompanhamento - Há, ao todo, 862.392 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 9.527.173 pacientes se recuperaram.

São Paulo - Desde segunda-feira (01/03), o estado de São Paulo registrou 468 mortes provocadas pelo novo coronavírus, o maior número já registrado desde o início da pandemia. O estado soma 60.014 mortes por covid-19.

Segunda vez - Essa foi a segunda vez, somente este ano, que o balanço ultrapassa a marca de 400 mortes por dia. Isso havia ocorrido no dia 9 de fevereiro, com 424 mortes. O maior número de mortes, até então, havia sido no dia 13 de agosto, quando foram registradas 455 óbitos.

Pior semana - Em entrevista a jornalistas nesta terça-feira (02/03), o governador de São Paulo, João Doria, admitiu que essa é a pior semana desde o primeiro caso registrado da doença. “Entramos na pior semana da covid-19 da história da pandemia, desde 26 de fevereiro [de 2020]. Isso não apenas em São Paulo, os demais estados também, eu tenho falado com governadores de outros estados. Há uma preocupação generalizada dos secretários de saúde", disse o governador. Doria disse que não descarta nenhuma medida, inclusive um lockdown, para tentar conter o vírus.

Pessoas internadas - Além do recorde de mortes, o estado de São Paulo registra, esta semana, um outro recorde: o de pessoas internadas em estado grave. O número de pessoas internadas em unidades de terapia intensiva (UTI) ultrapassou a marca de 7 mil, registro mais alto já registrado desde então. Só hoje, 7.410 pessoas estavam internadas em estado grave. No pico da doença, em julho do ano passado, o recorde de pessoas internadas era de 6.250. As taxas de ocupação dos leitos de UTI estão atualmente em 75,5% na Grande São Paulo e em 74,3% no estado e vêm crescendo também. Há uma semana, no dia 23 de fevereiro, as taxas estavam em cerca de 68%.

Jovens - A maior parte desses pacientes em estado grave são atualmente jovens, segundo o Centro de Contingência do Coronavírus. “Nós tínhamos 80% dos pacientes, na primeira onda, que eram idosos e pessoas portadoras de doenças crônicas e obesas. O que temos visto hoje são pacientes mais jovens, cerca de 60% [do total de internados], na faixa de 30 a 50 anos, muitos dos quais sem qualquer doença prévia. São exatamente as pessoas que se sentem à vontade de sair e que acham que só vão perder olfato e paladar e que acabam perdendo a vida”, disse ontem o secretário da saúde Jean Gorinchteyn. “E o tempo que essas pessoas estão ficando nas unidades de terapia intensiva são também maiores. Antes a média era de 7 a 10 dias de internação. Hoje é de 14 a 17 dias, no mínimo”, acrescentou.

Estados - Liderados por São Paulo, os estados na lista de estados com mais mortes são Rio de Janeiro (33.176), Minas Gerais (18.645) e Rio Grande do Sul (12.654). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.020), Roraima (1.114), Amapá (1.144), Tocantins e (1.539).

Casos - Em número de casos, São Paulo também lidera (2.054.867), seguido por Minas Gerais (887.080), Bahia (689.454), Santa Catarina (681.391) e Paraná (656.410). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 03 03 2021

SAÚDE II: Paraná registra maior número de mortes. Estado já vacinou 430 mil

saude II 03 03 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (02/03) 6.130 novos casos confirmados e 178 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 651.751 casos confirmados e 11.776 mortos.

Meses - Os casos divulgados nesta data são de março (3.205) fevereiro (2.840) e janeiro (47) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: junho (1), julho (3), agosto (5), setembro (2), outubro (1), novembro (10) e dezembro (16).

Vacina - O Paraná já aplicou 430.281 doses, sendo 317.461 da primeira dose e 112.820 da segunda até o final da manhã desta terça-feira (2). Portanto, 317.461 paranaenses já foram vacinados.

Doses - Ao todo, o Estado recebeu 706.200 doses do Governo Federal até o momento.

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Internados - 1.645 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.451 pacientes em leitos SUS (661 em UTI e 790 em leitos clínicos/enfermaria) e 194 em leitos da rede particular (84 em UTI e 110 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 2.138 pacientes internados, 728 em leitos UTI e 1.410 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A secretaria estadual informa a morte de mais 178 pacientes. São 78 mulheres e 100 homens, com idades que variam de 19 a 98 anos. 16 óbitos ocorreram em 2020 e os demais entre 5 de janeiro a 2 de março de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (18), Colombo (10), Ponta Grossa (10), Foz do Iguaçu (8), Londrina (8), Maringá (7), Pato Branco (6), Toledo (6), Arapongas (5), Cascavel (5), Almirante Tamandaré (4), Campo Largo (4), Pontal do Paraná (4), Andirá (3), Cornélio Procópio (3), Itapejara D’Oeste (3), Paranavaí (3), Rolândia (3), São José dos Pinhais (3), Telêmaco Borba (3), Cambé (2), Clevelândia (2), Cruzeiro do Oeste (2), Guaratuba (2), Ibiporã (2), Jaguapitã (2), Pinhais (2), São João do Ivaí (2) e Tibagi (2).

Um óbito- A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Apucarana, Arapoti, Araucária, Bela Vista da Caroba, Bituruna, Boa Esperança, Cambira, Carambeí, Chopinzinho, Cianorte, Corbélia, Dois Vizinhos, Faxinal, Fernandes Pinheiro, Flórida, Francisco Beltrão, Guaraqueçaba, Honório Serpa, Ibaiti, Itaperuçu, Lindoeste, Mandaguaçu, Marechal Cândido Rondon, Marialva, Mariópolis, Marmeleiro, Nova Santa Rosa, Palmas, Palmeira, Paranaguá, Pato Bragado, Piraí do Sul, Porecatu, Quitandinha, Ribeirão Claro, Ribeirão do Pinhal, Santa Isabel do Ivaí, São José da Boa Vista, São Mateus do Sul, Sapopema, Sarandi, Tapejara, Tijucas do Sul, Uraí.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 4.659 casos de residentes de fora, 90 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui

www.saude.pr.gov.br/Pagina/Coronavirus-COVID-19

 

SAÚDE III: Média móvel de casos no Paraná aumentou 48,5% em duas semanas

saude III 03 03 2021Em duas semanas, a média móvel de casos confirmados de Covid-19 teve aumento de 48,5% no Paraná. De acordo com o último Informe Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, publicado na segunda-feira (01/02), em 28 de fevereiro a média móvel era de 3.724 novos diagnósticos por dia, calculada por um período de sete dias.

Início do mês - O aumento no número de diagnósticos é observado desde o início do mês. Na semana epidemiológica 5 (de 31 de janeiro a 6 de fevereiro) foram confirmados 17.651 casos, com um leve aumento na seguinte (7 a 13 de fevereiro), com 17.686 confirmações. Na semana epidemiológica 7 (14 a 20 de fevereiro), o número de casos saltou para 21.612. Na última semana fechada (21 a 27 de fevereiro) já eram 27.090 casos.

Um quarto das mortes - Com apenas dois meses completos, o ano de 2021 já concentra um quarto de todas as mortes da pandemia. Até 1º de março, o Paraná somava 645.621 casos e 11.598 mortes. Destas, 3.005 morreram neste ano.

Medidas restritivas - A escalada nos diagnósticos e a ocupação dos leitos foram os motivos que levaram o Governo do Estado a ampliar as medidas restritivas para reduzir os contágios. Também houve aumento na média móvel de óbitos no mesmo período, chegando a 38 mortes diárias na semana encerrada em 28 de fevereiro e 29 mortes por dia, duas semanas antes. Os dados são atualizados constantemente pela Secretaria da Saúde.

Mais crítico - “Estamos no momento mais crítico da pandemia, com nossos hospitais trabalhando no limite. O governo está fazendo a sua parte, aumentando o número de leitos, mas a estrutura é finita. Precisamos de um esforço coletivo para derrubar esses números e achatar novamente a curva. Cada vida que tenha condições de ser salva importa muito”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Perfil - Enquanto mais pessoas jovens se contaminam, as mais velhas são as principais vítimas fatais. Também há mais casos de mulheres que tiveram a doença, mas é maior o número de homens que morrem por causa da Covid-19. Em cada seis idosos com mais de 70 anos que se contaminaram, um morreu por causa da doença. Já na faixa etária entre os 30 e os 39 anos, que concentra o maior número de casos, foi um óbito para cada 450 infectados.

Idade - A média de idade entre os confirmados é de 39,56 anos, enquanto as pessoas que morreram tinham em média 68,92 anos de idade. As mulheres respondem por 53% dos casos (344.805) e por 41% dos óbitos (4.791). Já os homens são 47% dos contaminados (300.816) e 59% dos mortos (6.807).

Maior número de casos - A faixa etária que concentra o maior número de casos é a dos 30 aos 39 anos de idade, com 144.435 diagnósticos positivos. Na sequência, estão as faixas dos 20 aos 29 anos (136.660); de 40 a 49 anos (119.063); de 50 a 59 anos (91.439); de 60 a 69 anos (52.375); de 10 a 19 anos (45.264); de 70 a 79 anos (24.885), de zero a 5 anos (12.389); mais de 80 anos (11.393) e de 5 a 10 anos (7.718).

Óbitos - Entre os óbitos, a maior média é entre os idosos na faixa dos 70 aos 79 anos, com 3.166 mortes. Também morreram 2.916 pessoas com 80 anos ou mais; 2.827 com idade entre 60 e 69 anos; 1.525 pessoas de 50 a 59 anos; 710 com idade entre 40 e 49 anos; entre os de 30 e 39 anos foram 320 óbitos; 102 mortes na faixa dos 20 aos 29 anos; 32 dos 10 aos 19; duas dos 6 aos 9 anos e oito entre crianças de zero a 5 anos.  

Leitos - Atualmente, 3.650 pessoas estão internadas no Paraná com casos suspeitos ou confirmados, tanto na rede pública quanto na privada. São 2.198 em leitos clínicos de enfermaria e 1.452 em UTIs. Na última semana, o Estado ativou 148 novos leitos exclusivos para atender pacientes com a doença, 55 de UTI e 93 de enfermaria, e prevê ainda ampliar a estrutura com outros 97.

Taxa de ocupação - Mesmo com a ampliação, a taxa de ocupação dos leitos de UTI do Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado está hoje em 92% – das 1.365 UTIs adulto, 1.257 estão ocupadas. Já a taxa de ocupação nos leitos de enfermaria chegou a 72%, com 1.439 dos 1.985 leitos disponíveis ocupados. A situação mais crítica é na macrorregião Oeste, que tem 97% das UTIs e 79% das enfermarias sendo utilizadas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

SAÚDE IV: Paraná receberá mais 146,8 mil doses de vacinas contra Covid-19

saude IV 03 03 2021O Ministério da Saúde confirmou ao Governo do Paraná nesta terça-feira (02/03) o envio de mais 146.800 doses de vacinas contra o novo coronavírus. O novo lote é da CovonaVac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e faz parte de uma nova remessa de 1,9 milhão de doses encaminhadas pela entidade paulista ao governo federal.

Chegada - As novas doses chegarão às 8h30 desta quarta-feira (03/03) no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Logo em seguida serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde parte será armazenada e parte preparada para distribuição para as Regionais da Saúde.

Total -O Paraná recebeu até o momento 706.200 doses de vacinas contra o novo coronavírus. Da Coronavac/Instituto Butantan foram 265.600 no 1º lote, 39.600 no 2º lote, 147.200 no 3º lote e 64.800 no 4º lote, além de mais 189.000 doses da Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. Com as novas remessas, serão 853.000 doses entregues ao Estado desde o começo da imunização. O Paraná atingiu nesta terça-feira (2) 317 mil pessoas vacinadas com as duas doses.

Públicos prioritários - Essas novas doses continuarão a ser aplicadas nos públicos prioritários, de acordo com o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19. Ele segue a mesma linha do Programa Nacional de Imunizações (PNI), ou seja, nesta primeira etapa da vacinação continuarão a ser imunizados profissionais da saúde que atuam na linha de frente de atendimento aos doentes e idosos com mais de 80 anos. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

ARTIGO: Seguros, por que vale a pena investir?

artigo 03 03 2021* Juliana Olivieri Refundini

Seja em aplicações ou em bens, estamos sempre pensando em investir nosso dinheiro. E, quase sempre, as reservas que fazemos são exatamente para adquirir um bem! Estou certa? Seja para aquisição da casa própria, ou para comprar aquele carro dos sonhos...

Enquanto para investimentos os riscos estão relacionados às oscilações de mercado, para bens que você adquiriu os riscos são outros, como, por exemplo, sofrer algum dano grave, furto, desastres naturais, entre outros.

Por isso, muitos têm dúvida se vale a pena pagar um seguro para proteger seu bem, ou guardar dinheiro para eventuais imprevistos. O que você acha sobre isso?

Na hora de avaliar esta questão, pense sempre na pior das hipóteses, como ser roubado, ou um dano grave em sua casa, como incêndio. Você teria, neste momento, dinheiro para repor todo o estrago sem que isso te atrapalhe a vida financeira? Se a resposta for sim, ótimo! Você está seguindo seu planejamento financeiro corretamente! Mas se a resposta for não, como na maioria dos casos, como você ficaria se não tivesse um seguro que lhe cobrisse todo o prejuízo?

Pagar um seguro, por vezes, é encarado como uma despesa. Porém, é mais do que isso: é uma precaução ou, digamos, um investimento no imprevisto, já que - como o próprio nome diz - você não estará preparado esperando por ele.

A gama de seguros que mercado oferece é muito grande e, claro, temos seguros para outras finalidades, como proteção de renda, riscos jurídicos, vida entre outros. Portanto, vale a pena olhar para esse mercado. Também é verdade que existem, hoje, muitas opções de seguradoras, e esta concorrência é saudável para você!

Análise em qual situação você se encontra, verificando sempre, claro, se este valor vai caber em seu orçamento. Quando planejar comprar algo, pense sempre que, além do valor pago, você terá também novas despesas com ele.

Cuide-se!

Gostaria de saber sobre outro assunto da área financeira? Fale com a gente através do e-mail: contato@uniprimebr.com.br

*Juliana Olivieri Refundini é colaboradora Uniprime e profissional com Certificação CFP®.

 


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