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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5076 | 24 de Maio de 2021

JUBILEU DE OURO: Programa RIC Rural começa a divulgar série de reportagens sobre os 50 anos da Ocepar

jubileu ouro 24 05 2021 Os 50 anos da Ocepar, completados no último dia 2 de abril, são o tema da série de reportagens especiais que o programa RIC Rural começou a exibir neste domingo (23/05), em rede estadual pela Record TV. O primeiro programa mostrou como funciona a entidade que representa 217 cooperativas paranaenses de sete diferentes ramos. Na chamada, a produção do programa destaca que “o cooperativismo do Paraná é referência para o Brasil e o mundo. Também é um dos pilares mais importantes na economia”.

Planejamento - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, é um dos entrevistados. Ele lembra que, desde o início, o trabalho da entidade se baseia no planejamento das atividades do setor. “Se você tem um bom planejamento, ele acompanha o desenvolvimento das empresas, assim também com as cooperativas. Começou com os PICs e periodicamente, em, no máximo 10 anos, a gente renovava esse planejamento. A Ocepar se encarregava disso, junto às cooperativas. Nos anos 2000, nós criamos a expressão Paraná Cooperativo, ou Plano Paraná Cooperativo 2000... No ano passado, lançamos do PRC200, cuja pretensão é dobrar o faturamento das cooperativas do Paraná. O planejamento é fundamental para o crescimento do cooperativismo, de forma organizada”, ressaltou. “A Ocepar e as cooperativas têm duas missões: primeiro, defender o produtor, e, mais importante do que isso, é organizá-los economicamente, para que eles tenham mais renda, e, dessa forma, possam conquistar uma condição social melhor, duradoura e sem depender de ninguém. E, dentro desse contexto, é necessário planejar, do contrário, não dá para ir para frente”, acrescentou.

Lideranças - A reportagem também ouviu lideranças e autoridades sobre o trabalho realizado pela Ocepar ao longo dessas cinco décadas de história, como o governador Ratinho Junior, o secretário de Estado da Agricultura, Norberto Ortigara, e o presidente da Faep, Ágide Meneguete.

Apoio - Ao todo, serão veiculadas oito reportagens dentro da série dos 50 anos da Ocepar, produzidas com apoio do Sicredi e em parceria com a Flamma Comunicação.

Clique aqui e confira a reportagem completa

 

FALECIMENTO: Sistema Ocepar lamenta falecimento da esposa do ex-presidente Dick de Geus

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, lamentou o falecimento da esposa do ex-presidente da Ocepar, Dick Carlos de Geus, Douwtje Dijkstra de Geus, ocorrido no último sábado (22/05), no hospital da Unimed de Ponta Grossa. “É com grande pesar que recebemos a notícia do falecimento de Douwtje Dijkstra de Geus, esposa do amigo e ex-presidente da Ocepar, Dick Carlos de Geus. Em nome das cooperativas paranaenses e do Sistema Ocepar, queremos externar nossos sentimentos a todos familiares e amigos. Que Deus possa dar o merecido descanso à senhora Douwtje e o conforto a todos da família, em especial ao amigo Dick”, frisou.

Lembranças - Natural de Sweek, na Holanda, Douwtje Dijkstra de Geus tinha 78 anos e deixa os filhos Caroline, Dorothi e Mary. Seu sepultamento ocorreu neste domingo (23/05), com um culto fúnebre na Igreja Evangélica de Carambeí. Em postagens nas redes sociais, amigos e familiares afirmam que irão lembrar sempre da mulher determinada e forte que era: “Douwtje foi, junto com seu marido Dick, um dos pilares para que o Parque Histórico de Carambeí saísse do papel, anos e anos dedicados ao bem comum arrecadando verbas de maneiras tão distintas para que o sonho alcançasse sucesso.”

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COMITÊ: Diretores e gestores da Cocari participam de reunião sobre o PRC200

sistema ocepar 24 05 2021O presidente Marcos Antonio Trintinalha e o vice-presidente, João Carlos Obici, executivos e gestores da cooperativa Cocari, com sede em Mandaguari, participaram virtualmente, na manhã desta segunda-feira (24/05), da 64ª reunião do Comitê Estratégico do Sistema Ocepar. A finalidade foi debater o Plano Paraná Cooperativo PRC200 e apresentar sugestões para o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fez uma rápida apresentação das estratégias que estão sendo pensadas e, na sequência, passou a palavra para os representantes da cooperativa.

Oportunidade - Trintinalha, que em fevereiro deste ano assumiu, ao lado de Obici, o comando da cooperativa, em substituição de Vilmar Sebold, fez um relato da atuação da Cocari atualmente. “Uma oportunidade para todos nós ajudarmos a construir este importante planejamento para o cooperativismo paranaense, no qual nossa cooperativa está inserida e, com certeza, poderá contribuir de forma direta para que as metas possam ser alcançadas”, frisou.

 

GETEC: Informe nº 24 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 24 05 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (24/05), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

SESCOOP/PR: Realizada a 13ª reunião do Conselho Fiscal

Os principais normativos, resoluções e portarias do Sescoop/PR estiveram em pauta, juntamente com outros 13 itens, na 13ª reunião do Conselho Fiscal da entidade, realizada virtualmente na sexta-feira (21/05), com a participação dos conselheiros Joel Makohin (titular), Akio Cyoia e Artur Sawatzky (suplentes). Também estiveram presentes, representando o Sescoop/PR, o superintendente Leonardo Boesche, a advogada Daniely Andressa da Silva, o gerente Administrativo, José Ronkoski, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emilia Pereira Lima, o coordenador de Gestão Estratégica, Alfredo Benedito Kugeratski Souza, e os auditores internos, Tadeu Duda e Daniele Cristiane Radulski Reginatto.

Assuntos - Na oportunidade, eles também examinaram as atas do Conselho Administrativo do Sescoop/PR, acompanharam a realização do orçamento aprovado para o exercício, examinaram os indicadores econômicos e financeiros, analisaram o Relatório de Desempenho de Investimentos e os demonstrativos contábeis e financeiros. Também verificaram a efetividade do atendimento das normas de regularidade fiscal para fornecedores de bens e serviços (Certificado de Regularidade junto ao FGTS, Certidão Negativa de Débitos da Receita Federal, Dívida Ativa da União e INSS, e adimplência quanto a tributos estaduais e municipais). Foi ainda verificada a regularidade fiscal quanto ao Certificado de Regularidade junto ao FGTS, Certidão Negativa de Débitos da Receita Federal, Dívida Ativa da União e INSS, e adimplência quanto a tributos estaduais e municipais do Sescoop/PR. O acompanhamento sobre o atendimento às recomendações e determinações do TCU e CGU em processos de fiscalização e auditoria; o exame dos relatórios de auditoria interna emitidos em atendimento ao Paint aprovado ou a demandas especiais; as reformulações orçamentárias; as atividades e relatórios da área de gestão estratégica; o relatório analítico do contrato de gestão e assuntos gerais foram as demais questões tratadas na reunião do Conselho Fiscal do Sescoop/PR.

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PARANÁ PRODUTIVO: Programa reúne lideranças para discutir desenvolvimento integrado; próxima oficina será na quarta-feira

parana produtivo 24 05 2021O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, realiza nesta semana mais uma rodada de oficinas do Programa Paraná Produtivo. O programa pretende identificar potenciais e carências das regiões e planejar um desenvolvimento produtivo integrado entre os municípios. Para tanto, o estado foi dividido em oito regiões. Nas primeiras regiões, polarizadas por Santo Antônio da Platina e Cornélio Procópio, as atividades ocorreram nos dias 29 e 30 de abril. Na quarta-feira (26/05), será realizado o encontro da Região 3 (Paranavaí), das 13:30 às 17:30, virtualmente. Ainda de acordo com o calendário, no dia 10 de junho, será a vez da reunião da Região 4(Umuarama) e, no dia 24 de junho, da Região 5 (Campo Mourão). As demais regiões são encabeçadas por Guarapuava (6), Irati/União da Vitória (7) e Castro (8), cujas datas das reuniões ainda não foram divulgadas.

Diagnóstico - As oficinas reúnem lideranças políticas, do setor produtivo e representantes de universidades. Nesta primeira fase do programa, estão sendo realizadas as oficinas de diagnóstico para coleta de informações e ouvir as demandas de cada uma das regiões, destacando as potencialidades, fragilidades, perspectivas e oportunidades que poderão alavancar o desenvolvimento produtivo.

Salas virtuais - Nas salas virtuais, os participantes das oficinas debatem situações como de infraestrutura, capacitação de pessoas e fortalecimento dos sistemas produtivos, como pavimentação de estradas rurais, retomada do turismo, apoio ao pequeno produtor, apoio ao cooperativismo e energias renováveis.

Emprego e renda - O secretário do Planejamento, Valdemar Bernardo Jorge, tem feito a abertura dos eventos. De acordo com ele, um dos objetivos do Paraná Produtivo é contribuir para a geração de emprego e renda e a diminuição das desigualdades regionais. O secretário também destaca a importância de integrar as políticas públicas municipais e estaduais, sincronizando-as com ações desenvolvidas por entidades representativas e pelos setores empresariais e acadêmicos.

Próximo passos– Após as reuniões de diagnóstico, o programa prevê a organização de encontros para priorizar ações e, no terceiro trimestre do ano, haverá a entrega do plano de ação a ser desenvolvido. Ao todo, serão organizadas quatro oficinas em cada uma das oito regiões e todas poderão contar com uma plataforma de gestão territorial, que reunirá informações, dados e estatísticas em diversas áreas, possibilitando acompanhar os resultados e ações ao longo do tempo. (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

Clique aqui para saber mais sobre o Programa Paraná Produtivo

Clique aqui para acessar o canal do Programa no Youtube e acompanhar a próxima oficina

 

SICREDI I: Jovens são conectados para inspirar movimentos de impacto positivo nas comunidades

Evidenciar as habilidades humanas, conectando as individualidades com o aprendizado para um futuro mais sustentável e colaborativo. Essas foram algumas reflexões provocadas na edição 2021 do Summit Jovem, realizado em formato on-line nos dias 19 e 20 de maio. O evento promovido pela Central Sicredi PR/SP/RJ conectou mais de mil participantes, entre convidados e integrantes dos Comitês Jovens formados em 21 cooperativas de crédito nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Sustentabilidade - Logo na abertura, o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, ressaltou a importância de conectar as novas gerações com o cooperativismo de crédito com o intuito de garantir sustentabilidade e a perenidade do modelo de negócio, que é uma alternativa ao Sistema Financeiro tradicional. “Nós somos integrantes de um movimento global conectado ao Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU). Também fazemos parte do Pacto Global da ONU com princípios, objetivos e metas que vão além de 2030 e que estão interligados com os propósitos da nossa instituição financeira cooperativa para a construção de uma sociedade mais próspera”, afirmou.

Influencer - Conduzido pela influencer e consultora de diversidade e inclusão Bielo Pereira, o primeiro dia de evento propôs uma reflexão sobre as características únicas do ser humano. O neurocientista Edgard Morya reforçou como o cérebro tem capacidades e habilidades complementares aos avanços tecnológicos e como essa diferença não possibilita uma substituição futura.

Emoções - Em seguida, o psicólogo e escritor Alexandre Coimbra Cabral destacou a importância de conhecer e identificar as emoções para uma aprendizagem contínua, especialmente em momentos de transição como o gerado pela pandemia. “A compreensão de como a gente funciona é o começo de uma jornada de conhecimentos sobre nossas emoções”, analisou o especialista destacando também o processo de reunir os pensamentos (racionalidade) com as emoções.

Autoconhecimento - Essa conexão e a consciência sobre emoções na busca pelo autoconhecimento também foram destaque na participação do sensei e faixa preta de Jiu-Jitsu, Fernando Belatto. “A vida é nossa melhor amiga e os desafios são professores”, refletiu o especialista, que ainda propôs aos convidados práticas baseadas no método O-DGI, que alia noções de artes marciais, meditação na busca pelo desenvolvimento da inteligência emocional e espiritual.

Interações - Sentimentos e reflexões que se conectaram aos participantes também por meio de interações realizadas de maneira virtual com jovens de diversas cooperativas ligadas à Central Sicredi PR/SP/RJ.

Conhecimento humano e promoção do impacto positivo - Com as inspirações geradas a partir do conhecimento sobre as humanidades, o segundo dia do Summit Jovem buscou incentivar a realização de uma jornada de aprendizagem e reflexões sobre as possibilidades de iniciativas de impacto positivo em cada comunidade onde os jovens estão inseridos.

Olhar diferente - E, para incentivar um olhar diferente sobre o futuro e o pensamento para ações, o especialista em tendências e fundador da Non-Obvious Company, Rohit Bhargava, evidenciou como hábitos de observação, curiosidade e reflexão, além da curiosidade, são fundamentais para guiar um pensamento não óbvio, um olhar diferente para os negócios e a sociedade. “Para ser mais criativo é importante buscar mais informações, ler sobre assuntos variados e fora da sua área de atuação. É essencial descobrir temas diversos e exercitar um novo olhar”, afirmou o palestrante internacional.

Intercâmbio - O intercâmbio com experiências de outros países também foi proposto pelo evento com a participação de cooperativistas da Polônia, Colômbia e dos Estados Unidos. Inspirados pelo legado do WYCUP – World Council Young Credit Union People, os convidados contaram sobre iniciativas positivas que o cooperativismo de crédito vem desenvolvendo em outras partes do mundo.

Participação - Com a mediação de Manfred Dasenbrock e da embaixadora do Programa Global Women's Leadership Network (GWLN) no Brasil, Gisele Gomes, o momento de conversa ainda contou com a participação do diretor do WYCUP, Thomas Belekevich, que relembrou a viagem da comitiva internacional ao Brasil para conhecer o modelo desenvolvido pelo Sicredi, com o objetivo de engajar os jovens no cooperativismo. “Vocês inspiraram todos nós. Estamos pegando as lições aprendidas com o Sicredi para aplicar nas nossas comunidades por meio de várias cooperativas ao redor do mundo”, comentou.

Falas inspiradoras - O evento ainda contou com as falas inspiradoras de lideranças mundiais do cooperativismo como o Chair do WOCCU e presidente da Associação Nacional de Cooperativas de Poupança e Crédito (NACSCU) da Polônia, Rafal Matusiak, o presidente da Federação Colombiana de Cooperativas de Poupança e Crédito e Financeiras (Fecolfin) e presidente da Cooperativa de Poupança e Crédito na Colômbia (Comultrasan), Jaime Chavez, a CEO da Royal Credit Union dos Estados Unidos, Jennifer McHugh, e o presidente e CEO da Unitus Community Credit Union também dos Estados Unidos, Steve Stapp.

Iniciativas de colaboração e engajamento jovem - As iniciativas de jovens cooperativistas do Sicredi também foram ressaltadas com a participação de integrantes da Jornada Jovem Intraempreendedora. A iniciativa foi desenvolvida pela Central Sicredi PR/SP/RJ com cerca de 150 integrantes dos Comitês e de forma colaborativa está fomentando projetos de impacto positivo nas comunidades. Com a mediação do diretor do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral, Heiko Spitzeck, os jovens apresentaram suas soluções em quatro áreas: educação cooperativista, projetos sociais, educação financeira e educação empreendedora.

Engajamento - Reforçando a importância do engajamento das novas gerações, visando às transformações positivas para o futuro, o evento foi finalizado com a participação da ativista da Indonésia Melati Wijsen, que contou um pouco da sua experiência na criação do Bye Bye Plastic Bags. O movimento foi criado quando a jovem tinha apenas 12 anos de idade, por meio da união de um objetivo em comum com a criação de um espaço colaborativo que resultou na conscientização sobre o lixo gerado por sacolas plásticas em Bali.

Chamado - A jovem ativista encerrou sua participação com um chamado: "Encontre a sua paixão, o que você gosta de fazer e comece a mudança. Somos [jovens] 25% da população mundial, mas 100% do futuro. Então, vamos em frente”, declarou Melati. O desafio proposto foi reforçado pelo diretor executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Maroan Tohmé, que ao final do Summit Jovem 2021 encorajou os participantes a utilizarem suas aprendizagens para exercer o impacto positivo. “Com tanta inspiração podemos começar novas ações nas nossas casas, nas comunidades para que a gente consiga mudar o mundo voltados sempre para uma sociedade mais próspera”, finalizou.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI II: Instituição cooperativa faz captação histórica para financiar aquisição de equipamentos de energia solar

Para atender à crescente demanda por crédito destinado à instalação de sistemas de energia fotovoltaica (energia solar), o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 5 milhões de associados e presença em 24 estados e no Distrito Federal -, buscou recursos fora do país, firmando acordo de parceria para captação com a International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, para estimular projetos de energia solar. A linha de crédito internacional é de US$ 120 milhões (cerca de R$ 600 milhões) e vai financiar projetos de energia solar dos associados da instituição em todo o Brasil.

Primeira operação - Esta é a primeira operação de uma instituição financeira cooperativa brasileira a receber certificação emitida pela Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional que atua para promover investimentos na economia de baixo carbono, estabelecendo as melhores práticas para o mercado em termos de integridade ambiental dos produtos de economia verde. A operação também detém certificação pelo Green Loan Principles (GLP), que atesta que os projetos oferecem benefícios ambientais claros e verificáveis e que os processos de avaliação e seleção, assim como a gestão dos recursos e o seu monitoramento, seguem padrões internacionais.

Iniciativas ecoeficientes - “A busca por iniciativas ecoeficientes, como o uso de energia renovável, está alinhada a um movimento global em busca da redução das emissões de gases de efeito estufa, ao qual estamos engajados no Sicredi. Buscamos sempre alternativas para que os nossos associados tenham acesso ao crédito de forma rápida e segura para apoiar seus projetos sustentáveis e, ao mesmo tempo, estamos criando soluções para também tornar a nossa atuação ainda mais sustentável”, explica o presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares. O executivo ainda coloca que a instituição desenvolveu mecanismos de gestão que permitem gerenciar e informar a aplicação dos recursos em projetos de energia limpa.

Inovador - “Este projeto traz um instrumento financeiro inovador no mercado de crédito e faz parte do esforço da IFC de apoiar instituições financeiras locais com crédito e conhecimento. Ele está alinhado com as prioridades estratégicas para o Brasil, no seu papel na promoção do financiamento verde e na contribuição para a redução das emissões do gás de efeito estufa (GEE)”, disse o gerente-geral da IFC no Brasil, Carlos Leiria Pinto.

Oportunidade - "A emissão do Sicredi demonstra a grande oportunidade que as instituições financeiras têm de impulsionar o mercado de títulos verdes e a economia do Brasil de maneira sustentável. Esperamos que essa operação seja um grande passo para o setor de energias renováveis no país", comenta Tathyanne Gasparotto, diretora de Regiões da Climate Bonds Initiative.

Crescimento de mais de 100% na carteira de crédito - A carteira de crédito do Sicredi para financiamento de projetos para uso de energia solar no Brasil totalizou R$ 2,8 bilhões em fevereiro deste ano, com aumento de 104% em relação ao mesmo mês do ano passado. Do saldo atingido, R$ 1,6 bilhão foi destinado a associados Pessoa Jurídica (PJ), R$ 621 milhões para Pessoa Física (PF) e R$ 571 milhões para associados do campo (agricultura familiar, médios e grandes produtores).

Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro - Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o crescimento das operações também foi significativo, passando de pouco mais de 1,1 mil contratações, no primeiro trimestre de 2020 para 2,3 mil operações no mesmo período de 2021, um crescimento de 108%. Em volume, os recursos financiados para compra de equipamentos visando a geração de energia solar passaram de R$59,3 milhões, no primeiro trimestre de 2020, para R$97,2 milhões no mesmo período de 2021, aumento de 64% no valor total liberado.

Alternativas - Entre as alternativas criadas pelo Sicredi para atender aos associados, além do crédito para energia solar, está o Consórcio Sustentável, que funciona como uma poupança programada, permitindo adquirir o equipamento ecoeficiente a partir da contemplação por sorteio ou lances, fixos e livres. Atualmente, o Consórcio conta com planos de 60 a 120 meses para compra de geradores de energia solar ou eólico, equipamentos de tratamento de água e esgoto e de iluminação de LED e aquecedores solares para água, entre outros. A carteira atual do produto é composta por R$ 1,1 bilhão em créditos e 21 mil cotas. Em relação ao mesmo período anterior de 2020, o produto cresceu 37,8% em créditos e 21,6% em cotas.

Política interna - Internamente, o Sicredi segue uma Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental que tem entre seus pilares a difusão da sustentabilidade, a gestão de riscos socioambientais e operação com eficiência. Na prática, essas questões norteiam projetos como a construção de agências sustentáveis, a exemplo da obra da sede da cooperativa Sicredi Itabuna, inaugurada na Bahia em novembro de 2020, e que foi feita no sistema de contêiner, sem utilização de água e sem geração de resíduos durante a construção, com uso de energia solar e sistema de elevadores que se recarregam automaticamente.

Estados de São Paulo e Paraná despontam em agências sustentáveis - Hoje já são mais de 35 pontos de atendimento ao associado nos estados do Paraná e São Paulo que funcionam com sistema fotovoltaico. Além das agências, o sistema de energia solar funciona nas sedes administrativas de diversas cooperativas ligadas à Central Sicredi PR/SP/RJ.

Neutralização - Somado ao propósito de sustentabilidade e ecoeficiência, o Sicredi neutralizou 27.272 toneladas de gases de efeito estufa (GEE) emitidas entre 2015 e 2019 pela operação da sede da Central Sicredi PR/SP/RJ, localizada em Curitiba (PR), e das 732 agências da instituição financeira cooperativa instaladas no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. A neutralização foi efetuada por meio de diferentes ações, como a conservação de floresta nativa de Mata Atlântica em uma área de 85,5 hectares, que compensou 7.227 toneladas de CO2 emitidas entre 2015 e 2018. Já em âmbito nacional, os gases de efeito estufa (GEE) emitidos em operações de 2019 por todas as agências do Sicredi no país foram neutralizados por meio do apoio ao Projeto REDD+ Jari Pará - iniciativa que gera créditos de carbono de conservação florestal na Amazônia e tem o apoio da Biofílica. A ação neutralizou 35.793 toneladas de gases de efeito estufa emitidos em todo território nacional.

Construção de parque solar no MT - Além dos recursos concedidos aos associados, a instituição também atua com iniciativas que incentivam o uso de energia solar dentro da própria instituição. Com a consciência de que não apenas as pessoas impactam no consumo de recursos naturais, mas também as organizações, as cooperativas do Sicredi em Mato Grosso estão investindo na construção de um parque solar fotovoltaico com potência para gerar 7,5 megawatts pico (MWp) de energia. O parque em construção está localizado na cidade de Nova Xavantina (a 660 km de Cuiabá) e ocupa uma área de mais de nove hectares onde mais de 18 mil painéis fotovoltaicos trabalharão para produção energética que beneficiará as agências do Sicredi no Estado.

Capacidade - Por ano, o parque solar terá capacidade para gerar mais de 11 mil megawatts hora de energia, o que é suficiente para abastecer, por exemplo, mais de 2.700 residências com consumo médio de 350 kilowatts/mês por um ano. O valor do investimento é de R$ 30 milhões e a previsão é que o parque seja inaugurado em junho deste ano, para, na primeira etapa, abastecer 140 agências do Sicredi em Mato Grosso.

Conexão com o Pacto Global e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Integrante do Pacto Global proposto pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU), o Sicredi é comprometido com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Na operação junto à IFC estão sendo atendidos os objetivos 7, 9, 13 e 17, que tratam, respectivamente, de Energia acessível e limpa; Indústria, inovação e infraestrutura; Ação contra a mudança global do clima; e Parcerias e meios de implementação.

Mais - Conheça mais sobre as ações e estratégias do Sicredi com relação ao desenvolvimento sustentável no link: www.sicredi.com.br/site/sobre-nos/sustentabilidade/.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Sobre a IFC - A IFC — membro do Grupo Banco Mundial — é a maior instituição global de desenvolvimento voltada para o setor privado nos mercados emergentes. Trabalhamos em mais de 100 países, usando nosso capital, conhecimentos técnicos e influência para criar mercados e gerar oportunidades nos países em desenvolvimento. No exercício financeiro de 2020, investimos US$ 22 bilhões em empresas privadas e instituições financeiras nos países em desenvolvimento, alavancando o poder do setor privado para erradicar a pobreza extrema e aumentar a prosperidade compartilhada. Para mais informações, visite www.ifc.org.

Sobre a Climate Bonds Initiative - Climate Bonds Initiative é uma organização internacional sem fins lucrativos com foco em investidores que trabalha para mobilizar os mercados de capitais para a ação climática. A Climate Bonds Initiative realiza análises de mercado, pesquisas de políticas e desenvolvimento de mercados; aconselha governos e reguladores; e administra um esquema de certificação global de títulos verdes. Para obter mais informações, visite http://www.climatebonds.net

Sobre o Climate Bonds Standard - O Climate Bonds Standard é uma ferramenta de triagem internacional para investidores e governos que lhes permite avaliar facilmente os títulos climáticos e verdes com a confiança de que os fundos estão sendo usados para fornecer soluções para mudanças climáticas. (Imprensa Sicredi)

FOTOS: Sérgio Souza e divulgação

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SICOOB: Presença renovada no Brasileirão por mais uma temporada

sicoob 24 05 2021Se você estava assistindo a uma partida de futebol e viu os dizeres "Pix é no Sicoob", "Vai, vai, vai melhorar" ou se deparou com a marca da instituição financeira cooperativa que mais cresce no Brasil na transmissão da televisão, já sabe que o Sicoob é um grande incentivador do esporte brasileiro.

Contrato renovado - Agora, a marca renovou seu contrato de publicidade com as séries A, B e C do Campeonato Brasileiro. Este é o terceiro ano do Sicoob no Brasileirão - em 2019, a exibição estava nas duas primeiras divisões do torneio nacional. No ano passado, a instituição ampliou sua exposição também para a Série C.

Divulgação - Segundo Francisco Reposse Junior, diretor comercial e de canais do Sicoob, pelo tamanho da paixão do brasileiro por futebol e pela movimentação de mídia que a modalidade proporciona diariamente em todos os noticiários, há uma ótima oportunidade de divulgar o cooperativismo financeiro para todo o território nacional. "Além disso, nós valorizamos o esporte porque ele reforça ideais das cooperativas financeiras, principalmente o da cooperação e da soma de esforços para se atingir objetivos".

Mudanças - Outro anseio que o cooperativismo financeiro e o futebol têm em comum é de construir mudanças nas comunidades em que eles atuam, fazendo a diferença na sociedade. "Atrelar nossa marca ao esporte faz parte de uma estratégia de negócios muito interessante de ampliação da visibilidade de nossas mensagens".

Diversas modalidades - A história do Sicoob mostra que a instituição é uma incentivadora de diversas modalidades, não só o futebol: além do esporte mais amado pelos brasileiros, o Sicoob já esteve presente em equipes, atletas e torneios de basquete, vôlei, futsal, ciclismo, corrida, atletismo e até futebol amador.

Presença nas Eliminatórias para a Copa do Mundo - Uma novidade no plano de publicidade do Sicoob no futebol é que a marca também estará presente nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. A exibição será em oito jogos da Seleção Brasileira, sendo que sete dessas partidas vão ser realizadas no Brasil e um desses confrontos vai ser o grande clássico entre Brasil e Argentina.

Seleção - "A Seleção é uma outra grande paixão dos brasileiros: até quem não acompanha o dia a dia do futebol se interessa pelos jogos da equipe", destaca Reposse. "Desta forma conseguiremos atingir um público ainda maior".

Conheça o Sicoob - Com 372 cooperativas singulares, organizadas em 16 centrais, o Sicoob opera em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, reunindo mais de 3,4 mil pontos de atendimento, espalhados em mais de 1,9 mil municípios. Atualmente, mais de 5 milhões de cooperados em todo o País, entre pessoas físicas e jurídicas, desfrutam do portfólio completo de serviços e produtos financeiros da Instituição.

Sobre o Sicoob- Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por mais de 370 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Sua rede de atendimento físico é uma das maiores no Sistema Financeiro Nacional, com mais de 3,4 mil pontos de atendimento. Acesse http://www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

C.VALE: Iniciadas as obras da esmagadora de soja em Palotina

A C.Vale deu início às obras da esmagadora de soja no complexo agroindustrial em Palotina (PR). Anunciado em setembro do ano passado pelo presidente da cooperativa, Alfredo Lang, o empreendimento receberá R$ 552 milhões em investimentos. Nesta primeira etapa, está sendo feita a terraplanagem da área onde eram realizados os dias de campo da C.Vale. A nova planta industrial terá capacidade para processar 2.500 toneladas de soja por dia, com possibilidade de ampliação para até 3 mil toneladas/dia, dependendo da tecnologia a ser adotada.

Empregos - O novo empreendimento vai criar 580 empregos diretos e indiretos. Outros 1.500 postos de trabalho vão ser gerados na construção da esmagadora. A indústria terá capacidade para processar 15 milhões de sacas de soja por ano. A obra deverá estar concluída em 2023. (Imprensa C.Vale)

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COCAMAR: Assessoria técnica garante mais rentabilidade aos pecuaristas

cocamar 24 05 2021Para aprimorar o Programa de Produção de Carne Precoce Premium iniciado no final do ano passado e que planeja abater 8 mil animais em 2021, a Cocamar Cooperativa Industrial começa a promover uma interação entre produtores de bezerros que atendem aos padrões de qualidade exigidos, e os terminadores participantes.

Carne diferenciada - Até agora, além de prestar assistência especializada e fornecer um leque de produtos veterinários, além de nutrição, em sua rede de lojas agropecuárias, a cooperativa vinha atuando na compra de animais superprecoces - com até 24 meses de idade, da raça angus -, para abate no Frigorífico Argus, de São José dos Pinhais. O objetivo é atender a uma faixa de consumidores mais exigentes com uma carne diferenciada.

Assessoria - O médico veterinário do programa, Luiz Henrique Garcia Abreu, explica que a iniciativa se desdobra agora, também, na prestação de uma assessoria voltada a garantir mais rentabilidade às duas partes envolvidas. De um lado, identifica produtores de bezerros que são precificados em razão do seu elevado padrão de qualidade; e, de outro, terminadores interessados em ter mais opções para a escolha dos lotes que se enquadram melhor ao seu perfil de produção e apresentam mais eficiência no processo de engorda.

Lotes - Na semana de 17 e 21 deste mês, pecuaristas foram assessorados pela cooperativa na compra de três lotes de animais, entre machos e fêmeas. Uma das fazendas fornecedoras é a Cerro Largo, de Nova Fátima, região norte do estado, tradicional em melhoramento genético, que utiliza matrizes superiores e sêmen de touros da raça angus. “O produto final é de alto padrão”, afirma Abreu. O terminador que fez a aquisição nessa propriedade é Epaminondas de Camargo, do mesmo município, parceiro do programa da cooperativa.

Mais rentabilidade - O médico-veterinário Fábio Martins, de Londrina, com experiência de 20 anos em melhoramento genético e que vem auxiliando a Cocamar na identificação de produtores de bezerros nos padrões exigidos, afirma ver no programa da cooperativa uma forma de aumentar a rentabilidade das fazendas, ao agregar mais valor aos animais de qualidade. “Esta ponte direta entre vendedor e comprador gera benefícios para todos dentro da cadeia de carne”.

Animais - Durante a semana, 350 animais foram negociados por meio da assessoria, atendendo os interesses de produtores que integram o programa.

Visita - Tomando todos os cuidados para a prevenção da Covid-19, foi promovida ainda uma visita técnica à fazenda Nossa senhora das Graças, da família Lorenzetti, em Paranavaí, no noroeste, reconhecida pela eficiência na terminação de animais.

Elevar o nível - Na oportunidade, o proprietário Luis Paulo Lorenzetti discorreu aos visitantes sobre a experiência da propriedade em produção eficiente e o intercâmbio foi considerado de grande valia pelos produtores, por demonstrar como é possível elevar o nível técnico do rebanho e apresentar pontos que requerem mais atenção na fase de terminação.

Intensificação - A médica-veterinária do programa, Danielle Sestari, destaca que a assessoria técnica e a aproximação dos produtores têm ajudado a favorecer a evolução dos rebanhos, que vêm passando por uma intensificação, contando com assistência técnica qualificada e uso de tecnologias como melhoramento genético e adequada nutrição animal.

Menos tempo - “A intensificação torna possível produzir mais arrobas por hectare em menor tempo de produção, assegurando maior retorno financeiro e atendendo exigências de mercados que demandam animais jovens e boa conformação”, finaliza Sestari. (Imprensa Cocamar)

 

CAPAL: Cooperados e cooperativa doam mais de R$ 75 mil para Apae de Taquarituba (SP)

capal 24 05 2021A campanha Colheita Solidária, promovida pela Capal em parceria com os seus cooperados, vai colaborar com a construção de um importante espaço de saúde na Apae de Taquarituba (SP). O valor total arrecadado foi de R$ 75.454,65, que será direcionado para a conclusão das obras do novo centro de reabilitação.

Falta de recursos - A diretora administrativa da instituição, Rosângela Maria da Silva, comenta que a reforma ficou estacionada desde janeiro pela falta de recursos. Por conta da pandemia e a impossibilidade de realizar eventos, a Apae ficou impedida de criar iniciativas consistentes para a arrecadação de fundos.

Importante - “A campanha junto com a Capal foi extremamente importante. Estamos muito felizes com o resultado e gratos pela diretoria da cooperativa e pela solidariedade dos cooperados da região que sempre nos ajudaram”, comemora Rosângela. O valor necessário para a execução do projeto ultrapassava os R$ 75 mil reais. Na arrecadação, os produtores associados à Capal doaram R$ 62.809,00. A cooperativa acrescentou R$ R$ 12.950,00 às doações, completando assim a quantia total da campanha. O dinheiro será usado para arcar com os custos da reforma, que totaliza cinco consultórios de psicologia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, um banheiro, corredores e uma sala ampla reservada para os exercícios de fisioterapia.

Outras obras - Além disso, segundo a diretora, já foi providenciada a troca dos pisos, vidraças, materiais hidráulicos e da cobertura externa. “Agora, todos os pacientes que chegarem de ambulância não terão mais dificuldades, porque melhoramos a estrutura de acessibilidade do prédio”, diz. A previsão é de que a obra seja finalizada no mês de junho. A unidade da Apae de Taquarituba atende 17 municípios da região e recebe mensalmente aproximadamente 600 pacientes, entre portadores de autismo, deficiência intelectual ou deficiência física.

Compromisso - "Os nossos cooperados sempre foram comprometidos com as causas sociais e esse engajamento vem ao encontro com um dos grandes valores da Capal, que é a preocupação com o bem-estar e desenvolvimento da comunidade. É muito gratificante promover e participar de campanhas como esta, e observar que a nossa parceria com os cooperados tornam o agro mais vivo e solidário”, comenta Joana Rocha Meira Hermenegildo, gerente da unidade da Capal em Taquarituba. (Imprensa Capal)

 

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Paraná exporta menos soja no 1º quadrimestre, mas produtor tem remuneração maior

conjuntura conjuntura 24 05 2021O Paraná exportou 4,4 milhões de toneladas do Complexo Soja no primeiro quadrimestre do ano. Apesar da redução no volume em comparação com 2020, o produtor paranaense foi melhor remunerado. A análise está no Boletim de Conjuntura Agropecuária feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 15 a 21 de maio.

Dados - O serviço de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (Agrostat) atualizou os dados sobre a exportação brasileira entre janeiro e abril e apontou que foram enviados para o exterior 38,26 milhões de toneladas do Complexo Soja, que engloba grãos, farelo e óleo. Isso representa aumento de 2,74% em relação ao mesmo período do ano passado.

Volume financeiro - Se for levar em consideração apenas o volume financeiro, o País recebeu US$ 16,02 bilhões pela carga exportada desse complexo. Nesse caso, o aumento foi bem maior, com crescimento de 24,23% em relação ao recebido no mesmo período do ano passado. Em volume de produtos do Complexo Soja, a soja em grãos representou 86,41%.

Redução - No caso do Paraná, as 4,4 milhões de toneladas exportadas representam redução de 27,42% comparativamente a 2020. Entraram no Estado US$ 1,86 bilhão em razão dessa oleaginosa. Apesar do menor volume, o produto paranaense foi melhor remunerado. Cada tonelada exportada foi negociada, em média, por US$ 423,88, um acréscimo de 21,36% em relação ao obtido no primeiro quadrimestre do ano passado.

Produção menor - Entre outros fatores que contribuíram para um volume menor de exportação de soja paranaense está a redução na produção em comparação com a safra anterior. Também é preciso levar em conta os aspectos climáticos, que foram determinantes. O período de estiagem na época da semeadura levou ao atraso no plantio em algumas regiões importantes, o que também atrasou a colheita.

Trigo e milho - O boletim traz informações sobre os reflexos das últimas chuvas na triticultura. Foi possível avançar na semeadura na região Central e em parte dos Campos Gerais, passando de 9% para 26%. Mas em outras regiões, como Sudoeste, Oeste e Norte, as precipitações foram menores. Essa situação é preocupante, sobretudo para os locais em que o período estabelecido pelo zoneamento está se encerrando.

Preço recorde - Sobre o milho, o registro é de preço recorde estabelecido em 14 de maio, com R$ 96,37 a saca de 60 quilos. O valor é 140% superior à média de fechamento do mês de maio de 2020. Internacionalmente, também há valorização do produto, sobretudo em razão da previsão de escassez.

Mandioca e frutas - Para a mandioca, as chuvas de 12 de maio não ajudaram muito, pois nas principais regiões produtoras ficaram abaixo de 10 milímetros. Sem umidade, os agricultores têm dificuldade para a colheita e também não conseguem avançar no plantio.

Desempenho - O documento preparado pelo Deral analisa, ainda, o desempenho do setor de frutas nas Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa). No primeiro quadrimestre, foram comercializadas 190,8 mil toneladas (4,5% menos que no mesmo período de 2020), com movimentação financeira de R$ 575,9 milhões (15% superior a 2020).

Pecuária e mel - O boletim discorre também sobre as exportações brasileiras de carne bovina no primeiro quadrimestre, que tiveram aumento de 2% em comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 559.839 toneladas enviadas ao Exterior.

Comemorações - Ao tratar da apicultura, o documento fala sobre as duas comemorações deste mês – 20 de maio como Dia Mundial das Abelhas e 22 de maio, o Dia do Apicultor – e o que esse setor representa para a sociedade. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

IDR-PARANÁ: Trabalho dos extensionistas rurais completa 65 anos no Paraná

O serviço de Extensão Rural do Paraná completou 65 anos de atuação. Desde a criação do Escritório Técnico de Agricultura (ETA), em 20 de maio de 1956, profissionais de diversas áreas atuam para promover o desenvolvimento rural sustentável, coordenando, articulando e executando assistência técnica e extensão rural junto aos produtores.

IDR-Paraná - Hoje o IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater) conta com 1.700 funcionários em todo o Estado e enfrenta o desafio de se adaptar às mudanças da sociedade, oferecer um serviço de qualidade aos produtores, contribuindo para o desenvolvimento do Estado.

Papel primordial - Para Natalino Avance de Souza, diretor-presidente do IDR-Paraná, a extensão rural teve um papel primordial na construção da melhor agricultura do País e atualmente divide essa responsabilidade com outras instituições. "A extensão precisa acompanhar o movimento de modernização no campo. Temos um grupo de pequenas cooperativas e pequenos agricultores que não tem acompanhado esse movimento tecnológico ascendente. E esse é um público que a extensão pode apoiar para diminuir a desigualdade, entre os agricultores e entre os municípios", afirmou.

Desafio - Segundo Souza, o grande desafio da extensão rural é se aparelhar para modernizar a forma de se relacionar com os agricultores. "Pesquisadores e extensionistas devem estar encaixados, prioritariamente, numa ação nos municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e se voltar aos produtores que realmente precisam. É preciso ajudar o agricultor a ter mais renda, mais qualidade de vida e uma agricultura mais competitiva", concluiu.

Atuação - O IDR-Paraná atua próximo da realidade agrícola, sendo fortemente demandado pelos governos estadual e federal, municípios, cooperativas e pelas instituições representativas dos agricultores. A extensão rural oficial é responsável por uma parte importante de diversos programas econômicos, sociais e ambientais que são canalizados para os municípios e que dinamizam as economias locais.

Programas - Os extensionistas atuam em programas como o Pecuária Moderna, que busca aumentar a produtividade e rentabilidade da pecuária de corte no Estado; elaboram projetos para os agricultores atendidos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); e prestam assistência técnica a assentamentos.

Projetos - Eles também estão presentes na execução de projetos do Programa de Crédito Fundiário, que regulariza a posse de terras, e em ações de desenvolvimento regional. O IDR-Paraná dá apoio, ainda, a programas de outras secretarias, como o Minha Gente Paraná, Habitação Rural, Pró-Rural, Cadastro Ambiental Rural (CAR), Programa de Aquisição de Alimentos e Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Inovação - Os profissionais do IDR-Paraná levam aos produtores inovações tecnológicas, informações sobre gestão da propriedade e práticas de manejo das criações. Com esta ação, eles contribuem para aumentar a qualidade dos alimentos produzidos no meio rural.

Sanidade - Além disso, os extensionistas integram programas sanitários como o Manejo Integrado de Pragas e de Doenças, que vem reduzindo sensivelmente o uso de defensivos agrícolas nas lavouras.

Manejo de Águas e Solos - Em conjunto com outras instituições, o IDR-Paraná executa, ainda, o Programa de Manejo de Águas e Solo em Microbacias, que melhora as condições do solo, evita a erosão e preserva os recursos hídricos no meio rural.

Informação - Para informar agricultores, os extensionistas lançam mão de diversas estratégias. Em tempos de pandemia os profissionais têm recorrido às redes sociais e internet para levar informação ao produtor paranaense, mas essa história próxima começou no contato direto, nas conversas e no rádio – nesse caso, persistindo até hoje.

História - A história da extensão rural no Paraná começou em 20 de maio de 1956, quando foi instalado o ETA – Projeto 15, por meio de um convênio firmado entre os governos paranaense e norte-americano. Na época, o objetivo era melhorar a produtividade da agricultura brasileira e paranaense. A iniciativa deu tão certo que, ao terminar o prazo do projeto, uma ONG deu continuidade ao trabalho, a Acarpa (Associação de Crédito e Assistência Rural).

Mudanças - Quando o Governo do Estado assumiu a assistência aos produtores, a instituição deu lugar à Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Paraná), que em 2005 foi transformada em autarquia, o Instituto Emater. Em 2019 o Governo do Estado fundiu os serviços do Instituto com o Iapar (Instituto Agronômico do Paraná), Codapar (Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná) e CPRA (Centro Paranaense de Referência em Agroecologia), criando o IDR-Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTOS: IDR-Paraná

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MAPA: Governo fixa ações para avaliar importação de produtos agropecuários

mapa 24 05 2021Portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estabelece procedimentos que deverão ser observados para a avaliação do impacto da abertura do mercado brasileiro para a importação de produtos agropecuários.

Requisitos - De acordo com a portaria nº133, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (24/05), ficará a cargo da Secretaria de Defesa Agropecuária fixar os requisitos sanitários, fitossanitários e de segurança exigidos para a importação de produtos agropecuários.

Impactos - Já a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais será o órgão competente para avaliar os impactos econômicos e comerciais, bem como os impactos nas relações internacionais, decorrentes da abertura do mercado brasileiro para esses produtos.

Mercado brasileiro - A portaria detalha, ainda, a tramitação dos processos que tratam da "potencial abertura" do mercado brasileiro para produtos agropecuários. Ela prevê que a Secretaria de Defesa Agropecuária encaminhe à Secretaria de Comércio e Relações Internacionais – por meio do Sistema Eletrônico de Informações ou outro sistema eletrônico oficial em vigor – os processos com a conclusão das discussões técnicas e a decisão sobre requisitos sanitários, fitossanitários e de segurança que serão estabelecidos para abertura do mercado do Brasil para produtos agropecuários importados.

Avaliação - A Secretaria de Comércio e Relações Internacionais promoverá a avaliação dos impactos econômicos e comerciais e nas relações internacionais dos processos encaminhados pela Secretaria de Defesa Agropecuária.

Sequência - Após a manifestação da Secretaria de Comércio, a Secretaria de Defesa Agropecuária dará sequência à publicação dos atos de definição dos requisitos sanitários, fitossanitários e de segurança a serem estabelecidos para abertura do mercado de produtos agropecuários para importação para o Brasil. (Agência Brasil)

FOTO: Raylton Alves / Ana

 

ESTATÍSTICAS: Secex lança monitor que mostra desempenho e tendências do comércio exterior

estatisticas 24 05 2021A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia (ME) lançou em sua página na Internet o Monitor do Comércio Exterior Brasileiro. Essa nova ferramenta contém indicadores que permitem avaliar, de maneira simples, o desempenho do comércio exterior sob diversos ângulos e proporciona uma visão mais completa dos movimentos e tendências, em adição às informações já disponíveis na página de Estatísticas de Comércio Exterior.

Novos índices - O Monitor traz novos índices, como o quantum–que mede volumes comercializados – ajustado sazonalmente, o que permite uma observação mais acurada dos movimentos recentes, ao eliminar efeitos sazonais que afetam os fluxos de mercadorias, como períodos de safra, feriados e finais de semana. Assim, o público poderá observar os movimentos mais recentes e reais de exportação e importações por destino e origem e por grupos de produtos.

Atualização mensal - As informações serão atualizadas mensalmente, de modo a proporcionar uma visão qualificada dos dados para os mais diversos consumidores– desde pesquisadores até consumidores mais pontuais da informação.

Navegação intuitiva - A navegação na ferramenta é intuitiva e conta, por exemplo, com um mapa de calor responsivo, de acordo com os termos escolhidos pelo usuário para completar a seguinte pergunta: “Quanto o (volume/preço)das (exportações/importações/termos de troca) mudou no comparativo (mês anterior/mês do ano anterior/acumulado no ano/acumulado nos últimos 12 meses) com destino a(ao) ____?”

Informativo completo - Possui também um informativo completo, que descreve os principais resultados que influenciaram os volumes e preços exportados e importados pelo Brasil. São apresentadas, ainda, as exportações e importações em valores totais mensais e trimestrais ajustados.

Critérios - O usuário poderá consultar índices de preço e quantum com os seguintes critérios:

- Agregados mensais, trimestrais e anuais;

- Mensal detalhado por país;

- Mensal detalhado por blocos econômicos;

- Mensal detalhado por unidade da Federação;

- Mensal detalhado por Classificação por Grandes Categorias Econômicas (CGCE) (maior nível)

- Mensal detalhado pela International Standard Industrial Classification/ ISIC (seção e divisão)

Notas metodológicas - Todas as categorias cobertas pelos índices contêm notas metodológicas na própria página, gráficos para melhor interpretação, além de tabelas e dados abertos para download.

Aprofundamento - Com a oferta dessas informações, o Monitor permite aprofundar a análise em questões mais apuradas que envolvam o comércio exterior, tais como:

- Qual foi o resultado (crescimento, queda ou estabilidade) do quantum exportado para um parceiro comercial?

- Como os termos de troca do Brasil se comportam ao longo do tempo com o mundo ou com um parceiro comercial?

- Qual ou quais países ou blocos econômicos mais contribuíram para o quantum total exportado?

- Qual ou quais categorias ou setores da economia mais contribuíram para o quantum total exportado?

Transparência e adequação - Segundo o secretário de Comércio Exterior do ME, Lucas Ferraz, o lançamento de mais esta ferramenta está de acordo com a política de transparência e adequação às melhores práticas internacionais da Secex para compilação e disseminação das estatísticas de comércio exterior. “Para a construção do Monitor, a Secex implementou as melhores técnicas e padrões utilizados nas agências oficiais de estatísticas tanto no Brasil quanto no mundo”, explica. (Ministério da Economia)

Confira o Monitor do Comércio Exterior Brasileiro.

 

FOCUS: Projeção do mercado financeiro para alta do PIB sobe para 3,52%

focus 24 05 2021As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) elevaram a projeção para a expansão da economia brasileira pela quinta semana consecutiva. A previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 3,45% para 3,52%.

Próximos anos - Para o próximo ano, a estimativa de crescimento do PIB caiu de 2,38% para 2,30%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%.

Focus - As estimativas estão no boletim Focus desta segunda-feira (24/05), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC, com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Inflação - A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,15% para 5,24%, na sétima alta consecutiva.

Estimativas - Para 2022, a estimativa de inflação passou de 3,64% para 3,67%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para o índice é de 3,25%.

Limite - A estimativa para 2021 está quase no limite superior da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Centro da meta - O centro da meta de inflação para 2022 é 3,50% e para 2023, 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos.

Taxa de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, fixada atualmente em 3,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Percentuais - Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic termine 2021 em 5,5% ao ano. Para o fim de 2022, 2023 e 2024, a estimativa é de que a taxa básica encerre estes períodos em 6,5% ao ano.

Câmbio - A expectativa para a cotação do dólar permaneceu em R$ 5,30 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é de que a moeda americana também fique em R$ 5,30. A previsão anterior era R$ 5,35. (Agência Brasil)

 

CONTAS PÚBLICAS: Projeção de déficit para 2021 cai de R$ 286 bilhões para R$ 187,7 bilhões

A estimativa do resultado primário do Governo Central para 2021 caiu de déficit de R$ 286 bilhões (3,5% do PIB) para R$ 187,7 bilhões (2,2% do PIB), segundo novas projeções divulgadas na sexta-feira (21/05) pela Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia. A melhoria é explicada pelo bom desempenho da receita, impulsionado pela retomada do crescimento da economia, e pelo controle de despesas.

Redução do bloqueio - Com os dados da reavaliação, existe possibilidade de redução do bloqueio de R$ 4,8 bilhões para os ministérios, montante que resulta do bloqueio original de R$ 9,3 bilhões menos a previsão atual de excesso em relação ao teto de gastos, de R$ 4,5 bilhões. A avaliação das áreas que terão os recursos desbloqueados será feita pela Junta de Execução Orçamentária (JEO).

Créditos extraordinários - O montante de créditos extraordinários estimado para o ano subiu para R$ 99,5 bilhões – um acréscimo de R$ 11,7 bilhões registrado na avaliação do segundo bimestre em relação à avaliação extemporânea de abril. Esses créditos decorrem principalmente das medidas de combate aos danos da pandemia na atividade econômica.

Impacto positivo - O secretário especial de Fazenda, Bruno Funchal, destacou o impacto positivo dos novos números na trajetória futura do resultado primário.   “Continuamos com déficit, mas com essa trajetória de melhoria ao longo dos anos. Tivemos um ano difícil, mas voltamos e estamos no processo de consolidação fiscal, que traz credibilidade ao controle de contas”, afirmou.

Mais forte - “No último relatório, de abril, a projeção para 2021 era de um déficit de 3,5% do PIB. Agora, neste relatório, com grande efeito do lado da receita e uma despesa controlada, mesmo com os créditos extraordinários fora do teto, temos uma trajetória mais forte de um déficit menor que projetávamos anteriormente”, acrescentou.

“Medidas bem focadas” - Bruno Funchal explicou que todos os países aumentaram seu endividamento para combater os efeitos da pandemia, mas que o Brasil já partiu de um nível mais elevado de dívida em relação ao PIB. “Chegamos próximo a 88% do PIB, e isso nos deixa com espaço fiscal limitado. Nossas medidas, portanto, têm que ser muito bem focadas. Precisamos manter aberta a possibilidade de retomada forte e sustentável no longo prazo”, enfatizou.

Resultado fiscal - Por isso – de acordo com o secretário – é tão importante a melhoria do resultado fiscal, que se reflete na vida das pessoas. “O primeiro impacto direto é nos juros, que mostra ancoragem de expectativas e credibilidade na trajetória de despesas. Temos a curva de juros para baixo, abaixo da de nossos pares, e isso é uma dinâmica que vem ocorrendo no Brasil desde o teto de gastos. E obviamente isso tem reflexo nos negócios, na geração de emprego, na geração de renda, na inflação. Continuar nessa linha da melhoria fiscal é importante para ser duradoura a retomada da economia brasileira”, defendeu.

Receitas e despesas - O secretário do Orçamento Federal, Ariosto Culau, destacou, em relação às despesas primárias, uma redução total de R$ 10 bilhões, resultado de um aumento de R$ 9,6 bilhões nas despesas obrigatórias e de redução de R$ 19,8 bilhões nas despesas discricionárias, decorrente dos vetos à proposta orçamentária. “É importante lembrar que nestas contas estão incluídas as medidas provisórias direcionadas ao combate à pandemia”, salientou.

Aumento - Do lado da receita, houve aumento de R$ 108,4 bilhões na estimativa de arrecadação em relação à avaliação de abril. Segundo Culau, os novos valores são reflexos do aumento observado na atividade econômica.

Destaque - Um dos destaques nas receitas primárias apontados pelo secretário foi a rubrica de concessões e permissões, que teve acréscimo de R$ 3 bilhões na reavaliação do segundo bimestre. “Tivemos um resultado excepcional nos leilões de aeroportos, e isso está espelhado nesse aumento”, explicou. (Ministério da Economia)

Acesse o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias – 2º bimestre

Acesse a Apresentação – Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 2º bimestre 2021 (21/05/2021)

IRPF: Receita libera nesta segunda consulta a restituição do Imposto de Renda

irpf 24 05 2021A partir das 10h desta segunda-feira (24/05), o contribuinte que entregou a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física no início do prazo saberá se vai receber dinheiro do Fisco ainda este mês. Nesse horário, a Receita Federal libera a consulta ao primeiro dos cinco lotes de restituição de 2021.

Maior lote - Será o maior lote de restituição da história, tanto em valor desembolsado quanto em número de contribuintes. Ao todo, 3.446.038 contribuintes receberão R$ 6 bilhões.  Desse total, R$ 5.548.337.897,41 serão pagos aos contribuintes com prioridade legal, sendo 96.686 idosos acima de 80 anos, 1.966.234 entre 60 e 79 anos, 127.783 contribuintes com alguma deficiência física, mental ou doença e 891.421 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Não prioritários - O restante do lote será destinado a 263.914 contribuintes não prioritários que entregaram declarações de exercícios anteriores até 28 de fevereiro deste ano. 

Pagamento - O dinheiro será pago em 31 de maio. A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar no campo “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, “Consultar Restituição”. A consulta também pode ser feita no aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para os smartphones dos sistemas Android e iOS.

Consulta - A consulta ao site permite a verificação de eventuais pendências que impeçam o pagamento da restituição – como inclusão na malha fina. Caso uma ou mais inconsistências sejam encontradas na declaração, basta enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes.

Calendário - Inicialmente prevista para terminar em 30 de abril, o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física passou para 31 de maio por causa da segunda onda da pandemia de covid-19. Apesar do adiamento, o calendário original de restituição foi mantido, com cinco lotes a serem pagos entre maio e setembro, sempre no último dia útil de cada mês.

Depósito - A restituição será depositada na conta bancária informada na Declaração de Imposto de Renda. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado, como no caso de conta informada desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

Reagendamento - Nesse caso, o cidadão pode reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). (Agência Brasil)

 

CRISE SANITÁRIA: Levantamento mostra que fome provocada pela pandemia atinge 19 milhões de brasileiros

crise 24 05 2021Entidades da sociedade civil organizada voltadas para a segurança alimentar alertaram para o crescimento da pobreza e da fome neste período de pandemia do coronavírus. Em audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados na sexta-feira (21/05), foi apresentado um levantamento com números do final de 2020 mostrando que 19 milhões de brasileiros estão em situação grave em relação ao acesso à alimentação.

Ameaça - Os dados do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar em Contexto de Covid revelam que 55,2% da população brasileira sofrem alguma ameaça ao direito aos alimentos. A situação mais severa atinge a mesma parcela vítima da extrema pobreza, principalmente mulheres chefes de família, pretas ou pardas, com baixa escolaridade e trabalho informal.

Agravamento - O estudo aponta que a pandemia provocou o agravamento de um problema que já vinha acontecendo há algum tempo. O panorama é pior na área rural e nas regiões Norte e Nordeste, mas, como atesta a representante da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede Penssan), Ana Maria Segall, a crise sanitária espalhou a fome por todo o país.

Sul e Sudeste - “Mesmo Sul e Sudeste, que são regiões um pouco mais protegidas dessa situação, ainda tinham em torno de 50% de suas famílias também em situação de insegurança alimentar. Apenas 53% delas tinham garantia de acesso pleno aos alimentos e uma insegurança alimentar grave em torno de 6%, chegando a mais de 10% moderada e grave”, alertou.

Alimentação de qualidade - Os debatedores ressaltaram que, além do acesso, é preciso garantir alimentação de qualidade, que eles chamaram de “comida de verdade”. Janine Giuberti, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), salientou o crescimento de consumo de alimentos ultraprocessados durante a pandemia na faixa etária entre 45 e 55 anos, o que aumenta o risco de depressão, câncer e morte prematura.

Fim do Consea - Os participantes da audiência pública fizeram várias críticas a ações do governo federal, como a extinção do Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea). O deputado Padre João (PT-MG), que sugeriu o debate, também lamentou o fim do Consea, mas comemorou a existência de conselhos estaduais e municipais sobre o tema. “Não desarticulou o povo, não desarticulou as entidades e não levou ao desencantamento pela luta pela segurança alimentar”, disse.

Estoque menor - Também foram evidenciados a redução dos estoques dos alimentos básicos e o aumento nos preços. O representante da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), João Dornellas, destacou os esforços para evitar o desabastecimento durante a pandemia. Ele culpou os reajustes no valor das matérias-primas e a alta do dólar pelos aumentos.

Auxílio emergencial - Muitos debatedores reclamaram da diminuição do valor do auxílio emergencial repassado à população mais vulnerável, o que também dificulta o acesso à alimentação. Claudeilton Luz, do Movimento dos Pequenos Agricultores, foi um dos que expressaram essa posição.

Insuficiente - “Alimento como direito social, à vida e à dignidade da pessoa humana como centralidade do nosso Estado Democrático. E isso passa pela aprovação e pela elevação do auxílio emergencial, no mínimo de R$ 600, que a gente já sabe que ainda é insuficiente, imagina R$ 150, R$ 370”, observou.

PNAE - Durante a discussão, os representantes da sociedade civil lembraram a importância do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para diminuir a fome no país e relataram que alguns projetos em tramitação no Congresso ameaçam a estrutura do programa. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Tony Winston / Agência Brasília

 

LEGISLATIVO: Entidades reivindicam 30 horas semanais de trabalho para profissionais da enfermagem

legislativo 24 05 2021As condições de trabalho da enfermagem durante a pandemia de Covid-19 e a adoção da jornada de 30 horas semanais para a categoria (PL 2295/00) foram analisadas na sexta-feira (21/05) em debate na Câmara dos Deputados. Houve manifestações de pesar pelos profissionais da saúde vítimas do novo coronavírus.

Piso salarial nacional - As presidentes da Federação Nacional do Enfermeiros, Solange Caetano, e da Associação Brasileira de Enfermagem, Sônia Acioli, pediram, além das 30 horas, a criação de um piso salarial nacional. Propostas na Câmara (PLs 459/15, 1768/21, 1773/21 e outros) e no Senado (PL 2564/20) tratam desses dois temas.

Reivindicação - Solange Caetano afirmou que a categoria reivindica a jornada de 30 horas semanais desde 1955. “É uma pena que a urgência na Câmara não seja a mesma da enfermagem”, disse, ao lembrar que a categoria carece de proteções legais além daquelas previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Exaustão - Sônia Acioli lamentou que a necessidade de manter vários empregos, em busca de melhores condições de vida diante dos baixos salários no setor, leva à exaustão e ao adoecimento físico e mental – às vezes, ao suicídio. Ela defendeu a formação em enfermagem, mas rechaçou a hipótese do ensino a distância.

Depressão - O debate na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público ocorreu a pedido do deputado Mauro Nazif (PSB-RO). “Antes não se falava de depressão e suicídio entre os profissionais da enfermagem”, afirmou, em apoio à categoria.

Mobilização - Para Mauro Nazif, será preciso mobilização no Congresso para aprovar as 30 horas, já que apenas 3 das 14 categorias da saúde contam com essa jornada em lei (fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais). Além do piso salarial, o deputado defendeu a aposentadoria especial para a enfermagem.

Pandemia - Representante do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Lauro César de Morais disse que a Covid-19 só agravou as dificuldades e os riscos da profissão. Ele lembrou que, até o debate, havia 55.826 casos de contaminação. “Chegou a hora de virar a página e buscar a valorização de quem cuida de vidas.”

Mortes - Desde o início da pandemia, foram pelo menos 780 mortes relacionadas à Covid-19, segundo o Observatório da Enfermagem, do Confen. As notificações apontavam para uma maioria de mulheres (68%) e de técnicos (57%), refletindo o perfil geral das equipes de enfermagem. A média etária nos óbitos foi de 47 anos.

Profissionais - Dados de abril reunidos pelo Cofen indicam quase 2,49 milhões de profissionais com registro ativo no Brasil nos quatro segmentos da enfermagem, sendo 613,8 mil enfermeiros, 1,44 milhão de técnicos, 433,5 mil auxiliares e 323 parteiras. A entidade alerta que o profissional pode ter registro em mais de um segmento.

Participações - No debate de sexta, aberto pelo presidente da Comissão de Trabalho, deputado Afonso Motta (PDT-RS), apoiaram as entidades da enfermagem os deputados Carmen Zanotto (Cidadania-SC), Erika Kokay (PT-DF), Paulo Ramos (PDT-RJ), Professor Israel Batista (PV-DF), Vicentinho (PT-SP) e Vivi Reis (Psol-PA).

Mais - Participaram ainda as dirigentes nacionais das confederações dos trabalhadores na Saúde, Lucimary Santos Pinto, e em Seguridade Social, Neusa Freitas; e dos estudantes de enfermagem, Camila Marçal. Representantes do poder público e da classe patronal não foram convidados para a videoconferência.

Memória - Em 1995, o então presidente Fernando Henrique Cardoso vetou integralmente as 30 horas na enfermagem (PL 407/91). Ele alegou a tradição do plantão (12 horas de trabalho por 24 ou 36 de descanso) e a irredutibilidade salarial para apontar interferência indevida em relações trabalhistas. Em 2004, o veto foi mantido.

Volta - Tema do debate, o PL 2295/00, do Senado, volta àquela ideia vetada ao prever que a jornada de enfermeiros, técnicos, auxiliares e parteiras não excederá 6 horas diárias e 30 semanais. Pronto para entrar na pauta do Plenário da Câmara, o texto altera a regulamentação do exercício da enfermagem (Lei 7.498/86).

Perfil - No “Perfil da Enfermagem no Brasil”, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Confen identificaram em 2013 que, nas redes pública e particular (inclusive na docência), 13% dos profissionais trabalhavam até 30 horas semanais; 35%, de 31 a 40; 25%, de 41 a 60; e 14%, mais de 61. Não informaram a jornada 14%. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Bruno Cecim / Agência Pará

 

SAÚDE I: Número de mortes por Covid-19 no Brasil chega a 449.068

O total de vidas perdidas para a covid-19 no Brasil subiu para 449.068 neste domingo (23/05). Nas últimas 24 horas, as secretarias municipais e estaduais de Saúde registraram mais 860 vítimas da doença – sábado (22/05) o total de óbitos estava em 448.208.

Investigação - Ainda há 3.699 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa continua sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Casos confirmados - O número de casos confirmados desde o início da pandemia foi para 16.083.258. Entre ontem e hoje, foram registrados 35.819 diagnósticos positivos de covid-19 no Brasil.

Ativos - O país tem 1.142.023 casos ativos, em acompanhamento. O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia totalizou 14.492.167, o que equivale a 90,1% do total de infectados com o vírus.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste domingo (23/05). O balanço é elaborado com informações das secretarias estaduais de Saúde sobre os casos de covid-19 e de mortes em decorrência da doença.

Números - Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados - O estado com maior registro de mortes por covid-19 é São Paulo (107.614). Em seguida, vêm Rio de Janeiro (49.515); Minas Gerais (39.086); Rio Grande do Sul (27.419) e Paraná (25.506).

Menos - Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.602); Acre (1.635); Amapá (1.657); Tocantins (2.776) e Alagoas (4.607). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 24 05 2021

SAÚDE II: Boletim da Covid-19 aponta mais 1.175 casos e 25 óbitos

saude II 24 05 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (23/05) 1.175 casos de Covid-19 e 25 mortes. São dados referentes aos meses, semanas e dias anteriores e não representam apenas as notificações das últimas 24 horas.

Acumulado - Os números acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná atingiu 1.054.893 casos confirmados e 25.362 mortos em decorrência da doença.

Meses - Os casos divulgados nesta data são de janeiro (20), fevereiro (1), março (2), abril (7) e maio (1.133) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: setembro (1), novembro (1) e dezembro (10).

Internados - Segundo o boletim, 2.853 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.259 pacientes em leitos SUS (988 em UTIs e 1.271 em leitos clínicos/enfermaria) e 594 em leitos da rede particular (300 em UTIs e 294 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 2.805 pacientes internados, 997 em leitos de UTI e 1.808 em enfermarias. Eles aguardam resultados de exames, estão em leitos das redes pública e particular e são considerados suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 25 pacientes. São 16 mulheres e 9 homens, com idades que variam de 31 a 89 anos. Os óbitos ocorreram em maio, de 1º a 23.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Tomazina (3), União da Vitória (3), Dois Vizinhos (2), Foz do Iguaçu (2), Abatiá (1), Andirá (1), Cascavel (1), Congonhinhas (1), Cornélio Procópio (1), Curitiba (1), Imbaú (1), Jacarezinho (1), Londrina (1), Marilena (1), Maringá (1), Pato Branco (1), Rebouças (1), Ribeirão do Pinhal (1) e Salgado Filho (1).

Fora do Paraná - O monitoramento registra 5.790 casos e 144 óbitos de residentes de fora do Estado.

Vacinômetro - Segundo o Vacinômetro, 2.276.512 paranaenses foram vacinados com a primeira dose e 1.131.320 estão imunizados com as duas doses. Mais de 3,4 milhões de vacinas já foram aplicadas no Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe Epidemiológico completo. 

 

SAÚDE III: Vacinas da Pfizer serão distribuídas nesta segunda; veja divisão nos nove municípios

saude III 24 05 2021As 39.780 doses de vacina da Pfizer/BioNTech recebidas na semana passada pelo Paraná serão enviadas para os municípios da Região Metropolitana de Curitiba e do Interior nesta segunda-feira (24/05). O município de Curitiba retirou as doses no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) na semana passada.

Contemplados - Nesta remessa foram contempladas, além da Capital, Ponta Grossa, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Araucária, Campo Largo, São José dos Pinhais, Colombo e Pinhais. A Secretaria de Estado da Saúde definiu a distribuição considerando a capacidade de armazenamento, conservação e aplicação dos imunizantes que exigem cuidados específicos.

Armazenagem - A vacina pode ficar armazenada entre 2º e 8ºC por até cinco dias, segundo o Ministério da Saúde, o que facilita a descentralização. Este intervalo possibilita que, seguindo os prazos corretos, a vacina seja aplicada com eficiência. No Cemepar elas ficam em ultrafreezers de -70°C, que é a exigência de armazenamento de longo prazo.

Contato diário - “Nossas equipes estão em contato diário com as Regionais de Saúde e os municípios para verificar a distribuição das vacinas da Pfizer de acordo com a capacidade de cada cidade. Havendo sinal por parte das equipes municipais, o Estado descentralizará as doses para o maior número de cidades possível”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Primeira remessa - A primeira remessa ficou apenas com Curitiba e a segunda seguiu também para Londrina, Maringá e Cascavel.

Comorbidades - As doses contemplam a primeira aplicação (D1) da vacina em pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente e gestantes e puérperas com comorbidades, que é o maior entre os grupos prioritários do Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, que tem 4,8 milhões de pessoas.

Colaboração - “Contamos com a colaboração dos municípios para que apliquem as doses de acordo com a recomendação do Ministério da Saúde para que possamos avançar na vacinação no Paraná”, acrescentou Beto Preto.

Distribuição - Confira a distribuição das doses por município:

Curitiba – 7.020

Ponta Grossa – 8.190

Guarapuava – 1.170

Foz do Iguaçu – 9.360

Araucária – 1.170

Campo Largo – 1.170

São José dos Pinhais – 4.680

Colombo – 3.510

Pinhais – 3.510

Total: 39.780 doses.

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 


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