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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5134 | 13 de Agosto de 2021

JORNALISMO I: Anunciados os vencedores do 14º Prêmio Ocepar; autores dos trabalhos contam como foi produzir as reportagens

Quem estava sintonizado na TV Paraná Cooperativo, no final da tarde desta quinta-feira (12/08), acompanhando a entrega do 14º Prêmio Ocepar de Jornalismo, não ficou apenas conhecendo os vencedores do concurso e a colocação de cada um deles. Foi a oportunidade de saber um pouco mais sobre como as reportagens foram produzidas. Ao final do anúncio de cada resultado, os autores dos trabalhos puderam compartilhar a experiência de elaborar as matérias, em que foram reveladas curiosidades e a satisfação de divulgar boas histórias proporcionadas pelo cooperativismo em meio a tantas notícias difíceis, especialmente nesse período de pandemia. Esse foi um dos diferenciais da cerimônia realizada neste ano, que também ocorreu pela primeira vez virtualmente, com transmissão ao vivo, seguindo os protocolos de prevenção contra a Covid-19.

Programação on-line - Somente o coordenador do Prêmio, o jornalista do Sistema Ocepar, Samuel Zanello Milléo Filho, e a apresentadora Cláudia Vicentini estavam no estúdio. Todos os demais participantes e os espectadores acompanharam a programação de forma on-line. Nesta edição, o Prêmio Ocepar de Jornalismo teve 86 trabalhos inscritos, entre os quais 14 foram selecionados entre os melhores. Veja abaixo a colocação de cada um deles. Quem não teve a oportunidade de assistir ao anúncio, pode conferir como foi o evento pela TV Paraná Cooperativo. Clique aqui para acessar. Até a manhã desta sexta-feira, haviam sido registradas mais de 420 visualizações. Já a íntegra dos trabalhos premiados estará disponível nos próximos dias no portal Paraná Cooperativo.

Troféus e valores - De acordo com Milléo, a partir da semana que vem, os troféus serão encaminhados aos vencedores do concurso que, nesta edição teve como tema “Cooperativismo, força econômica e social que faz a diferença”. Os participantes concorreram em seis categorias: Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo, Mídia Cooperativa, Prêmio Especial Unimed e Prêmio Especial Ramo Crédito. Em valores, são ao todo R$ 88.000,00 em premiações, divididos da seguinte forma, já descontados todos os impostos: 1º lugar: R$ 10.000,00, 2º lugar: R$ 4.000,00 e 3º lugar: R$ 3.000,00. Nos dois prêmios especiais, cada vencedor recebe R$ 10.000,00.

Comissão Julgadora - Os trabalhos foram avaliados por uma Comissão Julgadora, formada por Júlio Tarnowski Júnior, assessor de imprensa da Ceasa e ex-presidente do Sindijor/PR; Roberto Monteiro, jornalista do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR); Jossânia Veloso, assessora de imprensa da Federação Unimed Paraná; Rogério Leal, gerente de marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ; André Franco, jornalista e membro da Associação dos Jornalistas de Agronegócio do Paraná - Ajap; Alexandre Salvador, jornalista e proprietário da Alle Comunicação, além de Lucia Suzukawa, Marli Vieira, Ricardo Rossi e Silvio Oricolli, jornalistas da Assessoria de Comunicação Social do Sistema Ocepar.

Missão - Na cerimônia, Milléo destacou que o Prêmio Ocepar de Jornalismo é realizado desde 2004, seguindo o mesmo propósito ao longo desses 17 anos. “Nesse período, nós cumprimos a missão de valorizar o importante trabalho da imprensa, não só paranaense, como também nacional, e, ao mesmo tempo, ajudar a divulgar o cooperativismo e tornar o movimento mais conhecido junto à sociedade. Nosso prémio é considerado pela Associação Nacional dos Jornais como um dos mais importantes do jornalismo brasileiro”, frisou.

15ª edição - Durante o evento, ele também fez o lançamento do 15º Prêmio Ocepar de Jornalismo, que terá como tema: “50 anos Ocepar. Cooperativa, instrumento de desenvolvimento das pessoas e das comunidades no Paraná”, remetendo ao cinquentenário completado pela entidade no dia 2 de abril deste ano. Poderão concorrer matérias publicadas no período de 4 de junho de 2021 a 11 de março de 2022. O prazo de inscrições se encerrará em 11 de março de 2022.

O Prêmio - O Prêmio Ocepar de Jornalismo é uma iniciativa do Sistema Ocepar, que conta com o apoio financeiro da Central Sicredi PR/SP/RJ e Federação Unimed do Paraná, e apoio institucional da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor/PR) e do Sindicato dos Jornalistas do Norte do Paraná. 

VENCEDORES DO 14º PRÊMIO OCEPAR DE JORNALISMO POR ORDEM DE CLASSIFICAÇÃO

TELEJORNALISMO

1º LUGAR

Veículo: CATVE TV

Jornalista: CAMILA REGINA FRETAG

Produtora: KATUSCIA DA SILVA

Imagem e Edição: HANDREY ZOZ

Editora-Chefe: ELIANE MENDONÇA

Tema: “Cooperativismo mirim transformando a realidade social de crianças e adolescentes no Oeste do Paraná”

2º LUGAR

Veículo: TV NAIPI – REDE MASSA - SBT

Jornalista: CRISLAINE FLORENCIO NERES

Repórter Cinematográfico: RAHVI DUARTE BATISTA

Editor de Imagem: YURI IAWAMOTO

Tema: “Cooperativismo nozes”

3º LUGAR

Veículo: REDE MASSA – TV IGUAÇU - SBT

Jornalista/Produtora: ALINE RODRIGUES PERES

Repórter: LUCIAN PICHETTI BRENDLER

Repórter Cinematográfico: JEFERSON RODRIGO WEISS

Editor de Imagem: GABRIEL MACHADO DE SOUZA

Editora: MILENA GONÇALVES DE MACEDO

Tema: “COOENF-PR: Cooperativa de enfermagem na linha de frente”

 

RADIOJORNALISMO

1º LUGAR

Veículo: RÁDIO COMUNITÁRIA FM

Jornalista: RODRIGO ALCANTARA DÁVILA

Tema: “Cooperativas paranaenses: exemplos de inovação e desenvolvimento para o Brasil”

2º LUGAR

Veículo: RÁDIO CBN CURITIBA

Jornalista: FÁBIO TOMICH BUCHMANN

Tema: “Solidariedade que salva”

3º LUGAR

Veículo: RÁDIO BANDA B – CURITIBA

Jornalista: DENISE MELLO

Produtor e editor: ANTÔNIO NASCIMENTO

Tema: “As cooperativas do Paraná na contramão da pandemia”

 

JORNALISMO IMPRESSO

1º LUGAR

Veículo: REVISTA GLOBO RURAL

Jornalista: WILHAN AVILA SANTIN

Tema: “As gigantes do cooperativismo”

2º LUGAR

Veículo: JORNAL DIÁRIO DOS CAMPOS

Jornalista: MILLENA EDUARDA SARTORI

Tema: “Castrolanda, Frísia e Capal conquistam recorde com faturamento de mais de R$ 10 bi em ano de pandemia”

3º LUGAR

Veículo: REVISTA PITOCO

Jornalista: JAIRO EDUARDO FABRÍCIO LEMOS

Tema: “Made in Nova Aurora”

 

MÍDIA COOPERATIVA

1º LUGAR

Veículo: RÁDIO INFORMATIVO COAMO

Jornalista: WILSON BIBIANO LIMA

Tema: “Cooperativismo em verso e prosa”

2º LUGAR

Veículo: REVISTA C.VALE

Jornalista: SARA FERNEDA MESSIAS

Coautores: ALMIR TREVISAN / RENAN TADEU PEREIRA

Tema: “Fé e cooperativismo contra o coronavírus”

3º LUGAR

Veículo: REVISTA COOPAVEL

Jornalista: JEAN CARLO PATERNO

Tema: “Cooperativismo - Trabalho, dignidade e uma chance para recomeçar”

 

PRÊMIO ESPECIAL CRÉDITO

Veículo: REDE MASSA TV NAIPI - SBT

Jornalista: MARIANA KOJUNSKI PINTO

Repórter Cinematográfico: RAHVI DUARTE BATISTA

Editora de Imagens: SANDY STEFANNY DOS SANTOS

Tema: “A realização do sonho pelo cooperativismo”

 

PRÊMIO ESPECIAL UNIMED

Veículo: RÁDIO BANDNEWS CURITIBA

Jornalista: FELIPE HARMATA MARINHO

Jornalista: LORENA PELANDA

Tema: “Cooperativas de saúde criam alternativas para amenizar os impactos do isolamento social em idosos”

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JORNALISMO II: Trabalho dos profissionais da imprensa contribui para aproximar o cooperativismo da sociedade

Desde a sua primeira edição, em 2004, o Prêmio Ocepar de Jornalismo contabiliza 1.427 trabalhos inscritos, com a participação de mais de 320 profissionais. “Isso é muito significativo e motivo de muito orgulho para nós. Temos uma gratidão enorme pelo trabalho que vocês, profissionais da imprensa e das cooperativas, fazem”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, na cerimônia de anúncio dos vencedores da 14ª edição do concurso, realizada na tarde desta quinta-feira (12/08). “Nós chegamos a mais essa edição mantendo nosso objetivo principal, que é valorizar e reconhecer o trabalho da imprensa na divulgação dos principais avanços e conquistas do cooperativismo paranaense, feito espontaneamente por vocês, comunicadores, e que tem sido muito importante”, acrescentou. “Parabenizo os 14 finalistas e, também, os 86 profissionais que inscreveram os seus trabalhos. Pelo momento que estamos passando, talvez essa tenha sido uma das participações mais significativas do Prêmio, com matérias muito interessantes e diversificadas sobre o cooperativismo”, disse ainda Ricken.

Proximidade - Em seu pronunciamento, o presidente da Unimed Paraná, Paulo Roberto Farias, também expressou gratidão aos profissionais de Comunicação que participaram do concurso. “É através desses trabalhos que nós do cooperativismo nos sentimos em condições de ter uma proximidade com o público e com a população paranaense”, afirmou. “Em nome do Sistema Unimed, como representante do ramo saúde, eu quero agradecer imensamente a todos vocês, profissionais do jornalismo, que diuturnamente, por meio dos diversos veículos, levam à população a nossa filosofia, valores e princípios, a nossa maneira de trabalho, que é muito diferente da maneira de trabalho que nós denominamos como mercantilista, e que tudo a ver com a preocupação com a comunidade onde estamos exercendo a nossa atividade”, frisou.

Assistência - Faria destacou também que o Sistema Unimed tem atualmente 14% da população paranaense sob os seus cuidados. “Isso, ao mesmo tempo que nos orgulha, representa uma responsabilidade enorme. Nós temos aproximadamente 1,6 milhão beneficiários no Paraná e isto de uma maneira capilarizada por todo o Estado. Não há praticamente nenhum município relevante do Paraná em que não haja uma assistência da Unimed, por meio das nossas 23 cooperativas médicas, que atuam de forma perfeitamente integrada com a comunidade”, complementou.

Transparência - Na avaliação do presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, ao produzir matérias sobre o cooperativismo, os participantes do Prêmio reforçam alguns dos pilares que sustentam o movimento. “Nossa gratidão à imprensa e a todos os profissionais do Estado do Paraná, que têm levado muita informação positiva para os lares, famílias e comunidades. Essa divulgação faz parte inclusive da nossa responsabilidade corporativa, de transparência, gestão democrática, princípios e valores do cooperativismo”, disse.

Construção da confiança - Manfred lembrou de uma expressão utilizada pelo jornalista Domingos Pelegrini, quando ele estava produzindo um material sobre os 30 anos da Central. “Ele falou com muitos fundadores e diversas outras pessoas e, ao final, deu um título para o trabalho: construção da confiança. E acrescentou que a construção da confiança no cooperativismo é feita todo o santo dia. Nesse sentido, o papel dos jornalistas e o trabalho que a imprensa faz são destaques para nós, pois tem ajudado a levar essa informação positiva, tanto do ramo crédito, como da saúde, do agro e todos os demais que integram o Sistema Ocepar”, sublinhou.

Liderança - Manfred ressaltou ainda o empenho do jornalista do Sistema Ocepar, Samuel Zanello Milléo Filho, na coordenação do Prêmio Ocepar de Jornalismo. “Todo ano você tem trazido vários elementos à mesa, tem percorrido o interior, motivado os jornalistas a participar, fez reuniões com um pouco mais de dificuldades nesses dois últimos anos, mas, ainda assim, realizou muitos contatos. Ou seja, a liderança do Samuel nessa caminhada é o que nos motiva a estar juntos nessa ação, sob o comando do Ricken. O Samuel faz um papel de construção da confiança diária no aspecto da comunicação. Certamente, o resultado disso são os 86 jornalistas que inscreveram as suas matérias no Prêmio porque confiam no trabalho que ele faz na Ocepar. Parabéns a todos. Com certeza, vamos continuar apoiando essa iniciativa, que nos ajuda demais nesse exercício de responsabilidade corporativa que todos nós temos enquanto dirigentes de cooperativas, de todos os ramos”, finalizou.

Vida longa - A cerimônia de entrega do 14º Prêmio Ocepar de Jornalismo teve ainda a presença do vice-presidente da região Sul da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), José Nunes, que também preside a Associação Riograndense de Imprensa (Ari). “A Federação Nacional dos Jornalistas sempre destaca a importância desses prêmios. Assim, queremos fazer uma saudação especial aos 86 participantes que se inscreveram. Todos são vitoriosos, por escrever e divulgar o trabalho feito pelo sistema de cooperativas, que é extremamente importante. É sempre bom que esses profissionais que fazem do jornalismo a profissão do seu dia a dia tenham esse incentivo. Agradeço a todos os apoiadores e que o Prêmio Ocepar de Jornalismo tenha uma vida longa”, afirmou.

O Prêmio - O Prêmio Ocepar de Jornalismo é uma iniciativa do Sistema Ocepar, que conta com o apoio financeiro da Central Sicredi PR/SP/RJ e Federação Unimed do Paraná, e apoio institucional da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor/PR) e do Sindicato dos Jornalistas do Norte do Paraná. 

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SISTEMA OCEPAR I: Parceria com a Fiep e representação institucional são destaques na reunião das diretorias da Ocepar e Fecoopar

Integrantes das diretorias do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar) realizaram, na tarde desta quinta-feira (12/08), reunião ordinária de forma conjunta, por meio de videoconferência. Assinatura de um protocolo de intenções com o Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), alianças estratégicas entre as cooperativas do estado, expectativas em relação ao cenário de pandemia, quebra de safra do milho, por conta das geadas, o primeiro projeto do PRC200 (Plano Paraná Cooperativo 200) e o Prêmio Ocepar de Jornalismo foram os assuntos em pauta.

Convidados - Esta foi a 27ª da diretoria da Ocepar do ano e a 9ª da Fecoopar. O encontro, coordenado pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, contou com a presença dos seguintes convidados: Carlos Valter, presidente do Sistema Fiep, José Fares, superintendente do Sistema Fiep; os parlamentares paranaenses e integrantes da Frente Parlamentar de Cooperativismo (Frencoop), Aline Sleutjes, Pedro Lupion, Sérgio Souza e Luiz Nishimori; a gerente geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella, e a gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Motta.

Compartilhamento de conhecimento - O Protocolo de Intenções com o Sistema Fiep tem por objetivo fortalecer as relações institucionais entre as cooperativas e as indústrias, em especial, com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Social de Indústria (Sesi). Ambos integram o Sistema S e são referência em educação básica e formação profissional de jovens e adultos. “Este acordo vai abranger o compartilhamento de conhecimento em áreas estratégicas, como inovação, metodologias, tecnologias, capacitação e arbitragem, bem como o uso de instalações, com a perspectiva de criação de um laboratório de inovação voltado ao desenvolvimento de soluções para as agroindústrias das cooperativas”, disse o presidente José Roberto Ricken. “Estamos colocando o conhecimento do Sesi/Senai em âmbito nacional à disposição do setor cooperativo”, comentou o presidente Carlos Valter. “O Sescoop/PR é um grande parceiro nosso, em termos de formação. Temos tido grandes e produtivas conversas”, completou o superintendente José Fares.

Alianças estratégicas - No tópico sobre as alianças estratégicas, o destaque foi a Maltaria Campos Gerais, envolvendo a Agrária (Entre Rios), Bom Jesus (Lapa), Castrolanda (Castro), Capal (Arapoti), Coopagrícola (Ponta Grossa) e Frísia (Carambeí). O presidente da Agrária, Jorge Karl, contou que as obras em Ponta Grossa, onde será instalada a indústria, iniciam em setembro. “Hoje é um dia especial, porque formalizamos o acordo de intercooperação de um projeto de R$ 1,6 bilhão e que vai beneficiar 12 mil cooperados. É um projeto robusto e impactante e que vai mudar o perfil econômico da região centro-sul do estado”, disse.

Referência - O presidente da Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio, contou que a aliança entre as cooperativas do centro-sul do estado se espelha no projeto da Unium, marca que também surgiu de uma ação de intercooperação, em que participam a Frísia, Capal e Castrolanda. “A Unium é uma referência positiva em relação as possibilidades que as cooperativas têm de otimizar o que elas já têm, seja de estrutura, pesquisa, comercial ou produção. O caminho do futuro passa por negócios em comum. Temos que discutir mais a união, criando condições para que as cooperativas possam se fortalecer e competir num mercado concentrado”, frisou Baggio. “Não temos outro jeito, senão pensar e discutir a intercooperação”, completou o presidente da Castrolanda, Frans Borg.

PRC200 - O primeiro projeto do Plano Paraná Cooperativo 200, o PRC200, foi outro destaque da reunião. Na ocasião, a coordenadora de relações parlamentares da Ocepar, Daniely Andressa da Silva, falou sobre a criação de uma área ligada a Gerência Técnica da Ocepar (Getec), para atuar na representação institucional das cooperativas paranaenses. “O objetivo é acompanhar as matérias de interesse no setor no Congresso Nacional e apoiar a OCB, na defesa, apresentação de propostas e interface com os integrantes da Frencoop”, disse. “Também vamos retomar o Programa de Educação Política visando formar uma base de apoio ao cooperativismo nas próximas eleições. Temos uma centena de matérias em tramitação no Congresso e que interessam ao cooperativismo”, disse.

Relato - Para fechar o tema sobre representação institucional, os quatro parlamentares convidados para a reunião fizeram um relato dos projetos que estão acompanhando em Brasília, envolvendo questões tributárias, legislação fundiária, licenciamentos, defensivos agrícolas, atualização do Código Florestal, questões do novo marco regulatório do crédito, entre outros. Eles também aproveitaram o momento para reforçar o apoio ao cooperativismo.  “Estamos aqui para defender o agro, que é o coração, a segurança do nosso país”, disse Aline Sleutjes. “A gente enche o peito de orgulho de dizer que somos paranaenses representando o cooperativismo do estado, que é referência para o mundo. Nossa responsabilidade é bem representá-los”, afirmou Pedro Lupion. Já o deputado Sérgio Souza citou as dificuldades enfrentadas nas últimas duas décadas para avançar em pautas importantes nas duas últimas décadas. “Acredito que até o final deste semestre devemos avançar nas principais pautas que interessam ao setor agropecuário”, comentou.

Modernização - Encerrando a participação dos parlamentares, o deputado Luiz Nishimori falou do seu trabalho em torno do PL 6299/02, em que é relator. Segundo ele, este projeto de lei pretende modernizar a sistemática relativa aos pesticidas. “A lei atual vigora há 40 anos. Neste período, houve um avanço muito grande na agricultura, por isso temos que atualizar e modernizar o marco legal dos pesticidas.   A proposta é propiciar maior produtividade e comida com preço mais acessível à população. A segurança alimentar é outro ponto importante, por isso batizei esse projeto de Lei do Alimento Mais Seguro”, contou o parlamentar. 

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SISTEMA OCEPAR II: Diretoria executiva se reúne com funcionários para apresentar balanço das reuniões de desempenho

A diretoria executiva do Sistema Ocepar reuniu os funcionários virtualmente, na manhã desta sexta-feira (13/08), para apresentar um balanço sobre os encontros ligados ao Plano de Metas da entidade, ocorridos desde o final do mês de julho e que foram encerrados no início desta semana, na última segunda-feira (09/08). Seguindo uma programação dentro das reuniões do Comitê Estratégico do Sistema Ocepar, todos os 87 colaboradores tiveram a oportunidade de, individualmente, apresentar os resultados das atividades desenvolvidas no primeiro semestre e as ações previstas para o segundo semestre.

Positivo - “Nós concluímos as reuniões com todas as todas as áreas, em que todos puderam participar. Isso foi muito positivo e importante pois possibilitou fazer uma avaliação do desempenho do primeiro semestre com bastante critério e, também, traçar uma perspectiva para o segundo semestre. A experiência foi boa e queremos mantê-la, para que possamos avaliar aquilo que nós fizemos, a relevância de cada uma das ações, dentro daquilo que realmente é necessário”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

PRC200 - O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e o coordenador de Gestão Estratégica do Sescoop/PR, Alfredo Souza, enfatizaram a conexão existente entre o Plano de Metas da casa com o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. “Estamos implementando os projetos do PRC200 com uma nova dinâmica. É um trabalho que envolve as cooperativas paranaenses e todos nós do Sistema Ocepar temos um papel relevante dentro dessa iniciativa. Dessa forma, vamos trabalhar em cooperação, com tranquilidade, que vamos bem longe “, afirmou Mafioletti.

Trabalho presencial - Entre os assuntos em pauta na reunião da manhã desta sexta-feira também esteve o retorno das equipes ao trabalho presencial, previsto para começar a partir do dia 13 de setembro. De acordo com Ricken, com o avanço da vacinação, a entidade está se preparando para que isso ocorra de forma gradual, seguindo as recomendações das autoridades de saúde. “Nós entendemos que a vacinação é a única garantia que temos. Mas ainda há riscos e nós não podemos descuidar. Nesse momento já podemos estabelecer algumas regras para voltar ao trabalho presencial, mesmo que parcialmente. Isso é necessário, as empresas estão fazendo isso e as cooperativas, de uma forma geral, estão retornando, sendo muitas não interromperam as atividades presenciais por atuar em áreas essenciais. Mas pretendemos fazer isso com segurança absoluta e prudência, como temos feito desde o começo da pandemia. A coisa mais importante é a saúde de cada um de nós. Isso é fundamental”, ressaltou.

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GETEC: Confira o boletim da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec I coordenacao parlamentar 13 08 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (13/08), mais uma edição do seu Informe Semanal. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Especial - A edição desta sexta-feira é especialmente dedicada a repercutir os assuntos tratados na reunião da diretoria da Ocepar, ocorrida na tarde desta quinta-feira (12/08), e que contou com a participação de representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e dos deputados federais Aline Sleutjes, Pedro Lupion, Sergio Souza e Luiz Nishimori, parlamentares da bancada federal do Paraná, que destacaram o trabalho de representação realizado em defesa do cooperativismo. Ainda de acordo com o boletim, o atual cenário político indica a possibilidade de votação, no segundo semestre, de importantes projetos de lei de interesse do cooperativismo, entre eles o que trata da reforma tributária. Além disso o Informe traz uma série de outras matérias que estão no radar do setor.

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

Clique aqui e confira o aúdio sobre o assunto publicado na rádio Paraná Cooperativo

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Ceilin e Ocepar discutem estratégias de atuação no setor de educação e ensino de línguas

reuniao institucional 13 08 2021Representantes da Ceilin (Cooperativa de Educadores e Instrutores de Línguas de Curitiba) e do Sistema Ocepar realizaram, na tarde de quinta-feira (12/08), reunião institucional para discutir indicadores e cenários do cooperativismo do Paraná. As perspectivas e desafios às cooperativas do ramo de trabalho e produção de bens e serviços (TPBS), em especial no setor de educação e ensino de línguas, foram os temas principais do encontro. A reunião, por meio de videoconferência, contou com a presença do presidente da Ceilin, André Luiz Galor, da diretora secretária Glaucia Vargas Sanchez, da diretora tesoureira Vivian Bosch e da contadora Flavia Garcia. Os dados econômicos e financeiros do setor e da cooperativa foram repassados pelo analista de desenvolvimento cooperativo do Sistema Ocepar, Emerson Barcik.

A cooperativa - Fundada em 2 de maio de 2005, a cooperativa está sediada em Curitiba e atua na prestação de serviços de ensino de línguas, tradução e interpretação. A Ceilin tem 108 cooperados, que são profissionais formados em letras e áreas afins, qualificados para o ensino das línguas árabe, alemão, chinês, espanhol, francês, hebraico, holandês, inglês, italiano, japonês, russo, polonês, ucraniano, além de português para estrangeiros. A cooperativa adaptou sua estrutura, com o foco nos cursos online, e passou a chamar-se Academia de Línguas do Paraná, divulgando os serviços prestados por seus cooperados por meio de uma página na internet e presença nas redes sociais.

O ramo - Em 2020, o ramo de trabalho e produção de bens e serviços teve um faturamento global no Paraná de R$ 205,6 milhões, alta de 4,6% em comparação a 2019. No total, o setor tem 7.634 cooperados e 75 funcionários. As 11 cooperativas do ramo atuam em diversas áreas, como agropecuária, educação, cultura, lazer e turismo.

 

COVID-19: Publicados novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 13 08 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

COOPERATIVISMO: Panorama Coop traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 13 08 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras.

Novidades - O boletim desta semana traz novidades que vão dar um up nos negócios da sua cooperativa! Que tal ficar por dentro de tudo que está acontecendo no cenário econômico com dados precisos e análises atualizadas? É só rolar a página para saber mais sobre a ferramenta que o Sistema OCB preparou sob medida pra você. E tem mais: o primeiro projeto do pacote da Reforma Tributária já tem data para ser votado! Confira!

Análise econômica - A análise econômica especial do mês de agosto mostra como compreender o cenário econômico, principalmente diante de adversidades, é essencial para que boas decisões junto ao mercado sejam tomadas. E foi pensando nisso que o Sistema OCB firmou uma parceria com a 4intelligence e lançou o Dashboard de Indicadores Econômicos, uma ferramenta de dados interativa e acessível, que mostra as projeções dos cenários internacional, nacional e regional, com panoramas atualizados da conjuntura do país! Confira nesta edição como andam as principais perspectivas econômicas para o Brasil e veja como as informações dessa nova ferramenta auxiliarão a sua coop nas tomadas de decisões futuras!

Acesse a Análise Econômica

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Reforma tributária - Os líderes partidários fecharam acordo com o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, para que a votação da Reforma do Imposto de Renda seja realizada na próxima terça-feira, 17/08. O projeto estava na pauta desta quinta, porém, após apelos de vários deputados que disseram necessitar de mais tempo para análise do texto, a deliberação foi adiada. O motivo também foi a divulgação de um novo relatório pelo deputado Celso Sabino, sendo a quarta versão de texto apresentado, que mudou alguns pontos importantes do projeto. Quer conferir o que mudou e ainda saber sobre a volta da PEC 110/19 para os debates?

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Acesso à assistência técnica desafia agricultura familiar - A assistência técnica e extensão rural foi um dos principais temas abordados na quarta-feira (11/08) em comissão geral realizada pela Câmara dos Deputados para debater os desafios da agricultura familiar. Solicitado pelo deputado Heitor Schuch (RS), diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o evento contou com a participação de representantes do Ministério da Agricultura, líderes, entidades e associações representativas do setor.

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Presidente da Unimed defende ato cooperativo - O presidente da Unimed do Brasil, Omar Abujamra Junior, defendeu, na terça-feira (10/08), a atenção à Lei Geral das Cooperativas (5.764/71), que completa 50 anos em 2021, em especial ao princípio constitucional do adequado tratamento tributário das sociedades cooperativas. Ele participou, a convite do deputado Evair de Melo (ES), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), da comissão geral realizada pela Câmara dos Deputados para discutir a situação da saúde do Brasil.

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OCB defende autocontrole para modernizar a defesa sanitária - Na segunda-feira (09/08), a OCB participou de mais uma audiência pública da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados que tratou sobre o PL 1293/2021, que dispõe sobre o autocontrole nas atividades agropecuária e agroindustrial e sobre a organização e procedimentos da defesa agropecuária, entre outros. Representando o cooperativismo brasileiro, Fernando Pinheiro, analista técnico e econômico da OCB, enfatizou a importância da defesa agropecuária com estruturas modernas para garantir a segurança alimentar.

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INTEGRADA: Cooperativa apresenta soluções com tecnologia 5g, para a segurança no campo

integrada 13 08 2021No lançamento do piloto da tecnologia 5G, nesta quinta (12/08), na Embrapa Soja, em Londrina (PR), a Integrada apresentou ferramentas aplicáveis na propriedade rural que reforçam a segurança da área, em amplitude que garante o monitoramento de 100% da localidade alvo.

Relato - No estande da cooperativa, o diretor-presidente da Integrada Jorge Hashimoto relatou ao ministro das Comunicações Fábio Faria e à ministra da agricultura Tereza Cristina a preocupação dos produtores rurais com os ilícitos no campo, e como a conexão em alta velocidade pode ajudar a minimizar a situação.

Oportunidade - “A cooperativa oferece maquinário avançado, insumos de excelente origem e assistência técnica altamente qualificada, para dar oportunidade ao cooperado de colher a melhor produtividade possível. Com a adoção dos recursos tecnológicos que a conexão 5G pode proporcionar, esse caminho fica mais rápido e seguro”, avalia Hashimoto.

Modelo cooperativista - A ministra Tereza Cristina disse ser apaixonada pelo modelo cooperativista. “Essa inovação que a tecnologia 5G oportuniza vai perfeiçoar ainda mais a assistência técnica oferecida de forma tão democrática pelas cooperativas, como a Integrada. E, outros serviços e maquinários vão atender de forma ainda mais eficiente o produtor rural”.

Parceria - A Integrada fez uma parceria com a empresa Masterseg, especialista em segurança patrimonial, e com a HikVision, que domina a expertise das ferramentas virtuais de monitoramento. Câmeras térmicas que registram o movimento de pessoas e animais, equipamentos que fazem fotos de pessoas que entram na propriedade, outros capazes de fazer o controle de cargas, da entrada até a saída do veículo, estão entre as soluções já disponíveis.

Monitoramento - Ainda, uma câmera monitora e acompanha em tempo real, a rotina da propriedade, em um raio de até 5 quilômetros. O representante da HikVision no Brasil, Jefferson Timo de Oliveira, comenta que a empresa tem um portfólio de tecnologias pronto para contribuir com a segurança no campo. “A chegada da antena 5G fecha a cadeia para a entrega das soluções desenvolvidas, e estimula novos projetos”, observa.

Comitiva - A comitiva de autoridades presentes no lançamento da antena 5G em Londrina, incluiu o governador do Paraná, Ratinho Jr. Ele anunciou que, a partir da liberação do leilão que vai definir as operadoras de 5G no país, deve começar no estado o preparo para a instalação da tecnologia nas cidades. “Em dois a três anos, queremos ver ativa a conexão mais rápida que vai ajudar o campo e a cidade a acompanhar a inovação”.

Visita - O chefe geral da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno, também visitou o estande de tecnologias da Integrada. Ele lembrou que a instituição de pesquisa de soja mais importante do país está próxima da Integrada e que novas parcerias podem acontecer em breve. “Com a concretização da conexão 5G, esse trabalho conjunto vai beneficiar ainda mais o produtor rural e o agronegócio brasileiros”.

Café Coperatto - Ao final da apresentação, o presidente da Integrada presenteou as autoridades com o café Coperatto, lançado recentemente pela Integrada, e já entrando no varejo. O café é produzido com grãos de excelente qualidade, a partir de lavouras de cooperados do Norte Pioneiro do Paraná. A ministra Tereza Cristina, o ministro Fábio Farias, e demais presentes, provaram o café Coperatto.

Selecionada - Londrina foi uma das 5 cidades brasileiras selecionadas para a instalação de uma antena 5G no Brasil. E, é a única cidade do sul do país e receber a tecnologia. O ministério das Comunicações optou por implantar o projeto piloto de 5G em municípios considerados referência nos segmentos alvo.

Antenas instaladas - No agronegócio, foram instaladas antenas em Rondonópolis (MT), e Sorocaba (SP). O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que na próxima quarta-feira (18), o Tribunal de Contas da União (TCU) deve votar o edital do leilão de 5G. "Dando certo, volta para a Anatel e depois de sete dias publica o edital. Em 30 dias, teremos o leilão de 5G e tenho certeza que todas as empresas vão correr para o agronegócio, porque todas estão prontas para atender o agro brasileiro". Segundo ele, até junho de 2022 todas as capitais terão acesso ao 5G. (Imprensa Integrada)

Leia mais sobre o assunto:

Em Londrina, antena de conexão 5G promove sinergia de ecossistemas e arranjos regionais de inovação para o agro

 

COCARI: Sementes Cocari conquistam Selo Seeds Solutions pela produção de qualidade

A Cocari é uma das ganhadoras do Selo Seed Solutions, da Basf, que reconhece a qualidade no tratamento industrial de sementes. Para obtenção do selo, são realizados testes químicos, físicos e de compatibilidade, que comprovam a excelência no tratamento realizado pelas instituições parceiras. Pedro Vidal Lara, coordenador de Marketing de Tratamento de Sementes da Basf, comenta que o Selo Seed Solutions está no quarto ano de realização. “Iniciamos em 2017 com um grupo pequeno de clientes e a iniciativa veio aumentando o leque de clientes até o ano passado. Inclusive, agora em 2021 já começaram as coletas para a próxima avaliação e no ano que vem faremos as entregas para os clientes que serão avaliados agora”, disse.

Segurança no plantio - Segundo o coordenador de Marketing, o Selo nasceu de uma ideia da Basf em acompanhar e certificar a qualidade do tratamento de sementes dos parceiros sementeiros. “A Basf tem por objetivo atender os agricultores e, quando falamos em tratamento de sementes industrial, dependemos, nesse atendimento ao agricultor, do nosso parceiro sementeiro. Então, o Selo Seed Solutions surgiu para levar, ao agricultor que está consumindo este produto, a segurança da qualidade no tratamento de sementes Basf”, ressaltou.

Tecnologia - Conforme destaca, o tratamento de sementes industrial é o maior nível de tecnologia hoje no mercado em relação à proteção de sementes. “O agricultor, quando compra esse serviço já realizado, não consegue fazer a aferição das características técnicas e de qualidade desse tratamento na sua propriedade. Dessa forma, a Basf, como parceira dos sementeiros e dos agricultores, criou esse processo para levar confiança e qualidade. Sem dúvida nenhuma, o agricultor, ao adquirir a semente com tratamento Basf de um sementeiro com o Selo Seed Solutions, vai ter a certeza de que a sua semente está protegida”, afirmou.

Avaliações - Para obtenção do Selo, de acordo com Pedro Vidal Lara, são realizados cinco testes. “Um teste químico HPLC (mede a dose do produto comercial por quilo de semente), um teste de análise visual (observa se o recobrimento da semente está perfeito e igualitário no lote) e temos mais três testes físicos, um de fluidez industrial (mostra se o TSI traz benefícios em fluidez), um para fluidez de plantabilidade (semente com TSI Basf tem plantabilidade maior, com grande diminuição no número de falhas no plantio) e o último teste é o de emissão de poeira (mostra que o produto fica totalmente aderido à semente, o que traz mais segurança na hora do manuseio)”, elencou.

Qualidade na produção - O coordenador de Marketing da Basf enfatiza que o trabalho desenvolvido pelas Sementes Cocari assegura a qualidade da produção. “O recado para os cooperados da Cocari é para que realmente se sintam muito confiantes em relação à qualidade no trabalho de tratamento de sementes que a cooperativa faz. A Basf é uma grande parceira da Cocari e a Cocari é uma grande parceira da Basf também no tratamento de sementes industrial e isso faz com que nós, da Basf, tenhamos muita segurança nessa recomendação do tratamento industrial feito pela Cocari”, frisou.

Certificação - “Então, o produtor que for plantar a sua Semente Cocari com o tratamento Basf, agora com a certificação do Selo Seed Solutions, pode ter certeza de que o trabalho mais completo, nos mínimos detalhes, foi realizado e essa semente, que é o maior patrimônio do agricultor, está com o melhor seguro possível, ou seja, foi feito um tratamento de altíssima qualidade, com produtos selecionados para que alcance os melhores resultados no controle de pragas e doenças”, complementou.

Sementes Cocari - Produtor, adquira Sementes Cocari e garanta maior qualidade para a sua lavoura em todas as safras. Procure a sua unidade Cocari e fale com as equipes da cooperativa para o melhor planejamento para se investir na sua área de plantio. (Imprensa Cocari)

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COOPAVEL: Três safras no mesmo ano agrícola melhoram rentabilidade em até 20%

A região Oeste e o estado do Paraná reúnem condições especiais que os tornam modelo em produção e produtividade agrícola. Além da fertilidade do solo e da dedicação dos produtores, essas áreas contam com clima que permite o cultivo e colheita de três safras por ano. Muitos agricultores passam a investir na novidade e os resultados são muito bons, como mostra o mais recente dos episódios da edição de inverno do Show Rural Coopavel que já está disponível nos canais www.showrural.com.br e youtube.com/showruralagro.

Rentabilidade - Uma das principais vantagens da adoção do sistema é melhorar a rentabilidade da propriedade em até 20% no ano. O agrônomo da Coopavel Amauri Procopilk informa que o avanço das pesquisas e o lançamento de cultivares e híbridos precoces de alto potencial produtivo têm grande parcela de contribuição na viabilização e no sucesso das três safras anuais. “O planejamento, considerando os períodos de plantio e colheita, é outro aspecto a ser considerado com o máximo de atenção”, conforme Amauri.

Melhoramento genético - O melhoramento genético trouxe ao mercado várias opções de materiais de ciclo curto de excelente desempenho. Os produtores precisam, na soja, escolher cultivar com ciclo de 120 dias, com elevado potencial produtivo e de fácil adaptação ao plantio antecipado. Para o híbrido de milho, a escolha deve ser de superprecoce de qualidade com ciclo de até 145 dias. Os materiais selecionados devem ter tolerância e resistência a pragas e a doenças. Para ganhar tempo e manter a agenda de três safras sob controle, a colheita do milho deve ser antecipada considerando umidade do grão entre 25 e 28 graus.

Virtudes - A semente de trigo precisa reunir, como virtudes, boa sanidade, elevado potencial produtivo e boa qualidade industrial. O ciclo, precoce, deve ser de 110 dias. Conforme Amauri, a recomendação é de plantio da soja na última dezena de setembro com colheita no fim de janeiro. Em seguida, entra-se com o milho com previsão de colheita na segunda metade de junho. Em razão de o período estar dentro do zoneamento indicado, o produtor poderá optar inclusive pelo seguro agrícola do trigo.

Cronograma - Seguindo o cronograma das três safras, o plantio do trigo deve ocorrer na metade de junho com previsão de colheita na última dezena setembro. Técnicos informam que é possível, caso necessário, empregar a dessecação para antecipar as colheitas. O clima é um aspecto importante nessa estratégia, observa o agrônomo da Coopavel. “Por isso, principalmente no inverno devido à baixa ocorrência de chuvas, do agricultor requer-se boa logística de máquinas e implementos para agilizar a colheita e o plantio das culturas nas épocas devidamente recomendadas”.

Benefícios - Embora relativamente nova, a opção pelas três safras no mesmo ano agrícola traz inúmeras vantagens e benefícios: os resultados financeiros são maiores e há ganhos agronômicos com a maximização do potencial do solo, aumentando a produtividade e diminuindo os custos com a correta gestão do uso de defensivos e herbicidas. Amauri Procopilk informa que há benefícios indiretos e diretos que atraem número cada vez maior de produtores rurais interessados em aderir a esse sistema de cultivos.

Indiretos - Os benefícios indiretos são os seguintes: melhor aproveitamento dos fertilizantes químicos no sistema; maior produção de palha (milho contribui com 5,5 mil quilos de palha com hectare; e o trigo com até 4,5 mil quilos/hectare) e controle de plantas daninhas, principalmente de buva e amargoso. Há ainda melhorias na plantabilidade da soja sobre a palhada do trigo.

Diretos - Os benefícios diretos são: melhor uso da infraestrutura da propriedade rural; melhor rentabilidade e aumento de palhada no sistema dificultando a germinação de sementes de plantas daninhas levando à economia defensivos. “Somente nesse ponto em específico, de melhor gestão dos produtos químicos, o agricultor consegue reduzir custos de duas sacas de soja por hectare”, conforme Amauri.

Equipamentos - Em razão do plantio sobre palhadas, principalmente da do milho, exigem-se alguns ajustes nos equipamentos para permitir a potencialização de resultados. O agrônomo Matheus Antonio Cantelli explica que a regulagem da semeadeira deve ser rigorosa. A pressão sobre os carrinhos de semeaduras deve estar correta para que o equipamento possa cortar a palhada, abrir o sulco, distribuir as sementes e o fertilizante que, ao mesmo tempo, têm que estar corretamente cobertos por camada de solo.

Atenção - Os produtores rurais devem estar atentos à pressão das molas e dos limitadores de profundidade, observando sempre às características da palhada em cada talhão. Com o uso dessa técnica, a quantidade de sementes, quando o cultivo ocorrer sobre a palha do milho, deve ser 20% maior ao convencional. A fertilização também precisa ser maior e a velocidade do maquinário ser menor para que a operação aconteça da melhor forma possível. (Imprensa Coopavel)

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SICOOB: Talk show sobre negócios conscientes será realizado para público jovem

sicoob 13 08 2021No próximo dia 17, às 19h, o Sicoob Unicoob irá promover um talk show sobre negócios conscientes com a presença do cofundador e ex-diretor geral do Movimento Capitalismo Consciente no Brasil, Thomas Ecksmith. O #TôLigado com foco no público jovem será transmitido ao vivo pelo YouTube para cooperados e não cooperados.

Finalidade - O evento tem como finalidade a construção conjunta de debates e reflexões importantes sobre o tema negócios conscientes, além do entendimento e descoberta em relação ao papel do jovem enquanto líder do presente e do futuro.

Ações - A promoção do #TôLigado, em parceria com o Sescoop/PR, é uma das inúmeras ações que o Sicoob desenvolve junto aos cooperados e a comunidade onde atua para cumprir com dois princípios cooperativistas: educação, formação e informação; e interesse pela comunidade.

Convidados - Além de Thomas, entre os convidados estarão o diretor de Mercado do Sicoob Vale Sul, Edvander Zambon e a empreendedora Isabela Machado de Moraes, cooperada de uma agência digital do Sicoob.

Participe - Se você é jovem ou interessado no tema e acha que falar sobre negócios conscientes não é nada cringe, participe!

Por que falar sobre negócios conscientes? - Segundo um estudo realizado em junho de 2020 pelo Instituto Akatu e GlobeScan, com percepções de consumidores de 27 países, mais de 80% dos consumidores brasileiros esperam que as empresas sejam transparentes quanto aos impactos causados por seus processos produtivos. E mais de 70% desses consumidores espera que as empresas não agridam o meio ambiente.

Mundo melhor - Outro dado que chama atenção é que mais de 60% dos consumidores esperam que as empresas estabeleçam metas para tornar o mundo melhor.

Como participar? - Para participar é simples, basta fazer a inscrição pelo link https://encurtador.com.br/yQU37 . A transmissão será feita via YouTube pelo link https://www.youtube.com/watch?v=vjuozIq5dgc.

Certificados - Para estudantes e demais interessados haverá emissão de certificados com horas. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Agência de Japurá realiza custeio de soja para o Estado do Tocantins

Recentemente, a agência de Japurá (PR) do Sicoob Metropolitano realizou o primeiro custeio de soja no Estado de Tocantins. O cooperado, José Augusto Alves da Silva, está na cooperativa há mais de dois anos e após uma visita no início do ano decidiu operar o custeio para plantar nas terras que tem no estado.

Clima e produtividade diferentes - Segundo a supervisora Negocial da agência, Bruna Ribeiro Gauna, a cultura financiada já faz parte da rotina da agência, entretanto como no município onde foi realizado o custeio as condições climáticas e de produtividade são diferentes da região Sul, foi preciso contar com o auxílio do agrônomo, Diego Vinícius Bonette, que faz parte de uma Astec conveniada, e demais produtores que já atuam no Tocantins para buscar referências.

Experiência - “O cooperado e sua família são produtores rurais há mais de 30 anos. Tradicionais no agro, os três filhos cresceram nas lavouras e até hoje estão ligados direta e indiretamente com o setor. Devido a essa experiência, o cooperado vem obtendo sucesso em suas safras e seus sucessores também abriram conta na cooperativa e pretendem operar”, conta.

Pioneira - A agência que foi pioneira no financiamento do primeiro Trator Solidário da cooperativa e do primeiro custeio de cana de açúcar, comemora mais um feito, sendo a primeira a custear soja no Estado do Tocantins.

Orgulho - “Nós da agência Japurá, estamos muito orgulhosos da operação, pois mais uma vez mostramos todo nosso potencial. Agradeço ao cooperado pela oportunidade, ao Sicoob Metropolitano e a Central Unicoob que não mediram esforços para atender o associado”, ressalta Bruna. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICREDI PROGRESSO PR/SP: 40 anos de presença na comunidade

sicredi progresso 13 08 2021O mês de agosto traz junto com ele um marco na história da Sicredi Progresso PR/SP. A cooperativa completa 40 anos de fundação e relembra uma história que se mede com números, mas que só explica com sentimentos. São quatro décadas presente na vida de seus associados, transformando pessoas, negócios e comunidades.

Origem - Mas, nessa história de tantos pertencimentos, falar dessa instituição financeira cooperativa requer voltar no tempo, na lembrança da sua fundação em 30 de agosto de 1981. Lá estavam 23 agricultores. Unidos e com muita perseverança eles queriam um futuro melhor.

Evolução - O negócio ganhou força com a chegada de mais pessoas. Com sua essência pautada no homem do campo, a cooperativa de crédito cresceu e tem um importante marco em 2006, quando o Banco Central autorizou a ‘livre admissão’. Isso a permitiu estar aberta para receber novos perfis de associados, podendo admitir tanto pessoas físicas quanto jurídicas, independente de ligação com o setor agrícola. Assim novos perfis se tornaram associados, todos unidos a um único propósito: o cooperativismo.

Quadro atual - Hoje a Sicredi Progresso PR/SP conta com 50 mil associados que encontram nesse sistema cooperativo soluções financeiras inteligentes, adequadas e justas. Atualmente o Sicredi oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros e busca aprimorar diariamente a aproximação e valorização das pessoas. Seus associados são os verdadeiros donos do negócio.

Proximidade - O presidente da instituição, Cirio Kunzler, diz que a proximidade com o associado e a comunidade são fatores intrínsecos na trajetória dos 40 anos. “Temos uma história de muitos desafios, mas, sobretudo, digo que fomos persistentes. Ver onde chegamos nos prova que o cooperativismo e a solidariedade têm sido nossos diferenciais. Que possamos seguir nosso legado junto a Sicredi Progresso sempre com humildade e atendendo a todos da melhor forma: com justiça e igualdade. Estou orgulhoso de chegarmos a essa data tão especial, com a Cooperativa cada vez mais forte e atuante e firmes no nosso propósito”, enaltece.

Valores da cooperação - Os valores da cooperação estão respaldados em programas e projetos de responsabilidade social que a Sicredi Progresso desenvolve junto aos associados e comunidades. Além disso, a valorização seu capital humano, através dos mais de 300 colaboradores, é um forte compromisso da Cooperativa, pois acredita que são as pessoas que fazem a diferença no atendimento e nas relações no dia a dia.

Novos capítulos - Os passos para o futuro reservam a Sicredi Progresso ainda mais crescimento, ampliação na área de atuação e novas agências, tudo aliado a um planejamento estratégico bem definido e a um propósito de levar soluções através de produtos e serviços financeiros adequados aos associados, de um jeito simples e próximo.

Projetos - O diretor executivo, Inacio Cattani, reforça projetos que devem acontecer ainda em 2021. “Vamos inaugurar mais três agências esse ano: uma em Biritiba-Mirim – SP e duas em Toledo-PR, sendo uma no Jardim Panorama e outra no Jardim Porto Alegre. Digo que esses 40 anos são só o começo da nossa jornada. Nosso desejo é continuar crescendo porque o nosso progresso transforma vidas e comunidades”.

Comemoração - Para celebrar a passagem dos 40 anos, uma campanha institucional está sendo veiculada desde março desse ano com o tema ‘Nosso movimento transforma’. Por meio dela, tem-se evidenciado diversas informações sobre como a Sicredi Progresso impacta positivamente a vida das pessoas na sua área de ação. Além da campanha, no dia 30 de agosto, acontece uma comemoração junto aos colaboradores, associados, parceiros e a comunidade, nas agências. Todas as atividades seguem as regras de prevenção à Covid-19.

Relembrando o passado - O início de tudo foi através de 23 agricultores que procuravam desenvolver suas pequenas propriedades e resolver seus problemas financeiros. Unidos para compartilhar seus problemas comuns, criaram a Credipagro, nas dependências da extinta Coopagro, em 30 de agosto de 1981. A Sicredi Progresso PR/SP foi a primeira filiada do Sistema Sicredi a entrar em atuação no Paraná e teve como sócios fundadores: Alfredo Lang; Arnaldo Escher; Atílio Maróstica; Belmiro Alfredo Marx; Cláudio Silvestre Strieder; Frederico Lorenzoni; Inelmo João Kolling; João Luiz Schutz; José Elias Conti; Lodovino Roque Grespan; Lotário Richter; Luiz Retore; Nelson Copetti; Ney Nicolau Zillmer; Olívio Alfredo Wilhelms; Olívio Michelon; Osmar Cerutti; Renato Ernesto Reimann; Rudi Henrique Wendpap; Sérgio Canan; Thadeu Ciupak; Valter Feil; Werner Zielasko.

Sobre a Sicredi Progresso PR/SP - Com 40 anos de atuação a Sicredi Progresso PR/SP está presente na vida de aproximadamente 50 mil associados. Nossa história, construída na essência da cooperação, nos permite ter atualmente 18 agências distribuídas na área de ação nos estados do Paraná e São Paulo. Destas, 12 estão no Paraná, nos municípios de Toledo, Nova Santa Rosa, Tupãssi, São Pedro do Iguaçu e Ouro Verde do Oeste; E as outras 6, em São Paulo nos municípios de Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Guararema, Ferraz de Vasconcelos e Poá. Nosso capital humano conta mais de 300 colaboradores focados nos valores do cooperativismo e na oferta de produtos e serviços financeiros adequados aos associados, de um jeito simples e próximo. O Sicredi Progresso integra o Sistema Sicredi que hoje está presente em 24 estados e no Distrito Federal. (Imprensa Sicredi Progresso PR/SP)

 

UNIPRIME: Cooperativa conectada

uniprime 13 08 2021Com o advento da pandemia, 80% das transações bancárias já são feitas na Uniprime por meio de canais digitais. Isto representa, em média, mais de 17 mil acessos diários no Mobile e Internet Banking da Uniprime para a realização de pagamentos, transferências e gastos com cartão de crédito. O mercado financeiro tem acompanhado essa transformação cultural e digital. O próprio Banco Central (BC) possui uma agenda que prioriza o desenvolvimento do ambiente digital como ferramenta importante de inclusão social.

Segurança - “Por aqui, utilizamos as mais modernas técnicas de segurança, com uma infraestrutura própria e uma equipe exclusiva dedicada ao desenvolvimento e manutenção de nossos canais. Tudo isso faz com que a Uniprime siga um passo à frente na entrega de inovações e na geração de novas experiências aos seus cooperados”, afirma o diretor de Riscos e Tecnologia da Uniprime, Júlio César Pires Furtuoso.

Lançamentos - Ainda de acordo com ele, nesse momento, a instituição está trabalhando no lançamento do cartão contactless, na abertura da conta digital, nas assinaturas eletrônicas, no open banking e nas novas funcionalidades do Pix. “Tem muita novidade ainda para 2021”, acrescenta. (Imprensa Uniprime)

 

CONECTIVIDADE NO CAMPO: Em Londrina, antena de conexão 5G promove sinergia de ecossistemas e arranjos regionais de inovação para o agro

conectividade 13 08 2021Consulta veterinária digitalizada, sistemas embarcados em máquinas agrícolas, internet das coisas para a tomada de decisões e centro de soluções com conexões entre máquinas formam as estações técnicas com demonstrações de experiência da tecnologia de internet 5G para o agronegócio. As soluções inovadoras foram apresentadas no lançamento da antena 5G no espaço de Vitrine de Tecnologias da Embrapa Soja, em Londrina (PR), nesta quinta-feira (12/08).

Primeira demonstração - A agenda na cidade, considerada Polo de Inovação Agro pelo Ministério da Agricultura, é a primeira demonstração de 5G para o agro que salienta o potencial das Agtechs e do desenvolvimento de novos produtos, serviços, processos em sinergia com o campo e com o potencial de transmissão e armazenamento de dados que a tecnologia disponibiliza.

Região cada vez mais conectada - A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, conferiu as demonstrações de perto e destacou a inclinação da região para um agronegócio cada vez mais conectado. "Isso vai revolucionar o agro brasileiro, principalmente porque o Brasil é um país continental. Vamos poder democratizar a tecnologia e a inovação para todos os estados brasileiros. Essa é só uma pontinha e o leilão trará o Brasil para estar à frente desta tecnologia", destacou a ministra, lembrando a importância do Paraná para o agro brasileiro.

Impacto - Para a ministra, o impacto dessa tecnologia para os pequenos produtores será significativo. "Eles vão poder receber essa tecnologia com assistência técnica. Isso vai aumentar a produtividade e a renda no campo, não só para os grandes, mas também para os pequenos produtores. É a democratização da tecnologia que chegará rapidamente aos pequenos produtores".

Antenas - Em parceria com o Ministério das Comunicações, serão instaladas antenas de conexão 5G como pilotos para o leilão da tecnologia, que acontece ainda este ano no Brasil. Assim, para o agro, os projetos demonstrativos são conduzidos em cidades selecionadas pela referência de suas instituições de pesquisa agropecuária e universidades e pelo potencial de gerar mais tecnologias a partir da sinergia nos ecossistemas e arranjos regionais.

Instalações e testes - As instalações e testes das antenas 5G em regiões de destaque no agro já foram realizadas em Rondonópolis (MT), na área do Instituto Mato-Grossense de Algodão (IMAmt), e em Sorocaba (SP), na área do Centro Universitário Facens.

Edital - O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que na próxima quarta-feira (18/08), o Tribunal de Contas da União (TCU) deve votar o edital do leilão de 5G. "Dando certo, volta para a Anatel e depois de sete dias publica o edital. Em 30 dias, teremos o leilão de 5G e tenho certeza que todas as empresas vão correr para o agronegócio, porque todas estão prontas para atender o agro brasileiro", disse. Segundo ele, até junho de 2022 todas as capitais terão acesso ao 5G.

Importância do agro - O presidente da Embrapa, Celso Moretti, destacou a importância do agro brasileiro para a produção de alimentos para o Brasil e o mundo. " A agricultura digital faz parte dessa realidade, os produtores hoje já usam drones, sensores, internet das coisas, inteligência artificial. Essas novas tecnologias mostradas hoje irão viabilizar maior produtividade e sustentabilidade do agro brasileiro".

Presenças - Também estiveram presentes no evento o governador do Paraná, Ratinho Jr; o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati; e representantes das empresas de telecomunicações Nokia, provedora de tecnologia para a operação do 5G, e Sercomtel, operadora dos serviços de telecomunicações.

A tecnologia a serviço do campo - A agenda na Embrapa Soja reproduziu a experiência de um dia de campo tradicional, com circuito por estações técnicas, nas quais os participantes conheceram e interagiram com startups e suas soluções em desenvolvimento, assim como com iniciativas que já estão disponíveis e serão positivamente impactadas pela qualidade da conexão 5G no campo. O Mapa já possui uma parceria estabelecida com a Embrapa Soja, para avançar na construção de uma fazenda digital (smart farm). Por isso, conectar o 5G com esse ambiente tem o real condão de alavancar a agricultura digital na região e ampliar o resultado para todo o agro.

Óculos - Na estação palco principal, com o uso de um óculos de realidade mista, o visitante pode conferir como é realizada uma consulta veterinária digitalizada. É a versão da telemedicina para a área veterinária.

Escaneamento - Utilizando o equipamento, é possível escanear características como estrutura corporal, precocidade, musculosidade, umbigo, raça, aprumos, sexo do animal, o que permite gerar dados para aumentar a acuracidade da tomada de decisão.

Assistência remota - A tecnologia associada ao 5G permite a assistência remota de veterinários em tempo real, reduzindo o custo e tempo de deslocamento, garantindo as melhores práticas no manejo dos animais e possibilitando queda na taxa de mortalidade do rebanho.

Sensores em drones - O potencial do 5G ainda foi demonstrado por meio de sensores em drones que transmitem dados técnicos fundamentais para a tomada de decisão de pesquisadores e produtores. A partir de tecnologias e algoritmos focados em inteligência agronômica será possível aumentar a velocidade da geração de mapas e informações, o que implica menos prejuízos agrícolas, ganhos quantitativos e qualitativos nas operações e manejo inteligente com maior sustentabilidade e rentabilidade do agronegócio.

Pulverizador- Também foi demonstrado um pulverizador que determina as áreas que serão pulverizadas após monitoramento da área por drone. O arquivo é encaminhado à central da máquina que apenas abre o bico e despeja o produto necessário nas áreas selecionadas na análise digital, gerando eficiência e economicidade para o produtor.

Ecossistema de inovação em Londrina - “Londrina é um berçário de startups e de soluções inovadoras, pois tem instituições fortes na formação de know-how e massa crítica de qualidade, além de ter tradição em pesquisa e desenvolvimento para o agro. É um ecossistema de inovação muito robusto para dar sustentação às empresas de base tecnológica que irão combinar as tecnologias da 4ª Revolução Industrial com sistemas inteligentes para tomada de decisão agronômica no campo”, avalia Alexandre Nepomuceno, chefe-geral da Embrapa Soja.

Destaque - A vocação para o agronegócio e a inovação se destacam em Londrina, desde a década de 1970, quando a cidade recebeu a unidade Soja da Embrapa e criou o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), atualmente incorporado pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR).

Rede - Com o desenvolvimento tecnológica no campo e o grande número de Agtechs (startups voltadas ao setor), a região de Londrina formou a governança Agrovalley. É nesta rede interorganizacional que pessoas, empresas e entidades são incentivadas e integradas para a promoção da inovação do ecossistema do agro. Atualmente, reúne 56 startups, sendo 61% delas com ideias e soluções estruturadas com validação do mercado e outras 36% com clientes consumidores das soluções oferecidas. (Mapa)

 

IPEA: Agronegócio registrou superávit de US$ 10,1 bilhões em julho

ipea 13 08 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicou, nesta quinta-feira (12/08), o fechamento dos dados de julho do comércio exterior do agronegócio brasileiro. A balança comercial do setor encerrou o mês com saldo positivo de US$ 10,1 bilhões, sendo registradas exportações de US$ 11,29 bilhões e importações de US$ 1,23 bilhão. Na comparação com julho de 2020, houve alta de 38,6% nos preços médios das exportações, já no acumulado do ano, houve alta de 20,8%. De acordo com o Grupo de Conjuntura do Ipea, o preço médio dos produtos embarcados no Brasil segue com tendência de alta.

Volume recorde- Em julho, apesar da acomodação nas exportações, alguns produtos do agronegócio brasileiro alcançaram volumes recordes de exportação ao longo do primeiro semestre de 2021: café, açúcar, algodão e carne suína. No acumulado do ano, de janeiro a julho de 2021, os produtos com maior variação positiva nos preços médios foram a soja (28,6%), a carne bovina (12,2%), o açúcar (14,7%), a madeira (15%) e o milho (22,2%).

Café e açúcar- "A produção de café e açúcar pode ser prejudicada por problemas climáticos, pois também foi em decorrência da falta de chuva que houve o atraso do plantio da soja, e a geada comprometeu parte da segunda safra de milho. O Brasil tem uma participação significativa na comercialização dessas commodities e uma queda no volume de exportações tem impacto nos preços futuros desses produtos", avaliou o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac/Ipea), José Ronaldo Souza Júnior.

Carnes -Problemas sanitários em alguns países contribuíram para aumentar as exportações brasileiras de carnes suínas e de frango (neste caso, houve diversificação dos países importadores). "A China continua liderando a lista dos principais países importadores de carne suína brasileira. Mas, o destaque dessa vez foi para o aumento das exportações para a Argentina e o Uruguai, que aumentaram suas exportações de carne bovina, e compensaram a demanda doméstica por proteína animal com carne suína do Brasil", observou Ana Cecília Kreter, pesquisadora associada do Ipea e uma das autoras do estudo.

Base - A análise dos pesquisadores tomou como base dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex/ME), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), além do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Liderança - O complexo soja - que inclui soja em grão, farelo e óleo de soja - segue liderando as exportações. Em julho, a queda de 8,8% no volume exportado foi compensada pelo aumento de 21,6% no valor, na comparação com julho de 2020. Os preços médios do grão tiveram alta de 28,6%.

Bovina - O Brasil é o segundo maior produtor mundial de carne bovina e o maior exportador mundial. Por conta disso, a queda na oferta doméstica vem se refletindo nos preços internacionais desde o ano passado. O preço médio da proteína teve aumento de 31,9%. O exportador brasileiro tem enfrentado dificuldade para obter contêineres para escoar o produto, além da baixa oferta de boi acabado (nome dado ao boi pronto para o abate, quando atinge um peso ideal para a comercialização).

Milho - O preço médio do milho teve alta de 27,6% em julho, apesar da queda de 36,4% em valor e 50,2% em quantidade, frente ao mesmo mês de 2020. A recuperação nos preços do grão vem acontecendo desde janeiro deste ano, com crescimento de 22,2% no acumulado do ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A queda na produção doméstica devido aos problemas climáticos tem limitado a capacidade exportadora do Brasil.

Queda - O açúcar foi o segundo produto (depois do milho) que apresentou maior queda na quantidade exportada (25%) em julho deste ano frente a 2020. Apesar da queda de 10,9% no valor, fechou o mês com alta de 18,9% nos preços médios. No acumulado do ano, houve alta de 21,6% no valor, 6% na quantidade e 14,7% no preço médio. As estimativas das safras brasileiras e europeia estão sendo impactadas pela redução da área plantada e por conta de incertezas em relação ao clima (stress hídrico).

Produção menor - As mudanças climáticas também são responsáveis pela queda nas estimativas para a produção do café. A Conab e o IBGE revisaram para baixo suas estimativas de safra 2021/2022 no país. Devido à bienalidade negativa, as estimativas já eram mais baixas que as da safra passada. Apesar da queda de 15,9% na quantidade e 1,2% no valor do grão em relação a julho do ano passado, houve aumento de 17,5% no preço médio. No acumulado do ano, houve alta de 12,8% no volume embarcado e 15,2% no preço, na comparação com mesmo período do ano passado.

Variação de valor - O frango foi o segundo produto da pauta de exportação com maior variação em valor (47,3%) em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Também houve crescimento em quantidade (15,4%) e no preço médio (27,6%). No acumulado do ano, a alta se manteve no valor (15,1%), na quantidade (7,4%) e no preço médio (7,2%). Os novos destinos contribuíram para o bom desempenho: México, Filipinas e África do Sul aumentaram suas importações em virtude dos problemas sanitários domésticos ligados a doenças no rebanho.

Suínos - O aquecimento da demanda internacional e a valorização da carne suína, desde o início da peste suína africada (PSA) em 2012, fizeram com que essa proteína tivesse aumento de 19% no preço médio em julho e 8,8% no acumulado do ano frente ao mesmo período de 2020. Em volume, houve alta de 1,7% em julho e 14,6% no acumulado do ano frente ao ano anterior. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do estudo

 

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Preços da soja para o produtor continuam em alta; em cinco anos aumento foi de 155%

conjuntura agropecuaria 13 08 2021Os preços da soja para o produtor paranaense continuam em patamares altos. Essa tendência é observada há tempos. Nos últimos cinco anos a valorização chegou a 155%. A análise em relação à cultura de soja é um dos assuntos do Boletim de Conjuntura Agropecuária na semana de 6 a 12 de agosto. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento, e traz informações sobre outras atividades agropecuárias no Paraná.

Preço recebido - O produtor paranaense recebeu na última semana, em média, R$ 151,47 pela saca de 60 quilos de soja. Isso representa valorização de 47% se comparado com o preço pago no mesmo período do ano passado, quando a saca custava R$ 103,00. No comparativo entre o preço praticado em julho de 2020, quando se pagava R$ 98,88, com o de julho deste ano, que ultrapassou R$ 150,00, o acréscimo é de 53,5%.

Tendência - Essa tendência de alta nas cotações da oleaginosa ao produtor é observada há pelo menos cinco anos. Em 2017, o valor médio pago foi de R$ 60,35 a saca de 60 quilos. Nos primeiros sete meses deste ano, o preço médio ficou em R$ 153,93, o que representa aumento de 155%.

Produção nacional - A produção nacional de soja foi confirmada em aproximadamente 136 milhões de toneladas, em relatório de levantamento mensal, divulgado esta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O Paraná aparece como terceiro maior produtor, com 19,8 milhões de toneladas. A liderança é de Mato Grosso, com 35,9 milhões de toneladas, seguido por Rio Grande do Sul, com 20,8 milhões de toneladas.

Batata e fruticultura - O boletim registra, ainda, que 95% da área total semeada com batata já foi colhida. As remanescentes, que somam 3.427 hectares, estão distribuídas nas regiões de Campo Mourão, Cornélio Procópio e Curitiba. Do que foi colhido, 96% já foi comercializado pelos produtores.

VBP - O documento destaca a participação da fruticultura no Valor Bruto da Produção (VBP) de 2020, que teve os números preliminares divulgados. O peso do setor é de 1,4%, com valor financeiro movimentado de R$ 1,8 bilhão, quando analisadas as 35 frutas exploradas no Estado. A citricultura é a principal atividade no setor, respondendo por 31,2% da fruticultura.

Outros produtos - O boletim registra também a colheita, até o momento, de 22% da área estimada de 2,5 milhões de hectares de milho no Paraná. Em relação ao trigo, o documento se refere a relatório do próprio Deral que aponta que apenas 9% das áreas cultivadas começaram a frutificação e expõem as consequências das geadas. No entanto, o volume ainda é pouco para se ter melhor dimensionamento dos danos.

Pecuária de leite - Ao abordar a pecuária de leite, o boletim faz um panorama sobre os números no Paraná. Como segundo produtor nacional, o Estado é responsável por 4,6 bilhões de litros. O município de Castro é o maior produtor nacional, com 323 milhões de litros anuais. Também há análise da produção e exportação nacional de carne de frango. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

 

ANTAQ: Movimentação de cargas nos portos cresce 9,4% no primeiro semestre

antaq 13 08 2021A movimentação de cargas no setor portuário brasileiro cresceu 9,4% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, informou nesta quinta-feira (12/08) a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Segundo a agência, os portos organizados, terminais autorizados e arrendados movimentaram 591,9 milhões de toneladas no período.

Painel - As informações constam do painel Estatístico Aquaviário da Antaq, O painel destaca que, na comparação com o primeiro semestre do ano passado, houve crescimento em relação ao perfil da carga. O aumento foi de 6,4% na movimentação de granel sólido, 11,6% no granel líquido, 16,3% em contêineres e 19,1% na carga geral solta.

Granel sólido - No primeiro semestre, foram movimentadas 343,2 milhões de toneladas de granel sólido, representando 58% do total no período. O destaque foi o minério de ferro, que movimentou 171,8 milhões de toneladas, o que corresponde a um crescimento de 12% em comparação ao mesmo período de 2021. Em segundo lugar, veio o petróleo, cuja movimentação cresceu 8%, somando 97,2 milhões de toneladas.

Granel líquido - Já o granel líquido, responsável por 28% da carga, movimentou 153,5 milhões de toneladas; os contêineres, responsáveis por 11% da carga, responderam por 65,4 milhões de toneladas. As cargas em geral movimentaram 29,7 milhões de toneladas, correspondendo a 5% do total das cargas.

Destaque - De acordo com o painel, o porto que mais se destacou foi o de Vitória, que registrou crescimento de 30,6% no primeiro semestre e movimentou 3,7 milhões de toneladas de cargas.

Segundo semestre - Segundo a Antaq, a expectativa para o segundo semestre é que os portos brasileiros movimentem 626 milhões de toneladas. Para este ano, a estimativa é de 1,218 bilhão de toneladas, o que representa aumento de 5,5% do setor em relação ao ano passado. (Agência Brasil)

FOTO: Tânia Rego / Agência Brasil

 

IBGE: Comércio paranaense cresce 8% no primeiro semestre de 2021, aponta Instituto

ibge 13 08 2021O volume do comércio varejista ampliado paranaense cresceu 8% no primeiro semestre de 2021 e 5% no acumulado dos últimos doze meses, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na quarta-feira (11/06). Com esse resultado, que engloba todos os segmentos, inclusive automóveis e materiais de construção, o setor, um dos mais afetados pela pandemia, aponta sinais mais consolidados de recuperação.

Passagem do mês - Na passagem do mês (maio a junho) houve um pequeno recuo de 3,3%, depois de duas altas consecutivas nos meses anteriores, de 3% (abril) e 4,4% (maio). Na variação mensal (junho de 2020 e junho de 2021), a evolução foi de 3,5%.

Principais condutores - Os principais condutores do setor no semestre foram as vendas de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (22,9%), material de construção (22%), veículos, motocicletas, partes e peças (19,9%), materiais de uso doméstico (15,4%), tecido, vestuários e calçados (11,4%), móveis (9,9%), combustíveis e lubrificantes (2,4%) e equipamentos para escritório (2,3%).

Materiais de construção e veículos - No recorte sem materiais de construção e veículos, que têm muito peso no setor, o crescimento foi de 1,5% no semestre e 1,6% nos últimos doze meses. No primeiro segmento, além do crescimento semestral, houve evolução mensal em junho de 12,5% e nos últimos doze meses, de 17,2%. No segmento de automóveis, motocicletas, partes e peças, o aumento foi de 7,2% na variação mensal e de 8,5% no acumulado do último ano (julho de 2020 a junho de 2021).

Fecomércio - Segundo a Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), 2021 tem sido marcado pela retomada nos setores de óticas, cine-foto-som, concessionárias de veículos, móveis, decorações e utilidades domésticas, materiais de construção, autopeças, farmácias e combustíveis.

Serviços - Na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (12/08) pelo IBGE, o volume da atividade cresceu 5,2% no primeiro semestre e 17,3% no comparativo mensal de junho com o mesmo mês de 2020. Os indicadores foram puxados nos primeiros seis meses por serviços prestados às famílias (1,2%), informação e comunicação (2,7%), profissionais, administrativos e complementares (5%) e transporte, serviços auxiliares aos transportes e correio (8%).

Turismo - O turismo, uma das principais atividades do setor de serviços, também mostrou recuperação no semestre, com crescimento de 1%. A relação é com o primeiro semestre de 2020, momento da chegada do coronavírus ao Paraná e da decretação das primeiras medidas restritivas no Estado e nos municípios. Em paralelo, dentro desse novo contexto, com aumento da vacinação, houve aumento de 10,4% no setor na passagem do mês (maio a junho) e de 67,1% em relação a junho de 2020. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias / AEN

 

MERCADO FINANCEIRO: Bolsa cai para menor nível desde maio e dólar sobe para R$ 5,25

mercado financeiro 13 08 2021As incertezas econômicas no Brasil e no exterior fizeram a bolsa de valores fechar em baixa pelo terceiro dia seguido, nesta quinta-feira (12/08), e atingir o menor nível desde maio. O dólar subiu pela segunda sessão consecutiva e voltou a superar R$ 5,25.

Ibovespa - O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 120.701 pontos, com recuo de 1,11%. O indicador está no nível mais baixo desde 12 de maio. No início da tarde, o índice chegou a operar próximo da estabilidade, mas perdeu força e voltou a cair nas horas finais de negociação.

Cotação - O dólar comercial encerrou vendido a R$ 5,256, com alta de R$ 0,035 (+0,67%). A cotação chegou a cair para R$ 5,21 na mínima do dia, por volta das 14h15, mas subiu, influenciada pelo adiamento da votação da reforma do Imposto de Renda e pela alta nos preços ao produtor nos Estados Unidos.

Decisão - A decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, de adiar a votação do relatório do projeto que reformula a cobrança de Imposto de Renda por falta de acordo nos repasses para os estados criou tensão no mercado financeiro. Os investidores têm receio de que novas concessões aos governos locais reduzam a arrecadação.

Indefinições - O mercado também reagiu às indefinições em torno da proposta de emenda à Constituição que permite o parcelamento de precatórios (dívidas do governo com sentença definitiva da Justiça). O impacto fiscal do programa Auxílio Brasil, que pode criar despesas permanentes fora do teto de gastos, também contribuiu para a instabilidade.

Exterior - No exterior, o mercado foi pressionado pela divulgação de que os preços ao produtor nos Estados Unidos tiveram, em julho, a maior alta anual desde 2010. Os dados reforçam a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) terá de antecipar a retirada dos estímulos – juros baixos e compra de títulos – concedidos durante a pandemia de covid-19.

Favorável - Na terça-feira (11/08), o ambiente internacional estava favorável porque a inflação ao consumidor nos Estados Unidos tinha desacelerado em julho. No entanto, os preços ao produtor costumam ser parcialmente repassados aos compradores, indicando que a inflação para o consumidor pode voltar a subir nos próximos meses. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

RODOVIA: Em reunião com setor produtivo de Londrina, governador anuncia edital da duplicação da PR-445

rodovia 13 08 2021O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou, nesta quinta-feira (12/08), a duplicação de um novo trecho da PR-445, que vai de Mauá da Serra ao distrito de Lerroville, em Londrina. O comunicado foi feito durante um encontro com entidades do setor produtivo da região na sede da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil).

Investimentos - “Hoje tivemos a oportunidade de debater com a sociedade civil organizada de Londrina, que é muito atuante na cidade. Fizemos uma apresentação dos volumosos investimentos que o Governo do Estado tem feito na região”, afirmou o governador.

Licitação - “E um deles é que teremos, em alguns dias, o anúncio da licitação da duplicação da PR-445, uma rodovia extremamente importante que foi feita nas décadas de 1960 e 1970 e nunca foi duplicada. Estamos prontos para licitar essa obra gigantesca”, acrescentou.

Edital - O edital da obra de restauração e duplicação do trecho deve ser publicado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) até a semana que vem. O trecho tem 27 quilômetros de extensão, e o investimento é estimado em mais de R$ 200 milhões. O edital seguinte, de Lerroville a Irerê, também será lançado em breve.

Programa - O projeto integra o Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transportes do Paraná, uma parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Diálogo - Durante o encontro, o governador também destacou a importância de ter um diálogo com o setor produtivo da cidade. “Londrina indo bem ajuda o Paraná a ir bem. Essa parceria com empresários e autoridades ajuda a fortalecer essa união em defesa da cidade, e faz com que os projetos andem mais rápido”, indicou Ratinho Junior.

Nova relação - Marcia Manfrin, presidente da Acil, celebrou a nova relação direta que o grupo de entidades está desenvolvendo junto ao Estado. “Estamos muito felizes em receber o governador dentro de uma base relacional que estamos construindo entre município, setor produtivo e Governo do Estado com o objetivo de estreitarmos ainda mais as nossas relações em prol do desenvolvimento da cidade”, ressaltou.

Pauta - “Estamos com uma pauta pré-ajustada a cada 90 dias com o governador, e isso faz com que Londrina cresça em termos de proposição de projetos, que é o que faz a grande transformação”, acrescentou.

Mais - Entre os demais investimentos do Governo do Estado que foram destacados no evento, estão a construção de 643 casas populares e a autorização para a licitação de um condomínio do idoso do programa Viver Mais Paraná, anunciados na última visita do governador à cidade, em maio. “Os investimentos são volumosos na área da construção civil, com a construção de centenas de casas populares dentro do projeto Casa Fácil”, pontuou Ratinho Junior.

Viaduto - Na infraestrutura, o governador também ressaltou a construção do Viaduto da Bratislava, obra em andamento que reúne R$ 13,5 milhões em investimentos. A trincheira se localiza no quilômetro 163 da BR-369, em Cambé, e tem previsão de entrega para maio de 2022. “Esse viaduto liga as cidades de Cambé e Londrina e era um grande problema para a cidade. Agora, os usuários vão poder circular por esse trecho com muito mais segurança”, ressaltou o governador.

Hospital do Câncer - Durante o evento, o governador também recebeu uma homenagem de representantes do Hospital de Câncer de Londrina. O presidente do hospital, Francisco Ontivero, e a diretora institucional, Mara Fernandes, destacaram o apoio do Governo do Estado durante o período crítico da pandemia do coronavírus.

Apoio - “Durante esses dois anos e meio de gestão, o governador tem estado presente junto ao hospital, principalmente nessa época tão difícil da pandemia. Nunca a saúde teve tantos desafios como neste ano. E para que a gente pudesse continuar atendendo nossos pacientes e dando todo o apoio necessário com tamanhos desafios, é necessária a contrapartida de quem está nos governando”, ressaltou a diretora.

Parceria - O hospital é uma das instituições parceiras da Secretaria de Estado da Saúde para o fornecimento de serviços. Com isso, a secretaria destina recursos para custear tratamentos, programas e internações, por exemplo.

Presenças - Compareceram à reunião os secretários estaduais Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento), João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas), João Evaristo Debiasi (Comunicação Social e Cultura); o presidente da Cohapar, Jorge Lange; a coordenadora regional da Casa Civil, Sandra Moia; os deputados estaduais Tiago Amaral, Cobra Repórter e Tercílio Turini; o presidente da Câmara Municipal de Londrina, vereador Jairo Tamura; e o ex-deputado federal e secretário de Governo de Londrina, Alex Canziani.

Setor produtivo - Do setor produtivo, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná Norte (Sinduscon), Sandro Nóbrega, e o vice-presidente da instituição, Gerson Guariente; Antônio Sampaio, diretor presidente da Sociedade Rural do Paraná (SRP); Afrânio Brandão, diretor vice-presidente da SRP; Marcelo El Kadre, presidente do conselho superior da SRP; Fernando Moraes, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap); Fabrício Pires Bianchi, gerente da regional Norte do Sebrae/PR; Ovhanes Gava, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Londrina (Sincoval); Marcus Gimenes, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Materiais Elétricos do Norte do Paraná (Sindimetal); Decarlos Manfrin, presidente do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal); e o presidente do Grupo Gazin, Mario Gazin. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

LEGISLATIVO I: Câmara aprova MP que altera regras trabalhistas e renova programa de redução de jornada

legislativo I 13 08 2021A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (12/08), a Medida Provisória (MP) 1045/21, que renova o programa de redução ou suspensão de salários e jornada de trabalho com o pagamento de um benefício emergencial aos trabalhadores. As regras valem para quem tem carteira assinada e para os contratos de aprendizagem e de jornada parcial. Agora a matéria será enviada ao Senado.

Temas - O substitutivo aprovado, do deputado Christino Aureo (PP-RJ), inclui vários outros temas no texto, como programas de primeiro emprego e de qualificação profissional, mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e definição de quem pode contar com gratuidade no acesso à Justiça.

Seguro-desemprego - Segundo a MP, o Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda garantirá o pagamento de uma parte do seguro-desemprego ao trabalhador que tiver o contrato suspenso ou o salário e a jornada reduzidos.

Período - Inicialmente, as regras serão por 120 dias contados da edição da medida provisória (28 de abril), mas poderão ser prorrogadas pelo Poder Executivo apenas para as gestantes.

Valor da redução - O valor a receber dependerá de quanto for a redução. Se o acordo entre empregador e empregado for individual, sem participação do sindicato, a redução só poderá ser de 25%, 50% ou 70%, tanto do salário quanto da jornada de trabalho.

Direito - Nessa situação, se houver redução de 50%, o trabalhador terá direito a 50% do salário e a 50% do seguro-desemprego por mês. Como o seguro é calculado sobre a média dos salários, o valor não chega a ser o mesmo que o reduzido.

Beneficiados - Só poderão ser beneficiados os contratos já existentes quando a MP foi editada e, desta vez, ao contrário da primeira edição (Lei 14.020/20), os trabalhadores com contratos intermitentes não poderão receber o benefício.

Setor ou departamento - Essas reduções ou suspensões poderão ser feitas por setor ou departamento da empresa e abranger todos ou alguns dos postos de trabalho.

Dispositivo - Nesse tema, o relator introduziu dispositivo para permitir ao Poder Executivo usar o programa em outras situações de emergência de saúde pública nacional ou mesmo em estado de calamidade estadual ou municipal reconhecido pelo governo federal. Mas tudo dependerá de disponibilidade orçamentária.

Equilíbrio - “Muitos dos empreendedores merecem ter um equilíbrio dessas relações [entre capital e trabalho] e esses programas introduzidos já estavam tramitando na Casa”, disse Christino Aureo, referindo-se a pequenos empresários e aos programas de primeiro emprego.

Percentuais diferentes - A MP permite a redução de salário e jornada com percentuais diferentes por acordo coletivo, mas isso pode ser desvantajoso para o trabalhador. Se o acordo coletivo previr redução menor que 25%, o empregado não recebe nada do governo.

Reduções - O benefício será de 25% do seguro-desemprego para reduções de 25% até 50%. Diminuições de salários maiores que 50% e até 70% resultarão em um benefício de metade do seguro-desemprego mensalmente. Redução maior que 70% do salário e da jornada de trabalho resultará em benefício de 70% do seguro-desemprego a que o empregado teria direito.

Acordo individual ou coletivo - Poderão negociar por acordo individual ou coletivo aqueles que ganham salário de até R$ 3.300,00 (três salários mínimos) ou que ganham salário igual ou maior a duas vezes o teto da Previdência Social (equivalente a R$ 12.867,14) e possuem diploma de curso superior.

Redução de 25% - Os que aceitarem redução de 25% no caso de qualquer salário poderão fazê-lo por acordo individual, assim como o trabalhador que continuar a ganhar o mesmo salário somando-se o benefício, o salário reduzido, se for o caso, e o complemento que o empregador pagar.

Demais situações - Nas demais situações, a redução ou suspensão dependerá de acordo coletivo ou convenção coletiva.

Pandemia - Devido às restrições por causa da pandemia de Covid-19, a MP permite a realização por meios eletrônicos dos acordos individuais escritos, que deverão ser comunicados pelos empregadores ao sindicato da categoria profissional dentro de dez dias de sua assinatura.

Acordo coletivo - Se depois do acordo individual surgir um coletivo, as regras do individual valerão até que o acordo coletivo entre em vigor, exceto se as condições do acordo individual forem mais favoráveis ao trabalhador, quando elas deverão prevalecer sobre as regras coletivas.

Estabilidade provisória - Ao participar do programa, o trabalhador terá uma garantia provisória contra demissão sem justa causa durante esse período e, depois do fim da redução ou suspensão do contrato, por tempo igual ao que passou recebendo o benefício.

Demissão sem justa causa - Se ocorrer demissão sem justa causa durante esse período, o empregador, além de ter de pagar as parcelas rescisórias previstas na legislação, deverá pagar indenização de:

- 50% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia, se a redução de jornada e salário for de 25% até 50%;

- de 75% se a redução tiver sido maior que 50% e até 70%; ou

- de 100% do salário na redução superior a 70% ou na suspensão temporária do contrato de trabalho.

Suspensão - Entretanto, para os trabalhadores que ainda estiverem no prazo da garantia provisória decorrente do primeiro programa, a MP 1045/21 determina a suspensão desse prazo se ele participar da nova edição. O restante do tempo de garantia provisória do primeiro programa continuará a correr depois do prazo de garantia da nova edição do programa.

Gestantes - A MP 1045/21 acrescenta também regras específicas para a concessão do benefício a gestantes, inclusive empregadas domésticas.

Licença-maternidade - Quando a gestante entrar em licença-maternidade, o empregador deverá informar o fato ao Ministério da Economia, suspender as regras do programa de redução ou suspensão salarial e de jornada e pagar o salário com base no que ela recebia antes de entrar no programa.

Pagamento - As regras preveem o pagamento pelo empregador e o desconto do valor do INSS a recolher dos demais empregados da folha de pagamento.

Guarda - Isso se aplica ainda ao segurado ou à segurada da previdência social que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção, observados os prazos de recebimento conforme a idade.

Garantia provisória - No caso da gestante, a garantia provisória contra demissão contará depois daquela prevista na Constituição, que vai do momento da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.

Disciplinamento - O relator incluiu ainda dispositivo para disciplinar o trabalho de gestante que não pode desempenhar suas atividades remotamente. Nesse caso, ela terá o contrato suspenso, e o empregador deverá pagar a diferença entre o que ela receber por meio do programa e o salário normal.

Serviços essenciais - Os acordos de redução de salário e jornada ou de suspensão do contrato de trabalho deverão resguardar o exercício e o funcionamento dos serviços públicos e das atividades essenciais, inclusive as definidas na primeira lei sobre as medidas contra o novo coronavírus.

Dupla visita - Já o critério da dupla visita para o fiscal trabalhista poder multar as empresas não valerá nas fiscalizações desses acordos. A MP prevê fiscalização mais branda por 180 dias em razão do estado de calamidade pública.

Acúmulo de benefícios - A MP 1045/21 proíbe o recebimento do benefício por quem esteja ocupando cargo ou emprego público, cargo em comissão de livre nomeação ou titular de mandato eletivo.

Outros casos - Também não poderá ser beneficiado quem já recebe do INSS o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o seguro-desemprego ou benefício de qualificação profissional.

Exceção - Segundo o texto do relator, haverá uma exceção para o aprendiz, que poderá receber o benefício emergencial e o BPC. Além disso, enquanto receber esse benefício, o aprendiz não poderá ter o BPC cancelado por irregularidade na concessão ou utilização.

Mais de um emprego - Entretanto, quem tiver mais de um emprego com carteira assinada no setor privado poderá receber um benefício emergencial por cada vínculo formal de emprego.

Permissão - Também será permitida a acumulação do benefício com o auxílio-doença e com a pensão por morte.

Suspensão do contrato - Quanto à suspensão do contrato de trabalho, o trabalhador não perde o vínculo trabalhista e recebe o valor equivalente ao do seguro-desemprego. Nesse período, ele continuará a contar com todos os benefícios porventura concedidos pelo empregador.

Recolhimento - Durante o afastamento, o trabalhador poderá recolher para Previdência como segurado facultativo, mas se o empregado mantiver suas atividades junto ao empregador, mesmo parcialmente, seja com teletrabalho, trabalho remoto ou outra modalidade, o empregador deverá pagar imediatamente a remuneração, os encargos sociais de todo o tempo de suspensão e estará sujeito às penalidades da legislação e de acordo coletivo.

Receita bruta - Empresas com receita bruta maior que R$ 4,8 milhões no ano de 2019 somente poderão suspender os contratos de trabalho se pagarem ao trabalhador 30% do salário durante o período. O benefício emergencial a ser pago pelo governo será de 70% do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito.

Ajuda voluntária - Em qualquer situação (redução ou suspensão), se o empregador desejar, poderá pagar uma ajuda compensatória mensal ao empregado. Essa ajuda terá caráter indenizatório e não poderá sofrer descontos para Imposto de Renda, Previdência Social ou Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Empregador - Por parte do empregador, não integrará a base de cálculo para demais tributos incidentes sobre a folha de salários, para o Imposto de Renda nem para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Atividade rural - O projeto de lei de conversão permite ainda a dedução dos valores complementares do resultado da atividade rural. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Câmara adia votação de projeto que altera regras do Imposto de Renda

legislativo II 13 08 2021O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), adiou para a próxima terça-feira (17/08) a votação do Projeto de Lei 2337/21, do Poder Executivo, que altera regras do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ). A decisão foi tomada após pedido dos líderes partidários. Lira pediu que os parlamentares usem o tempo até terça-feira para agir com “grandeza e lucidez” para levar o projeto ao Plenário.

Apelo - “Eu aceito o apelo dos líderes, os senhores líderes são companheiros, grandes idealizadores das matérias que votamos aqui, deputados honrados e comprometidos com as suas bancadas. Eu espero que até terça-feira nós tenhamos a grandeza e a lucidez de trazermos a discussão para o Plenário. A bancada que não concordar, destaca. Esse é o processo legislativo”, disse.

Insatisfação - Lira não escondeu a insatisfação com a decisão tomada pelos líderes e disse que o adiamento abre espaço para atuação de corporações em busca de manter regalias. “Adiar o processo em busca de soluções impossíveis, de temas impossíveis, de métodos impossíveis e maneiras impossíveis, não vamos chegar nunca a um consenso nesse Plenário”, disse. Ele afirmou ainda que é impossível votar uma reforma tributária consensual. “É impossível ter consenso em uma matéria tributária em Plenário, ela vai ter maioria, o que num projeto de lei já é bastante primoroso e bem-sucedido”, disse.

Prejuízo - Lira disse ainda que não haveria possiblidade de pautar uma proposta que causaria prejuízo. “Não haveria possibilidade desta presidência trazer esse projeto ao Plenário se não houvesse certeza de que estados e municípios manteriam arrecadação. É para ser uma reforma neutra e assim será”, disse.

Reforma tributária - O projeto de lei faz parte da reforma tributária e também prevê reajuste da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), tributação dos dividendos e lucros distribuídos aos sócios e vários outros pontos.

Adiamento - Após reunião entre os líderes da base, o deputado Efraim Filho (DEM-PB) pediu o adiamento da votação.  “Vamos fazer um acordo procedimentos e assumir o compromisso de votação na terça-feira sem obstrução”, disse. A proposta teve apoio da maioria das lideranças.

Pontos a serem ajustados - O líder do MDB, Isnaldo Bulhões (MDB-AL), afirmou que ainda há pontos a serem ajustados no texto. “Estamos discutindo essa matéria há alguns dias, o relator atendido setores diversos e parlamentares, mas há questionamentos a serem ajustados, há ainda desconforto em votar hoje. O caminho mais prudente é votar na terça-feira”, disse.

Discussão longa - O deputado Ivan Valente destacou que a semana de votações foi “pesada” e que a discussão da reforma tributária é longa. “Precisamos ter acesso antecipado ao texto para analisar os pontos”, disse.

Substitutivo preliminar - A matéria conta com um substitutivo preliminar do relator, deputado Celso Sabino (PSDB-PA), que fez várias mudanças no texto, como uma diminuição maior no Imposto de Renda das empresas e redução na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Tributação dos lucros - Quanto à tributação de lucros e dividendos distribuídos pelas empresas a pessoas físicas ou jurídicas, o projeto propõe a tributação na fonte em 20%, inclusive para os domiciliados no exterior e em relação a qualquer tipo de ação.

Reajuste da tabela - Os valores da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPJ) são reajustados em 31,3%, e a faixa de isenção passa de R$ 1.903,98 para R$ 2.500 mensais. Atualmente, há 10,7 milhões de isentos, de um total de 31 milhões.

Limite - Por outro lado, o Executivo propõe um limite para o desconto simplificado pelo qual o contribuinte pode optar na hora de fazer a declaração anual do IR. Atualmente, o desconto é de 20% dos rendimentos tributáveis, limitado a R$ 16.754,34, e substitui todas as deduções permitidas, como gastos com saúde, educação e dependentes.

Proposta - Pela proposta esse desconto somente será possível para aqueles que ganham até R$ 40 mil por ano, limitado a R$ 8 mil (20%). Com o fim do desconto simplificado, o Ministério da Economia projeta um aumento de arrecadação de R$ 9,98 bilhões somente em 2022, chegando a R$ 11,48 bilhões em 2024.

Validade - As regras começam a valer a partir de 1º de janeiro de 2022. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil registra 20 milhões de casos de Covid-19 e 566 mil óbitos

saude I 13 08 2021O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (12/08) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem no acumulado 20,2 milhões de casos confirmados da doença e 566,8 mil mortes registradas. Os recuperados somam 19,1 milhões. Em 24 horas, desde o boletim de quarta-feira (11/08), o ministério registrou 39,9 mil novos casos e 1.148 mortes.

Estados - O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 4,1 milhões de casos e 141 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (2 milhões de casos e 51 mil óbitos); Paraná (1,4 milhão casos e 36 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (1,3 milhão de casos e 33,7 mil óbitos).

Vacina - Segundo dados do Ministério da Saúde, foram distribuídas 193,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Ao todo, 110,2 milhões de primeiras doses e 47,3 pessoas completaram o ciclo vacinal. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE II: Sesa confirma mais 2.276 casos e 99 mortes por Covid-19

saude II 13 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (12/08) mais 2.276 casos confirmados e 99 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.402.965 casos confirmados e 35.961 mortos em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (1), fevereiro (2), março (27), abril (14), maio (186), junho (70), julho (53), agosto (1.917), de 2021; e dos seguintes meses de 2020: março (1), julho (1), agosto (1), setembro (1) e dezembro (2).

Internados - 1.096 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 806 pacientes em leitos SUS (467 em UTI e 339 em leitos clínicos/enfermaria) e 290 em leitos da rede particular (144 em UTI e 146 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.516 pacientes internados, 736 em leitos UTI e 780 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 99 pacientes. São 43 mulheres e 56 homens, com idades que variam de 29 a 92 anos. Os óbitos ocorreram de 27 de dezembro de 2020 a 11 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (12), Cascavel (8), Londrina (6), Maringá (5), São José dos Pinhais (4), Guarapuava (4), Tunas do Paraná (3), Ponta Grossa (3), Araucária (3), Almirante Tamandaré (3), Toledo (2), Telêmaco Borba (2), Marechal Cândido Rondon (2), Lapa (2), Foz do Iguaçu (2), Colombo (2) e Campo Largo (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Umuarama, Três Barras do Paraná, São Carlos do Ivaí, Rosário do Ivaí, Piraquara, Pinhão, Pinhais, Paraíso do Norte, Paiçandu, Nova Aurora, Mirador, Matelândia, Marilena, Marialva, Mandaguari, Leópolis, Ivaiporã, Iretama, Irati, Guaíra, Goioerê, Doutor Ulysses, Clevelândia, Campo Mourão, Campo Magro, Campina Grande do Sul, Cambé, Cambará, Bandeirantes, Astorga, Arapoti, Antonina, Alto Paraíso e Agudos do Sul.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.343 casos de residentes de fora do Estado, 203 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: ANS disponibiliza dados sobre Atenção Materna e Neonatal na saúde suplementar

saude ans destaque 13 08 2021Está disponível do site da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) o Painel de Indicadores de Atenção Materna e Neonatal, que apresenta dados nacionais de operadoras de planos de saúde, hospitais e maternidades privados. O objetivo do Painel é promover a transparência das informações relativas ao parto e nascimento no setor de saúde suplementar e possibilitar a realização de pesquisas e produção de conhecimento sobre parto e nascimento no Brasil, gerando insumos para a regulação realizada pela ANS e favorecendo o acesso de informações precisas e qualificadas para pesquisadores, imprensa e sociedade em geral.

Dados - A ferramenta, que pode ser acessada clicando-se aqui, considera os dados mais recentes disponíveis em cada uma das bases de dados consultadas para compor seus indicadores na sua última data de atualização, ocorrida desta vez em agosto de 2021. Foram utilizadas como fontes de informações bases nacionais em saúde da ANS, da Anvisa e do Ministério da Saúde (MS).

Divulgação - Diretor substituto de Desenvolvimento Setorial (Dides) da ANS, César Serra explica que a Agência começou a divulgar o Painel em dezembro de 2019 como uma estratégia da Fase 3 do Movimento Parto Adequado: “A atualização constante dos dados divulgados é um compromisso público da ANS com a transparência e representa um ganho para a sociedade”.

Impactos - O diretor complementa ainda que “é importante observar que os dados mais recentes disponíveis ainda não permitem avaliar possíveis impactos da Covid-19, pois nem todas as bases de dados usadas como fonte pelo Painel contemplam o período pós-pandemia”.

Consulta - Os indicadores podem ser consultados por qualquer interessado e de forma facilitada, utilizando-se filtros por hospital/maternidade e por operadoras de planos de saúde.

Indicadores - Dentre os principais indicadores hospitalares, destacam-se o Percentual de Parto Cesáreo e vaginal (total e por Grupo de Robson); a Notificação de eventos adversos no Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa); o Percentual de partos vaginais assistidos por enfermagem obstétrica; o Percentual de nascidos vivos com Apgar menor que 7 no 5º minuto de vida (método utilizado para a avaliação imediata do recém-nascido) e o Percentual de nascidos vivos por idade gestacional.

Avaliação - Em relação aos indicadores para avalição das operadoras, o painel apresenta a Proporção de Parto Cesáreo e Parto Vaginal; a Taxa de Consultas de Pré-Natal e a Presença de acompanhante durante a internação para pré-parto, parto ou pós-parto imediato.

Gráficos - A ferramenta também apresenta gráficos de tendência para o percentual de partos vaginais e de barras para o percentual de nascidos vivos por idade gestacional e por grupo de Robson (classificação técnica que leva em consideração o risco da gestação no momento da admissão da gestante na maternidade).

Comparação - Na visão por operadoras é possível verificar os dados gerais do setor e comparar os dados por operadora e por modalidade.

Desigualdades - O Painel de Indicadores de Atenção Materna e Neonatal permite o filtro de dados referentes a faixa-etária, escolaridade e raça/cor das gestantes, município e unidade da federação.

Identificação - A gerente de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial, Ana Paula Cavalcante, reforça que “em um país com tamanhas desigualdades sociais e raciais como o Brasil, dados sobre raça, cor, escolaridade e UF podem ser relevantes para identificar diferenças na morbidade e mortalidade”. Ela salienta que essas informações podem subsidiar ações específicas para diferentes grupos, favorecendo a equidade.

Série histórica - A atualização do Painel ocorrida em agosto/2021 não demonstrou grande variabilidade dos percentuais dos indicadores em relação à versão anteriormente disponibilizada, em dezembro de 2019.

Opção - Dados da pesquisa Nascer Saudável realizada pela Fiocruz demonstram que a maioria das mulheres inicia o pré-natal optando pelo parto vaginal e mudam de opinião ao longo da gestação.

Causas - As principais causas determinantes da elevada proporção de cirurgias cesarianas no Brasil incluem a forma atual de organização da rede de hospitais, que não favorece o parto vaginal, o modelo de remuneração baseado na realização de procedimentos, a preponderância de uma cultura médica intervencionista e as características psicológicas e culturais das pacientes, dentre outras.

Parto espontâneo - Segundo a diretora do Escritório de Excelência do Hospital Albert Einstein Claudia Garcia, “é importante esclarecer que, ao entrar em trabalho de parto espontâneo, tanto o corpo da mãe quanto o corpo do bebê trabalham em cooperação no esforço que conduz ao nascimento, o que contribui de forma fundamental para a maturação do organismo do bebê”.

Dados - Apesar disso, analisando-se os dados das operadoras disponibilizados em agosto de 2021, referente ao ano-base 2019, apenas 15,24% dos partos foram realizados por via vaginal, um leve aumento em relação aos dois períodos anteriores, quando ocorreram 14,76% de partos vaginais, ano-base 2018, e 14,02%, no ano-base 2017.

Hospitais privados - Já entre o conjunto dos hospitais privados, foram realizados 30,03% de partos vaginais, no ano-base 2019, percentual que permaneceu estável em relação aos anos anteriores, quando ocorreram 30,15% em 2018 e 29,95% em 2017.

Ano-base 2019 - Os dados indicam que no ano-base 2019, dos 287.166 partos realizados na saúde suplementar, 84,76% foram por cesariana, enquanto a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, em termos populacionais, não são verificados benefícios para a saúde de mães e bebês em taxas de cirurgias cesáreas superiores a 10%. O recorte dos indicadores por modalidade não indica variações significativas conforme a modalidade da operadora.

Cenário preocupante - O painel atualizado aponta que, no ano-base 2019, 56,71% dos partos cesáreos foram realizados antes do início do trabalho de parto, ou seja, mais da metade. Trata-se de um cenário preocupante, uma vez que, segundo resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), uma cirurgia cesariana antes do início do trabalho de parto deveria acontecer apenas depois das 39 semanas de gestação.

Maior percentual - Ainda em relação à idade gestacional, os dados apontam que entre os hospitais privados no ano-base 2019, o maior percentual de partos cesáreos (37,29%) ocorreu em mulheres com idade gestacional entre 37 e 38 semanas. Bebês nascidos abaixo de 39 semanas têm mais chances de apresentar incapacidade de manutenção da temperatura corporal, imaturidade pulmonar e maior dificuldade de sucção do leite materno. Já em relação aos dados do ano-base 2018, ocorrem 37,02%, das cesarianas na mesma idade gestacional e no ano-base 2017 o percentual foi de 36,23%, apresentando uma leve tendência de aumento.

Faixa etária - Já os partos vaginas continuam sendo realizados mais frequentemente entre 40 e 41 semanas (29,80%), no ano-base 2019. Conforme divulgado pela ANS em campanhas de comunicação anteriores, de 40 a 42 semanas, em geral, o bebê está pronto para nascer. Além disso, o trabalho de parto favorece o amadurecimento do bebê.

saude ans quadro II 13 08 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

Enfermagem obstétrica - Outro indicador constante do Painel refere-se ao percentual de partos vaginais assistidos por enfermagem obstétrica. O dado para 2019 aponta que 10,76% dos partos vaginais foram assistidos por enfermagem obstétrica. Em 2018, esse percentual era de 10,01% e, em 2017, de 8,46%.

Rol de Procedimentos - Cabe ressaltar que a ANS incluiu na última atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, em vigor desde abril de 2021, a cobertura obrigatória da consulta com enfermeiro obstetra durante o pré-natal.

Movimento Parto Adequado - A ANS tem realizado diversas iniciativas para o estímulo ao parto vaginal seguro. Desde 2015, a Agência promove o Movimento Parto Adequado, em parceria com o Institute for Healthcare Improvement e com o Hospital Israelita Albert Einstein.

Fase 3 - Atualmente, o Parto Adequado encontra-se na Fase 3, lançada em outubro de 2019, com o lema “Construindo um Movimento para a Saúde, Segurança e Equidade na Gestação e no Parto”. O Painel é uma das iniciativas da fase 3, que tem o objetivo de promover a disseminação das estratégias de melhoria da qualidade da atenção do parto e nascimento em grande escala, alcançando o conjunto de maternidades e operadoras de planos de saúde do país.

Saiba mais - Saiba mais sobre o Movimento Parto Adequado aqui. (ANS)

FOTO: Sanjasy / Pixabay

saude ans quadro I 13 08 2021


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