Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5089 | 11 de Junho de 2021

REUNIÃO DA DIRETORIA I: Conjuntura econômica é apresentada pelo consultor Juan Jensen aos dirigentes da Ocepar

Durante reunião virtual da diretoria da Ocepar, na tarde desta quinta-feira (10/06), o consultor da 4Intelligence, Juan Jensen, fez uma apresentação sobre o cenário econômico e político do Brasil durante a pandemia. A participação dele ocorreu no final da reunião. Antes, os diretores trataram de diversos temas, entre os quais, a aprovação do PLN 4, que agilizou a liberação de recursos para o Plano Safra 2020/2021, por meio de relato feito pela gerente geral da OCB, Tânia Zanella. Também debateram sobre a reforma tributária, pedágios no Paraná, celebrações do Dia Internacional do Cooperativismo e Dia de Cooperar, além de registros de cooperativas, aprovação dos balancetes até 31 de maio e sobre a data de realização do Fórum dos Presidentes, que acontecerá no dia 22 de julho de 2021 de forma virtual.

Perspectivas – Durante 40 minutos, Juan Jensen falou aos dirigentes e funcionários do Sistema Ocepar sobre as perspectivas tanto econômicas como políticas no Brasil durante e pós pandemia. Jensen iniciou apresentando alguns pontos importantes: Economias como da China e dos Estados Unidos já demonstram uma recuperação econômica; governo Bolsonaro mais alinhado com o Congresso, mas reformas estruturais devem avançar apenas parcialmente; PIB deverá crescer 4,5% mas grande parte disto é efeito que virá da dinâmica de 2020; vacinação deverá seguir avançando, mudando a dinâmica setorial da atividade econômica no segundo semestre, sendo assim, a produção e consumo de bens já desinflou em relação a patamares atingidos recentemente e os serviços devem passar a crescer com mais força ao longo do segundo semestre; renda do trabalho compensa auxílio emergencial mais restrito mas renda ficará mais concentra em classes de renda mais alta e regiões mais ricas; inflação pressionada ao longo dos  meses o que já acarretou em início da normalização monetária do Banco Central; reequilíbrio fiscal e cumprimento das regras é principal desafio ao longo dos próximos meses e anos e a taxa de câmbio segue relativamente depreciada e movimento de apreciação deve continuar, mas as eleições de 2022 trarão volatilidade.

PIB mundo – A pandemia derrubou o PIB global, com impacto de mais seis pontos percentuais. Foi a pior crise desde 1929/1930. Com a contenção da disseminação do coronavírus, poderemos ter uma forte recuperação em 2021. Na União Europeia a economia recuou ano passado em 6,8%, com queda de 11,6% no segundo trimestre, seguido de recuperação de 12,5% no terceiro trimestre, mas voltando a cair 0,6% e 0,7% na sequência. Já o desemprego subiu pouco, de 7,2% em março para 87% em julho, recuando para 8% em abril deste ano. Taxa de juros segue em zero e PIB deve crescer 4,4% este ano. Nos EUA o PIB recuou 3,5% em 2020, mas com estímulos fiscais e vacinação acelerada devem levar o PIB para alta de 6,4% em 2021. Já a China, mesmo com a pandemia, o PIB cresceu em 2,3% em 2020, com recuperação em “V”, mas recuou 6,8%. Com políticas expansionistas, devem fazer o PIB crescer 8,4% em 2021.

PIB Brasil – Para Jensen, a atividade econômica no Brasil vinha em certa recuperação até fevereiro de 2020, mas a pandemia inverteu a trajetória. “A confiança caiu forte em março e abril e o PIB recuou 2,2% no primeiro trimestre. Já no segundo trimestre foi o pior momento para a atividade econômica, sobretudo o mês de abril. A atividade se recuperou a partir de maio, mas o PIB recuou 9,2% no trimestre. No início de 2021 o PIB mostrou resiliência, com alta de 1,2% no primeiro trimestre, mas efeitos da segunda onda mostram março e abril para baixo, com expectativa de retomada mais forte no segundo semestre, levando alta do PIB para 4,5%”.

PolíticaSegundo Jensen, com as eleições dos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, respectivamente, “melhoraram o clima de governabilidade, sobretudo em relação as pautas mais conservadoras. As reformas estruturais, como a tributária e administrativa, devem avançar de forma fatiada, com conteúdo longe do ideal”. O especialista ainda frisou que se tornou inviável o processo de impeachment de Bolsonaro com a eleição de candidatos apoiados pelo presidente. Perdas na equipe econômica seguem ocorrendo, devido ao confronto público do presidente com o ministro da Economia, Paulo Guedes. “Apesar de Bolsonaro reafirmar seu compromisso com a disciplina fiscal, suas ações seguem indicando o contrário”, destacou. Jensen também destacou que o ex-presidente Lula adquiriu seus direitos políticos e o debate sobre as eleições de 2022 foi antecipado. Manifestações favoráveis e contrárias ao governo voltaram a ocorrer nas principais capitais. Popularidade do governo piorou em 2020 com a chegada da pandemia e seguiu piorando com a saída de ministros populares. No segundo semestre teve significativa melhora, sendo um dos pontos positivos do auxílio emergencial. Já em 2021, com a interrupção do auxílio emergencial e a volta da pandemia acabaram mostrando seus efeitos em nova perda de popularidade do governo, em especial do presidente.

Covid – O consultor também mostrou dados sobre o comportamento dos brasileiros durante a pandemia. Segundo informações do Google, o tempo que as pessoas ficam em casa aumentou sensivelmente em relação ao padrão registrado antes da pandemia. “Este fato de ficar mais em casa mudou hábitos de consumo, priorizando bens e reduzindo serviços. A segunda onda mostrou um maior isolamento em todas as regiões, mas não na mesma intensidade da primeira. Verificamos que recentemente, conforme os dados disponibilizados pela ferramenta, esta mobilidade voltou a aumentar, mas só voltaremos a uma situação mais normal no segundo semestre de 2021, acredito”, frisou.

Vacinação – Segundo ele, “a população brasileira acima de 18 anos, ou seja, 161 milhões, 90% deles devem se vacinar o que significaria cerca de 145 milhões de pessoas, o que é excelente para termos uma imunização maior. Dos 77 milhões de brasileiros que integram os grupos prioritários, cerca de 69 milhões deverão tomar a vacina. No momento estamos com um público de quase 52 milhões de brasileiros que já tomaram a primeira dose e 24 milhões a segunda dose. Apesar das limitações que estamos tendo na disponibilidade de insumos para a produção doméstica, estamos finalizando com a primeira dose os grupos prioritários e começamos a vacinar os grupos não prioritários. O importante é que as vacinas que já foram administradas até o momento já geram um grau de imunidade. A expectativa é que até outubro deste ano, toda população adulta deve receber a primeira dose”.

Agro– Para Jensen, “o setor agro deve seguir crescendo acima dos demais setores da economia, dada as vantagens competitivas do setor. Enquanto o PIB apenas voltou ao patamar do quatro trimestre de 2019, o PIB Agro está 5,8% acima daquele patamar. Em um horizonte mais longo, PIB ainda está 3,1% abaixo do patamar de início de 2014, sendo que a indústria está 9,8% abaixo, mas o setor agro está 21,6% acima. Na 4intelligence fazemos monitoramento da safra por tipo de cultura utilizando imagens de satélites. Mapeamos o plantio por município e é possível mapear por unidade produtora em métricas como início do plantio e da colheita, ritmo da colheita, risco de quebra de safra e análise e previsão de rendimentos”.

Emprego – “Com a volta das pessoas ao mercado de trabalho, desemprego deve seguir subindo, mesmo com a criação de vagas. O desemprego deve chegar em pouco mais de 16%. Dados do Pnad mostram que as taxas de desemprego passaram de 11,6% em fevereiro de 2020 para 14,7% em março de 2021. Nos últimos sete meses o emprego voltou a crescer em 4,1 milhões, enquanto 4,8 milhões voltaram a força de trabalho, subindo o desemprego mesmo com a criação de emprego”, frisou.

Inflação – “No primeiro semestre de 2020 a inflação agregada foi tranquila, acumulando 0,1% com forte deflação em abril e maio. No segundo semestre a inflação foi bem mais forte, acumulando 4,4%. No ano passado, a alta de 4,52% teve pressão de preços de alimentos, alta de 14,1% para alimentos e bebidas e variação baixa ou deflação de outros grupos. Em 2021, manutenção da pressão de commodities e câmbio nos primeiros meses do ano. Segundo semestre deve ter alta para serviços e certa devolução de alimentos e combustíveis. Ao longo do ano, índice em 12 meses deve ficar acima de 8% entre maio e setembro”.

Câmbio – “O ambiente externo conduziu a maior parte do movimento de depreciação do real ao longo de 2020. O dólar se apreciou globalmente por aumento da incerteza no mundo, relacionada à pandemia. Nos últimos meses o dólar devolveu parte da apreciação, em movimento que não atingiu o Brasil por conta da turbulência política, incerteza do reequilíbrio fiscal e juros baixos. Mas nas últimas semanas o real se valorizou, com recomposição dos juros. Este movimento tende a continuar, mas incertezas das próximas eleições vão aparecer no radar do mercado”, finalizou Jensen.

{vsig}2021/noticias/06/11/reuniao_diretoria_I/{/vsig}

 

REUNIÃO DA DIRETORIA II: Diretores reconhecem trabalho realizado na aprovação e sanção do PLN 4

reuniao diretoria II 11 06 2021Durante a reunião da diretoria da Ocepar, realizada na tarde desta quinta-feira (11/06), os diretores presentes fizeram questão de enaltecer o importante trabalho realizado pelos profissionais dos Sistemas OCB e Ocepar na mobilização das bancadas federais em Brasília, para aprovar, em regime de urgência, o PLN 4/2021 com a recomposição do orçamento e a liberação de recursos para o crédito rural e plano safra. Segundo os presidentes da Frimesa, Valter Vanzella, e da Copacol, Valter Pitol, “dá um alívio para as cooperativas agropecuárias poderem continuar com seus planos de investimentos e para que os produtores tenham mais tranquilidade com esta e a próxima safra”. “Temos que reconhecer o intenso trabalho que aconteceu nos bastidores para que os deputados e senadores pudessem colocar em pauta o assunto e aprovar. A mobilização realizada tanto pela Ocepar como a OCB junto a bancada de deputados do Paraná e outros estados foi de fundamental importância para a aprovação”, destacou Vanzella.

Mobilização - No dia 17/05, o Sistema Ocepar liderou uma reunião virtual com a bancada federal paranaense da Frente Parlamentar do Cooperativismo – Frencoop com objetivo de manifestar toda preocupação com relação aos impactos na demora da votação do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 4/2021, que libera recursos de investimentos para o Plano Safra. Juntamente com lideranças do agro e dirigentes de cooperativas, participaram do encontro na ocasião dos deputados do Paraná, Aline Sleutjes, Pedro Lupion, Sergio Souza, Evandro Roman, Luiz Nishimori, Reinhold Stephanes Junior, Rubens Bueno e da assessoria parlamentar do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros.

Negociações- Para o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, foi uma soma de esforços conjunto. “Esta conquista foi graças a rápida mobilização do setor cooperativista e demais lideranças do setor e o entendimento das lideranças no Congresso de que o PLN 4 precisaria ser colocar em regime de urgência. Participamos ativamente junto com a OCB de todas as negociações para que houvesse um acordo das lideranças, assim chegamos nesta data com a sanção presidencial, que deu fim a mais esta preocupação para nossas cooperativas”, destacou. Com a sanção da Presidência da República, o PLN 4 recompõe valores que somam cerca de R$ 3,7 bilhões, compreendendo recursos para o Pronaf (R$ 1,35 bilhão), custeio agropecuário (R$ 550 milhões), investimentos nas áreas rural e industrial (R$ 1,66 bilhão), além de AGF (R$ 25 milhões), alongamentos de dívidas rurais (R$ 97 milhões) e comercialização da safra (R$ 43 milhões).

 

PLN 4/2021: Sancionada lei que recompõe recursos para o crédito rural e plano safra

pl 4 11 06 2021Foi publicada, na edição desta sexta-feira (11/06) do Diário Oficial da União (DOU), a Lei Nº 14.167, de 10 de junho de 2021, que recompõe despesas primárias do Orçamento da União de 2021 e abre crédito suplementar de R$ 19,768 bilhões, como consta no Projeto de Lei (PLN) 4/2021, aprovado pelo Congresso Nacional no dia 1º de junho. Dessa forma, a nova lei recompõe os recursos cortados anteriormente no orçamento do crédito rural, no total de cerca de R$ 3,7 bilhões, compreendendo recursos para o Pronaf (R$ 1,35 bilhão), custeio agropecuário (R$ 550 milhões), investimentos nas áreas rural e industrial (R$ 1,66 bilhão), além de AGF (R$ 25 milhões), alongamentos de dívidas rurais (R$ 97 milhões) e comercialização da safra (R$ 43 milhões).

Pleito - A publicação da Lei 14.167/2021 era aguardada pelo setor produtivo e atende ao pleito das cooperativas agropecuárias e produtores rurais de todo o país, que estavam preocupados com o impacto que o corte de recursos poderia causar na produção e nos investimentos em novos projetos. “Houve uma intensa mobilização da Ocepar, OCB e outras entidades no sentido de reverter a situação. A recomposição dos recursos vai viabilizar investimentos e financiamentos em geral de aproximadamente R$ 1,2 bilhão que estavam represados nas cooperativas agropecuárias e de crédito ainda nesta safra. Ou seja, teremos que correr pois faltam somente 20 dias para o encerramento do atual plano safra, que vai até 30 de junho”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Clique aqui para conferir na íntegra a Lei nº 14.167/2021

FOTO: Arquivo CNH

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Gestores da Coptrans recebem profissionais do Sistema Ocepar para debater indicadores de gestão

O presidente da Coptrans – Cooperativa de Transportes 14 de Dezembro, Ezídio Salmoria, abriu, na tarde desta quinta-feira (10/06), a reunião institucional virtual promovida pelo Sistema Ocepar com o objetivo de apresentar os indicadores econômicos e financeiros da cooperativa. Também estiveram presentes o secretário Tiago Preis, o tesoureiro Jerson Vivian, o segundo tesoureiro Cristiano Nuernberg, os conselheiros Delair Pinzon e Airmar Braz, e o gerente administrativo Iduir Pedro Bortot. O Sistema Ocepar esteve representado pelo coordenador de monitoramento, João Gogola Neto, e pelo analista Rodrigo Gandara Donini.

Proximidade - Gogola ressaltou a importância das reuniões institucionais estarem sendo realizadas com as cooperativas, ainda que a distância. “Agradecemos a disponibilidade de vocês em tratar sobre a evolução da Coptrans no último ano, entender a curva de alguns indicadores e ver quais são as perspectivas da cooperativa para este ano. A reunião institucional sempre foi o momento em que mais estávamos próximos das cooperativas. Em março de 2020, quando entramos na pandemia, nós acreditávamos que em pouco tempo todos estaríamos de volta na Ocepar, realizando o nosso trabalho, podendo viajar, e já estamos indo para um ano e quatro meses de trabalho remoto. E, para que a gente não perca essa oportunidade e mantenha esse relacionamento, temos feito o que é possível, ou seja, nos reunindo virtualmente. E até que todos estejam vacinados deveremos manter essa forma de trabalho”, afirmou.

Apresentações - Na oportunidade, ele apresentou os dados consolidados do ano passado referentes ao cooperativismo paranaense e ao ramo transporte no Estado. Já o repasse das informações relativas aos indicadores e comparativos da cooperativa com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região ficaram a cargo de Donini. Gogola destacou a participação do ramo transporte nos resultados alcançados pelas 217 cooperativas do Paraná em 2020, que superaram a meta do PRC100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, e, juntas, atingiram R$ 115,7 bilhões de faturamento, um aumento de 32,1% em relação ao valor do exercício anterior. De acordo com ele, mais de 80% desse montante foi gerado pelas cooperativas agropecuárias, que contaram com um cenário bastante favorável para a comercialização da safra de grãos, sendo que boa parte da produção foi movimentada por meio das cooperativas de transporte.    

Coptrans - Com uma frota de 240 veículos, a Coptrans, por exemplo, transportou um total de 753.051 toneladas de cargas em 2020, divididas em grãos (74,83%), contêineres (14,35%) e congelados (10,83%). Fundada em 4 de dezembro de 2002, na cidade de Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná, a cooperativa atua no transporte de carga seca e frigorificada e possui atualmente 142 cooperados 19 funcionários. Ela encerrou o exercício contabilizando o maior faturamento entre as 35 cooperativas do ramo transporte registradas no Sistema Ocepar, no valor de R$ 76,1 milhões. Um dos objetivos desse ano é investir na melhoria da gestão e da governança para avançar nos resultados e, durante a reunião institucional, os gestores da Coptrans manifestaram o desejo de contar com o apoio do Sistema Ocepar, que se colocou à disposição para auxiliá-los nesse sentido.

{vsig}2021/noticias/06/11/reuniao/{/vsig}

 

FORMAÇÃO: Profissionais da Camp apresentam projetos desenvolvidos durante Curso de Gestão Integrada

Fidelidade do cooperado e melhoria nas práticas de gestão são os temas dos projetos desenvolvidos pela Camp - Cooperativa Agrícola Mista Prudentópolis durante o Curso de Gestão Integrada para Cooperativas e que serão implementados na sequência. Os trabalhos foram apresentados nesta quinta-feira (10/06), por meio da plataforma Zoom. Prestigiaram do evento o coordenador do curso, Tomas Sparano, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o presidente da Camp, Edison Rogerio Rickli, o diretor da cooperativa, José Tarcisio Pontarolo, e os analistas do Sescoop/PR, Jaffer Vinícius Besen e Emerson Barcik.

O curso - O curso foi promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, e em parceria com a UFPR. Iniciado no último mês de março, somou 72 horas de formação, com 18 participantes, entre empregados e dirigentes da Camp. O curso contemplou as principais áreas de gestão da cooperativa e foi realizado com o objetivo de proporcionar um ferramental importante focado na competitividade com o mercado e, ao mesmo tempo, promover a valorização do cooperado. A ideia foi orientar o grupo sobre a implementação de métodos e procedimentos consolidados, visando instrumentalizar os gestores para que busquem a eficiência organizacional e encorajem a cooperativa a seguir as políticas definidas pela direção.

Soluções - “É o papel do Sescoop oferecer soluções para as nossas cooperativas para uma atuação estratégica e inovadora, na busca do desenvolvimento de suas equipes e entrega de melhores resultados, com planejamento, execução e monitoramento das ações, alinhados ao planejamento estratégico da cooperativa”, ressaltou o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

{vsig}2021/noticias/06/11/formacao/{/vsig}

COVID-19: Confira os novos destaques da área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 21 05 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

INOVACOOP: Inscrições para o Conexão com Startups terminam nesta sexta

inovacoop 11 06 2021Ainda dá tempo de sua cooperativa ser inscrita para participar do programa Inovacoop Conexão com Startups. O prazo foi prorrogado e termina nesta sexta-feira (11/06). O objetivo da iniciativa é fortalecer a cultura da inovação no ambiente cooperativista.

Eficiência - A ideia é que, com base na inovação aberta, ou seja, que ocorre com parcerias ou intercooperação, como dizemos no cooperativismo, as coops possam aumentar a eficiência de seus projetos, reduzir custos e riscos, aumentar o retorno sobre os investimentos a ampliar as oportunidades e fontes de receita.

Funcionamento - Como o programa funciona? Simples. As cooperativas inscrevem seus desafios e com base no regulamento os melhores desafios são selecionados para o programa. Os critérios de seleção são:

Regularidade da cooperativa junto à OCB;

Relevância da solução do desafio para o ramo;

Possibilidade de aplicação da solução do desafio em pelo menos cinco cooperativas. Todas deverão estar cientes da inscrição com seus dados no formulário de inscrição;

Capacidade da cooperativa de investimento no piloto, com disponibilidade de investimento referente a 30% do valor do projeto piloto. A OCB irá apoiar com os outros 70%;

Disponibilidade de pessoal para desenvolver o piloto junto à startup;

Perfil do desafio adequado para o ecossistema de startups.

Divulgação - Os desafios selecionados são divulgados para o ecossistema de inovação e as startups se inscrevem para apresentar ideias para solucioná-los. À partir daí iniciam-se as conversas para a conexão entre as coops e as startups em um projeto piloto.

Cultura da inovação - “Assim, aproximando essas duas pontas e combinando o que cada uma pode oferecer de melhor, o Sistema OCB pretende contribuir com o desenvolvimento da cultura da inovação dentro do setor, consolidando as iniciativas de sucesso e disseminando as oportunidades de inovação. Aliás, vale ressaltar que esses aspectos fazem parte das diretrizes estabelecidas no Congresso Brasileiro do Cooperativismo, realizado em maio de 2019”, comenta a coordenadora do núcleo de inovação do Sistema OCB, Samara Araujo.

Desafio - Para se inscrever, as coops interessadas vão precisar definir um desafio, afinal de contas, inovação é movida a ideias e bons problemas a serem resolvidos. Para compreender melhor sobre o que é um desafio e como ele pode ser identificado e até solucionado, clique aqui.

Parceria - O programa conta com a parceria das unidades estaduais do Sistema OCB, que tem o papel de contribuir com a identificação dos desafios, apoiar as coops na busca por outras coops interessadas em participar (mínimo de 5 coops por desafio) e potencializar a intercooperação. O programa InovaCoop Conexão com Startups também conta com a parceria da Innoscience.

Como participar - Para participar, é fácil. Basta que as coops interessadas sigam os seguintes passos:

1. Acesse a área exclusiva do programa para entender melhor;

2. Procure sua unidade estadual para facilitar a intercooperação;

3. Cadastre o desafio de sua cooperativa;

4. Comece a torcida para o desafio de sua coop ser selecionado!

(OCB)

 

COOPERATIVISMO: Panorama Coop traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 11 06 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras.

Novidades importantes - A edição desta semana tem novidades importantes. O Pronampe agora será permanente e as coops estão incluídas, podendo ser beneficiárias ou fomentadoras de crédito. Além disso, a aprovação de projeto pelo Congresso Nacional garantiu crédito para esta e para a próxima safra. E nesta edição, temos também as últimas notícias sobre a tramitação da Reforma Tributária. Aproveite a leitura!

Análise política - Nesta semana, a Análise Política traz as últimas atualizações sobre a aprovação do PLN 4/2021 pelo Congresso Nacional, com destaque para a liberação de recursos de equalização do crédito para esta e para a próxima safra. E temos outras boas notícias, como a sanção do Pronampe permanente, incluindo as cooperativas no rol de beneficiários e de fomentadores de crédito, e a aprovação na Câmara do PL 8.824/2017, que possibilita a atuação das cooperativas no mercado de telecomunicações. Confira essas e outras novidades a seguir!

Acesse a Análise Política

Clique aqui e acesse todas as análises anteriores!

Reforma tributária - Nesta semana, tivemos eventos e declarações dos principais responsáveis pela Reforma Tributária e o que se percebeu foi um alinhamento do discurso entre eles, demonstrando consenso e a definição de um plano de ação. Além disso, conhecemos a opinião de um novo ator-chave no processo. Quer saber quem? Leia nosso informativo semanal!

Acesse a Análise Tributária

Coops têm vocação natural para ampliar conectividade no campo - Élio, Ivone e Lucas Polo viram suas vidas serem transformadas em abril deste ano. Eles foram a primeira família do interior de Passo Fundo (RS) a receber conexão de internet fibra ótica fornecida pela Coprel Telecom em parceira com a prefeitura do município por meio do projeto Campo Conectado. “Ficamos muito felizes! Era algo que exigíamos há muito tempo”, afirma Élio. Segundo Ivone, “ter internet de boa qualidade em casa é muito importante. Estamos sempre precisando. Agrega muito”. Já Lucas, de 13 anos, não esconde o entusiasmo: “Ficou tudo melhor, desde assistir TV até jogar e estudar”, afirma.

Saiba mais!

OCB se torna parceira de cooperativa indiana - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e o presidente da cooperativa Indian Farmers Fertiliser Cooperative Limited (IFFCO), U S Awasthi, assinaram nesta terça-feira (8/6), um memorando de entendimento, que facilitará as parcerias comerciais entre a IFFCO e as cooperativas agropecuárias brasileiras. A reunião contou com a participação de representantes do cooperativismo agro, além de dirigentes da IFFCO. O documento assinado prevê o intercâmbio técnico, acadêmico e comercial entre cooperativas do Brasil e da Índia. A ideia é que OCB e IFFCO trabalhem em conjunto para fomentar o comércio entre cooperativas dos dois países, facilitando o acesso de cooperativas brasileiras ao mercado indiano e de cooperativas indianas no mercado brasileiro.

Leia mais!

Sistema de Desempenho já está disponível para coops - Você sabia que as cooperativas podem avaliar seu desempenho e fazer um benchmarking no segmento em que operam sem sair do lugar? Isso é possível, sim. Basta acessar o Sistema de Desempenho, uma ferramenta que permite gerar informações econômico-financeiras, sociais e ambientais, com acesso a um painel de gestão para analisar resultados e tomar decisões com mais certeza. Com a ferramenta, as cooperativas poderão, por exemplo, identificar a necessidade de adequação econômica-financeira; e realizar comparações dos resultados da sua coop com outras coops de mesma atividade econômica ou com empresas de mercado do mesmo segmento.

Saiba mais!

Clique aqui e confira o Panorama Coop em versão digital

 

COOPAVEL: Cooperativa reduz emissão de CO2 que equivale a cultivar floresta de mil hectares

coopavel 11 06 2021A Coopavel acaba de receber mais um reconhecimento nacional importante por suas posturas ligadas à sustentabilidade e ao meio ambiente. A cooperativa acaba de ser anunciada como um dos destaques da edição de 2021 da Premiação DSM de Sustentabilidade, ação criada para levar ao conhecimento dos usuários dos produtores que usam as enzimas Ronozyme DSM na produção animal o quanto é importante a decisão consciente sobre os ingredientes que são adicionados na dieta dos plantéis.

Redução das emissões - A edição de 2021 premia produtores e parceiros que fizeram uso das enzimas Ronozyme em 2019 e em 2020. No período, a Coopavel reduziu em 31.699 toneladas a emissão de CO2. Isso equivale a retirar das ruas 13.208 veículos, ao plantio de 821.016 árvores (corresponde a uma floresta de mil hectares) e a desligar 1.122.161 lâmpadas. O concurso existe desde 2015, e anuncia e compartilha resultados ambientais por meio da produtividade e da performance no campo.

Meio ambiente - “A Coopavel sempre observou com responsabilidades questões ligadas ao meio ambiente e à preservação dos recursos naturais. Estamos muito felizes com o resultado dessa ação e com o reconhecimento da DSM, empresa internacional que incentiva e impulsiona a adoção de atitudes voltadas à sustentabilidade. Esse prêmio nos motiva a seguir com nossa missão de produzir alimentos sustentáveis”, ressalta o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Números - Segundo a direção da DSM, a soma do total de enzimas Ronozyme utilizadas por todos os clientes em 2019 e 2020 gera números importantes. Foram reduzidas 646.928 toneladas de emissões de dióxido de carbono no meio ambiente. Isso equivale a tirar de circulação das ruas 269.553 veículos, a plantar 16.755.431 árvores ou ainda a apagar 22.901.246 lâmpadas. A meta da empresa é melhorar os indicadores a cada nova edição do prêmio. A DSM entende que, diante da estimativa de 9 bilhões de pessoas no mundo em 2050, apenas atitudes igualmente responsáveis permitirão alimentar a todos mesmo diante da limitação dos recursos naturais do planeta.

Digestibilidade - O gerente da fábrica de rações da Coopavel, Jurandir de Matos, explica que o uso de enzimas exógenas busca melhorar a digestibilidade de matérias-primas. Entre os benefícios estão melhorar a disponibilidade de nutrientes, como fósforo, cálcio, aminoácidos e energia para aves e suínos, além de melhor conversão alimentar e ganho de peso, otimizando custos de formulação e reduzir a eliminação de resíduos indesejáveis no ambiente (como fósforo e nitrogênio). O aspecto ambiental presente em tudo isso é relevante, conforme o gerente.

Fácil compreensão - O Prêmio DSM de Sustentabilidade é uma forma de tangibilizar benefícios sustentáveis prometidos pelo uso das enzimas Ronozyme. É uma maneira métrica, clara e objetiva de apresentar os benefícios e ganhos em sustentabilidade que um produtor alcança quando faz uso de escolhas sustentáveis na produção de proteína animal.

Cálculo - A redução de quilo CO2 e por quilo de peso vivo é calculada objetivamente e com uso de informação referenciada em organismos internacionais. O resultado ainda é convertido em métricas de fácil compreensão e percepção da grandeza e importância do uso de enzimas Ronozyme DSM na produção. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR I: Cooperativa conquista o selo Seed Solutions pela 3ª vez

A Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) da Cocamar Cooperativa Agroindustrial em São Sebastião da Amoreira, norte do Paraná, foi agraciada pelo terceiro ano consecutivo com o selo Seed Solutions, concedido pela empresa Basf.

Importância - O selo atesta a qualidade do tratamento industrial de sementes de soja realizado pela cooperativa, utilizando produtos daquela companhia. A prática previne a entrada de pragas em áreas de cultivo e tem grande importância no desenvolvimento de plantas vigorosas e sadias, além de proteger a semente desde o contato inicial com o solo até o início do crescimento das plantas, fazendo com que a proteção ocorra antes, durante e depois da germinação.

Visitas - Para fazer a entrega de um troféu que simboliza mais essa conquista, o representante técnico de vendas da Basf, Rafael Franciscatti, esteve na manhã de quinta-feira (10/06) em São Sebastião da Amoreira, onde foi recebido pelo gerente da UBS, Diogo Amaral. Antes ele havia visitado a Gerência Comercial de Insumos da Cocamar em Maringá, oportunidade em que falou sobre o reconhecimento com o gerente comercial de Sementes, Paulo André Câmara, e o analista Igor Casetta.

Excelência - “O prêmio envolve sementeiras de todo o Brasil e apenas um pequeno grupo é agraciado com a premiação pela excelência do seu trabalho”, afirmou Franciscatti. Segundo ele, o selo é algo que reforça ainda mais a confiança do produtor na semente.

Elevado padrão- O gerente Diogo Amaral comenta que a conquista do selo pelo terceiro ano seguido “comprova que estamos no caminho certo, seguindo o que determina o planejamento estratégico da Cocamar”. Ele acrescenta haver um conjunto de fatores para atingir esse objetivo, como uma equipe altamente preparada e comprometida em utilizar, por exemplo, a dosagem correta de produtos durante o tratamento industrial para manter o elevado padrão das sementes.

Capacitação e tecnologias - Para o supervisor operacional Eduardo Campos, a capacitação dos 25 colaboradores, que atuam em todos os segmentos daquela estrutura, é um dos fatores decisivos para esse sucesso. “As modernas tecnologias utilizadas fazem, também, a diferença no tratamento industrial de sementes”, completa.

Números - Em 2021 a UBS deve ofertar aos produtores cooperados 225 mil sacas de sementes de soja e 100 mil sacas de trigo. A Cocamar ingressou nesse segmento em 2018. (Imprensa Cocamar)

{vsig}2021/noticias/06/11/cocamar_I/{/vsig}

COCAMAR II: Lourenço destaca integração no arenito durante o Santa Brígida Open Farm

Em sua participação no Santa Brígida Open Farm, o Encontro Internacional de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), que começou na quarta-feira (09/06) e foi finalizado na quinta-feira (10/06) em formato virtual, o presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, fez um histórico do trabalho que vem sendo realizado há mais de duas décadas pela cooperativa para fomentar o sistema de integração nas regiões onde atua.

Produzir e preservar - Ao lado de Gustavo Lunardi, diretor da SLC Agrícola, e de Guillermo Carvajal, da Sustentabilidade da Syngenta, Lourenço discorreu sobre o assunto no painel "ILPF: Produzir e Preservar é Possível" que teve como mediador o presidente da John Deere Brasil, Paulo Herrmann.

Respaldo técnico - Segundo ele, o desafio de plantar grãos no arenito caiuá (faixa de solo arenoso que compreende grande parte do noroeste do Paraná) contou com o respaldo técnico de instituições de pesquisa, em meados da década de 1990. “Quando falávamos nisso, muita gente questionava, argumentando que culturas temporárias de grãos não eram adequadas para o arenito”, comentou.

Exigências - Hoje, são mais de 200 mil hectares com formatos integrados na região. Lourenço assinalou que a cooperativa impõe algumas exigências para os interessados, como a adoção de todas as tecnologias recomendadas pela cooperativa, como forma de minimizar riscos e potencializar resultados.

Faturamento - Números apresentados pelo presidente dão conta que as culturas de grãos (soja e milho) garantem atualmente um faturamento bruto anual de R$ 11 mil/hectare em média/ano, ao passo que a pecuária mantida em pastos degradados, de baixo retorno econômico, não obtém mais que R$ 1,100 mil /ano, dez vezes menos. “Houve um esgotamento da fertilidade do solo devido ao modelo extrativista”, explicou.

Potencial - Ele citou que no arenito há, ainda, ao menos 1,8 milhão de hectares com potencial para serem explorados com integração. “O noroeste paranaense é a região mais pobre do estado e a integração mostra que é possível gerar riquezas com a sinergia entre agricultura, pecuária e floresta.” Para ele, um dos obstáculos é a resistência dos pecuaristas detentores de terras, cenário que começa a mudar com a rentabilidade oferecida pelos grãos e também o assédio de arrendatários, que procuram terras para expandir seus cultivos.

Paolinelli - Na quinta-feira o principal destaque foi a participação do ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli, indicado este ano para o Prêmio Nobel da Paz.

A Rede - A realização é da Associação Rede ILPF, formada por Cocamar, Bradesco, Syngenta, Embrapa, Ceptis, Sementes Soesp e John Deere. (Imprensa Cocamar)

SICREDI RIO PARANÁ: Associada de Nova Londrina o ganha R$ 50 mil em sorteio do Seguro de Vida

A associada da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Sandra Silva dos Santos, moradora de Nova Londrina-PR, ganhou um reforço no orçamento com o sorteio do Seguro de Vida. A associada recebeu a entrega simbólica do cartão na quantia de R$ 50 mil da premiação.

Presenças - Estiveram presentes na entrega o diretor Executivo da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Vanderlei Oliveira, o assessor de Seguros da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Bruno Fuzzi, a gerente Regional de Desenvolvimento do Paraná da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Vanessa Gutowski, o presidente da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Jorge Guedes, o gerente da agência de Nova Londrina-PR, Fernando Moreira e o assessor de negócios da Icatu Seguros, Carlos Eduardo Pereira.

Segurança - Com os seguros Sicredi, os associados possuem mais segurança e tranquilidade no seu dia a dia, com coberturas e serviços que se adaptam ao estilo de vida de cada um, com uma série de coberturas e assistências diferenciadas. Além disso, as diferentes opções oferecem assistências específicas que garantem mais conforto e comodidade ao segurado e sua família.

Prêmios - Além de todos os benefícios e segurança que um Seguro traz, ao adquirir o produto, o associado tem a oportunidade de concorrer também a prêmios em dinheiro. Os sorteios são semanais e mensais, dependendo da modalidade contratada, com premiação de até R$ 50 mil. Esta iniciativa é uma parceria do Sicredi com a Icatu Seguros.

Sorteios - Os sorteios são realizados pela Loteria Federal sempre nos últimos quatro sábados de cada mês. Você concorre com seu número da sorte, constante no seu certificado entregue após a contratação do seguro. Para ganhar, o número da sorte deve ser igual à sequência numérica formada pelos últimos algarismos dos cinco primeiros prêmios da extração da Loteria Federal.

Mais - Para saber mais visite uma de nossas agências, chame pelo WhatsApp (51) 3358-4770 ou acesse https://www.sicredi.com.br/site/seguros/para-voce/. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

{vsig}2021/noticias/06/11/sicredi_rio_parana/{/vsig}

CONAB: Clima afeta culturas de segunda safra e produção deve chegar a 262,13 milhões de toneladas

conab 11 06 2021As condições climáticas adversas registradas durante o cultivo da segunda safra afetaram as estimativas de produtividade nas lavouras. Com isso, a expectativa é que a produção atinja 262,13 milhões de toneladas no período 2020/2021, segundo o 9º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (10/06), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar da queda de 9,57 milhões de toneladas comparada à estimativa do mês anterior, o volume total a ser colhido ainda é superior à safra passada.

Milho - Principal cultura cultivada na segunda safra, o milho deve apresentar uma redução na produtividade impactado pela baixa ocorrência de chuvas entre os meses de abril e maio. Com isso, a estimativa é que a produção total do cereal chegue a 96,4 milhões de toneladas, sendo 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, 69,9 milhões na segunda e 1,7 milhão na terceira, uma redução de 6% sobre a produção de 2019/20. A queda esperada se deve, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, em consequência, o plantio de uma grande parte da área do milho segunda safra fora da janela indicada.

Soja - A soja é outro produto de destaque na produção nacional. Com a colheita da oleaginosa encerrada, a produção é um novo recorde estimado em 135,86 milhões de toneladas, 8,8% superior à produção da safra 2019/20, o que representa um acréscimo de 11 milhões de toneladas. O resultado garante o Brasil na posição de maior produtor mundial da leguminosa.

Feijão - Para o feijão, a Conab espera que a colheita se mantenha próxima a 3 milhões de toneladas. Com a produção de 3 safras ao longo do período analisado, apenas a primeira foi encerrada. A segunda ainda está sendo colhida e a terceira está em fase de semeadura. Outro importante produto para os brasileiros, o arroz tem produção estimada em 11,6 milhões de toneladas, aumento de 4% frente ao volume produzido na safra anterior.

Culturas de inverno - No caso das culturas de inverno, o plantio foi iniciado em abril e intensificado em maio. Destaque para o trigo, produto no qual as estimativas preliminares indicam uma área plantada de 2,5 milhões de hectares e uma produção de 6,94 milhões de toneladas.

Área - De acordo com o levantamento da Conab, a área plantada deve apresentar um crescimento de 4,2% em comparação com a safra anterior, chegando a 68,7 milhões de hectares. Destaque para a soja, com aumento de 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,4%, o que corresponde a 1,15 milhão de ha.

Mercado - O balanço mensal do levantamento da Conab indica uma nova redução dos estoques finais de algodão, feijão e milho em relação à última estimativa de maio de 2021, enquanto que há a previsão de estabilidade nos estoques finais de trigo para o ano safra que se encerra em julho.

Âmbito externo - No âmbito externo, o algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. As exportações no acumulado de janeiro a maio de 2021 aumentaram 65% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já para o milho a expectativa de exportações foi reduzida de 35 milhões de toneladas para 29 milhões de toneladas na safra atual, queda de 15% em relação à última estimativa. Diante deste cenário, a estimativa é que o estoque de passagem do cereal fique próximo a 7,6 milhões de toneladas. Quanto à soja, a Conab estima a venda de 86,6 milhões de toneladas para o mercado externo. Confirmada a previsão, será um recorde da série histórica. Por fim, para o arroz, as exportações em abril estão em ritmo 20% menor quando comparado com o mesmo mês do ano passado. No acumulado até maio também observa-se a queda de 68% no volume exportado, o que corrobora com a previsão de redução de 28% das exportações de arroz este ano estimadas pela Companhia. (Conab)

Acesse a íntegra do Boletim do 9º Levantamento – Safra 2020/21.

FOTO: Banco de imagens CNH

 

IBGE: Estimativa de maio prevê safra recorde de 262,8 milhões de toneladas em 2021

ibge 11 06 2021A safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve chegar ao recorde de 262,8 milhões de toneladas em 2021, segundo a estimativa de maio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira (10/06) (10) pelo IBGE. O resultado trouxe a segunda queda consecutiva na estimativa mensal este ano. Mesmo assim, a produção de 2021 deve ser 3,4% superior à do ano passado, que alcançou 254,1 milhões de toneladas.

Queda - Em relação à estimativa de abril, houve queda de 1,7 milhão de toneladas (-0,6%). De acordo com o analista da pesquisa, Carlos Barradas, a retração se deve ao atraso na colheita da soja, que reduziu a janela de plantio do milho. Essa mudança deixou as lavouras mais dependentes do clima e, devido à baixa ocorrência de chuvas em estados produtores, a produção foi prejudicada.

Segunda safra de milho - “Esse atraso acabou afetando a segunda safra do milho, que vem depois da colheita da soja. Então essa queda pode ser explicada pelo plantio fora da época ideal de boa parte das lavouras e pela falta de chuvas, principalmente, no Paraná e no Mato Grosso”, diz o pesquisador.

Representatividade - Atualmente, a segunda safra do milho corresponde a 73,9% da produção total do grão. Em maio, a estimativa da produção dessa safra caiu 4,4% em relação a abril, declínio de 3,4 milhões de toneladas. Comparado ao que foi produzido em maio do ano passado, é uma queda de 4,3%.

Produção total - Somando as duas safras, o milho deve chegar à produção de 99,2 milhões de toneladas, queda de 3,2% na comparação com a estimativa de abril. A produção total também deve ser 3,9% menor do que a do ano passado, apesar dos aumentos de 6,0% na área plantada e de 6,2% na área a ser colhida.

Um dos principais - O milho é um dos três principais produtos do grupo de grãos, cereais e leguminosas. Os outros dois são o arroz e a soja. Juntos, eles representam 92,6% da produção e respondem por 87,7% da área a ser colhida. A cultura com maior participação nesse volume de produção é a soja, cuja safra deve ser recorde este ano, ao chegar a 132,9 milhões de toneladas. É um aumento de 9,4% frente à produção de 2020, o que representa 11,4 milhões de toneladas a mais. Também houve aumento de 0,7% na comparação com a estimativa de abril.

Recordes - “Tanto a produção total de grãos, de 262,8 milhões de toneladas, quanto a produção de soja, com 132,9 milhões, são recordes na série histórica do LSPA. Esse aumento na produção da soja é, principalmente, consequência do preço do grão no mercado internacional, que está bom. Com isso, o produtor aumentou as áreas de plantio”, explica Barradas.

Arroz - Outra estimativa de produção que cresceu em relação a abril foi a do arroz (2,4%), que deve chegar a 11,4 milhões de toneladas. De acordo com o analista do LSPA, essa produção será suficiente para abastecer o mercado interno. Em 2020, os preços do cereal tiveram alta devido ao aumento do consumo interno e do crescimento das exportações. Neste ano, a produção do arroz deve ser 2,8% superior à do ano passado.

Irrigado - “Como a maior parte do arroz produzido no Brasil é irrigado, ele não depende tanto do clima. Mas, na época de colheita, o ideal é que não chova para não atrapalhar os trabalhos mecânicos. Foi isso o que aconteceu no Rio Grande do Sul, que é responsável pela maior parte (70,2%) da produção brasileira desse grão”, analisa o pesquisador.

Feijão - Ele ressalta que a produção de feijão, estimada em 2,9 milhões de toneladas, também deve atender ao consumo interno. A estimativa é 2,3% menor do que a de abril, mas fica muito próxima do que foi produzido no ano anterior, com retração de 577 toneladas.

Estimativa - A estimativa da produção do algodão também diminuiu em relação à previsão do mês anterior e, em maio, foi de 5,7 milhões de toneladas (-3,4%). Já a estimativa da produção do café cresceu 4,3% frente a abril. Mas comparado ao que foi produzido em 2020, a queda é de 21,0%.

Duas espécies - No Brasil, há o cultivo de duas espécies de café. A produção do café arábica deve chegar a 2,0 milhões de toneladas, crescimento de 6,0% em relação ao mês anterior e declínio de 29,3% frente ao total produzido em 2020.

Bienalidade - “Esse declínio se deve à bienalidade negativa da safra em 2021. O café é uma cultura que produz muito em um ano e produz menos no ano seguinte. Em 2020 tivemos um recorde de produção de café arábica, a maior da série histórica da pesquisa. E como houve essa produção grande no ano passado, a queda já era esperada este ano”, diz.

Conillon - Já a produção do café canephora, também conhecido como conillon, deve somar 919,8 mil toneladas, aumento de 0,9% frente à previsão de abril e de 6,3% em relação a 2020.

Produção do Centro-Oeste deve cair 1,8% em 2021 - Quatro das cinco grandes regiões tiveram aumento em suas estimativas de produção em relação à safra de 2020: Sul (10,8%), Sudeste (6,0%), Nordeste (5,3%) e Norte (1,4%). Já o Centro-Oeste, que responde por 45,5% da produção nacional de grãos, leguminosas e oleaginosas, deve ter recuo de 1,8% na quantidade total produzida. A participação na produção tem a seguinte distribuição entre as outras regiões: Sul (30,8%), Sudeste (10,4%), Nordeste (9,1%) e Norte (4,2%).

Liderança - Entre as unidades da Federação, o Mato Grosso lidera, com uma participação de 26,9% na produção total do país, seguido pelo Paraná (14,6%), Rio Grande do Sul (13,9%), Goiás (9,8%), Mato Grosso do Sul (8,4%) e Minas Gerais (6,5%), que, somados, representaram 80,1% do total nacional.

Capacidade dos estoques varia -0,1% no 2º semestre de 2020 Também divulgada nesta quinta-feira (10/06) pelo IBGE, a Pesquisa de Estoques mostrou uma queda de 0,1% no total de capacidade útil disponível para armazenamento no Brasil, no segundo semestre de 2020 frente ao semestre anterior, chegando a 176,3 milhões toneladas. O Mato Grosso continua possuindo a maior capacidade de armazenagem do país, com 43,6 milhões de toneladas. O Rio Grande do Sul e o Paraná aparecem logo depois, com 32,7 e 32,1 milhões de toneladas de capacidade, respectivamente.

Tipos de armazenamento - Quanto aos tipos de armazenamento, a pesquisa mostrou que os silos seguem predominando, tendo alcançado 87,3 milhões de toneladas (49,5% da capacidade útil total). Na sequência, aparecem os armazéns graneleiros e granelizados, que atingiram 66,1 milhões de toneladas de capacidade útil armazenável e os armazéns convencionais, estruturais e infláveis, com 22,9 milhões de toneladas.

Sobre o LSPA - Implantado em novembro de 1972 com o propósito de atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais, o LSPA fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o país. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro. Acesse os dados no Sidra.

Sobre a Pesquisa de Estoques - A pesquisa, que abrange todo o país, tem o objetivo de fornecer informações estatísticas sobre volume e distribuição espacial dos estoques de produtos agrícolas armazenáveis básicos, além das unidades onde são guardados. Os dados levantados pela Pesquisa de Estoques são essenciais para gestores públicos e privados e têm relação com questões de segurança alimentar. As informações são fornecidas pelo proprietário, funcionário capacitado ou contador do estabelecimento pesquisado e são respondidas de forma presencial, por telefone, e-mail ou por meio de questionário online. Os resultados são divulgados a cada semestre. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: AgroBrazil

 

INFRAESTRUTURA: Derrocagem em Paranaguá trará segurança para navegação e meio ambiente no Litoral

infraestrutura 11 06 2021A Portos do Paraná se preparara para realizar ainda neste mês uma das obras mais aguardadas pela comunidade portuária: a derrocagem de uma pequena parte da Pedra da Palangana vai dar mais segurança para a navegação e para o meio ambiente. Com a remoção dos pontos mais rasos do complexo de rochas subterrâneas, o risco de encalhe de navios e desastres ambientais será minimizado. A profundidade atual, que no trecho mais crítico é inferior a 12 metros, será atualizada e a expectativa é que passe para 14,6 metros.

Protocolos de segurança - “A obra seguirá todos os protocolos de segurança e será realizada de forma controlada, com todos os cuidados para o meio ambiente, para a população que vive nas proximidades e para o porto. Não será feita a explosão de todo o complexo, que tem mais de 200 mil metros cúbicos. Mas a remoção de apenas 22,3 mil metros cúbicos, cerca de 12% do total”, explica Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da empresa pública que administra a área.

Crescimento - “Todos os esforços são no sentido de que o crescimento da atividade portuária aconteça de maneira sustentável. Mais de 44% de todos os empregos da região estão ligados aos portos e a arrecadação dos municípios tem como base os impostos pagos pelas empresas que atuam no setor. O porto, para se manter competitivo e manter estes postos de trabalho, precisa realizar obras - seguindo rigorosamente as recomendações dos órgãos ambientais, com programas de mitigação dos impactos e total transparência com a comunidade”, completa.

Investimento - O investimento previsto é de quase R$ 23 milhões e a licença para a execução foi concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O órgão avaliou e autorizou os programas de monitoramento, ações mitigadoras e compensatórias para a obra.

Licença - A derrocagem está inserida na Licença de Instalação 1144/2016, da dragagem de aprofundamento de 2017/2018, e seguiu todos os passos exigidos pela legislação, incluindo a realização de audiência pública e programas de comunicação social.

Cuidados - “Uma equipe de profissionais especializados e multidisciplinares vai adotar todos os cuidados para evitar animais na área, durante as atividades do derrocamento, usando cortinas de bolhas, fechamento de tocas, emissão de vibrações sonoras subaquáticas, entre outras técnicas que são adotadas para o afugentamento temporário da fauna do local”, destaca João Paulo Ribeiro Santana, diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná.

O que é? - Nesta obra, serão removidas seis partes de pontos rasos do maciço de rochas, que somam 22,3 mil metros cúbicos em volume. A menor delas tem 361 metros cúbicos e a maior 8 mil. As rochas são parte do complexo conhecido como “Pedra da Palangana” e estão localizadas no canal principal de acesso ao Porto de Paranaguá, o Canal da Galheta, um pouco à frente do Terminal de Contêineres.

Desmonte - O desmonte de cada maciço será realizado de forma separada. O procedimento vai funcionar da seguinte forma: uma embarcação vai perfurar vários pontos nas rochas para instalar os dispositivos de desagregação que irão fragmentar as rochas.

Medidas - Antes da instalação, serão adotadas medidas de mitigação dos impactos sobre a fauna, que incluem o mergulho de especialistas para verificar se existem peixes ou outros animais marinhos. Nessa fase, também serão utilizados dispositivos acústicos (pingers) para repelir golfinhos e botos do local.

Passo seguinte - O passo seguinte é a instalação de uma cortina de bolhas, que reduz o impacto da explosão e impede a reaproximação dos animais. O equipamento é como uma mangueira, preenchida com ar, e é instalado ao redor do maciço a ser desmontado, isolando a área.

Verificação - Antes da detonação, os mergulhadores permanecem espaçados para continuar a verificação da área. Somente após todas essas etapas, os dispositivos de desagregação são acionados, de forma sequencial, para reduzir os impactos da detonação.

Recolhimento - Depois disso, uma draga mecânica equipada com guindaste e grab (concha) ou escavadeira recolhem os pedaços menores das rochas e os depositam em uma barcaça com cisterna. Já em terra, as rochas serão recicladas através de britagem e poderão ser usadas em obras nas cidades do Litoral.

Meio ambiente - Todo o procedimento é acompanhado – desde a contratação, até um ano após a conclusão da obra – por um monitoramento ambiental específico. Os programas incluem o acompanhamento da comunidade planctônica, bentônica, ictiofauna, carcinofauna, cetáceos e quelônios, além de monitoramento da variação de pressão da coluna d’água e ruídos subaquáticos.

Redes de pesca - Antes de cada desmonte, durante a noite, redes de pesca serão colocadas próximas às rochas e os peixes capturados serão transferidos para longe do local das obras. Mergulhadores também vão verificar a presença de animais e tocas, seguindo todos os cuidados para o bem-estar e segurança dos mesmos.

Observadores - Quatro observadores de bordo farão o avistamento de botos e golfinhos antes e durante as obras. Se um animal se aproximar a uma distância inferior a 1.000 metros da obra, ela será paralisada.

Pescadores - Além das etapas de audiência pública, realizadas para obtenção da Licença de Instalação 1144/2016, os pescadores da região foram convidados para a apresentação das obras e recebem os materiais de comunicação sobre o tema. Novas visitas serão feitas às comunidades pesqueiras para esclarecer possíveis dúvidas restantes.

Localização - A área de desmonte das rochas está localizada no canal de navegação, sendo destinada para acesso dos navios ao porto e, por motivos de segurança, a pesca é proibida pela Marinha. Ainda assim, todas as prevenções para evitar acidentes serão adotadas e as atividades terão o apoio da Capitania de Portos para evitar o fluxo de pequenas embarcações nos momentos de desmonte.

Operação - Nos momentos em que a obra ocorrer dentro do limite do canal de navegação, o mesmo estará obstruído pelos equipamentos e a passagem de embarcações estará impedida. Nesta situação, para permitir as manobras dos navios na região, haverá a suspensão das operações de derrocamento dentro do canal, considerando uma janela diária para as manobras: entre as 4 horas antecedentes à preamar, estendida até 2 horas após a preamar (total de 6 horas).

Fluxo de navios - Adicionalmente, parte do fluxo de navios será feito pelo canal de acesso alternativo, o Surdinho, que já recebe nova sinalização náutica. Graças à dragagem realizada no ano passado, o trecho conta hoje com calado de 12 metros e garante a segurança na entrada e saída de navios de grande porte.

Após a obra - Finalizada a obra, a empresa fará uma batimetria de categoria A, que mede a profundidade da área e é usada para garantir a segurança e a eficiência do tráfego de embarcações. Os resultados desta medição serão encaminhados à Marinha para validação e determinação de um novo calado, que corresponde à altura de água necessária para o navio flutuar livremente. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / ANPr

 

SERVIÇOS: Setor avança 0,7% em abril, mas ainda está abaixo do patamar pré-pandemia

servicos 11 06 2021O volume de serviços cresceu 0,7% na passagem de março para abril, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada, nesta sexta-feira (11/06), pelo IBGE. Com isso, o setor recuperou uma pequena parte da queda registrada em março (-3,1%), mas ainda está 1,5% abaixo do patamar de fevereiro do ano passado, período pré-pandemia.

Abril de 2020 - Na comparação com abril de 2020, o volume de serviços avançou 19,8%, segunda taxa positiva seguida e a mais intensa da série histórica, iniciada em janeiro de 2012. No acumulado do ano, o setor cresceu 3,7%, interrompendo três quadrimestres seguidos de taxas negativas. Em 12 meses, ao passar de -8,0% em março para -5,4% em abril, manteve a trajetória ascendente iniciada em fevereiro.

Atividades - O resultado do setor em abril foi puxado por apenas duas das cinco atividades investigadas: informação e comunicação (2,5%), impulsionada pelos segmentos de tecnologia da informação e telecomunicações; e serviços prestados às famílias (9,3%), liderados, principalmente, pelos restaurantes.

Relativizado - “Esse resultado dos serviços prestados às famílias deve ser relativizado, já que em março eles caíram 28,0%, no momento em que houve decretos estaduais e municipais que restringiram o funcionamento de algumas atividades para controle da disseminação do vírus. Isso fez o consumo reduzir significativamente naquele mês, então em abril houve um crescimento maior por conta da base de comparação muito baixa”, analisa o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Recuo - Entre as outras atividades, os serviços profissionais, administrativos e complementares recuaram 0,6%, segunda taxa negativa seguida no período março-abril (-2,0%). Outros serviços também caíram 0,9%, eliminando pequena parte do ganho acumulado de 6,2% entre fevereiro e março. Já o setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio ficou estável (0,0%), após ter recuado 3,1% em março.

Região - Regionalmente, 13 das 27 unidades da federação cresceram no volume de serviços em abril, frente ao mês anterior. Entre os locais com taxas positivas, o impacto mais importante veio de São Paulo (0,5%), seguido por Distrito Federal (4,8%) e Paraná (1,5%). Por outro lado, Minas Gerais (-1,0%) e Mato Grosso (-2,4%) registraram as principais retrações no período.

Interanual - Na comparação interanual, todas as atividades tiveram taxas recordes - Já em relação a abril de 2020, o setor de serviços, ao avançar 19,8%, registrou a taxa mais intensa da série, iniciada em 2012. Todas as cinco atividades pesquisadas mostraram expansões recordes. Esse resultado foi influenciado, em grande medida, pela baixa base de comparação, já que em abril do ano passado o setor de serviços havia recuado 17,3%.

Contribuição positiva - Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (30,7%) tiveram a principal contribuição positiva sobre o volume total de serviços, impulsionados pelo aumento de receita das empresas de transporte rodoviário de cargas, gestão de portos e terminais, rodoviário coletivo de passageiros, transporte aéreo, concessionárias de rodovias, correio nacional e operação de aeroportos.

Bom desempenho - “Se por um lado, os segmentos de transportes de carga e de apoio logístico mantêm o bom desempenho iniciado em meados do ano passado, por outro, o transporte de passageiros se beneficia agora da baixa base de comparação, uma vez que abril de 2020 foi o primeiro mês em que se vivenciou na sua integralidade as medidas de isolamento social, provocando, com isso, a brusca redução da mobilidade da população nos diversos modais de transporte a fim de se evitar o rápido espalhamento da Covid-19”, acrescenta Rodrigo Lobo.

Demais - As demais contribuições positivas sobre o índice geral ficaram com os serviços de informação e comunicação (12,8%), os profissionais, administrativos e complementares (10,9%), os prestados às famílias (65,8%) e os outros serviços (16,8%).

Mais sobre a pesquisa - A PMS produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação. Há resultados para o Brasil e todas as unidades da federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Vanderlei Farias / Secom Cascavel

 

servicos tabela 11 06 2021

 

ABRAS: Vendas nos supermercados crescem 4% no primeiro quadrimestre

abras 11 06 2021As vendas nos supermercados registraram um crescimento de 4% no primeiro quadrimestre de 2021 na comparação com o mesmo período do ano passado. No mês de abril ante o mesmo mês de 2020, houve crescimento de 2,77%. Já em relação a março de 2021, a pesquisa aponta queda de 4,82%, devido a abril ter um dia a menos do que o mês anterior. Os dados são do Índice Nacional de Consumo dos Lares Brasileiros Abras, divulgado nesta quinta-feira (10/06) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Auxílio emergencial - De acordo com o vice-presidente Administrativo e Institucional da Abras, Marcio Milan, a alta das vendas já reflete a volta do auxílio emergencial pago às famílias, e está em linha com as projeções da associação. “Na comparação de abril de 2021 com abril do ano passado, a evolução de 2,77% é sólida porque é calculada sobre um movimento intenso das famílias que buscaram abastecer as casas diante dos primeiros reflexos da pandemia”, disse.

Volta gradativa - Milan explicou que a queda das vendas no mês de abril está relacionada ao fato de uma volta gradativa à normalidade e à diminuição de pessoas ainda em trabalho remoto, o que aumenta o consumo de refeições fora de casa.

Fechamentos temporários - “Os fechamentos temporários de lojas decretados por prefeituras também influenciaram o resultado, e levaram os supermercados a enfrentar o problema inclusive com ações na Justiça para garantir o funcionamento dos estabelecimentos, já que a alimentação é direito essencial e os supermercados estão trabalhando para garantir o acesso dos consumidores aos produtos com respeito aos protocolos de saúde e toda segurança”, disse Milan.

Preços - Segundo o Abrasmercado, levantamento de preços de uma cesta composta por 35 produtos mais vendidos nos supermercados, o conjunto desses itens apresentou aumento de 0,92% em abril ante março, passando a valer R$ 643,67, contra R$ 637,82 do mês de março.

Maiores quedas - As maiores quedas nos preços da cesta em abril foram registradas na batata (7,92%), pernil (5,96%), extrato de tomate (2,16%), arroz (2,07%) e queijo prato (1,95%). As maiores altas foram margarina cremosa (4,99%), tomate (4,50%), biscoito cream cracker (3,92%), cebola (3,05%) e papel higiênico (2,96%).

Acumulado do ano - De acordo com os dados, no acumulado do ano o tomate teve baixa de 20,88%, e o pernil baixou 8,91%. Já as altas de janeiro a abril ficaram por conta da cebola (46,10%), do ovo (11,43%) e do açúcar (9,66%).

Pesquisa - De acordo com Marcio Milan, o consumidor está mais atento aos preços, faz pesquisa e tem buscado substituir itens das compras que estejam mais caros por alternativas de qualidade. “É o caso da carne suína que, até pela baixa de preço, tem se apresentado como alternativa aos cortes bovinos. O frango congelado que agora teve nova baixa de 0,96%, também é opção”, disse Milan.

Estimativa - As estimativas da Abras são que os supermercados devem crescer 4,5% ao final de 2021, entretanto esse percentual deve ser revisado no final de junho para o fechamento do ano. Entre os fatores que devem influenciar no índice, estão o pagamento antecipado da primeira parcela do décimo terceiro de aposentados e pensionistas e o primeiro lote de restituição do Imposto de Renda. “A possibilidade da prorrogação do auxílio emergencial até setembro é outro fator que irá influenciar os resultados”, ressaltou. (Agência Brasil)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

ECONOMIA: Taxa de juros teve elevação em maio para pessoas física e jurídica

economia 11 06 2021A taxa média de juros das operações de crédito registrou alta no mês de maio tanto para as pessoas físicas como para as jurídicas. De acordo com pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), divulgada nesta quinta-feira (10/06), a taxa de juros média geral para pessoa física apresentou elevação de 1,38% no mês, passando de 5,8% (96,71% ao ano) em abril para 5,88% ao mês (98,50% ao ano) em maio. É a maior taxa de juros desde dezembro de 2019.

Pessoas jurídicas - Para as pessoas jurídicas, também houve registro de elevação nos juros. A taxa média geral para empresas apresentou uma elevação de 1,63% no mês, passando de 3,07% ao mês (43,74% ao ano) em abril para 3,12% ao mês (44,58% ao ano) em maio, a maior taxa de juros desde março de 2020.

Elevações - Segundo o diretor executivo de Estudos e Pesquisas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, as elevações podem ser atribuídas à expectativa de novas elevações da taxa básica de juros (Selic) frente a uma inflação maior, à provável elevação dos índices de inadimplência, e ao anúncio das elevações dos impostos das instituições financeiras da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), em 2021.

Inadimplência - “Essa provável inadimplência pode ocorrer por causa do fim das carências nos empréstimos, como pausas e carência nas negociações de dívidas; desemprego elevado; fim do pagamento dos auxílios emergenciais; elevação da inflação e seus efeitos na renda; e maior seletividade dos bancos na concessão de crédito”, destacou. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SUSTENTABILIDADE: Governador sanciona lei que institui o Plano Estadual de Resíduos Sólidos do Paraná

sustentabilidade 11 06 2021A partir desta quinta-feira (10/06), o Paraná passa a contar com uma política mais robusta de resíduos sólidos. A Lei 20.607/2021, que institui o Plano Estadual de Resíduos Sólidos do Estado do Paraná - PERS/PR, foi sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, após ampla discussão com a sociedade civil e os deputados estaduais.

Orientação - A política pública orienta caminhos, estratégias, diretrizes e ações sobre o consumo, coleta, reciclagem, tratamento e destinação dos resíduos sólidos no território estadual. Um dos pilares é a gestão democrática, por meio da participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade, desde a elaboração até a fiscalização e avaliação do plano.

Órgão responsável - A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) será o órgão responsável pela gestão do plano e o Instituto Água e Terra (IAT) pela execução das ações programadas. O PERS/PR norteia as decisões e ações a respeito da gestão dos resíduos no Estado e tem como base a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei Federal n° 12.305/2010.

Referência - “Queremos transformar o Paraná em referência na gestão dos resíduos, de olho na melhoria da qualidade de vida e da responsabilidade ambiental”, destacou o secretário de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes. “Precisamos tratar os resíduos de forma adequada e planejada para minimizar os impactos ambientais e ser um grande gerador de emprego e renda para o Estado”.

Resultado - A construção do Plano Estadual teve início em 2011 e é resultado do esforço de vários profissionais de diversos órgãos públicos e empresas. “Fóruns, oficinas e vistorias técnicas foram realizados durante a construção do Plano, que hoje é um marco na gestão de resíduos sólidos no Paraná, consolidando políticas já existentes, bem como possibilitando a implementação de novas ideias”, disse o coordenador de Gestão Ambiental da Sedest, Charles Carneiro.

Transferência de recursos - A partir da lei, o Estado poderá transferir recursos voluntariamente aos municípios para gestão de resíduos sólidos, conceder garantias às operações de crédito para a gestão de resíduos sólidos em todas as suas etapas, fomentar o uso de diferentes tecnologias de tratamento, além de estabelecer diretrizes e fornecer meios para criação do Fundo Estadual e Fundos Municipais de Resíduos Sólidos.

Mudanças - O PERS/PR engloba oito grandes grupos de resíduos: sólidos urbanos (domiciliares, de limpeza urbana e de estabelecimentos comerciais), da saúde, da construção civil, de serviços de transporte, da mineração, do saneamento básico, industriais e agrossilvopastoris.

Identificação - A partir do plano, os grandes geradores serão identificados e deverão ser integralmente responsáveis pelo gerenciamento ambiental adequado dos resíduos por eles gerados, assim como as empresas com responsabilidade de realizar logística reversa.

Avanço - Outro avanço da lei é a necessidade das empresas terem um Plano de Logística Reversa (PLR) aprovado pela Sedest para obterem ou renovarem o licenciamento ambiental de operação.

Priorização - O plano reforça a priorização das etapas de não geração, redução, reutilização, coleta seletiva e reciclagem, além da necessidade de recuperação da fração orgânica sempre que possível. Também estimula todas as formas de tratamento de resíduos, incluindo as rotas mecânicas, biológicas e térmicas, e reforça o papel das associações de catadores e a necessidade de apoio do poder público.

Abrangência - O PERS/PR abrange todos os 399 municípios e tem prazo de vigência indeterminado, com horizonte de atuação de 20 anos. Ele deverá ser atualizado/revisado a cada quatro anos. A participação popular deve ser garantida, desde a elaboração, até a fiscalização. O Plano Estadual de Resíduos Sólidos pode ser acessado no site da Sedest.

Logística reversa - Uma das diretrizes do plano é fortalecer a logística reversa de embalagens pós-consumo e a economia circular. A logística reversa é um conceito que trata da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, em especial a etapa pós-consumo. Todos têm responsabilidade: fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e consumidores.

Caminho inverso - Como o nome sugere, na logística reversa, os resíduos seguem o caminho inverso, ou seja, após seu consumo o retorno até sua origem. “Todos ganham com essa iniciativa. As empresas economizam em matéria-prima, aumenta a produtividade, as oportunidades de trabalho e menos resíduo é descartado de maneira incorreta em aterros sanitários, tornando o processo mais sustentável”, reforçou a diretora-geral da Sedest, Fabiana Campos.

Plataforma digital - Outro objetivo é a utilização da plataforma digital oficial do Estado para registro online de informações sobre resíduos sólidos. A primeira versão foi desenvolvida entre os anos de 2012 e 2013, junto com o PGIRSU/PR - 2012, e estava inativa, mas agora recebe uma série de melhorias, ampliações e atualização e passa a se chamar CONTABILIZANDORESIDUOS.

Módulos - Essa nova plataforma online hospedada em ambiente eletrônico tem dois módulos, sendo um para municípios e outro para empresas.

Municípios - O módulo Municípios permitirá registrar e diagnosticar informações e definir melhor e com maior grau de acerto as ações a serem realizadas em cada microrregião do Estado, auxiliando os próprios municípios na sua gestão.

Empresas - O módulo Empresas foi criado para que sejam inseridas informações, acordos setoriais e termos de compromissos firmados com os setores responsáveis por logística reversa, bem como seus relatórios anuais de desempenho. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Félix Leal / AEN

 

SAÚDE I: Brasil registra 17,2 milhões de casos de Covid-19 e 482 mil óbitos

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (10/06) números atualizados sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem no acumulado 17,2 milhões de casos confirmados da doença e 482 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 15,6 milhões.

Novos casos - Em 24 horas, o ministério registrou 88 mil novos casos e 2.504 mortes. De acordo com o Ministério da Saúde, 3,8 mil casos estão em investigação.

Estados - O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 3,4 milhões de casos e 116 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (1,6 milhão de casos e 42 mil óbitos); Paraná (1,1 milhão casos e 27,7 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (1,1 milhão de casos e 29,3 mil óbitos).

Vacinação - Até o momento, foram enviadas a estados e municípios 109,294 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 71 milhões de doses, sendo 49,5 milhões da primeira dose e 21,46 milhões da segunda dose. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 11 06 2021

SAÚDE II: Paraná registra 4.694 novos casos de Covid-19 e 243 óbitos

saude II 11 06 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (10/06) mais 4.694 casos e 243 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.131.002 casos e 27.629 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (142), fevereiro (36), março (58), abril (93), maio (757) e junho (3.583) e dos seguintes meses de 2020: junho (1) e dezembro (24).

Internados - O informe relata que 2.944 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.244 em leitos SUS (988 em UTI e 1.256 em enfermaria) e 700 em leitos da rede particular (372 em UTI e 328 em enfermaria).

Exames - Há outros 3.163 pacientes internados, 1.145 em leitos UTI e 2.018 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 243 pacientes. São 91 mulheres e 152 homens, com idades que variam de 14 a 95 anos. Os óbitos ocorreram de 07 de março a 10 de junho de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (45), Londrina (19), Apucarana (13), Cambé (12), Arapongas (11), Ubiratã (10), Maringá (7), Ibiporã (5), Itaipulândia (5), Paranaguá (5), Sarandi (5), Guarapuava (4), Irati (4), Umuarama (4), Araucária (3), Colombo (3), Pinhais (3), Santana do Itararé (3), Adrianópolis (2), Agudos do Sul (2), Almirante Tamandaré (2), Cascavel (2), Castro (2), Cornélio Procópio (2), Ibaiti (2), Iporã (2), Mandaguaçu (2), Matinhos (2), Palmas (2), Paranavaí (2), Pitanga (2), Santo Antônio da Platina (2), Sertanópolis (2), São José dos Pinhais (2) e Telêmaco Borba (2).

Uma morte - O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Ampére, Araruna, Astorga, Bandeirantes, Bela Vista do Paraíso, Borrazópolis, Califórnia, Campo Largo, Campo Mourão, Catanduvas, Cianorte, Coronel Vivida, Curiúva, Foz do Iguaçu, Guaraci, Guaratuba, Imbituva, Iracema do Oeste, Itapejara d'Oeste, Ivaiporã, Ivaí, Jaguapitã, Japurá, Juranda, Lobato, Lupionópolis, Mamborê, Mandaguari, Marialva, Maripá, Mauá da Serra, Medianeira, Moreira Sales, Nova Olímpia, Ourizona, Paiçandu, Palmeira, Paraíso do Norte, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Porecatu, Prado Ferreira, Quatiguá, Rio Negro, São Miguel do Iguaçu, Terra Rica, Tibagi e Tomazina.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.023 casos de pessoas que não moram no Estado – 157 foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná ultrapassa marca de 3 milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose

saude III 11 06 2021Mais de três milhões de paranaenses já iniciaram sua imunização contra o coronavírus. A marca foi ultrapassada nesta quarta-feira (10/06): segundo o Vacinômetro do Sistema Único de Saúde, foram 3.002.506 primeiras doses (D1) aplicadas. O número corresponde a 28,75% da população paranaense.

Total - No total, o Paraná já administrou 4.253.371 doses, sendo as outras 1.250.865 referentes à dose de reforço (D2), que completa o ciclo de imunização. O número representa 11,97% dos paranaenses, e 41,66% dos que tomaram a D1. O Vacinômetro é atualizado em tempo real com informações da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), abastecida pelos municípios.

Vacinas - Das primeiras doses aplicadas, a maior parte (56,3%) foram vacinas Covishield, produzidas na parceria AstraZeneca/Oxford/Fiocruz. 38,8% correspondem à Coronavac, do Instituto Butantan/Sinovac, e 4,8% à Comirnaty, vacina da Pfizer/BioNTech.

Marco importante - “Alcançamos mais um marco importante para vencer a pandemia no Paraná. O único caminho para isso é através da vacinação, nossa principal estratégia de combate ao coronavírus. Por isso, precisamos continuar avançando em aplicar doses no maior número possível de paranaenses, e no menor tempo”, incentiva Beto Preto, secretário estadual da Saúde.

Grupos prioritários - Os grupos prioritários que tiveram o maior número absoluto de aplicação da D1 são as pessoas de 60 a 64 anos, com 675 mil doses; seguido por comorbidades (430 mil), 65 a 69 anos (420 mil), trabalhadores de saúde (375 mil doses) e 70 a 74 anos (307 mil doses).

Outros - Outros grupos que também já foram contemplados pela vacinação, segundo o painel, são os idosos acima de 75 anos, trabalhadores da educação do ensino básico, indígenas, quilombolas, forças de segurança e salvamento, pessoas com deficiência permanente grave, pessoas com deficiência institucionalizadas, população ribeirinha, gestantes e puérperas, e trabalhadores portuários, aéreos e de transporte coletivo rodoviário.

Ensino superior e caminhoneiros - Nas remessas mais recentes de vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde, os grupos de trabalhadores do ensino superior e caminhoneiros também serão contemplados. Além disso, o Estado começou a vacinar a população em geral por faixa etária. A meta do Governo do Estado é vacinar toda a população com mais de 18 anos até o fim deste ano.

Municípios - Entre os municípios que mais vacinaram com a primeira dose em números absolutos, Curitiba lidera o ranking com 531.611 doses, seguida por Londrina (150.550 doses), Maringá (160.194 doses), Cascavel (82.606) e Foz do Iguaçu (73.921 doses).

Ranking - Segundo o Ranking da Vacinação mantido pela Secretaria Estadual da Saúde, as cidades que proporcionalmente mais aplicaram a D1 na sua população são São Jorge d’Oeste (53%), Kalore (46,2%), Paranaguá (43,2%), Maringá (43,1%) e Capanema (42,3%).

Duas doses - Quando consideradas as duas doses, que completam a imunização do cidadão, os rankings mostram pouca mudança. Nos números absolutos, Curitiba tem 763.140 doses totais administradas, seguida por Londrina (233.934 doses), Maringá (234.632 doses), Cascavel (122.444 doses) e Ponta Grossa (64.346 doses).

Proporcional - No ranking proporcional, Maringá lidera com 20,5% da população imunizada, seguida por São Jorge D’Oeste (20,2%), Capanema (19,6%), Miraselva (18,9%) e Terra Roxa (18,7%).

Vacinação - Nesta semana, o Estado recebeu mais 145 mil doses de vacinas da Pfizer/BioNTech e 238 mil doses da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, compondo a 23ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde.

Destinação - As doses são destinadas aos grupos de pessoas com comorbidades e deficiência permanente, gestantes e puérperas, trabalhadores do ensino básico, forças de segurança e salvamento e forças armadas, povos e comunidades tradicionais ribeirinhos, trabalhadores da assistência social, trabalhadores portuários, trabalhadores do transporte aéreo, e trabalhadores do ensino superior.

Recebidas - Com a nova remessa, o Paraná ultrapassa as seis milhões de doses recebidas. Também é esperada, para esta sexta-feira (11), a chegada de uma nova vacina: a Janssen, fabricada pelo braço farmacêutico da Johnson & Johnson. A vacina, aplicada em dose única, será destinada ao grupo prioritário dos caminhoneiros. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 


Versão para impressão


RODAPE