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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5068 | 12 de Maio de 2021

REUNIÃO INSTITUCIONAL I: Indicadores econômicos e sociais são apresentados à cooperativa Frísia

Das 59 cooperativas agropecuárias filiadas ao Sistema Ocepar, 17 estão localizadas na região Centro-Sul, entre as quais a Cooperativa Frísia, a mais antiga do Paraná e que em agosto completará 96 anos de fundação. E, para conhecer os principais indicadores econômicos e sociais da cooperativa, foi realizada, na manhã desta quarta-feira (12/05), reunião institucional virtual, promovida pelo Sistema Ocepar com diretores, conselheiros e gestores da cooperativa. Durante duas horas, profissionais da Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar fizeram apresentações especificas sobre as três áreas, com foco principal nos indicadores levantados pela área de monitoramento e autogestão.

Resultados - Foram apresentados os resultados da Frísia em 2020, com projeções futuras, inclusive comparando o seu crescimento, que no ano passado foi de 27,47% em relação a cooperativas do mesmo ramo na região Centro-Sul. Participaram o presidente, Renato Greidanus, o vice, Gaspar João de Geus, membros dos conselhos de Administração, Fiscal e gerentes da cooperativa. Pelo Sistema Ocepar, participaram o presidente José Roberto Ricken, os superintendentes Leonardo Boesche (Sescoop/PR) e Robson Mafioletti (Ocepar), os gerentes Flávio Turra (Getec), Maria Emília Pereira Lima (Gecoop), Anderson Lechechem (Fecoopar), além de coordenadores e analistas de diversas áreas do sistema.

Destaques - O evento foi aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que fez um detalhado relato de todas as ações que estão sendo desenvolvidas pelo sistema e que interessam diretamente às cooperativas, com destaque para dois pontos: sanidade e novo planejamento estratégico. “Estamos na fase de ouvirmos as cooperativas para podermos formatar o novo planejamento estratégico, o PRC200. Queremos continuar nessa linha que nos diferencia, ao estabelecer rumos para que as cooperativas tenham amparo necessário para continuar investindo e avançando sempre. Queremos estabelecer no PRC 200 quais os projetos que temos de tocar para mantermos o crescimento das cooperativas do Paraná”, lembrou o dirigente.

Sem vacinação - Ricken lembrou que a sanidade é um dos temas importantes que terá todas as atenções voltadas em maio. “Devemos ser reconhecidos no dia 27 de maio, pela Organização Internacional de Epizootias (OIE), com o status de área livre de aftosa em vacinação, o que será uma enorme conquista para o setor cooperativistas e para o Paraná como um todo. Trabalho de anos realizado por várias entidades, entre as quais a Ocepar”. O dirigente alerta que caso esse reconhecimento aconteça ou não, “precisamos ter rastreabilidade dos nossos produtos, não podemos deixar de lado outras doenças. Precisamos ficar atentos, pois o risco sanitário é constante no mundo todo. Um exemplo é atual pandemia que vivemos. Com certeza com essa nova etapa que virá para o setor produtivo, teremos muitas oportunidades, vamos poder oferecer proteína para o México, Coréia, Japão, além dos 160 países que já vendemos. O produtor precisa ter em mente que temos que continuar cuidando da sanidade”, alertou.

Crescimento - Após apresentação dos principais indicadores realizados pelo coordenador de monitoramento do Sescoop/PR, João Gogola Neto, Greidanus disse “que os números mostram que estamos num ponto de maturidade, para podermos continuar crescendo e investindo. Apesar de todas as dificuldades que enfrentamos, ainda somos otimistas de que vamos crescer. Todas as cooperativas estão buscando crescer. Nossa maior preocupação é a disponibilidade de recursos. Precisamos pensar em alternativas para acessar recursos sem que eles sejam apenas pelas vias oficiais”, disse. Outro ponto destacado pelo presidente da Frísia é com relação a intercooperação. “Considero que é um fator que tem alavancado nossos negócios. E sabemos que elas não precisam acontecer apenas com cooperativas holandesas, podem ser realizadas com outras também, como é o caso do mais novo projeto que participamos agora na área do malte”, frisou Greidanus.

Representação - Ele agradeceu o encontro e a disponibilidade de toda equipe do Sistema Ocepar participar juntamente com os profissionais da Frísia para esclarecer todas as dúvidas a respeito dos indicadores. O dirigente ainda comentou o fato de o sistema ter criado uma área específica para relações institucionais. “Considero uma estratégia muito importante de termos uma representação junto as esferas legislativas, tanto a nível federal como estadual. Precisamos acompanhar de perto todas as discussões que estão acontecendo e que podem nos impactar. Parabéns pela criação desta área fundamental que é de relacionamento parlamentar. Não podemos ter surpresas e que possam retirar nossa competividade”, lembrou o dirigente cooperativista. “Estava comentando aqui com nossa equipe como é conduzir uma reunião com informações relevantes e que nem vimos passar o tempo. Obrigado a todos do sistema pela disponibilidade a atenção”.

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REUNIÃO INSTITUCIONAL II: Capal cresce 40% com intercooperação e controle de custos

Com um controle rigoroso de custos e investimentos estratégicos realizados por meio da intercooperação, a Capal Cooperativa Agroindustrial tem alcançado resultados expressivos. Em 2020, mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, o faturamento teve um crescimento de 40%, fechando o ano em R$ 2,059 bilhões. As sobras do exercício tiveram uma alta de 107%, com um total de R$ 113,9 milhões. Os indicadores econômicos e financeiros da cooperativa foram um dos temas da reunião institucional virtual entre representantes do Sistema Ocepar e da Capal, na manhã desta terça-feira (11/05).

Desafios - O encontro foi aberto pelo presidente do Conselho de Administração da Capal, Erik Bosch, que falou sobre os desafios enfrentados pela cooperativa em 2020. “Quando a pandemia se confirmou, pensávamos que o ano estaria comprometido, com grande retração. Mas o setor de alimentação não pode parar e, no final, tivemos resultados muito positivos”, disse. O crescimento dos negócios se refletiu na oferta de vagas de trabalho, com aumento de 11,5% no número de funcionários, fechando o ano com um total de 815 colaboradores.

A Cooperativa- Com sede em Arapoti, na região dos campos gerais, a Capal foi fundada em 1960. A cooperativa tem 3.315 cooperados distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 65% das operações, produzindo mais de 734 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café. A área agrícola assistida ultrapassa os 153 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 320 produtores. Além disso, comercializa mais de 31 mil toneladas de suínos vivos ao ano.

Estrutura enxuta - Na opinião do presidente executivo da Capal, Adilson Roberto Fuga, os indicadores apresentados pelo Sistema Ocepar corroboram com os dados auferidos pela cooperativa. “Temos uma estrutura enxuta e um controle rigoroso de gestão. Dessa forma, mesmo atuando com margens menores, conseguimos crescer de maneira sustentável”, avaliou. “Buscamos atuar dentro de uma visão que prioriza a transparência. Todos os meses, repassamos os indicadores da cooperativa aos conselhos fiscal e de administração. Os conselheiros estão acompanhando esta reunião institucional”, enfatizou.

Estratégia - A intercooperação, aliança estratégica entre cooperativas, é uma das ações da Capal para ampliar sua força na agroindústria, agregando valor à produção dos cooperados. Com origens culturais comuns e sinergias em negócios, ela se uniu às cooperativas Castrolanda e Frísia, no projeto intercooperativo da Unium, marca que congrega e fortalece o sistema de industrialização de lácteos, grãos e proteína animal das três cooperativas. “Estamos alcançando bons resultados, frutos desta união intercooperativa. Nos permitimos sonhar com um futuro melhor para nossos cooperados, com a coragem de seguir em frente em busca de novos negócios”, afirmou Erik Bosch.

Informações - A promoção de reuniões institucionais faz parte das estratégias do Sistema Ocepar para informar as associadas em relação aos principais assuntos que norteiam a organização no momento, bem como para atualizá-las em relação aos indicadores do cooperativismo e da cooperativa em questão, inclusive, com um comparativo com outras cooperativas do mesmo ramo e porte. Nessas reuniões, também são tratados assuntos relacionados ao Sescoop/PR, com a apresentação das áreas de Monitoramento, Profissionalização, Promoção Social e Gestão Estratégica, e as ações que as cooperativas podem executar, com o suporte financeiro do “S” das cooperativas.

Temas - Além dos indicadores econômicos, a atuação do Sistema Ocepar, cenários do cooperativismo paranaense, assuntos da área sindical e o novo planejamento estratégico do setor, o PRC 200, foram temas da Reunião Institucional com a Integrada. Pelo Sistema Ocepar, participaram o presidente, José Roberto Ricken, os superintendentes Leonardo Boesche (Sescoop/PR), Nelson Costa (Fecoopar) e Robson Mafioletti (Ocepar), o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto, além de gerentes, coordenadores e analistas de diversas áreas.

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REUNIÃO INSTITUCIONAL III: Com acompanhamento constante dos indicadores, Coopertradição alcança bons resultados

Os indicadores econômicos e financeiros da Cooperativa Agropecuária Tradição, a Coopertradição, sediada em Pato Branco, no Sudoeste do Estado, foram apresentados na tarde desta terça-feira (11/05), durante a 16ª reunião institucional deste ano promovida pelo Sistema Ocepar, em formato virtual. A situação da cooperativa também foi contextualizada por meio dos cenários consolidados e os comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região elaborados pelo Sistema Ocepar. O diretor-presidente da Coopertradição, Julinho Tonus, disse que análises internas são realizadas semanalmente pela Coopertradição, destacando a importância de ter acesso a mais essas informações. “Nós nos sentimos bem por ter alguém nos ajudando a fazer esse monitoramento. Nós acompanhamos esses números todas as semanas pois temos que ser realistas e o resultado que temos visto é fantástico. Estamos muito felizes e agradecemos a vocês, que têm nos ajudado muito. A Ocepar é o nosso porto seguro”, afirmou Tonus, no final do encontro.

Informações - As informações sobre a Coopertradição foram repassadas pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto, que iniciou sua explanação mostrando os dados do cooperativismo paranaense referentes ao exercício de 2020. Na sequência, veio o panorama das 59 cooperativas agropecuárias do Paraná e, ao final, a apresentação e análise dos dados relativos à cooperativa. A Coopertradição se destacou pelo aumento de 45,69% no faturamento, que passou de R$ 0,9 bilhão, em 2019, para R$ 1,3 bilhão, em 2020. Crescimento expressivo também nos resultados, que registraram expansão de 101,8% no período, saindo de R$ 24,3 milhões, em 2019, para R$ 48,9 milhões, em 2020. Para este ano, as projeções são bem otimistas e superam até mesmo as estimativas feitas pelo Sistema Ocepar. “Nossa projeção para 2021 é de chegarmos a R$ 1,7 bilhão em faturamento, principalmente por causa da alta nos preços das commodities e da valorização do dólar. Em relação aos resultados, devermos atingir R$ 63 milhões”, disse Tonus.

Agroindústria - Ainda de acordo com ele, a Coopertradição, que completou 18 anos em 2021 e hoje possui 1.870 cooperados e 425 funcionários, tem evoluído muito, especialmente nos últimos três anos, por meio de um trabalho árduo, feito com transparência, planejamento e profissionalização. “A gente deve muito à Ocepar. Nós mudamos todos os processos, modernizamos a cooperativa, implantamos o Compliance, e vocês nos ajudaram muito nisso”, salientou. Tonus também creditou os bons resultados obtidos pela cooperativa aos investimentos feitos na área de agroindustrialização. “Dessa forma, estamos agregando um valor espetacular. E o sucesso total foi com a UBS (Unidade Básica de Sementes), que tem trazido um grande resultado para o nosso cooperado. Hoje estamos produzindo mais de 1,5 milhão de sacas por ano. Há cinco, seis anos, a Coopertradição comercializava 30 a 40 mil sacas de sementes fiscalizadas de soja e trigo. E esse ano nós vamos passar de 200 mil sacas para atendimento aos nossos cooperados. Nós estamos fornecendo uma semente da melhor qualidade, tratada industrialmente”, afirmou.

Intercooperação - Outra iniciativa destacada por Tonus foi o trabalho conjunto com a Coasul, cooperativa com sede em São João (PR). “Temos uma parceria grande, principalmente com farelo de soja. Hoje estamos colocando mais de 60 mil toneladas do grão na indústria. A Coasul é o nosso maior fornecedor e isso é muito legal”, frisou. Em seu entendimento, as cooperativas do Sudoeste devem atuar mais em intercooperação para se fortalecerem e enfrentarem os desafios do mercado. Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a entidade irá fornecer todo suporte necessário nesse sentido. “Estamos à disposição para viabilizarmos algo para a região Sudoeste. Vamos trabalhar nessa linha”, afirmou.

Linhas de ação - Ricken encerrou a reunião institucional com a Coopertradição falando sobre as principais linhas de atuação que estão sendo trabalhadas pelo Sistema Ocepar, seja internamente, como o PRC200, o novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, ou envolvendo mais questões de interesse do setor em diferentes áreas, como tributária, infraestrutura, sanidade animal, legislativa, entre outras. Também participaram do encontro os superintendentes do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, da Ocepar, Robson Mafioletti, o gerente da Fecoopar, Anderson Lechechen, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira, coordenadores de área e analistas. A programação contemplou ainda a abordagem de assuntos ligados às negociações sindicais, mercado, formação e profissionalização.

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COOPERATIVISMO: Com apoio do Estado, Coamo vai investir R$ 81 milhões em fábrica de ração

O Governo do Paraná e a Coamo Agroindustrial vão ampliar a parceria institucional nos próximos meses. A cooperativa vai iniciar ainda neste ano a construção de uma fábrica de ração animal nas proximidades do atual parque industrial, em Campo Mourão, na Região Centro-Oeste. O investimento será de R$ 81 milhões, com a geração inicial de 68 empregos diretos e outros 100 indiretos. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e por diretores da Coamo durante reunião nesta terça-feira (11/05), no Palácio Iguaçu, em Curitiba.

Créditos de ICMS - O Estado, por meio da Secretaria da Fazenda, vai estudar uma alternativa viável para que a cooperativa possa usar no projeto parte do crédito que possui de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) relacionado a diferimento e exportação. “A Coamo é um patrimônio do Paraná, nos orgulha com seu trabalho. Apoiamos projetos bons e vitoriosos, aqueles que temos certeza que vão crescer e gerar emprego e renda. É a soma de um bom investimento do Estado com um bom investimento da Coamo, em que todos ganham. Vamos estudar uma maneira de viabilizar a operação”, afirmou Ratinho Junior.

Renda - O presidente-executivo da Coamo, Airton Galinari destacou que o projeto da fábrica de ração nasceu para aumentar a renda dos associados com a industrialização do milho, algo inédito nos mais de 50 anos da cooperativa. A estimativa, destacou ele, é produzir 158 mil toneladas de ração quando a planta de 10 mil metros quadrados atingir a capacidade máxima, prevista para ocorrer em até três anos.

Produção - “Ano passado produzimos mais de 50 milhões de sacas de milho, o nosso segundo principal item (atrás apenas da soja). A indústria vai nos permitir agregar valor. Em vez de arrecadar R$ 152 milhões com a venda do milho, passamos a faturar R$ 280 milhões ao vender a ração. Dinheiro a mais que vai para o cooperado. Podemos remunerá-los melhor”, afirmou.

A cooperativa - A Coamo é uma das maiores cooperativas da América Latina, com faturamento de R$ 20 bilhões em 2020, recorde em mais de 50 anos de associativismo. É a 23ª maior exportadora do País, com cerca de 30 mil associados e 7 mil funcionários. Dos cooperados, cerca de 82% são do Paraná. “E do total, 79% são pequenos agricultores”, disse Galinari.

Expansão - Ele lembrou que a planta para a fabricação de ração em Campo Mourão é apenas parte dos investimentos previstos pela cooperativa para o Paraná em 2021. O planejamento prevê ações de R$ 425 milhões, pouco superior aos R$ 414 milhões aplicados pela Coamo no Estado ano passado.

Terminal - Citou a expansão do terminal privado da cooperativa no Porto de Paranaguá, com investimento de R$ 200 milhões. O aporte compreende a ampliação da capacidade estática de armazenagem de grãos para 87.100 toneladas e do volume de embarque para 4.000 ton/hora. Os investimentos contemplam obras civis, máquinas e equipamentos, montagens e instalações. A inauguração deve ocorrer em agosto.

Etanol e farelo de milho - Também está no rol de investimentos da Coamo uma indústria para produção de etanol e farelo de milho, além da ampliação da capacidade dos moinhos de trigo da cooperativa. “Significa mais impostos arrecadados para o Estado, dinheiro que volta para a população em investimentos em áreas importantes como saúde, educação e segurança”, ressaltou Ratinho Junior.

Outros investimentos - O governador destacou que, mesmo em meio à pandemia da Covid-19, o Paraná dá sinais claros da retomada econômica. Lembrou que na semana passada, em menos de 48 horas, Klabin, Gerdau e BRF, três das maiores empresas do País e referências em seus segmentos, anunciaram investimentos vultosos no Paraná para 2021 e os próximos anos.

Aporte - O aporte total das empresas chega perto de R$ 3 bilhões: são R$ 2,6 bilhões da Klabin para a instalação de uma máquina de papel cartão em Ortigueira; R$ 292 milhões da BRF para modernizar seis plantas agroindustriais, em Toledo, Ponta Grossa, Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Carambeí e Paranaguá; e R$ 55 milhões da Gerdau para retomar a produção de aço em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. “Investimentos que mostram que o setor empresarial confia no Paraná. E, principalmente, sabe que somos um povo trabalhador, que oferecemos mão de obra extremamente qualificada”, afirmou Ratinho Junior.

Presenças - Participaram da reunião o vice-governador Darci Piana; os secretários de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e da Fazenda, Renê Garcia Junior; o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; o presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini; os diretores da Coamo, Antonio Sérgio Gabriel (Financeiro e Administrativo) e Edenilson Carlos de Oliveira (Logística e Operações); o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; e o coordenador jurídico da Ocepar, Rogério Croscato. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTOS: Jonathan Campos / AEN

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STARTUPS: Marco Legal segue para sanção

Em 2021, a relação entre cooperativas e startups pode ser ainda mais estimulada no Brasil. Para fomentar a inovação no cooperativismo e conectar o setor a esse modelo de negócios que cresce cada vez mais mundo a fora, foi aprovado nesta terça-feira (11/05), na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP 146/19) que institui o Marco Legal das Startups que, agora, segue para sanção presidencial. O deputado Vinicius Poit (SP) foi o relator da matéria e não hesitou em inserir as cooperativas no texto para que sejam contempladas com essa nova política.

Objetivo - O principal objetivo da medida é fomentar o mercado de startups no país, por meio da desburocratização de processos e do aumento da segurança jurídica para investimentos. O projeto prevê critérios para que uma empresa seja considerada startup, como faturamento anual máximo de R$ 16 milhões e dez anos de existência. Além disso, precisam declarar, em seu ato constitutivo, o uso de modelos inovadores ou se enquadrarem no regime especial Inova Simples, previsto no Estatuto das Micro e Pequenas Empresas.

Bases digitais - Segundo o texto da proposta, startups são empresas que tendem a operar com bases digitais, com grande potencial econômico, inclusive de atração de investimentos estrangeiros, e predispostas à internacionalização.

Importante - Para o presidente do Sistema OCB, Márcio de Lopes de Freitas, a inclusão das cooperativas é importante para o setor continuar avançando com mais empregos, renda e desenvolvimento local. “A lei busca aprimorar o sistema de investimentos brasileiro para garantir um ambiente de negócios mais seguro para os empreendedores e beneficiar a sociedade, especialmente durante o período de recuperação econômica pós-pandemia”, explicou. (OCB)

LICENCIAMENTO AMBIENTAL: Neri Geller destaca contribuições da OCB ao PL 3729/2004

 

licenciamento ambiental 12 05 2021O deputado Neri Geller (MT), relator do projeto que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil (PL 3.729/2004), apresentou, na segunda-feira (10/05), os principais pontos do substitutivo que deve ser apreciado pelo Plenário da Câmara dos Deputados a partir desta quarta-feira (12/05).

 

Reunião - O parlamentar participou de reunião com entidades filiadas ao Instituto Pensar Agropecuária (IPA)

O deputado Neri Geller (MT), relator do projeto que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil (PL 3.729/2004), apresentou, na segunda-feira (10/05), os principais pontos do substitutivo que deve ser apreciado pelo Plenário da Câmara dos Deputados a partir desta quarta-feira (12/05).

Reunião - O parlamentar participou de reunião com entidades filiadas ao Instituto Pensar Agropecuária (IPA) e elencou a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) como uma das principais entidades que contribuíram para a construção do texto da proposta. O parecer também foi apresentado formalmente na Câmara nesta segunda.

Base - Geller, que é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), utilizou como base a quarta versão do relatório apresentado pelo deputado Kim Kataguiri (SP) em 2019 e realizou, segundo ele, mais de 60 audiências públicas e debates com representantes da sociedade civil organizada, com a oposição e demais interessados em uma lei unificada e representativa para todo o Brasil.

Debate qualificado - “Buscamos um debate qualificado, técnico, sem ideologia. Estamos abertos, neste sentido, para tratar pontos polêmicos para os quais eventualmente ainda não haja consenso e agradecemos a todas as entidades que nos ajudaram nesse processo, em especial a OCB que nos ajudou a buscar o equilíbrio necessário para que o texto possa garantir maior eficiência ao processo de licenciamento e proteção ambiental, afirmou.

Agradecimento - A gerente geral da OCB, Tânia Zanella, agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso da entidade com o deputado. Ela lembrou que o tema faz parte das prioridades da agenda institucional do cooperativismo para 2021 e que sugestões propostas seguiram duas diretrizes básicas: a proteção do meio ambiente e a eficiência do processo de licenciamento ambiental.

Pontos - Entre os pontos destacados pela OCB estão a autonomia para estados e municípios na implementação da norma; a adequação das exigências de licenciamento às características dos empreendimentos; maior previsibilidade na análise dos procedimentos de licenciamento por parte dos órgãos públicos; e o tratamento adequado para as atividades agropecuárias, considerando como não sujeitas a licenciamento ambiental aquelas que já tenham prestado informações ambientais nos demais cadastros existentes e que contenham obrigações ambientais decorrentes diretamente da legislação. (OCB)

FOTO: Agência Câmara de Notícias

 

SICREDI: Instituição cooperativa financeira oficializa entrada no Open Banking e lança portal para orientar sobre o tema

Totalmente integrado ao processo de implementação do Open Banking no Brasil, o Sicredi apresenta um portal sobre a recente inovação do Banco Central, no qual traz, por meio de vídeos e outros conteúdos, informações sobre o que é a iniciativa e seus benefícios para os consumidores. No espaço, também é possível acessar o Portal do Desenvolvedor, disponibilizado pelo Sicredi para que possam ser acessadas as suas APIs (application programming interface) e desenvolvidas novas soluções de forma conectada à instituição.

Plataforma - “Desde a concepção inicial do nosso Portal do Desenvolvedor buscamos que o projeto tivesse o usuário no centro e para isso consultamos nossos colaboradores, parceiros e realizamos pesquisas para entender os desenvolvedores e suas necessidades. Com isso, chegamos a uma plataforma que tem o usuário no centro e foi concebida com base nos valores de colaboração e integração preconizados pelo cooperativismo e que têm total sinergia com o Open Banking”, contextualiza o diretor executivo de Tecnologia da Informação do Sicredi, Volmar Machado. O executivo ainda destaca as ferramentas utilizadas e a importância de uma equipe inovadora e comprometida na construção das APIs e do Portal. “Esse conjunto tem sido fundamental para materializar esse primeiro passo e, assim, pavimentar o caminho para os desafios que teremos nesta jornada de transformação do sistema financeiro”, conclui.

Ingresso - Em abril, por decisão das cooperativas de crédito que compõem o sistema, o Sicredi ingressou de forma voluntária na fase 1 de implementação do Open Banking, sendo que obrigatoriedade de participação seria na fase 3, prevista para agosto. Com isso, estará presente em todas as quatro etapas de implementação, proporcionando todos os benefícios da novidade aos seus associados. Entre os pontos que influenciaram o engajamento do Sicredi ao Open Banking está o fato de ele integrar a Agenda BC#, que visa, entre outros objetivos, tornar o Sistema Financeiro Nacional mais democrático e inclusivo.

Desafio - “Esta antecipação é, com certeza, um desafio do ponto de vista de todo o desenvolvimento interno que demanda, mas entendemos como fundamental estar participando de forma completa do Open Banking e assim gerar todas as oportunidades de conexão que geram inovações para facilitar o dia a dia financeiro dos nossos associados”, comenta o diretor executivo de Administração do Sicredi, Cesar Bochi.

Compartilhamento de dados - O Open Banking, ou sistema financeiro aberto, permite o compartilhamento de dados sobre produtos e informações financeiras, a partir da integração de plataformas e infraestruturas tecnológicas das instituições participantes e de outras empresas de serviços financeiros autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. A iniciativa tem como princípio que o cliente e ou associado tenha mais autonomia e controle sobre os seus dados e decida quando e com quem deseja compartilhá-los, desde que com finalidades específicas.

Consentimento - Para compartilhar dados no Open Banking é necessário o consentimento relativo sobre o motivo do compartilhamento, que terá prazo de validade compatível com a finalidade, limitado a 12 meses. Todo esse processo será feito em ambiente digital seguro. Na 1ª fase, que está em andamento, não há o compartilhamento de dados pessoais, de forma que o consentimento ainda não é solicitado aos consumidores nessa etapa.

Novas oportunidades - “Acreditamos que o Open Banking trará novas oportunidades para que as pessoas conheçam os benefícios que as cooperativas de crédito oferecem, pois irá proporcionar um ambiente com mais informação, possibilitando que fiquem mais evidentes os diferenciais positivos desse modelo”, finaliza Bochi.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTOS: Divulgação e Niek Verlaan / Pixabay

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SICREDI FRONTEIRAS: Cooperativa fornece financiamento para energia fotovoltaica

O Sicredi preza pelo objetivo de auxiliar a comunidade, tanto no financeiro, como no social, cultural e no ambiental. Pensando nisso, trabalha fortemente na linha de financiamento de energia fotovoltaica. Ela é destinada a produtores rurais, associados do meio urbano e rural, indústrias e comércios que utilizam energia elétrica em grande proporção. Essa é a chance das contratantes produzirem energia limpa, sustentável e ainda obter independência de rede de energia elétrica, resultando em altos níveis de economia.

Taxa atrativa - A instituição possui uma taxa atrativa e competitiva que, dependendo do consumo e tamanho da usina a ser construída, o associado, na maioria das vezes, chega a zerar o valor da conta de energia, além disso, ao invés de pagar a conta, ele paga o financiamento, ou seja, ele substitui o boleto e ainda investe na sua propriedade.

Investimento - Com o custo crescente nas tarifas de energia e a queda de custo da energia solar no Brasil, o investimento para aquisição de um sistema residencial, por exemplo, se paga em média entre 4 a 6 anos, e dá ao seu proprietário uma economia durante cerca de 25 anos, sendo que essa economia pode durar por mais tempo – dependendo da vida útil do sistema.

Parceria - De acordo com Henrique Gonçalves de S. Lima, gerente de negócios PF da agência de Atibaia, em Alvinópolis, o Sicredi sempre atuou como verdadeiro parceiro do produtor rural, possuindo recurso próprio para contratação e podendo atender os associados de maneira imediata, além disso, a agência de Alvinópolis possui parceria com renomada empresa no segmento que atende toda região, deixando os cooperados muito satisfeitos com os resultados. Lembrando que indústrias e comércios também têm muito a ganhar ao contratar o financiamento de energia fotovoltaica.

Apoio - É o caso de Paulo Casaril, proprietário da empresa Baterias Real. Casaril contou com o apoio financeiro da Sicredi Fronteiras para instalar uma das maiores plantas de energia solar do Brasil. O projeto fotovoltaico de Paulo Casaril foi recebido na agência da cooperativa em Realeza/PR em 2018, e consistia na construção de duas mil placas voltaicas, cobrindo 70% da área total da indústria, o que reduziria pela metade os custos gerados com energia elétrica. Esse número de plantas voltaicas garantiu que a Real entrasse no ranking das cinco maiores plantas industriais para captação de energia solar.

Outros projetos - Ainda, de acordo com Henrique Lima, a agência Sicredi, no bairro do Alvinópolis, financiou vários projetos de usina, 3 estão em fase de finalização, uma delas com mais de 6 mil metros quadrados, proporcionando economia, sustentabilidade e descongestionamento na rede de energia. “Estamos muito felizes em poder fazer parte desta mudança que só está trazendo benefícios aos associados, fortalecendo a economia, preservando o meio ambiente e realizando o sonho de nossos associados. Estamos cumprindo o nosso papel de cooperativa e fortalecendo nossa região de atuação”, afirma Lima.

Acessível - A tecnologia, antes rara e cara, agora tornou-se próxima e acessível a todos. Na sincronia de oferta e demanda, as estimativas apontam um grande crescimento no setor, para os próximos anos.

Fomento - A Sicredi Fronteiras está fomentando investimentos em energia fotovoltaica, com condições diferenciadas na taxa de juros especiais. “No Sicredi, você coopera com o meio ambiente, adquirindo tecnologia para utilização de uma fonte de energia renovável em sua residência, empresa ou propriedade rural. É a eletricidade eficiente do futuro”, destaca o presidente da cooperativa, José César Wünsch.

Saiba mais - Entre em contato com a agência mais próxima de você e saiba mais. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

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SICREDI ALIANÇA: SolutionCast, o canal com um jeito simples e descomplicado de falar sobre dinheiro

sicredi alianca 12 05 2021Falar de grana não precisa ser algo chato. O SolutionCast mostra isso. Pensando em trazer informação de qualidade, de forma rápida, simples e descomplicada, a Sicredi Aliança PR/SP lançou seu canal de podcasts. Para acessar basta buscar SolutionCast no Spotify ou clicar no endereço: https://open.spotify.com/show/7HlyTdi6NZVNvdEcGwBVGW?si=utw7kPlyRyW1XkkEu7rjfQ.

Aprofundamento - O Solutioncast é uma iniciativa da cooperativa que busca aprofundar assuntos que interessam ao seu bolso. A partir da visão de especialistas, são abordadas soluções financeiras e assuntos relacionados ao mercado.

Papel da cooperativa- O Diretor Executivo da Sicredi Aliança PR/SP, Fernando Barros Fenner, destaca que, enquanto instituição financeira colaborativa, oferecer informações e conteúdo também é papel da cooperativa. “O canal conta com novos episódios a cada 15 dias. São atualmente 12 podcasts com assuntos diversos e pautas como produtos e serviços, educação financeira e o que move o mercado financeiro. Trazemos sempre especialistas e demais convidados e tratamos o tema de forma simples, para que todos possam compreender, sem contar que o consumo de conteúdo em áudio aumentou muito nos últimos anos, então identificamos aqui uma oportunidade de levar novidades. Vale a pena conferir”, disse. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Presidente reúne Coordenadores de Núcleo

Na segunda-feira (10/05) foi realizada uma reunião, em formato on-line para evitar aglomerações, com o objetivo de apresentação do novo presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, de forma oficial, aos Coordenadores de Núcleo da Cooperativa, nas regiões de atuação dos estados do Paraná e São Paulo. Os Coordenadores de Núcleo são muito estratégicos na governança do Sicredi, pois tem papel fundamental de mobilizar, coordenar e representar a vontade dos associados nas comunidades onde a instituição financeira cooperativa está presente. Os novos Conselhos (de Administração e Fiscal) foram eleitos através da vontade dos Associados, manifestada de forma transparente e democrática nas Assembleias de Prestação de Contas, realizadas durante os meses de fevereiro e março de 2021, em formato remoto e com grande participação dos associados.

Iniciativas - Na apresentação, o presidente do Conselho de Administração, Fabio Peterlini, contou um pouco da sua história e destacou algumas iniciativas que já estão na agenda de trabalho: “Temos muitas oportunidades pela frente, temos a certeza de que, juntos, alcançaremos os objetivos, entre eles, buscar maior agilidade, avançar com o plano de expansão de novas agências na área de atuação, incentivo ao avanço dos programas sociais, pela importância que exercem localmente... todas essas e outras iniciativas sempre com o objetivo de promover o crescimento sustentável do empreendimento cooperativo, agregando renda aos donos, que são os associados”, ressaltou o presidente. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

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SICOOB OURO VERDE: Agência é inaugurada na Zona Leste de Londrina

sicoob ouro verde 12 05 2021No último dia 29, o Sicoob Ouro Verde inaugurou a 13ª agência em Londrina (PR), cidade sede da cooperativa. O evento de inauguração teve a presença de aproximadamente 20 pessoas e os demais colaboradores, conselheiros e convidados puderam acompanhar on-line.

Cerimônia - A nova agência fica localizada a Zona Leste da cidade, em frente ao Hospital Universitário e, por isso, a cerimônia contou com a presença da diretoria do hospital.

Presenças - Estiveram presentes também o presidente do Conselho de Administração, Roberto Cremonez, o diretor-presidente, Elisberto Torrecillas, e os diretores, Ademir de Lucca e Rodnei Fernandes.

Diferencial - Segundo o gerente geral da agência, Roberto Carlos Peter, o diferencial do Sicoob é o relacionamento, seja oferecendo serviços e taxas mais justas ou contribuindo com projetos da comunidade. Ele também conta que os empresários da região ficaram muito felizes com a chegada da cooperativa.

Felizes - “O proprietário de um restaurante aqui do lado me disse que só estava esperando a gente chegar para abrir a conta. Então, estamos muito felizes com essa inauguração e preparados para atender a comunidade”, convida.

Região próspera - A supervisora de Atendimento, Ana Carina Britto, explica que a região é muito prospera e possibilita a geração de bons negócios para a cooperativa. “Neste espaço vamos conseguir atender bem a comunidade e nossos cooperados. O nosso objetivo em ter um espaço físico é estar perto das pessoas, ser inovador sem perder a humanização”, afirma.

Endereço - O endereço da nova agência do Sicoob Ouro Verde é Av. Robert Koch, 155, loja 01. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

FRÍSIA: Startups podem se inscrever no Digital Agro Connection até 4 de junho

frisia 12 05 2021As inscrições para a 2ª edição do Digital Agro Connection foram prorrogadas para 4 de junho. Criado pela Frísia Cooperativa Agroindustrial, o Connection visa selecionar startups, que participam de forma gratuita, criadoras de projetos voltados às demandas da cooperativa e de suas indústrias. A primeira edição em 2020 contou com 68 startups inscritas.

Etapas - Apesar da prorrogação – inicialmente o prazo era 12 de maio –, as demais etapas seguirão a programação inicial. Até 16 de junho, as startups selecionadas passarão por um workshop de aprofundamento das problemáticas e apresentarão seus modelos de negócio para a Frísia.

Apresentação - Entre os dias 12 e 15 de julho, durante a feira Digital Agro, acontecerá a apresentação dos projetos das pré-selecionadas para a banca examinadora e para todo o público da feira. Depois, a partir do dia 16 de julho, as startups já poderão começar a testar suas tecnologias.

Temas - Os temas para a atual edição são “Transformação Digital” e “Indústria 4.0”. Para o primeiro, os setores da cooperativa que serão foco dos modelos de negócio são relacionamento com cooperado e cliente, financeiro, marketing, controladoria, TI, recursos humanos, tecnologias para melhorar a produção nas propriedades dos cooperados, entre outros. Nas indústrias, a atenção se volta para armazenagem, beneficiamento, logística e comercialização da produção de leite, suínos, grãos e outros.

Premiação - As startups poderão validar as suas propostas de valor e fornecer suas tecnologias para a Frísia, seus cooperados e indústrias. Além disso, o programa oferece, como benefícios, horas de aprimoramento com mentores especialistas do mercado, realização de provas de conceito na Frísia e possibilidade de custeio pela cooperativa.

Outros prêmios - Outros prêmios são a divulgação publicitária de participação como finalista do Digital Agro Connection, potencial de parceria com a Frísia e suas indústrias e ainda um possível acesso ao fundo de investimento da cooperativa.

Regulamento e inscrição - Confira o regulamento e faça a inscrição gratuitamente em https://digitalagro.com.br/connection/.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

COCAMAR I: Irrigação traz a chuva que garante a colheita

"Fazer chover" na hora certa pode ser a diferença entre colher ou não colher. E essa é uma realidade atualmente não apenas para as propriedades localizadas em regiões de clima característico mais seco ou de solos menos estruturados e com menor retenção de água. Com a instabilidade climática cada vez mais frequente, os produtores rurais têm constatado a necessidade crescente de poder contar com um sistema de irrigação que garanta o suprimento de água nos momentos mais críticos para o desenvolvimento das culturas.” A afirmação é do gerente comercial de combustíveis, Cleverton Ruffo, que também responde por negócios com estruturas de irrigação, na Cocamar.

Segurança para produzir- “Não podemos mais apenas depender das chuvas. As estiagens têm se tornado cada vez mais frequentes, mesmo em regiões que costumava chover bem, e a tendência, parece, é piorar cada vez mais”, afirma o cooperado José Carlos Mamprim, que tem propriedades na região de Mandaguaçu e Atalaia, Apesar de estar localizado em uma região de maior estabilidade climática e de solo argiloso, o produtor viu a necessidade de investir em um sistema de irrigação não apenas para garantir maior segurança para produzir, mas também aumentar a produtividade e que permitisse investir na verticalização da produção.

Sem controle - Mamprim adquiriu três pivôs de irrigação da Cocamar e instalou recentemente em 85 hectares em sua propriedade em Mandaguaçu, onde cultiva soja e milho. “Adotar um bom manejo e produtos de qualidade não bastam. Fazia tudo que podia, mas, não tinha controle sobre um fator que é fundamental para garantir os resultados no campo: o fornecimento de água na hora certa. Poder reduzir os riscos climáticos dá uma segurança muito grande. É o que está salvando o milho agora”, comenta o produtor.

Água na hora certa - Enquanto a área irrigada tem tudo para produzir bem, nas demais, o milho sofre com a estiagem e há lotes onde o produtor já deve recorrer ao seguro. Por isso, seu plano é irrigar aos poucos todas as propriedades. “Preciso aumentar minha produção e na nossa região é muito difícil arrendar ou comprar mais terra. A solução é verticalizar a produção e para isso tenho que investir no que está faltando: água na hora certa. E ainda vai ser possível potencializar o uso da terra fazendo mais uma safra a cada dois anos”, planeja.

Maior produtividade - Poder oferecer a umidade necessária na hora certa, além da adoção do manejo recomendado pela pesquisa para cada cultura, pode aumentar em ao menos 50% a produção de soja e trigo, triplicar a de milho e algodão, quadruplicar a de feijão e dobrar a de arroz, segundo estimativas técnicas.

Ótimo negócio - “Considerando uma vida útil do equipamento de uns 25 anos, o retorno do investimento em oito ou nove anos já seria um ótimo negócio. Mas com os preços atuais das commodities, o investimento pode ser pago em até cinco anos. Também há formas de financiamento com condições facilitadas”, lembra Mamprim. Por tudo isso, o cooperado ressalta que irrigar as lavouras é o caminho e o Brasil começou a perceber isso.

Crédito - A Cocamar tem incentivado seus cooperados a investirem em estrutura de irrigação como forma de assegurar mais estabilidade à produção e, recentemente, o governo do estado anunciou a criação do Banco do Agricultor Paranaense em que promete conceder crédito em condições diferenciadas para a implantação dessa tecnologia. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Com visão de futuro, cooperativa implementa o Heads da Inovação

Com o propósito de fomentar a cultura da inovação e a engenharia de processos em suas diversas áreas, a Cocamar, por meio do Projeto Inovação que integra o Programa Cocamar Labs, deu início a uma iniciativa denominada Heads de Inovação.

Formação avançada - Conforme explica Anna Letícia Carlone, analista de Inovação Corporativa, com a participação de 20 colaboradores, os Heads de Inovação foram escolhidos a partir da indicação de gerentes e superintendentes, para a Formação Avançada de Gestores e Heads de Inovação. O programa é desenvolvido pelo Sebrae PR em parceria com a AAA Inovação para as organizações que têm visão de futuro e desejam implementar ou potencializar a inovação.

Módulos - No total serão cinco meses de aulas, de abril a agosto, totalizando cerca de 150 horas, com sete módulos: a nova economia pós-crise, transformação digital para um novo mundo, cultura da inovação em tempos de incerteza, pensamento futuro e metodologias ágeis, o gestor do futuro, mapeamento de processos, presença e comunicação, além de mentorias individuais e em grupo.

Inspirar e mobilizar - Na palestra de abertura, os participantes tiveram uma aula sobre Inovação e Pessoas, com Allan Costa, cofundador da AAA Inovação, palestrante renomado, investidor-anjo, escritor e mentor de startups, que citou que essa atitude da Cocamar em se preocupar com o futuro serve para inspirar e mobilizar os colaboradores para que se tornem agentes ativos em processos de transformação.

Novo - Conforme especialistas, o termo Head de Inovação é relativamente novo no âmbito empresarial e tem como função observar tendências e transformar processos considerados arcaicos em processos e métodos criativos e inovadores. (Imprensa Cocamar)

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CASTROLANDA: Cooperativa realiza doação de alimentos para a prefeitura de Castro

castrolanda 12 05 2021A Cooperativa Castrolanda realizou, nesta terça-feira (11/05), a doação de 500 cestas básicas e 500 kits de higiene para a Prefeitura de Castro (PR). As ações, que fazem parte da campanha “Cuidar, Envolver e Amar” desenvolvida em conjunto com a Associação de Funcionários da Cooperativa Castrolanda (AFCC). A entrega foi realizada pelo Diretor Presidente, Willem Berend Bouwman e pelo presidente da AFCC Paulo Alberto Machinski, ao prefeito de Castro/PR Moacyr Fadel Junior e à secretária municipal da Família e Desenvolvimento Social, Michele Nocera Fadel.

Início - Bouwman destacou que a campanha começou no ano passado quando muitas famílias ficaram em situação de dificuldade pela pandemia do coronavírus. “Como cooperativa já há um olhar de mais cuidado com as pessoas. Com a situação de muitas famílias, agimos para ajudar em um esforço conjunto com a associação dos funcionários e nossos cooperados”, disse.

Apoio - Michele disse que as doações têm sido fundamentais para apoiar famílias em situação de vulnerabilidade. “São muitas pessoas que perderam o emprego e ficaram sem condições até para comprar alimentos. Somos gratos a todos que nos auxiliam. A generosidade é o diferencial para amenizar a situação dessas famílias”, disse.

Solidariedade - “Só temos a agradecer a solidariedade de todos que são nossos parceiros e doam para ajudar os que mais precisam, principalmente neste momento tão crítico pelo qual estamos passando”, disse o prefeito.

Campanha - A campanha ‘Cuidar, Envolver e Amar’ teve início em 2020 com o objetivo de contribuir com famílias em estado de vulnerabilidade nas cidades onde a Cooperativa Castrolanda atua. Foram doadas duas mil cestas básicas e dois mil kits de higiene no ano passado. Para este ano, a meta é angariar R$ 2 milhões por meio de doações on-line. (Imprensa Castrolanda)

 

APASEM: Mais de 75% das sementes de trigo do Paraná já estão comercializadas

apasem 12 05 2021Produtores paranaenses de sementes de trigo já comercializaram mais de 75% do estoque reservado a safra do cereal em 2021. O Paraná tem estimativa de semear uma área de 1 milhão 142 mil hectares de trigo neste ano, o que corresponde a aumento de 2% em relação a 2020. Os dados são da Associação Paranaense dos produtores de Sementes e Mudas – Apasem, com base em estudos internos junto a empresários do setor e análise de números divulgados pelo Departamento de Economia Rural (Deral) e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Atento - Segundo a Associação, o produtor sementeiro está atento as intensas movimentações do mercado do trigo nestes últimos tempos. Com isso, a procura pela semente deste cereal, que ocorre tradicionalmente no mês de março, em 2021, iniciou ainda primeiras semanas do mês de janeiro. “Isto já era indicativo de que o Paraná repetiria o bom desempenho visto nos dois últimos anos quando, somente nossos associados colheram mais de 4 milhões sacas, contendo cada uma 40 quilos de sementes”, aponta o Diretor Executivo da Apasem, Jhony Möller.

Liderança - Esses números continuam dando a dianteira ao Estado na produção de sementes e do grão do cereal em todo o Brasil. Dos mais de 11,8 milhões de toneladas de grãos necessárias para abastecer o mercado interno anualmente, 6,2 milhões de toneladas são produzidas no Brasil, dos quais o Paraná injeta 3,7 milhões de toneladas ou 50% de toda a produção do trigo interno. Outras 5 milhões de toneladas o país precisa importar de diferentes países.

Semeadura - Normalmente a semeadura inicia em meados de maio, dependendo das condições climáticas de cada região. “Essa tendência deve se manter, uma vez que grande parte da comercialização da semente já ocorreu”, destaca Möller.

Tecnologia - A tecnologia avançada disponível, tanto para sementes quanto para o manuseio da lavoura, bem como preços atrativos, estão levando produtores a optarem pelo cultivo do trigo em 2021, visando atender ao déficit que o país ainda têm em relação ao consumo interno do cereal.

Escolha - Para que ele possa ter um ponta pé inicial com qualidade em sua lavoura, o começo de tudo é a escolha de uma boa semente que lhe permita um alto potencial produtivo. “Aliado ao clima, solo e boas práticas de manejo esse produtor certamente terá resultados expressivos na lavoura e de certa forma garantia de que o grão terá aceitação no mercado interno”, avalia Jhony.

Reconhecimento - O Diretor explica ainda que o Paraná é reconhecido nacionalmente por oferecer sementes de qualidade ao mercado. “De todas as empresas associadas a Apasem, 90% dedicam sua produção de sementes parcial e até total na produção voltada ao trigo. Um negócio que gera milhões a economia do Estado e feito por gestores e estruturas altamente qualificadas”, explica Moller.

Análise - Parte dessas sementes passam por análise nos laboratórios da Apasem em Ponta Grossa e Toledo, sendo que a região dos Campos Gerais produz a maioria do trigo paranaense. As amostras recebidas pela estrutura de Ponta Grossa nos últimos tempos apontaram que as sementes que estão chegando a safra de 2021 são de alta qualidade. “Podemos afirmar que 99% do trigo que estamos analisando apresenta resultado acima dos 80% de germinação, padrão mínimo exigido pela legislação para que se possa realizar a comercialização de sementes. Chama a atenção também o fato do vigor das sementes estarem bastante elevados”, explica a responsável técnica de Laboratório Apasem, Juliana Veiga. As primeiras amostras de trigo foram recebidas em novembro de 2020 e a finalização das análises ocorreram no final de fevereiro. (Assessoria de Imprensa da Apasem)

FOTO: Sindicato Rural de Guarapuava

 

ALERTA GEADA: Entra em operação o serviço para proteção de lavouras de café

alerta geada 12 05 2021Entrou em operação nesta terça-feira (11/05) o Alerta Geada, serviço que o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná) e o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) oferecem de maio a setembro com o objetivo de auxiliar os produtores a adotarem técnicas para proteção de cafezais.

Prioritário - O serviço é destinado prioritariamente à proteção de lavouras com até dois anos de implantação. Durante o período de operação do sistema, os pesquisadores acompanham as condições meteorológicas na região cafeeira do Estado e publicam diariamente um boletim informativo.

Pré-alerta - Além do boletim diário, se houver aproximação de massas de ar frio com potencial de causar danos às lavouras de café, é emitido, e amplamente divulgado, um pré-alerta com 48 horas de antecedência. Caso as condições para formação de geadas persistam, um novo aviso, de ratificação, é expedido em até 24 horas antes da previsão de ocorrência do evento.

Aplicativo - O boletim diário e os alertas de geada podem acompanhados no aplicativo IAPAR Clima, disponível gratuitamente na App Store e no Google Play e nas páginas www.idr.pr.gov.br e www.simepar.br.

Inverno - Este é um ano em que o fenômeno La Niña está ativo. Essa situação, de acordo com a meteorologista Ângela Costa, do IDR-Paraná, costuma provocar diminuição no volume de chuvas, o que facilita o ingresso de massas de ar polar na região cafeeira do Estado. O fenômeno climático se caracteriza pela diminuição da temperatura da superfície das águas do Oceano Pacífico tropical central e oriental, o que gera reflexos nos padrões de chuva e temperatura em todo o planeta.

Recomendação - Para lavouras de café com idade entre seis e 24 meses, a recomendação é amontoar terra no tronco das árvores, até o primeiro par de folhas, já neste mês de maio, para proteger as gemas e evitar a morte da planta no caso de geada severa. Essa prática é chamada de “chegamento de terra” pelos cafeicultores e técnicos do setor.

Manutenção - Essa terra que protege os troncos dos cafeeiros deve ser mantida até o final do período frio, em meados de setembro, e então retirada preferencialmente com as mãos.

Plantios novos - Em plantios novos, com até seis meses de idade, recomenda-se simplesmente enterrar as mudas quando houver emissão do Alerta Geada. Viveiros devem ser protegidos com várias camadas de cobertura plástica.

Retirada - Nos dois últimos casos, lavouras novas e viveiros, a proteção deve ser retirada rapidamente, assim que a massa de ar frio se afastar e cessar o risco imediato de geada.

Patrimônio - De acordo com o economista Paulo Sérgio Franzini, do Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a área ocupada com lavouras de café no Paraná é de 35,2 mil hectares.

Até dois anos - Desse total, 1.950 hectares são ocupados com lavouras de até dois anos — 550 com implantação ainda mais recente, até seis meses — e se beneficiam do Alerta Geada. Franzini explica que a implantação de um hectare de cafeeiros custa em torno de R$ 18 mil.

Custo - Para a proteção dos cafeeiros, o enterrio e o desenterrio de plantas com até seis meses custa em torno de R$ 1,6 mil. Nas lavouras maiores, o dispêndio para fazer o “chegamento de terra” e posterior limpeza dos troncos é de aproximadamente R$ 1,1 mil. “A aplicação das técnicas contra a geada é um custo que vale a pena, protege o patrimônio do cafeicultor”, avalia Franzini.

Pequenos produtores - A maior parte das lavouras paranaenses é conduzida por pequenos produtores familiares. Em início de colheita, a expectativa é de que sejam colhidas entre 850 e 900 mil sacas de café beneficiado na atual safra.

Quebra - De acordo com Franzini, espera-se uma quebra de aproximadamente 10% em relação à produção do ano passado, em razão da seca prolongada que atingiu as lavouras em 2020.

Realização - O Alerta Geada é uma realização do IDR-Paraná e do Simepar, com apoio da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Consórcio Pesquisa Café, prefeituras, cooperativas e associações de produtores. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: IDR-PR

 

ECONOMIA: Alta da Selic vai levar inflação a ficar abaixo da meta, diz Copom

O Comitê de Política Monetária (Copom) afirmou que elevar a taxa de juros Selic até um patamar considerado neutro vai levar a inflação a ficar "consideravelmente" abaixo da meta. A informação consta da última ata da reunião do comitê divulgada nesta terça-feira (11/05). Na ocasião, o Copom decidiu elevar a taxa básica de juros para 3,5% ao ano.

Política monetária adequada - De acordo com a ata, a alta chamada pelo Copom de “normalização parcial” dos juros reflete as opiniões do comitê sobre a política monetária adequada para a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante.

Segunda vez - Esta foi a segunda vez no ano, que o comitê elevou a taxa em 0,75 ponto percentual. Com isso, a Selic está em 3,5% ao ano. Em março, o Copom elevou a Selic de 2 pontos percentuais para 2,75% ao ano, após quase seis anos sem elevação.

Decisão - O Copom decidiu elevar a taxa de juros em meio a um cenário de aumento da inflação de alimentos, combustíveis e energia. Segundo o Copom, com exceção do petróleo, os preços internacionais das commodities continuaram em elevação, com impacto sobre as projeções de preços de alimentos e bens industriais.

Bandeira tarifária - Além disso, o aumento na bandeira tarifária de energia elétrica deve manter a inflação pressionada no curto prazo. Para o comitê, o diagnóstico é de que os choques atuais são temporários.

Cenário básico - Segundo o comitê, o cenário básico evidenciado nas pesquisas do boletim Focus indica que as projeções de inflação estão levemente inferiores à meta para 2022. As expectativas de inflação para 2021, 2022 e 2023 apuradas pela pesquisa Focus encontram-se em torno de 5%, 3,6% e 3,25%, respectivamente.

Riscos fiscais - O Copom ponderou que os riscos fiscais de curto prazo seguem elevados, implicando um viés de alta nessas projeções. Essa assimetria no balanço de riscos afeta o grau apropriado de estímulo monetário, justificando assim uma elevação de juros de 0,75 ponto percentual nesta reunião.

Elevações subsequentes - “Adicionalmente, observou que elevações de juros subsequentes, sem interrupção, até o patamar considerado neutro implicam projeções consideravelmente abaixo da meta de inflação no horizonte relevante”, diz a ata da reunião.

Mesma magnitude - Para o Copom, a alta de juros deve ter uma elevação da mesma magnitude, caso não haja mudança nos condicionantes de inflação ou no balanço de riscos.

Atividade econômica - Para os membros do comitê, a despeito da intensidade da segunda onda da pandemia ter sido maior que a esperada, os últimos dados disponíveis sobre a evolução da atividade econômica doméstica “têm surpreendido positivamente”.

Pandemia - O Copom considerou que a pandemia produziu efeitos heterogêneos sobre os setores econômicos e que, enquanto o setor de bens opera com baixa ociosidade, o setor de serviços mostra dificuldades para se recuperar. O Copom avaliou que os dados de atividade e do mercado de trabalho formal sugerem que a ociosidade da economia, como um todo, se reduziu mais rapidamente que o previsto, apesar do aumento da taxa do desemprego.

Segundo semestre - “Para o Comitê, o segundo semestre do ano deve mostrar uma retomada robusta da atividade, na medida em que os efeitos da vacinação sejam sentidos de forma mais abrangente”, diz a ata.

Reflexo - O Copom diz ainda que a decisão de aumentar a Selic reflete seu cenário básico e um balanço de riscos de variância maior do que a usual para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para a meta no ano-calendário de 2022.

Apropriado - “Neste momento, o cenário básico do Copom indica ser apropriada uma normalização parcial da taxa de juros, com a manutenção de algum estímulo monetário ao longo do processo de recuperação econômica. O comitê enfatiza, entretanto, que não há compromisso com essa posição e que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar o cumprimento da meta de inflação”, reafirmou o Copom. (Agência Brasil)

IBGE: Setor de serviços cai 4% em março e volta a ficar abaixo do patamar pré-pandemia

ibge destaque 12 05 2021O setor de serviços apresentou queda de 4% na passagem de fevereiro para março, voltando a ficar abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020. O resultado elimina boa parte do ganho do mês anterior, que foi de 4,6%, quando superou o nível pré-pandemia pela primeira vez.

Comparação mensal - Na comparação com março de 2020, o setor teve alta de 4,5%, após 12 taxas negativas seguidas. Já o fechamento do primeiro trimestre teve queda de 0,8% frente ao mesmo período de 2020. Com isso, o volume de serviços apresenta a quinta queda consecutiva nas comparações trimestrais. O acumulado nos últimos 12 meses é de -8%.

Pesquisa - Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira (12/05), pelo IBGE. “O setor mostrava um movimento de recuperação desde junho do ano passado e chegou a superar o patamar pré-pandemia. Mas, com a queda em março, encontra-se 2,8% abaixo do volume de fevereiro do ano passado”, explica o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Queda - Três das cinco atividades investigadas na PMS tiveram queda, com destaque para o resultado de serviços prestados às famílias, que caiu 27%, a taxa negativa mais intensa desde abril de 2020 (-46,5%). Também contribuíram para o índice as quedas de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,9%) e de profissionais, administrativos e complementares (-1,4%).

Medidas restritivas - Lobo explica que o resultado para essas atividades retrata o recrudescimento das medidas restritivas por conta do avanço da pandemia da Covid-19 no país. “Foram menos impactantes do que março de 2020, mas suficientes para fazer o setor de serviço recuar e voltar ao patamar pré-pandemia”, salienta o analista.

Unidades da federação - Regionalmente, pouco mais da metade (14 das 27) das unidades da federação teve queda no volume de serviços na passagem de fevereiro para março. Entre os locais com taxas negativas, o impacto mais importante veio de São Paulo (-2,6%), seguido por Distrito Federal (-6,1%), Minas Gerais (-1,6%), Santa Catarina (-3,4%) e Rio de Janeiro (-0,8%). Em contrapartida, o Mato Grosso do Sul (11,8%) registrou a principal alta.

Crescimento - Em comparação com março de 2020, o volume do setor de serviços cresceu 4,5% e interrompeu 12 taxas negativas seguidas neste indicador. O resultado deste mês apresentou alta em quatro das cinco atividades de divulgação e contou ainda com crescimento em 45,2% dos 166 tipos de serviços investigados.

Influências - Influenciaram a alta os setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (8,8%) e os serviços de informação e comunicação (6,2%). Com menores impactos, outros serviços (7,3%) e profissionais, administrativos e complementares (0,7%) também tiveram contribuições relevantes.

Sobre a pesquisa - A PMS produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.

Resultados - Há resultados para o Brasil e todas as unidades da federação. A técnica de coleta é o - Questionário eletrônico autopreenchido (CASI) e a Entrevista pessoal com questionário em papel (PAPI). Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

ibge 12 05 2021

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,22 e renova mínima desde janeiro

cambio 12 05 2021Influenciado pelo exterior e pela valorização das commodities, o dólar reverteu a alta do início do dia e fechou em queda, voltando a alcançar a menor cotação desde janeiro. A bolsa iniciou o dia em baixa, mas recuperou-se durante a tarde e encostou nos 123 mil pontos.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (11/05) vendido a R$ 5,223, com recuo de R$ 0,009 (-0,18%). A divisa atingiu R$ 5,28 na máxima do dia, por volta das 10h30, mas reverteu o movimento e passou a operar próxima da estabilidade a partir das 12h. Nos minutos finais de sessão, a entrada de recursos assegurou que a cotação fechasse em queda.

Menor nível - A divisa está no menor nível desde 14 de janeiro, quando tinha fechado em R$ 5,212. O dólar acumula queda de 3,84% em maio e alta de 0,65% em 2021.

Ações - No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 112.964 pontos, com alta de 0,87%. Nos primeiros minutos de negociação, o indicador chegou a cair 1,4%, mas começou a recuperar-se, beneficiado pelas commodities internacionais, que impulsionaram ações de empresas do setor de mineração.

EUA - O mercado viveu um dia de expectativas em relação à divulgação de índices de preços nos Estados Unidos, prevista para sair nesta quarta-feira (12/05). Apesar das projeções de aumento da inflação na maior economia do planeta, dados de que a recuperação do emprego está abaixo do esperado diminuem as pressões para que o Federal Reserve, o Banco Central norte-americano, mantenha os estímulos monetários relacionados ao combate à pandemia de covid-19.

Commodities - No Brasil, a valorização das commodities (bens primários com cotação internacional) continua ajudando o câmbio. Nos últimos dias, a entrada de recursos de exportações de grãos e de minérios tem segurado movimentos de alta internacional do dólar ou contribuído para reduzir a cotação da moeda norte-americana. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

PIM REGIONAL: Produção industrial do Paraná cresce 9% no primeiro trimestre

pim regional 12 05 2021A produção industrial paranaense teve crescimento de 9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os primeiros três meses de 2020. O crescimento paranaense foi o dobro da média nacional, cuja produção aumentou 4,4% nos três primeiros meses do ano.

PIM Regional - Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional), divulgados nesta terça-feira (11/05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e mostram que o Paraná ocupa a quarta posição entre os estados com o melhor resultado do trimestre, empatado com São Paulo.

Primeiros lugares - O primeiro lugar é ocupado por Santa Catarina (17,8%), seguido do Rio Grande do Sul (12,3%) e Minas Gerais (9,1%). Somente 10 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE tiveram crescimento na produção industrial no período.

Março - A pesquisa do IBGE mostra também um aumento de 12,3% na produção em março, com relação ao mesmo mês do ano passado. A pesquisa revela, ainda, que a indústria do Estado caiu 1% em março com relação a fevereiro deste ano, além da redução de 1% no acumulado dos últimos 12 meses, com base nos 12 meses anteriores.

Tendência nacional - A queda em março foi uma tendência nacional, com redução de 2,4% da produção industrial do País e também um recuo em nove dos 15 locais analisados pelo IBGE. Entre esses estados, Paraná e Santa Catarina foram os que tiveram a menor redução.

Forte - “Mesmo com o impacto da pandemia em diversos setores da economia, a indústria do Paraná continua forte”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. "O crescimento industrial impacta nos outros setores, contribuindo com a retomada econômica do Estado e de grande parte das cidades paranaenses, já que o Paraná conta com uma indústria diversificada e espalhada por todas as regiões”.

Setores - Dos 15 setores analisados pelo IBGE no Paraná, 13 tiveram aumento na produção industrial nos primeiros três meses de 2021. A fabricação de produtos de madeira puxou o crescimento, com aumento de 32,7% no trimestre e de 58,9% com relação a março do ano passado, além de um aumento de 11,9% no acumulado de doze meses. É seguido pela fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, que teve alta de 31,7% entre janeiro e março, de 58,9% se comparado a março de 2020 e de 11,9% nos últimos 12 meses.

Máquinas e equipamentos - A indústria de máquinas e equipamentos também teve crescimento substancial no primeiro trimestre do ano, com ampliação de 28,6% na produção. Completam a análise os setores de fabricação de produtos de materiais não metálicos (25,8%); de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (19,7%); de móveis (19%); de produtos de borracha e material plástico (17,8%); de outros produtos químicos (16%); de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (4,8%); de veículos automotores, reboques e carrocerias (4,4%); e fabricação de bebidas (1,4%).

Negativo - Os únicos a fechar o trimestre com números negativos foram as indústrias de fabricação de celulose, papel e produtos de papel (-6,2%) e de fabricação de produtos alimentícios (-4%). Este último setor, no entanto, ainda conta com resultados positivos com relação a março de 2020 (0,6%) e no acumulado de doze meses (6,3%).

Março - Já no mês de março, houve aumento na produção 14 setores, na comparação com o mesmo mês de 2020. Os melhores resultados foram nas indústrias de produtos de madeira (58,9%); de produtos de materiais não metálicos (35,5%); de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (31,5%); de outros produtos químicos (28,5%); de produtos de borracha e material plástico (24,7%).

Sequência - Na sequência, vêm a fabricação de máquinas e equipamentos (18,5%); de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,8%); de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (10,6%); de veículos automotores, reboques e carrocerias (7,6%); de bebidas (5,2%); e de produtos alimentícios (0,6%). Somente a fabricação de celulose, papel e produtos de papel fechou em baixa no mês, com queda de 6,2%. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

LEGISLATIVO: Oficialização do Pronampe como política de Estado segue para sanção presidencial

legislativo 12 05 2021O Senado aprovou nesta terça-feira (11/05) emendas da Câmara dos Deputados ao projeto de lei que transforma o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) em política pública permanente. O Pronampe havia sido criado como medida emergencial para a pandemia de covid-19, mas agora passa a ser uma política oficial de crédito. O PL 5.575/2020 segue agora para a sanção presidencial.

Pequenas e médias - O Pronampe atende pequenas e médias empresas em empréstimos com juros reduzidos, subvencionados através do Fundo Garantidor de Operações (FGO). O projeto permite o aumento da participação da União no FGO até o final do ano, viabilizando mais recursos para o programa, e prorroga o prazo de carência para empréstimos já concedidos. Ele é de autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC), e foi aprovado pela primeira vez no início de março.

Alterações - A relatora do texto, senadora Kátia Abreu (PP-TO), incorporou a maioria das alterações promovidas pela Câmara. Com elas, o projeto passa a prever:

- Inclusão de emendas parlamentares como fonte de recursos do Pronampe, que se somam a dotações orçamentárias, doações privadas e empréstimos internacionais;

- Separação dos recursos aportados no programa através de créditos extraordinários para que sejam destinados exclusivamente ao combate aos efeitos econômicos da pandemia;

- Devolução dos recursos não utilizados ao Tesouro Nacional;

- Modificação do prazo de prorrogação do período de carências;

- Possibilidade de portabilidade das operações de crédito;

- Cálculo do limite para as linhas de crédito contratadas em 2021 com base no faturamento do exercício de 2019 ou de 2020, o que for maior;

- Reserva de 20% do montante do FGO para empresas que participam do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), desde que também se enquadrem nos critérios do Pronampe;

- Proibição de “venda casada” de outros produtos e serviços financeiros (como seguros) com a contratação de crédito.

Rejeitadas - Já as mudanças da Câmara que foram rejeitadas pela relatora são:

- Possibilidade de o Executivo diluir, sem autorização do Congresso, os recursos reservados às empresas do Perse para outros setores;

- Transferência automática de dados dos beneficiários para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), para prestação de assistência (os dados podem ser repassados, mas mediante autorização);

- Prorrogação por um ano (a partir de 31 de dezembro de 2021) do prazo para a concessão de empréstimos cuja fonte sejam créditos extraordinários (a justificativa é que créditos extraordinários, por regra, devem ser executados no ano de sua liberação).

Aportes financeiros - Durante a discussão do projeto, Kátia Abreu defendeu que o Pronampe receba imediatamente mais aportes financeiros, citando que o programa ainda não foi capaz de transformar o cenário do crédito no Brasil. Segundo ela, mesmo com o Pronampe, as micro e pequenas empresas pagaram, na média, juros de 30% ao ano em 2020, taxa muito acima da média nacional. Apenas 517 mil empresas, ou 7% do total nacional desse segmento, puderam usar o programa.

Maltratadas - “Nós estamos observando o quanto as micro e pequenas empresas no Brasil ainda são maltratadas. É uma característica de décadas. Elas representam 18 milhões de empregos em todos os estados e representam nada menos do que 27% do PIB brasileiro.”

Créditos extraordinários - A relatora também destacou que, com o uso de créditos extraordinários, um maior investimento federal no Pronampe não teria impacto fiscal, uma vez que esses créditos não entram no cálculo da meta de resultado primário do Orçamento.

Apoio - O senador Jorginho Mello, que também foi o autor da lei que criou o Pronampe, em 2020, pediu apoio dos colegas para a aprovação do projeto, lembrando que o Senado deu apoio unânime a todas as etapas do programa até aqui. Ele ressaltou que o alcance financeiro da iniciativa “ainda é pouco”, mas já representa para os pequenos empresários a possibilidade de “continuar vivo”.

Emenda - O senador Rogério Carvalho (PT-SE) lembrou que a possibilidade de aportar recursos no Pronampe via créditos extraordinários se deve a uma emenda de sua autoria no projeto de lei do Congresso que retirou, no Orçamento de 2021, restrições fiscais sobre gastos com medidas de combate à pandemia.

Orgulho - Após a aprovação do PL 5.575, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou estar “orgulhoso” dos senadores pelo avanço de mais uma iniciativa para enfrentar a crise causada pela covid-19. Pacheco lembrou que, além do Pronampe, partiram do Senado a lei que permite a compra direta de vacinas por estados e municípios (Lei 14.125, de 2021), a PEC Emergencial e a autonomia do Banco Central (Lei Complementar 179, de 2021).

Importantes - “São projetos muito importantes, que contribuem muito decisivamente para esse trinômio fundamental que é a saúde pública, o desenvolvimento social e o crescimento econômico do Brasil.” (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 72,7 mil casos e 2,3 mil mortes em 24 horas

Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 72.715 novos casos de covid-19 e 2.311 mortes em função da doença. Os novos números estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (11/05).

Total - Com isso, o total de pessoas que não resistiram à covid-19 subiu para 425.540. Na segunda-feira (10/05), o sistema de informações sobre a pandemia, do Ministério da Saúde, trazia 423.229 vidas perdidas.

Investigação - Ainda há 3.748 óbitos em investigação. Isso ocorre porque há casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Casos acumulados - Com a atualização desta terça, o número de casos acumulados subiu para 15.282.705. Na segunda-feira, o painel do Ministério da Saúde registrava 15.209.990 pessoas infectadas desde o 1º caso, em 26 de fevereiro do ano passado.

Acompanhamento - Ainda há no país 1.009.974 casos em acompanhamento. O termo é empregado para as pessoas infectadas e com casos ativos de contaminação pelo novo coronavírus.

Recuperadas - O Brasil tem 13.847.191 pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia. Isso equivale a 90,6% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Números - Os números são, em geral, mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (100.660). Em seguida vêm Rio de Janeiro (46.770), Minas Gerais (36.122), Rio Grande do Sul (26.176) e Paraná (23.993). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.549), Amapá (1.595), Acre (1.599), Tocantins (2.666) e Alagoas (4.413).

Vacinação - Até o momento, foram distribuídas a estados e municípios 76,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 47,7 milhões de doses, sendo 32,3 milhões da 1ª dose e 15,3 milhões da 2ª dose. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 12 05 2021

SAÚDE II: Boletim divulga mais 3.203 casos e 88 óbitos pela Covid-19 no PR

saude II 12 05 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (11/05) mais 3.203 casos confirmados e 88 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 986.849 diagnósticos e 23.848 óbitos. Há ajustes ao final do texto.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta terça-feira são de janeiro (7), fevereiro (6), março (36), abril (181) e maio (2.939) de 2021, e dos seguintes meses de 2020: julho (2), agosto (1), setembro (2), outubro (2), novembro (3) e dezembro (24).

Internados - O informe relata que 2.360 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.850 pacientes em leitos SUS (934 em UTI e 916 em enfermaria) e 510 em leitos da rede particular (275 em UTI e 235 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.586 internados, 1.014 em leitos UTI e 1.151 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão na rede pública e rede particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 88 pacientes. São 43 mulheres e 45 homens, com idades que variam de 3 a 96 anos. Os óbitos ocorreram de 27 de novembro de 2020 a 11 de maio de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Irati (7), Paranavaí (7), Palmas (6), Campina da Lagoa (5), Campo Largo (5), Cascavel (5), Campo Mourão (4), Castro (4), Pinhais (3), Ponta Grossa (3), Curitiba (2), Goioerê (2), Guarapuava (2), Guaratuba (2) e Medianeira (2).

Uma morte- A Secretaria da Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Andirá, Antonina, Arapongas, Cambira, Campina do Simão, Cantagalo, Capitão Leônidas Marques, Cidade Gaúcha, Colombo, Corbélia, Dois Vizinhos, Fernandes Pinheiro, Foz do Iguaçu, Itambaracá, Ivaiporã, Marechal Cândido Rondon, Mariluz, Mariópolis, Matelândia, Matinhos, Nova Aliança do Ivaí, Ouro Verde do Oeste, Palmital, Piraquara, Rolândia, Santo Antônio do Caiuá, São João do Caiuá, São Pedro do Ivaí e Três Barras do Paraná.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 5.751 casos de residentes de fora, sendo que 145 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Total de exclusão: 20 casos e 20 óbitos de residentes no Paraná.

Um caso e óbito confirmados (F,68) no dia 27/07/2020 em Curitiba foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,70) no dia 06/08/2020 em Curitiba foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,83) no dia 13/08/2020 em Curitiba foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (F,86) no dia 11/10/2020 em Curitiba foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (F,80) no dia 19/08/2020 em Curitiba foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,26) no dia 05/08/2020 em Curitiba foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,74) no dia 07/01/2021 em Ponta Grossa foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (F,66) no dia 29/12/2020 em Nova Aurora foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,56) no dia 06/01/2021 em Maringá foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,59) no dia 18/12/2020 em Curitiba foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,65) no dia 29/11/2020 em Curitiba foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (F,62) no dia 21/12/2020 em Maringá foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (F,83) no dia 07/01/2021 em Flor da Serra do Sul foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,78) no dia 22/02/2021 em Bocaiúva do Sul foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (F,49) no dia 17/02/2021 em Campo Largo foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,53) no dia 11/03/2021 em Londrina foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,72) no dia 25/02/2021 em Curitiba foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (F,75) no dia 26/03/2021 em Foz do Iguaçu foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,65) no dia 07/04/2021 em Fazenda Rio Grande foram excluídos por erro de notificação;

Um caso e óbito confirmados (M,74) no dia 17/04/2021 em Fazenda Rio Grande foram excluídos por erro de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Boletim Epidemiológico completo.

 

SAÚDE III: Mais 1.383 casos de dengue são registrados em municípios paranaenses

O Informe semanal Epidemiológico da Dengue divulgado nesta terça-feira (11/05) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 1.383 novos casos da doença no Paraná. Agora, o Estado soma 14.843 casos confirmados desde o início do período epidemiológico, iniciado em agosto do ano passado.

Autóctones - Deste total, 13.083 casos são autóctones, ou seja, de pessoas que contraíram dengue no município onde moram. Quatro municípios apresentam casos autóctones pela primeira vez no período: Pranchita, Campo Bonito, Alvorada do Sul e Carlópolis.

Nenhum óbito - Nenhum novo óbito foi registrado nesta semana. O período contabiliza 19 mortes: 6 pessoas que residiam em Londrina, 3 em Foz do Iguaçu, 2 em Paranaguá, 2 em Cambé e mais um óbito em Paraíso do Norte, Santo Antônio do Caiuá, Maringá, Apucarana, Alvorada do Sul e Assaí.

Combate - “O combate ao mosquito Aedes aegypti é papel de toda população. É importante repetirmos sempre que a principal medida preventiva para a dengue é a remoção dos criadouros”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “É imprescindível evitar o acúmulo de água nas áreas externas e internas das residências, pois estes pontos podem se transformar rapidamente em criadouros para o mosquito”.

Notificações - O Informe registra, ainda, 69.609 notificações para a dengue. Destas, 31.109 já foram descartadas e 13.794 casos seguem em investigação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe Epidemiológico

ARTIGO: A Selic subiu, o que muda na minha vida financeira?

artigo 12 05 2021* Rodrigo Martimiano da Rocha

Na última semana, o Copom (Comitê de Política Monetária) divulgou o aumento da Selic, gerando questionamentos em muitos brasileiros sobre como a taxa impacta na nossa vida financeira.

Primeiro, é importante relembrar os conceitos do que é o Copom e o que é a taxa Selic. O Copom é um órgão colegiado formado por oito diretores do Banco Central, que se reúnem a cada 45 dias para analisar a macroeconomia, os cenários econômicos internos e externos e a inflação medida pelo IPCA (Preços ao Consumidor Amplo), tudo para basear a decisão de quanto deve ser a taxa Selic naquele período, sempre com a intenção de que a inflação permaneça alinhada com o que foi definido como meta pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A taxa Selic é a taxa média cobrada em negociações feita em títulos do tesouro nacional, tornando- se referência para todos os demais juros da economia.

O primeiro impacto que podemos sentir nas nossas vidas é o custo deste aumento de taxa para as contas públicas. Ou seja, o aumento anunciado de 0,75% a.a. gera um aumento estimado de aproximadamente R$ 25 Bilhões na dívida pública, um dinheiro que poderia ser investido em outros setores como saúde, educação, infraestrutura, e que agora será gasto com pagamento de juros.

Mas esse aumento de taxa também torna o país mais atrativo para investidores vindos do exterior, entre eles governos, empresas e pessoas estrangeiras que compram títulos públicos do governo brasileiro. Este fato pode gerar um aumento na capacidade de investimento do governo e, também, pode ocasionar uma queda na cotação do dólar, o que barateia produtos importados para o consumo interno (o preço daquele bom vinho internacional fica menor, só para citarmos um exemplo).

No âmbito do crédito, fica mais caro para Pessoas Físicas e Jurídicas terem acesso a empréstimos, diminuindo a capacidade de compras por meio de financiamentos. Esta medida faz com que as pessoas que precisam vender não subam preços ou, até mesmo, gerem desconto nos seus produtos, segurando a inflação.

Para quem é investidor, as taxas pagas nas aplicações financeiras de renda fixa aumentam a remuneração paga, ou seja, este aumento de 0,75% representa aproximadamente 27% a mais de renda. Desta forma, ficam mais atrativos produtos como RDC, LCI, Poupança, entre outros, fazendo com que várias pessoas optem por deixar dinheiro aplicado ao invés de gastar seus recursos, gerando queda de consumo e segurando a inflação.

Espero que as informações tenham ajudado no entendimento sobre como e por que a Selic afeta nosso dia a dia. Se ainda ficar com dúvidas, não deixe de nos escrever em: contato@uniprimebr.com.br.

* Rodrigo Martimiano da Rocha é colaborador Uniprime e profissional com Certificação CFP®.

 


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