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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5109 | 09 de Julho de 2021

FALECIMENTO: Sistema Ocepar lamenta a morte do líder cooperativista Paulino Capelin Fachin

“Em nome das cooperativas paranaenses, quero manifestar nosso mais profundo sentimento a todos os familiares, diretores, cooperados e funcionários da cooperativa Coasul, pela perda do seu grande líder Paulino Fachin. Perdemos hoje um amigo e conselheiro, pessoa que dedicou toda uma vida ao cooperativismo e ao agronegócio, sempre contribuindo com propostas e ideias. Quando ocupou o cargo de diretor da Ocepar e, como coordenador de núcleo, sempre buscou o diálogo na região, para que as cooperativas pudessem se desenvolver”, destacou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ao tomar conhecimento da morte do presidente da cooperativa Coasul, com sede em São João. Paulino Fachin faleceu na noite desta quinta-feira (08/07), aos 71 anos. Ele estava afastado do cargo para tratamento de saúde. A Coasul, ao comunicar o falecimento do seu presidente, desejou “muita força à família e aos amigos para que possam superar esse momento de dor irreparável”.

Sentimentos - Incentivador do cooperativismo no Sudoeste, Fachin presidia a Coasul desde 1976 e foi um dos fundadores da cooperativa central Frimesa, na época Sudcoop, e, por sua determinação, tornou-se uma forte liderança do setor na região. “Lamentamos a partida de um grande cooperativista e defensor do agronegócio e parceiro fundador da Sudcoop/ Frimesa. Aos familiares, nossos sentimentos pela enorme perda”, destacou o diretor executivo da Frimesa, Elias Zydek. Já o ex-presidente da Cocari, Vilmar Sebold, disse que Paulino “construiu uma belíssima história, deixa um grande legado e ficará na lembrança de todos. Força e Fé à família, à Coasul e aos amigos.” Leonardo Boesche, superintendente do Sescoop/PR e que trabalhou com Fachin na Coasul de 1993 até 2001, frisou que o cooperativismo não perde apenas um líder, perde um homem justo e dedicado naquilo que melhor soube fazer: “trabalhar em prol do desenvolvimento da cooperativa e de toda região. Viveu intensamente a Coasul em todos seus momentos e nos deixa uma bela história de vida. Perdemos hoje um grande amigo e lamentamos sua morte”, lembrou. “Fachin sempre falava que o maior patrimônio que uma cooperativa pode ter é o bom entendimento entre cooperados, diretoria, Conselho Fiscal e funcionários. E ele sempre lutou muito por isso e conseguiu manter a harmonia na cooperativa, apesar dos mais variados interesses entre as partes”, acrescentou. 

Troféu Ocepar - No ano de 2009, ele foi homenageado pelo Sistema Ocepar com o Troféu Ocepar, quando, num auditório lotado, fez um emocionante discurso de agradecimento, dedicando a homenagem para sua família e a todos os cooperados e funcionários da Coasul. “Sem eles não seria ninguém e não estaria sendo homenageado nesta ocasião com este importante troféu, que muito me orgulha”, afirmou. Natural do município de São João, no Sudoeste do Paraná, Fachin cresceu no meio rural e sempre esteve envolvido com a agricultura. Em 1975, atuou como conselheiro fiscal da Cooperativa Agropecuária Sudoeste Ltda - Coasul. No ano seguinte, foi eleito diretor presidente da Coasul, cargo que ocupava atualmente na cooperativa. Foi incentivador da fundação da Sudcoop (Cooperativa Central Agropecuária Sudoeste), da qual foi eleito diretor. Também incentivou a criação do Programa da Pesquisa da Ocepar, posteriormente transformado na Cooperativa Central Coodetec. Foi diretor da Ocepar por três gestões (1993/1996, 2007/2011 e 2011/2015), integrou na década de 1980 o Conselho de Ética da Ocepar e foi coordenador dos Núcleos Cooperativos do Sudoeste, além de fundador e primeiro diretor presidente da Cooperativa Sicredi Iguaçu, sediada em São João.

Sepultamento - O velório de Paulino Capelin Fachin acontece desde a manhã desta sexta-feira (09/07) na Casa Mortuária de São João e o sepultamento será às 10h30, no cemitério municipal, em São João.

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OCEPAR: Diretoria referenda projetos estruturantes do planejamento estratégico PRC200

Durante a 25ª reunião da atual gestão da diretoria da Ocepar, realizada através de videoconferência na tarde desta quinta-feira (08/07), foram referendados os 17 projetos estruturantes do novo Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC 200) do cooperativismo paranaense. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fez a apresentação das 17 propostas estruturantes, concebidas por meio de entrevistas com 25 presidentes de cooperativas, 10 especialistas de mercado, 100 executivos de cooperativas e durante reuniões, fóruns e encontros específicos para debater a nova etapa do planejamento estratégico, que tem como uma de suas principais metas dobrar o faturamento do setor, que em 2020 atingiu R$ 115,7 bilhões.

Fórum dos Presidentes - Ao detalhar cada uma das propostas, Ricken destacou que o assunto também será levado para o conhecimento de todas as lideranças, durante a realização do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses que será realizado no próximo dia 22 de julho. “O PRC200 nada mais é do que a soma de todos os planejamentos individuais das nossas 217 cooperativas filiadas, com foco no desenvolvimento sustentável do cooperativismo paranaense. Esses projetos estruturantes serão os pilares para que possamos alcançar os resultados esperados, como foi com o PRC100”, destacou.

Projeção - “Num cenário otimista, conseguiríamos dobrar a atual movimentação financeira no ano de 2025. Já num cenário realista seria em 2026 e num pessimista em 2029. Tudo dependerá do grau de comprometimento de todos para que este novo desafio seja alcançado no momento oportuno e de forma sustentável”, lembrou Ricken. O dirigente destacou que as propostas estão sendo encaminhadas para as cooperativas também darem suas contribuições.

Projetos - O dirigente lembrou que todos os projetos têm como alicerce fatores econômicos, educacionais, inovação, socioambiental e de  cooperação. Os projetos apresentados na reunião foram: 01 – representação parlamentar; 02 – representação e defesa das relações trabalhistas e sindicais; 03 – câmara de mediação e arbitragem do cooperativismo; 04 – econômico-financeiro; 05 – comunicação; 06 – mercado internacional; 07 – alianças estratégicas; 08 – plano de previdência privada do cooperativismo; 9 – intercooperação; 10 – certificação de cooperativas; 11 – desenvolvimento dos profissionais; 12 – desenvolvimento das pequenas cooperativas; 13 – desenvolvimento da inovação; 14 – centro de excelência da governança e gestão; 15 – energia; 16 – modal logístico e 17 – compartilhamento de T.I.

Foco - Ao referendar as propostas, os diretores elogiaram o trabalho realizado no levantamento dos projetos e que todos eles estão focados nos interesses das cooperativas dos mais diversos ramos de atuação. Os dirigentes lembraram o grande desafio que existe na implementação e execução do PRC200. “É um desafio muito grande. Destaco a sustentabilidade, pois agora a moda é o ESG – ambiental, social e governança é algo que necessita”, frisou Jorge Karl, presidente da cooperativa Agrária.

Paraná - A reunião da diretoria também contou com a participação do vice-governador Darci Piana que falou sobre as inúmeras parcerias que estão sendo realizadas pelo atual governo e o sistema cooperativista paranaense. “Como vice-governador estou fazendo meu papel que é intermediar os interesses do setor privado com o governo. Esta integração que está existindo no Paraná entre as cooperativas com o governador Ratinho Júnior, está sendo possível se planejar melhor para o que acontecerá no futuro. Caminhamos de mãos dadas com o cooperativismo e o agronegócio que tem sido um dos principais setores da nossa economia”, lembrou.

Expo Dubai - Na ocasião, Darci Piana faltou sobre o apoio que o Paraná está dando para que os mais diversos setores representativos possam participar da Feira de Dubai. “Uma grande oportunidade para que nossas cooperativas possam mostrar o que realizam e o que podem fornecer para os países árabes. Em especial neste momento com o novo status do nosso estado ser livre de aftosa. Poder mostrar para o mundo o que realizamos em termos de sustentabilidade e qualidade”, frisou o vice-governador. O presidente da Agência Paraná de Desenvolvimento (APD), José Eduardo Bekin deu mais detalhes aos diretores da Ocepar sobre a Expo Dubai, exposição mundial que acontecerá nos Emirados Árabes Unidos entre 1 de outubro deste ano e 31 de março de 2022. Também foi apresentado a diretoria a Feira da Arabia Saudita por Anderson Colatto. Ambos os eventos acontecerão de forma digital e que poderá colocar nossas cooperativas na vitrine dos principais compradores do mundo.

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FÓRUM DOS PRESIDENTES: Projetos estruturantes do PRC200 serão apresentados no evento

Os projetos estruturantes que serão implementados por meio do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, serão apresentados pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, no dia 22 de julho, no Fórum Virtual dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses. Os principais resultados projetados no PRC200 são: R$ 200 bilhões de faturamento, investimentos de R$ 5 bilhões por ano, quatro milhões de cooperados, 200 mil empregados e resultados (ou sobras, como se diz no cooperativismo) de R$ 10 bilhões. Num cenário realista, esses objetivos podem ser alcançados entre 2025 e 2026.

Autoridades - A programação do Fórum inicia a partir das 14h, pela plataforma Microsof Teams, e será aberta com as presenças da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, do governador do Estado, Ratinho Junior, e do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

BNDES - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, fará uma explanação sobre os programas de investimentos disponíveis para as cooperativas.

Palestras - O professor da USP e FGV, Marcos Fava Neves, ministra palestra com o tema “Planejamento estratégico como diferencial competitivo”. Já a professora da FIA, Patrícia Peck, discorrerá sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Jubileu de Ouro - O Fórum dos Presidentes também terá um momento de celebração do Jubileu de Ouro da Ocepar. A entidade completou 50 anos no dia 2 de abril e haverá uma homenagem aos ex-presidentes Guntolf van Kaick, Benjamin Hammerschmidt, Wilson Thiesen, Ignácio Aloísio Donel, Dick Carlos de Geus e João Paulo Koslovski. O evento encerra com o lançamento do livro alusivo ao cinquentenário da Ocepar, intitulado “Paraná Cooperativo, modelo econômico e social”.

Público - Promovido pelo Sistema Ocepar, o Fórum é destinado a dirigentes, gestores, executivos, colaboradores e cooperados das cooperativas paranaenses. As inscrições devem ser feitas até o dia 19 de julho, pelo link: https://bit.ly/3hhyygf. O link de acesso será enviado por e-mail. Mais informações com Neuza Oliveira (41 99151-2148 / secretaria@sistemaocepar.coop.br).

 

forum presidentes folder 06 07 2021

ANS: Percentual negativo de reajuste para planos de saúde individuais pode gerar impacto de até R$ 192,4 milhões nas cooperativas do PR

ans destaque 09 07 2021A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu que os planos de saúde individuais ou familiares terão percentual de reajuste negativo no período de maio de 2021 a abril de 2022. O índice estabelecido é de -8,19% e, segundo a agência, reflete a queda das despesas assistenciais ocorrida no setor no ano de 2020 em virtude da pandemia de Covid-19. Na prática, o percentual negativo resulta em redução na mensalidade e as operadoras são obrigadas a aplicar o índice, que não pode ser maior do que definido pela agência reguladora.

Decisão - A aprovação do percentual ocorreu em reunião de Diretoria Colegiada nesta quinta (08/07) e a decisão será publicada no Diário Oficial da União. O índice deve ser aplicado pela operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês de contratação do plano. A base anual de incidência é de maio até abril do ano seguinte. Para chegar ao índice, a ANS utilizou metodologia de cálculo que vem sendo aplicada desde 2019, que combina a variação das despesas assistenciais com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desconsiderando o item Plano de Saúde.

Impacto - Os planos individuas ou familiares respondem por 34,2% do faturamento das cooperativas paranaenses de saúde, representando 643.637 beneficiários, e a decisão da ANS trará impacto da ordem de mais de R$ 192,4 milhões para o setor no Estado.

Represamento - De acordo com o coordenador de Monitoramento da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola, a justificativa trazida pela ANS não leva em consideração o “represamento” de eventos eletivos, que não foram realizados por restrições sanitárias e que em determinado momento serão atendidos. “Além do mais, muitos destes procedimentos eletivos passam a ser atendidos de forma emergencial, o que gera maior custo para cooperativa operadora. A título de exemplo, já se percebe o aumento da taxa de sinistralidade em 2021. Considerando o fechamento de maio de 2021, a carteira consolidada dos planos individual ou familiar das cooperativas operadoras paranaenses atingiu o índice de 76,98%. No mesmo período de 2020, este índice era de 67,46%, ou seja, crescimento relativo de mais de 14%”, salienta.

Preocupação - Ainda de acordo com ele, existe também a preocupação da obrigatoriedade de atendimento a novos procedimentos, sem que esse custo possa ser repassado ao valor dos planos, seja por determinação da ANS, do judiciário ou até mesmo do poder legislativo, tal como tramita o Projeto de Lei 5553/20, que obriga operadoras de planos de saúde privados a ofertarem vacinas aos clientes em casos de emergência de saúde pública.

Comprometimento - “Estes fatores podem trazer, em alguns casos, o comprometimento da viabilidade operacional de algumas operadoras, não só cooperativas, mas também as mercantis. Este reajuste negativo é válido para os planos de saúde individuais ou familiares médico-hospitalares regulamentados, ou seja, contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98. A nível nacional, esse tipo de contratação responde por 17% do total de beneficiários em planos de assistência médica. São cerca de 8 milhões de usuários, de acordo com dados referentes a maio de 2021”, frisa Gogola.

Gráfico - A coordenação de monitoramento do Sescoop/PR elaborou um gráfico para ilustrar a situação. “No gráfico, podemos observar que, mesmo que aplicável somente aos planos empresariais/familiares, que estas definições da ANS comprometem de forma direta o faturamento global das cooperativas de saúde e, portanto, a expectativa de crescimento para 2021, que anteriormente era de aproximadamente de 8,6%, deve ser afetada e, se seguindo a tendência do primeiro semestre, deve ser de aproximadamente 5%. O índice de reajuste autorizado pela ANS deve ser aplicado na forma prevista pela RN nº 171/2008”, explica o coordenador do Sescoop/PR.

 

ans gráfico 09 07 2021

 

CRCPR: Comissão do Profissional Contábil da Área Cooperativista promove mais uma live nesta sexta-feira

contabilidade arte 09 07 2021A Comissão do Profissional Contábil da Área Cooperativista do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CRCPR), em parceria com a KPMG, traz, neste mês, um Ciclo de Lives, transmitidas gratuitamente pela TV CRCPR. Cada live valerá um ponto no Programa de Educação Profissional Continuada do Conselho Federal de Contabilidade (PEPC-CFC) para os participantes que estiverem inscritos previamente. A primeira ocorreu no dia 2 de julho e tratou sobre Classificação, Mensuração, Reconhecimento Inicial e Subsequente de Instrumentos Financeiros (Patrimonial e Resultado) / Reconhecimento e Desreconhecimento. A segunda é nesta sexta-feira (09/07), com o tema Riscos Financeiros e Operacionais X Estratégias de Hedge. Veja abaixo a programação.

Palestrante - O palestrante das lives é Clenes F. Bezerra, gerente da KPMG em São Paulo, atuante em Auditoria desde 2002, mais especificamente na área de Financial Services e Fundos de Investimento. Os moderadores representando a KPMG são Cristiano Aurélio Kruk, com 23 anos de experiência em auditoria e sócio de auditoria e líder de atendimento de Cooperativas agroindustriais da KPMG no Brasil e Josiane Lima, com 13 anos de experiência em auditoria e gerente sênior de auditoria, parte do time de atendimento de Cooperativas agroindustriais da KPMG no Brasil. Representando a Comissão do Profissional Contábil da Área Cooperativista do CRCPR, são moderadores o coordenador Claudiomiro Rodrigues, também coordenador Administrativo/Financeiro do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar); e os contadores membros da Comissão Alcir Sebastião Ribeiro, contador de cooperativa desde 2001, Nelson Beltrame, Perito judicial (Vara Cívil); e Devair Mem, mestre em Gestão de Cooperativas.

Temas - Confira abaixo as temáticas programadas e inscreva-se:

09/07, às 16h - Riscos Financeiros e Operacionais X Estratégias de Hedge.

Para inscrever-se na live de 09/07, clique aqui!

 

16/07, às 16h - Operações a Termo com Cooperados e Terceiros e Operações de Barter.

Para inscrever-se na live de 16/07, clique aqui!

 

23/07, às 16h - Hedge, Hedge Natural e Hedge Accounting

Para inscrever-se na live de 23/07, clique aqui!

A Comissão - A Comissão do Profissional Contábil da Área Cooperativista (CRCPR) foi criada em 2016 e é composta por Claudiomiro Rodrigues (coordenador) e os membros Alcemar Luiz Candiotto, Alcir Sebastião Ribeiro, Allan Lukas Jucovski, Devair Antonio Mem, José Ronkoski e Nelson Beltrame. (Com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná)

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Indicadores do Programa Autogestão confirmam evolução da Uniodonto Londrina

O Sistema Uniodonto é um dos líderes do segmento de planos odontológicos, seja pelo número de usuários ou pela diversidade dos planos que oferece aos seus clientes. No Paraná, o grupo possui cerca de 48,9 mil beneficiários, dos quais 18 mil são clientes da Uniodonto Londrina, cooperativa odontológica com 30 anos de atuação no norte do Estado. O atendimento aos beneficiários da Uniodonto Londrina é realizado por 121 cirurgiões-dentistas cooperados. Um time de profissionais de alto nível e que, durante a pandemia da Covid-19, pode perceber ainda mais os diferenciais de integrar uma cooperativa. 

Apoio ao cooperado - Para apoiar seus cooperados que tiveram perda nos rendimentos durante a pandemia, a Uniodonto Londrina concedeu valores extras para cada beneficiário atendido. Também foram acordadas parcerias com cooperativas de crédito para facilitar acesso a créditos especiais aos cooperados, e distribuídas sobras ao final do período. “Os resultados foram bastante positivos. Comercialmente não houve perda de beneficiários e ainda fortalecemos os vínculos com os nossos cooperados”, avalia o presidente da Uniodonto Londrina, Marcelo Faneco Fontana.

A atuação - A saúde financeira da Uniodonto Londrina foi o assunto da reunião institucional realizada pelo Sistema Ocepar, na manhã desta quinta-feira (08/07), com diretores da cooperativa. “Apresentamos os indicadores que constam no nosso Programa de Autogestão, referentes ao ano passado, e falamos sobre as expectativas para 2021. A Uniodonto Londrina vem demonstrando uma boa evolução ao longo dos últimos anos, elevando seus indicadores de resultados e mantendo um nível baixo na matriz de risco. Isto é bastante positivo”, avalia o coordenador de Monitoramento do Sescoop/PR, João Gogola Neto. 

Avaliação - “Em relação aos números do ano passado, não há nenhuma surpresa, porque a gente se programou para gerar esses resultados. Conseguimos manter a a saúde financeira da cooperativa e ainda apoiar financeiramente nossos cooperados no momento que ele mais precisava”, comenta o gerente Claudio Braga. “E para 2021, estamos caminhando para o mesmo resultado. A partir do segundo semestre, acho que teremos um pouco mais dificuldades em função de uma possível queda das vendas e aumento da sinistralidade, mas temos algumas estratégias para trabalhar essa questão”, completa Marcelo Fontana.

Monitoramento - Por determinação legal, o Sistema Ocepar, por meio do Sistema Ocepar, faz o monitoramento econômico e financeiro das cooperativas filiadas. A ferramenta utilizada para esse fim é o Programa Autogestão, desenvolvido pela organização. Alimentado com dados encaminhados mensalmente pelas cooperativas, o Autogestão faz um diagnóstico completo do desempenho da cooperativa, sinalizando aspectos que precisam de mais atenção, o que possibilita corrigir rumos e tomar decisões estratégicas mais assertivas.  “Fazemos uma análise fria dos números, por isso realizamos as reuniões institucionais, porque assim podemos ouvir quem está do outro lado e, desta forma, saber como é o dia a dia, as dificuldades enfrentadas e também as boas práticas adotadas. No caso da Uniodonto Londrina, parabenizamos pela condução da cooperativa”, disse Gogola Neto.

Pauta - Nas reuniões institucionais também entram em pauta temas de interesse das cooperativas, bem como os projetos de formação e capacitação apoiados pelo Sescoop/PR e as soluções criadas pelo Sistema S das cooperativas para apoiar o desenvolvimento do setor, a exemplo de programas de Compliance, Gestão Estratégica, Inovação, entre outros.

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COVID-19: Confira os novos destaques da área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 09 07 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

COOPERATIVISMO: Panorama Coop traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 09 07 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras.

Indicações - Nesta semana, o boletim informa que o Senado Federal aprovou diversas indicações de autoridades, dentre elas de agências importantes para as coops estarem de olho, como a ANTT e a ANS. É fundamental estar atento a essas mudanças e os seus impactos para as cooperativas. Além disso, o boletim traz também as impressões do cooperativismo sobre o projeto da reforma no Imposto de Renda, apresentado na semana passada. Confira!

Análise política - O plenário do Senado Federal aprovou a indicação de 19 autoridades públicas, dentre elas, novos integrantes dos órgãos colegiados da ANTT e da ANS. Ainda aguardam ratificação do Senado outros importantes nomes de interesse do cooperativismo na ANM e no Banco Central. No Panorama Coop de hoje, traremos detalhes sobre essas votações, o perfil de cada um dos principais nomes indicados nas agências reguladoras e possíveis impactos dessas indicações para o cooperativismo brasileiro. Confira a seguir!

Acesse a Análise Política

Clique aqui e acesse todas as análises anteriores

Reforma Tributária - O Grupo de Trabalho do Sistema OCB responsável pelas análises de propostas de Reforma Tributária se reuniu na última semana para discutir o PL 2.337/21, que trata do Imposto de Renda, enviado pelo Poder Executivo. A intenção é garantir que não haja nenhum tipo de prejudicialidade ao cooperativismo e que nosso modelo de negócios seja respeitado dentro das suas especificidades. Quer saber quais foram as primeiras impressões do impacto do texto ao cooperativismo?

Acesse o informe Cooperativismo na Reforma Tributária

Vem aí a Semana ConexãoCoop - O Sistema OCB quer que a sua cooperativa voe cada vez mais alto, desbrave novos mercados, amplie os horizontes e descubra caminhos ainda melhores para se destacar nos negócios. Pensando nisso, criou um site onde é possível encontrar tudo o que sua coop precisa para alcançar seus objetivos. Estamos falando do ConexãoCoop – uma plataforma de negócios do cooperativismo brasileiro. O lançamento desse novo site, repleto de informações e novidades sobre economia, novos mercados e intercooperação, vai ocorrer durante a Semana ConexãoCoop, entre os dias 26 e 30 de julho.

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OCB debate Plano Safra - A OCB promoveu, na segunda-feira (05/07), a live Plano Safra e o Cooperativismo. A transmissão contou com a participação da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, do presidente do BNDES, Gustavo Montezano, e do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. Apresentando as expectativas mais técnicas sobre o impacto do Plano Safra 2021/2022, também estiveram presentes o coordenador nacional do Ramo Agropecuário, Luiz Roberto Baggio e o coordenador nacional do Ramo Crédito, Marco Aurélio Almada.

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Instalada comissão especial sobre mudanças nos planos de saúde - A Câmara dos Deputados instalou na terça-feira (06/07) uma comissão especial para retomar o debate sobre mudanças na Lei dos Planos de Saúde. Serão 34 integrantes titulares, e igual número de suplentes, que analisarão o Projeto de Lei 7419/06, do Senado, e, até o momento, mais 248 apensados. A deputada Dra Soraya Manato (ES) foi eleita presidente, e o deputado Celso Russomanno (SP), 1º vice-presidente. Outros cargos seguem em aberto. “São assuntos polêmicos e impactantes, vamos discuti-los a fundo”, declarou Soraya Manato, ao indicar o deputado Hiran Gonçalves (RR) como relator. O assunto faz parte da pauta prioritária da Agenda Institucional do Cooperativismo e segue sendo acompanhado pelos integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).

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SICOOB UNICOOB: Live de lançamento do Plano Safra trouxe as novidades e oportunidades para apoiar o produtor rural

sicoob unicoo 09 07 2021Depois de apresentar as novidades do Plano Safra 2021/2022 para as equipes de Crédito Rural das cooperativas singulares, o Sicoob Central Unicoob promoveu, na quarta-feira (07/07), um evento on-line voltado aos cooperados e não cooperados, às Astec, as Assistências Técnicas Rurais, parceiros como Unicampo, IDR-PR, Apepa e outros.

Participações - Participaram o presidente e o vice-presidente do Conselho de Administração do Sicoob Central Unicoob, Wilson Cavina e Marino Delgado e o diretor-presidente, Marcio Gonçalves. Como convidados, o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, e o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, Norberto Ortigara. Diversos colaboradores de UADs e agências, dirigentes e conselheiros também marcaram presença.

Honra - Na abertura do evento, Cavina disse que o Sicoob se sente honrado de poder colaborar com os negócios do campo. “Estamos em uma região que a agricultura é muito forte e, consequentemente, os produtores também são. Portanto, que a gente atinja o sucesso no agronegócio que, atualmente, é o que impulsiona a economia no Brasil”, afirmou.

Novidades e oportunidades - O gerente de Crédito Rural do Sicoob Unicoob, Michel Tamura, apresentou os pontos de destaque do Plano Safra 2021/2022, que foi lançado pelo Governo Federal no dia 22 de junho. Ao todo, serão R$ 251,2 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional. O valor reflete um aumento de R$ 14,9 bilhões (6,3%) em relação ao plano anterior, um crescimento que reforça o desenvolvimento e a importância do setor agropecuário no país. Michel abordou as possibilidades de negócios e as soluções oferecidas pelo Sicoob para apoiar o produtor rural nesse ciclo.

Campanha de comunicação - Em seguida, os espectadores puderam conferir a campanha de comunicação do Plano Safra 2021/2022 do Sicoob Unicoob, produzida pela equipe de Comunicação, Marketing e Eventos, apresentada pela supervisora da área, Jackelyne Brites. O objetivo é posicionar o Sicoob como parceiro no desenvolvimento do agro brasileiro e, consequentemente, aumentar a carteira de crédito.

Painel -O evento teve ainda um painel com a participação do secretário Estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, do presidente do Conselho de Administração do Sicoob Unicoob, Wilson Cavina e do diretor de Mercado do Sicoob Unicoob, Carlos Schlick.

Apoio - Na oportunidade, Ortigara comentou sobre as soluções apresentadas pelo Sicoob e sobre como elas irão apoiar o crescimento e desenvolvimento do setor agropecuário no Paraná. Já Ricken, disse que acredita que as soluções apresentadas pelo Sicoob estão alinhadas às oferecidas no mercado e como podem atender as demais cooperativas de agro e produção e os cooperados.

Recursos e linhas - Representando o CCS, o gerente de Negócios Agro, Raphael Santana, falou sobre os recursos e as linhas que serão disponibilizadas para atender as demandas da safra. Segundo ele, em todo o Brasil, o Sicoob irá destinar mais de R$ 25 bilhões, como foco no Paraná. Por fim, o diretor da Unicoob Corretora, Fernando Bertasson falou sobre a parceria com a Sancor Seguros na campanha que vai premiar os segurados que protegerem suas lavouras.

Link - Se você perdeu o evento, clique aqui e assista na íntegra. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COCAMAR I: Presidente da cooperativa destaca união pelo associativismo em mesa redonda na Acim

Ao participar, na segunda-feira (05/07), de uma Mesa Redonda promovida pela Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), que reuniu representantes do poder público, do cooperativismo estadual e lideranças de cooperativas sediadas na cidade para falar sobre o tema Associativismo, o presidente executivo da Cocamar, Divanir Higino, afirmou que “Maringá, pela força e a união de suas organizações associativistas, merece ser aclamada como a Capital Nacional do Associativismo”.

Título - A cidade está reivindicando oficialmente o título que tramita para análise na Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, conforme informou o deputado federal Luiz Nishimori, no mesmo evento, que contou também com a intervenção do senador Flávio Arns, apoiador da iniciativa. “O associativismo faz parte do DNA de Maringá”, ressaltou o senador. Ambos, e também o deputado federal Ricardo Barros, líder do governo na Câmara, participaram virtualmente, a exemplo de Divanir.

Semana do Cooperativismo - O presidente da Cocamar destacou a realização da Semana do Cooperativismo, cujo ponto de partida foi sábado (03/07), Dia Internacional do Cooperativismo), ocasião em que 10 cooperativas locais, de diversos ramos, se uniram para promover o Dia de Cooperar e apoiar 5 entidades assistenciais.

Diferenciais - Também foram citados pelo dirigente os diferenciais da cidade, reconhecida pela qualidade de vida da população, sendo, de acordo com publicações especializadas, uma das melhores do país para se viver e investir. Ele comentou, ainda, sobre o exemplar trabalho realizado pela Acim, sob a liderança do jovem Michel Felippe Soares. Com mais de 5 mil associados, a entidade é uma referência nacional, assim como o Codem (Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá, que atua em apoio à gestão pública). Divanir valorizou, também, “a profícua parceria que há, de longa data, entre todas as entidades representativas locais, trabalhando por uma sociedade mais justa e mais solidária”.

Campanha - Ele lembrou que a Campanha União Solidária, promovida há anos pela Cocamar e a Sicredi União PR/SP, já resultou na captação de mais de R$ 20 milhões que atenderam centenas de entidades assistenciais situadas nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. E afirmou: “Setenta e cinco por cento dos cooperados da Cocamar são pequenos produtores e graças a essa união em torno da cooperativa, eles conseguem permanecer e prosperar em seus negócios.”

Outras - Ainda a respeito da Cocamar, Divanir ressaltou que a cooperativa promoveu o surgimento de várias outras, ao longo de sua história. Em 1983, o então presidente Constâncio Pereira Dias apresentou a um grupo de médicos da cidade, seus amigos, a sugestão de seguirem o modelo da Unimed – cooperativa de profissionais médicos - que já havia em Londrina e Curitiba. Em 1985, a Cocamar instituiu a sua cooperativa de crédito, a Credimar, que mais tarde seria a Sicredi União PR/SP, hoje a terceira maior em seu setor no Brasil. Em 1992, com o apoio da Ocepar, fez surgir a Unicampo, hoje a maior cooperativa de prestação de serviços de agronomia em território nacional. E, na última década, estimulou a estruturação da Pluricoop, formada por profissionais especializados em cooperativismo.      

Mesmo propósito - “Estamos unidos pelo mesmo propósito e, com essa força, podemos fazer algo muito maior”, afirmou o presidente executivo da Cocamar, salientando: “Queremos mais que um título de Capital Nacional do Associativismo, nosso objetivo é as ações sejam ampliadas e replicadas, atendendo a um número maior de pessoas”.

Energias renováveis - Em seu pronunciamento, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, adiantou que Maringá, além das 9 cooperativas instaladas do município, já conta também com a Coen, estruturada para atuar com energias alternativas, e uma outra que ainda vem sendo formada por artistas locais. “Maringá se fortalece cada vez mais como uma referência nesse setor”, frisou Ricken.

Presenças - A Mesa Redonda organizada pela Acim contou com a presença do prefeito Ulisses Maia, o apoiador Flávio Vicente e, além da Cocamar, de dirigentes da Sicredi União PR/SP, Sicoob, Unimed, Unicred e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Iniciadas as contratações de seguro para a safra de verão

cocamar II 09 07 2021A Corretora Cocamar deu início ao ciclo de contratação de seguro para a safra de soja de 2021/22.

Crescendo - Conforme comenta o gerente André Barberá, a adesão ao seguro vem crescendo ano a ano entre os produtores associados da cooperativa. Em 2018, eram 67 mil hectares, número que saltou para 95 mil em 2019 e 143 mil em 2020. Para este ano, a projeção é chegar a 170 mil hectares.

Alinhamento - Depois de fazer a negociação junto às seguradoras, o gerente conduziu um alinhamento com as unidades da cooperativa, antes de iniciar as contratações. “Como todos os anos, buscamos um modelo que seja sustentável para todas as partes envolvidas”, diz Barberá.

Indispensável - Ele explica que na safra de verão 2020/21, cuja colheita terminou em março/abril deste ano, ficou evidenciada ainda mais a importância de o produtor contratar o seu seguro. Problemas climáticos ao longo do ciclo das lavouras ocasionaram perdas. A semeadura atrasou o plantio devido às chuvas irregulares, e em vários lugares houve replantio. Mas foram as intempéries, já na reta final do ciclo, com excesso de chuvas entre o final de janeiro e início de fevereiro, e uma estiagem nas semanas seguintes em meio a um forte calor, que decretaram a frustração em muitas propriedades.

Indenizações - A Cocamar registrou um volume histórico de recebimento de soja mas houve também, de acordo com Barberá, um recorde de indenizações, cujo montante chegou a R$ 35 milhões. “Sem o seguro, muitos produtores teriam contraído pesadas dívidas”, acrescenta.

Produtos adequados - A Corretora Cocamar desenvolve parcerias com as seguradoras para oferecer produtos adequados às expectativas dos cooperados. Tanto as contratações como maiores informações podem ser obtidas junto à unidade de atendimento. (Imprensa Cocamar)

 

COCARI: Em intercooperação, Dia Internacional do Cooperativismo é celebrado com ações sociais

No último sábado (03/07), foi comemorado o Dia Internacional do Cooperativismo e, assim como ocorre nos últimos anos, a Cocari celebrou o Dia C em intercooperação. Em Mandaguari (PR), aconteceu uma ação social e simbólica no Centro Municipal de Educação Infantil André Malacário. Participaram representantes da Cocari, Sicredi Agroempresarial PR/SP, Rodocoop, Aurora Alimentos, Prefeitura Municipal, Secretaria de Educação de Mandaguari e do CMEI André Malacário.

Intercooperação - O presidente da Cocari, Marcos Antonio Trintinalha, falou sobre a importância da ação conjunta. “A grande importância de um dia como este é que, além do aspecto de fazer algo, doar algo ou se doar para realizar algum trabalho, é que ações como essa fazem com que toda a comunidade participe e assim conseguimos trabalhar em intercooperação, que é um dos princípios do cooperativismo”, ressaltou.

União - “Aqui em Mandaguari temos a oportunidade de reunir alguns ramos do cooperativismo, como agropecuário, crédito, transporte e a Aurora Alimentos, e quando fazemos um trabalho em união, como este de poder melhorar algum ambiente para as crianças, para que possam ter um local mais bonito para estudar e poder aprender mais sobre o cooperativismo desde cedo, é fundamental. Se as cooperativas se unirem e trabalharem em conjunto, muitas conquistas virão”, disse Trintinalha.

Cooperativismo - O CMEI André Malacário recebeu pinturas de um painel simbólico, alusivo ao cooperativismo, e também está ganhando um novo cenário para o local do parque infantil, que ficará mais colorido e aconchegante para as crianças. Os representantes das cooperativas concluíram uma pintura simbólica durante o evento, formando uma árvore ‘’feita por muitas mãos’’.  

Ações locais - A sede e as unidades da Cocari promoveram ações locais, com o objetivo de colaborar com suas comunidades. Com a realização da Campanha Corrente do Bem, tanto no Paraná quanto no Cerrado, colaboradores e cooperados contribuíram para a arrecadação de alimentos que foram destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social. Algumas ações foram promovidas em intercooperação, fortalecendo a presença das cooperativas nas regiões. (Imprensa Cocari)

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UNIMED LONDRINA: Livros doados pela cooperativa auxiliarão na educação de quase mil crianças

unimed londrina 09 07 2021A Campanha de Doação de Livros da Unimed Londrina beneficiou três escolas da rede pública de ensino neste ano. Ao todo foram 889 obras literárias que contribuirão com a educação de 966 crianças. A entrega dos livros aconteceu no último dia 5 de julho, no Centro Municipal de Educação (CMEI) Aparecido Norato Claro (Lerroville), Escola Municipal Carlos Kraemer (Jardim Castelo) e Escola Municipal Roberto Alves de Lima Junior (Gleba do Limoeiro).

Participação - A iniciativa contou com a participação de clientes, cooperados, colaboradores e comunidade. Segundo Fabianne Piojetti, gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, a campanha se mantém por conta do carinho e da atenção desses públicos. “Todos os anos obtemos a ajuda de muitas pessoas nesta campanha. Para nós é gratificante porque é sinal de que esta ação tem o reconhecimento, a confiança e o prestígio de quem faz acontecer”, reconhece.

Ampliação - Fabianne explica que o aumento na quantidade de escolas atendidas neste ano visou ampliar o número de crianças beneficiadas. “Vimos que as instituições de ensino contavam com turmas menores em cada uma delas. Então, em conjunto com a secretaria de Educação, optamos por doar os livros para três escolas”.

Fundamentais - Renilson Machado do Nascimento, diretor do CMEI Aparecido Norato Claro, destaca que as doações serão fundamentais para as atividades da recém-inaugurada instituição de ensino. “Como é um CMEI novo, nós temos poucos livros, e nesta idade da primeira infância o contato com os livros é essencial. Então essa ação veio na hora certa”, acrescenta.

Parceira - A Secretaria Municipal de Educação (SME) de Londrina é parceira na campanha da Unimed desde a primeira edição. A pasta auxilia na escolha das instituições que receberão os livros e orienta quais títulos são mais adequados na hora de comprar. “Os livros farão diferença na vida de todas as crianças. Nós só temos a agradecer! Queremos fortalecer e manter essa parceria por muito tempo”, agradece Hylceia de Jesus Palma, gerente regional da SME.

Arrecadação - A campanha de doação de livros da Unimed Londrina arrecada obras literárias de quaisquer gêneros e faixa etária. Papeis avulsos e revistas também podem ser entregues à organização. Os livros não adequados para os estudantes do ensino infantil e os papeis avulsos são comercializados e o dinheiro obtido desta venda é utilizado para a compra de livros adequados. (Imprensa Unimed Londrina)

 

CONAB: Companhia estima produção de grãos em 260,8 milhões de toneladas na safra 2020/2021

conab 09 07 2021A nova estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a colheita de grãos na safra 2020/2021 é de 260,8 milhões de toneladas. Os dados estão no 10º levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (08/07).

Plantio tardio do milho - Segundo a Conab, o plantio tardio de milho segunda safra trouxe impacto para o desenvolvimento das lavouras. Com a semeadura sendo realizada fora da janela ideal, o grão ficou mais vulnerável às condições climáticas registradas no período. "O clima adverso em algumas regiões produtoras influenciou de maneira negativa na produtividade estimada do cereal, e a colheita da segunda safra do grão deve chegar a 66,97 milhões de toneladas, queda de 10,8% se comparada com o período anterior", explica a Companhia.

Produtividade - Com a atualização, a produtividade do milho 2ª safra pode chegar a 4.502 quilos colhidos por hectare na atual safra – queda de 17,5% em relação à 2019/2020. Já a área plantada do cereal no período registra aumento de aproximadamente 8,1%, chegando a 14,88 milhões de hectares. Mesmo com os problemas enfrentados, a estimativa de produção total do cereal é superior a 93 milhões de toneladas, uma vez que na 1ª safra a colheita ficou em torno de 24,9 milhões de toneladas e para a 3ª é esperada uma produção de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas.

Soja - A soja, por sua vez, tem um acréscimo na produção estimado em 11,1 milhões de toneladas para esta safra. Com a colheita encerrada, a oleaginosa atinge um novo recorde de 135,9 milhões de toneladas colhidas, mantendo o Brasil como maior produtor da cultura no mundo.

Arroz - No caso do arroz a produção estimada está em 11,8 milhões de toneladas, aumento de 5,2% frente ao volume produzido na safra anterior. Deste total, cerca de 92% do produto provêm de cultivos irrigados, enquanto que os 8% restantes têm origem em plantios de sequeiro. Já o feijão, a colheita total deve se manter próxima a 3 milhões de toneladas

Mercado - De acordo com o levantamento da Conab, as exportações de algodão no segundo semestre de 2021 devem atingir patamares menores do que no ano passado. Esta redução se deve à combinação de uma menor produção na atual safra e de um maior consumo das indústrias nacionais. Neste cenário, a tendência é de recuperação de 16% nos estoques finais da fibra em relação ao volume divulgado no balanço do mês passado.

Importação - Quanto ao milho, a Conab mantém inalterada suas projeções de importação em 2,3 milhões de toneladas e de exportação em 29,5 milhões de toneladas. No caso da soja, em 2021, é esperado que o país bata recorde de volume exportado, finalizando o ano com cerca de 86,69 milhões de toneladas (4,5% a mais que no ano anterior). Nos seis primeiros meses deste ano, os embarques da oleaginosa somaram 57,56 milhões de toneladas.

Trigo - Para o trigo é esperado um estoque de passagem para a safra 2021/22 em níveis confortáveis, com volume próximo a 1,8 milhão de toneladas. Por fim, para o arroz as exportações em junho foram 19% menores que as ocorridas no mesmo período do ano passado. A queda é ainda maior quando se considera o acumulado do primeiro semestre, chegando a uma redução de 50% no volume exportado.

Mais detalhes - Para mais detalhes sobre a produção de grãos no país, acesse a íntegra do Boletim do 10º Levantamento – Safra 2020/21. (Mapa)

FOTO: Cleverson Beje / ANPR

 

IBGE: Estimativa de junho prevê safra recorde de 258,5 milhões de toneladas em 2021

ibge safra 09 07 2021A safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve alcançar o recorde de 258,5 milhões de toneladas em 2021, de acordo com a estimativa de junho do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgada nesta quinta-feira (08/07) pelo IBGE. Pelo terceiro mês consecutivo, há queda na estimativa mensal. Apesar dessa retração em relação à estimativa de maio, a produção deste ano deve ser 1,7% superior à de 2020, que alcançou 254,1 milhões de toneladas.

Queda - Houve queda de 1,6% frente à última estimativa, o que representam 4,2 milhões de toneladas a menos. Assim como nos dois meses anteriores, a diminuição se deve, principalmente, ao declínio na segunda safra do milho. Em junho, essa safra teve queda de 4,1 milhões de toneladas (-5,6%) frente à última previsão. De acordo com o analista da pesquisa, Carlos Barradas, a retração é explicada pela redução da janela de plantio do grão e pela falta de chuva em alguns estados produtores, como Goiás, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Milho segunda safa - “O plantio da segunda safra do milho atrasou por causa da demora na colheita da soja. Então, com a redução da janela de plantio, houve uma dependência maior da ocorrência de chuvas. Com isso, em junho, a segunda safra do milho ficou ainda mais reduzida por causa da continuidade do clima seco nessas regiões”, explica Barradas.

Percentual - A segunda safra representa 72,8% da produção do milho. Com a soma das duas safras, esse grão deve totalizar 95 milhões de toneladas em 2021. Comparado ao que foi produzido no ano passado, houve queda de 8%, apesar de os produtores terem investido na ampliação das áreas de plantio (6,5%) e de colheita (6,7%).

Principais produtos - O milho, o arroz e a soja são os três principais produtos do grupo de grãos, cereais e leguminosas. Juntos, representam 92,6% da estimativa da produção e respondem por 87,9% da área a ser colhida. A safra do arroz deve chegar a 11,2 milhões de toneladas em 2021, queda de 1,2% frente à estimativa de maio e aumento de 1,5% em relação ao total produzido no ano passado. De acordo com Barradas, apesar da redução na estimativa, causada pela menor produtividade das lavouras, a produção deve ser suficiente para abastecer o mercado interno.

Maior participação - A soja, cultura com maior participação na produção total de grãos, deve alcançar outro recorde este ano: 133,3 milhões de toneladas. Isso representa um aumento de 0,3% em relação ao mês anterior e de 9,7% frente ao total produzido no ano passado. “Mesmo com atraso no plantio, a estimativa é que a produção alcance um novo recorde. O clima mais seco até prejudicou a soja, mas, a partir de dezembro, as chuvas foram normalizadas e as lavouras se recuperaram”, analisa o pesquisador. Ele explica que, em alguns estados, houve queda na produtividade, mas a ampliação da área de plantio pelos produtores é um dos fatores que explicam o aumento na produção do grão.

Trigo - Outra cultura que teve crescimento em sua estimativa foi o trigo, cuja produção deve chegar a 7,9 milhões de toneladas. Houve aumento de 0,1% frente ao estimado no mês anterior e de 26,8% no total produzido em 2020. No ano passado, lavouras do Sul foram afetadas por problemas climáticos, o que reduziu sua produtividade.

Produção do Centro-Oeste deve cair 4,3% em 2021 - Quatro das cinco grandes regiões tiveram aumento em suas estimativas de produção em relação ao total produzido no ano passado: Sul (10,2%), Sudeste (3,4%), Nordeste (5,3%) e Norte (0,2%). O Centro-Oeste, que responde por 45,1% da produção nacional de grãos, leguminosas e oleaginosas, deve ter queda de 4,3% em sua produção. Entre as unidades da Federação, o Mato Grosso lidera, com uma participação de 27,4% na produção total do país, seguido pelo Paraná (14,7%), Rio Grande do Sul (14,2%), Goiás (9,2%), Mato Grosso do Sul (8,2%) e Minas Gerais (6,3%), que, somados, representaram 80,0% do total nacional.

Sobre a pesquisa - Implantado em novembro de 1972 com o propósito de atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais, o LSPA fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o País. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro. Acesse os dados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Jonas Oliveira / AEN-PR

 

SUSTENTABILIDADE: Brasil deve ser destaque mundial no uso de bioinsumos nos próximos anos

sustentabilidade 09 07-2021Utilizar produtos biológicos para combater pragas e doenças que ameaçam as plantações é uma tendência na produção agrícola. O consumo de bioinsumos pelos produtores cresce em todo o mundo e o Brasil não ficou para trás. Enquanto o incremento mundial está na ordem de 15% ao ano, no Brasil as taxas são quase o dobro: 28%, movimentando mais de R$ 1 bilhão, segundo estimativa de pesquisa de mercado realizada pela empresa Spark Smarter Decisions.

Registros - É neste cenário que, em 2020, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) registrou 95 defensivos de baixo risco, entre produtos biológicos, microbianos, semioquímicos, bioquímicos, extratos vegetais, reguladores de crescimento. Em relação ao ano anterior, o aumento é de 121% no número de registros.

Tendência - “O Brasil ainda não é protagonista no uso de bioinsumos no mundo, mas, com esse ritmo de crescimento em comparação ao mundo, a tendência é que alcancemos as primeiras posições num futuro próximo”, afirma o presidente do Conselho Estratégico do Programa Bioinsumos, Alessandro Cruvinel Fidelis. Segundo ele, se a expectativa de crescimento se confirmar, até a safra de 2022, metade da área planta de soja no país terá recebido, ao menos, uma aplicação de bioinsumos.

Capacitação - Para atender à crescente demanda por profissionais capacitados em boas práticas de produção de bioinsumos no país, o Mapa lançou, nesta quinta-feira (08/07), o primeiro curso sobre produção e controle de qualidade de bioinsumos.

Além - Criado há pouco mais de um ano, o Programa Bioinsumos, no entanto, caracteriza essa tecnologia para muito além dos produtos aplicados na lavoura. O termo bioinsumos define ainda os processos e tecnologias - de origem vegetal, animal ou microbiana -, destinados ao uso nos diversos sistemas de produção agrícolas, pecuários, aquícolas e florestais. Além de estar presente também no armazenamento e beneficiamento dos alimentos.

Exemplo - Um exemplo é a utilização de cera de carnaúba em uma nanoemulsão para frutas e legumes, criando uma barreira contra perda de umidade, troca de gases e ação microbiana. O resultado é o aumento de cerca de 15 dias no tempo de prateleira dos produtos, evitando perdas e desperdícios de alimentos. A tecnologia foi desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Agropecuária - Já na agropecuária, os bioinsumos podem ser encontrados em produtos veterinários como vacinas, medicamentos, antissépticos, fitoterápicos dentre outros destinados à prevenção, ao diagnóstico, à cura ou ao tratamento das doenças dos animais.

Aumento da produtividade e redução de custos - O agricultor Adriano Cruvinel começou a usar bioinsumos na produção da fazenda da família, localizada no município de Montividiu (GO), a partir de 2017. Primeiro foi realizada a remineralização do solo com pó de rocha, depois a definição de quais talhões receberiam aplicação do adubo potássio forte numa primeira dose. A experiência deu certo e foi comprovada “a olho nu” no campo nas safras seguintes de milho e soja da fazenda.

Sem fungicida - Nos últimos quatro anos, Adriano não utilizou fungicida e, para próxima safra, o teste será a retirada dos inseticidas para o controle de lagartas, mosca branca, percevejo.

Causa do problema - “Os bioinsumos permitem atuar diretamente na causa do problema e não apenas como paliativo. Na natureza há uma sinergia entre a biologia e a química do solo para criar processos de ecossistemas saudáveis. Assim, não estamos inventando a roda, apenas aperfeiçoando técnicas a partir do que a natureza nos mostra”, defende.

Produtividade média - A produtividade média da fazenda cresceu 8,6% em relação aos anos anteriores. O custo da produção também teve redução, gerando, consequentemente, maior rentabilidade ao produtor.

Comparação - Adriano compara dados das safras de 2014/2015 com os da 2019/2020. No primeiro momento, das 53 sacas de soja produzidas por hectare, cerca de 47 delas foram consumidas pelos custos da produção. Já no segundo cenário, a produtividade cresceu para 66 sacas por hectare enquanto os custos caíram para 21,6 sacas. “A partir do segundo ano de inserção dos bioinsumos houve uma grande diferença do custo de produção, com redução a cada safra e com perspectiva de diminuição ainda de cerca de 20, 25%”, prevê o produtor.

Caminho sem volta - Adriano acredita que o uso de bioinsumos é um caminho sem volta. “Quando começamos, lá atrás, erámos seis produtores reunidos na associação. Hoje, acredito que, pelo menos, 50% ali de Montividiu já está produzindo bioinsumos ou comprando esse material de cooperativas da região ou de outras cidades de estados vizinhos”, disse ele ao avaliar o crescimento da tecnologia em seu município.

Política de estado e incentivoO interesse e o número de ferramentas para implementar as boas práticas estão em constante aceleração. Isso demonstra credibilidade no Programa Nacional de Bioinsumos como estratégia do governo em institucionalizar a tecnologia e estimular o uso de bioinsumos.

Plano Safra - Tanto que o Plano Safra 2021/2022 fortaleceu linhas de crédito para Inovagro, abrangendo o financiamento para a construção de biofábricas. Assim, os produtores poderão financiar recursos para a aquisição e construção de instalações para a implantação ou ampliação de unidades de produção de bioinsumos e biofertilizantes na propriedade rural, para uso próprio.

Programas estaduais - O projeto nacional de bioinsumos do Mapa também já se desdobrou em incentivo à criação de programas estaduais. O primeiro deles, foi aprovado em Goiás, onde está localizada a fazenda do Adriano. Os estados de Mato Grosso e o Distrito Federal também começaram a desenvolver seus programas.

Dados - Os dados e a replicação de iniciativas para a utilização de bioinsumos na produção nacional devem ser comemorados e traduzem um movimento de revolução na forma de se produzir os alimentos, enfatiza a ministra Tereza Cristina. “Investir nos bioinsumos e pensar estrategicamente na agricultura de base biológica é a resposta que o nosso país dá ao mundo para continuar confirmando que nosso agro é sustentável e inovador”, pontua. (Mapa)

FOTO: Mapa

 

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Produtos florestais paranaenses apresentam valorização e são destaques no Boletim do Deral

conjuntura agropecuaria 09 07 2021Os produtos florestais paranaenses, tanto os madeireiros quanto os não madeireiros, tiveram valorização entre outubro de 2020 e maio deste ano, período em que foram realizados levantamentos pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento. Esse é um dos assuntos do Boletim de Conjuntura Agropecuária da semana de 2 a 8 de julho, que também traz as primeiras análises sobre o impacto das geadas na cultura do café.

Ganho - A última publicação dos preços pagos ao produtor pelos produtos florestais, elaborada pelo Deral em maio, mostra que houve um ganho, no comparativo com outubro de 2020, quando foi divulgado o relatório anterior. O preço das toras de pinus para serraria e laminação, por exemplo, teve elevação de 24%, em média, enquanto o de eucalipto subiu 7%.

Lenha e cavaco - No caso de lenha e cavaco sujo, observou-se alta, em termos nominais, no patamar de 16% e 15%, respectivamente. A erva-mate, que no Paraná é considerada produto florestal não madeireiro, seguiu a mesma tendência. A variação positiva foi de 19% nos preços pagos ao produtor pela erva no pé.

Exportações - O aumento expressivo das exportações paranaenses dos produtos florestais é um dos principais motivos para a elevação nos preços. De janeiro a junho de 2021, os painéis compensados de pinus, por exemplo, que utilizam em seu processo produtivo principalmente toras acima de 18 centímetros de diâmetro, tiveram aumento superior a 30% em volume e mais de 150% em valor exportado, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Café e feijão - O boletim destaca que as geadas do final de junho atingiram, sobretudo, as áreas cafeeiras das regiões Norte-Central do Paraná. No Norte Pioneiro, onde se concentra a maior parte da produção, as informações preliminares são de danos variados, mas menor que as de outras regiões.

Colheita - Sobre o feijão, o registro é de que 100% das lavouras da segunda safra estão colhidas. Pelo menos 82% da produção já está comercializada, o que significa 282 mil toneladas, restando 49 mil toneladas para futuros negócios. Os preços praticados em junho variam entre 5% e 10% a menos que no mês anterior.

Milho, trigo e soja - A cultura do milho apresentou uma queda nas condições da lavoura na última semana em decorrência das geadas. Do total, 287 mil hectares estão em situação boa, enquanto 1,1 milhão têm condições medianas e 1 milhão de hectares estão classificados como ruins.

Queda - Sobre o trigo, o registro é de queda de 6% no preço médio da tonelada em junho, comparativamente com maio, e de 27% em relação ao mesmo mês no ano passado. Na soja, verificou-se queda de 1% no preço da saca de 60 quilos comparativamente com a semana anterior.

Goiaba, mandioca e batata - O documento preparado pelo Deral faz, ainda, uma análise sobre a goiaba, que é cultivada em 22,1 mil hectares no Brasil. Pernambuco, São Paulo e Paraná são os principais produtores, responsáveis por 73,7% das colheitas, ficando o Paraná como terceiro em produção. O Estado teve, em 2019, 1,3 mil hectares plantados e colheu 35,4 mil toneladas, que renderam R$ 70 milhões.

Ramas - Os produtores de mandioca dedicaram parte do tempo, nos últimos dias, para preparar as ramas que serão usadas no próximo plantio, além de protegê-las dos granizos e geadas. A colheita já ultrapassou 40% dos 143 mil hectares da safra 2020/21, mas vai se estender até dezembro. Da batata segunda safra já foram colhidos 8,3 mil hectares, ou 71% do total estimado.

Pecuária e avicultura - O boletim registra, ainda, alta de 13% nos preços médios da arroba bovina nos primeiros seis meses do ano. A principal razão é a menor oferta de animais prontos para abate. Os cortes para o consumidor também apresentaram reajustes que chegaram a 22% no caso do peito.

Exportação - Sobre a avicultura, a tônica está na exportação de carne de frango brasileiro, que cresceu 4,1% em termos de faturamento, entre janeiro e maio, e 4% em volume. O Paraná, maior produtor e exportador nacional, com participação de 41,1% nesse período, observou aumento de 6,5% no volume enviado ao exterior e de 1,3% no faturamento. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Iapar

 

INFRAESTRUTURA: Portos do Paraná tiveram melhor semestre da história em movimentação de cargas

infraestrutura 09 07 2021Os portos do Paraná alcançaram o melhor semestre da história, com 29.081.691 toneladas de cargas movimentadas. O volume de produtos importados e exportados entre janeiro e junho de 2021 foi 3% maior que o registrado no mesmo período de 2020, que era recorde histórico até então, com 28.177.335 toneladas nos primeiros seis meses.

Valores - Os valores gerados com as transações também cresceram. Segundo o Ministério da Economia, as exportações via portos de Paranaguá e Antonina geraram receita de US$ 9,6 bilhões, alta de 11% na comparação com os mesmos seis meses do ano passado (US$ 8,6 bi). Nas importações, o crescimento em valor foi de 35%, chegando a US$ 7,5 bilhões (em 2020 foram US$ 5,5 bi).

Novo recorde - Para o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, a movimentação alcançada no primeiro semestre aproxima os portos do Paraná de um novo recorde histórico anual. “A atividade portuária depende de muitos fatores externos, como clima, a colheita da safra, o mercado internacional, mas nossa previsão é ultrapassar as 58 milhões de toneladas movimentadas até dezembro de 2020”, disse.

Números - Os números do primeiro semestre de 2021 já ultrapassam em quase 10 milhões de toneladas a movimentação registrada há 10 anos, no acumulado de janeiro a junho de 2011. Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, o ritmo de crescimento está acelerado.

Projeção - “Se mantivermos esse padrão, a projeção do Plano Nacional de Logística Portuário, de movimentar 60 milhões de toneladas via Paranaguá e Antonina, será alcançada muito antes de 2030”, avaliou. Em todo o ano passado, 57.338.001 toneladas de produtos passaram pelos terminais paranaenses.

Altas - “Em 2021, o crescimento segue impulsionado, principalmente, pelas altas nos segmentos de carga geral e granéis líquidos. Porém, com destaques de altas significativas também entre os granéis sólidos, nosso carro-chefe”, completou o presidente.

Destaques - Tanto o segmento de carga geral, quanto de granéis líquidos registraram alta de 12% no primeiro semestre. De carga geral, foram 6.585.462 toneladas movimentadas, nos dois sentidos de comércio, neste ano. Em 2020, foram 5.879.139 toneladas.

Veículos - Um destaque foi a movimentação dos veículos, que registrou alta de 34% no geral. Foram 46.532 unidades de importação e exportação. No ano passado, no período, foram 34.727 unidades.

Contêineres - De contêineres, neste ano, 460.925 TEUs (unidades específicas equivalentes a 20 pés) foram transportados. As importações superaram as exportações e apresentaram maior crescimento. Foram 239.429 TEUs importados (alta de 4% no comparativo com 2020) e 221.499 exportados (aumento de 2%).

Celulose - Ainda no segmento de carga geral, as exportações de celulose também ficaram em evidência, com incremento de 3% na comparação entre as 349.916 toneladas exportadas nesse primeiro semestre e as 338.966 toneladas do mesmo período de 2020.

Açúcar - O açúcar em saca foi destaque no Porto de Antonina: alta de 761%. Foram 133.925 toneladas, neste ano, e 15.548 toneladas no ano passado. Em Paranaguá, o volume de exportação totalizou 263.069 toneladas em 2021.

Líquidos - A movimentação de granéis líquidos somou 4.058.618 toneladas de janeiro a junho. O desempenho foi puxado, principalmente, pelas importações, com destaque para as movimentações de metanol (500.068 toneladas e alta de 14% no semestre) e de óleos vegetais (179.564 toneladas e alta de 583%).

Sólidos - Os granéis sólidos responderam por quase 64% de todas as movimentações dos primeiros seis meses do ano. Foram 18.437.611 toneladas importadas e exportadas. O segmento, no geral, apresentou queda de 1% em relação às 18.681.401 toneladas movimentadas no mesmo período de 2020.

Farelo de soja - “Enquanto o farelo registrou queda de 9% e a soja em grão queda de 17% na comparação com as movimentações históricas de 2020, o milho e o açúcar registram altas expressivas na exportação. Na importação, os fertilizantes se destacam, com alta de 16%”, comentou Garcia.

Milho - De milho, foram 591.538 toneladas exportadas neste ano, 99% a mais que as 297.802 toneladas embarcadas no mesmo período em 2020. De açúcar a granel, 1.593.532 toneladas exportadas no último semestre, 32% a mais que as 1.203.094 toneladas registradas no ano passado.

Principal produto - A soja continua como principal produto movimentado nos portos paranaenses, com 7.693.339 toneladas exportadas em 2021.

Mensal - Especificamente em junho, na movimentação geral, os Portos de Paranaguá e Antonina registraram 4.738.815 toneladas de produtos. O mês teve desempenho 8% maior que junho de 2020. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Claudio Neves / Portos do Paraná

Confira a tabela por produto.

 

ECONOMIA: Indústria paranaense avança 20% nos primeiros cinco meses do ano

economia 09 07 2021A produção industrial paranaense teve crescimento de 20% entre janeiro e maio de 2021, na comparação com os primeiros cinco meses do ano passado, o quinto melhor resultado do País. É o que mostra a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta quinta-feira (08/07) pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). No Brasil, a média de crescimento no período foi de 13,1%.

Maio 2020 - Com relação a maio de 2020, a atividade industrial avançou 23,7% no Estado, próximo à média nacional, de 24%. No acumulado dos últimos 12 meses, a expansão foi de 8,5%, superior ao crescimento no País, de 4,9% no período. Houve uma pequena retração na produção paranaense no mês de maio na comparação com abril, com queda de 1,4% – no Brasil, o crescimento de um mês a outro foi de 1,4%.

Superação - Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, vários índices econômicos demonstram que o Paraná está superando os períodos mais críticos das restrições da pandemia da Covid-19, que impactou diversos setores. O crescimento acumulado em relação a 2020, destacou, mostra capacidade de adaptação rápida ao momento mais desafiador da história.

Forte e diversificada - “O Estado tem uma indústria forte e diversificada, que está contribuindo para o Estado superar a crise causada pela pandemia”, disse. “E a expansão da indústria impacta em todos os setores, puxa a geração de empregos e ajuda a desenvolver as cidades”.

Novos empreendimentos - O governador também destacou a geração de novos empreendimentos. “Desde 2019, o Paraná atraiu cerca de R$ 45 bilhões em investimentos privados, que estão ajudando a transformar a realidade de todas as regiões. Com um ambiente propício para atrair novidades, mão de obra qualificada e uma logística de qualidade, a tendência é que esses números cresçam cada vez mais”, acrescentou.

Setores - De janeiro a maio, 11 dos 13 segmentos analisados pelo IBGE no Paraná tiveram aumento na produção, com a liderança das fábricas de máquinas e equipamentos, que cresceu 83,4%. O setor também puxou a expansão da indústria em maio deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2020, com salto de 119,8%.

Madeira - Liderando a produção nacional, a indústria de produtos de madeira foi outra que se destacou em cada um dos recortes, com aumento de 107,4% em maio deste ano ante maio de 2020, de 58,9% no acumulado do ano e de 33,5% nos últimos 12 meses – melhor resultado para o período entre os setores analisados no Estado.

Acumulado do ano - No acumulado do ano, também ampliaram a produção as indústrias de veículos automotores, reboques e carrocerias (53,7%); fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (41%); fabricação de móveis (35,7%); fabricação de produtos de minerais não metálicos (32,3%); de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (28,1%); de produtos de borracha e de material não plástico (17,3%); de bebidas (16,5%); de outros produtos químicos (13,4%); e fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (5,7%).

Redução - Dois segmentos reduziram a produção no período: fabricação de celulose, papel e produtos de papel (-5,9%) e de produtos alimentícios (-6,2%).

Crescimento - Na produção de maio deste ano, comparado ao mesmo mês do ano passado, apresentaram crescimento as indústrias de veículos automotores, reboques e carrocerias (119,6%); fabricação de móveis (44,6%); de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (42,3%); de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (36,8%); de bebidas (30,1%); de produtos minerais não metálicos (29%); de outros produtos químicos (9,8%); de produtos de borracha e de material não plástico (3,8%).

Queda - Houve queda, no período, na fabricação de celulose, papel e produtos de papel (-2,7%); de produtos alimentícios (-7,3%) e de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (-10,3%).

Expansão - Já no acumulado dos últimos 12 meses, expandiram a produção as indústrias de fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (33,3%); de móveis (25,8%); de produtos minerais não metálicos (23,5%); de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (21,9%); bebidas (17%); de produtos de borracha e de material não plástico (12,8%); de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (6,2%); produtos alimentícios (3,6%).

Retração - A retração aconteceu na fabricação de outros produtos químicos (-1%); de celulose, papel e produtos de papel (-4,5%); e de veículos automotores, reboques e carrocerias (-5,8%).

Nacional - No crescimento acumulado da produção industrial nacional, 12 dos 15 locais pesquisados mostraram taxas positivas. As maiores, além do Paraná, foram em Amazonas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal

 

CÂMBIO: Dólar tem pequena alta e fecha a R$ 5,25 após intervenção do BC

cambio 09 07 2021Em mais um dia tenso no mercado financeiro, o dólar chegou a ultrapassar R$ 5,30 e só desacelerou após o Banco Central (BC) intervir no mercado. A bolsa de valores caiu 1,25% e acumula perda na semana.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (08/07) vendido a R$ 5,255, com alta de 0,29%. Na máxima do dia, por volta das 11h30, a cotação chegou a R$ 5,31, mas o BC entrou no mercado, vendendo US$ 500 milhões de contratos de swap cambial (equivalente à venda de dólares no mercado futuro), segurando a alta pelo resto do dia.

Oitava sessão - Essa foi a oitava sessão seguida de alta da moeda norte-americana, que acumula alta de 5,67% em julho e de 1,29% em 2021. A divisa está no maior nível desde 27 de maio, quando também fechou a R$ 5,255.

Ações - O mercado de ações não sustentou a recuperação de ontem (7) e teve hoje um novo dia de perdas. O índice Ibovespa, da B3 [bolsa de valores], fechou o dia aos 125.428 pontos, com recuo de 1,25%. O indicador acumula queda de 1,72% na semana e de 1,08% em julho. Em 2021, o índice ainda está em alta: 5,39%.

Turbulências - Nos últimos dias, o mercado doméstico e externo tem enfrentado turbulências. No cenário internacional, o avanço da variante delta do novo coronavírus tem provocado volatilidade por causa do aumento de casos de covid-19 em países com a vacinação avançada.

Plano interno - No plano interno, as tensões políticas e as discussões em torno da reforma tributária, que muda a tributação de vários investimentos e reintroduz o Imposto de Renda sobre dividendos, têm interferido nas negociações. (Agência Brasil, com informações da Agência Reuters)

 

MP: Rodrigo Pacheco estende validade de quatro medidas provisórias

mp 09 07 2021O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, prorrogou por 60 dias a vigência de quatro medidas provisórias que perderiam a validade na próxima semana. Todas as matérias aguardam deliberação na Câmara antes de serem remetidas ao Senado. O ato de Rodrigo Pacheco foi publicado nesta sexta-feira (09/07) no Diário Oficial da União.

ANSN - A MP 1.049/2021 cria a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN). De acordo com o texto, a autarquia federal tem como finalidade monitorar, regular, fiscalizar e proteger atividades, instalações, materiais nucleares e fontes de radiação.

Limite de tolerância - Rodrigo Pacheco também estendeu a validade da MP 1.050/2021, que institui novos limites de tolerância na pesagem dos caminhões. O limite sobe de 10% para 12,5% na pesagem por eixo. A medida provisória também extingue a tolerância de peso por eixo para os veículos com peso bruto total inferior a 50 toneladas.

DT-e - A MP 1.051/2021 cria o Documento Eletrônico de Transportes (DT-e). Exclusivamente digital, o DT-e deve ser gerado e emitido antes da execução da operação de transporte de carga no país. O objetivo é unificar, reduzir e simplificar dados e informações sobre cada operação de transporte.

PPPs - O presidente do Congresso ampliou ainda a vigência da MP 1.052/2021. O texto prevê um fundo para viabilizar concessões e parcerias público-privadas (PPPs) para obras da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A matéria reestrutura o Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE), criado em 2014 para oferecer cobertura para riscos relacionados a concessões.

Análise - O Congresso analisa um total de 21 medidas provisórias editadas pelo Poder Executivo. Desse total, 18 aguardam deliberação dos deputados e uma está pendente de votação pelos senadores. Outras duas matérias publicadas nesta semana têm prazo aberto para o recebimento de emendas. (Agência Senado, com informações da Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pedro França / Agência Senado

 

CMO: Comissão adia votação do relatório preliminar da LDO para segunda-feira

cmo 09 07 2021A Comissão Mista de Orçamento (CMO) adiou a votação do relatório preliminar ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO, PLN 3/21), do deputado Juscelino Filho (DEM-MA), para a próxima segunda-feira (12/07), às 11 horas. Como as emendas ao texto da LDO só podem ser entregues após a votação do relatório preliminar, a prazo para sua apresentação foi prorrogado até quarta-feira (14/07), ao meio-dia.

Recesso - A presidente da comissão, senadora Rose de Freitas (MDB-ES), lembrou que a Câmara dos Deputados e o Senado combinaram que haverá recesso parlamentar a partir de 18 de julho. "A grande confusão que está aqui se deve ao atraso da instalação da comissão", lamentou.

Aprovação - O Congresso aprovou o Orçamento para 2021 apenas em 25 de março. Por isso, a CMO foi instalada apenas na quarta-feira (07/07), quando normalmente inicia os trabalhos em abril.

Leitura e emendas - O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) pediu o adiamento da votação porque o relatório preliminar foi entregue somente na véspera, às 18 horas. "Eu mesmo não tive tempo de ler o relatório de forma pormenorizada", argumentou. Hildo Rocha destacou a importância da proposta. "A LDO de 2021 tem duas prioridades que não estão sendo respeitadas, a primeira infância e a Casa Verde Amarela. A área da habitação está perdendo dinheiro e até agora não se abriu novo recurso", lamentou.

Inexequível - O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) também pediu o adiamento por considerar "inexequível" o prazo para apresentação das emendas. "Pelo cronograma proposto, deveríamos fazer até segunda-feira reunião de todas as bancadas estaduais. Isto é um desrespeito ao mandato parlamentar", reclamou. Arnaldo Jardim também afirmou que discorda das estimativas de parâmetros macroeconômicos do projeto da LDO. "O cenário de Selic de 4% no ano que vem não tem respaldo", ponderou.

Depois do recesso - Outros parlamentares consideram necessário transferir a votação da LDO para depois do recesso legislativo. "A Câmara pode entrar em recesso sem votar a LDO. Não podemos ser presididos por essas duas lógicas", defendeu o deputado José Guimarães (PT-CE).

Segundo semestre - O senador Weverton (PDT-MA) lembrou que em vários anos a votação da LDO foi no segundo semestre, e ainda assim o Orçamento foi aprovado no prazo. "Não temos culpa de terem instalado a comissão ontem", justificou.

Leitura final - A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) pediu um prazo de no mínimo 48 horas para leitura do relatório final. "Não dá para receber o relatório depois da apresentação das emendas ao texto e ter que votar no afogadilho", disse. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil tem mais de 530 mil mortes; casos somam 18,9 milhões

O Brasil bateu a marca de 530 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia. Em 24 horas, secretarias de Saúde registraram 1.639 óbitos. Com isso, o total de vidas perdidas para a pandemia de covid-19 chegou a 530.179.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde divulgada nessa quinta-feira (07/07), que consolida informações levantadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Casos acumulados - O número de casos acumulados desde o início da pandemia alcançou 18.962.762, se aproximando da marca dos 19 milhões. Entre quarta e quinta-feira (07 e 08/07), foram confirmados pelas autoridades de saúde 53.725 diagnósticos positivos de covid-19.

Acompanhamento - Há 1.009.729 casos em acompanhamento, ou seja, pacientes que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves. O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 somou 17.422.854 (91,9%).

Estados - O balanço diário do Ministério da Saúde também traz informações por estado. No alto do ranking de mais mortes por covid-19 estão São Paulo (131.478), Rio de Janeiro (56.498), Minas Gerais (47.596), Rio Grande do Sul (32.053) e Paraná (32.030).

Menos - Na ponta de baixo estão Acre (1.761), Roraima (1.770), Amapá (1.862), Tocantins (3.290) e Alagoas (5.483). Acre e Roraima não registraram novas mortes na atualização do Ministério da Saúde desta quinta.

Vacinação - Conforme o painel do Ministério da Saúde sobre a operacionalização da campanha de imunização contra a covid-19, até o momento distribuídas cerca de 144 mil doses para as unidades da federação. No total, foram aplicadas 110,1 milhões de doses, sendo 81,1 milhões da primeira dose e 28,9 milhões, da segunda ou dose única. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Boletim confirma 3.991 novos casos de Covid-19 e 187 óbitos

saude II 09 07 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (08/07) mais 3.991 casos e 187 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.309.098 casos e 31.856 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (9), fevereiro (50), março (214), abril (77), maio (181), junho (588) e julho (2.872) de 2021.

Internados - De acordo com o informe, 1.944 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.517 em leitos SUS (836 em UTI e 681 em enfermaria) e 427 em leitos da rede particular (219 em UTI e 208 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.145 pacientes internados, 958 em leitos UTI e 1.187 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 187 pacientes. São 89 mulheres e 98 homens, com idades que variam de 19 a 94 anos. Os óbitos ocorreram de 08 de fevereiro a 8 de julho de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Colombo (23), Curitiba (15), Maringá (8), Guarapuava (7), Rio Branco do Sul (7), Piraí do Sul (6), Foz do Iguaçu (5), Guaíra (5), Francisco Beltrão (4), Peabiru (4), São José dos Pinhais (4), Apucarana (3), Campo Largo (3), Castro (3), Fazenda Rio Grande (3), Ibiporã (3), Mamborê (3), Telêmaco Borba (3), Arapongas (2), Cafelândia (2), Cambé (2), Campo Mourão (2), Faxinal (2), Juranda (2), Londrina (2), Matelândia (2), Paranavaí (2), Pinhais (2), Piraquara (2) e Ponta Grossa (2).

Uma morte - O boletim registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Ampére, Arapuã, Assis Chateaubriand, Atalaia, Boa Vista da Aparecida, Borrazópolis, Cambará, Cantagalo, Cascavel, Cornélio Procópio, Dois Vizinhos, Goioerê, Guaratuba, Ibaiti, Ipiranga, Irati, Itaperuçu, Ivaí, Jaboti, Jaguariaíva, Lapa, Lupionópolis, Mangueirinha, Marechal Cândido Rondon, Matinhos, Medianeira, Nova Cantu, Ortigueira, Palmas, Palmeira, Palmital, Palotina, Paranaguá, Pato Branco, Presidente Castelo Branco, Prudentópolis, Ribeirão do Pinhal, Rio Bom, Rolândia, Salgado Filho, Salto do Itararé, Santa Mariana, Sarandi, Sertanópolis, São João do Ivaí, São Pedro do Iguaçu, Tamarana, Terra Boa, Tupãssi, Ubiratã, Umuarama, União da Vitória e Wenceslau Braz.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.938 casos de não residentes no Estado – 174 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná recebe 173,1 mil doses contra a Covid-19, todas para população em geral

saude III 09 07 2021Mais um lote com vacinas contra Covid-19 desembarcou no Paraná na tarde desta quinta-feira (08/07). A remessa, parte do 30º lote de distribuição do governo federal, possui 173.160 doses do imunizante produzido pela Pfizer/BioNTech e será utilizada para o avanço da vacinação da população em geral por faixa etária.

Previsão - Na madruga desta sexta-feira (09/06) estava prevista, ainda, a chegada de mais 47.800 doses da CoronaVac, da parceria Butantan/Sinovac, que também será utilizada para a imunização da população geral e para D2 por causa do prazo de aplicação (três semanas).

Quantitativo - A Secretaria de Estado da Saúde está avaliando o quantitativo que será distribuído para os 399 municípios, de acordo com o novo critério. Após a análise será realizada a distribuição de forma equitativa para as 22 Regionais de Saúde, provavelmente já a partir desta sexta-feira (09/07).

Avanço - “A vacinação está avançando no Estado e já começamos a ver os números de internações diminuindo. É importante que a população esteja atenta ao chamamento de seu município e não deixe de se imunizar, seguindo também os protocolos de segurança, como higienização das mãos, distanciamento social e uso de máscara”, alertou o secretário de Saúde, Beto Preto.

Meta - A meta estabelecida pela Secretaria estadual de Saúde é de aplicar a primeira dose ou dose única em 80% da população-alvo até agosto, e 100% até setembro.

Vacinômetro - Os municípios paranaenses já aplicaram 6.208.629 vacinas contra a Covid-19. São 4.728.395 primeiras doses, 1.372.515 segundas doses e 109.646 doses únicas (Janssen). O Paraná é o sexto que mais aplicou vacinas e tem eficácia de 85% de aplicação (entre doses distribuídas e aplicadas). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 


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