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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5111 | 13 de Julho de 2021

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Ex-presidentes da Ocepar serão homenageados em celebração do Jubileu de Ouro

Os ex-presidentes da Ocepar, Guntolf van Kaick, Benjamin Hammerschmidt, Wilson Thiesen, Ignácio Aloísio Donel, Dick Carlos de Geus e João Paulo Koslovski, serão homenageados no Fórum Virtual dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses. O evento terá um momento de celebração do Jubileu de Ouro da entidade, que completou 50 anos no dia 2 de abril. Na oportunidade haverá ainda o lançamento do livro alusivo ao cinquentenário da Ocepar, intitulado “Paraná Cooperativo, modelo econômico e social”. O Fórum será realizado no dia 22 de julho, por meio da plataforma Microsoft Teams, a partir das 14h.

Autoridades - A abertura terá as presenças da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, do governador do Estado, Ratinho Junior, e do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

PRC200 - Na sequência, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, apresenta os projetos estruturantes que serão implementados por meio do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Os principais resultados projetados no PRC200 são: R$ 200 bilhões de faturamento, investimentos de R$ 5 bilhões por ano, quatro milhões de cooperados, 200 mil empregados e resultados (ou sobras, como se diz no cooperativismo) de R$ 10 bilhões. Num cenário realista, esses objetivos podem ser alcançados entre 2025 e 2026.

BNDES - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, fará uma explanação sobre os programas de investimentos disponíveis para as cooperativas.

Palestras - A programação do evento contempla também a apresentação de duas palestras, uma delas com o professor da USP e FGV, Marcos Fava Neves, com o tema “Planejamento estratégico como diferencial competitivo”. Já a professora da FIA, Patrícia Peck, discorrerá sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Público - Promovido pelo Sistema Ocepar, o Fórum é destinado a dirigentes, gestores, executivos, colaboradores e cooperados das cooperativas paranaenses. As inscrições devem ser feitas até o dia 19 de julho, pelo link: https://bit.ly/3hhyygf. O link de acesso será enviado por e-mail. Mais informações com Neuza Oliveira (41 99151-2148 / secretaria@sistemaocepar.coop.br).

 

forum presidentes folder 06 07 2021

PUBLICAÇÕES: Sistema Ocepar disponibiliza acervo digital com trabalhos acadêmicos e Revistas Técnico Científico

publicacoes 13 07 2021O Sistema Ocepar está disponibilizando um acervo digital com as dissertações dos programas de mestrado apoiados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) e todas as edições da Revista Paraná Cooperativo Técnico e Científico. A ideia é ampliar o acesso a informações e a diversas referências acadêmicas, criando formas de interação com o público, provocando novas experiências com trilhas digitais. “Nosso objetivo é preservar e disseminar o conhecimento trazido nos trabalhos acadêmicos, seus impactos e resultados junto às sociedades cooperativas, divulgando a um número maior de pessoas esse legado de pesquisas e estudos”, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

Acesso - Acesse: http://www.paranacooperativo.coop.br/acervo/

 

SISTEMA OCB: Capacitacoop disponibiliza três novos cursos

sistema ocb 13 07 2021Quanto mais bem preparado o profissional, maiores as chances de se dar bem na carreira. É pensando assim que o Sistema OCB atualiza constantemente o Capacitacoop, a maior plataforma de educação e desenvolvimento profissional cooperativista do país. E por falar em atualizar, três novos cursos foram disponibilizados recentemente para os interessados que, ao final, poderão receber o certificado, se cumprirem todas as etapas da formação. Confira:

Elaboração e Gestão de Projetos de Responsabilidade Socioambiental com Foco nos ODS

O curso é um dos resultados da parceria entre Sescoop e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Os objetivos são auxiliar as cooperativas brasileiras a desenvolverem projetos de responsabilidade social em cumprimento do 7º Princípio do Cooperativismo (Interesse pela Comunidade) e a se posicionarem como parceiras estratégicas ao longo do processo de implementação da Agenda 2030 no Brasil. Com isso, espera-se fortalecer as iniciativas globais, nacionais e locais já existentes e propor inovações que acelerem o impacto positivo que as cooperativas têm sobre o desenvolvimento humano sustentável das comunidades que atuam.

O que você vai aprender

-    Por que trabalhar com Projetos de Responsabilidade socioambiental;

-    Como priorizar Projetos de Responsabilidade socioambiental com foco nos ODS;

-    Como elaborar Projetos de Responsabilidade socioambiental com foco nos ODS;

-    Elementos para uma implementação de sucesso;

-    Monitoramento, Avaliação e Aprendizado para Projetos de Responsabilidade socioambiental com foco nos ODS.

Estrutura: O curso contém 5 módulos, conforme detalhado abaixo com sua respectiva carga horária, totalizando 11 horas. Veja:

1.    Como começar projetos de responsabilidade socioambiental – 2 horas 

2.    Como estruturar projetos de responsabilidade socioambiental – 3 horas

3.    Organização e preparação do projeto – 3 horas

4.    Implementação do projeto – 1 hora

5.    Monitoramento, Avaliação e Aprendizado para Projetos – 2 horas

Total: 11 HORAS

Gestão de Finanças Pessoais - GFP

O curso, desenvolvido pelo Banco Central do Brasil, apresenta conceitos básicos de gestão de finanças pessoais e estimula a reflexão sobre temas do cotidiano das pessoas de forma lúdica. Oferece informações e ferramentas para gerir suas finanças.

O curso aborda os seguintes módulos/temas: nossa relação com o dinheiro, orçamento pessoal ou familiar, crédito e endividamento, consumo planejado e consciente, poupança e investimento, prevenção e proteção e consumindo serviços financeiros. O curso é destinado a toda a sociedade e tem carga horária de 20 horas.

Conselheiros Administrativos: Desafios da primeira gestão

Tem por objetivo capacitar cooperados que desejam assumir o cargo de conselheiros de administração de sociedades cooperativas, trazendo noções básicas para que possam desempenhar sua nova função com excelência.

O programa contempla 5 cinco cursos, organizados nas seguintes áreas:

Direito e Legislação;

Finanças e Contabilidade para Tomada de Decisão;

Gestão Orientada para Resultados

Governança Cooperativa: Fundamentos e responsabilidades do Conselho de Administração; e

Gestão Estratégica de Cooperativas.

Recomenda-se que o aluno tenha conhecimento básico sobre cooperativismo e sobre a Lei nº 5.764/71. O aluno precisa de acesso à internet, podendo acessar as aulas por meio de computadores, celulares ou tablets.

Capacitacoop - Para conhecer estes e os outros cursos da plataforma, clique aqui. (OCB)

 

 

FRÍSIA: Público tem acesso a conteúdo diversificado em plataforma inovadora da 4ª edição da Digital Agro

frisia 13 07 2021A Digital Agro, organizada pela cooperativa Frísia, uma das principais feiras de tecnologia e inovação para o agronegócio do Brasil, teve início nesta segunda-feira (12/07). A abertura oficial, às 19h, foi conduzida pela apresentadora Kellen Severo e contou com a presença de diversas autoridades estaduais e federais. Em seguida, o público acompanhou a palestra ministrada por Ricardo Amorim, uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil, de acordo com a revista Forbes.

Assuntos centrais - O evento tem como assuntos centrais “Inovação” e “Sustentabilidade”, trazendo diversas discussões acerca de temas como: o futuro dos alimentos, novas tecnologias para a produção, tendências para a pecuária e o futuro da gestão no campo, que serão conduzidas por especialistas do mercado, como Alexandre Mendonça de Barros, Marcelo Prado e Alex Foessel.

Visionários - Durante a semana da Digital Agro, o público poderá conhecer ainda a história de visionários como Michael Horsch, fundador da Horsch. Nascido em uma família de agricultores, desde cedo tornou-se referência da agricultura de precisão. Além dele, o evento contará com o ex-ministro da Agricultura e coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, e o presidente da John Deere, Paulo Herrmann, um dos líderes mais respeitados do agronegócio brasileiro.

Palestras - Também haverá palestras com Fabio Teixeira, CEO e fundador da Hypercubes, startup do Vale do Silício (Califórnia, EUA), Melissa Carmichael, vice-presidente da Bremer Bank, e Jonathan Gill, que falará sobre seu projeto de fazendas autônomas.

SP Ventures - A Digital Agro ainda terá uma palestra com o sócio-fundador da SP Ventures e um momento para que as Startups selecionadas no desafio Digital Agro Connection apresentem suas propostas para uma banca de composta por cinco empresas do agronegócio.

Plataforma - A plataforma do evento foi desenvolvida para gerar engajamento e networking dos participantes e expositores. A programação completa do evento e a lista de expositores pode ser acompanhada em www.evento.digitalagro.com.br, onde também poderá ser adquirido o ingresso.

SERVIÇO

Digital Agro Virtual 2021

Quando: 12 a 15 de julho

Horário (Brasília): 19h (dia 12)

                             10h ao 12h / 15h às 17h (dias 13 a 15)

Local: www.evento.digitalagro.com.br

Entrada: R$ 150 (inteira) / R$ 75 (meia)

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

CAPAL: Vaca holandesa de cooperado recebe pontuação máxima e inédita no Brasil

A Halley Ruivinha Doorman 538 TE, do criador e cooperado da Capal, Pedro Elgersma, conseguiu o feito de ser a primeira vaca do Brasil a ser classificada com a pontuação máxima Ex97, que representa excelência e perfeição morfológica em animais adultos produtores de leite. No mundo, a vaca é a primeira da raça Doorman a ser reconhecida com tal distinção.

Evento - Na última semana, todos os membros da família Elgersma, incluindo os filhos Ronald e Nico, foram recepcionados em um evento de solenidade na matriz da Capal Cooperativa Agroindustrial. “É uma honra muito grande receber este reconhecimento e poder abrir a porteira para outros criadores do nosso País”, comemora Ronald.

Presenças - Na premiação, estiveram presentes os diretores da Capal, autoridades políticas e representantes da Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH), órgão responsável pela avaliação.

Excelente produtor - “Eu conheço o Pedro desde menino, jogamos muita bola juntos. Se um jogo não ia muito bem, ele sempre queria fazer melhor. Ele era assim não apenas nos esportes, mas também nos negócios. É um excelente produtor e ensinou muito bem os filhos, está deixando um grande legado. Em nome da Capal, meus parabéns a toda a família Elgersma”, declarou o presidente da cooperativa, Erik Bosch.

Prefeito- O evento também contou com a participação do prefeito de Arapoti, Irani Barros, que ressaltou a importância do agronegócio como motor para a geração de emprego e renda na região. “Esta premiação não é sorte, é o resultado de um trabalho insistente e profissional. Parabenizo ao senhor Pedro e aos seus filhos por buscarem essa excelência”, disse o prefeito.

Entrega - A honraria foi entregue pelo secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortiguara. “Receber este prêmio inédito é um orgulho para a família, para Arapoti e para o Estado do Paraná, que é o segundo maior produtor de leite do País. Esta é uma comprovação de que estamos evoluindo geneticamente, sanitariamente e na qualidade do leite.”

Excelência em produção leiteira -  Quando o assunto é qualidade e produtividade, a Capal é referência. Quatro cooperados foram listados entre os maiores produtores de leite do Brasil em um levantamento realizado pela MilkPoint referente ao ano de 2020. São eles: William Ferdinand van der Goot, Jan e Marika Salomons, Marius Cornelis Bronkhorst e Wilko Laurens Verburg.

Campos Gerais - O documento ainda sublinha a região dos Campos Gerais do Paraná como uma das mais importantes bacias leiteiras do Brasil e destaca que as quatro fazendas de Arapoti ranqueadas produziram 27,44 milhões de litros de leite no ano passado, o que representa 3,25% da produção total das fazendas presentes no levantamento.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3,3 mil associados, distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 65% das operações da cooperativa, produzindo mais de 750 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café. A área agrícola assistida ultrapassa os 153 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 320 produtores. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 31 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

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ALEGRA: Nova campanha reforça pilares da qualidade e sustentabilidade

A grande missão da Alegra, indústria de alimentos localizada na Região dos Campos Gerais (PR), é fabricar e fornecer produtos saudáveis e de qualidade superior, com base num ambiente social saudável. Por isso, a companhia sempre colocou a geração de “valor compartilhado” como elemento essencial de seu modelo de negócio. Fruto da união das cooperativas de origem holandesa Frísia, Castrolanda e Capal, a marca opera em um modelo cooperativista no qual centenas de famílias cooperadas são as verdadeiras "donas" da empresa e que colocam dedicação e amor para que cada etapa do processo de produção gere bem-estar - social, econômico, ambiental e até animal. A nova campanha de comunicação precisava incluir esse olhar para a sustentabilidade, reforçando a já reconhecida qualidade dos produtos.

Essência - “Alegra faz BEM e é BOM” surge justamente para agregar à marca essa essência de cooperar para fazer o bem a todos os envolvidos na cadeia produtiva. E também para mostrar que essa forma de produzir reflete no sabor e na qualidade de cada item do portfólio. Ou seja, um produto BOM é resultado de um processo no qual tudo é BEM feito.

Valores - “O conceito proposto pela agência DMSBOX nos encantou por conseguir refletir, de uma forma alegre e criativa, os valores que nos guiam e que formam a característica mais marcante do nosso negócio, sem romper com os aspectos da comunicação que já vinham sendo trabalhados,” revela o gerente de Marketing da Alegra, Cracios Clinton Consul. “Essa nova camada de conhecimento que chega ao público é essencial para que possamos continuar contando a nossa história”, reforça.

Convite - As peças de comunicação convidam os clientes a conhecerem o bem que a Alegra faz, tanto para quem consome quanto para quem produz. A campanha é marcada por uma linguagem leve e cheia de ritmo, com o slogan “Faz BEM e é BOM” sendo reforçado por meio de uma assinatura sonora, que atrela as palavras “BEM BOM” à batida do coração, símbolo presente no logo da marca.

Tendência - “A tendência é que, cada vez mais, os consumidores comecem a se questionar de onde vêm os produtos que estão consumindo e de que forma eles impactam no desenvolvimento local”, explica o diretor de Atendimento e Negócios da DMSBOX, Cícero Rohr. “Com a campanha, procuramos nos antecipar a esse novo olhar, trazendo esse tema com uma abordagem leve e dinâmica. E, claro, sem nunca perder o foco para a qualidade e o sabor dos produtos Alegra", conclui.

Site - Todas as peças convidarão o público a visitar o site www.alegrabembom.com.br. Na página, os clientes poderão conhecer os detalhes que tornam os produtos Alegra tão saborosos, saudáveis e sustentáveis, sendo possível explorar cada etapa da cadeia de produção. Além disso, os internautas também poderão se divertir com as receitas, acompanhadas de playlists no Spotify que prometem tornar os momentos do consumidor na cozinha ainda mais especiais.

Vídeo - Para conferir o vídeo da nova campanha, acesse o canal da Alegra no Youtube ou confira no link: https://www.youtube.com/watch?v=M5VufdTVwlA

Sobre a Alegra - A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Reconhecimento internacional - Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra)

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COCAMAR I: Cooperativa faz evento de prestação de contas do 1º semestre

cocamar I 13 07 2021O desempenho da Cocamar no primeiro semestre deste ano será apresentado aos produtores cooperados nesta quarta-feira (14/07), a partir das 8h30, em transmissão ao vivo pelo canal da cooperativa no Youtube. Participam o presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, e o presidente executivo, Divanir Higino.

Números - Além de um relatório do período, os cooperados vão conhecer os números do recebimento das safras, comercialização de insumos e faturamento, com projeções para o segundo semestre.

Mercado - Na quinta-feira (15/07), mesmo horário, o evento vai ser complementado com informações de mercado a respeito dos principais produtos, pelo vice-presidente de Negócios, José Cícero Aderaldo.

Virtual - Por causa da pandemia, a prestação de contas acontece de forma virtual pelo segundo ano consecutivo. Tradicionalmente, a diretoria cumpre ao final do primeiro e do segundo semestres uma agenda de reuniões presenciais com os cooperados em seus municípios.

Serviço - Para participar, o cooperado deve acessar www.cocamar.com.br/reuniao, utilizando o seu CPF. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Cooperativismo, prática futurista e transformadora

cocamar II 13 07 2021A Semana do Cooperativismo foi finalizada na manhã de sexta-feira (09/07), na Cocamar, com uma palestra proferida por Augusto Júnior, o Guto, estudioso do cooperativismo.

Velocidade - Interagindo durante transmissão ao vivo com o gerente de Cooperativismo, João Sadao, Guto falou inicialmente sobre a velocidade com que as tecnologias vêm acontecendo atualmente em nível mundial, muitas delas em ritmo exponencial. Segundo ele, há uma tendência da prática de um capitalismo mais humano, de valorização do ser humano, de uma estrutura de negócios onde todos saem ganhando.

Todos precisam ganhar - Guto destacou que, nesse cenário, o cooperativismo se sobressai como uma prática futura, sendo referência para uma transformação no mundo dos negócios. “O capitalismo, por outro lado, não pode mais ser aquela velha versão que olha apenas para o acionista”, disse. E completou: “o sucesso de uma empresa, hoje em dia, se avalia quando todos saem ganhando”.

Atuais e futuristas- Os princípios que nortearam a origem do cooperativismo em 1844, em Rochdale, Inglaterra, “são incrivelmente atuais e futuristas”, ressaltou o palestrante, explicando que à época, a Revolução Industrial sufocou a mão de obra e os senhores feudais praticamente escravizavam os trabalhadores, disseminando a pobreza. O grupo de apenas 28 tecelões que decidiu formar a primeira cooperativa do mundo, estava semeando um modelo transformador que atualmente muda a realidade nos países. “As nações mais desenvolvidas são os que possuem o sistema cooperativista mais evoluído”, mencionou, comentando a seguir os sete princípios que regem o sistema.

Os princípios - O primeiro compreende a adesão livre e voluntária, sem discriminação de cor, gênero, credo, padrão social e poder econômico. O segundo, a gestão democrática: “o cooperativismo é um jeito de ensaiar um mundo sem corrupção”, afirmou Guto. O terceiro, a participação econômica: o cooperado é dono da cooperativa. O quarto, autonomia e independência. O quinto, educação, formação e informação: “não investir em educação é sufocar o futuro”, lembrando que atualmente as pessoas têm a oportunidade de continuarem aprendendo a cada momento, por meio das diferentes plataformas.

Intercooperação e comunidade - O sexto princípio é a intercooperação, ou seja, vários agentes cooperando mutuamente. E, por fim o sétimo, o interesse pela comunidade: “estar aqui neste mundo para servir, para ser útil, cooperando para a prosperidade social”. Guto comentou que se algumas empresas deixassem de existir, não fariam falta, diferente das cooperativas, que existem para transformar uma sociedade.

Sair da zona de conforto - O palestrante frisou ainda ser necessário resgatar e viver os princípios cooperativistas, “temos que ter fome de transformação, muitos de nós vivemos na zona de conforto”. E disse que tudo começa por micro transformações, a exemplo dos 28 tecelões de Rochdale. Na visão dele, é preciso se apropriar do potencial do cooperativismo, sendo que a distribuição de sobras, ao final do ano, atende o conceito de fortalecer o cooperado.

Propósito - João Sadao comentou que dos 16 mil cooperados da Cocamar, 75% são pequenos e médios, que dificilmente sobreviveriam sem a participação na cooperativa. “Somos uma empresa com propósito”, definiu João. Sobre isso, Guto afirmou ser necessário fazer mais barulho, em contraponto a muitas organizações que tentam mostrar o que elas não são. (Imprensa Cocamar)

 

SICOOB: Não começou seu planejamento financeiro? Confira essas dicas para se organizar ainda em 2021

sicoob 13 07 2021Seis meses já se passaram desde que o ano começou e você continua com uma bagunça na sua vida financeira? Não seguiu aquela listinha de tarefas que fez antes do Ano Novo e, ao olhar para sua conta bancária, acha que não tem mais solução? Pois fique calmo. Segundo a educadora financeira Louize Oliveira, do Sicoob, ainda dá tempo de construir o seu planejamento financeiro: para isso, é importante que você tenha vontade de mudar os seus hábitos, fazer cálculos e colocar a mão na massa.

Momento crucial - De acordo com Louize, este é o momento crucial para você retomar o controle da sua vida financeira. "No início do segundo semestre, é comum que as pessoas revisem as suas metas de ano novo. É nesse momento que muita gente percebe que não seguiu o planejamento financeiro e algumas metas ficaram comprometidas. Mas, calma! Não é a hora de jogar tudo para o alto. Ainda dá tempo de virar esse jogo", explica.

Calma - Para a educadora, o importante agora é ter calma e não fazer metas mirabolantes. "Não vai adiantar dobrar o valor que você queria guardar por mês ou cortar gastos mensais sem planejamento. Se você fizer isso, é provável que você fique ainda mais frustrado", diz. O ideal é refazer as contas, sempre com metas factíveis e alcançáveis, mesmo que comece com poucos passos. "É possível, por exemplo, definir um valor mensal para ser guardado e, a cada período, aumentar um pouco este número".

Pandemia - E, se você se encontra nessa situação e está se sentindo culpado, Louize também ressalta que o período de pandemia está sendo realmente mais complicado para a organização financeira das famílias. "Antes, nós já tínhamos a previsão dos nossos gastos mensais. Por exemplo: transporte, mercado, aluguel e outros. Agora, os hábitos mudaram bastante, principalmente com a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial da inflação no país, que nos últimos dias se mostrou crescente e, consequentemente, isso afeta o poder de compra do cidadão: quando a inflação sobe, o poder de compra cai", afirma.

Gastos - Em comparação com 2019, os gastos dos cooperados do Sicoob com compras on-line aumentou em 47% no ano passado, saindo de R$ 3,2 bilhões e saltando para R$ 4,7 bilhões. "É preciso ficar atento. Estamos expostos a muitos anúncios, por exemplo, de uma roupa ‘baratinha’, um fone ‘baratinho’, uma comida diferente. No fim do mês, quando você vai somar tudo, aquilo pesa no bolso".

Mas o que fazer, então? - Além da calma que Louize já citou, não tem jeito: é importante ter papel, caneta e calculadora (ou um notebook) em mãos e calcular. Comece pelo que você quer fazer, seja quitar uma dívida, construir a sua reserva de emergência ou fazer um investimento. Faça as contas, veja quanto é necessário para chegar ao objetivo, registre sua renda e seus gastos mensais, veja quanto seria necessário guardar por mês para conseguir alcançar a sua meta.

Curso - O curso Se Liga Finanças Online poderá te ajudar nessa fase de planejamento financeiro. Acesse www.online.seligafinancas.com.br e faça a sua inscrição no curso, que tem curta duração, é totalmente online e gratuito, e foi desenvolvido pelo Instituto Sicoob para te ajudar a dominar as "regras do jogo" das finanças.

Reserva - E não se esqueça que em breve vão bater à sua porta o IPVA, IPTU, renovação de seguros, renovação de matrícula e lista de material escolar. Portanto, se for possível, já comece a guardar uma "grana" para quitar de vez os fantasmas do começo do ano. Outra dica é olhar para o extrato do mês anterior: veja o quanto gastou com itens desnecessários ou "bobagens", seja uma refeição que você poderia fazer por si próprio, um celular que não seria necessário ser trocado ou até a lâmpada acesa durante o dia todo que pesou na conta de luz. "Dessa forma fica mais fácil cortar gastos e começar a poupar. Ainda dá tempo de iniciar este ano", finaliza a especialista.

Cooperativa - E para quem acha que está gastando muito com tarifas, taxas e juros, vale entrar em contato com uma cooperativa financeira. Somente em 2020, os cooperados do Sicoob deixaram de gastar mais de R$ 8 bilhões por conta das cobranças mais justas no cooperativismo financeiro.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por mais de 370 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.480 pontos de atendimento. Acesse https://www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

VBP: Valor da Produção Agropecuária de 2021 é estimado em R$ 1,099 trilhão

vbp destaque 13 07 2021A estimativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2021 é de R$ 1,099 trilhão, 10,5% acima do valor de 2020, que foi de R$ 995 bilhões. As lavouras representam R$ 753,2 bilhões e a pecuária, R$ 346,2 bilhões.

Lavouras - O faturamento das lavouras, em valores reais, cresceu 13,8%, e a pecuária, 3,8%, ambos em relação ao ano passado. Os produtos que mais se destacaram foram arroz, com aumento do VBP de 3,8%, cana-de-açúcar 2,3%, milho 15,7%, soja 30,2% e trigo 34,6%. Estes cinco produtos representam 55,4% do VBP total.

Produção e produtividade - Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o plantio tardio do milho de segunda safra e o clima adverso em algumas regiões como geadas, afetaram a produção e a produtividade, que tiveram quedas de 10,8%, e 17,5% respectivamente. Apesar desses eventos, o milho tem tido fortes aumentos de preços, que resultam em acréscimos no valor da produção.

Pecuária - Na pecuária, os melhores resultados estão sendo observados em carne bovina, que teve acréscimo de 7,5 % no VBP, e em carne de frango, acréscimo de 6,1%. Outros componentes da pecuária como suínos e leite, estão com pior desempenho.

Relação - Uma relação de produtos apresenta redução de valor da produção em relação a 2020. São estes: algodão, amendoim, banana, batata-inglesa, cacau, café, feijão, laranja, mandioca, tomate e uva. Entretanto, as reduções não são elevadas. Isso tem ocorrido principalmente devido às quedas de quantidades produzidas e de preço.

Recordes - Recordes de VBP podem ser observados em arroz, soja, milho e trigo, pois obtiveram valores não observados numa série desde 1989. Chama atenção o trigo, que além do recorde de valor neste ano, a produção estimada também não havia ainda sido observada. Neste ano, a previsão é de uma safra de 8,48 milhões de toneladas. Até este ano, o maior valor foi observado em 2015-2016 quando a safra foi de 6,73 milhões de toneladas.

Exportações - O agronegócio continua obtendo bons resultados das exportações. As exportações totais do agronegócio nos cinco primeiros meses de 2021, resultaram em U$ 61,49 bilhões. As exportações de carne resultaram em receitas de US$ 9,0 bilhões, e de soja grão, U$ 24,81 bilhões. O agronegócio representa neste ano 46,2% das exportações totais do país. Esses resultados contribuem adicionalmente para o crescimento do VBP.

Dados regionais - Os dados regionais mostram que neste ano quase todos os estados presentam maior nível de faturamento que no ano passado. Isso vem ocorrendo devido aos resultados favoráveis de produtos como, arroz, milho, soja, trigo, cana de açúcar, carne bovina, carne de frango e outros. Um ranking dos estados indica que os cinco primeiros em termos de VBP são Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Esses têm sua economia baseada em forte ênfase em milho e soja, e também na produção pecuária.

VBP - O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

Valor real - O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês. (Mapa)

FOTO: iStock / Mapa

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COMÉRCIO EXTERIOR I: Exportações do agronegócio têm novo recorde em junho, passando de US$ 12 bilhões

comercio exterior I 13 07 2021As exportações do agronegócio em junho deste ano atingiram a cifra recorde para o mês, de US$ 12,11 bilhões, o que representa uma alta de 25% comparado aos US$ 9,69 bilhões embarcados em junho de 2020. O aumento dos preços internacionais dos produtos agropecuários exportados pelo Brasil (30,4%) foi a principal variável responsável por este valor recorde.

Decisivo - De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, esse incremento nos preços, em virtude da recuperação econômica global, foi decisivo para o recorde do mês, já que houve queda de 4,1% no índice de quantum das exportações brasileiras.

Importações - As importações do agronegócio tiveram aumento de 54,2%, chegando a US$ 1,28 bilhão. Desta forma, o saldo da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 10,8 bilhões.

Não agrícolas - Em virtude da elevação das exportações de produtos não-agrícolas em 105,3%, influenciados por exportações de minério de ferro e petróleo, a participação dos produtos do agronegócio nas exportações totais brasileiras alcançou 43,1%, mesmo com o recorde observado para os meses de junho. Em junho de 2020, a participação foi de 55,5%.

Soja e carnes - O principal setor exportador do agronegócio brasileiro foi o complexo soja. Um pouco mais da metade do valor exportado pelo Brasil em produtos do agronegócio se deveu as vendas externas desse setor, que teve a soja em grão como principal produto exportado. As vendas externas de soja em grão alcançaram valor recorde de US$ 5,30 bilhões, mesmo com redução de 12,9% do volume exportado, 11,1 milhões de toneladas.

Carnes - As exportações de carnes foram de US$ 1,78 bilhões (+26,6%) em junho. O incremento do valor ocorreu em função da elevação da quantidade exportada (+9,4%) como ao aumento médio do preço de exportação (+15,7%).

Bovina - A principal carne exportada foi a carne bovina, com registros de US$ 834,24 milhões (+12,7%). Em relação à carne de frango, as exportações subiram 45,8% para atingirem US$ 636,26 milhões em junho de 2021. Já na carne suína houve registro recorde de exportações, com vendas externas de US$ 268,31 milhões (+36,4%). A quantidade exportada também foi recorde, com 107,2 mil toneladas (+12,9%). (Mapa)

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>> Balança Comercial do Agronegócio - junho 2021

 

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Balança registra superávit de US$ 39,75 bilhões no ano, em alta de 49,3%

comercio exterior 13 07 2021A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 39,75 bilhões no acumulado do ano, até a segunda semana de julho, em alta de 49,3% pela média diária, na comparação com o período de janeiro a julho de 2020. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) chegou a US$ 248,56 bilhões no período, um aumento de 32,7%.

Desempenho - Essa corrente de comércio reflete o desempenho das exportações, que chegam a US$ 144,16 bilhões, em alta de 34,8%, e das importações, que aumentaram 30%, chegando a US$ 104,41 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (12/7) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Acumulado do mês - As exportações no acumulado do mês subiram 39,9%, alcançando US$ 8,27 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 5,25 bilhões, com alta de 46%. A balança comercial registrou superávit de US$ 3,02 bilhões, portanto, em alta de 30,5%, enquanto a corrente de comércio somou US$ 13,52 bilhões, subindo 42,2%.

Segunda semana de julho - Se for considerada apenas a segunda semana de julho, as exportações ficaram em US$ 5,576 bilhões, e as importações, em US$ 3,563 bilhões. Assim, a balança comercial teve superávit de US$ 2,013 bilhões e a corrente de comércio alcançou US$9,139 bilhões.

Exportações no mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a segunda semana deste mês (US$ 1,181 bilhão) com a de julho de 2020 (US$ 844,17 milhões), houve crescimento de 39,9%, com alta das vendas nos três segmentos – Indústria Extrativista (83,4%), Indústria de Transformação (36,5%) e Agropecuária (3,5%).

Indústria Extrativa - Na Indústria Extrativista, o aumento das exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nas vendas de minério de ferro e seus concentrados (+97,4%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+82,1%); minérios de cobre e seus concentrados (+25,1%); outros minerais em bruto (+22,1%) e pedra, areia e cascalho (+22,1%).

Indústria de Transformação - Já em relação à Indústria de Transformação, destaque para o aumento nas vendas de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+136,6%); produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (+218,5%); farelos de soja e outros alimentos para animais, farinhas de carnes e outros animais (+83,1%); carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+63,5%) e carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+35%).

Produtos agropecuários - Entre os produtos agropecuários, a alta das exportações foi impulsionada pelo crescimento nas vendas de soja (+19,8%); madeira em bruto (+446,5%); algodão em bruto (+15,8%); produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (+21,7%) e café não torrado (+1,9%).

Importações - Nas importações, a média diária até a segunda semana de julho de 2021 (US$ 750,05 milhões) ficou 46% acima da média de julho do ano passado (US$ 513,69 milhões). Nesse comparativo, aumentaram principalmente as compras de produtos da Indústria Extrativista (+112,9%), da Indústria de Transformação (+44,1%) e da Agropecuária (+24,5%).

Destaques - Na Indústria extrativista, destaque para as compras de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+147,4%); minérios de cobre e seus concentrados (+1.505,8%); outros minérios e concentrados dos metais de base (+265,8%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+29,1%) e fertilizantes brutos, exceto adubos (+102,3%).

Aumento - Já na Indústria de Transformação, o aumento das importações foi puxado pelo crescimento nas compras de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+133,1%); partes e acessórios dos veículos automotivos (+145,8%); produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (+8.578,5%); adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+25,1%) e válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (+51,5%).

Alta - Por fim, na Agropecuária, a alta nas importações teve o destaque da compra de látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (+198,5%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (+87,1%); soja (+31%); milho não moído, exceto milho doce (+134,7%) e trigo e centeio, não moídos (+2,2%). (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança comercial

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CÂMBIO: Dólar cai pela primeira vez no mês e fecha a R$ 5,17

cambio 13 07 2021Em um dia de alívio no mercado financeiro, o dólar caiu pela primeira vez no mês e voltou a ficar abaixo de R$ 5,20. A bolsa de valores recuperou-se de quedas recentes e subiu quase 2%, voltando aos 127 mil pontos.

Cotação - O dólar comercial encerrou a segunda-feira (12/07) vendido a R$ 5,174, com recuo de R$ 0,065 (-1,75%). A moeda começou o dia em alta, chegando a R$ 5,27 nos primeiros minutos de negociação, mas a cotação começou a recuar ainda durante a manhã, acompanhando o mercado externo.

Valorização - A divisa acumula valorização de 4,04% em julho, mas voltou a registrar queda no acumulado do ano. Em 2021, o dólar tem pequeno recuo de 0,2%.

Bolsa de valores - Na bolsa de valores, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 127.594 pontos, com alta de 1,73%. O indicador recuperou-se das perdas da semana passada, quando tinha acumulado recuo de 1,72%.

Fatores - Apesar das tensões políticas no Brasil, o mercado recuperou-se motivado tanto por fatores internos como externos. No mercado internacional, as bolsas americanas voltaram a bater recorde, com o avanço da imunização contra a covid-19 em diversos países e a divulgação de lucros elevados de diversas empresas norte-americanas.

Brasil - No Brasil, a expectativa de mudanças na reforma tributária, cujo relatório está previsto para ser apresentado nesta terça-feira (13/07), animou os investidores. A expectativa de que o Banco Central continue a elevar a taxa Selic (juros básicos da economia) para segurar a inflação também atraiu recursos externos. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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MAPA: Ministério irá aumentar recursos destinados para capacitação de produtores orgânicos

mapa 13 07 2021Em um ano em que a pandemia do coronavírus assolou o mundo, os cerca de 25 mil produtores cadastrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) como orgânicos foram colocados à prova e conseguiram dar conta da demanda de um consumidor cada dia mais exigente e responsável no consumo dos alimentos.

Crescimento - O número de produtores orgânicos cresceu mais de 10% desde janeiro do ano passado, conforme o Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos do Mapa. O avanço também foi registrado no campo: são 1 milhão de hectares de área com produção orgânica, somando mais de 31 mil unidades de produção.

Recursos - Para capacitar esse público de produtores conforme as melhores práticas, a ministra Tereza Cristina anunciou nesta segunda-feira (12/07) a destinação de R$ 3 milhões para assistência técnica por meio da Anater. O Programa Residência Profissional Agrícola, conhecido como Agro Residência, também terá uma temática específica de atendimento aos produtores de orgânicos.          

Resposta - “Os produtores estão dando resposta à demanda da sociedade, atendendo ao consumidor que busca um produto perto do seu ponto de consumo. Além das vantagens sociais e ambientais, temos uma grande oportunidade de negócios para a produção de orgânicos no Brasil. É um momento de celebração, de promoção para os consumidores e, principalmente, de valorização dos produtores”, declarou o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal.

Produção - A produção de alimentos orgânicos cresceu 30% em 2020, segundo dados da Associação de Promoção dos Orgânicos (Organis). Esse aumento de produção, consumo e procura por alimentos cultivados e processados de forma mais sustentável movimentou cerca de R$ 5,8 bilhões no mercado nacional.

Debate - Para promover ainda mais o modelo de produção orgânica, o Mapa reúne representantes do governo, produtores, técnicos e acadêmicos para discutir o desenvolvimento do setor. A XVII Campanha Anual de Promoção do Produto Orgânico começou nesta segunda-feira (12/07) com o tema “Alimento Orgânico: sabor e saúde em sua vida”.

Tradição - “Essa campanha já se tornou tradição no Mapa e ganha uma importância especial neste ano de pandemia em que ficaram tão evidentes os vínculos entre saúde, alimentação, agricultura e meio ambiente. A produção orgânica se desenvolve de forma harmônica com a natureza, sem descuidar da geração de renda e da inclusão social. É a expressão mais pura do social, econômico e ambiental”, afirmou a ministra Tereza Cristina.

Mesas de diálogos - Mesas de diálogos compõem o Seminário Virtual, a ser realizado nos dias 12 e 13 de julho, a partir das 14h. As transmissões serão ao vivo pelo Youtube da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro).

Assista:

12/07: https://youtu.be/OlnPt4SSrLs

13/07: https://youtu.be/xt6-a4HRhRA

Confira a programação completa da Campanha

Produção orgânica é ciência - Ser orgânico vai além da não utilização de defensivos de origem química. A legislação brasileira especifica que a produção agroecológica privilegia o uso saudável do solo, da água e do ar, e as práticas de manejo produtivo que preservem as condições de bem-estar dos animais.

Lógica - A lógica da não utilização de compostos químicos é não eliminar a cadeia biológica que compõe aquele determinado ambiente produtivo. Já que, ao mesmo tempo que um organismo pode ser prejudicial, outro, daquele mesmo ecossistema, está ali para combatê-lo. É o inimigo natural.

Experimento - A coordenadora de Produção Orgânica do Mapa, Virgínia Lira, explica que, para confirmar qual relação entre organismos é a mais adequada para tratar determinada praga, fungo ou doença na plantação, é preciso muito experimento. Assim, a visão de que a produção orgânica é mística e que os produtores - em sua maioria, pequenos e de núcleo familiar – não fazem uso de tecnologia se tornou uma falácia.

Conhecimento - “A produção orgânica se alicerça no conhecimento do solo, da planta, das inter-relações, do comportamento dos animais, na necessidade de se pensar no bem-estar e de se utilizar os recursos naturais da melhor forma. Então, eu entendo a produção orgânica como uma ciência. Há muitas pesquisas e estudos atualmente, não se trata de empirismo”, afirma.

Bioinsumos - Na mesma toada de controle natural de doenças e pragas, os bioinsumos aparecem como alternativa de manejo sustentável para o cultivo de orgânicos. No Brasil, o uso desse tipo de produto aumenta a cada ano e já ultrapassou a média mundial. Enquanto o crescimento internacional está na base de 15% ao ano, aqui atingimos 28%.

Aprovação - O uso de qualquer produto na produção orgânica deve seguir a aprovação de órgãos como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por serem considerados produtos de baixo impacto ambiental e também de baixa toxicidade, a legislação foi idealizada no intuito de acelerar o seu registro sem deixar de lado a preocupação com a saúde, o meio ambiente e a eficiência agronômica.

Lista positiva - “O uso de insumos na produção orgânica obedece uma lista positiva, de forma que só podem ser utilizados os produtos autorizados em normativo o que transforma essa atualização em um processo de registro diferenciado, mais ágil com revisão a cada seis meses para não impedir o produtor de acessar novas tecnologias”, completa Lira.

Selo - Para serem comercializados como orgânicos, os alimentos, processados ou não, devem conter o selo “Produto Orgânico Brasil”, do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica (SisOrg). A presença da certificação atesta que todas as etapas de produção do produto são agroecológicas, ou seja, o produto não foi cultivado com adubos, fertilizantes ou insumos químicos, artificiais, sintéticos, transgênicos, hormônios, antibióticos e não recebeu a aplicação de defensivos tóxicos, como herbicidas, fungicidas, nematicidas, entre outros critérios.

Industrializados - Para os alimentos industrializados, somente são considerados orgânicos os com mais de 95% de ingredientes de origem na agricultura orgânica. O produto que tiver entre 70 e 95% de ingredientes orgânicos, pode ser identificado no rótulo como “produto com ingredientes orgânicos”. Neste caso, a embalagem também deve listar os ingredientes não-orgânicos. Já, se o produto tiver menos de 70% de ingredientes orgânicos, ele não é considerado como tal.

Cópia ou declaração - Caso o alimento seja comercializado em feiras e não esteja sinalizado com o selo de produto orgânico, o consumidor pode pedir cópia do certificado orgânico ao produtor ou uma declaração emitida por ele ou pela certificadora. Em todos os casos, o comprador pode consultar o Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos no site do Mapa. (Mapa)

 

INFRAESTRUTURA: Governo fecha convênio com mais 10 municípios para pavimentar estradas rurais; investimento é de R$ 16,9 milhões

infraestrutura 13 07 2021O Governo do Estado vai recuperar, com nova pavimentação, mais 55 quilômetros de estradas rurais de dez municípios do Paraná. Os convênios com as prefeituras foram assinados pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta segunda-feira (12/07), em cerimônia no Palácio Iguaçu. O investimento por parte da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento é de R$ 16,95 milhões.

Beneficiados - Serão beneficiados os municípios de Faxinal e Ivaiporã (Vale do Ivaí); Jussara (Noroeste); Honório Serpa, Nova Esperança do Sudoeste, Santo Antônio do Sudoeste, Clevelândia e Coronel Vivida (Sudoeste); Nova Laranjeiras (Centro-Sul) e Goioerê (Centro-Oeste).

Convênios - O governador lembrou que, com as novas liberações, o Estado atinge 39 convênios formalizados apenas nos primeiros sete meses de 2021. Juntos, eles totalizam 168,4 quilômetros e um investimento de R$ 51,65 milhões. A previsão para o ano, ressaltou ele, é pavimentar cerca de 376 quilômetros de estradas rurais até dezembro, com a aplicação de mais de R$ 125 milhões.

Programa - “Esses convênios fazem parte de um grande programa de modernização de estradas rurais, chamado de Estradas da Integração. O planejamento é revitalizar mais de 600 quilômetros dessas vias em todo o Paraná, de acordo com a necessidade de cada região. Vamos respeitar também os tipos diferentes de solo para definir qual o melhor material a ser aplicado”, afirmou Ratinho Junior.

Melhoria - “São obras que melhoram a infraestrutura para quem mora no campo, diminuem custos e fortalecem tanto o agronegócio quanto a agricultura familiar do Paraná”, acrescentou. “São artérias importantes para o escoamento da safra que, revitalizadas, vão impactar diretamente na produção de muitos agricultores e pecuaristas”, destacou Ratinho Junior.

Manejo das propriedades - O programa, reforçou o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, é importante para os produtores rurais em razão do manejo das propriedades, que dependem dessas vias para chegada de insumos, sementes e ração e também para o escoamento das safras. Ele frisou que a intervenção contribui para o aumento da competitividade da agroindústria paranaense.

Transporte - “Os insumos são transportados diariamente por ali. A visão econômica do Estado, visando reduzir custos e aumentar a eficiência, fez com que fossem ampliadas essas parcerias com os municípios, viabilizando algumas soluções de pavimentação em trechos importantes para as comunidades rurais”, explicou.

Muitos benefícios - O secretário, porém, lembrou que as recuperações não beneficiam apenas os produtores rurais. Segundo ele, uma nova pavimentação rural tem reflexo também na qualidade de vida de quem mora na região, que pode se locomover mais rapidamente e com segurança, facilitando para as crianças chegarem à escola ou os doentes serem transportados a hospitais.

Pedras poliédricas - “A intervenção mais barata e mais comum é com pedras irregulares, as chamadas pedras poliédricas. Traz mais conforto, tira barro e diminui os custos de manutenção para o município. Torna a vida mais fácil”, explicou Ortigara.

Recursos naturais - Além disso, o programa tem, ainda, o objetivo de preservar os recursos naturais, ao contribuir para a conservação do solo nas propriedades. Para tanto, o Estradas da Integração capacita as administrações municipais nas técnicas de gestão, manejo e conservação dessas estradas. “É um momento histórico, quase R$ 3 milhões em investimentos para beneficiar todo município”, afirmou o prefeito de Jussara, Robison Pedroso da Silva.

Revitalização - A cidade do Noroeste terá revitalizados 5,29 quilômetros da Estrada Velha Maringá Cidade até Vila Rural e Acesso ao Parque Urbano. O investimento totaliza R$ 2,8 milhões.

Outros municípios - Santo Antônio do Sudoeste vai conseguir modernizar 9,87 quilômetros de vias em três trechos – Alto Florido a km 10, Linha Botafogo e Rio Verde a km 10. Serão aplicados no município R$ 2,6 milhões. “A agricultura ganha como um todo com a recuperação dessas estradas”, disse o prefeito Ricardo Antonio Ortiña.

Ivaiporã - Já o convênio com Ivaiporã prevê a recuperação da Estrada Ivaiporã até a Comunidade Santa Luzia. São 7,14 quilômetros e R$ 2,1 milhões de investimento. “Mais de 250 famílias, pequenos produtores rurais, serão beneficiados diretamente”, destacou o prefeito do município, Carlos Gil.

Financiamentos - Parte dos recursos para investimento nas estradas rurais vem do empréstimo de R$ 1,6 bilhão com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal sacramentado no ano passado pelo Governo do Estado. Do montante, cerca de R$ 126 milhões serão destinados a obras de reestruturação nas vias do campo. Outra fatia é oriunda das taxas do Detran.

Presenças - Participaram da cerimônia os secretários João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas), Marcel Micheletto (Administração e Previdência) e Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo); o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; os deputados estaduais Alexandre Curi, Gugu Bueno, Paulo Litro e Soldado Adriano José; os prefeitos Anderson Barreto (Coronel Vivida), Rafaela Losi (Clevelândia), Betinho Lima (Goioerê), Luciano Dias (Honório Serpa), Jaime Stang (Nova Esperança do Sudoeste), Ylson Alvaro Cantagallo (Faxinal) e Fábio Roberto dos Santos (Nova Laranjeiras); além de vereadores e lideranças dos municípios.

Municípios - Confira os dez municípios que serão beneficiados pelo programa Estradas da Integração

1. FAXINAL

Estrada Rock Fall Resort, Estrada Vila Imperatriz/Chicão e Intersecção trecho 2 (Vila Imperatriz) até Gruta do Monge João Maria

8,85 quilômetros

R$ 2,8 milhões

2. JUSSARA

Estrada Velha Maringá Cidade até Vila Rural e Acesso ao Parque

5,29 quilômetros

R$ 2,8 milhões

3. SANTO ANTÔNIO DO SUDOESTE

Alto Florido a Km 10, Linha Botafogo e Rio Verde a KM 10

9,87 quilômetros

R$ 2,6 milhões

4. IVAIPORÃ

Estrada Ivaiporã à Comunidade Santa Luzia

7,14 quilômetros

R$ 2,1 milhões

5. NOVA LARANJEIRAS

Rio Guaraí até Comunidade Rio da Prata

6 quilômetros

R$ 1,4 milhão

6. HONÓRIO SERPA

Trecho da Fazenda Cataneo até a propriedade do Sr. Rotílio Chaves

4,6 quilômetros

R$ 1,3 milhão

7. GOIOERÊ

Aeroporto até Aldeia SOS e Estrada Flor do Oeste

4,3 quilômetros

R$ 1,2 milhão

8. NOVA ESPERANÇA DO SUDOESTE

Continuação Estrada Linha Novo Horizonte

3,5 quilômetros

R$ 860 mil

9. CORONEL VIVIDA

Acesso da BR 158 a Comunidade Emaús

2,54 quilômetros

R$ 701 mil

10. CLEVELÂNDIA

Paiol Grande, Vila São Luiz, Vila São Luiz, Santa Maria, Paiol Grande

2,53 quilômetros

R$ 666 mil

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

IBGE: Setor de serviços avança 1,2% em maio e volta a superar nível pré-pandemia

ibge 13 07 2021O volume de serviços cresceu 1,2% na passagem de abril para maio e superou, pela segunda vez este ano, o nível em que se encontrava antes da pandemia de Covid-19, em 0,2%. Com dois meses seguidos de resultados positivos, o setor acumulou alta de 2,5%, ainda insuficiente para recuperar as perdas de março (-3,4%), mas dá sinais de aquecimento na maior parte dos seus segmentos de atividades. Mesmo assim, ainda se encontra 11,3% abaixo do recorde histórico, alcançado em novembro de 2014. No ano, o setor acumula alta de 7,3% e nos últimos 12 meses registra -2,2%.

Pesquisa - Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira (13/07) pelo IBGE. Em fevereiro deste ano, os serviços chegaram a alcançar um patamar 1,2% acima do verificado em fevereiro de 2020, mês que antecedeu a implementação das primeiras medidas de isolamento social.

Covid - “O setor vinha mostrando boa recuperação, mas, em março, com um novo agravamento do número de casos de Covid-19, governadores e prefeitos de diversos locais do país voltaram a adotar medidas mais restritivas, afetando o funcionamento das empresas de serviços. Em abril e maio essas medidas começam a ser relaxadas e o setor volta a crescer”, analisa o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Crescimento - Das cinco atividades investigadas pela PMS, três tiveram crescimento em maio. Um dos destaques foi o segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (3,7%), que têm o segundo maior peso no índice geral (32,8 pontos percentuais).

Passagens aéreas - “A expansão nos transportes tem muito a ver com a queda no preço das passagens aéreas, além do aumento da demanda por esse serviço. O transporte aéreo cresceu 60,7% em maio. Além disso, o segmento de armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio (3,6%), que também compõe a atividade, continua em ascensão, tendo atingido em maio seu patamar mais alto na série histórica da PMS. Contribuem para esse resultado as empresas de logística, as administradoras de aeroportos e as concessionárias de rodovias”, assinala Lobo.

Famílias - Outro destaque foram os serviços prestados às famílias (17,9%), que tiveram a maior alta dentre todas as atividades, embora tenham menor peso (5,6%) no índice.

Distante - “A atividade de serviços prestados às famílias, no entanto, continua muito distante do patamar pré-pandemia: 29,1% abaixo. A de serviços profissionais, administrativos e complementares, que teve alta de 1,0% em maio, também não se recuperou ainda, estando 2,7% abaixo do nível em que se encontrava em fevereiro de 2020”, ressalta Lobo.

Demais atividades - Segundo o pesquisador, as demais atividades já ultrapassaram essa marca, estando a de serviços de informação e comunicação 6,4% acima; a de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio 4,7% acima e os outros serviços 3,3% acima. Porém, a de serviços de informação e comunicação, que tem o maior peso no índice geral (34,4%), foi a que teve a maior queda em maio (-1,0%). A outra queda foi registrada por outros serviços (-0,2%).

Regiões - Regionalmente, quase todas (23 de 27) as unidades da federação assinalaram expansão no volume de serviços em maio de 2021 na comparação com abril. Entre os locais que apontaram taxas positivas nesse mês, o impacto mais importante veio de São Paulo (2,5%), que é também a localidade que tem maior peso no índice geral (45 pontos percentuais). Outros destaques positivos foram Bahia (8,6%), Minas Gerais (2,1%) e Distrito Federal (3,7%). Por outro lado, Tocantins (-2,9%), Mato Grosso (-0,4%), Piauí (-1,9%) e Rondônia (-0,8%) registraram as únicas retrações em termos regionais.

No confronto com maio de 2020, a alta foi de 23,0% - Já no confronto com igual mês do ano anterior, o volume de serviços teve crescimento de 23,0% em maio de 2021, terceira taxa positiva seguida e a mais intensa da série histórica iniciada em janeiro de 2012. E o crescimento, nessa comparação, foi acompanhado por todas as atividades.

Baixa base de comparação - “Vale destacar, porém, que a magnitude de crescimento do volume de serviços no mês é explicada, sobretudo, pela baixa base de comparação, já que o setor de serviços havia recuado 19,3% em maio de 2020, pois ainda estavam vigentes muitas medidas sanitárias que reduziam a mobilidade da população e restringiam o funcionamento dos estabelecimentos considerados não essenciais”, lembra Lobo.

Índice de atividades turísticas teve alta de 18,2% frente a abril - O índice de atividades turísticas apontou expansão de 18,2% frente ao mês imediatamente anterior, segunda taxa positiva consecutiva, período em que acumulou um ganho de 23,3%.

Recuperação - “Esse avanço recente recupera boa parte da queda de 26,5% observada em março, que foi um mês com maior número de limitações ao funcionamento de determinados estabelecimentos. Contudo, o segmento de turismo ainda necessita crescer 53,1% para retornar ao patamar de fevereiro do ano passado”, finaliza Rodrigo Lobo.

Sobre a pesquisa - A PMS produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação. Há dados para o Brasil e todas as unidades da federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

ibge quadro 13 07 2021

 

CMO: Comissão de Orçamento aprova relatório preliminar da LDO, mas déficit preocupa parlamentares

cmo 13 07 2021A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta segunda-feira (12/07) o relatório preliminar da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 (LDO - PLN 3/21), que determina as metas e prioridades para os gastos do governo no ano que vem. Com isso, já podem ser apresentadas emendas ao texto da LDO.

Emendas - De acordo com o relatório do deputado Juscelino Filho (DEM-MA), cada deputado ou senador poderá apresentar até três emendas ao Anexo de Prioridades e Metas da LDO. Bancadas estaduais do Congresso e comissões permanentes da Câmara dos Deputados ou do Senado também podem apresentar até três emendas cada. O prazo para apresentação de emendas vai até esta quarta-feira (14/07), ao meio-dia.

Déficit - O relatório preliminar também apresenta uma avaliação dos parâmetros econômicos e das projeções da LDO para o ano que vem. "Apresentamos a conjuntura macroeconômica com foco no cenário fiscal, acreditando na recuperação da economia em 2022. Mas estamos atentos ao delicado momento do cenário social que ainda perdura", reconheceu Juscelino Filho.

Preocupação - Na votação do relatório, deputados e senadores declararam preocupação com o déficit nas contas públicas, que chega a R$ 177,5 bilhões – R$ 170,47 bilhões do governo federal, R$ 4,42 bilhões das estatais e R$ 2,6 bilhões de estados e municípios.

Dólar - O senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR) disse que o déficit é responsável pela alta cotação do dólar e pela aceleração da inflação. "O mercado já espera déficit, mas uma hora a conta vai estourar. Temos de dar uma perspectiva de quando o déficit primário vai acabar", apontou. Oriovisto Guimarães recomendou cuidado com as emendas. "Não temos dinheiro para nada. Ano que vem é ano eleitoral, e não podemos permitir irresponsabilidade."

Audiência pública - O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) sugeriu uma audiência pública para discutir a situação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Previdência. "A reforma previdenciária pouco colaborou para redução do déficit", lamentou o parlamentar.

Projeção - Para o BPC, a projeção é que haja um total de 4,9 milhões de beneficiários em dezembro de 2022, levando o gasto a R$ 69,2 bilhões no ano que vem. Hildo Rocha notou que ainda há 710 mil requerimentos de BPC que não foram avaliados. "Essas pessoas que estão esperando vão judicializar, e vai aumentar a quantidade de processos na primeira instância", alertou o deputado.

Sugestões - O deputado Claudio Cajado (PP-BA) defendeu a transferência de recursos a municípios de até 50 mil habitantes que estejam inadimplentes em cadastros ou sistemas de informações financeiras, contábeis e fiscais. "Muitos estão inadimplentes por causa da pandemia", argumentou. Esse dispositivo já constava no PLN 2/21, que alterava a LDO deste ano; foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro, porém depois restabelecido pelo Congresso após a derrubada do veto.

Critérios - Claudio Cajado ainda considera necessário discutir os critérios para as emendas de relator ao Orçamento 2022, conhecidas como RP9. "Houve grande problema, inclusive com parte da mídia dizendo que tinha orçamento secreto para beneficiar parlamentares. O próprio governo admite a necessidade das emendas de relator, mas estamos tendo grande problema de concentrar o poder em uma única pessoa, mesmo que haja depois a votação na Comissão Mista de Orçamento", disse.

FAT - Hildo Rocha sugeriu que uma parcela dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) seja utilizada para financiar pequenas e médias empresas. "Boa parte do FAT que vai para o BNDES não tem transparência. O dinheiro do FAT, que é do trabalhador, não volta para o trabalhador. Deveria ir para as pequenas e médias empresas, mas oferece subsídio para grandes empresas que não precisam."

Pesquisas - O senador Wellington Fagundes (PL-MT) pediu prioridade para o financiamento de pesquisas, com o objetivo de fabricar vacinas brasileiras. Ele ainda propôs normas para destinação de recursos a municípios com obras inacabadas. "É revoltante saber que temos mais de 2 mil creches inacabadas. Onde tem município com creche inacabada, não podemos abrir recursos para novas obras da mesma natureza. Isso significa desperdício do dinheiro público." (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

REFORMA TRIBUTÁRIA: Lira afirma que a carga tributária sobre a renda pode ser reduzida em R$ 50 bi

reforma tributaria 13 07 2021O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que o relator da reforma tributária, deputado Celso Sabino (PSDB-PA), estuda reduzir em R$ 50 bilhões a carga tributária sobre a renda do capital produtivo e dos trabalhadores. Sabino é o relator do projeto de lei que trata das alterações de cobrança no Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas e da tributação de lucros e dividendos (PL 2337/21). Outro projeto, cujo relator é o deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), cria a CBS, com alíquota de 12%, em substituição ao Programa de Integração Social-PIS e à Contribuição para Financiamento da Seguridade Social-Cofins.

Estruturante - “A Câmara dos Deputados entregará uma reforma estruturante do Imposto de Renda, que promoverá uma grande geração de emprego e renda nos próximos anos. Faremos justiça fiscal e simplificação do sistema tributário”, afirmou Lira por meio de suas redes sociais. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Agência Câmara de Notícias

 

LEGISLATIVO I: Comissão debate mudanças no crédito para o agronegócio

legislativo I 13 07 2021A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados promove audiência pública na quinta-feira (15/07) sobre as mudanças do crédito para o agronegócio no Brasil. O debate ocorre no plenário 6, às 14 horas.

Pedido - O pedido para realização da audiência pública é do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). Ele quer debater recentes mudanças na legislação que permitiram a criação de oportunidades alternativas no sistema de crédito agrícola e a modernização nas formas de financiar as atividades rurais. "São medidas que aproximam o setor do grande mercado financeiro", disse.

Exemplo - Ele cita o exemplo da primeira operação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como agente garantidor de financiamentos agropecuários, em abril deste ano. "O novo modelo consiste em um Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e vai permitir a ampliação do acesso ao crédito para os produtores rurais. Esse tipo de operação é um mecanismo que pode ser utilizado tanto para renegociações de dívidas fora do sistema bancário ou concessão de novos créditos para custeio e investimento", explicou.

Convidados - Foram convidados para o debate o diretor de Financiamento e Informação do Ministério da Agricultura e Pecuária, Wilson Vaz de Araújo; o subsecretário de Política Agrícola e Meio Ambiente do Ministério da Economia, Rogério Boueri Miranda; advogados e representantes do mercado financeiro. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Christiano Antonucci / Secom-MT

 

 

LEGISLATIVO II: Frente parlamentar pela desoneração da folha de pagamento será lançada nesta quarta

legislativo II 13 07 2021Será lançada, nesta quarta-feira (14/07), a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Desoneração da Folha de Pagamento. O colegiado é coordenado pelo deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG).

Solenidade - A solenidade ocorrerá no plenário 1, às 17 horas, e contará com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico do Ministério da Economia, Jorge Luiz de Lima. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SAÚDE I: Brasil tem 19,1 milhões de casos e 534,2 mil mortes

O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 19.106.971. Em 24 horas, foram registrados 17.031 novos diagnósticos da covid-19.

Acompanhamento - Há 906.084 casos em acompanhamento. É a primeira vez em semanas que o índice fica abaixo de 1 milhão. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Mortes - O número de mortos por covid-19 alcançou 534.233. Entre domingo e segunda-feira (11 e 12/07), as autoridades de saúde confirmaram 745 novos óbitos.

Investigação - Mais 3.497 mortes estão em investigação. O termo designa mortes com suspeitas de que podem ter sido causadas por covid-19, mas com origem ainda sendo analisada por equipes de saúde.

Recuperados - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 somou 17.666.654.

Atualização - Os novos dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde divulgada nesta segunda-feira (12/07), que consolida informações levantadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Menores - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Às terças-feiras, os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - O balanço diário do Ministério da Saúde também traz os dados por estado. No alto do ranking de mais mortes por covid-19 estão São Paulo (132.205), Rio de Janeiro (56.848), Minas Gerais (48.124), Paraná (32.715) e Rio Grande do Sul (32.247). Depois de meses com os primeiros lugares sem alteração, pela primeira vez o Paraná assumiu a 4ª posição, deixando o Rio Grande do Sul na 5ª colocação.

Menos - Na ponta de baixo estão Acre (1.767), Roraima (1.785), Amapá (1.870), Tocantins (3.344) e Alagoas (5.546).

Casos - Entre o número de casos, São Paulo também lidera, com 3.869.300, seguido de Minas Gerais (1.866.541) e do Paraná (1.327.770). As unidades da Federação com menos casos são Acre (86.481), Roraima (115.419) e Amapá (119.078).

Vacinação - Conforme o Ministério da Saúde, até o momento começaram a ser distribuídas 147,3 milhões de doses aos estados, tendo sido entregues 143,2 milhões e 4,12 milhões que foram enviadas e estão em processo de distribuição.

Informações - Considerando as informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e dos levantamentos de cada secretaria estadual de Saúde, foram aplicadas 114,8 milhões de doses, sendo 84,1 milhões da 1ª dose e 30,7 milhões da 2ª dose e dose única.

Registradas - Quando consideradas somente as doses registradas no sistema do PNI, foram aplicadas 107,9 milhões, sendo 78,9 milhões da 1ª dose e 29 milhões da 2ª dose e dose única.

Aguardando registro - O número de pessoas que foram vacinadas com a 1ª dose e aguardam registro no PNI é de 5,16 milhões e o número de pessoas que tomaram a 2ª dose ou dose única, é 1,65 milhão. (Agência Brasil)

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SAÚDE II: Sesa confirma 2.310 novos casos e 241 óbitos pela Covid-19

saude II 13 07 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (12/07) mais 2.310 casos confirmados e 241 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.320.797 casos confirmados e 32.531 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta segunda-feira são de fevereiro (2), março (46), abril (19), maio (35), junho (228) e julho (1.980) de 2021.

Internados - O informe relata que 1.777 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.380 pacientes em leitos SUS (773 em UTI e 607 em enfermaria) e 397 em leitos da rede particular (208 em UTI e 189 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.094 pacientes internados, 946 em leitos UTI e 1.148 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão na rede pública e rede particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 241 pacientes. São 95 mulheres e 146 homens, com idades que variam de 05 a 94 anos. Os óbitos ocorreram de 05 de março a 12 de julho de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (38), Maringá (9), Londrina (6), Sarandi (6), Cascavel (5), São José dos Pinhais (5), Apucarana (4), Fazenda Rio Grande (4), Andirá (3), Arapongas (3), Araucária (3), Foz do Iguaçu (3), Guarapuava (3), Paranavaí (3), Prudentópolis (3), Reserva (3), Telêmaco Borba (3), Campo Mourão (2), Cianorte (2), Jardim Alegre (2), Mandaguari (2), Mandaguaçu (2), Paranaguá (2), Ponta Grossa (2), Santa Helena (2), Terra Boa (2), Toledo (2), Umuarama (2) e União da Vitória (2).

Uma morte - A Secretaria da Saúde registra ainda a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Adrianópolis, Alvorada do Sul, Ampére, Araruna, Ariranha do Ivaí, Assaí, Astorga, Bandeirantes, Bela Vista do Paraíso, Boa Esperança, Bom Jesus do Sul, Califórnia, Cambé, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Magro, Candói, Carambeí, Cerro Azul, Chopinzinho, Colorado, Cornélio Procópio, Coronel Vivida, Curiúva, Diamante D'Oeste, Diamante do Norte, Dois Vizinhos, Douradina, Enéas Marques, Faxinal, Foz do Jordão, Francisco Beltrão, Goioerê, Guamiranga, Guapirama, Guaratuba, Guaíra, Ibiporã, Iguatu, Irati, Itaperuçu, Ivaiporã, Ivaí, Jacarezinho, Japira, Japurá, Jataizinho, Juranda, Laranjal, Lidianópolis, Loanda, Luiziana, Mangueirinha, Marechal Cândido Rondon, Marialva, Marilena, Maripá, Mauá da Serra, Medianeira, Mercedes, Morretes, Munhoz de Melo, Nova Aliança do Ivaí, Nova Londrina, Nova Olímpia, Nova Santa Rosa, Ourizona, Ouro Verde do Oeste, Paiçandu, Palmas, Palmeira, Palotina, Paranacity, Pato Branco, Pinhão, Piên, Porecatu, Porto Rico, Presidente Castelo Branco, Quatiguá, Quatro Barras, Rebouças, Ribeirão do Pinhal, Rio Bonito do Iguaçu, Rio Branco do Sul, Rolândia, Salto do Itararé, Salto do Lontra, Santa Cruz de Monte Castelo, Santa Fé, Santa Izabel do Oeste, Santa Maria do Oeste, Santa Mônica, Santa Terezinha de Itaipu, Santana do Itararé, Santo Inácio, Serranópolis do Iguaçu, Siqueira Campos, São Jorge do Ivaí, São Jorge do Patrocínio, São José da Boa Vista, São José das Palmeiras, São Mateus do Sul, Tamarana, Tamboara, Tapira, Terra Rica, Tibagi, Tuneiras do Oeste, Turvo, Ventania, Verê e Virmond.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.973 casos de residentes de fora do Estado, sendo que 184 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná é o 3º estado que mais aplicou vacinas contra a Covid-19 na população em geral

saude III 13 07 2021Segundo os dados do Vacinômetro Nacional, os municípios paranaenses já aplicaram 1.646.438 vacinas contra a Covid-19 na população em geral de 18 a 59 anos. São pessoas que não estão em nenhum grupo prioritário e fazem parte da estratégia do Governo do Paraná adotada desde 2 de junho de aplicar as doses de maneira escalonada em todos os adultos.

Soma - Somando também o público prioritário, o Estado já aplicou mais de 6,5 milhões de doses, ou seja, a população em geral representa 25% do todo até o momento.

Números - Até esta segunda-feira (12/07), foram 1.528.717 primeiras doses e 117.721 segundas doses ou dose única (imunização completa) para esse grupo de paranaenses. Os números passaram a aparecer no relatório nacional do SUS apenas nesta semana.

Estimativa - A Secretaria de Estado da Saúde estima que o Paraná tenha 3.804.025 pessoas acima de 18 anos fora dos grupos prioritários, ou seja, 43% desse público já recebeu pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19: 1.643.591 pessoas (D1 ou dose única). Se for considerada toda a população vacinável, inclusive prioritários, o número já ultrapassa 60%.

Primeira vez - Também é a primeira vez que é possível fazer um comparativo com os outros estados, o que antes só era possível em determinados grupos, como trabalhadores da saúde ou idosos.

Colocação - Os números colocam o Paraná como o primeiro estado do Sul na vacinação da população em geral e o terceiro do País em números absolutos, atrás do Rio de Janeiro (1.694.876 doses aplicadas) e São Paulo (7.700.565), nessa ordem. Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Maranhão e Bahia estão na sequência. Foram, ao todo, mais de 22 milhões de aplicações em todo o Brasil.

Perfil - O perfil da faixa etária da aplicação na população em geral respeita a escadinha populacional do calendário estadual de vacinação. A maioria é de 50 a 54 anos (439.643 doses), seguida de 45 a 49 anos (417.188), 55 a 59 anos (397.617) e 40 a 44 (298.650). São mais homens (825 mil) do que mulheres (820 mil).

Representativo - "É um número representativo de paranaenses vacinados. Estamos acelerando a imunização. É fundamental que os municípios continuem nos ajudando, colocando rapidamente a vacina no braço dos paranaenses. Se a primeira dose é importante, a segunda é fundamental. Por isso, as pessoas devem ficar atentas para fechar o esquema vacinal. Mais gente vacinada, mais gente protegida para superarmos logo essa pandemia", afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

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Reprodução: Vacinômetro do SUS

Doses - O Governo do Estado iniciou a imunização da população geral em junho, com o envio inicial de 151.530 doses da 22ª Remessa, orientando a aplicação escalonada de forma sucessiva e decrescente, iniciando na faixa etária de 59 a 58 anos. Desde então, mais de 1 milhão de vacinas foram destinadas à população em geral nas 22 Regionais de Saúde, sendo 118.760 de dose única.

Estoque - Além disso, municípios que possuíam doses em estoque de grupos prioritários que não procuraram pela imunização, também utilizaram esse quantitativo, possibilitando a ampliação da faixa etária.

Calendário - Segundo o calendário de imunização do Paraná, a expectativa é de aplicar a primeira dose ou a dose única em todos que têm 18 anos ou mais até o final de setembro - com meta de 80% até o final de agosto. Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde mostra que os municípios estão mais ou menos dentro da mesma faixa populacional, respeitando o calendário proposto. Há expectativa de um novo lote de doses nesta semana.

Taxa de transmissão - Somado ao avanço da vacinação, o quadro da Covid-19 no Paraná também demonstra uma queda na taxa de transmissão do vírus (Rt) e na ocupação de leitos de UTI exclusivos para Covid-19.

Menor do Brasil - Atualmente, o Paraná é o Estado com a menor taxa de transmissão do Brasil: 0,7. A média nacional, por sua vez, está em 0,86. O Estado apresenta queda na Rt desde 1° de julho, quando o índice baixou de 1,09 para 0,99. Desde então, o número continua caindo, mostrando uma tendência de diminuição no contágio pelo coronavírus.

Sistema - Os dados são do sistema Loft.Science, que desenvolveu um algoritmo para monitorar a transmissão do coronavírus no Brasil. A Rt indica a velocidade de contágio pelo vírus por região, mostrando quando o contágio pelo vírus está acelerado (maior que 1), estável (igual a 1) ou em remissão (menor que 1) – único cenário que aponta uma melhora na situação epidêmica. Quanto mais próximo de zero, menores as chances de contágio.

Ocupação de leitos - Já a taxa de ocupação de leitos de UTI exclusivos para Covid-19 no Paraná também apresenta baixa. O Boletim Epidemiológico da Secretaria da Saúde publicado no domingo (11/07) mostra que a taxa está em 83%: dos 1.997 leitos disponíveis, 1.654 estão ocupados. Na segunda-feira retrasada (05/07), o número baixou de 90% pela primeira vez em quatro meses. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias / AEN

 

ARTIGO: Notícias e ruídos; acredite primeiro nos seus planos

artigo 13 07 2021* Rodrigo Martimiano da Rocha

Em alguns dos últimos artigos, trouxemos para vocês assuntos que estavam constantemente nos noticiários. Desta vez, vamos falar exatamente sobre elas: as notícias e nossas reações a partir da leitura delas.

Somos bombardeados por notícias de todos os lados (e a todo o momento), seja por jornais impressos - sim, eles ainda existem -, telejornais, portais na internet, rede sociais, WhatsApp, além dos amigos que sempre nos trazem a notícia mais “quente do momento”, e até mesmo as informações do nosso influencer predileto. O problema é que a maior parte destas notícias não são informações relevantes e, sim, o que podemos chamar de ruído. São informações irrelevantes que alteram pouco ou nada o longo prazo, que é o que geralmente importa. Isso sem falar nas fake news que se espalham ainda mais rápido que os ruídos.

O maior problema é que não é fácil identificar o que é uma informação importante e o que é apenas ruído. Mesmo porque o tema é complexo. Quando trazemos isso para o mercado financeiro, por exemplo, algo pode ser importante para um público e não para outro, ou até mesmo a informação fazer sentido para um objetivo e ser irrelevante para outro.

Você lembra que, no início da pandemia, a taxa Selic caiu vertiginosamente, atingindo 2% ao ano, o menor patamar da história? Isso fez com que muitos investidores tirassem seus investimentos de produtos conservadores, devido ao baixo rendimento, e procurassem produtos de renda variável, mesmo sem conhecimento ou perfil para isso. Como resultado, acabaram perdendo dinheiro. Por outro lado, vários investidores de renda variável viram a bolsa de valores despencar mais de 30% no início da pandemia e venderam seus ativos desesperadamente, amargando altos prejuízos. E o que ocorreu no longo prazo? Hoje, um pouco mais de 1 ano depois, os rendimentos das aplicações de renda fixa já estão muito próximos ao que eram naquela época, e os números da renda variável já superaram os números pré-pandemia. Ou seja, todos aqueles que se mantiveram fiéis aos seus objetivos e tiveram paciência, estão iguais ou melhores do que antes do início da pandemia.

Para se proteger desta situação, o ideal é efetuar um planejamento financeiro adequado ao seu perfil de investidor e seu conhecimento, tendo objetivos claros e bem definidos, com planos baseados em conceitos técnicos. A dica é: se mantenha fiel a este planejamento, só efetue uma mudança após checar e analisar muito as informações e ter certeza de que elas afetam de maneira duradoura e irreversível os seus objetivos e planos. Lembre-se sempre daquele velho ditador popular que diz que as vezes a melhor coisa a se fazer é não fazer nada.

Gostou de entender mais sobre o conteúdo? Continue acompanhando nosso canal para mais dicas e, caso tenha dúvidas, escreva para: contato@uniprimebr.com.br.

* Rodrigo Martimiano da Rocha é cooperado Uniprime e profissional com Certificação CFP®

 


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