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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5087 | 09 de Junho de 2021

INTERCOOPERAÇÃO: OCB se torna parceira de cooperativa indiana

intercooperacao 09 06 2021O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e o presidente da cooperativa Indian Farmers Fertiliser Cooperative Limited (IFFCO), U S Awasthi, assinaram nesta terça-feira (08/06), um memorando de entendimento, que facilitará as parcerias comerciais entre a IFFCO e as cooperativas agropecuárias brasileiras. A reunião contou com a participação de representantes do cooperativismo agro, além de dirigentes da IFFCO.

Intercâmbio - O documento assinado prevê o intercâmbio técnico, acadêmico e comercial entre cooperativas do Brasil e da Índia. A ideia é que OCB e IFFCO trabalhem em conjunto para fomentar o comércio entre cooperativas dos dois países, facilitando o acesso de cooperativas brasileiras ao mercado indiano e de cooperativas indianas no mercado brasileiro.

Novo produto - Na ocasião, a delegação indiana apresentou seu novo produto recentemente patenteado, o fertilizante à base de nanoureia, produto orgânico e de absorção sustentável. A cooperativa tem interesse em comercializar o produto inovador com cooperativas brasileiras, implementando um projeto de intercooperação entre cooperativas dos dois países.

Maior do mundo - A Indian Farmers Fertiliser Cooperative Limited, ou Cooperativa de Fertilizantes dos Agricultores Indianos é a maior cooperativa de insumos agrícolas do mundo. A Federação conta com aproximadamente 36 mil cooperativas primárias, estabelecidas nas comarcas indianas. A cooperativa está listada entre as 50 maiores empresas indianas, com faturamento de US$ 32 bilhões em 2019. (OCB)

 

GESTÃO: Sistema de Desempenho já está disponível para coops

gestao 09 06 2021Você sabia que as cooperativas podem avaliar seu desempenho e fazer um benchmarking no segmento em que opera sem sair do lugar? Isso é possível, sim. Basta acessar o Sistema de Desempenho, uma ferramenta que permite gerar informações econômico-financeiras, sociais e ambientais, com acesso a um painel de gestão para analisar resultados e tomar decisões com mais certeza.

Exemplos - Com a ferramenta, as cooperativas poderão, por exemplo, identificar a necessidade de adequação econômico-financeira; o ambiente interno da cooperativa como pessoas, societária e da sua operação, realizar comparações dos resultados da sua coop com outras coops de mesma atividade econômica ou com empresas de mercado do mesmo segmento.

Melhoria - “Esses são só alguns dos exemplos do que as cooperativas podem encontrar ao utilizar essa ferramenta. Vale destacar que o nosso principal objetivo é oferecer a possibilidade de elas melhorarem os seus processos, garantindo, assim, um crescimento sustentável”, comenta o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.

Diagnósticos - A ferramenta faz parte de um conjunto de diagnósticos organizacionais: o de Identidade: com foco na legislação específica e integridade dos valores cooperativistas; o de Governança: que faz um raio X da autogestão, direção, estratégia e interesse dos cooperados; e, por fim, o de Gestão: destinado ao aperfeiçoamento das lideranças e dos processos organizacionais.

Estágio de evolução - Juntos, esses três diagnósticos de processos, aliados ao diagnóstico de Desempenho da cooperativa possibilitam identificar o estágio de evolução da gestão da cooperativa no momento da avaliação, proporcionando uma visão aprofundada dos seus processos e dos seus resultados, visando identificar as necessidades e o direcionamento a ser seguido pela cooperativa no aprimoramento de seus processos.

Como usar - Contar com esse valioso apoio é muito fácil. A ferramenta que já está disponível é bem intuitiva. Para começar, acesse aqui e realize seu cadastro. A unidade estadual do Sistema OCB vai validar a solicitação e a própria cooperativa vai poder inscrever outros usuários. Além disso, a coop poderá contar com o apoio da Unidade para tirar dúvidas sobre o uso da plataforma e para ter um acompanhamento sistêmico na elaboração de planos de melhoria. (OCB)

FOTO: Pixabay

 

SENADO: Aprovadas regras para facilitar acesso ao crédito durante pandemia; cooperativas são mantidas no texto

senado I 09 08 2021O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (08/06) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 11/2021, que estabelece regras para facilitar o acesso ao crédito e minimizar os prejuízos econômicos gerados pela pandemia de covid-19. A matéria será encaminhada à sanção presidencial. 

Proposta - A proposta se originou da Medida Provisória (MPV) 1.028/2021, que está em vigor, tendo sido encaminhada ao Congresso pela Presidência da República com objetivo de flexibilizar — a princípio, até 30 de junho de 2021 — a aplicação de normas relativas a contratações e renegociações de operações de crédito, exigindo prestação de contas trimestral obrigatória daquelas envolvendo recursos públicos. O relator, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados.

Diferença - Na leitura do relatório, em Plenário, Ângelo Coronel destacou que a principal diferença entre a MP 1.028/2021 e a MP 958/2020 está em sua abrangência. A medida anterior, cuja vigência foi encerrada em 26 de novembro de 2020, centrava-se exclusivamente nos processos de obtenção de crédito nos bancos públicos. A medida atual busca destravar os mecanismos de concessão de crédito tanto nos bancos públicos quanto nos bancos privados.

Atribuição - O relator observou ainda que o texto aprovado em Plenário não obriga as instituições a concederem o crédito, nem entra no mérito da análise de crédito, que permanece uma atribuição de cada banco. “Apenas facilita o acesso ao crédito, afastando exigências legais acessórias ao processo de concessão de crédito, de forma temporária, pois se trata de medida transitória destinada a perdurar apenas até 31 de dezembro de 2021.”

Prazo - A primeira providência do PLV 11/2021 é a de estender, de 30 de junho para 31 de dezembro de 2021, o prazo para dispensar instituições financeiras privadas e públicas da observância de exigências legais regularmente adotadas nos processos de contratação e renegociação de empréstimos. Apesar de ampliar o prazo de validade das medidas, o PLV mantém a obrigatoriedade, determinada pela MPV 1.028/2021, desses estabelecimentos de crédito encaminharem à Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, trimestralmente, a relação de operações novas e renegociadas envolvendo verbas públicas, com a indicação de beneficiários, valores e prazos contratuais.

Tratamento diferenciado - Outras inovações foram trazidas pelo PLV 11/2021. Uma delas determinou que, até 31 de dezembro de 2021, microempresas, empresas de pequeno porte, cooperativas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e setores mais afetados pela pandemia recebam tratamento diferenciado na captação de crédito ofertado com recursos públicos. Aposentados e pensionistas também deverão ter acesso a condições facilitadas em empréstimos viabilizados com verbas oficiais até o final do ano. O Poder Executivo deverá baixar regulamentação para detalhar a assistência a esses segmentos. 

Destravamento - "Por meio da proposta agora apresentada, objetiva-se destravar os mecanismos de concessão de crédito tanto nos bancos públicos quanto nos bancos privados. Assim, o PLV soma-se aos esforços de assegurar bom nível de liquidez para o Sistema Financeiro Nacional por meio da facilitação do acesso a crédito", assinalou o relator no parecer.

Em débito - Por outro lado, o PLV 11/2021 levou em consideração a previsão de aplicação do § 3º do art. 195 da Constituição Federal, que proíbe a empresa em débito com o sistema de Seguridade de firmar contrato com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais e creditícios. A verificação do cumprimento dessa exigência deverá ser feita, eletronicamente, pela Receita Federal e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Manteve ainda a revogação do inciso III do caput do art. 10 da Lei nº 8.870, de 1994, para dispensar a apresentação de Certidão Negativa de Débito por empresas beneficiadas pelo projeto na contratação de empréstimos viabilizados por aplicações em poupança.

Revogação - Por fim, o projeto de lei de conversão acrescentou a revogação do art. 1.463 do Código Civil (Lei 10.406, de 2002), que impede o penhor de veículos sem seguro contra furto, avaria, perecimento e danos causados a terceiros, no processo de contratação e renegociação de créditos tomados em meio à pandemia de Covid-19.

Seguro de veículos - O afastamento da exigência do seguro de veículos penhorados não observa o prazo de 31 de dezembro de 2021, como ocorre nos artigos anteriores do texto a ser encaminhado à sanção presidencial. O texto também não abrange os empréstimos já concedidos com garantia de penhor de veículos, contratualmente vinculados às instituições financeiras, que necessitem de seguro contra furto, avaria, perecimento e danos causados a terceiros, inclusive quanto à renovação de seguro, destacou Ângelo Coronel na leitura do relatório. (Com informações da Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SICOOB METROPOLITANO: Projeto Papa-pilhas irá colaborar para pesquisas de incubadora

sicoob metropolitano 09 06 2021Além de ajudar o meio-ambiente, o projeto Papa-pilhas, que tem como objetivo recolher e descartar corretamente pilhas e baterias, agora irá colaborar também com pesquisas.

Parceria - O Sicoob Metropolitano fechou uma parceria com a fundação Educere, incubadora renomada e reconhecida em Campo Mourão (PR) e a empresa HCLG Soluções em Grafeno LTDA, que desenvolvem atividades de pesquisa, a partir da exploração do grafeno encontrado no bastão de grafite, componente retirado da pilha não alcalina.

Segurança pública - Esse material irá contribuir com pesquisas na área da segurança pública como placa antibalística, desenvolvimento sustentável com material asfáltico, melhor resistência da tinta em material de isolamento térmico e em áreas de maresia, como pintura das plataformas da Petrobrás e também estudo com celulose para transformar água salina em potável.

Intercooperação - Ao todo, são utilizados 30% do material encaminhado e depois, colocando em prática a intercooperação, as partes que não são tóxicas são destinadas à uma cooperativa de reciclagem de Campo Mourão. O material ajuda na geração de empregos e renda e estimula a sustentabilidade. Até o momento foram encaminhados aproximadamente uma tonelada de pilhas, o que evitou a contaminação de 750 milhões de litros de água.

Destinação - As pilhas não utilizadas na extração do grafite e a resíduo (pasta tóxica encontrada nas pilhas) são encaminhadas para a fundação Fukuoka de Curitiba que faz a destinação e descarte correto desses materiais. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB SUL: Cooperativa Mirim Natucooper realiza Assembleia de Constituição de forma on-line

No último dia 1º, aconteceu a Assembleia de Constituição da Natucooper, cooperativa mirim de Ponta Grossa (PR), apadrinhada pelo Sicoob Sul. Pela primeira vez, a reunião ocorreu de forma on-line e reuniu os cooperados mirins, Pessoas de Apoio Estratégico, voluntários e diretoria do Sicoob Sul, além da equipe da Unidade de Desenvolvimento Cooperativo (UDC) e diretoria do Sicoob Central Unicoob e o superintendente do Instituto Sicoob, Luiz Edson Feltrin.

Virtual - Essa é a primeira vez que a constituição de uma cooperativa mirim é realizada de forma virtual, assim como todo o processo de criação da Natucooper. Na ocasião, foi realizada a votação do objeto de aprendizagem, do Estatuto Social, da logo da cooperativa e a constituição do Conselho de Administração e Fiscal. Todos tiveram aprovação unanime.

Atenção ao próximo - Para o diretor-presidente do Sicoob Sul, Allan Forti Rubira, o cooperativismo pode mudar o mundo e com a certeza de que a prática do cooperativismo muda tudo, porque faz ter mais atenção ao próximo. “Muito obrigado por ter participado dessa data e dessa grande cooperativa que é mirim, mas já nasceu adulta e muito forte nas pessoas que a fizeram nascer”, afirma.

Honra - Segundo a voluntária, Paula Tammenhain Sampaio, é uma honra participar de um projeto tão bonito quanto a Cooperativa Mirim. “Ver a comunidade se envolvendo e abraçando a ideia foi encantador, assim como acompanhar o crescimento de cada cooperado mirim foi mágico. A assembleia de constituição foi recheada de amor e emoção, pois todos os presentes se dedicaram incansavelmente para que esse sonho se tornasse realidade”, conta.

Confiança - O diretor de Marketing da Natucooper, Cesar Augusto Tomczyk, explica que a assembleia era algo que todos estavam ansiosos para acontecer, mas que ninguém esperava o alcance que teve. “Recebemos muitos elogios e carinho do público e isso nos dá mais confiança e certeza de que a Natucooper está pronta para crescer muito mais”, explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICREDI ALIANÇA: Associada de Entre Rios do Oeste ganha R$5 mil na campanha Poupança Premiada

sicredi alianca 09 06 2021Mais um prêmio da campanha Poupança Premiada organizada pela Central Sicredi PR/SP/RJ saiu para a cooperativa Sicredi Aliança PR/SP. A ganhadora do prêmio de R$5 mil foi Leni Maria Engelmann, associada da agência de Entre Rios do Oeste (PR). A entrega foi feita na semana passada na presença do presidente do Conselho de Administração, Adolfo Freitag, e do gerente da Agência, Luciano Kuntz.

Promoção - A promoção, iniciada em março, segue até dezembro com sorteios semanais de R$5 mil. A campanha também tem um prêmio especial de R$ 500 mil, que será entregue no dia 31 de outubro, celebrando o Dia Internacional da Poupança - além do grande sorteio final de R$ 1 milhão, no dia 20 de dezembro.

Participar é simples - A cada R$ 100 aplicados na poupança do Sicredi é gerado um número da sorte para concorrer nos sorteios, que acontecem pela Loteria Federal. Se as aplicações forem na modalidade programada (quando o poupador autoriza o débito mensalmente em sua conta), as chances de ganhar são em dobro.

Automática - Nos dois casos a participação é automática, uma vez que não é necessário o associado se cadastrar ou preencher cupons. É simples porque ao depositar já está concorrendo. E, se optar pela poupança programada, é ainda mais vantajoso, seja pela conveniência e facilidade - uma vez que basta solicitar uma única vez com seu gerente e todos os meses o valor definido já vai para a poupança - seja pelo incentivo extra dos números da sorte em dobro que recebe a cada depósito.

Números da sorte - Os números da sorte podem ser visualizados no site da campanha www.poupancapremiadasicredi.com.br, onde o poupador também confere conteúdos específicos sobre finanças, conhece o regulamento, vencedores dos sorteios e outras informações sobre o Sicredi. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

UNIMED CURITIBA: Campanha destaca a importância da imunização

Hoje em dia, quando se fala em vacina, o pensamento vai direto para a batalha que travamos contra a Covid-19. Nunca se falou tanto sobre a importância da imunização. Porém, muito antes desse novo vírus virar o mundo de cabeça para baixo já convivíamos com muitos outros vírus e bactérias que, no passado, assolaram a humanidade e causaram doenças perigosas. E a vacinação é o principal instrumento de combate, prevenção e irradicação de diversas doenças infecciosas como gripe, caxumba, tétano, poliomielite, sarampo, rubéola, difteria, rotavírus e coqueluche - tanto que as novas gerações de médicos só conhecem algumas dessas enfermidades pelos livros e histórias.

Experimento - Foi em 1796 que o médico inglês Edward Jenner fez um experimento com uma ordenadora de vacas e garoto de oito anos. Surgia assim, a primeira vacina que foi contra a varíola e mudou a história da Medicina – e da humanidade. De lá para cá, doenças terríveis deixaram de assustar, muitas foram extirpadas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as vacinas salvam mais de 3 milhões de vidas por ano.

Queda - Porém, a cobertura vacinal está em queda nos últimos 5 anos e agravada pelo isolamento social gerado pela pandemia. Ou seja, algumas dessas conquistas entraram em risco quando, por exemplo, pais deixam de vacinar seus filhos. Segundo dados de outubro de 2020 do Ministério da Saúde, ao longo do ano passado apenas 63,88% dos brasileiros se vacinaram com a BCG contra tuberculose, por exemplo, e apenas 74,7% contra a poliomielite. Com isso, a polio corre o risco de se juntar ao sarampo como uma das doenças anteriormente consideradas erradicadas no Brasil e que agora traz novas epidemias ao país. A morte por sarampo, segundo a OMS, aumentou 50% nos últimos 4 anos.

Campanha - Diante desse cenário, a Unimed Curitiba lança no Dia da Imunização, nesta quarta-feira (09/06), uma campanha para reforçar a responsabilidade coletiva atual de manter a cobertura vacinal em dia. Os materiais lembram o grande feito de Edward Jenner 225 anos atrás e mostram como a humanidade redescobriu a importância da vacina nos dias atuais. Valéria Lopes, supervisora de Marketing da Unimed Curitiba, afirma que o objetivo da comunicação é mostrar que todas as vacinas importam. Em todas as idades. Para todas as pessoas. “Temos o histórico das muitas doenças que deixaram de ser um problema de saúde pública no Brasil por causa da vacinação massiva da população. A lista é grande e o resultado disso foi vivermos mais e melhor. Porém, agora percebemos que é necessário novo esforço de conscientização para não retrocedermos nas conquistas. Então, reforçamos nosso compromisso de cuidado e de promoção à saúde e ao bem-estar com esse resgate histórico. Afinal, nada melhor do que relembrar o passado para buscar evoluir no futuro”.

Essencial - Quem faz coro é o infectologista Moacir Pires Ramos, médico cooperado da Unimed Curitiba e especialista em epidemiologia. Ele ressalta que manter a cobertura vacinal em dia é essencial, pois todos os benefícios das vacinas só se dão quando a maioria da população se imuniza. “Vacinas dependem de várias etapas de estudo, são resultados de pesquisa científica, e desenvolver cada uma delas é um processo caro. Porém, elas evitam sofrimento e mortes, é algo que a sociedade precisa perceber que não pode abrir mão, elas significam muito valor social em termos da vida. Além disso, vacinar-se é um ato de responsabilidade social. Afinal, quando você se imuniza deixa de ser um possível agente transmissor de doenças. O mundo, antes das vacinas, é um mundo que não deveríamos esquecer, e muito menos correr o risco de reviver”, finaliza.

Peças - Criada pela agência Bronx, a campanha conta com banners de web, painéis de LED, posts, cartazes e outras peças físicas. As peças que compõem a plataforma de comunicação serão veiculadas durante todo o mês de junho e começo de julho.

Ficha Técnica:

Agência: Bronx

Cliente: Unimed Curitiba

Campanha: Imunização

Direção de Criação: Alexandre Silveira

Redação: Fabiano Teixeira

Dir. de Arte: Martin Castro e Geison Barros

Finalização: Miron Junior

Mídia: Flávia Stamm e Luis Oliveira

Atendimento: Paula Ciniello

Aprovação: Rached Hajar Traya, Valéria Lopes, Bruna Kotaka

(Imprensa Unimed Curitiba)

 

unimed curitiba 09 06 2021

UNIMED LONDRINA: Sistema Unimed homenageia cooperativa pelos 50 anos de história

No último dia 2 de junho, em São Paulo, a Unimed Londrina recebeu homenagens pelos 50 anos de existência ao visitar a Unimed do Brasil, Central Nacional Unimed (CNU) e Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Unimed Fesp).

Recepção - Na sede da Unimed do Brasil, o presidente da Singular de Londrina, Omar Taha, foi recebido pelo presidente da Confederação, Omar Abujamra Junior, e pelo presidente da CNU, Luiz Paulo Tostes Coimbra. Taha presenteou os dois dirigentes com um livro sobre os 50 anos da Unimed Londrina.

Reunião - Taha também foi convidado para participar de uma reunião com a diretoria da Unimed do Brasil, na qual foi mencionada oficialmente os 50 anos da Singular.

Encontro - Na manhã do dia 2, a diretoria da CNU promoveu um encontro com a diretoria da Unimed Londrina, representada por Antônio Carlos Valezi, diretor de Mercado, Sérgio Humberto Parreira, diretor Administrativo-Financeiro, Ederson Crippa, diretor de Provimento de Saúde, e Omar Taha, presidente.

Homenagem - O presidente da Unimed Fesp, Eduardo Chinaglia, acompanhado dos demais membros da diretoria da federação, aproveitou a oportunidade da visita para prestar a homenagem à Unimed Londrina.

Temas - Além das homenagens, as reuniões com os membros do Sistema Unimed abordaram os inúmeros aspectos técnico-operacionais e de intercâmbio com interfaces destas cooperativas. Mais de 10 mil vidas da CNU, por exemplo, são atendidas pela Unimed Londrina (5,2% dos clientes da carteira), o que torna a relação entre as co-irmãs estratégica e fundamental. (Imprensa Unimed Londrina)

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UNIMED APUCARANA I: Cooperados aprovam plano de investimento imobiliário

unimed apucarana I 09 06 2021A Unimed Apucarana realizou uma Assembleia Geral Extraordinária, virtualmente, no último dia 7 de junho, com a participação de 46 cooperados e aspirantes. Na oportunidade, eles votaram e aprovaram a proposta apresentada pela Diretoria. O plano prevê a compra de três terrenos ao lado da sede, como investimento no futuro da cooperativa, localizada em Apucarana, no Norte do Paraná. A Unimed Apucarana conta com 207 médicos cooperados divididos em 44 especialidades e atua em 30 municípios. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Unimed Apucarana)

 

UNIMED APUCARANA II: Parceria entre cooperativas marcam o Dia Internacional do Cooperativismo no Vale do Ivaí

Dia 3 de julho é celebrado o Dia Internacional do Cooperativismo, juntamente com o Dia C, Dia de Cooperar. Várias ações serão realizadas em todo o país e no Vale do Ivaí as cooperativas Unimed Apucarana e a Uniprime se uniram em prol dos idosos. A campanha #VemCooperar2021, iniciada no começo de junho, incentiva a arrecadação de litros de leite para os lares de idosos da região.

Colaborar com o próximo - Segundo Mira Prates, do setor de Responsabilidade Social, “a união das cooperativas e da população aquecerá o coração e o inverno dos idosos. Colaborar com o próximo faz parte do mundo cooperativo,” destaca Mira.

Doações - As doações podem ser feitas na sede da Unimed Apucarana, em Apucarana (PR), na Clínica de Fisioterapia da Unimed, em Ivaiporã (PR), ou na agência da Uniprime, em Apucarana ou em Ivaiporã.

Sobre o Dia C - Promovido pela OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), o Dia C, acontece em alusão ao Dia do Cooperativismo, lembrado sempre no primeiro sábado do mês de julho, quando diversas atividades com foco na solidariedade acontecem pelo país. (Imprensa Unimed Apucarana)

 

unimed apucarana II folder 09 06 2021

COCAMAR: Arcebispo de Maringá visita a cooperativa

“Estou impressionado com a grandiosidade da estrutura.” A impressão da primeira visita do arcebispo de Maringá, Dom Frei Severino Clasen, à sede da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, na manhã de terça-feira (08/06), foi muito positiva. “Já tinha informações de que a cooperativa era uma potência, mas ao ver de perto, ficamos mais admirados”, comentou.

Na cooperativa - Dom Severino visitou a Cocamar acompanhado do padre Hélio Takemi Sakamoto, vigário da Catedral, e foram recepcionados por Luiz Lourenço e Afonso Akioshi Shiozaki, respectivamente presidente e diretor-secretário do Conselho de Administração.

Visitas - Desde que assumiu a Arquidiocese, em 15 de agosto do ano passado, Dom Severino tem visitado instituições e empresas da cidade com o objetivo de conhecer a cultura local.

Histórico - Durante a visita à Cocamar, o Arcebispo recebeu informações do histórico da cooperativa, considerada a maior empresa de Maringá, com cerca de 16 mil cooperados.  

Apoio - Luiz Lourenço lembrou da participação da Igreja Católica na história da cooperativa. “Dom Jaime Luiz Coelho foi um dos primeiros associados. Na época, a Igreja deu todo apoio necessário para que os produtores se organizassem em cooperativa”.

Prestígio - A entidade foi fundada em 1963, o primeiro bispo de Maringá se associou em 1966 e, com seu prestígio pessoal, proporcionou significativo impulso ao seu desenvolvimento.

Sustentável - Lourenço e Shiozaki apresentaram também a estrutura do trabalho socioambiental desenvolvido pela corporação. Dom Severino se colocou à disposição para trabalhar em prol do desenvolvimento sustentável. “Queremos que vocês cresçam. A Igreja quer o bem do seu povo e isso aqui demonstra que vocês têm um trabalho exemplar com os pequenos produtores. Continuem!”, disse o arcebispo. (Imprensa Cocamar)

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SDA DIGITAL: Mapa e Movimento Brasil Competitivo firmam parceria para desenvolver programa de modernização da fiscalização agropecuária

sda digital 09 06 2021O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresentou nesta terça-feira (08/06), em reunião virtual, o projeto SDA Digital para associações da iniciativa privada. O projeto, que é a base para implantação do autocontrole no setor de defesa agropecuária, ainda está em fase de desenvolvimento e tem como objetivo desburocratizar e modernizar a relação do governo com o setor privado.

Primeira etapa - A primeira etapa do programa será desenvolvida pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), por meio de acordo de cooperação com o Movimento Brasil Competitivo e parceria técnica da Elo Group.

Agilidade e eficiência - Para a ministra Tereza Cristina, a implantação do SDA Digital trará ao mesmo tempo agilidade na prestação de serviços e melhoria de eficiência para Secretaria de Defesa Agropecuária, assim como redução de custos e melhor ambiente de negócios para o setor privado. “A implantação do Autocontrole, com aprovação do projeto de lei e o desenvolvimento da SDA Digital, levará a Defesa Agropecuária do Brasil para outro nível de desempenho e confiança”, disse a ministra, lembrando que tramita no Congresso Nacional o projeto de lei nº 1293/2021, que dispõe sobre os programas de autocontrole dos agentes privados regulados pela defesa agropecuária.

Módulo digital - A plataforma prevê um módulo digital para autocontrole, eliminando os controles em papel e apoiando a gestão do setor de qualidade do regulado, assim como fortalecendo o papel do fiscal agropecuário na priorização de ações de fiscalização nas plantas industriais.

Fiscalização - Outro módulo é o de fiscalização digital que irá consolidar fontes de informação como movimentação, produção, resultado de amostras e sensores em uma base de dados de inteligência analítica que fortalecerá o dia-a-dia da fiscalização e direcionará para uma fiscalização baseada em riscos. Além disso, será criado um Hub de inteligência analítica para criação de algoritmos e regras de canais de fiscalização que irão combater fraudes ou desvios de padrão.

Inovador - “É um projeto inovador e a parceria com o MBC nos trouxe a possibilidade de avançarmos na SDA Digital e na implementação do autocontrole. Além disso, é um projeto que nos dará maior confiança no mercado internacional, como por exemplo um ganho em termos de respostas de auditorias”, destaca o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal.

Segurança - Para o setor regulado, a implantação da SDA digital irá oferecer maior segurança e simplificação nas estratégias de regulação, fiscalização e supervisão, além da redução de custos em processos mais integrados. Já para a Secretaria de Defesa Agropecuária impacta na efetividade, inteligência e inovação, concentrando os esforços dos técnicos e fiscais da SDA em atividades de maior valor agregado.

Transformação digital - O secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade, ressaltou na reunião a importância da transformação digital empreendida no Mapa, em especial com as startups gov.br de Autocontrole de Defesa Agropecuária e de Análise Dinamizada do Cadastro Ambiental Rural (AnalisaCAR), que já foi lançada em maio. "O que se faz no digital não volta atrás. O digital é uma arma letal contra a burocracia. A inovação é tirar do papel, fazer acontecer de verdade. Os ganhos de produtividade e os ganhos de transparência são enormes, e a competitividade internacional aumenta", destacou.

Importância - O presidente do Conselho Superior do MBC, Jorge Gerdau Johannpeter, destacou a importância do agronegócio para a economia brasileira e disse que essa parceria é o reconhecimento do grande trabalho do setor primário no Brasil. “Estamos muito satisfeitos de servir a essa construção no Mapa. Nosso sonho é ver toda a administração pública digitalizada”. (Mapa)

FOTO: Antonio Araújo / Mapa

 

INFRAESTRUTURA: Portos paranaenses movimentam 6 milhões de toneladas e têm melhor mês da história

Os portos de Paranaguá e Antonina alcançaram um novo recorde de movimentação de cargas em um único mês: 6.081.904 toneladas transportadas em maio. O volume é histórico e, pela primeira vez, os terminais paranaenses superam o patamar de seis milhões de toneladas movimentadas nesse período. A marca é 5% maior que o recorde mensal anterior, de maio de 2020, quando foram pouco mais de 5,7 milhões de toneladas.

Primeiros cinco meses - Nos primeiros cinco meses deste ano, os portos paranaenses acumularam 24.343.390 toneladas movimentadas: alta de 2% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em 2021, as exportações somaram 14.752.349 toneladas e as importações, 9.591.041 toneladas.

Destaque - Nesses cinco meses, o destaque foi no segmento de Carga Geral, que inclui os produtos que chegam ou saem acomodados em contêiner; os embarcados como Break Bulk, em que grandes quantidades de carga são acomodadas diretamente nos porões dos navios, como celulose e açúcar em sacas, por exemplo; e os “Roll-On/Roll-Off”, que entram nos navios sobre rodas, como carros, ônibus e maquinários.

Total - Quase 20% de toda a carga movimentada no mês foi caracterizada como Geral: 1.203.598 toneladas neste segmento. Com isso, entre janeiro e maio de 2021, os portos paranaenses somaram 5.498.338 toneladas destes produtos, aumento de 14% na comparação com o mesmo período de 2020 (4.825.494).

Influências - Para o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, o momento econômico mundial e a pandemia do coronavírus influenciaram no crescimento. “A celulose foi um dos produtos que se tornou essencial, pois é usada em produtos de higiene, limpeza e equipamentos de proteção individual, como máscaras e aventais descartáveis”, disse.

Maio - Em maio, foram 44,8 mil toneladas exportadas via Paranaguá. Neste ano já são 278.216 toneladas. Além de sair do Brasil no formato Break Bulk, o produto também foi exportado em contêineres. Foram 136.578 toneladas de celulose embarcadas dessa forma, desde janeiro.

Contêiner - Ao todo, as cargas movimentadas em contêineres, no último mês de maio, somaram 1.056.047 toneladas: 550.180 de exportação e 505.867, importação. No ano, são 4.736.686 toneladas de cargas conteinerizadas.

Frango congelado - Na exportação, o produto exportado em maior volume foi o frango congelado: 776.789 toneladas nos primeiros cinco meses de 2021, equivalente a 37% das exportações no segmento.

Estrutura - “O Terminal de Contêineres de Paranaguá tem hoje a maior estrutura para contêineres da América Latina, com capacidade para 2,5 milhões de unidades, além da maior estrutura para carga refrigerada do Brasil”, ressaltou Garcia.

Destaques - Outro destaque neste tipo de embarque foi a exportação de madeira (389.505 toneladas); importação de fertilizantes (175.646 toneladas); plásticos (161.841); e produtos químicos orgânicos (95.130).

Outros produtos - Ainda como Carga Geral, o destaque vai para o açúcar em saca exportado (342.242 toneladas) e os trilhos de trem importados, que chegaram a 5.175 toneladas no ano.

Veículos - Os veículos também estão no segmento. Em maio, foram 6.994 unidades exportadas e 2.177 importadas. A movimentação, que inclui automóveis, máquinas agrícolas e ônibus, voltou a subir em 2021. No comparativo com os primeiros cinco meses do ano anterior, a alta já chega a 39%. Foram 26.438 unidades movimentadas em 2020 e 36.675 neste ano.

Granel líquido - A exportação de óleos vegetais cresceu 17% entre janeiro e maio. Foram 157.050 toneladas somente no último mês, quase 40% do total acumulado no ano (508.087 toneladas).

Sem registro - A importação, sem registro em maio de 2020, aconteceu em 2021: 19.515 toneladas. Os produtos, que ficaram escassos ao mercado interno, tiveram de ser comprados no Exterior. Nos cinco primeiros meses do ano, foram 136.454 toneladas importadas, ante 23.250 no mesmo período de 2020, alta de 487%.

Granel sólido - A movimentação de soja, farelo, milho, trigo e açúcar em grãos teve leve queda no comparativo entre os cinco meses de 2021 e 2020, com baixa de 3%. O tempo chuvoso e o atraso no campo prejudicaram os embarques nos primeiros meses do ano, mas o segmento segue responsável por mais de 63% das movimentações nos portos paranaenses.

Movimentação - Entre janeiro e maio de 2021, foram movimentadas 15.432.234 toneladas de granéis sólidos. Nos mesmos meses do ano passado, foram 15.879.220 toneladas.

Soma - Em maio deste ano, as exportações de granéis somaram 3.053.911 de toneladas, o equivalente a mais de 77% de toda a exportação dos Portos de Paranaguá e Antonina. No mês, destaque para a exportação de soja (1.983.809 toneladas), farelo (563.769) e açúcar (551.313).

Fertilizante - Na importação, os adubos representaram quase 44% de tudo que chegou no acumulado do ano. Foram 4.193.214 toneladas dos produtos no período, sendo 927.616 movimentadas apenas no mês de maio.

Antonina - O Porto de Antonina registrou alta de 30% na movimentação. Foram 265.749 toneladas entre janeiro e maio de 2021, ante 120.852 no mesmo período de 2020. O açúcar, que não foi movimentado nos cinco primeiros meses do ano passado, foi exportado em 2021: 89.206 toneladas. Os fertilizantes tiveram alta de 46% no período, somando 176.546 toneladas.

Modais - Os portos de Paranaguá e Antonina registraram 1.012 atracações de navios, alta de 4% na comparação com os cinco primeiros meses de 2020, com 970 manobras.

Rodovias - Mais de 77% do total de cargas chegaram ou saíram via rodovia. Só em maio, 4.698.159 toneladas foram transportadas por caminhões. O modal, entretanto, teve queda de 3% na participação, se comparado ao mesmo mês de 2020, quando respondeu por cerca de 81% do total.

Ferrovias - O percentual foi absorvido pelo modal ferroviário, que cresceu nesta exata proporção, passando de 17,80% (1.017.637 toneladas) em maio do ano passado para 20,77% (1.262.209 toneladas) no último mês. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTOS: Cláudio Neves / Portos do Paraná

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PRODUÇÃO PECUÁRIA: Abate de bovinos cai e de frangos é recorde no primeiro trimestre

producao pecuaria 09 06 2021O abate de bovinos no 1º trimestre de 2021 foi de 6,56 milhões de cabeças, o menor resultado desde o 1° trimestre de 2009. Esse índice representa uma queda de 10,6% em comparação ao 1° trimestre de 2020, e de 10,9% contra o 4º tri de 2020. Mato Grosso continua liderando o abate de bovinos, com 15,7% da participação nacional, seguido por Mato Grosso do Sul (11,7%) e São Paulo (10,2%).

Estatística - Os dados são da Estatística da Produção Pecuária, divulgada nesta terça-feira (08/06) pelo IBGE, que também mostra que foram abatidas 1,57 bilhão de cabeças de frango, um novo recorde na série histórica iniciada em 1997. A pesquisa registra que o abate de suínos foi de 12,62 milhões de cabeças no 1º trimestre de 2021, o melhor resultado para este período desde o início da série. “Houve uma continuidade da tendência observada em 2020: queda no abate de bovinos e crescimento de suínos e frangos”, explica o supervisor da pesquisa, Bernardo Viscardi.

Liderança - Santa Catarina continua liderando o abate de suínos, com 28,9% da participação nacional, seguido por Paraná (20,3%) e Rio Grande do Sul (17,5%). Já o Paraná lidera amplamente o abate de frangos, com 33,1% da participação nacional, seguido por Rio Grande Sul (13,9%) e Santa Catarina (13,3%).

Bovinos - No que diz respeito ao abate de bovinos, o 1º trimestre de 2021 também seguiu a mesma tendência de 2020 em relação ao abate de fêmeas, cujo total para este período foi o menor desde 2003: 2,41 milhões de animais. “Ao mesmo tempo, os preços médios da arroba bovina e do bezerro atingiram valores máximos nas respectivas séries”, ressalva Viscardi. Mesmo com a queda, a exportação segue aquecida, já que a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia registrou o terceiro maior volume de carne bovina in natura exportada para o período, com recorde para um mês de março (133,82 mil toneladas).

Aumento - No abate de suínos, que apresentou aumento de 5,7% em relação ao mesmo período de 2020 e de 0,6% na comparação com o 4° trimestre de 2020, além do recorde para um 1º trimestre, o mês de março atingiu a maior marca de um mês da história da pesquisa. Viscardi explica que, além da exportação aquecida, os preços do animal vivo e da carne suína no mercado interno sofreram desvalorização ao longo do trimestre, aumentando sua competitividade em relação às demais proteínas. “Nesse aspecto, há influência da restrição orçamentária dos consumidores e das medidas restritivas adotadas para conter a pandemia de Covid-19”, afirma o pesquisador.

Frango - A mesma explicação se aplica ao frango, cujo abate no 1º trimestre de 2021 foi 3,3% maior em relação ao mesmo período de 2020 e de 0,7% maior na comparação com o 4° trimestre de 2020. “Como o desempenho das exportações da carne de frango permaneceu em patamares apenas razoáveis nesse trimestre, podemos considerar que boa parte desse aumento foi destinado ao consumo interno”, diz Viscardi, lembrando que o preço da carne de frango é mais favorável à grande parcela da população na comparação com as outras proteínas concorrentes, principalmente a carne bovina.

Aquisição de leite e produção de ovos batem novos recordes - De acordo com a pesquisa, a aquisição do leite cru foi de 6,56 bilhões de litros, um aumento de 1,8% em relação ao 1° trimestre de 2020, e redução de 3,5% em comparação com o trimestre imediatamente anterior, período em que regularmente há queda de produção em relação ao 4º tri de cada ano. Apesar disso, o resultado representa a maior captação de leite acumulada em um 1° trimestre, superando o recorde anterior, de 2020.

Recorde - Já a produção de ovos de galinha foi de 978,25 milhões de dúzias, 0,3% maior que o apurado no 1º trimestre de 2020 e 1,3% menor que o registrado no trimestre imediatamente anterior. “Apesar da queda em relação ao último período, o resultado foi recorde para um 1º trimestre”, aponta Viscardi. Embora o setor continue sendo impactado pela alta dos custos de produção, a demanda seguiu aquecida pelo preço acessível do ovo frente a outras proteínas.

Couro - Na Pesquisa Trimestral do Couro, os curtumes declararam ter recebido 7,07 milhões de peças de couro no 1º trimestre, o que representa reduções de 6,6% em relação ao adquirido no 1° trimestre de 2020 e de 8% contra o 4º trimestre de 2020. Foi a menor obtenção de peças para o período desde 2002.

Mais sobre a pesquisa - A pesquisa fornece informações sobre o total de cabeças abatidas e o peso total das carcaças para as espécies de bovinos (bois, vacas, novilhos e novilhas), suínos e frangos, tendo como unidade de coleta o estabelecimento que efetua o abate sob fiscalização sanitária federal, estadual ou municipal. A periodicidade da pesquisa é trimestral, sendo que, para cada trimestre do ano civil, os dados são discriminados mês a mês.

Primeiros resultados - A partir do primeiro trimestre de 2018, atendendo solicitações de usuários para acesso mais rápido às informações da conjuntura da pecuária, passaram a ser divulgados os "Primeiros Resultados" da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais para o nível Brasil, em caráter provisório. Eles estão disponíveis cerca de um mês antes da divulgação dos "Resultados Completos". Os dados completos podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

IPCA: Inflação chega a 0,83% em maio, maior alta para o mês em 25 anos

ipca 09 06 2021Pressionada pela alta da energia elétrica, a inflação de maio chegou a 0,83%, a maior taxa para o mês desde 1996, quando atingiu 1,22%. O resultado também ficou acima da taxa de 0,31% registrada em abril. Com isso, o índice acumula alta de 3,22% no ano e de 8,06% nos últimos 12 meses. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quarta-feira (09/06) pelo IBGE.

Fatores - “A alta de 5,37% da energia elétrica se deve a dois fatores. O primeiro deles foi que em maio passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que trouxe uma diferença grande em relação à bandeira amarela, que estava em vigor de janeiro a abril. O outro fator é a série de reajustes que houve no final de abril em várias concessionárias de energia elétrica espalhadas pelo país”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov. A bandeira tarifária vermelha patamar 1 acrescenta R$4,169 na conta de energia a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Habitação - Com a alta da energia elétrica, o grupo habitação foi o de maior impacto no índice geral (0,28 p.p.) e também o de maior variação (1,78%). O grupo também teve o impacto dos aumentos na taxa de água e esgoto (1,61%), do gás de botijão (1,24%) e do gás encanado (4,58%). Além da habitação, os outros oito grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram inflação em maio.

Segundo maior impacto - O segundo maior impacto no índice veio do grupo transportes (0,24 p.p.), que teve aumento de 1,15% em maio. Nele, o maior impacto veio da alta de 2,87% da gasolina, cujos preços haviam recuado 0,44% em abril. “Houve esse recuo, em abril, porque no fim de março houve duas reduções no preço da gasolina nas refinarias, mas depois houve outros reajustes, que acabam chegando ao consumidor final”, diz o pesquisador. Outros produtos do grupo também tiveram seus preços aumentados, como o gás veicular (23,75%), o etanol (12,92%) e o óleo diesel (4,61%).

Saúde e cuidados pessoais - No grupo saúde e cuidados pessoais, que teve aumento de 0,76% em maio, a maior contribuição veio dos produtos farmacêuticos (1,47%), cujos preços desaceleraram frente a abril (2,69%). A partir de 1º de abril, houve autorização do reajuste de até 10,08% dos preços de medicamentos – a depender da classe terapêutica e do perfil de concorrência da substância.

Normal - “Esse reajuste normalmente é feito no início de abril, então essa alta de produtos farmacêuticos é normal em abril e maio porque ele é aplicado, principalmente, nesses dois primeiros meses. A depender do medicamento, pode alcançar esse reajuste de 10,08%, que foi o autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Mas isso não quer dizer que o preço praticado no varejo seja exatamente esse”, afirma.

Alimentação e bebidas - O grupo de alimentação e bebidas, que já havia tido alta de 0,40% em abril, registrou inflação de 0,44% em maio. Os preços na alimentação no domicílio desaceleraram (0,23%) frente a abril, quando haviam tido alta de 0,47%. Essa desaceleração foi causada, especialmente, pela queda nos preços das frutas (-8,39%), da cebola (-7,22%) e do arroz (-1,14%). Já as carnes (2,24%) continuam a subir e acumulam aumento de 38% nos últimos 12 meses.

Carnes - Para Kislanov, o aumento das carnes é um dos fatores que explicam por que comer fora de casa ficou mais caro. A alimentação fora do domicílio teve alta de 0,98% em maio e, no mês anterior, havia subido 0,23%. As altas do lanche (2,10%) e da refeição (0,63%) contribuíram para o aumento. Em abril, os dois itens tiveram queda em seus preços.

Custos - “Um dos motivos que podem explicar esse comportamento na alimentação fora de casa é o aumento de custos, devido à alta nos preços das proteínas. Normalmente quando se faz uma refeição fora de casa, há mais o consumo de componentes como o pão, a carne e o arroz, por exemplo, do que das frutas. Outro aspecto é o possível aumento de demanda. Abril foi um mês em que houve intensificação das medidas restritivas. Já maio, por ter tido uma abertura maior, pode ter influenciado o aumento da demanda”, diz Kislanov.

Artigos de residência - O grupo de artigos de residência teve alta de 1,25%, a segunda maior variação no índice geral. Esse aumento se deve, principalmente, à variação nos preços dos itens tv, som e informática (2,16%), que já haviam subido em abril (0,63%), e eletrodomésticos e equipamentos, que subiram 1,04%, após terem recuado 0,30% no mês anterior.

Todas as áreas - Todas as áreas pesquisadas no IPCA tiveram inflação em maio. A maior variação foi registrada na região metropolitana de Salvador (1,12%), que foi impactada, principalmente, pelas altas nos preços da gasolina (8,43%) e da energia elétrica (10,54%). Já a menor variação ocorreu em Brasília, que teve inflação de 0,27%, influenciada pela queda nos preços das passagens aéreas (-37,10%) e das frutas (-10,68%).

Conjugação de fatores - “Foi uma conjunção de fatores que levou a esse aumento de 0,83% no mês de maio. Em primeiro lugar, veio a alta da energia e, ao mesmo tempo, houve a volta do aumento da gasolina, que havia caído em abril. Há também o impacto do aumento dos preços dos remédios, dentro do grupo de saúde e cuidados pessoais, e ainda uma recuperação do setor de vestuário. Todos esses fatores contribuíram para esse resultado”, explica Kislanov.

INPC sobe 0,96% em maio - Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC de maio teve alta de 0,96%, acima do resultado de abril, quando havia registrado 0,38%. O resultado de maio é o maior para o mês desde 2016, quando registrou 0,98%.O índice acumula, no ano, alta de 3,33% e de 8,90% em 12 meses. Em maio de 2020, a taxa foi de -0,25%.

Maior - Kislanov explica que o impacto da energia elétrica é maior no INPC (0,28 p.p.) do que no IPCA (0,23 p.p.), o que pode justificar a maior variação do índice. “A energia elétrica tem um peso muito grande entre as famílias de menores rendas. Além disso, também pesou bastante o aumento da gasolina (0,15 p.p.) e das carnes (0,09 p.p)”, diz.

Alta - Os produtos alimentícios subiram 0,53% em maio enquanto, no mês anterior, haviam registrado 0,49%. Já os não alimentícios subiram 1,10%, após variarem 0,35% em abril.

Áreas - Todas as áreas pesquisadas tiveram inflação em maio, com destaque para Salvador (1,25%), que foi impactado pelas altas da energia elétrica (10,63%) e da gasolina (8,43%). Já o menor índice foi observado em Brasília (0,41%), influenciado pelas quedas nos preços das passagens aéreas (-37,10%) e das frutas (-11,63%).

Mais sobre a pesquisa - O Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC) produz o IPCA, que tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo das famílias.

População-objetivo - Atualmente, a população-objetivo do IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, enquanto a do INPC abrange as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residentes nas áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. Acesse os dados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Freepik

 

ipca tabela 09 06 2021

 

VAREJO: Vendas sobem 1,8% em abril, maior alta para o mês desde 2000

ibge destaque 09 06 2021As vendas no comércio varejista subiram 1,8% na passagem de março para abril, a maior alta para o mês desde 2000, após queda de 1,1% em março. Com isso, o varejo ficou 0,9% acima do patamar pré-pandemia. O setor acumula crescimento de 4,5% no ano e de 3,6% nos últimos 12 meses. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira (08/06) pelo IBGE.

Atividades - O resultado positivo atingiu sete das oito atividades investigadas pela pesquisa. A maior alta foi a de Móveis e eletrodomésticos (24,8%). Outras variações positivas vieram dos setores de Tecidos, vestuário e calçados (13,8%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (10,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,7%), Livros, jornais, revistas e papelaria (3,8%), Combustíveis e lubrificantes (3,4%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%).

Hipermercados - Já o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,7%) foi o único a ter retração frente ao mês anterior. Essa queda fez com que o índice geral não fosse maior em abril, uma vez que o setor representa quase metade (49,2%) do volume de vendas pesquisado. “O consumo das famílias se modificou em termos de estrutura no começo da pandemia. O que tem acontecido é que, em alguns setores, o consumo tem se concentrado em momentos específicos do ano. Antigamente, esses momentos eram muito marcados, como a Black Friday e o Natal, agora o cenário mudou”, analisa o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Promoções - De acordo com o pesquisador, essas semanas de promoções, já habituais no calendário do comércio, vêm perdendo força. “São fenômenos que acabam acontecendo porque as compras estão mais digitais e permitem que determinados setores possam ter promoções fora desses momentos e provocar uma determinada onda de vendas em períodos distintos de tempos”. Para ele, isso faz com que parte das famílias deixe de consumir produtos de um determinado setor para fazê-lo em promoções pontuais.

Inversões - Cristiano explica que houve muitas inversões entre as atividades no mês de abril. “Algumas atividades que estavam indo bem começaram a cair e outras que estavam caindo começaram a crescer. Abril foi um momento em que as grandes lojas de móveis e eletrodomésticos acabaram focando na receita de consumo das famílias”, diz.

Ampliado - No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades veículos, motos, partes e peças (20,3%) e de material de construção (10,4%), o aumento no volume de vendas foi de 3,8%. Ambas as atividades haviam recuado no mês anterior.

Volatilidade - “O que observamos é que está aumentando a volatilidade mês a mês. Se olharmos os últimos índices, veremos que o comércio está tendo movimentos de mais ganhos e mais perdas. Um mês acaba rebatendo o outro, porque em um mês teve uma receita maior e no outro teve uma teve uma receita menor. Há também algumas antecipações de promoções em alguns setores”, destaca o pesquisador.

Varejo cresce 23,8% frente a abril de 2020 - Na comparação com abril do ano passado, o volume de vendas no varejo cresceu 23,8%. É a segunda taxa positiva consecutiva nesse indicador. O comércio varejista ampliado registrou 41,0% de aumento, segundo crescimento consecutivo e o maior da série no indicador que confronta o resultado do mês com igual mês do ano anterior. O aumento recorde é explicado pela base de comparação baixa.

Maior tombo - “Em abril de 2020, foi o maior tombo do índice na série histórica da PMC. Então quando olhamos para essas grandes variações, precisamos lembrar que muitas dessas lojas declararam uma perda muito grande de receita. Por exemplo, se uma loja tinha um faturamento de R$ 100 mil e em abril ela só vendeu 10%, depois, se ela crescer 100%, ela passa de R$10 mil para R$20 mil. Ou seja, o patamar ainda está muito baixo em relação ao cenário que se tinha antes da pandemia”, explica Cristiano.

Impacto - Nessa comparação, as atividades que tiveram maior impacto no total do varejo foram: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (104,4%), Tecidos, vestuário e calçados (301,2%), Móveis e eletrodomésticos (71,3%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (34,1%), Combustíveis e lubrificantes (19,9%), Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (47,1%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (95,9%).

Queda - Assim como na comparação com março deste ano, o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,7%) foi o único a apresentar queda. Foi a terceira taxa negativa consecutiva do setor nessa comparação.

Varejo cresce em 21 unidades da federação - Em abril frente ao mês anterior, o comércio varejista cresceu em 21 das 27 unidades da federação. Entre os destaques estão Distrito Federal (19,6%), Rio Grande do Sul (14,9%) e Amapá (10,8%). Já Mato Grosso (-1,4%), Alagoas (-1,1%) e Sergipe (-0,8%) pressionaram negativamente. Espírito Santo e Roraima mostraram estabilidade (0,0%).

Ampliado - No comércio varejista ampliado, também houve predomínio de resultados positivos. Entre as 25 unidades da Federação que tiveram aumento no volume de vendas, destacaram-se Ceará (18,7%), Bahia (17,7%) e Tocantins (17,2%). Os dois estados que tiveram variação negativa foram Roraima (-1,5%) e Alagoas (-0,8%).

Abril de 2020 - Na comparação com abril do ano passado, o varejo registrou resultados positivos nas 27 unidades da Federação. Os destaques, em termos de variação, foram Amapá (86,0%), Rondônia (75,0%) e Amazonas (53,4%). Já São Paulo (22,8%), Rio de Janeiro (24,9%) e Minas Gerais (22,4%) foram os estados com maior participação na composição da taxa do varejo.

Mais sobre a pesquisa - A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Resultados mensais - Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. A técnica de coleta é o - Questionário eletrônico autopreenchido (CASI) e a Entrevista pessoal com questionário em papel (PAPI). Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

varejo tabela 09 06 2021

ECONOMIA I: Auxílio será prorrogado por mais 2 meses e pode ser estendido

economia I 09 06 2021O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (08/06) que o auxílio emergencial será prorrogado por pelo menos mais dois meses. Previsto para terminar em julho, o benefício será estendido até setembro, mas esse período ainda poderá ser ampliado, caso a vacinação da população adulta não esteja avançada.

Vacinação - "Todos os governadores estão dizendo que toda a população adulta estará vacinada no final de setembro. Se isso não acontecer, a gente estende o auxílio emergencial. Nós estamos estendendo para agosto e setembro. Se for necessário, estenderemos mais", afirmou Guedes, durante conferência virtual do Bradesco BBI em Londres.

Decisão - “O presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir o prazo. Primeiro, esses dois ou três meses, e então devemos aterrissar em um novo programa social que vai substituir o Bolsa Família”, acrescentou.

Recursos - Segundo Guedes, os recursos para a prorrogação do auxílio serão viabilizados por meio de abertura de crédito extraordinário. Atualmente, o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.  

Valor - "O auxílio emergencial são R$ 9 bilhões por mês. Então, seriam R$ 18 bilhões por dois meses. Só que R$ 7 bilhões já estão lá de remanescente do auxílio emergencial do ano passado. Precisaríamos de R$ 11 bilhões, que viriam por crédito extraordinário", explicou.

Novo programa - O novo programa social que substituirá o Bolsa Família não foi detalhado pelo ministro durante a palestra. Segundo ele, será um programa que vai incluir mais beneficiários, mas terá "linhas conservadoras" e ficará dentro da regra de teto de gastos.

Fundo - O ministro também disse que o governo estuda a criação de um fundo de para a erradicação da pobreza, que poderia ser abastecido com recursos de privatizações de empresas estatais. Durante sua fala, Guedes defendeu a venda de ativos públicos e citou sua expectativa quanto à aprovação, pelo Senado Federal, da venda da Eletrobras, maior empresa de energia da América Latina. A privatização já foi aprovada na Câmara dos Deputados.

Desestatizações - Sobre o programa de desestatizações, o ministro ainda mencionou o processo de venda dos Correios, de privatização da Cedae, a companhia de saneamento do estado do Rio de Janeiro, além da concessão recente de portos e aeroportos. (Agência Brasil)

FOTO: Washington Costa / Ascom-ME

 

ECONOMIA II: Em maio, cesta básica fica mais cara em 14 capitais brasileiras

economia 09 06 2021Em maio, o custo médio da cesta básica ficou mais alto em 14 das 17 capitais brasileiras que são analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica, estudo divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No mês passado, a cesta só ficou mais barata em Campo Grande (-1,92%) e Aracaju (-0,26%).

Belo Horizonte - O Dieese analisou, mas não divulgou o custo médio da cesta básica de Belo Horizonte, por mudança na metodologia.

Maiores altas - A capital que apresentou a maior alta no mês foi Natal (4,91%), seguida por Curitiba (4,33%) e Salvador (2,75%).

Mais cara - Entre as capitais analisadas, a cesta mais cara foi a de Porto Alegre, onde o custo médio dos produtos básicos somou R$ 636,96. Em seguida aparecem São Paulo (R$ 636,40), Florianópolis (R$ 636,37) e Rio de Janeiro (R$ 622,76). A cesta mais barata foi a de Aracaju, cujo preço médio encontrado foi de R$ 468,43.

Salário mínimo - Com base na cesta mais cara, registrada em Porto Alegre, o Dieese estimou que o salário mínimo do país deveria ser de R$ 5.351,11, valor que corresponde a 4,86 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100,00. (Agência Brasil)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

LEGISLATIVO: Câmara aprova projeto de socorro a agricultores familiares

legislativo 09 06 2021A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (08/06) o PL 823/21, do deputado Pedro Uczai (PT-SC) e outros, que retoma os pontos vetados pelo Executivo no projeto de socorro a agricultores familiares aprovado ano passado (PL 735/20), como recursos para fomento da atividade e prorrogação de condições para o pagamento de dívidas. O projeto será enviado ao Senado.

Impacto - As medidas constantes do substitutivo do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG) pretendem diminuir o impacto socioeconômico da Covid-19 nesses produtores e devem ser adotadas até 31 de dezembro de 2022.

Acesso - Segundo o texto, poderão ter acesso aos benefícios os agricultores e empreendedores familiares, os pescadores, os extrativistas, os silvicultores e os aquicultores.

Pobreza - Para agricultores familiares em situação de pobreza e extrema pobreza, o projeto cria o Fomento Emergencial de Inclusão Produtiva Rural com o objetivo de apoiar a atividade produtiva durante o estado de calamidade pública. Na definição do conceito de extrema pobreza ficarão de fora os benefícios previdenciários rurais. O valor do fomento será de R$ 2,5 mil por unidade familiar. Se a família monoparental for comandada por mulher a parcela será de R$ 3 mil.

Ater - Os interessados contarão com ajuda do Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para elaborar um projeto simplificado de estruturação da unidade produtiva familiar. Os órgãos desse serviço receberão da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) R$ 100,00 por projeto elaborado, que poderá contemplar a construção de fossas sépticas, cisternas ou o uso de outras tecnologias sociais de acesso à água para consumo humano e produção de alimentos. Caso esteja prevista essa construção, o valor sobe para R$ 3,5 mil.

Pessoas - “O Brasil tem cerca de 13,2 milhões de pessoas em situação de pobreza ou de extrema pobreza no campo, segundo dados do Cadastro Único para Programa Sociais. A Bahia, sozinha, abriga 17% dos pobres e extremamente pobres do campo”, afirmou o relator, agradecendo o apoio da maioria dos partidos da Casa.

Linha de crédito - O texto permite ao Conselho Monetário Nacional (CMN) criar linhas de crédito para agricultores familiares e pequenos produtores de leite com taxa de 0 % ao ano, dez anos para pagar e carência de cinco anos incluída nesse tempo. Os interessados terão até 31 de julho de 2022 para pedir o empréstimo, podendo usar até 20% do valor obtido para a manutenção da família.

Projeto - O acesso ao crédito dependerá de projeto simplificado de crédito elaborado por entidade de assistência técnica e extensão rural sob coordenação da Anater. O texto prevê desconto de R$ 300,00 por quitação em dia das parcelas, a ser aplicado no início dos pagamentos, mais bônus de 20% de adimplência para contratos firmados por mulheres trabalhadoras rurais.

Recursos - Os recursos virão dos fundos constitucionais de financiamento e também da União se a linha de crédito for por meio da subvenção de juros (equalização de taxas).

Programa de alimentos - Para facilitar a venda da produção dos agricultores, o projeto cria o Programa de Atendimento Emergencial à Agricultura Familiar (PAE-AF), a ser operado pela Companhia Nacional de Alimentos (Conab). A empresa estatal já conta com o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para comnprar alimentos a fim de abastecer famílias carentes.

Compra - A ideia é viabilizar a compra com doação simultânea dos alimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar ou a entidades recebedoras previamente definidas pelo governo federal.

Cadastro - A Conab providenciará um cadastro simplificado para os agricultores interessados e aptos a participar. Nesse ambiente virtual haverá acesso ainda à lista de produtos, ao período de entrega e a demais informações. O projeto determina ainda que as assistências rurais receberão da Anater R$ 100,00 por cada agricultor familiar participante.

Máximo - Nesse programa emergencial, a compra será no valor máximo de R$ 6 mil por unidade familiar produtora (R$ 7 mil no caso de mulher agricultora). Os preços poderão ser cotados com base na metodologia do PAA ou na lista de referência do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

Cooperativa - De acordo com o substitutivo, se a compra foi feita de cooperativa, os valores serão multiplicados pelo número comprovado de cooperados ativos.

Vencimento adiado - O PL 823/21 adia por um ano o pagamento das parcelas vencidas ou a vencer até 31 de dezembro de 2022 relativas a operações de crédito rural contratadas por agricultores familiares e suas cooperativas de produção cujas condições econômicas foram prejudicadas pela Covid-19. A regra valerá ainda para as dívidas no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF).

Suspensão - Até o fim de 2022, serão suspensos os prazos de encaminhamento para cobrança e execução judicial das parcelas não pagas e também do prazo final para cobrança (prescrição). Entretanto, mantêm-se os descontos por pagamento em dia e outros benefícios originalmente previstos.

Orçamento - Para custear o pagamento prorrogado, o texto permite ao governo usar recursos do Orçamento para garantir taxas menores (equalização de taxas). Se o dinheiro tiver sido emprestado pelos fundos constitucionais de financiamento, eles deverão assumir os custos.

Garantia-safra - Quanto ao programa Garantia-Safra, o projeto determina a concessão automática dessa espécie de seguro a todos os agricultores familiares aptos a recebê-lo. A regra vale até 31 de dezembro de 2022, mas o agricultor continua com a obrigação de apresentar laudo técnico de vistoria municipal comprovando a perda de safra.

Dívidas rurais - Segundo o substitutivo, os devedores de alguns tipos de dívidas rurais tratadas pela Lei 13.340/16 contarão com novo prazo para a concessão de descontos na quitação ou na renegociação dos débitos.

Encerrado - O prazo tinha se encerrado em 30 de dezembro de 2019 e agora é reaberto até 30 de dezembro de 2022, seja para empréstimos com recursos dos fundos constitucionais de financiamento do Nordeste (FNE) ou do Norte (FNO), para empréstimos com recursos de outras fontes ou de fontes mistas.

Dívida Ativa - No caso dos débitos inscritos na Dívida Ativa da União, o texto autoriza a concessão de desconto já previsto em lei (de 60% a 90%, conforme a faixa) até 2021 se as parcelas não pagas forem encaminhadas para inscrição até 31 de dezembro de 2021 e a inadimplência tiver ocorrido até 30 de junho de 2021. Em razão do novo período para concessão de desconto, a dívida somente poderá ser enviada para cobrança ou execução judicial depois de 30 de dezembro de 2022. Até lá também não corre o prazo de prescrição da dívida.

Custeio e investimento - Em relação a dívidas tomadas para atividades de custeio e investimento que contaram com renegociação pela Lei 13.606/18, o projeto aumenta o universo de contratos passíveis de renegociação. Atualmente, para obter a renegociação esses contratos devem ter sido firmados até 31 de dezembro de 2016. A data final passa a ser 31 de dezembro de 2020.

Leite - No substitutivo aprovado, o deputado Zé Silva incluiu entre os beneficiários os pequenos produtores de leite.

Garantias - Ainda para os produtores de leite, o texto autoriza as instituições financeiras que operam no Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR) a flexibilizarem os termos de garantias exigidos para concessão de créditos de investimento ou custeio, incluindo a possibilidade de utilizar o leite ou seus animais de produção como garantia do financiamento. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil contabiliza 17 milhões de casos

O Brasil bateu nesta terça-feira (08/06) a marca de 17 milhões de casos de covid-19 desde o início da pandemia. De segunda para terça-feira (07 e 08/06), foram confirmados 52.911 novos diagnósticos positivos de covid-19 pelas secretarias de saúde. Com isso, o número de pessoas que pegaram a doença desde o ano passado totalizou 17.037.129. O país tem 1.066.266 casos ativos, em acompanhamento.

Soma - A soma de vidas perdidas para a pandemia de covid-19 chegou a 476.792. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 2.378 novos óbitos. Na segunda, o número de óbitos decorrentes de complicações relacionadas à covid-19 estava em 474.414.

Investigação - Ainda há 3.916 mortes em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Atualização - Os dados fazem parte da atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (08/06). O balanço sistematiza as informações coletadas por secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes.

Recuperados - O número de pessoas que foram infectadas, mas se recuperaram desde o início da pandemia é de 15.494.071. Isso corresponde a 90,9% do total dos infectados pelo vírus.

Números - Às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados no fim de semana. Os números são em geral mais baixos aos domingos e às segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados.

Estados - Com 115.309 óbitos, São Paulo é o estado com mais registro de mortes pela covid-19. Em seguida vêm o Rio de Janeiro (51.865), Minas Gerais (41.720), Rio Grande do Sul (29.082) e Paraná (27.349). Entre os estados com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.661), Acre (1.697), Amapá (1.733), Tocantins (2.965) e Alagoas (4.901).

Vacinação - O Brasil ultrapassou a marca de 100 milhões de doses de vacinas distribuídas. Até o momento, foram enviadas a estados e municípios 105,4 milhões de doses de imunizantes contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 68,8 milhões de doses, sendo 47,6 milhões da 1ª dose e 21,2 milhões da 2ª dose. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 09 06 2021

SAÚDE II: Paraná registra 5.575 novos casos de Covid-19 e 181 óbitos

saude II 09 06 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (08/06) mais 5.575 casos e 181 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.121.205 casos e 27.195 óbitos pelo novo coronavírus.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (80), fevereiro (4), março (28), abril (61), maio (642) e junho (4.749) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: julho (2), agosto (1), setembro (2), novembro (2) e dezembro (4).

Internados - O informe relata que 2.870 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.182 em leitos SUS (978 em UTIs e 1.204 em enfermarias) e 688 em leitos da rede particular (380 em UTIs e 308 em enfermarias).

Exames - Há outros 3.245 pacientes internados, 1.166 em leitos de UTI e 2.079 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 181 pacientes. São 75 mulheres e 106 homens, com idades que variam de 21 a 98 anos. Os óbitos ocorreram de 29 de março a 08 de junho de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (34), Maringá (10), Londrina (8), Araucária (7), Cascavel (5), Guarapuava (5), Irati (5), Castro (4), Colombo (4), Nova Cantu (4), Ponta Grossa (4), Sengés (4), São José dos Pinhais (4), Almirante Tamandaré (3), Matinhos (3), Palmeira (3), Pitanga (3), Vera Cruz do Oeste (3), Abatiá (2), Andirá (2), Arapongas (2), Astorga (2), Cidade Gaúcha (2), Foz do Iguaçu (2), Mandaguari (2), Palmas (2), Pinhais (2), Piraquara (2), Siqueira Campos (2), São Pedro do Ivaí (2), Tibagi (2), Toledo (2) e União da Vitória (2).

Uma morte - O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Antonina, Araruna, Ariranha do Ivaí, Atalaia, Barracão, Cafelândia, Cambará, Chopinzinho, Cianorte, Céu Azul, Floresta, Francisco Beltrão, General Carneiro, Guaratuba, Guaíra, Iguaraçu, Imbituva, Indianópolis, Ivaiporã, Jacarezinho, Jaguariaíva, Japurá, Matelândia, Nova Aurora, Ortigueira, Paranaguá, Peabiru, Pontal do Paraná, Pérola, Santa Mariana, Santo Antônio do Sudoeste, Sarandi, São Carlos do Ivaí, São Jerônimo da Serra, Tamboara, Teixeira Soares, Umuarama e Wenceslau Braz.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.002 casos de pessoas que não moram no Estado – 154 foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná receberá nesta quarta mais 237 mil vacinas da AstraZeneca

saude novas doses 09 06 2021O Ministério da Saúde vai enviar ao Paraná mais 237 mil vacinas contra a Covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz nesta quarta-feira (09/06). O voo AD 4078 deve chegar ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 20h10.

Destinação - Segundo a recomendação do governo federal, as vacinas serão destinadas à primeira dose de pessoas com comorbidades e deficiência permanente, trabalhadores da educação do ensino básico, forças de segurança e salvamento e forças armadas e ajuste de povos e comunidades ribeirinhas.

Avançar - “Precisamos avançar na vacinação em todo o Estado e essas novas doses irão auxiliar neste processo. Pedimos aos municípios que cumpram com as orientações de direcionamento das doses para os grupos prioritários e reforcem as ações de ampliação da vacinação, de domingo a domingo”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Lote - Elas se somam ao lote de 145 mil vacinas da Pfizer que chegou nesta segunda-feira (07/06). A distribuição das duas remessas, que totalizam 382 mil vacinas, deve ocorrer ainda nesta semana com apoio das aeronaves do Governo do Estado.

Vacinômetro - Segundo os dados nacionais, o Paraná já aplicou 4.107.914 doses de vacina contra a Covid-19 até a manhã desta quarta-feira (09/06): 2.867.883 pessoas tomaram a primeira dose e 1.240.031 completaram o esquema vacinal com as duas aplicações.

Total recebido - O Estado recebeu, até agora, 5.837.960 doses de imunizantes contra a doença, sendo 2.927.200 da vacina AstraZeneca, 2.550.400 da CoronaVac e 360.360 da Pfizer. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE IV: Paraná atinge apenas 33,4% do grupo prioritário na imunização da gripe; veja índices regionais

saude III 09 06 2021Até esta terça-feira (08/06), quase dois meses após o começo da 23ª Campanha de Vacinação Contra a Influenza, apenas 33,4% do grupo prioritário foi imunizado do Paraná. O Ministério da Saúde estima que mais de 4,4 milhões de pessoas devem se vacinar contra a gripe, mas só 1.497.202 buscaram a aplicação, que é feita em dose única.

Segunda fase - A campanha de vacinação teve início no dia 12 de abril, está na segunda fase e a terceira e última etapa começa nesta quarta-feira (08/06). A meta preconizada pelo Ministério da Saúde é de alcançar 90%, o que diminui drasticamente as chances de ocorrências mais graves.

Importância - “Precisamos reforçar a importância da vacinação contra a gripe, mesmo durante a pandemia. Sabemos que neste momento as pessoas estão concentradas na vacinação contra o coronavírus, mas não podemos deixar de imunizar a população contra um vírus que já possui vacina há muitos anos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Envio - O Ministério da Saúde já enviou ao Estado 2.968.400 vacinas contra a Influenza. Todos os oito lotes foram distribuídos aos municípios. Nesse comparativo, apenas 50% do que chegou nas prefeituras, responsáveis pelo processo de imunização, alcançou os paranaenses.

Etapas - A vacinação foi distribuída em três etapas em 2021, sendo a primeira, de 12 de abril a 10 de maio, abrangendo gestantes, puérperas, crianças de seis meses a menores de seis anos, indígenas e trabalhadores da saúde. Nesta fase o Paraná atingiu 55,9% de cobertura até agora, com 716.212 doses aplicadas da meta de 1.282.132 pessoas destes grupos.

Cobertura parcial - A segunda etapa começou no dia 11 de maio para vacinação de idosos de 60 anos ou mais e professores da rede pública e privada, com encerramento nesta terça. A cobertura parcial desta fase indica 39,9% de abrangência, com 778.804 doses aplicadas das 1.949.851 pessoas elencadas neste grupo.

Terceira e última - Já a terceira e última etapa, que iniciará nesta quarta-feira (09/06), seguirá os seguintes grupos: comorbidades, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, trabalhadores portuários, forças de segurança e salvamento, forças armadas, funcionários do sistema de privação de liberdade, população privada de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas. A meta é vacinar 1.247.338 pessoas.

Posto de saúde mais próximo - Os paranaenses que fazem parte dos grupos já atendidos e ainda não foram vacinados devem procurar um posto de saúde próximo de sua residência para receber o imunizante.

Grupos prioritários - O grupo prioritário com menor procura pela vacinação até o momento é o de professores da rede pública e privada, com 56,2 mil doses aplicadas, correspondendo a 33,5% de cobertura. Ele é seguido pelos idosos, com 722,5 mil doses (40,6%), e trabalhadores da saúde, com 122,7 mil doses (45%).

População indígena - A população indígena já alcançou 86,8% de cobertura vacinal, com 15,4 mil doses aplicadas. Este grupo possui a maior cobertura do Estado até o momento, seguido das crianças de seis meses a menores de seis anos, com 507,8 mil doses (58,9%), e puérperas, com 10,3 mil doses (54,8%).

Busca ativa - A Secretaria de Estado da Saúde indica que os municípios realizem a busca ativa dos grupos prioritários, e a vacinação extramuro – fora das unidades de saúde – para maior cobertura da vacinação.

Iguais - Considerando que alguns grupos prioritários da vacinação contra a Influenza são iguais aos da vacina contra a Covid-19, o Ministério da Saúde orienta que tenha um intervalo de pelo menos 14 dias entre as doses.

Regionais de Saúde - De acordo com os dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI), a 9ª Regional de Saúde, de Foz do Iguaçu, possui a menor cobertura dentre as 22 regiões, com 24.205 doses aplicadas, 15,9% da população alvo de 151.834 pessoas.

Na sequência - Em seguida vem a 15ª Regional, de Maringá, que aplicou 60.872 vacinas, registrando uma cobertura de 18,7% da meta de 325.804 doses, e a 1ª Regional, de Paranaguá, que vacinou 30.403 das 112.384 pessoas da população alvo, somando 27,1% de cobertura vacinal.

Maior indicador proporcional - A 4ª Regional, de Irati, registra 51,4% de cobertura dos grupos, o maior indicador proporcional. Ao todo foram 30.611 doses aplicadas, das 59.499 elencadas. Depois de Irati, a 22ª Regional, de Ivaiporã, aplicou 27.611 doses, alcançando 49,8% da população alvo de 55.452 pessoas. Em terceiro lugar está a 8ª Regional, de Francisco Beltrão, que vacinou 62.422 pessoas das 134.611 da população alvo, ou 46,3% dos grupos.

Por Regional - Confira a cobertura vacinal por Regional de Saúde:

1ª RS (Paranaguá): 27,1% – 30.403 doses / 112.384 população alvo

2ª RS (Metropolitana): 30,8% – 389.922 doses / 1.260.633 população alvo

3ª RS (Ponta Grossa): 41,5% – 93.875 doses / 226.093 população alvo

4ª RS (Irati): 51,4% – 30.611 doses / 59.499 população alvo

5ª RS (Guarapuava): 40,1% – 71.732 doses / 178.760 população alvo

6ª RS (União da Vitória): 43,3% – 28.502 doses / 65.727 população alvo

7ª RS (Pato Branco): 43,9% – 44.681 doses / 101.696 população alvo

8ª RS (Francisco Beltrão): 46,3% – 62.422 doses / 134.611 população alvo

9ª RS (Foz do Iguaçu): 15,9% – 24.205 doses / 151.834 população alvo

10ª RS (Cascavel): 39,3% – 87.409 doses / 222.185 população alvo

11ª RS (Campo Mourão): 44,8% – 60.896 doses / 136.067 população alvo

12ª RS (Umuarama): 40,8% – 44.529 doses / 109.153 população alvo

13ª RS (Cianorte): 40,7% – 24.547 doses / 60.271 população alvo

14ª RS (Paranavaí): 43,6% – 48.666 doses / 111.449 população alvo

15ª RS (Maringá): 18,7% – 60.872 doses / 325.804 população alvo

16ª RS (Apucarana): 31,1% – 46.735 doses /150.105 população alvo

17ª RS (Londrina): 37,6% – 139.782 doses / 371.388 população alvo

18ª RS (Cornélio Procópio): 33,8% – 34.157 doses / 100.596 população alvo

19ª RS (Jacarezinho): 45,7% – 52.663 doses / 115.135 população alvo

20ª RS (Toledo): 43,7% – 65.206 doses / 149.322 população alvo

21ª RS (Telêmaco Borba): 39,1% – 27.776 doses / 71.030 população alvo

22ª RS (Ivaiporã): 49,8% – 27.611 / 55.452 população alvo

PARANÁ: 33,4% – 1.497.202 doses / 4.479.320 população alvo

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 


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