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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5042 | 05 de Abril de 2021

AGO: Assembleia Geral Ordinária, nesta segunda-feira, comemora o cinquentenário da Ocepar

2jubileu I 01 04 2021Tem início, a partir das 14h desta segunda-feira (05/04), a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Ocepar e da Fecoopar e a reunião de prestação de contas do Sescoop/PR. Desta vez, além da apresentação dos resultados do exercício anterior e do plano de ação para 2021, a AGO será comemorativa aos 50 anos da Ocepar, que foi fundada em 2 de abril de 1971.

PRC200 - Outro destaque é o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense que começa a ser implementado em 2021, com o propósito do setor alcançar R$ 200 bilhões de faturamento nos próximos anos, o dobro do PRC100, finalizado em 2020, superando a meta de R$ 100 bilhões de faturamento.

Participação - Devido à pandemia e em atendimento às normas de segurança e saúde, apenas os diretores, a presidência executiva e os conselheiros fiscais estarão reunidos presencialmente na sede da Ocepar, em Curitiba, seguindo as normas de distanciamento social. As demais cooperativas associadas deverão participar e votar de maneira virtual, por meio da plataforma Zoom.

Inscrições - Assim, elas devem efetivar a inscrição pelo endereço eletrônico: https://bit.ly/3tQH354. Após a confirmação do cumprimento dos requisitos estatutários, os participantes vão receber, por e-mail, um link de acesso à plataforma, que é individual.

Transmissão - A AGO do Sistema Ocepar será transmitida ao vivo pelo canal da TV Paraná Cooperativo no Youtube, para que os demais interessados também possam acompanhar o evento.

Homenagem Alep - Depois, a partir das 17h, também haverá a transmissão, direto da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), da sessão solene remota, proposta pelo deputado estadual, Soldado Fuet, em homenagem ao cinquentenário da Ocepar. Participam da solenidade o presidente da Alep, deputado Ademar Traiano, e o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Os demais parlamentares vão prestigiar o evento virtualmente.

Mais informações - Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

 

REVISTA PR COOPERATIVO: Edição especial mostra a trajetória da Ocepar em 50 anos de atividades

pr cooperativo 05 04 2021Os cinquenta anos da Ocepar, comemorados no dia 2 de abril, são o tema principal de edição especial da Revista Paraná Cooperativo. O leitor poderá fazer uma imersão pela história da entidade, uma “viagem” por cinco décadas, relembrando fatos e pessoas que acreditaram no cooperativismo. A edição especial de abril faz uma justa homenagem aos cooperativistas que contribuíram na construção e consolidação da Ocepar.

Evolução - As matérias mostram também conquistas importantes, entre as quais, a reorganização do cooperativismo, trabalho iniciado na década de 1970 e que resultou na implantação de projetos integração (o PIC, o Norcoop e o Sulcoop), a implantação do programa de autogestão, a constituição do Sescoop e da Fecoopar, e os avanços no planejamento estratégico, que hoje estão sintetizados no PRC 200.

Reconhecimento - O trabalho da Ocepar nestes 50 anos é reconhecido por dirigentes cooperativistas, os quais deram seu testemunho sobre a contribuição da entidade para o cooperativismo paranaense ao longo das últimas cinco décadas. Também o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, parabenizam e destacam a atuação da entidade e sua força representativa junto às diferentes esferas do poder público. Dirigentes de entidades representativas do Paraná e políticos das frentes parlamentares do cooperativismo e da agropecuário avaliam a atuação da Ocepar em cinco décadas de atividade.

Entrevista - A entrevista desta edição reúne dois líderes com profunda identificação com o cooperativismo: os engenheiros agrônomos Guntolf van Kaick, o primeiro presidente eleito da Ocepar, em 1971, e José Roberto Ricken, com larga experiência em diferentes atuações na Ocepar e na OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), e que assumiu o comando da entidade paranaense em 2016, sucedendo ao líder João Paulo Koslovski.

Futuro - Ao chegar aos 50 anos, meio século de atividades, a Ocepar direciona seu foco para os desafios do futuro, mas sem perder a identidade que a define como defensora da filosofia cooperativista e indutora de inovação e desenvolvimento econômico e social.

Clique aqui e confira na íntegra a edição especial da revista PR Cooperativo sobre os 50 anos da Ocepar

 

CONCESSÕES RODOVIÁRIAS: G7 pede ao ministro da Infraestrutura mudanças no modelo de pedágios do Paraná

O G7, grupo das principais entidades do setor produtivo paranaense, solicitou na quinta-feira (01/04) ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, alterações no novo modelo de pedágios do Paraná. Em encontro sediado pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em Curitiba, os empresários entregaram um ofício ao ministro em que pedem, entrou outros pontos, que o sistema de escolha das concessionárias vencedoras da licitação seja pela menor tarifa, sem limite de desconto, e que haja uma garantia adicional da execução das obras por meio da exigência de depósito caução por parte das concessionárias.

Degrau tarifário - Além disso, em relação ao chamado degrau tarifário, o G7 pede que haja uma adequação da tarifa quando da duplicação de pistas, observando-se os custos efetivos das obras de cada trecho. Também reforçou o pedido de total transparência no processo, como vem ocorrendo até agora, e garantia da implantação efetiva de fóruns de arbitragem e mediação nos contratos. Por fim, solicitaram que o governo federal promova a desoneração do PIS/Cofins que incide sobre as tarifas de pedágio.

Consenso - O ministro afirmou que o esforço que vem sendo feito pelo G7 é importante para aprimorar o modelo e diz acreditar que um consenso está cada vez mais próximo. “O esforço do G7 foi muito bem-feito e falta muito pouco para a gente atingir uma convergência e ter um excelente modelo para o estado do Paraná”, disse. “A gente entende que a população do Paraná está muito machucada com essa questão das concessões e o nosso objetivo é deixar um legado para as próximas gerações. Falta muito pouco para que a gente tenha um modelo dessa natureza, que atraia o interesse do mercado, que seja financiável e que entregue os serviços que o paranaense merece”, acrescentou.

Polêmicas - Em relação às polêmicas que vem sendo geradas sobre alguns pontos da proposta dos novos pedágios, Freitas atribuiu a ruídos na comunicação. “O que foi apresentado pelo G7 é bastante interessante, existem vários pontos já atendidos, de convergência. Nesta oportunidade a gente pode esclarecer muito equívocos de comunicação, tirar muitas dúvidas. Por exemplo, pouca gente sabe que já tem uma redução importante na largada, saindo de uma tarifa de R$ 0,16 por quilômetro em média para uma tarifa de R$ 0,10 por quilômetro”, afirmou.

Outorga - Outro exemplo de entendimentos equivocados, em sua opinião, estaria relacionado à outorga que as concessionárias pagarão em caso de empate nas propostas de descontos nas licitações. “Pouca gente sabe que não tem outorga, que a arrecadação do governo nesse leilão é zero”, declarou. “O dinheiro que eventualmente servir como critério de desempate fica no projeto e amortece a própria tarifa no momento subsequente. Por um lado, a gente garante o caixa da concessão, para que não haja um problema de financiamento e para que as obras de fato aconteçam, depois aquele dinheiro volta para o usuário”, completou. (Agência Fiep de Notícias)

Clique aqui e confira a reportagem exibida na Rede Paranaense de Comunicação (RPC) sobre a reunião

FOTOS:  Assessoria Sistema Ocepar e Gelson Bampi / Fiep

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COOPERATIVISMO: Panorama Coop traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 05 04 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras.

Orçamento - O boletim da semana passada traz um levantamento detalhado do Orçamento da União, aprovado pelo Congresso Nacional e, também, seus os impactos para o cooperativismo. Além disso, um dos destaques é o fortalecimento de parcerias estratégicas e a retomada do debate sobre licenciamento ambiental. Confira abaixo.

Análise política- Na análise política, saiba tudo sobre o Orçamento da União aprovado no Congresso Nacional, no último dia 25 de março. Conheça também a atuação da OCB na busca pela recomposição de valores que impactam o cooperativismo, os dados detalhados das subvenções em risco no Orçamento e a análise dos possíveis caminhos para solução desse tema

Acesse a Análise Política

Clique aqui e acesse todas as análises anteriores!

MME e OCB fortalecem parceria- A Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM) do Ministério de Minas e Energia (MME) reuniu-se, de forma virtual, com representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Federação das Cooperativas dos Garimpeiros de Mato Grosso (Fecomin). No encontro realizado na segunda-feira passada (29/03), o secretário Alexandre Vidigal e equipe da SGM debateram o desenvolvimento do cooperativismo mineral e da pequena mineração de forma sustentável.

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Licenciamento ambiental: OCB e deputado Neri Geller debatem propostas- O deputado Neri Geller (MT) se reuniu na quarta-feira (31/03) com a equipe técnica da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) para debater as propostas do Projeto de Lei (PL) 3729/2004, que trata do licenciamento ambiental no Brasil. Membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o parlamentar destacou que irá contar com a participação da OCB como um dos pontos focais para o avanço do debate.

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OCB se reúne com representantes da União Europeia -O trabalho de representação do cooperativismo brasileiro, desenvolvido dentro e fora do país, foi apresentado nesta quarta-feira ao chefe de Cooperação da União Europeia no Brasil, Stefan Agne, e à gestora de projetos voltados para a sociedade civil, Denise Verdade. A reunião contou com a participação do presidente do Sistema OCB/MT e representante da Diretoria da OCB para assuntos internacionais, Onofre Cesário Filho, e da gerente de Relações Institucionais da unidade nacional do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta.

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Clique aqui e confira o Panorama Coop em versão digital

 

CRESOL: Inaugurada nova agência para atendimento de cooperados e da comunidade de Reserva e região

cresol 05 04 2021A partir desta segunda-feira (05/04), a população de Reserva/PR e região contam com uma nova agência de relacionamento da Cresol. O atendimento, antes realizado na Avenida Coronel Rogério Borba, número 480, agora passa a ser feito na Rua Marechal Floriano Peixoto, 616, no Centro de Reserva/PR. O horário de atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 15h.

Novo layout - A estrutura atende ao novo layout da Cresol, com espaços internos mais amplos, ambientes de atendimento personalizados para cada segmento, Pessoa Física, Pessoa Jurídica e Agro. Além disso, a agência de Reserva tem estacionamento próprio, caixa eletrônico e acessibilidade para pessoas com necessidades especiais.

Confiabilidade - O presidente da cooperativa, José Paulo da Silva, avalia a inauguração deste novo espaço como sendo a expressão da confiabilidade e da solidez que os associados têm junto a cooperativa. “Hoje é um momento muito importante para a Cresol União dos Vales. Nossos associados de Reserva e região, ao investir e participar da cooperativa, contribuem com a maior participação da Cresol na comunidade”, salienta o presidente.

Cuidado - Como cuidado e prevenção a população, nos dias 05, 06 e 07/04, a agência estará especialmente preparada para recepcionar as pessoas das comunidades atendidas pela Cresol em Reserva.

Sobre a Cresol - A Cresol tem mais de 600 agências e 5 mil colaboradores em 17 estados do Brasil. São 625 mil cooperados atendidos, que em 2020 tiveram a distribuição de quase R$ 188 milhões em resultado. A solidez e a confiança da instituição também são expressas em outros números, como mais de R$ 13 bilhões em ativos e uma carteira de crédito de quase R$ 10 bilhões. (Imprensa Cresol)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Equipe da UTI neo do HGU prepara surpresa de Páscoa

No último fim de semana, para lembrar a Páscoa, a equipe da UTI neopediátrica do Hospital Geral Unimed (HGU) preparou uma surpresa para os pais e familiares dos bebês internados na unidade.

Acessórios - As crianças receberam acessórios temáticos, como orelhinhas de coelho e pompons. Além da surpresa dos pequenos coelhinhos, os pais também receberam chocolates, um agrado simbólico da equipe.

Humanização do atendimento - De acordo com a enfermeira Karine Dudkiewicz, coordenadora das unidades de terapia intensiva, a iniciativa teve o objetivo de reforçar a humanização do atendimento. “As orelhas, fotos e cestinhas foram confeccionadas pela equipe com intuito de demonstrar um pouco do nosso carinho a esses bebês que estão sob nossos cuidados”. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

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UNIMED LONDRINA: Estudantes da Warta participam do projeto Saúde Bucal

Os estudantes da Escola Municipal Edmundo Odebrechet, da Warta, Distrito de Londrina, no Norte do Paraná, receberão gratuitamente, nesta segunda-feira (05/04), um kit de higienização bucal da Unimed Londrina. A iniciativa integra o projeto Saúde Bucal, que estimula as crianças da rede pública de ensino a manterem os cuidados com a boca em dia de forma lúdica e didática.

Total - Neste ano, a cooperativa médica entregará 241 kits, contendo pasta de dente, escova de dente e fio dental, além de um folder ilustrativo com as orientações para uma escovação correta.

Folder - “O folder foi utilizado no ano passado para substituir o encontro presencial que realizávamos com as crianças. Um dentista era convidado para ir à escola ensinar aos estudantes todas as etapas de higienização correta”, explica a gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti.

Suspenso - Por conta da pandemia, esse encontro foi suspenso já que as escolas passaram a realizar atividades remotas. “O material impresso contém as orientações utilizando uma linguagem lúdica e adequada às crianças. Percebemos que esta alternativa não comprometeu o resultado do projeto e, nas condições sanitárias em que estamos, resolvemos manter o formato por enquanto”, acrescenta a gerente.

Três entregas - O projeto é composto por três entregas durante o ano. Cada entrega é realizada no intervalo de três meses, tempo em que a escova de dente precisa ser trocada por uma nova. Portanto, a entrega dos kits de abril será a primeira de 2021.

Parceria - A iniciativa conta com a parceria da Dental Clean, que contribuiu com os itens dos kits, e da Secretaria Municipal de Educação de Londrina, que auxiliou na definição da escola atendida.

5ª edição - O projeto Saúde Bucal está na sua 5ª edição e já atendeu 1.428 estudantes de ensino infantil público de Londrina. (Imprensa Unimed Londrina)

UNIMED CURITIBA: Junto com o Globo Esporte pela mudança de hábitos

unimed curitiba 05 04 2021 No dia 25 de março, estreou na Rede Paranaense de Comunicação (RPC) uma série de episódios especiais dentro do programa Globo Esporte, em que a apresentadora Janaína Castilho conta como a prática esportiva, a alimentação consciente e a prevenção influenciam diretamente na qualidade de vida das pessoas. A parceria inédita entre a Unimed Curitiba e a afiliada da Rede Globo, que começou em 2019 e foi interrompida ano passado em função da pandemia, foi renovada em 2021 com o propósito de reforçar conceito do Mude1Hábito, um movimento nacional do Sistema Unimed que incentiva as pessoas a tornarem-se a melhor versão de si mesmas para seguir bem e enfrentar novos desafios.

Compromisso - "Neste Tempo de Cuidar, queremos reforçar o nosso compromisso com a promoção à saúde e o bem-estar. Hoje em dia, mais do que nunca, é essencial falar sobre adoção de hábitos saudáveis e busca pelo bem-estar físico e mental em todas as fases da vida. Como já disse em 2019, somos a maior operadora de planos de saúde do Paraná e só poderíamos pensar em uma parceria desse tipo com a maior emissora de TV do nosso Estado”, afirma o diretor-presidente da Unimed Curitiba, Rached Hajar Traya.

Sete episódios - A série de reportagens contará com sete episódios que serão exibidos na RPC TV dentro do programa Globo Esporte PR, que vai ao ar a partir das 13h. O primeiro foi ao ar no dia 25 de março e os próximos episódios serão exibidos até setembro. Além das reportagens na TV com orientações e dicas por meio de entrevistas com os médicos cooperados e depoimentos de pessoas comuns que se desafiaram a adotarem hábitos favoráveis à saúde e ao bem-estar, o público terá acesso a conteúdos relevantes em um canal exclusivo na web em que serão concentradas notícias com dicas de profissionais da saúde e especialistas e depoimentos de quem trilhou um novo caminho para viver uma vida mais saudável. Confira em https://globoesporte.globo.com/pr/mude1habito/ (Imprensa Unimed Curitiba)

Agenda - Anote na sua agenda e assista a essa série exclusiva:

Episódio 1: exibido dia 25/03, disponível no GooglePlay

https://globoplay.globo.com/v/9381444/programa/

Episódio 2:

Dias 15 e 29/04

Episódio 3:

Dias 13 e 27/05

Episódio 4:

Dias 10 e 24/06

Episódio 5:

Dias 9 e 15/07

Episódio 6:

Dias 12 e 26/08

Episódio 7:

Dia 09/09

BALANÇA COMERCIAL I: Corrente de comércio supera US$ 100 bilhões no primeiro trimestre

balanca comercial I 05 04 2021A corrente de comércio (soma das exportações e importações) do Brasil cresceu 20,6% no primeiro trimestre de 2021, atingindo US$ 109,62 bilhões. As exportações cresceram 16,8% no acumulado do ano e somaram US$ 55,63 bilhões, enquanto as importações subiram 24,8% e totalizaram US$ 53,99 bilhões.

Superávit - A balança comercial teve superávit de US$ 1,65 bilhão no período, um recuo de 62,5%, pela média diária, em relação aos três primeiros meses do ano passado. Os dados foram divulgados na quinta-feira (01/04) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia (ME).

Março - No mês de março, as exportações cresceram 27,8% e somaram US$ 24,5bilhões, e as importações subiram 51,7% e totalizaram US$ 23,02 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,48 bilhão no mês, com queda de 63%, e a corrente de comércio aumentou 38,3%, alcançando US$ 47,53 bilhões.

Aumento - Em entrevista coletiva, o secretário de Comércio Exterior do ME, Lucas Ferraz, lembrou que as exportações e importações brasileiras já vêm aumentando desde o terceiro trimestre do ano passado. “Então, se observa a economia brasileira se recuperando e isso, de certa forma, se refletia nas importações, sobretudo, além de uma economia internacional também em recuperação lenta, se refletindo no crescimento das nossas exportações”, comentou.

Petróleo - Os dados da Secex mostram que os resultados do trimestre também refletiram o impacto da entrada de plataformas para exploração de petróleo via Repetro – regime aduaneiro especial para bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e gás natural –, que, somente em março, somaram US$ 5,821 bilhões – um aumento de 1.664,38% em relação a março de 2020.

Acumulado do ano - No acumulado do ano, a importação de plataformas chegou a US$ 9,284 bilhões, com aumento de 290,63%, na comparação com os três primeiros meses de 2020. “O saldo do trimestre foi afetado muito por uma questão conjuntural, que são essas operações contábeis com plataformas. Em março, se desconsiderássemos essas operações, teríamos um superávit de US$ 7 bilhões e não de US$ 1,4 bilhão”, explicou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão. No entanto, frisou, mesmo sem as plataformas ainda há crescimento significativo, de 15,6%, nas importações do mês. “Isso mostra, também, a recuperação da demanda interna”, pontuou Brandão.

Estudo técnico - De acordo com o subsecretário, a Secex está concluindo um estudo técnico para aprimorar a metodologia das estatísticas em relação à Repetro e outras questões semelhantes. “A maioria dessas operações com plataformas são contábeis e causam essas distorções”, disse, lembrando que instituições como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Banco Central (BC) aplicam tratamentos diferenciados para esse tipo de operações contábeis.

Commodities em alta - Do lado das exportações, a surpresa em março foi o crescimento das vendas de soja, que ainda não estavam contabilizadas nos resultados da balança em janeiro e fevereiro devido ao atraso na safra. As vendas da oleaginosa chegaram a US$ 5,356 bilhões no mês e US$ 6,511 bilhões no trimestre, crescendo, respectivamente, 36,90% e 11,42%.

Economias expressivas - Também contribuiu com as exportações o crescimento de economias mais expressivas – como China e Estados Unidos – o que vem pressionando o preço das commodities, tanto do setor extrativo quanto agrícola. No caso do minério de ferro, por exemplo, houve aumento de US$ 105,9% de janeiro a março, alcançando US$ 9,243 bilhões.

Previsões - A Secex também divulgou na quinta-feira (01/04) as previsões para 2021, com expectativa de aumento de 27% nas exportações, chegando a US$ 266,6 bilhões, e de 11,6% nas importações, com US$ 177,2 bilhões. Dessa forma, a corrente de comércio deve subir 20,4%, atingindo US$ 443,8 bilhões, e o saldo – com alta de 75% – pode chegar a US$ 89,4 bilhões. “Seria o maior saldo da série histórica brasileira. Nas exportações também, se confirmadas, será o maior valor exportado pelo Brasil, com recorde da série histórica”, destacou o secretário Lucas Ferraz.

OMC - Segundo ele, as estimativas estão em linha com a previsão da Organização Mundial do Comércio (OMC) de que este ano haverá um aumento expressivo do comércio internacional. Se no ano passado houve queda de 5,3% em volume, para 2021 a expectativa da OMC é de um crescimento da ordem de 8%.

Conjuntura mais favorável - “Há toda uma conjuntura mais favorável, evidentemente trazida pela perspectiva de processos de vacinação mais rápidos em todos os países do mundo, sobretudo nos países desenvolvidos e, em menor escala, também em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, que vem acelerando o seu ritmo de vacinação”, explicou.

Nova onda global - Diante desse cenário mais favorável, Ferraz entende que mesmo uma nova onda global da pandemia não deve trazer tanto impacto negativo nas economias como aconteceu no segundo trimestre do ano passado. “Há uma concordância de visões no âmbito internacional de que o impacto negativo tenderá a ser menor, em função de políticas públicas mais bem focalizadas”, justificou.

Aprendizado - Além disso, o secretário lembra que não só os governos já tiveram um aprendizado com a crise de 2020, como também os consumidores, que aprenderam a conviver em um ambiente em que o uso de tecnologias se torna mais intenso e mais necessário. “Ainda que tenha um impacto negativo, nós não acreditamos que seja um impacto alto o suficiente para mudar completamente a rota do que nós estamos prevendo neste momento para o final do ano”, afirmou o secretário de Comércio Exterior. (Ministério da Economia)

FOTO: Pixabay

Veja os principais dados da balança comercial.

 

BALANÇA COMERCIAL II: Ministério eleva a R$ 89,4 bi previsão de superávit comercial este ano

balanca comercial II 05 04 2021A alta internacional das commodities (bens primários com cotação internacional) e a recuperação do consumo global levaram o governo a projetar um superávit recorde da balança comercial este ano. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, o país deverá encerrar o ano exportando US$ 89,4 bilhões a mais do que importará.

Alta - A projeção representa alta de 75% em relação ao superávit de US$ 50,9 bilhões registrado em 2020. Até hoje, o recorde anual na balança comercial foi registrado em 2017, quando o Brasil exportou US$ 66,99 bilhões a mais do que tinha comprado do exterior.

Atualização - A cada três meses, a Secex atualiza as estimativas de saldo para a balança comercial. Em janeiro, o órgão previa que o indicador encerraria o ano com superávit de US$ 53 bilhões. Os números apresentados hoje mostram crescimento tanto das exportações como das importações em relação à projeção anterior.

Valores - De acordo com as previsões da Secex, o país exportará US$ 266,6 bilhões em 2021 e importará US$ 177,2 bilhões. Nas estimativas apresentadas em janeiro, as exportações estavam em US$ 221,1 bilhões; e as importações, em US$ 168,1 bilhões. Na comparação com 2020, o crescimento das exportações saltou de 5,3% para 27%. A alta das importações passou de 5,6% para 20,4%.

Consumo - Segundo o secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz, dois motivos explicam a elevação da estimativa. O primeiro é a valorização das commodities no mercado internacional. De janeiro a março, os preços médios dos produtos agropecuários subiram 11,5% em relação ao mesmo período do ano passado. A valorização dos minerais foi ainda maior: alta de 30% na mesma comparação.

Internacional - A segunda razão para a equipe econômica revisar as projeções está relacionada ao aumento do consumo internacional, em um cenário de recuperação da pandemia da covid-19. De acordo com o secretário, vários países estão diminuindo o consumo de serviços, normalmente produzidos por economias avançadas, e aumentando as compras de bens físicos, o que favorece países emergentes como o Brasil.

Aumento do comércio global - “Novas informações, com base em relatórios internacionais, sugerem que este ano haverá aumento expressivo do comércio global. Em meio à pandemia, o consumo global tem se redirecionado de serviços para bens manufaturados e agrícolas”, explicou Ferraz.

Petróleo - Nos três primeiros meses do ano, o desempenho da balança comercial acumula superávit de US$ 1,648 bilhão, o menor saldo para o período desde 2015. Naquele ano, a balança tinha registrado déficit de US$ 5,577 bilhões nos três primeiros meses. O Ministério da Economia, no entanto, atribui o encolhimento do saldo comercial à importação de plataformas de petróleo ocorridas nos dois últimos meses, que distorceram o resultado.

Importação - Essas plataformas, que estavam registradas em nome de subsidiárias da Petrobras no exterior, tinham sido exportadas na década passada sem jamais terem saído do litoral brasileiro. Com o Repetro, o novo regime tributário para o setor de petróleo, e a nova política da estatal, essas plataformas têm o registro transferido para o Brasil, o que configura uma importação.

Melhora - Segundo o Ministério da Economia, o saldo comercial melhorará significativamente nos próximos meses, com o início da safra de grãos no Brasil e a diminuição das importações de plataformas de petróleo. Apesar do otimismo da pasta, a previsão de superávit comercial está muito acima das estimativas do mercado financeiro. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado projetavam superávit comercial de US$ 55 bilhões para 2021 até o fim da semana passada. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SOJA: Consórcio Internacional disponibiliza dois novos genomas do fungo da ferrugem asiática

O consórcio internacional de pesquisa ASR Genome Consortium, em que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) participa, acaba de disponibilizar publicamente dois novos genomas de referência do fungo causador da ferrugem asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi). O primeiro genoma foi sequenciado, montado e disponibilizado à comunidade científica em 2019.

Inclusão - Na ocasião, outros dois genomas obtidos por parceiros foram inclusos no Consórcio. Com o avanço na consolidação de dados sobre os três genomas em conjunto, será possível aprofundar o conhecimento sobre a variabilidade do fungo e conhecer a organização de seus genes em vários níveis, por exemplo, identificando genes compartilhados e ativos durante o parasitismo, avalia a pesquisadora Francismar C. Marcelino-Guimarães, da Embrapa Soja.

Confiabilidade - “As informações obtidas dos três genomas de referência permitem elevada confiabilidade aos dados, além da possibilidade imediata de estudos comparativos em nível genômico”, explica a pesquisadora. “Os resultados da pesquisa possibilitarão maior compreensão dos alvos de ação no fungo, em nível do seu DNA, por um produto químico, ou mesmo o desenvolvimento de novas soluções que ajam de forma mais assertiva”, explica Francismar.

América do Sul - Os genomas de referência foram coletados na América do Sul, região produtora de soja atingida pela alta agressividade da ferrugem da soja. “O acesso a esta variabilidade permitirá ampliar a compreensão da elevada adaptabilidade e evolução deste fungo, auxiliando no entendimento das mutações que foram acontecendo em diferentes safras e o processo de resistência desses fungos aos fungicidas e também aos genes de resistência presentes na soja”, reitera a Francismar

Membros do consórcio internacional - O consórcio é formado por 12 entidades públicas e privadas, de diversas localidades, e tem como premissa tornar público o acesso ao genoma do fungo causador da ferrugem e permitir seu uso para diferentes abordagens e pesquisas futuras. Além da Embrapa, o consórcio tem como parceiros a Bayer, a fundação 2Blades, o Sainsbury Laboratory, as Universidade Alemãs de Hohenheim e de RWTH Aachen, o Instituto Nacional da Pesquisa Agronômica (INRAE-França) e a Universidade de Lorraine (França), além do Joint Genome Institute (JGI, EUA), da Keygene, da Syngenta e a Universidade Federal de Viçosa (Brasil).

Ferrugem no Brasil - Segundo dados do Consócio Antiferrugem, os danos provocados pela ferrugem asiática são de US$ 2,8 bilhões por safra, podendo resultar em até 80% de perdas em uma lavoura. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

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CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Área de plantio do abacate cresceu 19% no Paraná e a produtividade 34,1%

conjuntura agropecuaria 05 04 2021O abacate teve um incremento de 19% na área de plantio e de 34,1% em produção no Paraná, nos últimos dez anos. Apesar de o volume estadual ainda não ser expressivo nacionalmente, é uma cultura importante, sobretudo na região Norte. A análise sobre a fruta é um dos temas do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural, da Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 27 de março a 1.º de abril.

Área cultivada - O abacate é cultivado em 15,3 mil hectares do território brasileiro. Entre as frutas, é a 17ª em área e Valor Bruto de Produção (VBP), com R$ 362,2 milhões apurados em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Em volume de produto colhido, ocupa o 15º lugar, com 242,9 mil toneladas.

Paraná - O Paraná é o terceiro maior produtor, responsável por 9,7% das colheitas. É antecedido pelo Estado de São Paulo, com 50,6% da produção, e Minas Gerais, com 28,6%. O solo paranaense produz 26,4 mil toneladas de abacate em 1,3 mil hectares, o que representa 1,9% do volume da fruticultura estadual. Em 2019, o VBP somou R$ 4,9 milhões.

Incremento - Nos últimos dez anos, o incremento foi de 19% em área e 34,1% em colheitas. A produção é concentrada na região Norte do Estado, que responde por 75% dos frutos no Paraná. Apucarana é o principal produtor, com 11,4% do volume estadual. O município de Arapongas, contíguo a Apucarana, vem em segundo lugar, com 8% da produção.

Ano passado - No ano passado, o abacate foi a 12ª colocada entre as frutas mais exportadas pelo Brasil. Foram enviadas 7,6 mil toneladas para o Exterior, o que rendeu US$ 13,2 milhões. O País também é importador da fruta. No mesmo ano, foram compradas 326 toneladas, pelas quais pagamos US$ 874 mil. Em âmbito mundial, o México lidera a produção, com 34,6% da oferta de 6,3 milhões de toneladas registrada em 2018.

Feijão e mandioca - O boletim traz a informação de que os produtores de feijão da segunda safra já se preparam para iniciar a colheita. A expectativa é de aumentar em 83% o volume em comparação com o ciclo anterior, alcançando 491,2 mil toneladas.

Clima - No caso da mandioca, as condições climáticas ajudaram e a colheita atingiu 15% dos 148 mil hectares plantados, ainda que a prioridade, no momento, esteja na retirada da soja do campo e no plantio do milho. Mas a preocupação dos produtores está no baixo preço pago pela mandioca, resultado, sobretudo, da redução na demanda pela fécula por parte da indústria.

Milho e soja - O documento preparado pelos técnicos do Deral relata que o plantio da segunda safra de milho chegou, durante a semana, a 97% da área. Da primeira safra, há registro da colheita de 82% dos 362 mil hectares. Os preços do cereal se mantêm bons para o produtor, entre R$ 75 e R$ 80 a saca de 60 quilos.

Colheita - A soja está com 88% da área total de 5,58 milhões de hectares já colhida. Os trabalhos devem se estender até meados do mês, quando será possível saber com precisão o impacto do excesso de chuvas e baixa luminosidade entre dezembro e janeiro, e da ausência de chuvas e da presença do calor em fevereiro.

Outros produtos - O boletim traz, ainda, análise sobre as oscilações dos preços praticados em relação ao trigo. A volatilidade do dólar e a relação estabelecida entre o preço do trigo e do milho são abordadas no documento.

Tomate - Do tomate, o registro principal é também em relação ao preço, que teve queda de 15% na última semana de março, em comparação com a imediatamente anterior. Isso se deve, sobretudo, à baixa demanda pelo produto e ao pouco giro em vendas.

Pecuária leiteira - Na pecuária leiteira, o boletim traz comentário sobre a parceria estabelecida entre a Embrapa e a Nestlé para a produção de leite de baixo carbono. Há previsão de se implantar boas práticas de produção nas fazendas para reduzir emissão de gases. O documento também fala de abate e exportação de frango do Brasil e, particularmente, do Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: SEAB

 

INFRAESTRUTURA: Governo faz semana de leilões com expectativa de retorno de R$ 10 bi

infraestrutura 05 04 2021O governo federal realiza entre os dias 7 e 9 deste mês uma série de leilões de aeroportos, portos e ferrovia. Chamada de "Infra Week”, a expectativa é arrecadar R$ 10 bilhões em investimentos privados com as concessões. Estão na lista 22 aeroportos, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia, e cinco terminais portuários.

Empregos - O Ministério da Infraestrutura prevê a geração de mais de 200 mil empregos, de forma direta, indireta e efeito-renda, ao longo dos contratos de arrendamento e concessões.

Aeroportos - “No dia 7 de abril teremos o leilão de 22 aeroportos. É a mesma quantidade de todas as rodadas anteriores que já fizemos. De uma só vez. No dia 8 de abril a gente faz a Ferrovia de Integração Oeste-Leste. No dia 9, fazemos cinco terminais portuários”, explicou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

Investimentos - Segundo o secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, o resultado do leilão de 22 aeroportos pode representar mais de R$ 6,1 bilhões em investimentos. O leilão será realizado no dia 7 e envolve projetos de longo prazo, com concessões de até 30 anos.

Blocos - Os leilões de 22 aeroportos serão divididos em três blocos: Sul, Norte I e Central. O Bloco Sul é formado por nove terminais: Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS). Sete compõem o Bloco Norte I: Manaus, Tabatinga e Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), e Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC). Mais seis formam o Bloco Central: Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís e Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE).

Total - O investimento total nos três blocos supera os R$ 6 bilhões, sendo R$ 2,8 bi no Bloco Sul, R$ 1,8 bi no Bloco Central e R$ 1,4 bi no Bloco Norte. Em um único dia, o governo vai repassar a mesma quantidade de terminais aeroportuários do que o total atualmente concedido (22).

Ferrovia - No dia 8, será a vez do leilão da Fiol 1, o primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. A concessão do trecho de 537 quilômetros deve garantir R$ 3,3 bilhões de investimentos, sendo R$ 1,6 bilhão para a conclusão das obras. O prazo de concessão será de 35 anos.

Minério - A Fiol 1 é um projeto importante para o escoamento do minério de ferro produzido na região de Caetité (BA) e a produção de grãos e minério do Oeste da Bahia pelo Porto Sul, complexo portuário a ser construído nas imediações da cidade de Ilhéus (BA).

Dois trechos - De acordo com Ministério da Infraestrutura, o governo federal trabalha para a implementação de mais dois trechos: entre Caetité (BA) e Barreiras (BA), e de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), quando, futuramente, irá interligar o porto de Ilhéus a outra ferrovia: a Norte-Sul.

Portos - No dia 9, será o arrendamento de cinco terminais portuários: quatro no Porto de Itaqui (IQI03, IQI11, IQI12 e IQI13), no Maranhão, e um no Porto de Pelotas (PEL01), no Rio Grande do Sul.

Melhorias - Estão previstos mais de R$ 600 milhões em melhorias nesses terminais, que se somam a mais 20 áreas leiloadas desde 2019 e a 69 autorizações para implantação de Terminais de Uso Privado (TUP). Nesse período, já foram contratados R$ 10 bilhões para o setor, que, mesmo em ano de pandemia, cresceu 4,2% em 2020.

Armazenamento de granéis líquidos - As quatro áreas no porto nordestino são voltadas ao armazenamento de granéis líquidos, de acordo com a principal vocação do empreendimento. O complexo funciona como distribuidor para as regiões Norte e Nordeste, por meio da navegação de cabotagem. No total, os quatro terminais totalizam mais de 120 mil m².

Carga geral - O terminal (PEL01) do porto de Pelotas (RS) é voltado para carga em geral, em especial toras de madeira, contribuindo para a cadeia logística da produção de celulose, e tem área de cerca de 23 mil m².

ANTT - Além dos 28 ativos a serem concedidos nesta semana, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizará no dia 29 de abril o leilão da BR-153/080/414/GO/TO. A perspectiva é de mais R$ 8 bilhões de investimentos e mais de 140 mil postos de trabalho.

Concessões - Em dois anos, o programa de concessões já leiloou 41 ativos e contratou R$ 44 bilhões em investimento – e mais R$ 13 bilhões de outorga. Em 2021, a expectativa do Palácio do Planalto é sejam concedidos mais de 50 empreendimentos, o que garantiria mais R$ 140 bilhões para o setor.

Previsão - A previsão do governo é chegar ao final de 2022 com a contratação de R$ 250 bilhões em infraestrutura. (Agência Brasil)

FOTO: PPI / Minfra

 

FOCUS: Mercado diminui projeção para crescimento da economia em 2021

focus 05 04 2021A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano caiu de 3,18% para 3,17%. Esta é a quinta semana seguida de redução da projeção do Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (05/04), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para o próximo ano, a expectativa para PIB é de crescimento de 2,33%. Em 2023 e 2024, o mercado continua projetando expansão da economia em 2,50%.

Selic - No caso da taxa básica de juros, a Selic, as instituições financeiras consultadas pelo BC mantiveram a projeção para este ano, de 5% ao ano. Atualmente, a Selic está estabelecida em 2,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o fim de 2022, a estimativa do mercado é que a taxa básica suba para 6% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6,50% ao ano e 6,25% ao ano, respectivamente.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Inflação - A Selic é o principal instrumento utilizado pelo BC para alcançar a meta de inflação. Para 2021, a expectativa do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) é de 4,81%, o mesmo da semana passada.

Estimativa - Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,52%. Tanto para 2023 como para 2024 as previsões são de 3,25%.

Acima do centro da meta - O cálculo para 2021 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Dólar - No caso do dólar, a expectativa do mercado é que cotação ao fim deste ano seja de R$ 5,35. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,25. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

ECONOMIA I: Ipea aponta queda de 15,9% nos investimentos em janeiro

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada divulgou na quinta-feira (01/04) o Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que registrou recuo de 15,9% em janeiro deste ano, frente a dezembro de 2020. O resultado sofreu influência da base de comparação elevada, devido à forte alta observada em dezembro, explicada pela importação de plataformas de petróleo e outros bens de capital de apoio à prospecção e extração de petróleo e gás natural. Apesar disso, no trimestre móvel terminado em janeiro houve avanço de 23,5%, e na comparação com janeiro do ano passado o indicador apresentou alta de 6,1%.

Capacidade produtiva - O Indicador de Formação Bruta de Capital Fixo mede os investimentos no aumento da capacidade produtiva da economia e na reposição da depreciação do estoque de capital fixo. A FBCF é composta por máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos. Em janeiro, o consumo aparente de máquinas e equipamentos caiu 37,1%, apesar da alta de 53% no trimestre móvel. Enquanto a produção de máquinas e equipamentos destinados ao mercado interno apresentou estabilidade, com pequeno recuo de 0,3%, a importação teve queda de 40,5% no mês.

Construção civil - Os investimentos em construção civil cederam 0,2% em janeiro, após oito altas consecutivas. Dessa forma, o segmento avançou 2,4% no trimestre móvel. O desempenho positivo foi generalizado na comparação com janeiro de 2020: altas de 4,3% no componente "máquinas e equipamentos", 3,8% na construção civil e 18% nos "outros ativos fixos". (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador

ECONOMIA II: Pequenos negócios geram quase 70% dos empregos em fevereiro

economia II 05 04 2021O mês de fevereiro registrou um saldo positivo de empregos formais criados no Brasil. Foram 401.639 vagas registradas em carteira, sendo que as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 68,5% dos empregos criados no Brasil. Isso corresponde a um pouco mais de 275 mil vagas geradas pelos pequenos negócios. Já as médias e grandes empresas tiveram saldo positivo de pouco mais de 101 mil vagas no mês.

Levantamento - Esse levantamento foi feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base nos dados do o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. O presidente do Sebrae, Carlos Melles, destacou o desempenho das micro e pequenas empresas e sua importância para a recuperação econômica do país.

Oitavo mês - “Esse é o oitavo mês consecutivo que as micro e pequenas empresas puxam a geração de empregos com carteira assinada. São os pequenos negócios que sustentam a geração de empregos nos país e, por isso, é tão importante que sejam realizadas políticas públicas que amparem esse segmento”, disse.

Grandes e médias - Enquanto as micro e pequenas empresas tiveram saldo positivo em todos os setores da economia, as médias e grandes empresas demitiram mais do que contrataram no comércio e na agropecuária, em fevereiro. No primeiro, o saldo negativo foi de 2.107 empregos e no segundo, 1.571. O melhor desempenho das médias e grandes empresas foi no setor de serviços, com saldo positivo de 57.956 empregos gerados.

Serviços - O setor de serviços também puxou o melhor saldo das micro e pequenas no mês, com 183.944 empregos. Se o desempenho do comércio entre as médias e grandes foi ruim em fevereiro e continua fechando postos de trabalho, o mesmo não se pode dizer das micro e pequenas, com saldo positivo de 92.909. Nos demais setores (construção, indústria de transformação, serviços, serviços industriais de utilidade pública e extrativa mineral) todas as categorias de empresas fecharam o mês com mais contratações do que demissões.

Primeiro bimestre - No acumulado do primeiro bimestre, os setores de serviços, comércio e indústria de transformação foram os maiores geradores de empregos entre as micro e pequenas empresas. No caso das médias e grandes, o setor de comércio apresenta um saldo negativo de 24.626.

Estados - Entre os estados, o que mais contratou proporcionalmente em fevereiro foi Mato Grosso, com um saldo de 23,26 por mil empregados. Amazonas tem o pior desempenho e foi o único estado com saldo negativo, tanto em números absolutos, com 868 demissões, quanto proporcionalmente, com saldo negativo de 5,65 por mil empregados. Em números absolutos, São Paulo foi o estado com melhor saldo de emprego, 73,7 mil empregos gerados. (Agência Brasil)

FOTO: Agência Brasília

 

SAÚDE I: Brasil tem 1.240 mortes por Covid-19 em 24 horas

O Brasil chegou a 331.433 mortes por covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada neste domingo (04/04). Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.240 novos óbitos pelas secretarias estaduais de Saúde.

Casos acumulados - A soma de casos acumulados foi de 12.984.956. De sábado para domingo (03 e 04/04), foram notificadas 31.359 novos casos de infecção. Os dados indicam também que 1.296.002 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 11.357.521, o correspondente a 87,5% dos infectados, já se recuperaram.

Registros - Os registros de casos e mortes costumam ser menores em feriados, sábados e domingos, em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde. O represamento das informações durante os fins de semana costuma inflar os dados dos dias seguintes.

Estados - São Paulo chegou a 2.527.400 pessoas contaminadas. Os outros estados com maior número de casos no país são Minas Gerais (1.156.435) e o Rio Grande do Sul (860.136). Já o Acre tem o menor número de casos (71.157), seguido de Roraima (90.350) e do Amapá (98.898).

Mortes - Em número de mortes, São Paulo também lidera, com 77.020 óbitos. O Rio de Janeiro (37.687) e Minas Gerais (25.654) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são o Acre (1.291), Amapá (1.323) e Roraima (1.352). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 05 04 2021

SAÚDE II: Boletim da Sesa registra 1.037 novos casos de Covid-19 neste domingo

saude II 05 04 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (04/03) 1.037 novos casos confirmados e 42 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 853.611 casos confirmados e 17.182 mortos em decorrência da doença. A média de idade dos casos é de 39,65 anos e dos óbitos de 67,9 anos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de abril, março, fevereiro e janeiro de 2021 e de setembro, outubro e dezembro de 2020.

Internados - 2.773 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.190 pacientes em leitos SUS (971 em UTI e 1.219 em leitos clínicos/enfermaria) e 583 em leitos da rede particular (317 em UTI e 266 em leitos clínicos/enfermaria).

Ocupação dos leitos - A ocupação de leitos SUS exclusivos para pacientes Covid no Estado é de 96% em UTI e de 76% em enfermaria.

Exames - Há outros 2.728 pacientes internados, 952 em leitos UTI e 1.776 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Recuperados - Do total de casos confirmados desde o início da pandemia 71% (603.367 pessoas) se recuperaram.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 42 pacientes. São 21 mulheres e 21 homens, com idades que variam de 33 a 90 anos. Os óbitos ocorreram de 13 de março a 4 de abril de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Guarapuava (6), Curitiba (4), Maringá (4), São José dos Pinhais (4), Cascavel (3), Foz do Iguaçu (3), Guaraniaçu (2), Jacarezinho (2) e Palotina (2). Também foi registrado um óbito em cada um dos seguintes municípios: Bandeirantes, Campo Bonito, Campo Largo, Conselheiro Mairinck, Formosa do Oeste, Goioxim, Mariópolis, Nova Olímpia, Paiçandu, Pinhais, São José das Palmeiras e Vera Cruz do Oeste.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa totaliza 5.377 casos e 117 mortes de residentes de fora do Estado durante toda a pandemia. (Agência de Notícias do Paraná

Confira o informe completo clicando aqui.

 

SAÚDE III: Suspensão das cirurgias eletivas é prorrogada por mais 30 dias

saude III 05 04 2021A Secretaria de Estado da Saúde prorrogou por mais 30 dias a suspensão dos procedimentos cirúrgicos eletivos hospitalares nas redes pública e privada do Paraná. A decisão consta na Resolução Sesa nº 355/2021, publicada na quarta-feira (31/03). O objetivo da normativa é otimizar o uso de medicamentos anestésicos e relaxantes musculares, bem como a ocupação de leitos de UTI para o atendimento exclusivo à Covid-19 no Estado.

Priorização - “Neste momento em que todo o País passa por dificuldades de aquisição de medicamentos e lotação de leitos de UTI, precisamos priorizar o atendimento que possui maior urgência, que é sem dúvidas os casos suspeitos e confirmados de coronavírus”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Prorrogada ou estendida - Segundo o documento, a suspensão pode ser estendida ou reduzida, de acordo com a disponibilidade de medicamentos, leitos e dependendo da situação epidemiológica da doença no Paraná.

Procedimentos - "Os procedimentos de cardiologia, oncologia e nefrologia, exames e procedimentos realizados em âmbito laboratorial de urgência ou emergência, continuarão ocorrendo. Estamos passando por um momento difícil e precisamos unir todos os esforços para combater a Covid-19, com o único propósito de salvar vidas”, acrescentou o secretário.

Unidades de saúde - A Resolução também reforça que as unidades de saúde devem assegurar a realização de ações voltadas à garantia da manutenção de afastamento entre pessoas com redução do risco de contágio da Covid-19 e adoção de medidas de proteção individual e coletiva obrigatórias.

Medicamentos - O Governo do Estado distribuiu na quinta-feira (01/04) aos hospitais 108 mil medicamentos para pacientes que precisam ser intubados. A maior parte dos remédios, que compõem os chamados kits intubação, foi adquirida pela Secretaria de Estado da Saúde para atender à demanda das unidades que atendem pacientes em estado crítico da Covid-19, além de 20 mil unidades enviadas ao Paraná pelo Ministério da Saúde. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

ARTIGO: Auxílio Emergencial e criptomoedas, as "novidades" do IR 2021

artigo 05 04 2021*Eleutério Benin

Acertar as contas com o "Leão" é um compromisso anual para muitos brasileiros e requer atenção e organização com informes e documentos. Apesar de ser inevitável para quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2020, boa parte dos contribuintes ainda repete práticas dos anos anteriores e deixa o preenchimento para a última hora. E essa correria pode induzir o declarante a equívocos que trazem problemas e, até mesmo, multas.

Em 2021, o Imposto de Renda (IR) tem novidades, como a criação de códigos para informe de criptomoedas e a obrigatoriedade da declaração do recebimento do auxílio emergencial por contribuintes não isentos. Essa pode ser uma das maiores preocupações neste ano e, por consequência, concentrar a maior incidência de erros.

Para não ter complicações com a Receita Federal, a dica é entregar a declaração pelo menos duas semanas antes do prazo, que encerra no dia 30 de abril. Assim, evita erros de preenchimento que podem ser, inclusive, de digitação. Também é mais fácil perceber a falta de documentos importantes, como os informes de rendimentos, e conseguir a informação a tempo.

Por isso, a organização continua sendo a grande aliada. O preenchimento fica mais fácil quando o contribuinte separa documentos dos dependentes, dos bens e de doações realizadas, por exemplo. Também é fundamental organizar os informes das instituições financeiras, do empregador, comprovantes de despesas com saúde, educação, além de pagamentos e rendimentos com aluguéis, caso existam. Em casos de rendimentos mais altos e muitos documentos para anexar ou analisar, o ideal é buscar informações especializadas com um profissional de contabilidade.

Não declarar o IR gera multa e outras complicações, como o bloqueio do CPF. Ao contrário, antecipar a entrega pode garantir vantagens, como a antecipação da restituição. Esse recurso extra é um bom estímulo para iniciar um novo investimento e começar de vez o planejamento do orçamento para uma vida financeira mais próspera.

*Eleutério Benin é diretor executivo da Sicredi Iguaçu PR/SC/SP, cooperativa que atua na região de Campinas (SP), no interior do Paraná e de Santa Catarina.

 


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