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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5091 | 15 de Junho de 2021

SEBRAE: Ricken participa com lideranças de talk show sobre planejamento 2030

José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar, e demais membros do Conselho do Sebrae Paraná, participaram, na manhã desta terça-feira (15/06), de um talk show que teve como palestrante o técnico do Ipardes, Júlio Suzuki, com o tema: “ambiente político e econômico estadual”. Na sua palestra, Suzuki falou sobre o desempenho da economia paranaense durante o período de pandemia, identificando “nichos” de inserção dos pequenos negócios e oportunidades. Inserção do Paraná em cadeias produtivas globais, investimentos mapeados (público e privado), oportunidades e ameaças, logística, educação, ciência e tecnologia, sustentabilidade, segurança sanitária.

Cooperativas - Após a palestra, o superintendente do Sebrae/PR, Vitor Tioqueta conduziu um talk show com manifestações dos conselheiros do Sebrae, entre os quais, Ricken. Para o dirigente cooperativista, o momento vivido pelo Brasil é oportuno para debater os desafios que temos pela frente, em vários setores da economia. “Precisamos cada vez mais investir na formação das pessoas. Hoje não podemos mais debater o que é rural ou urbano, tudo converge. Precisamos focar nas demandas, oportunidades que serão geradas. Hoje o mundo tem uma demanda grande por alimentos e podemos ser fornecedores, abrindo novas oportunidades. A decisão recente da Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), que recentemente declarou o nosso estado de área livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica foi uma conquista e que abrirá importantes mercados para nossas agroindústrias, em especial das cooperativas paranaenses”, destacou.

Reformas - O dirigente ainda fez questão de destacar sobre as necessidades de novos investimentos e de reformas. “A não realização das reformas estruturantes podem comprometer o nosso futuro. Precisamos dar andamento urgente nas reformas política, administrativa, mas não só do governo, também nas nossas estruturas privadas. Agilizar, olhar mais para o fim do que o meio. Reforma tributária que impactará a vida de todo cidadão no comprometimento de sua renda. Investir em infraestrutura e logística para cada vez mais darmos garantia de desenvolvimento. Olharmos também para a segurança alimentar e para a segurança pública, pois a vulnerabilidade com a pandemia pode afetar esses dois setores. Unir esforços para termos mais representatividade política forte e comprometida com as necessidades da população e do setor produtivo”, frisou.

Ameaças - Ricken também ressaltou sobre as prováveis ameaças que podem comprometer todo e qualquer bom planejamento. “Dentro das oportunidades, também temos ameaças. Novas pandemias podem vir com maior frequência não apenas para saúde humana como também saúde animal. Investir, nos antecipar e garantir a qualidade na produção de alimentos para o Brasil e para o mundo. Hoje estamos lutando contra uma campanha de transformar o setor produtivo em algo negativo. Movimento este que mostra uma imagem negativa do Brasil interna e externamente. Precisamos reverter esta tendência de colocar o Brasil como vilão. Na verdade, essa campanha tem como objetivo diminuir nossa presença em outros mercados, estamos ocupando espaços cada vez mais tradicionais e estamos incomodando alguns países desenvolvidos. Precisamos estar atentos a tudo isso e trabalhar de forma unificada para combater e podermos crescer de forma sustentável”, destacou.

Presenças - Além de empresários, colaboradores do Sebrae Paraná e convidados, participaram do evento o vice-governador Darci Piana, o secretário de Planejamento do Estado do Paraná, Valdemar Bernardo Jorge, e lideranças que integram o Conselho Administrativo e do G7.

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COOPERATIVISMO: Hashimoto, diretor da Ocepar, participará de encontro virtual Brasil-Japão

O presidente da cooperativa Integrada e diretor da Ocepar, Jorge Hashimoto, está entre as lideranças convidadas para participar do Encontro Brasil-Japão, promovido de forma on-line pelo Sistema OCB e pela Aliança Cooperativa Japonesa, nesta quinta-feira (17/06), das 20h às 22h (horário de Brasília). Além de estreitar as relações entre os dois países, o objetivo é conhecer as boas práticas de cooperativismo que acontecem no outro lado do mundo. A data foi escolhida para marcar a celebração dos 113 anos da chegada do primeiro navio de imigrantes japoneses ao Brasil.

Integrada - A Integrada Cooperativa Agroindustrial foi fundada em Londrina (PR), no dia 6 de dezembro de 1995, por um grupo de agricultores confiantes no sistema cooperativista. Com 25 anos de existência, a Integrada se tornou uma das principais cooperativas brasileiras, com mais de 65 unidades de recebimento distribuídas em diversas regiões do Paraná e São Paulo. Com um faturamento global de R$ 4,4 bilhões, a Integrada fechou o exercício 2020 acima da meta estabelecida no ciclo 2015-2020. Seus 11 mil cooperados são responsáveis pela produção de 1% da safra de grãos do Brasil, 6% do Paraná e 2% do estado de São Paulo. Um protagonismo que vem se destacando a cada safra. Num ano de desafios em todos os setores da economia, a Integrada recebeu 22 milhões de sacas de soja e 18 milhões de milho, um volume histórico que deve ser superado agora em 2021, apesar das dificuldades climáticas.

Pós-guerra - O cooperativismo japonês é mundialmente reconhecido como referência. A estratégia do governo local para a reconstrução da economia japonesa no pós-guerra foi baseada no cooperativismo. Atualmente, os setores de agricultura, seguros, consumo e trabalho detêm grande participação das cooperativas. No setor de agricultura, por exemplo, a produção local de alimentos feita por cooperativas passa dos 90%.

Aliança - A Aliança Cooperativa Japonesa é a entidade de representação de cúpula do cooperativismo japonês. A entidade foi criada recentemente após uma aproximação entre as federações que representam as cooperativas de consumo, seguros, agropecuárias, de pescadores e de trabalhadores.

Link de acesso - O Encontro Brasil-Japão será transmitido pela ferramenta Zoom e pode ser acessado pelo link: https://in.coop.br/encontro_brasil_japao.

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SISTEMA OCB: Márcio Freitas debate reforma tributária com Heitor Schuch

sistema ocb 15 06 2021O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, se reuniu nesta segunda-feira (14/06) com o deputado Heitor Schuch (RS), para debater diversos assuntos que fazem parte da Agenda Institucional do Cooperativismo. Na reunião, realizada virtualmente, um dos destaques foi a reforma tributária. A gerente geral da OCB, Tânia Zanella, e a gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Fabiola Nader, também participaram da reunião.

Ato cooperativo - O presidente reiterou a importância da votação da emenda do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo na Constituição Federal e a adequação do PL 3887/20, que institui a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), às especificidades das cooperativas.

Crédito - Também foram tratadas as questões relacionadas ao PLP 27/20, sobre a modernização do LC 130 – que instituiu o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo. O projeto aprimora a gestão e governança das coops de crédito. O deputado que é integrante da diretoria da Frencoop, confirmou seu apoio ao projeto e disse que vai trabalhar pela aprovação no Plenário da Câmara.

Telecomunicações - Por fim, o PL 8824/2107, que trata da autorização para as cooperativas prestarem serviços de telecomunicações, conferindo, assim mais segurança jurídica às coops que operam nesse serviço, também esteve na pauta. O presidente do Sistema OCB agradeceu ao parlamentar pelo relatório favorável do deputado, apresentado na primeira comissão de mérito e disse que foi importante para a aprovação do projeto na Câmara.

Pautas prioritárias - A OCB acompanha uma série de pautas prioritárias no Congresso Nacional. Para conhecer cada uma e como elas afetam a sua cooperativa, acesse a Agenda Institucional do Cooperativismo. (OCB)

 

FORMAÇÃO: Nova etapa de seletiva para Somos Líderes começa nesta terça-feira

formacao 15 06 2021O processo de seleção dos 70 novos jovens líderes do cooperativismo está a todo vapor. E uma nova etapa começa nesta terça-feira (15/06), quando ocorre a primeira de uma série de quatro lives, uma por semana, onde serão apresentados temas de impacto para as cooperativas. Para isso, o Sistema OCB convidou vários especialistas do setor para enriquecer os debates.

Tema - Nesta que é a terceira etapa do programa, com o tema Me tornando um líder de impacto, os jovens inscritos deverão assistir pelo menos três das quatro lives, para participar da seleção dos candidatos finalistas. Como é uma fase obrigatória da seletiva, a recomendação é que o participante marque na agenda o dia e horário das lives que serão realizadas sempre às terças-feiras, das 19h às 20h30, com transmissão pelo canal do Sistema OCB, no YouTube. Durante a programação, será disponibilizada a lista de presença, portanto, os jovens deverão acompanhar a live do início ao fim.

Divulgação - Vale ressaltar que a divulgação das lives será reforçada por e-mail. Por isso, é imprescindível que os participantes acompanhem sua caixa de mensagens.

PROGRAMAÇÃO

1ª live: 15/06, às 19h

Tema: O cooperativismo de portas abertas

Convidados: Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB; Fabíola Nader, gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB; e Eduardo Lima Queiroz, analista de Relações Institucionais do Sistema OCB.

Objetivo: O objetivo dessa live é despertar no público jovem o seu potencial para liderar politicamente no cooperativismo. Para isso, realizaremos uma apresentação sobre o papel da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) na defesa política e institucional do cooperativismo brasileiro. A intenção é que o jovem compreenda o papel da OCB e se sinta motivado para atuar em prol da defesa do nosso movimento seja em nível municipal, estadual ou até federal.

MARQUE NA AGENDA

2ª live: 22/06, às 19h

Tema: Diversidade e inclusão social no cooperativismo

3ª live: 29/06, às 19h

Tema: Transformação digital no cooperativismo

4ª live: 06/07, às 19h

Tema: Intercooperação

(OCB)

 

UNIUM: Cooperativas brasileiras encontram na industrialização estratégia para alavancar faturamento

unium 15 06 2021O investimento na industrialização do setor agropecuário já é uma realidade. De acordo com levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as indústrias desse setor correspondem atualmente a 5,9% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O segmento é responsável pelo beneficiamento e transformação de matérias-primas e produtos vindos do campo, um processo que intensifica ainda mais a integração do meio rural com o mercado de vendas. Nesse cenário, quem tem investido fortemente em modernização e novas tecnologias são as cooperativas agropecuárias que, segundo dados do Sistema OCB (Organização das Cooperativas do Brasil), totalizavam cerca de 1.223 organizações até 2020.

Paraná - No Paraná, por exemplo, 79 agroindústrias são ligadas a cooperativas, sendo 10 do segmento de óleo de soja; 12 moinhos de trigo e milho; 30 indústrias de ração; 16 indústrias de carne, frango e suínos e oito plantas de processamento de leite, segundo dados da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Na região dos Campos Gerais, as cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal são um desses cases de sucesso. Desde 2017, as três possuem sua própria marca institucional, a Unium, que representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria.

Crescimento - Com atuação nos segmentos de grãos, lácteos e proteína animal, a Unium tem mostrado a força do cooperativismo e do processo de industrialização do agronegócio. No ramo de trigo, por exemplo, a Herança Holandesa - linha de farinhas de trigo da Unium - fechou o ano de 2020 com um faturamento de R$ 211 milhões, resultado 31% maior que no ano anterior, mesmo durante a pandemia. “2020 foi um ano muito bom para os negócios da Unium. As indústrias precisaram se adaptar para manter as operações, mas a força do cooperativismo e também a demanda do mercado mantiveram a produção aquecida e nos deixam com uma previsão ainda melhor para 2021”, destaca o coordenador de negócios do moinho de trigo, Cleonir Ongaratto.

Leite - A produção de leite da marca também cresceu em 2020. Segundo dados da Unium, o volume produtivo teve um aumento de 3,21%, fechando o ano em quase 1,3 bilhão de litros, com um faturamento aproximado de R$ 2,4 bilhões, 26% maior que em 2019. “O investimento na indústria e o aumento no consumo andam juntos. Quanto mais nos dedicamos ao ciclo produtivo e à qualidade dos produtos, mais seremos reconhecidos, tanto nas prateleiras dos supermercados como pelas empresas parceiras para as quais industrializamos”, afirma o gerente comercial da Castrolanda, Egidio Maffei.

Mais longe - Para 2021, a marca pretende ir ainda mais longe. “O investimento em tecnologia de ponta, novos formatos de trabalho e inovação são o foco da Unium em todos os setores e, a partir disso, o nosso principal objetivo é alavancar cada vez mais nossos negócios e mostrar para o mercado o potencial da intercooperação dentro da indústria”, finaliza Maffei.

Sobre a Unium - Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Conta com três marcas de lácteos: Naturalle – com produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium tem a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, com elevados padrões de exigência. Além disso, fazem parte dos negócios a Alegra, indústria de alimentos derivados da carne suína, e a Energik, usina de produção de energia sustentável, todas reconhecidas pela qualidade e excelência. Mais informações: http://unium.coop.br/. (Imprensa Unium)

 

CAPAL: Cooperativa auxilia cooperados com lives sobre mercado agropecuário desde o início da safra verão 2020

capal 15 06 2021Mesmo com a distância imposta pela pandemia, a Capal Cooperativa Agroindustrial se mantém presente no dia a dia de seus cooperados. Aliada à tecnologia e canais online de comunicação, a cooperativa disponibiliza diversas plataformas digitais para que os produtores se mantenham atualizados com informações direcionadas às suas necessidades, agregando valor ao trabalho no campo.

Linguagem - Com linguagem acessível e didática, a Capal promove mensalmente, desde setembro de 2020, as lives de mercado. Em parceria com a consultoria StoneX, o encontro virtual, em formato de palestra, apresenta dados sobre o atual cenário econômico, como o câmbio, a movimentação do mercado de grãos e o melhor momento para a comercialização.

Diferencial - “A StoneX está praticamente em todas as regiões do país e vejo um diferencial enorme da Capal de pode levar esse tipo de informação, porque o reflexo disso é um produtor comercializando melhor e mais capitalizado”, comenta o consultor de gerenciamento de risco Guilherme Cioccari, responsável pelo repasse de informações aos cooperados.

Importante - Para o diretor comercial da cooperativa, Eliel Magalhães, a iniciativa é importante porque 2021 tem se mostrado um ano bastante dinâmico em relação aos valores das commodities. “Tivemos mudanças de patamares consideráveis nos preços dos cereais, então, baseando-se nos relatórios da USDA [Departamento de Agricultura dos Estados Unidos], traduzimos essas informações e oferecemos uma estrutura virtual para apresentar de forma facilitada aos nossos cooperados o movimento do mercado a cada mês”, explica.

Interação - Durante a live de mercado, os cooperados podem interagir com o envio de dúvidas pelo chat ou pelo WhatsApp. Morador de Taquarituba, o produtor Luciano Zanforlin Filho afirma que as reuniões online têm sido fundamentais para a tomada de decisão nos manejos. “Eu tinha negociado 40% da soja e o restante, decidi acompanhando as lives de mercado. Antes a gente fazia uma palestra por semestre, na safra, e nem sempre eu podia comparecer, mas agora via YouTube, todos têm acesso e conseguem acompanhar as novidades de casa”, diz Luciano.

Gestão online Desenvolvido pela Fundação ABC em parceria com as cooperativas, o SigmaABC é uma ferramenta digital aplicada a agropecuária e que se destaca por agregar diferentes funções para gestão das atividades rurais. A plataforma está disponível gratuitamente para cooperados da Capal.

Funções - Entre as funções de gestão oferecidas pelo SigmaABC, estão o acompanhamento do planejamento das safras, monitoramento do desenvolvimento e das condições agroclimáticas, auxílio nas análises financeiras dos resultados obtidos, disponibilização de históricos e informações atualizadas sobre os manejos agronômicos e possíveis ocorrências de campo (pragas, doenças e plantas daninhas), entre outras informações previstas em seus 31 diferentes módulos.

Acesso - O SigmaABC pode ser acessado em sua versão web, pelo login restrito da Área do Cooperado, ou pelo aplicativo, disponível nas versões Android e iOS.

Outros canais - Outros canais online que os cooperados podem recorrer para se manterem informados são o TecTalk, podcast da Capal disponível no Spotify, que traz entrevistas com profissionais especialistas do setor, além do informativo semanal Capal Notícias. Ambos podem ser acessados pelo site da cooperativa.

Instagram - Além disso, a conta do Instagram da Capal (@capal_cooperativa) é sempre atualizada com informações do setor e atividades da cooperativa, sendo útil tanto para os cooperados quanto para a comunidade geral.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3,2 mil associados, distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 65% das operações da cooperativa, produzindo mais de 734 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café. A área agrícola assistida ultrapassa os 153 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 320 produtores. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 31 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

 

COAMO/CREDICOAMO: Nova parceria é firmada com a Unimed Campo Mourão

coamo 15 06 2021No dia 11 de junho, foi firmada uma nova parceria entre a Credicoamo e Coamo com a Unimed Campo Mourão. As cooperativas cultivam os mesmos valores e objetivos, e esta relação amplia o princípio da intercooperação, que é um dos mais importantes do cooperativismo. Com isso, os associados da Unimed passam a integrar o quadro social da Credicoamo e terão acesso aos diversos produtos e serviços, e ao atendimento humanizado disponibilizado pela cooperativa de crédito, com qualidade e segurança.

Participação - Participação do evento diretores das três cooperativas e na solenidade de assinatura da parceria, foi lembrado que há quase 20 anos foi lançado o Plano de Saúde Unimed Rural em benefício de milhares de cooperados da Coamo.

Sucesso - O presidente do Conselho de Administração da Coamo e da Credicoamo, José Aroldo Gallassini acredita no sucesso desta nova etapa com a Unimed Campo Mourão. “Acreditamos no êxito desta parceria, onde os novos associados terão a sua disposição serviços e produtos de qualidade.”

Marco - O evento foi considerado um marco para o cooperativismo e os associados. A afirmação é do presidente da Unimed Campo Mourão, Rodolfo Cesar Visoni Poliseli. “Trata-se de uma cooperação que vem sendo fortalecida ao longo dos anos, é um marco para a Unimed, que deixa o nosso cooperativismo mais forte, onde todos ganham. É um encontro de três marcas fortes e consolidadas, a Coamo no setor Agropecuário, a Unimed na Saúde e a Credicoamo no Crédito. Uma parceria que amplia conhecimento, produtos e serviços aos associados.”

Bons resultados - Os bons resultados conquistados na parceria foram destacados pelo presidente da Credicoamo, Alcir José Goldoni, na apresentação das políticas da cooperativa aos dirigentes da Unimed. “Trata-se de uma grande parceria com cooperativas fortes e bem-estruturadas. Assim, os novos associados podem ter certeza de que irão desfrutar de produtos e serviços com a garantia da Credicoamo. É muito bom ver na prática o sucesso desta intercooperação, promovida pelo cooperativismo.” (Imprensa Coamo)

 

UNIMED LONDRINA: Colaboradores aquecem inverno de 426 pessoas com arrecadações

unimed londrina 15 06 2021A Unimed Londrina finalizou neste mês mais uma edição da Campanha do Agasalho. Neste ano, os colaboradores da cooperativa puderam escolher entre doações em dinheiro ou, como de costume, agasalhos e cobertores. Para maior segurança em meio à pandemia, para as doações físicas foi obrigatória a higienização e selagem em saco plástico das peças doadas. As doações foram destinadas a duas instituições beneficentes da cidade: Fraternidade Toca de Assis e Associação Michael Donizete Martins Dos Santos (AMIMARSAN).

Arrecadação - Durante a campanha, foram arrecadadas 576 peças de roupas, infantis e adultas, e R$ 1.100, valor dobrado pela cooperativa, totalizando R$ 2.200, para a compra de agasalhos e cobertores. Ao todo, 426 pessoas foram beneficiadas com a iniciativa.

Entrega - A entrega das doações, assim como na edição anterior, foi por meio do “sistema drive-thru”, no estacionamento da sede administrativa da Unimed Londrina (Av. Ayrton Sena da Silva, 1065).

Agradecimento - No último dia 9, a Associação Michael Donizete Martins Dos Santos (AMIMARSAN), uma das beneficiadas pela campanha, efetuou a retirada das doações. A presidente da associação, Irmã Maria José, avaliou a participação deste ano como positiva. “As roupas arrecadadas aquecerão vários lares carentes da cidade, ainda mais neste período difícil. Agradeço imensamente a Unimed Londrina pelo apoio”, salienta.

Bazar beneficente - Irmã Maria José também conta que parte das peças doadas será destinada à realização de um bazar beneficente. “No bazar, as peças são ofertadas a preços simbólicos. Notamos que, ao fazer dessa forma, as famílias são mais cuidadosas ao escolherem o que levarão para casa. Já aos que estão em situação de maior vulnerabilidade social, as peças são doadas. Assim, conseguirmos atender mais pessoas de forma justa”, reitera.

Toca de Assis - A Unimed Londrina entregou as doações para a Toca de Assis no último dia 14 de junho.

Compaixão - De acordo com a gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti, ações sociais deste tipo são necessárias, principalmente em momentos de dificuldade. “Em virtude da pandemia do novo coronavírus, estamos em uma crise que tem impactos muito profundos na economia, na vida das pessoas e na renda delas. Por meio das ações sociais realizadas pela cooperativa, como a Campanha do Agasalho, buscamos promover a compaixão, esse sentimento bonito de se colocar no lugar do outro e ajudar. É isso que precisamos acima de tudo neste momento”, conclui. (Imprensa Unimed Londrina)

 

SICOOB: Promoção de consórcios turbina vendas e R$ 2,8 bilhões são atingidos em oito dias

sicoob 15 06 2021Em apenas oito dias, durante a campanha "Vem que tem desconto de verdade", o Sicoob comercializou mais de R$ 2,8 bilhões em consórcios, com cerca de 35 mil cotas vendidas na promoção. A ação ocorreu entre os dias 24 e 31 de maio.

Melhor taxa de administração - Com a iniciativa, o Sicoob se posicionou como a melhor taxa de administração do país, oferecendo para as comunidades em que atua um produto com alta aceitação e precificação imbatível. Desta forma, a instituição está se consolidando como uma das maiores administradoras de consórcios do Brasil - estima-se que tenha entrado no Top 6 do ranking do Banco Central neste quesito.

Produtos - O Sicoob é uma instituição financeira cooperativa que, além de conta corrente, poupança, cartões, Pix e diversos outros serviços, oferece ainda aos seus cooperados produtos como consórcios, seguros e até previdência. Em mais de 300 municípios, é a única instituição financeira em pleno funcionamento. Também este ano, atingiu a segunda colocação no ranking de maiores redes de atendimento bancário, segundo o BC.

Sucesso - De acordo com o gerente de consórcios do Sicoob, Itamar Filho, o resultado da promoção foi um verdadeiro sucesso. "Esta foi uma grande oportunidade para prospectar novos cooperados e oferecer as melhores taxas disponíveis para eles", destaca. Vale ressaltar que quem procura por um consórcio pode adquirir desde um automóvel até viagens e casa própria.

Promoção democratizou o acesso ao consórcio - Durante a campanha, a taxa de administração para não cooperados foi de 7,13% no consórcio para a compra de motocicletas em até 60 meses e automóveis em até 86 meses; já para quem tem conta no Sicoob, a mesma compra teve a taxa de 5,63% - em outros players do setor, costuma ser facilmente superior a 15%.

Imóveis - Para quem queria investir em imóveis com pagamento em até 240 meses, a semana de descontos do Sicoob baixou as taxas para 6,75% para cooperados e 10,13% para não cooperados.

Crescimento - A instituição teve crescimento de 23,3% em 2020, em relação a 2019, e comercializou quase 80 mil cotas do produto, sendo 41,5% somente em novembro, quando lançou a promoção de descontos de 25% nas taxas de administração de produtos na última semana do mês.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por mais de 370 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.480 pontos de atendimento. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

CARAMBEÍ: Parque Histórico reestruturará o Museu do Trator

O trabalho com a agricultura foi essencial para o desenvolvimento econômico e social de Carambeí e da região paranaense dos Campos Gerais. Essa atividade se intensificou na década de 1970, quando os imigrantes holandeses passaram a se dedicar ao cultivo de lavouras. No museu Parque Histórico de Carambeí existe um ambiente preparado para narrar essa trajetória que é o Museu dos Tratores. Esta exposição terá uma nova organização, com a finalidade de ganhar mais visibilidade.

Variedade - “No Museu do Trator é possível encontrar uma variedade de peças que materializam a história da agricultura, não apenas do município de Carambeí, mas do Estado do Paraná. São tratores de diversos modelos, equipamentos para preparar a terra, como o arado tradicional, arado de grade, arado de disco, semeadeiras, plantadeiras e demais maquinários para colheita. Todos esses maquinários foram utilizados aqui e são símbolos do processo de modernização da agricultura e retratam o cotidiano de trabalho dos imigrantes”, relata a historiadora Karen Barros.

História agrícola - Coordenador cultural e historiador do Parque Histórico de Carambeí, Felipe Pedroso reforça que o Museu do Trator é um instrumento importante para contar a história agrícola do Estado. “O museu do trator vai além de apenas uma exposição de máquinas antigas. Um recorte importantíssimo na história do Paraná: o desenvolvimento tecnológico do campo, impulsionado obviamente, pelos tratores”.

Transformação - A historiadora continua a explicar que no ambiente é possível perceber a transformação no setor agrícola, o desenvolvimento que a colônia Carambeí e o país tiveram com a mecanização dos equipamentos utilizados no campo. “É um espaço que se destina a essa questão do trabalho rural desde o início da colônia, mas que possui uma riqueza de evidências da agricultura brasileira. O Brasil passou pela mecanização do meio rural por volta da década de 1970 e muitos dos maquinários que fizeram parte disso estão expostos aqui, nós temos um trator que é considerado um dos primeiros tratores a serem popularmente fabricados no mundo e que se difere pelas suas rodas serem de ferro e não de borracha”.

Narrativa - O ambiente deixa Karen encantada, a história dos tratores e os relatados da comunidade estão fazendo-a se debruçar sobre essa temática de forma que está preparando uma narrativa para valorizar o Museu do Trator. “É uma das alas museais mais interessantes da instituição porque a agricultura mudou as relações sociais, a paisagem e a economia do município e possuía ligação com todos os setores. Temos um carinho muito especial por essa exposição e queremos deixar esse discurso mais enriquecedor possível. O que queremos é que o visitante saia dali com uma experiencia enriquecedora do trabalho com a terra, que possa compreender como se deu a trajetória da agricultura aqui no município. Não apenas através dos maquinários que já se encontram ali, mas da contextualização da história, dos depoimentos dos sujeitos que fizeram parte desse processo e de toda uma documentação que a cada dia nos surpreende com as informações contidas”.

Reorganização - A exposição de tratores será reorganizada, para Pedroso é primordial de deixar o ambiente preparado para que as máquinas fiquem em evidência e a história agrícola seja valorizada. “Falar da história dos tratores de Carambeí, também é falar da história da agricultura, que acaba de certo modo, culminando na história ambiental e da alimentação. Os tratores foram fundamentais para o desenvolvimento social e econômico e até mesmo cultural da colônia. Além de seu papel importante no trato com a terra, o trator foi utilizado por muitas décadas como um meio de locomoção. Deste modo, reestruturar o Museu do Trator é dar a ele o seu devido protagonismo.”

Lazer e conhecimento - Durante o ano, o Parque Histórico recebe milhares de turistas que chegam em busca de lazer, mas muitos destes visitantes são grupo técnicos que procuram se aprofundar na temática agrícola e foi aí que a Barros também notou a necessidade de organizar o Museu do Trator e deixar a exposição mais atraente. “Além do público espontâneo o museu recebe grupos específicos que buscam esse tipo de informação da instituição, como grupos universitários e trabalhadores da área e vimos a necessidade de reformular o que estava exposto”. A historiadora conta que os estudos que está fazendo em torno da temática mostram que o setor sempre buscou inovações. “A pesquisa que está sendo feita nos revela questões interessantíssimas, sobre sujeitos que atuavam, tecnologias que existiam e técnicas que eram utilizadas. A intenção do Parque Histórico é reestruturar as informações com o objetivo de privilegiar a trajetória da modernização da agricultura. Carambeí é um centro muito importante nesse processo e precisa estar no discurso do museu, precisamos saber como o município se tornou um grande produtor e disseminador de ideias nessa área.”

Nova identidade - O coordenador finaliza explicando que nova identidade visual da ala museal valorizará as máquinas, será dividido de modo que fique mais atrativo e contará informações que mostram o desenvolvimento do setor. “A nova expografia do Museu do Trator trará muito mais informações sobre o desenvolvimento agrícola na antiga colônia Carambeí, com ênfase principalmente na técnica do Plantio Direto. Além disso, buscamos uma melhor disposição das peças no ambiente, dividindo os dois setores tematicamente e também utilizando nosso acervo fotográfico para ilustrar toda a trajetória do campo em Carambeí”.

Mais - Saiba mais sobre o Parque Histórico e o Museu do Trator acessando o site: https://www.aphc.com.br/. (Assessoria de Imprensa do Museu Histórico de Carambeí)

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IPEA: Indicador registra alta na inflação para todas as faixas de renda em maio

ipea 15 06 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta segunda-feira (14/05), que o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda voltou a apontar alta em todas as classes de renda pesquisadas no mês de maio, apesar da desaceleração registrada em abril. As famílias de renda muito baixa, com renda domiciliar é inferior a R$ 1.650,50, foram mais impactadas, com inflação de 0,92% em maio. Para as famílias de renda mais alta - com renda entre R$ 8.254,83 e R$ 16.509,66 -, o percentual foi de 0,49% no mesmo período.

Grupos - Os grupos que mais contribuíram para a alta da inflação foram os de habitação e transportes. Os reajustes de energia elétrica (5,4%), tarifa de água e esgoto (1,6%), gás de botijão (1,2%) e gás encanado (4,6%) foram os principais focos de pressão inflacionária no caso da habitação. Os transportes foram impactados pelo aumento da gasolina (2,9%), do etanol (12,9%) e do gás veicular (23,8%).

Renda mais elevada - No segmento de renda mais elevada da população, a queda de 28,3% no preço das passagens aéreas atenuou os impactos dos reajustes dos combustíveis. O grupo saúde e cuidados também influenciou a aumento da inflação em maio. Enquanto as famílias com renda mais baixa tiveram alta de 1,3% nos medicamentos, os mais ricos sofreram com o reajuste de 0,67% nos planos de saúde.

Comparação interanual - Na comparação interanual, houve forte aceleração inflacionária em todas as classes de renda. Em maio de 2020, a pandemia impactou um grupo de bens e serviços gerando quedas de preços significativas, como a deflação na energia (-0,58%), combustíveis (-4,6%) e medicamentos (-1,2%), além das quedas em 3,2% dos móveis, de 0,58% do vestuário e de 0,37% dos serviços de recreação.

Acumulado - No acumulado de 2021, a inflação de 3,0% é mesma para o segmento de renda mais baixa e a classe de renda mais alta. Entretanto, as maiores taxas observadas de janeiro a maio deste ano estão nas classes de renda média (3,5%) e renda média baixa (3,4%). No acumulado em doze meses, a inflação das famílias de renda muito baixa (8,9%) segue bem acima da verificada entre os mais ricos (6,3%), ainda sob efeito das altas de 15,4% dos alimentos no domicílio e de 11,6% da energia elétrica. No caso das famílias com melhor poder aquisitivo, o reajuste de 47,5% dos combustíveis nos últimos doze meses explica parte desse aumento. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador

 

PECUÁRIA: Prazo para atualização cadastral de rebanho termina dia 30; parcial não chega a 50%

pecuaria 15 06 2021Faltam apenas 15 dias para encerrar o prazo de atualização cadastral do rebanho paranaense. Diferentemente de 2020, quando houve duas etapas, neste ano o período único começou a ser contado em 1º de maio e termina em 30 de junho. Após isso, o trânsito não será possibilitado e o produtor poderá ser multado. A parcial desta segunda-feira (14/06) aponta 48,3% do rebanho já cadastrado.

Fundamental - A atualização é fundamental para auxiliar a vigilância sanitária e garantir a manutenção do status internacional de área livre de febre aftosa. A certificação foi concedida em 27 de maio pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), depois de mais de 50 anos de esforço conjunto de entidades públicas e privadas e da cooperação de produtores.

Manutenção - “Conquistar foi um árduo trabalho, manter também é uma tarefa difícil porque a gente não conta mais com a vacina”, alertou o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. Segundo ele, o Estado optou por não impor custo ao produtor com a colocação de brinco ou chip para identificar cada animal.

Dados - “Apenas precisamos, como medida adequada do ponto de vista sanitário, saber quantos são e onde estão os animais”, disse. “É um ato a favor do negócio do criador”.

Benefícios - O presidente da Agência de Defesa Agropecuária, Otamir Cesar Martins, reforçou os benefícios que a atualização cadastral trará ao produtor. “Com as informações registradas temos melhores condições de agir rapidamente em eventuais casos de focos de qualquer doença, e não apenas a aftosa”, afirmou. “O nosso apelo é para que intensifiquem a declaração dos rebanhos nesta reta final da campanha”.

Penalidades - A falta da atualização tem consequências para o produtor. Uma delas é o impedimento para emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento imprescindível para qualquer movimentação entre propriedades ou para abate em frigoríficos. Além disso, a legislação prevê autuação e pagamento de multa de uma Unidade Padrão Fiscal por cada animal. Em junho, o valor da UPF no Paraná é de R$ 113,54.

Atualização - O gerente de Sanidade Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, salientou que a intenção do órgão não é multar, mas reforçar cada vez mais a necessidade da atualização do rebanho: “A expectativa é que consigamos abrir novos mercados e com isso melhorar as condições de nossos produtores, mas para que a gente mantenha esse novo status, é preciso que os produtores rurais atualizem o cadastro na Adapar”, afirmou.

Exigência - A atualização é exigida para todas as espécies animais existentes na propriedade (bovinos, búfalos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos, colmeias de abelhas e bicho-da-seda).

Como fazer - Os produtores podem fazer de forma direta por meio do link www.produtor.adapar.pr.gov.br/comprovacaorebanho ou em uma das Unidades Locais da Adapar, Sindicatos Rurais ou Escritório de Atendimento de seu município (prefeituras). Para fazer a comprovação, o produtor deve ter o CPF cadastrado. Nos casos em que seja necessário ajustar o cadastro inicial, o telefone para contato é (41) 3200-5007.

Cadastro já efetuado - Segundo balanço parcial, os únicos municípios com 100% de cadastro já efetuado são São Carlos do Ivaí e São Manoel do Paraná. Os piores indicadores são Contenda (4,7%), Colombo (8%) e Quatro Barras (11,2%). Confira como está a atualização cadastral por município no Estado (dados de 14/06/2021). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Oura / AEN

 

VBP: Valor da Produção Agropecuária de 2021 deve registrar aumento real de 11,8 %

vbp 15 06 2021O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de maio deste ano atingiu o valor de R$ 1,11 trilhão. A cifra é 11,8% superior ao obtido em 2020, que foi de R$ 993,9 bilhões. As maiores contribuições para o crescimento são observadas em arroz, milho, soja e carne bovina, que tiveram dois anos consecutivos de forte aumento de preços reais.

Lavouras - As lavouras tiveram um aumento do VBP de 15,8%. A pecuária, 3,8%. Essas duas atividades obtiveram neste ano o mais elevado valor em 32 anos.

Maiores acréscimos - Os produtos que tiveram os maiores acréscimos do VBP foram arroz (5,7%), milho (20,3%), soja (31,9%) e trigo (35,1%). Com crescimento mais modesto, encontram-se cacau e cana de açúcar.

Contribuições negativas - De acordo com o coordenador de Avaliação de Políticas e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques, alguns grupos vêm trazendo contribuições negativas ao crescimento da agropecuária, como a batata-inglesa, café, feijão, laranja, tomate, uvas e na pecuária, leite, suínos e ovos. Isso ocorre, segundo ele, devido a efeitos de menores preços ou de menores quantidades produzidas.

Preços - Apesar de terem existido períodos de seca que afetaram lavouras, como milho e feijão, os preços têm contribuído para reduzir esse impacto. Esses efeitos foram sentidos, principalmente, no Paraná e em Mato Grosso. O milho foi particularmente prejudicado. A segunda safra, que é a mais importante, teve uma redução em relação a 2020, de 5 milhões de toneladas, e menor produtividade de grãos.

Exportações - O crescimento do VBP pode ser atribuído, como destacado em relatórios anteriores, ao excepcional desempenho das exportações de soja em grãos e carnes, preços favoráveis e a safra de grãos, que apesar de problemas de falta de chuvas ocorridos, mesmo assim as projeções da Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab) e do IBGE são de uma safra expressiva.

Dados regionais - Os dados regionais do VBP continuam mostrando a liderança de Mato Grosso com participação de 17,2% no valor, Paraná 13,2%, São Paulo 11,2%, Rio Grande do Sul 10,8%, e Minas Gerais 10%.

O que é VBP - O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

Valor real - O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês. (Mapa)

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FOTO: Banco de Imagens CNH

 

vbp tabela I 15 06 2021

vbp tabela II 15 06 2021

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Balança tem superávit de US$ 31,76 bilhões no ano, com alta de 59,3%

 

comercio exterior 15 06 2021O superávit da balança comercial se mantém em ritmo de alta e atinge US$ 31,76 bilhões no acumulado do ano, até a segunda semana de junho, com crescimento de 59,3% pela média diária, na comparação com o período de janeiro a junho de 2020. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) chega a US$ 208,86 bilhões no período, com crescimento de 30,4%.

 

Soma - As exportações em 2021 já somam US$ 120,31 bilhões, com aumento de 33,6%, enquanto as importações cresceram 26,3% e totalizaram US$ 88,55 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (14/06) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

 

Acumulado do mês - No acumulado do mês, as exportações cresceram 75,3% e somaram US$ 11,67 bilhões, enquanto as importações subiram 68,2% e totalizaram US$ 7,04 bilhões. Dessa forma, a balança comercial registrou superávit de US$ 4,64 bilhões, em alta de 87,3%, e a corrente de comércio alcançou US$ 18,71 bilhões, subindo 72,6%.

 

Segunda semana de junho - Se for considerada apenas a segunda semana de junho, as exportações somaram US$ 7,388 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 4,613 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,775 bilhões e a corrente de comércio alcançou US$ 12,002 bilhões.

 

Exportações no mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a segunda semana deste mês (US$ 1,459 bilhão) com a de junho de 2020 (US$ 832,33 milhões), houve crescimento de 75,3% em razão do aumento nas vendas da indústria extrativista (201,3%), da indústria de transformação (45,9%) e da agropecuária (44,4%).

 

Aumento nas vendas - O aumento das exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos da indústria extrativista: minério de ferro e seus concentrados (211,9%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (224,5%); minérios de cobre e seus concentrados (40,2%); pedra, areia e cascalho (137%) e outros minerais em bruto (40,3%).

 

Indústria de transformação - Já em relação à indústria de transformação, destaque para o crescimento nas vendas de farelos de soja e outros alimentos para animais, excluídos cereais não moídos, farinhas de carnes e outros animais (75,2%); produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (142,3%); instalações e equipamentos de engenharia civil e construtores, e suas partes (227%); açúcares e melaços (30%) e ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas (79,6%).

 

Produtos agropecuários - Entre os produtos agropecuários, a alta das exportações contou com o crescimento nas vendas de soja (44,1%); café não torrado (51,3%); algodão em bruto (161,9%); madeira em bruto (1.514,8%) e frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (63,2%).

 

Importações no mês - Nas importações, a média diária até a segunda semana de junho de 2021 (US$ 879,4 milhões) ficou 68,2% acima da média de junho do ano passado (US$ 522,72 milhões). Nesse comparativo, aumentaram principalmente as compras da indústria de transformação (75,3%), da agropecuária (56,1%) e também de produtos da indústria extrativista (7%).

 

Compras - Na indústria de transformação, o aumento das importações foi puxado pelo crescimento nas compras de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (90,8%); óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (168,2%); partes e acessórios dos veículos automotivos (147,4%); válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (94,4%) e veículos automóveis de passageiros (375,8%).

 

Altas - Na agropecuária, a alta nas importações ocorreu, principalmente, pela compra de trigo e centeio, não moídos (39,5%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (137,9%); cacau em bruto ou torrado (140.850,9%); soja (117%) e látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (142%).

 

Indústria extrativista - Por fim, na indústria extrativista a alta nas importações se deve, principalmente, à compra de carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (44,3%); gás natural, liquefeito ou não (53,6%); outros minérios e concentrados dos metais de base (159,4%); outros minerais em bruto (46,4%) e pedra, areia e cascalho (179,9%). (Ministério da Economia)

 

Principais resultados da balança comercial

 

FOTO: Pixabay

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Exportações do Paraná têm melhor maio em nove anos

 

comercio exterior II 15 06 2021Um maio de bons resultados e de recuperação de alguns setores-chaves da indústria paranaense. É assim que os especialistas avaliam os resultados da atividade de comércio exterior divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. O Paraná exportou US$1,932 bilhão em maio. Importou US$ 1,54 bilhão. Assim, o saldo da balança comercial do estado ficou em US$ 384,6 milhões.

 

Automotivo - O setor automotivo, que sofreu um impacto forte da pandemia no ano passado, triplicou as exportações agora.

 

Ranking nacional - Apesar dos números, o estado é apenas o sexto colocado no ranking das exportações brasileiras, representando 7,7% do total que é vendido para fora do país (US$ 27 bilhões em maio). Considerando os compradores, o Paraná tem uma participação maior, de 8,8%, e é o quarto estado que adquiriu produtos de fora.

 

Melhor maio - Mesmo assim, este foi o melhor maio para as exportações paranaenses desde 2012, quando foram negociados US$ 2 bilhões, e o melhor resultado mensal desde novembro de 2018 (US$ 3,1 bilhões). Dois bons indicadores confirmam o bom momento. O crescimento acumulado de janeiro a maio deste ano, em 12,5% em relação a igual intervalo de 2020. E o de 42% em relação ao mesmo mês do ano passado.

 

Principal produto - O principal produto da pauta exportadora paranaense é soja (US$ 811 milhões), ou seja, 42% de tudo que o estado vendeu para fora do país em maio. Depois, vem as carnes (US$ 257,9 milhões ou 13%), seguido por madeira (US$ 175 milhões ou 9%) e material de transporte (US$ 152,7 milhões ou 8%).

 

Parceiros - Os principais parceiros para os produtos do Paraná são a China, que ficou com 33% de tudo que o estado exportou em maio (US$ 638,83 milhões). Estados Unidos (8%), Argentina (5%) e Coreia do Sul (4%) são outros compradores importantes. Além de ser o maior cliente de complexo soja (64%), a China também comprou 20% de toda a carne vendida pelo Paraná em maio, seguida por Hong Kong (6%). Já a madeira, 62% tiveram como destino os Estados Unidos (US$ 108,6 milhões).

 

Bom desempenho - Para o economista da Federação das Indústrias do Paraná, Marcelo Alves, o bom desempenho de alguns segmentos-chave da indústria justifica o resultado. Um exemplo é material de transportes. “O setor automotivo, que sofreu um impacto forte da pandemia no ano passado, triplicou as vendas agora. Saiu de US$ 49 milhões, em maio de 2020, para US$ para 152 milhões agora”, destaca.

 

Crescimento - “As vendas de soja, carnes e madeira também cresceram substancialmente na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Com estes produtos aumentando sua participação na pauta de exportações, com retomada de posição em patamares mais elevados em relação ao ano passado, e outros revertendo um cenário ruim, a recuperação se mostra bem consistente do ponto de vista econômico”, completa.

 

Importações - Em maio, os principais produtos comprados pelo estado no exterior foram produtos químicos (US$ 453 milhões), petróleo (US$ 217 milhões), material de transporte (US$ 203 milhões), produtos mecânicos (US$ 154 milhões) e materiais elétricos e eletrônicos (US$ 135 milhões).

 

Adubos e fertilizantes - Na pauta de importações o maior destaque é para adubos e fertilizantes usados no agronegócio. Mas o economista avalia ainda a participação de produtos utilizados na indústria automotiva. “A aquisição destes itens sinaliza que o setor, que vem registrando uma melhora, pode estar apostando numa retomada da produção aqui no estado”, conclui Alves. (Agência Fiep de Notícias)

 

FOTO: Gelson Bampi

 

SAÚDE I: Brasil registra 17,4 milhões de casos e 488,2 mil mortes

 

A soma de casos de covid-19 desde o início da pandemia chegou a 17.452.612 no Brasil. Nas últimas 24 horas, foram registrados 39.846 novos diagnósticos positivos pelas secretarias estaduais de saúde. No domingo (13/06), o painel de informações da pandemia trazia 17.412.766 casos. O país tem ainda 3.888 casos ativos, em acompanhamento. Não foram acrescidos os dados do estado de Roraima.

 

Óbitos - O número de pessoas que não resistiram ao novo coronavírus alcançou 488.228. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 827 novos óbitos. No domingo, o número de óbitos decorrentes de complicações relacionadas à covid-19 estava em 487.401.

 

Investigação - Ainda há 3.841 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

 

Recuperados - O número de pessoas que foram infectadas mas se recuperaram desde o início da pandemia é de 15.854.264. Isso corresponde a 90,8% do total dos infectados pelo vírus.

 

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (14/06). O balanço sistematiza as informações coletadas por secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes. A atualização não deve dados de óbitos de Roraima, que ficaram os mesmos de ontem.

 

Mais baixos - Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

 

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (118.213). Em seguida vêm Rio de Janeiro (53.015), Minas Gerais (43.154), Rio Grande do Sul (29.701) e Paraná (28.177). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.679), Acre (1.719), Amapá (1.769), Tocantins (3.029) e Alagoas (5.020).

 

Vacinação - Até o momento, foram enviadas a estados e municípios 109,8 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 74,2 milhões de doses, sendo 52,4 milhões da primeira dose e 21,7 milhões da segunda dose. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 15 06 2021

SAÚDE II: Sesa divulga mais 2.684 casos confirmados e 73 mortes pela Covid-19

 

saude II 15 06 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (14/06) mais 2.684 casos confirmados e 73 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

 

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.146.320 casos confirmados e 28.049 óbitos.

 

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (8), fevereiro (17), março (18), abril (28), maio (180) e junho (2.416) de 2021, e dos seguintes meses de 2020: julho (2), novembro (2) e dezembro (13).

 

Internados - O informe relata que 2.776 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 2.050 pacientes em leitos SUS (941 em UTIs e 1.109 em enfermarias) e 726 em leitos da rede particular (359 em UTIs e 367 em enfermarias).

 

Exames - Há outros 3.269 pacientes internados, 1.212 em leitos de UTI e 2.057 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão na rede pública e rede particular e são considerados casos suspeitos.

 

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 73 pacientes. São 25 mulheres e 48 homens, com idades que variam de 29 a 89 anos. Os óbitos ocorreram de 30 de janeiro a 14 de junho de 2021.

 

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (15), Santa Helena (6), Maringá (5), Paranavaí (3), Ponta Grossa (3), Cascavel (2), Guarapuava (2), Palmas (2), Pinhais (2) e União da Vitória (2).

 

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Abatiá, Ampére, Assis Chateaubriand, Boa Vista da Aparecida, Carambeí, Castro, Corbélia, Cornélio Procópio, Cruzeiro do Oeste, Flórida, Guaíra, Imbituva, Inácio Martins, Irati, Ivaiporã, Jaguariaíva, Mangueirinha, Matelândia, Medianeira, Moreira Sales, Nova Cantu, Nova Santa Rosa, Pato Branco, Quatro Barras, Rebouças, Rio Negro, Rolândia, Sabáudia, São José da Boa Vista, Toledo e Três Barras do Paraná.

 

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.048 casos e 159 óbitos de residentes de fora. (Agência de Notícias do Paraná)

 

Confira o Informe completo.

 

SAÚDE III: Mais 255,7 mil vacinas contra a Covid-19 foram distribuídas nesta segunda

saude III 15 06 2021A Secretaria de Estado da Saúde enviou mais 255.750 doses de vacina contra a Covid-19 para as 22 Regionais de Saúde nesta segunda-feira (14/06). São 237 mil doses do imunizante AstraZeneca/Fiocruz e 18.750 CoronaVac/Butantan.

Escalonada - Os imunizantes possibilitam a vacinação escalonada, de acordo com as realidades municipais, em pessoas de 40 a 59 anos. Além disso, parte é destinada a trabalhadores da educação básica, assistência social, ensino superior, transporte aéreo, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, portuários e pessoas com comorbidades. Todas as doses serão utilizadas para primeira aplicação (D1).

Semana passada - As doses da AstraZeneca/Fiocruz chegaram ao Estado na semana passada. Houve divisão delas em 128.610 para população geral e grupos prioritários e 108.390 para comorbidades e compensação da distribuição entre os municípios. Os trabalhadores da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos serão atendidos com a CoronaVac – as doses estavam armazenadas no Cemepar, fruto de remessas anteriores.

Agilidade - O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, reforçou a importância da agilidade no envio das vacinas e lembrou que, com apoio do transporte aéreo, elas chegam rapidamente na população. “A orientação do governador Ratinho Junior de aceleração da vacinação no Paraná inclui a agilidade na distribuição das doses e o Governo do Estado tem correspondido neste sentido. Logo que a divisão das vacinas é realizada, o Centro de Medicamentos do Paraná prepara o envio e em menos de 24h os municípios já têm acesso as doses”, afirmou.

Retirada - Parte das Regionais retirou as doses por via terrestre no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde estão armazenadas: Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba. As demais receberam por via aérea: Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho e Toledo.

Vacinas - O Paraná já recebeu 6.075.960 doses de vacinas contra a Covid-19 do Ministério da Saúde. Até o início da tarde dessa segunda-feira (14), o Vacinômetro Nacional registrou 4.468.854 aplicadas, representando 73,55% do número de vacinas enviadas. Cerca de 70% do público-alvo já recebeu pelo menos a D1 e 26,90% está imunizado com as duas doses.

AstraZeneca - Confira a distribuição da AstraZeneca/Fiocruz por Regional de Saúde

1ª RS – Paranaguá – 7.185 doses

2ª RS – Metropolitana – 64.375 doses

3ª RS – Ponta Grossa – 10.970 doses

4ª RS – Irati – 3.160 doses  

5ª RS – Guarapuava – 9.470 doses  

6ª RS – União da Vitória – 4.595 doses

7ª RS – Pato Branco – 4.735 doses  

8ª RS – Francisco Beltrão – 7.075 doses  

9ª RS – Foz do Iguaçu – 8.365 doses

10ª RS – Cascavel – 15.640 doses  

11ª RS – Campo Mourão – 10.060 doses  

12ª RS – Umuarama – 6.555 doses  

13ª RS – Cianorte – 4.660 doses  

14ª RS – Paranavaí – 5.990 doses  

15ª RS – Maringá – 23.300 doses  

16ª RS – Apucarana – 7.290 doses

17ª RS – Londrina – 16.725 doses

18ª RS – Cornélio Procópio – 6.040 doses

19ª RS – Jacarezinho – 6.605 doses

20ª RS – Toledo – 7.605 doses

21ª RS – Telêmaco Borba – 3.725 doses

22ª RS – Ivaiporã – 2.875 doses

Total – 237.000 doses

CoronaVac - Confira a distribuição da CoronaVac/Butantan por Regional de Saúde

1ª RS – Paranaguá – 480 doses

2ª RS – Metropolitana – 5.810 doses

3ª RS – Ponta Grossa – 1.010 doses

4ª RS – Irati – 280 doses  

5ª RS – Guarapuava – 780 doses  

6ª RS – União da Vitória – 300 doses

7ª RS – Pato Branco – 440 doses  

8ª RS – Francisco Beltrão – 600 doses  

9ª RS – Foz do Iguaçu – 690 doses

10ª RS – Cascavel – 910 doses  

11ª RS – Campo Mourão – 570 doses  

12ª RS – Umuarama – 460 doses  

13ª RS – Cianorte – 250 doses  

14ª RS – Paranavaí – 480 doses  

15ª RS – Maringá – 1.370 doses  

16ª RS – Apucarana – 610 doses

17ª RS – Londrina – 1.590 doses

18ª RS – Cornélio Procópio – 390 doses

19ª RS – Jacarezinho – 500 doses

20ª RS – Toledo – 670 doses

21ª RS – Telêmaco Borba – 290 doses

22ª RS – Ivaiporã – 270 doses

Total – 18.750 doses

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

SAÚDE IV: Toda a população adulta do Paraná será vacinada com a 1ª dose contra a Covid-19 até setembro

saude IV 15 06 2021O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta segunda-feira (14/06), no Palácio Iguaçu, que toda a população paranaense com mais de 18 anos receberá ao menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19 até 30 de setembro. Esse público, não contemplado nos grupos prioritários, é formado por 8.736.014 pessoas. A expectativa leva em consideração a manutenção do cronograma do governo federal.

Compromisso - “Temos trabalhado muito para aumentar o volume da vacinação no Paraná. E, dentro do quantitativo de doses que estamos recebendo semanalmente do Ministério da Saúde, vamos vacinar toda a população acima de 18 anos com uma dose até o fim de setembro e assim ajudar a proteger as famílias paranaenses. É um compromisso do Governo do Estado”, destacou Ratinho Junior.

Imunizantes - O governador lembrou que o Paraná conta atualmente com a distribuição de três imunizantes: AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, CoronaVac/Butantan e Pfizer/BioNTech. Para esta semana, é esperada no Estado a chegada de um quarto medicamento: a vacina Janssen, fabricada pelo braço farmacêutico da Johnson & Johnson. Administrada em apenas uma dose, ela será destinada ao grupo prioritário dos trabalhadores da carga pesada.

Aceleração - “Vamos seguir com programas que estão dando certo e acelerando a imunização, como o Vacinação de Domingo a Domingo e o Corujão da Vacina. Contamos muito com o apoio e parceria dos municípios para fazer chegar a vacina a todos os paranaenses com mais de 18 anos até setembro”, afirmou o governador.

Exemplo - Como exemplo, ele cita a média de aplicações da semana passada: 54,8 mil imunizações por dia. Somente na terça-feira (08/06) foram administradas 84.218 doses, o melhor resultado em um único dia desde 26 de abril. O recorde de aplicações diárias no Estado foi batido em 22 de abril, quando 174.674 pessoas receberam o imunizante.

Final de semana - A agilidade da vacinação também foi percebida durante o último final de semana. O levantamento semanal da Secretaria de Estado da Saúde de doses aplicadas aos sábados e domingos registrou recorde nos dias 12 e 13 no Paraná, com mais de 87 mil vacinas aplicadas em 124 municípios do Estado.

Calendário - O calendário completo com a expectativa de vacinação, de acordo com a idade e em ordem decrescente, será divulgado ao longo da semana pela Secretaria de Estado da Saúde.

Vacinômetro - Até o início da tarde desta segunda-feira (14/06), 4.499.762 imunizantes tinham sido aplicados no Estado, com 3.237.172 paranaenses que receberam a primeira dose, 30% da população do Estado, e 1.262.590 (12%) de pessoas que completaram o ciclo vacinal com as duas doses. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 


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