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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5058 | 28 de Abril de 2021

INFRAESTRUTURA: Lideranças do ramo participam de reunião com o Sistema Ocepar

Na tarde desta terça-feira (27/04), lideranças de 12 cooperativas paranaenses do ramo de infraestrutura, participaram de reunião virtual promovida pelo Sistema Ocepar com objetivo de estreitar relacionamento e debater temas de interesse do setor. Participaram representantes das cooperativas Ceral, Ceral Dis, Cercar, Cercho, Cerme, Cerpa, Coohacol, Cogecom, Eletrosul, Fecoerpa, Argon e Sinergi.

Defesa - O evento foi conduzido pelo coordenador da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Silvio Krinski, e foi aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Segundo o dirigente, o encontro com o ramo de infraestrutura é de extrema importância. “Hoje temos um ramo mais ampliado, antes era somente integrado pelas cooperativas de eletrificação que se concentravam na geração de energia e hoje somados com as cooperativas habitacionais. Estamos aqui hoje com nossos superintendentes e gestores de várias áreas para ouvi-los. Sabemos das inúmeras demandas deste ramo e estamos, de forma conjunta com o Sistema OCB, atuando em Brasília na defesa do setor”, lembrou.

Relato - Ricken fez um breve relato sobre a atuação do Sistema Ocepar neste início de 2021. O dirigente informou que havia acabado de participar de um importante evento no Palácio Iguaçu, no lançamento do Banco do Agricultor Paranaense, onde algumas medidas poderão impactar de forma positiva o ramo de infraestrutura. Ele também comentou sobre as novas licitações para concessão de rodovias no Paraná. “Em conjunto com o grupo de entidades do setor produtivo, o G7, apresentamos ao ministro da Infraestrutura, durante uma reunião em Curitiba, uma proposta defendendo o menor, preço, transparência entre outros pontos fundamentais para que não cometamos os mesmos erros do passado com as atuais concessões que muito tem penalizado os paranaenses e aqueles que trafegam por nossas rodovias pedagiadas”, frisou.

Oportunidade - Pedro Irineu Teider, diretor da cooperativa Eletrorural e coordenador do ramo de infraestrutura junto a OCB, destacou também que a reunião estava acontecendo no momento oportuno para que as cooperativas possam se manifestar e apresentar as demandas para este ano de 2021. Teider agradeceu ao Sistema Ocepar e se colocou à disposição de todas as cooperativas do ramo para representá-las. “Fico à disposição de todos, mas sempre contando com o fundamental apoio dos profissionais, tanto da Ocepar, como da OCB, para que nossa voz seja ouvida nas demandas par o setor”, destacou.

OCB - A gerente técnica e econômica, Clara Máfia, e o analista técnico e econômico em energia e meio ambiente, Marco Olivo Morato de Oliveira, ambos da OCB, participaram do encontro. Clara reforçou a fala do presidente do Sistema Ocepar sobre as inúmeras iniciativas que estão sendo acompanhadas em conjunto (OCB e Ocepar), em Brasília. “Nosso papel é defender todos os ramos, mostrar que somos um modelo diferenciado e o que defendemos sobre o Ato Cooperativo. Que ele não é um privilégio, mas um direito do exercício da atividade de milhões de pessoas Brasil afora. Termos um modelo forte e robusto de distribuição de energia no país. O Paraná é um estado que tem um potencial muito grande neste setor. O ramo de infraestrutura é bastante robusto e que agora também conta com a participação do ramo habitacional”, frisou.

PRC 200 e cenários - Durante o encontro, também foi apresentado às lideranças do ramo, o novo Plano Paraná Cooperativo, o PRC200, planejamento estratégico das cooperativas paranaenses, com as participações dos superintendentes Robson Mafioletti e Leonardo Boesche, da Ocepar e Sescoop/PR, respectivamente. O coordenador de autogestão da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto, fez uma apresentação sobre cenários, com foco no ramo. No Paraná, o ramo infraestrutura é composto por 15 cooperativas, das quais oito de distribuição de energia (eletrificação rural); quatro de geração compartilhada; duas de construção civil (habitacional) e uma de água e saneamento. Elas somaram 294 funcionários em 2020, redução de 2% no quadro em relação a 2019, e 11.551 cooperados em 2020, quantidade 15,6% superior à de 2019.

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SISTEMA OCEPAR: Para Ricken, Banco do Agricultor Paranaense está sendo lançado no momento certo

Uma iniciativa perfeita, lançada no momento certo. Assim, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, definiu o Banco do Agricultor Paranaense, durante pronunciamento feito nesta terça-feira (28/04), em solenidade ocorrida no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Ricken parabenizou o governo do Estado pela criação do programa que, em sua avaliação, vai trazer resultados, renda para as pessoas e oportunidades. “Esse programa vem para somar e chega num momento adequado, oportuníssimo. Todos nós, produtores, cooperativas e empresas temos demandas por investimentos”, salientou ainda. “Contem com o sistema cooperativo. As nossas 216 cooperativas estão presentes em praticamente todos os municípios do Paraná”, complementou. Ricken estava acompanhado do diretor da Ocepar e presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Cocamar, Luiz Lourenço.

Cerimônia - A cerimônia de lançamento do Banco do Agricultor Paranaense foi comandada pelo governador Ratinho Junior. De acordo com o governo do Estado, o programa tem alcance estimado em R$ 500 milhões. A proposta é alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias, além de promover inovação tecnológica, sustentabilidade, geração de emprego e melhoria da competitividade do produto paranaense.

Compensação - Para isso, o Estado vai compensar o agricultor, por meio da Fomento Paraná, com o reembolso de até 3 pontos porcentuais do juro contratado junto às instituições financeiras que trabalham com crédito rural – neste primeiro momento estão credenciados o Banco do Brasil, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e cooperativas de crédito.

FOTOS: Divulgação e Jonathan Campos / AEN

Clique aqui e confira o áudio divulgado na rádio Paraná Cooperativo sobre o lançamento do Banco do Agricultor Paranaense

Clique aqui e confira na íntegra o pronunciamento do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken

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GETEC: Nota Técnica resume atuação do Banco do Agricultor para as cooperativas

getec 28 04 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico do Sistema Ocepar (Getec) emitiu, nesta quarta-feira (28/04), uma Nota Técnica com um resumo sobre a atuação do Banco do Agricultor Paranaense. O programa de financiamento para empreendedores do campo, lançado nesta terça-feira (27/04) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, é estratégico para o Estado dar um novo salto e se tornar ainda mais protagonista no agronegócio mundial. É uma iniciativa voltada ao desenvolvimento sustentável, a inovação tecnológica e a melhoria da competitividade dos produtos paranaenses.

Clique aqui para conferir na íntegra a Nota Técnica da Getec

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Decreto amplia participação em programas do governo

agricultura familiar 28 04 2021O presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que amplia a participação da agricultores familiares em programas do governo. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (27/04). Segundo nota da Secretaria-Geral da Presidência, o decreto foi publicado para corrigir imprecisão no texto original que determina quem se enquadra no segmento, acompanhando as normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Conceitos - “A proposição pretende, essencialmente, alterar os conceitos de empreendimento familiar rural, cooperativa singular da agricultura familiar, cooperativa central da agricultura familiar e associação da agricultura familiar. O objetivo da alteração pretendida é ampliar a participação de agricultores familiares em programas e ações governamentais destinados a atender às formas associativas desse público-alvo, organizadas em pessoas jurídicas”, diz a nota.

Pleito - A alteração era um pleito antigo da OCB e que agora foi atendido pelo governo. Entre outras coisas, o governo está alterando os percentuais mínimos exigidos para a configuração das figuras associativas relacionadas nesse normativo, além de conferir redação mais clara aos conceitos relacionados a essas figuras, de modo a facilitar o enquadramento das formas de organização da agricultura familiar.

Portarias - De acordo com o órgão, portarias do Ministério da Agricultura já diminuíram esses percentuais, sob o argumento de que a representatividade do segmento em cooperativas centrais “dar-se-ia pelo conjunto de agricultores familiares de que ela é composta e não pela quantidade de agricultores familiares de cada uma de suas cooperativas singulares”, além do que a diminuição de representatividade não acarretaria prejuízos à agricultura familiar.

Impacto - “Tais modificações têm impacto na definição dos agricultores familiares que podem ter acesso à Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Tal declaração será substituída pelo Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), quando estiver totalmente implementado”, conclui a nota da Secretaria-Geral da Presidência. (OCB, com informações do Canal Rural)

FOTO: Hedeson Alves / ANPr

Clique aqui e confira na íntegra do Decreto 10.688/2021

 

COOPERATIVISMO I: Coops querem oferecer serviços de conectividade no campo

Um em cada quatro brasileiros ainda não possui acesso à internet. O número chama a atenção, uma vez que, embora a quantidade de usuários e de serviços online tenha aumentado nos últimos anos, ainda persistem muitos espaços vazios de conectividade nas áreas rurais. De acordo com o último Censo Agropecuário, realizado pelo IBGE em 2017, mais de 70% das propriedades localizadas no campo não possuem conectividade.

Atividades básicas - Na prática, segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em mais de 3,64 milhões de propriedades rurais não há internet nem mesmo para atividades básicas, como, por exemplo, a emissão de uma simples nota fiscal eletrônica. Comunicação, acesso à educação e ao entretenimento são outras finalidades importantes que também ficam restritas dado os atuais desafios de acesso à internet no campo. Para a atividade produtiva, os avanços na conectividade visam melhorar processos como os de rastreabilidade e de assistência técnica, bem como para a implementação de estratégias importantes a exemplo da agricultura de precisão.

Pandemia - Outro ponto importante a ser considerado é que a pandemia aumentou ainda mais a necessidade por conectividade, com destaque para os filhos de agricultores que, sem acesso à internet, se veem impedidos de assistirem as aulas à distância. Esse fator também influencia diretamente a sucessão rural, dificultando a permanência de jovens no campo.

Alternativa - Como alternativa a este cenário, o Projeto de Lei 8.824/2017, proposto pelo deputado Evair de Melo (ES), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), busca permitir que cooperativas prestem também os serviços de telecomunicações, ampliando a cobertura de internet em zonas rurais. Aprovado pelas comissões de Trabalho e Ciência e de Tecnologia da Câmara dos Deputados, o projeto aguarda o parecer da Comissão de Justiça, em caráter conclusivo, antes de seguir para o Senado.

Expectativa - A expectativa do parlamentar é de que a votação no colegiado ocorra ainda no primeiro semestre deste ano. “Estamos trabalhando para que o parecer da Comissão de Justiça, que acreditamos que será amplamente favorável, seja votado o mais rapidamente possível”, afirma. A proposta atende a uma demanda das cooperativas, que apontam falta de segurança jurídica para a prestação do serviço no país. “A ação é necessária, uma vez que a atual legislação não é clara sobre o tema, o que causa transtornos e dificulta as concessões para oferecer esses serviços”, explica Melo.

Capilaridade - O parlamentar destaca que “as cooperativas possuem capilaridade para identificar as necessidades dos produtores rurais cooperados, somado ao fato de que, por não haver lucro e sim sobras que podem ser reinvestidas para a melhoria e ampliação dos produtos e serviços ofertados, o modelo é ideal para levar internet a locais onde não há interesse econômico por parte das grandes empresas”.

Leis atuais - Atualmente, as leis que regulamentam o setor só permitem que as cooperativas prestem esse serviço se criarem uma empresa do tipo limitada que elas controlem. “Isso acaba por encarecer os custos para os cooperados, pois eles acabam sofrendo dupla tributação. Com essa abertura, existe também a possibilidade de intercooperação entre diferentes ramos de atuação das cooperativas como, por exemplo, as de infraestrutura e as de distribuição elétrica com as agropecuárias”, acrescenta.

Oportunidade - Além de levar internet para áreas rurais sem conectividade, Melo afirma ainda que a aprovação da proposta proporciona também a oportunidade de investir em soluções de plantio e colheita que necessitam do acesso à internet e permitem aumentar a produtividade.

Oferta - Atualmente, oito cooperativas concentradas na região Sul do país já oferecem esse serviço por meio de empresas formadas para esse fim. Com a aprovação do projeto, a proposta é que a operacionalização mantenha o modelo de concessões. “Uma vez que não tenha os operadores funcionais dispostos a oferecer o trabalho de conectividade em determinada região queremos, por meio de uma concessão, que as cooperativas também recebam autorização para prestar esse serviço”, completa Melo.

Potencial - De acordo com dados da Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop), existem cerca de 67 cooperativas de distribuição de energia elétrica ativas no Brasil e todas elas possuem potencial para oferecer o serviço de acesso à internet aos seus cooperados.

Melhorias - “Com essa proposta e a possibilidade aprovada recentemente de utilização dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), na forma de linhas de crédito, investimentos diretos em estatais ou como garantia para projetos do setor, vamos conseguir levar tecnologias para o desenvolvimento da produção agrícola e a melhoria da qualidade de vida nas áreas rurais onde as cooperativas já estão presentes, ressalta o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas. (OCB)

COOPERATIVISMO II: Somos Líderes está com inscrições abertas

cooperativismo II 28 04 2021Estão abertas as inscrições para a segunda edição do programa Somos Líderes, realizado pelo Sistema OCB. No total, serão selecionados 70 jovens, com idades entre 21 e 35 anos, para participarem de uma série de atividades de desenvolvimento e formação de lideranças. As inscrições vão até o dia 30 de maio.

Objetivo - O objetivo é que, ao final do curso, previsto para outubro, esses jovens sejam responsáveis por levar o modelo cooperativista ainda mais longe, seja no contexto das organizações cooperativas ou até mesmo nas esferas políticas, econômicas e sociais.

Critérios - Para participar, o jovem precisa ter concluído graduação em qualquer área ou estar no último período, e possuir vínculo com uma cooperativa há pelo menos um ano (como funcionário ou cooperado).

Atividades - Os selecionados participarão de debates virtuais sobre temas atuais, que tenham relação com os princípios e fundamentos do cooperativismo e, também, com a inovação no setor. A estratégia educacional será uma trilha de vídeos educativos, com conteúdos atrativos e dinâmicos.

Liderando para o futuro - Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, a ideia é que os jovens reflitam sobre o seu potencial de transformação através da cooperativa. “Os futuros líderes participarão de lives exclusivas, com especialistas do mercado, sobre assuntos de impacto para as cooperativas. Quanto mais contextualizados estiverem os novos líderes do cooperativismo brasileiro, maiores serão as chances de eles exercerem seu papel de influenciador de suas comunidades, conduzindo as pessoas a um futuro muito mais próspero, sustentável e cooperativo”, explica o superintendente.

Compromisso - Em 2019, o Sescoop reforçou o seu compromisso em contribuir com a renovação do sistema cooperativista nacional, apresentando um projeto voltado especificamente à formação de novos líderes coop. Assim nasceu o Somos Líderes: um programa feito para jovens que acreditam no futuro do cooperativismo, e que têm como principal objetivo investir na formação e no desenvolvimento de uma geração que vai levar esse modelo de negócios ainda mais longe.

Quer saber mais? - Para conhecer o edital e todos os pré-requisitos do programa, clique aqui, e participe. (OCB)

 

CASTROLANDA: Cooperativa inaugura nova maternidade de suínos

A produção sustentável tem ganhado cada vez mais espaço. E na suinocultura o bem-estar animal é parte fundamental. Compreender as necessidades e manter a qualidade de vida dos animais gera impactos produtivos que podem ser sentidos diretamente pelos produtores.

IN - A partir da Instrução Normativa (IN) 113, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicada no final de 2020, o Brasil tem seu primeiro conjunto de normas relacionadas ao bem-estar animal. As orientações estão alinhadas com a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) para a produção de suínos, o que permite o aumento das exportações do setor.

Nova maternidade - Nesta mesma proposta, a Unidade de Produção de Leitões I (UPL), em Castro (PR), inaugurou na última semana a nova maternidade de suínos. Além disso, foram ampliados os barracões de terminação e reposição. Com a mudança a UPL passa a ter capacidade de 5700 criadeiras.

Qualidade - O coordenador de Produção da Castrolanda, Euler Kiefer afirma que o destaque é a preocupação com a qualidade. “Manter a qualidade desde o leitão no desmame é nosso objetivo, isso já gera impactos como, menos estresse, diminuição do uso de antibióticos e consequentemente nossa qualidade é superior”. Euler ainda comenta que esta adequação consiste também na melhoria do processo produtivo, exemplo da UPL II, inaugurada em 2019, que foi construída com os mesmos critérios.

Perdas - Segundo informações da Embrapa Suínos e Aves, as perdas relacionadas ao bem-estar animal chegam 0,15% do produto desembarcado nos frigoríficos. O percentual representa um total de R$ 30 milhões anualmente para o mercado de suínos. Investir no bem-estar animal é sinônimo de produção moderna e isso os benefícios diretamente para as granjas.

Investimento - “O investimento reflete em toda a cadeia, o produtor que trabalha com os leitões da Castrolanda poderá observar um aumento no peso do alojamento dos animais. Queremos atender a satisfação de nossos cooperados e do consumidor final”, explica Euler. (Imprensa Castrolanda)

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Associada de Palotina (PR) ganha R$ 5 mil em campanha de incentivo à poupança

A tradicional campanha “Poupança Premiada”, realizada pelo Sicredi com o objetivo de incentivar o planejamento financeiro e o hábito de poupar, contemplou a associada Neli B., moradora do município de Palotina (PR), com R$ 5 mil no sorteio semanal, que premia cinco poupadores todas as segundas-feiras. A campanha também tem um prêmio especial de R$ 500 mil, sorteado em outubro, celebrando o Dia Internacional da Poupança - além do grande sorteio final de R$ 1 milhão, em dezembro.

Vida financeira mais próspera - A gerente da agência Palotina Centro, Renata Di Bernardo Rodrigues, destaca a importância da promoção para uma vida financeira mais próspera. “Celebramos com nossa associada esse momento de alegria e de conquistas e sabemos que esse incentivo é um reforço ainda maior ao conceito de planejamento e educação financeira”.

Distribuição de prêmios - Ao todo, a promoção do Sicredi realizada nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro irá distribuir R$ 2,5 milhões em prêmios. Para participar é simples: a cada R$ 100 de incremento líquido na poupança do associado, um número da sorte é gerado automaticamente. Se as aplicações forem na modalidade programada, quando há o débito programado mensal para conta poupança do associado, dobra-se a chance de ganhar.

César Menotti & Fabiano são as estrelas da campanha - A campanha “Poupança Premiada” traz como destaque a dupla sertaneja César Menotti & Fabiano, com uma adaptação da música “Leilão” - que colocou os cantores no topo das paradas de sucesso. Na versão especial cantada para o Sicredi, os artistas, que também são associados da instituição financeira cooperativa, destacam a importância de poupar e a grande quantidade de prêmios que os associados concorrem.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 108 cooperativas do Sicredi, conta com 32 anos de história e mais de 166 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 92 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 40 em São Paulo (sicredi.com.br/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de cinco milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados e no Distrito Federal, com mais de duas mil agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

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SICREDI FRONTEIRAS: Oficinas de educação financeira são realizadas em Santa Izabel do Oeste

A Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP realizou, nos dias 13,14,15 e 22 de abril, oficinas de educação financeira em Santa Izabel do Oeste (PR). O projeto foi desenvolvido a convite da primeira dama do município e Secretária de Assistência Social, Debora Catto, que procurou a cooperativa expressando o desejo de levar informações sobre economia e planejamento financeiro às famílias assistidas pelo setor de Ação Social.

Dicas - O objetivo das oficinas de educação financeira é repassar dicas de como organizar as finanças da casa e da família, incentivando o hábito de poupar, e planejar o futuro financeiro, envolvendo todos os membros das famílias. As assistentes sociais do município organizaram as turmas, levando o convite e mobilizando os participantes. As crianças e adolescentes tiveram o incentivo dos professores e, também, da direção da escola, para que participassem da iniciativa.

Ação - A ação ocorreu no Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e contou com quatro momentos: no dia 13, as oficinas foram destinadas a adolescentes de 10 a 15 anos; no dia 14, para crianças de 6 a 10 anos, todas elas participantes de atividades que o Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos disponibiliza diariamente, e, nos dias 15 e 22, para famílias integrantes de projetos sociais dos municípios.

Realização - A gerente de negócios Agro da agência do Sicredi de Santa Izabel do Oeste, Francieli Maria Tonezer, contando com o apoio da equipe da agência e, também, com a participação da assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Cooperativa, Daiane Wesseler Alexandre, realizou as oficinas, que tiveram a duração de uma hora cada, com participação bastante ativa e produtiva de todos, que contribuíram de forma dinâmica e colaborativa com as atividades.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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UNIMED: Superintendente da Central Nacional é eleito o Executivo de TI do Ano

central unimed 28 04 2021Humberto Takaharu Shida, superintendente de Tecnologia da Informação da Central Nacional Unimed, é o Executivo de TI do Ano em premiação da IT Mídia, referência nacional em conteúdo e eventos de tecnologia. O reconhecimento, na categoria Nova Governança, foi concedido em evento virtual e consagra a atuação de Shida ao longo do último ano. O case que lhe rendeu o prêmio é intitulado "Governança de TI com propósito ao negócio" e concorreu ao lado de 413 projetos de transformação.

Alegria - "É uma alegria imensa estar entre os melhores líderes de TI do País. Com certeza, os últimos meses foram de trabalho intenso para levar a Central Nacional Unimed em patamares ainda mais robustos de atuação. Posso dizer que foi um trabalho cultural com todas as áreas, buscando a simplificação dos processos para a criação de uma governança que seja forte e, ao mesmo tempo, leve e compliance. Atuamos em equipe para garantir que toda a organização, e não somente a TI, consiga fluir de acordo com o ritmo das alavancas estratégicas do negócio", declarou o gestor, que completará um ano no cargo no próximo mês.

Plano diretor - Com mais de 20 anos de experiência na área, Shida projetou a implantação de um plano diretor de TI alinhado à estratégia e avançou na organização das metas de desenvolvimento da companhia. Além disso, reestruturou a equipe para um modelo bi modal, de acordo com o perfil de cada colaborador, e focou os indicadores e métricas dos serviços na experiência do usuário. "Ao lado de um time de ponta, observamos alguns caminhos que trazem mais agilidade e favorecem os beneficiários. Costumo dizer, por exemplo, que teleconsulta é commodity, pois o diferencial está na experiência oferecida ao longo da jornada do usuário, do médico ao paciente", enfatizou o vencedor. "O foco da TI é criar valor, por isso, estamos mudando para um mindset orientado a produtos, e não projetos", finalizou o executivo.

Reconhecimento - A 20ª edição do prêmio Executivo de TI do Ano, realizado pela IT Mídia desde 2001, identificou e homenageou os profissionais que mais se destacaram no último ano. Seja com base em ações que contribuíram não só para o desenvolvimento dos negócios, mas que também impactaram as suas carreiras.

Sobre a Central Nacional Unimed - A Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde empresariais da marca Unimed. Sua carteira é composta por cerca de 1,8 milhão de clientes de grandes corporações brasileiras. A operadora atua também com PME e foco regional em Salvador, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Itabuna, Ilhéus, São Luís, Brasília e São Paulo. No desempenho dos negócios, em 2020, mesmo diante do cenário econômico crítico, a cooperativa conquistou um faturamento de R$ 8,24 bilhões, o que corresponde a uma alta de 8,3% em ingressos totais em relação ao período anterior. O resultado líquido da operadora atingiu R$ 520,2 milhões, 90% superior ao ano de 2019, evidenciando a manutenção da boa performance. A Central Nacional Unimed esteve ainda entre as dez operadoras que mais cresceram em vidas no País, com o maior faturamento e market share de 2020, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). É considerada uma das melhores empresas para se trabalhar (Guia 150 Melhores Empresas para Trabalhar), para se iniciar a carreira (Guia Melhores Empresas para Começar a Carreira) e a melhor companhia de prestação de serviços de saúde em 2020 (Ranking "Melhores e Maiores"). Faz parte do Sistema Unimed, composto por 345 cooperativas médicas presentes em todo o território nacional, que compartilham os valores do cooperativismo e o trabalho para valorização dos médicos e da medicina. (Imprensa Central Nacional Unimed)

 

PESQUISA: Brasil desenvolve sua primeira soja com tecnologias para manejo de percevejo e ferrugem

pesquisa 28 04 2021Pesquisadores brasileiros desenvolveram a primeira cultivar de soja do País com as tecnologias Block e Shield embarcadas, ou seja, possui resistência à ferrugem asiática da leguminosa - a mais severa doença dessa cultura - e tolerância ao percevejo, considerado uma das principais pragas do setor. A nova soja BRS 539 já está disponível para a safra 2020/2021.

Parceria - Desenvolvida em parceria entre a Embrapa e a Fundação Meridional, a BRS 539 é uma soja convencional que agrega a tecnologia Shield, linha de cultivares de soja que apresentam genes de resistência à ferrugem-asiática, oferecendo uma proteção extra para o produtor. A tecnologia não dispensa o uso de fungicidas, mas proporciona maior segurança no manejo da ferrugem da soja. “A cultivar Shield é uma ferramenta genética importante no contexto do manejo integrado. Essa tecnologia proporciona maior eficiência e segurança ao manejo químico da doença”, explica o pesquisador da Embrapa Soja Carlos Lásaro Pereira de Melo.

Diferencial - Outro diferencial é que a BRS 539 é do portfólio da tecnologia Block, presente apenas nas cultivares Embrapa. “As cultivares BRS com essa genética ampliam a proteção da lavoura ao ataque dos percevejos que sugam as vagens e os grãos de soja, provocando perdas de qualidade e produtividade. Apesar de não dispensarem o uso de inseticidas, as cultivares Block permitem melhor convivência com os insetos no campo”, explica Melo.

Alto potencial produtivo - Além de aliar as tecnologias Shield e Block, a cultivar apresenta alto potencial produtivo e manutenção de estabilidade de produção. Em testes experimentais realizados por três safras, em diferentes ambientes de produção das macrorregiões sojícolas (1 e 2), a BRS 539 mostrou altas produtividades. “Inclusive apresentou, em alguns desses ambientes, potencial produtivo acima de 90 sacas/ha (ou 5.400 kg/ha), superando as cultivares mais produtivas do mercado com as quais foi comparada”, relata Melo. Na safra 2019/2020, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a média de produtividade da soja brasileira foi de 3.379 kg/ha.

Características da cultivar de soja BRS 539 - O pesquisador Rafael Petek reforça ainda que essa cultivar é convencional (não transgênica) e pertence ao grupo de maturidade 6.1. “É uma cultivar precoce, que permite semeadura antecipada, viabilizando plantio do milho safrinha na melhor época, nas regiões de indicação da cultivar na macrorregião sojícola 2 (Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul) e viabiliza a sucessão/rotação com culturas de inverno na macrorregião 1 (Paraná, Santa Catarina e São Paulo)”, detalha Petek ressaltando que a cultivar, além da ferrugem, também é resistente a outras doenças da soja como: cancro da haste, mancha “olho-de-rã”, podridão parda da haste, podridão radicular de Phytophthora e moderadamente resistente ao oídio e ao nematoide-das-galhas (Meloidogyne javanica).

Interessante à produção orgânica - A BRS 539 pode atrair o interesse dos produtores de soja em sistema orgânico, porque além de ser não transgênica, as características desse lançamento facilitam o manejo fitossanitário de pragas e doenças, portanto, podem reduzir o uso de químicos. “Dessa forma, entendemos que a BRS 539 pode viabilizar o cultivo do grão orgânico e ainda agregar mais rentabilidade ao produtor de soja orgânica”, destaca Melo.

Comercialização - Por ser uma cultivar convencional, a BRS 539 pode ser comercializada por trades brasileiras e internacionais para diferentes nichos de mercado que demandam soja não transgênica. A Integrada Cooperativa Agroindustrial, presente há 25 anos em 50 municípios do Paraná e de São Paulo, conta com cerca de 11 mil cooperados e é um dos exemplos que mantém um programa de bonificação para a soja convencional. Em 2020, a Cooperativa gerou 1,3 milhão de sacas de soja convencional, o que representa entre 5% e 6% do total de recebimento e pagou R$ 6,00 a mais por saca recebida. "Esse é um programa que existe há mais de 20 anos na cooperativa, de extrema importância para a Integrada porque cria fidelização e gera valor ao cooperado”, explica o gerente comercial da Integrada, Alcir Antônio Chiari.

Parceria - De acordo com Ralf Udo Dengler, gerente-executivo da Fundação Meridional, esse é um dos lançamentos que traz inovações tecnológicas. “Tanta inovação só é possível devido à expertise da equipe técnica e à variabilidade genética do Banco Ativo de Germoplasma, localizado na sede da Embrapa Soja, em Londrina”, ressalta Dengler. “Há 21 anos, temos muito orgulho de sermos parceiros fortes e atuantes nesse trabalho, que oferece aos produtores um portfólio completo de cultivares em todas as plataformas (convencional, RR e Intacta), com elevado rendimento (conceito TOP 5000), sanidade, estabilidade e adaptação às mais diferentes condições de solo e clima”, declara o executivo. A Fundação Meridional atua em sete estados brasileiros (SC, PR, SP, MS, MG, GO e MT), por intermédio de 38 produtores de sementes.

Desempenho a campo - Produtores que usaram as sementes da BRS 539 em testes de avaliação comprovaram a alta performance dessa cultivar. A Sinovatec Produtos Agrícolas, de Medianeira (PR), por exemplo, avaliou 11 cultivares e a BRS 539 foi a campeã desse ensaio, indicando a relevância das tecnologias Shield e Block presentes na cultivar. Além de apresentar o rendimento mais elevado, de 78 sacas/ha, não houve necessidade de aplicação de fungicida e nem de inseticida, o que mostra o elevado potencial de sanidade da nova cultivar. Além de produzir mais, também impacta no custo de produção, porque reduz os gastos com produtos químicos.

Cambira - A nova cultivar também apresentou seu excelente desempenho na propriedade do produtor Fabio Von Gaevernitz Tanja, de Cambira (PR), nesta safra 2020/21. Tanja semeou a BRS 539 em um hectare da propriedade para avaliar seu desempenho e o resultado foi surpreendente, com rendimento de 85 sacas/ha.

Outros lançamentos de soja na safra 2020/2021 - A Embrapa Soja e a Fundação Meridional lançaram nesta safra 2020/21 quatro cultivares de soja convencional (BRS 523, BRS 537, BRS 539 e a BRS 573) e uma cultivar transgênica com tolerância ao glifosato e controle de algumas espécies de lagartas (BRS 1054 IPRO). As características estão disponíveis no catálogo da Embrapa. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

BANCO DO AGRICUTOR: Governo viabiliza meio bilhão de reais para alavancar agricultura familiar e pequenas cooperativas

banco agricultor 28 04 2021O agricultor paranaense passa a contar, a partir desta terça-feira (27/04), com um programa de crédito exclusivo com juros subsidiados pelo Governo do Estado. A operação é garantida pelo Banco do Agricultor Paranaense, lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior no Palácio Iguaçu. O alcance é estimado em R$ 500 milhões.

Proposta - A proposta é alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias, além de promover inovação tecnológica, sustentabilidade, geração de emprego e melhoria da competitividade do produto paranaense.

Reembolso - Para isso, o Estado vai compensar o agricultor, por meio da Fomento Paraná, com o reembolso de até 3 pontos porcentuais do juro contratado junto às instituições financeiras que trabalham com crédito rural – neste primeiro momento estão credenciados o Banco do Brasil, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e cooperativas de crédito.

Juro zero- Ou seja, dependendo do enquadramento dentro do programa e das condições do empréstimo, o financiamento será a juro zero para o agricultor, com os encargos ficando sob responsabilidade do Governo. Há, ainda, carência mínima para o pagamento da primeira prestação, variável de acordo com cada linha de crédito.

Produção de alimentos - “Qualquer lugar do mundo só vira uma potência quando descobre o que faz de melhor. No Paraná o que sabemos fazer de melhor é produzir alimentos. Hoje, exportamos comida para centenas de países e o agronegócio é responsável por cerca de um terço do Produto Interno Bruto (PIB) do nosso Estado. Então, o Governo tem responsabilidade de incentivar a criação de um ambiente de negócios que favoreça o setor”, destacou Ratinho Junior. “O Banco do Agricultor Paranaense é inédito no País”.

Subvenção - De acordo com a lei aprovada pela Assembleia Legislativa, a subvenção está autorizada para cooperativas e associações de produção, comercialização e reciclagem, e a agroindústrias familiares, além de projetos que utilizem fontes renováveis de geração de energia e ou destinados à irrigação, entre outros. O financiamento será operado no âmbito do Programa Paraná Mais Empregos.

Política - “O Estado propõe uma política bastante agressiva no sentido de o dinheiro ser barato para o produtor. O agro é o setor que pode liderar a retomada da economia depois da pandemia e estamos trabalhando todos os dias para isso”, disse o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Irrigação e cooperativas - Uma das linhas oferecidas é para projetos de irrigação, com subvenção para financiamento de até R$ 850 mil. Nesse caso, os agricultores familiares, de forma geral, e os médios e grandes produtores da região do Arenito Caiuá (Noroeste) poderão equalizar até 3% de taxas de juros ao ano. Para médios e grandes produtores até 2%. Serão beneficiados projetos para a produção de grãos, pastagens, forragens, mandioca, café, frutícolas, flores e olerícolas.

Linha - Na linha destinada ao aumento de produção, inovação e aprimoramento dos processos de cooperativas da agricultura familiar há possibilidade de subvenção para obras civis, aquisição e instalação de máquinas e equipamentos e para projetos e prestação de serviços de assistência técnica. A equalização é para valores de até R$ 1 milhão por CNPJ.

Faturamento de R$ 4,8 milhões - Já para aquelas que tiverem faturamento anual no limite de R$ 4,8 milhões, a compensação pode chegar a 3% em investimentos produtivos e integralização de cotas-partes. Projetos de inovação e investimentos produtivos das cooperativas com faturamento entre R$ 4,8 milhões e R$ 16 milhões podem equalizar até 2% anuais.

Agroindústrias - Projetos de implantação, expansão, modernização e adequações para atendimento a exigências sanitárias em agroindústrias também estão previstos na lei. As operações podem ter equalização de juros de até 3% ao ano se a agroindústria se localizar em município com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) abaixo da média estadual ou o faturamento estiver no limite de R$ 4,8 milhões.

Demais municípios - No caso dos demais municípios ou o faturamento se posicionar até R$ 16 milhões, a subvenção será de 2%. A compensação, no entanto, fica restrita ao valor financiado que não superar R$ 165 mil por CPF ou R$ 300 mil por CNPJ.

Pecuária leiteira - Em projetos de pecuária leiteira, o decreto também prevê a equalização para valor financiado que não exceda R$ 165 mil por CPF, destinado à compra de matrizes, instalações, equipamentos e implementos que melhorem a produtividade, qualidade, adequação sanitária e renovação genética do rebanho.

Percentual - A subvenção é de 3% para os agricultores familiares com declaração de aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e propriedade em município com IDH abaixo da média estadual. Para outras cidades, de 2%.

Água, pinhão e erva-mate - O decreto privilegia, ainda, projetos capazes de viabilizar a produção de água, com aumento de vazão de minas, córregos e riachos, e a captação ou represamento de águas pluviais. O investimento não pode exceder R$ 50 mil e deve se destinar à aquisição de materiais, equipamentos e serviços para adequação de microbacia, proteção de nascentes e construção ou impermeabilização de reservatórios e cisternas.

Credenciamento - Podem se credenciar agricultores familiares com declaração de aptidão ao Pronaf em todos os municípios. A compensação será de 3% ao ano independentemente da localização da propriedade. Ou seja, se a operação for contratada com taxa inferior, o proprietário poderá abater 100% dos juros.

Florestas - A produção de mudas, plantio, replantio e manutenção de florestas com pinheiro e erva-mate que tiver financiamento de até R$ 165 mil por CPF também está integrada ao pacote. Para agricultores familiares do Pronaf, em municípios com IDH abaixo da média estadual, a equalização será de até 3%. Os demais de 2%.

Piscicultura e orgânicos - A mesma compensação da taxa de juros em 3% se dá para agricultores do Pronaf em municípios com IDH baixo e de 2% nos demais municípios para ações voltados para a piscicultura. O financiamento, contudo, não deve ultrapassar R$ 165 mil.

Mesmas condições - O decreto estabelece as mesmas condições para diversos projetos relacionados a outras cadeias produtivas, como da seda, café, olerícolas, floricultura e fruticultura, além de sistemas de produção orgânica ou agroecológica. Se a linha de crédito tiver taxa de juros inferior a 3%, a equalização será de até 100%.

Energia renovável - O Banco do Agricultor Paranaense prevê também subvenção para operações em obras civis, aquisição de materiais e equipamentos e na elaboração de projetos de geração de energia a partir de fontes renováveis. Se enquadram ações do modelo solar fotovoltaica e biomassa, com prioridade para projetos relacionados à Geração Distribuída ou Geração Isolada.

Fotovoltaica e biomassa - Serão passíveis do benefício valores financiados de até R$ 500 mil para energia solar fotovoltaica e de até R$ 1,5 milhão em biomassa. A equalização é de 3%.

Excepcional - O decreto estipula que, de forma excepcional, programas de apoio à irrigação e de fomento ao uso de fontes de energia alternativas no âmbito do Banco do Agricultor Paranaense terão equalização integral das taxas de juros em contratações efetivadas até 31 de dezembro de 2022.

Pandemia - A concessão se deve aos impactos da pandemia da Covid-19 na economia paranaense, além das severas estiagens verificadas em 2020 e a necessidade de reduzir custos de produção.

Como acessar - Para acessar o programa, basta o agricultor ou empresário buscar o banco conveniado com a Fomento Paraná e acertar as condições do investimento. Maiores informações estão disponíveis no SITE OFICIAL. Confira também a APRESENTAÇÃO OFICIAL. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

TRIBUTO: Governador anuncia isenção de ICMS para equipamentos de irrigação

tributo 28 04 2021O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta terça-feira (27/04), no lançamento do Banco do Agricultor Paranaense, que o Estado está editando um decreto que isenta o ICMS, principal tributo estadual, sobre equipamentos de irrigação destinados ao uso na agricultura ou horticultura. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a medida no começo do mês.

Métodos - A medida valerá para os métodos por aspersão ou gotejamento e para as operações estaduais. O decreto incidirá sobre máquinas, aparelhos, equipamentos, dispositivos e instrumentos. O impacto para os cofres do Estado é de cerca de R$ 1,7 milhão em 2021 e R$ 1,8 milhão em 2022, segundo estudo da Secretaria da Fazenda.

Pequeno agricultor - “A ideia é fortalecer o pequeno agricultor. E também temos um compromisso com o Noroeste do Estado para a irrigação. Vamos isentar de impostos os produtos destinados a essa área. Vai atender o pequeno agricultor que tem uma horta de alface, repolho, e os grandes produtores, que poderão aumentar a pecuária, o cultivo de soja e o reflorestamento”, disse o governador Ratinho Junior.

Produção irrigada - O secretário de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destacou que o Paraná tem apenas 1% da produção irrigada. “A ideia é usar água do jeito correto. Reduzimos os riscos e aumentamos a produtividade. Estávamos planejando um programa específico, especialmente para a região do Arenito Caiuá, os 107 municípios com terras de solos frágeis e muita areia”, disse. “Vamos isentar o ICMS sobre as duas grandes categorias, incluindo o pivô central”.

Soma - Ele também destacou que essa estratégia se soma à cobertura permanente do solo e renovação de pastagem, além de favorecer a fruticultura, importante segmento do agronegócio paranaense. O Estado contou com apoio consultivo da Cocamar, que já desenvolve projetos similares na região Noroeste.

Linhas de crédito - A medida se soma a uma das linhas de crédito para irrigação do Banco do Agricultor Paranaense. Há subvenção para financiamento de até R$ 850 mil. Nesse caso, os agricultores familiares, de forma geral, e os médios e grandes produtores da região do Arenito Caiuá (Noroeste) poderão equalizar até 3% de taxas de juros ao ano. Para médios e grandes produtores até 2%.

Regra de transição - Até 31 de dezembro de 2022, numa regra de transição, a equalização da taxa de juros será de 100% (juro zero) se os recursos forem do crédito rural e equalização de até 5 pontos para financiamento com recursos livres dos bancos. Serão beneficiados projetos para a produção de grãos, pastagens, forragens, mandioca, café, frutícolas, flores e olerícolas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

PPI: Quatro concessões portuárias do Paraná são qualificadas como prioridades nacionais

ppi 28 04 2021O governo federal qualificou nesta terça-feira (27/04) quatro concessões portuárias paranaenses como prioridades nacionais. Elas representam um terço dos 12 novos projetos de infraestrutura elencados pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

Estudo - Além do arrendamento de três áreas para movimentação de granéis sólidos (PAR9, PAR14 e PAR15), o PPI aprovou o estudo da concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá. Essa é a primeira tentativa de concessão deste tipo, que prevê a administração privada do trecho de hidrovia que liga o porto ao mar aberto. A previsão é de R$ 5 bilhões de investimentos em 35 anos.

Início - “A autorização é para o início dos estudos, que vão nos apontar se é viável e benéfico conceder a administração de obras, como dragagem, balizamento e sinalização marítima, por exemplo, para a iniciativa privada. Nesta fase, vamos identificar as necessidades atuais, melhorias possíveis e formas de atender a demanda crescente, com custos mais atrativos para os nossos usuários”, explicou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Viabilidade - A análise da viabilidade da concessão considera, ainda, os prazos para a realização dos serviços executados pelo poder público. “A agilidade na contratação é uma das premissas, pois a licitação de obras de dragagem é complexa e tem impacto direto na segurança da navegação, capacidade e competitividade de um porto”, completou.

Diretrizes - Os estudos serão feitos sob as diretrizes técnico-operacional e financeira do Governo do Paraná, em parceria com a Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, ligada ao Ministério da Infraestrutura. O leilão deve acontecer no primeiro trimestre de 2023.

Arrendamento de áreas - O PPI também anunciou a qualificação de três áreas prioritárias no Porto de Paranaguá, todas voltadas para movimentação de granéis sólidos (soja, trigo, malte, açúcar, etc) para exportação. Os leilões estão previstos para acontecer no segundo trimestre de 2022, na Bolsa de Valores (B3), e as concessões devem durar 35 anos.

PAR 9 - A PAR9 tem aproximadamente 34,6 mil metros quadrados e investimentos previstos de R$ 326,8 milhões. A PAR 14 com cerca de 51 mil metros quadrados e deve reunir R$ 50 milhões em investimentos. Ainda estão em andamento estudos financeiros e de capacidade dessas duas áreas.

PAR 15- Já a PAR15, com 40 mil metros quadrados, tem previsão de R$ 590 milhões em investimentos. O novo terminal deve alcançar ao final do contrato a capacidade estática de 115 mil toneladas.

Apresentação - A apresentação com as deliberações do Conselho do PPI está disponível AQUI. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jose Fernando Ogura / AEN

 

ECONOMIA I: Bolsonaro relança programa de redução de salários e jornada

economia I 28 04 2021O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (27/04) a medida provisória (MP) que viabiliza a retomada do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego (BEm), que permite a empresas a realização de acordos para redução de jornada e salário de funcionários ou a suspensão dos contratos de trabalho. O programa entra em vigor de forma imediata e terá duração inicial de 120 dias.

2020 - De acordo com o governo, no ano passado o programa preservou o emprego e a renda de cerca de 10,2 milhões de trabalhadores em acordos que tiveram a adesão de mais 1,5 milhão de empresas. O benefício foi pago com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A retomada do BEm era uma demanda de empresários por causa do agravamento da crise econômica em decorrência da pandemia.

Mesmos moldes - A redução de salários ou a suspensão dos contratos serão feitas nos mesmos moldes de 2020, segundo o governo. Os acordos individuais entre patrões e empregados poderão ser de redução de jornada de trabalho e salário apenas nos percentuais de 25%, 50% ou 70%. Como contrapartida, o governo pagará mensalmente ao trabalhador o Benefício Emergencial, que corresponde ao valor do percentual reduzido tendo como referência a parcela do seguro-desemprego a que o empregado teria direito.

Prática - Na prática, um trabalhador que tiver redução de 25% do salário receberá 25% do valor do seguro-desemprego que ele teria direito em caso de demissão, e assim sucessivamente. No caso da suspensão temporária dos contratos de trabalho, o governo pagará ao empregado 100% do valor do seguro-desemprego a que ele teria direito.

Garantia de emprego - Em todos os casos fica reconhecida a garantia provisória no emprego durante o período acordado e após o reestabelecimento da jornada ou encerramento da suspensão, por igual período. O pagamento do benefício se dará ao trabalhador independentemente do cumprimento de período aquisitivo exigido para o seguro-desemprego, do tempo de vínculo empregatício ou do número de salários recebidos. Além disso, segundo o governo, a medida não impedirá a concessão ou alterará o valor do seguro-desemprego a que o empregado vier a ter direito, quando atendidos os requisitos previstos legalmente, no momento de uma eventual demissão.

Requisitos - Alguns requisitos devem ser observados pelos empregadores que aderirem ao programa, como a preservação do salário-hora de trabalho, a assinatura de acordo individual escrito entre empregador e empregado, além dos percentuais de redução do salário e da jornada previamente definidos (25%, 50% ou 70%).

Crédito extraordinário - Para assegurar o pagamento do benefício aos trabalhadores com salário reduzido, Bolsonaro também editou uma medida provisória que abre crédito extraordinário no valor de R$ 9,98 bilhões, em favor do Ministério da Economia.

Flexibilização trabalhista - Em outra medida provisória, o presidente da República estabeleceu uma série de flexibilizações temporárias na legislação trabalhista, que poderão ser adotadas pelos empregadores por, pelo menos, quatro meses.

Regime de trabalho - A MP permite que o empregador altere o regime de trabalho presencial para o teletrabalho, o trabalho remoto ou outro tipo de trabalho a distância e determine o retorno ao regime de trabalho presencial, independentemente da existência de acordos individuais ou coletivos.

Antecipação de férias - Segundo o governo, o patrão também poderá antecipar as férias do empregado, devendo informá-lo com antecedência de, no mínimo, 48 horas, por escrito ou por meio eletrônico. As férias não poderão ser gozadas em períodos inferiores a cinco dias corridos e poderão ser concedidas por ato do empregador, ainda que o período aquisitivo não tenha transcorrido. Para as férias concedidas durante o estado de calamidade pública, o empregador poderá optar por efetuar o pagamento do adicional de um terço de férias após sua concessão, até a data em que é devida a gratificação natalina.

Férias coletivas - Pela MP, as empresas poderão conceder férias coletivas, devendo notificar o conjunto de empregados afetados com antecedência de 48 horas, sem a necessidade e observar o limite máximo de períodos anuais e o limite mínimo de dias corridos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Poderá também antecipar o gozo de feriados federais, estaduais, distritais e municipais, incluídos os religiosos, devendo igualmente notificar o conjunto de empregados afetados com antecedência de 48 horas.

Acordo individual - Por meio de acordo individual ou coletivo escrito, poderá haver a interrupção das atividades pelo empregador e a constituição de regime especial de compensação de jornada, por meio de banco de horas, para compensação no prazo de até 18 meses, contado da data de encerramento do período de 120 dias após a publicação da MP.

Exames médicos - Segundo o governo, a MP suspende a obrigatoriedade de realização dos exames médicos ocupacionais, clínicos e complementares, exceto dos exames demissionais, dos trabalhadores que estejam em regime de teletrabalho, salvo no caso dos trabalhadores da área de saúde e das áreas auxiliares em efetivo exercício em ambiente hospitalar. O médico, porém, poderá indicar a necessidade da realização dos exames se considerar que a prorrogação representa risco para a saúde do empregado. Fica mantida a obrigatoriedade de realização de exames ocupacionais e de treinamentos periódicos aos trabalhadores da área de saúde e das áreas auxiliares em efetivo exercício em ambiente hospitalar.

FGTS - A MP também suspende temporariamente o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelos empregadores por quatro meses (abril, maio, junho e julho). O pagamento poderá ser realizado em até quatro parcelas mensais, com vencimento a partir de setembro de 2021.

Estabelecimentos de saúde - Em outra flexibilização, a medida permite que estabelecimentos de saúde possam, por meio de acordo individual escrito, prorrogar a jornada, nos termos do disposto no Artigo 61 da CLT, inclusive para as atividades insalubres e para a jornada de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso, bem como adotar escalas de horas suplementares entre a 13ª e a 24ª hora do intervalo de intrajornada. As horas suplementares serão compensadas, no prazo de 18 meses, por meio de banco de horas ou remuneradas como hora extra, informou o governo. (Agência Brasil)

FOTO: Edu Andrade / Ministério da Economia

 

ECONOMIA II: Eduardo Luiz Rios Neto é nomeado presidente do IBGE

economia 28 04 2021O novo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Luiz Gonçalves Rios Neto, teve sua nomeação publicada nesta terça-feira (27/04) no Diário Oficial da União.

Formação - Rios Neto é economista, membro da Academia Brasileira de Ciências, doutor em Demografia e professor titular aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Antes da nomeação, ele era diretor de pesquisas do instituto.

Indicação - O novo presidente do IBGE foi indicado pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, e substitui a ex-presidente Susana Cordeiro Guerra, que pediu exoneração há cerca de um mês. Segundo informação divulgada pelo IBGE em 26 de março, a ex-presidente deixou o cargo por questões pessoais e de família. Ela assumiu a presidência do instituto em fevereiro de 2019 e foi exonerada no último dia 12 de abril.

Intervalo - Entre a exoneração de Suzana Cordeiro Guerra e a nomeação de Luiz Eduardo Gonçalvez Rios Neto, a presidência foi exercida pela diretora executiva do IBGE, Marise Maria Ferreira.

Censo Demográfico - Na semana passada, o IBGE confirmou o adiamento do Censo Demográfico 2021, a maior pesquisa realizada pelo instituto. Segundo comunicado divulgado, a Lei Orçamentária de 2021 foi sancionada sem a recomposição do Orçamento de R$ 2 bilhões para a pesquisa, que ocorre uma vez em cada década.

Tratativas - "O IBGE retomará as tratativas com o Ministério da Economia (ME) para planejamento e promover a realização do Censo em 2022, de acordo com cronograma a ser definido em conjunto com o ME", diz a nota divulgada na última sexta-feira. (Agência Brasil)

FOTO: Fernando Frazão / Agência Brasil

 

CÂMBIO: Dólar fecha em leve alta com expectativas sobre reunião do Fed

cambio 28 04 2021Num dia de mercado internacional retraído, o dólar fechou com leve alta depois de operar em baixa durante quase toda a sessão. A bolsa de valores registrou a primeira queda depois de duas altas e voltou a ficar abaixo dos 120 mil pontos.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (27/04) vendido a R$ 5,461, com alta de R$ 0,013 (+0,27%). A cotação chegou a cair para R$ 5,41 na mínima do dia, por volta das 14h15, mas voltou a subir perto do fim das negociações.

Ações - O mercado de ações teve um dia de pessimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça aos 119.388 pontos, com queda de 1%. O indicador chegou a registrar leve alta durante a manhã, mas consolidou a tendência de baixa ao longo da tarde.

Fed - As negociações foram afetadas pelas expectativas em torno da reunião do Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, que começou hoje e termina amanhã (28). Depois de dias de alívio no mercado internacional, voltaram os temores de que a autoridade monetária dos Estados Unidos aumente os juros antes do previsto por causa da recuperação da maior economia do planeta num cenário de vacinação em massa.

Juros - Com as expectativas, os juros dos títulos de dez anos do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do mundo, voltaram a subir. Taxas mais altas em países desenvolvidos estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, pressionando o dólar e a bolsa. Hoje, a moeda norte-americana subiu contra as principais divisas de mercados emergentes. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Mortes totalizam 395 mil e casos, 14,4 milhões

O total de vidas perdidas para a pandemia do novo coronavírus alcançou 395.022. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 3.086 novos óbitos. Na segunda-feira (26/04), o balanço diário marcava 391.936 pessoas que não resistiram à pandemia.

Investigação - Ainda há 3.692 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

Soma - Já a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 14.441.563. Entre segunda e terça-feira (26 e 27/04), foram confirmados 72.140 novos diagnósticos positivos. Ontem, o painel do Ministério da Saúde marcava 14.369.423 casos acumulados.

Atualização - As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (27/04). O balanço é elaborado com base dos dados sobre casos e mortes levantados pelas autoridades locais de saúde.

Recuperadas - O número de pessoas recuperadas está em 12.992.442. Já a quantidade de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.054.099.

Dados - Os dados em geral são mais baixos no domingo e na segunda-feira porque é há menos trabalhadores para fazer os registros de casos e mortes. Na terça-feira, porém, os dados tendem a ser mais altos porque já que neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (93.842), Rio de Janeiro (43.288), Minas Gerais (32.497), Rio Grande do Sul (24.458) e Paraná (21.805). Já as unidades federativas com menos óbitos são Roraima (1.494), Acre (1.500), Amapá (1.524), Tocantins (2.488) e Alagoas (4.159).

Vacinação - Até o início da noite desta terça-feira (27/04), haviam sido distribuídos 57,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicados 39,8 milhões de doses, sendo 27,7 milhões da primeira e 12,1 milhões da segunda dose. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Boletim confirma mais 3.322 casos de Covid-19 e 157 óbitos

saude II 28 04 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (27/04) mais 3.322 casos e 157 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Estado soma 929.005 casos confirmados e 21.660 óbitos. Há ajustes ao final do texto.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (71), fevereiro (156), março (192) e abril (2.802) de 2021, e dos seguintes meses de 2020: junho (3), julho (4) agosto (4), setembro (1), outubro (4), novembro (5) e dezembro (80).

Internados - O informe relata que 2.408 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.947 em leitos SUS (932 em UTI e 1.015 em enfermaria) e 461 em leitos da rede particular (265 em UTI e 196 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.380 pacientes internados, 918 em leitos UTI e 1.462 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 157 pacientes. São 68 mulheres e 89 homens, com idades que variam de 24 a 95 anos. Os óbitos ocorreram de 25 de dezembro a 26 de abril de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (29), Londrina (16), Maringá (11), Almirante Tamandaré (9), Imbaú (8), Araucária (7), Campo Largo (4), Guarapuava (4), Cianorte (3), Paranaguá (3), Piraquara (3), Quatro Barras (3), Cascavel (2), Contenda (2), Jacarezinho (2), Marialva (2), Medianeira (2), Ortigueira (2), Pinhais (2), Pinhão (2), Pitanga (2), Salto do Itararé (2), Tijucas do Sul (2) e Umuarama (2).

Uma morte - O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Antônio Olinto, Araruna, Bandeirantes, Cambará, Cândido de Abreu, Catanduvas, Colombo, Cruzeiro do Oeste, Dois Vizinhos, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Flor da Serra do Sul, Guaíra, Ibaiti, Ibema, Inácio Martins, Irati, Itaperuçu, Lapa, Mandaguaçu, Mandaguari, Mandirituba, Manoel Ribas, Marechal Cândido Rondon, Palmeira, Palotina, Peabiru, Reserva do Iguaçu, Rio Branco do Ivaí, Sabáudia, São Jerônimo da Serra, Tamboara e Wenceslau Braz.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 5.656 casos de pessoas que não moram no Estado – 143 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Total de exclusões: 4 casos e óbitos de residentes no Paraná.

Um caso e óbito confirmados (F,53) no dia 30/12/2020 em PALOTINA foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,68) no dia 28/03/2021 em GUAÍRA foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,90) no dia 29/07/2020 em RIBEIRÃO DO PINHAL foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (F,0) no dia 31/03/2021 em CASCAVEL foram excluídos por erro de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

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SAÚDE III: Paraná se aproxima de 1 milhão de vacinados com as duas doses contra a Covid-19

saude III 28 04 2021O Paraná ultrapassou 900 mil pessoas que receberam as duas doses da vacina contra a Covid-19 e se aproxima do marco de 1 milhão de cidadãos completamente imunizados. Na noite desta terça-feira (27/04), o número dos duplamente vacinados havia chegado a 903.343 pessoas, o que corresponde a 54,45% dos que já receberam a primeira dose (1.658.736 pessoas).

Percentual - O número de segundas doses aplicadas corresponde a 8,65% da população total do Estado, enquanto o número de primeiras doses representa 15,88%. Segundo o ranking de vacinação da Secretaria Estadual de Saúde, os municípios com maior percentual de população vacinada com ambas as doses são Nova Laranjeiras (18,54%), Tamarana (17,11%), São Jorge D’Oeste (17,04%), Rio Bom (15,99%) e Flórida (15,22%).

Estratégica - “A segunda dose é estratégica. Reforço que é tão importante quanto a primeira para garantir a proteção dos paranaenses contra o vírus e, por isso, é necessário tomar esse reforço na data correta”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Controle - “Também insisto com os prefeitos e secretários municipais de saúde para que possamos ter o controle dessa aplicação na ponta do lápis. É esse controle que vai garantir a imunização completa da população, potencializando a eficácia das vacinas”, destaca o secretário.

Diferença - Parte da diferença no número entre D1 e D2 aplicadas se dá pelo intervalo de tempo entre doses recomendado pelas fabricantes. A CoronaVac, fabricada pela Sinovac e Instituto Butantan, requer 21 dias de intervalo, e a Covishield, da Universidade de Oxford/Astrazeneca/Fiocruz, três meses.

Evasão - No entanto, a evasão da segunda dose também é um problema verificado pelos municípios. No último levantamento do Ministério da Saúde, 1,5 milhão de brasileiros que receberam a primeira dose não voltaram para o reforço na data correta. Segundo a Secretaria etadual de Saúde, no Paraná este número está na faixa de 10% dos que receberam a D1.

Prejuízo - Esse não comparecimento pode prejudicar a imunização da população como um todo, uma vez que as fabricantes garantem seu percentual de eficácia apenas com o ciclo completo da vacinação.

Pedido - “Pedimos a todos que marquem corretamente o retorno da segunda dose. Existem pessoas que não procuraram as unidades de saúde para a segunda dose, e é importante que isso não aconteça para que, ali na frente, a gente possa ter resultados mais favoráveis”, reforça o secretário Beto Preto.

Fase atual - Com a última remessa de imunizantes recebida pelo Paraná, os municípios continuam na vacinação de pessoas a partir de 60 anos e nos profissionais de forças de segurança pública e salvamento e das Forças Armadas. O 14º lote enviado pelo Ministério da Saúde foi composto de 166 mil doses da Covishield e 39.130 da Coronavac. No total, foram 149.459 primeiras doses (72% do total) e 35.149 segundas doses, além da reserva técnica indicada pelo Ministério.

População vacinada - Com as 1.658.736 primeiras doses já aplicadas, o Paraná contemplou 35,79% da população do Plano Estadual de Vacinação. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 


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