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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5107 | 07 de Julho de 2021

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Ministra Tereza Cristina e governador Ratinho Junior vão prestigiar o evento

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o governador do Estado, Ratinho Junior, são as autoridades que vão participar da abertura do Fórum Virtual dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, juntamente com os presidentes do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. O evento ocorrerá por meio da plataforma Microsoft Teams, a partir das 14h.

BNDES - Haverá ainda a participação do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, que fará uma explanação sobre os programas de investimentos disponíveis para as cooperativas.

PRC200 - Na oportunidade, Ricken apresentará os projetos estruturantes do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, cuja meta financeira é atingir R$ 200 bilhões de faturamento nos próximos anos.

Palestras - Na sequência, o professor da USP e FGV, Marcos Fava Neves, ministra palestra com o tema “Planejamento estratégico como diferencial competitivo”. Já a professora da FIA, Patrícia Peck, discorrerá sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Jubileu de Ouro - O Fórum dos Presidentes também terá um momento de celebração do Jubileu de Ouro da Ocepar. A entidade completou 50 anos no dia 2 de abril e haverá uma homenagem aos ex-presidentes Guntolf van Kaick, Benjamin Hammerschmidt, Wilson Thiesen, Ignácio Aloísio Donel, Dick Carlos de Geus e João Paulo Koslovski. O evento encerra com o lançamento do livro alusivo ao cinquentenário da Ocepar, intitulado “Paraná Cooperativo, modelo econômico e social”.

Público – Promovido pelo Sistema Ocepar, o Fórum é destinado a dirigentes, gestores, executivos, colaboradores e cooperados das cooperativas paranaenses. As inscrições devem ser feitas até o dia 19 de julho, pelo link: https://bit.ly/3hhyygf. O link de acesso será enviado por e-mail. Mais informações com Neuza Oliveira (41 99151-2148 / secretaria@sistemaocepar.coop.br).

 

forum presidentes folder 06 07 2021

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Indicadores são apresentados para diretoria e gestores da Unimed Paranaguá

reuniao insititucional 07 07 2021Durante videoconferência realizada na manhã desta terça-feira (06/07), a coordenação de Monitoramento e Autogestão do Sescoop/PR apresentou para a Unimed Paranaguá os principais indicadores econômicos e financeiros da cooperativa. A reunião contou com a participação do presidente, Dr. Mario Percegona, e membros da diretoria e gestores. Durante uma hora, o coordenador de autogestão, João Gogola Neto e os analistas Emerson Barcick e Rodrigo Gandara Donini, da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, apresentaram os cenários do cooperativismo paranaense e do desempenho da cooperativa no ano de 2020 em relação as demais cooperativas do mesmo porte e ramo de atuação.

 

AGENDA INSTITUCIONAL: Instalada comissão especial sobre mudanças nos planos de saúde

camara deputados II 07 07 2021A Câmara dos Deputados instalou nesta terça-feira (06/07) uma comissão especial para retomar o debate sobre mudanças na Lei dos Planos de Saúde. Serão 34 integrantes titulares, e igual número de suplentes, que analisarão o Projeto de Lei 7419/06, do Senado, e, até o momento, mais 248 apensados.

Cargos - A deputada Dra Soraya Manato (ES) foi eleita presidente, e o deputado Celso Russomanno (SP), 1º vice-presidente. Outros cargos seguem em aberto. “São assuntos polêmicos e impactantes, vamos discuti-los a fundo”, declarou Soraya Manato, ao indicar o deputado Hiran Gonçalves (RR) como relator.

Pauta prioritária - O assunto faz parte da pauta prioritária da Agenda Institucional do Cooperativismo e segue sendo acompanhado pelos integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Segundo a gerente geral da OCB, Tânia Zanella, a revisão da regulamentação para o setor suplementar é fundamental, desde que conceda tratamento correto às entidades e, especificamente, às cooperativas médicas e odontológicas que atuam nesse segmento da saúde.

Aprovação - “Assim, dessa forma, apoiamos a aprovação de um texto que contemple as especificidades das cooperativas que atuam no setor da saúde suplementar e que auxilie na sustentabilidade e na qualidade assistencial do setor”, defende a gerente geral, comentando que OCB e Frencoop seguem acompanhando a pauta para sensibilizar os parlamentares sobre a importância de se observar as especificidades das cooperativas.

Breve histórico - Em 2017, o relatório final do ex-deputado Rogério Marinho (RN), atual ministro do Desenvolvimento Regional, recebeu críticas, inclusive de órgãos de defesa do consumidor e das operadoras de planos de saúde, e nem sequer foi votado.

Atendimento - Atualmente, segundo informações da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), 75,6 milhões de brasileiros são atendidos por 696 planos de assistência médica (48 milhões de usuários) e 351 planos exclusivamente odontológicos (27,6 milhões).

Cooperativismo de saúde - O cooperativismo de saúde responde por 32% do mercado, atendendo a cerca de 23 milhões de pessoas. (OCB, com informações da Câmara Federal)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

PEC: Publicada MP que abre crédito a micro e pequenas empresas

pec 07 07 2021A Medida provisória (MP) que cria o Programa de Estímulo ao Crédito (PEC) foi publicada nesta quarta-feira (07/07) no Diário Oficial da União. Diferentemente de outra MP já editada pelo governo, a 992/20, que cria o Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas (CGPE), a nova MP tem como alvo apenas micro e pequenas empresas, produtores rurais e microempreendedores individuais, sejam pessoas físicas ou jurídicas, com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões.

Incentivos - Segundo a Secretaria-Geral de governo, o PEC cria incentivos para os bancos emprestarem a essas empresas e empreendedores, “ao conceder um tratamento mais vantajoso à base de capital das instituições financeiras participantes”. Pelo texto, o programa será capaz de gerar até R$ 48 bilhões em crédito. A operacionalização se dará com recursos das próprias instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central.

Conselho Monetário Nacional- Se aprovada pela Câmara e pelo Senado, ficará a cargo do Conselho Monetário Nacional fixar as regras gerais desses empréstimos, como taxa de juros, duração e carência. Já a supervisão do programa ficará sob a responsabilidade do Banco Central.

Expectativa - A expectativa do governo, com a medida, é garantir a oferta regular de serviços e programas voltados à população em geral, especialmente a mais vulnerável, para minimizar os efeitos provocados pela pandemia de covid-19. (Agência Brasil)

FOTO: Rovena Rosa / Agência Brasil

 

DIA C I: Sicredi União PR/SP arrecada alimentos, roupas e incentiva doação de sangue

dia c sicredi uniao 07 07 2021Todas as agências da Sicredi União PR/SP são pontos de arrecadação de alimentos, produtos de limpeza, cobertores, roupas, livros, brinquedos, entre outros itens, além de incentivar a doação de sangue. A missão, que envolve os mais de 1,3 mil colaboradores e associados, integra o Dia C, que une cooperativas em ações sociais; e faz parte do programa Você Pode, que incentiva o voluntariado entre a equipe.

Arrecadação - Intitulada #COOP TA ON, a campanha teve início na segunda quinzena de maio e já arrecadou mais de 12 toneladas de alimentos (o equivalente a 664 cestas básicas), 32 mil agasalhos, 3,5 mil cobertores, mil produtos de higiene e envolveu 299 doadores de sangue.

Gincana interna - Para incentivar o engajamento, a Sicredi União PR/SP criou uma gincana interna. Funciona assim: as agências recebem as doações e cada tipo de produto gera pontos que são contabilizados e disponibilizados online para os colaboradores.

Vale-solidário - Como a cooperativa conta com cinco regionais (norte do Paraná, noroeste do Paraná, Maringá, leste paulista e centro paulista), a agência de cada regional que fizer mais pontos ganhará um vale-solidário, para adquirir do comércio local mais itens para doação. Cada agência define a entidade beneficiada com as arrecadações - a campanha segue até o final de agosto. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

DIA C II: Sicredi Paranapanema realiza diversas ações sociais na região em prol do Dia de Cooperar

dia c sicredi paranapanema 07 07 2021Diante das dificuldades geradas por conta da pandemia de Covid-19, as ações de responsabilidade social passaram a ganhar ainda mais importância. Em função disso, neste ano, o Dia C (Dia de Cooperar), movimento organizado nacionalmente pela Organização Brasileira das Cooperativas (OCB), que mobiliza o segmento com o objetivo de desenvolver ações de responsabilidade social, colocando em prática os valores e princípios do cooperativismo, busca auxiliar a sociedade a minimizar os impactos a partir da arrecadação de alimentos.

Protagonistas - A iniciativa, celebrada no Dia Internacional do Cooperativismo, que este ano foi comemorada no último sábado, 3 de julho, tem como protagonistas: associados, colaboradores e comunidade em geral que juntos desenvolvem projetos em prol das comunidades em que estão inseridos.

Ações voluntárias - As ações voluntárias estão sendo desenvolvidas deste o início do ano, todas em apoio a Agenda Global e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS). Na área de atuação da Sicredi Paranapanema PR/SP que compreende o norte do Paraná e sudoeste do estado de São Paulo, já são mais de 36 ações catalogadas, dentre elas arrecadações de alimentos, lives beneficentes, educação financeira, entre outras.

Apoio e desenvolvimento - Segundo a assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo, Leonor Silva, as iniciativas visam trabalhar as necessidades das comunidades para gerar apoio e desenvolvimento diante do cenário atual. “Apoiar e desenvolver nossa sociedade faz parte do nosso DNA e neste movimento seguimos firme para contribuir com a toda população no que for possível. Com as iniciativas, estamos também apoiando irrestritamente os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU na Agenda Global.”

Ações - No ano passado, o Sicredi, realizou, ao todo, 1.033 ações de cunho social, que beneficiaram 4,1 milhões de pessoas nas comunidades de 612 cidades. A instituição contou com o apoio de mais de 30 mil voluntários, entre eles, seus próprios colaboradores. O impacto das ações do Sicredi representou mais de 50% das pessoas beneficiadas e quase 1/3 do total de iniciativas do Dia C foram realizadas por alguma de suas cooperativas. No total, em 2020, o Dia C beneficiou mais de 7,8 milhões de pessoas com as mais de 2,8 mil iniciativas e ações realizadas por 2.226 cooperativas e seus mais de 137 mil voluntários. Ao todo, 1.383 municípios brasileiros registraram a força do voluntariado cooperativista. Em nossa região, mais de 20 mil famílias foram impactadas.

Atitudes simples - “Atitudes simples movem o mundo e, diante de um momento tão desafiador, estamos mais do que nunca colocando em prática nossos valores e princípios. Ao apoiar novamente o movimento do Dia C permanecemos ao lado dos nossos associados, colaboradores e das comunidades no enfrentamento da pandemia e seus efeitos, este ano com foco na arrecadação de alimentos”, explica Romeo Balzan, superintendente da Fundação Sicredi.

Movimento - Saiba como fazer parte deste movimento e conheça todas as ações desenvolvidas pela Sicredi Paranapanema PR/SP através do site https://www.sicredi.com.br/coop/paranapanema/dia-de-cooperar/

Origem do Dia C - O Dia de Cooperar (Dia C) nasceu em 2009 como um projeto inovador em Minas Gerais. Em 2015, o Sistema OCB decidiu vincular as iniciativas do Dia de Cooperar à agenda mundial proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que previa a realização de ações apoiadas no escopo dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Com a mudança dos ODM para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em 2016, o Dia C manteve sua adesão às diretrizes que pretendem erradicar a pobreza do mundo. Fato que contribui bastante para o estreitamento dos laços entre a ONU e o Sistema OCB.

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

ALEGRA: Palestra "O Futuro dos Alimentos" é atração da Digital Agro 2021

Em sua quarta edição e pela primeira vez em formato virtual, a Digital Agro 2021, maior evento de tecnologia e inovação no agronegócio, irá debater temas importantes para o setor, desde tecnologias sustentáveis ao futuro da produção de alimentos. O encontro, organizado pela Frísia Cooperativa Agroindustrial, será entre os dias 12 e 15 de julho e contará com uma plataforma interativa e conteúdo exclusivo, com a presença de mais de 25 expositores e salas de networking virtual.

Palestra - Um dos destaques da Digital Agro será a palestra “O Futuro dos Alimentos”, que será conduzida pelo superintendente da Alegra, Matthias Tigges. “Debater assuntos fundamentais para o nosso segmento é de extrema importância, pois a troca de experiências é o que faz o setor do agronegócio brasileiro ser uma potência mundial. Aguardamos a presença de todos, para fomentar o debate acerca do futuro dos alimentos”, afirma Tigges.

Estande virtual- Além da palestra com o superintendente da Alegra, a Unium – marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal – estará presente no evento com um estande virtual de produtos das marcas Alegra; Colônia Holandesa, de lácteos; e Herança Holandesa, de grãos.

SERVIÇO

Digital Agro 2021 (evento on-line)

Quando: 12 a 15 de julho

Como: inscrições em www.digitalagro.com.br

Sobre a Alegra- A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas. Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.

Sobre a Unium- Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Conta com três marcas de lácteos: Naturalle – com produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium tem a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, com elevados padrões de exigência. Além disso, fazem parte dos negócios a Alegra, indústria de alimentos derivados da carne suína, e a Energik, usina de produção de energia sustentável, todas reconhecidas pela qualidade e excelência. Mais informações: https://unium.coop.br/. (Imprensa Alegra)

 

alegra 07 07 2021

UNIPRIME: Presidente da cooperativa participa de evento on-line da Câmara Municipal de Londrina

uniprime 07 07 2021Nesta terça-feira (06/07), o presidente da Uniprime, Alvaro Jabur, participou de um evento promovido pela Câmara Municipal de Londrina em comemoração ao Dia do Cooperativismo, celebrado mundialmente no primeiro sábado do mês de julho. Seguindo os protocolos de segurança, o encontro aconteceu no formato digital e foi transmitido para audiência via plataforma Zoom.

Importância - Jabur falou sobre a importância da Uniprime no crescimento do cooperativismo financeiro, tornando-se uma das instituições mais respeitadas do país. Outros nomes importantes marcaram presença no evento on-line, como o presidente da Câmara, Jairo Tamura; o presidente da Unimed Londrina, Omar Genha Taha; o presidente da Integrada Cooperativa Agroindustrial, Jorge Hashimoto; o presidente da Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis e Resíduos Sólidos da Região Metropolitana de Londrina, Zaqueo Vieira; e o vereador e autor do requerimento e da lei que deu origem a essa celebração, Eduardo Tominaga. (Imprensa Uniprime)

 

SICREDI: Instituição financeira cooperativa disponibiliza R$ 38,2 bilhões para safra 2021/2022

sicredi 07 07 2021Parceiro do agronegócio há mais de um século e segunda maior instituição financeira do Brasil em crédito rural, o Sicredi irá disponibilizar mais de R$ 38,2 bilhões aos produtores no Plano Safra 2021/2022. O valor representa um aumento de 31% em relação ao concedido no ano-safra anterior e a projeção é de que os recursos sejam ofertados em aproximadamente 290 mil operações.

Operações - Desse total, o plano da instituição financeira cooperativa, que reúne mais de 5 milhões de associados em 24 estados, é disponibilizar R$ 21,5 bilhões para operações de custeio, R$ 12,1 bilhões para investimentos, e R$ 1,6 bilhão para comercialização e industrialização. Além desses valores, a perspectiva é conceder R$ 3 bilhões por meio de Cédulas de Produtor Rural (CPR).

Contratos - De acordo com o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, a instituição financeira cooperativa espera contratar cerca de 120 mil operações durante o Plano Safra, somente nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Os valores disponibilizados para produtores rurais associados dos três estados representam um acréscimo de cerca de 30% em relação à safra passada. “A atuação do Sicredi tem sido focada na oferta de soluções financeiras para a geração de impacto positivo por meio do crescimento econômico com garantia de sustentabilidade. Grande parte dos nossos associados é ligada ao agronegócio, em especial à agricultura familiar e, por isso, nos orgulhamos de ajudar milhares de famílias a aumentar a renda por meio de projetos financiados pelo Sicredi”, afirma.

Foco nos pequenos e médios produtores - Com foco em atendimento aos pequenos e médios produtores, nacionalmente serão disponibilizados R$ 7,9 bilhões via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), um volume 28% maior do que o verificado no ano-safra passado, e de R$ 6,6 bilhões por meio do Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), alta de 29%. A previsão é de mais de 220 mil operações para esses públicos, o que representa 80% do total da safra.

Produtores - O crescimento no volume colocado à disposição da agricultura familiar beneficia produtores como Eliana Severino, de Ribeirão do Pinhal, no Paraná. Na propriedade de pouco mais de 10 alqueires são criados gado de corte, leiteiro, galinhas, além de uma fábrica de queijos e produção de hortifrutigranjeiros. A associada do Sicredi destaca a melhora na qualidade de vida desde 2013, quando passou a contar com consultoria especializada. “A nossa vida financeira melhorou muito depois que o Sicredi acreditou na nossa família, dando todo apoio e suporte necessários para nosso crescimento”, afirma.

Ligação forte - “Temos uma ligação muito forte com o agronegócio e buscamos estar sempre próximos aos produtores com agências em suas localidades, o que permite, não só prestar consultoria, mas também conhecer de perto a realidade de cada região, suas culturas e características. Com isso, conseguimos ter uma projeção mais acertada das necessidades dos agricultores e pecuaristas, apontando as soluções mais adequadas para atendê-las”, afirma o diretor executivo de Crédito do Sicredi, Gustavo Freitas.

Propostas - O Sicredi já está recebendo as propostas de financiamento para o Plano Safra 2021/2022, que vai até o final de junho do próximo ano. Antes de solicitar o crédito, o produtor rural associado deve fazer o planejamento da próxima safra (considerando o que vai plantar, qual é a área de cultivo e o orçamento necessário com base na análise de solo e sob orientação técnica quanto ao uso dos insumos e os demais serviços que serão utilizados). Depois disso, munido de todas essas informações, o associado poderá procurar a sua agência ou utilizar os canais digitais, como o aplicativo do Sicredi ou o WhatsApp, para dar andamento à contratação do crédito.

Balanço da safra 2020/2021 no Sicredi - No ano-safra 2020/2021, o Sicredi liberou um volume recorde de crédito rural. Foram R$ 29,1 bilhões aos produtores em mais de 220 mil operações, considerando também R$ 1,6 bilhão em CPR, o que representa um crescimento de 41% na comparação com o ano-safra anterior. Somente para a agricultura familiar foram R$ 6,2 bilhões, e para os agricultores de médio porte foram destinados R$ 5,1 bilhões. Os dois públicos foram atendidos por meio de 173 mil operações.  

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Cooperativa lança Comitê Mulher 2021

Foi realizado, na noite de segunda-feira (05/07), o lançamento do Comitê Mulher 2021 da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP. O encontro foi realizado de forma parcialmente remota, respeitando os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19.

Participação - Participaram do evento mais de 220 mulheres, que assistiram de forma remota as apresentações do presidente da cooperativa, Clemente Renosto; e das palestrantes Cristiane Amaral, gerente da Fundação Sicredi e integrante da Liga Mundial de Mulheres Líderes e da Sister Society Brasil; e Gisele Gomes, embaixadora da Rede Global de Mulheres Líderes. Cristiane falou sobre o movimento Comitê Mulher dentro do Sicredi e Gisele explicou sobre a Sister Society.

Apresentação - O evento ainda contou coma participação presencial do diretor executivo, Fabio Vedelago Burille, que apresentou o Sicredi e a cooperativa Parque das Araucárias.

Funcionamento - Também esteve presente o gerente de relacionamento, Heber Molina, que falou sobre o funcionamento do Comitê Mulher, e o assessor para o desenvolvimento do cooperativismo, Neri Fabbris detalhou a agenda anual dos comitês, além de conduzir uma homenagem as facilitadoras dos 32 comitês das agências.

Iniciativa - O Comitê Mulher é uma iniciativa do Sicredi criada para estimular o protagonismo feminino e a formação de novas lideranças para atuarem na governança da cooperativa. O grupo é formado por associadas com pelo menos 25 anos de idade. Neste ano, cada agência da Sicredi Parque terá uma colaboradora voluntária para conduzir as atividades. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICREDI ALIANÇA: Associado de Quatro Pontes ganha R$ 5 mil na Campanha Poupança Premiada

Mais um prêmio da campanha Poupança Premiada organizada pela Central Sicredi PR/SP/RJ saiu para a cooperativa Sicredi Aliança PR/SP. O ganhador do prêmio de R$ 5 mil foi Marcos Antônio Deimling, associado da agência de Quatro Pontes. A entrega foi feita na semana passada na presença do presidente do Conselho de Administração, Adolfo Freitag; da conselheira Ivete Krüger e da gerente da agência, Elaine Sanders.

Sorteios - A promoção, iniciada em março, segue até dezembro com sorteios semanais de R$5 mil. A campanha também tem um prêmio especial de R$ 500 mil, que será entregue no dia 31 de outubro, celebrando o Dia Internacional da Poupança - além do grande sorteio final de R$ 1 milhão, no dia 20 de dezembro.

Participar é simples - A cada R$ 100 aplicados na poupança do Sicredi é gerado um número da sorte para concorrer nos sorteios, que acontecem pela Loteria Federal. Se as aplicações forem na modalidade programada (quando o poupador autoriza o débito mensalmente em sua conta), as chances de ganhar são em dobro.

Automática - Nos dois casos a participação é automática, uma vez que não é necessário o associado se cadastrar ou preencher cupons. É simples porque ao depositar já está concorrendo. E, se optar pela poupança programada, é ainda mais vantajoso, seja pela conveniência e facilidade - uma vez que basta solicitar uma única vez com seu gerente e todos os meses o valor definido já vai para a poupança - seja pelo incentivo extra dos números da sorte em dobro que recebe a cada depósito.

Números da sorte - Os números da sorte podem ser visualizados no site da campanha www.poupancapremiadasicredi.com.br, onde o poupador também confere conteúdos específicos sobre finanças, conhece o regulamento, vencedores dos sorteios e outras informações sobre o Sicredi. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

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VAREJO: Vendas aumentam 1,4% em maio, segundo mês consecutivo de alta

varejo 07 07 2021As vendas no comércio varejista subiram 1,4% em maio, após crescimento de 4,9% em abril. Com isso, o resultado de maio é o segundo crescimento consecutivo do varejo, que se encontra 3,9% acima do patamar pré-pandemia. O setor acumula ganho de 6,8% no ano e de 5,4% nos últimos 12 meses. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (07/07) pelo IBGE.

Aumento - O aumento nas vendas foi acompanhado por sete das oito atividades investigadas pela pesquisa. Entre elas, a maior variação foi em tecidos, vestuário e calçados (16,8%), seguida por combustíveis e lubrificantes (6,9%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,7%). Livros, jornais, revistas e papelaria (1,4%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,3%), hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,0%) e móveis e eletrodomésticos (0,6%) foram as outras atividades que tiveram aumento das vendas em maio.

Trajetórias diferentes - “Esses setores vêm de trajetórias diferentes. A atividade de tecidos, vestuário e calçados, que teve a maior variação, já havia crescido 6,2%, mas ainda está muito abaixo do que estava antes da pandemia. Além disso, esse setor sofreu outra queda em março deste ano. Então é uma recuperação, mas em cima de uma base de comparação muito baixa”, afirma o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Queda - A única atividade a ter queda no volume de vendas em maio foi a de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-1,4%). “Tanto essa atividade quanto a de hiper e supermercados foram atingidas de forma diferente pelos efeitos da pandemia. Ambas foram consideradas atividades essenciais e não tiveram suas lojas físicas fechadas. Isso dá um caráter distinto em relação aos outros setores”, afirma.

Varejo ampliado - No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças (1,0%) e material de construção (5,0%), as vendas cresceram 3,8% na passagem de abril para maio. Também é o segundo mês consecutivo de alta. “Esse aumento foi puxado principalmente pelo setor de veículos, que tem uma base de comparação muito baixa e também não está nos patamares pré-pandemia, mas desde abril vem se recuperando. Material de construção também cresceu pelo segundo mês consecutivo”, diz o pesquisador.

Acumulado - De acordo com Cristiano Santos, o indicador acumulado nos últimos 12 meses aponta o crescimento no ritmo das vendas. “Em março de 2020, esse indicador estava em 2,2% e depois foi zerado pelos efeitos da pandemia. Após algum tempo, ele foi crescendo de forma lenta e, no início deste ano, caiu novamente por conta do agravamento da pandemia. De março a abril, houve aumento de três pontos percentuais. O final da trajetória até maio representou um momento de aceleração”, explica.

Revisão - O resultado de abril, divulgado no mês passado como 1,8%, foi revisado para 4,9% neste mês. O ajuste decorre da aplicação do algoritmo de dessazonalização, que busca calibrar os efeitos sazonais no volume de compras no comércio, como festas de Natal e Páscoa, por exemplo. “Com a pandemia, há um novo cenário no comércio, com diferenças marcantes. O carnaval, por exemplo, não ocorreu neste ano. Com isso, há ajustes recorrentes que são feitos, baseados nas informações que chegaram por último, que foram inseridas naquele mês”, diz.

Varejo cresce 16,0% frente a maio de 2020 - Quando comparadas a maio do ano passado, as vendas no varejo aumentaram 16,0%. Pelo terceiro mês consecutivo, houve aumento nesse indicador. O resultado positivo atingiu sete das oito atividades investigadas, com destaque para os setores de tecidos, vestuário e calçados (165,2%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (59,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (59,4%).

Base de comparação - “Em relação a esse indicador, precisamos lembrar que a base de comparação era muito baixa. Era o recorde inferior da série histórica da pesquisa. Então podemos observar números bastante elevados, sobretudo no setor de tecidos, por causa da queda, especialmente, no período de março, abril e maio de 2020. Então ela reflete essa base muito baixa, assim como acontece com outros setores”, diz Cristiano.

Terceiro aumento - O comércio varejista ampliado também registrou o terceiro aumento consecutivo na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em maio, o aumento foi de 26,2%, impactado, principalmente, pelas altas de veículos, motos, partes e peças (71,9%) e material de construção (25,7%).

Baixa - No varejo, o único setor que apresentou queda nas vendas em relação a maio do ano passado foi hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-4,1%). “À época, esse setor acabou absorvendo as demandas por alguns produtos que são usualmente consumidos em outros setores. Ele cresceu em alguns momentos, depois desacelerou, mas estava com uma base alta nos meses de março, abril e maio do ano passado. Então, isso explica a queda nesses últimos três meses”, explica o pesquisador.

26 unidades da federação têm crescimento nas vendas - Na passagem de abril para maio, o comércio varejista cresceu em 26 das 27 unidades da federação. Entre os destaques estão Amapá (23,3%), Ceará (9,4%) e Minas Gerais (9,2%). Já Goiás (-0,3%) foi a única a ter retração no volume de vendas do varejo.

Resultados positivos - No comércio varejista ampliado, também houve predomínio de resultados positivos. Entre as 24 unidades da federação que tiveram aumento no volume de vendas, destacaram-se Amapá (21,6%), Minas Gerais (8,6%) e Distrito Federal (6,9%). Os três estados que tiveram variação negativa foram Sergipe (-4,9%), Ceará (-1,0%) e Tocantins (-0,3%).

Maio - Na comparação com maio do ano passado, o varejo registrou resultados positivos em 26 Unidades da Federação. Os destaques, em termos de variação, foram Amapá (92,0%), Piauí (44,6%) e Pará (43,4%). São Paulo (19,0%), Rio de Janeiro (17,4%) e Minas Gerais (11,3%) foram os estados com maior participação na composição da taxa do varejo.

Maiores variações - Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, houve aumento em 27 Unidades da Federação, sendo as maiores variações registradas por Amapá (105,3%), Piauí (62,4%) e Pará (57,5%).

Mais sobre a pesquisa - A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Resultados mensais - Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. A técnica de coleta é o - Questionário eletrônico autopreenchido (CASI) e a Entrevista pessoal com questionário em papel (PAPI). Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícia

 

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DIEESE: Cesta básica fica mais barata em 9 capitais em junho

dieese 07 07 2021Em junho, o custo da cesta básica caiu em nove das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, feita mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Nas demais capitais analisadas na pesquisa, o custo da cesta básica subiu.

Maiores altas- As maiores altas foram registradas em Fortaleza (1,77%), Curitiba (1,59%) e Florianópolis (1,42%). Já as maiores quedas ocorreram em Goiânia (-2,23%), São Paulo (-1,51%), Belo Horizonte (-1,49%) e Campo Grande (-1,43%).

Mais alta e mais barata - No mês de junho, a cesta básica mais cara do país era a de Florianópolis, onde o custo médio dos produtos que compõem a cesta chegava a R$ 645,38. A cesta mais barata era a de Salvador, onde o custo médio era de R$ 467,30 em junho.

Aumentos acumulados - Considerando o primeiro semestre de 2021, dez capitais brasileiras acumularam aumentos no custo da cesta. Curitiba foi a capital onde houve o maior acúmulo, 14,47%, seguida por Natal, com 9,03%. Também ocorreram aumentos em Florianópolis, Porto Alegre, Vitória, Fortaleza, Belém, João Pessoa, Recife e Aracaju.

Demais capitais - Nas demais capitais, o custo da cesta básica teve redução no primeiro semestre, com Belo Horizonte acumulando a maior baixa, -6,42%. Também ocorreram baixas em Salvador, Goiânia, Campo Grande, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Salário mínimo - Com base na cesta mais cara em junho, que foi a de Florianópolis, o Dieese estimou que o salário mínimo deveria ser equivalente a R$ 5.421,84, valor que corresponde a 4,93 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100,00. (Agência Brasil)

FOTO: EBC

 

ECONOMIA: Poupança registra maior captação líquida do ano em junho

economia poupanca 07 07 2021Impulsionada pela nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial e pela alta recente nos juros, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros registrou o melhor desempenho do ano. Em junho, os brasileiros depositaram R$ 7,09 bilhões a mais do que sacaram na caderneta de poupança, informou nesta terça-feira (06/07) o Banco Central (BC).

Inferior - Apesar do desempenho positivo, a captação é inferior à registrada em junho do ano passado. Naquele mês, os brasileiros tinham depositado R$ 20,53 bilhões a mais do que tinham retirado da poupança.

Retirada líquida - Com o desempenho de junho, a poupança acumula retirada líquida de R$ 16,53 bilhões nos seis primeiros meses do ano. Essa é a maior retirada acumulada para o primeiro semestre desde 2016, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 42,61 bilhões.

Responsável - O principal responsável pelo resultado positivo na poupança foi a retomada do pagamento do auxílio emergencial. A Caixa Econômica Federal depositou o dinheiro em contas poupança digitais, que acumulam rendimentos. Nesta rodada, o benefício paga parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375 por mês, dependendo da família do beneficiário.

2020 - No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais ao longo de oito meses em 2020, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia de covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.

Rendimento - Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 1,6% nos 12 meses terminados em junho, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 8,13%. O IPCA cheio de junho será divulgado na próxima quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fatores - A perda de rendimento da poupança está atrelada a dois fatores. O primeiro são os juros baixos. Atualmente a taxa Selic (juros básicos da economia) está em 4,25% ao ano, depois de ficar em 2% ao ano, no menor nível da história, entre agosto de 2020 e março de 2021. O segundo fator foi a alta nos preços dos alimentos e do dólar, que impacta a inflação desde o segundo semestre do ano passado. Mesmo assim, as recentes elevações na Selic estão voltando a atrair o interesse do brasileiro na caderneta.

Focus - Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 6,07% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia pouco menos de 2,975% este ano, caso a Selic permaneça em 4,25% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central aumente a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

CÂMBIO: Dólar zera perdas do ano e fecha a R$ 5,20

cambio 07 07 2021Em um dia de nervosismo no mercado financeiro, o dólar teve forte alta e zerou as perdas do ano, influenciado por fatores domésticos e externos. A bolsa de valores caiu e fechou no menor nível desde o fim de maio.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (06/07) vendido a R$ 5,209, com alta de R$ 0,121 (+2,39%). A cotação subiu durante toda a sessão, fechando próxima dos valores máximos do dia.

Maior valorização - Em alta pela sexta sessão seguida, o dólar teve a maior valorização para um dia desde 18 de setembro do ano passado, quando subiu 2,79%. A divisa acumula alta de 4,74% em julho e registra valorização de 0,38% em 2021.

Ações - No mercado de ações, o dia também foi marcado pela tensão. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.095 pontos, com recuo de 1,44%. O indicador está no menor nível desde 27 de maio e acumula perda de 1,34% em julho.

Influências - Diversos fatores pressionaram o mercado nesta terça-feira. A escalada de casos de covid-19 provocados pela variante delta do novo coronavírus levou pessimismo ao mercado. Paralelamente, os investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve o Banco Central dos Estados Unidos, prevista para amanhã (7), para terem um indicativo de quando a autoridade monetária começará a retirar os estímulos para a maior economia do planeta.

Impasse - Um impasse na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) aumentou o nervosismo no mercado externo. A reunião da Opep foi cancelada por falta de acordo entre os membros em relação ao preço do petróleo. No Brasil, as tensões políticas e a divulgação de que a produção industrial caiu em maio influenciaram as negociações. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

PROJEÇÕES: Produção de grãos crescerá 27% nos próximos dez anos, chegando a 333 milhões de toneladas

projecoes 07 07 2021A produção de grãos deverá atingir 333,1 milhões de toneladas nos próximos dez anos. Em relação ao que o país produz nessa temporada de 2020/2021, o acréscimo na produção até 2030/2031 deverá ser de 71 milhões de toneladas, alta de 27,1%, a uma taxa de crescimento de 2,4% ao ano. Soja, milho de segunda safra e algodão devem continuar puxando o crescimento da produção de grãos.

Estudo - Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, pela Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (SIRE/Embrapa) e pelo Departamento de Estatística da Universidade de Brasília (UnB).

Mercado interno- O mercado interno, as exportações e os ganhos de produtividade, deverão ser os principais fatores de crescimento na próxima década, aponta o estudo. O avanço de inovações deve continuar permeando as atividades no campo, pois há grande atrativo para novas tecnologias.

Carnes - A produção de carnes (bovina, suína e aves) entre 2020/21 e 2030/31, deverá aumentar em 6,6 milhões de toneladas, o que representa um acréscimo de 24,1%. As carnes de frango e de suínos são as que devem apresentar maior crescimento nos próximos anos: carne de frango (27,7%), suína (25,8%). A produção de carne bovina deve crescer 17% entre o ano base e o final das projeções. “Esses percentuais podem situar-se em níveis maiores, haja vista o aumento da procura por proteína animal”, alerta José Garcia, coordenador-geral de Avaliação de Políticas e Informação do ministério e um dos pesquisadores das projeções.

Regiões em destaque- As regiões Centro-Oeste e Norte são as que deverão ter os maiores aumentos relativos de produção e área. Entre os estados do Norte, Tocantins e Rondônia deverão liderar a expansão da produção.

Grandes produtores- Entre os grandes produtores, Mato Grosso continua liderando a expansão da produção de milho e soja no país. O acréscimo da produção de milho deve ocorrer especialmente pela expansão do milho de segunda safra. Mas a soja deve apresentar forte expansão em estados do Norte, como, Tocantins, Rondônia e Pará. No Pará, a produção deve crescer a 4,8% ao ano, em Rondônia, 4,3%, e Tocantins, 3,2%. Contribuem para isso, a atração que a cultura apresenta e a abertura de novos modais de transporte com a saída para os portos do Norte.

Matopiba - A região denominada Matopiba - região formada por áreas majoritariamente de cerrado nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia - deverá apresentar aumento elevado da produção de grãos. As projeções indicam que deverá produzir cerca de 36 milhões de toneladas de grãos no próximo decênio, numa área plantada de grãos de 9,3 milhões de hectares ao final do período das projeções.

Área plantada- A área plantada de grãos deve passar dos atuais 68,7 milhões de hectares para 80,8 milhões de hectares em 2030/31, acréscimo de 12,1 milhões de hectares ou 17,6% em termos relativos. A área plantada com todas as lavouras analisadas, além dos grãos, incluindo cana de açúcar, café, cacau e frutas, deve passar de 80,8 milhões de hectares, em 2020/21 para 92,3 milhões, em 2030/31.

Culturas - Essa expansão está concentrada em soja, cana-de-açúcar, e milho de hectares, que totalizam 13,4 milhões de hectares adicionais. Algumas lavouras, como mandioca, café, arroz, laranja e feijão, devem perder área, mas a redução será compensada por ganhos de produtividade.

Esforço - De acordo com Gasques, “deverá ser realizado um esforço de crescimento que consiste em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento”.

Produtos para exportação- O mercado interno, juntamente com as exportações e os ganhos de produtividade, deverão ser as principais fontes de crescimento na próxima década. Em 2030/31, 33,7% da produção de soja deve ser destinada ao mercado interno, no milho, 71,6%, e no café, 43% da produção deve ser consumida internamente. “Haverá, assim, uma pressão sobre o aumento da produção nacional, devido ao crescimento do mercado interno e das exportações do país”, avalia Gasques.

Pressão - Nas carnes, haverá forte pressão do mercado internacional, especialmente de carne bovina e suína, embora o Brasil continue liderando o mercado internacional do frango. Do aumento previsto na produção de carne de frango, 71,4% da produção de 2030/31 serão destinados ao mercado interno; da carne bovina produzida, 64,0% deverão ir ao mercado interno, e na carne suína 73,8%. Deste modo, embora o Brasil seja, em geral, um grande exportador desses produtos, o consumo doméstico continuará muito relevante.

Mais dinâmicos- Os produtos mais dinâmicos do agronegócio brasileiro deverão ser algodão, soja e milho, carnes suína, bovina, frango e frutas, em especial, a manga. “O mercado interno e a demanda internacional serão os principais fatores de crescimento para a maior parte desses produtos, que têm maior potencial de crescimento da produção nos próximos dez anos”, diz o coordenador da pesquisa. (Mapa)

FOTO: Banco de Imagens CNH

Confira a Nota das Projeções do Agronegócio

 

Confira a Apresentação das Projeções do Agronegócio

 

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PROSA SEMENTEIRA: A evolução do tratamento de sementes de grandes culturas

A próxima "Prosa Sementeira", agendada para esta quarta-feira (07/07), às 19 horas, traz como tema o "Tratamento de sementes de grandes culturas", um assunto atual e necessário voltado ao produtor rural. Com as novas tecnologias de aplicação é possível garantir a alta qualidade do tratamento e a manutenção do vigor das sementes.

Primeiros relatos - O curioso é que, diferente do que muitos pensam, o tratamento de sementes não é uma ferramenta da atualidade, os primeiros relatos dessa atividade ocorreram há mais de 400 anos.

Especialistas - Para debater este assunto, a professora da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Maria Laene Moreira Carvalho, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Tecnologias de Sementes (Abrates), promotora do evento, convidou para este quarto episódio, três especialistas que vão abordar os diversos tipos de tratamentos de sementes, de químicos a biológicos, e a importância deles na agricultura atual.

Benefícios - De acordo com a professora, o tratamento de sementes não só ajuda a eliminar ou reduzir a pressão de pragas e doenças em sementes e plântulas, mas também pode impedir a entrada do patógeno em áreas isentas. "A semente tratada também pode favorecer a germinação mais uniforme das plântulas e evitar a necessidade de replantio, minimizando o impacto negativo aos seres humanos, aos animais e ao meio ambiente", explica ela.

Evolução - Um dos convidados é o pesquisador da Embrapa Soja, Ademir Assis Henning, que vai contar um pouco da evolução e a importância do tratamento de sementes de grandes culturas. De acordo com Henning, no mundo, o tratamento químico de sementes é uma prática antiga, porém no Brasil, a recomendação oficial do tratamento com fungicidas para sementes de soja foi feita pela Embrapa Soja, em 1981. Contudo, sua adoção no início foi lenta, sendo que na safra 1990/91 apenas 5% da semente de soja era tratada. Atualmente, cerca de 95% da área de soja é tratada.

Perdas - Segundo Henning, se o produtor, principalmente do Cerrado, não utilizar uma semente tratada, vai contabilizar perdas em razão das falhas no plantio. "Se antes para fazer o plantio eram precisos cento e poucos quilos de sementes por hectare, hoje, esse número caiu para 40/45 quilos por hectare, em razão da plantabilidade e a qualidade da semente que melhoraram", afirmou.

Potencial - Para que as sementes expressem seu máximo potencial no campo é essencial que estejam protegidas contra patógenos e insetos, afirma a engenheira agrônoma e Coordenadora de Qualidade da Syngenta, Thais Andrade, que vai participar da live abordando o efeito da associação inseticidas com fungicidas e consequências na avaliação da germinação por métodos tradicionais.

Divisão -"A Syngenta possui uma divisão totalmente dedicada ao tratamento de sementes chamada Seedcare. O Seedcare não se trata apenas de produtos, mas também tecnologias de aplicação e serviços para garantir a alta qualidade do tratamento e a manutenção do vigor das sementes tratadas", informa Thais.

Serviços - De acordo com Thais Andrade, entre os serviços estão os estudos de "Seed Safety" realizados no laboratório de qualidade fisiológica do Seedcare Institute onde é verificado o efeito dos produtos na qualidade das sementes, bem como o tempo de armazenamento das sementes tratadas. "E, para utilizarmos as metodologias mais assertivas, trabalhamos em conjunto com a comunidade científica e com nossos clientes", complementa.

Problemas e soluções - O engenheiro agrônomo e professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Everson Reis Carvalho, do Departamento de Agricultura e Setor de Sementes, fará uma avaliação das sementes tratadas mostrando problemas e soluções.

Realidade - Para ele, o tratamento de sementes atualmente é uma realidade, porém para que seus objetivos sejam alcançados deve ser realizado em função das recomendações técnicas pertinentes a cada situação. "Devido às suas vantagens, a maioria dos agricultores utilizam essa técnica em seus cultivos, sobretudo para grandes culturas como soja e milho", diz.

Cuidados - Hoje, segundo Carvalho, grande parte das análises fisiológicas realizadas nos laboratórios são com sementes tratadas, com os mais diversos produtos, o que demanda cuidados na escolha e condução dos testes para que a qualidade seja corretamente estimada. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

SERVIÇO

IV Prosa Sementeira - "Tratamento de sementes de grandes culturas"

Dia: 7 de julho às 19 horas

Onde: canal da Abrates no youtube

BANNER: Arte Néia Sussai

 

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AGRONEGÓCIO: Temporada positiva do setor alavanca busca por investimentos do setor no mercado financeiro

agronegocio 07 07 2021Nos resultados das empresas de capital aberto no primeiro trimestre de 2021, os negócios ligados ao agro foram destaques para os investidores. Com um crescimento de 6% no Produto Interno Bruto (PIB) estimado para 2021, o setor agrícola, que representa 27% da produção brasileira, está ainda mais animado com as perspectivas para esse ano.

Ações - Segundo dados da XP Investimentos, 36% do Ibovespa - índice que mede o desempenho das principais ações da Bolsa de Valores brasileira – são de empresas ligadas ao mercado agropecuário. Para o head de commodities e sócio da Allez Invest, Arthur Rubert, o resultado positivo das ações do setor agrícola está relacionado a uma forte recuperação econômica, taxa de juros, ainda, em baixa, desvalorização do real, intensificando a exportação, e estímulos fiscais e monetários, ainda, em vigor. “São vários fatores que impulsionaram o setor nos últimos anos, trazendo as commodities novamente a um cenário positivo para os investidores”, acrescenta.

Exportação - No Brasil, a exportação de produtos brasileiros em maio de 2021 chegou a mais de US$29,9 bilhões, de acordo com dados do Ministério da Economia. De todo o montante exportado, 48% é de produtos agrícolas. “Quase a metade da exportação brasileira e com uma parcela significativa no PIB, o setor agrícola está impulsionando a recuperação do país. E quando o agronegócio apresenta resultados positivos, impacta o varejo, a construção civil e os investimentos em tecnologia, por exemplo, tornando uma cadeia de reações positivas para o país”, relata o head.

Nova visão - Os resultados positivos do agronegócio, desencadeados desde 2020, trazem investidores para a Bolsa com uma nova visão do mercado agropecuário. “Olhar para o agronegócio é uma forma de diversificar a carteira de investimentos. Não é preciso ser produtor para entrar no campo através do mercado financeiro. Hoje é possível investir diretamente no financiamento do setor, ou empresas que prestam serviços para o agronegócio”, destaca Rubert.

Mercado financeiro - No mercado financeiro, existem possibilidade em renda fixa, variável e até fundos imobiliários atrelados ao agronegócio. “São diversas possibilidades que o investidor tem para aproveitar os bons resultados do segmento, mas muitas vezes desconhecem a cadeia produtiva o que dificulta a relação com o agronegócio. Por isso, quanto mais você conhecer do mercado e as suas possibilidades, melhor serão os resultados na sua carteira de investimentos”, acrescenta o head em commodities.

Possibilidades no mercado financeiro- No mercado financeiro é possível investir em ativos atrelados ao agronegócio. São opções que aplicam capital diretamente no campo, através do financiamento, ou em empresas que prestam serviços essenciais para o setor. Veja algumas opções:

1 - LCA: As Letras de Crédito do Agronegócio são títulos emitidos por bancos, relacionados a empréstimos para produtores rurais. “Neste formato de renda fixa é como se o investidor emprestasse a um produtor, mas com o banco como garantidor da operação”, destaca Rubert.

2 - CRA: Os Certificados de Recebíveis Agrícolas também são títulos de renda fixa que financiam projetos no agronegócio. “Por isso, apresentam mais risco que as LCAs, mas também taxas de retorno mais elevadas”, acrescenta o head em commodities.

3 - Ações: Essa modalidade de renda variável é destinada a quem acompanha o setor e está disposto à volatilidade. “Com as ações é possível investir em empresas ligadas a matéria-prima, ou que prestam serviços de tecnologia, como manutenção, ou venda de produtos para a plantação, como maquinários e fertilizantes”, apresenta o sócio da Allez Invest.

4 - Fundos de investimento: Para quem não sabe como escolher os melhores papéis, há fundos de investimentos em ações que focam em empresas do agronegócio. “Nesse caso, o trabalho de seleção das empresas fica com o gestor do fundo, que seleciona os ativos com mais conhecimento de mercado e de investimentos”, apresenta Rubert.

5 - Fundos Imobiliários: Algumas empresas de fundos imobiliários lançaram uma modalidade que aplica diretamente em propriedades e projetos do agronegócio. “A carteira funciona como um fundo de imóveis, em que o aplicador tem participação em um percentual do rendimento gerado pela propriedade agrícola”, finaliza o sócio.

Sobre a Allez Invest - A Allez Invest é uma boutique de soluções de investimentos no Brasil e no exterior. Com sede em Curitiba (PR), é credenciada à XP Investimentos, a maior corretora de valores e títulos mobiliários da América Latina. Oferece um modelo de assessoria financeira exclusiva, compreensiva e completamente personalizada para seletos clientes. A equipe da Allez Invest é composta nove sócios: Renan Hamilko, Arthur Weber Rubert, Rodolfo Magno Baggio, Guillermo Arauz, Frederico Loss, Mônica de Moraes Campos, Danielle Alves, Amanda Teixeira e Eduardo Merlin, todos com prévio conhecimento do mercado financeiro nacional e internacional. Os sócios já passaram por renomadas empresas do país e trazem uma grande bagagem de conhecimento na economia, que é constantemente atualizada. (Assessoria de Imprensa da Allez Invest)

 

BNDES: Banco disponibiliza R$ 5,1 bilhões para o pequeno produtor rural

bndes 07 07 2021O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai disponibilizar para os pequenos produtores rurais R$ 5,1 bilhões do Plano Safra 2021/2022. Os recursos estão disponíveis até o dia 30 de junho de 2022. De acordo com o presidente do banco, Gustavo Montezano, é a primeira vez que a instituição destina ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) R$ 1 a cada R$ 4 disponibilizados no Plano Safra.

Expansão - Os recursos para o Pronaf tiveram expansão de 58%. Na safra anterior, os pequenos agricultores receberam R$ 3,3 bilhões. No total, serão oferecidos no Plano Safra vigente R$ 20 bilhões ao setor agropecuário nacional, sendo R$ 17,1 bilhões em recursos subvencionados pela União e cerca de R$ 3 bilhões em linha própria do BNDES, para acesso por produtores rurais, empresas e cooperativas do setor.

Dez programas - O BNDES esclareceu que os recursos sujeitos à subvenção econômica serão aplicados por meio de dez programas, dos quais nove são destinados à agricultura empresarial, com total de R$ 11,9 bilhões, e taxas de juros entre 5,5% e 8,5% ao ano. Já o Pronaf terá taxas anuais entre 0,5% e 4,5%. Por meio do Programa BNDES Crédito Rural, que não conta com subvenção econômica e mantém recursos disponíveis durante todo o ano, os produtores deverão contar com cerca de R$ 3 bilhões em financiamento.

Sem limite - Gustavo Montezano disse que “o desejo é atender mais produtores rurais, reduzindo cada vez mais o tíquete médio”.

Recursos próprios - Na safra 2020/2021, o banco disponibilizou com recursos próprios R$ 3,6 bilhões. “Para este ano, não enxergamos qualquer tipo de limitação orçamentária para recursos próprios do banco”, disse.

Rede - O crédito do BNDES é obtido por meio de uma rede de mais de 60 agentes financeiros credenciados, o que permite uma distribuição de recursos para todo o país, visando o atendimento de várias necessidades dos produtores, como aquisição de máquinas e equipamentos, projetos de investimento, custeio, investimentos em sustentabilidade, armazenagem, inovação e modernização de cooperativas.

2020/21 - No Plano Safra 2020/2021, o BNDES aprovou financiamentos no valor de R$ 19,8 bilhões para mais de 60 mil beneficiários, sendo R$ 17 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 2,8 bilhões para a agricultura familiar. (Agência Brasil)

FOTO: Rovena Rosa / Agência Brasil

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Projeto cria regime tributário para estimular construção de silos agropecuários

camara deputados I 07 07 2021O Projeto de Lei 2069/21 cria um regime especial que suspende, por cinco anos, a cobrança de impostos federais para os novos armazéns de estocagem de produtos agropecuários (silos). O texto tramita na Câmara dos Deputados.

Autoria - A proposta é do deputado Gustavo Fruet (PDT-PR) e altera a Lei 9.973/00, que regula a atividade de armazenagem na agricultura.

Resilos - Conforme o texto, o Regime Especial Tributário dos Silos (Resilos) suspenderá os seguintes tributos: Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto de Importação, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e contribuição para o PIS/Pasep.

Estímulo - Fruet afirma que o objetivo da proposta é estimular a construção de novos silos no Brasil, que sofre com a falta de espaços para armazenamento de grãos.

Escassez - “Considerando a escassez de locais para armazenamento da crescente produção agrícola brasileira, a redução de custos para a produção de silos pode dar ao produtor brasileiro opções de controle do preço de seu produto, reduzindo o risco de ser prejudicado com a variação de mercado, do clima ou do câmbio”, disse Fruet.

Tramitação - O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

CMO: Comissão Mista de Orçamento será instalada nesta quarta-feira

cmo 07 07 2021A Comissão Mista de Orçamento (CMO) deverá ser instalada nesta quarta-feira (07/07). A reunião foi convocada por ordem do presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, para eleição da Mesa da CMO para 2021, com os cargos de presidente e vice. Deputados e senadores se reúnem a partir das 10h, no plenário 2 da Câmara dos Deputados. A eleição deve ser feita de forma presencial.

Responsabilidade - Formada por 30 deputados e 10 senadores titulares, a CMO é a responsável pela análise prévia das propostas de Lei Orçamentária Anual (LOA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Plano Plurianual (PPA), fundamentais para a previsão de receitas e despesas do governo federal. A LDO para 2022 (PLN 3/2021) precisa estar aprovada pelo Congresso até 17 de julho para que haja recesso parlamentar.

2020 - Em 2020, a CMO ficou sem atividade formal devido à pandemia e à falta de entendimento político quanto ao comando do colegiado. O Congresso acabou adotando um rito sumário para aprovar, pelo menos, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, a fim de estabelecer as metas e prioridades fiscais e evitar o colapso das contas públicas no início deste ano. (Agência Senado)

FOTO: Edilson Rodrigues / Agência Senado

 

SAÚDE I: 1,7 mil mortes e 62,5 mil casos são registrados em 24 horas

As autoridades de saúde registraram, em 24 horas, 1.780 novas mortes em decorrência da covid-19 e 62.504 novos casos da doença. Os novos dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde divulgada nesta terça-feira (06/07), que consolida informações levantadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Total - Com as novas mortes, desde o início da pandemia, o total de pessoas que morreram de covid-19 chegou a 526.892 e o número de casos chegou a 18.855.015.

Acompanhamento - Até esta terça-feira havia 1.065.477 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves. O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 somou 17.262.646.

Estados - O balanço diário do Ministério da Saúde também traz os dados por estado. No alto do ranking de mais mortes por covid-19 estão São Paulo (130.389), Rio de Janeiro (56.192), Minas Gerais (47.148), Rio Grande do Sul (31.867) e Paraná (31.692). Na ponta de baixo estão Acre (1.760), Roraima (1.763), Amapá (1.857), Tocantins (3.266) e Alagoas (5.450).

Casos - São Paulo também lidera entre as unidades da Federação com mais casos, com 3.809.222, seguido por Minas Gerais (1.836.198) e Paraná (1.235.914). Os estados que aparecem com menos casos são Acre (85.997), Roraima (113.758) e Amapá (118.068).

Vacinação - Conforme o painel do Ministério da Saúde sobre a operacionalização da campanha de imunização contra a covid-19, o Brasil, até agora, aplicou 107,1 milhões de doses de vacinas. Do total aplicado, 79,1 milhões foram da 1ª dose e 28 milhões com a 2ª dose e dose única. Até o momento, foram entregues 143,2 milhões de doses. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Boletim da Covid-19 confirma 3.546 novos casos e 163 óbitos

saude II 07 07 2021A secretaria estadual da Saúde divulgou nesta terça-feira (06/07) mais 3.546 casos confirmados e 163 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.301.721 casos confirmados e 31.518 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (3), fevereiro (84), março (101), abril (48), maio (222), junho (869) e julho (2.219) de 2021.

Internados - O informe relata que 2.044 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.584 em leitos SUS (845 em UTI e 739 em enfermaria) e 460 em leitos da rede particular (248 em UTI e 212 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.210 pacientes internados, 972 em leitos UTI e 1.238 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão na rede pública e rede particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 163 pacientes. São 68 mulheres e 95 homens, com idades que variam de 06 a 98 anos. Os óbitos ocorreram de 29 de janeiro a 6 de julho de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (16), Foz do Iguaçu (13), Maringá (8), São José dos Pinhais (8), Londrina (7), Ponta Grossa (7), Cascavel (4), Paranaguá (4), Pinhão (4), Apucarana (3), Itaperuçu (3), Matinhos (3), Piraquara (3), Telêmaco Borba (3), Arapongas (2), Castro (2), Colombo (2), Guarapuava (2), Jacarezinho (2), Juranda (2), Mandaguaçu (2), Nova Esperança (2), Ortigueira (2), Palmas (2), Pato Branco (2) e Santana do Itararé (2).

Uma morte - A Secretaria da Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Ampére, Antonina, Araruna, Barra do Jacaré, Bela Vista do Paraíso, Bocaiúva do Sul, Cafelândia, Cambé, Campo do Tenente, Conselheiro Mairinck, Cornélio Procópio, Curiúva, Fazenda Rio Grande, Florestópolis, Flórida, Guaíra, Imbituva, Indianópolis, Iretama, Laranjeiras do Sul, Mamborê, Mandirituba, Mangueirinha, Marechal Cândido Rondon, Marumbi, Medianeira, Nova Londrina, Nova Prata do Iguaçu, Nova Santa Rosa, Novo Itacolomi, Pinhais, Piraí do Sul, Pitanga, Piên, Quitandinha, Rio Branco do Sul, Rio Negro, Rolândia, Salto do Itararé, Santa Helena, Santa Tereza do Oeste, Santo Antônio da Platina, Santo Antônio do Sudoeste, Sarandi, São Mateus do Sul, São Miguel do Iguaçu, São Pedro do Ivaí, Toledo, Três Barras do Paraná, Ubiratã, União da Vitória e Virmond.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.922 casos de residentes de fora do Estado, sendo que 174 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná confirma o terceiro caso da variante delta, mas sem transmissão comunitária

saude III 07 07 2021A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quarta-feira (07/07) o terceiro caso da variante delta do coronavírus no Paraná. Trata-se de um homem de 74 anos que mora no município de Apucarana (Vale do Ivaí). Ele é casado com a mulher do primeiro caso positivo divulgado da nova cepa, no início de junho.

Sequenciamento - A variante foi confirmada por sequenciamento genômico do vírus SARS-CoV-2 realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Sintomas - O início dos sintomas da Covid-19 foi no dia 21 de abril. Ele fez o teste rápido de antígeno com resultado positivo e foi internado no dia 28 do mesmo mês, depois de uma coleta de RT-PCR. O exame foi encaminhado para o Laboratório Central do Estado (Lacen) e posteriormente para sequenciamento genômico. O paciente recebeu alta hospitalar em 20 de maio e permaneceu em cuidados domiciliares.

Transmissão comunitária - O caso não caracteriza transmissão comunitária por se tratar de contato próximo ao primeiro caso divulgado, sendo considerado pela vigilância epidemiológica transmissão local.

Apucarana - Todos os casos da variante delta foram confirmados em Apucarana. O segundo foi de uma mulher grávida, de 42 anos, vinda do Japão. Ela foi internada no dia 15 de abril e faleceu três dias depois, após complicações da doença. O filho sobreviveu.

Variantes - Desde o início da pandemia, em março de 2020, o Paraná já registrou a circulação de 24 linhagens de SARS-CoV-2, o vírus que provoca a Covid-19. Eles foram confirmados após o envio de testes RT-PCR positivos de paranaenses para sequenciamento genômico na Fiocruz e Fundação Ezequiel Dias (Funed), sob orientação da Rede Genômica Fiocruz e do Ministério da Saúde.

Amostras - O Laboratório Central do Estado (Lacen/PR) envia quinzenalmente amostras para investigação e monitoramento das cepas circulantes no Paraná. A seleção é feita de forma aleatória e cumpre critérios técnicos e epidemiológicos, ou seja, refletem um recorte de um cenário e servem de balizador de pesquisa e informação.

Total - No total, foram enviadas 925 amostras, sendo que 599 tiveram resultados divulgados e 326 ainda estão em processamento. Os estudos apontam predominância da variante zeta (P.2), originada no Rio de Janeiro, em 2020, e da variante gama (P.1 ou amazônica), considerada preocupante por conta da capacidade de transmissão, a partir de 2021. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias / AEN

 

SAÚDE IV: Paraná registra três novos óbitos provocados pela dengue; total chega a 32

saude dengue 07 07 2021O Informe Semanal da Dengue, publicado nesta terça-feira (06/07) pela Secretaria de Estado da Saúde, aponta 679 novos casos e três óbitos provocados pela doença. O período epidemiológico que teve início em agosto do ano passado soma agora 25.802 casos e 32 mortes confirmadas no Estado.

Paranaguá - Dois óbitos divulgados nesta semana são de residentes no município de Paranaguá: uma mulher de 78 anos e um homem de 75. A terceira morte tem como município de residência a cidade de Ibiporã e trata-se de um homem de 45 anos. As três pessoas que morreram sofriam de hipertensão arterial sistêmica.

Municípios - Dos 399 municípios paranaenses, 286 registram casos confirmados de dengue e 360 apresentam notificações.

Grave - No Informe desta terça-feira (06/07), 17 municípios têm casos de dengue grave: Foz do Iguaçu soma 11 casos; Paranaguá e Londrina, 4 casos em cada cidade; Umuarama, Maringá e Cambé com 2 casos respectivamente, e 1 caso de dengue grave nos municípios de Morretes, Castro, Marmeleiro, Roncador, Santo Antônio do Caiuá, Marialva, Ourizona, Assaí, Ibiporã, Jataizinho e Cornélio Procópio.

Evolução - A dengue é uma doença que pode evoluir para forma mais grave e provocar a morte. Os sintomas iniciais são febre alta, dores musculares intensa, dor nos olhos, mal-estar, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo; quando os sintomas se agravam podem surgir dores abdominais, vômitos persistentes e sangramento de mucosas.

Prevenção - “A melhor forma de prevenção contra a dengue é com a remoção dos focos do mosquito transmissor; o “Aedes aegypti” forma seus criadouros e se prolifera em locais e recipientes que acumulam água parada; por isso é fundamental a eliminação destes pontos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Pixabay

Confira o informe completo.

 


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