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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5122 | 28 de Julho de 2021

G7: Grupo de entidades do setor produtivo paranaense se reúne com o ministro Paulo Guedes

 

Os representantes do G7, grupo que reúne as sete principais entidades empresariais do Paraná, se reuniram, nesta terça-feira (27/07), com o ministro da Economia Paulo Guedes, em Brasília. Segundo o coordenador do G7, Fernando Moraes, a reunião com o ministro foi motivada pela necessidade de diálogo entre os empresários com o governo federal, para ampliar a discussão da segunda fase da reforma tributária, de maneira que atenda às necessidades do governo, mas também dos empresários. “Foi uma reunião amistosa, de entendimento da proposta do governo para a Reforma Tributária e precisamos ter a certeza de a reforma não onere ainda mais o setor produtivo, que já arca com uma alta carga tributária”, disse Moraes.

 

Resumo do encontro - O objetivo da reunião foi levar ao ministro Paulo Guedes três principais pontos sobre a reforma tributária, segunda fase:

- Tributação sobre lucros e dividendos

- Escrituração fiscal completa para todas as empresas

- Vedação de dedução dos juros sobre capitais próprios do IR das empresas

 

Ministro - Sobre a escrituração das empresas, o ministro adiantou que será retirado da proposta e que não haverá alteração para as empresas enquadradas no Simples Nacional. Já em relação à tributação dos lucros e dividendos, destacou que é necessário tributar a receita auferida pela pessoa física, para igualar aos demais trabalhadores e como compensação terá redução do imposto de renda da pessoa jurídica (12,5%), bem como a isenção deste tributo para valores em até 20 mil reais, sendo tributado a pessoa física no percentual de 20%, no que superar este valor. Quanto à tributação dos lucros sobre capital próprio, o objetivo é afastar as diversas deduções que beneficiam grandes empresas, como instituições financeiras. Os lucros acumulados até 31 de 12/2021, distribuídos a partir de 01/01/22 estarão sujeitos a uma tributação entre 5 e 6%.

 

Equilíbrio - Em suma, o ministro explicou que o objetivo da proposta é trazer um equilíbrio na tributação, aumentando a arrecadação para subsidiar uma redução progressiva da tributação sobre renda das empresas. Guedes informou também que concorda com a necessidade de uma reforma administrativa.

 

Participantes - Pelo Ministério da Economia participaram o ministro Paulo Guedes; José Tostes, secretário especial da Receita Federal; Marcelo Siqueira, assessor especial do ministro; Ricardo Soriano, procurador-geral da Fazenda Nacional; Daniella Marques, assessoria especial de Assuntos Estratégicos; Esteves Colnago, assessoria especial de Relações Institucionais; Bruno Travassos, assessoria especial para Assuntos Parlamentares; Adolfo Sachsida, secretário de Política Econômica; Sandro Serpa, subsecretário de Tributação e Contencioso. A classe empresarial estava representada por Fernando Moraes, coordenador do G7 e presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná – Faciap; deputado Diego Garcia; Newton Gibson Jr., vice-presidente da Associação Brasileira de Transportes de Cargas – ABTC; Tania Regina Zanella, gerente geral da Organização das Cooperativas do Brasil – OCB, que representou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; coronel Marcelo Augusto de Felippes, diretor da Câmara Interamericana de Transportes e da Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga – ABTC; Roberto Velloso, coordenador parlamentar da Confederação Nacional do Comércio – CNC e Francisco Augusto, chefe de gabinete do deputado Diego Garcia. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Faciap)

 

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COOPERLÍDER JOVEM: Encontro da juventude cooperativista do PR é nesta quinta-feira

 

cooper lider jovem 27 07 2021É nesta quinta-feira (29/07), a partir das 18h30, que os jovens cooperativistas do Paraná estarão reunidos na 29ª edição do Encontro Estadual da Juventude Cooperativista. O evento, antes denominado Jovemcoop e que agora passa a se chamar CooperLíder Jovem, será em formato on-line e o Sistema Ocepar preparou novidades para os participantes.

 

Desafio - “É a nossa primeira edição 100% virtual do evento. E, como é um mundo diferente, totalmente remoto, nós preparamos um desafio para essa meninada. Nós vamos ter um jogo on-line, chamado Cooper Game, que vai desafiar os participantes em relação aos conhecimentos sobre o cooperativismo. Haverá enigmas. O que eu posso dizer é que ele foi testado nos bastidores, o pessoal se divertiu bastante, e eu acho que a meninada vai gostar”, afirmou a analista do Sescoop/PR, Eliane Lourenço Goulart Festa, ao jornalista Alexandre Salvador, em entrevista para a rádio Paraná Cooperativo.

 

Incentivo - “A gente sempre buscar incentivar a juventude a conhecer um pouco mais sobre a sua cooperativa e a essência do cooperativismo. Então, se essa moçada souber um pouquinho do básico, vai mandar bem no game. São essas dicas que eu posso dar. E, quem topar o desafio e passar pelo game, vai ter uma atração surpresa no final, que eu tenho certeza de que os participantes vão gostar muito”, acrescenta Eliane.

 

Hotsite - Os participantes poderão acessar o evento pelo hotsite, no endereço eletrônico www.cooperliderjovem.coop.br. A programação será transmitida pelo canal TV Paraná Cooperativo.

 

Anfitriã - A anfitriã desta edição é a Cocamar.Dois jovens de famílias cooperativistas da cooperativa, Willian Souza, de Pitangueiras (PR), e Esther Geller, de Cruzália (SP), vão ser os mestres de cerimônia, com participação da gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emília Pereira Lima, que fará a divulgação do resultado do CooperGame.

 

Núcleo Jovem - O evento é destinado a jovens cooperados, filhos e filhas de cooperados. No Paraná, são várias as cooperativas que realizam o trabalho de formação deste público, por meio dos Núcleos Jovens, como a Agrária, Bom Jesus, C.Vale, Camisc, Capal, Castrolanda, Coagru, Coamo, Coasul, Cocamar, Cocari, Codepa, Coopavel, Coopertradição, Copacol, Copagril, Coprossel, Frisia, Integrada, Lar, Nova Produtiva, Primato, Sicoob, Sicredi e Cresol. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Cocamar)

 

Clique aqui e confira matéria da Rádio PR Cooperativo sobre o evento

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL I: Unicampo e Ocepar discutem legislação e oportunidades ao ramo trabalho

Representantes da Unicampo (Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Agronomia Ltda) e do Sistema Ocepar realizaram, na manhã de terça-feira (27/07), reunião institucional para discutir indicadores e cenários do cooperativismo do Paraná. O encontro, por meio de videoconferência, contou com a presença do presidente e vice-presidente da Unicampo, respectivamente, André Carlos Garcia Vilhegas e Luciano Ferreira Lopes, e também do diretor Nivaldo Barbosa de Mattos, além de membros dos conselhos de administração e fiscal. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o superintendente Robson Mafioletti, participaram da reunião.

Temas - As perspectivas e desafios às cooperativas do ramo de trabalho e produção de bens e serviços (TPBS), em especial as questões de legislação, foram os temas principais do encontro. Também foram discutidos o planejamento estratégico e a previsão para o ano de 2021. Os dados econômicos e financeiros foram repassados pelo coordenador de desenvolvimento cooperativo do Sistema Ocepar, João Gogola Neto, e pelo analista técnico Jessé Aquino Rodrigues. Também participou da reunião a gerente do Sescoop/PR, Maria Emilia Pereira Lima.

A cooperativa - Formada por engenheiros agrônomos, médicos veterinários, zootecnistas, técnicos agrícolas e biólogos, a Unicampo presta serviços de assistência técnica aos produtores, cooperativas e empresas do agronegócio. Fundada em 1992, está sediada em Maringá, no Noroeste do Paraná. A cooperativa fechou 2020 com 6.317 associados e 62 funcionários, alcançando um faturamento de R$ 189,6 milhões, alta de 6,13% em comparação ao ano anterior. “A Unicampo procura atuar na valorização contínua dos cooperados. Independente de eventuais mudanças na lei que estabelece a exigência de pisos aos profissionais de agronomia, nossos orçamentos prosseguem considerando uma remuneração condizente ao trabalho especializado de nossos associados”, disse o vice-presidente Luciano Ferreira Lopes. 

O ramo - Em 2020, o ramo de trabalho e produção de bens e serviços teve um faturamento global no Paraná de R$ 205,6 milhões, alta de 4,6% em comparação a 2019. No total, o setor tem 7.634 cooperados e 75 funcionários. As 11 cooperativas do ramo atuam em diversas áreas, com diferentes resultados em 2020. As atividades ligadas ao agro tiveram desempenho alavancado pelos bons indicadores deste segmento. No entanto, cooperativas voltadas à cultura e lazer, por exemplo, sofreram com as consequências das medidas restritivas para conter a propagação da Covid-19.

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REUNIÃO INSTITUCIONAL II: Cenários do cooperativismo, do ramo transporte e da Coopercaf são apresentados aos gestores da cooperativa

O Sistema Ocepar promoveu, na tarde desta terça-feira (27/07), mais uma reunião institucional virtual, desta vez com a Cooperativa de Transportes Rodoviários de Cafelândia (Coopercaf). O presidente Edson Luiz Zonta, juntamente com demais integrantes da diretoria e com o contador Marcelio Aparecido Koehler, prestigiou a apresentação da situação econômico-financeira da Coopercaf, feita por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. Esse acompanhamento de desempenho é realizado pela Coordenação de Monitoramento do Sescoop/PR, com o propósito de manter a qualidade da gestão. O cenário consolidado do cooperativismo paranaense e do ramo transporte também estiveram em pauta no encontro.

Abertura - “É uma satisfação estar conversando com os colegas da Coopercaf. Vocês realizam um trabalho importante na região Oeste, em parceria com a Copacol e demais cooperativas, e são uma referência na área de transporte”, afirmou o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, na abertura da reunião. Ele também destacou que, mesmo de forma remota, a entidade vem atuando intensamente para atender as demandas e necessidades do cooperativismo. “A nova concessão das rodovias do Paraná é um assunto que tem grande impacto para as cooperativas de transporte. E nós não queremos mais sofrer com o modelo atual, muito ruim, tanto para o usuário, como para o transportador. Agora, estamos negociando forte com o governo Bolsonaro, com o ministro Tarcísio de Freitas e com o govenador Ratinho Junior, para que saia uma concessão mais adequada, em que o que for pago seja investido nas obras ou aplicado em boa parte das melhorias”, ressaltou.

Sanidade - Ainda de acordo com Mafioletti, o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação e de bloco isolado e livre de Peste Suína Clássica (PSC), concedido ao Paraná em maio pela Organização Mundial de Saúde Animal, também deve favorecer o ramo transporte. “Essa questão sanitária foi um avanço enorme e vamos poder exportar suínos para o Japão, Coreia e México, por exemplo. O governador esteve no México na semana passada e isso vai abrir novos mercados para os nossos produtos”, frisou. Ele lembrou ainda dos investimentos que estão sendo feitos pela Frimesa, que vai aumentar o abate de suínos, e de outras empresas que estão expandindo seus negócios em diversas áreas, como lácteos e também em carnes, o que deve aumentar a movimentação de cargas. “A turma está investindo no Paraná porque está enxergando oportunidades de negócios importantes. Então, vamos aproveitar isso”, acrescentou. O superintendente finalizou colocando o Sistema Ocepar à disposição da Coopercaf. “A Ocepar, o Sescoop/PR e a Fecoopar só existem porque têm vocês lá na ponta. Nós estamos aqui para servi-los da melhor forma possível, com informações, estudos, viabilizando os pleitos. Em nome do presidente Ricken, desejo uma boa reunião e estamos sempre de portas abertas a vocês.”

A Coopercaf - No Paraná, há 35 cooperativas de transporte registradas no Sistema Ocepar. A Coopercaf, sediada em Cafelândia, no Oeste do Paraná, é a quarta maior do ramo em faturamento no Estado. Ela atingiu R$ 31,2 milhões em 2020, valor 42,15% superior ao obtido no exercício anterior, que foi de R$ 22 milhões. A cooperativa possui 195 associados, 9 funcionários e uma frota de 205 veículos, entre bi-trens, carretas, trucks, entre outros. A cooperativa encerrou o ano passado contabilizando R$ 6,09 milhões de patrimônio líquido, R$ 7,1 milhões em ativos, sobras de R$ 1,5 milhão e R$ 520,2 mil em impostos recolhidos. O volume transportado de cargas aumentou 13,2% entre os anos de 2019 e 2020, passando, nesse período, de 1,14 milhão de toneladas para 1,29 milhão de toneladas, predominantemente de grãos.

Quebra de safra - O presidente da Coopercaf disse que há uma certa indefinição sobre os resultados que a cooperativa deve obter até o final do ano, devido às frustrações de safra que vêm ocorrendo por causa de problemas climáticos e que estão impactando no transporte de grãos. “Até agora estávamos conseguindo manter o mesmo faturamento do ano passado, mas daqui para frente não temos uma linha concreta para seguir. Vamos ver o que vai acontecer”, disse Zonta. A cooperativa tem optado por manter as atuais atividades, mas pretende ampliar os negócios, com cautela. “Temos conversado com a diretoria para tentar novos horizontes, mas estamos indo devagar, com os pés no chão”, completou o dirigente.

Participações - A reunião institucional com a Coopercaf foi coordenada pelo analista Jesse Aquino Rodrigues, que apresentou os dados consolidados do cooperativismo paranaense e do ramo transporte, referentes a 2020. Já os indicadores e as análises dos resultados da cooperativa ficaram a cargo de Rodrigo Gandara Donini. Houve ainda a participação do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Devair Antonio Mem, que fez uma explanação sobre os projetos de reforma tributária em tramitação no Congresso Nacional e da mobilização do Sistema Ocepar, em conjunto com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), visando ampliar o entendimento dos parlamentares sobre o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo e assegurar que as cooperativas não sejam prejudicadas com tributações indevidas.

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28 DE JULHO: Sistema Ocepar destaca o relevante trabalho realizado pelos agricultores

28 julho 28 07 2021Nesta quarta-feira (28/07), data em que se comemora o Dia do Agricultor, o Sistema Ocepar presta homenagem aos produtores rurais paranaenses que se mostram cada vez mais eficientes em levar adiante a missão de produzir alimentos para a população. No Paraná, o ramo agropecuário é muito expressivo dentro do cooperativismo e representa mais de 80% de todo o faturamento gerado pelo setor no Estado. São 59 cooperativas, que atingiram movimentação econômica de R$100,1 bilhões em 2020, e cujo número de cooperados chegou a 185.157 em 2020, quantidade 3,6% superior a de 2019. Nesse período, o quadro de funcionários cresceu 11,2%, passando a 95.696. Mesmo num ano em que a economia foi impactada pela pandemia, o ramo agropecuário gerou 9.611 novas vagas de empregos diretos em 2020. E, por atuar numa área essencial, os agricultores e cooperativas não interromperam suas atividades, assegurando o abastecimento da sociedade.

Exportações - As cooperativas agropecuárias paranaenses também encerraram 2020 atingindo US$ 4,44 bilhões em exportações. Atualmente, o setor responde por cerca de 60% do PIB agropecuário do Estado. Diante de tudo isso, o Sistema Ocepar agradece aos agricultores e os parabeniza pelo trabalho relevante e digno que realizam.

 

FOTO: Banco de Imagens CNH

 

CONEXÃO COOP: Painel de indicadores econômicos é disponibilizado

conexao coop 28 07 2021A partir de agora será muito mais fácil olhar indicadores econômicos, interpretá-los e construir estratégias para a sua coop. É que o Sistema OCB lançou nesta terça-feira (27/07), de manhã, o Dashboard Macroeconômico do Cooperativismo, uma ferramenta de dados interativa e acessível, que mostra as projeções dos cenários internacional, nacional e regional, com panoramas atualizados da conjuntura do país. Esse novo serviço é tão completo que permite até acessar informações e previsões de forma segmentada por ramo o que vai ajudar a entender como as mudanças em cada uma dessas variáveis impactam as cooperativas brasileiras.

Análises - Para o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, “a ideia é que as cooperativas encontrem, de maneira acessível, análises de indicadores como renda, inflação, emprego, câmbio, entre outros. Tudo em um só lugar para facilitar o acesso à informação estratégica para a tomada de decisão das cooperativas. Esse é o objetivo desse painel personalizado.”

Presenças - O lançamento, que faz parte da programação da Semana ConexãoCoop, aberta segunda-feira (26/07) e que vai até sexta-feira (30/07), contou com a presença Rodolfo Cabral, economista da área internacional e setorial e Juan Jensen, economista-sócio, ambos da 4Intelligence, empresa de consultoria que mais acertou previsões em 2019 e parceiros responsáveis pela customização do Dashboard.

Essencial - Os especialistas reforçaram que o uso de tecnologia e dos dados gerados por meio dela é essencial para encontrar os melhores e mais seguros caminhos para o crescimento sustentável das cooperativas.

Crescer - Segundo eles, o uso da tecnologia é essencial para quem quer crescer, já que permite a coleta e análise de dados, a automatização e a melhoria de processos, entre outras possibilidades. Entre os exemplos, estão a análise de fotos de satélite para determinar onde e como plantar, e até mesmo vídeos que podem dizer quantas pessoas entram numa loja ou quão próximas os clientes se aproximam das vitrines. Para além disso, há, ainda, indicadores econômicos que asseguram mais certezas às tomadas de decisão.

Assista - Se quiser assistir à palestra dos economistas, clique aqui.

Dashboard - E para acessar o Dashboard Macroeconômico do Cooperativismo, basta clicar aqui. (OCB)

 

CASTROLANDA: Programa de Liderança Feminina incentiva participação das mulheres no agronegócio

castrolanda 28 07 2021Mesmo em meio à pandemia de Covid-19 que já dura mais de um ano no Brasil, a Comissão Mulher Cooperativista da Castrolanda segue com atividades voltadas a aumentar a presença feminina nos negócios do campo. O Programa de Liderança Feminina no Agronegócio, realizado atualmente em formato online, é um exemplo disso.

Intercooperação - A iniciativa é ofertada pela intercooperação entre Castrolanda, Frísia e Capal para que mulheres das três cooperativas possam aprofundar os conhecimentos na área. Com apoio financeiro do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), as aulas são realizadas por videoconferência e contam com profissionais de diversas instituições com experiência teórica e prática em gestão, governança, sucessão familiar, legislação, planejamento estratégico, entre outros temas relacionados ao agronegócio.

Iniciativa - O analista de Cooperativismo da Castrolanda, William Santos, conta que a iniciativa partiu do princípio de aumentar a diversidade na governança da cooperativa. “Buscamos formas de proporcionar capacitação para as mulheres de diversas maneiras, e uma delas é ter uma formação mais robusta, com foco em liderança, que envolve a capacidade de gerir o negócio, de se posicionar perante os demais e do envolvimento com a cooperativa. Com isso, a gente traz essa formação um pouco mais longa, que quem se inscreve realmente está interessado em se desenvolver enquanto liderança, que vai ter uma dedicação para isso. O objetivo é ter um número maior de mulheres capacitadas e que, a médio e longo prazo, elas consigam chegar em cargos de liderança dentro da cooperativa, trazendo mais diversidade para os nossos comitês e conselhos”.

Participantes - Atualmente, 45 mulheres participam da formação. Entre elas, a cooperada Rosilda Finta, que com as aulas, melhorou bastante a organização financeira do seu negócio. “Eu aprendi sobre controle de custos, estoque de insumos, planejamento de produção, registro de informações produtivas, reserva financeira. No primeiro momento, eu não fazia nada disso, o pessoal começava a trabalhar e a gente não tinha controle. A partir do curso, já aprendi a fazer o registro e vi que eu só consigo ter resultados positivos se eu tiver um controle financeiro. Outra aula que eu gostei muito foi sobre inteligência artificial, que é algo fantástico e que eu pretendo trabalhar mais. Acredito que o treinamento está sendo muito produtivo, comigo funcionou muito bem, porque estou usando os conhecimentos no dia a dia do meu negócio e vendo que dá resultado”.

Gestão da propriedade - Lila Kugler é filha de cooperado e, há um ano, passou a se envolver mais com os negócios da família. Ela conta como o programa tem ajudado na gestão da propriedade. “Para mim, está sendo ótimo, porque eu ainda não havia trabalhado diretamente com lavoura. Agora eu moro na chácara e trabalho na parte financeira, então, estou tendo esse contato mais de perto e aprendendo muita coisa. Dos meus irmãos, eu sou a que a menos tinha conhecimento nessa área, mas estamos trabalhando juntos e, com as explicações do curso, eu consigo visualizar bem melhor o leque para as possibilidades que podemos trabalhar. É uma oportunidade para abrir a área para as mulheres”.

Sucessão familiar - Isabela Nocera também é filha de cooperado e, para ela, o curso traz mais conhecimento sobre temas do seu interesse, como a sucessão familiar. "Cada aula é uma nova visão de diferentes pessoas que entendem como funciona o agronegócio, estamos sempre aprendendo e levando o conhecimento para a propriedade. É um aprendizado muito bom, principalmente para as mulheres, filhas de cooperados, porque nos dá um embasamento para a sucessão familiar. Também gostei muito das aulas sobre tecnologia do campo e finanças. Cada aula faz você pensar sobre como está trabalhando dentro da sua propriedade”.

Fortalecimento - Sobre a atuação da Comissão Mulher Cooperativista nessas formações, Isabela destacou a importância de fortalecer a participação feminina no agronegócio. “A Comissão da Castrolanda é bem atuante, está sempre realizando atividades diferentes para a Cooperativa e trazendo a mulher para o agronegócio, e não apenas como coadjuvante, mas como protagonista.” (Imprensa Castrolanda)

 

COPACOL: Filhos mantêm atividades alicerçados na segurança proporcionada pela cooperativa

Preparar a terra, plantar e colher. Faça chuva ou faça sol, estar pronto para a lida diária. A cada ciclo, incorporar tecnologias que possam melhorar os resultados e fazer de uma pequena semente o sustento que chega à mesa de famílias ao redor do mundo.

Oportunidades - Quem é do campo na infância aprimora o amor em gerar valor, produzir, alimentar. Sandro Cassol, 25, e Claudinei, 22, assumem boa parte dos afazeres na propriedade. “Temos muito amor pelo o que fazemos. Decidimos ficar na propriedade pelas oportunidades que são oferecidas. Aqui cuidamos do nosso próprio negócio e estamos ao lado da nossa família”, diz o filho caçula de Lindemar, 53, e Albertina, 58, também filhos de agricultores, que se casaram e decidiram continuar essa história de cooperação até repassar como herança a profissão que não para um dia sequer, nem mesmo quando é motivo de comemoração, como esta quarta-feira (28/07), Dia do Agricultor.

Segurança - Lindemar é um dos 6,2 mil cooperados que contam com a segurança proporcionada pela Copacol (Cooperativa Agroindustrial Consolata), que de geração em geração leva o desenvolvimento as propriedades do oeste e sudoeste paranaense. Consolidada como uma das maiores cooperativas brasileiras, com meta de faturamento de R$ 7,2 bilhões em 2021, a empresa mantém fortes vínculos com cada um de seus cooperados, conhecendo suas histórias e valorizando suas conquistas ao longo das décadas. “Crescemos sempre juntos buscando melhores resultados aos nossos cooperados, que são donos da cooperativa, e hoje comemoram o Dia do Agricultor. Parabenizo a todos pela dedicação em produzir alimentos com qualidade levando a frente a nossa essência em fazer do nosso mundo um lugar melhor para todos”, declara o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.

Irmãos cooperativos - Outro exemplo de sucessão no campo é a família Araújo, de Nova Aurora. Os irmãos Antônio, Adilson e Adinaldo trabalham de maneira conjunta na propriedade herdada dos pais. Além de grãos, os três possuem integração na suinocultura e se revezam nas obrigações. “É um orgulho muito grande ser agricultor, produzir alimentos para milhares de famílias. Fazemos isso com muito prazer, acordando cedo todos os dias e sempre com a segurança e o incentivo da Copacol”, afirma Adinaldo.

Investimentos - Em 2025, a Copacol estima um faturamento de R$ 10 bilhões: recursos convertidos em investimentos, ampliações, benefícios à cooperados e colaboradores, bem como toda a comunidade, por meio da geração de emprego, renda e ações sociais. A meta é crescer ainda mais nas atividades de cereais, piscicultura, avicultura e suinocultura.

Meta - Só em 2021, a Copacol tem como meta investir R$ 400 milhões. Para chegar a 230 mil tilápias abatidas por dia nas duas Unidades Industriais de Peixes (Toledo e Nova Aurora) até 2023, a Cooperativa ampliará a fábrica de rações (R$ 32 milhões) e construirá uma nova UPA (Unidade Produtora de Alevinos) – a área já está em análise, com destinação de R$ 23 milhões. Para atingir a meta de 600 mil leitões entregues ao ano à Frimesa, também será preciso uma nova fábrica de rações (R$ 130 milhões). Além disso, a Unidade de Produção de Desmamados, para 10 mil matrizes, está em construção em Jesuítas (R$ 150 milhões).

Reestruturação - Neste ano, a cooperativa já realizou a reestruturação da área de produção de sementes e armazenagem refrigerada, adquiriu uma nova unidade de recebimento de grãos em Bom Princípio (Toledo) e ainda atua na instalação de uma usina de geração de energia elétrica à biogás (R$ 12,9 milhões), construção de moradias aos colaboradores (R$ 70,3 milhões), produção de energia elétrica fotovoltaica (R$ 1,3 milhão) e construção de uma nova sala de cortes na Unidade Industrial de Aves, em Cafelândia. (Imprensa Copacol)

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COCAMAR: Na cooperativa, um casal que faz história na agricultura

A família Suguiura, de Apucarana (PR), faz sua história na agricultura de forma exemplar. O casal Tiezo e Keiko, de 75 e 71 anos, pais de um casal de filhos e avós de vários netos, se destaca todos os anos por suas altas médias de produtividade na cultura da soja e, agora também, no milho de inverno. Eles cultivam 250 alqueires (605 hectares) e têm na Cocamar o seu porto seguro.

Paixão pela terra- “A gente ama o que faz”, conta dona Keiko. Até há poucos anos, embora sem precisar fazer isso, ela não hesitava em pegar a enxada e ir para a roça, carpir as ervas no meio da lavoura. “Gosto de ver tudo bem arrumado”, afirma. Não há divisão de tarefas entre ela e o marido, que se interessam em conhecer tecnologias de ponta, conversando com técnicos da cooperativa. “Tudo o que há de novo, a gente experimenta, queremos explorar todo o potencial da lavoura.”

Origem - Tiezo é filho de uma família de cafeicultores que, em 1975, padeceu com a geada negra. “Desde criança essa é a minha vida, a agricultura”. Casado desde 1978 com dona Keiko, os Suguiura foram conquistando seu patrimônio à custa de muito trabalho. “Lidar com plantas é igual a lidar com filhos”, afirma a esposa: precisa de cuidados, carinho.

Produtividade - Seu Tiezo e dona Keiko trabalham com mentalidade empresarial e, segundo o engenheiro agrônomo Gustavo Emori, da unidade local da Cocamar, que presta assistência técnica ao casal, eles são exemplos do que a tecnologia é capaz de fazer.

As melhores médias - Os dois seguem à risca as recomendações técnicas, investem no que há de melhor em produtos e, ao final da safra, se destacam com as melhores médias. Nesta safra de milho de inverno, por exemplo, em pelo menos 70% de suas lavouras, a média deve ser próxima de 300 sacas por alqueire (123,9/hectare), o que se deve a uma conjunção de fatores, como o plantio na época certa.

Sem depender da sorte - Quando as geadas chegaram, a maior parte da lavoura estava a salvo. “Eles fazem de tudo para não depender da sorte”, resume Emori, ressaltando os cuidados com o solo, que é corrigido todos os anos.

Mais rentabilidade - O casal achava que não conseguiria produzir milho de qualidade no inverno. No entanto, convencidos pelo engenheiro agrônomo José Henrique Seko, da Cocamar, que trabalhava em Apucarana e foi transferido para Ibiporã, eles começaram devagar, colheram a primeira safra em 2020, gostaram do resultado e ampliaram neste ano.

Incentivo - “A Cocamar está sempre nos incentivando”, conta dona Keiko. Com humildade, ela reconhece: “Mesmo com mais de 50 anos trabalhando na agricultura, sempre temos muita coisa para aprender”.

No campo - “Quando a gente vê que está conseguindo evoluir, fica animado, não pensa em parar”, diz dona Keiko. Para ela, morar na propriedade é fundamental, “a gente está olhando todo dia, cuidando, não tem sábado nem domingo”.

A cooperativa - A Cocamar, para eles, é o lugar onde fizeram boas amizades e têm confiança. “A cooperativa tem nos ajudado muito”, resume seu Tiezo. (Imprensa Cocamar)

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COPAGRIL: Escolinhas de base da AACC retomam atividades

As atividades das escolinhas de futsal e futebol de base da Associação Atlética Cultural Copagril retomarão as atividades no dia 3 de agosto, na sede em Marechal Cândido Rondon (PR) e também nos núcleos de Porto Mendes, Iguiporã, Margarida, e no Bairro Vila Gaúcha. As escolinhas contam com o apoio da Copagril, Sicredi e Prefeitura Municipal de Marechal Cândido Rondon.

Alunos - O retorno dos treinamentos envolve aproximadamente 400 alunos, entre crianças e jovens, com idades entre 7 a 17 anos, nas categorias masculino e feminino. Conforme explica o supervisor da AACC e profissional de educação física, Ademir Biesdorf, o retorno será feito mediante todos os cuidados e seguindo os protocolos preventivos de enfrentamento à pandemia da Covid. “O retorno será feito de forma gradual para que todos possam ter o máximo de segurança. O foco é voltar a incluir as crianças no ambiente esportivo, bem como ao convívio social e coletivo, pois são elementos importantes para o desenvolvimento. Queremos fazer com que não percam o amor pelo esporte e que tenham o cuidado pela saúde”, frisa Biesdorf ao lembrar que o projeto das escolinhas é realizado há mais de 35 anos.

Participação gratuita - A participação é gratuita e os alunos interessados devem estar matriculados e manter frequência escolar. Bem como entregar uma ficha de inscrição preenchida e assinada pelos pais ou responsáveis. “Os alunos interessados podem solicitar a ficha com a equipe da AACC e deverão trazer a ficha preenchida e assinada”, explica.

Novo modelo - Ademir ainda explica que para este ano a AACC vai oferecer um modelo de treinamento diferente, com treinamento integrado entre futsal e futebol. “Serão as duas atividades no mesmo dia, primeiro futsal e na sequência o treino no campo de futebol. O objetivo é aprimorar mais as capacidades técnicas e motoras dos atletas, esse modelo não será obrigatório, mas sim uma opção aos treinos, de modo que o aluno ficará por mais tempo no treino”, complementa. (Imprensa Copagril)

MAIS INFORMAÇÕES

AACC: 45 3284-7700

Equipe: 45 99910-4037 (Ade) / 45 99904-2098 (Dudu) / 45 99911-8840 (Marcos) / 45 99921-6042 (Gean) / 45 99972-0838 (Rubens)

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SICREDI: Instituição financeira cooperativa registra emissão de 6 milhões de cartões

sicredi 28 07 2021No mês de junho, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em 24 estados e no Distrito Federal, chegou à marca de 6 milhões de cartões emitidos, sendo que cerca de 50% deste total já possuem a tecnologia NFC - Near Field Communication, que permite pagamentos por aproximação. O resultado é fruto do trabalho realizado pelas 108 cooperativas de crédito que compõem a instituição em mais de 1,5 mil municípios, de prover serviços financeiros sempre alinhados com as necessidades dos seus associados.

Reconhecimento - A marca também se reflete no reconhecimento do Sicredi na mais nova edição do “Relatório de Monitoração do Mercado de Cartões”, divulgado pela Cardmonitor, empresa de análises e projeções do segmento e que contempla resultados do primeiro trimestre de 2021. De acordo com o estudo, que tem como base informações divulgadas pelas próprias companhias do ramo em seus balanços ou outros instrumentos de prestação de contas, a instituição financeira cooperativa continuou com ampla expansão no negócio de cartões de crédito, com crescimento anual de 34,5% no faturamento em relação ao mesmo período de 2020.

Histórico e vantagens - O Sicredi deu início ao negócio de emissão de cartões em 2001 e, ao longo dos quase 20 anos de atuação, a instituição tem disponibilizado aos seus associados um portfólio completo de soluções, tanto para pessoa física quanto jurídica. Além disso, vem investindo em canais digitais, buscando a melhor experiência e conveniência para seus associados. Em seus programas de recompensas, possibilita resgates via Latam Pass, TudoAzul, Smiles e em uma plataforma própria, com opções de produtos, serviços, viagens e Cashback em fatura.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

PUBLICAÇÃO: Estado recebe doação de 500 livros sobre plantio direto para os cursos de Agronomia

publicacao 28 07 2021O Governo do Estado recebeu a doação de 500 cópias do livro “O solo ensinou, plantio direto um caminho para o futuro”. O material ficará à disposição do curso de Agronomia das universidades estaduais. Os exemplares foram entregues na segunda-feira (26/07) pelo autor da obra, o holandês Franke Dijkstra, ao governador em exercício Darci Piana, em cerimônia no Palácio Iguaçu.

Pioneiro - “Pioneiro do plantio direto, Franke Dijkstra proporcionou não apenas ao Paraná, mas ao mundo, uma metodologia que salvou a agricultura e ajudou na recuperação de terras que já não conseguiam produzir”, afirmou Piana. “Agora ele deixa um segundo legado, voltado para a academia, para mostrar sua experiência aos futuros agrônomos e profissionais de diferentes áreas”.

Carambeí - Radicado no Paraná, Dijkstra tem uma fazenda em Carambeí, nos Campos Gerais. Planta soja, trigo e milho, além de trabalhar com a pecuária leiteira. Ali, em 1976, ele desenvolveu a técnica que alia produtividade com os cuidados na preservação do meio ambiente, o chamado plantio direto.

Iniciativa própria - “Comecei por iniciativa própria, para não morrer. Uma questão de sobrevivência. Minha felicidade é poder contribuir com as outras pessoas, me sinto útil”, destacou o autor.

Apoio - Superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona ressaltou que os livros servirão de apoio aos estudantes. Atualmente, disse, seis das sete universidades paranaenses contam com o curso de Agronomia, além de mestrado e doutorado na área. Quatro com conceito 5 do Ministério da Educação e outras cinco com conceito 4.

Matriculados - “Temos em torno de 2 mil pessoas matriculadas. Poder contar com o relato e a vivência de um dos 11 maiores influenciadores do plantio direto no mundo é algo bem significativo”, afirmou Bona. “Vai contribuir muito com a formação dos novos agrônomos do Paraná”. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

PISCICULTURA: Paraná assume liderança na exportação de tilápia no segundo trimestre

piscicultura 28 07 2021O Paraná assumiu a liderança nas exportações de tilápia no segundo trimestre de 2021. Com faturamento de US$ 1,22 milhão de abril a junho, o estado superou o Mato Grosso do Sul, cujas vendas internacionais somaram US$ 993,9 mil no mesmo período, e Santa Catarina, terceiro lugar, com US$ 763,37 mil.

Comparação - Na comparação com o primeiro trimestre, quando o faturamento das exportações de tilápia somou US$ 747 mil, o crescimento foi de 63%, enquanto as perdas se aproximaram de 20% no MS.

Dados - Os dados são do Ministério da Economia e foram elaborados pela Embrapa Pesca e Aquicultura. A divulgação é feita em parceria com a Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR) - confira aqui.

Faturamento - No primeiro semestre de 2021, o Paraná foi responsável por 32% do faturamento brasileiro pelas exportações de tilápia, com US$ 1,97 milhão, atrás do Mato Grosso do Sul (37%), com US$ 2,21 milhão e na frente de Santa Catarina (19%), com US$ 1,18 milhão. Apenas Bahia e São Paulo também contam com fatia do mercado.

Subprodutos - Quanto aos subprodutos da tilápia paranaense que mais cresceram entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, o destaque ficou com o filé congelado, que passou de US$ 168,00 para US$ 59.563,00 (11,9 toneladas), crescimento de 35.354%. Já o valor das exportações da tilápia inteira congelada passou de US$ 232.380,00 no primeiro trimestre para US$ 512.690,00 no segundo (260,2 toneladas), aumento de 121%.

Tipos - Quanto aos tipos de produtos da tilápia paranaense comercializados para outros países no período, 40% dizem respeito àqueles não destinados à alimentação humana; 38% correspondem às tilápias inteiras congeladas; seguido por filés frescos ou refrigerados (19%) e 3% aos filés congelados.

Força - “Os resultados demonstram a força da nossa cadeia produtiva e das cooperativas, atentas ao comércio global e à qualidade do produto paranaense”, diz o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Carne de peixe - O volume total de carne de peixe exportado pelo Paraná no primeiro semestre atingiu 751 toneladas, representando uma alta de 201% quando comparado ao montante de 249 toneladas exportado no mesmo período de 2020, segundo a Secretaria de Agricultura e do Abastecimento. Do volume, 53% corresponde à tilápia, enquanto que o principal destino foi os EUA.

Brasil - As exportações brasileiras de peixes de cultivo, lideradas pela tilápia, cresceram 158% em junho em comparação ao mesmo mês do ano passado. Considerando o segundo trimestre, o avanço nas vendas internacionais foi de 83% em relação a igual período de 2020 e de 22% frente ao trimestre anterior. O faturamento nesse período atingiu US$ 3,9 milhões.

Clientes - Entre os clientes da tilápia brasileira, os Estados Unidos lideram, seguido por China e Chile. O resultado nacional acumulado do primeiro semestre soma US$ 7,2 milhões em receita, com aumento de 35% sobre o mesmo período de 2020. Os produtos de tilápia, especialmente filé fresco e congelado, representaram 84% das vendas internacionais. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

GRÃOS: Com estrutura moderna, Porto de Paranaguá recebe mais uma carga de milho de importação

graos 28 07 2021Mais um navio atracou nesta quarta-feira (28/07) no Porto de Paranaguá para descarregar milho. São 32 mil toneladas do produto importadas da Argentina. Essa é a quarta embarcação que chega ao terminal paranaense neste ano trazendo o cereal. Desde janeiro, foram 102.719 toneladas de milho argentino desembarcados.

Operação - O Ocean Royal estava programado para atracar às 17 horas, com previsão de iniciar a operação no mesmo dia. A empresa responsável é Fortesolo, que também fez as movimentações dos navios Aurora SB, em maio (35.319 toneladas); Sirius Sky, em junho (36.870); e Interlink Nobility, no início deste mês (30.530).

Equipamentos especializados - Segundo o diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, os operadores portuários que atuam na descarga do produto possuem equipamentos especializados, o que aumenta os índices de produtividade e atrai importadores.

Capacitado - “O Porto de Paranaguá está capacitado para atender as demandas de mercado, tanto na exportação quanto na importação, e nos mais diversos tipos de carga, atendendo totalmente suas funções, segundo a necessidade dos clientes”, diz Teixeira.

Berços - Os berços utilizados para a descarga do milho são destinados para os demais graneis de importação como sal, fertilizantes, trigo, malte e cevada.

Mercado - O baixo desempenho da lavoura de milho em função das adversidades climáticas, no Paraná e demais estados produtores, aumentou a demanda de importação. O produto será destinado à produção de ração animal.

Descarga - Segundo o diretor-presidente da Fortesolo, Marco Ghidini, a descarga deve levar cerca de cinco dias. Parte do produto vai direto para cooperativas e parte ficará armazenada em Paranaguá. “A operação exige muito cuidado, pois se trata de produto alimentício. A nossa equipe tem um cuidado especial para que não haja nenhum tipo de contaminação e que o grão chegue aos clientes com total integridade”, afirma.

Demanda - A quebra da safra brasileira, que afetou a produção do milho safrinha, aumentou a expectativa de recorde nas importações. De acordo com o analista Edmar Gervásio, do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a demanda pelo cereal se deve ao alto consumo do produto pela cadeia de suínos e aves.

Específico - “O milho que abastece essas cadeias produtivas é específico para este fim. É produzido no Paraná, Mato Grosso e Goiás. Com a quebra significativa, é preciso comprar o produto de países vizinhos como Argentina e Paraguai”, conta.

Pouco relevantes - O analista explica, ainda, que apesar da expectativa de aumento nas importações, os números são pouco relevantes, se considerado o volume da produção brasileira de milho. “O País deve produzir mais de 90 milhões de toneladas, enquanto as importações não devem chegar a dois milhões de toneladas”, complementa. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: Contas externas têm saldo positivo de US$ 2,79 bilhões em junho

economia I 28 07 2021As contas externas tiveram saldo positivo de US$ 2,791 bilhões em junho, informou nesta terça-feira (27/07) o Banco Central (BC). No mesmo mês de 2020, também houve superávit de US$ 3,056 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países.

Resultado - De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o resultado é ligeiramente inferior ao registrado no ano passado em razão do aumento do déficit na conta de serviços, em especial de viagens, e do aumento das despesas líquidas com rendas primárias (lucros e dividendos). “E esses dois fatores foram contrabalançados pelo aumento do superávit comercial”, explicou.

Consistentes - “Tanto o aumento dos déficits com viagens quanto com lucros e dividendos são consistentes com a trajetória de recuperação da economia [após os efeitos críticos da pandemia de covid-19]”, complementou Rocha, no caso, o aumento da demanda por serviços, com as viagens de brasileiros para fora do país, e das transações de empresas estrangeiras no país que remetem lucros ao exterior.

Doze meses - Em 12 meses, encerrados em junho, houve déficit em transações correntes de US$ 19,637 bilhões, 1,27% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), ante o saldo negativo de US$ 19,372 bilhões (1,27% do PIB) em maio de 2021 e déficit de US$ 53,751 bilhões (3,25% do PIB) no período equivalente terminado em junho de 2020.

Acumulado do ano - No acumulado do ano, o déficit é de US$ 6,975 bilhões, contra saldo negativo de US$ 13,261 bilhões de janeiro a junho de 2020.

Balança comercial e de serviços - Segundo o BC, as exportações de bens totalizaram US$ 29,100 bilhões em junho, aumento de 65,4% em relação a igual mês de 2020. As importações somaram US$ 21,812 bilhões, incremento de 81,1% na comparação com junho do ano passado.

Superávit - Com esses resultados, a balança comercial fechou com superávit de US$ 7,288 bilhões no mês passado, ante saldo positivo de US$ 5,878 bilhões em junho de 2020.

Registro - A autarquia destacou, no mês passado, o registro de exportações de US$ 791 milhões (US$ 37 milhões em junho de 2020) e de importações de US$ 2,5 bilhões (US$ 221 milhões em junho de 2020) no âmbito do Repetro. O Repetro é o regime aduaneiro especial, que suspende a cobrança de tributos federais, de exportação e de importação de bens que se destinam às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e gás natural, principalmente as plataformas de exploração.

Serviços - O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos, entre outros) manteve a trajetória de retração, com saldo negativo de US$ 1,614 bilhão em junho, ante US$ 1,041 bilhão em igual mês de 2020.

Viagens internacionais - No caso das viagens internacionais, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 228 milhões, enquanto as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 449 milhões. Com isso, a conta de viagens fechou o mês com déficit de US$ 221 milhões, ante déficit de US$ 72 milhões em junho de 2020.

Sensível - De acordo com Rocha, esta é uma conta muito sensível aos efeitos da pandemia e das taxas de câmbio. Após uma longa redução das viagens de brasileiros ao exterior, agora vê-se o aumento de tais despesas, o maior desde março de 2020, mês já impactado pela pandemia, que foi de US$ 612 milhões.

2019 - Por outro lado, lembrou Rocha, no ano de 2019 , essas despesas chegavam, em média, a US$ 1,5 bilhão. “O resultado mostra que há recuperação, mas ainda muito longe dos padrões pré-pandemia, na conta de viagens internacionais.”

Rendas - Em junho de 2021, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 3,119 bilhões, contra US$ 2,011 bilhões no mesmo mês de 2020. No caso dos lucros e dividendos, houve aumento do déficit de US$ 228 milhões para US$ 1,584 bilhão na comparação interanual do mês de junho, o que, segundo Rocha, também aponta para a normalização da atividade econômica.

Sempre deficitária - Ele explicou que essa conta sempre é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil, que remetem os lucros para fora do país, do que de brasileiros no exterior, e que receitas e despesas estão crescendo em relação aos patamares muito baixos do ano passado. “Dessa forma, devemos esperar maior contribuição dos lucros e dividendos para a redução do superávit corrente à medida que a economia se recupera”, disse.

Renda secundária - A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 235 milhões, contra US$ 229 milhões em junho de 2020.

Investimentos - Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 174 milhões no mês passado, ante US$ 5,165 bilhões em junho de 2020. O BC destaca que houve ingressos líquidos de US$ 2,468 bilhões em participação no capital. Por outro lado, as saídas líquidas em operações intercompanhia (como o pagamento de empréstimos da filial no Brasil para a matriz no exterior) somaram US$ 2,294 bilhões.

Lucros reinvestidos - Além disso, de acordo com Rocha, a conta de lucros reinvestidos no país também foi menor, o que contribui para a redução do IDP. Para o diretor do Departamento de de Estatísticas do BC, esses fatores são normais nas empresas estrangeiras, que podem remeter os lucros para a matriz ou reinvestir no Brasil, e acontecem algumas vezes dentro da série histórica.

Total - Nos 12 meses encerrados em junho de 2021, o IDP totalizou US$ 46,629 bilhões, correspondendo a 3,02% do PIB, em comparação a US$ 51,619 bilhões (3,38% do PIB) no mês anterior e US$ 65,826 bilhões (3,98% do PIB) em junho de 2020.

Investimentos ou empréstimos - Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo. Para o mês de julho de 2021, a estimativa do Banco Central para o IDP é de ingressos líquidos de US$ 4,7 bilhões.

Reservas internacionais - O estoque de reservas internacionais atingiu US$ 352,486 bilhões em junho de 2021, diminuição de US$ 962 milhões em comparação ao mês anterior. O resultado decorreu de retornos líquidos de US$ 870 milhões em linhas com recompra e variações negativas de US$ 1,880 bilhão e de US$ 580 milhões em paridades e preços, respectivamente. A receita de juros atingiu US$ 423 milhões.

Revisão 2020 - Nesta terça-feira (27/07), o BC também apresentou os resultados da pesquisa de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE) do ano passado, com um estoque de US$ 558 bilhões de investimentos brasileiros fora do país em 31 de dezembro de 2020. A partir desses e de outros dados, o BC faz a revisão das estatísticas do setor externo.

Efeito líquido - Para o ano de 2020, o efeito líquido total desta revisão ordinária elevou em US$ 1,8 bilhão o déficit em transações correntes, de US$ 24,1 bilhões (1,7% do PIB) para US$ 25,9 bilhões (1,8% do PIB).

Renda primária - O déficit na conta de renda primária de 2020 foi revisado de US$ 38,2 bilhões para US$ 39,7 bilhões. O BC destaca os lucros de investimento direto no exterior (receita de lucros) e no Brasil (despesa de lucros). De acordo com Rocha, os dados indicam que os efeitos da pandemia foram menores do que as estimativas anteriores, especialmente na lucratividade das empresas brasileiras que atuam no exterior.

Receitas - As receitas somaram US$ 13,1 bilhões em 2020, US$ 9,7 bilhões acima da estimativa de US$ 3,4 bilhões anterior ao resultado do CBE anual em 2020. As estimativas das despesas de lucros de investimento direto foram revisadas para US$ 28,8 bilhões em 2020, US$ 10,8 bilhões acima da estimativa de US$ 17,9 bilhões.

Ingresso líquido - A revisão também aumentou em US$ 10,5 bilhões o ingresso líquido de IDP em 2020, de US$ 34,2 bilhões (2,4% do PIB) para US$ 44,7 bilhões (3,1% do PIB), fundamentalmente em função do maior volume de lucros reinvestidos pelas empresas estrangeiras no país. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: FMI melhora previsão de crescimento do Brasil, para 5,3% em 2021

economia II 28 07 2021O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a perspectiva de crescimento do Brasil neste ano, citando a melhora nos termos das trocas comerciais do país, mas ao mesmo tempo reduziu a alta estimada para 2022.

PIB - O relatório Perspectiva Econômica Global do FMI, divulgado nesta terça-feira (27/07), mostrou que o fundo estima um crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro de 5,3% em 2021, 1,6 ponto percentual a mais do que era previsto em abril. Entretanto, para 2022 a projeção de crescimento foi reduzida em 0,7 ponto, para 1,9%.

América Latina e Caribe - A melhora do cenário do país para este ano ajudou a elevar a perspectiva de crescimento econômico da América Latina e Caribe para 5,8% em 2021, 1,2 ponto a mais do que em abril. A previsão para a região no ano que vem, por sua vez, melhorou em apenas 0,1 ponto, e ficou em 3,2%.

Revisões - "A melhora da projeção para a América Latina e Caribe resulta principalmente de revisões para cima no Brasil e México, refletindo resultados melhores do que o esperado no primeiro trimestre", disse o FMI no relatório.

Repercussões positivas - Além disso, o Fundo citou repercussões positivas para o México da melhora do cenário para os Estados Unidos e termos comerciais em alta expressiva no Brasil, que tem sido favorecido pela alta dos preços das commodities.

Mercados Emergentes - Já a perspectiva para o grupo de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, do qual o Brasil faz parte, passou para 6,3% em 2021 e 5,2% em 2022, ante 6,7% e 5,%, respectivamente, previsto em abril.

Em linha - A projeção do FMI para a expansão do PIB brasileiro este ano ficou em linha com a do Ministério da Economia feita em meados deste mês. Mas para 2022 a expectativa do ministério é melhor, para 2,51%.

Focus - Já a estimativa de crescimento do PIB na pesquisa Focus realizada semanalmente pelo Banco Central junto a uma centena de analistas de mercado está em 5,29% para 2021 e 2,1% para 2022.

Piora da pandemia - O FMI chamou a atenção para a possibilidade de piora da pandemia e de condições financeiras externas mais apertadas, o que seria um revés grave para a recuperação dos mercados emergentes e em desenvolvimento, levando o crescimento global para abaixo do cenário básico previsto no relatório.

Inflação elevada - O relatório destacou ainda a inflação elevada esperada para esse grupo de países, relacionada em parte à alta de preços dos alimentos. "A comunicação clara de bancos centrais sobre o cenário para a política monetária será importante para moldar as expectativas de inflação e proteger contra aperto prematuro das condições financeiras", disse o FMI.

Risco - "Existe, entretanto, o risco de que as pressões transitórias possam se tornar mais persistentes e que os bancos centrais possam precisar adotar ações preventivas", completou. (Reuters / Agência Brasil)

 

BANCO CENTRAL: Mudanças sobre lavagem de dinheiro são regulamentadas pelo BC

banco central 28 07 2021A legislação de prevenção à lavagem de dinheiro foi atualizada nesta terça-feira (27/07) com uma resolução publicada pelo Banco Central (BC), que ajusta circular editada em janeiro do ano passado. Em nota, a autarquia explicou que as mudanças aperfeiçoam as normais, adaptam casos específicos à realidade atual e alinham as regras do BC com as de outros órgãos.

Primeira mudança - A primeira mudança diz respeito ao fornecimento de informações dos clientes de instituições financeiras. Os procedimentos de qualificação passarão a exigir o local de residência do cliente, no caso de pessoa física, ou o local da sede ou filial, no caso de pessoa jurídica. Esses dados passarão a ser avaliados pelas instituições financeiras junto do perfil de risco (risco de o cliente ficar inadimplente) e da natureza da relação de negócio.

CVM - A resolução igualou a regulamentação do BC com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), referente a fundos e clubes de investimento, fundos de investimento na forma de condomínio fechado e determinados investidores não residentes.

Terceira - A terceira mudança diz respeito a recursos em espécie enviados por meio de empresas de transporte de valores. Agora, a empresa transportadora passa a ser considerada a portadora dos recursos e será identificada por meio do registro do número de inscrição no CNPJ e da firma ou denominação social. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

PL 6330/19: Bolsonaro veta projeto que obrigava planos de saúde a cobrir tratamento domiciliar contra o câncer

pl 28 07 2021O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente o Projeto de Lei 6330/19, do Senado, que obrigava os planos de saúde a cobrirem os gastos de clientes com medicamentos de uso domiciliar e oral contra o câncer. O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no começo de julho.

48 horas - Segundo a proposta, os medicamentos deveriam ser fornecidos em até 48 horas após a prescrição médica, desde que estivessem registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O texto também tornava obrigatória a cobertura, pelos planos privados de saúde, de procedimentos radioterápicos e de hemoterapia.

Justificativa - Ao justificar o veto publicado nesta terça-feira (27/07) no Diário Oficial da União, Bolsonaro argumentou que a proposta "contraria o interesse público por deixar de levar em consideração aspectos como a previsibilidade, a transparência e a segurança jurídica” dos planos de saúde, o que, segundo ele, “comprometeria a sustentabilidade do mercado” ao privilegiar pacientes com câncer que necessitem de tratamento domiciliar com medicamento oral.

Risco - "Ao considerar o alto custo dos antineoplásicos orais e a imprevisibilidade da aprovação e concessão dos registros pela Anvisa, existiria o risco do comprometimento da sustentabilidade do mercado de planos privados de assistência à saúde, o qual teria como consequência o inevitável repasse desses custos adicionais aos consumidores”, diz a justificativa.

Prazo - O presidente também apontou como razão para o veto a previsão de oferta do medicamento de uso oral contra o câncer em até 48 horas após a prescrição médica.

Medicamentos novos - Segundo Bolsonaro, no caso de medicamentos novos, o prazo previsto impediria a análise técnica prévia da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – órgão responsável pela inclusão de novos medicamentos e procedimentos na lista ofertada a usuários de planos de saúde.

Análise do Congresso - Na Câmara, o projeto foi relatado pela deputada Silvia Cristina (PDT-RO) e recebeu 398 votos a favor e 10 contra. Já no Senado, a aprovação foi unânime. O veto ainda será analisado pelo Congresso Nacional. Para derrubar um veto presidencial são necessários, no mínimo, 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 no Senado. Um veto mantido pela casa legislativa de origem não precisa ser analisado pela outra. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Divulgação / Governo de São Paulo

 

SAÚDE I: Brasil tem 19,7 milhões de casos e 551,8 mil mortes

O total de pessoas infectadas desde o início da pandemia de covid-19 chegou nesta terça-feira (27/07) a 19.749.073. Entre segunda e terça-feira (26 e 27/07), as autoridades de saúde confirmaram 41.411 diagnósticos positivos de covid-19.

Acompanhamento - Ainda há 730.416 casos em acompanhamento, situação em que o paciente tem a condição clínica observada por equipes de saúde e que ainda pode evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Vidas perdidas - A quantidade de vidas perdidas para a pandemia alcançou 551.835. Em 24 horas, as autoridades de saúde confirmaram 1.333 novas mortes por covid-19.

Investigação - As autoridades de saúde ainda investigam 3.424 falecimentos que podem ter sido causados pela covid-19.

Atualização diária - As informações foram divulgadas na noite desta terça-feira (27/07) pelo Ministério da Saúde em sua atualização diária. A pasta consolida dados enviados pelas secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

Recuperados - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 somou 18.466.822. Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (137.740), Rio de Janeiro (58.612), Minas Gerais (49.901), Paraná (34.695) e Rio Grande do Sul (33.147). No topo de baixo da lista estão Acre (1.797), Roraima (1.831), Amapá (1.898), Tocantins (3.477) e Alagoas (5.759).

Vacinação - Até esta terça-feira (27/07), foram distribuídas pelo ministério da Saúde 175.869.358 doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, 134,6 milhões de doses foram aplicadas, 96,5 milhões como primeira dose e 38 milhões como segunda dose ou dose única. (Agência Brasil)

boletim covid 27jul

 

SAÚDE II: Paraná registra mais 2.255 casos e 193 mortes pela Covid-19

saude II 28 07 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (27/07) mais 2.255 casos confirmados e 193 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.361.940 casos confirmados e 34.507 óbitos. Há ajustes ao final do texto.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de maio (1), junho (1), julho (1), agosto (3), setembro (4), outubro (3), novembro (18) e dezembro (9) de 2020 e janeiro (19), fevereiro (6), março (30), abril (171), maio (48), junho (122) e julho (1.819) de 2021.

Internados - O informe relata que 1.215 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 955 pacientes em leitos SUS (548 em UTIs e 407 em enfermarias) e 260 em leitos da rede particular (149 em UTIs e 111 em enfermarias).

Exames - Há outros 1.612 pacientes internados, 817 em leitos de UTI e 795 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 193 pacientes. São 79 mulheres e 114 homens, com idades que variam de 8 a 108 anos. Os óbitos ocorreram de 18 de junho de 2020 a 27 de julho de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (28), Londrina (25), Colombo (14), São José dos Pinhais (8), Ponta Grossa (7), Paranaguá (5), Jaguariaíva (5), Campo Mourão (5), Almirante Tamandaré (5), Sarandi (4), Pinhais (4), Foz do Iguaçu (4), Cascavel (4), Araucária (4), Arapongas (4), Umuarama (3), Toledo (3), Pato Branco (3), Paranavaí (3), Campo Largo (3), Apucarana (3), Ubiratã (2), Terra Boa (2), Prudentópolis (2), Pinhão (2), Nova Olímpia (2), Ibaiti (2), Guarapuava (2), Goioerê (2), Francisco Beltrão (2), Fazenda Rio Grande (2), Campina Grande do Sul (2), Cambará (2) e Barbosa Ferraz (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Verê, Terra Roxa, Telêmaco Borba, Tamarana, São Pedro do Iguaçu, São Jorge d'Oeste, Santa Mariana, Santa Isabel do Ivaí, Santa Helena, Rio Branco do Sul, Ribeirão Claro, Rancho Alegre D'Oeste, Primeiro de Maio, Pontal do Paraná, Paiçandu, Morretes, Maringá, Itambé, Formosa do Oeste, Floresta, Cornélio Procópio, Capitão Leônidas Marques e Cambé.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.550 casos de residentes de fora do Estado, sendo que 188 pessoas morreram.

Ajustes - 93 casos residentes no Paraná foram excluídos por erro de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.

 

SAÚDE III: Ministério da Saúde entrega 233 mil vacinas contra a Covid-19 ao Paraná

saude III 28 07 2021Parte do novo lote de vacinas contra a Covid-19 enviados pelo Ministério da Saúde começou a desembarcar no Paraná no começo da tarde desta terça-feira (27/07).

Primeiros voos - O primeiro voo (AD-4830) chegou ao Aeroporto Internacional Afonso Pena às 12h35 com 170 mil doses do imunizante Coronavac (Sinovac/Butantan). Logo em seguida, às 12h50, pousou o voo LA-3762 com 63 mil doses da vacina Covishield (Astrazeneca), adquirida pelo Brasil através do consórcio Covax Facility. Com as duas entregas, 233 mil imunizantes já estão no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).

Novo lote - No início da noite, às 20h05, um novo lote com 298.250 doses da Covishield, desta vez da parceria com a Fiocruz, desembarcou no voo AD-4078, totalizando 531.250 doses nesta terça-feira.

Última remessa - O Ministério completa nesta quarta-feira (28/07) o envio dessa última remessa. O voo LA-4721 deve pousar às 19h10 no Aeroporto Afonso Pena com 118.170 vacinas da Comirnaty, produzida pela Pfizer/BioNTech.

Organização - Os imunizantes já estão sendo organizados pela Secretaria de Estado da Saúde no Cemepar e a expectativa é de começar a distribuição para as 22 Regionais de Saúde do Paraná, que fazem a entrega aos municípios, o mais breve possível.

Informe Técnico - No entanto, o Ministério da Saúde ainda não repassou o Informe Técnico sobre essa remessa. O documento é essencial para orientar a imunização com essas doses e serve para balizar a entrega às cidades.

Doses recebidas - Até agora, o Estado recebeu 9.021.950 vacinas do Ministério da Saúde, que já distribuiu cerca de 164,5 milhões de doses aos 26 estados e ao Distrito Federal. O Paraná é o quinto estado que mais vacinou, com 7.643.388 doses já aplicadas. Até o momento, 5.859.781 paranaenses já receberam ao menos uma dose do imunizante, 67,2% da população adulta do Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SAÚDE IV: Adolescentes entre 12 e 17 anos serão incluídos na vacinação

saude ministro 28 07 2021O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou, nesta terça-feira (27/07), que adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a covid-19. A inclusão será iniciada após envio da primeira dose para a vacinação de adultos com mais de 18 anos. Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados.

Acerto- A medida foi acertada durante reunião entre o ministério e representantes de estados e municípios.

Antecipação do intervalo - Também foi definido que, após a distribuição da primeira dose dos imunizantes para todo o país, o ministério deve decidir sobre a antecipação do intervalo entre as duas doses da Pfizer, que, atualmente, é de 90 dias. Na bula do fabricante, o intervalo é de 21 dias.

Estudo - A redução é estudada para acelerar a imunização diante do crescimento dos casos de pessoas infectadas com a variante delta do vírus da covid-19. “Nossa expectativa é atingir a população acima de 18 anos vacinada até o começo de setembro. A partir daí, vamos discutir a redução no intervalo da dose da Pfizer, assim a gente avançaria com a segunda dose em um número maior de pessoas e também os abaixo de 18 anos”, explicou o ministro.

Orientações - Os estados e municípios ainda deverão seguir as orientações do Ministério da Saúde sobre os intervalos entre as doses de vacinas e outras recomendações do PNI. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

SAÚDE V: Informe semanal da dengue registra 404 novos casos no Paraná

O Informe da dengue publicado nesta terça-feira (27/07) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma mais 404 casos da doença no Paraná. O período epidemiológico, com início em 1º de agosto de 2020, soma 27.574 casos da doença, em 288 municípios paranaenses abrangidos pelas 22 Regionais de Saúde do Estado.

Autóctones - Do total de casos, 24.415 são autóctones e confirmam que a dengue foi contraída no município de residência. São 92.376 casos notificados, com um aumento de 1.096 registros em relação à semana anterior. As notificações estão em 361 municípios.

Circulando - “Os números confirmam que o vírus da dengue está circulando no Paraná. Reforçamos que a eliminação dos criadouros do mosquito transmissor da doença é a medida de prevenção mais efetiva para o controle da dengue, zika e chikungunya”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Acúmulo de água parada - Ele reforça que o mosquito Aedes aegypti busca os pontos que acumulam água parada para a proliferação. "Por isso, é fundamental que estes recipientes e locais sejam eliminados dos quintais e ambientes internos das residências e também das áreas públicas”, afirmou o secretário.

Criadouros - Segundo levantamento entomológico da Vigilância Ambiental da Sesa, entre 24 de abril a 30 de junho de 2021, a maior porcentagem de criadouros está em locais passíveis de remoção, como lixo com garrafas e latas descartadas sem as tampas; sucatas em pátios de ferros-velhos e entulhos de construção.

Principais - O levantamento destaca ainda que os vasos de plantas com prato, os recipientes de degelo dos refrigeradores, pequenas fontes ornamentais e bebedouros estão entre os principais criadouros do mosquito da dengue. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.


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