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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5059 | 29 de Abril de 2021

ÉTICA E INTEGRIDADE: Sistema S do Paraná promove evento voltado ao compliance

O Sistema S paranaense promoveu, nesta quarta-feira (28/04), a primeira edição do Compliance Day, direcionado aos colaboradores das instituições. Sediado no Campus da Indústria do Sistema Fiep, em Curitiba, com número restrito de convidados, e transmitido pelo Canal da Indústria, no Youtube, o encontro abordou como a ética e a integridade estão relacionadas às ações das instituições participantes.

Participação - Quase 900 pessoas assistiram ao bate-papo on-line mediado por Vitor Tioqueta, diretor-superintendente do Sebrae/PR, que teve a participação dos presidentes das instituições que compõem o Sistema S, além de uma palestra com a filósofa e doutora em Educação, Terezinha Rios.

Papel da família e da educação - Darci Piana, presidente do Sistema Fecomércio e vice-governador do Paraná, iniciou seu discurso ressaltando o papel da família e da educação no desenvolvimento da ética e da moral. “O homem nasce bom e, mesmo que seus valores sejam desviados ao longo do caminho, a essência permanece, e isso tem a ver com a educação que recebemos principalmente da nossa família. A escola deve ser um local de se continuar aquilo que aprendemos em casa”, explica. Ele também acredita que é fundamental que as lideranças tenham consciência de suas responsabilidades em relação ao tema e que demandem de suas equipes para que a ética aconteça e paute as ações das empresas.

Valores morais - O presidente do Sistema Fiep, Carlos Valter Martins Pedro, relacionou o conjunto de valores morais aos objetivos estratégicos da instituição. “A ética tem que ser inabalável. Em um ambiente em que trabalhamos com recursos de terceiros, é impossível atuar sem o tripé formado por ética, integridade e transparência. Não temos como prestar um serviço de qualidade sem prezar por esses valores. E esse é o objetivo da nossa missão”, comenta.

Engajamento - Para que esses conceitos sejam disseminados por toda a instituição, o engajamento da gestão é fundamental. “O comprometimento dos conselhos, dos diretores e dos gerentes deve ser um exemplo para toda a companhia. Não adianta falar de compliance e agir de uma maneira diferente do discurso”, comenta Fernando Morais, presidente da Faciap. Para ele, o conceito, bem como as ações de compliance, devem ser ampliadas nas organizações. “Porém, precisamos ter o cuidado para, ao sermos rígidos nos processos, não engessarmos a empresa; caso contrário, ela não conseguirá atingir seus resultados”, aconselha.

Origem - O Coronel Sérgio Malucelli, presidente da Fetranspar, explicou sobre a origem do compliance, que muitas vezes acaba sendo confundido com combate à corrupção. “Mas não é isso, tem a ver com ética e com exemplo, e deve ser estendido a todos”, explica. Desde que foi implantado, há cerca de cinco anos, na entidade que preside, o programa de compliance vem gerando bons resultados. “Tivemos mais qualidade no atendimento e uma maior transparência para os usuários”, finaliza.

Debate necessário - Embora a definição de compliance tenha relação com o atendimento de normas e leis, debater o tema é necessário, especialmente no momento atual, segundo Ágide Meneguette, presidente do Sistema Faep. “A ética a gente aprende em casa, mas temos que rever nosso sistema de ensino para que isso seja reforçado. Se as pessoas tivessem, de maneira geral, incorporado isso dentro de suas casas, não estaríamos conversando hoje aqui”, reforça.

Importância - José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar, concorda, afirmando que o evento desta terça-feira foi uma manifestação do quanto o Sistema S atribui importância ao tema. Ele também traz algumas iniciativas que podem ser adotadas pelas empresas. “Entre as ações, é necessário ter um código de conduta bem elaborado para que todos pratiquem e conheçam o que está lá escrito; além disso, promover treinamentos, avaliar de forma clara e efetivas as normas que garantem conformidade, e reavaliar processos e mudar o que for preciso, são outros exemplos”, explica.

O desafio de ser ético - Para que a ética seja aplicada nas organizações, é necessário que essa definição seja esclarecida. E para explicar com propriedade o assunto, Terezinha Rios, filósofa e doutora em Educação, conduziu uma palestra sobre o desafio de ser ético. Entre as provocações trazidas, ela questionou o quanto as pessoas, de fato, refletem sobre suas ações. “Muitas vezes olhamos e não vemos, ou vemos, mas não reparamos no que está ao nosso redor. E no período atual, precisamos estar em estado de alerta para reparar naquilo que nos acontece, com o intuito de solucionar os problemas. O convite é olhar de maneira crítica para a realidade. Olhar o mundo, procurando vê-lo com clareza, profundidade e abrangência”, explica.

Moral - Ao diferenciar os conceitos, a filósofa define a moral como um conjunto de normas, regras, leis e valores que orientam a vida das pessoas na sociedade. “Não há sociedade sem moral. Para cada papel social, há determinadas regras e deveres. E é de acordo com a moral que se determina que caminhos seguir e o que fazer. Temos um papel moral quando obedecemos ou desobedecemos à normas”.

Ética - Quando os deveres e responsabilidades são impostos, cabe ao indivíduo questioná-los. E a esse questionamento Terezinha chama de ética. “Quando a moral diz ‘não vá por ali’, a ética diz ‘por que não ir?’. Quando a moral diz que é para o meu bem, a ética dirá que só será para o meu bem se for para o bem comum. Este é o núcleo da ética”, explica. Ou seja, enquanto as leis estão no âmbito da moral, a ética está na reflexão do quanto essas regras têm fundamento no bem comum e abrange princípios como o respeito, a justiça e a solidariedade.

Compliance - E, ao se falar em compliance, é necessário remeter à ética. “Se eu apenas estiver atento às leis para cumpri-las, estou no departamento da moral. O compliance nos pergunta se as leis são construtoras para o bem de todos”, comenta. E, para ela, é isso que deve ser tema de discussão nas instituições. “Estamos fazendo com nosso trabalho a produção do bem comum? Além de cumprir as leis, estamos indo ao encontro dos princípios que devem reger a convivência humana?”, questiona, afirmando, ainda, que a ética não é para tempos fáceis. “Se não estivesse tudo bem, não precisaríamos falar do assunto. Mas precisamos”, finaliza.

Sobre o Sistema S - No Paraná, o Sistema S é formado pelo Serviço Social do Comércio (Sesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Serviço Social do Transporte (Sest), Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Essas instituições estão ligadas às Federações que representam diferentes segmentos econômicos. (Agência Fiep de Notícias)

FOTO: Gelson Bampi / Agência Fiep de Notícias

Confira a galeria de fotos do evento aqui

Clique aqui para conferir na íntegra o evento

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LIVE: Venha conversar sobre ODS com Zeca Simões, nesta sexta-feira

A Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR (Gecoop) promove, nesta sexta-feira (30/04), uma live com o tema “Vamos falar sobre ODS?”, com a presença do mestre em Governança e Sustentabilidade, Zeca Simões. Será a partir das 14h, pela plataforma Zoom, em parceria com o Isae. “O objetivo é incentivar as cooperativas paranaenses a aderir a esse movimento que está se expandindo cada vez mais, a fim de que tenhamos um mundo mais sustentável para todos”, afirmou a analista do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke. De acordo com ela, o evento visa ainda estimular as cooperativas a participar do Dia de Cooperar – Dia C, iniciativa do cooperativismo vinculada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), e motivá-las a inscrever as ações realizadas por meio da campanha. Os projetos do Dia C podem ser implementados ao longo do ano e registrados no site: https://diac.somoscooperativismo.coop.br/dia-c

Balanço - Com o tema “Atitudes simples movem o mundo”, o Dia C é uma mobilização nacional coordenada pelo Sistema OCB e desenvolvida com apoio das organizações estaduais, cuja proposta é estimular iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras. Em 2020, mais de 7,8 milhões de pessoas foram beneficiadas em todo o país, com as mais de 2,8 mil iniciativas e ações realizadas por 2.226 cooperativas e seus mais de 137 mil voluntários. Se forem consideradas as ações focadas no combate ao coronavírus, bem como à redução dos efeitos da Covid-19, o total realizado no ano passado foi 2.159. Ao todo, 1.383 municípios brasileiros registraram a força do voluntariado cooperativista. No Paraná, 212 cooperativas participaram da campanha, com 635 ações, 902.103 beneficiados e 59.267 voluntários.

Sobre o palestrante - Além de mestre em Governança e Sustentabilidade, o palestrante Zeca Simões possui MBA em Negócios, é pós-graduado em Administração e em Metodologia de Ensino Superior e graduado em Marketing. Simões tem experiência corporativa nas áreas de Marketing, Planejamento, Administração, Comunicação, Comercial, T&D e Educação Corporativa e Cooperativa. Ele é responsável por projetos de Universidade Corporativa, LMS, portais educativos e EaD, com atuação em tutoria, produção de conteúdos técnicos, liderança e habilidades. Simões é ainda professor de Programas de MBA, coordenador e docente de pós-graduação, além de consultor educacional especializado em metodologias ativas e consultor convidado do Programa Pequenas Empresas Grandes Negócios (PEGN).

Acesso - Clique aqui para acessar a live. O ID da reunião é 963 4534 6301 e a senha 655076.

 

live 29 04 2021

CRÉDITO: FGCoop realiza AGO

credito 29 04 2021A assembleia geral ordinária do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) aprovou, nesta quarta-feira (28/04), a prestação de contas e demonstrações financeiras do exercício de 2020. O evento ocorreu de forma virtual e contou com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e representantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC).

Performance - O presidente do Conselho de Administração do Fundo, João Carlos Spenthof, comentou a performance das cooperativas de crédito que, em 2020, primeiro ano da crise da covid-19, mostraram sua capacidade de crescer mesmo em contextos difíceis, destacando o saldo positivo do SNCC.

Acima da média - “As cooperativas de crédito conseguiram crescer acima da média dos bancos comerciais e financeiras, tanto na captação de novos depósitos (crescimento de 46,54% em relação a 2019) quanto na concessão de crédito (alta de 36,16%, quando comparado ao ano anterior). Já os bancos comerciais e as financeiras cresceram 38,42% e 38,87%, respectivamente, em igual período. Esses números são mais uma prova de que o cooperativismo financeiro é um grande aliado dos brasileiros, permanecendo forte e estável, especialmente em tempos de incertezas, fato diretamente relacionado à solidez e à confiança das cooperativas do setor, dois atributos que foram e são fortalecidos pela criação do FGCoop”, destaca Spenthof.

Ano desafiador - Além disso, o presidente do Conselho de Administração do FGCoop comentou, também, que 2020 foi um ano desafiador. “Atravessamos bem o período, cumprindo as metas estabelecidas em nosso planejamento estratégico, aperfeiçoando os serviços de monitoramento, assistência financeira e garantia de depósitos. E, vale destacar, que as operações realizadas até aqui foram um sucesso, tanto que não houve processo de garantia de depósitos realizado em 2020, apesar da crise financeira provocada pelo novo coronavírus.

Garantias - Desde o início de suas operações, em 2014, o FGCoop oferece aos brasileiros associados às cooperativas de crédito as mesmas garantias dadas aos clientes dos bancos comerciais, ou seja, a garantia dos depósitos até o montante de R$ 250 mil, por CNPJ ou CPF. Ao se fazer isso, o FGCoop amplia a segurança do SNCC, que hoje tem 98,99% do total de depositantes protegidos pelo Fundo.

2021 - Além dos projetos iniciados em 2020, o FGcoop tem um novo e importante desafio para este ano: aprimorar a estrutura de governança do FGCoop, com base nas melhores práticas da Associação Internacional de Seguradores de Depósitos (Iadi) — instituição à qual somos associados desde 2016 e que representa os fundos garantidores de 86 países. “Ao fazermos essa revisão, além de ficarmos alinhados aos princípios da Iadi, estaremos cumprindo um dos desafios estabelecidos pela AgendaBC# para o cooperativismo financeiro: a melhoria de nossa estrutura de governança”, declarou Spenthof.

Acesse - Clique aqui e confira o relatório de gestão do FGCoop. (OCB)

 

COCAMAR I: Cooperativa no II Congresso Mundial de ILPF

cocamar destaque 29 04 2021Entre as principais incentivadoras de sistemas integrados no país, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial participa, nos dias 4 e 5 de maio (terça e quarta-feira da próxima semana), do II Congresso Mundial sobre Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (WCCLF 2021).

Promoção - Esperando contar com a participação de 800 especialistas de 22 nacionalidades, a iniciativa é do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (Mapa), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação Rede ILPF, Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura (Semagro) e Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul).  

Oportunidade - Em formato totalmente digital, o Congresso é a oportunidade para a troca de experiências e conhecimento, bem como para atualizações sobre os mais recentes resultados de pesquisa, desenvolvimento e inovação em sistemas ILPF no mundo.

Cocamar- A cooperativa terá uma presença robusta no evento. Além de 30 engenheiros agrônomos de seu quadro, que atuam em diversas regiões, o gerente executivo técnico Renato Watanabe compõe a agenda de palestrantes. No dia 4, às 13h50, no painel 2, cujo tema é Soluções e Demandas das Empresas do Agronegócio, Watanabe vai discorrer sobre a importância do cooperativismo na adoção de sistemas de ILPF.

Mais - No mesmo bloco, o presidente da John Deere Brasil, Paulo Herrmann, fala sobre o histórico e o futuro da Associação Rede ILPF, enquanto o gestor da mesma, Renato Rodrigues, aborda intensificação sustentável da produção de alimentos e ILPF.

Objetivo - De acordo com os organizadores, o principal objetivo da realização é propiciar um fórum de discussão, com aprofundamento teórico e aplicações práticas sobre aspectos tecnológicos e de sustentabilidade econômica e ambiental de sistemas agrícolas consorciados que combinem a produção integrada da lavoura, da pecuária e da floresta na mesma área e com uso eficiente de insumos.

Saiba mais - Mais informações no site www.wcclf2021.com.br. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Estadão mostra programa de renovação com soja

cocamar II clique II 29 03 2021O caderno Brasil É Agro, veiculado na edição de quarta-feira (28/04) pelo jornal O Estado de S. Paulo, trouxe uma reportagem especial sobre o programa de renovação de áreas de canaviais implementado pela Cocamar em parceria com três usinas na região oeste paulista.

Depoimentos - Assinada pela jornalista Tânia Rabello, a matéria traz depoimentos do gerente de negócios da Cocamar, Marco Antônio de Paula, do diretor-superintendente da usina Cocal, Paulo Adalberto Zanetti, e de vários produtores ligados à cooperativa.

Formato - Destaque é para o formato da parceria, em que a Cocamar arrenda terras das usinas e as repassa para seus cooperados, oferecendo a eles a oportunidade de ampliarem seus cultivos. A cooperativa fornece insumos, presta assistência técnica nas lavouras e recebe a produção em suas unidades localizadas em Iepê e Maracaí.

Aumento - Foram 5,2 mil hectares na negociação com a Cocal no primeiro ano, na safra 2019/20, cultivadas por 19 cooperados; na recente safra 2020/21, a área saltou para mais de 25 mil hectares, com a adesão de outras duas usinas.

Perspectivas - Segundo o coordenador, o programa começa a desdobrar-se também para promover a reforma de pastagens degradadas em sistema de integração lavoura-pecuária. Sua previsão é que para o próximo ano a área continue em forte expansão, chegando inclusive a outros estados. (Imprensa Cocamar)

Clique aqui e acesse na íntegra o caderno Brasil é Agro

 

UNIMED APUCARANA: Cooperativa lança ação promocional para o mês das Mães

unimed apucarana 29 04 2021Para marcar o Dia das Mães, a Unimed Apucarana preparou uma ação com descontos especiais para todo o mês, com o tema “Cuidar de quem você ama. #Esseéoplano.” Até o próximo 24 de maio, serão oferecidos descontos de até 20% nas 12 primeiras mensalidades, para contratos Pessoa Física, nos planos local ou estadual, individual ou familiar, com acomodação em enfermaria ou apartamento e coparticipação de 50%. “Uma oportunidade para presentear não só as mães, mas toda família”, declara Tatiane Uchoas, gerente de Mercado da Unimed Apucarana.

Mais informações- Para mais informações sobre a promoção Mês das Mães, entre em contato com o setor Comercial pelo fone 43 3420 8542, em Apucarana (PR), e 43 3472 7500 em Ivaiporã (PR). Ou faça uma visita à sede da Unimed Apucarana e escritório de Ivaiporã. (Imprensa Unimed Apucarana)

 

IPEA: Instituto lança publicação "Mercados e Preços Agropecuários" com webinar

Nesta quinta-feira (29/04), às 14h30, será realizado o Webinar: Lançamento da Nota de Conjuntura Mercados e Preços Agropecuários. Sob a coordenação do diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Castro de Souza Júnior, e da editora da Carta de Conjuntura Agro e pesquisadora associada da instituição, Ana Cecília Kreter, o evento tem como objetivo apresentar a publicação "Mercados e Preços Agropecuários", que substitui a Carta de Conjuntura, seção Agropecuária, divulgada trimestralmente pelo Ipea.

Acompanhamento - O documento apresenta o acompanhamento dos preços domésticos e internacionais e o balanço de oferta e demanda dos 15 principais produtos agropecuários brasileiros, que são os mais representativos para o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário, para a balança comercial e para o abastecimento do mercado doméstico. Esta edição conta com a participação do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Abertura - A abertura do evento contará com a participação do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Carlos von Doellinger, do assessor especial da Ministra de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Soria Bastos Filho, e do diretor da Diretoria de Política Agrícola e Informações (Dipai/Conab), Sérgio De Zen.

Palestrantes - O webinar terá como palestrantes o superintendente da Superintendência de Gestão de Oferta da Companhia Nacional do Abastecimento (Sugof/Conab), Allan Silveira, a pesquisadora do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), Nicole Rennó, e a editora da Carta de Conjuntura Agro e pesquisadora associada do Ipea, Ana Cecília Kreter.

Inscrição - Inscreva-se pelo endereço eletrônico http://ipea.webex.com/ipea-pt/onstage/g.php?MTID=e7b45dae29910f832264d03c95be29508 Para participar, acesse "Registrar" no status do evento e preencha seus dados. Você receberá um e-mail confirmando sua inscrição para o evento. No horário de início basta acessar o link enviado para você. (Assessoria de Comunicação do Ipea)

ipea 29 04 2021

 

FLORESTAS: História e avanços da pesquisa com eucalipto no Brasil são tema de livro da Embrapa

florestas 29 04 2021"O eucalipto e a Embrapa: quatro décadas de pesquisa e desenvolvimento" (clique para baixar), livro lançado na solenidade de aniversário de 48 anos da Embrapa, faz um resgate das distintas linhas de pesquisa realizadas com o eucalipto, gênero mais utilizado em plantios florestais com fins produtivos no País.

Resultados - O livro, com mais de mil páginas, traz os resultados de esforços conjuntos de 105 autores na descrição de conhecimentos e tecnologias para o setor florestal brasileiro. Os resultados destas pesquisas têm contribuído para colocar o Brasil como referência na silvicultura de eucalipto e evidenciam o retorno tecnológico gerado pela pesquisa científica para o uso sustentável da terra.

Trabalho - Com edição técnica de Edilson Batista de Oliveira e José Elidney Pinto Júnior, pesquisadores da Embrapa Florestas, o livro reúne o trabalho de 21 Unidades da Embrapa e conta com texto de apresentação de Antônio Paulo Mendes Galvão, ex-chefe da Embrapa Florestas, e principal articulador da criação desta Unidade da Embrapa. Destaque para o prefácio de Alysson Paolinelli, um dos responsáveis pela criação da Embrapa, e por modernizar e expandir a empresa quando ocupou o cargo de Ministro da Agricultura, na década de 1970. Devido à relevância de sua trajetória para a segurança alimentar mundial, Paolinelli foi indicado para concorrer ao Prêmio Nobel da Paz 2021.

Capítulos - O livro reúne 35 capítulos com informações resultantes da pesquisa que se iniciou com o esforço conjunto multi-institucional e que possibilitou que a Embrapa Florestas, no início da década de 1980, buscasse sementes de eucaliptos e corímbias na Austrália e Indonésia, locais de origem do eucalipto, e renovasse, com uma rede inicial com aproximadamente 240 experimentos distribuídos em diversos estados do País, a base genética utilizada hoje em muitas plantações. Aborda, também, as tecnologias que possibilitaram a criação de um sistema de produção altamente inovador, que tornou o Brasil referência mundial em produtividade e silvicultura do eucalipto.

Reavaliações - Conforme destacado pelos editores, a alta produtividade da eucaliptocultura exigiu da própria pesquisa científica reavaliações sobre as questões ambientais. Uma demanda da sociedade, por exemplo, é relacionada aos tipos de impactos ambientais dos plantios de eucalipto em contraponto à sustentabilidade das plantações florestais. A ciência tem mostrado que tais impactos são pequenos em relação aos de outras culturas agrícolas, inclusive apontando diversos serviços ambientais proporcionados pelo cultivo do eucalipto. Estes pontos são abordados no livro, que trata ainda de genética, mudanças climáticas, uso do solo, nutrição, serviços ambientais, restauração florestal, geração de renda, abelhas, nanotecnologia, pragas e doenças, sementes, mudas, softwares, geração de energia, integração lavoura-pecuária-floresta, entre diversas informações e referências bibliográficas.

Transversatilidade - Presente em todos os biomas, o eucalipto possui grande transversalidade e importância para o agronegócio. “Cultivado em propriedades rurais familiares até grandes empresas, tanto em monocultivos como em sistemas integrados, o gênero se tornou o mais plantado no País, gerando milhões de empregos diretos, indiretos e resultantes do efeito-renda, e receita de bilhões de dólares. Diversos serviços ambientais são prestados, com destaque para a captura de gases de efeito estufa e para os vários serviços decorrentes dos sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta, como conforto térmico para o gado, que têm mostrado aumento da rentabilidade econômica pela elevação da produtividade animal e pela produção de madeira. Fundamental é a sua importância na redução da pressão sobre florestas naturais, evitando desmatamentos para obtenção de matéria-prima, em especial madeira para múltiplas finalidades”, destacam os editores.

Digital - O livro foi editado em formato digital e está disponível para download gratuito.

Unidades - Unidades da Embrapa que participam da publicação: Embrapa Acre, Embrapa Agrobiologia, Embrapa Agroenergia, Embrapa Agroindústria de Alimentos, Embrapa Agrossilvipastoril, Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Arroz e Feijão, Embrapa Clima Temperado, Embrapa Florestas, Embrapa Gado de Corte, Embrapa Gado de Leite, Embrapa Informática Agropecuária, Embrapa Meio Ambiente, Embrapa Milho e Sorgo, Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Pecuária Sul, Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Embrapa Rondônia, Embrapa Semiárido e Embrapa Solos. (Assessoria de Comunicação da Embrapa Florestas)

 

PESQUISA: Embrapa completa 48 anos promovendo a agricultura movida a ciência

pesquisa 29 04 2021Há 48 anos, o Brasil assumiu o desafio de promover um modelo de agricultura e pecuária tropical genuinamente brasileiro, superando as barreiras que limitavam a produção de alimentos, fibras e energia no nosso País. O marco foi a criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em 26 de abril de 1973, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Nesta quarta-feira (28/04), o aniversário da Embrapa foi comemorado em um evento virtual com a participação da ministra Tereza Cristina, que foi homenageada na categoria institucional.

Potência agroambiental - “O Brasil é uma potência agroambiental graças à participação da Embrapa com uma agricultura movida a ciência. Temos orgulho, como brasileiros, de ter uma empresa protagonista na segurança alimentar. Convoco os mais de 2,4 mil pesquisadores para os desafios dos próximos 48 anos”, disse a ministra ao parabenizar a Embrapa durante a cerimônia.

Desenvolvimento tecnológico - O desenvolvimento tecnológico da agricultura e pecuária nacionais também foi destacado pelo secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, que preside o conselho da Embrapa: “Na década de 1970 tivemos uma revolução a partir da pesquisa, inovação, tecnologia e ciência aplicada. Fizemos com que o peso da cesta básica tenha diminuído para o brasileiro, sendo uma das maiores políticas de Estado do país. A Embrapa, agora, contribui com a revolução século XXI com uma agricultura 5.0, digital e de precisão”.

Alimentos - À época da criação da Embrapa o Brasil importava alimentos básicos como leite e carne. Atualmente, a produção nacional é responsável por garantir acesso à alimentação de cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo a partir da saúde animal, sanidade vegetal, segurança dos alimentos e sustentabilidade na produção. As pesquisas, ações e programas da Embrapa ajudaram a transformar o Brasil e torná-lo um dos maiores celeiros do mundo, sendo uma das agropecuárias mais eficientes e sustentáveis do planeta. O setor é responsável por mais de 20% do PIB nacional, somando mais de R$ 871,3 bilhões em 2020 em produção.

Novas tecnologias - Durante a cerimônia virtual, o presidente da Embrapa, Celso Moretti, anunciou seis novas tecnologias para uso nas próximas safras agrícolas e na aquicultura. Entre elas, o bioinsumo Auras, bioproduto feito com uma bactéria encontrada no mandacaru, espécie de cacto comum no semiárido brasileiro, que promove maior resiliência e capacidade de adaptação das plantas ao estresse hídrico. Os primeiros testes estão sendo feitos com o milho, mas a intenção é ampliar para outras culturas.

Escolha - “São tecnologias escolhidas a dedo para os 48 anos da Empresa e estão relacionadas às cadeias produtivas da soja, do leite, do algodão, do açaí, à aquicultura e também à bioeconomia, com o lançamento do bioproduto Auras. Eu não tenho dúvidas que este bioproduto irá transpor as fronteiras do Brasil e ajudará diferentes culturas na convivência com a seca, como é o caso do Semiárido brasileiro”, complementou.

Ano difícil - Moretti afirmou que 2020 foi um ano difícil para a Empresa, causado por restrições orçamentárias e pela pandemia da Covid-19. No entanto, a Embrapa mostrou ser possível continuar fazendo importantes entregas para a sociedade brasileira e os dados do Balanço Social demostram este alcance de resultados.

Impacto econômico - “A partir do cálculo do impacto econômico do uso de 152 tecnologias, geramos R$ 56 bilhões, além de mais R$ 4 bilhões gerados a partir das 122 cultivares que colocamos à disposição do produtor brasileiro de frutas, hortaliças, soja, trigo, algodão, entre outras culturas, e mais R$ 1 bilhão calculado a partir dos indicadores sociais e laborais”, detalhou Moretti ao falar sobre os resultados do Balanço Social de 2020, que gerou um lucro social total de R$ 61,85 bilhões.

Sociedade - A cada real investido pelo Governo Federal, a Embrapa devolveu à sociedade R$ 17,77 reais. O valor é obtido a partir do cálculo do impacto econômico de uma amostra de tecnologias adotadas pelo agronegócio brasileiro e de cultivares desenvolvidas pela Empresa. (Mapa)

FOTO: Antônio Araujo / Mapa

 

BRDE: Banco e Embrapii apoiam empresas com projetos de inovação

brde 29 04 2021O convênio entre o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) está com novas ações para fomentar e apoiar cada vez mais projetos de inovação no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A parceria tem foco em projetos empresariais de pesquisa, desenvolvimento e inovação, também conhecidos como PD&I.

Ciência - “Nós queremos que a ciência, por meio da pesquisa e inovação, traga muitos frutos para o Sul. Por isso essa parceria com a Embrapii ganha relevância. Temos a oportunidade de viabilizar projetos de extrema importância à região”, afirma o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley.

Financiamento - O apoio do banco se dará por meio do financiamento reembolsável às empresas industriais, no âmbito das linhas de inovação operadas pelo BRDE que apresentem características compatíveis com a demanda do projeto. Já a Embrapii fará a intermediação entre empresas industriais, Unidades Embrapii e BRDE.

Fortalecimento - “Nós queremos cada vez mais fortalecer e ampliar projetos nessa parceria com o BRDE”, destaca a coordenadora de Relações com o Mercado da Embrapii, Ana Arroio.

Novas ações- “Novas ações foram planejadas para que esse convênio cujos benefícios são indiscutíveis seja cada vez mais conhecido e utilizado pelas empresas. É o BRDE mais uma vez mostrando o seu papel na inovação e desenvolvimento do Sul”, conclui Bley.

Embrapii - A Embrapii é uma Organização Social qualificada pelo Poder Público Federal que desde 2013 apoia instituições de pesquisa tecnológica, fomentando a inovação na indústria brasileira.

Oportunidades - A contratação da Embrapii parte do reconhecimento das oportunidades de exploração das sinergias entre instituições de pesquisa tecnológica e empresas industriais, em prol do fortalecimento da capacidade de inovação brasileira. Ela tem por missão apoiar instituições de pesquisa tecnológica, em selecionadas áreas de competência, para que executem projetos de desenvolvimento de pesquisa tecnológica para inovação, em cooperação com empresas do setor industrial.

Cooperação - A empresa atua por meio da cooperação com instituições de pesquisa científica e tecnológica, públicas ou privadas, tendo como foco as demandas empresariais e como alvo o compartilhamento de risco na fase pré-competitiva da inovação. Ao compartilhar riscos de projetos com as empresas, tem objetivo de estimular o setor industrial a inovar mais e com maior intensidade tecnológica para, assim, potencializar a força competitiva das empresas tanto no mercado interno como no mercado internacional.

BRDE - O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é uma instituição de fomento criada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o objetivo de fazer a região prosperar. É signatário do Pacto Global da ONU e opera em sintonia com os ODS.

Recursos internacionais - O BRDE também conta com recursos internacionais da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Europeu de Investimento (BEI) para o financiamento de projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. É agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine) em todo o território nacional.

Projetos - O banco apoia projetos culturais, sociais e esportivos que beneficiam milhares de pessoas e instituições, por meio das leis de incentivo. Em 2020, financiou R$ 3,3 bilhões para projetos na Região Sul que beneficiam todos os portes de empresas e setores da economia.

Longo prazo - A instituição oferece crédito de longo prazo para viabilizar investimentos a empresas de todos os setores e portes, cooperativas, produtores rurais e prefeituras, mantendo acordos com instituições internacionais de fomento para ampliar as fontes de recursos à disposição dos clientes. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

CAGED I: Brasil gera 184 mil novos empregos formais em março

caged I 29 04 2021O Brasil gerou 184.140 novos postos de trabalho em março deste ano, resultado de 1.608.007 admissões e de 1.423.867 desligamentos de empregos com carteira assinada. Os dados são do Ministério da Economia, que divulgou nesta quarta-feira (28/04) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged.

Vacinação - O resultado foi comemorado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele acredita que, com a vacinação da população contra covid-19, o país está retomando o crescimento econômico sustentável, com destaque para o setor de serviços.

Reação - “Ao contrário da primeira onda [da pandemia de covid-19] que nos atingiu no ano passado e destruiu 276 mil empregos em março, a nossa reação à segunda onda, agora, foi a criação de 184 mil novos empregos no setor formal. E o grande destaque é o setor que tinha sido mais golpeado durante toda a pandemia, o setor de serviços, com praticamente a metade, 95 mil empregos formais. O último setor da economia que estava no chão se levantou”, disse, durante coletiva virtual para divulgar os dados.

Estoque - O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 40.200.042, em março, o que representa uma variação de 1,46% em relação ao mês anterior.

Acumulado - No acumulado de 2021, foi registrado saldo de 837.074 empregos, decorrente de 4.940.568 admissões e de 4.103.494 desligamentos até março.

Dados isolados - No mês passado, os dados apresentam saldo positivo no nível de emprego nos cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, com a criação de 95.553 postos, distribuído principalmente nas atividades da administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde e serviços sociais; indústria geral, que criou 42.150 novos empregos, concentrados na indústria de transformação; construção, saldo positivo de 25.020 postos; comércio, mais 17.986 postos de trabalho gerados; e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que registrou 3.535 novos trabalhadores.

Regiões - Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego, sendo que houve aumento de trabalho formal em 23 das 27 unidades da Federação. Os destaques são para São Paulo com a abertura de 50.940 postos, aumento de 0,41%; Minas Gerais que criou 35.592 novas vagas (0,84%); e Santa Catarina, com saldo positivo de 20.729 postos (0,93%).

Saldo negativo - Os estados com saldo negativo de empregos em março são Alagoas, que teve o fechamento de 8.310 postos, queda de 2,36%; Pernambuco, com saldo negativo de 2.762 postos, diminuição de 0,22%; e Ceará, que encerrou o mês passado com menos 1.564 postos de trabalho formal, queda de 0,13%.

Salário médio - Para o conjunto do território nacional, o salário médio de admissão em março de 2021 foi de R$ 1.802,65. Comparado ao mês anterior, houve aumento real de R$ 60,76 no salário médio de admissão, uma variação positiva de 3,49%.

Estatísticas completas - As estatísticas completas do Novo Caged estão disponíveis na página do Ministério da Economia. Os dados também podem ser consultados no Painel de Informações do Novo Caged. (Agência Brasil)

 

CAGED II: Com quase 80 mil vagas, Paraná fecha trimestre entre os que mais empregam no País

caged II 29 04-2021O Paraná fechou o primeiro trimestre entre os cinco estados que mais abriram vagas formais em 2021, respondendo por 9% de toda a geração de empregos com carteira assinada no País. Foram criados 78.484 postos no período, já considerando os ajustes técnicos realizados pelo Ministério da Economia – 25.351 em janeiro, 41.626 em fevereiro e 11.507 em março. Os números do mês passado foram divulgados nesta quarta-feira (28/04) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Desempenho superior - Apenas São Paulo (253.460), Minas Gerais (108.109) e Santa Catarina (87.127) tiveram desempenho superior no recorte de 90 dias.

Capacidade de recuperação - “O Paraná mostra mais uma vez a rápida capacidade de recuperação da economia. São três resultados positivos em sequência no ano, com a contratação de quase 80 mil pessoas. O desempenho consolida o Estado como um dos protagonistas na retomada do crescimento do País”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O empenho de todos no Governo está voltado para a geração de emprego e renda para os paranaenses. Essa é a melhor política social que existe”.

Admissões - O governador lembrou ainda que o Paraná apresentou mais admissões em nove dos últimos doze meses e que os dados consolidados de março apontam para o sucesso das políticas públicas adotadas pelo Estado, como o fortalecimento das Agências do Trabalhador (agora com oferta de crédito), a modernização da Junta Comercial e a retomada de programas que fizeram sucesso no ano passado, como o Feito no Paraná e o Compra Direta.

Carteiras assinadas - “Tivemos mais de 11 mil carteiras assinadas no mês de maior impacto das medidas restritivas por causa da Covid-19. Esse conjunto de informações mostra que estamos no caminho certo”, comentou o governador. "A expectiativa é que os pacotes econômico e social e os investimentos públicos auxiliem o Estado a crescer ainda mais nos próximos meses".

Reflexo - O resultado de março, segundo o Caged, é reflexo de 126.517 contratações e 115.010 desligamentos. Representa um aumento expressivo em relação ao mesmo mês do ano passado, quando os primeiros casos de coronavírus foram anunciados no Paraná – foram fechadas 25.351 vagas formais naquele mês de 2020. Sozinho, o Estado gerou mais empregos em março do que duas regiões brasileiras: Norte (8.944) e Nordeste (4.790).

Continuidade - As vagas abertas neste ano dão continuidade ao desempenho positivo conquistado ao longo de 2020. O Paraná abriu 52.670 vagas de emprego no ano passado, mesmo em um ano marcado pela crise econômica decorrente do coronavírus. Foi o segundo melhor resultado do País, com apenas 380 contratações a menos do que Santa Catarina. O Estado foi responsável por 36,9% do resultado nacional em 2020, de 142.690 novas vagas.

Setores - Os setores que mais se destacaram em março no Paraná foram o da Indústria Geral (5.572 postos), com maior participação da Indústria de Transformação (5.414), Comércio (2.068), Construção (1.884), Agricultura (1.319) e Serviços (664).

Indústria de Transformação - “A Indústria da Transformação foi muito bem novamente, o que alavanca outros setores da economia. O comércio, mesmo sofrendo com as restrições em virtude da pandemia, vem se adaptando para manter a geração de emprego”, disse Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho.

Municípios - Segundo o Caged, os 15 municípios que mais geraram empregos em março foram Cascavel (598), Londrina (567), Toledo (526), Cambé (491), Apucarana (403), Araucária (341), Pato Branco (315), Ibiporã (313), Arapongas (306), Paraíso do Norte (279), São Mateus do Sul (253), Rolândia e Umuarama (245), Palotina (226) e São José dos Pinhais (202). Os resultados também foram expressivos em Medianeira (199), Palmas (166), Ortigueira (164) e União da Vitória (162).

Curitiba - Já Curitiba, líder em fevereiro com mais de 13 mil contratações de saldo, caminhou na contramão, com o fechamento de 104 vagas no mês passado.

Boa perspectiva - “Este resultado mantém a boa perspectiva do Governo no cenário da recuperação de empregos. É o esforço coletivo de toda a equipe para incentivar a abertura de novas vagas junto as empresas parcerias, o que se torna efeito da política ativa de estímulos adotada em nossa gestão”, disse o secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

Nacional - O Brasil gerou 184.140 empregos em março. De acordo com o Caged, foram contratados 1.608.007 trabalhadores formais e demitidos 1.423.867. No acumulado do ano, foi registrado saldo de 837.074 postos, decorrente de 4.940.568 contratações e de 4.103.494 demissões.

Setores - Os setores que mais se destacaram no mês foram Serviços (95.553), Indústria (42.150), Construção (25.020), Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas (17.986) e Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aquicultura (3.535). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jose Fernando Ogura / AEN

 

CÂMBIO: Dólar fecha abaixo de R$ 5,40 pela primeira vez desde fevereiro

cambio 29 04 2021Em um dia de otimismo no mercado internacional, o dólar teve queda expressiva e fechou abaixo de R$ 5,40 pela primeira vez desde fevereiro. A bolsa de valores recuperou-se da queda de terça-feira (27/04) e fechou no nível mais alto em quase duas semanas.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (28/04) vendido a R$ 5,362, com recuo de R$ 0,10 (-1,82%). A moeda norte-americana operou em queda durante toda a sessão, mas intensificou o recuo durante a tarde, depois que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) divulgou o resultado da reunião dos últimos dois dias.

Queda acumulada - Na menor cotação desde 2 de fevereiro, quando tinha fechado a R$ 5,355, a divisa acumula queda de 4,7% em abril. No ano, o dólar acumula alta de 3,33%. Nesta quarta, o real teve o melhor desempenho entre as principais moedas de países emergentes.

Ações - A euforia no câmbio estendeu-se ao mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta quarta aos 121.052 pontos, com alta de 1,39%. Além da repercussão da decisão do Fed, o indicador foi impulsionado por ações de bancos, após a divulgação do balanço de instituições financeiras.

Fed - Nesta quarta-feira, o presidente do Fed, o Banco Central dos Estados Unidos, Jerome Powell, confirmou que o órgão continuará a dar “apoio poderoso” à economia norte-americana, mantendo os juros básicos da maior economia do planeta entre 0% e 0,25% ao ano. Powell indicou que o Fed não subirá tão cedo as taxas, apesar de dados de inflação e de recuperação do emprego maiores que o previsto.

Impacto - Embora tenha beneficiado países emergentes, como o Brasil, a declaração de Powell não foi tão bem recebida nas bolsas norte-americanas. Os três principais índices de Wall Street fecharam em baixa nesta quarta-feira. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

TRÂNSITO: Detran alerta sobre mudança no prazo para exame toxicológico periódico

transito 29 04 2021O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) prorrogou os prazos para a realização do exame toxicológico periódico para o condutor habilitado nas categorias C, D e E. As novas datas foram decididas por conta da pandemia e o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) já atualizou o e-book com respostas sobre mudanças no exame toxicológico.

Deliberação - A Deliberação Contran nº 222, de 27 de abril de 2021, estabelece novos prazos, escalonados ao longo do ano de 2021, de modo a permitir que o condutor habilitado nas categorias C, D e E possa fazer o exame com segurança para si próprio e para os funcionários dos postos de coleta dos laboratórios credenciados.

Multa - Motoristas que exercem atividade remunerada, com data de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) anterior ao dia 12 de outubro de 2023, não serão multados com base no parágrafo único do art. 165-B do CTB no momento da renovação da habilitação pela não realização do exame. Porém, todos os condutores que forem flagrados conduzindo veículo das categorias C, D ou E sem ter realizado o exame toxicológico periódico, de acordo com a tabela abaixo, estarão sujeitos à infração prevista no art. 165-B.

Tabela - O condutor das categorias C, D ou E deverão observar a tabela e, conforme a data de validade de sua CNH, verificar qual o prazo limite para o exame toxicológico periódico. Além de regularizar sua situação perante a legislação de trânsito, o condutor pode aproveitar o exame periódico para a renovação da CNH, se esta ocorrer em até 90 dias após a data da coleta da amostra. Se a coleta ocorrer há mais de 90 dias, o motorista precisará fazer um novo teste.

Validade - Agentes da autoridade de trânsito deverão observar a validade da CNH do condutor das categorias C, D e E e comparar com a tabela abaixo, independente de os prazos de validade do documento terem sido prorrogados ou não.

Laboratórios - Os laboratórios credenciados em todo o País deverão inserir no sistema Renach (https://cnh.digital/renach/) a informação, em até 24 horas, da data e hora da coleta do exame. Desta forma, os condutores, até o resultado do exame, poderão continuar conduzindo o veículo sem incorrer na infração prevista no art. 165-B do CTB, que é caracterizada durante a condução dos veículos dessas categorias.

Prazo - Além disso, os laboratórios terão um prazo de até 25 dias, contados a partir da data da coleta, para incluir o resultado do exame no Renach. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira AQUI a tabela com o vencimento da CNH e o limite para regularização.

Confira o e-book do Detran-PR AQUI.

FOTO: Geraldo Bubniak/AEN

 

LEGISLATIVO: Projeto da regularização fundiária tem votação adiada

legislativo 29 04 2021Depois do apelo de senadores, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, decidiu adiar a votação do projeto de lei que altera regras de regularização fundiária da ocupação de terras da União e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A retirada de pauta foi solicitada pelos senadores para que haja mais tempo de análise, debate e negociação sobre o texto. O autor do PL 510/2021, senador Irajá (PSD-TO), e o relator, senador Carlos Fávaro (PSD-MT), concordaram com o adiamento, mas apontaram a importância e urgência da matéria.

Fortalecimento - “A terra sem dono é uma terra sem lei. E é nesse sentido que o projeto fortalece o combate ao desmatamento e às queimadas ilegais, uma vez que os órgãos de fiscalização, de controle, como o Ibama, o Ministério do Trabalho e também o Incra, entre outros, poderão identificar e punir os verdadeiros autores de eventuais crimes ambientais cometidos nessas áreas. Serão áreas de posse e domínio de um proprietário privado cujo CPF está ligado a essa área. A proposta também corrige uma injustiça histórica com mais de 300 mil famílias de pequenos produtores rurais, especialmente aquelas localizadas nos sete estados do bioma amazônico brasileiro, entre eles o meu estado de Tocantins, que aguardam, há décadas, o título das suas terras, há 20, 30, 40, 50 anos”, afirmou Irajá.

Resgate - No projeto, Irajá resgata pontos de seu relatório sobre a Medida Provisória 910/2019, que perdeu a validade em maio de 2020 porque não foi votada dentro do prazo. O projeto altera a Lei 11.952, de 2009, e unifica a legislação de regularização fundiária para todo o país. Os senadores já apresentaram 98 emendas à proposta e poderão apresentar outras até que a matéria volte à pauta de votações. Todas terão que ser avaliadas pelo relator.

Audiência pública - Fávaro disse que os senadores não vão “passar a mão na cabeça de grileiros” nem beneficiar latifundiários. Ele anunciou participação na audiência pública que a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) vai promover nesta quinta-feira (29/04).

Meio ambiente - “Não encontrei neste projeto uma única frase que precariza o meio ambiente. Na realidade, ao titular a terra e colocar o CPF de um cidadão, nós vamos trazendo a regularidade ambiental. É muito cômodo a grileiros de terras públicas ficarem no anonimato, porque a ele não se imputa a regularização ambiental prevista no Código Florestal, porque nós não conseguimos identificá-lo. Nós vamos debater, devemos ampliar esse debate”, afirmou Fávaro, pedindo a votação do projeto na próxima semana.

Críticas - Antes, vários senadores já haviam pedido a retirada de pauta, alguns com duras críticas à proposta, como a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA). Ela disse que o PL 510/2021 é “extremamente polêmico” e que há resistência a ele por parte de muitas entidades ambientais. Para a senadora, a proposta deveria ser debatida antes na CRA e na Comissão de Meio Ambiente (CMA).

Contramão - “A gente acabou de ter agora a Cúpula do Clima. Esse projeto sendo hoje colocado na Ordem do Dia e aprovado, ele vai na contramão daquilo que nós esperamos na verdade ter do Congresso Nacional em relação às ajudas internacionais. O Brasil infelizmente tem sido referência daquilo que é ruim na política ambiental”, disse Eliziane Gama.

Responsável - O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) elogiou o adiamento da votação e disse que todos os senadores querem regularizar terras para produtores rurais, mas de maneira responsável. O senador Rogério Carvalho (PT-SE) concordou que a matéria precisa ser mais bem debatida e negociada entre os senadores.

Projeto - “É um projeto que mexe em diversos, diferentes dispositivos legais, desde regulação fundiária, até administração, alienação, transferência e gestão de imóveis da união, e ainda transferência de domínio aos Estados de terras pertencentes à União, ou seja, é muito diversificado o alcance e a mexida que a gente vai dar”, disse Rogério Carvalho.

Conflitos agrários - Os senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Mecias de Jesus (Republicanos-RR) elogiaram o PL 510/2021 por entenderem que a proposta vai ajudar o país a regularizar terras e diminuir os conflitos fundiários. “Este projeto representa o maior programa de proteção ambiental e econômico do Brasil, porque tudo o que o desmatador quer é permanecer no limbo da ilegalidade, às sombras, sem ser conhecido, sem ter o título em seu nome, sem ter regularização fundiária. Quem coloca o CPF na sua terra protege a floresta, protege o meio ambiente”, disse Marcos Rogério.

Desenvolvimento sustentável - Ao anunciar a retirada da proposta de pauta para que seja mais debatida, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que a Casa tem compromisso com o desenvolvimento sustentável. “É importante que a sociedade saiba disso: o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, com uma regularização fundiária que também possa se adequar às questões de preservação do meio ambiente”, afirmou Pacheco, enquanto conduzia a sessão.

Convite - O presidente da CRA, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), convidou os colegas para a audiência pública da comissão desta quinta-feira (29/04) e disse que a regularização fundiária é de extrema importância, principalmente para a região Norte.

Especificidades - O senador Paulo Rocha (PT-PA) disse que a regularização fundiária precisa levar em conta as especificidades de cada região do país. 

Participantes - Também debateram o projeto os senadores Lucas Barreto (PSD-AP), Jorge Kajuru (Podemos-GO), Izalci Lucas (PSDB-DF), Jean Paul Prates (PT-RN) e outros.

Marco temporal - A proposta modifica o marco temporal para a comprovação da ocupação da terra. Segundo o texto, o interessado deverá comprovar “o exercício de ocupação e de exploração direta, mansa e pacífica, por si ou por seus antecessores, anteriores a 25 de maio de 2012”. Atualmente, para regularizar a terra, o ocupante precisa comprovar que estava na terra antes de 22 de julho de 2008. Pelo texto, a regra valerá para propriedades com até 2.500 hectares. 

Outro imóvel - O projeto permite a regularização fundiária por quem já é proprietário de outro imóvel rural desde que a soma com a área a ser regularizada não ultrapasse o limite de 2.500 hectares. 

Caminho - Também será possível abrir caminho para a regularização fundiária de requerente que já tenha sido beneficiado por programa de reforma agrária ou regularização fundiária, desde que não ocupe o imóvel há mais de 15 anos. E o beneficiário que vender, transferir ou negociar por qualquer meio o título poderá ser beneficiado novamente em programas de reforma agrária ou de regularização fundiária futuras. 

Vias administrativas - Irajá propõe que se acrescente um dispositivo para definir que a infração ambiental somente se caracteriza se a conduta lesiva ao meio ambiente for comprovada por meio do esgotamento das vias administrativas. Segundo o autor do projeto, a ideia é desburocratizar a titulação de terras em processo de regularização. 

Passivo - Segundo Irajá, o Brasil tem um passivo de 10,5 milhões de hectares à espera de regularização fundiária: “São 147 mil propriedades rurais, sendo que 99% dessas 147 mil propriedades são de pequeno e médio porte, ou seja, com menos de mil hectares”, afirma na justificação do projeto. (Agência Senado)

FOTO: Leopoldo Silva / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 14,5 milhões de casos e 398 mil óbitos

De acordo com a última atualização de dados sobre a pandemia, o número de pessoas infectadas desde a chegada do coronavírus ao Brasil soma 14.521.289. Em 24 horas, foram acrescidas às estatísticas 79.726 confirmações de diagnósticos positivos de covid-19. Na terça-feira (27/04), o painel do Ministério da Saúde marcou 14.441.563 casos acumulados.

Óbitos - A soma de óbitos chegou a 398.185. Entre terça e quarta-feira (27 e 28/04), foram registrados 3.163 novos óbitos. Na terça-feira, o balanço diário marcava 395.022 pessoas que não resistiram à pandemia.

Recuperadas - O número de pessoas recuperadas ultrapassou a marca das 13 milhões, totalizando 13.091.714. Já a quantidade de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.031.090.

Investigação - Ainda há 3.663 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

Atualização - As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira. O balanço é elaborado a partir dos dados sobre casos e mortes levantados por autoridades locais de saúde.

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Já às terças-feiras, as estatísticas tendem a ser maiores, já que neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (94.656), Rio de Janeiro (43.618), Minas Gerais (32.985), Rio Grande do Sul (24.605) e Paraná (22.013). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.494), Acre (1.517), Amapá (1.529), Tocantins (2.509) e Alagoas (4.180).

Vacinação - Até o início da noite desta quarta, haviam sido distribuídas 57,9 milhões de doses de vacinas. Deste total, foram aplicadas 40 milhões de doses, sendo 28 milhões da 1ª dose e 12,4 milhões da 2ª dose. (Agência Brasil)

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 3.885 casos e 210 óbitos pela Covid-19

saude II 29 04 2021 A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quarta-feira (28/04) mais 3.885 casos e 210 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 932.890 casos confirmados e 21.870 mortes.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (148), fevereiro (92), março (181) e abril (3.375) de 2021, e dos seguintes meses de 2020: maio (1), junho (5), julho (1) agosto (3), setembro (3), outubro (1), novembro (7) e dezembro (68).

Internados - O informe relata que 2.426 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.956 em leitos SUS (936 em UTI e 1.020 em enfermaria) e 470 em leitos da rede particular (272 em UTI e 198 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.386 pacientes internados, 934 em leitos UTI e 1.452 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 210 pacientes. São 90 mulheres e 120 homens, com idades que variam de 25 a 93 anos. Os óbitos ocorreram de 08 de novembro de 2020 a 27 de abril de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (58), Arapongas (12), Maringá (12), Ponta Grossa (11), Foz do Iguaçu (7), Paranaguá (6), Cambé (4), Fazenda Rio Grande (4), Francisco Beltrão (4), Jaguariaíva (4), São José dos Pinhais (4), Campo Mourão (3), Colombo (3), Laranjeiras do Sul (3), Rolândia (3), Umuarama (3), Guarapuava (2), Ibiporã (2), Itaperuçu (2), Matelândia (2), Paranavaí (2), Pinhais (2), Pontal do Paraná (2), Rio Branco do Sul (2), Roncador (2), Telêmaco Borba (2), Terra Boa (2) e Toledo (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Alvorada do Sul, Amaporã, Arapoti, Araucária, Assis Chateaubriand, Astorga, Bandeirantes, Barbosa Ferraz, Cambará, Campo Largo, Cândido de Abreu, Candói, Carambeí, Castro, Centenário do Sul, Corbélia, Coronel Vivida, Faxinal, Guaíra, Guamiranga, Guaraniaçu, Ibaiti, Indianópolis, Jacarezinho, Jataizinho, Lobato, Lupionópolis, Manoel Ribas, Marechal Cândido Rondon, Marialva, Marilândia do Sul, Matinhos, Mauá da Serra, Medianeira, Paraíso do Norte, Paranacity, Pato Branco, Piraí do Sul, Porecatu, Prudentópolis, Quedas do Iguaçu, Rio Bonito do Iguaçu, Santa Isabel do Ivaí, Santa Lucia e Tomazina.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 5.656 casos de residentes de fora, sendo que 143 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Boletim completo AQUI.

 

SAÚDE III: Paraná receberá mais 309,2 mil doses de vacinas contra Covid-19

saude III 29 04 2021O Paraná receberá, nesta quinta-feira (29/04), o 15° lote de vacinas contra o coronavírus enviado pelo Ministério da Saúde. No total, serão 309.200 doses de imunizantes: 6.200 doses da Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan/Sinovac, e 303.000 da Covishield, da Universidade de Oxford/Astrazeneca/Fiocruz.

Voo - O voo comercial da companhia Gol pousa no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 10h05. Logo em seguida, as doses serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde serão separadas para distribuição às 22 Regionais de Saúde.

Primeira dose - Todas as vacinas são destinadas à primeira dose de grupos prioritários cuja imunização já está em andamento: pessoas de 60 a 64 anos e profissionais da segurança pública e salvamento.

Continuidade - Das vacinas da Fiocruz, 270.380 são destinadas ao prosseguimento da vacinação de pessoas de 60 a 64 anos, o que corresponde a 48% do total da população deste grupo, e 2.277 doses devem ser aplicadas a profissionais de segurança, salvamento e Forças Armadas – quantitativo que representa 6% do total do grupo. As demais doses do lote são da reserva técnica. É parte de uma distribuição de 5.168.250 de imunizantes desse laboratório.

Faixa etária- Já as doses da Coronavac são destinadas somente às pessoas entre 60 e 64 anos. São 5.581 doses para o grupo, o que corresponde a 1% desta população, além das destinadas à reserva técnica. São 104.800 doses do Instituto Butantan para todo o País nesta semana.

Balanço - Até esta quarta-feira (28/04), 1.648.462 pessoas haviam recebido a primeira dose e 939.970 a segunda dose no Paraná, segundo o Vacinômetro da Secretaria Estadual de Saúde. No total, 16,26% da população paranaense já recebeu ao menos uma dose. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SAÚDE IV: Brasil recebe primeiro lote de vacinas da Pfizer nesta quinta-feira

saude IV 29 04 2021O primeiro lote de 1 milhão de doses de vacinas da Pfizer chega nesta quinta-feira (29/04) ao Brasil. O voo está previsto para aterrissar no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), às 19h.

Distribuição - As doses serão distribuídas aos 26 estados e ao Distrito Federal. Segundo o Ministério da Saúde, a orientação é que sejam priorizadas as capitais devido às condições de armazenamento da vacina, que exige temperaturas muito baixas.

Proporcional - Conforme o Ministério da Saúde, os entes federados receberão de forma proporcional e igualitária. Os frascos serão entregues em temperaturas entre -25ºC e -15ºC, cuja conservação pode ser feita apenas durante 14 dias. Após entrar na rede de frio, com temperaturas de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, o prazo para aplicação é de cinco dias.

Duas remessas - Por essa razão, o ministério informou que enviará duas remessas diferentes. Cada uma delas terá 500 mil doses e será referente, respectivamente, à primeira e segunda doses que cada cidadão deverá receber.

Compra - O Ministério da Saúde comprou 100 milhões de doses do imunizante. Em março, em reunião com a farmacêutica, a pasta apresentou a previsão de que até junho seriam entregues 13,5 milhões. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE V: Informe semanal registra 1.967 novos casos de dengue no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde registra 1.967 novos casos confirmados de dengue no informe semanal divulgado na terça-feira (27/04). O Estado soma agora 11.876 confirmações para a doença desde o início do período epidemiológico, em agosto de 2020. São 10.464 casos autóctones, indicando que a maioria foi contaminada nos municípios de residência.

Uma morte - O informe registra uma morte por dengue nesta semana, no município de Londrina; uma mulher de 67 anos, sem comorbidades. O óbito ocorreu no dia 29 de março.

Período - O período contabiliza 19 óbitos: 6 pessoas residiam em Londrina, 3 em Foz do Iguaçu, 2 em Paranaguá, 2 em Cambé, e mais um óbito nos municípios de Paraíso do Norte, Santo Antônio do Caiuá, Maringá, Apucarana, Alvorada do Sul, e Assaí.

Vigilância - “A Sesa mantém um trabalho constante de vigilância das arboviroses em todas as regionais de saúde. Mesmo diante do enfrentamento da pandemia da Covid-19 não podemos nos descuidar da dengue que continua provocando mortes e internamentos”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Ação fundamental - “Combater o mosquito da dengue é uma ação de saúde fundamental, que soma iniciativas públicas e privadas, mas que precisa da participação da população. A ação de cada cidadão, eliminando os focos e criadouros do mosquito Aedes aegipyti é fundamental para a redução de casos da doença”, afirmou.

Dados - O boletim apresenta 60.014 notificações para a dengue em 355 municípios. Traz, ainda, 209 notificações para a chikungunya e 51 notificações para zika vírus. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.


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