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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5083 | 02 de Junho de 2021

PLANO SAFRA: Mobilização do setor produtivo garante aprovação do PLN 4, com recomposição de recursos para o crédito rural

pln 4 02 06 2021O Congresso Nacional aprovou, nesta terça-feira (01/06) o Projeto de Lei (PLN) 4/2021, que abre crédito suplementar de R$ 19,768 bilhões. O valor recompõe despesas primárias do Orçamento 2021 que foram reduzidas pelo Congresso na votação do projeto da Lei Orçamentária Anual de 2021. De acordo com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o PLN 4 foi aprovado com a devida suplementação para o crédito rural.  A matéria segue para sanção do governo federal. “Apesar da Presidência da República contar com um prazo de até 15 dias úteis, a partir do recebimento, a sanção deve acontecer em prazo mais curto”, informa ainda a OCB.

Crédito rural - O PLN 4/2021 recompõe os recursos cortados no orçamento do crédito rural, de R$ 2,75 bilhões, e adiciona mais R$ 1 bilhão, totalizando R$ 3,75 bilhões. Serão recompostos R$ 1,35 bilhão para subvenção ao crédito do Pronaf, R$ 550 milhões para custeio agropecuário e R$ 1,66 bilhão para investimento rural e agroindustrial, além R$ 25 milhões para AGF, R$ 97 milhões para alongamento de dívidas para crédito rural e R$ 43 milhões para garantia e sustentação de preços na comercialização.

Mobilização - Preocupadas com a demora na votação do PLN 4/2021 e com o impacto negativo que a não recomposição dos valores destinados ao crédito rural poderia causar às cooperativas agropecuárias e aos produtores rurais, as lideranças do setor se mobilizaram para reverter a situação. “Nós estávamos apreensivos em relação à possibilidade de corte de recursos para investimentos, não apenas em relação ao plano safra 2020/2021, mas para o próximo também, que deve ser anunciado em julho deste ano”, disse o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Segundo ele, estes recursos são fundamentais para a cooperativas e, ainda, para os pequenos e médios produtores rurais que, na prática, sustentam a situação econômica do país. Hoje, são cerca de 1 milhão de produtores rurais associados a mais de 1,2 mil cooperativas agropecuárias em todo o país. Destes, 71,2% são do perfil da agricultura familiar.

Ações - Assim, para assegurar que os recursos do crédito rural fossem restabelecidos no orçamento da União, foram desencadeadas diversas ações. No dia 13 de maio, por exemplo, o Sistema Ocepar realizou uma reunião com a presença do subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais do Ministério da Economia, Rogério Boueri, e do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wilson Vaz de Araújo, para tratar do assunto e sensibilizar os representantes do governo federal sobre como a redução do orçamento iria afetar os projetos de investimentos das cooperativas. Já no dia 17 de maio, representantes do cooperativismo e do agronegócio do Paraná promoveram um encontro com deputados paranaenses que fazem parte da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), solicitando que a votação do PLN 4/2021 fosse acelerada e contemplasse o pleito do setor. No dia 18 de maio, a OCB participou de reunião promovida pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), com a presença de parlamentares federais, quando também foi enfatizada a necessidade de rapidez na aprovação do PLN4 para viabilizar a recomposição de recursos.

Reuniões diárias - Além disso, entre os dias 20 e 26 de maio, representantes da Ocepar, Ocesc, Ocergs/Fecoagro e OCB realizaram reuniões diárias para monitorar e manter contato direto com os deputados paranaenses Sergio Souza, Aline Sleutjes e Pedro Lupion, além de parlamentares de outros Estados, incluindo o senador Eduardo Gomes, líder do governo no Congresso Nacional e relator do projeto, reforçando a importância e a urgência da votação do PLN 4/2021. (Com informações da Agência Câmara de Notícias e da OCB)

FOTO: Michel Jesus / Câmara dos Deputados

 

PRÊMIO OCEPAR: Prazo de inscrições não será prorrogado e termina no dia 4 de junho

 

premio ocepar 12 03 2020O prazo final para inscrição de trabalhos na 14ª edição do Prêmio Ocepar de Jornalismo termina nesta sexta-feira (04/06). Podem ser inscritas reportagens veiculadas entre 1º de agosto de 2019 e 4 de junho de 2021. O coordenador do Prêmio, jornalista Samuel Milléo Filho, lembra que este prazo já havia sido prorrogado por duas ocasiões. “Em decorrência das medidas sanitárias e de isolamento social devido à pandemia da Covid-19, a Comissão Julgadora achou por bem dar um prazo mais longo para que os profissionais pudessem produzir seus trabalhos. Portanto, nesta sexta encerra o prazo para as inscrições. Lembramos que temos um feriado na véspera e quem ainda está pensando em participar tem sua última chance nesta semana”, lembrou.

 

Patrocínio - O Prêmio Ocepar, lançado em 2004 pelo Sistema Ocepar, tem como patrocinadores, a Federação das Unimeds do Paraná e Central Sicredi PR/SP/RJ, e com apoio institucional do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, o Sindijor, do Sindicato dos Jornalistas do Norte do Paraná e da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

 

Inscrições online - A partir desta 14ª edição, as inscrições estão sendo recebidas de forma digital e não mais pelos Correios. Os interessados podem fazer a postagem dos trabalhos no endereço http://premio.paranacooperativo.coop.br/, desde que cumpram todas as normas do regulamento. “A digitalização das inscrições, além de agilizar as inscrições dos participantes, facilitará muito para que os jurados possam julgar de forma on-line”, frisou o coordenador do prêmio.

 

Premiação - O tema da 14ª edição é “Cooperativismo: força econômica e social que faz a diferença”.  Ao todo, serão distribuídos R$ 88 mil em prêmios, já descontados os impostos. O Prêmio Ocepar é dividido em seis categorias: Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo, Mídia Cooperativa, Categoria Especial Ramo Crédito, Categoria Especial Unimed. Os três primeiros colocados nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo e Mídia Cooperativa vão receber, respectivamente R$ 10 mil (1º lugar), R$ 4 mil (2º) e R$ 3 mil (3º). Já os vencedores nas categorias especiais Ramo Crédito e Unimed vão ganhar R$ 10 mil cada.

 

COOPERATIVISMO: Divulgada lista dos trabalhos do 6º EBPC

cooperativismo 02 06 2021O 6º Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC) acaba de divulgar o resultado das avaliações dos trabalhos submetidos. Ao todo, foram aprovados 82 estudos, sendo 69 artigos completos e 13 resumos expandidos. O GT de Governança, Gestão e Inovação foi mais uma vez o destaque, com 24 trabalhos aprovados, seguidos de Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais (20), Identidade e Cenário Jurídico (16), Educação e Aprendizagem (11) e Capital, Finanças e Desempenho (11).

Lista completa - Confira, aqui, a lista completa de aprovados. Os autores contemplados devem aguardar o contato da organização do evento – a ser feito por email – para que realizem a inscrição gratuitamente.

Evento - A 6ª edição do EBPC será entre os dias 2 e 6 de agosto, em Brasília, mas com transmissão online e ao vivo. O tema deste ano é Ações coletivas e resiliência: inovações políticas, socioeconômicas e ambientais.

Parceria - Neste ano, o evento ocorre em parceria com o 59º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER), de forma conjunta e simultânea. A ideia é aproximar os públicos dos dois eventos e fortalecer o debate sobre as produções científicas voltadas ao campo e a todos os ramos do cooperativismo brasileiro. Para se inscrever, basta acessar: www.even3.com.br/soberebpc2021.

Oportunidade dupla - Os trabalhos aceitos no EBPC também podem concorrer ao Prêmio ABDE-BID de Artigos Edição 2021, na categoria 3 - Sistema OCB: Desenvolvimento e Cooperativismo de Crédito, com premiações de até R$ 8 mil.

Promoção - O concurso é promovido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com o apoio do Sistema OCB, e a finalidade é estimular a reflexão acerca dos desafios do desenvolvimento, por meio do incentivo à pesquisa e à elaboração de artigos científicos.

Participação - Podem participar artigos aprovados em qualquer um dos 5 GTs do EBPC que investiguem o cooperativismo e as cooperativas de crédito. Os prêmios serão de 8 mil reais para o primeiro colocado e R$ 4 mil para o segundo colocado.

Inscrições - As inscrições para participar do Prêmio ABDE-BID vão até 04 de julho. Para conferir o edital completo do Prêmio ABDE-BID, basta acessar: https://abde.org.br/premio-abde. (OCB)

ALIMENTOS: Entidades entregam primeira doação do Agro Fraterno

alimentos 02 06 2021O Sistema CNA/Senar, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e as entidades do Instituto Pensar Agro (IPA) começaram, nesta terça (01/06), as ações do programa Agro Fraterno com a primeira doação de cestas de alimentos a famílias carentes dos municípios goianos de Luziânia, Cristalina, Cidade Ocidental, Novo Gama e Santo Antônio do Descoberto. Também foi lançado o site do programa (www.agrofraterno.com.br), onde produtores, entidades e empresas poderão fazer os registros das doações.

Evento- O evento aconteceu em Luziânia, com a presença dos ministros João Roma (Cidadania) e Tereza Cristina (Agricultura); dos presidentes do Sistema CNA, João Martins, do IPA, Nilson Leitão; do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), deputado federal José Mário Schreiner, que esteve representando a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA); da primeira-dama de Goiás, Gracinha Caiado; do diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara; da gerente-geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella; do prefeito de Luziânia, Diego Sorgatto, além de parlamentares, representantes de federações, de sindicatos rurais e autoridades estaduais e municipais.

Responsabilidade - No início da cerimônia, João Martins, que participou de forma virtual, afirmou que "o produtor rural brasileiro mostra mais uma vez sua responsabilidade com o Brasil e com seu povo. Neste momento de dificuldade que o mundo atravessa, o produtor continua a produzir alimentos para abastecer os brasileiros e mais de 1 bilhão de pessoas em quase 200 países. Mas dezenas de milhões de brasileiros estão passando fome no celeiro do mundo. Isso é inaceitável. Por isso estamos aqui”.

Distribuição- "Hoje a CNA e os produtores rurais começam a distribuir cestas para abastecer a população que perdeu a capacidade de adquirir o seu alimento. É a prova de nosso compromisso de reduzir a falta de alimento nas mesas dos brasileiros. A CNA e os produtores rurais sob liderança da ministra Tereza Cristina assumem a responsabilidade de também promover a distribuição aos mais necessitados. Esse é o nosso sentimento de responsabilidade e o nosso compromisso”, concluiu o presidente da CNA.

Apoio - O Agro Fraterno é um movimento apoiado pela ministra Tereza Cristina e liderado pelo Sistema CNA/Senar, pela OCB e pelas entidades do IPA que se reuniram em uma corrente solidária para ajudar as famílias mais necessitadas atingidas pela grave crise gerada pela pandemia da Covid.

Maior - “O Agro Fraterno será o maior programa de entregas de cestas do Brasil. Vamos trabalhar para que façamos a entrega de 2 milhões de cestas apenas para começar,” disse a ministra Tereza Cristina. “Esse é meu desafio aqui hoje, vamos trabalhar com todos os municípios do Brasil. Com cada um ajudando, colaborando, nós poderemos diminuir o sofrimento das pessoas que passam fome do nosso País, que é tão rico e celeiro do mundo. Vamos todos juntos fazer do Agro Fraterno um grande movimento para aliviar o sofrimento dessas pessoas vulneráveis que vivem esse momento tão difícil”.

União - João Roma, ministro da Cidadania, reforçou a importância da união para levar alimento às populações mais vulneráveis e destacou a liderança do presidente da CNA, João Martins, para transformar a vida e ajudar o brasileiro a superar o momento de dificuldades. “Esse é o momento da união das várias facetas do nosso Brasil, onde a capacidade de solidariedade de cada de nós tem que aflorar. A somatória de esforços é fundamental se quisermos estender a mão para a população em vulnerabilidade”, afirmou o ministro.

Programa - O Agro Fraterno é voltado para a participação de produtores, empresas e entidades ligadas ao setor, que podem fazer a adesão de forma voluntária. As doações são livres e podem ser feitas tanto com cestas de alimentos, recursos ou alimentos, de acordo com a opção dos doadores. O critério para receber a cesta segue os quesitos sociais do Ministério da Cidadania.

Registro - O doador poderá registrar sua doação. Basta entrar no site e fazer seu cadastro. Além das informações, o doador poderá colocar fotos, vídeos, matérias ou outros materiais que julgar importante para comprovar a doação. (CNA/OCB)

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FOTO: Mapa

 

 

FRÍSIA: Digital Agro virtual acontece entre os dias 12 e 15 de julho em plataforma inovadora

frisia 02 06 2021A quarta edição da Digital Agro, a principal feira de inovação no agronegócio do Brasil, será virtual. O evento acontecerá entre os dias 12 e 15 de julho em uma plataforma que reunirá palestrantes, expositores, produtores rurais e profissionais do exterior e de regiões promissoras no agronegócio nacional. A feira pode ser conferida em www.evento.digitalagro.com.br.

Plataforma multifuncional - Com a organização da Frísia Cooperativa Agroindustrial, curadoria técnica da Fundação ABC e apoio do Governo do Paraná, a Digital Agro será pela primeira vez realizada em uma plataforma multifuncional, tecnologia que levará mais emoção e interatividade ao público.

Inovação - “Desde o surgimento, em 2017, a Digital Agro inovou ao levar o agronegócio digital para dentro das propriedades. Fizemos a primeira edição em Carambeí, próximo dos produtores rurais, pois sabemos que uma informação confiável e de qualidade pode transformar o agronegócio. Agora, também inovamos em tornar mais interativa a plataforma para o público”, destaca o superintendente da Frísia Cooperativa Agroindustrial e um dos organizadores do evento, Mario Dykstra.

Integração - Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, eventos como o Digital Agro ajudam a integrar ainda mais os produtores de um Estado vocacionado para o campo. “O Paraná é exemplo pela diversidade e capacidade tecnológica da sua produção, sempre com olhar voltado para o desenvolvimento sustentável e o cooperativismo. A força da nossa economia é resultado de uma cadeia organizada e bem estruturada nesse setor”, disse.

Potência - Para o presidente da Celepar, Leandro Moura, “o agro durante a pandemia não parou e mostrou toda a sua potência, essencial para a economia do nosso Estado e também do nosso País. Esse evento online, onde a Celepar entra como a grande parceira, é a oportunidade para que os grandes players do setor se encontrem em uma feira online para ter acesso ao que há de mais moderno e inovador no ramo. Também é uma ocasião interessante para mostrar o que de mais tecnológico o Governo do Paraná tem feito para estimular a economia no agro mesmo no período de pandemia pelo qual estamos atravessando”.

Painéis - A programação do evento terá como painéis “Tecnologias para produção sustentável”, “Futuro dos alimentos”, “O futuro da gestão no campo”, “AgroInnovation” e “Pecuária 4.0”. Cada período, matutino e vespertino, terá um tema como foco e, ao fim deles, haverá um debate com os palestrantes.

Otimização - “Tecnologias para produção sustentável” visa a apresentação de tecnologias que otimizem os recursos naturais, fundamental para o agronegócio contemporâneo, gerando benefícios à sociedade e equilíbrio na cadeia produtiva.

Aumento da produtividade - Outro é “O futuro da gestão no campo”, importante para o aumento da produtividade e a melhoria da qualidade dos produtos, inclusive com a redução de custos e aumento da eficiência nos processos.

Inovação - “AgroInnovation” remeterá à inovação no agronegócio, o que inclui as mais modernas soluções, como internet das coisas, big data, entre outras tecnologias. Já “Futuro dos alimentos” debaterá hábitos de consumo e novas formas de produção de alimentos.

ExpoFrísia - Por fim, a “Pecuária 4.0” é baseada no conteúdo da ExpoFrísia, a tradicional feira desenvolvida pela cooperativa Frísia e que discute soluções e novas tendências na pecuária brasileira e mundial.

Números - A Digital Agro contará com a presença de 5 mil visitantes, que acompanharão a apresentação de produtos e serviços de 25 expositores e terão acesso a 20 horas de conteúdo, com palestras e discussões.

Interatividade - Nesta edição, a feira contará com uma plataforma desenvolvida para aumentar a interatividade e a experiência do visitante em três espaços principais. Um deles é voltado aos Exibidores, uma vitrine virtual para os expositores e as ativações de marcas.

Conteúdo - Além disso, haverá o espaço Conteúdo, uma experiência ao vivo e on demand com o tema inovação no agronegócio. O terceiro espaço é o de Networking, que permitirá aos participantes se conectarem com outros visitantes para promover a troca de experiência e relacionamento.

SERVIÇO

Digital Agro Virtual 2021

Quando: 12 a 15 de julho

Horário (Brasília): 19h (dia 12) / 10h ao 12h / 15h às 17h (dias 13 a 15)

Local: www.evento.digitalagro.com.br

Entrada: R$ 150 (inteira) / R$ 75 (meia)

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

COCAMAR: Oportunidade de capacitação para produtoras

cocamar 02 06 2021Um evento em três etapas voltadas à capacitação de produtoras rurais será promovido pela Cocamar nos meses de junho, agosto e outubro.

Parceria - A cooperativa, que neste ano começou a realizar o programa Mulheres + Agro Cocamar, conduzido pelo Departamento de Cooperativismo, firmou parceria com a Agromulher, uma consultoria especializada em ministrar cursos específicos para esse público.

Quem pode participar - É reservado a cooperadas, esposas, filhas e netas de produtores cooperados e a agenda inclui temas como gestão, liderança, planejamento, tendências, cooperativismo, mercado e oportunidades.

Gestão - “É uma oportunidade principalmente para mulheres que fazem parte da gestão dos negócios da família ou estão se preparando para esse objetivo”, comenta a analista de Cooperativismo da Cocamar, Juliana Guerra.

Primeiro módulo - Começando sempre às 17h e no formato on-line, o primeiro módulo será nos dias 22 e 25 deste mês e vai abordar A Influência Feminina na Gestão e Liderança no Agronegócio, com a engenheira agrônoma e mestre em fitopatologia Vanessa Sabioni, fundadora da Agromulher.

O segundo- Nos dias 3, 6, 17, 20 e 21 de agosto, será analisado O Agronegócio Brasileiro - Principais Conceitos, Mercado, Tendências e Oportunidades para Mulheres da Cooperativa, a cargo da especialista em marketing estratégico e agronegócio, Janaína Bara, e a especialista em manejo de culturas, Marianne Gonçalves.

Terceiro - Por último, nos dias 5, 8, 19, 22 e 29 de outubro, a doutora em desenvolvimento econômico Amanda Schuntzemberger abordará Gestão de Custos e Planejamento Financeiro Agrícola.

Inscrições - As vagas são limitadas a 50 participantes e as produtoras interessadas podem inscrever-se até o dia 10 às 18 horas pelo link http://agromulher.rds.land/mulher-agro-cocamar. (Imprensa Cocamar)

 

COPAGRIL: Loja de Realeza em novo endereço

A Loja Copagril de Realeza, no Sudoeste do Paraná, passou a atender em novo endereço neste mês de junho. O novo espaço é mais amplo e a localização estratégica para agilizar a recepção aos associados e clientes, bem como o atendimento na distribuição dos produtos e serviços da equipe Copagril, que atendem Realeza e também municípios da região.

Atuação - Neste ano, a Copagril completa três anos de atuação no município e a necessidade de um espaço mais amplo reforça a conveniência do Cooperativa na região. “Em outubro completaremos três anos desde a inauguração da Loja Copagril em Realeza. Foi um marco para a Copagril, ampliando sua área de atuação para a Região Sudoeste e hoje, com esse novo espaço, compreendemos que estamos muito bem, no caminho certo e prestando um bom serviço aos nossos cooperados da região de Realeza e municípios vizinhos, bem como, para com todos os clientes, do campo e da cidade”, destaca o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla.

Estrutura - O novo espaço da Loja da Copagril de Realeza foi planejado para um melhor e maior armazenamento de produtos e insumos agrícolas e pecuários, que vem ao encontro com a demanda crescente dos produtores da região. Bem como a localização estratégica, com o objetivo de facilitar o acesso dos clientes, o transporte de materiais e a logística de atendimento aos municípios de toda região.

Inauguração - Seguindo os cuidados para com a pandeia do coronavírus, a diretoria da Copagril realizou um ato simbólico de reinauguração nesta terça-feira (01/06) em ato breve, que contou com a presença do diretor-presidente, Ricardo Sílvio Chapla; diretor vice-presidente, Elói Darci Podkowa; diretor-secretário, Márcio Buss; o prefeito de Realeza, Paulo Cezar Casaril; vice-prefeito Moacyr Oldra; presidente da Associação Comercial de Realeza, Juarez Siedlecki; o pastor da Igreja Luterana, Erno Mass; o proprietário do imóvel, Valdir Antônio Ferronatto, entre outras pessoas.

Atendimento - A nova Loja Copagril de Realeza está localizada na PR 182, km 463, no Bairro Industrial em Realeza. O atendimento é de segunda a sexta-feira das 8 às 12 horas / 13h30 às 17h30 e nos sábados das 8 às 12 horas. Os telefones para contato são (46) 3543-1368 e (46) 99941-0099 (Whatsapp). (Imprensa Copagril)

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SICREDI: Campanha Poupança Premiada já contemplou mais de 50 associados

Com o objetivo de incentivar o hábito de poupar dos associados, o Sicredi segue com a campanha “Poupança Premiada” nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Até agora, a promoção iniciada em março já contemplou mais de 50 associados com sorteios semanais de R$ 5 mil, cada. Ao todo, serão distribuídos R$ 2,5 milhões em prêmios aos poupadores da instituição financeira cooperativa, que é uma alternativa ao sistema financeiro tradicional. No site da campanha, os associados podem visualizar os números da sorte e conferir conteúdos específicos sobre finanças e dicas financeiras, conhecer o regulamento, os vencedores dos sorteios e outras informações sobre o Sicredi.

Prêmio especial - Além dos sorteios semanais de R$ 5 mil, os poupadores ainda concorrem ao prêmio especial de R$ 500 mil, que será entregue no dia 31 de outubro, celebrando o Dia Internacional da Poupança. O sorteio final de R$ 1 milhão será no dia 20 de dezembro.

Impacto positivo sentido na comunidade - Até agora, a campanha já gerou mais de 38 milhões de números da sorte, trazendo um incremento de aproximadamente R$ 400 milhões às cooperativas Sicredi filiadas à Central Sicredi PR/SP/RJ. Esse montante se transforma em mais linhas de crédito (sobretudo rural, destinado a pequenos e médios agricultores), fomentando a economia local de centenas de comunidades e milhares de associados das mais de 740 agências nos três estados com agências da regional Sicredi. A gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França, destaca que a campanha reforça o propósito da instituição financeira cooperativa. “Trabalhamos para o desenvolvimento dos nossos associados e prosperidade nas regiões onde atuamos. Temos como foco o incentivo ao planejamento e à educação financeira, e fazemos isso por meio de diversas ações realizadas por nossas cooperativas, entre elas essa campanha que, ao longo dos anos, tem premiado milhares de poupadores. Além deste papel educativo, aumentando a reserva financeira de famílias, conseguimos também, na outra ponta, aumentar a oferta de crédito, um ciclo virtuoso de impacto positivo para a economia, movimentando os negócios e gerando mais empregos e renda”, ressalta.

Participar é fácil - A edição deste ano da campanha Poupança Premiada traz como destaque a dupla sertaneja César Menotti & Fabiano, que são associados do Sicredi. Com uma adaptação da música “Leilão”, as peças incentivam as pessoas a investirem e participarem da promoção: a cada R$ 100 aplicados na poupança do Sicredi, é gerado um número da sorte para concorrer aos sorteios, realizados pela Loteria Federal. Se as aplicações forem na modalidade programada, quando o poupador autoriza o débito mensal da conta, as chances de ganhar são em dobro. A participação é automática nas duas modalidades, ou seja, o associado não precisa se cadastrar ou preencher cupons.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI NOSSA TERRA: Agência exclusiva para produtores rurais é inaugurada no Oeste do Paraná

O agronegócio foi responsável por 48% das exportações totais do Brasil em 2020, segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Um número que reforça a importância do setor para a economia brasileira. Somado a isso, cerca de 3,9 milhões de propriedades rurais em todo o país foram classificadas como de “Agricultura Familiar”, de acordo com o último Censo Agropecuário. Locais onde a atividade na lavoura garante a produção de alimento e geração de renda.

Melhores soluções - Com raízes no campo e longa parceria com o setor agro, o Sicredi tem atuado para oferecer as melhores soluções financeiras aos seus mais de 600 mil produtores rurais associados em todo o país. No estado do Paraná, a cooperativa Sicredi Nossa Terra PR/SP inaugurou uma nova agência exclusiva para o agronegócio, a Sicredi Agro. Localizada no município de Cafelândia (PR), o novo espaço possui uma estrutura diferenciada e uma equipe especializada para atender as necessidades específicas dos produtores rurais.

Apoio e desenvolvimento - A presidente da Sicredi Nossa Terra PR/SP e também produtora rural, Maura Carrara, explica que o investimento foi realizado para oferecer um ponto de apoio e desenvolvimento para o setor Agro na região. “Somos a segunda instituição financeira que mais libera recursos para o agronegócio e queremos ampliar a nossa participação na região Oeste do Paraná. Reconhecemos e investimos esforços para cada vez mais contribuir com soluções financeiras e parcerias técnicas. Proximidade e relacionamento são essenciais para que possamos entender e atender às necessidades dos nossos associados, assim, contribuindo com a prosperidade no campo. Afinal, somos agro e agro é coop”, diz.

Tablets - Além de uma estrutura pensada para o produtor rural, a Sicredi Agro ainda possibilita que os colaboradores atendam os associados por meio de tablets, facilitando a assistência na agência ou nas propriedades rurais. O movimento reforça um dos diferenciais do Sicredi, o relacionamento próximo com o associado que, ao integrar a instituição financeira cooperativa, participa ativamente na promoção de desenvolvimento regional por meio do ciclo virtuoso. Isso porque no Sicredi os recursos captados em uma região ficam naquela comunidade. Esse movimento é feito, por exemplo, com crédito concedido, contratação de fornecedores locais ou mesmo a partir da realização de ações sociais.

Mudança de atendimento - A Sicredi Agro está localizada na Rua Luiz Pasquali, 175. E, em função da transformação para agência Agro, os atendimentos para associados pessoa física e pessoa jurídica passam a ser realizados na Agência Sicredi Centro, instalada na Praça Brasília, região central de Cafelândia.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB: Presidente da instituição ressalta investimento em tecnologia como chave para ampliar escala do setor em evento com BC

sicoob 02 06 2021Sempre buscando a excelência no atendimento e na oferta de produtos e serviços aos seus cooperados, o Sicoob tem se destacado por suas soluções inovadoras no mercado financeiro. E isto, de acordo com o diretor-presidente da instituição, Marco Aurélio Almada, é fruto de uma atuação firme com o apoio da tecnologia. A afirmação foi feita durante participação no webinar "Uma Revolução no seu Bolso”.

Vertentes - "Ao analisarmos a combinação entre a multiplicação de canais e de produtos, resolvemos enriquecer o modelo de negócios das cooperativas em três vertentes. Estamos aplicando o máximo de tecnologia e ciências de dados no modelo tradicional que temos, entramos no universo da otimização das finanças pessoais, e adentramos em outro universo, o da indústria financeira, que se insere no contexto de ecossistema e que reivindica ser o orquestrador daquele ecossistema", disse o executivo.

Banco Central e Credit Suisse - Além de Almada, o evento contou com a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do presidente do conselho do Credit Suisse, Ilan Goldfajn. O debate foi organizado pelo Sicoob junto ao canal MyNews e teve como mediadora a jornalista Mara Luquet.

Impacto - De acordo com Campos Neto, a indústria financeira foi bastante impactada com a maior capacidade de se produzir e guardar dados, o que fez com que ela passasse a ter características de indústria de dados. Reflexo disso é o Open Banking, que deve democratizar e baratear o acesso a vários produtos e serviços financeiros. "Muitos pensam que a tecnologia leva a mudança de comportamento, mas a mudança de comportamento está levando essa inovação tecnológica em finanças", afirmou.

Futuro- Falando sobre o futuro do mercado financeiro, Almada citou a chamada "Era pós-canal". Nesta análise, a oferta de crédito e investimentos, produtos essencialmente bancários, deverá ter mais sucesso em canais de origem comercial do que em canais bancários. "Nosso papel é estudar como a combinação desses fatores pode nos ajudar a mudar a forma como produtos financeiros chegam às pessoas, de forma que fique mais fácil e que elas possam tomar as decisões mais acertadas, gerando otimização e benefício para quem usa", concluiu o executivo.

Webinar - Confira o webinar em: https://youtu.be/k43J30WNaS8.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por mais de 370 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.480 pontos de atendimento. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

CRESOL UNIÃO DOS VALES: Presidente e vice-presidente da Central visitam cooperativa, que completou 19 anos

A Cresol União dos Vales, cooperativa de crédito com sede em Ivaiporã (PR), recebeu nesta terça-feira (01/06) o presidente e o vice-presidente da Central Cresol Baser, Alzimiro Thomé e Luiz Tomacheski. A visita foi motivada pelo aniversário de 19 anos de fundação e também para o lançamento do Planejamento Estratégico 2021 a 2025 da cooperativa.

Recepção - Os representantes da Cresol Baser foram recepcionados pelo presidente e vice-presidente da Cresol União dos Vales, José Paulo da Silva e Osni Ramos, e pelos integrantes da diretoria executiva, Everton José do Nascimento e Cleber Acacio, juntamente com os demais colaboradores do Centro Administrativo.

Presente - A comemoração ao aniversário da cooperativa foi celebrada com a entrega de um presente ao presidente e vice-presidente da cooperativa e a parabenização ao desenvolvimento dos trabalhos da diretoria e de todos os colaboradores.

Comunidade - O desenvolvimento da cooperativa ao longo destes 19 anos reforça o poder que o cooperativismo de crédito desempenha nas comunidades atendidas. A cooperativa nasceu em 2002 como Cresol Ivaiporã. Com o fortalecimento da cooperativa na região, foi feita a união com a Cresol Pitanga e Cresol Cândido de Abreu, formando, portanto, a Cresol União dos Vales. O nome reflete a união das cooperativas sediadas na região do rio Ivaí. Hoje, a Cresol União dos Vales atua em 26 municípios, por meio de 11 agências de relacionamento. Ao todo, são mais de 10 mil famílias atendidas na região pela Cresol.

Planejamento estratégico - A diretoria também apresentou e lançou o Planejamento Estratégico 2021 a 2025 para o desenvolvimento da Cresol União dos Vales para os próximos 5 anos. Com um vídeo institucional, a cooperativa mostrou os objetivos propostos e os pilares que vão sustentar as ações e decisões ao longo do período. Além disso, destacam que o protagonismo dos cooperados e dos colaboradores serão fundamentais para o atingimento das metas da cooperativa. (Imprensa Cresol União dos Vales)

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UNIMED CURITIBA: Campanha do Agasalho reforça a solidariedade e o tempo de cuidar

unimed curitiba 02 06 2021O inverno começa oficialmente no dia 21 de junho, mas as baixas temperaturas já preocupam muitas famílias que se encontram em situação de risco e vulnerabilidade social, intensificada pelos impactos da pandemia da Covid-19. Por isso, a Unimed Curitiba lança sua Campanha Anual do Agasalho, com o objetivo de estimular a doação de roupas de inverno, como casacos, meias, luvas e gorros, além de calçados e cobertores em bom estado de conservação, higienizados e prontos para serem utilizados.

Separação - Porém, como Curitiba está em bandeira vermelha, a cooperativa sugere que a população da cidade aproveite esse momento de ficar em casa para fazer aquela arrumação no guarda-roupas, separando o que não usa mais e higienizando as peças para as doações. “Vamos aproveitar o isolamento social mais restritivo para cuidar da gente e dos outros. Além de evitar a circulação do vírus, as pessoas podem aproveitar o tempo em casa para serem solidárias, separando cobertores e roupas que não usam mais e que ajudarão muitas pessoas a enfrentar o inverno. Assim que voltarmos à bandeira laranja, as doações poderão ser entregues nos pontos de arrecadação. Todos podem e devem participar dessa e de outras campanhas, pois o momento exige ainda mais solidariedade de todos nós”, destaca o diretor-presidente da Unimed Curitiba, Rached Hajar Traya.

Papel social - Com o conceito “Tem roupa que merece seguir em frente”, a campanha está alinhada com o papel social da cooperativa, promovendo a colaboração e a solidariedade e intensificando o cuidado com o próximo. A campanha está aberta para que médicos cooperados, colaboradores, beneficiários e toda a comunidade participem. As doações serão enviadas à Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS) e ao Provopar Estadual para serem distribuídas conforme as necessidades das famílias assistidas.

Protocolos sanitários - No momento da doação, siga os protocolos sanitários para evitar a propagação da Covid-19 (dicas abaixo). O dirigente da Unimed Curitiba destaca, ainda, que as doações sejam entregues em pacotes fechados ou sacos plásticos protegidos. As doações poderão ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8 às 18h, até o dia 31 de agosto.

Cuidados - Na hora de doar, cuide da prevenção e proteção:

• Utilize máscara, seja descartável ou de tecido. O uso é obrigatório (Lei n.º 20.189). Troque sempre que ela estiver suja, úmida ou danificada.

• Higienize as mãos frequentemente com água e sabão e use álcool em gel 70%.

• Mantenha o distanciamento físico. Fique a pelo menos 1,5 metro de distância de outras pessoas e não cumprimente com apertos de mãos, beijos ou abraços.

• Evite tocar olhos, nariz e boca.

• Doe itens que estiverem em bom estado de conservação e higiene.

• Se puder, faça a sua doação em pacotes fechados ou sacos plásticos protegidos.

• Aproveite a saída de alguém de sua família para que essa pessoa leve as doações.

Locais - Confira os locais de arrecadação:

• Unidades da Unimed Curitiba no Tarumã (Av. Affonso Penna, 297), Itupava (Rua Itupava, 737 - Alto da XV), Dr. Pedrosa (Rua Dr. Pedrosa, 194, Centro) e Germano Mayer (Rua Padre Germano Mayer, 840 - Alto da XV).

De segunda à sexta-feira, das 8 às 18h

• Unidades da Droga Raia no Hugo Lange (Rua Augusto Stresser, 1.379), Jardim Social (Av. Nossa Sra. da Luz, 2.427) e Alto da XV (R. Mal. Deodoro, 2.593). (Imprensa Unimed Curitiba)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Cooperativa e Parque Vila Velha se unem na preservação da saúde e da natureza

unimed ponta grossa 02 06 2021A Trilha dos Arenitos do Parque Vila Velha vai ganhar o “sobrenome” da maior cooperativa médica do Brasil e, em breve, passará a se chamar “Trilha dos Arenitos Unimed Ponta Grossa”. Esse é o resultado da parceria comercial firmada pela cooperativa com a Soul Vila Velha, concessionária do Parque. “Essa parceria vai propiciar aos nossos visitantes uma nova experiência, com pontos especiais para descansar e recarregar as energias na trilha principal dos Arenitos, que tem 1.100 metros e leva até a nossa famosa Taça”, explica Leandro Ribas, gestor da Soul Vila Velha.

Novas estratégias - Segundo Eduardo Bacila de Sousa, diretor-presidente da Unimed Ponta Grossa, a parceria faz parte das novas estratégias socioambientais da cooperativa, que busca investir em ações que integrem mudanças de hábitos, promoção à saúde e conscientização ambiental. “Trata-se de uma iniciativa inédita no Sistema Unimed. Somos uma cooperativa de saúde que tem como missão cuidar das pessoas. E entendemos que cuidar das pessoas também é poder, de alguma forma, cuidar de onde elas vivem. Com essa parceria, reforçamos a conexão entre nosso propósito e um dos princípios do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade.”, destaca.

Atrativo natural - Desde que foi reaberto, em setembro do ano passado, já sob a gestão Soul, o Parque Vila Velha tem sido um dos atrativos naturais mais procurados nas regiões de Curitiba e Campos Gerais. “O turismo regional ao ar livre está na lista de prioridades das pessoas, que querem manter o distanciamento, mas não o isolamento, pois estão em busca de ar puro, segurança, contemplação e diversão. É isso o que oferecemos no parque”, completa Ribas.

Benefícios a longo prazo - Contribuir com a conservação de biomas e valorizar a biodiversidade regional tem sido pauta crescente na iniciativa privada nos últimos anos. Além de toda a atenção à consciência ambiental, essa iniciativa busca incentivar a reflexão a respeito do autocuidado.

Benéficos - “É sabido que a interação com a natureza e momentos ao ar livre são benéficos para nossa saúde física e emocional. A pandemia da Covid nos impôs muitas limitações nesses aspectos. Ao unirmos o que a cooperativa acredita com o que o parque proporciona vai trazer muitos benefícios à comunidade, como o resgate de hábitos saudáveis e a importância de cuidarmos também da nossa saúde mental. Não somente neste momento conturbado, mas que possamos estender essas práticas para o pós-pandemia também”, observa o presidente da cooperativa médica.

Sinalização - Aproveitando esse movimento, 100% associado à saúde e ao bem-estar das pessoas, a Unimed Ponta Grossa firmou essa parceria com o Parque Vila Velha. Além de emprestar o nome, a cooperativa estará com a marca presente em toda a sinalização da trilha principal dos Arenitos e criará espaços de interação e contemplação pelo caminho.

Valor inestimável - “O Parque Vila Velha tem um valor inestimável para Ponta Grossa e todo o estado e essa parceria nos permite estar mais próximos não só dos nossos beneficiários, mas também de toda a comunidade. Temos o orgulho de ser uma das primeiras empresas a apoiar a preservação do Parque e promover uma experiência de bem-estar aos visitantes.”, completou o presidente da cooperativa médica.

Próximos passos - Dentro dos próximos 60 dias, todas as intervenções previstas na parceria entre a cooperativa e a concessionária estarão implementadas para que os visitantes do Parque Vila Velha possam vivenciar essa nova experiência na Trilha dos Arenitos Unimed Ponta Grossa.

Participantes - Participantes da assinatura oficial da parceria: Arthur Trauczynski, sócio da Soul Parques, Leandro Ribas, gestor da Soul Vila Velha, Cadu Guimarães, CEO da Soul Parques, Eduardo Bacila de Sousa, diretor-presidente da Unimed Ponta Grossa, Michele Cação Ribeiro, diretora de Mercado e Desenvolvimento da cooperativa, Rafael Francisco dos Santos, diretor Administrativo e Anderson Ghirotti Brega, diretor Financeiro. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

ABRATES: Inteligência Artificial é tema da III Prosa Sementeira

abrates 02 06 2021No campo, sementes de alta qualidade podem garantir uma germinação eficaz, facilitar o manejo e potencializar a produtividade. Nos laboratórios, a pesquisa investe na Inteligência Artificial (IA) para aumentar a capacidade de interpretação de dados e desenvolver novos produtos. A inovação é tema do terceiro episódio da “Prosa Sementeira – A Inteligência Artificial e o controle de qualidade de sementes”. O evento on-line, promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates), será nesta quarta-feira (02/06), às 19 horas, no Youtube.

Revolução - A IA está revolucionando o agronegócio, especialmente na área de sementes, podendo ser aplicada na produção, processamento, distribuição e controle de qualidade nos laboratórios. Também assume papel de destaque na tomada de decisões no campo, na recepção, beneficiamento e transporte das sementes.

Panorama - Para dar um panorama sobre as diversas aplicações da tecnologia, a Prosa Sementeira convidou o CEO da TBit, Igor Chalfoun, a gerente de controle de qualidade da Sementes Goiás, Ana Heloisa Gonçalves, e o diretor da Agrotis, Manfred Leoni Schmid.

Mediação - A mediação da conversa será de Maria Laene de Carvalho, segundo vice-presidente da Abrates, docente da Universidade Federal de Lavras (UFLA), organizadora do evento.

Contribuição - Laene destaca que o objetivo do episódio é mostrar como a IA está contribuindo para o setor de sementes. “Vamos contar com a participação de três especialistas no assunto. Eles vão falar sobre o que é Inteligência Artificial, como tem sincronia com a Internet das Coisas, Agricultura 4.0 e robótica. Todas essas tecnologias dependem da Inteligência Artificial. Vamos abordar também as aplicações da inovação, que já estão ocorrendo no universo sementeiro, tanto no laboratório de controle de qualidade, como na produção, na inspeção de campo, na definição de colheita”, afirma a coordenadora da Prosa Sementeira.

Formação - Laene acrescenta que os eventos on-line têm contribuído com a formação dos profissionais da área de sementes, pesquisadores e estudantes, neste período em que os encontros presenciais foram suspensos pelas restrições da Covid-19.

Novidades - “Não pudemos realizar nem o nosso tradicional Congresso Brasileiro de Sementes por causa da epidemia do coronavírus. Já tem dois anos que estamos sem reunir os sementeiros em torno de eventos. A ideia nossa é levar ao setor as novidades do agronegócio, mais especificamente em sementes, para que tenham conhecimento do que está acontecendo no cenário nacional em termos de avanços”, ressalta.

Visão geral - Igor Chalfoun, O CEO da TBit, agtech especialista em análise de imagens e classificações, dará uma visão geral sobre IA e como é aplicada nos laboratórios de sementes.

Do laboratório ao campo - Desde 2017, a gestora de qualidade da Sementes Goiás, Ana Heloisa Gonçalves, conta com a IA na rotina de trabalho no laboratório, nas análises de germinação e da parte física das sementes. Na Prosa, ela vai falar sobre essa experiência.

Análise - “O Ministério da Agricultura ainda não aceita a análise por Inteligência Oficial, como base oficial. Porém, um item da ISO 17025 requer supervisão da equipe. A gente, então, utiliza muito a tecnologia para auditar os nossos resultados e até como forma de transparência para nossos clientes, já que temos essas análises sem interferência humana realizada por uma inteligência, com o mesmo padrão que utilizamos. Muitas vezes, a gente faz o uso da Inteligência Artificial como analista padrão do laboratório”, ressalta Ana Heloisa, apontando ainda que a tecnologia consegue suportar mais análises que um profissional. “Eu não vejo um substituindo o outro, mas um validando o outro”.

Experiência - Manfred Leoni Schmid, diretor da Agrotis, vai falar sobre a experiência da empresa com a IA na área de sementes. “Na área de sementes existem muitas tecnologias, principalmente com base em informação. Hoje, para produzir sementes é preciso várias análises e atributos. Há uma gama de informação muito grande para chegar à conclusão de qual semente, lote e campo de semente compensam para dar seguimento no processo. A produção de sementes é cara porque trabalha com algo vivo. Então, é fundamental saber quais são os sinais, os atributos que são possíveis serem lidos no começo do trabalho e que identifiquem se vale dar prosseguimento ou não na pesquisa”, explica Schmid.

Qualidade das sementes - O diretor da Agrotis finaliza dizendo que a qualidade das sementes é comprovada no campo e que a IA também é importante nessa fase. “A Inteligência Artificial pode ajudar, desde a escolha e do planejamento correto do local dos campos de sementes, da semente matriz, das cultivares corretas e toda a parte agronômica de produzir aquele campo e de acompanhar a informação. Antes da colheita é possível ter uma prévia da qualidade da semente, que ainda está na vagem. Desde a semente na vagem até estar dentro do pacote para o agricultor é um prazo de cerca de seis meses. Porém, seis meses antes, com o grão ainda dentro da vagem é possível dizer se tem potencial de ser ou não uma semente boa. Um conjunto grande de informações e estatísticas do que ocorreu, no passado e análise laboratorial bem-feita, podem mostrar o que será a qualidade daquela semente”, conclui Schmid.

Próximo episódio - O próximo episódio da Prosa Sementeira será dia 7 de julho com o tema: “Tratamento de Sementes”. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

SERVIÇO

III Prosa Sementeira – A Inteligência Artificial e o controle da qualidade de sementes

Quando: 02/06/2021

Horário: às 19 horas

Onde: canal da Abrates no Youtube

Quanto: gratuito

Mais informações: contato@abrates.org.br

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Brasil tem recordes de exportações, superávit e corrente de comércio em maio

comercio exterior 02 06 2021O Brasil registrou recordes para o mês nos números de exportações, superávit e corrente de comércio em maio. As importações – mesmo sem superar marcas históricas para o mês – também registraram alta expressiva. Os resultados refletem, em parte, a recuperação da economia nacional e dos principais parceiros comerciais do Brasil, na avaliação da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia (ME), que divulgou os dados nesta segunda-feira (01/06).

Valores - A exportação no mês de maio foi de US$ 26,9 bilhões, valor recorde para o mês, com crescimento de 46,5% em relação a maio do ano passado. O último recorde foi registrado em maio de 2012, com US$ 23,1 bilhões. A importação também teve crescimento significativo, atingindo US$ 17,7 bilhões, com alta de 57,4%, mas ainda sem alcançar a máxima histórica de US$ 21 bilhões, em maio de 2013.

Saldo comercial - Dessa forma, o saldo comercial também bateu recorde para meses de maio, com US$ 9,3 bilhões, subindo 29,4% e superando a máxima anterior, de US$ 6,8 bilhões em maio do ano passado. Com esses valores, a corrente de comércio – soma das exportações e importações – foi recorde no mês, subindo 50,6% e chegando a US$ 44,6 bilhões, superando o máximo anterior, também de 2012, com US$ 43,6 bilhões.

Aumento - O total exportado apresenta aumento de 38,5% nos preços. “Essa tem sido a tônica do ano. Temos um crescimento das vendas externas, motivado tanto pelo aumento dos volumes quanto pelos preços, mas, principalmente pelo aquecimento dos preços internacionais dos produtos vendidos pelo Brasil”, observou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão.

Categorias - Ele explicou que o crescimento da exportação no mês foi impulsionado por um forte aumento de vendas externas das três categorias de produtos – Agropecuária (+43%), Indústria Extrativa (+85,8%) e Indústria de Transformação (+34,6%) – em relação a maio do ano passado.

Indústria de Transformação - Foram destaque as quantidades exportadas pela Indústria de Transformação, com alta de 15%. “Temos um resultado bastante positivo, com aumento do volume e recuperação dessa categoria de produtos exortados”, comentou.

Impulso - Por outro lado, o que mais impulsionou os valores exportados foram os preços da Indústria Extrativa, que subiram 119,5% no mês. Já os preços da Agropecuária tiveram aumento de 31,4%, e os da Indústria de Transformação, 19,1%.

Descolamento - Nas exportações, segundo Brandão, o que se observa é o descolamento da curva da média diária exportada. O país superou US$ 1,3 bilhão de média diária no mês de abril e, em maio, ficou próximo desse valor, com US$ 1,28 bilhão. “Deu uma arrefecida em relação ao resultado de abril, que foi o pico, mas continuamos em um nível muito alto em comparação aos quatro anos anteriores, descolando e batendo recordes sucessivos na exportação de bens”, salientou.

Importações ascendentes - A Secex também registrou uma curva ascendente nas importações nos últimos três meses, considerando níveis mais baixos no ano passado, devido aos efeitos da pandemia. Houve crescimento em todas as categorias de bens, principalmente na Indústria de Transformação – que representa 90% das compras externas do país e teve aumento de 56,5%.

Bens intermediários - Segundo Brandão, os bens intermediários têm puxado o crescimento das importações no acumulado do ano, enquanto entre os bens de capital ainda há um recuo no acumulado, mas com forte crescimento em maio. “É uma sinalização positiva de retomada de investimento”, frisou.

Alta - Nas importações de janeiro a maio, destacam-se os bens intermediários, com alta de 31,5%. O aumento é puxado por itens como insumos eletroeletrônicos, produtos químicos e insumos para medicamentos. “Isso é um indicador do aumento da produção interna”, reforçou o subsecretário.

Recuperação argentina - Em maio, a Secex constatou o aumento de exportações para todos os principais destinos, com destaque para a Argentina, que apresentou crescimento de 172%. “Em maio de 2020, a exportação para a Argentina foi de US$ 448 milhões e, em maio deste ano, está em US$ 1,28 bilhão. Cresceu três vezes”, informou o subsecretário.

Estados Unidos - Outro destaque entre os destinos foram as vendas para os Estados Unidos, com aumento de 67% em maio, para a China (+33,1%), e para a União Europeia (+21,1%).

Crescimento - Do lado das importações, houve crescimento em todas as origens e, mais uma vez, a Argentina se sobressaiu, com aumento de 92,9%, considerando um nível baixo, de US$ 440 milhões no ano passado, para US$ 810 milhões em maio de 2021. Da China, as compras subiram 43%; dos Estados Unidos, 48,5%; e da União Europeia, 37,2%.

Previsões - A Secex espera uma recuperação da economia global neste ano, com melhora do PIB dos principais parceiros do Brasil, como China, Estados Unidos e Argentina. No cenário interno, Brandão vê a economia se ajustando, com aumento do consumo de bens em detrimento de serviços.

Serviços - A partir do avanço da imunização, ele acredita que o setor de serviços deve se aquecer, mas o que se nota agora é um consumo maior de bens, e isso se reflete nesse aumento da demanda por bens importados. “A importação é um antecedente. Primeiro se importa os insumos, se produz, depois se consome esses bens finais. Isso sinaliza uma melhora para os próximos meses”, previu.

Superávit - Como a importação tem tido um desempenho acima do esperado, Brandão considera possível que a Secex reduza as previsões de superávit para o ano, ao final do segundo trimestre. “A revisão trimestral deve capturar os últimos desdobramentos e, como a importação está se aquecendo, é possível que o resultado do superávit para o ano diminua”, antecipou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão. (Ministério da Economia)

Veja os principais dados da balança comercial

FOTO: Pixabay

 

IBGE: Produção industrial cai 1,3% em abril e fica abaixo do patamar pré-covid

ibge destaque 02 06 2021A produção industrial caiu 1,3% em abril na comparação com o mês anterior. Esse é o terceiro resultado negativo consecutivo do índice, que acumula perda de 4,4% no período. Com isso, a produção industrial fica 1% abaixo do patamar pré-pandemia. A queda de abril foi disseminada por 18 das 26 atividades investigadas pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) e foi impactada principalmente pela retração de 9,5% de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis.

Acumulado - No ano, o setor industrial acumula ganho de 10,5% e, nos últimos 12 meses, de 1,1%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (02/06) pelo IBGE. Com o resultado de abril, a produção industrial está 17,6% abaixo do nível recorde, registrado em maio de 2011.

Maior - O gerente da pesquisa, André Macedo, destaca que o espalhamento do resultado negativo pelas atividades foi o maior desde abril de 2020. “O crescimento da produção industrial já vinha mostrando um arrefecimento desde a segunda metade do ano passado. Com a entrada de 2021, o recrudescimento da pandemia e todos os efeitos que isso traz, o setor industrial mostrou uma diminuição muito evidente de seu ritmo de produção. Isso fica claro não só pelos resultados negativos, mas também pelo maior espalhamento desse ritmo de queda”, explica.

Perda - O pesquisador ressalta que, com a entrada dos resultados negativos de fevereiro, março e abril, o setor industrial perdeu o ganho acumulado que mantivera até janeiro acima do patamar pré-pandemia. “Em janeiro, tínhamos um saldo de 3,5% acima do patamar registrado em fevereiro de 2020, ou seja, antes da pandemia. Com os resultados de fevereiro, março e abril de 2021, o setor industrial está 1% abaixo daquele patamar”, diz André.

Coque - A atividade coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que mais impactou o índice geral, também teve resultados negativos espalhados por seus produtos. “Essa atividade mostra um comportamento que é predominantemente negativo, ou seja, quando observamos todos os seus produtos, tem um movimento de queda bastante espalhado que vai desde os derivados do petróleo até os biocombustíveis, como o álcool ou o biodiesel”, destaca o pesquisador. Essa atividade havia tido uma expansão de 1,9% em março, quando interrompeu cinco meses de resultados negativos consecutivos.

Alimentos - A segunda atividade com maior impacto no índice foi produtos alimentícios, que teve queda de 3,4% na comparação com março. “O comportamento negativo elimina o saldo positivo de 3,3% que foi observado nos três primeiros meses do ano. Também se observam influências negativas importantes dos principais produtos investigados dentro dessa atividade, desde os ligados aos bens intermediários, como o açúcar e os derivados de soja, até os que estão dentro do semi e não duráveis, que são mais associados com a nossa alimentação no dia a dia”, diz o pesquisador.

Carnes - Um exemplo desses alimentos são as carnes, que tiveram redução em abril. “Nesse caso, há uma relação com o aumento de custos de produção. Se isso acontece, há um impacto em todo o processo produtivo, tanto em relação à carne de bovinos quanto de aves. Então tem os custos mais altos da ração, do milho, entre outros fatores. Isso encarece a produção e de fato há diminuição do processo produtivo”, explica.

Outros impactos negativos - Outros impactos negativos entre as atividades vieram de impressão e reprodução de gravações (-34,8%), de produtos de metal (-4,0%), de couro, artigos para viagem e calçados (-8,9%), de celulose, papel e produtos de papel (-2,6%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-5,2%), de produtos têxteis (-5,4%) e de móveis (-6,5%).

Categorias - Os resultados negativos alcançaram duas das quatro grandes categorias econômicas: bens de consumo semi e não duráveis (-0,9%) e bens intermediários (-0,8%). Já os setores produtores de bens de capital (2,9%) e de bens de consumo duráveis (1,6%) tiveram resultados positivos. Entre as oito atividades que também tiveram taxas no campo positivo, os principais impactos foram de indústrias extrativas (1,6%), máquinas e equipamentos (2,6%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (1,4%).

Indústria tem crescimento recorde frente a abril de 2020 - Quando comparada a abril do ano passado, a produção industrial cresceu 34,7%, a taxa mais elevada desde o início da série histórica da pesquisa, em janeiro de 2002. O recorde do indicador é explicado pela baixa base de comparação, uma vez que, em abril de 2020, o setor havia recuado 27,7%, a maior queda já registrada na série. À época, a retração foi influenciada pela intensificação das paralisações ocorridas no setor industrial em decorrência das medidas de isolamento social para combater a disseminação do novo coronavírus.

Crescimento - Com o resultado de abril, o indicador tem seu oitavo mês de crescimento consecutivo. “Quando observamos abril de 2021 contra abril de 2020, temos uma difusão de resultados positivos. Além de um comportamento de crescimento disseminado, há também magnitudes bem elevadas. Se lembrarmos que em abril do ano passado, o setor industrial vinha mostrando perdas muito intensas por conta da necessidade de isolamento social, com plantas industriais fechadas ou praticamente paralisadas, observamos que a base de comparação é muito depreciada”, explica o gerente da pesquisa.

Influência - As principais influências para o crescimento desse indicador vieram de veículos automotores, reboques e carrocerias (996,5%), máquinas e equipamentos (94,3%), metalurgia (54,5%), produtos de minerais não-metálicos (81,3%), bebidas (88,2%) e produtos de borracha e de material plástico (64,0%).

Mais sobre a pesquisa - A PIM Brasil produz indicadores de curto prazo desde a década de 1970 relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A partir de maio de 2014, teve início a divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial, após uma reformulação para atualizar a amostra de atividades, produtos e informantes; elaborar uma nova estrutura de ponderação dos índices com base em estatísticas industriais mais recentes, de forma a integrar-se às necessidades do projeto de implantação da Série de Contas Nacionais - referência 2010; e adotar as novas classificações, de atividades e produtos, usadas pelas demais pesquisas da indústria a partir de 2007, quais sejam: a Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0 e a Lista de Produtos da Indústria - PRODLIST-Indústria.

Banco de dados - Os resultados da pesquisa também podem ser consultados no banco de dados Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Andre Motta de Souza / Petrobras

 

ibge 02 06 2021

 

ECONOMIA: Ipea aponta recuo de 4,7% nos investimentos em março

economia 02 06 2021O Indicador Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nesta terça-feira (01/06), registrou recuo de 4,7% em março, frente a fevereiro deste ano. Na análise trimestral, o crescimento foi de 4,6% - resultado já ajustado pelo resultado das Contas Nacionais Trimestrais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com os mesmos períodos de 2020, houve alta de 27% em março e de 17% no primeiro trimestre.

Investimentos - O Indicador de FBCF mede os investimentos no aumento da capacidade produtiva da economia e na reposição da depreciação do estoque de capital fixo. No acumulado de 12 meses encerrados em março, a expansão foi de 2%.

Composição - A FBCF é composta por máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos. O consumo aparente de máquinas e equipamentos teve queda de 11% em março, encerrando o trimestre com alta de 25,6%. A produção de máquinas e equipamentos destinados ao mercado interno apresentou queda de 5,1% em março, encerrando o primeiro trimestre com recuo de 4%. A importação desses itens caiu 12,8% em março, mas teve alta de 82,7% no primeiro trimestre, devido à realização de importações de plataformas de petróleo, que ainda estão em parte associados às mudanças no regime aduaneiro Repetro. Embora a nacionalização para as chamadas "importações fictas" tivesse como prazo final dezembro de 2020, existe uma defasagem para a contabilização dos seus efeitos.

Construção civil - O indicador de construção civil avançou 0,1% em março, após duas quedas consecutivas. Ainda assim, o segmento teve recuo de 3,1% no primeiro trimestre do ano. O bom desempenho foi generalizado na comparação com março de 2020: alta de 58,1% para o componente "máquinas e equipamentos", avanço de 5% para o componente "outros ativos fixos" e crescimento de 6,8% na construção civil. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador

 

MERCADO FINANCEIRO: Bolsa bate recorde e dólar cai para menor nível desde dezembro

mercado financeiro 02 06 2021A bolsa bateu recorde, e o dólar caiu para o menor nível desde dezembro, após a divulgação do crescimento de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) no primeiro trimestre. O real teve o melhor desempenho entre as moedas globais, e a bolsa aproximou-se dos 130 mil pontos pela primeira vez na história.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (01/06) vendido a R$ 5,146, com recuo de R$ 0,08 (-1,51%). A moeda norte-americana está no menor nível desde 21 de dezembro, quando tinha fechado a R$ 5,123. Com a queda de hoje, a divisa passou a acumular queda de 0,87% em 2021.

Ações - O dia foi marcado pela euforia no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, subiu 1,63% e fechou aos 128.267 pontos, no maior nível da história. Essa foi a segunda sessão seguida em que o indicador encerrou em níveis recordes.

PIB - Com crescimento pelo terceiro trimestre consecutivo, o PIB retornou aos níveis anteriores ao início da pandemia de covid-19. Com a expansão de 1,2% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao último trimestre de 2020 e de 1% na comparação entre o primeiro trimestre de 2021 e o primeiro trimestre do ano passado, o PIB foi puxado pela agropecuária e pela indústria, mas o setor de serviços teve queda de 0,8%.

Receptividade - A expansão melhor que o previsto pelas instituições financeiras foi bem recebida pelos investidores porque indica que o governo pode arrecadar mais que o inicialmente estimado no Orçamento por causa do avanço na economia. O crescimento do PIB também indica que a dívida pública bruta, usada como parâmetro de comparação internacional, pode fechar o ano abaixo que do que o inicialmente estimado. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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INOVAÇÃO: Marco Legal das startups é sancionado e entra em vigor

inovacao 02 06 2021O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (01/06) o projeto de lei complementar que institui o Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. A medida tem o objetivo de fomentar a criação de empresas inovadoras no seu modelo de negócio, produto ou serviço. A matéria foi aprovada pelo Congresso Nacional no último dia 11 de maio.

Definição - Pela definição da nova lei, que entra formalmente em vigor, são consideradas startups as organizações empresariais ou societárias com atuação na inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos e serviços ofertados. Essas empresas devem ter receita bruta anual de até R$ 16 milhões e até dez anos de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Também precisam declarar em seus atos constitutivos que fazem uso do modelo de negócio inovador em sua atividade.

Importância - "A sanção do Marco Legal das Startups é de extrema importância para o ecossistema de empreendedorismo inovador. Conceitua juridicamente o que é uma startup, estabelece tratamento diferenciado e positivo para elas e traz segurança jurídica para empreendedores e investidores. Prevê, também, o incentivo para que grandes empresas, o Estado e pessoas físicas invistam em startups, como forma de fomentar a inovação no mercado brasileiro", afirma Saulo Michiles, diretor jurídico da Cotidiano Aceleradora de Startups e vice-presidente da Comissão de Direito Digital e Startups da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF).

Novidades - Entre as novidades da nova lei está a criação do “ambiente regulatório experimental” (sandbox regulatório), que é um regime diferenciado onde a empresa pode lançar novos produtos e serviços experimentais com menos burocracia e mais flexibilidade no seu modelo, segundo o governo.

Investidor-anjo - Outra inovação é a previsão da figura do investidor-anjo, que não é considerado sócio nem tem qualquer direito à gerência ou a voto na administração da empresa, não responde por qualquer obrigação da empresa, mas é remunerado por seus aportes.

Licitação - O texto cria também a modalidade especial de licitação pública para contratação de startups. Pela medida, a administração pública poderá contratar pessoas físicas ou jurídicas, isoladamente ou em consórcio, para o teste de soluções inovadoras por elas desenvolvidas ou a serem desenvolvidas, com ou sem risco tecnológico.

Divulgação - O edital da licitação deverá ser divulgado com antecedência de, no mínimo, 30 dias corridos até a data de recebimento das propostas.

Contrato Público - Com o resultado da licitação, será fechado o Contrato Público para Solução Inovadora (CPSI) com as startups selecionadas, com vigência limitada a 12 meses, prorrogável por igual período. O valor máximo a ser pago às startups é de R$ 1,6 milhão por contrato.

Veto - Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que foi vetado o dispositivo que criava uma renúncia fiscal que não fazia parte do projeto original. O veto foi um pedido do Ministério da Economia, porque o texto não veio acompanhado da avaliação quanto ao impacto orçamentário e sem indicação de medidas compensatórias. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO: Congresso mantém incentivos fiscais para investidores do Fiagro

legislativo 02 06 2021Em sessão remota nesta terça-feira (01/06), o Congresso Nacional derrubou o veto parcial (VET 12/2021) do presidente Jair Bolsonaro ao PL 5.191/2020, projeto de lei que institui os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro), que são um instrumento de captação de recursos para o agronegócio no mercado financeiro.

Quatro pontos - Bolsonaro havia vetado quatro pontos do projeto que previam benefícios fiscais para os investidores do Fiagro, como isenção de Imposto de Renda na fonte para as aplicações efetuadas e também para os rendimentos de cotas negociadas em bolsas de valores ou no mercado de balcão organizado.

Ministério da Economia - Os vetos tinham sido propostos pelo Ministério da Economia, que afirmou que esses dispositivos implicavam renúncia de receita, sem previsão de corte equivalente de despesa, prazo de vigência dos benefícios e estimativa de impacto orçamentário.

Fiagro - O objetivo do Fiagro é permitir que qualquer investidor, nacional ou estrangeiro, possa direcionar seus recursos ao setor agropecuário, diretamente para aquisição de imóveis rurais ou indiretamente para aplicação em ativos financeiros atrelados ao agronegócio.

Autor - O projeto de lei que deu origem ao Fiagro (PL 5.191/2020) é de autoria do deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP). No Senado, a matéria teve como relator o senador Carlos Fávaro (PSD-MT). Esse projeto incluiu a criação do Fiagro na Lei 8.668, de 1993, que instituiu os fundos de investimento imobiliário.

Gestão - Esses fundos serão geridos por instituições do mercado financeiro, como bancos e distribuidoras de títulos e valores mobiliários (DTVMs), que captarão os investidores. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: País registra 78,9 mil novos casos de Covid-19 e mais 2,4 mil mortes

As autoridades de saúde registraram no Brasil 78.926 novos casos de covid-19. Segundo o levantamento diário sobre a pandemia, foram confirmadas em 24 horas 2.408 mortes resultantes da doença.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (01/06). O balanço sistematiza as informações coletadas por secretarias estaduais de Saúde sobre casos de covid-19 e mortes provocadas pela doença.

Total - Com os novos dados acrescidos às estatísticas, o número de pessoas contaminadas pelo coronavírus desse o início da pandemia chegou a 16.624.480. Na segunda-feira (31/05), o painel de informações do Ministério da Saúde trazia 16.545.554 casos acumulados. O país tem ainda 1.901.135 casos ativos, em acompanhamento.

Óbitos - Com as novas mortes confirmadas, o número de óbitos alcançou 465.199. Na segunda, o número de mortes decorrentes de complicações relacionadas à covid-19 estava em 462.791.

Investigação - Ainda há 3.885 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Recuperados - O número de pessoas que pegaram covid-19 e se recuperaram desde o início da pandemia chegou a 15.068.146. Isso corresponde a 90,6% do total dos infectados pelo vírus.

Números - Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (112.210). Em seguida vêm Rio de Janeiro (50.840), Minas Gerais (40.556), Rio Grande do Sul (28.354) e Paraná (26.631). Os estados com menos vidas perdidas para a pandemia são Roraima (1.639), Acre (1.669), Amapá (1.702), Tocantins (2.889) e Alagoas (4.768).

Vacinação - Até o momento, foram distribuídos a estados e municípios 96,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, 63,7 milhões de doses foram aplicadas, sendo 43,5 milhões da primeira dose e 20,2 milhões da segunda. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 02 06 2021

SAÚDE II: Paraná registra 5.216 novos casos e 208 óbitos pela Covid-19

saude II 02 06 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (01/06) mais 5.216 casos e 208 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.092.812 de casos e 26.480 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (11), fevereiro (2), março (42), abril (76), maio (5.011) e junho (25) e dos seguintes meses de 2020: agosto (5), setembro (1) novembro (1) e dezembro (42).

Internados - O informe relata que 2.902 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 2.250 em leitos SUS (974 em UTI e 1.276 em enfermaria) e 652 em leitos da rede particular (357 em UTI e 295 em enfermaria).

Exames - Há outros 3.046 pacientes internados, 1.122 em leitos UTI e 1.924 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 208 pacientes. São 82 mulheres e 126 homens, com idades que variam de 14 a 98 anos. Os óbitos ocorreram de 15 de dezembro de 2020 a 01 de junho de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (23), Foz do Iguaçu (17), Telêmaco Borba (12), São José dos Pinhais (9), Londrina (8), Ponta Grossa (8), Cambé (7), Pinhais (6), Francisco Beltrão (5), Maringá (5), Pato Branco (5), Terra Boa (5), Arapongas (4), Araucária (3), Bandeirantes (3), Castro (3), Palmeira (3), Arapoti (2), Cafelândia (2), Califórnia (2), Colombo (2), Flórida (2), Guarapuava (2), Guaratuba (2), Ivaiporã (2), Mandaguaçu (2), Palmital (2), Prudentópolis (2), Rebouças (2), Rolândia (2), Sertanópolis (2), Tibagi (2) e União da Vitória (2).

Um óbito - O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes munícipios: Antonina, Apucarana, Assis Chateaubriand, Balsa Nova, Barbosa Ferraz, Barracão, Campina Grande do Sul, Campina do Simão, Campo Mourão, Capitão Leônidas Marques, Cianorte, Colorado, Coronel Domingos Soares, Cruzeiro do Iguaçu, Engenheiro Beltrão, Espigão Alto do Iguaçu, Fazenda Rio Grande, Grandes Rios, Guaraniaçu, Ibiporã, Imbaú, Irati, Itaperuçu, Ivaí, Jacarezinho, Mandaguari, Mangueirinha, Matelândia, Moreira Sales, Nova Tebas, Ouro Verde do Oeste, Palmas, Paranacity, Paranaguá, Pinhão, Piraquara, Piraí do Sul, Pontal do Paraná, Porecatu, Santa Cecília do Pavão, Santa Cruz de Monte Castelo, Santana do Itararé, Santo Antônio da Platina, Sapopema, São João do Ivaí, São Miguel do Iguaçu, Tapira, Toledo, Ubiratã e Ventania.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 5.913 casos de residentes de fora, sendo que 151 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo

 

SAÚDE III: Sesa registra três novos óbitos por dengue no Paraná

saude III 02 06 2021Boletim semanal da dengue divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta terça-feira (01) registra mais três mortes por causa da doença. O Paraná acumula agora 26 óbitos desde agosto do ano passado.

Maio - Os novos óbitos foram no mês de maio e são de mulheres residentes dos municípios de Medianeira (86 anos, com comorbidade), Campo Mourão (80 anos com comorbidade) e Maringá (53 anos, sem comorbidade).

Alerta - O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, alerta que a dengue é uma doença grave, que pode ser evitada com a colaboração de todos. “Alertamos a população para ações de combate à doença com a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, pois os principais focos de transmissão estão nos domicílios e precisamos da participação de todos neste controle”, disse o secretário.

Números - Os casos confirmados da doença somam 20.242. São 1.507 novos casos em relação ao informe anterior. O total de notificações é de 80.079 em todo Estado; destes 12.424 permanecem em investigação e 35.648 já foram descartados. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo AQUI.

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE IV: Mais de 20 milhões de doses contra gripe já foram aplicadas

saude IV 02 06 2021Com previsão de encerrar a segunda fase no próximo dia 8, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe já aplicou 20,2 milhões de doses de vacinas. O número corresponde a 25,3% da meta pretendida, de 79,7 milhões de doses, até o final da terceira fase, em 9 de julho.

Segunda etapa - A segunda etapa é destinada a idosos com mais de 60 anos e professores. A expectativa era de, nesta fase, vacinar cerca de 33 milhões de pessoas. Na primeira etapa, entre os dias 12 de abril e 10 de maio, o foco eram crianças com idade entre 6 meses e 6 anos; gestantes e mulheres no período até 45 dias após o parto [puérperas]; povos indígenas e trabalhadores da saúde. Nesta fase, o governo pretendia vacinar cerca de 25 milhões de pessoas.

Terceira - Já a terceira fase, que ocorrerá entre 9 de junho e 9 de julho, tem como público-alvo integrantes das Forças Armadas; da área de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade e adolescentes em medidas socioeducativas. Nela, a previsão é de aplicar 22 milhões de doses.

Distribuídas - De acordo com o Ministério da Saúde, 58,3 milhões de doses já foram distribuídas para as unidades federativas. A região que registrou o maior número de doses aplicadas foi o Sudeste, com 9 milhões de doses aplicadas, o que corresponde a 29,4% da cobertura vacinal pretendida. Em segundo lugar, está a Região Nordeste, onde já foram aplicadas 4,8 milhões de doses, o correspondente a 23,6% do que é pretendido até o final da campanha.

Regiões - Com 3,6 milhões de doses aplicadas, a Região Sul é a que registra a melhor cobertura vacinal até o momento, com 29,4% do total pretendido. No Centro-Oeste foram aplicadas 1,6 milhão de doses (27,3% da cobertura pretendida), e na Norte, 1,1 milhão (18,3%). (Agência Brasil)

FOTO: Arquivo Rovena Rosa / Agência Brasil

 

SIMEPAR: Chuvas voltam de forma irregular no Paraná após abril mais seco da história

simepar 02 06 2021Depois do abril mais seco da série histórica, o mapa de chuvas do Paraná retomou o ciclo esperado em maio, com precipitações irregulares e pouco abaixo da média em boa parte dos municípios, marcas registradas do inverno paranaense. Nas 13 cidades analisadas pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a pedido da Agência Estadual de Notícias (AEN), a chuva acumulada no mês passado foi de 1.119,4 milímetros (mm) – 72,4% do previsto para o período (1.546 mm).

Volume - Ainda assim, o volume é 203% superior ao registrado em abril, considerando o mesmo conjunto de cidades (369 mm). “Voltamos à tradicional irregularidade, na espera da entrada de uma frente fria que traga chuva. Aí vem uma massa de ar seco e bagunça tudo”, afirma o meteorologista do Simepar, Lizandro Jacóbsen.

Concentração - Ele explica que, em maio, a precipitação ficou mais concentrada nas regiões Leste e Norte do Estado. Cidades como Curitiba, Guaratuba, Cambará, Londrina e Maringá conseguiram superar a média. Ponta Grossa ficou bem perto da marca. As regiões mais a Oeste, Sudoeste e Noroeste, porém, conviveram com dias mais secos. Em Cascavel, por exemplo, choveu apenas 18% do esperado – 27 mm ante uma expectativa de 150 mm.

Irregular - “O período é tão irregular que algumas cidades só conseguiram atingir ou chegar perto da média com as chuvas do último fim de semana, como foram casos de Londrina e Maringá. A maior parte do mês foi de tempo seco”, destaca o meteorologista.

Consequência - Como consequência da estiagem, o Governo do Estado decretou no mês passado nova situação de emergência hídrica na Região Metropolitana de Curitiba e no Sudoeste do Estado. O decreto 7.554/21 tem validade de 90 dias e é assinado um ano após medidas semelhantes terem sido adotadas para minimizar os impactos da crise hídrica, que se estende há pelo menos dois anos.

Escassez hídrica - Na semana passada, por sua vez, o Conselho de Monitoramento do Setor Elétrico recomendou à Agência Nacional da Água (ANA) que seja reconhecida a situação de escassez hídrica na Bacia do Rio Paraná. Em nota, o Conselho informa que é crítica a situação hidrológica da bacia com estiagem prevista para os próximos meses.

Abastecimento público - No setor de abastecimento público, essa previsão também afeta a região Sudoeste. Atualmente, Pranchita e Santo Antônio do Sudoeste estão com rodízio no sistema de abastecimento de água.

Capital - O rodízio acompanha Curitiba desde o ano passado. Atualmente, de acordo com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o rodízio na Capital segue a programação de 60 horas de fornecimento e 36 horas com suspensão. O mesmo esquema vale para a Região Metropolitana.

Alento - Por isso, as chuvas de maio na cidade, acima da média histórica, são um alento: 116 mm para uma expectativa de 83 mm (139,7% do previsto). Em abril o volume foi de apenas 8,8 mm. “É uma boa notícia mesmo. Pode até demorar um pouco, mas quando chover que seja em grande volume”, diz Jacóbsen.

Reservatórios - Nesta terça-feira (01/06), a média dos reservatórios do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (SAIC) é de 53,17%. Ele é composto por Barragem Iraí (42,87%), Barragem Passaúna (55,21%), Barragem Piraquara 1 (62,76%) e Barragem Piraquara 2 (66,74%). O índice está próximo ao do início do mês, de 54,08%.

Previsão - Ainda de acordo com o Simepar, a expectativa é que em junho a precipitação também siga irregular, acompanhando o desempenho de maio. Ou seja, abaixo da média histórica na maior parte do Estado. “A tendência de entrada de frente fria, com possibilidade de chuva, é mais para domingo ou segunda-feira, dias 6 e 7”, destaca o meteorologista.

Uso racional - A Sanepar mantém o alerta de economia de água pela população, orientando o uso prioritário para alimentação e higiene pessoal. As dicas são para reduzir o tempo de banho, manter a torneira fechada enquanto se escova os dentes e se faz a barba. Deve-se acumular roupa e louça para lavar de uma só vez. A lavagem da calçada, quintal, carro e rega de jardim devem ser feitas com água reaproveitável e não potável.

Acumulado do mês - Veja quanto choveu em maio nos 13 pontos do Paraná analisados pelo Simepar

CURITIBA

Maio 2021: 116 mm

Média do período: 83 mm

Porcentual: 139,7%

LONDRINA

Maio 2021: 142 mm

Média do período: 110 mm

Porcentual: 129%

MARINGÁ

Maio 2021: 132 mm

Média do período: 117 mm

Porcentual: 112,8%%

CASCAVEL

Maio 2021: 27 mm

Média do período: 150 mm

Porcentual: 18%

FOZ DO IGUAÇU

Maio 2021: 34,6 mm

Média do período: 110 mm

Porcentual: 31,4%

GUARAPUAVA

Maio 2021: 61,4 mm

Média do período: 131 mm

Porcentual: 46,8%

PONTA GROSSA

Maio 2021: 87,6 mm

Média do período: 92 mm

Porcentual: 95,2%

PATO BRANCO

Maio 2021: 44,6 mm

Média do período: 158 mm

Porcentual: 28,2%

CAMPO MOURÃO

Maio 2021: 68,6 mm

Média do período: 118 mm

Porcentual: 58,1%

GUARATUBA

Maio 2021: 177,2 mm

Média do período: 149 mm

Porcentual: 119%

PARANAVAÍ

Maio 2021: 84,8 mm

Média do período: 102 mm

Porcentual: 83,1%

UMUARAMA

Maio 2021: 44,4 mm

Média do período: 137 mm

Porcentual: 32,4%

CAMBARÁ

Maio 2021: 99,2 mm

Média do período: 89 mm

Porcentual: 111,4%

PARANÁ (13 CIDADES)

Maio 2021: 1.119,4 mm

Média do período: 1.546 mm

Porcentual: 72,4%.

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 


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