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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5029 | 16 de Março de 2021

MONITORAMENTO: Cenário consolidado apresenta resultados do ramo saúde em 2020 no Paraná

monitoramento 16 03 2021Com 2,25 milhões de beneficiários em todo o Paraná, o ramo saúde encerrou 2020 com 15.927 cooperados e 6.752 funcionários no Estado. Esses são alguns dos números apresentados no levantamento feito pela Coordenação de Monitoramento do Sistema Ocepar, a partir dos dados consolidados do segmento, referentes ao ano passado. O ramo saúde é constituído no Paraná por 37 cooperativas, das quais 21 ligadas ao Sistema Unimed, cinco ao Sistema Uniodonto, duas odontológicas independentes, três de profissionais de saúde (fisioterapeutas, enfermeiros e imagenologistas) e seis de médicos especialistas.

Comparativos - A quantidade de beneficiários reduziu 0,7% no ano passado em relação a 2019. Já os quadros laboral e o social cresceram o mesmo percentual no período, ou seja, 3,9%. O faturamento do ramo saúde aumentou 6,7% de 2019 para 2020, atingindo a cifra de R$ 7.016.420.463, com 94% gerados pelas operadoras de planos de saúde e 6% com origem em não operadoras. A variação acumulada em cinco anos foi de 43,7%. “O resultado do ramo saúde foi positivo em 2020, sendo 150,6% superior ao ano anterior. O valor gerado antes das destinações e ajustes foi de R$ 539.315.324 no ano passado. Já a riqueza adicional alcançada pelo ramo, mensurada pela Demonstração do Valor Adicionado, foi de R$ 1,08 bilhão em 2020, 57% superior ao de 2019”, afirma o coordenador de monitoramento do Sescoop/PR, João Gogola Neto.

Mais dados - Ainda de acordo com o levantamento, o total de ativos do segmento chegou a R$ 4.390.458.158, em 2020, montante 17,9% superior a 2019. E a margem Ebitda, que indica o quanto o ramo está gerando de recursos em suas atividades operacionais, foi de 9,2%, variação de 228,6% em relação ao ano anterior. O nível de capitalização no último ano foi de 28,9%. “A tesouraria do ramo é classificada como excelente e representa 48,8% dos ativos, cujo volume nominal é de R$ 2.142.543.581,15”, acrescenta Gogola.

Clique aqui e confira na íntegra o cenário consolidado do ramo saúde em 2020 no Paraná

 

 

CONVÊNIO 100: OCB divulga análise com impactos

convenio 100 16 03 2021O Diário Oficial da União desta segunda-feira (15/03) trouxe a publicação da prorrogação dos convênios do Confaz que tratam sobre ICMS de insumos, máquinas e equipamentos agrícolas. Após análise do texto, a OCB verificou que o Convênio ICMS 100/1997 sofreu alterações relevantes nos seguintes em dois pontos: 1) a tributação escalonada dos produtos de produção de fertilizantes e aos fertilizantes; e 2) autorização a não exigência da anulação do crédito.

Carga tributária - A nova redação estabelece que a carga tributária de insumos de produção além de fertilizantes será de 4% nas operações de importações, saídas internas e interestaduais. Para tanto, restou estabelecida sua progressão, aplicável a partir de 2022 até 2024.

Condição - A produção destes efeitos fica condicionada ao aumento de 35% da produção nacional destinada ao mercado interno do respectivo segmento econômico até 31 de dezembro de 2025. Os benefícios dos demais produtos listados no Convênio nº 100/97 foram prorrogados até 31 de dezembro de 2025, produzindo seus efeitos a partir de 1º de abril de 2021.

Outras alterações - O que também foi alterado é a revogação da autorização aos Estados e o Distrito Federal de não exigir a anulação dos créditos, prevista na Lei Complementar nº 87/96. Ficou também prorrogado, pelo Convênio ICMS nº 28/21, até 31 de março de 2022, o Convênio ICMS nº 52/1991.

Acesse - Confira os textos: https://cutt.ly/zzVi02s. (OCB)

FOTO: Arquivo CNH

 

SICREDI: Campanha vai distribuir R$ 2,5 milhões em prêmios aos associados

A pandemia tem reforçado a importância do planejamento financeiro com a organização do orçamento e a economia de recursos. Nesse contexto, e para seguir incentivando os brasileiros a pouparem, o Sicredi lança a tradicional campanha “Poupança Premiada” - ação realizada nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, que vai distribuir R$ 2,5 milhões em prêmios aos associados.

Sorteios semanais - A promoção, iniciada em março, segue até dezembro com 200 sorteios semanais de R$ 5 mil. Todas as segundas-feiras são cinco ganhadores, com o primeiro sorteio no dia 22 de março. A campanha também tem um prêmio especial de R$ 500 mil, que será entregue no dia 31 de outubro, celebrando o Dia Internacional da Poupança - além do grande sorteio final de R$ 1 milhão, no dia 20 de dezembro.

Participar é simples - A cada R$ 100 aplicados na poupança do Sicredi é gerado um número da sorte para concorrer aos sorteios que acontecem pela Loteria Federal. Se as aplicações forem na modalidade programada (quando o poupador autoriza o débito programado mensalmente em sua conta), as chances de ganhar são em dobro. “Nos dois casos a participação é automática, uma vez que não é necessário o associado se cadastrar ou preencher cupons. É simples porque ao depositar já está concorrendo. E, se optar pela poupança programada, é ainda mais vantajoso, seja pela conveniência e facilidade - uma vez que basta solicitar uma única vez com seu gerente e todos os meses o valor definido já vai para a poupança - seja pelo incentivo extra dos números da sorte em dobro que recebe a cada depósito", explica a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França.

Diferencial - A especialista em finanças do Sicredi ainda destaca o diferencial do incentivo ao planejamento financeiro com a campanha. “Atuamos para o desenvolvimento das cidades e dos nossos associados, sempre reforçando a educação financeira e a importância de aumentar a reserva financeira. A poupança é uma excelente opção, sobretudo por ser uma modalidade simples, com segurança e liquidez diária. Tem a vantagem de também não ter taxas ou impostos, fazendo com que o poupador tenha sempre uma remuneração constante e segura. Para o investidor conservador, que prefere fugir do risco e da volatilidade da renda variável, é excelente”, afirma.

Números da sorte - Os números da sorte podem ser visualizados no site da campanha www.poupancapremiadasicredi.com.br, onde o poupador também confere conteúdos específicos, conhece o regulamento, vencedores e outras informações sobre o Sicredi.

César Menotti e Fabiano são as estrelas da campanha - A edição deste ano traz como estrelas a dupla sertaneja César Menotti & Fabiano com uma adaptação da música “Leilão”, que colocou a dupla no topo das paradas de sucesso. Na versão especial cantada para o Sicredi, os cantores, que também são associados da instituição financeira cooperativa, destacam a importância de poupar e a grande quantidade de prêmios que os associados concorrem. A campanha será veiculada em rádio, TV, veículos impressos e na internet, além de contar com divulgação nas mais de 740 agências do Sicredi no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Reserva financeira - “A divulgação conta com a participação de uma dupla muito querida do público e que é associada do Sicredi. Por esse motivo, eles já conhecem os diferenciais do cooperativismo de crédito. É uma satisfação enorme lançar mais uma vez essa grande campanha, que muda a vida de muitos associados. Não apenas pelos prêmios, mas por passarem a compreender a importância de poupar e fazer uma reserva financeira”, ressalta o gerente de Marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério Leal.

Recorde - Na edição de 2020, a campanha teve uma participação recorde com 104 milhões de números da sorte e premiou 202 associados. Entre os vencedores, um jovem poupador, com apenas nove anos de idade. O associado Vinicius Poli, morador de Medianeira (PR), foi o grande vencedor de R$ 500 mil, no sorteio especial realizado em outubro, no Dia Internacional da Poupança. A campanha ainda contemplou o associado Saulo Zulim, de Presidente Venceslau (SP), com o grande prêmio de R$ 1 milhão. “Além de ajudar a realizar os sonhos dos associados, a campanha contribui para o desenvolvimento das áreas de atuação de nossas agências. Com mais recursos captados, podemos aumentar a disponibilidade de linhas de crédito para os associados, reforçando um círculo virtuoso de benefício coletivo”, finaliza Adriana.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB METROPOLITANO: Cooperados são contemplados com carro novo e R$ 2 mil na campanha “Sorte Assim só no Sicoob”

A lista de cooperados do Sicoob Metropolitano premiados na campanha “Sorte Assim só no Sicoob” continua crescendo. Dessa tivemos dois sortudos. O primeiro foi o Sindicato dos Profissionais da Dança do Estado de São Paulo, cooperado na agência de São Caetano do Sul (SP).

Entrega - O prêmio, um veículo HB20, foi entregue no último dia 5 para a presidente e representante do sindicado, Maria Pia Finocchio. Ela, que é coreógrafa, dona do título de 1ª bailarina do Teatro Municipal de São Paulo e jurada do quadro Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão, esteve na agência e participou de uma live com a superintendente de Gestão Estratégica, Luciana Aparecida Pizaia Sakai, o gerente Regional de Expansão de Mercado, Milton Henrique Brazan, a supervisora de Identidade Organizacional, Cultura e Comunicação, Kelly Cristina Tiago, além do gerente da agência, Rogerio Guimaraes Cabrera.

Atendimento - Ao receber a chave do carro 0km, Maria Pia disse que o atendimento é ótimo e os colaboradores são sempre muitos gentis. “Com quem eu converso, todos estão muito satisfeitos com o atendimento do Sicoob. Parabéns aos colaboradores e à diretoria”, afirma.

Feliz - Já o outro cooperado contemplado na campanha foi Miqueias Dias de Souza, de Nova Londrina (PR). Ele ganhou um vale-poupança no valor de R$ 2 mil. A entrega do prêmio aconteceu no dia 25 de fevereiro e foi feita pelo gerente da agência, Rodolfo da Silva Felisberto. “Ficamos felizes por fazer parte da cooperativa e ainda mais de ter parte do nosso investimento como retorno nesse prêmio”, comenta o cooperado. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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COOPAVEL: Show Rural cria vitrine para expositor apresentar os seus produtos e serviços

coopavel 16 03 2021Com as restrições impostas pela pandemia, a 33ª edição do Show Rural Coopavel se conecta às possibilidades criadas pelas plataformas digitais de comunicação. Em sua inédita versão online, o evento disponibiliza, entre outros, um ambiente que integra informação, inovação, produtos e serviços de empresas do agronegócio parceiras de uma das maiores mostras mundiais de disseminação de tecnologias para o campo.

Site - A Vitrine do Show Rural Coopavel aparece com destaque no site oficial do evento (www.showrural.com.br). Ali, expositores podem contar um pouco de sua história e apresentar fotografias e legendas, além de vídeos, de produtos e serviços. Encontram espaço também para informar endereços e contato de whats app para facilitar o acesso e o diálogo com possíveis interessados. Algumas empresas parceiras já integradas à Vitrine aproveitam esse novo canal de divulgação para levar inúmeras ofertas aos produtores rurais.

Possibilidades - “Lamentamos o cancelamento da versão presencial, uma necessidade diante da atual realidade, mas estamos animados com as possibilidades abertas pela tecnologia, que permite, entre outras coisas, arquitetar uma vitrine na qual o expositor pode mostrar a potenciais clientes, no Brasil e exterior, o que ele tem e faz de melhor”, observa o presidente da Coopavel – cooperativa que há 33 anos organiza o Show Rural -, Dilvo Grolli. O projeto, com sua versão inicial já levada ao ar, sofrerá aperfeiçoamentos constantes.

Agregação - A gerente Adriana Gomes informa que o objetivo da vitrine digital na página do Show Rural não é competir e, sim, agregar e compor para auxiliar as empresas a alcançar públicos ainda maiores. “Nosso evento é um dos mais conhecidos e respeitados do planeta, por isso podemos contribuir a partir dessa solução que passamos a disponibilizar”.

Ferramenta complementar - Na estrutura da versão digital do Show Rural, a vitrine se torna uma ferramenta complementar: “O site e o canal de Youtube divulgam notícias e vídeos com conteúdos técnicos diversos e, agora, há um ambiente específico para a apresentação da empresa e de seu portfólio”, destaca o coordenador geral do evento, o agrônomo Rogério Rizzardi. Para saber mais sobre como a vitrine funciona e como participar dela basta acessar o endereço www.showrural.com.br ou ligar para o número de telefone (45) 3225-6885. (Imprensa Coopavel)

 

COPACOL: Camarão descascado e cozido é o mais novo produto da linha de pescados

O camarão é apreciado em todo o mundo: pode ser como petisco ou protagonista de um prato especial. Ele é considerado o rei de todos os frutos do mar. Melhor ainda quando a iguaria tem qualidade e procedência garantidas por uma marca reconhecida internacionalmente.

Lançamento - A Copacol acaba de lançar o Camarão Vannamei, que já vem descascado e cozido, facilitando o dia a dia de quem busca sabor e não dispensa a praticidade. O alimento congelado é comercializado em embalagens de 380 gramas, pronto para ser incluído nas mais variadas receitas. A novidade já está disponível nos supermercados de todo o País.

Prática - A proteína é muito prática em receitas frias, durante o verão, e também para pratos quentes, no inverno. Além disso, faz muito bem para a saúde. O camarão é rico em proteínas completas; tem propriedades para o combate de artrite e artrose devido a presença de glicosamina – substância que reduz o desgaste nas articulações; possui vitaminas B, D, E, que atuam no metabolismo e previnem doenças neurológicas; rico em Ômega-3, diminuindo problemas cardiovasculares e ajudando na prevenção do Alzheimer.

Receitas - Você encontra receitas práticas, saborosas e nutritivas no portal Dia de Peixe Copacol, www.diadepeixe.com.br. Acesse e se surpreenda com a versatilidade e o sabor do camarão.

Opção na quaresma - A novidade também é uma boa opção para quem mantém a tradição da quaresma: período que se inicia na quarta-feira de Cinzas e encerra na quinta-feira da Semana Santa, antes da Páscoa. Muitos religiosos deixam de consumir carne vermelha durante o período, que passa a ser substituída por peixes e outros frutos do mar.

Linha de pescados - A Copacol conta com um mix completo de pescados, que cooperam com pratos saudáveis. Além do camarão vannamei, tem os filés de salmão, a tilápia em filé e posta, costela de tambaqui, posta de pintado, camarão sete barbas, filé de merluza, sardinha e posta de cação. Tem ainda os filés de tilápia empanados, tradicional e multigrãos, fáceis de preparar e muito saborosos. Conheça nossa linha completa em www.copacol.com.br/produtos. (Imprensa Copacol)

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NOTA DE PESAR: Coopertradição lamenta o falecimento do diretor industrial Alberto Santin, o Lila

A Coopertradição, sediada em Pato Branco, no Sudoeste do Paraná, emitiu uma nota de pesar, comunicando o falecimento, nesta segunda-feira (15/03), do diretor industrial da cooperativa, Alberto Santin, mais conhecido como Lila, em consequência da Covid-19. “A Coopertradição agradece todos os momentos vividos junto dessa grande pessoa e excelente profissional, que muito contribuiu com o crescimento da cooperativa. O seu legado permanecerá vivo para sempre em nossos corações. Desejamos muita força à família e aos amigos para superar este momento de dor irreparável”, afirma a direção da Coopertradição.

Sistema Ocepar - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, também manifestou pesar pela prematura perda deste líder cooperativista. “Queremos deixar aqui nossos mais profundos sentimentos para todos os familiares, amigos e para a cooperativa Coopertradição por esta imensa perda. Lila sempre foi um profissional muito atuante, cooperativista de primeira e que contribuiu muito para o desenvolvimento do sistema paranaense”, frisou.

 

nota pesar 16 03 2021

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 374 milhões até a segunda semana de março

comercio exterior 16 03 2021A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 374 milhões até a segunda semana de março deste ano, com corrente de comércio de US$ 83,651 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (15/03) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. As exportações somam US$ 42,013 bilhões, com alta de 12,1%, pela média diária, e as importações sobem 22,4% e atingem US$ 41,639 bilhões.

Acumulado do mês- No acumulado do mês, as exportações cresceram 30,5% e somaram US$ 10,88 bilhões, enquanto as importações subiram 61,8% e totalizaram US$ 10,67 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 207,6 milhões e a corrente de comércio alcançou US$ 21,56 bilhões, com alta de 44,3%.

Segunda semana de março- Considerando apenas a segunda semana de março, a corrente de comércio alcançou US$ 10,016 bilhões, com US$ 5,368 bilhões de exportações e US$ 4,649 bilhões de importações, gerando um superávit de US$ 719,2 milhões.

Exportações no mês- Nas exportações – comparadas à média diária até a segunda semana deste mês (US$ 1,088 bilhão) com a de março de 2020 (US$ 833,98 milhões) – houve crescimento de 30,5%, em razão do aumento nas vendas da indústria extrativista (94,1%), da agropecuária (22%) e dos produtos da indústria de transformação (11,4%).

Aumento - O aumento das exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos da indústria extrativista: minério de ferro e seus concentrados (117,6%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus (76,1%); minérios de cobre e seus concentrados (271,4%); minérios de níquel e seus concentrados (192,5%); além de pedra, areia e cascalho (38,3%).

Indústria de transformação - Já em relação à indústria de transformação, destaque para o crescimento nas vendas de produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (64,5%); açúcares e melaços (45,2%); obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (237,7%); celulose (22,9%); e alumina e óxido de alumínio (57,4%) – exceto corindo artificial.

Produtos - A alta das exportações também contou com o crescimento nas vendas dos seguintes produtos agropecuários: soja (19%); algodão em bruto (69,3%); café não torrado (26,8%); milho não moído – exceto milho doce (32,3%) – e trigo e centeio não moídos (99%).

Importações no mês Nas importações, a média diária até a segunda semana de março de 2021 (US$ 1,067 bilhão) ficou 61,8% acima da média de março do ano passado (US$ 659,81 milhões). No comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com agropecuária (10,1%) e com produtos da indústria de transformação (66,8%). Por outro lado, diminuíram as compras de produtos da indústria extrativista (-38,8%).

Compras - O aumento das importações foi puxado pelo crescimento nas compras de cacau em bruto ou torrado (65,8%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (37,2%); milho não moído, exceto milho doce (87%); soja (127,2%) e cevada não moída (56,3%), entre os produtos agropecuários.

Destaques - Já na indústria de transformação, os destaques de alta nas importações foram, mais uma vez, as entradas de plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (2.388,4%). Também subiram as importações de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (39,6%); equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios (29,5%); medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (41,1%); e válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (25,9%). (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança comercial

 

FOTO: Pixabay

 

 

VBP: Valor da Produção Agropecuária está previsto em R$ 1,032 trilhão neste ano

vbp 16 03 2021A previsão do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) para 2021 é de R$ 1,032 trilhão, o que representa 12,1% acima do obtido em 2020. Apesar da questão climática, as lavouras geraram R$ 708,3 bilhões, com aumento real de 15,4%, e a pecuária, R$ 323,9 bilhões, com aumento de 5,4% em relação a 2020.

Destaques - Entre as lavouras, os principais destaques são arroz, com aumento de 6,0% no VBP, cacau 6,9%, laranja 7,2%, milho 21,9%, soja 30,1% e trigo 13,6%. A soja teve aumento real no valor de 73,0% nestes dois anos. Os aumentos nos valores de soja e milho foram os mais elevados desde o início desta série, em 1989. Redução expressiva no VBP vem ocorrendo em banana (-3,7), café (-24,2), e tomate (-10,4%).

Primeiros colocados - Os resultados mostram que soja, milho, cana de açúcar, café e algodão, os cinco primeiros colocados no VBP, são responsáveis por 57,3% do VBP das lavouras. Ligeira recuperação da cana-de-açúcar vem sendo observada, e isso é relevante pois a ela tem importante participação no faturamento do setor.

Pecuária - Na pecuária, contribuições positivas ao VBP são de carne bovina (10,7%), carne de frango (2,4%) e leite (4,6%). Contribuição negativa foi observada em suínos (-2,6) e ovos (-6,7%).

Preços - "Os preços da maioria dos produtos examinados são superiores aos do ano passado. Esse comportamento também pode ser observado em produtos da pecuária. Também neste ano houve investimento acentuado em tecnologia, e na incorporação de novas áreas, como mostram os dados levantados pela Conab (2021). Ambas contribuíram para os resultados obtidos, embora o crescimento da produção seja impulsionado principalmente pelos ganhos de produtividade, e não pelo acréscimo de área", informa a Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Estados - Os estados de Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, são os primeiros classificados no valor da produção. Juntos respondem por 62,6% do VBP total. As regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste representam 83,6% do valor da produção. As regiões Nordeste e Norte respondem por 15,1% do VBP.

VBP - O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

Valor real - O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês. (Mapa)

>> Resumo do VBP 

>> VBP regional 

>>  VBP completo 

 

FOTO: Pixabay

 

ZARC: Cronograma de publicações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático deste ano já está disponível

 

zarc 16 03 2021O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) definiram o cronograma de realização de estudos e publicações das portarias de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o ano de 2021.

 

Processamento e atualização - A Embrapa, responsável pela elaboração dos estudos de Zarc, irá executar o processamento e atualização de zoneamentos previstos para 2021 conforme esse cronograma. Neste ano, a etapa final de apresentação dos resultados para avaliação e validação continuará sendo realizada por teleconferência. O cronograma de reuniões de validação será divulgado em breve no site do Mapa.

 

Serviços - Os serviços, que envolvem desde o estabelecimento da metodologia e aplicação da modelagem até o recebimento de informações de cultivares e publicação no Diário Oficial da União continuam, em 2021, sendo realizados de forma remota por meio de sistemas de informação.

 

Previsibilidade - “A previsibilidade na publicação das portarias é fundamental para manter as contratações de crédito rural e para enquadramento no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e acesso ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), logo, essenciais para a produção e abastecimento de alimentos”, explica o Diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Mapa, Pedro Loyola.

 

Pleno funcionamento - O sistema de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (SISZarc), ferramenta que recebe e compila as cultivares recomendadas ao plantio em cada região do país, está em pleno funcionamento para que os obtentores/mantenedores façam as inclusões de cultivares para a safra 2021/2022.

 

Portarias - As portarias de Zarc serão confeccionadas pela Secretaria de Política Agrícola e publicadas no Diário Oficial da União e os resultados ficarão disponíveis no painel de indicação de riscos, e no aplicativo “Zarc - Plantio Certo”. As demandas e sugestões do setor produtivo podem ser enviadas para o e-mail zoneamento@agricultura.gov.br

 

Convênio - Desde 2019, a partir do convênio firmado entre a Embrapa e o Banco Central do Brasil, o Zarc vem se ampliando e modernizando. Um exemplo é a cultura do milho de 2ª safra. A partir da revisão do zoneamento realizada em 2020, com a aplicação de uma metodologia inovadora, o Zarc identificou as especificidades das condições térmicas, que variam conforme a região e a época de plantio, e o impacto que isso tem na fenologia do milho e na duração dos ciclos. Como resultado, após a validação pelo setor produtivo, o novo Zoneamento foi divulgado em setembro de 2020 com a inclusão de municípios e, em certos casos, janelas de plantio mais aderente com as realidades regionais.

 

Novos estudos - Neste exercício, as seguintes culturas terão novos estudos de Zarc: girassol, maracujá, sorgo forrageiro, maçã, pêssego, canola, abacaxi, grão de bico e café, além de citros, que foi estudado ano passado e teve validação terminada em janeiro de 2021, e publicação prevista até abril.

 

Ideal - "O ideal é atualizar o Zarc de cada cultura a cada quatro ou cinco anos a fim de incluir os dados meteorológicos mais recentes e eventuais mudanças na frequência e intensidade de adversidades climáticas. Também é necessário ajustar a metodologia para refletir os avanços da tecnologia e manejo nos sistemas de produção. O Zarc é a melhor informação disponível em escala nacional sobre riscos agroclimáticos. São mais de 40 culturas contempladas, cujos resultados servem para orientar produtores e técnicos na busca de estratégias para evitar ou mitigar perdas de produção”, esclarece Eduardo Monteiro, pesquisador da Embrapa.

 

Nova mudança - Além disso, o Mapa solicitou à Embrapa uma nova mudança metodológica no Zarc do milho de 2ª safra, que será apresentada ao Banco Central e para as Seguradoras no primeiro semestre de 2021 como proposta para a safra 2022. Essa ação do Mapa se insere no esforço do governo para estimular o plantio do milho, tendo em vista a situação de oferta e demanda bastante ajustada prevista para o produto na próxima safra.

 

Inclusão - “Consiste na inclusão de mais um nível de risco nos estudos, o de 50%. Atualmente os níveis de risco são de 20%, 30% e 40%. Isso deverá proporcionar um aumento nas janelas de plantio, que pode fomentar a geração de novos produtos de seguro e Proagro, mas dependem de avaliação e aceite desse novo risco pelos agentes”, explica Pedro Loyola.

 

Produtividade - Novidade bastante aguardada para o ano de 2021, o zoneamento de produtividade – ZarcPRO – para o milho, soja e cana-de-açúcar, também terá seus primeiros resultados divulgados no segundo semestre deste ano. Todas as culturas passarão por estudo técnico pela Embrapa, com a utilização de novas bases climáticas e metodologias aperfeiçoadas.

 

Zarc - Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só permitem o acesso ao crédito rural para cultivos em áreas zoneadas e para o plantio de cultivares indicadas nas portarias de zoneamento.

 

Aplicativo Plantio Certo - Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar através de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos: iOS e Android

 

Painel - Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos”. (Mapa)

 

FOTO: David Keuhl / Pixabay

 

PARANÁ: Soja ocupa um quarto do território estadual e é exportada para mais de 20 países

 

parana 16 03 2021A afirmação de que o Paraná alimenta o mundo fica ainda mais evidente quando se fala de um pequeno grão, redondo e amarelo, que domina boa parte da lavoura e 36,8% de tudo que é exportado pelo Estado. Partindo de navios desde o Porto de Paranaguá, a soja paranaense chega a mais de 20 países da Ásia e da Europa, além do México, onde vivem 4,1 bilhões de pessoas, mais da metade da população mundial.

 

Área - Principal produto do agro paranaense e brasileiro, o cultivo da soja ocupa mais de um quarto de todo o território do Estado e está espalhado por todas as regiões. São 5,6 milhões de hectares de área plantada na safra 2020/2021 – ou 56 mil quilômetros quadrados, enquanto o Paraná tem um território de quase 200 mil quilômetros quadrados – e a estimativa de colher 20,4 milhões de toneladas do grão.

 

Representatividade - Esta reportagem da série Paraná que Alimenta o Mundo vai mostrar o que a soja representa atualmente para o Estado. O cultivo do grão ganhou espaço nos anos 1970, substituindo o café na preferência dos produtores paranaenses, depois que a geada negra de 1975 destruiu o que era então a principal cultura do Estado. “O Brasil já superou há anos a produção de soja dos Estados Unidos e é hoje o maior produtor mundial. E o Paraná se destaca no cenário nacional como o segundo estado com a maior produção”, afirma o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

 

Principal cultura - “De um acidente climático, que foi a grande geada, a um intenso processo de mecanização, a soja se constituiu como a principal cultura agrícola do Paraná. Tem o maior valor de produção, é o principal produto da exportação, ocupa o maior espaço da agricultura e movimenta intensamente vários setores do Estado”, explica Ortigara. “Para o consumo humano, a soja é usada na produção de óleo vegetal, mas o grão é destinado, principalmente, para fabricação de rações, fortalecendo outra vocação do Paraná que é a pecuária e a produção de proteína animal”, diz.

 

Evolução - O agricultor Valdomiro Rebellato é um dos paranaenses que apostam no cultivo da oleaginosa desde os anos 1970. Conta com uma área de 345 hectares em Cascavel, na região Oeste, que foi colhida no início de março. “Houve uma evolução muito grande nessas últimas décadas e a tendência é produzir cada vez mais. Veio muita tecnologia, variedades novas de sementes e muito conhecimento para o trato do solo, de maquinário, da época de plantio. Quem investe tem retorno garantido”, afirma.

 

Produção - O Paraná é o segundo maior produtor da commoditie no Brasil, atrás do Mato Grosso, e também o segundo maior exportador. Em 2020, mesmo com uma pandemia em curso, o Estado bateu recordes de produção, com aproximadamente 21 milhões de toneladas colhidas, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura E abastecimento.

 

Exportação - Deste total, 17,3 milhões de toneladas do complexo soja (grãos, farelo e óleo) foram para a exportação, sendo 13,4 milhões de toneladas somente do grão. O valor de exportação superou os US$ 6 bilhões (R$ 33 bilhões na cotação atual), o que representa 36,8% de toda a exportação paranaense e 17% de toda a soja vendida ao exterior pelo Brasil.

 

Dados - Os dados foram compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), com base nas informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. Segundo o levantamento, o grosso da produção é exportado para a China, que comprou 12,2 milhões de toneladas (70,6%) do complexo soja no ano passado.

 

Outros compradores - Os outros países compradores foram a Holanda, Coreia do Sul, França, Paquistão, Bangladesh, Índia, Turquia, Alemanha, Tailândia, Polônia, Eslovênia, Espanha, Vietnã, Romênia, Taiwan, Irã, Bélgica, Japão, Reino Unido e México.

 

Valor da produção - O Valor Bruto da Produção (VBP) chegou a R$ 19,94 bilhões em 2019, no último cálculo do Deral, o que representa 20% de todo o VBP da agropecuária do Paraná. Entre as principais regiões produtoras estão o Centro-Oeste, que na atual safra conta com uma área plantada de 690 mil hectares e a previsão de colher entre 2,3 milhões e 2,6 milhões de toneladas; os Campos Gerais, com área de 558,2 mil hectares e produção estimada entre 2 milhões e 2,2 milhões de toneladas; e o Oeste, que cultivou 516 mil hectares e prevê uma colheita de 1,9 milhão a 2,1 milhões de toneladas.

 

Avanço tecnológico - A participação do Paraná vai além do grande volume de produção e inclui também um importante papel no avanço das tecnologias relacionadas ao grão. O Estado sedia a Embrapa Soja, uma das 42 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), referência mundial em pesquisa para a cultura da oleaginosa em regiões tropicais. A unidade, localizada em Londrina (Norte), dividiu por mais de uma década o espaço com o então Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), que hoje integra o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná).

 

Tecnologia - “A tecnologia da sojicultura vai além do maquinário e da genética das sementes, que evoluíram muito nos últimos anos, mas está integrada em todo o processo de produção, incluindo o plantio direto, definição da época de semeadura, a cobertura plena, a melhoria do solo e o manejo de pragas e doenças. A pesquisa pública tem grande crédito nesse trabalho”, ressalta o secretário Ortigara.

 

Saberes - São saberes que influenciam na colheita e na qualidade do grão. De acordo com o Deral, em uma década, houve um avanço 19% na produtividade no Estado. Enquanto na safra de 2009/2010 foram colhidos 3.186 kg por hectare, na de 2019/2020 foram 3.794 kg/ha. A área plantada aumentou 25,2% no período, passando de 3,34 milhões de hectares para 5,48 milhões de hectares no ano passado.

 

Precisão - Na propriedade de Valdomiro Rebelatto, máquinas com GPS garantem mais precisão e diminuem perdas na semeadura e na colheita, além de evitar que a mesma área seja pulverizada mais de uma vez, por exemplo. Mas, para ele, o que mais evoluiu nas últimas décadas foi o preparo do solo.

 

Mudanças - “A gente começou o cultivo, em 1971, muito precariamente, mas as coisas evoluíram bastante. Naquela época a gente colhia 60 sacas por alqueire. Em meados dos anos 1980 já eram 100 sacas. Aí vieram novas tecnologias da Embrapa, de empresas particulares, que elevaram a produtividade, principalmente graças ao tratamento de solo”, conta.

 

Experimento - “No ano passado, fiz um experimento em uma área pequena, com análise em laboratório de talhão em talhão de solo para ver as necessidades nutricionais. Ela fechou com uma média de 211 sacos por alqueire, quatro vezes mais do que colhíamos há 50 anos. Este ano a produtividade deve ser menor devido ao clima, mas que será compensada com o preço, que está muito bom por causa do dólar”, completa. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SELIC: Copom inicia segunda reunião do ano para definir juros básicos

 

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa nesta terça-feira (16/03) a segunda reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Nesta quarta-feira (17/03), ao final do dia, após a segunda parte do encontro, o Copom anunciará a decisão.

 

Previsão - Com a alta da inflação nos últimos meses, a previsão das instituições financeiras, é de que a Selic deve subir de 2% ao ano para 2,5% ao ano. A expectativa de alta está no boletim Focus, pesquisa divulgada toda semana pelo BC. Para o final de 2021, o mercado prevê que a taxa estará em 4,5% ao ano.

 

Menor nível - Atualmente, a Selic está no seu menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia.

 

Inflação - Ela também é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

 

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

 

Redução - Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, as taxas de juros do crédito não caem na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito.

 

Reunião - O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

 

Meta de inflação - Para 2021, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior é 5,25%.

 

2022 - Para 2022, a meta é 3,5%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

 

Abaixo da meta - Até alguns meses atrás, as instituições financeiras projetavam inflação abaixo do centro de meta. A situação, no entanto, mudou e os analistas consultados no boletim Focus agora projetam que a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terminará o ano em 4,6%. Para 2022, a estimativa está em 3,5%. (Agência Brasil)

IBC-BR: Atividade econômica tem alta de 1,04% em janeiro, diz Banco Central

 

A atividade econômica brasileira registrou alta em janeiro deste ano, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (15/03) pelo Banco Central (BC). É o nono mês consecutivo de crescimento, após as quedas em março e abril do ano passado, em razão das medidas de isolamento social necessárias para o enfrentamento da pandemia da covid-19.

 

Expansão - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), apresentou expansão de 1,04% em janeiro em relação a dezembro de 2020. Já na comparação com janeiro de 2020, houve contração de 0,46% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No acumulado em 12 meses, o indicador também ficou negativo, em 4,04%.

 

Pontos - Com o crescimento registrado em janeiro deste ano, o IBC-Br atingiu 140,30 pontos, o maior desde fevereiro de 2020, quando ficou em 140,02 pontos, ou seja, antes do início da pandemia da covid-19.

 

IBC-Br- O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 2% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia, a indústria, o comércio e os serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

 

Antecipação - O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Queda - Em 2020, o PIB do Brasil caiu 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Foi a maior queda anual da série do IBGE, iniciada em 1996 e que interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%. (Agência Brasil)

MERCADO FINANCEIRO: Dólar e bolsa iniciam semana em alta

 

mercado financeiro 16 03 2021Em um dia de ajustes no mercado financeiro, o dólar subiu e voltou a ser vendido acima de R$ 5,60. A bolsa de valores também subiu e se aproximou dos 115 mil pontos.

 

Cotação - O dólar comercial fechou esta segunda-feira (15/03) vendido a R$ 5,64, com alta de R$ 0,08 (+1,44%). Embora tenha operado próximo da estabilidade na primeira hora de negociação, a divisa subiu nas horas seguintes até fechar próxima da máxima do dia.

 

Intervenções - As intervenções do Banco Central (BC) não adiantaram. A autoridade monetária vendeu US$ 1,06 bilhão das reservas internacionais e leiloou US$ 500 milhões de swaps cambiais (operação que equivale à venda de dólares no mercado futuro). A cotação, no entanto, não recuou. O BC está vendendo dólares para desestimular apostas de alta da divisa no mercado futuro.

 

Ações - No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou esta segunda aos 114.851 pontos, com alta de 0,6%. O indicador alternou altas e baixas durante a manhã, mas firmou a tendência de alta durante a tarde, com investidores comprando ações que ficaram baratas nos últimos dias.

 

Fatores - Fatores domésticos e externos continuam pressionando a alta do dólar. No Brasil, a expectativa em relação à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) influencia os investidores. O pagamento de dividendos de uma grande empresa brasileira, em parte a acionistas estrangeiros, também puxou a cotação para cima.

 

Exterior - No exterior, as três principais bolsas dos Estados Unidos subiram nesta segunda-feira, sob reflexo do pacote de estímulos do governo do presidente Joe Biden. No entanto, os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano de dez anos voltaram a fechar acima de 1,6% ao ano, próximo das taxas observadas antes da pandemia de covid-19.

 

Juros - Juros maiores nos títulos públicos norte-americanos, considerados os investimentos mais seguros do planeta, estimulam a fuga de países emergentes, como o Brasil. Isso pressiona para cima a cotação do dólar em todo o planeta. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

PGFN: Começa o prazo para adesão a negociações com benefícios no âmbito do Programa de Retomada Fiscal

 

pgfn 16 03 2021Desde esta segunda-feira (15/03), os contribuintes inscritos em Dívida da União podem negociar os débitos com benefícios –possibilidade de descontos, entrada facilitada e prazo ampliado para pagamento. A adesão fica disponível no portal Regularize até às 19 horas (horário de Brasília) do dia 30 de setembro de 2021.

 

Retomada Fiscal - As modalidades de negociação fazem parte do Programa de Retomada Fiscal, que consiste no conjunto de medidas da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para estimular a conformidade fiscal relativa aos débitos inscritos em Dívida Ativa da União, em razão dos impactos econômicos e financeiros causados pela pandemia da Covid-19.

 

Débitos - Poderão ser negociados os débitos inscritos em Dívida Ativa da União até 31 de agosto de 2021. Todas as modalidades de transação disponíveis abrangem também os débitos apurados na forma do Simples Nacional, do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e do Imposto Territorial Rural (ITR).

 

FGTS - Os débitos inscritos em Dívida Ativa junto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não estão contemplados no Programa. Neste caso, o contribuinte interessado pode apresentar proposta de negociação, a qualquer tempo, por meio de Negócio Jurídico Processual e/ou Transação Individual.

 

Prestações - Embora algumas modalidades ofereçam prazo ampliado para pagamento, a quantidade de prestações permanece em até 60 meses para negociação de débitos previdenciários, devido à limitação constitucional.

 

Requisitos - Os interessados em aproveitar os benefícios devem verificar se atendem aos requisitos para adesão, bem como quais as condições de cada modalidade.

 

Propostas - Confira as propostas disponíveis:

 

Transação Excepcional

Esta modalidade está disponível para o cidadão que comprovar não possuir condições de regularizar os débitos integralmente em até 60 meses, considerando o impacto da pandemia na capacidade de geração de resultados da pessoa jurídica ou no comprometimento da renda da pessoa física.

 

Conforme a capacidade de pagamento estimada do contribuinte, a PGFN poderá liberar ou não a adesão à Transação Excepcional, pois o percentual de desconto aplicado na negociação também leva em consideração esse quesito.

 

Por isso, essa modalidade exige que o contribuinte preencha o formulário de Declaração de Receita/Rendimento, disponível no portal Regularize. Após concluir o preenchimento, o contribuinte ficará sabendo no mesmo instante se está apto ou não. Se sua classificação for “C” ou “D”, a modalidade é liberada para adesão.

 

Caso não concorde com a classificação atribuída, o contribuinte poderá apresentar o pedido de revisão de pagamento perante o atendimento remoto da PGFN.

 

Transação Extraordinária

Para adesão a esta modalidade não há requisitos e qualquer contribuinte inscrito em Dívida da União poderá aderir. Não há descontos, mas dá vantagens como prazo ampliado para pagamento e entrada facilitada.

 

Transação Tributária na Dívida Ativa de Pequeno Valor

Além de estar disponível apenas para pessoa física, microempresa e empresa de pequeno porte, o valor do débito deve ser inferior a 60 salários mínimos. Apesar dessa restrição no valor, nada impede que o contribuinte faça várias adesões, usando uma conta de negociação para cada inscrição elegível.

 

Contribuintes que já possuem transação formalizada, mas desejam incluir novas inscrições na conta atual

 

Aqueles que já possuem acordos de transação formalizados ainda em 2020, poderão incluir novas inscrições nas contas existentes, mantendo as condições da negociação original. Os interessados poderão solicitar essa inclusão de novas inscrições, no portal Regularize, a partir de 19 de abril.

 

Contribuintes que já possuem transação formalizada, mas desejam mudar para outra modalidade

No caso de contribuintes que já possuem parcelamento ou transação, mas desejam mudar de modalidade, poderão desistir da negociação atual para aderir à outra modalidade disponível.

 

O contribuinte com conta de transação em situação irregular – por exemplo, com três prestações ou mais atrasadas –, deverá primeiramente regularizar a situação da conta para, em seguida, providenciar a desistência, já que, tratando-se de transação em situação irregular, não cabe desistência, mas sim rescisão da conta de negociação. A legislação veda, pelo prazo de dois anos contados da data de rescisão, a formalização de nova transação, ainda que relativa a outros débitos.

 

Após a desistência ou rescisão, o valor pago das prestações é abatido no saldo devedor final. No entanto, há perdas de eventuais benefícios, além de não ser possível voltar atrás da proposta.

 

Como proceder - As propostas estão disponíveis no portal Regularize > opção “Negociar Dívida” > “Acesso ao Sistema de Negociações”. Na tela inicial do Sistema de Negociações, basta clicar no menu “Adesão” > “Transação”.

 

Declaração - Os interessados na Transação Excepcional deverão primeiramente providenciar a Declaração de Receita/Rendimento, um formulário eletrônico também disponível no Sistema de Negociações. (Ministério da Economia)

 

SAÚDE I: Brasil tem 279,2 mil mortes e 11,5 milhões de casos

 

A soma de pessoas que morreram de covid-19 alcançou 279.286. Em 24 horas foram registrados 1.057 óbitos. Ainda há 2.927 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

 

Casos confirmados- O número de casos confirmados desde o início da pandemia chegou a 11.519.609. Entre domingo e segunda-feira (14 e 15/03), foram registrados 36.239 novos diagnósticos de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus. No domingo, o total de pessoas infectadas até o momento estava em 11.483.370.

 

Atualização - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta segunda-feira (15/03). A atualização é produzida a partir das informações levantadas pelas autoridades estaduais e locais de saúde sobre casos e mortes provocados pela covid-19.

 

Recuperadas - O número de pessoas recuperadas chegou a 10.111.954. Já a quantidade de pessoas com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.128.369.

 

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Já às terças-feiras tendem a ser maiores já que neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

 

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (64.223), Rio de Janeiro (34.330), Minas Gerais (20.687), Rio Grande do Sul (15.105) e Paraná (13.626). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.129), Amapá (1.187), Roraima (1.232), Tocantins (1.697) e Sergipe (3.141).

 

Vacinação - Até o início da noite desta segunda-feira, haviam sido distribuídas 20,1 milhões de doses de vacinas. Deste total, foram aplicados 11,8 milhões de doses, sendo 8,8 milhões da 1ª dose (4,1% da população brasileira) e 2,9 milhões da 2ª dose (1,3% da população brasileira). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 16 03 2021

SAÚDE II: Paraná tem 2.136 casos de Covid-19 e 41 mortes. Estado já aplicou 638 mil doses da vacina

 

saude II 15 03 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (15/03) 2.136 casos confirmados e 41 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

 

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 758.740 casos confirmados e 13.519 mortos em decorrência da doença.

 

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de março (1.793), fevereiro (69) e janeiro (31) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: junho (1), julho (1), agosto (3), setembro (1), outubro (6), novembro (89) e dezembro (142).

 

Vacina - O Paraná já aplicou 638.456 doses, sendo 479.024 da primeira dose e 159.432 da segunda dose até o final da manhã desta segunda-feira (15). Portanto, 479.024 paranaenses já foram vacinados.

 

Doses - Ao todo, o Estado recebeu 1.001.600 mil doses do Governo Federal até o momento. Clique AQUI.

 

Internados - 2.501 pacientes com diagnóstico estão internados. São 2.052 pacientes em leitos SUS (842 em UTI e 1.210 em leitos clínicos/enfermaria) e 455 em leitos da rede particular (234 em UTI e 215 em leitos clínicos/enfermaria).

 

Exames - Há outros 2.783 pacientes internados, 885 em leitos UTI e 1.898 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

 

Mortes - A secretaria estadual informa a morte de mais 41 pacientes. São 17 mulheres e 24 homens, com idades que variam de 43 a 87 anos. Os óbitos ocorreram de 2 de fevereiro a 15 de março de 2021.

 

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Cascavel (15), Colorado (4), Foz do Iguaçu (3), Cornélio Procópio (2) e Clevelândia (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Alto Piquiri, Araucária, Bandeirantes, Boa Vista da Aparecida, Cruzeiro do Oeste, Guaraniaçu, Guaratuba, Ibema, Itapejara D’Oeste, Marmeleiro, Nova Aurora, Pato Branco, Sapopema, Umuarama e Uniflor.

 

Fora do Paraná - O monitoramento aponta 5.046 casos de residentes de fora, 107 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

 

Confira o informe completo clicando AQUI

 

SAÚDE III: Bolsonaro anuncia Marcelo Queiroga como novo ministro da Saúde

 

saude III 16 03 2021O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite desta segunda-feira (15/03), nas redes sociais, ter acertado a nomeação do médico Marcelo Queiroga como ministro da Saúde. Os dois se reuniram ao longo da tarde no Palácio do Planalto para discutir a troca no comando da pasta. O anúncio também foi feito pelo presidente durante conversa com apoiadores na porta do Palácio do Alvorada.

 

Decisão - "Foi decidido agora a tarde a indicação do médico Marcelo Queiroga para o Ministério da Saúde. Ele é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. A conversa foi excelente, já o conhecia há alguns anos então não é uma pessoa que tomei conhecimento há poucos dias, e tem, no meu entender, tudo para fazer um bom trabalho dando prosseguimento em tudo que Pazuello fez até hoje", afirmou Bolsonaro na conversa transmitida pelo site Foco do Brasil, mantido por apoiadores do presidente.

 

Coletiva - Mais cedo, o ministro Eduardo Pazuello deu uma coletiva de imprensa para atualizar informações sobre o combate à pandemia de covid-19 e confirmou que o presidente mantinha tratativas para a sua substituição na pasta.

 

Nomeação - A nomeação de Queiroga será publicada na edição desta terça-feira (16/03) do Diário Oficial da União e o processo de transição no ministério deve durar entre uma e duas semanas, disse o presidente.

 

Perfil - Marcelo Queiroga é natural de João Pessoal e se formou em medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele fez especialização em cardiologia no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Sua área de atuação é em hemodinâmica e cardiologia intervencionista e atualmente Queiroga é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

 

Quarto ministro - Com a indicação, Queiroga será o quarto ministro da Saúde desde o começo da pandemia de Covid, há exatamente um ano. Passaram pela pasta, neste período, os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, seguido depois pelo general Eduardo Pazuello, do Exército.

 

Desafio - O principal desafio do novo ministro será acelerar o processo de vacinação em massa da população. Até agora, o país vacinou cerca de 4,59% da população com a primeira dose de imunizantes, percentual que corresponde a 9,7 milhões de pessoas. O Brasil acumula, até o momento, mais de 279 mil mortes por covid-19. (Agência Brasil)

 

FOTO: Geraldo Magela / Agência Senado

 


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